RECICLAGEM
• RECUPERAÇÃO DOS MATERIAIS
DESCARTADOS, MODIFICANDO-SE
SUAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
REUTILIZAÇÃO
• RECUPERAÇÃO DOS DESCARTADOS
SEM MODIFICAR SUAS
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
RECICLAGEM
• Por que Reciclar?
•
•
•
•
Economiza energia
Preserva fontes esgotáveis de matéria prima
Reduz custos com disposição final
Minimiza o impacto ambiental causado pela
disposição inadequada do lixo
RECICLAGEM
• DIRETA - PRÉ CONSUMO
– REPROCESSAMENTO NA PRÓPRIA
LINHA DE PRODUÇÃO
• INDIRETA – PÓS CONSUMO
– REPROCESSAMENTO DE MATERIAIS
QUE FORAM DESCARTADOS COMO
LIXO
MACRO INDICADORES
RECICLAGEM
•
•
•
•
•
•
•
LIXO RECEBIDO NO ATERRO
METROPOLITANO - RIO DE JANEIRO
DOMICILIAR
4.111 t / dia
PÚBLICO
2.656
HOSPITALAR
45
EMPRESAS
1.877
TOTAL
8.689
PREFEITURAS
1.274
TOTAL GERAL
9.963 t / dia
MACRO INDICADORES
RECICLAGEM
• MERCADO DE RECICLÁVEIS NO RIO DE
JANEIRO
•
•
•
•
•
•
MATERIAL
PAPEL
ALUMÍNIO
FERROSO
VIDRO
PLÁSTICO
QUANT./mês (t)
30.000
2.000
17.000
3.600
4.200
•
TOTAL
56.800,00
PREÇO (R$/t)
110,00
900,00
55,00
150,00
150,00
VALOR (R$mês)
3.300.000,00
1.800.000,00
935.000,00
234.000,00
620.000,00
6.889.000,00
MACRO INDICADORES
RECICLAGEM
• COOPERATIVAS
• QIANT. ASSOCIADOS
• 13
620
MATERIAL
PAPEL
ALUMÍNIO
FERROSO
VIDRO
PLÁSTICO
PROD. (t/mês) %
3.600,00
60
600,00
10
900,00
15
180,00
03
720,00
12
6.000,00
100
MACRO INDICADORES
RECICLAGEM
• RECICLAR O1 TONELADA GERA ECONOMIA
•
•
•
•
•
•
MATERIAL
PAPEL
ALUMÍNIO
VIDRO
MAT. PRIMA
20 ÁRVORES
5 t BAUXITA
1,2 t
ENERGIA
71 %
70 %
30 %
PLÁSTICO
50 %
80 %
ÁGUA POLUIÇÃO
98 %
65 %
50 % ÁGUA
20 % AR
Composição do Lixo Domiciliar
(fonte: IPT/CEMPRE)
•
•
•
•
•
Vidro
Metal
Plástico
Papel
Outros
3%
4%
3%
25%
65%
INDICADORES DE PRODUÇÃO
CIDADE
GER LIXO (t/dia)
RECICLADOS (t/dia)
%
CURITIBA
1.100,00
40
3,64
P. ALEGRE
800,00
50
6,25
BELO HOR.
1.250,00
30
2,40
RIO JANEIRO
6.812,00
200
2,94
RECICLÁVEIS NO LIXO
MAT
Papel
LIXO %RECD.
25
pap branco
pap misto
papelão
jornais
revistas
impressos
REJ
%RECG.
carb.
37
celofane
plastific.
parafin.
metaliz.
RECICLÁVEIS NO LIXO
MAT
Metais
LIXO
04
%RECD.
REJ
latas
aerosol
tampas
ferragens
arames
chapas
%RECG
alum 61
aço 18
RECICLÁVEIS NO LIXO
MAT
LIXO
Vidro
03
%RECD.
garrafas
copos
frascos
potes
cacos
REJ
cristal
espelho
lâmpadas
louça
tubos tv
%RECG
35
RECICLÁVEIS NO LIXO
MAT %LIXO %RECD.
Plást 06 a 07 garrafas
frascos
potes
tampas
peças
brinquedos
sacos
REJ
%RECG
isopor
15
espuma
acrílico
adesivos
fraldas
PARTE RECICLÁVEL
Material reciclável
Material não-reciclável
Papel: Jornais, folhas de caderno, aparas de
papel. formulários de computador, caixas
em geral, fotocópias, provas, envelopes,
papel de fax, cartazes, rascumhos,
Papel: Etiqueta adesiva papéis sujos,
papel carbono, , fita crepe, papéis sanitários,
papéis metalizados, papéis parafinados,
papéis plastificados, guardanapos, tocos de
cigarro, fotografias.
