GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química Revisado e apresentado pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Química a Pro Reitoria de Graduação. 2 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Prof. Dr. José Maria da Silva Reitor Prof. Msc. Marcos Antônio Távora de Mendonça Pró-Reitor de Graduação Prof. Msc. Paulo Sérgio Bezerra Chefe da Divisão de Apoio ao Ensino Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes Coordenador do Curso de Engenharia Química Prof. Msc. Felipe Fernando da Costa Tavares Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes Prof. Msc. Marcos Danilo Costa de Almeida Elaboradores do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química 3 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 7 1. APRESENTAÇÃO ...................................................................................................... 8 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................................ 10 2.1 O ESTADO DO AMAPÁ .......................................................................................... 10 2.2 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO DO ESTADO DO AMAPÁ ................................................................................................................... 13 2.3 ÁREAS DE ATRAÇÃO PRIORITÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO............... 18 2.4 O PLANO AMAPÁ PRODUTIVO............................................................................. 21 2.4.1 Arranjos Produtivos Locais – APL’S e sua Relação com o Desenvolvimento do Estado. ..................................................................................... 24 2.5 O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UEAP ................................................................ 28 2.5.1 Objetivos ............................................................................................................. 30 2.5.2 Metas ................................................................................................................... 31 2.5.3. Estrutura Sistêmica da Universidade .............................................................. 31 2.5.5. Política de Inclusão Social ............................................................................... 33 2.5.5.1 Unidade de Educação Inclusiva ........................................................................ 35 2.5.4. Pesquisa e Pós-Graduação .............................................................................. 36 2.6 A CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA.......................................... 38 3. OBJETIVOS DO CURSO.......................................................................................... 40 3.1 - GERAL .................................................................................................................. 40 3.2 – ESPECÍFICOS ..................................................................................................... 40 4. JUSTIFICATIVA........................................................................................................ 41 5. PERFIL PROFISSIONAL QUE SE DESEJA FORMAR ........................................... 42 6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ............................................................................................. 44 7. PRÁTICA E CORPO DOCENTE .............................................................................. 45 8. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS .............................................................................. 46 4 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 8.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS ................................................................................. 46 8.2. A MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................... 46 8.3. OS COMPONENTES CURRICULARES OU CURSOS COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO ............................................................................................................... 47 8.4. AS ATIVIDADES DE COMPLEMENTAÇÃO CURRICULARES NA GRADUAÇÃO ............................................................................................................... 48 8.5. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ................................................ 49 8.6. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ............................................ 50 8.7. O INCENTIVO A PESQUISA E A EXTENSÃO ...................................................... 51 8.8. METODOLOGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO ..................................................... 52 8.9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR ...................................................... 53 9. MATRIZ CURRICULAR ............................................................................................ 53 9.1. ESTRUTURA CURRICULAR GERAL .................................................................... 54 9.2. ELENCO DOS COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE COM RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS. ............................................. 54 9.3. COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS NA GRADUAÇÃO COM RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS .............................................. 57 9.4. ATIVIDADES CURRICULARES NA GRADUAÇÃO ............................................... 59 9.5. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................ 59 10. RECURSOS HUMANOS......................................................................................... 59 10.1. ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO ..................................................................... 60 10.2. ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS ....................................................................... 61 10.3. RELAÇÃO DE DOCENTES, SUA QUALIFICAÇÃO E ÁREA DE ATUAÇÃO. ..... 64 10.3.1. Tabela de regime de trabalho dos docentes ................................................. 65 10.3.2 – Quadro Resumo da Qualificação Docente .................................................. 65 11. INFRA-ESTRUTURA .............................................................................................. 71 11.1. INFRA-ESTRUTURA ATUAL DA UEAP .............................................................. 71 5 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 11.2. ESTRUTURAS DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO BÁSICO ......................... 71 11.3. ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO PROFISSIONAL............... 72 11.3. BIBLIOTECA ........................................................................................................ 74 12. ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS .......................... 74 13. ESTUDO/EDUCAÇÃO CONTINUADA E ATUALIZAÇÃO..................................... 75 14. INTERAÇÃO SOCIAL E HUMANIZAÇÃO DA VIDA UNIVERSITÁRIA ................. 76 15. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL .............................................................................. 76 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................... 77 REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 79 ANEXOS A- PARECER DE IMPLANTAÇÃO B- REFERENCIAIS DOS CURSOS DE ENGENHARIAS C- PARECER CNE/CES 1362/2001, DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA D- RESOLUÇÃO CNE/CES 11/2002. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E- LEGISLAÇÃO VIGENTE – CREA – CRQ – CLT F- PORTARIA DE AUTORIZAÇÃO DO CONSU. APÊNDICE PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES E BIBLIOGRAFIA* * Disponibilizadas no Apêndice 6 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso: Bacharelado em Engenharia Química Titulo Conferido: Engenheiro Químico Documento de Autorização: Aprovação no CONSU, dia 10/08/2009 em reunião extraordinária. Turno: Diurno, Vespertino e Noturno. Carga Horária: 4.820 Matriz Curricular: 65 disciplinas Duração: Mínimo 5 (cinco) anos; Maximo 10 (dez) anos. Vagas: 50 (oferta anual) Equipe de Elaboração: Prof. Msc. Felipe Fernando da Costa Tavares Prof. Esp. Jorge Emilio Henriques Gomes Prof. Msc. Marcos Danilo Costa de Almeida Engenheiros Químicos Responsáveis Elaboração do Projeto Político do Curso de Graduação em Engenharia Química 7 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 1. APRESENTAÇÃO O Curso de Engenharia Química vem de encontro às orientações do Plano de Desenvolvimento Institucional que o Governo do Estado do Amapá em sua linha de verticalização que pretende realizar perante a sua gestão, sociedade e comunidade local e regional. O presente projeto político pedagógico, documento concebido na perspectiva de contemplar, de forma ampla, o interesse de todos os segmentos tanto institucional como a sociedade e em particular os acadêmicos que irão ingressar na universidade a fim de possibilitar um dialogo constante com a necessidade da sociedade e os acadêmicos que futuramente serão os engenheiros químicos colocados no mercado de trabalho por essa instituição. Pelo fato da UEAP ser uma universidade em implantação e ainda ser uma instituição recente com somente com três anos iniciais o referido projeto leva em consideração as demandas institucionais do governo e da sociedade. A UEAP criada para desenvolver a construção e o aprimoramento de cabeças capazes e competentes com novos profissionais voltados a cumprir as responsabilidades inerentes de cada profissão como elemento promotor de transformações sociais e de melhoria da qualidade de vida. A UEAP está cada vez se firmando no cenário sócio-científico-educacional para enfrentar os desafios que lhe são colocados, com ética e com compromisso social formará especialistas para alavancar a sociedade com mais um curso de formação a nível de graduação como a Engenharia Química nos mais diferentes processos de transformação de matérias primas nativas da região em produtos que em um futuro próximo serão estudados, criados, comercializados e consumidos tanto no mercado local como no nacional e até no internacional. 