GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Engenharia Química
Revisado e apresentado pelo Colegiado
do Curso de Graduação em Engenharia
Química a Pro Reitoria de Graduação.
2
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Prof. Dr. José Maria da Silva
Reitor
Prof. Msc. Marcos Antônio Távora de Mendonça
Pró-Reitor de Graduação
Prof. Msc. Paulo Sérgio Bezerra
Chefe da Divisão de Apoio ao Ensino
Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes
Coordenador do Curso de Engenharia Química
Prof. Msc. Felipe Fernando da Costa Tavares
Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes
Prof. Msc. Marcos Danilo Costa de Almeida
Elaboradores do Projeto Pedagógico do Curso
de
Graduação em Engenharia Química
3
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
SUMÁRIO
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 7
1. APRESENTAÇÃO ...................................................................................................... 8
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................................ 10
2.1 O ESTADO DO AMAPÁ .......................................................................................... 10
2.2 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO DO ESTADO
DO AMAPÁ ................................................................................................................... 13
2.3 ÁREAS DE ATRAÇÃO PRIORITÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO............... 18
2.4 O PLANO AMAPÁ PRODUTIVO............................................................................. 21
2.4.1 Arranjos Produtivos Locais – APL’S e sua Relação com o
Desenvolvimento do Estado. ..................................................................................... 24
2.5 O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UEAP ................................................................ 28
2.5.1 Objetivos ............................................................................................................. 30
2.5.2 Metas ................................................................................................................... 31
2.5.3. Estrutura Sistêmica da Universidade .............................................................. 31
2.5.5. Política de Inclusão Social ............................................................................... 33
2.5.5.1 Unidade de Educação Inclusiva ........................................................................ 35
2.5.4. Pesquisa e Pós-Graduação .............................................................................. 36
2.6 A CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA.......................................... 38
3. OBJETIVOS DO CURSO.......................................................................................... 40
3.1 - GERAL .................................................................................................................. 40
3.2 – ESPECÍFICOS ..................................................................................................... 40
4. JUSTIFICATIVA........................................................................................................ 41
5. PERFIL PROFISSIONAL QUE SE DESEJA FORMAR ........................................... 42
6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ............................................................................................. 44
7. PRÁTICA E CORPO DOCENTE .............................................................................. 45
8. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS .............................................................................. 46
4
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
8.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS ................................................................................. 46
8.2. A MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................... 46
8.3. OS COMPONENTES CURRICULARES OU CURSOS COMPLEMENTARES DE
GRADUAÇÃO ............................................................................................................... 47
8.4. AS ATIVIDADES DE COMPLEMENTAÇÃO CURRICULARES NA
GRADUAÇÃO ............................................................................................................... 48
8.5. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ................................................ 49
8.6. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ............................................ 50
8.7. O INCENTIVO A PESQUISA E A EXTENSÃO ...................................................... 51
8.8. METODOLOGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO ..................................................... 52
8.9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR ...................................................... 53
9. MATRIZ CURRICULAR ............................................................................................ 53
9.1. ESTRUTURA CURRICULAR GERAL .................................................................... 54
9.2. ELENCO DOS COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE COM
RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS. ............................................. 54
9.3. COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS NA GRADUAÇÃO COM
RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS .............................................. 57
9.4. ATIVIDADES CURRICULARES NA GRADUAÇÃO ............................................... 59
9.5. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................ 59
10. RECURSOS HUMANOS......................................................................................... 59
10.1. ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO ..................................................................... 60
10.2. ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS ....................................................................... 61
10.3. RELAÇÃO DE DOCENTES, SUA QUALIFICAÇÃO E ÁREA DE ATUAÇÃO. ..... 64
10.3.1. Tabela de regime de trabalho dos docentes ................................................. 65
10.3.2 – Quadro Resumo da Qualificação Docente .................................................. 65
11. INFRA-ESTRUTURA .............................................................................................. 71
11.1. INFRA-ESTRUTURA ATUAL DA UEAP .............................................................. 71
5
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
11.2. ESTRUTURAS DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO BÁSICO ......................... 71
11.3. ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO PROFISSIONAL............... 72
11.3. BIBLIOTECA ........................................................................................................ 74
12. ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS .......................... 74
13. ESTUDO/EDUCAÇÃO CONTINUADA E ATUALIZAÇÃO..................................... 75
14. INTERAÇÃO SOCIAL E HUMANIZAÇÃO DA VIDA UNIVERSITÁRIA ................. 76
15. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL .............................................................................. 76
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................... 77
REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 79
ANEXOS
A-
PARECER DE IMPLANTAÇÃO
B-
REFERENCIAIS DOS CURSOS DE ENGENHARIAS
C-
PARECER CNE/CES 1362/2001, DIRETRIZES CURRICULARES
PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
D-
RESOLUÇÃO CNE/CES 11/2002. DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
E-
LEGISLAÇÃO VIGENTE – CREA – CRQ – CLT
F-
PORTARIA DE AUTORIZAÇÃO DO CONSU.
APÊNDICE
PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES E BIBLIOGRAFIA*
* Disponibilizadas no Apêndice
6
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Nome do Curso: Bacharelado em Engenharia Química
Titulo Conferido: Engenheiro Químico
Documento de Autorização: Aprovação no CONSU, dia 10/08/2009 em reunião
extraordinária.
Turno: Diurno, Vespertino e Noturno.
Carga Horária: 4.820
Matriz Curricular: 65 disciplinas
Duração:
Mínimo 5 (cinco) anos;
Maximo 10 (dez) anos.
Vagas: 50 (oferta anual)
Equipe de Elaboração:
Prof. Msc. Felipe Fernando da Costa Tavares
Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes
Prof. Msc. Marcos Danilo Costa de Almeida
Engenheiros Químicos Responsáveis
Elaboração do Projeto Político do Curso de Graduação em Engenharia Química
7
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
1. APRESENTAÇÃO
O Curso de Engenharia Química vem de encontro às orientações do Plano de
Desenvolvimento Institucional que o Governo do Estado do Amapá em sua linha de
verticalização que pretende realizar perante a sua gestão, sociedade e comunidade
local e regional.
O presente projeto político pedagógico, documento concebido na perspectiva
de contemplar, de forma ampla, o interesse de todos os segmentos tanto
institucional como a sociedade e em particular os acadêmicos que irão ingressar na
universidade a fim de possibilitar um dialogo constante com a necessidade da
sociedade e os acadêmicos que futuramente serão os engenheiros químicos
colocados no mercado de trabalho por essa instituição.
Pelo fato da UEAP ser uma universidade em implantação e ainda ser uma
instituição recente com somente com três anos iniciais o referido projeto leva em
consideração as demandas institucionais do governo e da sociedade.
A UEAP criada para desenvolver a construção e o aprimoramento de cabeças
capazes
e
competentes
com
novos
profissionais
voltados a
cumprir as
responsabilidades inerentes de cada profissão como elemento promotor de
transformações sociais e de melhoria da qualidade de vida.
A UEAP está cada vez se firmando no cenário sócio-científico-educacional para
enfrentar os desafios que lhe são colocados, com ética e com compromisso social
formará especialistas para alavancar a sociedade com mais um curso de formação a
nível de graduação como a Engenharia Química nos mais diferentes processos de
transformação de matérias primas nativas da região em produtos que em um futuro
próximo serão estudados, criados, comercializados e consumidos tanto no mercado
local como no nacional e até no internacional.
8
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química da
UEAP estabelece as orientações de composição da matriz curricular, políticas de
articulação entre ensino, pesquisa e extensão, perfil do egresso, estratégias
pedagógicas, qualificação docente, métodos de avaliação, apresentando assim os
princípios norteadores do funcionamento do curso, de acordo com a política de
desenvolvimento do Governo.
Prof. Dr. José Maria da Silva
Reitor
9
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
2.1 O ESTADO DO AMAPÁ
Localizado na porção nordeste da Região Norte do País, o Estado do Amapá
2
ocupa área de 143.453,7 km , limitando-se ao norte com a Guiana Francesa, a
noroeste com o Suriname, a leste com o oceano Atlântico e ao sul, oeste e sudeste
com o Estado do Pará, do qual está separado pelo rio Amazonas. Parte de sua
superfície é constituída por terras baixas onde se encontram mangues e lagos (bacia
do Oiapoque, litoral atlântico, foz do Amazonas), embora também possua trechos
mais elevados, com altitudes superiores a 200 metros, na região centro-ocidental,
incluída no Planalto das Guianas.
O clima predominante no Amapá é equatorial, ou seja, quente e muito úmido,
com índice de pluviosidade superior a 2.500 mm anuais. As temperaturas médias
anuais oscilam entre 25 e 30º C. A maior parte do território do Estado do Amapá,
cerca de 73% do total, que corresponde a aproximadamente 97.000 km2, está
coberta pela Floresta Amazônica ou Hiléia Brasileira.
A cobertura vegetal, no entanto, fisionomicamente corresponde a dois
padrões distintos: o domínio das formações florestadas e o domínio das formações
campestres. O Amapá tem uma situação única entre todos os Estados da Amazônia.
Só 3% de sua área de 140.276 km2 foi desmatada. Assim, a floresta de mata firme,
que ocupa 70% do território, conserva sua biodiversidade praticamente intacta.
O Estado do Amapá é detentor do maior índice de preservação ambiental do
país, ver Figura 01  cerca de 97% de sua cobertura vegetal preservada, sendo
56% dessa área demarcada em áreas protegidas. Destas, 67.570 Km2 da superfície
do Amapá são de Unidades de Conservação (entre reservas federais, estaduais e
propriedade privada) e 11.114 Km2 de reservas indígenas. Dentre as Unidades de
Conservação situa-se o Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque, maior
10
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
parque de reserva florestal do planeta, com 3,8 milhões de hectares. Contudo, todo
esse ambiente e potencial de biodiversidade se apresentam também como desafio
às políticas públicas, com vistas ao desenvolvimento do Estado. Destarte, a
preocupação fundamental que se coloca ao governo do Estado e à sociedade civil é:
como potencializar a rica biodiversidade do espaço territorial do Amapá,
transformando em oportunidade de negócios visando à geração de riqueza e renda
em benefício das populações locais, mantendo níveis satisfatórios de conservação
do meio ambiente.
Figura 01. Corredor da Biodiversidade no Estado do Amapá
Terras indígenas
Unidades de Conservação
Fonte: Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI/UEAP
Quanto à hidrografia, aproximadamente 39 % da área de sua bacia, é
pertencente à bacia amazônica, enquanto o restante incorpora-se ao trecho norte e
11
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
nordeste da bacia do Atlântico Sul. Seus rios mais extensos são o Jari, o Oiapoque e
o Araguari, que correm diretamente para o oceano Atlântico. O Jari é principal
tributário do rio Amazonas e o Oiapoque corre na fronteira com a Guiana Francesa.
Destacam-se ainda na bacia hidrográfica do Estado, os rios Calçoene e Maracá.
A população do Estado do Amapá é de 563.538 habitantes, segundo IBGE 2007, distribuídos entre 16 municípios, com densidade demográfica de 2,21
habitantes por km2. A população na faixa etária de 0 a 14 anos representa 45,4 % do
total, enquanto as pessoas entre 15 e 59 anos somam 50,7 % e as de 60 anos ou
mais respondem por 3,9 % do total da população do Estado. Grande parte dos
habitantes, que corresponde a 89,89 % do total, reside nas áreas urbanas, enquanto
apenas 10,11 % vivem no meio rural.
A economia do Amapá é fortemente concentrada nas atividades comerciais e
no setor de serviços, com uma participação significativa dos recursos públicos,
principalmente através da renda dos servidores públicos federais e estaduais. Por
isso, surge a necessidade de incentivar o crescimento econômico do Estado, a partir
da implantação de novos empreendimentos, da qualificação avançada de mão-deobra, do incentivo à difusão e transferência de tecnologias e da indução às
atividades empreendedoras, através das micro e pequenas empresas, estimulando
os negócios com base no potencial de recursos naturais do Estado.
Atualmente as principais áreas de desenvolvimento da economia do Estado
são: produtos florestais (madeireiro e não madeireiro), minérios, agricultura, pesca,
artesanato e turismo. Alguns setores de produção começam a ser explorados e são
promissores na economia estadual, com base na agregação de valor aos produtos
naturais locais, proporcionados pelo desenvolvimento e transferência de tecnologias.
Esses setores são: biotecnologia, fitoterápicos, fitocosméticos e tecnologia de
alimentos.
Contudo, o PIB do Estado representa apenas 0,2% do registrado pelo país
(2008), enquanto que sua população alcança 0,29%. Sua renda per capita – R$
5.233,00 em 2008, a 14º do país - equivale a apenas 69% da média nacional. Os
12
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
setores diretamente produtivos da economia – o Primário e o Secundário – são
responsáveis, juntos, por apenas cerca de 13,8% das atividades, contra 86,2% do
Terciário como mencionado acima (38,7% referentes à Administração Pública).
Estes indicativos mostram que a economia estadual não apresenta
condições favoráveis de gerar empregos para sua população, que cresce
assombrosamente com uma taxa anual próximo de 6%, ou seja, quase o quádruplo
do crescimento demográfico nacional. A predominância do Terciário explica também
a elevada concentração espacial, com cerca de 9 (nove) habitantes em cada 10
(dez) vivendo em áreas urbanas, o que tem gerado inúmeros problemas sociais.
Contudo, o quadro na qual se apresenta o desenvolvimento do Estado do
Amapá, é fruto não somente do crescimento urbano, mas reflete um profundo
descaso que o Estado possuía ao longo de toda a sua História.
2.2 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO DO ESTADO
DO AMAPÁ
O processo de crescimento da cidade de Macapá foi alavancado a partir da
criação do Território Federal do Amapá, em 13 de setembro de 1943, com a edição
do decreto-lei 5.812, assumindo o governo o então capitão do Exército Janary Gentil
Nunes, com o objetivo de integrar, proteger e urbanizar a região. No entanto, como a
forma de criação do Território Federal do Amapá tinha como principal objetivo à
conquista, ocupação e domínio, a população era mantida em condições de
subsistência em atividades agrícolas e mineradoras voltadas para o mercado
externo.
O primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND) traçou como
estratégia para a região, pólos agropecuários e agrominerais. Enquanto, que o
segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND) priorizou o setor de bens de
capital, no sentido da subordinação da abertura de novas frentes de exportação.
Coube ao Amapá, a “missão” de exportar minerais em estado bruto.
13
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
O próprio plano piloto de urbanização da cidade de Macapá, de Janary
Nunes, não levou em consideração as peculiaridades locais e a capacidade dos
amapaenses de se auto-organizarem e de instituírem seu próprio governo. (MORAIS
& ROSÁRIO,1999)
Desta forma, o processo de crescimento do Território Federal do Amapá
iniciou-se a partir da relação entre os mercadores, que visavam à exploração de
riquezas baseada na nova concepção de economia gerada a partir do capitalismo, e
os grupos sociais já existentes na região, mudando assim, o cenário urbano
O plano de industrialização do Território Federal do Amapá datado de 1945,
onde se verificam as amplas isenções de impostos, recomenda que seja criado um
projeto de lei de isenções para a implantação de indústrias novas. Fica claro, que
paralelamente à viabilização econômica, houve a isenção fiscal, subsidiando o
capital estrangeiro injetado na região, ou seja, o público e privado associados,
proporcionando ao Território do Amapá perspectivas nada alentadoras. (MORAIS &
ROSÁRIO,1999)
A partir de então, o espaço amapaense conhece um processo de apropriação
de seus recursos naturais (principalmente minerais) por grandes grupos que foram
favorecidos através de políticas de valorização e desenvolvimento da Amazônia,
adotadas em um primeiro momento pela Superintendência do Plano de Valorização
Econômica da Amazônia (SPVEA) a partir de 1953 e, depois pela Superintendência
do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) a partir de 1966. (SANTOS, 2009, p.
22)
A relação entre o Estado e o Capital fica mais evidente principalmente após a
descoberta de manganês em Serra de Navio. A empresa que recebeu a concessão
foi a ICOMI, que representou um referencial de monopólio de mineralogia na
Amazônia, e visou à exploração dos recursos naturais basicamente em prol da
acumulação. (MORAIS; ROSÁRIO, 1999)
Apesar do edital de licitação para a concorrência de exploração do
manganês, ter sido disputada por duas empresas americanas – United States Steel
e a Hanna Coal & Ore Corporation, e uma pequena empresa brasileira da época: a
14
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
ICOMI, surpreendentemente, o governo brasileiro optou por esta última, justificando
que era fundamental o desenvolvimento de uma empresa do próprio país. Mais
tarde, após vencer a concorrência Azevedo Antunes transformou sua empresa em
sociedade anônima, vendendo 49% de suas ações para a BETHLEHEM STEEL
tirando proveito de uma cláusula do edital de licitação que teria sido incluída pelo
próprio Azevedo Antunes. (SANTOS, 2009)
Para consolidar ainda mais a subordinação, é estatuída, em janeiro de
1968, a lei Orgânica do Território Federal do Amapá, onde percebe-se ainda a
legitimidade do que ocorria na prática, assim, no aspecto econômico, a lei determina
“quando”, “onde”e “de que forma”, os interventores poderiam implantar o
desenvolvimento econômico, contudo, o Governo Federal continuava a controlar e
manipular a administração territorial. (MORAIS &; ROSÁRIO, 1999)
Em relação à população, pode-se observar que a instauração do Território
Federal do Amapá foi acompanhada de um processo de assimilação de uma mística
de que eram incapazes e imaturos de assimilarem a tecnologia, a ciência e de
praticarem a democracia.
“Sendo a cultura um acervo de idéias, princípios, normas, instituições,
estruturas, experiências, conhecimentos, saberes, instrumentos e processo que
permitem ao homem, ao grupo e às suas gerações explorarem socialmente a
natureza, realizarem sua filosofia de vida e atingirem os propósitos de suas
atividades artísticas, tecnológicas e cientificas, tornando-se o elemento fundamental
e necessário para sua evolução e desenvolvimento”. (ARISTÓTELES apud NUNES,
1979)
No entanto, no Território Federal do Amapá, desde sua origem, em 1947, a
população somente recebeu instrução primária, secundária, colegial e de nível
médio; insuficientes para que os amapaenses construíssem ou reformulassem suas
razões fundamentais de vida e decidissem sobre sua evolução. A própria
Universidade Federal do Amapá só seria criada a partir da transformação do
Território Federal do Amapá em Estado.
15
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
As décadas dos anos 70 e 80 apresentaram, ainda os Planos de
Desenvolvimento da Amazônia (PDAs); o Programa Grande Carajás; e, nos anos
90, os Eixos de Desenvolvimento. Todos esses planos convergiam para dois
resultados, conquanto não explicitados, mas efetivos:
a)
O objetivo final não era o desenvolvimento da Amazônia, mas sim
torná-la fornecedora de insumos e de divisas externas para a economia
nacional, leia-se, a do centro desenvolvido;
b)
Os modelos privilegiavam a grande propriedade, sejam os enclaves
minerometalúrgicos, sejam os grandes latifúndios pecuários e a grandes
madeireiras.
Diante da situação de marginalidade em que se encontrava a população do
Amapá-Território ante os efeitos negativos iniciou-se “o planejamento do processo
de transformação do Amapá-Território em Estado, de acordo com a Declaração
Universal dos Direitos do Homem, com os dispositivos constitucionais e a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional”. (NUNES, 1979)
Apesar da criação do Estado, o Amapá ainda constituía uma economia fraca
baseada principalmente na agricultura que apresentava um baixo dinamismo não
despertando grandes atrativos para a população, concomitantemente ao processo
de concentração fundiária provocada por empreendimentos como a AMCEL (Amapá
Celulose S.A.), os dois principais núcleos urbanos se transformaram nos maiores
pontos de concentração demográfica do Estado.
A falta de incentivos à agricultura familiar e um crescente fluxo de migração
de outros estados brasileiros acarretam um crescimento urbano permeado de
contrastes. Neste espaço, a periferização de boa parte é um fato notório, que não
tendo condições de habitar ou sendo “expulsa” das áreas centrais, ocupa áreas
periféricas e também as áreas alagadas, localmente denominadas de “ressacas”.
A criação da ALCMS (Área de Livre Comercio de Macapá e Santana) acentua
ainda mais a tendência de concentração urbana no Estado recém-formado, sendo
16
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
que, de acordo com dados do IBGE, em 2000 Macapá e Santana apresentaram as
maiores densidades demográficas do Estado: 43,12 hab/km2 e 50,30 hab/km2,
respectivamente.
Concomitantemente, iniciam em todo o mundo, as discussões sobre uma
nova concepção de desenvolver sem prejuízos para o meio-ambiente, o conceito de
desenvolvimento sustentável encontra-se no relatório da Comissão Mundial sobre o
Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pela ONU, em 1987. A partir daí, em
1992, realizou-se na Cidade do Rio de Janeiro, a ECO – 92, que contou com a
participação dos países membros da ONU para a produção de um programa de
ação para o desenvolvimento sustentável em todo o mundo a Agenda 21.
Os anos 90, desta forma, marcaram uma nova fase nas políticas públicas
para a Amazônia. Não se trata de alteração na visão dos burocratas do Estado na
forma de concepção do desenvolvimento para a região, que continua a obedecer as
mesmas diretrizes postas em prática a partir do Governo Militar. Notadamente a
partir desse período, o discurso desenvolvimentista para a região passa a ser
permeado de “preocupações” ecológicas.
No caso brasileiro, a extrema dificuldade do Estado Nacional em administrar a
extensão territorial da Amazônia e levando em consideração a riqueza natural de
sua biodiversidade, desperta os interesses de países mais ricos e atrai a biopirataria.
Para atender as metas firmadas com WWF (Fundo Mundial para a Natureza)
de transformar 10% da Amazônia em UCs (Unidades de Conservação), antes da
RIO +10, o Governo Federal assina as pressas a criação do Parque do
Tumucumaque, criando o maior corredor de biodiversidade do país. É o mais claro
exemplo da imposição de projetos e ações traçadas para a região sem uma
discussão com a população regional, que é a aquela diretamente afetada. Até o
presente momento, municípios como Laranjal do Jari, que apresenta um dos
maiores índices de favelização e miséria, que teve 53% do seu território reduzido
com a criação do Parque não obteve nenhuma compensação importante e nem o
Estado do Amapá.
17
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
A escassez de terras para a produção; a burocracia excessiva e as exigências
demasiadamente rígidas para acesso ao crédito; a falta de incentivos e de políticas
públicas direcionadas e consistentes para o setor primário; os obstáculos naturais do
isolamento e da precariedade dos meios de escoamento; a escassa assistência
técnica; a incidência de pragas e doenças (a EMBRAPA detectou nos últimos anos
aumento dos casos do mal da sigatoka negra, do fusarium e da mosca da
carambola); além do alto custo dos insumos (calcário e fertilizantes) reduziu a
atividade produtiva do Amapá quase que relegada ao extrativismo (açaí, castanha e
madeiras) com pouca ou nenhuma agregação de valor, condenando sua população
a acorrer ao meio urbano, tornando-o cada vez mais “inchado”.
Enfim,
não
havia
de
fato
um
compromisso
com
um
projeto
de
desenvolvimento economicamente efetivo, socialmente justo e ambientalmente
sustentável, voltado para os habitantes de nossa Região.
2.3 ÁREAS DE ATRAÇÃO PRIORITÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO
Nos últimos anos, têm-se registrado no Brasil inúmeras experiências
exitosas por meio da abordagem de Arranjos Produtivos Locais – APLs como
estratégia potencial de desenvolvimento, por envolver um grande número de atores
públicos e privados de forma coletiva e participativa.
A temática de aglomerado de empresas em um território não é nova.
Estudiosos consideram que Alfred Marshall (1842-1924) foi o primeiro a discorrer
sobre o assunto, analisando a idéia de que a aglomeração de produtores numa
localização em particular traz vantagens que explicam a aglomeração. (MARSHALL,
1996)
Em Princípios de Economia, Marshall (1996) introduz a idéia de que os
aglomerados de empresas se apresentam como um sistema organizacional que
18
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
proporciona a um conjunto de pequenas empresas a competitividade e a eficiência
das grandes empresas.
O apoio a Arranjos Produtivos Locais é fruto de uma nova percepção de
políticas públicas de desenvolvimento, em que o local passa a ser visto como um
eixo orientador de promoção econômica e social. Seu objetivo é orientar e coordenar
os esforços governamentais na indução do desenvolvimento local, buscando-se, em
consonância com as diretrizes estratégicas do governo, a geração de emprego,
renda e o estímulo às exportações.
A estratégia utilizada para a atuação da APL decorre do reconhecimento de
que políticas fomentadoras às pequenas e médias empresas são mais facilmente
gerenciadas quando direcionadas a um grupo de empresas e não a empresas
individualizadas. Desta forma, o tamanho da empresa passa a ser secundário, frente
ao potencial competitivo dessas firmas agrupadas ou cooperadas.
A partir do conceito levantado no Plano Plurianual de Ações 2004-2007 é
possível observar que o Governo Federal acolheu a idéia, além do que, um número
cada vez mais de Ministérios e agentes públicos vem implantando programas de
ações aplicadas em diversos arranjos localizados em todo o território.
Em seguida, foi formalizado o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos
Produtivos Locais, com caráter interinstitucional, com as seguintes finalidades:
a)
Identificar os arranjos produtivos locais existentes no país, inclusive
aqueles territórios produtivos que apresentem potencialidade para se
constituírem como futuros arranjos produtivos locais, conforme sua importância
no respectivo território;
b) Definir critérios de ação conjunta governamental para o apoio e
fortalecimento de arranjos produtivos locais, respeitando as especificidades de
atuação de cada instituição e estimulando a parceria, a sinergia e a
complementaridade das ações;
19
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
c) Propor modelo de gestão multisetorial para as ações do Governo Federal no
apoio ao fortalecimento de arranjos produtivos locais;
d) Construir um sistema de informações para o gerenciamento das ações a que
se refere a alínea anterior;
e) Elaborar um Termo de Referência que contenha os aspectos conceituais e
metodológicos relevantes atinentes ao tema de trabalho.
Este Termo representa, portanto, a consolidação das discussões do Grupo de
Trabalho sobre a proposta de atuação integrada de políticas públicas em arranjos
produtivos locais.
Desta forma, o Governo do Estado, a partir da criação do Plano Amapá
Produtivo, resolveu em consenso com seus parceiros e sociedade criar APLs como
foco de ação para as políticas de desenvolvimento econômico e social do Amapá.
Pela definição adotada pela REDESIST (Rede de Pesquisas em Sistemas
Produtivos e Inovativos Locais da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ)
“Arranjos Produtivos Locais são aglomerações territoriais de agentes econômicos,
políticos e sociais - com foco em um conjunto específico de atividades econômicas que apresentam vínculos mesmo que incipientes”.
Por seu turno, o SEBRAE estabeleceu em 2003 o seguinte conceito em seu
Termo de Referência para Atuação do Sistema SEBRAE em Arranjos Produtivos
Locais “Arranjos Produtivos Locais são aglomerações de empresas, localizadas
em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm
vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com
outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de
crédito, ensino e pesquisa”.
Assim, existe uma vasta literatura nacional e internacional sobre o fenômeno
da aglomeração de empreendimentos de uma mesma atividade produtiva em uma
determinada região geográfica. Há muitas denominações e ênfases diferentes. O
mesmo fenômeno é às vezes denominado arranjo produtivo local, sistema produtivo
local ou mesmo “cluster”.
20
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Em linhas gerais, um APL se caracteriza por um número significativo de
empreendimentos e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva
predominante, e que compartilhem formas percebidas de cooperação e algum
mecanismo de governança, e pode incluir pequenas, médias e grandes empresas.
Essa definição é talvez a mais usual na formulação de políticas públicas.
De modo geral, todo APL constitui um tipo particular de cluster, formado por
micro, pequenas e médias empresas, agrupadas em torno de um negócio
(atividades similares e complementares), onde se enfatiza o papel desempenhado
pelos relacionamentos formais e informais – entre os empreendimentos e as demais
instituições envolvidas (empresas produtoras de bens e serviços, centros de
pesquisa, centros de capacitação e treinamento, unidades de pesquisa e
desenvolvimento, públicas e privadas). Os empreendedores compartilham uma
cultura comum e interagem, como um grupo, com o ambiente sociocultural local.
Essas interações, de natureza cooperativa ou competitiva, estendem-se
além do relacionamento comercial e tendem a gerar ganhos de escala, economia
externas, associadas a socialização do conhecimento e à redução dos custos de
transação.
2.4 O PLANO AMAPÁ PRODUTIVO
A
necessidade
de
criação
de
um
Plano
de
Desenvolvimento
Socioeconômico para o Estado, com embasamento técnico-científico, envolvendo
um planejamento participativo de instituições públicas e privadas que atuam no setor
produtivo, bem como, da sociedade organizada, foi elaborado o Plano Amapá
Produtivo.
O desdobramento do estudo está focalizado na implementação de ações
interinstitucionais integradas de curto, médio e longo prazos, voltadas para a criação
de um ambiente favorável para o surgimento e consolidação de micros, pequenos,
21
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
médios e grandes empreendimentos, com base nas vocações, vantagens
comparativas e potencialidades naturais do Estado do Amapá.
Em relação à Amazônia, há um consenso entre pesquisadores e instituições
de pesquisas (nacionais e internacionais) que esta possui a maior biodiversidade do
planeta. Assim, as dimensões da biodiversidade têm proporcionado que o
crescimento da Amazônia esteja diretamente relacionado ao dinamismo das
atividades vinculadas à exploração dos seus recursos naturais.
Neste sentido, a biodiversidade pode ser encarada como um fator
verdadeiramente estratégico para a região, o que possibilita a necessidade da
criação de novos produtos, a partir da utilização de novos insumos, e porque não
dizer, que a partir de um novo paradigma técnico-econômico, é imperativo a criação
de novas instituições de pesquisa e ensino que proporcionem a incorporação de
novas tecnologias, principalmente do segmento das biotecnologias, a partir da
difusão de novos profissionais formados com um perfil sócio-econômico voltados
para alcançar melhores níveis de desenvolvimento, em benefício da população local
com um melhor aproveitamento dos abundantes recursos naturais da Amazônia.
Portanto,
o
uso
econômico
sustentável
da
incalculável
riqueza
da
biodiversidade da Amazônia se constitui num dos grandes desafios dessa imensa
região, tanto no processo de aproveitamento da vocação regional com base na
exploração sustentável dos recursos naturais por meio da incorporação de
tecnologia, como na agregação de valor aos produtos. (ABRANTES, 2003)
Logo, são inegáveis as potencialidades da Região Amazônica, frente a um
mercado internacional que retoma o consumo de bens naturais industrializados, se
tornando cada vez mais promissor, o que possibilita novas perspectivas para uma
melhor exploração racional e sustentável da biodiversidade dessa região. Assim, a
Amazônia dispõe de potencialidades naturais capazes de se transformarem em
realidades econômicas, transformando vantagens comparativas em vantagens
competitivas. Além dos produtos naturais largamente conhecidos, é necessário
incluir uma grande variedade de outros produtos aptos à introdução no processo
22
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
produtivo de fármacos, fitoterápicos, cosméticos, perfumes, corantes naturais,
alimentos e etc.
Figura 02. Principais Atividades Produtivas por Pólos de Desenvolvimento
Território VIII
Madeira,
Mandiocultura,
Bioindústrias,
Fruticultura e
Florestal não
madeireiro.
Território V
Território I
Madeira, Mandiocultura,
Fruticultura, Apicultura,
Florestal não madeireiro,
Rochas
Ornamentais,
Aqüicultura e Grãos
(Arroz, Feijão, Milho).
Mandiocultura,
Pesca
Artesanal,
rochas
Ornamentais e Turismo.
Território II
Mandiocultura,
Fruticultura, Pecuária de
Corte, Pesca Artesanal,
Rochas
Ornamentais,
Aqüicultura e Grãos
(Milho, Arroz e Feijão).
Território VII
Mandiocultura,
Fruticultura,
Pesca
Artesanal, Apicultura,
Oleiro
Cerâmico,
Florestal não madeireiro
e Aqüicultura.
Território III
Madeira, Mandiocultura,
Fruticultura, Pecuária de
Corte, Pesca Artesanal,
Rochas
Ornamentais,
Aqüicultura, Grãos (Arroz,
Feijão, Milho).
Território VI
Território IV
Madeira e Móveis, Produtos do Açaí,
Fruticultura, Mandiocultura, Pecuária
de Corte, Pesca Artesanal, Apicultura,
Hortifrutigranjeiros,
Aqüicultura,
Bioindústrias e Grãos (Arroz, Feijão,
Milho).
Mandiocultura, Pecuária de Corte,
Pesca
Artesanal,
Apicultura,
Hortifrutigranjeiros, Florestal não
madeireiro e Grãos (Arroz, Feijão,
Milho)
Fonte: Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI/UEAP
Decerto, o grande desafio da economia do Amapá é atrair empreendimentos
que promovam a transformação in situ dos produtos naturais, mantendo os níveis
satisfatórios de conservação ambiental. Para tanto, impõe-se ao Governo do Estado
promover investimentos em infraestrutura, formação técnica de recursos humanos e
no desenvolvimento científico e tecnológico, que permita a geração e difusão de
novos conhecimentos e tecnologias visando à melhoria dos produtos naturais locais
a partir da inovação.
23
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
A partir do levantamento das atividades produtivas, georeferenciadas, podese averiguar Pólos de Desenvolvimento capazes de receber estímulos e apoios
focados visando alavancar a economia do Estado do Amapá a partir de estímulos a
criação de APL’s – Arranjos Produtivos Locais.
2.4.1
Arranjos
Produtivos
Locais
–
APL’S
e
sua
Relação
com
o
Desenvolvimento do Estado.
Assim, o Plano Amapá Produtivo é norteado de acordo com a Metodologia
de
Desenvolvimento
de
Arranjos
Produtivos
Locais
do
Projeto
Promos/Sebrae/BID, utilizando os eixos de atividades, processos e ações,
orientando o desenvolvimento dos APLs neste Estado.
Eixo 1: Dinâmica dos APLs
Nesse eixo, são trabalhados os fundamentos de natureza interativa do
desenvolvimento dos APLs, atingindo, de forma ampla, o contexto social e
institucional do território. As instituições que atuam sob a inspiração de fundamentos
técnicos, em áreas como formação de mão-de-obra, regulação da base legal das
empresas, organização da sociedade civil, e o poder público, de forma geral, são
envolvidas
diretamente,
interagindo
de
acordo
com
as
suas
respectivas
competências com o setor empresarial em questão.
Todas as ações desenvolvidas no APL são geridas a partir deste eixo, por
meio da criação de um FÓRUM DO APL e/ou Conselho Consultivo composto por
representantes do setor produtivo, do setor público, de entidades de classe, ONGs e
demais instituições representativas da região.
Esse fórum permite construir,
paulatinamente, uma consciência coletiva com o objetivo de estabelecer o
reconhecimento e a visualização do território do APL como um todo, definindo a
atuação e a importância de seus diversos atores, fomentando a sua organização e
definindo os critérios e as rotinas de participação coletiva.
24
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
O planejamento participativo é o principal instrumento social para o
desenvolvimento do APL, incluindo no processo todos os atores capazes de
assegurar uma representatividade ampla. Esse trabalho de inclusão tem como
objetivo alargar o fórum de participação, de modo a criar procedimentos de consulta
social e intersetorial, garantindo maior representatividade e produtividade das
reuniões.