Metal: Lata de óleo, leite em pó, lata de
alumínio, outras sucatas de reforma.
Metal: Clips, grampos, esponjas de aço,
canos.
Vidro: Recipientes em geral, garrafas e
copos.
Vidro: Espelhos, vidros planos, lâmpadas,
cerâmica, porcelana, tubos de TV.
Plástico: Embalagem de refrigerante,
embalagem de produtos de limpeza, copinhos
descartáveis, embalagem de margarina, canos
e tubos, sacos plásticos em geral.
Plástico: Cabo de panela, tomadas,
embalagem de biscoito, misturas de papel,
plásticos e metais.
ECONOMIA - (R$ mil)
• MAT.
•
•
•
•
CUSTO (R$/t) E. OBTIDA E. PERDIDA
Alumínio 12,00
Vidro
97,42
Papel
184,22
Plástico 1.310,00
2.772
27.349
338.588
353.700
1.188
50.590
729.514
2.593.800
E. POSSIVEL
3.960
77.939
1.068.102
2.947.500
AGENDA 21
Conferência Mundial do Meio Ambiente
Rio de Janeiro - 1992
Promover o desenvolvimento sustentável no século 21: melhor
qualidade de vida no presente sem comprometer o futuro.
• Capítulo 20
Manejo ambientalmente saudável dos resíduos perigosos,
incluindo a prevenção do tráfico internacional ilícito de resíduos
perigosos.
• Capítulo 21
Manejo ambientalmente saudável dos resíduos sólidos e questões
relacionadas com esgotos.
• Capítulo 22
Manejo seguro e ambientalmente saudável dos resíduos
radioativos.
MANEJO AMBIENTALMENTE
SAUDÁVEL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
yRedução ao mínimo dos resíduos;
• Aumento ao máximo da reutilização e
reciclagem;
• Promoção do depósito e tratamento
ambientalmente saudáveis dos resíduos;
• Ampliação do alcance dos serviços que se
ocupam dos resíduos sólidos.
üMATRIZ DE PRODUÇÃO E CONSUMO
üESFERA PRODUTIVA INDUSTRIAL – MODELO
DE DESENVOLVIMENTO ADOTADO
üLegislação Ambiental
üEconomia Internacional
üPadrões Tecnológicos
üPlano Diretor Do Município
üESFERA REPRODUTIVA – RELAÇÃO SOCIEDADE
& RESÍDUOS
üRedução do lixo gerado na fonte
üConsumo de produtos com selo verde/social
üCultura dos 3r’s no dia-a-dia: reduzir, reutilizar e reciclar
SISTEMA DE GESTÃO
• GESTÃO INTEGRADA
• DE
• RESÍDUOS SÓLIDOS
SISTEMA DE GESTÃO - PRINCÍPIOS
• Trabalhar com a sociedade civil organizada desde a concepção
até a implementação do Plano Integrado de Resíduos Sólidos;
• Fomentar a constituição de fóruns ou outras formas
organizativas correlatas no nível local;
• Promover a inclusão social e institucional dos catadores no
processo de gestão;
• Garantir mecanismos de articulação institucional e de
integração setorial entre o PLANO e as demais políticas
públicas municipais;
• Promover a articulação orgânica dos diversos agentes locais e
regionais vinculados a atividades de normalização,
planejamento, coordenação, regulação, controle e execução
dos serviços para garantir a racionalidade e eficiência do setor.
TRATAMENTO
• Atualmente, as alternativas técnicas mais
aceitas e usuais para o tratamento de
resíduos sólidos urbanos são a (1)
segregação de materiais, a (2) redução, a
(3) incineração e a (2) compostagem.