8 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP estabelece as orientações de composição da matriz curricular, políticas de articulação entre ensino, pesquisa e extensão, perfil do egresso, estratégias pedagógicas, qualificação docente, métodos de avaliação, apresentando assim os princípios norteadores do funcionamento do curso, de acordo com a política de desenvolvimento do Governo. Prof. Dr. José Maria da Silva Reitor 9 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 2.1 O ESTADO DO AMAPÁ Localizado na porção nordeste da Região Norte do País, o Estado do Amapá 2 ocupa área de 143.453,7 km , limitando-se ao norte com a Guiana Francesa, a noroeste com o Suriname, a leste com o oceano Atlântico e ao sul, oeste e sudeste com o Estado do Pará, do qual está separado pelo rio Amazonas. Parte de sua superfície é constituída por terras baixas onde se encontram mangues e lagos (bacia do Oiapoque, litoral atlântico, foz do Amazonas), embora também possua trechos mais elevados, com altitudes superiores a 200 metros, na região centro-ocidental, incluída no Planalto das Guianas. O clima predominante no Amapá é equatorial, ou seja, quente e muito úmido, com índice de pluviosidade superior a 2.500 mm anuais. As temperaturas médias anuais oscilam entre 25 e 30º C. A maior parte do território do Estado do Amapá, cerca de 73% do total, que corresponde a aproximadamente 97.000 km2, está coberta pela Floresta Amazônica ou Hiléia Brasileira. A cobertura vegetal, no entanto, fisionomicamente corresponde a dois padrões distintos: o domínio das formações florestadas e o domínio das formações campestres. O Amapá tem uma situação única entre todos os Estados da Amazônia. Só 3% de sua área de 140.276 km2 foi desmatada. Assim, a floresta de mata firme, que ocupa 70% do território, conserva sua biodiversidade praticamente intacta. O Estado do Amapá é detentor do maior índice de preservação ambiental do país, ver Figura 01 cerca de 97% de sua cobertura vegetal preservada, sendo 56% dessa área demarcada em áreas protegidas. Destas, 67.570 Km2 da superfície do Amapá são de Unidades de Conservação (entre reservas federais, estaduais e propriedade privada) e 11.114 Km2 de reservas indígenas. Dentre as Unidades de Conservação situa-se o Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque, maior 10 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ parque de reserva florestal do planeta, com 3,8 milhões de hectares. Contudo, todo esse ambiente e potencial de biodiversidade se apresentam também como desafio às políticas públicas, com vistas ao desenvolvimento do Estado. Destarte, a preocupação fundamental que se coloca ao governo do Estado e à sociedade civil é: como potencializar a rica biodiversidade do espaço territorial do Amapá, transformando em oportunidade de negócios visando à geração de riqueza e renda em benefício das populações locais, mantendo níveis satisfatórios de conservação do meio ambiente. Figura 01. Corredor da Biodiversidade no Estado do Amapá Terras indígenas Unidades de Conservação Fonte: Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI/UEAP Quanto à hidrografia, aproximadamente 39 % da área de sua bacia, é pertencente à bacia amazônica, enquanto o restante incorpora-se ao trecho norte e 11 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ nordeste da bacia do Atlântico Sul. Seus rios mais extensos são o Jari, o Oiapoque e o Araguari, que correm diretamente para o oceano Atlântico. O Jari é principal tributário do rio Amazonas e o Oiapoque corre na fronteira com a Guiana Francesa. Destacam-se ainda na bacia hidrográfica do Estado, os rios Calçoene e Maracá. A população do Estado do Amapá é de 563.538 habitantes, segundo IBGE 2007, distribuídos entre 16 municípios, com densidade demográfica de 2,21 habitantes por km2. A população na faixa etária de 0 a 14 anos representa 45,4 % do total, enquanto as pessoas entre 15 e 59 anos somam 50,7 % e as de 60 anos ou mais respondem por 3,9 % do total da população do Estado. Grande parte dos habitantes, que corresponde a 89,89 % do total, reside nas áreas urbanas, enquanto apenas 10,11 % vivem no meio rural. A economia do Amapá é fortemente concentrada nas atividades comerciais e no setor de serviços, com uma participação significativa dos recursos públicos, principalmente através da renda dos servidores públicos federais e estaduais. Por isso, surge a necessidade de incentivar o crescimento econômico do Estado, a partir da implantação de novos empreendimentos, da qualificação avançada de mão-deobra, do incentivo à difusão e transferência de tecnologias e da indução às atividades empreendedoras, através das micro e pequenas empresas, estimulando os negócios com base no potencial de recursos naturais do Estado. Atualmente as principais áreas de desenvolvimento da economia do Estado são: produtos florestais (madeireiro e não madeireiro), minérios, agricultura, pesca, artesanato e turismo. Alguns setores de produção começam a ser explorados e são promissores na economia estadual, com base na agregação de valor aos produtos naturais locais, proporcionados pelo desenvolvimento e transferência de tecnologias. Esses setores são: biotecnologia, fitoterápicos, fitocosméticos e tecnologia de alimentos. Contudo, o PIB do Estado representa apenas 0,2% do registrado pelo país (2008), enquanto que sua população alcança 0,29%. Sua renda per capita – R$ 5.233,00 em 2008, a 14º do país - equivale a apenas 69% da média nacional. Os 12 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ setores diretamente produtivos da economia – o Primário e o Secundário – são responsáveis, juntos, por apenas cerca de 13,8% das atividades, contra 86,2% do Terciário como mencionado acima (38,7% referentes à Administração Pública). Estes indicativos mostram que a economia estadual não apresenta condições favoráveis de gerar empregos para sua população, que cresce assombrosamente com uma taxa anual próximo de 6%, ou seja, quase o quádruplo do crescimento demográfico nacional. A predominância do Terciário explica também a elevada concentração espacial, com cerca de 9 (nove) habitantes em cada 10 (dez) vivendo em áreas urbanas, o que tem gerado inúmeros problemas sociais. Contudo, o quadro na qual se apresenta o desenvolvimento do Estado do Amapá, é fruto não somente do crescimento urbano, mas reflete um profundo descaso que o Estado possuía ao longo de toda a sua História. 2.2 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO DO ESTADO DO AMAPÁ O processo de crescimento da cidade de Macapá foi alavancado a partir da criação do Território Federal do Amapá, em 13 de setembro de 1943, com a edição do decreto-lei 5.812, assumindo o governo o então capitão do Exército Janary Gentil Nunes, com o objetivo de integrar, proteger e urbanizar a região. No entanto, como a forma de criação do Território Federal do Amapá tinha como principal objetivo à conquista, ocupação e domínio, a população era mantida em condições de subsistência em atividades agrícolas e mineradoras voltadas para o mercado externo. O primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND) traçou como estratégia para a região, pólos agropecuários e agrominerais. Enquanto, que o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND) priorizou o setor de bens de capital, no sentido da subordinação da abertura de novas frentes de exportação. Coube ao Amapá, a “missão” de exportar minerais em estado bruto. 13 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ O próprio plano piloto de urbanização da cidade de Macapá, de Janary Nunes, não levou em consideração as peculiaridades locais e a capacidade dos amapaenses de se auto-organizarem e de instituírem seu próprio governo. (MORAIS & ROSÁRIO,1999) Desta forma, o processo de crescimento do Território Federal do Amapá iniciou-se a partir da relação entre os mercadores, que visavam à exploração de riquezas baseada na nova concepção de economia gerada a partir do capitalismo, e os grupos sociais já existentes na região, mudando assim, o cenário urbano O plano de industrialização do Território Federal do Amapá datado de 1945, onde se verificam as amplas isenções de impostos, recomenda que seja criado um projeto de lei de isenções para a implantação de indústrias novas. Fica claro, que paralelamente à viabilização econômica, houve a isenção fiscal, subsidiando o capital estrangeiro injetado na região, ou seja, o público e privado associados, proporcionando ao Território do Amapá perspectivas nada alentadoras. (MORAIS & ROSÁRIO,1999) A partir de então, o espaço amapaense conhece um processo de apropriação de seus recursos naturais (principalmente minerais) por grandes grupos que foram favorecidos através de políticas de valorização e desenvolvimento da Amazônia, adotadas em um primeiro momento pela Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA) a partir de 1953 e, depois pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) a partir de 1966. (SANTOS, 2009, p. 22) A relação entre o Estado e o Capital fica mais evidente principalmente após a descoberta de manganês em Serra de Navio. A empresa que recebeu a concessão foi a ICOMI, que representou um referencial de monopólio de mineralogia na Amazônia, e visou à exploração dos recursos naturais basicamente em prol da acumulação. (MORAIS; ROSÁRIO, 1999) Apesar do edital de licitação para a concorrência de exploração do manganês, ter sido disputada por duas empresas americanas – United States Steel e a Hanna Coal & Ore Corporation, e uma pequena empresa brasileira da época: a 14 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ ICOMI, surpreendentemente, o governo brasileiro optou por esta última, justificando que era fundamental o desenvolvimento de uma empresa do próprio país. Mais tarde, após vencer a concorrência Azevedo Antunes transformou sua empresa em sociedade anônima, vendendo 49% de suas ações para a BETHLEHEM STEEL tirando proveito de uma cláusula do edital de licitação que teria sido incluída pelo próprio Azevedo Antunes. (SANTOS, 2009) Para consolidar ainda mais a subordinação, é estatuída, em janeiro de 1968, a lei Orgânica do Território Federal do Amapá, onde percebe-se ainda a legitimidade do que ocorria na prática, assim, no aspecto econômico, a lei determina “quando”, “onde”e “de que forma”, os interventores poderiam implantar o desenvolvimento econômico, contudo, o Governo Federal continuava a controlar e manipular a administração territorial. (MORAIS &; ROSÁRIO, 1999) Em relação à população, pode-se observar que a instauração do Território Federal do Amapá foi acompanhada de um processo de assimilação de uma mística de que eram incapazes e imaturos de assimilarem a tecnologia, a ciência e de praticarem a democracia. “Sendo a cultura um acervo de idéias, princípios, normas, instituições, estruturas, experiências, conhecimentos, saberes, instrumentos e processo que permitem ao homem, ao grupo e às suas gerações explorarem socialmente a natureza, realizarem sua filosofia de vida e atingirem os propósitos de suas atividades artísticas, tecnológicas e cientificas, tornando-se o elemento fundamental e necessário para sua evolução e desenvolvimento”. (ARISTÓTELES apud NUNES, 1979) No entanto, no Território Federal do Amapá, desde sua origem, em 1947, a população somente recebeu instrução primária, secundária, colegial e de nível médio; insuficientes para que os amapaenses construíssem ou reformulassem suas razões fundamentais de vida e decidissem sobre sua evolução. A própria Universidade Federal do Amapá só seria criada a partir da transformação do Território Federal do Amapá em Estado. 