A experiência mostra que essa dinâmica é capaz de produzir diagnósticos
cada vez mais apurados do APL, focalizando suas potencialidades e dificuldades,
interligando aspectos econômicos, sociais, políticos e institucionais. Com isso, é
possível alcançar níveis superiores de capital social e associativismo, capazes de
gerar novas políticas públicas e ações coletivas coordenadas.
EIXO 2: Desenvolvimento Empresarial e Organização da Produção
O eixo Desenvolvimento Empresarial e Organização da Produção abrange os
temas mais conhecidos e mais bem desenvolvidos teoricamente: os assuntos
relativos à produção e à produtividade, em termos quantitativos e qualitativos.
Assim, é analisado com detalhes tudo que constitui o fundamento da produtividade
física da empresa.
Dessa forma, são desvendadas as questões da eficiência tecnológica, da
qualidade, do design e da logística, requisitos essenciais à geração de uma relação
qualidade/preço que viabilize o crescimento de mercado.
Portanto, esse eixo tem o objetivo de trabalhar o gerenciamento das
empresas de forma ampla, analisando problemas como: custos, recursos humanos,
produção, fluxo de caixa, tecnologia e finanças.
Não é possível empreender a melhoria dos processos produtivos sem
investimentos em formação gerencial. Programas de qualificação de gestores, de
enriquecimento e ampliação do capital humano das empresas, de formação
profissional, de empreendedorismo e de aprimoramento de processos burocráticos
25
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
visando alcançar maior eficiência, são algumas das iniciativas essenciais para a
melhoria dos processos produtivos.
A elaboração de um plano de trabalho sólido e realizável pelas empresas, que
defina a estratégia de cada uma e estabeleça sua linha de atuação em consórcios;
de planos de redução de custos; de investimentos em tecnologia e design, com o
objetivo de qualificar e certificar seus produtos e processos complementam o
conjunto de ações fundamentais nesse eixo.
EIXO 3: Informação e Acesso a Mercados
O eixo Informação e Acesso a Mercados incluem tudo o que está relacionado
com a venda, à comercialização das mercadorias. A questão central está voltada ao
problema da agregação de valor ao faturamento das empresas, de forma individual e
coletiva. O que impõe a necessidade de conhecer:
1) o mercado, seu modus operandi, os interesses dominantes, secundários e
emergentes;
2) as avaliações sobre a qualidade do produto vendido e do pós-venda das
empresas do APL;
3) os concorrentes, seus interesses e sua capacidade em termos de produtos,
preços
e
serviços.
Trata-se,
portanto,
de
construir
uma
visão
do
posicionamento competitivo do arranjo.
Nestes termos, o foco desse eixo está em aperfeiçoar, de forma permanente,
o conhecimento de tudo aquilo que está fora do arranjo e que resume seu objetivo
final: vender a produção. Nesse âmbito, torna-se fundamental o fomento da
produção qualificada, o mapeamento de novos canais de comercialização e de
novos padrões de logística, além do incremento de projetos de marketing.
26
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
EIXO 4: Acesso ao Crédito
Nesse eixo serão trabalhadas as questões que envolvem o acesso ao crédito
por parte dos empreendedores. Deverão ser buscadas soluções para minimizar ou
eliminar as barreiras que dificultam o acesso às linhas de créditos disponíveis nos
bancos oficiais, principalmente no Banco da Amazônia, Banco do Brasil e na Caixa
Econômica Federal.
Isso remete a superação de problemas institucionais, tais como a
regularização fundiária, a capacitação de consultores para elaboração de projetos
bem como a instituição de um fundo de aval por parte do Governo do Estado
visando cobrir substancialmente parte das garantias exigidas pelos agentes
financeiros, criando, assim, um ambiente propício para as empresas crescerem e se
fortalecerem no mercado.
EIXO 5: Infra-Estrutura de Suporte ao Desenvolvimento
No eixo Infra-Estrutura de Suporte ao Desenvolvimento serão trabalhados os
aspectos relacionados com a infra-estrutura de pesquisa e desenvolvimento
empresarial, principalmente de desenvolvimento e certificação de novos produtos,
conforme as exigências do mercado; criação de centros tecnológicos conforme as
vocações dos APLs; aspectos de melhoria da produção e seu beneficiamento,
envolvendo, principalmente as questões de logística, visando facilitar o seu
escoamento e comercialização.
Portanto, questões como suprimento de energia; de água potável; abertura
e/ou melhorias de estradas e ramais, melhorias e/ou ampliações de centros
tecnológicos, etc são prioritárias e deverão fazer parte da agenda das instituições
que desenvolvem estas atividades.
A superação desses gargalos deverá possibilitar aos empreendedores a
agregação de valor com conseqüente diversificação da produção, a melhoria da
27
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
qualidade dos produtos, maior produtividade e conseqüentemente redução de
custos. Isso qualificará as empresas a ampliarem seus mercados de forma
competitiva e com sustentabilidade.
2.5 O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UEAP
Neste contexto, a Universidade do Estado do Amapá é fruto de uma ampla
discussão social, devido à necessidade de criação de mais uma instituição pública
voltada para as potencialidades do Estado do Amapá.
Para Abrantes (2002, p.83):
“o aproveitamento da biodiversidade Amazônica, conforme apontam
inúmeros estudos, será o ponto de partida para a inserção da
economia da região na matriz de um novo modelo de
desenvolvimento local, voltado para a sustentabilidade. Logo, a
agregação de valor a estes produtos naturais, via incorporação do
fator tecnológico e capacidade empreendedora, dinamizará alguns
setores da economia, impulsionando o desenvolvimento da região.
(...) Assim, a geração de competitividade e a inovação tecnológica
estão, cada vez mais, baseadas no conhecimento e na organização
do aprendizado, daí o papel central desempenhado pela capacitação
tecnológica (...)”.
Desta forma, percebe-se que a criação de uma instituição de ensino superior
que busca a capacitação de recursos humanos voltados para a exploração da
biodiversidade da região, com responsabilidade ambiental e social, é parte
fundamental para se alcançar o desenvolvimento sustentável defendido por
Abrantes, e tem sido um apelo da sociedade amapaense.
Desde 1997 algumas iniciativas de criação de uma instituição pública de
ensino superior vinham sendo efetivadas por parlamentares e por profissionais da
educação, no entanto, não obtiveram êxito.
Em 27 de dezembro de 2005, o então governador do Estado na época,
Antônio Waldez Góes da Silva, tomou a decisão de criar e implantar uma
28
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
universidade, no âmbito da estrutura administrativa estadual. Para tanto, nesse
mesmo dia criou o Grupo de Trabalho Institucional (GTI) encarregado de discutir e
elaborar a proposta de implantação da instituição.
O GTI foi formado por José Maria da Silva (Secretário de Ciência e
Tecnologia), José Adauto dos Santos Bittencourt (Secretário de Educação), Ivanéia
de Souza Alves (Representante do Sindicato dos Profissionais em Educação),
Conceição Corrêa Medeiros (Representante do Conselho Estadual de Educação) e
Rui Guilherme de Vasconcelos Souza Filho (Representante da Sociedade Civil).
Durante o período de 04 a 07 de fevereiro foram realizadas vários ciclos de
audiências públicas, durante as quais instituições governamentais e nãogovernamentais, apresentaram pareceres sobre a situação da formação em nível
superior no Estado do Amapá, além da apresentação de propostas para a
implantação da Universidade do Estado do Amapá. O objetivo da criação do ciclo de
audiências era buscar, de uma maneira efetiva, a participação direta da sociedade
amapaense organizada na elaboração do projeto de implantação da Universidade.
O GTI produziu um arquivo com as atas das reuniões, um CD contendo as
palestras do ciclo de audiências que contribuiu para a elaboração da lei que instituiu
a universidade estadual e definiu uma listagem de sugestões de cursos a serem
implantados, bem como, o cronograma de implementação.
A Universidade do Estado do Amapá – UEAP teve sua criação autorizada
pela lei nº 0969, de 31/03/2006, e instituída pela lei de autoria do executivo estadual
nº 0996, de 31/05/2006. De acordo com esta última lei, em seu art. 2º, a UEAP tem
como premissas fundamentais: a) autonomia didático-científica e cultural e
administrativa e de gestão financeira e patrimonial; b) atuação em todas as áreas do
conhecimento.
A oferta de cursos da UEAP, na ocasião procurou atender a necessidade de
qualificação de profissionais de nível superior para a realidade local, regional,
nacional e internacional, sendo esta a partir das relações de cooperação que o
Amapá tem estabelecido principalmente com os países situados na fronteira. Isto
29
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
significa dizer que além da universidade desempenhar um papel fundamental na
educação estadual, poderá ser uma referência na região e na zona de fronteira.
Com
base
nas
necessidades
de
mão-de-obra
qualificada
para
o
desenvolvimento local, situam-se os cursos tecnológicos e de engenharias. De outra
ordem, não se trata de instituição com perfil único e especializado, por isso a UEAP
também ofertará cursos de todas as áreas do conhecimento, destacando-se nesse
espectro a formação para o setor de educação, que ainda possui carência em
determinadas áreas do conhecimento.
Desta forma, em janeiro de 2007 a Universidade do Estado do Amapá
realizou seu primeiro vestibular para 06 (seis) cursos, ofertando naquela ocasião 600
vagas, 300 alunos entraram no primeiro semestre e 300 no segundo semestre. Os
cursos oferecidos na oportunidade eram: Licenciatura em Química, Licenciatura em
Pedagogia, Licenciatura em Letras, Bacharelado em Engenharia Florestal,
Bacharelado em Engenharia de Pesca e Bacharelado em Engenharia de Produção.
A UEAP iniciou suas atividades efetivamente no dia 16 de abril de 2007.
2.5.1 Objetivos
A Lei nº 0996 (art. 1º) define os principais objetivos da Universidade do
Estado do Amapá, consoante ao sentido universal de uma instituição que atua na
formação profissional de nível superior, com a especificidade do contexto regional.
Os objetivos são:
1-
Promover a educação superior, desenvolvendo o conhecimento
universal, com especial atenção para o estado do Amapá e para a Amazônia;
2-
Ministrar cursos de grau superior, nos níveis de graduação e pós-
graduação, com ações especiais que objetivem a expansão do ensino, do
conhecimento científico e da cultura em todo o estado do Amapá;
30
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Realizar pesquisa e estimular atividades criadoras, valorizando o
3-
indivíduo em seu processo evolutivo, incentivando o conhecimento científico
relacionado ao homem e ao meio ambiente;
4-
Contribuir com as políticas de desenvolvimento do Estado do Amapá.
2.5.2 Metas
As metas a alcançar com a implantação da Universidade do Estado do
Amapá – UEAP são as seguintes:
— Implementar uma universidade pública que possibilite a oferta de cursos
gratuitos à população local, diminuindo o déficit de oferta de vagas por cursos em
instituição pública no Estado;
 Implantar entre 10 a 15 cursos, até o ano de 2010, de nível superior
voltados para as áreas produtivas e sociais de vocação do Estado do Amapá;
 Qualificar recursos humanos, em níveis de graduação e pós-graduação,
para suprir demandas do mercado de trabalho local;
 Capacitar técnicos com base na cultura do empreendedorismo visando à
criação de novos empreendimentos no Amapá.
2.5.3. Estrutura Sistêmica da Universidade
A partir da Lei Nº 114 de 31 de agosto de 2007, que institui a estrutura
organizacional da Universidade do Estado do Amapá prevê, inicialmente, além do
gabinete da reitoria e acessórias (jurídica e de comunicação), a estrutura executiva
da UEAP será formada por quatro pró-reitorias:
i)
Pró-Reitoria de Graduação: unidade responsável pela política e
execução das atividades acadêmicas do ensino de graduação;
31
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
ii)
Pró-Reitoria de Extensão: unidade responsável pela política e
execução das atividades de extensão;
iii)
Pró-Reitoria de Planejamento e Administração: unidade responsável
pela coordenação, elaboração e execução do planejamento da
instituição, principalmente no que concerne ao planejamento
orçamentário, bem como pela administração de recursos humanos e
patrimônio;
iv)
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: Unidade encarregada
de definir a política de pesquisa e pós-graduação da universidade.
Em termos de estrutura física, um aspecto que está no plano horizontal da
UEAP é a descentralização de suas instalações, principalmente levando em
consideração as características dos cursos e o processo de interiorização da
universidade. Na cidade de Macapá  capital do estado  haverá uma estrutura
central (prédio onde funcionou o antigo Instituto de Educação do Amapá), na qual
funcionará inicialmente a universidade como um todo. Porém, com a criação do
Campus II, centro de formação superior com cursos de humanidades, observa-se o
início do processo de descentralização da estrutura administrativa com a criação de
divisões que atuaram em conjunto no Campus I e Campus II, o que caracteriza,
principalmente, o processo de expansão da Universidade.
Além dessa descentralização, prevê-se a criação de campus no contexto da
política de interiorização da instituição, atendendo a três regiões do estado: região
norte (campus situado no município de Oiapoque), região oeste do estado (campus
localizado no município de Porto Grande ou de Serra do Navio) e região sul (campus
situado no município de Laranjal do Jarí).
Na Figura 03, observa-se o fluxograma que apresenta a estrutura executiva
da UEAP e suas ramificações:
32
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Figura 03. Quadro da Disposição da Estrutura Sistêmica da UEAP
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO AMAPÁ - UEAP
Conselho Superior
Universitário
Reitor
Pró-Reitoria de
Planejamento e
Administração
Gabinete
Auditoria
Procuradoria
Jurídica
Comissão
Permanente de
Licitação
Pró-Reitoria de Pesquisa e
Pós Graduação
Pró-Reitoria de
Extensão
Pró-Reitoria de
Graduação
Unidade de Currículos e
Disciplinas
Divisão de
Administração e
Finanças
Unidade de Recursos
Humanos
Unidade de Assessoramento
Pedagógico
Unidade de Serviços
Gerais
Unidade de Educação
Inclusiva
Divisão de Pesquisa
Unidade de Finanças
Unidade de Interiorização
Unidade de Contabilidade
Unidade de Classificação
Unidade de Apoio Logístico
Divisão de Apoio ao
Ensino
Unidade de Extensão
Cultural
Divisão de Extensão
Divisão de Ações
Comunitárias e
Assuntos Estudantis
Divisão de Processo
Seletivo
Unidade de Orçamento e
Controle
Divisão de
Planejamento
Unidade de Contratos e
Convênios
Divisão de Pós Graduação
Unidade de Registro e Controle
Divisão de Registro e
Controle Acadêmico
Unidade de Diploma e Arquivo
Divisão de Informática
Unidade de
Desenvolvimento de
Rede
Unidade de Informação e
Tratamento do Acervo Geral
Biblioteca
Unidade de Suporte ao
Usuário e Segurança
Unidade de Atendimento e
Auxílio ao Usuário
Fonte: SILVA, 2007
2.5.5. Política de Inclusão Social
A Universidade do Estado do Amapá foi criada para cumprir duas principais
missões:
1-
Contribuir com o desenvolvimento do Estado, através da formação para
as áreas produtivas e social;
33
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
2- ser mais uma alternativa de ensino superior público, com forte fator de
inclusão social.
A inclusão social marca a atuação da UEAP desde as inscrições gratuitas
para estudantes oriundos das escolas públicos. No caso da política de acesso, a
UEAP disponibiliza aos candidatos ao vestibular os seguintes sistemas de cotas:
cotas para estudantes egressos da escola pública (proporcional ao número de
inscritos), cotas para indígenas e pessoas com deficiência (5%) e cotas para
estudantes negros.
Atualmente a UEAP tem 16 estudantes com deficiência, que são atendidos
por professores e técnicos especializados em educação inclusiva. Também como
parte da política de inclusão, a universidade criou o Núcleo de Educação Inclusiva e
um Comitê Gestor de Educação Inclusiva (constituído por professores, técnicos e
acadêmicos portadores de necessidades especificas).
As atividades relacionadas ao NEI demandam do assessoramento que o
mesmo presta aos acadêmicos com necessidades educacionais especiais. Vale
ressaltar que, tanto os intérpretes em Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS
como os técnicos em Braile, desenvolvem este assessoramento.
Dentre as atividades podemos citar a leitura e a interpretação de apostilas e
trabalhos acadêmicos, a descrição e o detalhamento de aulas e trabalhos
apresentados com recursos audiovisuais, o auxílio para a comunicação entre
professor e aluno no que concerne aos processos de ensino e avaliação da
disciplina ministrada, o acompanhamento em pesquisas de campo relativas ao
processo de graduação, e os estágios curriculares desses alunos.
Tais atividades são de fundamental importância para o desenvolvimento
acadêmico destes alunos.
34
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
2.5.5.1 Unidade de Educação Inclusiva
As atividades desenvolvidas pela UEI – Unidade de Educação Inclusiva
iniciaram-se em fevereiro de 2009, sob a responsabilidade de Landry dos Santos
Mendes como chefe desta Unidade que, até então, nunca houvera um funcionário
nomeado para exercer tal função. Sendo que tais atividades relativas a esta Unidade
estavam sendo desenvolvido conjuntamente ao Núcleo de Educação Inclusiva - NEI,
através do Professor Oberdan José Teixeira Chaves, Presidente e Coordenador do
Comitê de Educação Inclusiva – CEI.
O Comitê de Educação Inclusiva foi instituído com a função de realizar todas
as atividades concernentes à implantação do Núcleo de Educação Inclusiva e, a
partir de então, acompanhar as políticas e as ações que garantam o acesso, a
permanência e a operacionalização do processo educativo de qualidade aos alunos
com necessidades educacionais especiais, tais como o apoio didático-pedagógico,
adaptações arquitetônicas e tecnológicas assistidas. Também fomentar a formação
inicial e continuada dos recursos humanos por meio de pesquisas, ensino e
extensão, através do intercâmbio com as instituições de ensino, ONG’s e setores
públicos e privados.
Compete à Unidade de Educação Inclusiva:
• Implantar e programar a criação de um espaço físico, com recursos didáticopedagógicos
que
possibilitem
o
atendimento
aos
acadêmicos
com
necessidades educacionais especiais nas diversas áreas existentes na
Instituição;
• Acompanhar e orientar os profissionais que atuam diretamente com os
acadêmicos inclusos;
• Articular cursos de Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS – para toda a
comunidade acadêmica, visando a aplicabilidade da real inclusão;
35
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
• Intermediar e orientar os docentes que atuam nos cursos frequentados por
acadêmicos com necessidades educacionais especiais;
• Viabilizar a contratação de profissionais que atendam a especificidade de
deficiência, para o acompanhamento adequado do acadêmico;
• Orientar para a adaptação dos equipamentos da Instituição, com identificação
em Braile;
• Atender permanentemente ao acadêmico com necessidades educacionais
especiais, viabilizando a aplicação e a implementação pedagógica inclusiva;
• Planejar e apresentar dados que permitam a garantia de recursos de acordo
com as deficiências dos acadêmicos inclusivos;
• Coordenar e orientar a elaboração de material didático para atender os
acadêmicos com necessidades educacionais especiais.
2.5.4. Pesquisa e Pós-Graduação
A produção de pesquisa e de conhecimento científico no estado do Amapá
teve seu início na década de 1970, quando foram criados o Museu de História
Natural Ângelo Moreira da Costa Lima e o Museu Histórico Joaquim Caetano da
Silva. Contudo passados 30 anos, o Estado do Amapá conta ainda com poucas
instituições de pesquisa, sendo uma estadual  o Instituto de Pesquisas Científicas
e Tecnológicas do Amapá  IEPA  e duas federais  a Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).
Acrescenta ainda nesse espectro de instituições, a participação da Secretaria de
Ciência e Tecnologia – SETEC na condução da política de C&T, através da
definição das diretrizes políticas, no fomento da infraestrutura, de projetos e de
bolsas de pesquisa.
A Universidade do Estado do Amapá – UEAP participa desse contexto de
instituições científicas, tanto no processo de qualificação de recursos humanos
36
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
quanto na produção de pesquisa, visando contribuir com as políticas públicas do
Amapá. A UEAP contribui com o crescimento científico do Estado através das
seguintes iniciativas:
i) Criação de cursos de pós-graduação nos níveis lato sensu e stricto sensu;
ii)
Participação de projetos de pesquisa de âmbitos local, regional,
nacional e internacional, cujas pesquisas sejam de interesse do estado e da
sociedade local;
iii)
Participação de cursos de pós-graduação integrados com outras
instituições de interesse local;
iv)
Criação de cursos de pós-graduação direcionados à formação
profissional para o mercado de trabalho, tais como especialização e mestrado e
doutorado profissionalizantes;
v)
Criação de um programa de iniciação científica com objetivo de
engajar estudantes na atividade de pesquisa;
vi)
Definição de áreas programáticas para captação de recursos para a
pesquisa nas áreas de recursos naturais, sociedade e cultura e na área
tecnológica visando a inovação de processos e produtos;
vii)
Criar mecanismos de difusão e transferência de conhecimentos e
tecnologias de interesse da população do Amapá;
viii)
Criar condições e apoiar as diversas formas de divulgação científica
promovendo a relação entre a instituição, os docentes pesquisadores, os
estudantes e a população em geral que deve ser, última instância, a
beneficiária dos conhecimentos gerados pela Universidade.
Dentre as iniciativas citadas a UEAP, já no ano de 2007, a universidade
oferta 10 (dez) bolsas de iniciação científica através de convênio firmado com
programa de bolsas do PIBIC/CNPq, posteriormente, em 2008 este programa é
ampliado com a inclusão de mais 10 (dez) bolsas oriundas do Programa de
Qualificação e Fixação de Recursos Humanos da SETEC. Igualmente, no mesmo
ano, é criado o Programa Institucional de Bolsas Trabalho – PIBIT, com o objetivo
do exercício de atividades administrativas no Campus por acadêmicos de baixa
37
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
renda visando criar um mecanismo de motivação e apoio ao estudante para
continuar seus estudos.
Em 2009, há uma nova expansão do Programa de Bolsas sendo ofertadas
mais 5 bolsas de iniciação científica do Programa PIBIC/CNPq totalizando 25
bolsas de iniciação científica, além da 20 bolsas trabalho, ofertadas aos
acadêmicos dos cursos da UEAP.
Além disso, iniciaram também esforços de comissões de professores da
UEAP na criação de cursos de pós-graduação lato sensu em parceria com a PróReitoria de Pesquisa e Pós-Graduação com previsão de início de 2 cursos de
especialização já para o início do ano de 2010.
2.6 A CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA
O Governo Federal, juntamente com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas (SEBRAE), em parceria com o Governo do Estado do Amapá, investem,
atualmente, no conceito de Arranjos Produtivos Locais - APL´s para o
desenvolvimento de áreas de Reservas de Uso Sustentáveis.
Dentro deste perfil atual econômico e industrial do Estado do Amapá, está
agregado, principalmente, treze Arranjos Produtivos Locais - APL’s, que são:
apicultura;
artesanato;
fruticultura;
grãos;
hortigranjeiros;
madeira/móveis;
mandiocultura; oleiro/cerâmico; pecuária de corte; pesca artesanal; produtos
derivados do açaí, produtos florestais não madeireiros e turismo.
Segundo Abrantes & Fernandes (2008), no artigo “Amapá Produtivo:
Possibilidades e Desafios do Desenvolvido do Estado” da revista T&C Amazônia, nº
14, existem no Amapá várias cadeias de APL’s divididos em vários setores
econômicos com grande potencial. Contudo, devido à falta de cooperação,
infraestrutura e de conhecimento técnico, o que prejudica o crescimento nos setores,
pode-se dizer que existe uma baixa competitividade dos negócios instalados.
38
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Desta forma, com exceção ao artesanato, pesca artesanal e turismo, os
APL´s só chegarão ao pleno desenvolvimento industrial, quando forem sustentadas
por métodos operacionais de engenharia da indústria voltados aos processos de
transformação de produtos naturais em produtos com significativo valor agregado, o
que esta intimamente ligada à engenharia química e de seus processos.
Segundo Chelala (2009), em palestra realizada no “I Seminário: Caminhos
para Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental no Estado do Amapá”, onde
relata que o Amapá está preparado para implantar indústrias de transformação no
setor siderúrgico, de celulose, de alimentos, de cosméticos e de materiais
cerâmicos.
Sendo assim, dentro das diversas atividades industriais, produtivas e
econômicas citadas, o engenheiro químico se faz presente quer seja no
conhecimento sobre a matéria-prima, sobre a cadeia de produção ligada aos
processos de produção e beneficiamento, além do controle de qualidade onde estão
ligados a aplicação de tecnologias que transforme em bens de consumo as matérias
primas brutas, principalmente as de origem natural aliando a isto os processos de
novas tecnologias e em particular da biotecnologia, agregando valores de mercado,
tanto local, regional, nacional e internacional, face ao ponto geográfico estratégico
na qual está situado o porto de Santana próximo as Américas e a Europa, para o
futuro escoamento de produção.
No entanto observa-se que são muitos os fatores que contribuem para a
diferença nas questões de inovações e aperfeiçoamento de tecnologias para o
desenvolvimento do setor industrial no Estado do Amapá e com isso, investir na
preparação e formação de novos profissionais principalmente na área da engenharia
onde se projeta um futuro com a criação e verticalização de oportunidades para
investimentos no setor industrial com implantação de empresas que transforme os
insumos locais em produtos para consumo e até para exportação.
Assim, o cenário atual mostra, a necessidade de investimentos no setor da
Educação Superior no que concerne a formação de especialistas com nível e
conhecimentos técnicos de operacionalização como também de pesquisa e
39
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
desenvolvimento regional nas mais diferentes áreas a que o espaço geográfico
dispõe, por apresentar uma diversidade muito ampla e rica tanto na flora, fauna e de
produtos de origem mineral.
3. OBJETIVOS DO CURSO
3.1 - GERAL
Em conformidade com os Referenciais Nacionais dos Cursos de Engenharia do
MEC, com as Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Graduação do MEC
e com a Legislação Profissional vigente, o Curso de Graduação em Engenharia
Química da Universidade do Estado do Amapá - UEAP, tem por objetivo formar
profissionais de nível superior capazes de identificar problemas relevantes inerentes
ao campo de atuação da Engenheira Química, avaliar diferentes posições e
soluções frente a esses problemas, conduzir sua postura de modo consciente e
atuar junto à sociedade, desempenhando suas atividades técnicas que produzam
desenvolvimento sustentável com competência e consciência de cidadania e
preservação com sustentabilidade do meio ambiente e aproveitando ao máximo o
potencial da biodiversidade utilizando-o para desenvolver novos estudos, projetos e
produtos a partir dela de forma empreendedora, consciente e sustentável
economicamente.
3.2 – ESPECÍFICOS
- Efetivar uma sólida formação teórico-prática, técnica, científica, humanística e
ética;
- Identificar prioridades e técnicas na pesquisa e extensão para a área de atuação
da Engenheira Química;
40
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
- Incentivar a absorção e a apreensão no desenvolvimento de novas tecnologias na
área da Engenharia Química, em particular para a produção e inovação de produtos
locais utilizando a imensa biodiversidade;
- Correlacionar às tecnologias existentes aplicando no desenvolvimento de novos
projetos na área local e/ou inovar com tecnologias desenvolvidas a partir de novas
pesquisas na área de novos produtos locais de forma consciente e economicamente
viável;
- Estimular e oportunizar a atuação de forma técnica e cientificamente na
identificação e na resolução de problemas nos seus aspectos políticos, econômicos,
sociais, ambientais e culturais;
- Incentivar e oportunizar o trabalho em equipes multidisciplinares;
- Desenvolver novos projetos, estudos e produtos a partir dos insumos naturais da
região com a elevada potencialidade da biodiversidade amazônica.
4. JUSTIFICATIVA
As bases para a criação de mais um curso na Universidade do Estado do
Amapá, origina-se de uma política de desenvolvimento que busca proporcionar o
crescimento regional com base na formação de novos profissionais voltados ao
mercado de trabalho local e regional.
Conforme o Projeto de Desenvolvimento Institucional do Governo foi
identificado como oportunidade de desenvolvimento, a demanda de mercado por
novos profissionais que atuem nas áreas de transformação de novos produtos de
origem da floresta e o agronegócio.
Essa formação favorece a capacitação de profissionais com esse perfil
desejado adequado ao currículo proposto na gestão da produção e desenvolvimento
de processos com vistas às questões da preservação ambiental aliado ao
desenvolvimento sustentável.
41
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
A criação de mais um curso de engenharia na UEAP e em particular o curso
de Graduação em Engenharia Química origina-se da necessidade de aperfeiçoar
mecanismos que contemplem as políticas de desenvolvimento voltadas para a
sociedade local, regional e nacional, pois há uma crescente demanda em todo o
mercado nacional pela busca de novos profissionais formados em engenharia.
Objetiva-se com esta proposta vislumbrar um horizonte que crie a
oportunidade para que em um futuro breve possam ter profissionais qualificados
com formação apropriada para investimentos e a transformação do mercado local
com vistas na criação de novos postos de empregos ou oportunidades negócios
através de implantação de novas empresas e industriais de transformação dos bens
de origem natural, baseadas numa ideologia empreendedora.
Sendo assim, na 9º reunião extraordinária do Conselho Universitário CONSU, no dia 10 de agosto de 2009, foi votada por unanimidade a criação do
Curso Graduação de Bacharelado em Engenharia Química, onde já no mesmo
ano se realizou o primeiro processo o seletivo e o inicio das aulas marcadas para
março de 2010, com o ingresso de cinqüenta novos acadêmicos.
5. PERFIL PROFISSIONAL QUE SE DESEJA FORMAR
O futuro engenheiro químico que a UEAP disponibilizará para o mercado de
trabalho local, regional e nacional será instruído através de uma sólida formação nas
ciências básicas como matemática, química, física e biologia, fornecendo, então,
elementos de construção cognitiva das tecnologias existentes e a capacidade de
adaptarem-se as novas que surgem a todo o momento em função do
desenvolvimento da ciência e da própria tecnologia com a era do conhecimento.
Outra característica desejada na formação deste profissional é baseada nos
referenciais dos cursos de engenharia onde modelam um profissional generalista
plenamente apto e capacitado as mudanças das demandas sociais e tecnologias
promovendo o desenvolvimento no setor produtivo, mantendo-se atualizado e
42
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da tecnologia e conseqüente
melhoria da qualidade de vida da sociedade, através do exercício da profissão.
Este perfil esperado, adequado às novas exigências, deverá assegurar que o
egresso, no amplo desenvolvimento de suas aptidões profissionais tenha:
a) Capacidade para aplicar os conhecimentos apreendidos de matemática,
química, física e biologia como ciências e engenharia;
b) Capacidade para projetar e conduzir atividades em escala piloto, assim
como analisar e interpretar resultados;
c) Capacidade para projetar um sistema, componente, processo ou produto
para atender determinados requisitos e a demanda de mercado;
d) Capacidade para atuar em equipes multidisciplinares nas ciências
envolvidas;
e) Capacidade para identificar, formular e resolver problemas de engenharia,
gerindo o aspecto econômico e financeiro, bem como o controle da qualidade
dos processos ou produtos criados a partir de pesquisas em particular com os
materiais oriundos de origem da biodiversidade;
f) Atuação e compreensão da ética e responsabilidade profissional, social e
respeito ao meio ambiente;
g) Capacidade para comunicar-se efetivamente (por escrito, oralmente e
graficamente);
h) Uma educação ampla, necessária para atender o impacto das soluções de
engenharia no contexto socioambiental e em particular a de sustentabilidade
ambiental;
i) Estimular a necessidade no processo de educação continuada e atualização
permanente;
j) Capacidade para usar técnicas e ferramentas modernas para o exercício da
prática da engenharia nas soluções de problemas.
l) Incentivar, inovar e desenvolver e melhorar novos estudos, projetos e
produtos com insumos locais, naturais ou não para a comercialização e
divulgação dos APL´s.
43
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
6. ÁREAS DE ATUAÇÃO
O engenheiro químico tem como principal atribuição estudar, projetar,
desenvolver, construir e operar plantas industriais na fabricação de bens industriais,
da mesma forma como no desenvolvimento de novos processos e produtos.
Entende-se que essa transformação acontece em etapas desde o tratamento da
matéria prima ao processamento, separação e purificação dos produtos. A esse
conjunto de todas as etapas constitui o processo. Logo a Engenharia Química é a
engenharia ligada aos processos de transformação de diferentes matérias
primas em produtos com valor agregado e de maior interesse comercial e
industrial quer seja na produção local ou para o mercado em expansão.
A Graduação em Engenharia Química se destaca entre as engenharias por ser
esta uma com formação generalista onde as demais a têm como base, com isso
ocupa posição privilegiada frente à grande responsabilidade na solução de
problemas tecnológicos com cunho relevante para a sociedade com direcionamento
a áreas de interesse primordial como água, alimentos, energia e ambiente que em
suma os novos produtos a partir de conhecimentos científicos e tecnológicos sejam
obtidos de novas fontes e o desenvolvimento de processos econômico de produção,
purificação, geração, distribuição e preservação.
Compete ao Engenheiro Químico o desempenho de atividades referentes à
indústria química e petroquímica, de alimentos, produtos químicos, tratamento de
água e instalações de tratamento de água industrial e rejeitos industriais, entre
outras, seus serviços afins e correlatos. As atividades inerentes à área de atuação
do Engenheiro Químico estão discriminadas na lei nº. 5.194 de 24/12/1966 que
regula o exercício da profissão de engenheiro.
O Engenheiro Químico pode atuar em empresas públicas ou privadas, órgãos
de assessoria, institutos de pesquisa, universidades e também como profissional
autônomo, tanto como empresário, como prestando assistência, assessoria e
consultoria a empresas e atuação no magistério superior dos cursos de engenharia
que contemplem as disciplinas especificas e correlatas.
44
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
7. PRÁTICA E CORPO DOCENTE
Segundo parecer da Comissão de Especialistas no Ensino de Engenharia do
MEC, em uma de suas visitações para a fiscalização em uma IES, afirma que:
“O Corpo Docente é o principal sustentáculo de qualquer programa
educacional”. Ele deve ser suficiente em número e deve reunir
competência associada a todos os componentes da estrutura
curricular. Seu número e dedicação devem ser adequados para
garantir um bom nível de interação entre estudantes e docentes.
Os professores devem ter qualificações adequadas. Sua
competência global poderá ser inferida de fatores como qualificação
acadêmica, experiência docente, habilidade para comunicação,
entusiasmo para o desenvolvimento de estratégias educacionais
mais efetivas, participação em sociedades educacionais e técnicocientíficas, exercício efetivo de atividades de engenharia em áreas
compatíveis com as do ensino do programa”.
Conforme esse parecer é validado que a estrutura pedagógica ou corpo
docente para provimento das atividades cientifica - pedagógico no processo de
ensino e de aprendizagem dos egressos no curso de Graduação em Engenharia
Química da Universidade do Estado do Amapá – UEAP, têm a responsabilidade e o
comprometimento em direcionar esse processo para que os acadêmicos adquiram a
capacidade e conhecimentos como ferramentas na solução de problemas de
engenharia.
O Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP esta distribuído em
dois eixos sendo o núcleo comum a todos os cursos de engenharia onde se dispõe
as disciplinas de fundamentação como matemática, química, física e biologia e as do
núcleo especifico com a estruturação e formação profissional de ciências que
fundamentam a engenharia e suas aplicações na vida profissional atuante desse
futuro engenheiro, com vistas à melhoria e qualificação o corpo docente deverá ser
ampliado de modo a que o Projeto Político Pedagógico do Curso seja viável e com
45
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
os efeitos esperados sobre a qualificação profissional, atualização de conhecimentos
e produção científica estejam de acordo com a legislação vigente.
8. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
8.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O conjunto de atividades que permitirão a completa e efetiva realização dos
objetivos do Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP, assim como o
perfil desejado do egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades
esperadas chamamos de estratégias pedagógicas.
O envolvimento dos docentes, acadêmicos e o corpo técnico-administrativo
possibilitará a efetivação do que se propõe ao curso, conforme os objetivos
estabelecidos. As estratégias pedagógicas propostas contemplam basicamente as
atividades relacionadas com:
8.2. A MATRIZ CURRICULAR
Idealizada e projetada, em conformidade com as novas Diretrizes Curriculares,
“deve possuir um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos
profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizam a
modalidade de Engenheiro Químico, devendo assegurar uma formação
generalista,
humanista
e
crítica
com
reflexão
para
atendimento
das
necessidades voltadas ao mercado de trabalho, capacitando o profissional
formado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua
atuação com visão crítica e criativa na identificação e resolução de problemas,
considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e
culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da
sociedade” voltadas a região local em particular da Região Amazônica.
46
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
A sucessão dos períodos da matriz curricular contempla, em etapas, a
formação do perfil do egresso. As disciplinas são articuladas umas com as outras
considerando tanto a afinidade de conteúdos como os pontos de continuidade,
estabelecendo conexões horizontais e verticais buscando a interação de docentes e
a dinamização da aprendizagem, eliminando a impressão de que as disciplinas são
unidades isoladas entre si o que viabiliza a interação racional e a relação de ensino
e de aprendizagem com significados.
8.3. OS COMPONENTES CURRICULARES OU CURSOS COMPLEMENTARES DE
GRADUAÇÃO
Estes foram planejados com a finalidade de complementar, aprofundar e
atualizar conhecimentos referentes às áreas de atuação do futuro engenheiro
químico. Com essas disciplinas integrarão a parte flexível do currículo e poderão ser
renovadas assim que for necessário. Serão escolhidas pelo aluno de acordo com a
sua área de interesse e com essa característica de ser eminentemente flexível os
componentes curriculares ou cursos complementares permitirá que o Colegiado do
Curso proceda às alterações de conteúdo e carga horária, com vistas à necessidade
de atualização, complementação e aprofundamento, que deve caracterizar o
processo construtivo do Currículo do Curso, sem que tais alterações importem em
reforma e ajustes curriculares, uma vez que a matriz contempla essencialmente a
formação sólida nas ciências estruturantes do curso.
O acadêmico do curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP deverá
cumprir, no mínimo, 360 horas em Componentes Curriculares e/ou Atividades
Complementares de Graduação e estas serão direcionadas para tópicos de
aprofundamento de formação profissional especifica na área de atuação em que
poderão ser relacionada aos tópicos de engenharia de produção, engenharia
ambiental, engenharia de alimentos, engenharia de processos, entre outras com
afinidades.
47
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
8.4.
AS
ATIVIDADES
DE
COMPLEMENTAÇÃO
CURRICULARES
NA
GRADUAÇÃO
Os componentes curriculares e/ou atividades complementares ou toda e
qualquer atividade pertinente e útil para a formação humana e profissional do
acadêmico, poderão ser aceitas para o plano de estudos do Curso de Graduação
em Engenharia Química e neste caso poderão ser consideradas Atividades de
Complementação Curricular na Graduação. De acordo com as Normas da
Instituição, serão constituídos por 7 (sete) eixos norteadores, a saber:
1º) Eixo: Ensino;
2º) Eixo: Pesquisa;
3º) Eixo: Extensão;
4º) Eixo: Eventos de Natureza Artística, Científica ou Cultural;
5º) Eixo: Produções Diversas;
6º) Eixo: Ações Comunitárias;
7º) Eixo: Representação Estudantil.
Nenhuma das atividades listadas acima poderá ultrapassar isoladamente 50%
da Carga Horária Total deste item, além disso, segundo Parágrafo Único do Art. 7º,
ao final do curso o acadêmico deverá comprovar participação, em no mínimo, 04
(quatro) dos eixos relacionados. Ficando compatível com a formação do
bacharelado em engenharia química os seguintes eixos: 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º eixos.
A participação em atividades complementares de graduação permite que o
aluno desenvolva a sua capacidade empreendedora, bem como a capacidade de
cooperação, comunicação e liderança.
A escolha e comprovação das Atividades de Complementação Curricular
permite que o aluno aprenda a organizar sua vida acadêmica e relacioná-la com a
vida profissional de modo que compreenda a sua importância, tanto na busca de
48
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
uma vaga de Estágio Supervisionado, como na busca por uma vaga de emprego,
futuramente. A flexibilidade na programação das atividades permite ao aluno
aperfeiçoar-se conforme suas escolhas e permite que o curso atenda mais
diretamente as demandas acadêmicas e sociais que se apresentam na sua área de
atuação tanto local como regional.
8.5. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
É parte integrante e obrigatória da Matriz Curricular do Curso de Graduação em
Engenharia Química da UEAP permitirá ao acadêmico a vivência concreta advindas
do enfrentamento de situações reais das atividades profissionais da engenharia
química, preparando-o de modo competente nas diferentes áreas de atuação do
Engenheiro. Essa atividade de final de curso permite completar e concretizar
efetivamente à sólida formação do futuro engenheiro quer seja no aspecto técnicocientífico, quer no aspecto social e de relações humanas.
O Estágio Supervisionado Obrigatório viabiliza a criação subsídios à revisão de
currículo, programas e metodologias de ensino, possibilitando críticas e sugestões
aos papéis desempenhados pelo curso e pelas
empresas e/ou indústrias locais
que possibilitarão aos futuros engenheiros colocar em praticas os conhecimentos
construídos no período de realização no curso de engenharia química da UEAP,
criando dessa forma profissionais voltados ao desenvolvimento do setor industrial
que ainda permanece latente as demandas de profissionais capacitados na área.
O acadêmico deverá desenvolver um Estágio Supervisionado Obrigatório com
carga horária mínima estabelecida de acordo com a matriz curricular e em
conformidade com o Projeto Político Institucional da Universidade do Estado do
Amapá, em uma indústria, empresa ou instituto ou centro que desenvolva pesquisa
na área especifica da Engenharia Química ou área a fim.
O acadêmico também poderá desenvolver outros estágios além do estagio
supervisionado obrigatório e nesse caso poderá ser um estagio remunerado não
49
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
obrigatório ressalvado e amparado pela Lei de Estágios e que poderá ser
aproveitado
como
estagio
supervisionado
obrigatório
desde
que
atenda
integralmente as exigências do estagio supervisionado obrigatório e que seja
desenvolvido na área de interesse da Engenharia Química especificamente.
8.6. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC estará de acordo com as
normalizações institucionais e deve ser conduzido e realizado individualmente pelos
acadêmicos de modo a desenvolver e a capacidade de atuar em equipes juntamente
em Instituição Públicas ou Privadas, quer sejam empresas, industriais ou mesmo a
instituição de ensino superior com estudo ou pesquisa de uma problemática voltada
para área de interesse da engenharia química.
O produto final desse Trabalho de Conclusão de Curso - TCC deve ser
apresentado em forma escrita e oral individualmente, na presença de banca
examinadora constituída de no mínimo 3 (três) professores e no máximo 5 (cinco)
professores da área de interesse de estudo, sendo que pelo menos 1 (um) dos
integrantes deve ser o seu orientador.
Poderá ser constituída uma banca externa com professores ou profissionais de
outras instituições públicas ou privadas convidados que atuem na área da
Engenharia Química, com estudos, projetos e pesquisas ou desenvolvimento de
projetos ou produtos, desde que possua 1 (um) professor do colegiado do curso de
Engenharia Química na constituição desta banca examinadora.
Para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC do Curso de
Graduação em Engenharia Química da Universidade do Estado do Amapá – UEAP,
os acadêmicos deverão utilizar como normatização as Normas e Regulamentações
Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT no que consiste em
suas normas de:
50
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
• Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação – NBR:
14724;
• Informação e documentação — Projeto de Pesquisa — Apresentação – NBR:
15287;
• Informação e documentação — Lombada — Apresentação – NBR: 12225;
• Informação e documentação — Citação em Documentos — Apresentação –
NBR: 10520;
• Informação e documentação — Índice — Apresentação – NBR: 6034;
• Informação e documentação — Resumo — Apresentação – NBR 6028;
• Informação e documentação — Numeração Progressiva das Seções de um
documento escrito — Apresentação – NBR: 6024;
• Informação e documentação — Referências — Elaboração – NBR: 6023.
Todas essas normatizações técnicas deverão ser as mais recentes e vigentes
possíveis no momento da apresentação, defesa e entrega do Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC realizado individualmente pelo acadêmico.
Desta forma, o Trabalho de Final de Curso - TCC além de ser uma atividade de
síntese e integração de conhecimentos, passa a constituir-se em um meio de
contribuir na formação do perfil de habilidades e competências necessárias ao
Engenheiro Químico que será disponibilizado para o mercado de trabalho com
formação sólida e consistente na área da engenharia e em particular da Engenharia
Química.
8.7. O INCENTIVO A PESQUISA E A EXTENSÃO
Para o Curso de Engenharia Química da UEAP busca-se realizar atividades de
Iniciação Científica e da Pesquisa que deverão ser estimuladas, quer sob a forma de
bolsas, quer sob a forma de estágios não remunerados de pesquisa, com direito a
certificação dos acadêmicos pela UEAP, assegurando dessa forma aos acadêmicos
a participação na produção científica, com vistas a sua qualificação técnico51
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
científica, para as demandas socioeconômicas locais ou posterior pós-graduação na
área especifica em engenharia química.
As atividades de Extensão deverão responder às demandas da comunidade,
contemplando áreas relacionadas à Engenharia Química, tais como preservação e
sustentabilidade do meio ambiente e outras necessidades sociais e econômicas com
o estudo e a elaboração de materiais ou produtos utilizando os recursos naturais
disponíveis na região geográfica do Estado do Amapá.
8.8. METODOLOGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO
Os processos de ensinagem na universidade e sua relação com a
aprendizagem é na verdade um processo onde existe uma estreita e intima relação
sobre as implicações da qualidade dos trabalhos e atividades dos professores na
formação competente dos profissionais das diversas áreas que se propicia e se
objetiva.
A metodologia de ensino esta atrelada as estratégias de ensinagem que por
sua vez são inúmeras para o desenvolvimento aprender e apreender o
conhecimento, no entanto o uso de estratégias, técnicas e dinâmicas exigem por
parte de quem a utiliza criatividade, percepção aguçada, vivencia pessoal profunda e
renovadora tendo sobre tudo a capacidade de por em pratica o conhecimento
adquirido e dominar o objeto trabalhado em sua pratica docente.
Nesse sentido adotam-se como estratégias de trabalho docente para o curso
de Engenharia Química da UEAP: aula expositiva dialogada, estudo de texto,
portfólio, estudo dirigido, lista de discussão por meios informatizados, solução de
problemas, Phillips 66, grupo de verbalização e de observação (GV/GO), seminário,
estudo de caso, simpósio, painel, oficina, estudo do meio e ensino com pesquisa.
Para a avaliação no ensino superior a UEAP no seu curso de engenharia
química adotara a sistemática permanentemente conforme os termos regimentais de
forma
diagnóstica,
contínua,
processual,
formativa
e
somativa,
ficando
52
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
obrigatoriamente a avaliação formativa e somativa vinculadas ao processo de
avaliação conforme o Regimento Acadêmico e outros documentos oficiais da UEAP.
8.9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR
Os livros são o suporte necessário e imprescindível para a concreta realização
para a formação dos futuros profissionais que se objetiva formar, neles estão os
fundamentos científicos que ancoram o conhecimento que está disponibilizado para
a apreensão.
A Universidade do Estado do Amapá – UEAP adquiriu um acervo técnico e rico
com os títulos mais importantes na área da engenharia química, baseados nos
componentes curriculares do núcleo comum e do núcleo especifico, nesse caso o de
formação técnica e tecnológica para a sustentação de um capital intelectual
profissional baseada na consulta, pesquisa e no autodidatismo dos acadêmicos.
9. MATRIZ CURRICULAR
A Matriz Curricular idealizada e planejada para a formação dos futuros
engenheiros químicos que a UEAP propiciará através do Curso de Graduação em
Engenharia Química de acordo a promover e estruturar o conhecimento apreendido
com uma qualificação cientifica, técnica e tecnológica de modo que o elenco das
disciplinas fortifiquem as potencialidades e fomentem o despertar da edificação e
execução
de possibilidades de materiais, produtos ou equipamentos que serão
criados e/ou inovados para colocação no mercado de trabalho.
Desse modo os Primeiros Quatro Semestre do Curso de Graduação em
Engenharia Química, possibilita e concretiza a estruturação e fundamentação geral
que os acadêmicos precisarão para que nos semestres e períodos subsequentes
estejam aptos para continuarem a sua formação com excelência, pois esta
53
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
fundamentação suportará a demanda de informações técnicas especificas para a
precisa, necessária e suficiente aquisição de conhecimentos que estes acadêmicos
terão para serem futuros profissionais da engenharia.
Essa estruturação propiciará aos acadêmicos uma teia ou elos perfeitamente
engajados de modo a favorecer a construção de conhecimentos que sistematiza por
uma crescente formação de conteúdos aliados as práticas dos diversos
componentes curriculares e ciências típicas da formação profissional do engenheiro
químico, pautadas na sólida e concreta adequação de programas com significativo
processo de formação para essa graduação.
9.1. ESTRUTURA CURRICULAR GERAL
A estrutura geral da matriz curricular esta formatada por períodos, totalizando
dez semestres, constituindo dessa forma um período de integralização normal de
cinco anos e no máximo de dez anos para sua completa integralização além de uma
matriz curricular com componentes optativos a partir do 7º período, para a obtenção
do titulo de Graduação de Bacharel em Engenharia Química.
54
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
9.2. ELENCO DE COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE COM
RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS.
Currículo Eng.ª. Química
Período /
Semestre
1º
Código da
Disciplina
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
Cal I
Calculo I (Cal I)
4
80
X
Fis I
Física I (F I)
3
60
X
ICC
Introdução a Ciência dos
Computadores (ICC)
4
80
X
IEQ
Introdução a Engª Química (IEQ)
2
40
X
QG
Química Geral (QG)
3
60
X
QGE
Química Geral Experimental
(QGE)
3
60
DT
Disciplina
Pratica
Pré - Requisito
X
Desenho Técnico (DT)
3
60
X
MC
Metodologia Cientifica (MC)
3
60
X
Cal II
Calculo II (Cal II)
4
80
X
Cal I
60
X
Cal I e Fís I
Fis II
2º
Nº. de
Créditos
Nome da Disciplina
Física II (Fis II)
3
FE I
Física Experimental I (FE I)
3
60
FQI
Fundamentos da Química
Inorgânica (FQI)
Fundamentos da Termodinâmica
Química (FTQ)
Fundamentos da Cinética
Química (FCQ)
Estatística Aplicada a
Engenharia Química (EAEQ)
4
80
4
FTQ
FCQ
EAEG
X
Fís I
X
X
QG e QGE
80
X
X
QG e QGE
3
60
X
X
QG e QGE
3
60
X
Nº. de
Créditos
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
Cal I
Currículo Eng.ª. Química
Período /
Semestre
3º
4º
Código da
Disciplina
Nome da Disciplina
Disciplina
Pratica
Pré - Requisito
Cal III
Calculo III (Cal III)
4
80
X
Cal. I e II
Fis III
Física III (Fis III)
3
60
X
Fís I, II, Cal I e II
FE II
Física Exp. II (FE II)
3
60
FE
X
Fís I e FE. I
Fundamentos da Eletroquímica
3
60
X
QG e FQI
QAT
Química Analítica Teórica (QAT)
4
80
X
QG
TQM
Transferência de Quantidade de
Movimento (TQM)
4
80
X
Fís I, II, Cal I e II
EI
Estequiometria Industrial
4
80
X
QG
MAEQ
Matemática aplic a Engª Química
4
80
X
Cal I, II e III
Fís I, II, III, Cal I, II
Fis IV
Física IV
3
60
FE III
Física Exp. III
3
60
X
Fís I, II, Cal I,II e III
QAE
Química Analítica Experimental
(QAE)
Est. e Reativ. dos Comp.
Orgânicos (ERCO)
4
80
X
QG e QAT
3
60
X
QG
TM
Transferência de Massa (TM)
4
80
X
Cal I,II,III, TQM
TEQ I
Termod. da Engª Quím. I (TEQ I)
4
80
X
FTQ, TQM
ERCO
X
e III
55
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Currículo Eng.ª. Química
Período /
Semestre
5º
Código da
Disciplina
Nº. de
Créditos
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
Disciplina
Pratica
Pré - Requisito
FE IV
Física Experimental IV
3
60
X
Cal. I, II, III, Fis. I,
II, III, IV, Fis. Exp.
I, II e III
QOE
Química Orgânica Experimental
(QOE)
3
60
X
Q.G e ERCO
TC
Transferência de Calor
4
80
X
TQM, TM
TQE II
Termodinâmica da Engª.
Química II
4
80
X
TEQ I
OU I
Operações Unitárias I
4
80
X
EI, TQM, TM
CR I
Calculo de Reatores I
4
80
X
EI, TQM, TM
EInd
Eletricidade Industrial
3
60
X
FB
Fundamentos da Bioquímica
3
60
X
OU II
Operações Unitárias II
4
80
X
Calculo de Reatores II
4
80
X
CR II
6º
Nome da Disciplina
PII
CTM
Processos Industriais
Inorgânicos
Ciências e Tecnologia dos
Materiais
3
60
X
4
80
X
Fis IV, FE III
X
QAT, QAE,
OU I, TC, CR I
CR I
EI, TQM, TQE I,
TQE II, TM, CR I,
QG, QGE, Fis IV,
FE IV,
MT
Mecânica Técnica
4
80
X
Fis IV, FE IV,
EE
Economia para Engenheiros
3
60
X
FE IV, QOE, TC,
TQE II, OU I, CR I,
EInd
Currículo Eng.ª. Química
Período /
Semestre
7º
Código da
Disciplina
Nome da Disciplina
Nº. de
Créditos
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
Disciplina
Pratica
Pré - Requisito
PQO
Processos Industriais
Orgânicos
4
80
X
ERCO, QOE, TQM,
TQE I, TQE II, TM, CR
I
RM
Resistência dos Materiais
3
60
X
Fis IV, FE IV e MT
OU III
Operações Unitárias III
3
60
X
OU III
PEB
Processos da Engenharia
Bioquímica
4
80
X
FB, ERCO, QOE, CR
II
Lab. Engª Química I
3
60
3
60
3
60
3
60
LEQ I
AE
ACC I
LAE
Administração para
Engenheiro
ACC I ou Componente
Curricular Optativo
Legislação aplicada a Engª.
X
X
OP II, CR II, PII,
EE
FB, OU II, CR II, P II,
CTM, MT, EE
X
AE
X
PQO, LEQ I, OU III,
PEB, AE
PEQ
Projetos em Engª Química
5
100
LEQ II
Lab. Engª Química II
4
80
ACP
Analise e Controle de
Processo
4
80
X
Cal. I, II, III, MAEQ,
PQO, OU III, LEQ I,
OU III
4
80
X
ACP
5
100
8º
MSP
ACC II
Modelagem e Simulação de
Processos
ACC II ou Componente
Curricular Optativo
X
PQO, LEQ I, OU III
ACC I ou Componente
Curricular Optativo
56
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
urrículo Eng.ª. Química
Período /
Semestre
Código da
Disciplina
II
9º
Nº. de
Créditos
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
4
80
x
Instalações Industriais
LEQ III
Lab. Engª Química III
4
80
VT
Visita Técnica
4
80
x
GAIQ
Gestão Ambiental para a
Ind. Química.
3
60
x
ACC III ou Componente
Curricular Optativo
5
100
ECEQ
Estagio Curricular em
Engª. Química
10
200
TCC
TCC
5
100
x
TEEQ
Tópicos Especiais na
Engª. Química
5
100
x
ACC IV ou Componente
Curricular Optativo
5
100
ACC III
10º
Nome da Disciplina
ACC IV
Disciplina
Pratica
Pré - Requisito
LEQ II, PEQ
x
LEQ II, PEQ
x
PEQ, LEQ II
QG, QGE, LAE
x
x
ACC
II
ou
Componente
Curricular Optativo
II, LEQ III, VT, GAIQ
II, LEQ III, VT, GAIQ
II, LEQ III, VT, GAIQ
ACC
III
ou
Componente
Curricular Optativo
9.3. COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS NA GRADUAÇÃO COM
RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS **
Disciplinas / Cursos Complementares na Graduação
Período /
Semestre
Código da
Disciplina
MPS
7º
TBPOF
Carga
Horária
Total
Disciplina
Teórica
Disciplina
Pratica
Pré Requisito
3
60
X
X
*
3
60
X
X
*
Introdução a Mineralogia
3
60
X
X
*
TM
Tecnologia da Madeira
3
60
X
X
*
60
X
X
*
3
80
X
X
*
2
40
X
X
*
3
60
X
X
*
PTIA
8º
PTRR
TIC
Tecnologia de Polímeros
3
Processos de Tratamento da
Indústria da Água.
Princípios Tecnológicos na
Reutilização de Resíduos.
Tecnologia da Indústria
Cosmética
TF
Tecnologia das Fermentações
3
60
X
X
*
MA
Microbiologia dos Alimentos
3
60
X
X
*
TC
Tecnologia Cerâmica
3
60
X
X
*
3
60
X
X
*
3
60
X
X
*
4
80
X
X
*
FCPA
10º
Metalografia dos Produtos
Siderúrgicos
Tecnologia de Beneficiamento
de Produtos de Origem da
Floresta
Nº. de
Créditos
IM
TP
9º
Nome da Disciplina
FBP
TA
Fundamentos e Caracterização
de Princípios Ativos
Fundamentos do Beneficiamento
de Pescado
Tecnologia dos Alimentos
* De acordo com os pré-requisitos das disciplinas do período.
57
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
** A matriz curricular com os componentes curriculares optativos é parte integrante
da matriz curricular geral do Curso de Graduação em Engenharia Química, devendo
ser oferecido pelo setor competente da UEAP, somente um componente curricular
optativo por período/semestre, desde que se tenham no mínimo dez acadêmicos por
turma.
O componente curricular optativo poderá ser oferecido desde que se tenham
docentes habilitados para tal componente optativo, laboratório disponível e
equipado.
O componente curricular optativo deverá ter a mesma carga horaria para do
componente ACC no período/semestre referente e na sua totalização de carga
horaria deverá perfazer a carga horaria estimada do Curso de Graduação em
Engenharia Química.
O mesmo componente curricular optativo não será obrigatoriamente oferecido todos
os períodos/semestres correspondentes, podendo variar conforme demanda, sendo
somente um único por período/semestre já que é oferecido no mínimo três
componentes curriculares optativos por período a partir do 7º período até o 10º
período.
58
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
ATIVIDADES CURRICULARES NA GRADUAÇÃO DO
9.4.
CURSO
DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Congressos
Nacionais
Congressos
Regionais
Seminários Científicos,
Palestras ou Simpósios 1
Encontros Técnicos /
Palestrante 2
Atividades de Extensão
Universitária – Cursos de
Pequena Duração
Atividade de Iniciação
Cientifica e Pesquisa
Publicação de Trabalhos
em Congressos
Monitoria de Disciplina
Participação em Empresa
Juniores / Incubadoras /
Projeto Empreendedor
com foco local
Carga
Horária
10
Horas
por
Evento
8
Horas
por
Evento
6
Horas
por
Evento
1
Hora
por
Evento
2
Horas
por
Evento
4a6
Horas
por
Evento
*
**
***
****
Máximo
de
Eventos
3
8
6
20
2
6
1
3
2
1
Atividade
Congressos Internacionais
Atividades Curriculares na Graduação
Observação
* Tempo de permanência do Projeto de Pesquisa – Bolsa CNPQ ou PIBIC
** Congresso Internacional: CH = 10, Congresso Nacional: CH = 8 e Congresso Regional: CH = 6
*** Conforme CH da disciplina
**** Participação em uma empresa junior ou Incubadora de Empresa ou Projeto Empreendedor com foco local
1,2 - Mediante consulta e autorização prévia do colegiado e com apresentação de Certificado do Evento.
9.5. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
O curso de engenharia química da UEAP é planejado para uma integralização
mínima de 5 (cinco) anos, tempo ótimo que o acadêmico terá para concluir com êxito
a modalidade de graduação que o curso se destina, salvo contrário o tempo máximo
para a conclusão do Curso de Engenharia Química será de 10 (dez) anos. A
extensão para o dobro do prazo fica em função de questões sociais, culturais e
educacionais locais.
O prazo máximo de integralização de todos os componentes curriculares
incluído o Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser realizados neste prazo, sob
pena do acadêmico perder definitivamente o seu vinculo com a UEAP que o jubilará
por não atende-lo e as regulamentações especificas de permanência do acadêmico
59
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
no curso ficarão preconizadas de acordo com as Normas e Preceitos Regimentais
Institucionais da Universidade do Estado do Amapá aprovadas pelo CONSU.
10. RECURSOS HUMANOS
Os recursos humanos é a essência da existência e da realização dos atos e
fatos para a concreta viabilização das ações e desenvolvimento das atividades na
universidade.
Atualmente a Universidade do Estado do Amapá – UEAP possui em seu
quadro docente os seguintes profissionais da atuação no Curso de Graduação em
Engenharia Química:
- Três Engenheiros Químicos, sendo dois mestres e um especialista;
- Um Bacharel em Química com mestrado;
- Dois Licenciados em Química, sendo um mestre e um especialista;
- Um Bacharel em Farmácia com mestrado e doutorado em Química Orgânica;
- Três técnicos, sendo um Químico Industrial, um Biomédico e um de ensino médio.
Além desses profissionais, temos especialistas, mestres e doutores nas
outras áreas como Cálculo, Física e disciplinas que compõe o universo da matriz
curricular do Curso de Engenharia Química.
10.1. ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO
A atividade da coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Química
está no cenário acadêmico institucional para promover e realizar as ações
pertinentes tanto burocrática quanto operacional, pedagógica, técnica e cientifica
60
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
dos atores envolvidos no processo, quer sejam professores, quer sejam acadêmicos
e outros para melhor gestão do processo de formação e operacionalização do curso.
Sua estrutura de pessoal na área acadêmica inicialmente exerce com
competência as exigências legais para a operacionalização do curso com um
colegiado formado por 11 profissionais nas diversas áreas do conhecimento e das
áreas pertinentes à engenharia química.
O Colegiado do Curso delibera sobre todas as questões relacionadas à vida
acadêmica e atua de forma efetiva tanto na implementação como na manutenção do
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química através de seu
Coordenador. O Colegiado é constituído, conforme rege a L.D.B., de professores,
numa proporção de setenta por cento, sendo os trinta por cento restantes
preenchidos pela representação discente e/ou funcionários ou representante da
Gestão Superior.
Outros profissionais como servidores do quadro funcional, como técnicos
administrativos, pessoal de apoio operacional e gestores estão empenhados ao bom
desenvolvimento das atividades do curso.
10.2. ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS
As atividades administrativas estão relacionadas à Coordenação no processo
de gestão, onde fundamentalmente esta caracterizada:
1º - No Regimento Geral da UEAP
SEÇÃO II
Da Pró-Reitoria de Graduação
Artigo 37. As Coordenações de Cursos estão diretamente vinculadas a Pró- Reitoria
de Graduação;
61
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Artigo 38. Artigo 36 – Cada Coordenação de Curso será dirigida por um
coordenador, o qual será eleito dentre os docentes do curso, para um mandato de
02 (dois) anos, pelo voto dos docentes, discentes e técnicos vinculados à respectiva
Coordenação, podendo ser reconduzidos uma única vez;
Parágrafo único – As regras de escolha do Coordenador serão definidas pelo
colegiado de curso e com parecer final do Pró-Reitor de Graduação.
Artigo 39. As Coordenações de Cursos têm as seguintes atribuições:
I. Cumprir e fazer cumprir as deliberações dos Colegiados de Curso;
II. Elaborar e submeter a Pró-Reitoria de Graduação o plano de atividade da
Coordenação de Curso;
III. Planejar as ações dos Colegiados dos Cursos de Graduação;
IV. Fazer cumprir o plano de atividades dos docentes e que estiverem lotados
na Coordenação;
V. Coordenar, supervisionar e avaliar as atividades do corpo docente do ensino
de graduação;
VI. Promover políticas de capacitação do corpo docente;
VII. Promover condições para a melhoria do processo didático-pedagógico do
corpo discente;
VIII. Apresentar relatório semestral das atividades acadêmicas dos docentes e
discentes;
IX. Providenciar registro e assinar certificados das atividades acadêmicas;
X. Executar outras atribuições designadas pela Divisão de Apoio ao Ensino;
XI. Designar banca de revisão de provas dos discentes, quando deliberado
pelo Colegiado do Curso;
XII. Propor normas e critérios para a monitoria e o estágio curricular
supervisionado;
XIII. Acompanhar a freqüência e o desenvolvimento das atividades dos
docentes no ensino, na pesquisa e na extensão, submetendo os resultados aos
Colegiados dos Cursos;
62
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
XIV. Acompanhar o desenvolvimento dos docentes em curso de qualificação,
através de relatórios específicos;
XV. Organizar e coordenar as defesas de TCC;
XVI. Encaminhar a documentação referente às defesas de TCC para a Divisão
de Apoio ao Ensino.
Título III: Do Colegiado de Curso
Artigo 87. O Colegiado de Curso tem função deliberativa e consultiva em matéria
acadêmica, respeitada a competência dos órgãos superiores, possuindo a seguinte
composição:
I. Pelo Coordenador de Curso, que o presidirá;
II. Por todos os professores lotados nas coordenações de cursos;
III. Pelos representantes das turmas de graduação do respectivo curso.
Parágrafo único – A representação dos docentes deverá corresponder a no
mínimo
60 % (sessenta por cento) do total de membros do Colegiado, em qualquer
curso.
Artigo 88. Compete ao Colegiado de Curso:
I. Deliberar sobre as políticas e diretrizes de cada curso em consonância com o
projeto pedagógico e as políticas e orientações do CONSU e da administração
superior da UEAP;
II. Deliberar sobre os projetos pedagógicos e científicos dos docentes;
III. Deliberar sobre as atribuições e encargos de ensino, pesquisa e extensão
dos docentes do curso;
IV. Deliberar sobre indicação de professor para ministrar disciplina diversa
daquela para a qual foi concursado;
V. Deliberar sobre afastamento de docente para cursos, treinamentos e
participação em eventos científicos;
VI. Deliberar sobre a definição do coordenador de curso;
VII. Deliberar sobre propostas de monitoria;
VIII. Propor ações sobre a melhoria da qualidade do curso;
63
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
IX. Estabelecer medidas de acompanhamento e avaliação da execução dos
planos de trabalho das coordenações de cursos;
X. Decidir recursos contra atos dos docentes interpostos por alunos,
relacionados com o ensino e trabalhos didáticos.
2º - E no Regimento Acadêmico da UEAP, onde estabelece todos os
procedimentos didáticos, metodológicos e acadêmicos.
10.3. RELAÇÃO DE DOCENTES, SUA QUALIFICAÇÃO E ÁREA DE ATUAÇÃO.
Os profissionais envolvidos na docência para a formação dos futuros
engenheiros químicos são em sua maioria engenheiros químicos que por sua vez
atuam em diferentes áreas da engenharia química, como nas áreas de materiais,
alimentos e biotecnologia. Há também outros profissionais envolvidos nas diferentes
áreas da ciência e de engenharia para a consolidação e sustentação de uma
estruturação forte e sólida na engenharia.
Quadro com a titularidade do Corpo Docente
Titulação
Mestrado
Especialização
Total
Quantidade
% do Total
04
66%
02
34%
06
100%
64
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
10.3.1. Tabela de regime de trabalho dos docentes
Regime
Horas semanais
Quantidade
% do Total
Tempo integral
40h
4
66%
Tempo parcial
20h
2
34%
6
100%
Total
O regime de contratação, sempre sob o regime da legislação trabalhista com
contratos administrativos com o Governo do Estado através da Secretaria de Estado
de Administração, obedecerá aos critérios definidos pela instituição, que privilegia os
docentes com melhor qualificação acadêmica na contratação nos regimes de Tempo
Integral (TI) e Tempo Parcial (TP), de modo a assumirem responsabilidades de
atividades de ensino e pesquisa. Na carga de horas-atividades distribuídas aos
docentes, para desenvolvimento de projetos e programas de ensino, pesquisa e
extensão, quanto maior for à qualificação do professor, maior será o percentual de
horas/atividades.
As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do Docente são
distribuídas em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de
provas e exames, pesquisas, funções administrativas, reuniões em órgãos
Colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a se
desenvolverem na universidade ou em local que for determinado pela Pro Reitoria
de Graduação ou Reitoria.
10.3.2 – Quadro Resumo da Qualificação Docente
Resumo dos currículos vitae síntese dos professores indicados para o
primeiro ano do curso de Engenharia Química.
65
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Os documentos e cada curriculum vitae completo dos professores indicados
estarão à disposição das autoridades educacionais ou para pesquisa junto a
Plataforma Lattes do CNPq.
Quadro resumo da titulação docente/experiência profissional
Professor
Marcos Danilo Costa de Almeida
Felipe Fernando da Costa Tavares
Jorge Emílio Henriques Gomes
Cleydson Breno Rodrigues dos
Santos
Silvia Simone dos Santos de Morais
Argemiro Midonês Bastos
Titulação
Experiência
profissional
magistério
superior
(em anos)
Experiência
profissional
magistério ensino
médio (em anos)
Experiência
profissional fora do
magistério (em anos)
Mestre
4
4
-
Mestre
3
-
-
Especialista
5
10
5
Mestre
4
3
-
Mestre
10
7
3
Especialista
7
17
-
Adequação da
formação
Quadro resumo do tempo de magistério superior
Tempo
De zero a 5 anos
De 5 a 10 anos
TOTAL
Número de docentes
7
1
8
Percentual
87,5%
12,5%
100%
66
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Quadro dos Currículos Sínteses dos Docentes
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Marcos Danilo Costa de Almeida
Tempo Integral
CPF 522995972 – 04
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Fundamentos
de
Termodinâmica
Química
e
Fundamentos de Cinética, Química Geral.
TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO)
MESTRADO
Ciência em Química – Instituto Militar de Engenharia – 2007
GRADUAÇÃO
Bacharelado em Engenharia Química – Universidade Federal do Pará - 2005
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Universidade do Estado do Amapá – 2007 – Atual
Instituto Macapaense do Melhor Ensino Superior – 2009 - Atual
Colégio Conexão Aquarela - 2007 - 2008
Colégio Vega – 2008 – 2009
Centro de Educação do Amapá – 2009 - Atual
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
End: 1º Ramal do Seringal, 494, Jardim Marco Zero
Cel:96 - 9906 - 6551
e.mail:[email protected]
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Felipe Fernando da Costa Tavares
Tempo Integral
CPF 726001442 – 34
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Estequiometria Industrial / Ciência e Tecnologia dos
Materiais / Resistência dos Materiais.
TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO)
MESTRADO
Ciências em Ciência dos Materiais – Instituto Militar de Engenharia – 2007
GRADUAÇÃO
Bacharelado em Engenharia Química - Universidade Federal do Pará – 2005.
