---- SESSÃO ORDINÁRIA NÚMERO UM--------------------- ACTA NÚMERO TRÊS----------------------------- Aos vinte dias do mês de Dezembro de dois mil e cinco, nesta cidade de Estarreja e Salão Nobre dos Paços do Concelho, pelas vinte e uma horas e dez minutos (momento em que passou a existir “quorum”), reuniu a Assembleia Municipal de Estarreja em sessão ordinária, sob a presidência do Senhor Alcides José de Sá Esteves, seu legítimo Presidente.------------------------------- O Senhor Presidente da Assembleia Municipal (“A.M.”) iniciou os trabalhos colocando à votação dos presentes a dispensa da leitura da acta número um – leitura que, por unanimidade, foi dispensada. De imediato submeteu-se a votação a aprovação da referida acta – a qual foi aprovada por maioria, com uma abstenção (do Senhor António Santos, por não ter participado na sessão a que respeita).------------------------------------- O senhor Paulo Jorge Vigário (membro eleito do Grupo Municipal PPD/PSD-CDS/PP) fez chegar à Mesa justificação da respectiva falta (considerada devidamente justificada), tendo sido substituído pelo Senhor António Valente dos Santos.----Seguidamente, o Senhor Presidente da “A.M.” deu notícia dos votos de Boas Festas recebidos pela “A.M.”, formulados por diversas instituições.-----------------------------------------------Prosseguindo, o Senhor Presidente da “A.M.” informou o Plenário de que a Mesa recebeu, neste mesmo dia, um ofício do Hospital do Visconde de Salreu, solicitando a eleição de dois representantes deste órgão para exercerem funções de vogal no Conselho Consultivo do referido Hospital. Considerando a data presente e o facto de tais representantes deverem ser indicados até final do corrente ano, sendo solicitada urgência à “A.M.” na sua eleição, foi prontamente distribuída a respectiva documentação aos membros da Assembleia Municipal.------------------------------Logo após, foi aberto período de inscrições para intervenções no “período de antes da ordem do dia”.--------------------------------------------O Senhor Presidente da “A.M.” foi o primeiro a notas intervir que para extraiu do dar “XV conta das Congresso principais da ANMP”, ocorrido nos passados dias 9 e 10 de Dezembro, na cidade do Porto. Referiu que este Congresso foi essencialmente electivo; as principais figuras da Direcção da “ANMP” foram reeleitas, nomeadamente os Senhores Dr. Fernando Ruas e Engº Mário de Almeida. O município de Estarreja integra o Conselho Geral da “ANMP”, representada pelo Senhor Presidente da Câmara, Dr. José Eduardo de Matos. Fez ainda referência a outros aspectos relevantes deste Congresso. A saber: uma vincada união dos autarcas, independentemente das respectivas origens politico-partidárias, essencialmente dos autarcas dos municípios; uma grande sintonia de anseios, de perspectivas, de modos de abordar e encarar o poder local, bem como de reivindicações a apresentar ao poder central. Referiu serem cerca de cinquenta mil os autarcas portugueses, em exercício de funções, distribuídos por trezentos e oito concelhos, tendo sido exaltado um claro apelo ao respeito pelos autarcas, cuja honorabilidade não pode ser manchada por comportamentos desviantes de alguns (felizmente poucos). A desmistificação do défice público é também uma preocupação dos autarcas: as autarquias são responsáveis, em termos de despesa pública, por 11% do total. Em 2004, com 11% da despesa pública, as autarquias foram responsáveis por 56% do investimento público e é notável que dois terços do investimento público na área da cultura e do desporto seja desenvolvido pelas autarquias. O défice público aumentou essencialmente por via da administração central e não por via da administração local. Para o ano de 2006, o Orçamento de Estado mantém, por um lado, as receitas para as autarquias locais e, por outro lado, faz aumentar os constrangimentos e encargos financeiros das autarquias. As despesas das autarquias com a administração central aumentam: além do aumento do IVA, de 19% para 21%, aumentaram também em 3% os encargos sociais com o pessoal, passando a vigorar uma taxa de 13% para a “C.G.A.”. Fez também referência ao facto de milhões as de autarquias euros ao pagarem anualmente Ministério das 45 Finanças pelos serviços que este presta aos municípios para cobrança de impostos. Referiu ainda que, no Congresso, ficou claro que os municípios não enjeitam transferência de mais competências desde que, com elas, sejam transferidos os meios financeiros decorrente Outras necessários desse ao acréscimo ideias-chave foram: cabal de a desempenho competências. importância de existir estabilidade política governativa (sendo insustentável a constante mudança de governan- tes); a necessidade de se operar a regionalização de Portugal - ideia pacífica que já vinha do Congresso do Funchal. Finalmente, aludiu à intervenção do Senhor Presidente da Câmara Municipal do Porto – que advogou a necessidade de se alterar o paradigma de financiamento dos municípios (actualmente assente na tributação da construção – quanto mais, maiores receitas – dificilmente conciliável com as crescentes exigências de planeamento e necessidades de preservação ambiental) e alertou para o facto de os autarcas terem de alcançar níveis de eficiência crescentes, face à gradual escassez de recursos financeiros.