15 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ As décadas dos anos 70 e 80 apresentaram, ainda os Planos de Desenvolvimento da Amazônia (PDAs); o Programa Grande Carajás; e, nos anos 90, os Eixos de Desenvolvimento. Todos esses planos convergiam para dois resultados, conquanto não explicitados, mas efetivos: a) O objetivo final não era o desenvolvimento da Amazônia, mas sim torná-la fornecedora de insumos e de divisas externas para a economia nacional, leia-se, a do centro desenvolvido; b) Os modelos privilegiavam a grande propriedade, sejam os enclaves minerometalúrgicos, sejam os grandes latifúndios pecuários e a grandes madeireiras. Diante da situação de marginalidade em que se encontrava a população do Amapá-Território ante os efeitos negativos iniciou-se “o planejamento do processo de transformação do Amapá-Território em Estado, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos do Homem, com os dispositivos constitucionais e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”. (NUNES, 1979) Apesar da criação do Estado, o Amapá ainda constituía uma economia fraca baseada principalmente na agricultura que apresentava um baixo dinamismo não despertando grandes atrativos para a população, concomitantemente ao processo de concentração fundiária provocada por empreendimentos como a AMCEL (Amapá Celulose S.A.), os dois principais núcleos urbanos se transformaram nos maiores pontos de concentração demográfica do Estado. A falta de incentivos à agricultura familiar e um crescente fluxo de migração de outros estados brasileiros acarretam um crescimento urbano permeado de contrastes. Neste espaço, a periferização de boa parte é um fato notório, que não tendo condições de habitar ou sendo “expulsa” das áreas centrais, ocupa áreas periféricas e também as áreas alagadas, localmente denominadas de “ressacas”. A criação da ALCMS (Área de Livre Comercio de Macapá e Santana) acentua ainda mais a tendência de concentração urbana no Estado recém-formado, sendo 16 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ que, de acordo com dados do IBGE, em 2000 Macapá e Santana apresentaram as maiores densidades demográficas do Estado: 43,12 hab/km2 e 50,30 hab/km2, respectivamente. Concomitantemente, iniciam em todo o mundo, as discussões sobre uma nova concepção de desenvolver sem prejuízos para o meio-ambiente, o conceito de desenvolvimento sustentável encontra-se no relatório da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pela ONU, em 1987. A partir daí, em 1992, realizou-se na Cidade do Rio de Janeiro, a ECO – 92, que contou com a participação dos países membros da ONU para a produção de um programa de ação para o desenvolvimento sustentável em todo o mundo a Agenda 21. Os anos 90, desta forma, marcaram uma nova fase nas políticas públicas para a Amazônia. Não se trata de alteração na visão dos burocratas do Estado na forma de concepção do desenvolvimento para a região, que continua a obedecer as mesmas diretrizes postas em prática a partir do Governo Militar. Notadamente a partir desse período, o discurso desenvolvimentista para a região passa a ser permeado de “preocupações” ecológicas. No caso brasileiro, a extrema dificuldade do Estado Nacional em administrar a extensão territorial da Amazônia e levando em consideração a riqueza natural de sua biodiversidade, desperta os interesses de países mais ricos e atrai a biopirataria. Para atender as metas firmadas com WWF (Fundo Mundial para a Natureza) de transformar 10% da Amazônia em UCs (Unidades de Conservação), antes da RIO +10, o Governo Federal assina as pressas a criação do Parque do Tumucumaque, criando o maior corredor de biodiversidade do país. É o mais claro exemplo da imposição de projetos e ações traçadas para a região sem uma discussão com a população regional, que é a aquela diretamente afetada. Até o presente momento, municípios como Laranjal do Jari, que apresenta um dos maiores índices de favelização e miséria, que teve 53% do seu território reduzido com a criação do Parque não obteve nenhuma compensação importante e nem o Estado do Amapá. 17 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ A escassez de terras para a produção; a burocracia excessiva e as exigências demasiadamente rígidas para acesso ao crédito; a falta de incentivos e de políticas públicas direcionadas e consistentes para o setor primário; os obstáculos naturais do isolamento e da precariedade dos meios de escoamento; a escassa assistência técnica; a incidência de pragas e doenças (a EMBRAPA detectou nos últimos anos aumento dos casos do mal da sigatoka negra, do fusarium e da mosca da carambola); além do alto custo dos insumos (calcário e fertilizantes) reduziu a atividade produtiva do Amapá quase que relegada ao extrativismo (açaí, castanha e madeiras) com pouca ou nenhuma agregação de valor, condenando sua população a acorrer ao meio urbano, tornando-o cada vez mais “inchado”. Enfim, não havia de fato um compromisso com um projeto de desenvolvimento economicamente efetivo, socialmente justo e ambientalmente sustentável, voltado para os habitantes de nossa Região. 2.3 ÁREAS DE ATRAÇÃO PRIORITÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO Nos últimos anos, têm-se registrado no Brasil inúmeras experiências exitosas por meio da abordagem de Arranjos Produtivos Locais – APLs como estratégia potencial de desenvolvimento, por envolver um grande número de atores públicos e privados de forma coletiva e participativa. A temática de aglomerado de empresas em um território não é nova. Estudiosos consideram que Alfred Marshall (1842-1924) foi o primeiro a discorrer sobre o assunto, analisando a idéia de que a aglomeração de produtores numa localização em particular traz vantagens que explicam a aglomeração. (MARSHALL, 1996) Em Princípios de Economia, Marshall (1996) introduz a idéia de que os aglomerados de empresas se apresentam como um sistema organizacional que 18 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ proporciona a um conjunto de pequenas empresas a competitividade e a eficiência das grandes empresas. O apoio a Arranjos Produtivos Locais é fruto de uma nova percepção de políticas públicas de desenvolvimento, em que o local passa a ser visto como um eixo orientador de promoção econômica e social. Seu objetivo é orientar e coordenar os esforços governamentais na indução do desenvolvimento local, buscando-se, em consonância com as diretrizes estratégicas do governo, a geração de emprego, renda e o estímulo às exportações. A estratégia utilizada para a atuação da APL decorre do reconhecimento de que políticas fomentadoras às pequenas e médias empresas são mais facilmente gerenciadas quando direcionadas a um grupo de empresas e não a empresas individualizadas. Desta forma, o tamanho da empresa passa a ser secundário, frente ao potencial competitivo dessas firmas agrupadas ou cooperadas. A partir do conceito levantado no Plano Plurianual de Ações 2004-2007 é possível observar que o Governo Federal acolheu a idéia, além do que, um número cada vez mais de Ministérios e agentes públicos vem implantando programas de ações aplicadas em diversos arranjos localizados em todo o território. Em seguida, foi formalizado o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais, com caráter interinstitucional, com as seguintes finalidades: a) Identificar os arranjos produtivos locais existentes no país, inclusive aqueles territórios produtivos que apresentem potencialidade para se constituírem como futuros arranjos produtivos locais, conforme sua importância no respectivo território; b) Definir critérios de ação conjunta governamental para o apoio e fortalecimento de arranjos produtivos locais, respeitando as especificidades de atuação de cada instituição e estimulando a parceria, a sinergia e a complementaridade das ações; 19 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ c) Propor modelo de gestão multisetorial para as ações do Governo Federal no apoio ao fortalecimento de arranjos produtivos locais; d) Construir um sistema de informações para o gerenciamento das ações a que se refere a alínea anterior; e) Elaborar um Termo de Referência que contenha os aspectos conceituais e metodológicos relevantes atinentes ao tema de trabalho. Este Termo representa, portanto, a consolidação das discussões do Grupo de Trabalho sobre a proposta de atuação integrada de políticas públicas em arranjos produtivos locais. Desta forma, o Governo do Estado, a partir da criação do Plano Amapá Produtivo, resolveu em consenso com seus parceiros e sociedade criar APLs como foco de ação para as políticas de desenvolvimento econômico e social do Amapá. Pela definição adotada pela REDESIST (Rede de Pesquisas em Sistemas Produtivos e Inovativos Locais da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ) “Arranjos Produtivos Locais são aglomerações territoriais de agentes econômicos, políticos e sociais - com foco em um conjunto específico de atividades econômicas que apresentam vínculos mesmo que incipientes”. Por seu turno, o SEBRAE estabeleceu em 2003 o seguinte conceito em seu Termo de Referência para Atuação do Sistema SEBRAE em Arranjos Produtivos Locais “Arranjos Produtivos Locais são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa”. Assim, existe uma vasta literatura nacional e internacional sobre o fenômeno da aglomeração de empreendimentos de uma mesma atividade produtiva em uma determinada região geográfica. Há muitas denominações e ênfases diferentes. O mesmo fenômeno é às vezes denominado arranjo produtivo local, sistema produtivo local ou mesmo “cluster”. 