Quarta-feira
23 Abril 2008
Investidores europeus pouco
interessados em Lisboa
Relatório coloca capital portuguesa no 23.º lugar entre as 27 cidades europeias
mais apetecíveis para investir em imobiliário. Segmento da hotelaria e dos escritórios
são boas apostas para este ano pag 02
Lisboa Portbuilding já colocou 85 por cento do Infante à Lapa
05
Pine Cliffs
vai ter
The Terraces
O Público Imobiliário
já tem o seu espaço
televisivo. Na RTPN,
todas as quartas às 19h45.
14
White Staff
aposta
nos interiores
12
Os cogumelos
que decoram
espaços
2 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Abertura
Lisboa pouco atractiva para
investidores europeus
Capital portuguesa surge no 23.º lugar na lista das 27 melhores cidades europeias
para investir em imobiliário
DR
Rui Pedro Lopes
A cidade de Lisboa não está entre os
mercados mais apetecíveis para os
investidores imobiliários europeus.
O relatório Emerging Trends in Real
Estate – Europe 2008 dá conta disso
mesmo e refere que a capital portuguesa ainda está demasiado cara para
permitir um crescimento significativo.
Ainda assim, os investidores aconselham para este ano uma aposta mais
forte no segmento da hotelaria e dos
escritórios.
Se para 2007 as expectativas
deste relatório, elaborado pela
Urban Land Institute (ULI) e pela
PricewaterhouseCoopers, já não eram
muito animadoras para a cidade de
Lisboa, com crescimentos pouco significativos, 2008 vai manter a mesma
tendência. A capital portuguesa surge
no 23.º lugar na lista das 27 melhores
cidades europeias para investir em
imobiliário (em 2007, ocupava a 21.ª
posição), com um índice de retorno/
investimento nos 5.26, abaixo da média prevista para as cidades europeias
(5.60).
Além dos preços altos que ainda se
praticam no imobiliário lisboeta, o
relatório chama ainda a atenção para
o facto de estarem previstas “poucas
transacções” para este ano, com “o
mercado a aguardar a correcção de
preços que não aconteceu tão rapidamente quanto previsto”.
Ao contrário do que sucedeu nos últimos anos, com o retalho a afirmar a
sua preponderância ao nível do investimento, desta vez as atenções estão
viradas para o segmento hoteleiro. Se
em 2007 eram poucos os inquiridos do
Emerging Trends in Real Estate, que
aconselhavam a compra de activos,
em 2008 a percentagem dos que aconselham esta modalidade chega aos 55
por cento. Por seu lado, 42 por cento
ainda prefere manter os seus activos.
Este resultado acaba por não surpreender, até porque no relatório do
ano passado já se afirmava que, “em
Portugal, os resorts com componente hoteleira são encarados como uma
opção muito interessante”.
Quem também é encarado como
uma opção muito interessante para
Capital portuguesa com
“poucas transacções” previstas
para este ano
2008 são os escritórios. Depois de resultados pouco animadores nos anos
anteriores, os investidores voltam a
acreditar neste segmento, com 47 por
cento dos inquiridos a aconselharem a
compra de activos contra 42 por cento,
mais cautelosos, a optarem pela sua
manutenção.
Confirmando o que já se vinha esperando há alguns anos, o segmento de
retalho parece estar a perder interesse
para os investidores. Em 2007, 50 por
cento dos especialistas consultados
por este estudo defendia a compra
ou investimento em novos espaços,
enquanto que em 2008 esse valor cai
para os 38 por cento, sendo que a grande maioria (57 por cento) considera
prudente a manutenção de activos (em
2007 eram apenas 33,3 por cento).
Entretanto, o segmento residencial
parece estar a recuperar algum do estatuto perdido nos últimos anos, uma
vez que 38 por cento dos inquiridos é
apologista da compra de activos, apesar de 47 por cento insistir que este é
um período para “manter activos”.
Em linha com este segmento está
também o industrial, que registou um
pequeno crescimento ao nível dos que
defendem a venda de activos (em 2007
eram 26,5 por cento, enquanto em
2008 ascendem a 33 por cento), sendo
que a percentagem dos que defendem
a sua manutenção ainda é considerável (50 por cento).
‘Europa Emergente’
O ano de 2008 marca uma ruptura com o que se vinha passando no
mercado europeu de investimento
imobiliário, em virtude da ascensão
de cidades que até aqui não despertavam grandes atenções nos investidores. Pela primeira vez, Paris e Londres
foram relegadas para segundo plano
na escala de interesses dos investidores imobiliários e o Emerging Trends
in Real Estate – Europe 2008 já fala
da predominância de uma ‘Europa
Emergente’ sobre a ‘Velha Europa’.
Os rostos dessa ‘Europa Emergente’
são as cidades de Moscovo e Istambul
que ocupam as duas primeiras posições dos rankings de perspectivas de
investimento e desenvolvimento para
2008.
“Sem qualquer dúvida, a Europa enfrenta este ano um cenário com maiores sobressaltos do que nos últimos
anos. As conclusões deste relatório
mostram o quanto os mercados europeus se tornaram mais globais e mais
vulneráveis a mudanças económicas
ocorridas noutras partes do mundo”,
afirmou Francisco Rocha Antunes,
chairman da ULI Portugal.
A capital russa apresenta um índice de retorno/investimento de 6.75 e
está extremamente bem cotada nas
recomendações de compra para todos
os tipos de propriedade imobiliária,
designadamente escritórios e retalho.
“Este mercado tem vitalidade e ainda ninguém o explorou convenientemente”, indica o relatório que, ainda
assim, alerta para as dificuldades deste mercado, onde os terrenos estão a
preços muito altos.
Istambul, que é considerada no relatório «a Índia da Europa», afina pelo
mesmo diapasão de Moscovo, com a
maioria dos investidores a aconselhar
a compra de activos, nomeadamente
de escritórios, hotéis e indústrias (a
cidade turca é na Europa aquela que
apresenta melhores indicadores ao
nível do segmento industrial).
As desilusões do ano foram Paris e,
principalmente, Londres. Enquanto a
capital francesa (que tradicionalmente
liderava esta tabela) ainda conseguiu
assegurar o quinto lugar entre as cidades europeias mais apetecíveis para
investir em imobiliário (o índice de
retorno/investimento passou de 6.53
em 2007 para 6.13 em 2008), já a capital inglesa sofreu uma queda impressionante para a 15.ª posição, com um
índice retorno/investimento a ficar-se
por uns medianos 5.53 (em 2007 era
de 6.48).