SEGREGAÇÃO DE MATERIAIS
– REDUZIR
– REUTILIZAR
– RECICLAR
EMBALAGEM
1 – REDUÇÃO DA QUANTIDADE DE RESÍDUOS EM PESO
E VOLUME
2 – INCENTIVO AO CRESCIMENTO DO REUSO E DA
RECICLAGEM
3 – RECUPERAÇÃO DE ENERGIA
4 – REDUÇÃO DE RESÍDUOS DISPOSTOS EM ATERROS
1 - EFICIÊNCIA ECONÔMICA
Composta de 3 elementos:
•Uso da quantidade “apropriada” (ótima) de
embalagens
•Atingir estes valores ao menor custo
•Minimização do uso de matérias-primas e emissões de
resíduos em todo o ciclo de vida das embalagens
2 – EQUIDADE
Alocação de custos deve recair de maneira proporcional
ao uso ou dano causado
3 – APLICABILIDADE
As políticas devem ser facilmente implementadas e
geridas
4 – FLEXIBILIDADE
Deve haver flexibilidade suficiente para adaptação das
políticas em diferentes circunstâncias
Esquema conceitual
A decisão dos instrumentos a serem utilizados depende:
1 – Qual o volume de embalagens que deveria ser objeto
da disposição final (meta a ser atingida).
2 – Dado que este volume está acima do volume
atualmente disposto, qual é a combinação de
reciclagem/redução na fonte que deve ocorrer para
atingir esta meta.
3 – Dado o nível de reciclagem a ser atingido, quais
deveriam ser as tecnologias escolhidas.
4 – Quais os instrumentos econômicos que deveriam ser
utilizados para atingir as metas.
Balanço econômico
(Análise Custo/Benefício):
1 – Redução na Fonte
2 – Reuso
3 – Reciclagem
Balanço Econômico para a Redução na Fonte:
A Redução na Fonte se justificará se houver um
valor positivo ao se considerar os seguintes
pontos:
1 – Diferença entre os custos de produção de
processos alternativos
2 – Economias obtidas na coleta e na disposição
final
Balanço econômico para o Reuso:
O Reuso se justificará se houver um valor positivo
ao se considerar os seguintes pontos:
1 – Diferença nos custos de produção entre
embalagens one-way (não retornáveis) e retornáveis
2 –Custos de limpeza das embalagens retornáveis
3 – Diferença nos custos logísticos para embalagens
one-way (não retornáveis) e retornáveis
4 – Economia obtida na disposição final
Balanço econômico para Reciclagem:
A reciclagem se justificará se houver um valor
positivo ao se considerar os seguintes pontos:
1 – Diferença nos preços das matérias-primas
virgens ou não
2 – Diferença em outros custos de produção
3 – Diferença nos custos logísticos
4 – Economia obtida na disposição final
Identificamos 7 diferentes tipos de instrumentos econômicos
utilizados em relação a embalagens:
1 - Ecotaxas
2 – Encargos administrados pela indústria
3 – Certificados transacionáveis
4 – Depósitos compulsórios
5 – Depósitos voluntários administrados pela indústria
6 – Taxas na disposição final
7 - Subsídios
Ecotaxas podem ser usadas para promover:
1. O REUSO
2. A RECICLAGEM
3. A ARRECADAÇÃO DE RECURSOS
2. ECOTAXAS PARA A PROMOÇÃO DO REUSO
ü Neste caso as taxas são estruturadas para isentar
automaticamente embalagens reusáveis.
ü É o tipo tradicionalmente utilizado em relação às ecotaxas
ü Tendem a privilegiar o fabricantes locais em detrimento
dos fabricantes estrangeiros, o que pode levar a sua
contestação
2. ECOTAXAS PARA A RECICLAGEM
ü As taxas cujas isenções irão depender do percentual de
material reciclado na embalagem.
ü Caso o percentual mínimo de conteúdo reciclado seja
atingido, há isenção automática
ü Existem sistemas nos quais a adesão a uma organização
responsável pela recuperação de matérias-primas resulta
na isenção (Bélgica)
(É importante salientar que isto não significa, necessariamente,
menor impacto ambiental, já que a reciclagem é um processo
industrial, com impactos que devem ser comparados aos processos de
obtenção de materiais virgens)
SUGESTÕES PARA REDUZIR
•
•
•
•
Comprar produtos duráveis;
Evitar embalagens desnecessárias;
Evitar comprar produtos descartáveis;
Planejar as compras para não haver
desperdício;
• Assinar jornais e revistas em conjunto com
outras pessoas;
• Editar e revisar na tela do computador em
vez de recorrer a cópias impressas;
SUGESTÕES PARA REDUZIR
• Utilizar papel usado como rascunho;
• Imprimir e fazer fotocópias utilizando frente e verso
das folhas;
• Usar quadro de avisos para leitura coletiva em
substituição a circulares;
• Diminuir o uso de fraldas descartáveis;
• Utilizar copos e xícaras retornáveis para uso próprio
no ambiente de trabalho;
• Utilizar embalagens retornáveis;
• Privilegiar equipamentos elétricos de menor
consumo
SUGESTÕES PARA REUTILIZAR
• Reaproveitar potes, vidros e latas;
• Reutilizar embalagens, sacolas e papeis de embrulho
para outros fins;
• Usar embalagens retornáveis;
• Reutilizar envelopes ao máximo;
• Confeccionar blocos ou cadernos com papel escrito
só de um lado;
• Confeccionar e utilizar brinquedos feitos com sucata;
• Restaurar e consertar em vez de jogar fora;
• Doar materiais que possam servir a outras pessoas.