20 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Em linhas gerais, um APL se caracteriza por um número significativo de empreendimentos e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante, e que compartilhem formas percebidas de cooperação e algum mecanismo de governança, e pode incluir pequenas, médias e grandes empresas. Essa definição é talvez a mais usual na formulação de políticas públicas. De modo geral, todo APL constitui um tipo particular de cluster, formado por micro, pequenas e médias empresas, agrupadas em torno de um negócio (atividades similares e complementares), onde se enfatiza o papel desempenhado pelos relacionamentos formais e informais – entre os empreendimentos e as demais instituições envolvidas (empresas produtoras de bens e serviços, centros de pesquisa, centros de capacitação e treinamento, unidades de pesquisa e desenvolvimento, públicas e privadas). Os empreendedores compartilham uma cultura comum e interagem, como um grupo, com o ambiente sociocultural local. Essas interações, de natureza cooperativa ou competitiva, estendem-se além do relacionamento comercial e tendem a gerar ganhos de escala, economia externas, associadas a socialização do conhecimento e à redução dos custos de transação. 2.4 O PLANO AMAPÁ PRODUTIVO A necessidade de criação de um Plano de Desenvolvimento Socioeconômico para o Estado, com embasamento técnico-científico, envolvendo um planejamento participativo de instituições públicas e privadas que atuam no setor produtivo, bem como, da sociedade organizada, foi elaborado o Plano Amapá Produtivo. O desdobramento do estudo está focalizado na implementação de ações interinstitucionais integradas de curto, médio e longo prazos, voltadas para a criação de um ambiente favorável para o surgimento e consolidação de micros, pequenos, 21 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ médios e grandes empreendimentos, com base nas vocações, vantagens comparativas e potencialidades naturais do Estado do Amapá. Em relação à Amazônia, há um consenso entre pesquisadores e instituições de pesquisas (nacionais e internacionais) que esta possui a maior biodiversidade do planeta. Assim, as dimensões da biodiversidade têm proporcionado que o crescimento da Amazônia esteja diretamente relacionado ao dinamismo das atividades vinculadas à exploração dos seus recursos naturais. Neste sentido, a biodiversidade pode ser encarada como um fator verdadeiramente estratégico para a região, o que possibilita a necessidade da criação de novos produtos, a partir da utilização de novos insumos, e porque não dizer, que a partir de um novo paradigma técnico-econômico, é imperativo a criação de novas instituições de pesquisa e ensino que proporcionem a incorporação de novas tecnologias, principalmente do segmento das biotecnologias, a partir da difusão de novos profissionais formados com um perfil sócio-econômico voltados para alcançar melhores níveis de desenvolvimento, em benefício da população local com um melhor aproveitamento dos abundantes recursos naturais da Amazônia. Portanto, o uso econômico sustentável da incalculável riqueza da biodiversidade da Amazônia se constitui num dos grandes desafios dessa imensa região, tanto no processo de aproveitamento da vocação regional com base na exploração sustentável dos recursos naturais por meio da incorporação de tecnologia, como na agregação de valor aos produtos. (ABRANTES, 2003) Logo, são inegáveis as potencialidades da Região Amazônica, frente a um mercado internacional que retoma o consumo de bens naturais industrializados, se tornando cada vez mais promissor, o que possibilita novas perspectivas para uma melhor exploração racional e sustentável da biodiversidade dessa região. Assim, a Amazônia dispõe de potencialidades naturais capazes de se transformarem em realidades econômicas, transformando vantagens comparativas em vantagens competitivas. Além dos produtos naturais largamente conhecidos, é necessário incluir uma grande variedade de outros produtos aptos à introdução no processo 22 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ produtivo de fármacos, fitoterápicos, cosméticos, perfumes, corantes naturais, alimentos e etc. Figura 02. Principais Atividades Produtivas por Pólos de Desenvolvimento Território VIII Madeira, Mandiocultura, Bioindústrias, Fruticultura e Florestal não madeireiro. Território V Território I Madeira, Mandiocultura, Fruticultura, Apicultura, Florestal não madeireiro, Rochas Ornamentais, Aqüicultura e Grãos (Arroz, Feijão, Milho). Mandiocultura, Pesca Artesanal, rochas Ornamentais e Turismo. Território II Mandiocultura, Fruticultura, Pecuária de Corte, Pesca Artesanal, Rochas Ornamentais, Aqüicultura e Grãos (Milho, Arroz e Feijão). Território VII Mandiocultura, Fruticultura, Pesca Artesanal, Apicultura, Oleiro Cerâmico, Florestal não madeireiro e Aqüicultura. Território III Madeira, Mandiocultura, Fruticultura, Pecuária de Corte, Pesca Artesanal, Rochas Ornamentais, Aqüicultura, Grãos (Arroz, Feijão, Milho). Território VI Território IV Madeira e Móveis, Produtos do Açaí, Fruticultura, Mandiocultura, Pecuária de Corte, Pesca Artesanal, Apicultura, Hortifrutigranjeiros, Aqüicultura, Bioindústrias e Grãos (Arroz, Feijão, Milho). Mandiocultura, Pecuária de Corte, Pesca Artesanal, Apicultura, Hortifrutigranjeiros, Florestal não madeireiro e Grãos (Arroz, Feijão, Milho) Fonte: Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI/UEAP Decerto, o grande desafio da economia do Amapá é atrair empreendimentos que promovam a transformação in situ dos produtos naturais, mantendo os níveis satisfatórios de conservação ambiental. Para tanto, impõe-se ao Governo do Estado promover investimentos em infraestrutura, formação técnica de recursos humanos e no desenvolvimento científico e tecnológico, que permita a geração e difusão de novos conhecimentos e tecnologias visando à melhoria dos produtos naturais locais a partir da inovação. 23 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ A partir do levantamento das atividades produtivas, georeferenciadas, podese averiguar Pólos de Desenvolvimento capazes de receber estímulos e apoios focados visando alavancar a economia do Estado do Amapá a partir de estímulos a criação de APL’s – Arranjos Produtivos Locais. 2.4.1 Arranjos Produtivos Locais – APL’S e sua Relação com o Desenvolvimento do Estado. Assim, o Plano Amapá Produtivo é norteado de acordo com a Metodologia de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais do Projeto Promos/Sebrae/BID, utilizando os eixos de atividades, processos e ações, orientando o desenvolvimento dos APLs neste Estado. Eixo 1: Dinâmica dos APLs Nesse eixo, são trabalhados os fundamentos de natureza interativa do desenvolvimento dos APLs, atingindo, de forma ampla, o contexto social e institucional do território. As instituições que atuam sob a inspiração de fundamentos técnicos, em áreas como formação de mão-de-obra, regulação da base legal das empresas, organização da sociedade civil, e o poder público, de forma geral, são envolvidas diretamente, interagindo de acordo com as suas respectivas competências com o setor empresarial em questão. Todas as ações desenvolvidas no APL são geridas a partir deste eixo, por meio da criação de um FÓRUM DO APL e/ou Conselho Consultivo composto por representantes do setor produtivo, do setor público, de entidades de classe, ONGs e demais instituições representativas da região. Esse fórum permite construir, paulatinamente, uma consciência coletiva com o objetivo de estabelecer o reconhecimento e a visualização do território do APL como um todo, definindo a atuação e a importância de seus diversos atores, fomentando a sua organização e definindo os critérios e as rotinas de participação coletiva. 24 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ O planejamento participativo é o principal instrumento social para o desenvolvimento do APL, incluindo no processo todos os atores capazes de assegurar uma representatividade ampla. Esse trabalho de inclusão tem como objetivo alargar o fórum de participação, de modo a criar procedimentos de consulta social e intersetorial, garantindo maior representatividade e produtividade das reuniões. A experiência mostra que essa dinâmica é capaz de produzir diagnósticos cada vez mais apurados do APL, focalizando suas potencialidades e dificuldades, interligando aspectos econômicos, sociais, políticos e institucionais. Com isso, é possível alcançar níveis superiores de capital social e associativismo, capazes de gerar novas políticas públicas e ações coletivas coordenadas. EIXO 2: Desenvolvimento Empresarial e Organização da Produção O eixo Desenvolvimento Empresarial e Organização da Produção abrange os temas mais conhecidos e mais bem desenvolvidos teoricamente: os assuntos relativos à produção e à produtividade, em termos quantitativos e qualitativos. Assim, é analisado com detalhes tudo que constitui o fundamento da produtividade física da empresa. Dessa forma, são desvendadas as questões da eficiência tecnológica, da qualidade, do design e da logística, requisitos essenciais à geração de uma relação qualidade/preço que viabilize o crescimento de mercado. Portanto, esse eixo tem o objetivo de trabalhar o gerenciamento das empresas de forma ampla, analisando problemas como: custos, recursos humanos, produção, fluxo de caixa, tecnologia e finanças. Não é possível empreender a melhoria dos processos produtivos sem investimentos em formação gerencial. Programas de qualificação de gestores, de enriquecimento e ampliação do capital humano das empresas, de formação profissional, de empreendedorismo e de aprimoramento de processos burocráticos 25 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ visando alcançar maior eficiência, são algumas das iniciativas essenciais para a melhoria dos processos produtivos. A elaboração de um plano de trabalho sólido e realizável pelas empresas, que defina a estratégia de cada uma e estabeleça sua linha de atuação em consórcios; de planos de redução de custos; de investimentos em tecnologia e design, com o objetivo de qualificar e certificar seus produtos e processos complementam o conjunto de ações fundamentais nesse eixo. EIXO 3: Informação e Acesso a Mercados O eixo Informação e Acesso a Mercados incluem tudo o que está relacionado com a venda, à comercialização das mercadorias. A questão central está voltada ao problema da agregação de valor ao faturamento das empresas, de forma individual e coletiva. O que impõe a necessidade de conhecer: 1) o mercado, seu modus operandi, os interesses dominantes, secundários e emergentes; 2) as avaliações sobre a qualidade do produto vendido e do pós-venda das empresas do APL; 3) os concorrentes, seus interesses e sua capacidade em termos de produtos, preços e serviços. Trata-se, portanto, de construir uma visão do posicionamento competitivo do arranjo. Nestes termos, o foco desse eixo está em aperfeiçoar, de forma permanente, o conhecimento de tudo aquilo que está fora do arranjo e que resume seu objetivo final: vender a produção. Nesse âmbito, torna-se fundamental o fomento da produção qualificada, o mapeamento de novos canais de comercialização e de novos padrões de logística, além do incremento de projetos de marketing. 