----------------------------------------Seguiram-se-lhe as intervenções dos Senhores:------------------------------------------------Arlindo Cunha (G.M. PS): saudou todos os autarcas eleitos e formulou votos para que a acção de todos contribua para o engrandecimento do concelho de Estarreja, da melhoria da qualidade de vida dos que aqui residem e dos que aqui trabalham. Fez referência à tomada de posse da “A.M.”, durante a qual o Senhor Presidente estimulou a crítica respeitosa e construtiva, convidando à maior dignificação da “A.M.”. Nesse sen- tido, reportando-se à última sessão extraordinária deste órgão, disse que a dignificação desta Assembleia passa também pela promoção da discussão, do confronto de ideias em debate, de acordo com o regimento, sem privilégios, salvaguardando a proporcionalidade da representação das diferentes forças políticas. Entende que, na última sessão da “A.M.”, o tempo concedido ao Senhor Presidente da Câmara Municipal (“C.M.”) não respeitou o disposto no Regimento desta Assembleia. Considerou que não houve qualquer controlo de tempo utilizado pelo Senhor Presidente da Câmara, na sua primeira intervenção, durante a qual apresentou e fundamentou a sua proposta, e na sua segunda intervenção – durante a qual quase só criticou a oposição, servindo-se de citações de autarcas de outros concelhos retiradas do contexto em que foram proferidas. “Quando quisemos contestar fomos impedidos de o fazer e até chamados à atenção por termos já utilizado mais 30 segundos Salientou que do o que “G.M. tinha sido PS” espera estipulado”. uma postura diferente, de independência, por parte do Presidente da Assembleia Municipal. “Aqueles que nos elegeram esperam a defesa das nossas ideias e dos projectos que formulamos e disso não desistimos”;--------------------------------------------- Presidente da Junta de Freguesia de Par- dilhó: referiu a necessidade de dar início às obras do Largo da Igreja e do Centro Cívico de Pardilhó. Expressou, a todos, votos de Feliz Natal;---------------------------------------------- Presidente da Junta de Freguesia de Salreu: a Junta de Freguesia de Salreu propôs à Assembleia Municipal a aprovação de um voto de louvor ao Senhor Manuel da Silva, já que este tem demonstrado por diversas vezes uma actuação profundamente solidária com a sua terra natal. Mesmo estando geograficamente distantes, as suas contribuições têm sido sentidas por várias colectividades do nosso Concelho, como sejam a Associação Cultural de Salreu, a Banda Visconde de Salreu, a Associação Humanitária de Salreu e os Bombeiros Voluntários de Estarreja (que esta semana dele receberam uma nova ambulância). Terminou expressando votos de bom Natal e próspero Ano Novo;-------------------------------------------José Matos (G.M. PPD/PSD-CDS/PP): começou por comentar a intervenção produzida pelo Senhor Arlindo Cunha acerca da actuação do Senhor Pre- sidente da “A.M.”, afirmando que não esperava tais críticas, uma vez que este, tanto agora como no passado, sempre demonstrou uma atitude imparcial membros e respeitosa desta em Assembleia relação e a todas a todos as os forças políticas. Suscitou algumas questões acerca do estado actual do traçado do “IC1” no concelho de Estarreja; referiu que o Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, num programa televisivo, mostrou claramente que, pelo menos no que depender dele, não vai haver traçado a poente. Entende o referido governante que esse traçado a poente tinha sido uma má solução, tendo trazido uma série de custos e prejuízos não previstos para o actual Governo e, portanto, não acha que esta solução deva avançar nestes moldes. O referido Senhor Secretário de Estado disse também que os autarcas dos concelhos envolvidos neste processo eram os culpados do facto de o “IC1” ter sido alterado para poente. Terminou a respectiva intervenção, referindo as atitudes pouco coerentes, na sua opinião, dos sucessivos Governos em relação ao traçado do “IC1”.-----------------Valdemar Ramos(G.M. PPD/PSD-CDS/PP): disse “Não pretende esta minha intervenção, primeira neste novo mandato, mais do que em primeiro lugar, servir de alerta às pessoas quase ininterruptamente informativa perturba mal que os nos olhos, informadas, da perversão invade os ouvidos baseada em dados ou e nos factos anonimamente colhidos; e em segundo lugar, chamar a atenção e desejar mesmo, que os informados beneficiem dos bons motivos informativos e da benevolência da informação verdadeira. Ultima- mente a pretexto do benefício pretendido, malevolamente retirado do impacto informativo, temse assistido a manifestações de vontades ocultas que, por algumas irrealizáveis fontes fazem corar leo-cordeirinhas e de de raiva vergonha cidadãos atentos, que sabem escolher entre o bom senso e a leviandade, entre a virtude da verdade e a mentira descarada. Enquanto o clamor das notas for ambíguo não é razoável a limpidez da notícia. O povo não diz que disse (daí o boato) e quem diz que o povo disse, não diz bem o que o povo diz. Não podemos nem devemos ouvir a voz, que por fatalista ser, não nos consegue fazer crer e menos entender, que o que diz constitua verdadeira àqueles voz. que Aos praticam Jornalistas o culto em da especial, informação