BENEFÍCIOS COM A
SEGREGAÇÃO
• Os principais benefícios advindos com o processo de
segregação de materiais, podem ser aferidos sob
aspecto ambiental, econômico e social, a saber:
• Reduz a quantidade de lixo a ser encaminhada aos
aterros,
• Aumenta a vida útil dos aterros,
• Preserva os recursos naturais,
• Economiza energia,
• Diminui a poluição dos recursos hídricos e do ar,
• Promove ganhos para a saúde pública,
BENEFÍCIOS COM A
SEGREGAÇÃO
• Reduz custos com operação de aterro,
• Diminui custos de produção através da reciclagem,
• Intensifica a economia local com a criação de
empregos diretos e indiretos com a instalação ou
ampliação da indústria recicladora,
• Resgate social de indivíduos através da criação de
associações/cooperativas de catadores, ou mesmo
do trabalho autônomo de catação,
• Mudança cultural na relação da sociedade com o
lixo.
MÉTODOS PARA SEGREGAÇÃO
Segregação na fonte geradora
Separação em Unidades de Triagem e
Beneficiamento de Materiais
ETAPAS PARA A IMPLANTAÇÃO
DA SEGREGAÇÃO
CARACTERIZAÇÃO DO LIXO
ANÁLISE DO MERCADO
A COLETA
BENEFICIAMENTO E
ARMAZENAMENTO
CARACTERIZAÇÃO DO LIXO
Taxa de geração por habitante (kg/dia/hab)
Composição física
Composição química
Peso específico
Teor de umidade
COLETA SELETIVA - planejamento
•
•
•
•
•
escolha do(s) método(s) a ser(rem) utilizado(s),
delimitação, em mapa, dos setores de coleta,
definição de freqüência, horário e método de coleta,
escolha e dimensionamento do veículo coletor
dimensionamento de pessoal operacional para a
coleta,
• capacitação dos trabalhadores,
• integração com a comunidade,
• informação e sensibilização da população.
COLETA SELETIVA - métodos
• porta a porta, realizada pelas “cooperativas
de catadores”;
• porta a porta, realizada pela Prefeitura;
• pontos de entrega voluntária (PEVs),
realizada pelas “cooperativas de catadores”;
• pontos de entrega voluntária (PEVs),
realizada pela Prefeitura,
• pontos de entrega voluntária (PEVs),
realizada por empresas recicladoras
BENEFICIAMENTO E
ARMAZENAMENTO
• transformação do PEAD em grãos para uso
industrial;
• transformação do PET em flakes para uso industrial;
• fabricação de vassouras com PET;
• utilização de garrafas PET para fabricação de
móveis;
• separação do vidro por cores e moer para facilitar o
transporte;
• prensagem e enfardamento de papel, papelão,
plásticos e metal não ferroso.
O PAPEL DA PREFEITURA
Agente incentivador de ações para a reciclagem
• Cadastramento de sucateiros e ferro-velhos,
• Desenvolvimento de programas específicos a fim de
organizar a ação dos catadores de rua,
• Permissão de uso de terrenos públicos municipais
ociosos, como áreas para a triagem de materiais
recicláveis coletados por iniciativa de grupos
organizados da sociedade,
O PAPEL DA PREFEITURA
• Organização e campanhas de doação de roupas
• Criação de espaços (galpões) propícios à troca de
objetos e móveis descartados
• Incentivos para a implantação de indústrias
recicladoras de tecnologia limpa no município,
• Incentivos para o consumo de produtos reciclados,
elaborados com materiais recicláveis,
• Apoio à organização de bolsa de resíduos industriais
O PAPEL DA PREFEITURA
Agente implementador das ações de
reciclagem
• Implementação da coleta seletiva de lixo,
• Construção e gerenciamento de usinas de
reciclagem, beneficiamento e compostagem,
• Custeio dos serviços de limpeza urbana e de
programas especiais para reciclagem,
O PAPEL DA PREFEITURA
• Treinamento e capacitação dos funcionários
municipais envolvidos com os serviços de
limpeza urbana e coleta seletiva,
• Instituição de uma coordenação municipal de
reciclagem,
• Instituição de consórcios intermunicipais,
• Desenvolvimento de um programa de
educação ambiental.