26 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ EIXO 4: Acesso ao Crédito Nesse eixo serão trabalhadas as questões que envolvem o acesso ao crédito por parte dos empreendedores. Deverão ser buscadas soluções para minimizar ou eliminar as barreiras que dificultam o acesso às linhas de créditos disponíveis nos bancos oficiais, principalmente no Banco da Amazônia, Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Isso remete a superação de problemas institucionais, tais como a regularização fundiária, a capacitação de consultores para elaboração de projetos bem como a instituição de um fundo de aval por parte do Governo do Estado visando cobrir substancialmente parte das garantias exigidas pelos agentes financeiros, criando, assim, um ambiente propício para as empresas crescerem e se fortalecerem no mercado. EIXO 5: Infra-Estrutura de Suporte ao Desenvolvimento No eixo Infra-Estrutura de Suporte ao Desenvolvimento serão trabalhados os aspectos relacionados com a infra-estrutura de pesquisa e desenvolvimento empresarial, principalmente de desenvolvimento e certificação de novos produtos, conforme as exigências do mercado; criação de centros tecnológicos conforme as vocações dos APLs; aspectos de melhoria da produção e seu beneficiamento, envolvendo, principalmente as questões de logística, visando facilitar o seu escoamento e comercialização. Portanto, questões como suprimento de energia; de água potável; abertura e/ou melhorias de estradas e ramais, melhorias e/ou ampliações de centros tecnológicos, etc são prioritárias e deverão fazer parte da agenda das instituições que desenvolvem estas atividades. A superação desses gargalos deverá possibilitar aos empreendedores a agregação de valor com conseqüente diversificação da produção, a melhoria da 27 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ qualidade dos produtos, maior produtividade e conseqüentemente redução de custos. Isso qualificará as empresas a ampliarem seus mercados de forma competitiva e com sustentabilidade. 2.5 O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UEAP Neste contexto, a Universidade do Estado do Amapá é fruto de uma ampla discussão social, devido à necessidade de criação de mais uma instituição pública voltada para as potencialidades do Estado do Amapá. Para Abrantes (2002, p.83): “o aproveitamento da biodiversidade Amazônica, conforme apontam inúmeros estudos, será o ponto de partida para a inserção da economia da região na matriz de um novo modelo de desenvolvimento local, voltado para a sustentabilidade. Logo, a agregação de valor a estes produtos naturais, via incorporação do fator tecnológico e capacidade empreendedora, dinamizará alguns setores da economia, impulsionando o desenvolvimento da região. (...) Assim, a geração de competitividade e a inovação tecnológica estão, cada vez mais, baseadas no conhecimento e na organização do aprendizado, daí o papel central desempenhado pela capacitação tecnológica (...)”. Desta forma, percebe-se que a criação de uma instituição de ensino superior que busca a capacitação de recursos humanos voltados para a exploração da biodiversidade da região, com responsabilidade ambiental e social, é parte fundamental para se alcançar o desenvolvimento sustentável defendido por Abrantes, e tem sido um apelo da sociedade amapaense. Desde 1997 algumas iniciativas de criação de uma instituição pública de ensino superior vinham sendo efetivadas por parlamentares e por profissionais da educação, no entanto, não obtiveram êxito. Em 27 de dezembro de 2005, o então governador do Estado na época, Antônio Waldez Góes da Silva, tomou a decisão de criar e implantar uma 28 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ universidade, no âmbito da estrutura administrativa estadual. Para tanto, nesse mesmo dia criou o Grupo de Trabalho Institucional (GTI) encarregado de discutir e elaborar a proposta de implantação da instituição. O GTI foi formado por José Maria da Silva (Secretário de Ciência e Tecnologia), José Adauto dos Santos Bittencourt (Secretário de Educação), Ivanéia de Souza Alves (Representante do Sindicato dos Profissionais em Educação), Conceição Corrêa Medeiros (Representante do Conselho Estadual de Educação) e Rui Guilherme de Vasconcelos Souza Filho (Representante da Sociedade Civil). Durante o período de 04 a 07 de fevereiro foram realizadas vários ciclos de audiências públicas, durante as quais instituições governamentais e nãogovernamentais, apresentaram pareceres sobre a situação da formação em nível superior no Estado do Amapá, além da apresentação de propostas para a implantação da Universidade do Estado do Amapá. O objetivo da criação do ciclo de audiências era buscar, de uma maneira efetiva, a participação direta da sociedade amapaense organizada na elaboração do projeto de implantação da Universidade. O GTI produziu um arquivo com as atas das reuniões, um CD contendo as palestras do ciclo de audiências que contribuiu para a elaboração da lei que instituiu a universidade estadual e definiu uma listagem de sugestões de cursos a serem implantados, bem como, o cronograma de implementação. A Universidade do Estado do Amapá – UEAP teve sua criação autorizada pela lei nº 0969, de 31/03/2006, e instituída pela lei de autoria do executivo estadual nº 0996, de 31/05/2006. De acordo com esta última lei, em seu art. 2º, a UEAP tem como premissas fundamentais: a) autonomia didático-científica e cultural e administrativa e de gestão financeira e patrimonial; b) atuação em todas as áreas do conhecimento. A oferta de cursos da UEAP, na ocasião procurou atender a necessidade de qualificação de profissionais de nível superior para a realidade local, regional, nacional e internacional, sendo esta a partir das relações de cooperação que o Amapá tem estabelecido principalmente com os países situados na fronteira. Isto 29 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ significa dizer que além da universidade desempenhar um papel fundamental na educação estadual, poderá ser uma referência na região e na zona de fronteira. Com base nas necessidades de mão-de-obra qualificada para o desenvolvimento local, situam-se os cursos tecnológicos e de engenharias. De outra ordem, não se trata de instituição com perfil único e especializado, por isso a UEAP também ofertará cursos de todas as áreas do conhecimento, destacando-se nesse espectro a formação para o setor de educação, que ainda possui carência em determinadas áreas do conhecimento. Desta forma, em janeiro de 2007 a Universidade do Estado do Amapá realizou seu primeiro vestibular para 06 (seis) cursos, ofertando naquela ocasião 600 vagas, 300 alunos entraram no primeiro semestre e 300 no segundo semestre. Os cursos oferecidos na oportunidade eram: Licenciatura em Química, Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Letras, Bacharelado em Engenharia Florestal, Bacharelado em Engenharia de Pesca e Bacharelado em Engenharia de Produção. A UEAP iniciou suas atividades efetivamente no dia 16 de abril de 2007. 2.5.1 Objetivos A Lei nº 0996 (art. 1º) define os principais objetivos da Universidade do Estado do Amapá, consoante ao sentido universal de uma instituição que atua na formação profissional de nível superior, com a especificidade do contexto regional. Os objetivos são: 1- Promover a educação superior, desenvolvendo o conhecimento universal, com especial atenção para o estado do Amapá e para a Amazônia; 2- Ministrar cursos de grau superior, nos níveis de graduação e pós- graduação, com ações especiais que objetivem a expansão do ensino, do conhecimento científico e da cultura em todo o estado do Amapá; 30 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Realizar pesquisa e estimular atividades criadoras, valorizando o 3- indivíduo em seu processo evolutivo, incentivando o conhecimento científico relacionado ao homem e ao meio ambiente; 4- Contribuir com as políticas de desenvolvimento do Estado do Amapá. 2.5.2 Metas As metas a alcançar com a implantação da Universidade do Estado do Amapá – UEAP são as seguintes: — Implementar uma universidade pública que possibilite a oferta de cursos gratuitos à população local, diminuindo o déficit de oferta de vagas por cursos em instituição pública no Estado; Implantar entre 10 a 15 cursos, até o ano de 2010, de nível superior voltados para as áreas produtivas e sociais de vocação do Estado do Amapá; Qualificar recursos humanos, em níveis de graduação e pós-graduação, para suprir demandas do mercado de trabalho local; Capacitar técnicos com base na cultura do empreendedorismo visando à criação de novos empreendimentos no Amapá. 