Sobre este fraco desempenho
de Londres, Jorge Figueiredo, sócio do departamento de Tax da
PricewaterhouseCoopers sublinhou
que “muitos investidores comentaram
o facto de o mercado londrino estar
exposto aos acontecimentos do sector
de serviços financeiros mais do que
outras cidades europeias. Os níveis de
confiança no sector financeiro estão
bastante baixos e a questão é de saber
com que rapidez vão recuperar”.
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Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008 • 3
Mercado
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Algarve recupera valorização
homóloga para 3,3%
Nos últimos meses a região do Algarve
tem observado uma evolução positiva
no ritmo de valorização do mercado
residencial. De acordo com o Índice
Confidencial Imobiliário relativo a essa região, no ano 2007 este mercado
passou por uma fase de menor valorização, em especial sentida no terceiro
trimestre do ano. Tal comportamento
levou a que, no mês de Agosto, esse
índice tivesse uma valorização média
anual de apenas 0,5%. Desde então tem
havido uma clara recuperação, sendo
que, passados seis meses, essa taxa
atinge já 1,9%. As perspectivas são no
sentido de continuação do aumento do
ritmo de valorização, estando o índice
alusivo a este mercado com uma taxa
de variação homóloga de 3,3%.
Na região do Algarve, segundo as estatísticas Confidencial Imobiliário /
LardoceLar.com, os valores médios
dos imóveis em oferta situam-se nos
1.666 euros/m2. Numa análise à oferta
por estado de uso, observa-se que o
valor médio dos alojamentos novos está cerca de 4,5% acima deste patamar.
Em contrapartida, no caso dos fogos
usados, o valor situa-se 3,2% abaixo
do valor médio acima referido.
Os concelhos do Algarve que apresentam registos de valores médios de
oferta acima dos 1.900 euros/m2 são
Vila do Bispo, Loulé, Lagos e Albufeira.
Este grupo de concelhos é responsável
por aproximadamente 40% da oferta
existente na região em apreço. Com
os valores médios mais baixos, próximo dos 1.250 euros/m2, encontram-
1
se Olhão e Alcoutim, sendo que estes
concelhos não representam mais do
que 10% da oferta disponível para
venda. Faro, sendo capital da região,
tem um valor médio de apenas 1.460
euros/m2, abaixo de outros mercados
mais turísticos.
Na região do Algarve, os concelhos
de Albufeira, Portimão e Loulé são
responsáveis por metade da oferta
residencial existente, contando com
cerca de 12,4 mil habitações. Loulé é,
por seu lado, o concelho com maior
oferta habitacional de fogos novos. Em
contrapartida, no segmento das habitações usadas, é o concelho de Albufeira
que tem o maior peso.
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Notícias - Localização Empresarial
Centralidade de Viseu capta
novos investimentos
GestinViseu prepara segunda fase do investimento
no Parque Empresarial do Mundão.
Cinco anos após o nascimento do projecto,
o Parque Empresarial do Mundão em
avança para a segunda fase de vendas. Os
equipamentos, infra-estruturas e serviços
comuns já estão prontos e ajudam à
comercialização dos lotes disponíveis.
Segundo Jorge Mota, o gestor local do
parque, neste momento “sete empresas estão
prontas a iniciar a sua actividade no parque e
três ou quatro já compraram os lotes”.
Em Junho do ano passado mais de
metade dos lotes da primeira fase do
empreendimento já estavam vendidos. Na
segunda fase a aposta será disponibilizar
lotes de maior dimensão de forma a melhor
dar resposta às necessidades do tecido
empresarial.
Até agora já se instalaram no parque várias
empresas, entre elas a Unibetão, a Wirkin
Ibérica, Santa Lúcia II, Armelin Ruas
Figueiredo, Eurofrente, Analidiesel, Viselbi
ou a Indisil.
Um dos casos mais emblemáticos é a BP
Portugal que mudou as suas instalações
para o parque do Mundão e que, segundo
o gestor local, Jorge Mota, veio reconhecer
“um padrão de qualificação infra-estrutural
dos nossos parques empresariais que está de
acordo com as normas internacionais”.
O Parque Empresarial do Mundão,
localizado no concelho de Viseu, é um dos
pioneiros no país a seguir o conceito de
cidade empresarial e é um empreendimento
que ocupa já uma área de 36 hectares.
Trata-se de um modelo de gestão condominal
que oferece um conjunto de serviços comuns
às empresas instaladas nos parques, como
a vigilância, a sinalética ou a manutenção,
como se de um condomínio residencial se
tratasse.
Esse
empreendimento
foi
mesmo
apresentado como modelo de localização
aquando da conclusão do projecto, em Julho
do ano passado, para a criação de um outro
parque em Lordosa, também no concelho
de Viseu.
O gestor local, Jorge Mota, lembra que o
parque empresarial “tem a vantagem de
ser um espaço dedicado às actividades
empresariais, vantagens do ponto de vista
do licenciamento, das redes de contactos,
dos serviços e ainda a existência de uma
sociedade gestora”.
O papel da sociedade gestora, a GestinViseu,
por intermédio do gestor local, assume-se
uma enorme importância. “Nós assumimos
um conjunto de encargos da instalação e
damos às empresas algo que elas não podem
comprar, que é tempo. No fundo, aceleramos
o processo, para além de colocar à disposição
das mesmas um conjunto diversificado e
qualificado de serviços”, diz Jorge Mota.
Parque Empresarial do Mundão
A GestinViseu – Parques Empresariais de
Viseu, S.A., resulta da parceria estabelecida
entre a Câmara Municipal de Viseu, a
AIRV – Associação Empresarial da Região
de Viseu e a Parque | Invest – Sociedade
Promotora de Parques Industriais.
Esta empresa, pertencente ao universo da
AEP – Associação Empresarial de Portugal,
é líder de mercado na gestão de parques
empresariais, tendo uma rede de parques
espalhada um pouco por todo o país,
nomeadamente nos concelhos de Chaves,
Viana do Castelo, Leiria, Paredes, Torres
Vedras, para além do já referido em Viseu.
Localizado no coração de Portugal, o parque
do Mundão já emprega cerca de 100 pessoas
e prevê-se que até 2009 alargue esse número
para os 500 postos de trabalho.
Com uma área equivalente a 36 estádios de
futebol, o empreendimento divide-se entre
zonas específicas destinadas a instalação
de empresas industriais, de serviços
administrativos, de naves industriais e de
oficinas.
Parque localizado numa das melhores
cidades para se viver
Viseu, segundo dados da DECO – Associação
de Defesa do Consumidor, está no topo
das cidades com melhor qualidade de
vida. Num ranking que abrangeu cidades
espanholas, italianas e belgas, para além das
portuguesas, Viseu obteve o 17.º lugar, num
total de 76 classificadas.