séria, desprovida de sentimentos nefastos e de intenções duvidosas, eu presto em nome dos que me elegeram, a homenagem de serem corajosos no tratamento das notícias que , por sérias, não amarram as ideias nem condicionam o conhecimento aqueles que, incautos de raiz ou desprovidos de maledicência, mergulham facilmente na fronteira do abismo informativo, que não construíram. Há notas que rondam a notícia, há notícias, que mais não são do que meras notas nuas e descabidas. Há instituições no concelho de Estarreja, incluindo as informativas, que pela sua história, pela nobreza do seu escopro e pela bondade e honestidade dos seus fundadores, merecem todo o respeito nosso e dos que hão-de vir. O problema é tratá-las com o respeito devido, mesmo que este as engrandeça. E engrandeça mesmo contra a vontade daqueles que, sem respeito, as conseguem engrandecer. O mundo do conhecimento é demasiado grande para se compadecer com a pequenez do raciocínio medíocre nem com a mesquinhez das ideias torpes. Teremos pois de evitar o mergulho na insensatez de algumas notas, que por isso mesmo, não merecem ser notícias. Às letras desordenadas em palavras, às palavras inseridas em corriqueiras e desamparadas frases, às frases sem ponto que as fundamenta e sem vírgulas que lhes dê o comedimento, corresponde a não resposta como conselheira do bom senso. Tenhamos plena consciência de que Estarreja não pára ao som das trombetas da desgraça. Estarreja continua atenta às meras notas e agradece as notícias.--------------Drummond Esmeraldo (G.M. PS): abordou o problema do pagamento às Colectividades dos subsídios que a Câmara anualmente lhes atribui e que, segundo refere, estão em atraso. Afirmou saber que algumas colectividades já receberam os subsídios e outras ainda não. Entende que, se existem alguns critérios para a atribuição de subsídios, também deverão existir critérios para o respectivo pagamento. Se é verdade que algumas colectividades têm problemas de ordem financeira, o simples facto de se passar um ano sem que recebam o subsídio camarário é, para muitas, altamente perturbador.----------------------------- António Vidal (G.M. CDU): apelou à Câmara Municipal para que, na elaboração do Plano de Actividades e Orçamento para 2006, reveja o valor do subsídio atribuído aos Bombeiros Voluntários de Estarreja; considera que o montante mensal de 1.496,39€ é insuficiente para as actividades dos Bombeiros. A “C.M.” ajudou na construção do quartel dos Bombeiros com a atribuição de cerca de 250.000€ e, posteriormente, mais 50.000€ para apoio à Protecção Civil. O terreno onde está implantado o quartel tem um limite de ocupação para 50 anos, não estando ainda outorgada a respectiva escritura pelo facto de não se saber quais os artigos matriciais que o quartel ocupa. Apelou à “C.M.” que ajude na resolução deste problema, bem como nos problemas burocráticos existentes em relação ao antigo quartel. Considerou que, cada vez mais, a “C.M.” deve ponderar a hipótese de criar um corpo permanente de bombeiros, ajudando a custear as despesas daí resultantes.--------------------------------------- Marisa Macedo (G.M. PS): começou se referir à intervenção do Senhor José Matos, na parte em que lhe pareceu acusar de incoerência o Governo do “PS”, no que diz respeito ao tema do “IC1”. Recordou, então, que antes das eleições autárquicas de 2001, houve uma manifestação em frente à “C.M.” de Estarreja, na qual estavam presentes o Dr. Durão Barroso, o Dr. Paulo Portas, o Dr. Marques Mendes, os Senhores Presidentes das Câmaras Municipais de Estarreja e da Murtosa, em que reclamaram a construção do “IC1” a Poente. Todos os presentes nessa manifestação foram eleitos, alguns até nomeados membros do Governo, o que significa que tiveram oportunidade de decidir o traçado a poente do “IC1” a poente. “Porque é que não o fizeram? Onde é que andou a Comissão do “IC1”, depois das eleições autárquicas 2001? Qual foi a intervenção do Sr. Presidente da Câmara junto do Governo?” – questionou. Solicitou explicações da “C.M.” para o facto de a Rua Desembargador Correia de Teles e a Rua D. Manuel I estarem em obras há mais de um ano, com uma sinalização provisória, assente em grades que ocupam a hemifaixa de rodagem. Referiu ter sido eleita uma nova Direcção para a Associação de Carnaval de Estarreja, continuando a Câmara Municipal nela representada; consequentemente questionou qual a “C.M.” posição da sobre as dívidas da referida Associação. Inquiriu também acerca dos resultados da parceria existente entre a Câmara Municipal e a “API”; quais os benefícios colhidos Eco-Empresarial, até deste hoje; acordo, de que pelo Parque modo é que este Parque tem vindo a ser promovido. Referiu que, no momento em que se discute a questão do “TGV”, somos confrontados pela comunicação social com um trajecto que parece afectar o concelho de Estarreja; estamos numa fase em que, segundo a comunicação social, o desenho do traçado é provisório, o que permite, ainda tomar medidas que defendam o concelho. Questionou, assim, qual a posição do Senhor Presidente da Câmara sobre este assunto, quais os interesses que entende relevantes para Estarreja e quais os passos concretos que já deu para os defender. Disse ter conhecimento de que há terra a ser retirada