2.5.3. Estrutura Sistêmica da Universidade A partir da Lei Nº 114 de 31 de agosto de 2007, que institui a estrutura organizacional da Universidade do Estado do Amapá prevê, inicialmente, além do gabinete da reitoria e acessórias (jurídica e de comunicação), a estrutura executiva da UEAP será formada por quatro pró-reitorias: i) Pró-Reitoria de Graduação: unidade responsável pela política e execução das atividades acadêmicas do ensino de graduação; 31 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ ii) Pró-Reitoria de Extensão: unidade responsável pela política e execução das atividades de extensão; iii) Pró-Reitoria de Planejamento e Administração: unidade responsável pela coordenação, elaboração e execução do planejamento da instituição, principalmente no que concerne ao planejamento orçamentário, bem como pela administração de recursos humanos e patrimônio; iv) Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: Unidade encarregada de definir a política de pesquisa e pós-graduação da universidade. Em termos de estrutura física, um aspecto que está no plano horizontal da UEAP é a descentralização de suas instalações, principalmente levando em consideração as características dos cursos e o processo de interiorização da universidade. Na cidade de Macapá capital do estado haverá uma estrutura central (prédio onde funcionou o antigo Instituto de Educação do Amapá), na qual funcionará inicialmente a universidade como um todo. Porém, com a criação do Campus II, centro de formação superior com cursos de humanidades, observa-se o início do processo de descentralização da estrutura administrativa com a criação de divisões que atuaram em conjunto no Campus I e Campus II, o que caracteriza, principalmente, o processo de expansão da Universidade. Além dessa descentralização, prevê-se a criação de campus no contexto da política de interiorização da instituição, atendendo a três regiões do estado: região norte (campus situado no município de Oiapoque), região oeste do estado (campus localizado no município de Porto Grande ou de Serra do Navio) e região sul (campus situado no município de Laranjal do Jarí). Na Figura 03, observa-se o fluxograma que apresenta a estrutura executiva da UEAP e suas ramificações: 32 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Figura 03. Quadro da Disposição da Estrutura Sistêmica da UEAP UNIVERSIDADE ESTADUAL DO AMAPÁ - UEAP Conselho Superior Universitário Reitor Pró-Reitoria de Planejamento e Administração Gabinete Auditoria Procuradoria Jurídica Comissão Permanente de Licitação Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação Pró-Reitoria de Extensão Pró-Reitoria de Graduação Unidade de Currículos e Disciplinas Divisão de Administração e Finanças Unidade de Recursos Humanos Unidade de Assessoramento Pedagógico Unidade de Serviços Gerais Unidade de Educação Inclusiva Divisão de Pesquisa Unidade de Finanças Unidade de Interiorização Unidade de Contabilidade Unidade de Classificação Unidade de Apoio Logístico Divisão de Apoio ao Ensino Unidade de Extensão Cultural Divisão de Extensão Divisão de Ações Comunitárias e Assuntos Estudantis Divisão de Processo Seletivo Unidade de Orçamento e Controle Divisão de Planejamento Unidade de Contratos e Convênios Divisão de Pós Graduação Unidade de Registro e Controle Divisão de Registro e Controle Acadêmico Unidade de Diploma e Arquivo Divisão de Informática Unidade de Desenvolvimento de Rede Unidade de Informação e Tratamento do Acervo Geral Biblioteca Unidade de Suporte ao Usuário e Segurança Unidade de Atendimento e Auxílio ao Usuário Fonte: SILVA, 2007 2.5.5. Política de Inclusão Social A Universidade do Estado do Amapá foi criada para cumprir duas principais missões: 1- Contribuir com o desenvolvimento do Estado, através da formação para as áreas produtivas e social; 33 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 2- ser mais uma alternativa de ensino superior público, com forte fator de inclusão social. A inclusão social marca a atuação da UEAP desde as inscrições gratuitas para estudantes oriundos das escolas públicos. No caso da política de acesso, a UEAP disponibiliza aos candidatos ao vestibular os seguintes sistemas de cotas: cotas para estudantes egressos da escola pública (proporcional ao número de inscritos), cotas para indígenas e pessoas com deficiência (5%) e cotas para estudantes negros. Atualmente a UEAP tem 16 estudantes com deficiência, que são atendidos por professores e técnicos especializados em educação inclusiva. Também como parte da política de inclusão, a universidade criou o Núcleo de Educação Inclusiva e um Comitê Gestor de Educação Inclusiva (constituído por professores, técnicos e acadêmicos portadores de necessidades especificas). As atividades relacionadas ao NEI demandam do assessoramento que o mesmo presta aos acadêmicos com necessidades educacionais especiais. Vale ressaltar que, tanto os intérpretes em Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS como os técnicos em Braile, desenvolvem este assessoramento. Dentre as atividades podemos citar a leitura e a interpretação de apostilas e trabalhos acadêmicos, a descrição e o detalhamento de aulas e trabalhos apresentados com recursos audiovisuais, o auxílio para a comunicação entre professor e aluno no que concerne aos processos de ensino e avaliação da disciplina ministrada, o acompanhamento em pesquisas de campo relativas ao processo de graduação, e os estágios curriculares desses alunos. Tais atividades são de fundamental importância para o desenvolvimento acadêmico destes alunos. 34 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 2.5.5.1 Unidade de Educação Inclusiva As atividades desenvolvidas pela UEI – Unidade de Educação Inclusiva iniciaram-se em fevereiro de 2009, sob a responsabilidade de Landry dos Santos Mendes como chefe desta Unidade que, até então, nunca houvera um funcionário nomeado para exercer tal função. Sendo que tais atividades relativas a esta Unidade estavam sendo desenvolvido conjuntamente ao Núcleo de Educação Inclusiva - NEI, através do Professor Oberdan José Teixeira Chaves, Presidente e Coordenador do Comitê de Educação Inclusiva – CEI. O Comitê de Educação Inclusiva foi instituído com a função de realizar todas as atividades concernentes à implantação do Núcleo de Educação Inclusiva e, a partir de então, acompanhar as políticas e as ações que garantam o acesso, a permanência e a operacionalização do processo educativo de qualidade aos alunos com necessidades educacionais especiais, tais como o apoio didático-pedagógico, adaptações arquitetônicas e tecnológicas assistidas. Também fomentar a formação inicial e continuada dos recursos humanos por meio de pesquisas, ensino e extensão, através do intercâmbio com as instituições de ensino, ONG’s e setores públicos e privados. Compete à Unidade de Educação Inclusiva: • Implantar e programar a criação de um espaço físico, com recursos didáticopedagógicos que possibilitem o atendimento aos acadêmicos com necessidades educacionais especiais nas diversas áreas existentes na Instituição; • Acompanhar e orientar os profissionais que atuam diretamente com os acadêmicos inclusos; • Articular cursos de Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS – para toda a comunidade acadêmica, visando a aplicabilidade da real inclusão; 35 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ • Intermediar e orientar os docentes que atuam nos cursos frequentados por acadêmicos com necessidades educacionais especiais; • Viabilizar a contratação de profissionais que atendam a especificidade de deficiência, para o acompanhamento adequado do acadêmico; • Orientar para a adaptação dos equipamentos da Instituição, com identificação em Braile; • Atender permanentemente ao acadêmico com necessidades educacionais especiais, viabilizando a aplicação e a implementação pedagógica inclusiva; • Planejar e apresentar dados que permitam a garantia de recursos de acordo com as deficiências dos acadêmicos inclusivos; • Coordenar e orientar a elaboração de material didático para atender os acadêmicos com necessidades educacionais especiais. 2.5.4. Pesquisa e Pós-Graduação A produção de pesquisa e de conhecimento científico no estado do Amapá teve seu início na década de 1970, quando foram criados o Museu de História Natural Ângelo Moreira da Costa Lima e o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva. Contudo passados 30 anos, o Estado do Amapá conta ainda com poucas instituições de pesquisa, sendo uma estadual o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá IEPA e duas federais a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Acrescenta ainda nesse espectro de instituições, a participação da Secretaria de Ciência e Tecnologia – SETEC na condução da política de C&T, através da definição das diretrizes políticas, no fomento da infraestrutura, de projetos e de bolsas de pesquisa. A Universidade do Estado do Amapá – UEAP participa desse contexto de instituições científicas, tanto no processo de qualificação de recursos humanos 36 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ quanto na produção de pesquisa, visando contribuir com as políticas públicas do Amapá. A UEAP contribui com o crescimento científico do Estado através das seguintes iniciativas: i) Criação de cursos de pós-graduação nos níveis lato sensu e stricto sensu; ii) Participação de projetos de pesquisa de âmbitos local, regional, nacional e internacional, cujas pesquisas sejam de interesse do estado e da sociedade local; iii) Participação de cursos de pós-graduação integrados com outras instituições de interesse local; iv) Criação de cursos de pós-graduação direcionados à formação profissional para o mercado de trabalho, tais como especialização e mestrado e doutorado profissionalizantes; v) Criação de um programa de iniciação científica com objetivo de engajar estudantes na atividade de pesquisa; vi) Definição de áreas programáticas para captação de recursos para a pesquisa nas áreas de recursos naturais, sociedade e cultura e na área tecnológica visando a inovação de processos e produtos; vii) Criar mecanismos de difusão e transferência de conhecimentos e tecnologias de interesse da população do Amapá; viii) Criar condições e apoiar as diversas formas de divulgação científica promovendo a relação entre a instituição, os docentes pesquisadores, os estudantes e a população em geral que deve ser, última instância, a beneficiária dos conhecimentos gerados pela Universidade. Dentre as iniciativas citadas a UEAP, já no ano de 2007, a universidade oferta 10 (dez) bolsas de iniciação científica através de convênio firmado com programa de bolsas do PIBIC/CNPq, posteriormente, em 2008 este programa é ampliado com a inclusão de mais 10 (dez) bolsas oriundas do Programa de Qualificação e Fixação de Recursos Humanos da SETEC. Igualmente, no mesmo ano, é criado o Programa Institucional de Bolsas Trabalho – PIBIT, com o objetivo do exercício de atividades administrativas no Campus por acadêmicos de baixa 37 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ renda visando criar um mecanismo de motivação e apoio ao estudante para continuar seus estudos. Em 2009, há uma nova expansão do Programa de Bolsas sendo ofertadas mais 5 bolsas de iniciação científica do Programa PIBIC/CNPq totalizando 25 bolsas de iniciação científica, além da 20 bolsas trabalho, ofertadas aos acadêmicos dos cursos da UEAP. Além disso, iniciaram também esforços de comissões de professores da UEAP na criação de cursos de pós-graduação lato sensu em parceria com a PróReitoria de Pesquisa e Pós-Graduação com previsão de início de 2 cursos de especialização já para o início do ano de 2010. 