Situado junto aos principais eixos viários do
centro do País (A25, IP3,EN 229), o parque
apresenta bons acessos tanto para Norte
como para Sul, estando também muito
próximo da vizinha Espanha, distando
apenas 280 quilómetros de Lisboa e 130
do Porto.
Para mais informações:
Parque Empresarial de Mundão
GestinViseu - Parques Empresariais de Viseu, S. A.
Jorge Mota
Edifício Expobeiras, Loja 1 - Parque Industrial de
Coimbrões, 3500-618 Viseu
Tel: 232 479 250 / Tlm: 932 470 29
Fax: 232 479 082
E-mail: [email protected]
APCER colabora com Administração Pública
A APCER – Associação Portuguesa de Certificação assinou esta semana um protocolo com a
Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), que tem como objectivo
a promoção e divulgação de conhecimentos e práticas nos domínios da certificação de
sistemas de Gestão e Certificação da Qualidade. A DGAEP, que tem por missão apoiar a
definição das políticas para a Administração Pública nos domínios da organização e gestão,
regimes de emprego e gestão de recursos humanos, passará no âmbito deste protocolo a
participar na elaboração, revisão e validação de guias de interpretação da norma NP EN
ISO9001:2000 para a Administração Pública e de um guia de interpretação que permita
avaliar as diferenças entre a CAF e a norma NP EN ISO9001:2000.Fruto deste protocolo, a
APCER passará a conceder condições vantajosas na prestação de serviços, nomeadamente
no acesso a acções de formação, seminários e outros eventos promovidos pela APCER e
relacionados com a Gestão e Certificação da Qualidade.
A APCER é uma entidade privada, sem fins lucrativos, líder do mercado da certificação em
Portugal desde 1996, ano da sua constituição. Entre os associados da APCER destacamse, por maioritários, a AEP - Associação Empresarial de Portugal, a AIP - Associação
Industrial Portuguesa e o IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas
e ao Investimento
LOTE INDUSTRIAL
Integrado em Parque Empresarial
Área de 19.200 m2
Excelentes infra-estruturas e serviços de apoio
Fáceis acessibilidades
(a 20 minutos de Lisboa)
Mais Informações: Tel: 91 221 53 84 / 22 998 23 20
Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008 • 5
Resort
The Terraces no interior do Pine Cliffs Resort
Rui Pedro Lopes
20 moradias incluídas
neste projecto,
desenvolvido em
Albufeira, no Algarve
A United Investments Portugal, uma
empresa do consórcio IFA-Hotels &
Resorts, apresentou, na passada semana, em Lisboa, o seu novo projecto integrado no Pine Cliffs Resort, em
Albufeira, no Algarve. O The Terraces
é um conjunto único de 20 moradias,
em propriedade plena e está situado na
vasta área de pinhal, jardins e piscinas
deste resort.
Parceria públicoprivada faz
nascer resort
em Vagos
Há quem já diga que é o mais importante empreendimento turístico do
distrito de Aveiro. Chama-se Costa
do Sal Golf Rresort, fica localizado no
município de Vagos, e deverá estar
concluído em 2013.
O projecto, que resulta de uma parceria público-privada entre a Estia, holding dos irmãos Carlos e Jorge Martins,
fundadores do grupo Martifer, e a
Câmara Municipal de Vagos estendese por uma área de 400 hectares, nas
imediações do Parque de Campismo
da Vagueira.
O Costa do Sal Golf Resort compreende um hotel de cinco estrelas,
com cerca de 500 apartamentos, dois
campos de golfe (um com 18 e outro
com 21 buracos), uma lagoa e uma
marina com 32 hectares, duas praias
internas de água salgada, um centro
comercial, alguns equipamentos desportivos (campos relvados de futebol
e campos de ténis) e ainda, numa componente exclusivamente residencial,
cerca de 1300 fogos e 460 moradias.
Integra ainda uma salina e um estaleiro de embarcações tradicionais da
região de Aveiro.
Segundo as contas dos promotores, que pretendem candidatar este
projecto à certificação PIN, a parte
turística do complexo será explorada
pela cadeia hoteleira Hilton. No total,
serão criados cerca de 850 postos de
trabalho. P.F.
Criando um “ambiente de privacidade e grande beleza paisagística”,
este novo projecto, desenhado pela
Promontório Arquitectos, assumese como a “grande aposta” da United
Investments Portugal para potenciar
ainda mais “a qualidade e exclusividade” do Pine Cliffs Resort.
As moradias, com áreas entre os 147
e os 184 metros quadrados, apresentam
um “estilo elegante, minimalista e moderno, fazendo uma ligação perfeita
com a natureza envolvente”.
Ao nível dos acabamentos, estas habitações dispõem de chão em pedra lioz
amarelo do Egipto (na sala de estar e
jantar, quartos, escritório e casas de banho), paredes revestidas em gesso cartonado, caixilhos em madeira maciça
de Iroko, louças sanitárias cerâmicas da
B.I.
The Terraces
GSI e quartos com roupeiros em lamelado encabeçado a madeira maciça.
Segundo a empresa promotora, os
proprietários das moradias podem
usufruir de todas as infra-estruturas comuns ao resort, geridas pela marca The
Luxury Collection, da Starwood Hotels
& Resorts, “com a certeza da excelência
de uma ampla gama de serviços”.
Recorde-se que o Pine Cliffs Resort foi
considerado pela World Travel Awards
«O Melhor Resort em Portugal» durante
três anos consecutivos – 2004, 2005 e
2006. Por seu lado, em 2007, foi eleito o
«Melhor Golfe Resort em Portugal».
Promotor: United Investments
Portugal, empresa do consórcio
IFA-Hotels & Resorts
Localização: Projecto está
integrado no Pine Cliffs Resort,
em Albufeira, no Algarve
Componente habitacional: 20
moradias, com áreas entre os
147 e os 184 metros quadrados e
tipologias T2 e T3
Arquitectura e design de
interiores: Promontório
Arquitectos
6 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Opinião
Uma fresta que se abre com a Porta 65 jovem
E
José
Eduardo
Macedo
m matéria de arrendamento urbano, Portugal marcou passo durante décadas e décadas. A principal
causa deste imobilismo residiu no congelamento
das rendas, imposto pelo Estado Novo, em Lisboa
e no Porto, numa política que a Democracia alargou a todo
o território nacional. Num longo castigo aos senhorios que
se transformaram em agentes sociais à força. O resultado
– sabe-se – foi a fuga generalizada (por falta de alternativa)
para opções de aquisição de habitação própria e a degradação dos imóveis, por ausência de obras de manutenção,
quando se mantinham no mercado de arrendamento, ou
por terem sido pura e simplesmente desactivados, quando
o contrato de arrendamento terminava.