de sepulturas do cemitério de Beduído e a ser depositada perto de uma saibreira em Santiais; perguntou porque é que isto acontece, quem dá autorização para o efeito e se os proprietários das sepulturas têm conhecimento desta actuação. Questionou pelos critérios que presidiram à opção da construção de uma piscina municipal de raíz, com custos elevados; se foi tido em consideração algum estudo que reconheça a piscina como prioridade em termos de investimento desportivo; o que pretende a “C.M.” fazer com a actual piscina da cidade. Concluindo, perguntou se o Senhor Dr. José Eduardo Matos algum dia caiu na tentação de aumentar os índices de construção para aumentar as receitas do Município;------ Alexandre Mota (G.M. PS): interveio com o texto seguinte: “Análise da posição do Município de Estarreja face ao Programa Aveiro-Norte – A educação em Portugal está a atravessar um período de mudança no sentido de proporcionar uma melhor formação da população activa. Um exemplo destas mudanças encontra-se na revitalização dos designados cursos de cariz tecnológico. Tradicionalmente tutelado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, leccionado por um sem número de entidades públicas e privadas, o ensino tecnológico tem sido muitas vezes pouco dignificado e tem revelado enormes deficiências ao nível da qualidade e da sua adequação para o actual mercado de trabalho. Resultado de um desafio do Ministério da Educação junto da Universidade de Aveiro foi iniciado, há vários anos, um projecto que visava a revitalização do ensino tecnológico por parte de instituições do Ensino Superior. O projecto recebeu o nome de Programa Aveiro Norte, tem como área-alvo os concelhos do norte do distrito e encontra-se em actividade desde 2002. Desde essa data já foram leccionados, ou estão em funcionamento, 34 Cursos de Especialização Tecnológica envolvendo mais de 600 estudantes. O sucesso da iniciativa já motivou contactos entre o Programa Aveiro Norte e o Ministério da Ciência e Tecnologia no sentido de se estudar a forma de integrar os CET´s na estrutura de ensino universitário agilizando, entre outros aspectos, a resolução do programa dos financiamentos. No momento actual o programa, está activo nos concelho de Albergaria-a-Velha, Arouca, Aveiro, Espinho, Oliveira de Azeméis, Ovar, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira e Sever do Vouga. Tem Protocolos de colaboração com as seguintes instituições de ensino: Centro Tecnológico do Calçado - S. João da Madeira; ISVOUGA – Santa Maria da Feira; Esc. Sec. José Macedo Fragateiro – Ovar; Esc. Sec. Serafim Leite – S. João da Madeira; Esc. Sec. Soares Bastos – Oliveira de Azeméis; Esc. Sec. de Sever do Vouga – Sever do Vouga; Esc. Sec. de Albergaria-a-Velha - Albergaria-a-Velha; Esc. Sec. de Arouca – Arouca; centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica – Oliveira de Azeméis; Centro de Formação Profissional da Indústria de Calçado – S. João da Madeira e Fórum de Arte e Cultura de Espinho – Espinho. Ressalta destas listas a total ausência do Município de Estarreja nas actividades deste projecto. Este facto, totalmente incom- preensível, é o motivo principal desta intervenção. Temos um atraso de 4 anos. Poderá ser invocado o argumento de que já foram efectuados contactos no sentido de modificar esta situação. Do que temos conhecimento foi adiada sine dia uma primeira reunião com a direcção do programa. Em que estado estão estes contactos? Quais as prioridades da autarquia em termos de área der ensino ? Quais as empresas e/ou instituições pensam envolver? Até quando vamos “estar de fora” deste processo?”------------------------------------------ Carolina Pinho (G.M. PS): considerando que, no último mandato autárquico, esta Assembleia indicou quatro elementos para integrarem a “C.P.C.J.” e que, em função das notícias que se ouvem, todos sabemos que as “C.P.C.J.” funcionam mal; considerando que esta Assembleia nunca foi informada acerca do funcionamento da “C.P.C.J.” de Estarreja, questionou o Senhor Presidente da Câmara e o Senhor Presidente da Assembleia Municipal acerca do trabalho da aludida Comissão.--- -----António Saramago (G.M. PSD-CSD/PP): repu- diou a intervenção da Senhora Marisa Macedo na parte em que perguntou ao Grupo Municipal da Coligação se “Os senhores não têm vergonha?“. Louvou todos aqueles que pedem elevação e dignidade para os trabalhos da Assembleia; essa sempre foi, diz, a sua postura aqui. Há necessidade de aumento sendo, que por possam tenham de produtividade isso, ser como desta importante discutidas objectivo o Assembleia, apresentar ideias analisadas e que desenvolvimento de e Estarreja. “Esqueça-se, sempre que possível, o partidarismo. Atirem-se sementes, que possam chegar a todo o terreno e que não sejam lançadas para chegar somente a 20% desse terreno ou serem cultivadas por apenas 20% dos agricultores”.------- Pelo Senhor Valdemar Ramos foi manifestada a intenção de fazer uma recomendação à Câmara Municipal, de acordo com o artigo 18.