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Universidade do Estado do Amapá – 2008 -Atual
Faculdade de Macapá – 2008 - Atual
67
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Avenida Tupis, 242, Beirol
Cel:96 - 9903 - 2202
e.mail: [email protected]
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Jorge Emílio Henriques Gomes
Tempo Integral
CPF 329881092-49
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Fundamentos da Química Inorgânica / Introdução a
Engª. Química / Química Analítica Teórica.
TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO
ESPECIALIZAÇÃO
Docência no Ensino - Instituto de Ensino Superior do Amapá, IESAP – 2005.
GRADUAÇÃO
Bacharel em Engenharia Química – Universidade Federal do Pará - 2004
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Universidade do Estado do Amapá – 2008 – Atual
Instituto de Ensino Superior do Amapá, IESAP – 2005 – 2005.
Faculdade do Pará – FAP - 2004 – 2005
Secretaria de Estado de Educação do Estado do Amapá – SEED - 2004 – 2005
Secretaria de Estado de Educação do Pará, SEDUC/PA – 1992 – 1994.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Técnico Especializado - Serviço Social do Comércio / Departamento Regional no
Amapá– 2007 – Atual.
Químico Responsável - Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A, ELETRONORTE
– 2004 – 2006.
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Av. Tamoios, 365, Beirol
Cel: 96 - 8115 – 7299
e.mail: [email protected]
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Argemiro Midonês Bastos
Tempo Integral
CPF 210.131.522-04
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Física I, Física II e Física III
TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO
ESPECIALIZAÇÃO
Mestrado em Biodiversidade Tropical – Universidade Federal do Amapá – UNIFAP
- 2009
Especialização em Ensino de Física - UNINTER
68
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
GRADUAÇÃO
Licenciatura Plena em Física – Universidade Federal do Pará - UFPA
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Professor de Física no Ensino Médio – 2002
Professor de Física no Ensino Superior – 2001
Professor de Metodologia Cientifica no Ensino Superior
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Escolas Estaduais do Governo do Estado do Amapá – SEED-GEA
Universidade do Estado do Amapá – UEAP
Membro do Conselho Superior da UEAP
Representante Discente no Colegiado de Pós-graduação da UNIFAP
Coordenador Pedagógico do Colégio Santo Bartolomea Capitânio
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Avenida : Desiderio Antonio Coelho, 1765
96- 3242-4860 / 8117-7014
e.mail : [email protected]
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
João Socorro Pinheiro Ferreira
Tempo Integral
CPF 209.330.702-25
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Calculo I, Calculo II e Calculo III.
TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO)
ESPECIALIZAÇÃO
Especialização em Fundamentos de Matemática Elementar – Pontifícia
Universidade Católica de Minas Gerais – PUC / MG -1998.
GRADUAÇÃO
Licenciatura Plena em Matemática – Universidade do Estado do Para – UEPA –
1992
Licenciatura Plena em Física – Universidade Federal do Amapá – UNIFAP - 2009
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Professor do Ensino Médio de Matemática e Física nas Escolas Estaduais – 1993
Professor do Ensino Superior – Centro de Ensino Superior do Amapá – CEAP –
2003 a 2009
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Escola Estadual Joaquim Nabuco
Núcleo de Ensino do Amapá – NAE
Colégio Amapaense
Escola Estadual Esther da Silva Virgolino
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Avenida : Metecos, 123, Bairro Renascer I, Cep : 68.907-210
96- 9145-4556
e.mail : [email protected]
69
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Cleydson Breno Rodrigues dos Santos
Tempo Integral
CPF: 777064202-72
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Química Geral, Química Orgânica
TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO
MESTRADO
Mestre em Química - Universidade Federal do Pará- 2008.
GRADUAÇÃO
Bacharelado em Química – Universidade Federal do Pará - 2006
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Universidade do Estado do Amapá – 2009 – Atual
Instituto Macapaense de Ensino Superior – IMMES – 2010 – Atual
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – 2008 – 2009
Centro de Serviço Educacional do Pará – 2003 - 2005
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Rua 01 do Conjunto Residêncial Teleamapá, 210-B, Jardim Marco Zero
DOCENTE DO CURSO
NOME DO PROFESSORA
REGIME DE TRABALHO
Silvia Simone dos Santos de Morais
Tempo Integral
CPF: 395873392-15
CURSO
DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE
Engenharia Química
Química Inorgânica, Química Analítica
TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO
MESTRADO
Mestre em Química – Universidade Federal do Pará – 2001
GRADUAÇÃO
Graduada em Química Industrial – Universidade Federal do Pará – 1995
Licenciatura em Química – Universidade Federal do Pará – 2003
EXPERIÊNCIA DOCENTE
Universidade do Estado do Amapá – 2007 – Atual
Governo do Estado do Amapá – 2006 – Atual
Universidade do Estado do Pará – 2001 – 2002
Universidade Federal do Pará – 2000 – 2002
Faculdade Ideal – 2002 – 2006
Governo do Estado do Pará – 2003 – 2006
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
AMACOCO – 2002 – 2002
Receita Federal – 2004 - 2006
ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL
Avenida Antônio Coelho de Carvalho, 692 – A
4141- 0715
70
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
11. INFRA-ESTRUTURA
11.1. INFRA-ESTRUTURA ATUAL DA UEAP
A Universidade do Estado do Amapá, com apenas três anos de existência esta
em um momento de estruturação dos seus espaços físicos e com tão recente
criação dispõe atualmente para os cursos de engenharias, vários espaços físicos
devidamente estruturados o que possibilita aos novos e futuros acadêmicos a
relação teoria e prática para a devida fundamentação e estruturação dos
conhecimentos apreendidos.
Para o ano de 2010 a UEAP contará com três novos espaços: O Campus
Central da Av. Presidente Vargas, onde estarão situados os cursos de engenharia,
licenciatura em química e licenciatura em ciências, contando ainda com o setor
administrativo e 16 (dezesseis) laboratórios sendo: 01 (um) de desenho técnico, 02
(dois) de informática, 01 (um) de física, 05 (cinco) de química, 05 (cinco) de
engenharias, 01 (um) de linguagem e 01 (um) de pedagogia.
O outro Campus é o NTE – Núcleo Tecnológico de Engenharia, onde estão
estruturados os laboratórios de Ciência e Tecnologia dos Materiais e os laboratórios
de Fenômenos de Transporte, Operações Unitárias e Termodinâmica. Finalizando, o
Campus de Humanas situado no Av. Procópio Rola contando com dois auditórios
multimídia, laboratório de informática, salas estruturadas e climatizadas.
11.2. ESTRUTURAS DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO BÁSICO
Para o curso de Graduação em Engenharia Química atualmente a
infraestrutura está composta dos seguintes espaços para atendimento das
atividades praticas:
71
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
-
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Laboratório de Química Geral: devidamente estruturado
para
o
desenvolvimento das disciplinas experimentais do primeiro período;
- Laboratórios de Informática: também estruturado para a utilização das
atividades praticas no primeiro período;
- Laboratório de Desenho Técnico;
- Laboratório de Físico Química (Termodinâmica Química, Eletroquímica,
Cinética e Catálise);
- Laboratório de Química Orgânica e Bioquímica;
- Laboratório de Química Inorgânica e Analítica;
- Laboratório de Física I, Física II e Física III;
- Laboratório de Microbiologia
Além destes laboratórios citados, outros que virão ser estruturados para o
desenvolvimento de atividades ligadas ao ensino e a aprendizagem dos acadêmicos
de engenharia química para o desenvolvimento das disciplinas do ciclo básico.
11.3. ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO PROFISSIONAL
As atividades do ciclo profissional que a UEAP proporcionará aos acadêmicos
de engenharia química será através de um aprendizado pautado nas realidades e
vivencias praticas do currículo desse engenheiro que possibilitará ter uma visão
fundamentada na relação teoria e pratica dos conteúdos das disciplinas deste ciclo.
Para o curso de engenharia química os laboratórios para esta finalidade estão
estruturados e ambientados para a realização destas atividades, sendo:
- Laboratório de Ciência e Tecnologia dos Materiais;
- Laboratório de Fenômenos de Transporte I, II e III;
- Laboratório de Operações Unitárias e de Processos de Separação I, II e III;
- Laboratório de Propriedades Termodinâmicas da Engenharia Química;
- Laboratório de Processos Enzimáticos e Fermentativos (área de alimentos);
72
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
- Laboratório de Analise, Simulação, Controle e Síntese de Processos
Químicos;
- Laboratório de Adsorção, Catálise e Reatores Químicos;
- Laboratório Multi Industrial para locação de plantas pilotos de celulose e
papel, tratamento de minérios, tintas e vernizes, sabões e detergentes,
alimentos, cosméticos e perfumes, além de outras plantas.
Este último funcionará como um laboratório modelo, Empresa Junior ou
incubadora para aplicação de micro empreendimentos voltados ao setor produtivo
em escala de pequeno porte e sustentando a idéia dos APL´s valorizando os
produtos de origem local de modo que serão viáveis a realização de ensaios
pertinentes a área de atuação do engenheiro químico como os processos de
separação, cálculo e projeções de plantas industriais de maior porte, simulação de
processos de separação como em torres de destilação e de fluxos diferenciados.
Ressalta-se a importância da criação desse espaço para a realização de
pequenos empreendimentos ou em pequena escala para todas as engenharias que
no decorrer de suas atividades e principalmente na finalização de trabalhos de
conclusão de curso ou de pesquisas poderão desenvolver atividades, montar
equipamentos, realizar ensaios entre outras atividades e serviços que irão
proporcionar aos acadêmicos e mesmos aos professores a colocação das suas
realizações de estudos e pesquisas relacionados à formulação e processamento de
produtos agregando valores de mercado e insumos de origem local.
Dessa forma também poderá a UEAP colocar a disposição da comunidade e
sociedade local a realização de serviços para custeio dos projetos ali instalados e a
própria aquisição de recursos para a manutenção de novos projetos e dos
profissionais envolvidos.
73
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
11.3. BIBLIOTECA
O acervo existente atualmente contempla 1576 títulos e 6914 exemplares de
todos os cursos que a UEAP têm disponibilizado a sociedade local. Destes 650
títulos e 3463 exemplares são específicos para a área de Química e Engenharia
como um todo e com
perspectivas de
aumento do acervo com títulos voltados a
Engenharia Química que ainda serão adquiridos e colocados à disposição da
clientela acadêmica e todos os interessados tanto para a consulta especializada
como para pesquisa.
12. ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS
Planeja-se para as atividade de pesquisa universitárias um elenco formado do
desenvolvimento de pesquisas voltadas para o perfil de APL´s
fundamentalmente
na área de produtos naturais da flora, como bicombustíveis, cosméticos, essenciais
naturais, tintas e vernizes, beneficiamento e industrialização de sementes, frutos,
entre outros. Assim como, na área mineral, como pesquisa, caracterização e
beneficiamento de minérios, bem como, o estudo e a formulação de novos materiais
de origem mineral.
As atividades de extensão objetiva-se trabalhar junto à sociedade as produções
científicas realizadas no âmbito da pesquisa no meio acadêmico voltadas para o
desenvolvimento e a qualidade de vida das comunidades no que se refere à
utilização de produtos, cursos de curta duração, aperfeiçoamento e treinamento para
a transferência de tecnologias voltadas para aprimoramento de produtos
manufaturados e artesanais em produtos com escala doméstica.
74
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
13. ESTUDO/EDUCAÇÃO CONTINUADA E ATUALIZAÇÃO
A necessidade de inserir as pessoas na sociedade do conhecimento, ou
melhor, na vida acadêmica ou para o mercado de trabalho, torna indispensável e
justifica a educação continuada nas instituições de ensino superior.
Atualmente, a demanda da sociedade requer uma constante atualização
desses profissionais durante toda a vida, principalmente tratando-se de professores
e oportunidades de atualização e capacitação para os acadêmicos.
Entretanto a educação continuada vem de encontro da necessidade para uma
reflexão de busca de constante aperfeiçoamento tanto de conhecimentos
tecnológicos como da prática pedagógica e profissional, uma vez que estamos
vivendo a era da informação e toda e qualquer tecnologia proporcionada vem aliada
aos problemas que envolvem a educação como um todo.
Como os acadêmicos do curso de engenharia química, passarão no mínimo 5
(cinco) anos em formação na universidade o que justifica a condição profissional de
forma permanente uma vez que estes engenheiros encontram-se em pleno processo
produtivo para o alcance de seus objetivos e a constante atualização se faz
primordial a educação continua como uma ferramenta uma vez que a cada momento
a sociedade do conhecimento esta em constante transformações.
Essa educação continuada para os egressos do Curso de Graduação em
Engenharia Química poderão realizar na própria universidade ou outras instituições
de ensino superiores qualificadas e credenciadas pelo Ministério da Educação –
MEC ou por associações de engenharias como a ABEQ, ABM, ABQ, assim como
pelos conselhos de classes como CRQ e CREA entre outras que oferecem cursos
de capacitação constantes com inovações tecnológicas sejam cursos de atualização
ou cursos de pós graduação a nível especialização, mestrado ou doutorado na área
da Engenharia Química ou áreas afins.
75
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
14. INTERAÇÃO SOCIAL E HUMANIZAÇÃO DA VIDA UNIVERSITÁRIA
Segundo Silva, J.P et al (2008):
O homem é um ser gregário. Nasce em uma sociedade, convive com
seus semelhantes e desenvolve seus potenciais em uma
determinada cultura ou comunidade humana. Sua missão na vida é
transcender de si mesmo em direção ao mundo social, uma vez que
nenhum homem é uma ilha. Socializar com a família e as instituições
torna-se crucial para o processo de construção como pessoas.
Partindo desse principio a integração social é fundamental para o
desenvolvimento do ser humano e as instituições colaboram para que a interação e
a integração da própria universidade, do curso de engenharia química, dos
professores e acadêmicos têm um significado especial para colocar todo conjunto de
elementos juntos a sociedade e comunidades para o bem estar social, psíquico e
econômico de forma responsável com vistas ao desenvolvimento sustentável e com
espírito empreendedor.
15. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A avaliação institucional constitui-se, na atualidade, um assunto de altíssima
relevância para as Instituições de Ensino Superior, e devido ao interesse e
necessidade da eficiência institucional e melhoria da qualidade das atividades
desenvolvidas na Universidade do Estado do Amapá que aborda a sua importância
e coloca com clareza quanto aos seus objetivos que almeja alcançar na formação
dos futuros engenheiros químicos que serão disponibilizados para o mercado de
trabalho local e regional.
76
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
Para tanto o planejamento dos processos de avaliação é fundamental que as
particularidades e peculiaridades da própria região sejam levadas em consideração
pela Instituição, dessa forma, as características locais e regionais contribuem para o
aprimoramento constante da avaliação no que concerne a utilização de novas
tecnologias, de aperfeiçoamento didático pedagógico, de estruturação física e de
profissionais capacitados e habilitados para atuação no ensino superior e, até
mesmo, de características nacionais com vistas a atualização tecnológicas.
Com base nessa proposição os processos avaliativos devem ter objetivos
gerais e específicos, assim como critérios de avaliação claramente definidos para
todos os segmentos envolvidos tanto a administração superior com dos acadêmicos
na sua formação especifica e colocando sempre a Instituição em permanente
postura de autocrítica e busca de melhoria da qualidade das atividades por ela
desenvolvidas.
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química é fruto
da construção coletiva entre a administração superior e os engenheiros químicos
elaboradores e professores da Universidade do Estado do Amapá – UEAP, que
nesse primeiro momento esta sendo estruturada para o atendimento de excelência
dos acadêmicos que irão participar deste novo curso que a instituição esta
disponibilizando para a sociedade do Estado do Amapá.
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química atende
em primeira instância aos anseios de implantação de um curso voltado
principalmente a formação de profissionais competentes para alavancar com novas
e boas idéias processos destinados à transformação do mercado local através de
uma inserção com capacidade técnica e cientifica dos problemas de natureza social,
econômica e de sustentabilidade produtiva ligada às transformações das materiais
naturais em produtos com valor agregado disponibilizados a sociedade amapaense.
77
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
A sua principal função é nortear os atores envolvidos no processo de ensinar e
de aprender sendo estes os professores, os acadêmicos e técnicos administrativos,
no fazer principal da Universidade que é a graduação com qualidade através da
formação de profissionais habilitados e competentes para atuarem no mercado de
trabalho e na própria sociedade local e regional.
A proposta ora apresentada necessita passar por período de avaliação quanto
a sua execução, objetivos e metas, devendo ser reorientado a cada necessidade,
pois este retrata a realidade de um momento, sendo dessa forma um documento
não
estático
sendo
inclusive
e
necessário
à
permissão
de
revisões
e
aperfeiçoamentos, delimitados pela realidade do ambiente no qual se insere.
A comunidade atuante no Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP
está consciente de sua responsabilidade, sabendo que o Projeto Pedagógico do
Curso de Graduação em Engenharia Química é um compromisso, consensualmente
adotado como instrumento norteador das ações relativas ao ensino desta
graduação.
78
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
REFERÊNCIAS
ABRANTES, Joselito Santos. Bio(Sócio)diversidade e empreendedorismo
ambiental na Amazônia. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
ABRANTES, Joselito Santos. Diagnóstico preliminar dos empreendimentos
agroextrativistas implantados na região sul do Estado do Amapá no âmbito do
projeto castanha do Brasil envolvendo as cooperativas de produção Comaja e
Comaru. Macapá: IEPA, 2003. Não editado.
ANASTASIOU, L.G.C; ALVES, L.P. Org. Processos de ensinagem na
universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 3. ed. São
Paulo: UNIVILLE, 2003
BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T.V. Introdução à engenharia. 6. ed. ver. ampl.
Florianópolis: UFSC, 2008
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura.Nova concepção do ensino de
engenharia no Brasil. Brasília,DF, 1977.
BRASIL. Parecer CNE/CES 1.362/2001, aprovado em 12/12/2001: define Diretrizes
Curriculares dos cursos de Engenharia.
BRASIL.Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA).
Resolução nº. 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes
modalidades profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia.
BRASIL.Lei nº. 5.194, de 24 de dezembro de 1966: Regula o exercício das
profissões de engenheiro, Arquiteto e Agrônomo.
BRASIL.Lei nº. 9.394 de 1996. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional.
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
79
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
CHELALA, C. A importância do empreendedorismo para o desenvolvimento
sustentável do Amapá. In: SEMINÁRIO CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE
ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL NO ESTADO DO AMAPÁ. INSTITUTO DE
INOVAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO
AMAPÁ – INOVAMAPÀ, nov. 2009.
MARSHALL, A. Princípios de economia: tratado introdutório. Traduzido por
Romulo Almeida e Ottolmy Strauch. São Paulo: Nova Cultural, 1996.
MORAIS, P. D.; ROSÁRIO, I. S. Amapá: de capitania a território. Macapá: JM, 1999.
NIETO, S dos S.; LOPESI, C.M.C.; SILVA, A. F. Reflexões sobre a necessidade e a
importância
da
educação
continuada
em
engenharia.
In:
CONGRESSO
BRASILEIRO DE ENGENHARIA – COBENGE-EDUCAÇÃO. 2008.
NUNES, P. G. Mosaico da realidade amapaense. Arquivo do Departamento de
Cultura. Macapá, 1979.
Relatório Técnico. Uso da Terra no Estado do Amapá. Projeto Levantamento e
Classificação do Uso da Terra. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Nov. 2004.
Resolução CNE/CES nº. 11, de 11 de março de 2002: Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais dos cursos de Graduação em Engenharia. 2002
REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANTENEDORAS DE ENSINO
SUPERIOR. Responsabilidade social da educação superior: contribuições da
rede universitária de ética e desenvolvimento social do BID. Brasília, v.24, n.36,
Jun., 2006.
80
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
REVISTA FÓRUM IDENTIDADES. Integração social e sentido de vida em
estudantes universitários brasileiros. v. 2, n. 4, p. 121-129, jul.dez. 2008.
REVISTA T&C AMAZÔNIA. Amapá Produtivo: possibilidades e desafios do
desenvolvimento do Estado, v.6, n.14, Jun. 2008; Abrantes & Fernandes (2008), no
artigo “Amapá Produtivo: Possibilidades e Desafios do Desenvolvido do Estado” da
revista T&C Amazônia, nº 14
SANTOS, A. C. R. Geografia do Amapá: a (re)produção do espaço amapaense e
seus contrastes. Macapá: JM, 2009.
SANTOS, F. R. História do Amapá. 5 ed. Macapá: Valcan, 1998.
81
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
18. ANEXOS
18.1
Parecer de Implantação
18.2.
Referenciais dos Cursos de Engenharias do MEC
18.3.
Parecer CNE/CES 1362/2001, Diretrizes Curriculares para os Cursos de
Graduação em Engenharia
18.4.
Resolução CNE/CES 11/2002. Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Engenharia
18.5.
Padrões de Qualidade para os Cursos de Graduação em Engenharia
18.6.
Legislação Vigente – CREA – CRQ – CLT
18.7.
Portaria de Autorização CONSU
82
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19. APENDICE
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
1º Semestre
83
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
2º Semestre
\
84
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
1.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
3º Semestre
85
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
4º Semestre
86
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
5º Semestre
87
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
6º Semestre
88
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
7º Semestre
89
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
8º Semestre
90
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
9º Semestre
91
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
19.1.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
10º Semestre
92
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
20.
Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia
Componentes Curriculares Optativos
a partir do 7º Semestre
93
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2010
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Cal I
Calculo I
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Compreender e aplicar as técnicas do Cálculo Diferencial e Integral para funções
reais de uma variável real, dando ênfase as suas aplicações.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE 1 – FUNÇOES, LIMITES E CONTINUIDADE
1.1 - Revisão Geral de Funções
1.2 - Definição e propriedades de limite.
1.3 - Teorema do confronto.
1.4 - Limites fundamentais.
1.5 - Limites envolvendo infinito.
1.6 - Assíntotas.
1.7 - Continuidade de funções reais.
1.8 - Teorema do valor intermediário.
UNIDADE 2 – DERIVADA
2.1 - Reta tangente.
2.2 - Definição da derivada.
2.3 - Regras básicas de derivação.
2.4 - Derivada das funções elementares.
2.5 - Regra da cadeia.
2.6 - Derivada das funções implícitas.
2.7 - Derivada da função inversa.
2.8 - Derivadas de ordem superior.
2.9 - Taxas de variação.
2.10- Diferencial e aplicações.
2.11- Teorema do valor intermediário, de Rolle e do valor médio.
2.12- Crescimento e decrescimento de uma função.
2.13- Concavidade e pontos de inflexão.
2.14- Problemas de maximização e minimização.
2.15- Formas indeterminadas - Regras de L'Hospital.
UNIDADE 3 - INTEGRAL INDEFINIDA
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
3.1 - Conceito e propriedades da integral indefinida.
3.2 - Técnicas de integração: substituição e partes.
3.3 - Integração de funções racionais por frações parciais.
3.4 - Integração por substituição trigonométrica.
UNIDADE 4 - INTEGRAL DEFINIDA
4.1 - Conceito e propriedades da integral definida.
4.2 - Teorema fundamental do cálculo.
4.3 - Cálculo de áreas, de volumes e de comprimento de arco.
4.4 - Integrais impróprias.
4.5 – Fundamentos de Coordenadas polares.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ANTON, H. Cálculo: Um Novo Horizonte. São Paulo: Bookman, v.1, 2000.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books,
v.1, 1991.
THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2003.
Bibliografia Complementar:
BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books, v.1, 1999.
COURANT, R. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Globo, 1965.
GONÇALVES, M. B. & FLEMMING, D. M. Cálculo A. São Paulo: Makron Books,
1999.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, v.1 e 2, 1998.
LARSON,R. E.; HOSTELER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com Geometria
Analítica. Rio de Janeiro: LTC, v.1, 1998.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, v.1,
1994.
MARSDEN, J. & WEINSTEIN, A. Calculus. New York: Springer-Verlag, 1980.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito
Teórica ou Pratica - Teórica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
QG
Nome
Credito
CH
Química Geral
3
60
2. Objetivo da Disciplina
Explicar e aplicar conceitos, princípios e leis fundamentais referentes à estrutura da
matéria, a sua periodicidade e a aspectos estequiométricos nos fenômenos químicos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE 1 - ESTRUTURA ATÔMICA
3.1 - Evolução da teoria atômica.
3.2 - O átomo de Bohr.
3.3 - O elétron da teoria quanto-ondulatória.
3.4 - Teoria quântica do átomo.
3.5 - Configurações eletrônicas.
UNIDADE 2 - CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA E PROPRIEDADES PERIÓDICAS
4.1 - Classificação dos elementos.
4.2 - Propriedades periódicas.
4.3 - Estudos de elementos e seus compostos.
UNIDADE 3 - REAÇÕES QUÍMICAS
1.1 - Funções inorgânicas.
1.2 - Tipos de reações.
1.3 - Teorias ácido-base.
UNIDADE 4 - FÓRMULAS QUÍMICAS E ESTEQUIOMETRIA
2.1 - Fórmulas químicas: conceito, classificação e determinação de fórmulas mínimas e
moleculares.
2.2 - Peso fórmula e peso molecular: conceito de mol.
2.3 - Equações químicas: conceito, interpretação e balanceamento.
2.4 - Pesos equivalentes, equivalentes químicos e equivalentes-grama.
2.5 - Relações quantitativas nas equações químicas.
2.6 - Cálculos estequiométricos e estequiometria de soluções.
UNIDADE 5 - LIGAÇÕES QUÍMICAS
5.1 - Energia de ligações e eletronegatividade.
5.2 - Introdução à química do estado sólido.
5.3 - Ligações iônicas, ciclo de Haber-Bohr e estabilidade dos compostos iônicos.
5.4 - Ligação covalente, teorias das ligações, hibridização e geometrias moleculares.
5.5 - Ligações metálicas, metais condutores e semicondutores.
5.6 - Forças intermoleculares.
UNIDADE 6 - INTRODUÇÃO À QUÍMICA DE COORDENAÇÃO
6.1 - Introdução à química dos metais de transição.
6.2 - A natureza dos complexos.
6.3 - Geometria dos complexos.
6.4 – Estudo da estereoquímica dos compostos de coordenação.
6.5 - Estrutura eletrônica.
6.6 - Teorias do campo cristalino e campo ligante.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Bibliografia Básica:
ATKINS, P. W. & JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o
Meio Ambiente. São Paulo: Bookman, 1999.
RUSSELL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, v.1 e 2,1994.
ibliografia Complementar:
BRADY, J. B. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e
Científicos, 1995.
KOTZ, J. C. & TREICHEL, P. M. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC
Livros Técnicos e Científicos, v. 1 e 2, 1998.
MAHAN, B. M. & MYERS, R. J. Química: um Curso Universitário. São Paulo: Edgard
Blucher, 1993.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito - N
Teórica ou Pratica - Teórica
Data:
Coordenador:
_____/____/______.
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
ICC
Introdução a Ciência dos
Computadores - ICC
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Introduzir a programação de computadores através do estudo de uma linguagem
algorítmica e de exercícios práticos
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I:
Breve história da computação. Algoritmos: caracterização, notação, estruturas
básicas. Fluxogramas.
Unidade II:
Computadores:
unidades
básicas,
instruções,
programas
armazenado,
endereçamento, programas em linguagem de máquina. Conceitos de linguagens
algorítmicas: expressões, comandos seqüências, seletivos e repetitivos;
entrada/saída; variáveis estruturadas, funções.
Unidade III:
Desenvolvimento e documentação de programas. Extensa prática de programação e
depuração de programas.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. C. Fundamentos da programação de
computadores: algoritmos, pascal e C/C++. Pearson Prentice Hall, 2003. 355p.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P.J. C++: Como programar. Porto Alegre: Bookman, 2001.
HOLLOWAY, J. P. Introdução a Programação para Engenharia: resolvendo
problemas com algoritmos, LTC Editora, 2006.
LOPES, A.; GARCIA G. Introdução a programação: 500 algoritmos resolvidos.
Rio de Janeiro: Campus, 2002.
Bibliografia Complementar:
FARRER, HARRY, Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
MACHADO, F. B. Introdução à arquitetura de sistemas operacionais. Rio de
Janeiro: LTC, 1992.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
MC
Metodologia Cientifica
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Habilitar o futuro profissional para a compreensão da metodologia científica para o
planejamento, execução, análise e interpretação de pesquisa científica.
Fundamentação científica para o estudo e a execução de projetos de pesquisa e
desenvolvimento de outras disciplinas do Curso de Graduação. Metodologia
científica; ciência e conhecimento científico; método científico; pesquisa e
desenvolvimento científico; métodos de pesquisa científica; organização e
orientação da pesquisa científica; consulta da literatura; difusão do conhecimento
científico.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.
Introdução
1.1.
.Metodologia científica: conceituação; importância; aprendizagem da
metodologia científica; metodologia científica e Informática.
1.2. Aquisição do conhecimento científico: importância; fontes do conhecimento
científico; orientação e enfoque do processo de aprendizagem; aprendizagem formal
e aprendizagem informal; a iniciação científica; formação científica e técnica do
profissional; especialização.
1.3. Estudo e aprendizagem: significado e importância; ato de estudar; métodos e
estratégias de estudo; postura do estudante; elementos do estudo; motivação,
inteligência e memória; eficiência do estudo.
1.4. Leitura de literatura científica: procedimento e técnicas de leitura; eficiência da
leitura; esquemas e roteiros de leitura; elementos subsidiários da leitura;
procedimentos e recursos para o incremento da qualidade da leitura;
2.
Ciência e Conhecimento Científico.
2.1. Níveis de conhecimento: conhecimento empírico, conhecimento filosófico,
conhecimento teológico e conhecimento científico, verdade, evidência e certeza.
2.2. Espírito científico: natureza e qualidades do espírito científico; importância do
espírito científico.
3.
Método Científico.
3.1. Ciência e método científico; características do método científico; estratégia e
tática científica; circularidade do método científico.
3.2. Processo do método científico: observação, problema, hipótese e verificação
científicas; análise e síntese.
3.3. Objetivos e alcance da ciência: ciência pura e ciência aplicada; fato, lei e teoria
científica; descrição, explicação, predição e controle científico.
3.4. Bases da ciência: postulados da ciência.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4.
Pesquisa Científica.
4.1. Conceitos básicos: unidade, população, amostra e amostragem.
4.2. Observação e raciocínio: característica; mensuração de uma característica;
escalas de medida; raciocínios dedutivo e indutivo.
4.3. Estágios de uma pesquisa científica completa: identificação e estabelecimento
do problema científico; formulação da hipótese científica; busca e revisão das
informações disponíveis; planejamento da pesquisa; condução da pesquisa; análise
e interpretação dos resultados; difusão dos resultados.
5.
Métodos de Pesquisa Científica.
5.1.
Objetivos de uma pesquisa científica: pesquisa descritiva, pesquisa
exploratória e pesquisa explicativa.
5.2. Métodos de pesquisas descritivos e exploratórios: métodos analíticos e
métodos sistêmicos: levantamento, estudo de casos, estudo de protótipos e
modelagem matemática.
5.3. Pesquisa explicativa: relações causais de características; controle de
características da amostra; métodos de pesquisa explicativos: experimento, estudo
observacional e levantamento explicativo.
6.
Organização e Orientação da Pesquisa Científica
6.1. Organização institucional da pesquisa: formas de organização; equipes de
pesquisa.
6.2. Identificação e seleção de problemas de pesquisa:
6.3. Projeto de pesquisa: documento do plano da pesquisa e sua importância;
estrutura e elementos de um projeto de pesquisa.
7.
Consulta da Literatura
7.1. Consulta da literatura: necessidade da consulta; estrutura da literatura
científica; orientação e procedimento da consulta.
8.
Difusão do Conhecimento Científico
8.1. Redação científica: linguagem científica e suas características; abreviaturas;
ilustrações; citações e notas de pé de página.
Preparação de trabalho científico: planejamento; estrutura do trabalho científico:
introdução, desenvolvimento e conclusão; sumário, prefácio e apêndice; bibliografia.
8.2.
Apresentação de trabalho científico: aspectos exteriores: dimensões,
preparação do texto, paginação, margens e espaços; apresentação das partes do
trabalho: capa, folha de rosto, sumário, prefácio, introdução, desenvolvimento e
conclusão.
8.3. Preparação de artigos para revistas especializadas, de livros e de textos para o
grande público.
8.4. Preparação de material para difusão através de meios eletrônicos e multimídia:
internet e recursos de software.
8.5. Preparação e apresentação de trabalhos em seminários e conclaves técnicocientíficos: conteúdo e estrutura do trabalho; formas e técnicas de apresentação;
recursos áudios-visuais.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
BARROS, A.J.P. DE.; LEHFELD. N.A.S. Fundamentos de metodologia. Um guia
para a iniciação científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. 132p.
CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: McGrawHill, 1983. 248p.
CORRÊA DA SILVA, J.G. Pesquisa Científica, Versão Preliminar. Instituto de Física
e Matemática, Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, 1994. 36p.
MEIS, L. DE; CARMO, D.A.R. DO. O método científico. 2. ed. Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2000. 84p.
VERA, A.A. Metodologia da pesquisa científica. 7. ed. Porto Alegre: Globo, 1983.
223p.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, S.L. DE. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira, 1997.
320p.
REYS, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997. 318p.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 12. ed. São Paulo: Cortez,
1985. 237p.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito -N
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Fis I
Física I
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Esta disciplina objetiva fornecer os conceitos fundamentais da Mecânica para os
acadêmicos que necessitam de um curso de Física básica em sua formação
profissional. A disciplina procura capacitar o acadêmico a conhecer e aplicar esses
conceitos e a entendê-los na compreensão de outros fenômenos. Ela é destinada
aos acadêmicos de graduação em engenharia química.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.
Medidas físicas; ordem de grandeza; sistema de unidades; dimensão de
grandezas físicas
2.
Movimento retilíneo
3.
Cálculo vetorial
4.
Movimento num plano
5.
Força e movimento: leis de Newton
6.
Força e movimento: leis de atrito; movimento circular uniforme.
7.
Trabalho e energia
8.
Lei da conservação da energia
9.
Sistemas de partículas; Momento Linear
10.
Colisões
11.
Movimento de rotação
12.
Rolamento, torque e momento angular
13.
Equilíbrio de corpos rígidos
14.
Teoria da gravitação
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2
2.
Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2
3.
Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1
4.
Furtado, Nelson, Teoria dos Erros
5.
Wall, Clifford N., Levine, Rafael B. & Christensen, Fritjof E., Physics
Laboratory Manual
6.
Meiners, Harry F., Eppenstein, Walter & Moore, Kenneth H., Laboratory
Physics.
Bibliografia Complementar:
Programa da Disciplina e Bibliografia do Curso de Graduação em Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2
Tipler, Paul ª, Física, vol 1
7.
8.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito - N
Teórica ou Pratica - Teórica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Programa da Disciplina e Bibliografia do Curso de Graduação em Bacharelado em Engenharia Química
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
DT
Desenho Técnico
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Dominar as técnicas de Representação Gráfica com vistas a interpretar e executar
desenhos no campo das Engenharias.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE I- Introdução e Sistemas de Representação no desenho Técnico
1.
A Importância do Desenho Técnico
2.
Norma Brasileira
2.1
Manuseio
2.2
Formatos de papel
2.3
Caligrafia técnica
2.4
Linhas convencionais
2.5
Convenções de materiais
2.6
Escalas usadas em desenho
2.7
Dimensionamento e cotagem
3.
Projeção Ortográficas
3.1
Conceituação
3.2
Vistas Principais
4.
Perspectiva Cavaleira
4.1
Desenvolvimento
5.
Perspectivas Axnométricas
5.1
Abordagem geral
5.2
Perspectiva isométrica simplificada
6.