A política cega que se seguiu em matéria de
arrendamento urbano provocou uma degradação
indesejada no património construído, em vez de
incentivar a colocação dos bens imóveis ao serviço
das populações e das comunidades. Países onde o
mercado parece ser muito mais bem sucedido do
que em Portugal, como é o caso da Noruega, têm
mecanismos que impedem que uma casa em boas
condições possa manter-se desocupada. É claro que
nesses países o mercado de arrendamento funciona,
com inteira confiança. E para o mercado funcionar é
preciso que as rendas possam ser mais baixas do que as
prestações dos créditos para a habitação e que a Justiça
actue com celeridade na hora de resolver os clássicos
incumprimentos com o pagamento das rendas.
Outro pilar susceptível de contribuir para um
renascimento do mercado de arrendamento é o do
apoio ao arrendamento dos jovens. Registo que, a
partir de hoje, e até ao próximo dia 23 de Maio, vão
decorrer, em simultâneo, as duas primeiras fases de
candidaturas ao Programa Porta 65 Jovem previstas para
o corrente ano. Já com as alterações ao programa inicial,
alterações que se impuseram quando se constatou
que apenas pouco mais de 1500 candidaturas tinham
passado o crivos de análise do Instituto da Habitação e
Reabilitação Urbana (IHRU) quando este abriu a Porta 65
pela primeira vez.
Agora, a taxa de esforço passa de 40% para 60% e são
alargados os valores das rendas máximas admitidas,
mais próximos dos preços do mercado, alem de outros
facilidades. Mesmo assim e a julgar pela reacção de
movimentos que questionaram os primeiros critérios
deste programa, como é o caso do Movimento Porta 65
Fechada, estas alterações são consideradas ainda muito
insuficientes e poderão ainda negar o acesso de muitos
jovens a este apoio. A Porta 65, programa que assume
como sobrenome o número do artigo da Constituição
Portuguesa que fala no Direito à Habitação, ainda não
estará totalmente aberta. É uma fresta.
E esta porta também poderia e poderá levar a outro
grande desafio, o da reabilitação urbana. Como ainda
há dias o Senhor Secretário de Estado Adjunto e da
Administração Local, Dr. Eduardo Cabrita, reconhecia,
“nós hoje temos, não só, um número significativo
de fogos devolutos, mas temos também um número
significativo de fogos carecendo de reabilitação”. Mas,
ao contrário do que acontece em muitos mercados
maduros na União Europeia, onde a reabilitação vale 35,
40 ou mesmo 50 por cento do volume de negócios das
empresas que se destinam à construção para habitação,
em Portugal tal percentagem ainda não chega aos dois
dígitos.
Que a fresta entreaberta pela Porta 65 jovem se
transforme, o mais rapidamente possível, na festa do
Renascimento do mercado de arrendamento urbano são
os votos da mediação imobiliária portuguesa. Apesar da
consciência que temos de que este mercado não renasce
apenas pela via dos apoios, justos, a um primeiro
arrendamento.
presidente da Direcção Nacional da APEMIP
[email protected]
Agora pode ver e ouvir toda a informa‹o do Suplemento
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8 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Empreendimento
Edifício de luxo no centro de Lisboa em comercialização
Pedro Farinha
Investimento de sete
milhões de euros para
fazer nascer Edifício
Barbosa du Bocage.
Sotheby’s International
Realty vai colocar
apartamentos
O Edifício Barbosa du Bocage “alia o requinte e bom gosto, a um design exclusivo, criando um verdadeiro ‘poema’ à
qualidade de vida”. É desta forma que
os responsáveis das Construções IAMT
descrevem o seu novo empreendimento em Lisboa, mais precisamente na
Avenida 5 de Outubro.
Comercializado pela Sotheby’s
International Realty, este projecto integra 11 fogos, com tipologias de T1 a
T4 (áreas entre os 67 e os 270 m²) e
preços a oscilarem entre os 360 mil
euros e um milhão de euros.
Segundo um comunicado da
Sotheby’s, este edifício distingue-se
pela “diferenciação relativamente
ao altíssimo nível da construção e de
acabamentos que constituem um conjunto perfeito. A excelência dos acabamentos, a qualidade arquitectónica,
a organização funcional do espaço, o
design das melhores marcas e equipamentos garantem harmonia, segurança e bem-estar”.
Para António Tareco, gerente das
Construções IAMT, “este empreendimento permite descobrir o significado
de viver no coração de Lisboa. Os excelentes acabamentos aliados ao design e qualidade das mais prestigiadas
marcas de equipamentos garantem a
harmonia e o bem-estar”.
Já Tiago Queiroga, director-geral
da Sotheby’s International Realty em
Portugal, prefere destacar “o equilíbrio entre o conforto, proporcionado
pelo o alto nível da construção”, sendo
que “o dinamismo da cidade de Lisboa
B.I.
Edifício Barbosa
du Bocage
Empreendimento integra
11 fogos
Promotor: Construções IAMT
Localização: Avenida 5 de
Outubro, em Lisboa
Investimento: 7 milhões de
euros
Habitação: 11 fogos, com
tipologias de T1 a T4 (áreas entre
os 67 e os 270 m2)
Comercialização: Sotheby’s
International Realty
é, sem dúvida, a mais valia do Edifício
Barbosa du Bocage, onde todos os pormenores fazem a diferença.”
Os apartamentos, com “salas espaçosas e com boa incidência solar”,
apresentam “espaços funcionais com o
charme dos acabamentos de excepção,
ar condicionado e uma cozinha idealizada no sentido de ir ao encontro do
‘gourmet’ mais exigente”. Tudo isto,
na óptica da Sotheby’s, define “uma
agradável vivência interior para quem
Natura Towers concluídas no final de 2009
Villas Cerieira
com o mar como
horizonte
Rui Pedro Lopes
A sustentabilidade energética e as preocupações ambientais estão, cada vez
mais, no topo das prioridades de quem
promove edifícios de escritórios, em
território nacional. Esse é o exemplo
da MSF Tur.Im que está neste momento a promover, através da sua empresa
Jardim da Bagatela, a construção de
um complexo de escritórios, na cidade
de Lisboa.
Representando um investimento
superior a 30 milhões de euros, as
Natura Towers, localizadas na zona
de Telheiras, na convergência do Eixo
Norte-Sul com a Avenida Padre Cruz,
compreendem dois edifícios de escritórios, um dos quais irá acolher a nova
sede do Grupo MSF.
De acordo com a MSF Tur.Im, este
primeiro edifício de oito pisos concentrará num mesmo local as várias empresas do Grupo e os seus colaboradores, devido “às necessidades impostas
pelo seu crescimento”.
O segundo edifício, também com
oito pisos, destina-se a ser comercializado, existindo já, neste momento,
pré-reservas de vários interessados.