º do Regimento da “A.M.”, tendo-lhe sido concedido um minuto pelo Presidente da Mesa da Assembleia, para o efeito. Valdemar Ramos afirmou então sentir-se profundamente desrespeitado pela inter- venção da Senhora Marisa Macedo. “A intervenção da deputada Marisa Macedo, na sua primeira par- te, não se integra no Regimento, foi ilegal e foi intelectualmente pouco honesta para com os membros desta Assembleia e principalmente com os membros da sua bancada Parlamentar”. Pelo Senhor Presidente da Mesa da Assembleia foi dito ao Senhor Valdemar Ramos que a respectiva intervenção não se enquadra no instituto que invocou e no âmbito do qual lhe foi concedida a palavra; referiu que quem dirige os trabalhos, quem concede e retira a palavra aos membros da Assembleia é o Presidente da Mesa, independentemente de se gostar de ouvir, ou não, aquilo que está a ser dito. Fez também referência à existência do instituto da “defesa da honra”, sendo que nunca, quando devido, o negou a alguém.--------------------Seguidamente o Senhor Presidente da Mesa concedeu a palavra ao Senhor Drummond Esmeraldo – que a havia solicitado para defesa da honra. Este membro da “A.M.” considerou deploráveis as intervenções dos Senhores António Saramago e Valdemar Ramos.------------------------------------- Retorquindo, o Senhor Valdemar Ramos disse ser cumpridor escrupuloso do Regimento desta Assembleia; entende que a intervenção do Senhor Drummond Esmeraldo nada teve a ver com a defesa da honra, tal como se encontra disposto no artigo 39º do Regimento da “A.M.”.----------------------Pelo Senhor Presidente da “A.M.” foi concedida a palavra à Senhora Marisa Macedo para explicações, nos termos regimentais. Disse que as suas afirmações foram proferidas em termos políticos, relativamente a questão que movimentou Estarreja: o “IC1”. Disse que não desejou atacar ninguém pessoalmente, mas que não deixará de fazer oposição política.------------------------ O Senhor Presidente da “A.M.” concedeu um minuto ao Senhor Valdemar Ramos, também para explicações.----------------------------------------Terminado este ciclo de intervenções, o Senhor Presidente da Mesa respondeu a algumas interpelações que lhe foram dirigidas em intervenções anteriores. Desde logo, respondeu ao Senhor Arlindo Cunha, transmitindo-lhe que preferia considerar o assunto da sessão anterior encerrado, sanado porém, receber não e ultrapassado. lições de Referiu, democracia nem delas necessitar; na opinião do Senhor Presidente da “A.M.” o que o Grupo Municipal do Partido Socialista pretende intervenção. é Todavia, alcançar mais prosseguiu, a tempo de democracia só existe se houver regras; os membros do “G.M. PS” não foram, de modo algum, privados de intervir na discussão. O que existiu foi uma interpretação diferente, por parte da Senhora Marisa Macedo, relativamente à do Senhor Presidente da Mesa, quanto ao que este havia dito acerca da gestão dos tempos de intervenção. Pediu a todos que não utilizem de cinismo, pois todos os membros da “A.M.” são pessoas de bem e não podem estar este órgão autárquico senão para trabalhar em prol de Estarreja. Afirmou que, se na condução dos trabalhos da “A.M.”, cometer alguma parcialidade, fá-lo-á involuntariamente e de boa fé. Relativamente à questão colocada pela Senhora Carolina Pinho, disse informalmente solicitado, antes da vertente sessão, ao Senhor Vereador João Alegria que se inteirasse do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; nos termos legais, a referida Comissão deve fazer chegar à Assembleia Municipal relatório anual das suas actividades – facto que ainda não aconteceu.----------------------Seguidamente, o Senhor Presidente da Mesa colocou à apreciação do plenário a admissibilidade do voto de louvor, proposto pelo Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Salreu, ao Senhor Manuel Silva; submetida a votação, foi a proposta admitida por unanimidade e o voto de louvor aprovado também por unanimidade.-------------Entretanto o Senhor Vitor Ramos fez chegar à Mesa a evocação que se transcreve:”Ocorreu no passado dia 4 de Dezembro do corrente ano, o 25º (vigésimo quinto) Aniversário do Trágico Acidente de Camarate, em que perderam a vida Adelino Amaro da Costa, Francisco Sá Carneiro, alguns familiares e amigos. Evocar as suas memórias é prestar uma justa figuras públicas, homenagem que pela a estas sua insignes singularidade, exemplo, coragem e práticas públicas e políticas, marcaram indelevelmente a época conturbada em que viveram e o destino do País. Recordar Adelino Amaro da Costa e Francisco Sá Carneiro é perpetuar testemunhos de dádiva de esforço, entrega e sacrifício pela Cidadania e pela Causa Pública, e mais todos aqueles exemplos e sentimentos que avivarmos é e imperativo de transmitirmos Vida às e Cidadania, gerações mais novas”.