Cortes/ Secção
6.1
Desenvolvimento
UNIDADE II.- Desenho Arquitetônico
1. Conceituação / Convenções/ Normas
2. Esboço Cotado
2.1 Exercício de aplicação
3. Projeto Residencial
3.1 Planta baixa
3.2 Cortes
3.3 Fechadas
3.4 Planta de situação
3.5 Planta de localização
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
UNIDADE III- Desenho Especializados (ênfase na área de interesse)
1. Desenho de Instalações
1.1 Instalação elétrica domiciliar
1.1.1Conceituação/ Convenções
1.1.2Desenho de um projeto de instalação elétrica de uma residência térrea
1.1.3Planta baixa, cortes/ esquemas verticais
1.1.4Detalhes
1.2 Instalações hidro-sanitária domiciliar
1.2.1Conceituação/ Convenções
1.2.2Desenho de um projeto de instalação elétrica de uma residência térrea
1.2.3Planta baixa- Perspectiva isométrica da distribuição de água potável
1.2.4Instalação sanitária
1.2.5Esgoto primário- esgoto secundário- tubulação de ventilação
2. Desenho mecânico
2.1 Elementos de Ligações
2.1.1Parafusos e porcas (representação esquemática de roscas externas e internas)
2.1.2Rebites padronizados: tipos, proporções
2.1.3Chavetas: tipos
2.1.4Soldaduras: convenções
2.2 Tubulações
2.2.1Representação esquemática de uma tubulação
2.3 Engrenagens
2.3.1Traçado das rodas dentadas
2.3.2Traçado dos dentes pelo método aproximado
2.3.3Representação simplificada de engrenagens
2.4 Aplicações
3 Desenho Mineiro
3.1 Desenho das conveções topográficas e suas aplicações
3.2 Desenho de curvas de nível e sua interpretação gráfica(levantamento planialtimétrica)
3.3 Desenho de um canteiro e escritório administrativo da mineração (planta baixa,
cortes e fechaduras)
3.4 Planta de situação e de perfis de sondagem
3.5 Esquema e desenho de tubulação para líquidos, gases, etc.
3.6 Planta baixa e cortes de uma galeria subterrânea
3.7 Desenho isométrica de uma mina
4. Desenho de Tubulações
4.1 Simbologia de válvulas
4.2 Planta baixa e desenho isométrica de tubulações
4.3 Desenho de conexões
4.4 Leitura e interpretação de plantas de fluxogramas de processos
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas- Normas Brasileiras- capítulos 1
a8
ABNT – Coletânea de Normas Técnicas
CREDER – Hélio- Instalações Hidráulicas e Elétrica
ESTEPHANO, Carlos – Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus, Rio de janeiro, Ao
Livro Técnico S.A.1987
FRENCH, Thomas- Desenho Técnico, Porto Alegre, Editora Globo, 1974
HOELSCHER, Randolph et alii- Expressão Gráfica- desenho
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO.Giovanni- Desenho Técnico- Tradução;
Carlos Antônio Lauand São Paulo Hemus
Manuel do Construtor – João Baptista Pianca
MONTENEGRO, Gildo ª - Desenho Arquitetônico- São Paulo, Edgard
OBRG, Lamartine- Desenho Arquitetônico- 20ª Edição- Rio de Janeiro, Ao Livro
Técnico S.A, 1974
PROTEC- Desenho Mecânico
Bibliografia Complementar:
Enciclopédia da Construção, Vários Autores
NEIZEL. Ernest- Desenho Técnico para Construção Civil
Projectar é Fácil/ Construção- Vários autores
Prática das pequenas Construções – Alberto de Campos Borges
Técnica das Construções- Celso Cardão
Cadernos de Desenho Arquitetônico- PROTEC
Caderneta de Campo- ESPARTEL, L.
Curso de Topografia- ESPARTEL,L.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
QGE
Química Geral Experimental
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Conhecer normas de segurança.
Executar as técnicas e operações básicas de laboratório e aplicá-las em trabalhos
experimentais simples, selecionando e utilizando corretamente o equipamento
necessário.
Preparar soluções de uso comum.
Empregar relações estequiométricas nas reações químicas e a iniciar o estudo de
compostos de coordenação.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE 1 - SEGURANÇA, EQUIPAMENTOS E OPERAÇÕES GERAIS DE
LABORATÓRIO
1.1 - Normas de segurança.
1.2 - Tipos de equipamentos e principais utilizações.
1.3 - Aparelhos volumétricos.
1.4 - Precipitação.
1.5 - Decantação.
1.6 - Filtração.
1.7 - Calcinação.
1.8 - Destilação.
1.9 - Cristalização e recristalização.
1.10 - Trabalhos práticos simples empregando operações gerais de laboratório.
UNIDADE 2 - CONCEITOS FUNDAMENTAIS EM QUÍMICA
2.1 - Reações químicas: tipos e fenômenos que evidenciam sua ocorrência.
2.2 - Reações de neutralização, de oxi-redução e outras.
UNIDADE 3 - ANÁLISES ESTEQUIOMÉTRICAS
3.1 - Determinação de equivalentes.
3.2 - Determinação de grau de pureza de determinadas amostras.
3.3 - Outras determinações estequiométricas.
UNIDADE 4 – SOLUÇÕES
4.1 - Preparação de soluções grosseiras.
4.2 - Preparação de soluções de concentração exata.
4.2.1 - Soluções de substâncias padrão-primário.
4.2.2 - Padronização de soluções.
4.3 - Dosagens volumétricas de determinadas amostras.
UNIDADE 5 - TERMOQUÍMICA
5.1 - Determinação calorimétrica de algumas reações químicas.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
UNIDADE 6 - QUÍMICA DE COORDENAÇÃO
6.1 - Estudo de algumas reações de coordenação.
6.2 - Preparação de compostos de coordenação.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ATKINS, P.W. & JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna
e o Meio ambiente. São Paulo: Bookman, 1999.
KOTZ, J.C. & TREICHEL, P.M. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC
Livros Técnicos e Científicos, 1998, v. 1 e 2.
RUSSELL, J.B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2, 1994.
Bibliografia Complementar:
DEAN, J.A. Lange's Handbook of Chemistry. New York: McGraw-Hill, 1992.
Laboratory. New York: Macmillan Publishing Company, 1992.
PECK, L. & IRGOLIC, K.J. Measurement and Synthesis in the Chemistry
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito – Química Geral
Teórica ou Pratica - Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
IEA
Introdução a Engenharia Química
Credito
2
CH
40
2. Objetivo da Disciplina
Propiciar ao acadêmico uma visão geral do curso e sua estrutura curricular, a
metodologia científica e tecnológica, a comunicação e a expressão na área científica
e tecnológica, a estrutura de um projeto de engenharia e a atuação do profissional
da Engenharia Química e o mercado de trabalho para desse profissional.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE 1 - CHEGANDO À UNIVERSIDADE
1.1 - Aspectos gerais.
1.2 - A importância de estudar.
1.3 - A estrutura curricular do curso.
1.4 - A estrutura física do curso.
1.5 - Recursos humanos do curso.
UNIDADE 2 - METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
2.1 - Ciência e tecnologia.
2.2 - O método de pesquisa.
2.3 - A organização de pesquisa.
2.4 - Exemplo de trabalho científico e tecnológico.
2.5 – Possibilidades de Pesquisa e Campo de aplicação da Engenharia no Estado
do Amapá.
UNIDADE 3 - COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
3.1 - Produção e apresentação de trabalhos científicos e tecnológicos.
3.2 - Estrutura de relatório.
UNIDADE 4 – PROJETO DE ENGENHARIA
4.1 - A essência da engenharia.
4.2 - O projeto.
4.3 - Ação científica e ação tecnológica.
4.4 - Fases do projeto.
4.5 - Informações complementares.
4.6 - Abordagem de problema de engenharia.
UNIDADE 5 - O PROFISSIONAL DA ENGENHARIA
5.1 - Engenharia e sociedade.
5.2 - As atribuições do Engenheiro Químico.
5.3 - Áreas de atuação profissional.
5.4 - Relações humanas: o engenheiro na empresa.
5.5 - Postura e ética profissional.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BRASIL, N.I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Editora
Interciência Ltda, 1999.
BAZZO, W.A. & Pereira, L.T.V. Introdução à Engenharia.Florianópolis: Editora da
UFSC, 1990
Bibliografia Complementar:
BAZZO, W.A.; Pereira, L.T.V.; Linsingen, I. Educação Tecnológica. Florianópolis:
Editora da UFSC, 2000.
CERVO,A.L. Bervian, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw- Hill do
Brasil, 1983. FEITOSA, V.C. Comunicação na Tecnologia - Manual de Redação
Científica.São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre 1º
Pré – requisito -N
Teórica e Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
FTQ
Fundamentos da Termodinâmica
Química
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina compreende o estudo das propriedades termodinâmicas dos sistemas,
contemplando o as leis da termodinâmica em sistemas abertos e fechados.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Sistemas termodinâmicos
2. Equilíbrio
3. Variáveis de estado
4. Fases e componentes
5. A lei zero da termodinâmica
Unidade II: Propriedades volumétricas dos fluidos puros
1. Introdução
2. Comportamento PVT das substâncias puras
3. Gás ideal
Unidade III: Trabalho e Calor
1. Definição de Trabalho
2. Trabalho Realizado na Fronteira Móvel de um Sistema Simples Compressível
3. Considerações Finais sobre Trabalho
4. Definição de Calor
5. Modos de Transferência de Calor
6. Comparação entre Calor e Trabalho
Unidade IV: Primeira lei da termodinâmica
1. Primeira lei em sistemas fechados
2. Energia interna
3. Entalpia
4. Capacidade calorífica e calor específico
5. Primeira lei em sistemas abertos
6. Coeficiente de Joule-Thomson
Unidade IV: Segunda lei da termodinâmica
1. Enunciado e conceito de entropia
2. Reversibilidade e irreversibilidade
3. Balanços de entropia a sistemas fechados e abertos
4. Máquinas térmicas
5. Entropia e equilíbrio
Unidade V: Análise Energética
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
1. Definição de energia
2. Aplicação a sistemas abertos e fechados
3. O Projecto Termodinâmico-minimização da geração de entropia
4. Propriedades das substâncias puras e equações de estado
5. Relações p-v-T
6. Fluidos incompressíveis
7. Relações Termodinâmicas
8. Relações matemáticas e de Maxwell
9. Relação entre as propriedadades termodinâmicas e as suas derivadas
Unidade V: Soluções e atividade
1. Energia livre de Gibbs
2. Energia livre e fontes de energia
3. Substâncias puras
4. Propriedades das soluções
5. Relação entre composição e energia livre
6. Atividade
7. Valores das propriedades termodinâmicas no estado padrão
Unidade VI: Constante de equilíbrio
1. Reações em equilíbrio
2. A reação mais importante na termodinâmica
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ATKINS, P.W. Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC Editora, vol. 1, 6ª ed., 1999.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
PILLA, L. Físico-Química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2 V.,
1ª ed.,1980.
Bibliografia Complementar:
ATKINS, P. & LORETTA, J. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 1999.
GLASSTONE. Termodinâmica para Químicos. Madrid: Aguilar, 1 V., 1ª ed., 1969.
MOORE, W. J. Físico-Química. São Paulo: Edgar Blucher, 2 V., 1ª ed., 1976.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Fis II
Física II
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Demonstrar conhecimentos, através de verificações de aprendizagem, de
fenômenos físicos envolvendo todo o conteúdo programático. Fazer aplicações dos
conhecimentos adquiridos, estendendo-os a outros fenômenos, aplicando o método
científico.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.
ESTÁTICA DE FLUÍDOS
1.1
Propriedades dos fluídos. Pressão num fluído. Fluídos em equilíbrio no campo
gravitacional.
1.2
Princípios de Pascal e de Arquimedes. Variação da pressão atmosférica com
a altitude
2.
DINÂMICA DOS FLUÍDOS
2.1
Regimes de escoamento. Equação de Bernoulli
2.2
Aplicações
2.3
Circulação e viscosidade
3.
O OSCILADOR HARMÔNICO
3.1
Oscilações. Movimento harmônico simples (1-dimensional). Equação
diferencial e soluções, energia do oscilador.
3.2
Exemplos e aplicações.
3.3
MHS e Movimento circular uniforme: sua relação. Superposição de MHS
3.4
Notação complexa e sua aplicação ao oscilador harmônico.
4.
OSCILAÇÕES AMORTECIDAS E FORÇADAS
4.1
Oscilações amortecidas, discussão dos resultados.
4.2
Oscilações forçadas, ressonância.
4.3
Oscilações forçadas amortecidas, balanço de energia
4.4
Osciladores acoplados.
5.
ONDAS
5.1
O conceito de onda, Ondas em 1-dimensão
5.2
A equação das cordas vibrantes
5.3
Intensidade de uma onda. Interferência de ondas.
5.4
Reflexão de ondas. Modos normais de vibração
5.5
Movimento geral da corda e análise de Fourier
6.
ACÚSTICA
6.1
Natureza do som. Ondas sonoras (em 1-dimensão). Relações entre
densidade, pressão e deslocamento. Velocidade do som.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
6.2
Ondas sonoras harmônicas. Intensidade, sons musicais, fontes sonoras.
6.3
Ondas em mais dimensões. Efeito Doppler
7.
ÓTICA GEOMÉTRICA
7.1
Natureza e fontes de luz. Ondas: frentes de onda e raios. Velocidade da luz.
Leis da reflexão e refração; Leis de Snell.
7.2
O princípios de Huygens. Aplicação do princípios de Huygens à reflexão e
refração. Reflexão interna total. Refração pro prisma. Dispersão. Arco-iris. Espelho
plano. Espelhos esféricos. Refração em superfícies plana e curva.
7.3
Lentes; objeto; imagens. Lentes delgadas e sua equação. Lentes espessas,
sua equaçãoAberrações óticas das lentes. Instrumentos óticos (óculos, microscópio,
câmaras, telescópios, etc)
8.
TEMPERATURA
8.1
Estado Termodinâmico. Equilíbrio térmico e Lei zero da Termodinâmica.
Temperatura
8.2
Termômetros (escalas empíricas e absoluta). O termômetro de gás a volume
constante. Dilatação térmica.
9.
CALOR 1a LEI DA TERMODINÂMICA
9.1
Natureza do calor. Quantidade de calor: calores específicos, capacidade
térmica. Transferência de calor.
9.2
O equivalente mecânico da caloria. A 1a Lei da Termodinâmica. Energia
interna.
9.3
Processos reversíveis (representação gráfica) e irrevesíveis.
10.
PROPRIEDADES DOS GASES
10.1 Equação de estado dos fluídos. Gases ideais e sua equação de estado.
10.2 Energia interna de um gás ideal
10.3 Capacidade térmicas molares de um gás ideal. Processos adiabáticos num
gás ideal.
11.
A 2a LEI DA TERMODINÂMICA
11.1 A tendência à irrevessibilidade dos processos macroscópicos e a 2a Lei da
Termodinâmica: enunciados de Kelvin (K) e de Clausius © Máquinas Térmicas
11.2 A equivalência dos enunciados de K e C, o ciclo ( teorema de Karnot). A
escala termodinâmica de temperatura
11.3 O teorema de Clausius. A entropia (processos reversíveis).
11.4 A entropia (processos irrevessíveis). O princípio do aumento da entropia: sua
relação com a 2a lei
12.
TEORIA CINÉTICA DOS GASES, NOÇÕES DE MECÂNICA ESTATÍSTICA
12.1 A teoria atômica da matéria. A teoria cinética dos gases. A teoria cinética da
pressão.
12.2 A lei dos gases ideais em base à teoria cinética dos gases. Calores
específicos e equipartição da energia.
12.3 Livre percurso médio. Gases reais: A equação de Van der Waals
12.4 As distribuições de Maxwell/Boltzmann
12.5 A interpretação estatística da entropia. A flecha do tempo.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
1.
Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2
2.
Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2
3.
Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2
4.
Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2
5.
Tipler, Paul ª, Física, vol 1
6.
Eisberg, Robert M. & Lerner, Lowrence S., Física – Fundamentos e
Aplicações
7.
Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1
8.
Mckelvey, John & Grotch, Howard, Física Vol 1 e vol 2
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
FCQ
Fundamentos da Cinética Química
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina envolve fatores que influenciam a velocidade das reações químicas,
desenvolvendo e interpretando cálculos para determinação da cinética das reações
químicas.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Conceitos básicos de cinética química.
1.
Definição de lei de velocidade
2.
Ordem, molecularidade, leis de velocidade
3.
Mecanismo de reação
Unidade II: Reações
1.
Lei da velocidade
2.
Reação de ordem zero
3.
Reação de primeira ordem
4.
Reação de ordem n
5.
Reação reversível de primeira ordem
Unidade III: Superfícies de energia potencial e dinâmica de reação.
1.
A transição do nível microscópico para o macroscópico e vice-versa.
2.
Superfícies de energia potencial.
3.
Coordenadas de reação.
4.
Modelos colisionais.
5.
Lei da Distribuição de Maxwell-Boltzmann
6.
Cálculo da constante de velocidade
7.
Fator estérico
Unidade IV: Catálise
1.
Catálise homogênea
2.
Catálise heterogênea
Unidade V: Teorias de reações unimoleculares.
1.
Teoria de Lindemann
2.
Falhas na teoria de Lindemann
3.
Teoria de Hinshelwood
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
Castellan, G.; Fundamentos de Físico-Química; LTC Editora, 1a ed., 1986.
Atkins, P.; Físico-Química; 6a ed., volume 1; Editora LTC; 1999.
Moore, W; Físico-Química; Vol.1 e 2, Editora Edgard Blücher LTDA, 4a ed., 1976.
Bibliografia Complementar:
Lathan, J. L.; Cinética Elementar de Reação; Editora Edgard Blücher Ltda: São
Paulo, 1974.
Avery, H. E.; Cinética Química Básica y Mecanismos de Reaccion. Editora Reverté
S.A.: Rio de Janeiro, 1982.
Atkins, P. W.; Físico-Química; 6a ed., vol.3, LCT Editora: Rio de janeiro, 1999.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
FE I
Física Experimental I
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Fornecer os conceitos fundamentais da Mecânica para alunos que necessitam de
um curso de Física básica em sua formação profissional. A disciplina procura
capacitar o aluno a conhecer e aplicar esses conceitos e a entendê-los na
compreensão de outros fenômenos. Ela é destinada aos alunos de graduação em
química, geologia, geofísica e em todos os ramos da engenharia e da matemática.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Teoria:
1.
Medidas físicas; ordem de grandeza; sistema de unidades; dimensão de
grandezas físicas.
2.
Movimento retilíneo
3.
Cálculo vetorial
4.
Movimento num plano
5.
Força e movimento: leis de Newton
6.
Força e movimento: leis de atrito; movimento circular uniforme
7.
Trabalho e energia
8.
Lei da conservação da energia
9.
Sistemas de partículas; Momento Linear
10.
Colisões
11.
Movimento de rotação
12.
Rolamento, torque e momento angular
13.
Equilíbrio de corpos rígidos
14.
Teoria da gravitação
Laboratório:
1.
Teoria dos erros: medidas diretas; classificação dos erros; valor verdadeiro e
valor mais provável; desvio padrão, erro quadrático médio e erro padrão: desvio
relativo, exatidão e precisão; representação gráfica de medidas como uma
distribuição; rejeição de dados; níveis de confiança; propagação de erros; métodos
dos mínimos quadrados.
2.
Interpretação gráfica de dados: eixos, escalas, unidades e títulos; tipo de
função; interpolação e extrapolação; linearização de curvas.
3.
Instrumentos de medidas: régua milimetrada Teoria dos erros: medidas
diretas; classificação dos erros; valor verdadeiro e valor mais provável; desvio
padrão, erro quadrático médio e erro padrão: desvio relativo, exatidão e precisão;
representação gráfica de medidas como uma distribuição; rejeição de dados; níveis
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
de confiança; propagação de erros; métodos dos mínimos quadrados.
4.
Interpretação gráfica de dados: eixos, escalas, unidades e títulos; tipo de
função; interpolação e extrapolação; linearização de curvas.
5.
Instrumentos de medidas: régua milimetrada; escala; paquímetro; micrômetro,
balança, cronômetro
6.
Realização de cerca de oito experimentos sobre fenômenos envolvendo
movimento acelerado; queda livre; movimento de projéteis; equilíbrio de forças; força
de atrito; força elástica de molas, pêndulo simples, pêndulo físico, movimento
oscilatório de uma mola, movimento de rotação, conservação de energia; equilíbrio
de corpos rígidos, colisão, momento de inércia.; escala; paquímetro; micrômetro,
balança, cronômetro
7.
Realização de cerca de oito experimentos sobre fenômenos envolvendo
movimento acelerado; queda livre; movimento de projéteis; equilíbrio de forças; força
de atrito; força elástica de molas, pêndulo simples, pêndulo físico, movimento
oscilatório de uma mola, movimento de rotação, conservação de energia; equilíbrio
de corpos rígidos, colisão, momento de inércia.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2
2.
Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2
3.
Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2
4.
Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2
5.
Tipler, Paul ª, Física, vol 1
6.
Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1
7.
Departamento de Geofísica Nuclear. Laboratório de Física vol 1
8.
Furtado, Nelson., Teoria dos Erros
9.
Timoner, Abrahão., Majorana, Felix S. & Leiderman, Geny B., Práticas de
Física, Vol 1, 2 e 3
10.
Beers, Yardley., Introduction to the Theory os Error
11.
Wall, Clifford N., Levine, Rafael B. & Christensen, Fritjof E., Physics
Laboratory Manual
12.
Meiners, Harry F., Eppenstein, Walter & Moore, Kenneth H., Laboratory
Physics.
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
EAEG
Estatística Aplicada a Engenharia
Química
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina apresenta meios para o preparo de experimento e análise de dados
experimentais, trabalhando com a estatística básica até a aplicada a engenharia.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Conceitos básicos
1.
Estatística indutiva e dedutiva
2.
Variáveis e constantes
3.
Calculo de somatórios
4.
Freqüências, porcentagens e proporções
5.
Realidade e modelo
Unidade II: Distribuições de freqüências
1.
Rol e distribuição de freqüências
2.
Tipos de freqüências: simples, relativas e acumuladas
3.
Histograma e polígono de freqüências
4.
Analise gráfica
UNIDADE III: Medidas de tendência central e separatrizes
1.
Media aritmética, moda e mediana
2.
Separatrizes
Unidade IV: Medidas de dispersão
1.
Variância
2.
Desvio padrão e coeficiente de variação
3.
Momentos ordinários e centrais, coeficientes
Unidade V: Aplicação a engenharia
1.
O papel da estatística da engenharia
2.
Princípios básicos de experimentação
3.
Repetição
4.
Casualização
5.
Controle local
6.
Planejamento experimental
Unidade VI: Regressão e aplicações em previsão
1.
Modelos lineares e Não lineares
2.
Estimação dos parâmetros
3.
Estimação intervalar e testes de hipóteses
4.
Validação dos modelos (análise de resíduos)
5.
Regressões com erros correlacionados
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
6.
Regressão com variáveis desfasadas
Unidade VII: Modelos mais complicados:
1.
Transformações e variáveis dummy.
2.
Análise de dados experimentais
Unidade VIII: Modelos gerais de regressão
1.
Modelo de regressão generalizado
2.
Regressão não paramétrica
3.
Modelo Aditivo Generalizado
4.
Suavização. Modelos aditivos
5.
Modelos aditivos generalizados
6.
Análise de dados experimentais
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BUSSAB, W.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 5ª edição. Editora: Saraiva.
2004.
COSTA, S. F. Introdução Ilustrada à Estatística. 4ª edição. Editora: Harbra. 2005.
DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. 2ª edição. Editora: Saraiva. 2005.
FARIAS, A. A., SOARES, J. F.; CÉSAR, C. C. Introdução à Estatística. 2ª edição.
Editora: LTC. 2003.
FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6ª edição. Editora: Atlas.
1996.
Bibliografia Complementar:
Barbosa, M. G. Estatística Aplicada à Educação. Editora: UEMA
BOLFARINI, H , BUSSAB, W. e MORETTIN, P. A. Elementos de Amostragem.
1ªedição. Editora: Edgard Blucher. 2005.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica. 1ª edição. Volume I e II. Editora: Makron
Books. 2000.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Cal II
Calculo II
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Estudo do Cálculo Integral para funções de uma variável real e suas aplicações
geométricas e físicas bem como o estudo do Cálculo Diferencial e Integral para
funções reais de 2 variáveis
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
A Integral definida
1.1. Definição de propriedades básicas.
1.2. Teorema fundamental do cálculo.
A integral definida.
2.1. Processos elementares de integração: substituição, partes, funções racionais,
irracionais e trigonométricas.
3. Aplicações de integral definida
3.1. Cálculo de área, volume, comprimento de arco.
3.2. Algumas aplicações à Física.
3.3. Integrais impróprias.
4. Funções de duas ou mais variáveis.
4.1. Definição, domínio, curvas de nível e representação gráfica.
4.2. Noções sobre limite e continuidade.
4.3 Derivadas parciais e suas aplicações
4.4 Diferencial e suas aplicações.
4.5 Derivação composta.
4.6 Derivação implícita.
4.7 Derivada direcional, gradiente, plano tangente e reta normal a uma superfície.
4.8 Derivadas parciais de ordem superior – Teorema de Schwartz.
5. Integrais Duplas
5.1. Definição, propriedades básicas e interpretação geométrica.
5.2. Calculo da integral dupla – Aplicações.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
FQI
Fundamentos da Química Inorgânica
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Entender o significado da expressão elementos de transição e sobre as origens e a
ocorrência dos elementos de transição na Terra, entendimento do desenvolvimento
histórico da química dos elementos de transição e sua importância e as aplicações
dos elementos de transição na vida diária da sociedade.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Estrutura do Átomo
1.
Origem dos Elementos
2.
Átomos Hidrogenoides
3.
Átomos Poliatômicos
4.
Parâmetros Atômico
Unidade II: Ligações Químicas e Estrutura
1.
Teoria de Ligação de Valencia
2.
Teoria do Orbital Molecular
3.
Propriedades das Ligações
Unidade III: Sólidos Inorgânicos Simples
1.
O modelo de Empacotamento de Esferas
2.
Metais
3.
Sólidos Iônicos
Unidade IV: Ácidos e Bases
1.
As Teorias de Ácidos e Bases (Sistema Solvente, Lux e Flood, Izanovich
entre outras)
2.
A Teoria de Arrhenius
3.
A Teoria de Bronsted - Lowry
4.
A Teoria de Lewis
5.
Ácidos e Bases duros e moles
6.
Solventes ácidos e básicos
7.
Alguns solventes não aquosos
Unidade V: Oxidação e Redução em Sistemas Inorgânicos
1.
Conceitos Fundamentais
2.
Obtenção dos elementos
3.
Semi-reaçoes Redox
4.
Potenciais Padrão
5.
Fatores Cinéticos
6.
Estabilidade Redox em água
7.
Diagramas de Representação dos Potenciais
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Unidade VI: Introdução aos Compostos de Coordenação
1.
Números de Coordenação e Geometrias
2.
Isomeria em Compostos de Coordenação
3.
Formulação e Nomenclatura de Complexos
4.
Ligação Química em Compostos de Coordenação
Unidade VII: Introdução aos Organometálicos
1.
Introdução
2.
Definição, Formulação e Nomenclatura
3.
Ligação Química em Organometálicos
4.
O ligante CO
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BARROS, H.L.C. Química Inorgânica: uma introdução. Belo Horizonte: ed.
UFMG, 1992.
COTTON, F.A; WILKINSON, G. Química Inorgânica. Rio de Janeiro: LTC. ed. S.A,
1978.
LEE. J.D. Química Inorgânica não tão concisa. 4 ed. São Paulo. Edgar Blucher
Ltda, 1996.
JONES, Chis J. A química dos blocos d e f. Trad. Maria Domingues Vargas. Porto
Alegre: Bookman, 2002.
SHRIVER, D.F. ATKINS, P.W. Química Inorgânica. 3 ed. Porto Alegre: Bookman,
2003.
Bibliografia Complementar:
BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Química Geral.Rio de Janeiro: LTC S.A, 1981.
MASTERTON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.; STANITSKI, C. L. Princípios de Química,6
ed. Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro, 1990.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
QAT
Química Analítica Teórica
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Fornecer aos acadêmicos do curso de graduação em engenharia química uma
introdução que lhes permita compreender e utilizar esta disciplina desenvolvendo e
aplicando métodos, instrumentos e estratégias para melhor obter informações sobre
a composição dos materiais no mundo real. A disciplina deve oferecer aos
estudantes um ensino bem balanceado entre a fundamentação teórica dos métodos
analíticos mais importantes e as suas aplicações na solução dos problemas
industriais e sociais relacionados com a produção e utilização de produtos químicos
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
01- A Química Analítica e sua importância. O Processo Analítico. O Problema
Analítico.
02- As operações da Química Analítica. Medida de massa. Medida de Volume. Os
utensílios de laboratório. Vidraria. Soluções. A concentração das soluções e o
seu preparo.
03- O erro experimental. Algarismos significativos. A distribuição de Gauss. Médias,
desvio padrão de uma medida da média. Limite de confiança. Cartas de
controle. Curvas de calibração.
04- A química de soluções aquosas: Ácidos e bases, Tampões. Equilíbrio. Cálculos
de pH.
05- A química das soluções aquosas: Reações de precipitação e complexação.
Equilíbrios. Aplicações.
06- A química das soluções aquosas: Reações de Oxi- redução. Equação de
Nernst. Celulas eletroquímicas. Potencial de Eletrodos.
07- Métodos Titulométricos de Análise: Aspectos Gerais. Curvas de Titulação.
Soluções Padrão. Cálculos Estequiométricos. Determinação do ponto final.
08- Volumetrias : por Neutralização, Complexação , Precipitação e Oxi-Redução.
Curvas de titulação. Indicadores. Aplicações.
09- Análise de Amostra Reais: Amostragem e sua importância. Preparação de
amostra para o laboratório. Umidade nas amostras. Determinação de água.
10- Decomposição e Dissolução de Amostras. Causas de erros. Decomposição de
materiais inorgânicos. Decomposição de materiais orgânicos. Ataque Ácido.
Fusões. Recipientes fechados. Pré-concentração. “Clean-up”, derivatização.
11- Fundamentos da Eletroquímica. Celulas Galvânicas. Potenciais Padrão.
Aplicações da equação de Nernst.
12- Potenciometria: Princípios. Eletrodos de referência. Eletrodos indicadores.
Medidas Potenciométricas diretas. Titulações Potenciométricas. A medida do
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
13-
14-
15-
16-
17-
181920-
21-
222324-
2526-
2728-
pH. Aplicações.
Voltametria: Curvas Corrente/potencial. Eletrodo gotejante de mercúrio. Métodos
polarográficos. Eletrodos micro e ultra-micro. Análise por redissolução anódica.
Aplicações.
Os métodos óticos de análise: Interação entre a matéria e a radiação
eletromagnética. O espectro eletromagnético. A emissão e a absorção de
radiação. Luminescência.
Espectrofotometria de Absorção Molecular nas regiões do visível e do
ultravioleta. Os espectros de absorção das moléculas Lei de Beer. O
espectrofotômetro. Aplicações.
Espectrofotometria de Absorção Molecular na região do infravermelho. Análise
Qualitativa e Análise Quantitativa no infravermelho. A instrumentação.
Instrumentos com transformada de Fourier. NIR. Controle de processos com
técnicas de infravermelho. Aplicações.
Espectrofotometria de Absorção Atômica: O espectro atômico. A
instrumentação: Lâmpadas de Cátodo ôco; lâmpadas sem eletrodo. Sistema de
Atomização com chamas. Atomizadores eletrotérmicos. Causas de erros e suas
correções. Aplicações.
Espectrofotometria de Emissão Atômica. Fontes de Radiação: chama, plasma,
descarga elétrica. Instrumentação. Vantagens e limitações. Aplicações.
Outros métodos óticos: Fluorescência Atômica; Fluorescência Molecular,
Fluorescência de Raio X. Aplicações.
Introdução às separações analíticas. Equilíbrio em sistemas heterogêneos,
líquido e sólido. Eficiência da separação. Extração líquido - líquido. Separações
por troca iônica. Adsorção.
Método Cromatográfico: descrição geral. Migração de solutos. Largura de
banda. Eluição, Colunas e sua eficiência. Classificação dos métodos
cromatográficos.
Cromatografia Gasosa: Descrição Geral. Variáveis do processo. Temperatura.
Velocidade de fluxo. Colunas empacotadas e vazias. Detectores. Aplicações.
Cromatografia líquida clássica: fases estacionárias. Solventes. Condições para
realizar uma separação cromatográfica.
Cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE): fases sólidas: adsorventes,
trocadores de íons, gel. Instrumentação. Colunas, Solventes, Bombas, Sistemas
de injeção. Detectores. Fluidos supercríticos. Aplicações.
Métodos automatizados de análise química
Química Analítica de Processo: A instrumentação e as metodologias usadas
para efetuar análises em tempo real. Sistemas em linha, na linha e nãoinvasivos. Sensores. Método de fluxo.
Controle e garantia de qualidade em análises químicas
Gestão, credenciamento e auditorias de laboratórios de química analítica
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
1. Christian, G. D. – Analytical Chemistry
2. Harris, D. C. – Quantitative Chemical Analysis
3. Kellner, Mermet, Otto, & Widmer (edits)– Analytical Chemistry
4. Skoog, D. A., West, D. M., Holler, F. J. – Fundamentals of Analytical Chemistry
5. Skoog, D. A., Holler & Nieman – Principles of Instrumental Analysis
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
FE II
Física Experimental II
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Demonstrar conhecimentos, através de verificações de aprendizagem, de
fenômenos físicos envolvendo todo o conteúdo programático.
Fazer aplicações dos conhecimentos adquiridos, estendendo-os a outros
fenômenos, aplicando o método científico.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
PRATICA DE LABORATORIO
1.
ESTÁTICA DE FLUÍDOS
1.1
Propriedades dos fluídos. Pressão num fluído. Fluídos em equilíbrio no campo
gravitacional.
1.2
Princípios de Pascal e de Arquimedes. Variação da pressão atmosférica com
a altitude.
2.
DINÂMICA DOS FLUÍDOS
2.1
Regimes de escoamento. Equação de Bernoulli
2.2
Aplicações
2.3
Circulação e viscosidade
3.
O OSCILADOR HARMÔNICO
3.1
Oscilações. Movimento harmônico simples (1-dimensional). Equação
diferencial e soluções, energia do oscilador.
3.2
Exemplos e aplicações.
3.3
MHS e Movimento circular uniforme: sua relação. Superposição de MHS
3.4
Notação complexa e sua aplicação ao oscilador harmônico.
4.
OSCILAÇÕES AMORTECIDAS E FORÇADAS
4.1
Oscilações amortecidas, discussão dos resultados.
4.2
Oscilações forçadas, ressonância.
4.3
Oscilações forçadas amortecidas, balanço de energia
4.4
Osciladores acoplados.
5.
ONDAS
5.1
O conceito de onda, Ondas em 1-dimensão
5.2
A equação das cordas vibrantes
5.3
Intensidade de uma onda. Interferência de ondas.
5.4
Reflexão de ondas. Modos normais de vibração
5.5
Movimento geral da corda e análise de Fourier.
6.
ACÚSTICA
6.1
Natureza do som. Ondas sonoras (em 1-dimensão). Relações entre
densidade, pressão e deslocamento. Velocidade do som.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
6.2
Ondas sonoras harmônicas. Intensidade, sons musicais, fontes sonoras.