Torres dispõem de oito
pisos cada
Esta torre pode ser dividida até quatro
fracções (duas com 110 m² e duas com
165 m²) e dispõe de 149 lugares de estacionamento coberto privado.
“A inovação, a tecnologia e a biodiversidade são as chaves deste projecto,
exemplo da política de responsabilidade ambiental adoptada pela MSF”,
revela um comunicado da MSF Tur.
Im, que dá conta de que as Natura
Towers se comportarão, no limite,
como uma planta: o edifício recolhe
a água da chuva na cobertura e armazena-a para uso posterior, utiliza a luz
solar transformando-a em energia e
produz oxigénio através de grandes
superfícies verdes.
Neste contexto, o exterior destes
dois edifícios, que têm conclusão prevista para o final de 2009, apresentam
“várias características inovadoras”,
desde o revestimento vegetal, que
permite uma plantação xerófita e autóctone até um sistema de rega gota a
gota integrado nos painéis da fachada,
obtido através da captação e reutilização de águas pluviais. A plantação
de flora adequada, que “possibilita a
variação do aspecto do edifício com
a passagem das estações” é outra das
características.
“Em termos energéticos, a utilização
de painéis solares nas coberturas, para
aquecimento das águas, e a utilização
energética de painéis fotovoltaicos nas
fachadas, para iluminação dos espaços
comuns de cada piso, reforçam a vontade de criar um conjunto com uma
forte vertente bioclimática”, acrescenta aquele documento.
procura o conforto e a harmonia de
um apartamento com vista para a agitação do centro da cidade de Lisboa,
onde tudo está perto”.
No total, a Construções IAMT investiu cerca de sete milhões de euros
no desenvolvimento deste empreendimento.
O projecto Natura Towers, concebido pela GJP Arquitectos e com uma
área bruta de 22.112 m², procura “o
equilíbrio formal e funcional entre três
aspectos: a utilização de materiais de
cariz tecnológico e contemporâneo
na construção, a flexibilidade no funcionamento e uso por parte de quem
o habita e a minimização da pegada
ecológica, através da introdução de
elementos naturais em todos os espaços”, conclui o comunicado da MSF
Tur.Im.
A Lammi iniciou recentemente a comercialização do empreendimento Villas Cerieira, em Vila Nova da
Caparica. Composto por moradias de
dois andares T3, este projecto possui
“uma situação privilegiada – perto do
mar e próxima dos principais acessos
à cidade de Lisboa”, revela esta mediadora imobiliária.
O empreendimento Villas Cerieira
caracteriza-se “pela sua arquitectura
arrojada e pormenores de design cuidado” e encontra-se a ser promovido
por Gilberto Gonçalves.
As moradias deste projecto contam
com “acabamentos de última geração”
e “são ideais para famílias que desejam
viver em zonas mais tranquilas tendo
o mar como horizonte”, indica um comunicado da Lammi.
Entre os acabamentos, o destaque
vai para o isolamento térmico e acústico horizontal e vertical, piso radiante,
estores eléctricos e térmicos, cozinha
totalmente equipada com ilha, além
das janelas em PVC com vidros duplos,
roupeiros, porta blindada, pré-instalação de ar condicionado ou acabamentos exteriores em pedra lioz.
B.I.
Villas Cerieira
Promotor: Gilberto Gonçalves
Localização: Vila Nova da
Caparica
Habitação: Moradias de dois
andares T3
Acabamentos: Isolamento
térmico e acústico, piso radiante,
estores eléctricos e térmicos,
cozinha totalmente equipada
com ilha, janelas em PVC com
vidros duplos, roupeiros, porta
blindada ou pré-instalação de ar
condicionado
Comercialização: Lammi
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12 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Actualidade
Arquitectos vão ter seguro de responsabilidade
civil a partir de Julho deste ano
Rui Pedro Lopes
Iniciativa da Ordem dos
Arquitectos surge na
sequência da entrada
em vigor do novo
Regulamento Jurídico de
Urbanização e Edificação
A secção regional Sul da Ordem dos
Arquitectos (OA) vai oferecer aos seus
associados um seguro de responsabilidade civil profissional que cobre todos
os actos próprios da sua profissão. Este
novo seguro estará disponível a partir
de Julho, altura em que os arquitectos
inscritos na Ordem poderão subscrevê-lo gratuitamente.
“A Ordem dos Arquitectos está a
envidar esforços, nomeadamente a
secção regional Sul, para que os seus
membros possam estar seguros na sua
actividade profissional, nos vários âmbitos da sua profissão; não só quem faz
projectos mas também quem os aprecia”, afirmou José Manuel Rodrigues,
elemento ligado à direcção da secção
regional, ao PÚBLICO Imobiliário.
Esta medida surge na sequência da entrada em vigor do novo
Regulamento Jurídico de Urbanização
AMI
Pedro Reis vence
concurso
para nova sede
Novo seguro disponível
gratuitamente a partir
de Julho
e Edificação (RJUE), que prevê “uma
maior responsabilização dos técnicos
autores dos projectos, constituindo
assim uma ferramenta fundamental de
defesa dos eventuais erros e omissões
decorrentes do exercício da prática
profissional”, indica o texto introdutório do diploma legal.
Segundo José Manuel Rodrigues, “a
Ordem vai oferecer aos membros este
primeiro layer do seguro, do qual cada
um poderá fazer posteriormente um
upgrade, conforme o volume de negó-
cios e a actividade que possuir”.
Além do seguro de responsabilidade civil (com capital de 25 mil euros), estarão ainda disponíveis para
subscrição, por parte dos arquitectos
interessados, modalidades adicionais
de reforço do capital e do seguro que
“foram negociadas por forma a oferecerem condições extremamente
vantajosas”.
O arquitecto Pedro Reis foi o
vencedor do concurso público
para a elaboração do projecto
das instalações da futura sede
da AMI, em Cascais. O nome
do vencedor foi anunciado,
na passada segunda-feira,
durante uma sessão pública que
decorreu no auditório da sede da
Ordem dos Arquitectos.
De acordo com a sinopse do
projecto, a proposta vencedora
“pretende gerar um novo
espaço público e criar uma
nova centralidade para o bairro
de São Miguel das Encostas”,
localização da futura sede.
“Propomos um edifício aberto
e permeável ao bairro”, lê-se na
sinopse, que concebe ainda a
futura sede da AMI como “um
exemplo de modernidade nas
preocupações ambientais e de
sustentabilidade”.
Beja recebe novo centro comercial em 2009
Pedro Farinha
A FDO Imobiliária vai inaugurar, no
próximo ano, um novo centro comercial na cidade de Beja. O Vivaci
Beja representa um investimento de
30 milhões de euros e é um dos dez
projectos que a empresa nortenha espera construir até 2010 em território
nacional.