2.6 A CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA O Governo Federal, juntamente com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em parceria com o Governo do Estado do Amapá, investem, atualmente, no conceito de Arranjos Produtivos Locais - APL´s para o desenvolvimento de áreas de Reservas de Uso Sustentáveis. Dentro deste perfil atual econômico e industrial do Estado do Amapá, está agregado, principalmente, treze Arranjos Produtivos Locais - APL’s, que são: apicultura; artesanato; fruticultura; grãos; hortigranjeiros; madeira/móveis; mandiocultura; oleiro/cerâmico; pecuária de corte; pesca artesanal; produtos derivados do açaí, produtos florestais não madeireiros e turismo. Segundo Abrantes & Fernandes (2008), no artigo “Amapá Produtivo: Possibilidades e Desafios do Desenvolvido do Estado” da revista T&C Amazônia, nº 14, existem no Amapá várias cadeias de APL’s divididos em vários setores econômicos com grande potencial. Contudo, devido à falta de cooperação, infraestrutura e de conhecimento técnico, o que prejudica o crescimento nos setores, pode-se dizer que existe uma baixa competitividade dos negócios instalados. 38 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Desta forma, com exceção ao artesanato, pesca artesanal e turismo, os APL´s só chegarão ao pleno desenvolvimento industrial, quando forem sustentadas por métodos operacionais de engenharia da indústria voltados aos processos de transformação de produtos naturais em produtos com significativo valor agregado, o que esta intimamente ligada à engenharia química e de seus processos. Segundo Chelala (2009), em palestra realizada no “I Seminário: Caminhos para Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental no Estado do Amapá”, onde relata que o Amapá está preparado para implantar indústrias de transformação no setor siderúrgico, de celulose, de alimentos, de cosméticos e de materiais cerâmicos. Sendo assim, dentro das diversas atividades industriais, produtivas e econômicas citadas, o engenheiro químico se faz presente quer seja no conhecimento sobre a matéria-prima, sobre a cadeia de produção ligada aos processos de produção e beneficiamento, além do controle de qualidade onde estão ligados a aplicação de tecnologias que transforme em bens de consumo as matérias primas brutas, principalmente as de origem natural aliando a isto os processos de novas tecnologias e em particular da biotecnologia, agregando valores de mercado, tanto local, regional, nacional e internacional, face ao ponto geográfico estratégico na qual está situado o porto de Santana próximo as Américas e a Europa, para o futuro escoamento de produção. No entanto observa-se que são muitos os fatores que contribuem para a diferença nas questões de inovações e aperfeiçoamento de tecnologias para o desenvolvimento do setor industrial no Estado do Amapá e com isso, investir na preparação e formação de novos profissionais principalmente na área da engenharia onde se projeta um futuro com a criação e verticalização de oportunidades para investimentos no setor industrial com implantação de empresas que transforme os insumos locais em produtos para consumo e até para exportação. Assim, o cenário atual mostra, a necessidade de investimentos no setor da Educação Superior no que concerne a formação de especialistas com nível e conhecimentos técnicos de operacionalização como também de pesquisa e 39 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ desenvolvimento regional nas mais diferentes áreas a que o espaço geográfico dispõe, por apresentar uma diversidade muito ampla e rica tanto na flora, fauna e de produtos de origem mineral. 3. OBJETIVOS DO CURSO 3.1 - GERAL Em conformidade com os Referenciais Nacionais dos Cursos de Engenharia do MEC, com as Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Graduação do MEC e com a Legislação Profissional vigente, o Curso de Graduação em Engenharia Química da Universidade do Estado do Amapá - UEAP, tem por objetivo formar profissionais de nível superior capazes de identificar problemas relevantes inerentes ao campo de atuação da Engenheira Química, avaliar diferentes posições e soluções frente a esses problemas, conduzir sua postura de modo consciente e atuar junto à sociedade, desempenhando suas atividades técnicas que produzam desenvolvimento sustentável com competência e consciência de cidadania e preservação com sustentabilidade do meio ambiente e aproveitando ao máximo o potencial da biodiversidade utilizando-o para desenvolver novos estudos, projetos e produtos a partir dela de forma empreendedora, consciente e sustentável economicamente. 3.2 – ESPECÍFICOS - Efetivar uma sólida formação teórico-prática, técnica, científica, humanística e ética; - Identificar prioridades e técnicas na pesquisa e extensão para a área de atuação da Engenheira Química; 40 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ - Incentivar a absorção e a apreensão no desenvolvimento de novas tecnologias na área da Engenharia Química, em particular para a produção e inovação de produtos locais utilizando a imensa biodiversidade; - Correlacionar às tecnologias existentes aplicando no desenvolvimento de novos projetos na área local e/ou inovar com tecnologias desenvolvidas a partir de novas pesquisas na área de novos produtos locais de forma consciente e economicamente viável; - Estimular e oportunizar a atuação de forma técnica e cientificamente na identificação e na resolução de problemas nos seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais; - Incentivar e oportunizar o trabalho em equipes multidisciplinares; - Desenvolver novos projetos, estudos e produtos a partir dos insumos naturais da região com a elevada potencialidade da biodiversidade amazônica. 4. JUSTIFICATIVA As bases para a criação de mais um curso na Universidade do Estado do Amapá, origina-se de uma política de desenvolvimento que busca proporcionar o crescimento regional com base na formação de novos profissionais voltados ao mercado de trabalho local e regional. Conforme o Projeto de Desenvolvimento Institucional do Governo foi identificado como oportunidade de desenvolvimento, a demanda de mercado por novos profissionais que atuem nas áreas de transformação de novos produtos de origem da floresta e o agronegócio. Essa formação favorece a capacitação de profissionais com esse perfil desejado adequado ao currículo proposto na gestão da produção e desenvolvimento de processos com vistas às questões da preservação ambiental aliado ao desenvolvimento sustentável. 41 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ A criação de mais um curso de engenharia na UEAP e em particular o curso de Graduação em Engenharia Química origina-se da necessidade de aperfeiçoar mecanismos que contemplem as políticas de desenvolvimento voltadas para a sociedade local, regional e nacional, pois há uma crescente demanda em todo o mercado nacional pela busca de novos profissionais formados em engenharia. Objetiva-se com esta proposta vislumbrar um horizonte que crie a oportunidade para que em um futuro breve possam ter profissionais qualificados com formação apropriada para investimentos e a transformação do mercado local com vistas na criação de novos postos de empregos ou oportunidades negócios através de implantação de novas empresas e industriais de transformação dos bens de origem natural, baseadas numa ideologia empreendedora. Sendo assim, na 9º reunião extraordinária do Conselho Universitário CONSU, no dia 10 de agosto de 2009, foi votada por unanimidade a criação do Curso Graduação de Bacharelado em Engenharia Química, onde já no mesmo ano se realizou o primeiro processo o seletivo e o inicio das aulas marcadas para março de 2010, com o ingresso de cinqüenta novos acadêmicos. 5. PERFIL PROFISSIONAL QUE SE DESEJA FORMAR O futuro engenheiro químico que a UEAP disponibilizará para o mercado de trabalho local, regional e nacional será instruído através de uma sólida formação nas ciências básicas como matemática, química, física e biologia, fornecendo, então, elementos de construção cognitiva das tecnologias existentes e a capacidade de adaptarem-se as novas que surgem a todo o momento em função do desenvolvimento da ciência e da própria tecnologia com a era do conhecimento. Outra característica desejada na formação deste profissional é baseada nos referenciais dos cursos de engenharia onde modelam um profissional generalista plenamente apto e capacitado as mudanças das demandas sociais e tecnologias promovendo o desenvolvimento no setor produtivo, mantendo-se atualizado e 42 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da tecnologia e conseqüente melhoria da qualidade de vida da sociedade, através do exercício da profissão. Este perfil esperado, adequado às novas exigências, deverá assegurar que o egresso, no amplo desenvolvimento de suas aptidões profissionais tenha: a) Capacidade para aplicar os conhecimentos apreendidos de matemática, química, física e biologia como ciências e engenharia; b) Capacidade para projetar e conduzir atividades em escala piloto, assim como analisar e interpretar resultados; c) Capacidade para projetar um sistema, componente, processo ou produto para atender determinados requisitos e a demanda de mercado; d) Capacidade para atuar em equipes multidisciplinares nas ciências envolvidas; e) Capacidade para identificar, formular e resolver problemas de engenharia, gerindo o aspecto econômico e financeiro, bem como o controle da qualidade dos processos ou produtos criados a partir de pesquisas em particular com os materiais oriundos de origem da biodiversidade; f) Atuação e compreensão da ética e responsabilidade profissional, social e respeito ao meio ambiente; g) Capacidade para comunicar-se efetivamente (por escrito, oralmente e graficamente); h) Uma educação ampla, necessária para atender o impacto das soluções de engenharia no contexto socioambiental e em particular a de sustentabilidade ambiental; i) Estimular a necessidade no processo de educação continuada e atualização permanente; j) Capacidade para usar técnicas e ferramentas modernas para o exercício da prática da engenharia nas soluções de problemas. l) Incentivar, inovar e desenvolver e melhorar novos estudos, projetos e produtos com insumos locais, naturais ou não para a comercialização e divulgação dos APL´s. 43 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 6. ÁREAS DE ATUAÇÃO O engenheiro químico tem como principal atribuição estudar, projetar, desenvolver, construir e operar plantas industriais na fabricação de bens industriais, da mesma forma como no desenvolvimento de novos processos e produtos. Entende-se que essa transformação acontece em etapas desde o tratamento da matéria prima ao processamento, separação e purificação dos produtos. A esse conjunto de todas as etapas constitui o processo. Logo a Engenharia Química é a engenharia ligada aos processos de transformação de diferentes matérias primas em produtos com valor agregado e de maior interesse comercial e industrial quer seja na produção local ou para o mercado em expansão. A Graduação em Engenharia Química se destaca entre as engenharias por ser esta uma com formação generalista onde as demais a têm como base, com isso ocupa posição privilegiada frente à grande responsabilidade na solução de problemas tecnológicos com cunho relevante para a sociedade com direcionamento a áreas de interesse primordial como água, alimentos, energia e ambiente que em suma os novos produtos a partir de conhecimentos científicos e tecnológicos sejam obtidos de novas fontes e o desenvolvimento de processos econômico de produção, purificação, geração, distribuição e preservação. Compete ao Engenheiro Químico o desempenho de atividades referentes à indústria química e petroquímica, de alimentos, produtos químicos, tratamento de água e instalações de tratamento de água industrial e rejeitos industriais, entre outras, seus serviços afins e correlatos. As atividades inerentes à área de atuação do Engenheiro Químico estão discriminadas na lei nº. 5.194 de 24/12/1966 que regula o exercício da profissão de engenheiro. O Engenheiro Químico pode atuar em empresas públicas ou privadas, órgãos de assessoria, institutos de pesquisa, universidades e também como profissional autônomo, tanto como empresário, como prestando assistência, assessoria e consultoria a empresas e atuação no magistério superior dos cursos de engenharia que contemplem as disciplinas especificas e correlatas. 