O PAPEL DA PREFEITURA
Agente incentivador da constituição de
cooperativas de catadores
• Cadastramento dos catadores,
• Desenvolvimento de um programa de
capacitação para os catadores,
• Assessoria para a instalação jurídica e
física das cooperativas,
O PAPEL DA PREFEITURA
• Apoio à equipagem das instalações
físicas das cooperativas em parceira
com o setor privado da área de
reciclagem,
• Orientação técnica para elaboração do
planejamento operacional das
cooperativas.
O PAPEL DA PREFEITURA
Agente
consumidor
de
produtos
reciclados –
• Entulho de obras após triturados,
servem de agregado na confecção de
peças de mobiliário urbano e habitação,
• Galhada e podas aproveitados para a
fabricação de carvão,
O PAPEL DA PREFEITURA
• Lixo orgânico transformado em adubo
orgânico pelo processo de compostagem,
• Papel reciclado para uso como blocos, papel
para ofício, cadernos escolares, Borracha de
pneus velhos trituradas e misturadas no
insumo para asfaltar estradas,
• Plástico filme reciclado, usado na varrição de
logradouros.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ðConceitos de Educação Ambiental
•
•
•
•
•
Limpeza Urbana (ontem - hoje - amanhã)
Lixo
Educação Ambiental
Educação para a Limpeza Urbana
Coleta Seletiva de Lixo - 3 Rs - Desperdício
ðEstabelecimentos de pressupostos
• Aspectos sócio-culturais
• Aspectos comportamentais
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ðAgentes sociais
• Educação Formal
• Órgãos Públicos
• Setores Econômicos (Comércio - Serviço - Indústria Turismo)
• Catadores
• Lideranças Comunitárias
ðAções Educativas
• Composição de conteúdo programático
• Definição dos instrumentos e canais de comunicação /
divulgação
• Formação de agentes de educação para a limpeza urbana
INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E
MOBILIZAÇÃO SOCIAL
• Estrutura de informação e comunicação
interna e externa
♦Abordagem direta individual
♦Abordagem em grupos
♦Campanhas de massa
• Serviços de atendimento a clientes
• Envolvimento dos trabalhadores e da
comunidade
PAPEL
•
01 tonelada de papel reciclado evita o corte de
16 a 20 árvores, 70% de economia de energia
(fonte: CEMPRE)
•
Em geral existe a possibilidade de reutilização das
aparas em até 3 vezes sem perda significativa das
propriedades de resistência mecânica. (fonte:
CEMPRE-Reciclagem e Negócios)
PAPEL
Um artifício que aumenta a qualidade do papel
reciclado é a incorporação de certa quantidade de
matéria prima virgem no processo de recilcagem.
(fonte: CEMPRE-Reciclagem e Negócios)
•
1 tonelada de papel reciclado gera economia de 25
a 30 árvores, 500.000 litros de água, 50.000 Kw
de energia, 2 barris de petróleo e de 100 a 300 m3
de solo (fonte: Trabalho JMMJ – 91)
•
PAPEL
Para a produção de 1 tonelada de papel
virgem são necessários 100.000 litros de
água; para a produção de 1 tonelada de
papel reciclado são necessários 2.000 litros
de água e gastam-se 71% menos energia do
que para a produção de papel virgem. (fonte:
PMSão Paulo-Programa Escolar de Reciclagem – maio/94)
PAPEL
Diminui o consumo de água em 85% e de
energia em 65% (fonte: Junta de Resíduos –
Departamento de Meio Ambiente Barcelona)
Diminui a necessidade de fibra vegetal
virgem (fonte: Junta de Resíduos – Departamento de
Meio Ambiente Barcelona)
PAPEL
Papel reciclado é aquele obtido a partir de um
mínimo de 90% de papel usado ou aparas
(fonte: Junta de Resíduos – Dep. de Meio Ambiente
Barcelona)
• Diminui o volume de lixo destinado aos
aterros (fonte: Junta de Resíduos – Dep. de Meio
Ambiente Barcelona)
ALUMÍNIO
Cada brasileiro consome em média 10
latinhas por ano. Cada latinha reciclada
economiza energia elétrica equivalente ao
consumo de um aparelho de TV durante 3
horas.