Com cerca de 100 lojas, entre as
quais um supermercado, um multiplex
de cinemas, restaurantes e um parque
de estacionamento coberto para 825
viaturas, o novo centro comercial está
projectado para ter uma área bruta de
construção (ABC) de cerca de 50 mil
metros quadrados e uma área bruta
locável (ABL) de 21.340 metros quadrados.
O Vivaci Beja, que está localizado
na Estrada das Apolinárias, na zona
nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8, deverá criar cerca de 1.500
postos de trabalho directo e indirecto e
B.I.
Vivaci Beja
Promotor: FDO Imobiliária
Localização: Estrada das
Apolinárias, na zona nordeste
da cidade de Beja
Investimento: 30 milhões de
euros
Área Bruta Locável: 21.340
metros quadrados
Lojas: 100
Arquitectura: Projecto
desenvolvido pela Promontório
Arquitectos
Comercialização: Jones Lang
LaSalle
assume-se como um espaço “sustentável do ponto de vista socio-económico
e urbanístico”.
Desenhado pela Promontório
Arquitectos, este projecto destaca-se
como sendo “um centro comercial
moderno, adequado à cidade e à sua
respectiva área de influência”.
A comercialização está a cargo da
consultora Jones Lang LaSalle.
Gamm Vert
apresenta
cogumelos para
comer e decorar
Os egípcios chamavam-lhe ‘A Planta da
Imortalidade’, apesar de hoje sabermos que são provenientes de fungos.
Os cogumelos foram, desde sempre,
um elemento presente em várias civilizações, que os usavam para fins
medicinais, rituais religiosos ou alimentação. A Gamm Vert dá-lhes agora
uma nova função, em três propostas
distintas.
A primeira proposta diz respeito a
um cogumelo decorativo: o Lingzhi.
“Este nome foi atribuído pelos chineses ao cogumelo Ganoderma lucidum,
usado na medicina tradicional chinesa
há mais de 4.000 anos e o seu nome
significa «erva de potência espiritual». Sendo na natureza um cogumelo
frágil e de curta duração, a proposta
apresentada traz-nos um cogumelo desidratado e no seu estado final de frutificação, ideal para decorar qualquer
espaço da sua casa”, explica o biólogo
Carlos Amorim, da Gamm Vert.
Um pequeno saco baptizado de
Micogrower® apresenta-se como a
segunda proposta desta marca ligada
ao sector da jardinagem, bricolage e
viveiros. “Esta proposta permite-nos
produzir de uma forma rápida os nossos próprios cogumelos comestíveis
Repolga (Pleurotus ostreatus)”, sublinha aquele especialista, que destaca
como vantagens deste produto a possibilidade de observar o crescimento e
a formação dos cogumelos, a obtenção
de cogumelos “frescos e saborosos” e
o usufruto de “um produto orgânico
de elevada qualidade”.
Quanto à terceira proposta, que se
assemelha bastante à segunda, consiste em troncos de carvalho inoculados com os cogumelos. Este produto
permite produzir, em meio natural,
espécies de cogumelos tão variadas
como o Shiitake (Lentinus edodes),
Repolga (Pleurotus ostreatus), Repolga
rosa (Pleurotus djamor), Juba de Leão
(Hericium erinaceus) e Enokitake
(Flammulina velupites). “Com três
produções de cogumelos anuais ao
longo de cinco anos, estes troncos são
uma ideia original para o seu jardim
e permite-lhe também usufruir de um
alimento de elevada qualidade de uma
forma fácil e divertida”, conclui Carlos
Amorim. P.F.
14 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Actualidade
O melhor de dois mundos e o mundo
da White Staff na arquitectura de interiores
É uma empresa de arquitectura e engenharia virada para os espaços interiores.
Chama-se White Staff e já concebe projectos em Nova Iorque
Rui Pedro Lopes
Eles têm um sonho: fazer obras de bata branca sem a sujar. Pode parecer
um sonho estranho, mas nele assenta muito do que é a filosofia da White
Staff, uma empresa de engenharia e
arquitectura virada para os espaços
interiores. A aventura começou recentemente, mas a ambição é colocar a
White Staff entre as dez maiores empresas deste segmento nos próximos
quatro anos.
Como todas as histórias, também
esta teve um início. Pedimos a Jorge
Fonseca, director-geral da White Staff,
para voltar atrás no tempo: “Este foi
um projecto que amadureceu na minha cabeça durante algum tempo, depois de ter identificado uma oportunidade que se proporcionava no mercado”, contou ao PÚBLICO Imobiliário.
E a oportunidade estava em juntar
o melhor de dois mundos que vivem
frequentemente de costas voltadas: a
arquitectura e a engenharia. Fazendo
a ponte entre esses dois mundos, Jorge
Fonseca delineou o caminho em direcção àquilo que se propusera – construir ambientes.
Carlos Caetano, actual director de
Estudos e Projectos da empresa, surgiu entretanto nesta história, associando-se a Jorge Fonseca e contribuindo
para o nascimento da White Staff em
Novembro de 2005.
E o nome. Porquê este nome? “A
White Staff é uma empresa de criativos, de pessoas que pensam os projectos de forma inteligente e eficiente.
E nas obras, os criativos (arquitectos
e engenheiros) usam um capacete
branco e, por vezes, uma bata branca”. Ou seja, “as pessoas de branco nas
obras são as que idealizam e concebem os projectos e é isso que fazemos
na White Staff («Pessoal de Branco»,
em tradução literal)”, constata Jorge
Fonseca.
Mas há outra explicação para o
nome. No entanto, vamos guardá-la
para uma altura mais oportuna, até
porque o momento é agora de atravessar o limiar da porta do número
10 da Rua Francisco Costa, em Rio
de Mouro (concelho de Sintra). É lá
que a White Staff reside desde 11 de
Maio de 2007, data que marcou uma
importante viragem na vida da empresa. “Durante o primeiro ano de actividade trabalhámos muito na área dos
projectos de decoração mas, a partir
de Maio de 2007, resolvemos alargar
o âmbito dos nossos serviços para um
espectro mais global”, assinalou aquele responsável.
Todo o espaço tem a marca indelével da White Staff. “É o nosso cartão
de visita”, afirma este profissional, ao
mesmo tempo que aponta para os pequenos pormenores espalhados pelas
várias salas. Tudo aqui tem uma função, e até um simples jarro de flores
surge naquele canto porque é ali que
Interiores
Uma “parceria de sucesso” entre
a AXT e a White Staff
A AXT é uma das empresas que
já tomou contacto com os serviços
da White Staff. “Precisávamos de
um parceiro que projectasse os
ambientes interiores das nossas
lojas”, sublinhou Jorge Pires,
Managing Director da AXT, ao
PÚBLICO Imobiliário.