6.3
Ondas em mais dimensões. Efeito Doppler
7.
ÓTICA GEOMÉTRICA
7.1
Natureza e fontes de luz. Ondas: frentes de onda e raios. Velocidade da luz.
Leis da reflexão e refração; Leis de Snell.
7.2
O princípios de Huygens. Aplicação do princípios de Huygens à reflexão e
refração. Reflexão interna total. Refração pro prisma. Dispersão. Arco-iris. Espelho
plano. Espelhos esféricos. Refração em superfícies plana e curva.
7.3
Lentes; objeto; imagens. Lentes delgadas e sua equação. Lentes espessas,
sua equaçãoAberrações óticas das lentes. Instrumentos óticos (óculos, microscópio,
câmaras, telescópios, etc).
8.
TEMPERATURA
8.1
Estado Termodinâmico. Equilíbrio térmico e Lei zero da Termodinâmica.
Temperatura
8.2
Termômetros (escalas empíricas e absoluta). O termômetro de gás a volume
constante. Dilatação térmica.
9.
CALOR 1a LEI DA TERMODINÂMICA
9.1
Natureza do calor. Quantidade de calor: calores específicos, capacidade
térmica. Transferência de calor.
9.2
O equivalente mecânico da caloria. A 1a Lei da Termodinâmica. Energia
interna.
9.3
Processos reversíveis (representação gráfica) e irrevesíveis.
9.4
Exemplos de processos.
10.
PROPRIEDADES DOS GASES
10.1 Equação de estado dos fluídos. Gases ideais e sua equação de estado.
10.2 Energia interna de um gás ideal
10.3 Capacidade térmicas molares de um gás ideal. Processos adiabáticos num
gás ideal.
11.
A 2a LEI DA TERMODINÂMICA
11.1 A tendência à irrevessibilidade dos processos macroscópicos e a 2a Lei da
Termodinâmica: enunciados de Kelvin (K) e de Clausius © Máquinas Térmicas
11.2 A equivalência dos enunciados de K e C, o ciclo ( teorema de Karnot). A
escala termodinâmica de temperatura
11.3 O teorema de Clausius. A entropia (processos reversíveis).
11.4 A entropia (processos irrevessíveis). O princípio do aumento da entropia: sua
relação com a 2a lei.
12.
TEORIA CINÉTICA DOS GASES, NOÇÕES DE MECÂNICA ESTATÍSTICA
12.1 A teoria atômica da matéria. A teoria cinética dos gases. A teoria cinética da
pressão.
12.2 A lei dos gases ideais em base à teoria cinética dos gases. Calores
específicos e equipartição da energia.
12.3 Livre percurso médio. Gases reais: A equação de Van der Waals
12.4 As distribuições de Maxwell/Boltzmann
12.5 A interpretação estatística da entropia. A flecha do tempo.
4. Bibliografia
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2
2.
Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2
3.
Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2
4.
Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2
5.
Tipler, Paul ª, Física, vol 1
6.
Eisberg, Robert M. & Lerner, Lowrence S., Física – Fundamentos e
Aplicações
7.
Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1
8.
Mckelvey, John & Grotch, Howard, Física Vol 1 e vol 2
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
EI
Estequiometria Industrial
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Desenvolver métodos para o balanço de material e energia, estabelecendo as
condições ideais de trabalho.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Unidade e dimensões.
2. Conceitos sobre mol, viscosidade, massa e volume específico, cálculo de
concentrações, temperatura e pressão.
Unidade II: Balanço Material
1. Escolha da base de cálculo.
2. Variáveis de balanço.
3. Balanço sem reações químicas.
4. Balanço com reações químicas.
5. Cálculo do balanço envolvendo reciclo, bypass e purga.
6. Balanço de massa envolvendo gases, vapores, líquidos e sólidos.
Unidade III: Balanço de energia
1. Variações da entalpia no balanço.
2. Balanço geral de energia sem e com reações químicas.
3. Balanço de energia no regime permanente.
Unidade IV: Balanço envolvendo combustão
Determinação do poder calorífico.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
FOUST, A. Princípios das Operações Unitárias, Rio de Janeiro, LTC, 1982
HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
GOMIDE, R. Operações unitárias. São Paulo: R. Gomide, 1997.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, N. I. Introdução a Engenharia química. Rio de Janeiro, Interciência, 1999.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TQM
Transferência de Quantidade de
Movimento
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
O curso visa dar ao estudante de Engenharia Química um conhecimento básico das
leis de transferência de massa, momentum e energia, conhecimento esse,
indispensável a uma formulação correta dos problemas correntes de Engenharia
Química.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1. Introdução
1.1.
Definição de um fluido
1.2.
Domínio da mecânica dos fluidos
1.3.
Equações básicas
1.4.
Métodos de análise
1.5.
Dimensões e unidades
2. Conceitos fundamentais
2.1.
O fluido como um contínuo
2.2.
Campo de velocidade
2.3.
Campo de tensões
2.4.
Fluido newtoniano: viscosidade
2.5.
Descrição e classificação dos escoamentos de fluidos
3. Estática dos fluidos
3.1.
Pressão em um ponto
3.2.
Equação básica da estática dos fluidos
3.3.
Pressões instrumentais e absolutas
3.4.
Sistemas hidráulicos
3.5.
Forças hidráulicas em superfícies submersas
3.6.
Flutuação e estabilidade
4. Equações básicas na forma integral para o volume de controle
4.1.
Leis básicas para um sistema
4.2.
Relação entre as derivadas do sistema e a formulação do volume de
Controle
4.3.
Conservação da massa
4.4.
Equação do momentum para um volume de controle inercial
4.5.
A primeira lei da termodinâmica
4.6.
A segunda lei da termodinâmica
5. Introdução à análise diferencial da movimentação de fluidos
5.1.
Revisão do conceito de campo
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
5.2.
Equação da continuidade
5.3.
Equação do momentum
6. Dinâmica do escoamento incompressível não viscoso
6.1
Campo de tensões em um escoamento não viscoso
6.2
Equação do momentum para escoamento livre de fricção – equação de Euler
6.3
Equação de Bernoulli
6.4
Pressão estática, de estagnação e dinâmica
6.5
Relação entre a primeira lei da termodinâmica e a equação de Bernoulli
7 Análise dimensional e similaridade
7.1.
Natureza da análise dimensional
7.2.
Teorema de Buckingham
7.3.
Procedimento detalhado para o uso do teorema de buckingham
7.4.
Significado físico de grupos adimensionais usuais
7.5.
Similaridade de escoamento e estudos de modelos
7.6.
Similaridade estabelecida através das equações diferenciais
8. Escoamento viscoso incompressível
8.1.
Escoamento interno e externo
8.2. Escoamento laminar e turbulento
8.3.
Escoamento laminar completamente desenvolvido entre placas paralelas
infinitas
8.4. Escoamento laminar completamente desenvolvido através de um cano
8.5. Perfis de velocidade nos escoamentos em canos
8.6. Distribuição de tensão de cisalhamento no escoamento completamente
desenvolvido através de canos
8.7. Calculo de perda de carga
8.8. Solução dos problemas de escoamento em canos
8.9. O conceito de camada limite
8.10. Espessura de deslocamento
8.11. Equação integral do momentum
8.12. Uso da equação integral do momentum para escoamento com gradiente de
pressão zero
8.13. Gradientes de pressão nos escoamentos de camada limite
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1 Introdução à Mecânica dos Fluidos - Robert W. FOX - Alan T. McDONALD
2 Mecânica dos Fluidos - Victor L. STREET
Bibliografia Complementar:
3 Mecânica dos Fluidos - Irvin H. SHAMES
Elementos de Mecânica dos Fluidos - John K. VENNARD - Robert L. STREET
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TM
Transferência de Massa
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
O curso tem o objetivo de desenvolver a capacidade do acadêmico para analisar os
fenômenos físicos e químicos, em sistemas reais, industriais ou do cotidiano, com
relação à transferência de calor e de massa, envolvendo diversas etapas: identificar
o fenômeno físico, identificar as variáveis, formular o problema e seu objetivo,
desenhar o esquema, identificar perfis de temperatura e concentração, fazer
balanços de massa e energia, fazer resolução matemática do problema, comparar e
interpretar os resultados.
Um segundo objetivo é procurar estimular a visão crítica do aluno, o espírito de
trabalho em equipe e a criatividade.
Esta capacidade servirá como base para realizar trabalhos de:
i) otimização de processos através de modelagem e simulação, controle, integração
energética, etc.;
ii) projeto de unidades industriais e dimensionamento de equipamentos;
iii) operação de unidades e acompanhamento de processos;
iv) projeto e operação de unidades de bancada, em escala reduzida e;
vi) solução de problemas de processos em geral
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Princípios da transferência de massa.
1. Forças intermoleculares.
2. Lei de Fick.
3. Definições de transferência de massa.
Unidade II: Mecanismos de Difusão.
1. Coeficiente de difusão de gases.
2. Coeficiente de difusão de líquidos.
3. Coeficiente de difusão em sólidos.
Unidade III: Difusão em regime estacionário e transiente sem reação química.
1. Concentração, velocidade e fluxo.
2. Equação da continuidade.
3. Condições de contorno
4. Sistemas de duas e três dimensões.
5. Número de Biot.
Unidade III: Difusão com reação química.
1. Difusão com reações químicas homogêneas e heterogêneas.
2. Difusão transiente.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
CREMASCO, M. A. Fundamentos de Transferência de Massa. 2a Ed., Unicamp,
2002.
WELTY, J. R. WILSON, R. E.; WICKS, C. C. Fundamentals of Momentum, Heat, and
Mass Transfer, 4a Ed., John Wiley & Sons, 2001.
CUSSLER, E.L. Diffusion: Mass Transfer in Fluid Systems. 2a Ed., Cambridge
University Press, 1997.
Bibliografia Complementar:
BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de
movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
PERRY, R. H.; GREEN, D. W.; MALONEY, J. O. Perry's chemical engineers'
handbook. 7th ed. New York: McGraw-Hill, 1988.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
ERCO
Estrutura
e
Reatividade
Compostos Orgânicos
de
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Analisar a estrutura e as propriedades físicas e discutir a ocorrência natural e as
aplicações de representantes de compostos orgânicos das classes funcionais dos
aldeídos e cetonas, ácidos carboxílicos e derivados (haletos de acila, anidridos,
ésteres, amidas e nitrilas), fenóis e aminas. Compreender a reatividade e os
métodos de preparação de representantes dessas classes de compostos orgânicos.
Discutir as diversas relações entre a estrutura molecular e a reatividade,
correlacionando as propriedades químicas e físicas de representantes dessas
classes.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
- Introdução
- Caracterização de Grupos Funcionais
- Reações de Confirmação de Funções: Hidrocarbonetos Aromáticos, Grupos
Insaturados C-C; Alcoóis 1a, 2a, 3a, Derivados Halogenados, Fenóis, Aminas, Nitro
Derivados.
- Caracterização de Grupos Funcionais - Aldeídos e Cetonas (Substâncias com
Grupo Carbonila), Ácidos Carboxílicos e Derivados. Funções Mistas.
- Preparo de Derivados - Reações Simples - (Adições, Eliminações e Substituições)
envolvendo as funções anteriores. Mecanismos de Reação.
- Aromaticidade e substituição eletrolítica aromática;
- Aldeídos e cetonas e suas reações;
- Ácidos carboxílicos, seus derivados e suas reações;
- Fenóis, propriedades e reatividade;
- Compostos nitrogenados, tipos, propriedades e principais reações.
- Introdução a métodos físicos (RMN, MS, IV, UV)
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Solomons, TWG, Química Orgânica, 8a. ed., LTC, Rio de Janeiro, 2006, Vols 1 e 2.
Morrinson,RT, Boyd, RN; Química Orgânica, 13a. ed., Fundação Calouste
Gulbenkian, Lisboa, 1996.
Vollhardt KPC, Schore NE; Organic Chemistry, 3rd. edition, WH Freeman and
Company – New York 1999
Bruice, P. Y. QUIMICA ORGANICA VOLs. 1 e 2, 4ª edição, 2006
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Costa, P; Ferreira, V., Acidos e Bases Em Quimica Orgânica Bookman 1ª edição,
2005
Allingher, N. L. e Col. (1978) Química Orgânica, Guanabara Dois, 2ª ed., Rio de
Janeiro
Silverstein, R. M., Beler, G. C., Morril, T. C.; Identificação Espectrométrica de
Compostos. Orgânicos; Editora Guanabara Koogan SA: Rio de Janeiro.
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
QAE
Nome
Credito
CH
Química Analítica Experimental
4
80
2. Objetivo da Disciplina
Fornecer aos acadêmicos do curso de graduação uma introdução que lhes permita
compreender e utilizar esta disciplina desenvolvendo e aplicando métodos, instrumentos e
estratégias para melhor obter informações sobre a composição dos materiais no mundo
real. A disciplina deve oferecer aos acadêmicos um ensino voltado às atividades de
ensaios práticos experimentais bem balanceados entre a fundamentação teórica dos
métodos analíticos mais importantes e as suas aplicações na solução dos problemas
industriais e sociais relacionados com a produção e utilização de produtos químicos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1. Pesagem
2. Medidas de volume
3. Titulações de ácidos e bases
4. Titulações por formação de complexos; aplicações do EDTA
5. Titulações por oxi-redução
6. Medida direta de pH.
7. Titulações potenciométricas
8. Manuseio de Espectrofotômetros. Espectros de Absorção
9. Determinações Espectrofotométricas UV/VIS
10. Determinação de traços de metais por AAS
11. Determinação de metais por ICP-OES
12. Análise de uma mistura por CG
13. Análise de uma mistura por HPLC
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1. Christian, G. D. – Analytical Chemistry
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
2. Harris, D. C. – Quantitative Chemical Analysis
3. Kellner, Mermet, Otto, & Widmer (edits)– Analytical Chemistry
4. Skoog, D. A., West, D. M., Holler, F. J. – Fundamentals of Analytical Chemistry
5. Skoog, D. A., Holler & Nieman – Principles of Instrumental Analysis
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
Coordenador:
_____/____/______.
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
MAEQ
Matemática Aplicada a Engª Química
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina tem como objetivo o estudo do cálculo diferencial e integral para funções
vetoriais. Álgebra Vetorial. Geometria Analítica: estudo da reta e do plano no espaço
tridimensional; coordenadas polares, estudo das curvas e superfícies no espaço
tridimensional; estudo das cônicas.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1) Função vetorial de uma variável real, definição, limite, continuidade, derivada.
2) Curvas no espaço – reta tangente e plano normal – comprimento do arco,
parametrização pelo comprimento do arco, fórmulas de Serret-Frénet, plano
osculado retificador e normal.
3) Campos escolares – derivado direcional, gradiente, conjunto de nível – Teorema
do valor médio.
4) Fórmulas de Taylor e máximo e mínimos de funções da várias variáveis –
Máximos e mínimos condicionados – Multiplicadores de Lagrange.
5) Integral dependente de um parâmetros – duplas e triplas e suas aplicações
coordenadas polares, cilíndricas e esféricas.
6) Funções do Rn no Rm - derivadas parciais vetoriais - matriz jacobina dependência funcional.
7) Teoremas de funções inversa e implícita.
8) Campos vetoriais – divergente e rotacional curvilíciais – Fórmulas de Green no
plano – suas aplicações .
9) Superfícies – equações paramétricas, valor norma (orientação) , plano tangente e
reta normal, elemento vetorial da área de uma superfície.
10) Integral de superfície – fluxo de um campo vetorial.
11) Fórmulas de stoke e Gauss e teoremas de Green no espaço.
1.
CURVAS NO RN
1.1
Transformações de coordenadas
1.1.1 Translação de eixos
1.1.2 Rotações de eixos
1.2
Estudo das cônicas em coordenadas cartesianas
1.2.1 Definição, construção e equação da parábola, da elipse e da hipérbole
1.2.2 Definição geral das cônicas
1.3
Coordenadas Polares
1.3.1 Sistemas de coordenadas polares
1.3.2 Reta e círculo
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
1.3.3
1.3.4
1.4
1.4.1
1.4.2
2.
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
3.
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.5.1
3.5.2
3.5.3
3.6
3.6.1
3.6.2
3.6.3
3.6.4
4.
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
Cônicas
Traçado de curvas
Equações Paramétricas
Representação paramétrica das seções cônicas e da ciclóide
O gráfico de uma curva a partir de sua representação paramétrica
ÁLGEBRA VETORIAL
Vetores
Adição de Vetores
Multiplicação de um vetor por um escalar
Dependência e independência linear
Produto interno
Bases ortogonais
Sistema de coordenadas
Produto vetorial
Produto misto
RETA E PLANO NO R3
Equação do plano: vetorial, paramétricas e geral
Posições relativas entre dois planos
Equações da reta: vetorial, paramétricas, simétricas e geral
Posições relativas entre duas retas e entre uma reta e um plano
Ângulo
Entre duas retas
Entre uma reta e um plano
Entre dois planos
Distância
De ponto a plano
De ponto a reta
Entre duas retas
Entre dois planos
SUPERFÍCIES
Discussão de uma equação de superfície
Construção de uma superfície
Superfície de revolução
Superfície esférica
Coordenadas esféricas e coordenadas cilíndricas
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
1.
LEHMAN, Charles H., Geometria Analítica, Ed. Globo
2.
SANTOS, Nathan Moreira, Vetores e Matrizes, Ao Livro Técnico S.A.
3.
CASTRUCCI, Benedito, Cálculo Vetorial, Livraria Nobel, S. A
4.
FEITOSA, Miguel º, Vetores, Geometria Analítica, Livraria Nobel S. A
5.
KINDLE, Joseph H., Geometria Analítica
6.
SILVA, Valdir Vilmar, Geometria Analítica
7.
Williamson, Crowell e Troter – Cálculo de funções vetoriais, vol. I e II., Ao livro
Técnico, 1975.
Bibliografia Complementar:
8.
PISKUNOV, N – Cálculo Diferencial e integral, vol. 1 e 2, 4ª ed.porto, Ed.lopes
da silva, 1978.
9.
SPIEGEL M. – Análise Vetorial, Rio de janeiro, livro Técnico, 1961
10.
HWEI HSU – Análise vetorial, teoria e resolução de 760 problemas, Rio de
janeiro, Livros técnicos e científicos, 1972.
11.
KAPLAN, W. – Cálculo avançado, são Paulo, Edgard Blucher, 1972.
12.
LANG, Serge – Cálculo com álgebra linear, vol. 1 e 2, rio, livro Técnico, 1969.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TEQ I
Termodinâmica da Engenharia
Quimica I
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Estudo sob o ponto de vista dos fluidos
dos processos de escoamento, compressão e expansão conversão calor - trabalho,
refrigeração, liquidificação de gases
Conceitos e leis visto em físico-química visando à aplicação em engenharia química.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- Comportamento PVT de substâncias puras:
A Superfície PVT. Diagrama Pressão-temperatura. Diagrama Pressão-volume.
Tabelas de propriedades de substâncias puras. Dados tabelados e análise de
energia para um sistema fechado. Estimativa de propriedades críticas.
2- Equações fundamentais para um volume de controle:
Conservação da massa e o volume de controle. A primeira lei da Termodinâmica
para um volume de controle. Processo em regime permanente. O Coeficiente
Joule-Thomson e o processo de estrangulamento. Processo em regime uniforme.
Relação entre a equação da energia mecânica e a equação da energia térmica
para o regime estacionário.
3- A Segunda lei da Termodinâmica:
Entropia – uma propriedade de um sistema. Diagramas termodinâmicos.
Variação da entropia em processos reversíveis. As equações TdS. Variação de
entropia em processo irreversíveis. Variação da entropia de um gás ideal. A 2a
lei da Termodinâmica para um volume de controle. Processo adiabáticos
irreversíveis em dispositivos para escoamento estacionário.
4- Correlações Pressão-volume-temperatura para fluidos reais:
O fator de compressibilidade. Equação Virial: formas truncadas. Cálculo do
segundo coeficiente virial. Equações cúbicas de estado. Equação BWR. Metidos
dos estados correspondentes: correlação de Pitzer, correlação de Lee-Kesler.
Correlações específicas para líquidos. Regras de mistura.
5- Propriedades termodinâmicas dos fluidos:
Relação entre propriedades termodinâmicas para uma fase homogêa de
composição constante. Propriedades Residuais. Sistemas de duas fases.
Correlações generalizadas de propriedades termodinânicas.
6- Sistema de composição variável. Comportamento ideal:
Relação fundamental entre propriedades. O potencial químico como critério de
equilíbrio de fase. A mistura de gás ideal. A solução ideal. A lei de Raoult.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
Introduction to Chemical Engineering Thermodynamics-J.M. Smith e H.C. Van
Nests. MaGraw-Hill Book company 4a edition e 3a edição (português)
2.
Thermodynamics-K. Wark-McGraw Hill-3a edition;
Bibliografia Complementar:
3.
The Properties of Gases and Liquids- 4a edition-Reid, Prausnitz e Poling;
4.
Fundamental of Classical Thermodynamics-Van Wylen e Sontag-2a edition;
Applied Hydrocarbon Thermodynamics-W.C. Edmister e B.Lee.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
QOE
Química Orgânica Experimental
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Introduzir métodos da síntese, separação e purificação de substâncias orgânicas.
Assim como desenvolver a extração por solvente e a análise por cromatografia.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I:
Síntese e purificação de substâncias orgânicas líquidas
Destilação simples e fracionada.
Unidade II:
Síntese e purificação de substância sólida
Cristalização e recristalização.
Uso de carvão ativo e similares
Sublimação.
Unidade III:
Separação de compostos orgânicos por arraste de vapor
Unidade IV:
Determinação de ponto de fusão e ebulição
Unidade V:
Extração com solventes
Unidade VI:
Cromatografia : em papel, em camada delgada e em coluna
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ALLINGER, N. L. et all. Química Orgânica. Ed. Guanabara Dois S.A., Rio de janeiro,
1978.
MORRISON, R. T. e BOYD, R.N. Química Orgânica. Fundação Calouste
Gulbenkian, Lisboa, 8ª ed. 1983.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Livros Técnicos e Científicos. Ed. Rio de
Janeiro, 6ª ed., 1996.
Bibliografia Complementar:
AMARAL, L. Química Orgânica. Ed. Moderna Ltda., 1981.
VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. V. 1,2,3, 2ª Ed. Livro Técnico S.A., Rio de
janeiro, 1980.
5. Observações Complementares
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
OU I
Operações Unitárias I
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
O objetivo do curso é o desenvolvimento da formulação relativa às principais
operações da indústria química que envolve as fases sólidas e fluidas
simultaneamente, de modo que o aluno obtenha o domínio na utilização das
equações de projeto dos equipamentos fundamentais destas operações.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Normas e unidades.
2. Propriedades dos sólidos particulados.
3. Armazenagem de fluídos e sólidos.
Unidade II: Transporte de sólidos
1. Transporte em correias transportadoras, elevadores de caçambas e
transportadores de rosca.
2. Calculo de potência necessária para transporte.
3. Transporte pneumático.
Unidade III: Peneiramento
1. Tipos de peneiras.
2. Séries de peneiras Tyler, ASTM e ABNT.
3. Análise granulométrica.
4. Balanço de massa no peneiramento.
5. Cálculo de eficiência.
6. Dimensionamento de uma peneira.
Unidade IV: Espessadores e clarificadores.
1. Tipos de espessadores e classificadores.
2. Cálculo de eficiência.
3. Dimensionamento.
Unidade V: Decantadores
1. Tipos de decantadores.
2. Cálculo de eficiência.
3. Dimensionamento.
Unidade VI: Filtragem
1. Tipos de filtros.
2. Meios filtrantes.
3. Cálculo de eficiência.
4. Dimensionamento de filtros.
Unidade VII: Centrifugação
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
1. Tipos de centrífuga.
2. Cálculo de eficiência.
3. Dimensionamento de centrífugas.
Unidade VIII: Ciclonagem e hidrociclonagem
1. Tipos de ciclones e hidrociclones.
2. Cálculo de potência.
3. Cálculo de eficiência
4. Dimensionamento.
Unidade IX: Misturadores e agitadores.
5. Tipos de misturadotes e agitadores.
6. Cálculo de potência.
7. Cálculo de eficiência
8. Dimensionamento.
Unidade X: Fluidização
1. Teoria da fluidização.
2. Propriedades físicas do leito fluidizado.
3. Perda de carga em leito fluidizado.
4. Condições de fluidização.
Unidade XI: Britadores
1. Tipos de britadores.
2. Cálculo de potência.
3. Cálculo de eficiência.
4. Dimensionamento.
Unidade XII: Moinhos
1. Tipos de moinhos.
2. Cálculo de potência.
3. Cálculo de eficiência
4. Dimensionamento.
Unidade XIII: Bombas
1. Tipos de bombas.
2. Cálculo de potência.
3. Cálculo de eficiência.
4. Dimensionamento.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois,
1973.
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
MASSARANI, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher
Ltda.
MASSARANI, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997.
MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering,
Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993.
GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Hall, 1993.
MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara
Koogan S.A., 1987.
SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas
laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007.
Bibliografia Complementar:
CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe,
Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978.
COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias,
Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
EInd
Eletricidade Industrial
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina compreende a base da eletricidade industrial, desenvolvendo conceitos
sobre a leitura de instrumentos (amperímetros, voltímetros, multímetros), Na
montagem de máquinas elétricas (motores, transformadores, geradores de energia).
Na segurança do trabalho.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução a eletricidade industrial
1. Sistema de unidades
2. Normas técnicas
3. Conceitos iniciais (corrente elétrica, resistência elétrica, voltagem,
condutância, resistividade, potência, etc.).
4. Condutores e isolantes elétricos.
5. Magnetismo e eletromagnetismo.
Unidade II: Instalações industriais
1. Chaves magnéticas.
2. Chaves manuais.
3. Disjuntores.
4. Controladores lógicos programáveis.
5. Fusíveis.
6. Quadro de distribuição.
7. Eletrocalhas e eletrodutos.
8. Sensores.
9. Aterramento.
10. Balanço de carga em um circuito elétrico
Unidade III: Máquinas elétricas (utilidade, método de instalação
1. Motores.
2. Bombas.
3. Transformadores.
4. Geradores.
Unidade V: Instrumentação elétrica industrial
1. Medidores de correte.
2. Medidores de voltagem.
3. Medidores de resistências elétricas.
Unidade VI: Segurança industrial elétrica
1. Equipamento de proteção individual.
2. Equipamento de proteção coletiva.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
3. Normas brasileiras voltadas à segurança industrial elétrica
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BAZZO, W.; VALE, P. L. T. Introdução a Engenharia. 4.ed. Florianópolis: UFSC.
MILLMAN, J. e HALKIAS, C.C., Eletrônica, Dispositivos e Circuitos, Vol. 1, MAKRON
Books do Brasil Editora Ltda.
SCHIMIDT, Valfredo. Materiais Elétricos Vol. 1. São Paulo: Editora Blücher, 1979.
SCHIMIDT, Valfredo. Materiais Elétricos Vol. 2. São Paulo: Editora Blücher, 1979.
Bibliografia Complementar:
VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Rio
de Janeiro: Elsevier, 1994.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
CR I
Calculo de Reatores I
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Conceitos fundamentais podem ser utilizados para o estudo de reatores químicos:
Correlacionar o conteúdo aprendido com os de outras áreas da engenharia química;
Estar capacitados para avaliação preliminar das condições de operação e de projeto
dos tipos básicos de reatores químicos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Cinética das reações homogêneas
Unidade II: Tipo de reatores e aplicações
1. Reator de tanque agitado (em batelada)
2. Reator de tanque agitado semibatelada
3. Reator de tanque agitado contínuo
4. Reator tubular contínuo pistonado
5. Reator contínuo de leito fixo
6. Reator com reciclo
7. Reator autocatalítico
Unidade III: Estudo das reações químicas em cálculo de reatores
1. Velocidade de reação
2. Efeito da temperatura e da pressão
3. Balanço de massa e energia aplicada em reatores
4. Definição de conversão e extensão de reação
5. Estequiometria
6. Sistemas reacionais a volume constante e com variação de volume
Unidade IV: Reações múltiplas em reatores ideais
1. Reações em série e paralelo
2. Otimização, rendimento e seletividade.
Unidade V: Projeto de Reatores Isotérmicos
1. Reator de tanque agitado de operação batelada
2.
Reator de tanque agitado de operação contínua
3.
Reator de tanque agitado de operação semicontínua
4.
Reator do tipo tubular ideal
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
FOGLER, H.S., Elements of Chemical Reaction Engineering, New Jersey: Prentice –
Hall, 1992.
HILL, Chemical Engineering Kinetics and Reactor Design, New York: Wiley, 1977.
LEVENSPIEL, O., Engenharia das Reações Químicas, vol. I, S. Paulo: Ed. Edgard
Blucher Ltda (USP), 1974.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, N. Introdução a Engenharia Química. Interciência, Rio de Janeiro:1999.
HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TC
Transferência de Calor
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
O curso tem o objetivo de desenvolver a capacidade do acadêmico para analisar os
fenômenos físicos e químicos, em sistemas reais, industriais ou do cotidiano, com
relação à transferência de calor e de massa, envolvendo diversas etapas: identificar
o fenômeno físico, identificar as variáveis, formular o problema e seu objetivo,
desenhar o esquema, identificar perfis de temperatura e concentração, fazer
balanços de massa e energia, fazer resolução matemática do problema, comparar e
interpretar os resultados. Um segundo objetivo é procurar estimular a visão crítica
do aluno, o espírito de trabalho em equipe e a criatividade. Esta capacidade servirá
como base para realizar trabalhos de:
i) otimização de processos através de modelagem e simulação, controle, integração
energética, etc.;
ii) projeto de unidades industriais e dimensionamento de equipamentos;
iii) operação de unidades e acompanhamento de processos;
iv) projeto e operação de unidades de bancada, em escala reduzida e,
vi) solução de problemas de processos em geral.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Unidades e dimensões.
2. Princípios sobre condução, convecção e radiação.
3. Conservação de energia no volume de controle.
4. Balanço de energia.
Unidade II: Condução do calor.
1. Conceitos sobre condução de calor.
2. Condução de calor em regime unidimensional e bidimensional
permanente.
3. Condução de calor transiente.
Unidade III: Convecção do calor.
1. Conceitos sobre convecção de calor.
2. Escoamento externo com convecção.
3. Escoamento interno com convecção.
4. Escoamento livre com convecção.
5. Trocadores de calor.
Unidade V: Radiação
1. Intensidade de radiação.
2. Transferência de calor entre superfícies por radiação.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
DEWITT, D. P.; INCROPERA, F. R. Fundamentos de Transferência de Calor e de
Massa. 3.ed
BEJAN, A .Transferência de Calor, São Paulo, Edgard Blucher, 1996.
BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de
movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
Bibliografia Complementar:
KERN, D. Q. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TEQ II
Termodinâmica da Engenharia Química
II
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Desenvolver no aluno conceitos fundamentais e métodos de abordagem do
problema de equilíbrio de fases e de equilíbrio químico.
Equilíbrio de fases, equilíbrio químico
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- INTRODUÇÃO
2- TERMODINÃMICA CLÁSSICA DE SOLUÇÕES NÃO-ELETROLITICAS
2.1- Grandeza de mistura
2.2- Propriedade parcial molar e equação de Gibbs-Duhem
2.3- Fugacidade. Propriedades residuais. Coeficientes de fugacidade
2.4- Equação de Gibbs-Helmholtz
2.5- Fugacidade e coeficiente de fugacidade como função da temperatura,
pressão e composição.
2.6- Coeficiente de fugacidade a partir de equações de estado
2.7- Solução ideal
2.8- Solução real. Atividade. Propriedades em excesso. Coeficiente de atividade
3- MODELOS PARA ENERGIA LIVRE DE GIBBS EM EXECESSO
3.1- Equações de Margules
3.2- Teoria de Van Laar
3.3- Teoria de Scatchard-Hildebrand
3.4- Equação de Flory-Huggins
3.5- Equação de Wilson
3.6- NRTL
3.7- UNIQUAC
3.8- Métodos por contribuição de grupos: ASOG,UNIFAC
4- EQUÍLIBRIO DE FASES
4.1- Características do estado de equilíbrio
4.2- Critério de equilíbrio
4.3- Regra das fases. Teorema de Duhem
4.4- Fugacidade e critério de equilíbrio
4.5- Equilíbrio líquido-vapor
4.6- Equilíbrio líquido-líquido
4.7- Cálculo de ponto de bolha e orvalho.
4.8- Estabilidade de fases
5- EQUILIBRIO QUÍMICO
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
5.1- Notação generalizada para uma reação química
5.2- Extensão da reação
5.3- Critério de equilíbrio químico
5.4- regra das fases em sistemas racionais
5.5- Constante de equilíbrio
5.6- Efeito da temperatura sobre a constante de equilíbrio
5.7-Fugacidade e critério de equilíbrio químico
5.8- Equilíbrio químico em sistemas homogêneos e heterogêneos
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1- SMITH, J.M. e Van Ness, H.C., Introduction to Chemical Engineering
Thermodynamics, McGraw - Hill Book Company , 5a. Ed., Singapura, 1999 (ou 4a
Ed. 1987)
2- SANDLER, S.I., Chemical and Engineering Thermodynamics, Jonh Wiley & Sons,
New York, 2000.
Bibliografia Complementar:
3- PRAUSNITZ, J.M., Lichtenthaler, R.N. e Azevedo, E.G., Molecular
Thermodynamics of Fluid-Phase Equilibria, Prentice-Hall, 2ª Ed., 1986
4- REID, PRAUSNITZ E PÖLING, The Properties of Gases and Liquids - 4a. Ed.,
Singapura, 1984
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
PII
Processos Industriais Inorgânicos
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina objetiva contemplar o ensinamento das diversas indústrias inorgânicas,
estabelecendo as matérias primas na produção, fluxogramas, assim como diversos
dados atuais do mercado.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1.
Sistema de Unidades
2.
Fluxograma
3.
Localização da fabrica
4.
Conversões químicas
5.
Processamento químico na industria inorgânica
Unidade II: Industria da água
1.
Processos de tratamento da água
2.
Desmineralização
3.
Dessalinização
4.
Tratamento das águas industriais
Unidade III: Industria do carbono
1.
Destilação e coqueificação do carvão mineral
2.
Negro de fumo
3.
Carvão ativo
4.
Grafita natural e artificial
5.
Diamantes industriais
Unidade IV: Gases industriais
1.
Dióxido e monóxido de carbono
2.
Hidrogênio
3.
Oxigênio
4.
Nitrogênio
5.
Hélio
6.
Acetileno
7.
Dióxido de enxofre
8.
Óxido nitroso
Unidade V: Industria Cerâmica
1.
Matérias primas
2.
Classificação das cerâmicas
3.
Refratários
4.
Esmaltes
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
5.
Fornos
Unidade VI: Industria do cimento
1.
Tipos de cimento
2.
Fabricação do cimento (via seca e por via úmida)
Unidade VII: Indústria do vidro
1.
Método de fabricação
2.
Fornos
Unidade VIII: Indústria do cloro
1.
Fabricação da barrilha
2.
Fabricação do bicarbonato de sódio
3.
Fabricação do cloro e da soda cáustica
Unidade IX: Indústria eletrolítica
1.
Alumínio
2.
Magnésio
3.
Sódio
Unidade X: Indústria do fósforo
1.
Rocha fosfática
2.
Derivados do fósforo
3.