68 latinhas = 1 kg (fonte LATASA)
ALUMÍNIO
A reciclagem de 1.000 Kg de alumínio
evita o uso de 5.000 kg de minério –
bauxita. (JMMJ – 91)
Diminui o consumo de energia em 70% e de
água em 65% (fonte: Junta de Resíduos –
Departamento de Meio Ambiente Barcelona
METAL FERROSO
A reciclagem diminui o consumo de água em 40%
e de energia em 94% (fonte: Junta de Resíduos – Dep.
de Meio Ambiente Barcelona)
É uma embalagem 100 % reciclavel e os materiais
que o compõem não perdem suas propriedades.
Diminui o impacto ambiental causado pela
extração de matéria prima.
PLÁSTICO
A reciclagem das diversas famílias de
plásticos tem grandes vantagens, pois
gera uma economia de cerca de 80%
da energia e de 50% da matéria prima
virgem (petróleo) não renovável, em
relação ao processo tradicional. Diminui
em muito a contaminação do ar e das
águas
PLÁSTICO
Para se produzir 1 kg de plástico são
necessários 100 kg de petróleo. A produção
a partir da reciclagem de plástico
economiza de 70 a 80% de água.
VIDRO
Diminuição do consumo de energia em
torno de 30%., da poluição atmosférica em
20% e da contaminação de rios em 50%.
O vidro é 100% reciclável. Para fabricar 1
kg de vidro reciclado pode ser utilizado 1
kg de vidro usado ou 1,2 kg de matéria
prima virgem
Resíduos Da Construção Civil
Planejamento
• Cadastro
• Estudar o histórico de geração de entulhos da
localidade.
• Levantar os pontos onde são lançados comumente
os entulhos.
• Pesquisar o mercado para a reciclagem dos produtos
gerados na central de beneficiamento dos resíduos
da construção civil.
• Norma Técnica
Beneficiamento
• Pequenas quantidades
• Grandes quantidades
ECONOMIA
1 - COLETA SELETIVA - PORTA A
PORTA
• Envolver a população residente na Cidade
em uma parceria com a Prefeitura para o
processo de seleção de materiais recicláveis,
buscando a preservação ambiental e o
aumento da vida útil dos aterros sanitários.
1 - COLETA SELETIVA PORTA A
PORTA
• Objetivos: Implantar a segregação de materiais
na fonte geradora, visando a sua reciclagem, como
forma de tratamento dos resíduos sólidos urbanos,
reduzindo em quantidade e periculosidade o
material a ser enviado para aterros sanitários,
aumentando sua vida útil, contribuindo para a
preservação dos recursos naturais e conservação
de energia e, protegendo o meio ambiente.
1 - COLETA SELETIVA PORTA A
PORTA
• Participação da PREFEITURA
• Divulgar, junto à mídia, a importância da
participação voluntária da população na
segregação dos materiais recicláveis;
• Gerar parceria com
a população para o
atingimento dos objetivos do projeto, no sentido
da disposição seletiva dos materiais recicláveis;
• Coletar, semanalmente, os materiais recicláveis
dispostos pela população;
1 - COLETA SELETIVA PORTA A
PORTA
• Encaminhar os materiais recicláveis para a(s)
Unidade(s) Central(is) de Reciclagem, visando
agregar valor aos mesmos;
• Promover parceria com as indústrias recicladoras
existentes, visando diminuir a intermediação na
venda desses materiais;
• Estimular a implantação de novas indústrias de
processamento de materiais recicláveis.
1 - COLETA SELETIVA PORTA A
PORTA
• Participação da população:
• Separar o material reciclável do lixo domiciliar e
dispô-lo na calçada, semanalmente, em dia e
horário a ser definido pela Prefeitura.
Implantação do Projeto:
• Inicialmente nos bairros e gradativamente nos
demais bairros da Cidade.
1 - COLETA SELETIVA PORTA A
PORTA
• Quantitativos:
•
•
•
•
•
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL – Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
2 - COLETA SELETIVA - PEV´s
•
Buscar a participação responsável da
população residente da Cidade quanto a
disposição adequada de material reciclável
em pontos de entrega voluntária (PEV`s),
situados em pontos de convergência da
comunidade – postos de gasolina,
supermercados, parques, etc
2 - PEV´s
• Objetivos: Envolver a população residente da
Cidade no processo de coleta seletiva, informando
quanto à importância da reciclagem para proteção
do meio ambiente, mediante a instalação de
contêineres especiais acompanhados de cartazes
educativos nos pontos de convergência e
aglutinação da Cidade.