“Identificámos a AXT como uma
empresa que estava mesmo à
procura daquilo que tínhamos
para oferecer”, explicou Jorge
Fonseca, director-geral da White
Staff. “Quando nos encontrámos,
ambos tínhamos expectativas e
acho que acabámos por superálas”, acrescenta.
Para Jorge Pires, o mais
importante na criação dos
espaços interiores das suas
novas lojas foi “criar um ambiente
onde o nosso cliente, ao entrar,
se sentisse imediatamente bem.
Nós sabemos que o espaço, a
disposição, a alegria, o ambiente,
tem de estar.
Parece que nos esquecemos que
estamos numa empresa cuja função
principal é construir ambientes. Jorge
Fonseca volta a recuperar o fio à meada. “A White Staff procura dar a resposta mais eficiente fazendo, para o
efeito, uma avaliação cuidada dos riscos e uma gestão global e equilibrada
de cada projecto de forma a garantir
a sustentabilidade dos capitais investidos”. Até porque, “a nossa empresa
pretende estar sempre próxima do
cliente para responder às suas neces-
o acolhimento, o conforto não é
algo que resulta só daquilo que eu
transmito com o meu serviço, mas
também pelo meio envolvente
e pelo próprio ambiente que o
cliente encontrou dentro da loja”.
O responsável máximo desta
empresa de aconselhamento
financeiro, que assenta o seu
modelo de negócio num conceito
de franchising, não tem dúvidas
de que esta é “uma parceria de
sucesso”, que irá prolongar-se nas
próximas lojas que esta marca
inaugurar no nosso país.
sidades. Queremos ser diferentes e por
isso oferecemos um serviço diferente”,
acrescenta.
E de que serviço se trata? “A White
Staff transportou o conceito de ‘Chave
na Mão’ para a arquitectura e oferece
aos seus clientes um conjunto de estratégias que começam na projecção
de espaço e que terminam na fase de
decoração. Pelo meio garante igual-
mente o tratamento burocrático,
bem como os vários licenciamentos,
o cumprimento de todas as normas de
segurança, higiene e saúde no trabalho, factores como a iluminação e implementação de redes estruturadas”,
pode ler-se no texto de apresentação
da empresa enviado à comunicação
social há cerca de um ano.
Apesar de todos estes serviços poderem ser fornecidos de forma isolada, os responsáveis da White Staff são
mais adeptos dos serviços integrados.
“Os clientes procuram-nos para a concepção do projecto, mas com o decorrer das reuniões que vamos mantendo,
eles apercebem-se de que podemos
ir mais longe e entregam-nos mais
tarefas para desempenharmos neste
processo. Isto é, vamos conquistando
o cliente aos poucos com aquilo que
é o nosso trabalho, a nossa forma de
estar, o nosso diálogo, a nossa política
de empresa”.
Para a empresa o que importa é
que esta imagem se “projecte para os
clientes e que eles percebam que somos parceiros”, sendo que, “ao cliente
cabe, apenas, indicar o que pretende
e tudo mais é assegurado pela White
Staff”.
A palavra «cliente» para esta empresa assume uma definição bastante lata, uma vez que a White Staff está a
olhar com muita atenção para o que
se passa dentro do sector imobiliário
e para os potenciais clientes que aí se
encontram.
Os construtores são, desde logo, um
alvo apetecível. “Somos uma equipa
de trabalho e, se os construtores acreditarem nas nossas capacidades, então
só têm a ganhar em procurar os nossos
serviços. Nós temos que ser o complemento para eles poderem vender melhor os seus espaços”, defende Jorge
Fonseca, para quem a decoração de
interiores é um argumento fortíssimo
na hora de escolher a casa.
Os arquitectos também estão na
mira, mas aqui as coisas não parecem
tão simples. Há quem considere que a
White Staff está a entrar em terrenos
que pertencem tradicionalmente aos
gabinetes de arquitectura. O directorgeral desta empresa discorda e nota
que “nós não somos concorrentes dos
arquitectos. Esta é uma mensagem
que tem de passar para o mercado de
forma clara”. E acrescenta: “O nosso
serviço é tão abrangente que não tenho dúvidas de que poderemos ser o
parceiro certo para os arquitectos, nomeadamente ao nível da fiscalização
e coordenação da obra”.
Se os arquitectos e construtores ainda não estão rendidos aos serviços desta empresa, o mesmo não se poderá dizer de outras empresas nacionais. Um
dos exemplos mais felizes, e de que
Jorge Fonseca e Carlos Caetano falam
com um brilho no olhar, diz respeito
à ‘encomenda’ que o Banco Espírito
Santo Investimento (BESI) fez à empresa – o desenvolvimento dos projectos
de interiores de várias agências desta
instituição financeira no mundo. Nova
Iorque é um dos casos mais visíveis.
“Estamos a desenvolver todo o projecto de interiores da agência do BESI
em Nova Iorque. É um trabalho extremamente gratificante e que pode abrir
portas para outras oportunidades”.
A questão relativa à internacionalização faz todo o sentido neste contexto, mas Jorge Fonseca prefere não
embandeirar em arco: “Queremos dar
um passo de cada vez e consolidar o
nosso negócio”. Ainda assim, não esconde esse desejo, até porque o nome
White Staff foi pensado já com a ideia
de uma provável internacionalização
da marca.
Para já, Espanha é uma das primeiras paragens. A empresa fechou recentemente um contrato com uma empresa daquele país para o desenvolvimento de um projecto de interiores.
Quando questionados sobre as áreas
de negócio onde pretendem apostar,
os escritórios surgem logo à cabeça.
“A área dos escritórios é a nossa privilegiada, tanto pela experiência como
pelo know-how que já adquirimos”.
Apesar desta preferência, não enjeitam outro tipo de trabalhos, como
por exemplo em restaurantes ou lojas
de centros comerciais.
Num mundo em mudança, a White
Staff também pretende acompanhar
essa mudança. “A sustentabilidade
ambiental e as preocupações energéticas estão hoje na ordem do dia”,
constata Carlos Caetano, revelando
que “nós próprios, ao desenvolvermos
um projecto, tentamos direccionar e
demonstrar ao cliente as vantagens de
ele optar por materiais mais eficientes
energeticamente. O investimento inicial pode ser um pouco maior, mas o
retorno futuro será considerável”.
16 • Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008
Actualidade
Porto Bay Falésia abre oficialmente a 9 de Maio
Hotel marca entrada do
grupo Porto Bay em território
continental
Pedro Farinha
Unidade hoteleira
está localizada no
Algarve e dispõe de
310 quartos
O hotel Porto Bay Falésia, em Olhos
d’Água, no Algarve, abrirá oficialmente as suas portas no próximo dia 9 de
Maio. A nova unidade possui 310 quartos, sendo que 251 serão duplos (48
duplos superiores e 11 suites).