---------------------------------------------Acto Assembleia contínuo, Municipal o Senhor concedeu Presidente da a ao palavra Senhor Presidente da Câmara para prestar os esclarecimentos devidos na sequência das interpelações anteriormente produzidas pelos membros da Assembleia. No uso da palavra, o Senhor Presidente da Câmara Municipal disse: a) que o seu nome fora Senhor evocado Presidente na é frase “o sermos que convém amiguinhos”. ao Ora, entende que o que convém ao Presidente da Câmara é que Estarreja se desenvolva. Não precisamos de ser “amiguinhos”, mas precisamos de nos respeitar mutuamente e de, a despeito das nossas diferenças, termos a capacidade de, com respeito pelas regras, assumirmos aquilo que são as nossas convicções e deixarmos a democracia fluir; b) relativamente à questão do “IC1”, esclareceu a Assembleia Secretário que, de não Estado tendo no ouvido programa o Senhor televisivo referido, nem as críticas que terá feito à solução poente do “IC1” e aos autarcas, o molestam. Entende até autarcas que tudo envolvidos. isto foi Declarou um que elogio o aos papel da “Comissão do IC1” foi muito activo e importante. Durante o último mandato autárquico, inúmeras vezes os cidadãos envolvidos naquela “Comissão” participaram em reuniões, conjuntamente com o Senhor Estes Presidente cidadãos da Câmara trabalharam e com muito o Governo. para que o objectivo global que tínhamos e temos – o de se conseguir o “IC1” implantado a poente - fosse conseguido. Neste sentido, o Senhor Presidente da Câmara considera profundamente injusto que agora se diga coisa diversa. Disse ainda que, no anterior mandato autárquico, investiu muito trabalho e tempo no tratamento deste assunto. Lembrou a Assembleia de que os anteriores Governos, liderados por Durão Barroso e Santana Lopes, suspenderam o traçado a nascente e estudaram uma solução a poente – motivo pelo qual ficámos a aguardar, desde então, uma decisão final. É desnecessária a construção de uma auto-estrada ao lado de outra, sendo que o traçado poente é o único verdadeiramente alternativo à “EN 109” e à “A1”. Neste sentido a Câmara Municipal sugeriu a possibilidade de se utilizar ou ampliar a “A1” ou construir uma variante à “EN 109”, em vez do troço do “IC1” em falta (de Estarreja a Angeja). Na última reunião que manteve com o “IEP” foilhe realçado que há um contrato que não está a ser cumprido com a concessionária, e existem sérias questões ambientais e custos dificilmente ultrapassáveis – sendo esta, ao que lhe pareceu, também a opinião do Senhor Secretário de Estado. Nesta fase do processo, importa saber se o actual Governo quer retomar o traçado que foi definido pelo Governo liderado pelo Senhor Eng. António Guterres, que fez cessar o concurso lançado pelo Senhor Prof. Cavaco Silva para a construção do “IC1” a poente. Essa decisão final cabe a este Governo, sendo certo que a “EN 109” precisa de ser uma estrada municipal, servindo o trânsito local, terminando com o actual congestionamento de tráfego; c) no que respeita aos subsídios atribuídos às associações e colectividades, informou que o recente processo de eleições autárquicas importou alterações ao normal funcionamento da Câmara Municipal. Por outro lado, são consabidas as dificuldades económicas que os municípios sentem, nomeadamente os provocados por atrasos nos pagamentos devidos pela Administração Central. Não obstante, disse, a Câmara Municipal tem vindo a honrar os seus compromissos. As colectividades e associações concelhias têm toda a abertura por parte da Câmara Municipal para lhe colocarem os seus problemas e debilidades financeiras.----------------------- -----O Senhor Presidente da Assembleia Municipal interrompeu respeitosamente o Senhor Presidente da Câmara Municipal, sugerindo-lhe que concluisse as respostas às questões levantadas no período de “antes da ordem do dia” durante a discussão do primeiro ponto do período da “ordem do dia”. Face à anuência do Senhor Presidente da Câmara Municipal, o Senhor Presidente da Assembleia Municipal questionou, de imediato, os cidadãos presentes como público acerca da sua eventual pretensão de intervir nos trabalhos. Porque foi manifestado interesse em intervenções por parte do público, o Senhor Presidente da “A.M.” colocou à votação do plenário a alteração dos períodos, no sentido de se passar prontamente ao período de “intervenção do público”; esta alteração foi aprovada por unanimidade e, assim, aberto período de inscrições para o efeito, o Senhor Presidente da Assembleia Municipal concedeu a palavra ao cidadão Manuel Júlio dos Santos, portador do Bilhete de Identidade n.º 2794784, do Arquivo de Identificação de Aveiro, Natural de Válega – Ovar, nascido a 04/05/1945 e eleitor n.º 7797 da Freguesia de Beduído. Este cidadão interveio acerca da propalada instalação de novas médias e grandes superfícies no concelho de Estarreja, considerando que a cobertura actual é já suficiente e que satisfaz plenamente as necessidades do consumo. Entende este cidadão não deverem ser licenciados novas médias e grandes unidades da área do comércio alimentar, até por forma a melhor se defender os postos de trabalho das unidades já existentes nesse ramo de negócio. Concluída esta intervenção e inexistindo outras Assembleia inscrições, fez o Senhor prosseguir os Presidente trabalhos, da dando início ao período da “ordem do dia” Assim:--------- Ponto Um – Apreciação de informação escrita do Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal acerca da actividade do município e da respectiva situação financeira.---------------------------- Abertas as inscrições para este ponto da ordem de trabalhos, destacamos:-------------------- José Augusto Matos (GM PSD-CSD/PP):- Abordou os problemas levantados quanto ao relatório sobre o Hospital Visconde de Salreu, tendo assinalado que a falta de verbas a receber pela Administração, como seja 100.000,00€ do PIDDAC e cerca de 400.000,00€ por força do aumento das contribuições para a Segurança Social, valores que permitiriam liquidar a dívida a fornecedores por parte do hospital. Considera que o trabalho desenvolvido pela Administração, bem como pelos colaboradores tem sido muito bom, esperando que esta ou outra Administração continue a manter e até melhorar estes resultados.