2 - PEV´s
• Participação da PREFEITURA:
• Instalar ..... PEV´s (coletores de 1100 litros)
em pontos de convergência;
• Divulgar, junto à mídia, a importância da
participação voluntária da população na
segregação dos materiais recicláveis e
entrega nos PEV´s;
2 - PEV´s
•
Gerar parceria com a população para o
atingimento dos objetivos do projeto, quanto à
entrega voluntária dos materiais recicláveis nos
locais apropriados;
•
Coletar, semanalmente, os materiais recicláveis
dispostos pela população nos PEV´s;
•
Encaminhar os materiais recicláveis para a(s)
Unidade(s) Central(is) de Reciclagem, visando
agregar valor aos mesmos;
2 - PEV´s
• Promover parceria com as indústrias recicladoras
existentes, visando diminuir a intermediação na
venda desses materiais;
• Estimular a implantação de novas indústrias de
processamento de materiais recicláveis.
Participação da população:
• Separar o material reciclável do lixo domiciliar e
entregá-lo, de forma voluntária, nos PEV´s.
2 - PEV´s
• Quantitativos:
•
•
•
•
•
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
3 - COLETA SELETIVA - PONTOS
TURÍSTICOS
• Buscar a participação responsável da
população residente e visitante da Cidade
quanto a disposição adequada de material
reciclável em pontos de entrega voluntária
(PEV`s),
3 - PONTOS TURÍSTICOS
• Objetivos: Envolver os turistas da Cidade no
processo de coleta seletiva, informando quanto à
importância da reciclagem para proteção do meio
ambiente, mediante a instalação de contêineres
especiais acompanhados de cartazes educativos
nos pontos turísticos.
3 - PONTOS TURÍSTICOS
• Participação da PREFEITURA:
• Instalar ..... PEV´s (coletores de 1100 litros)
em pontos turísticos;
• Colocar no material de divulgação da
cidade e junto à mídia, a importância da
participação dos turistas na segregação dos
materiais recicláveis e entrega nos PEV´s;
3 - PONTOS TURÍSTICOS
• Coletar, constantemente, os materiais
recicláveis dispostos pela população nos
PEV´s;
• Encaminhar os materiais recicláveis para
a(s) Unidade(s) Central(is) de Reciclagem,
visando agregar valor aos mesmos;
3 - PONTOS TURÍSTICOS
• Promover parceria com as indústrias
recicladoras existentes, visando diminuir a
intermediação na venda desses materiais;
• Estimular a implantação de novas indústrias
de processamento de materiais recicláveis.
• Divulgar os resultados do programa
3 - PONTOS TURÍSTICOS
• Quantitativos:
•
•
•
•
•
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
4 - COLETA SELETIVA - PILHAS E
BATERIAS
• Objetivo: Garantir destino adequado para pilhas
e baterias oriundas de aparelhos eletro-eletrônicos
e telefones celulares, como forma de proteção do
meio ambiente urbano.
•
• Participação da PREFEITURA:
•
instalar .... coletores específicos de 50litros em
pontos turísticos estratégicos
4 - PILHAS E BATERIAS
• Divulgar, junto à mídia, a importância da
disposição voluntária desses materiais, pelos
cidadãos;
• Coletar regularmente as pilhas e baterias
depositadas nos coletores específicos e garantir
adequado armazenamento e destino final;
• Promover ações junto aos fabricantes visando o
retorno desses produtos.
4 - PILHAS E BATERIAS
• Participação do cidadão:
• Dispor voluntariamente as pilhas e baterias usadas
nos coletores específicos.
Quantitativos:
•
•
•
•
•
•
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
5 - COOPERATIVA DE CATADORES DE
RUA
• Revitalizar a mão-de-obra não qualificada
dos catadores de rua, incrementando a
coleta de materiais recicláveis e seu
posterior
beneficiamento
para
comercialização.
5-COOPERATIVA DE CATADORES
• Objetivos: Incrementar a coleta seletiva,
separando e beneficiando os materiais
recicláveis; revitalizar a mão de obra não
qualificada e expandir a base de empregos
na cidade.