Este projecto, que marca a entra-
da do grupo Porto Bay em território
continental, depois da sua aposta
na ilha da Madeira, resulta de “uma
oportunidade única” identificada no
mercado do Algarve, que “permite
implementar todos os requisitos esperados pelos clientes fiéis à marca
Porto Bay e que passam por valores
de conforto, proximidade ao cliente,
excelência dos serviços e localizações
privilegiadas”, pode ler-se num comunicado deste grupo.
Apesar de só agora ser inaugurado
oficialmente, o Porto Bay Falésia já
está em funcionamento desde o final
do mês de Março. “Usufruindo da excepcional fidelização à cadeia hoteleira de origem madeirense, o novo
hotel regista, antes da abertura, uma
confortável taxa de ocupação para os
primeiros meses de funcionamento”,
acrescenta o mesmo documento.
De acordo com António Trindade,
p re s i d e n t e d o C o n s e l h o d e
Administração do grupo Porto Bay, “os
nossos clientes reservam o Porto Bay
Falésia na certeza que ali encontrarão
o mesmo nível de qualidade que os
seduz nas outras unidades do grupo”.
E acrescenta: “Queremos agora disponibilizar a filosofia Porto Bay a novos
clientes do Continente e oferecer aos
nossos fiéis internacionais uma experiência do Algarve”.
A nova unidade de quatro estrelas
está localizada sobre a praia da Falésia,
para onde possui acesso directo, e inclui três piscinas (exterior, interior e
infantil), dois courts de ténis, parque
infantil, restaurante de show cooking e
restaurante italiano, bem como Health
Club e um Spa da marca Decléor, com
cerca de 450 m². Os jardins e os espaços exteriores do Porto Bay Falésia
combinam “magníficas vistas sobre pinhais, a falésia avermelhada e o mar”,
revela o comunicado.
Entretanto, o grupo Porto Bay já
anunciou que irá construir em breve
um hotel de charme junto à Avenida
da Liberdade, em Lisboa.
Sonae Sierra abriu ontem Freccia Rossa em Itália
Arquitectura do Freccia Rossa
recorda corrida de automóveis
«Mille Miglia»
Infante à Lapa
comercializado
em 85 por
cento
O empreendimento Infante à Lapa
já tem 85 por cento dos seus apartamentos e lojas comercializadas,
anunciou Gustavo Quintela, administrador da Portbuilding (uma parceria entre o Grupo FDO e a Salema
Quintela Construções), ao PÚBLICO
Imobiliário. Entretanto, os primeiros
inquilinos deste edifício deverão começar a ocupar os seus apartamentos
no próximo mês de Setembro.
Localizado na avenida Infante Santo,
em Lisboa, o empreendimento disponibiliza 86 apartamentos, com tipologias entre o T2 e T5 (áreas que variam
entre os 100 e os 300 m²), e seis lojas,
além de 300 lugares de estacionamento subterrâneo.
O projecto, com desenho do arquitecto Adriano Callé Lucas, apresenta
“uma subtil comunhão entre a tradição do lugar e a exigência da inovação”, pode ler-se num comunicado da
promotora, que dá também conta do
“criterioso trabalho de concepção e
planeamento, que asseguram os mais
elevados padrões de exigência ao nível
do conforto e da tranquilidade”.
“O bem-estar neste empreendimento é garantido pela rigor da construção, pela qualidade dos materiais e pelas mais avançadas soluções no campo
da segurança e das comunicações”,
acrescentam os promotores.
CIN e ERA
Imobiliária
desenvolvem
parceria
Pedro Farinha
A Sonae Sierra, a AIG Global Real
Estate Investment e a Coimpredil inauguraram ontem o centro comercial e
de lazer Freccia Rossa, em Bréscia, na
Itália. Com uma área bruta locável de
29.700 m2, o novo espaço representa
um investimento total de 144 milhões
de euros e prevê a criação de mais de
1.200 novos postos de trabalho.
“Com a abertura do Freccia Rossa
entramos num novo nível da nossa expansão em Itália. Os nossos clientes
poderão desfrutar de uma experiência
única de comércio e de lazer”, assinalou Álvaro Portela, CEO da Sonae
Sierra.
Já Kevin Reid, director-executivo para a Europa, Médio Oriente e África
da AIG Global Real Estate, notou que
a “nossa parceria com a Sonae Sierra
permitiu-nos consolidar a nossa presença em Itália, contribuindo para o
desenvolvimento de um centro comercial altamente inovador, que acreditamos que terá um grande sucesso, não
apenas dentro da cidade, mas em toda
a região”.
O Freccia Rossa compreende 119
lojas, 19 das quais dedicadas a restau-
rantes e bares, abrangendo a gastronomia italiana e internacional. Incluirá
ainda um supermercado PAM de 3.330
m2, e uma forte componente de lazer,
com um cinema multiplex Quilleri, um
Centro de Entretenimento Familiar e
um centro Fitness Virgin Active. Será
também servido por um parque de estacionamento com capacidade para
2.500 veículos.
De acordo com a Sonae Sierra, a
“arquitectura do Freccia Rossa, tal
como o nome sugere, celebra a popular corrida de automóveis «Mille
Miglia», que fez da cidade de Bréscia
um marco da competição automóvel”.
José Quintela, responsável da Sonae
Sierra pela arquitectura e desenvolvimento conceitual, completa: “A nossa
abordagem arquitectónica e de design
procurou integrar completamente o
centro comercial no centro da cidade.
Com o Freccia Rossa pretendemos fazer reviver a tradição histórica e cultural de Bréscia e da famosa corrida
«Mille Miglia»”.
A CIN assinou recentemente um protocolo com a ERA, através do qual irá
disponibilizar vouchers de desconto em
tintas, destinados a serem utilizados como “apoio à concretização de transacções, premiando os clientes” desta rede imobiliária. Para Reinaldo Campos,
Director de Marketing e Estratégia da
CIN, este acordo permite a esta empresa de tintas e vernizes dar “mais um
passo no sentido de estar presente num
momento tão importante como é o de
aquisição de um imóvel, potenciando a
utilização, por parte dos clientes ERA,
dos nossos produtos e serviços”. Ainda
no sector imobiliário, a CIN tornou-se
num dos principais apoiantes do novo
magazine que está a ser emitido pelo
canal de televisão RTPN: o PÚBLICO
Imobiliário (formato televisivo deste
suplemento, que vai para o ar todas as
quartas-feiras, pelas 19h 45m). P.F.
Público Imobiliário • Quarta-feira 23 Abril 2008 • 17
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Investidores europeus pouco interessados em Lisboa