--------------------- Drummond Esmeraldo (GM PS):-Fez uma apreciação sobre a execução orçamental e criticou a forma como são elaborados os orçamentos e o desfasamento que resulta quando se analisa a sua execução. Entende que este modo de orçamentar é pouco rigoroso e credível. Considera que o cumprimento do POCAL deve ser uma preocupação, mas a falta de credibilidade na gestão das Finanças Locais reflecte-se e tem consequências na gestão das empreitadas. Disse: “Não vale a pena fazer grandes orçamentos, para uma execução tão reduzida”.--------------------------------------------- Arlindo Cunha (GMPS):- Não quer abordar os problemas do Hospital sob a óptica política, mas sim na perspectiva técnica. No entanto, do que ouviu, merece-lhe tecer alguns comentários:Mais luz sobre a fachada não significa melhorar os serviços prestados. Os responsáveis pela Instituição devem ter muito cuidado nos dados que divulgam e na forma como os trabalham. No estudo comparativo faltaram ou foram omitidas algumas conclusões, o que veio a reflectir-se na imagem do Hospital de Estarreja, transmitida e divulgada na Comunicação Social. O estudo deveria ter respondido tecnicamente aos parâmetros equacionados, que são padronizados através de critérios de avaliação e não ao sabor de uma ou outra Direcção-Geral, de modo arbitrário. A “governância clínica” não foi devidamente referida, ou assumida pelo pese embora como toda o a Sr. Administrador maior gente respeito que ali do que Hospital, merece, trabalha. bem Existem lacunas na análise técnica do documento apre- sentado que e daí as críticas são feitas ao estudo. Os números apresentados não são elucidativos e esclarecedores. Duvida que os resultados positivos apresentados, na ordem dos 733 mil euros, reflitam a capacidade de gestão, dado que a estrutura é pesada e só 35% passível do orçamento é de permitir uma redução dos custos. Quanto à actividade assistencial, os números são vazios e vagos, o que comparados, denunciam discrepâncias entre o relatório e alguns dados divulgados pelo Hospital na revista do PACOPAR. E pergunta: “Tem o Hospital um Plano de Actividades com os objectivos quantificados?”Faltam muitos indicadores para análise correcta da evolução da situação, alguns deles importantes e não referidos no relatório, pois isso refere que: “Comenta-se a globalidade e não se apura como se chegou a estes números.-------------------- O Senhor Presidente da Câmara respondeu às questões colocadas, mormente às que, suscitadas no período de “antes da ordem do dia” haviam ficado por responder.------------------------------ Ponto Dois - Constituição de Comissões da Assembleia Municipal de Estarreja.----------------- No âmbito deste assunto, o Senhor Presidente da Mesa apresentou a seguinte proposta: “A Assembleia Municipal pode deliberar sobre a constituição de comissões para estudo dos problemas relacionados com as atribuições próprias da autarquia, sem interferência no funcionamento e na actividade normal da Câmara [vd. artigo 53º, nº 1, alínea j), da Lei nº 169/99, de 1809, na redacção que lhe foi dada pela Lei nº 5A/2002, de 11-02, e artigo 53º, nº 1 do Regimento da Assembleia Municipal de Estarreja].---------- Atenta a frutuosa experiência advinda das Comissões da Assembleia no mandato autárquico precedente e ponderada a necessária proporcionalidade face à composição da Assembleia Municipal de Estarreja, decorrente do último acto eleitoral autárquico, proponho ao plenário desta Assembleia:-----------------------------------------1. Que sejam constituídas duas Comissões no âmbito da Assembleia Municipal de Estarreja. A saber: Comissão Permanente e Comissão de Economia e Finanças.-------------------------------------2. A estas Comissões, distintas atenta a especificidade do seu objecto, competirá o estudo dos problemas relacionados com as atribuições próprias da autarquia, preparando e obtendo esclarecimentos, efectuando análises e elaborando pareceres a transmitir ao plenário da Assembleia, preparando a formação e exercício das suas funções deliberativa e fiscalizadora, sem interferência no funcionamento e na actividade normal da Câmara Municipal.-------------------------3. Mais proponho que as referidas Comissões tenham a seguinte composição:-----------------------* Presidente da Assembleia Municipal;----------* Um Secretário da Mesa da Assembleia Municipal;------------------------------------------ -----* Três membros indicados pelo Grupo Municipal da coligação PPD/PSD-CDS/PP (um dos quais, o/a director(a) do respectivo Grupo Municipal;------* Dois membros indicados pelo Grupo Municipal do Partido Socialista (um dos quais, o/a director(a) do respectivo Grupo Municipal);---------* O eleito da CDU.-----------------------------3.1. O Presidente da Assembleia Municipal presidirá a ambas as Comissões. Em caso de impedimento, o Presidente será substituído, nos termos legais, pelo Primeiro Secretário da Mesa da Assembleia (circunstância em que será cooptada para a Comissão a Segunda Secretária).