5-COOPERATIVA DE CATADORES
• Participação da PREFEITURA:
•
incrementar o apoio técnico e operacional às
Cooperativas existentes e avaliar a necessidade de
implantação de novas unidades, para que
funcionem como núcleos de recepção e separação
inicial de materiais recicláveis da Cidade;
•
divulgar, junto à mídia, a importância da
participação voluntária da população na
segregação dos materiais recicláveis e entrega nos
PEV´s ou cooperativas;
5-COOPERATIVA DE CATADORES
•
gerar parceria com a população para o
atingimento dos objetivos do projeto, quanto à
entrega voluntária dos materiais recicláveis nos
locais apropriados;
•
coletar, semanalmente, os materiais
recicláveis dispostos pela população nos PEV´s;
•
encaminhar os materiais recicláveis para a(s)
Unidade(s) Central(is) de Reciclagem, visando
agregar valor aos mesmos;
5-COOPERATIVA DE CATADORES
•
promover parceria com as indústrias
recicladoras existentes, visando diminuir a
intermediação na venda desses materiais;
•
estimular a implantação de novas indústrias
de processamento de materiais recicláveis.
• Participação da população:
•
separar o material reciclável do lixo
domiciliar e entregá-lo de forma voluntária e
regular nos PEV´s ou nas cooperativas de
catadores existentes.
5-COOPERATIVA DE CATADORES
• Quantitativos:
•
•
•
•
•
MATERIAL RECICLÁVEL ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
6 - RECICLAGEM DE ENTULHO
• Reduzir a disposição inadequada de entulho
de obra nos logradouros, reaproveitando-o
como agregado para a fabricação de peças
de mobiliário urbano e habitação e, de subbase de vias.
6 - RECICLAGEM DE ENTULHO
• Objetivo: Ordenar a disposição inadequada
de entulho de obras e promover seu
reaproveitamento como agregado para a
fabricação de peças de mobiliário urbano e
de habitação e, sub-base de vias.
6 - RECICLAGEM DE ENTULHO
• Participação da PREFEITURA:
•
implantar ... Unidades de Reciclagem de
Entulho, com capacidade unitária de ...
toneladas/dia, nos pontos: ......
•
divulgar, junto à mídia, a importância da
disposição voluntária desses materias nas unidades
de processamento, pelas empresas e carreteiros;
•
promover ações junto às Empresas de
Construção Civil, visando a ordenação da
disposição e reaproveitamento desses materiais;
6 - RECICLAGEM DE ENTULHO
•
separar e processar os materiais
recebidos.
•
• Participação das empresas e carreteiros:
•
dispor voluntariamente o entulho
limpo de obra nas unidades de
processamento.
6 - RECICLAGEM DE ENTULHO
•
•
•
•
•
•
•
Quantitativos:
PRODUÇÃO DE ENTULHO ESTIMADO
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
7 - RECICLA VERDE
• Promover a reciclagem de resíduos
provenientes de poda, capina, ceifagem de
áreas verdes dos parques, praças e
logradouros
LIXO
VERDE,
transformando-o em composto orgânico.
7 - RECICLA VERDE
• Objetivo: Reduzir a disposição de resíduos
provenientes de poda, capina e ceifagem de
áreas verdes - LIXO VERDE - nos aterros
sanitários, transformando-os em composto
orgânico para utilização em solos
degradados.
7 - RECICLA VERDE
• Participação da PREFEITURA:
•
implantar Células de Compostagem em
áreas próximas a grandes centros geradores;
•
destinar os resíduos provenientes de poda,
capina e ceifagem para as unidades de
compostagem de lixo verde;
•
dispor o material recebido para processar a
compostagem através do método natural;
7 - RECICLA VERDE
•
divulgar junto à mídia, sobre a
reutilização desse lixo verde, em áreas
ajardinadas e arborizadas da Cidade;
•
disponibilizar esse composto para
doação à Parques e Jardins, a entidades
sociais ou comunitárias e demais
interessados.
7 - RECICLA VERDE
•
•
•
•
•
•
•
Quantitativos:
PRODUÇÃO ESTIMADA DE LIXO VERDE
DATA DE IMPLANTAÇÃO
PRAZO DE IMPLANTAÇÃO TOTAL
INVESTIMENTO TOTAL - Previsto
DESPESA OPERACIONAL TOTAL - Prevista
JOSE MARIA DE MESQUITA JR
ENG. QUIMICO / AMBIENTAL
(21) 557 6934 9971 2275
[email protected]
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RECUPERACAO DOS MATERIAIS DESCARTADOS