Fertilizantes
4.
Fabricação do fósforo
Unidade XI: Indústria do potássio
1.
Cloreto de potássio
Unidade XII: Indústria do nitrogênio
1.
Ciamida
2.
Produção de amônia
3.
Produção de acido nítrico
Unidade XIII: Indústria do acido sulfúrico
1.
Mineração
2.
Fabricação pelo processo de contato
3.
Equipamentos
4.
Recuperação
Unidade XIV: Indústria do acido clorídrico, bromo, iodo, flúor, alumina, cobre, bário,
lítio, boro
1.
Emprego
2.
Método de processamento
Unidade XV: Indústria dos explosivos
1.
Tipos de explosivos
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Industrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara.
Rio de Janeiro: 1980.
SOUZA SANTOS, P. Ciências e Tecnologia das Argilas. 2ªed. 3v. Edgard Blucher
Ltda. São Paulo: 1989.
MAIA, S.B. O vidro e sua Fabricação. Interciência, Rio de Janeiro: 2003.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Complementar:
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas
laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
CTM
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Oferecer ao acadêmico conhecimento da estrutura atômica dos materiais, seu
comportamento quando submetidos à temperaturas baixas e altas, suas principais
propriedades mecânicas, térmicas e químicas, de forma a possibilitar a seleção
adequada do material a empregar.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1.
Unidades e normas técnicas
Unidade II: Introdução a ciências e tecnologia dos materiais
1.
Campo de trabalho
2.
Tipos de materiais
3.
Equipamentos para ensaio mecânico
4.
A importância de testes padronizados
Unidade III: Estruturas dos materiais
1.
Estruturas cristalinas
2.
Estruturas não cristalinas
3.
Fases cristalinas e amorfas
4.
Diagramas de equilíbrio de fases
Unidade IV: Propriedades mecânicas, elétricas, magnéticas térmicas e óticas dos
materiais
1.
Interpretação de dados
2.
Análise gráfica
3.
Caracterização do material por análise gráfica
Unidade V: Discordância e mecanismo de aumento de resistência
1.
Definições sobre discordâncias
2.
Movimento de discordâncias e sua implicação na deformação
3.
Aumento de resistência através do impedimento de movimento de
discordâncias
4.
Aumento de resistência através de adição de impurezas
5.
Aumento de resistência através do controle do tamanho do grão
6.
Aumento de resistência por tratamentos térmicos
Unidade VI: Falha
1.
Tipos de fratura
2.
Transição dúctil-frágil
3.
Mecanismo da fratura
4.
Teoria de Kraft para fratura frágil
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
5.
Fractografia: uma análise macro e microscópica da fratura
Unidade VII: Diagramas de fase
1.
Soluções sólidas
2.
Diagrama bifásico
3.
Diagrama Fe-C
4.
Diagrama TTT
Unidade VIII: Processamento térmico de ligas metálicas
1.
Recozimento
2.
Normalização
3.
Tempera
4.
Revenido
Unidade IX: Ligas metálicas e não metálicas
1.
Ligas metálicas ferrosas
2.
Micrografia das ligas metálicas ferrosas
3.
Ligas metálicas não ferrosas
4.
Processamento de ligas metálicas
Unidade X: Materiais cerâmicos
1.
Composição dos materiais cerâmicos
2.
Classificação dos materiais cerâmicos
3.
Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos polímeros
4.
Processamento dos materiais cerâmicos
5.
Diagrama de fases (binário e ternário)
Unidade XI: Materiais poliméricos
1.
Composição dos materiais poliméricos
2.
Formação dos materiais poliméricos
3.
Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos polímeros
4.
Classificação dos materiais poliméricos
5.
Processamento dos materiais poliméricos
Unidade XII: Madeira
1.
Constituição química e física da madeira
2.
Propriedades químicas, físicas e mecânicas da madeira
3.
Beneficiamento da madeira
Unidade XIII: Compósitos
1.
Constituição química e física dos materiais compósitos
2.
Formação dos materiais compósitos
3.
Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos compósitos
4.
Classificação dos materiais compósitos
5.
Processamento dos materiais compósitos
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
ASKELAND, D.R.; PHULÉ, P.P. Ciências e Engenharia dos Materiais. Cengage
Learning, São Paulo: 2008.
BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1979.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Uma introdução. 5ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. 589p.
CHIAVERINI, V. Aços carbono e Ferros Fundidos - Associados Brasileira de Metais
MEHTA, P. K. Concreto – Estrutura, Propriedades e Materiais. São Paulo: PINI,
1994.
PETRUCCI, E.G.R. Materiais de Construção. Porto Alegre: Globo, 1978.
VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: E. Blucher, 1970.
VERÇOZA, E. J. Materiais de Construção. Porto Alegre: Sagra/PUC-EMMA, 1975.
Bibliografia Complementar:
BOTTREL COUTINHO, C. Materiais Metálicos para Engenharia – Fundação
Cristiano Ottoni
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns – Ed. Edgard
Blucher
SILVA TELES, P. C. Materiais para Equipamentos de processos- Ed. Interciência
REED-HILL, R. Princípios de metalurgia Física – Ed. Guanabara Dois
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
MT
Nome
Credito
CH
Mecânica Técnica
4
80
2. Objetivo da Disciplina
Determinar as características geométricas das seções, calcular as solicitações
fundamentais de força, momento de acordo com os tipos de apoio.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Estática
1.
Conceitos de forças, classificação.
2.
Momento de uma força.
3.
Sistema de forças.
4.
Momento de um sistema de forças.
5.
Sistemas de forças em equilíbrio (equações de estática).
6.
Vínculos.
7.
Reações de apoio (vigas isostáticas).
8.
Diagramas de esforço normal, esforço cortante e momento fletor.
Unidade II - Geometria das massas
1.
Centro de gravidade.
2.
Momento de inércia de superfícies, linhas e volumes.
3.
Produto de inércia.
4.
Eixos principais de inércia.
Unidade III: Equilíbrio dos corpos
1.
Condições de equilíbrio de um corpo
2.
Diagrama de corpo livre
3.
Estabilidade de um corpo
4.
Vínculos
Unidade IV: Estruturas planas
1.
Vigas
2.
Esforço solicitante e suas relações
3.
Diagrama de esforço solicitante
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Editora Érica,
1999.
MERIAN, J. L. Estática. Rio de Janeiro: livros técnicos e científicos, 1977.
TIMOSHANKO, S. Mecânica Técnica Estática. Rio de Janeiro: livros técnicos e científico,
1975.
Bibliografia Complementar:
SUSSEKIND, J. C. Cursos de Análise Estrutural: estruturas isostáticas. Porto Alegre: Globo, 1991.
v.1.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
Coordenador:
_____/____/______.
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
CR II
Calculo de Reatores II
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Possibilitar ao aluno ampliar seu campo de atuação na avaliação e projeto de
reatores químicos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução.
1.
Reações heterogêneas.
Unidade II: Reações entre fluidos e catalisadores sólidos
1.
Cinética de Superfície.
2.
Mecanismos e resistência da difusão nos poros do catalisador.
3.
Determinação da taxa de reações em meio catalítico.
4.
Reator catalítico de leito recheado.
5.
Métodos experimentais para determinação de velocidades
Unidade III: Reações de fluido com fluido
1.
Equação da velocidade
2.
Aplicações na engenharia
Unidade III: Reatores não ideais
1.
Tempo de residência.
2.
Modelos matemáticos para escoamento não ideal
3.
Tanques contínuos e em série.
Unidade IV: Desativação de catalisadores
1.
Mecanismos de desativação de catalisadores.
2.
Equação da velocidade
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
FOGLER, H.S., “Elements of Chemical Reaction Engineering”, 2a edição, PrenticeHall, New Jersey (1992).
SMITH, J.M., “Chemical Engineering Kinetics”, 3a edição, McGraw-Hill, Singapore
(1981).
CHEN, N.H., “Process Reactor Design”, Allyn and Bacon, Boston (1983).
HILL, C.G., ”Na Introduction to Chemical Engineering Kinetics & Reactor Design”,
John Wiley & Sons, New York (1977).
Bibliografia Complementar:
ROSE, L.M., “Chemical Reactor Design in Practice”, Elsevier Science, New York
(1981).
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
SATTERFIELD, C.N., “Heterogeneous Catalysis in Practice”, McGraw-Hill Book
Company, New York (1980).
SATTERFIELD, C.N., “Mass Transfer in Heterogeneous Catalysis”, Robert E. Krieger
Publishing Co., Malabar (1981).
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
OU II
Operações Unitárias II
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Apresentar os Processos de Separação, a escolha de equipamentos para os
Processos de separação e os projetos de equipamentos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Trocadores de calor: bitubulares, de casco e tubos e de placas paralelas.
1. Fatores de incrustação.
2. Queda de pressão.
3. Cálculo de eficiência.
4. Dimensionamento.
Unidade II: Métodos de troca de calor
1. Evaporadores.
2. Condensadores.
3. Refervedores.
4. Caldeiras.
Unidade III: Destilação
1. Equilíbrio líquido vapor.
2. Ponto de bolha e de orvalho.
3. Destilação de equilíbrio (flash).
4. Balanço de massa e energia.
5. Destilação de misturas binárias.
6. Destilação multicomponente.
7. Eficiência e dimensionado (pratos e recheios).
Unidade IV: Umidificação
1. Psicrometria.
2. Tipos de umidificadores (torres de resfriação).
3. Eficiência e dimensionamento.
Unidade V: Refrigeração
1. Tipos de refrigeradores.
2. Eficiência e dimensionamento de refrigeradores.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois,
1973.
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
MASSARANI, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher
Ltda.
MASSARANI, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997.
MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering,
Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993.
GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice
Hall, 1993.
MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara
Koogan S.A., 1987.
SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas
laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007.
Bibliografia Complementar:
CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe,
Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978.
COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias,
Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
RM
Resistência dos Materiais
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Compreender o comportamento dos materiais sujeitos a agentes mecânicos, dentre
outros, que atuam sobre peças de formas simples, buscando-se a quantificação dos
efeitos através da introdução de hipóteses simplificadoras as quais, ao tempo em
que permitem a obtenção de fórmulas matemáticas mais simples não deixam de
representar a realidade prática, nos limites de precisão exigidos pelas necessidades
da Engenharia. Tensões e deformações.
Princípios gerais da Resistência dos Materiais.
Esforços solicitantes.
Análise das peças subordinadas a esforços simples e combinados.
Sistemas isostáticos.
Energia de deformação.
Propriedades gerais.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1.
Sistema de normas técnicas.
2.
Sistema e transformação de Unidades.
Unidade II: Tensão e compressão
1.
Normas para ensaio
2.
Cálculo das forças atuantes em um corpo
3.
Lei de Hooke
4.
Cálculo da tensão de tração e compressão
5.
Cálculo do alongamento e da deformação
6.
Análise gráfica do ensaio de tração e compressão
7.
Carga axial
8.
Aplicação dos cálculos de resistência a tração e compressão na engenharia
química
Unidade III: Torção
1.
Deformação por torção em eixo circular.
2.
Módulo de torção.
3.
Transmissão de potência e ângulo de torção.
4.
Tubos de parede finas.
5.
Torção Inelástica.
6.
Aplicação dos cálculos de resistência a torção na engenharia química
Unidade IV: Flexão
1.
Forças cortantes.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Cálculo da flexão em três e quatro pontos.
Aplicação dos cálculos de flexão na engenharia química
Unidade V: Cisalhamento
1.
Força de cisalhamento.
2.
Tensão de cisalhamento.
3.
Deformação de cisalhamento.
4.
Aplicação dos cálculos de resistência a tração e compressão na engenharia
química.
2.
3.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Resistência dos Materiais. São Paulo: Ed. Mc
Graw-Hill do Brasil, 1982.
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática.
São Paulo: Ed. Mc Graw-Hill do Brasil, 1982
LACERDA, Flávio Suplicy. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Globo,
1995
TIMOSHENKO, S.P. Resistência dos Materiais. 02 vols. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico Ltda. 1973.
TIMOSHENKO, S.P. GERE Resistência dos Materiais. 02 vols. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico Ltda. 1973.
Bibliografia Complementar:
FEODOSIEV, V. I. Resistência dos Materiais. Moscou: Ed. MIR, 1980.
HIGDON, Ohlsen Styles. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Dois
POPOV, Ergor P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher,
1978.
SHAMES, Irving H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. Ed. Prentice Hall.
STIPIN, P. A. Resistência dos Materiais. Moscou, 1979.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
PEB
Processo da Engª. Bioquímica
Credito
4
CH
8
2. Objetivo da Disciplina
Estudar a aplicação dos conhecimentos de bioquímica, da microbiologia geral e da
engenharia bioquímica e biotecnologia na obtenção industrial de produtos de valor
econômico, seja no campo dos fármacos, dos alimentos, dos solventes, bem como
no tratamento de efluentes orgânicos.
Noções fundamentais. Leveduras. Agentes sacarificantes.
Produção industrial de álcool por fermentação. Fabricação de cerveja, vinho e
bebidas alcoólicas destiladas. Bactérias. Fermentação acetona/álcool. Bactérias
acéticas. Produção de ácido lático. Fungos. Fermentação Cítrica. Preparação
enzimática. Antibióticos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.Importância da Microbiologia Industrial, da Engenharia Bioquímica e da
Biotecnologia.
1.1- Apresentação de uma indústria de base microbiológica.
1.2- Principais produtos de origem microbiológica
1.3- Avanços mais recentes no campo da biotecnologia
2.Microbiologia básica
2.1- Histórico. Reinos microbianos.
2.2- Protozoários e algas: características, morfologia, reprodução,
ocorrência, classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas
causados.
2.3- Fungos: características, morfologia, reprodução, ocorrência,
classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas causados.
2.4- Bactérias: características, morfologia, reprodução, ocorrência,
classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas causados.
2.5- Vírus: fisiologia, reprodução, características, interferons, vírus
temperados.
3.Crescimento microbiano
3.1- Definição. Fatores controladores. Exigências de crescimento.
3.2- Formulação de meio de cultura. Cultura pura. Estado físico da cultura.
3.3- Medidas de crescimento microbiano.
3.4- Curva e equação dos crescimentos descontínuos e contínuos.
3.5- Cinética de enzimas. Equações de de Michaelis - Menten.
4.Morte microbiana
4.1- Definição. Mecanismos e agentes de esterilização.
4.2- Equação da morte térmica.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4.2- Esterilização de meios de cultura.
4.3- Esterilização de equipamentos.
4.4- Esterilização de ar.
5.Elementos de Bioquímica geral e biossíntese de macromoléculas
5.1- Principais macromoléculas bioquímicas: proteínas (inclusive enzimas),
glicídeos, lipídeos e ácidos nucléicos.
5.2- A biossíntese das macromoléculas.
6.Produção de etanol, cerveja e vinhos.
7.Produção de derivados do leite por fermentação.
8.Tratamento aeróbico de efluentes orgânicos com uso de microrganismos: lagoas
de estabilização, filtros biológicos e lodos ativados.
9.Tratamento anaeróbico de efluentes orgânicos com uso de microrganismos.
10. Biodigestores.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Série BIOTECNOLOGIA . V.A.Lima,E. Aquarone,W.Borzani,Ed. Edgard Blucher
v.1 - Tecnologia das Fermentações
v.2 - Tópicos de Microbiologia Industrial
v.3 - Engenharia Bioquímica
v.5 - Alimentos e Bebidas Produzidos por Fermentação
Bibliografia Complementar:
- Introdução à Bioquímica. Conn e Stumpf, Ed. Edgard Blucher Ltda
- No Mundo dos Micróbios. Stanier, Doudoroff e Adelberg,Ed. Edgard Blucher
- Engenharia Bioquímica. S. Aiba, H. Humphey, N. Mills
-Microbiologia. Pelczar, Reid, Chan. v.1 e v.2.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
PQO
Processos da Industria Orgânica
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina contempla os diversos ramos do processo industrial orgânico,
estabelecendo diversos parâmetros do processo.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Sistema de Unidades
2. Fluxograma
3. Localização da fabrica
4. Conversões químicas
5. Processamento químico na indústria orgânica
Unidade II: Industria dos Óleos, gorduras e ceras
1. Óleos de origem animal ou vegetal: tipos e obtenção
2. Processamento da gordura
3. Produção de cera
Unidade III: Indústria dos sabões e detergentes
1. Matéria primas
2. Fabricação
3. Tipos de sabões e detergentes
Unidade IV: Indústria do açúcar e do amido
1. Fabricação do açúcar e do amido
Unidade V: Indústrias de fermentação
1. Fabricação do álcool industrial
2. Cervejas
3. Vinhos
4. Vinagre
Unidade VI: Industria da madeira
1. Hidrolise da madeira
2. Derivados da celulose
Unidade VII: Indústria do papel
1. Fabricação de polpa para papel
2. Fabricação de papel
Unidade VIII: Indústria do plástico
1. Fabricação de resinas
2. Polimerização
Unidade IX: Indústria das fibras
1. Tipos de fibras
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
2. Fabricação de fibras
Unidade X: Indústria da borracha
1. Borracha natural e sintética
2. Outros tipos de borracha
3. Vulcanização
Unidade de XI: Indústria Petroquímica
1. Composição do petróleo
2. Produtos da refinação
3. Processo de refino
Unidade XII: Indústria dos corantes
1. Tipos de corantes
2. Métodos de obtenção
Unidade XIII: Indústria farmacêutica
1. Química dos produtos naturais
2. Produção de produtos farmacêuticos
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Indústrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara.
Rio de Janeiro: 1980.
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
Bibliografia Complementar:
MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara
Koogan S.A., 1987.
COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias,
Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
ADE
Administração para Engenheiros
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Conduzir ao acadêmico a conhecer os aspectos teóricos e práticos da administração
como ciência. Mostra-lhe os procedimentos sistêmicos, por objetivos, burocráticos e
outros. Abordagem dos princípios da administração clássica e científica e suas
diferenças e desenvolvimento. Aplicar os conhecimentos nas diversas áreas de
atuação administrativa.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: INTRODUÇAO:
Antecedentes históricos; necessidades da administração; histórico dos princípios
administrativos; desenvolvimento de uma teoria geral da administração.
Unidade II: SUMÁRIO DA TEORIA ADMINSTRATIVA:
Principais movimentos teóricos: Clássico, burocrático, por objetivos, sistêmicos,
relações humanas, entre outros.
Unidade III: PROCESSO ADMINISTRATIVO:
Função: seqüência, universalidade.
Planejamento: etapas, tipos.
Organização: princípios, departamentalização, delegação.
Direção: autoridade, estilos, motivação
Controle: atividade, tipos
Unidade IV: FUNÇÕES DA EMPRESA:
Produção, mercado, pessoal, finanças, material, entre outros aspectos.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
• CHAVIANETO, Idalberto – Introdução à teoria da administração. Ed. McGraw-Hill.
• LODI, João Bosco – Historia da administração. Ed. Liv. Pioneira
• HAMPTON, David – Administração Contemporânea. Ed. McGraw-Hill.
• KASTEN & RESENWIG – Administração contemporânea. Ed. McGraw-Hill.
• W. NEWMAN e K. WARREN – Administração avançada. Ed. Atlas.
• H. I. ANSOFF e D. HAYES – De planejamento estratégico à administração
estratégica. Ed. Atlas.
Bibliografia Complementar:
• CHARRON, Evers e FENNER – Introdução a psicologia aplicada à administração.
Ed. Saraiva
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
• NEWMAN, William – Ação administrativa. Ed. Atlas.
• KOONTZ & O’DONNELL – Fundamentos da administração. Liv. Pioneira e
Editora.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
OU III
Operações Unitárias III
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Conhecimento da aplicação dos conceitos de transferência de calor e massa,
equilíbrio físico-químico no projeto e avaliação de colunas recheadas.
Desenvolvimento da capacidade de projetar, avaliar, simular e otimizar
equipamentos de contato direto.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Absorção
1.
Condição para análise matemática da absorção de gás.
2.
Solubilidade de gases em líquidos
3.
Métodos de absorção e dessorção.
4.
Eficiência e dimensionamento de equipamentos para absorção.
Unidade II: Adsorção
1.
Adsorventes.
2.
Equilíbrio e cinética de adsorção.
3.
Eficiência e dimensionamento de equipamentos para adsorção
Unidade III: Cristalização
1.
Princípios da cristalização.
2.
Nucleação e crescimentos dos cristais.
3.
Tipos de cristalizadores.
4.
Dimensionamento e eficiência de cristalizadores.
Unidade IV: Secagem
1.
Balanço de massa e energia no processo de secagem.
2.
Tipos de secadores.
3.
Eficiência e dimensionamento de equipamentos para secagem.
Unidade VI: Lixiviação
1.
Mecanismos.
2.
Cálculo de eficiência.
3.
Dimensionamento da operação.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
CALDAS, J.N. E LACERDA, A.I., Torres Recheadas, JR Editora Técnica Ltda. Rio de
Janeiro, 1988.
PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois,
1973.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering,
Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993.
GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice
Hall, 1993.
MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara
Koogan S.A., 1987.
SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas
laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007.
Bibliografia Complementar:
CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe,
Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978.
COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias,
Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977.
TREYBAL, R. E. - Mass Transfer Operations - 2a. Ed. McGraw Hill - Tóquio, 1968
RAUTENBACH, R. E ALBRECHT, R. - Membrane Process, J. Wiley e Sons, New
York.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
LEQ I
Laboratório de Engª Química I
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Aplicar os conhecimentos adquiridos durante as disciplinas de Transporte de
Quantidade de Movimento, Operações Unitárias I e Termodinâmica I através de
experimentos práticos.
Mecânica dos fluidos, bombas centrífugas, caracterização de partículas,
escoamentos em leitos fixo e fluidizado, sedimentação, ciclos de refrigeração,
conservação de energia, combustão e psicometria.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- Tempo de esvaziamento de um tanque
2- Experimento de Reynolds
3- Perdas de cargas em acidentes e tubulações
4- Medidas experimentais de vazão: placa de orifício, rotâmetro, manômetro
diferencial e célula de pressão diferencial.
5- Curva de uma bomba centrifuga
6- Picnometria
7- Filtro folha de laboratório
8- Filtro prensa de laboratório
9- Sedimentação
10- Leito fluidizado
11- Agitação e mistura mecânica
12- Tanque de aquecimento contínuo
13- Ciclo de refrigeração
14- Especificação de combustíveis líquidos
15 - Conservação de energia
16- Análise de orsat
17- Motor a vapor e conversão de energia
18- Medição de umidade
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1 Introdução à Mecânica dos Fluidos - Robert W. FOX - Alan T. McDONALD
2 Mecânica dos Fluidos - Victor L. STREET
Bibliografia Complementar:
3 Mecânica dos Fluidos - Irvin H. SHAMES
Elementos de Mecânica dos Fluidos - John K. VENNARD - Robert L. STREET
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito: TQM, Operações Unitárias I e Termodinâmica I.
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
PEQ
Projetos em Engenharia Química
Credito
5
CH
100
2. Objetivo da Disciplina
Despertar nos estudantes uma visão mais empreendedora, empresarial e, também,
capacitá-lo a fazerem avaliações econômicas de projetos de indústrias químicas.
Conceituação de problemas econômicos da Engenharia Química. Cálculo e
estimativa de investimento e custos operacionais de indústrias químicas. Seleção
dentre alternativas e investimentos. Elaboração de projetos e relatórios industriais.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- CONCEITO DE EMPRESA MODERNA
1.1- Objetivos de uma Empresa
1.2- O Processo Produtivo
1.3- Requisitos da Qualidade
1.4- Produtividade
1.5- Lucratividade
1.6- Competitividade
1.7- Sobrevivência
2. GERENCIAMENTO GLOBAL DE UM EMPREENDIMENTO INDUSTRIAL
2.1- Fases do Empreendimento
2.1.1- Necessidades de um Empreendimento
2.1.2- Análise das Alternativas
2.1.3- Estudo de Viabilidade Técnico-Econômico/EVTE
2.1.4- Engenharia do Projeto
3. NECESSIDADES DE UMA ANÁLISE ECONÕMICA DE PROJETO
4. CONCEITOS A SEREM CONSIDERADOS NUM ESTUDO DE VIABILIDADE
TÉCNICO ECONÕMICO (EVTE)
4.1- origens de financiamento industrial
4.1.1- Modalidades de Financiamentos
4.1.2- Financiamentos para Investimentos Fixo e Capital de Giro
4.1.3- Descontos de Duplicatas
4.1.4- Financiamentos com Recursos Externos
4.1;5- Debêntures
4.1.6- “Leasing” e “Lease-Back”
4.1.7- Operações de Capitalização
4.2- Medidas de Eficiência Econômica
4.3- Mercado
4.3.1- Bens de Consumo e de Capital
4.3.2- Demanda e Oferta
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4.3.3- Dimensão do Projeto
4.3.4- Economia de Escala
4.3.5- Localização do Empreendimento
4.3.6-Estudos de Mercado
4.4 - Custos
4.4.1- Contabilidade de Custos
4.4.2- Classificação dos Custos
4.4.2.1- Custos do Investimento
4.4.2.2- Custos Operacionais
4.4.3- Comportamento dos Custos de Produção Fixos, Variáveis e Totais Médios e
do Custo Marginal a curto prazo .
4.4.4- Alavancagem Operacional
4.4.5- Outras Despesas e Desembolsos
4.4.5.1-Depreciação Contábil
4.4.5.2-Despesas Financeiras
4.4.5.3-Amortização de Financiamentos
4.4.5.4-Imposto de Renda
4.5-Métodos de Avaliação de Custos
4.5.1-Estimativa de Investimento de Capital
4.5.2-Tipos de Estimativas de Custo de Capital
4.5.2.1-Estimativa de Ordem de Grandeza
4.5.2.2-Estudo de Estimativa
4.5.2.3.Estimativa Preliminar
4.5.2.4-Estimativa definitiva
4.5.2.5-Estimativa Detalhada
4.5.3-Indices de Custos mais Comuns
4.5.3.1-Engineering News-Record Construction
4.5.3.2-Nelson Ferrar Refinery Construction Índex
4.5.3.3-Chemical Engineering Plant-Cost Índex
4.5.3.4-Marshalçl And Swiff ALL-Industry and Process-Industry Equipment Indexes
4.5.4-Métodos para Estimar Investimento de Capital
Método A- Estimativa de Item Detalhado
Método B- Estimativa de Custo Unitário
Método C- Percentagem de Custo de Equipamento Entregue
Método D- Fatores de “Lang” para aproximação de Investimentos de Capital
Método E- Fator de Potência Aplicado a relação entre capacidades de plantas
Método F- Custo de Investimento por Unidade de Capacidade
4.6- Adequação do Investimento à Capacidade (Escala)
4.7- Transposição Geográfica de Investimentos
4.7.1- Índice de Nacionalização Global do Projeto
4.7.2- Fator de nacionalização
4.8- Transposição Temporal de Investimentos
4.9- Receitas
4.10- Estudo Conjunto de Custos e receitas
4.11- Ponto de Equilíbrio de um Projeto - (Break-Even-Point)
4.12- Juros
4.12.1- Juros Simples e Compostos
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4.12.2- Taxas Efetiva/Proporcionais/Equivalentes/Nominal
4.13- Inflação/ Ganho Real/ Imposto
4.14- Diagramas de Fluxo de Caixa
4.15- Capitalização/Desconto
4.15.1- Expressões Genéricas
4.16- Fatores de Acumulação de Capital e de Valor Presente
4.16.1- Tabelas de Fatores
4.17- Equivalência de Fluxos de Caixa
4.18-Séries Uniforme e em Gradiente
4.19- Taxa Mínima de Atratividade
4.20- Custo de Oportunidade
4.21- Depreciação
4.21.1- Depreciação por Cotas Constantes ou por Forma Retilínea
4.21.2- Depreciação por Percentagens Constantes (Método de Matheson
4.21.3- Depreciação por Progressão Aritmética de Razão igual ao primeiro (ou
último) Termo (Método de Cole)
4.21.4- Depreciação por Declínio em dobro
4.22- Vida Útil/Econômica de um Projeto
4.23- Lucro Tributável
4.23.1- Investimentos/ receitas
4.23.2- Imposto de Renda
4.23.3- Deduções.
4.24- Elaboração de Fluxos de Caixa
4.24.1- Modelo que contempla a incidência do Imposto de Renda
4.24.2- Modelo que não contempla as incidências Fiscai
4.24.3- Modelo que contempla o Valor Residual no final da vida útil do Projeto,
Capital de Giro
4.24.4- Modelo que não contempla o Valor Residual no final da vida
5. MÉTODOS DETERMINÌSTICOS APLICADOS À ANÁLISE DE ALTERNATIVAS
ECONÕMICAS
5.1- Critério de Liquidez
5.1.1- Pay Back- Pay Out
5.2- Critério de Rentabilidade
5.2.1- Método do valor Anual Uniforme Equivalente (Alternativas com vidas
diferentes)
5.2.2- Método do Valor Presente (Alternativas com vidas diferentes)
5.2.3- Método da Taxa Interna de Retorno
5.2.3.1- Análise Incremental
5.2.3.2- Taxa de Fischer
5.2.4- Método da Taxa Interna de Retorno Modificada (Análise com Reaplicação a
taxas diferenciadas)
5.2.5- Método da Taxa Global de Rentabilidade
5.2.6- Método do Índice de Lucratividade
5.2.7- Método Benefício Custo
5.2.7.1- Relação Benefício/Custo
5.2.7.2- Diferença Benefício- Custo
5.2.7.3- Relação Incremental Benefício/Custo
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
6. INDICES SOCIAIS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS
6.1- Rentabilidade
6.2- Economia de Divisas
6.3-Custo da Divisa Gerada
6.4-Taxa de Geração de Divisas
6.5- Relação Investimentos/Número de Empregos Gerados
7. MÉTODOS USADOS QUANDO SOB CONDIÇÕES DE INCERTEZA E RISCO
7.1-Análise sob Condições de Incerteza
7.1.1- Método da Análise de Sensibilidade
7.2- Análise sob Condições de Risco
7.2.1- Métodos Probabilísticos
7.2.2- Árvore de Decisão
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1-PETER, M.S. AND TIMMERHAUS, K.D PLANT DESIGN AND ECONOMIC FOR
CHEMICAL ENGINEERS
2-CHEMICAL PROCESS ECONOMICS - JONH HAPPEL
3-PRINCIPLES OF ENGINEERING ECONOMY, EUGENE L. GRANT, W.GRANT
IRESON
4-ENGENHARIA ECONÕMICA/ELEMENTOS - CLOVIS DE FARO
5-ENGENHARIA ECONÔMICA - HENRIQUE HIRSCHFELD
6-ENGENHARIA ECONÔMICA - HESS, E.
7-PERRY, MANUAL DE ENGENHARIA QUÍMICA
Bibliografia Complementar:
8- SANTOS, J.ª CURSO DE ENGENHARIA ECÕNOMICA
MODULO I – MATEMÁTICA FINANCEIRA E ANÁLISE DE INVESTIMENTOS
MODULO II- ANÁLISE DE RISCO NAS DECISÕES DE INVESTIMENTOS
MODULO III- CONTABILIDADE GERENCIAL E ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS
9-ANÁLISE DE INVESTIMENTOS, NELSON CASAROTTO FILHO, BRUNO
HARTMUT KOPITTKE
10-MATEMÁTICA FINANCEIRA OBJETIVA E APLICADA, ABELARDO DE LIMA
PUCCINI
11-INTRODUÇÃO Á ENGENHARIA ECONÕMICA - REMO MONNARINO
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
LAE
Legislação Aplicada a Engenharia
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Elementos da Teoria do Direito, Relação Jurídica, Direitos Reais e Pessoais, Posse,
Aspectos Gerais de Propriedade, entre outros.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE I - Elementos da Teoria do Direito
1.1. - A natureza ontológica do Direito
1.2. - Características gerais da norma
1.3. - Teoria do ordenamento jurídico
UNIDADE II. – Relação Jurídica
2.1. - A relação jurídica, a norma e o Direito subjetivo
2.2. - O sujeito e o objetivo da relação
2.3. - O fato propulsor
UNIDADE III – Direitos Reais e Pessoais
3.1. - Significado e distinções
3.2. - Características dos direitos reais
3.3. - Direitos reais na coisa própria e na coisa alheia
UNIDADE IV – Posse
4.1. – Formulação teórica da posse
4.2. - Classificação; Posse justa e injusta, de boa e má fé
4.3. - Efeitos da Posse
UNIDADE V - Aspectos gerais da propriedade
5.1. – Lineamentos Básicos do Direito de propriedades
5.2. – Limitações Civis ao direito de Propriedades
5.3. – Dos direitos de vizinhança
UNIDADE VI - Da propriedade Imobiliária
6.1. – Loteamentos e Incorporações
6.2. – Promessa e Compromisso de venda
6.3. – Registro Imobiliário
UNIDADE VII – A propriedade Urbana
7.1.- Fundamentos básicos da propriedade urbana
7.2.- A disciplina e controle do uso do solo urbano
7.3. – A urbanização e a reurbanização
UNIDADE VIII – A propriedade agrária
8.1. – Sistematização da propriedade agrária
8.2. – Limitações públicas ao direito da propriedade agrária
8.3. – Institutos específicos do direito agrário
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
UNIDADE IX – Contrato de Emprego
9.1.- Elementos essenciais. Vícios e nulidade.
9.2. - Contratos quanto á duração
9.3. - Contrato especiais
UNIDADE X - Da Remuneração
10.1 - Conceito e característica
10.2 - Tipos imperativos e voluntários de remuneração
10.3 - Proteção ao recebimento da remuneração
UNIDADE XI - Duração do Trabalho
11.1 - Jornada de Trabalho
11.2 - Suspenção e interrupção do contrato
11.3 – Do direito ao repouso
UNIDADE XII – Alteração do contrato de Emprego
12.1 - Princípios gerais
12.2 - Alteração quanto a remuneração
12.3 - Conseqüência das alterações lícitas
UNIDADE XIII – Estabilidade no Emprego
13.1 - O regime jurídico da estabilidade
13.2 - Formas específicas de estabilidade
13.3 - O fundo de garantia por tempo de serviço
UNIDADE XIV – Término de contrato de emprego
14.1 - Reconciliação e resolução
14.2 - Efeitos da demissão
14.3 – Conseqüência da despedida
UNIDADE XV - Previdência Social
15.1 – Evolução do sistema previdenciário no Brasil
15.2 – Benefícios e Contribuições
15.3 – O direito à aposentadoria
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – Semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
ACP
Análise e Controle de Processo
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Desenvolver o uso de ferramentas matemáticas para controle de processos
envolvendo balanço de material e energia.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução ao Controle de Processos
1. Um sistema de controle de processo
2. Objetivo do controle automático de Processo.
3. Estratégias de Controle
Unidade II: Ferramenta Matemática para Análise de Sistemas de Controle
1. Transformada de Laplace.
2. Solução de equações diferenciais por Transformada de Laplace.
3. Linearização e Variáveis desvios.
Unidade III: Sistemas Dinâmicos de Primeira Ordem
1. Processos Térmicos
2. Processos Gasosos
3. Reatores Químicos
4. Função de Transferência
5. Diagrama de Blocos
6. Tempo Morto
7. Respostas dos sistemas de primeira ordem
Unidade IV: Sistemas Dinâmicos de Ordem Superior
1. Sistemas não interativos
2. Sistemas interativos
3. Processos Térmicos
4. Respostas dos sistemas de ordem superior
Unidade V: Componentes Básicos de um Sistema de Controle
1. Sensores e Transmissores
2. Válvulas de controle
3. Controladores
Unidade VI: Projeto de Sistemas de Controle de Única Malha
1. Malha de controle com Realimentação
2. Estabilidade da Malha de Controle
3. Ajuste do Controlador
Unidade VII: Métodos Clássicos de Projeto de Controlador
1. Método do lugar das raízes
2. Resposta em frequência
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
3. Teste de Pulso
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
SEBORG, D.E.; EDGAR,T.F.M Process Dynamics and Control. Wiley, New York,
1989
STEPHANOPAULOS, G. Chemical Process Control: An introduction to theory and
practice. Prentice-Hall, Englewood Cliff, NY, 1984
Bibliografia Complementar:
CONGHANOOR, D.R., KOPPEL, L.B., Process Systems Analysis and Control. Mc
Graw Hill, NY, 1985.