--------------3.2. Encontrando-se impedido de comparecer, qualquer membro das referidas Comissões se poderá fazer substituir nas respectivas reuniões, nos termos legais.----------------------------------3.3. Os membros dos Grupos Municipais da coligação PPD/PSD-CDS/PP e do Partido Socialista indicados para as duas Comissões poderão ser distintos, excepto no que aos respectivos directores respeita.-------------------------------------3.4. As reuniões das Comissões serão convocadas pelo Presidente da Assembleia Municipal, por sua iniciativa, através de qualquer meio idóneo com, pelo menos, três dias úteis de antecedência relativamente à data para tanto fixada.-------------------------------------------------3.5. De todas as reuniões das Comissões será elaborada acta sumária.------------------------4. Para análise de assunto ou questão específica, merecedora de especial tratamento e/ou acompanhamento, o plenário da Assembleia Municipal de Estarreja deliberará para o efeito, se assim entender, a constituição de Comissão “ad hoc”.-----------------------------------------------Colocada a votação, foi esta proposta aprovada por maioria, com 16 votos a favor e 3 abstenções; não votaram, por se encontrarem ausentes da sala, os senhores Valdemar Ramos e José Augusto Matos.------------------------------------ Esta deliberação foi aprovada por minuta, por unanimidade dos votantes, para efeitos de execução imediata.--------------------------------- Ponto Três – Estabelecimento de “Taxa Municipal de Direitos de Passagem” e fixação do respectivo quantitativo, sob proposta da Câmara Municipal.-----------------------------------------No âmbito da discussão Senhor Aníbal Teixeira deste pediu assunto, o esclarecimentos acerca desta “Taxa Municipal”, nomeadamente pretendendo saber em que consistia, tendo o Senhor Presidente da Câmara Municipal prestado as informações que teve por adequadas. Acto contínuo, o Senhor Presidente da Mesa colocou a proposta camarária a votação, tendo sido aprovada por maioria, com sete abstenções (sendo seis do “G.M. PS” e uma da “CDU”).-------------------------Esta deliberação foi aprovada por minuta, por unanimidade dos votantes, para efeitos de execução imediata.--------------------------------- Ponto Quatro - Eleição de Presidente de Junta de Freguesia para, em representação das Juntas de Freguesia do Concelho, integrar o Conselho Municipal de Educação;-----------------------Foi sufrágio, apresentada proposta uma pelo única “G.M. candidatura a PPD/PSD-CDS/PP”, indicando o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Beduído, José António Pereira Sousa Marques, para o efeito. Submetida a votação secreta, foi esta candidatura aprovada por maioria, com vinte e um votos a favor e sete votos em branco.---------------------------------------- Esta deliberação foi aprovada por minuta, por unanimidade dos votantes, para efeitos de execução imediata.---------------------------------Ponto Cinco – Eleição de membro da Assembleia Municipal para, como representante dos interesses dos utentes, integrar a Comissão Concelhia de Saúde.----------------------------------Foram sufrágio: apresentadas uma, proposta duas pelo candidaturas “G.M. a PPD/PSD- CDS/PP”, indicando o Senhor Valdemar da Silva Ramos; outra, proposta pelo “G.M. PS”, indicando o Senhor Arlindo José Silva Cunha. Submetidas as duas candidaturas a votação secreta, foi eleito o Senhor Valdemar da Silva Ramos, com dezanove votos favoráveis, tendo a candidatura do Senhor Arlindo José Silva Cunha obtido oito votos favoráveis. Nesta votação, registou-se ainda um voto em branco.------------------------------------------ Esta deliberação foi aprovada por minuta, por unanimidade dos votantes, para efeitos de execução imediata.----------------------------------Aproximando-se as vinte e quatro horas, o plenário, a solicitação do Senhor Presidente da Assembleia Municipal, autorizou o prolongamento dos trabalhos até às zero horas e trinta minutos. Assim,-----------------------------------------Ponto Seis – Eleição de dois representantes da Assembleia Municipal para exercerem funções de vogal no Conselho Consultivo do Hospital do Visconde de Salreu.---------------------------------Este ponto foi introduzido no período da “ordem do dia”, na sequência de deliberação unânime do plenário, reconhecendo a urgência e o interesse do assunto.-------------------------------Por acordo dos Grupos Municipais, foi apresentada uma única proposta conjunta, candidatando para o efeito em apreço os Senhores Arlindo José Silva Cunha (“G.M. PS”) e José Augusto Matos (“G.M. PPD/PSD-CDS/PP”). Submetida a votação, foi esta candidatura conjunta aprovada por unanimidade.---------------------------------------- Esta deliberação foi aprovada por minuta, por unanimidade dos votantes, para efeitos de execução imediata.----------------------------------Não havendo mais assuntos a tratar, o Senhor Presidente da “A.M.” deu por encerrados os trabalhos, eram zero horas e trinta minutos.-----Para constar se lavrou a presente acta que, depois de submetida à aprovação da Assembleia Municipal, vai ser assinada pelos membros da respectiva Mesa.-------------------------------- ________________________________________________