MARLIN, T. E., Process Control - Designing Processes and Control-Systems for
Dynamic Performance. McGraw-Hill International Ed. 1995
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
MSP
Modelagem e Simulação de Processos
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina contempla mecanismos para modelagem computacional de sistemas
lineares e não lineares, realizando aplicações nos processos de regime estacionário
e transiente.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Modelagem e simulação de processos em regime permanente
1. Sistemas lineares
2. Sistemas não lineares
Unidade II: Otimização de Processos Químicos
1. Otimização linear
2. Otimização não linear – reconciliação de dados
Unidade III: Modelagem e Simulação de Processos em Regime Transiente
1. Sistemas de equações diferenciais ordinárias
2. Sistemas rígidos de equações diferenciais ordinárias
Unidade IV: Simuladores de Processo
1. Introdução aos simuladores de processo
2. Aplicações de simulações de processo em regime estacionário
3. Aplicações de simulações de processo em regime transiente
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
BASSANEZI, R.C. Ensino - aprendizagem com Modelagem Matemática. São
Paulo: Contexto, 2002.
Silebi, C. A., Schiesser, W. E., Dynamic Modeling of Transport Process Systems,
Academic Press Inc., 1992.
Bibliografia Complementar:
Edgar, T. F., Himmelblau, D. M. e Lasdon, L., “Optimization of Chemical Processes”,
McGraw-Hill, 2001.
Press. Numerical Recipes in FORTRAN; 2a ed.; Cambridge Press University; New
York; 1992.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
LEQ II
Laboratório de Engª Química II
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Aplicar os conhecimentos adquiridos durante as disciplinas de Termodinâmica II e
Cálculo de reatores através de experimentos práticos.
Transferência de calor por condução e convecção, trocadores de calor, transferência
de massa por difusão, equilíbrio de fases, equilíbrio químico, separação por flash,
separação por extração, reatores de fluxo contínuo, homogêneos e heterogêneos e
reatores a batelada.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- Determinação do perfil de temperatura em barras circulares
2- Determinações da condutividade térmica de um sólido
3- Transmissões de calor com mudança de fase
4- Trocadores de calor
5- Obtenções de dados de equilíbrio líquido-vapor
6- Obtenções de dados de equilíbrio líquido-líquido
7- Separações por flash
8- Determinações experimentais do coeficiente de difusão
9- Determinações de coeficiente de transferência de calor
10- Determinações de coeficiente de transferência de massa
11- Operações de reator tubular homogêneo
12- Operações de reator tubular heterogêneo
13- Operações de reator de mistura (cstr)
14- Operações de reator de fermentação
15- Escoamentos em sistemas com recheio
16- Avaliações de coluna de extração
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
DEWITT, D. P.; INCROPERA, F. R. Fundamentos de Transferência de Calor e de
Massa. 3.ed
BEJAN, A .Transferência de Calor, São Paulo, Edgard Blucher, 1996.
BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de
movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
Bibliografia Complementar:
KERN, D. Q. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito Termodinâmica II, Cálculo de Reatores e Fenômenos de Transporte
II
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
GAIQ
Gestão Ambiental para Engª
Química
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Discussão e interpretação da necessidade da exploração e utilização racional dos
recursos naturais disponíveis, e a manutenção do equilíbrio ecológico do ambiente.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.
HISTÓRICO DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E CAUSAS DA CRISE
AMBIENTAL
1.1
A questão ambiental nas diversas etapas de evolução humana
1.2
Nas diferentes civilizações
1.3
Na era industrial
1.4
Na modernidade
2.
DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE
2.1
Os conceitos de eco desenvolvimento e desenvolvimento sustentado
2.2
Recursos ambientais renováveis e não renováveis
3.
NOÇÕES GERAIS DE ECOLOGIA
3.1
Os ciclos bioquímicos
3.2
Ecossistemas finitos
3.3
Cadeias alimentares
3.4
Sucessão biológica
4.
O AR
4.1
As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade
5.
A ÁGUA
5.1
As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade
6.
O SOLO
6.1
As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade
7.
ENERGIA
7.1
Fontes e transformações
7.2
Os combustíveis
7.3
Impacto ambiental
7.4
Controle das fontes
8.
POLUIÇÃO SONORA
8.1
Fontes
8.2
Efeitos
8.3
Monitoramento
8.4
Controle de ruído
9.
PLANEJAMENTO DA GESTÃO AMBIENTAL
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
9.1
A política
9.2
A ética
9.3
A economia
9.4
O direito ambiental
10.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE AMBIENTAL
10.1 AIA
10.2 RIMA
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
Branco, S.M. - Poluição: A morte dos nossos rios - RJ, Livro Técnico, 1972
2.
Branco, S.M e Rocha, A.A. - Ciências do Ambiente para Universitários,
CETESB, 1980
3.
Branco, S.M. - O Meio Ambiente em Debate, SP, Ed. Moderna, 1993
4.
Brown Lester R. - Salve o planeta: Qualidade de vida, SP, Ed. Moderna, 1993
5.
Bull, D. et al - Pragas e Venenos; Agrotóxicos no Brasil e Terceiro Mundo,
Vozes, RJ, 1986
6.
Capra, Fritjof, O ponto de Mutação, SP, Ed. Culpix, 1982
7.
Carvalho, B. ª - Ecologia e poluição, RJ, Ed. Freitas Bastos, 1975
8.
Croall, S. e Sempler K. - Conheça Energia Nuclear, SP, P. Editorial, 1980
9.
Croall S. e Panxin, W. - Ecologia para principiantes, Lisboa, Dom Quixote,
1982
10.
Dajoz, R. - Ecologia Geral, SP, EDUS, Ed. Vozes, 1973
11.
Dorst, J - Antes que a natureza morra, SP, Edgard Blucher, 1973
12.
Falenberc, G. - Introdução aos problemas da poluição ambiental, EDUSP,
1980
13.
Foley Gerald, The Energy Question, Londres, Pequim Books, 1992
14.
Leite, J.L - Problema Chave do Meio Ambiente, Salvador, EXPOGEO/UFBA,
1994
15.
Mannion, ªM. e Bowlby, S.R. - Environmental Issues in 1990. West Sussex,
1992
Bibliografia Complementar:
16.
Meio Ambiente: Legislação Básica do Estado da Bahia - SEPLANTEC, BA,
1085
17.
Minc, et al - Currículo dos Estados de Biologia: Ecologia, EDUSP, 1981
18.
Mota, S. O. - Homem e o Meio Ambiente, Fortaleza, Imprensa Universitária,
1979
19.
Mota, S.O. - Preservação de Recursos Hídricos, RJ, ABES, 1988
20.
Odum, E. - Ecologia, SP, Livraria Pioneira, 1977
21.
Pádua, J. e Viola, E. - Ecologia e Política no Brasil, IUPERJ, 1987
22.
Paschoal, A. - Pragas, pesticidas e a crise ambiental, FGV, 1979
23.
Unep, - Saving our Planet: Challenges and Hopes, Nairobi, 1992
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
VT
Visita Técnica
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
Após o acadêmico apresentar conclusão em grande parte do curso de graduação a
visita a empresas de processos químicos é fundamental para a concretização do
aprendizado, além estabelecer o contato direto do acadêmico com profissionais da
área de engenharia.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Estabelecimento de uma programação de visitas com os acadêmicos
Unidade II: Visita a uma empresa cerâmica
Unidade III: Visita a estação de tratamento de água
Unidade IV: Visita a empresa de beneficiamento de cavacos
Unidade V: Visita a empresa de beneficiamento de polpas de frutas
Unidade VI: Visita a mineradoras
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Foust et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
Geankoplis, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice
Hall, 1993.
Massarani, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher Ltda.
Massarani, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997.
MacCabe, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering,
Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993.
Bibliografia Complementar:
CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução. 5ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. 589p.
CREMASCO, M. A. Fundamentos de Transferência de Massa. 2a Ed., Unicamp,
2002.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
II
Instalações Industriais
Credito
4
CH
80
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina engloba o estudo de métodos de instalação e funcionamento de
equipamentos presentes em instalações industriais, permitindo o conhecimento das
instalações, métodos de montagem, leituras de cartas de desenvolvimento de
operação e desenvolvimento de manutenção.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE I: Máquinas de fluxo
1. Bombas Hidráulicas
2. Bombas centrífugas
3. Bombas de deslocamento positivo
4. Inspeção
UNIDADE II: Compressores
1. Classificação dos compressores
2. Escolha de um compressor
3. Dimensionamento de uma rede de ar comprimido
4. Manutenção de compressores
5. Inspeção
UNIDADE III: Ventiladores
1. Psicometria
2. Ventilação
3. Classificação
4. Inspeção
UNIDADE IV: Refrigeração industrial
1. Processos de Refrigeração
UNIDADE V: Caldeiras
1. Classificação das caldeiras
2. Inspeção
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Industrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara.
Rio de Janeiro: 1980.
MACINTYRE, A. J. Equipamentos Industriais e de Processos. Rio de Janeiro: LTC,
1997.
MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Koogan S.A., 1987.
Bibliografia Complementar:
FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980.
TELLES, P. C.S. Tubulações Industriais. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1970. 2.ed
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina –
Pré – requisito Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
ECEQ
Estagio Curricular em Engª Química
Credito
10
CH
200
2. Objetivo da Disciplina
Através do estágio em entidades de direito público e privado (empresas, autarquias,
fundações) permitir ao acadêmico meios de exercitar os conhecimentos adquiridos
relacionado teoria e prática, desenvolvendo habilidades, competências e
ferramentas para o exercício da profissão em engenharia química.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Além do cumprimento do programa específico de estágio da empresa ou instituição,
que é aprovado pelo professor, deverá o acadêmico através de palestras e leituras
de textos, adquirirem conhecimentos complementares. O conteúdo programático é
bastante diversificado, pois está diretamente ligado aos campos de estágio oferecido
pelas instituições.
Destacam-se principalmente os seguintes:
- Engenharia básica
- Acompanhamento de processo
- Meio-ambiente
- Análise de risco
- Operação de planta química e/ou de processo.
- Segurança industrial
- Engenharia de produto
- Simulação de processo
- Empreendedorismo em APL´s
- Desenvolvimento de produtos de origem da floresta
Como conhecimentos complementares, o acadêmico é estimulado a estudar
conceitos básicos sobre gestão da qualidade total, dimensionamento de válvulas de
controle, placas de orifício, aplicação prática de controle de processo e
instrumentação.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Campos, Vicente Falconi.TQC- Controle de Qualidade Total, Fundação Cristiano
Ottoni, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil, 1982, 220 p.
Deming WE Quality, Productivity, and Competitive Position, Massachusetts Institute
Of Tecnology, 19082, 372 p.
Crobby P.B. Qualidade é Investimento- José Olympio Ed. Rio de Janeiro, 1984, 372
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
p.
Bibliografia Complementar:
Spink, L.K. Principles and Practice of Flow Meter Engineering- 9a ed. Foxboro
Company, 1978.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TCC
Trabalho de Conclusão de Curso
Credito
5
CH
100
2. Objetivo da Disciplina
Levar o acadêmico a resolver um problema de um sistema industrial (equipamentos,
pequenas unidades, segmentos de plantas industriais para verticalização da região)
utilizando concomitantemente os diversos conhecimentos assimilados durante o seu
período de formação (conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos).
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
A disciplina deverá ser conduzida por um ou grupo de professores que terão a
responsabilidade de individual ou conjuntamente propor os problemas, fazer o
acompanhamento e a orientação dos acadêmicos, assim como a avaliação final dos
trabalhos. Os problemas devem estimular a capacidade de análise crítica dos
acadêmicos e possibilitar a utilização simultânea de conteúdos técnico-científicos,
ferramentas computacionais e banco de dados informatizados.
Os problemas podem versar sobre:
• Projeto e dimensionamento de pequenas unidades ou segmentos de planta
industrial com características previamente especificadas;
• Análise, com fins de otimização, de um sistema industrial que opere de forma
deficitária;
• Apresentação de uma solução de Engenharia para uma nova situação
(aproveitamento de um produto de origem da floresta, tratamento de um
efluente, etc.);
• Desenvolvimento de equipamentos/processos de pequeno porte fabril para
incorporação as demandas do mercado local com vistas a otimização de
produtos de origem natural da região
Os problemas podem ser propostos nos múltiplos cenários da Engenharia Química,
Produtos de Origem da Floresta, Química Fina, Alimentos, Ambiental, dentre outros,
sem, entretanto, perder de vista o caráter de solução técnica em Engenharia.
O trabalho deve ser conduzido individualmente de modo a desenvolver a capacidade
de atuar em equipes e o produto final deve ser apresentado em forma escrita e oral.
Desta forma, o Trabalho de Final de Curso além de ser uma atividade de síntese e
integração de conhecimentos, passa a constituir-se em um meio de contribuir na
formação do perfil de habilidades e competências necessárias ao Engenheiro
Químico.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
Bibliografia Complementar:
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
PTRR
Princípios Tecnológicos na
Reutilização de Resíduos
Credito
2
CH
40
2. Objetivo da Disciplina
Compreende as etapas de caracterização, tratamento e reutilização de resíduos. A
disciplina deve abordar os aspectos regionais do Estado: industriais e principais
resíduos gerados.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Resíduos sólidos
2. Reutilização e reciclagem
3. Tipos de poluentes
4. Normas voltadas ao tratamento de resíduos
5. Coleta seletiva
6. Classificação de resíduos
Unidade II: Caracterização dos resíduos
1. Análise física (estado físico, peso, umidade, grau de compressibilidade,
granulometria, etc)
2. Análise química (pH, teor de cinzas, carbono, nitrogênio, potássio, fósforo,
gorduras, etc.)
3. Análise mecânica (tração, compressão, flexão)
Unidade III: Tratamento de resíduos
1. Tratamentos químicos
Neutralização
Ionização
Solidificação
Redução
Pirólise
Decloração
Inertização
Precipitação
2. Tratamentos físicos
Peneiramento
Flotação
Centrifugação
Encapsulamento
Ultrafiltração
Sedimentação
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Osmose reversa
Diálise
Unidade IV: Reutilização de resíduos
1. Reutilização de resíduos para produção de concreto
2. Reutilização de resíduos para produção de madeira plástica
3. Reutilização de resíduos para produção de biodiesel
4. Reutilização de resíduos para produção de sabão
5. Reutilização de resíduos para produção de couro
6. Reutilização de resíduos para produção de aço
7. Reutilização de resíduos para produção de ração
8. Reutilização de resíduos para produção de energia
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1. BRASIL, A.M.; SANTOS, F. Equilíbrio Ambiental e Resíduos na Sociedade
Moderna. São Paulo: FAARTE, 2004.
2. RIBEIRO, D. V; MODELLI, M. R. Resíduos Sólidos: problemas ou
oportunidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
3. BIDONE, F. R. A.; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos.
São Paulo: EESC USP, 2005.
Bibliografia Complementar:
1. MANO, E. B.; PACHECO, E. B. A. V.; BORNELLI, C. M. C. Meio Ambiente,
Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard – Bluched, 2005.
2. ZANIN, M.; MANCINI, S. D. Resíduos Plásticos e Reciclagem: aspectos
gerais e tecnologia. Santa Catarina: EdUfscar, 2004.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Tecnologia dos Polímeros
Credito
CH
2. Objetivo da Disciplina
Fornecer ao aluno conhecimento técnico e prático da ciência dos polímeros.
Propriedades poliméricas e aplicações. Obtenção dos principais polímeros.
Introdução á ciência dos polímeros. Medidas de propriedades físicas e Mecânicas.
Caracterização química dos polímeros.
Tecnologia de plásticos, fibras e elastômeros. Principais polímeros Comerciais:
obtenção e aplicações.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1- Introdução a ciência dos polímeros
1.1Histórico. Conceitos essenciais: macromoleculas naturais e sintéticas;
homopolímeros e copolímeros; plásticos; fibras; elastômeros; plásticos de
engenharia; blendas; elastômeros termoplásticos. Reciclagem.
1.2Uma apresentação da indústria de polímeros no Brasil. Mercado
mundial e brasileiro.
2- Estrutura polimérica
2.1- Estrutura química dos polímeros. Ligações químicas.
2.2- Configuração e conformação. Estereoquímica de polímeros.
Taticidade
2.3- Cristalinidade. Polímeros amorfos.
2.4- Temperatura de transição vítrea (Tg) e temperatura de fusão cristalina (Tm).
Medidas de Tg e Tm.
3- Propriedades poliméricas
3.1- Propriedades gerais dos polímeros.
3.2- Propriedades mecânicas dos polímeros.
3.3- Propriedades elétricas dos polímeros.
3.4- Propriedades químicas dos polímeros.
3.5- Propriedades óticas dos polímeros.
4- Viscosidade dos polímeros.
4.1-Comportamento viscosimétrico dos polímeros.
4.2- Medidas de viscosidade.
5- Peso molecular de polímeros.
5.1- Peso molecular numérico médio.
5.2- Peso molecular mássico médio.
5.3- Peso molecular viscosimétrico médio. Equação de Mark-Houink.
5.4- Dispersividade.
5.5- Medidas de peso molecular polimérico.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
6- Processos de polimerização.
6.1- Polimerização em massa, em solução, em emulsão e em suspensão.
Características, vantagens, aplicações.
7- Reatores em polimerização.
7.1- Reatores a batelada. Reatores contínuos. Usos e vantagens.
8- Reações de polimerização
8.1- Polimerização em cadeia. Polimerização por adição.
8.2- Cinética das reações em cadeia. Iniciação, propagação,
terminação.
8.3- Cinética das reações via radical livre, das reações aniônicas e das reações
catiônicas. Expressão das velocidades da reação.
8.4- Cinética das reações de polimerização por adição.
8.5- Cinética da copolimerização. Razões de reatividade.
9- Processos de polimerização.
9.1- Principais polímeros comerciais: obtenção e aplicações.
10- Transformação de polímeros.
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Introdução à Polímeros. Eloísa Biasoto Mano, Ed. Edgard Blucher
Textbook of Polymer Science. Fred Billmayer
Polímeros Orgânicos. Turner Alfrey e E. Gurnee
Bibliografia Complementar:
Principles of Polymer Systems - Ferdinand Rodriguez
Macromolecules .Vol. 1 e 2. H. G. Elias
Polímeros como Materiais de Engenharia. Eloísa B. Mano, Ed. Edgard Blucher
Tecnologia dos Polímeros. D. C. Miles e J. H. Briston, Ed. USP
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
Tecnologia dos Alimentos
Credito
CH
2. Objetivo da Disciplina
Estudar a aplicação dos conhecimentos de microbiologia, química dos alimentos e
de engenharia na obtenção industrial de produtos alimentares das mais variadas
matérias primas. Fornecer aos alunos conhecimentos básicos da indústria de
alimentos, abrangendo tecnologia de óleos e gorduras vegetais, processamento de
frutas e vegetais em geral, e de leite e seus derivados.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
1.Importância da Indústria de Alimentos
1.1.Situação no Brasil
2.2.Apresentação dos Alimentos quanto ao seu conteúdo
nutricional e possibilidade de aproveitamento industrial
2.Microbiologia dos Alimentos
2.1.Estudo dos microrganismos mais importantes
2.2.Deteriorações alimentares
2.3.Doenças provocadas pelos microrganismos: intoxicações e
infecções alimentares
2.4.Crescimento microbiano e fatores que influem no
crescimento microbiano
3.Armazenamento de alimentos, refrigeração e congelamento.
4.Pasteurização e Esterilização de alimentos.
5.Secagem e Desidratação de alimentos.
6.Tecnologia de Óleos Vegetais.
7.Processamento de frutas (compotas, sucos, geleias, néctares).
8.Processamento de Vegetais.
9.Processamento de leite e seus derivados (queijos, manteiga,
iogurte, etc)
10.Aditivos Alimentares
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Food Technology, G. Potter.
-Princípios de Tecnologia dos Alimentos de Altanir Gava
-Microbiologia de los Alimentos de A. L. Montes
-Química do Processamento de Alimentos de P. Bobbio e F. Bobbio
Bibliografia Complementar:
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Série Biotecnologia de E. Aquarone de V. A. Limo e W. Borzoni, v.5, Alimentos e
Bebidas Produzidos por Fermentação.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TC
Tecnologia Cerâmica
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina compreende o estudo dos diversos tipos de argilas, estudando a
estrutura cristalina, métodos de caracterização e processamento dos materiais
cerâmicos.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Estrutura cristalina
2. Conceitos de argila
3. Tipos de argilas
4. Método de amostragem
Unidade II: Caracterização das argilas
1. Capacidade da troca de íons
2. Sistema água argila
3. Floculação e agregação
4. Propriedades térmicas
5. Propriedades mecânicas
6. Propriedades coloidais
7. Análise de difração de raio-X (DRX)
8. Microscopia eletrônica
Unidade III: Cerâmica branca
1. Caulins
2. Filitos cerâmicos
3. Grés cerâmicos
Unidade VI: Argilas para fabricação de pozolanas
1. Tipos de pozolanas
2. Ativação de pozolanas
Unidade V: Cerânica vermelha
1. Cerâmica vermelha para fabricação de tijolos, pisos e telhas
2. Cerâmica para processos de colagem
Unidade VI: Outros tipos de materiais ceramicos e aplicações
1. Montmorilonitas e Esmectitas
2. Zeolitas
3. Vermiculita
4. Amiantos
5. Bauxitas
6. Cimento
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1.
CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução.
5ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
2.
SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. 2 ed. Vol 1, 2 e 3. São Paulo:
Edgard Blucher LTDA, 1992.
3.
VERÇOZA, E. J. Materiais de Construção. Porto Alegre: Sagra/PUC-EMMA,
1975.
Bibliografia Complementar:
1.
MEHTA, P. K. Concreto – Estrutura, Propriedades e Materiais. São Paulo:
PINI, 1994.
2.
VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: E. B Lucher,
1970.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
MPS
Metalografia dos Produtos
Siderúrgicos
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Compreende o estudo dos aços, incluindo os tipos de ferros e fornos de
processamento, tratamento térmicos, através de analises com uso microscópios e
lupas.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Tipos de aço
1. Ferro fundido
2. Ferro pudlado
3. Ferro pacote
4. Ferro esponja
5. Ferro eletrolítico
6. Ferro-ligas
Unidade II: Tipos de fornos siderúrgicos
1. Alto forno
2. Forno Siemens-Martin
3. Forno elétrico
4. Cubilo
Unidade III: Tratamentos térmicos
1. Crescimento do Grão
2. Recozimento e normalização
3. Tempera
4. Revenido
5. Tratamento de superfície
Unidade IV: Macrografia
1. Preparo de corpos de prova
2. Exame e interpretação de dados
Unidade V: Micrografia
1. Preparação das amostras
2. Exame e interpretação de dados
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Bibliografia Básica:
1. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4ed. São
Paulo: Edgar Blucher, 2008.
2. CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução.
5ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000.
3. SILVA, A. L. V. C.; MEI, P. R. Aços e Ligas Especiais. 2ed. Edgard Blucher,
2006.
Bibliografia Complementar:
1. VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard
BLucher, 2004.
2. SOUZA, S. A. Composição química dos aços. São Paulo: Edgard Bluched,
2001.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
IM
Introdução a Mineralogia
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina deve oferecer conhecimento sobre os diversos minerais, desde o estudo
cristalográfico, caracterização química e física, até meios de beneficiamento.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Rocha, Mineral e Minério
2. Tipos principais de minerais
3. Principais minerais encontrados no Brasil
Unidade II: Cristalografia
1. Estrutura cristalina
2. Difração de raio-X
3. Lei de Bragg
Unidade III: Analise química mineral
1. Preparação da amostra
2. Determinação de: SiO2, Al2O3, TiO2, Fe2O3, FeO, CaO, MgO, Na2O, K2O
Unidade IV: Analise térmica mineral
1. Analise térmica diferencial
2. Analise térmica gravimétrica
Unidade V: Microscopia eletrônica dos minerais
1. Tipos de microscópios
2. Preparação das amostras para analise
3. Analise de resultados
Unidade VI: Tratamento de minério
1. Classificação granulométrica
2. Ensaio de sedimentação
3. Ensaio de viscosidade de minério em meio fluído
4. Medidas de Adsorção
5. Medidas de área superficial
6. Britagem e moagem
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1. NEVES, P. C. P.; SHENATO, F.; BACHI, F. A. Introdução a Mineralogia
Pratica. Porto Alegre: Ulbra, 2003.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
2. SAMAPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, P. F. A. Tratamento de
Minério: práticas laboratoriais. Rio de Janeiro: CETEM, 2007.
3. LOUREIRO, F. E. L.; MELAMED, R.; FIGUEIREDO N., J. Rochas e Minerais
Industriais. Rio de Janeiro: CETEM, 2005.
Bibliografia Complementar:
1. GOMIDE, R. Manual das Operações Unitárias. São Paulo: Reynaldo Gomide,
1991
2. SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. 2 ed. Vol 1, 2 e 3. São Paulo:
Edgard Blucher LTDA, 1992.
3. VANVLACK, L.H. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: E. B
Lucher, 1970.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TM
Tecnologia da Madeira
Credito
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
A disciplina tem como objetivo oferecer conhecimentos técnicos sobre:
• As limitações e potencialidades da madeira
• As especificações técnicas de mercado (madeiras naturais e transformadas);
• O processamento adequado da madeira (usinagem, sistemas de união e
fixação, revestimentos e acabamentos superficiais, etc)
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Introdução
1. Definições
2. Importância da madeira, propriedades comuns e variáveis entre as madeiras.
Unidade II: Origem e Formação da Madeira
1. Crescimento apical e secundário
2. Características macroscópicas
3. Anéis de crescimento
Unidade III: Propriedades físicas da madeira
1. Massa específica da madeira: real e aparente
2. Métodos de determinação do volume
3. Métodos de determinação da massa específica aparente
3. Teor de Umidade: Importância da água na madeira, métodos de
determinação do teor de umidade
4. Contração e inchamento: importância, determinação, implicações com a
qualidade da madeira.
Unidade IV: Propriedades Mecânicas da Madeira
1. Normas e amostragem
2. Elasticidade da madeira
3. Flexão estática
4. Compressão paralela e perpendicular às fibras
5. Tração paralela e perpendicular à fibras
6. Cisalhamento
7. Dureza
8. Extração de pregos
9. Fendilhamento
10. Importância dos ensaios mecânicos com ênfase aos reforços primários:
flexão, compressão e cisalhamento
Unidade V: Noções de Química da Madeira
1. Componentes da madeira
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
2. Diferenciação química entre folhosas e coníferas
3. Formação química da madeira
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
Associação Brasileira de Normas Técnicas. Projeto de Estruturas de Madeira.
Norma Brasileira. NBR-7190/97. Rio de Janeiro. 1997
BAUER, L.A.F. Materiais de construção. Livros Técnicos e Científicos, Rio de
Janeiro, 1979. 529 p.
BURGER, L. M.; RICHTER, H. G. Anatomia da madeira. São Paulo: Nobel, 1991.
154 p.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1974. Reimpressão 1976. 293 p.
GALVÃO, A.P.M.; JANKOWSKY, I.P. Secagem racional da madeira. São Paulo,
Nobel, 1985. 112 p.
Bibliografia Complementar:
JOHNSON, H. La Madera. Barcelona: Editorial Blume, 2ed. 1980. 274 p.
PFEIL, W.; PFEIL M. Estruturas de madeira. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e
Científicos (Ltc editora), 6ªed. 2003. 253 p.
PHILIPP, P.; D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da
pasta celulósica. São Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I, 1988. 559 p.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
MA
Microbiologia dos Alimentos
Credito
3
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
• Identificar os principais microorganismos e sua importância nos alimentos,
ressaltando a influência dos fatores intrínsecos e extrínsecos na multiplicação
microbiana nos alimentos.
• Apresentar tipos, modo de ação e alterações sensoriais nos alimentos
promovidos por bactérias e fungos.
• Identificar as principais doenças de origem alimentar e os microorganismos
causadores; caracterizando as doenças e ressaltando formas de diagnóstico,
prevenção e fatores que ocasionam um surto de toxinfecção alimentar.
• Apresentar os métodos físicos e químicos de controle do desenvolvimento
microbiano e respectiva importância para a atuação do nutricionista.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
UNIDADE I: Introdução à microbiologia dos alimentos
1. Importância dos microorganismos nos alimentos
2. Microorganismos de interesse em alimentos
3. Fontes de contaminação dos alimentos
4. Microorganismos indicadores
5. Influência dos fatores intrínsecos e extrínsecos na multiplicação microbiana
nos alimentos.
UNIDADE II: Deterioração microbiana de alimentos
1. Tipos, modo de ação e alterações sensoriais provocadas por bactérias,
bolores e leveduras em alimentos ricos em carboidratos, lipídios e proteínas
2. Alterações sensoriais e principais microorganismos deterioradores em
alimentos: Leite e derivados; Carnes e derivados; Pescados e frutos do mar;
Frangos; Ovos; Produtos de origem vegetal; Sucos de frutas e de vegetais;
Cereais, farinhas, açucares, condimentos, produtos de panificação; Alimentos
enlatados.
UNIDADE III: Doenças de origem alimentar
1. Doenças transmitidas por alimentos (DTAs): Toxinose, infecção, toxinfecção e
intoxicação.
O problema das doenças de origem alimentar
2. Microorganismos patogênicos em alimentos: clássicos, emergentes e
reemergentes.
Agentes de toxinfecções alimentares: toxinose alimentar (staphylococcus
aureus, bacillus cereus, clostridium botulinum, proteus sp);; infecção alimentar
(clostridium perfringens, salmonella sp, salmonella typhi, shigella sp, yersinia
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
enterocolítica, escherichia coli, escherichia coli O 157:h 7, zampylobacter
jejuni, vibrio cholerae, vibrio parahaemolyticus, listeria monocitogenes);
agentes parasitários causadores de doenças de origem alimentar (giardia
lamblia, entamoeba histolytica, taenia solium, trichnella spiralis).
3. Fatores que contribuem para surtos de toxinfecções alimentares e medidas
de prevenção;
4. Procedimentos para diagnóstico dos surtos de toxinfecções alimentares;
5. Preparo de amostras para análise microbiológica;
6. Contagem padrão em placa;
7. Pesquisa de coliformes totais e e.coli em alimentos
8. Pesquisa de bolores em alimentos
9. Análise bacteriológica da água
10. Pesquisa de staphylococcus aureus em alimentos
11. Pesquisa de staphylococcus aureus em manipuladores de alimentos
12. Pesquisa de salmonella sp em alimentos
13. Pesquisa de vibrio cholerae em alimentos
14. Pesquisa de lysteria monocitogenes em alimentos
UNIDADE IV: Controle do desenvolvimento microbiano nos alimentos
1. Objetivos, princípios e tipos de controle
2. Conservação pelo emprego de altas temperaturas
3. Conservação pelo emprego de baixas temperaturas
4. Desidratação
5. Conservação pelo emprego de agentes químicos
6. Defumação e tratamento com gases
7. Irradiação
8. Importância da microbiologia dos alimentos em UAN´s
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
FRANCO, Bernadette Dora Gombossoy de Melo. Microbiologia dos alimentos.
Colaboração de Mariza Landgraf. São Paulo: Atheneu, 2005. (Biblioteca biomédica).
GERMANO, Pedro Manuel Leal;GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e
vigilância sanitária de alimentos : qualidade das matérias-primas, doenças
transmitidas por alimentos, treinamento de recursos humanos. 3. ed. rev. e ampl.
São Paulo: Manole, 2008.
Bibliografia Complementar:
Microbiologia de alimentos, microbiologia sanitaria, microbiologia industrial. In:
ROITMAN, Isaac(Ed.);TRAVASSOS, Luiz R(Ed.);AZEVEDO, Joao Lucio(Ed.).
Tratado de microbiologia. São Paulo: Manole, 1988. v.1.
SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. 5. ed.
São Paulo: Varela, 2002.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
Coordenação do Curso de Engenharia Química
Programa de Disciplina e Bibliografia
1. Identificação da Disciplina
Código
Nome
TF
Tecnologia das Fermentações
Credito
CH
60
2. Objetivo da Disciplina
Compreender os fundamentos teóricos e os aspectos práticos dos processos
fermentativos com o objetivo de melhorar a sua produtividade, eficiência e a
qualidade do produto final. Trabalhar na solução dos problemas desta área, tendo
como ponto de partida a sua posição na sociedade na condição de técnico e
cidadão.
3. Programa da Disciplina
Unidades e Discriminação dos Temas
Unidade I: Processos fermentativos
1. Introdução
2. Microorganismos industriais
3. Metabolismo microbiano
4. Nutrição microbiana
5. Crescimento microbiano
6. Substratos de fermentação
7. Fermentadores
8. Processos de fermentação
9. Recuperação dos produtos de fermentação
10. Higiene, limpeza e sanitização dos equipamentos de fermentação
11. Principais processos fermentativos
Unidade II: Fermentação alcoólica
1. Cerveja
2. Vinho
3. Aguardente
4. Álcool
5. Panificação
Unidade III: Biossíntese acética
1. Vinagre
Unidade IV: Fermentação da soja
2. Missô
3. Shoyu
Unidade V: Fermentação láctica de vegetais
1. Chucrute
2. Picles
3. Azeitona
Unidade VI: Produção de biomassa microbiana
1. Fermento biológico
Macapá - 2009
Governo do Estado do Amapá
Universidade do Estado do Amapá
2. Proteína unicelular
4. Bibliografia
Básica e Complementar
Bibliografia Básica:
1. AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial: biotecnologia na produção de
alimentos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v 4, 523p.
2. BORZANI, W. et al. Biotecnologia Industrial: fundamentos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2001. v 1,
254p.
3. EL-DASH, A. A. et al. Fundamentos da tecnologia da panificação. São Paulo:
SICCT/SP, s/d, 349p.
4. LIMA, U. A. et al. (Coord.) Biotecnologia industrial: processos fermentativos e
enzimáticos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v. 3, 593 p.
5. MICROBIOLOGIA DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA, 1987, Rio Claro.
Seminário... Rio Claro: 1987.
107p.
Bibliografia Complementar:
1. ROSIER, J. P. Manual para elaboração de vinhos para pequenas cantinas.
Florianópolis: EPAGRI, 1995, 72 p.
2. SCHMIDELL, W. et al. (Coord.). Biotecnologia industrial: engenharia
bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v. 2, 541 p.
3. VENTURINI FILHO, W. G. Tecnologia de cerveja. Jaboticabal: FUNEP, 2000,
84p.
5. Observações Complementares
Oferta da disciplina – semestre
Pré – requisito
Teórica ou Pratica
Data:
_____/____/______.
Coordenador:
________________________________________.
Macapá - 2009
Download

Engenharia Química