44 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 7. PRÁTICA E CORPO DOCENTE Segundo parecer da Comissão de Especialistas no Ensino de Engenharia do MEC, em uma de suas visitações para a fiscalização em uma IES, afirma que: “O Corpo Docente é o principal sustentáculo de qualquer programa educacional”. Ele deve ser suficiente em número e deve reunir competência associada a todos os componentes da estrutura curricular. Seu número e dedicação devem ser adequados para garantir um bom nível de interação entre estudantes e docentes. Os professores devem ter qualificações adequadas. Sua competência global poderá ser inferida de fatores como qualificação acadêmica, experiência docente, habilidade para comunicação, entusiasmo para o desenvolvimento de estratégias educacionais mais efetivas, participação em sociedades educacionais e técnicocientíficas, exercício efetivo de atividades de engenharia em áreas compatíveis com as do ensino do programa”. Conforme esse parecer é validado que a estrutura pedagógica ou corpo docente para provimento das atividades cientifica - pedagógico no processo de ensino e de aprendizagem dos egressos no curso de Graduação em Engenharia Química da Universidade do Estado do Amapá – UEAP, têm a responsabilidade e o comprometimento em direcionar esse processo para que os acadêmicos adquiram a capacidade e conhecimentos como ferramentas na solução de problemas de engenharia. O Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP esta distribuído em dois eixos sendo o núcleo comum a todos os cursos de engenharia onde se dispõe as disciplinas de fundamentação como matemática, química, física e biologia e as do núcleo especifico com a estruturação e formação profissional de ciências que fundamentam a engenharia e suas aplicações na vida profissional atuante desse futuro engenheiro, com vistas à melhoria e qualificação o corpo docente deverá ser ampliado de modo a que o Projeto Político Pedagógico do Curso seja viável e com 45 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ os efeitos esperados sobre a qualificação profissional, atualização de conhecimentos e produção científica estejam de acordo com a legislação vigente. 8. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS 8.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O conjunto de atividades que permitirão a completa e efetiva realização dos objetivos do Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP, assim como o perfil desejado do egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas chamamos de estratégias pedagógicas. O envolvimento dos docentes, acadêmicos e o corpo técnico-administrativo possibilitará a efetivação do que se propõe ao curso, conforme os objetivos estabelecidos. As estratégias pedagógicas propostas contemplam basicamente as atividades relacionadas com: 8.2. A MATRIZ CURRICULAR Idealizada e projetada, em conformidade com as novas Diretrizes Curriculares, “deve possuir um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizam a modalidade de Engenheiro Químico, devendo assegurar uma formação generalista, humanista e crítica com reflexão para atendimento das necessidades voltadas ao mercado de trabalho, capacitando o profissional formado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação com visão crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade” voltadas a região local em particular da Região Amazônica. 46 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ A sucessão dos períodos da matriz curricular contempla, em etapas, a formação do perfil do egresso. As disciplinas são articuladas umas com as outras considerando tanto a afinidade de conteúdos como os pontos de continuidade, estabelecendo conexões horizontais e verticais buscando a interação de docentes e a dinamização da aprendizagem, eliminando a impressão de que as disciplinas são unidades isoladas entre si o que viabiliza a interação racional e a relação de ensino e de aprendizagem com significados. 8.3. OS COMPONENTES CURRICULARES OU CURSOS COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO Estes foram planejados com a finalidade de complementar, aprofundar e atualizar conhecimentos referentes às áreas de atuação do futuro engenheiro químico. Com essas disciplinas integrarão a parte flexível do currículo e poderão ser renovadas assim que for necessário. Serão escolhidas pelo aluno de acordo com a sua área de interesse e com essa característica de ser eminentemente flexível os componentes curriculares ou cursos complementares permitirá que o Colegiado do Curso proceda às alterações de conteúdo e carga horária, com vistas à necessidade de atualização, complementação e aprofundamento, que deve caracterizar o processo construtivo do Currículo do Curso, sem que tais alterações importem em reforma e ajustes curriculares, uma vez que a matriz contempla essencialmente a formação sólida nas ciências estruturantes do curso. O acadêmico do curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP deverá cumprir, no mínimo, 360 horas em Componentes Curriculares e/ou Atividades Complementares de Graduação e estas serão direcionadas para tópicos de aprofundamento de formação profissional especifica na área de atuação em que poderão ser relacionada aos tópicos de engenharia de produção, engenharia ambiental, engenharia de alimentos, engenharia de processos, entre outras com afinidades. 47 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 8.4. AS ATIVIDADES DE COMPLEMENTAÇÃO CURRICULARES NA GRADUAÇÃO Os componentes curriculares e/ou atividades complementares ou toda e qualquer atividade pertinente e útil para a formação humana e profissional do acadêmico, poderão ser aceitas para o plano de estudos do Curso de Graduação em Engenharia Química e neste caso poderão ser consideradas Atividades de Complementação Curricular na Graduação. De acordo com as Normas da Instituição, serão constituídos por 7 (sete) eixos norteadores, a saber: 1º) Eixo: Ensino; 2º) Eixo: Pesquisa; 3º) Eixo: Extensão; 4º) Eixo: Eventos de Natureza Artística, Científica ou Cultural; 5º) Eixo: Produções Diversas; 6º) Eixo: Ações Comunitárias; 7º) Eixo: Representação Estudantil. Nenhuma das atividades listadas acima poderá ultrapassar isoladamente 50% da Carga Horária Total deste item, além disso, segundo Parágrafo Único do Art. 7º, ao final do curso o acadêmico deverá comprovar participação, em no mínimo, 04 (quatro) dos eixos relacionados. Ficando compatível com a formação do bacharelado em engenharia química os seguintes eixos: 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º eixos. A participação em atividades complementares de graduação permite que o aluno desenvolva a sua capacidade empreendedora, bem como a capacidade de cooperação, comunicação e liderança. A escolha e comprovação das Atividades de Complementação Curricular permite que o aluno aprenda a organizar sua vida acadêmica e relacioná-la com a vida profissional de modo que compreenda a sua importância, tanto na busca de 48 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ uma vaga de Estágio Supervisionado, como na busca por uma vaga de emprego, futuramente. A flexibilidade na programação das atividades permite ao aluno aperfeiçoar-se conforme suas escolhas e permite que o curso atenda mais diretamente as demandas acadêmicas e sociais que se apresentam na sua área de atuação tanto local como regional. 8.5. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO É parte integrante e obrigatória da Matriz Curricular do Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP permitirá ao acadêmico a vivência concreta advindas do enfrentamento de situações reais das atividades profissionais da engenharia química, preparando-o de modo competente nas diferentes áreas de atuação do Engenheiro. Essa atividade de final de curso permite completar e concretizar efetivamente à sólida formação do futuro engenheiro quer seja no aspecto técnicocientífico, quer no aspecto social e de relações humanas. O Estágio Supervisionado Obrigatório viabiliza a criação subsídios à revisão de currículo, programas e metodologias de ensino, possibilitando críticas e sugestões aos papéis desempenhados pelo curso e pelas empresas e/ou indústrias locais que possibilitarão aos futuros engenheiros colocar em praticas os conhecimentos construídos no período de realização no curso de engenharia química da UEAP, criando dessa forma profissionais voltados ao desenvolvimento do setor industrial que ainda permanece latente as demandas de profissionais capacitados na área. O acadêmico deverá desenvolver um Estágio Supervisionado Obrigatório com carga horária mínima estabelecida de acordo com a matriz curricular e em conformidade com o Projeto Político Institucional da Universidade do Estado do Amapá, em uma indústria, empresa ou instituto ou centro que desenvolva pesquisa na área especifica da Engenharia Química ou área a fim. O acadêmico também poderá desenvolver outros estágios além do estagio supervisionado obrigatório e nesse caso poderá ser um estagio remunerado não 49 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ obrigatório ressalvado e amparado pela Lei de Estágios e que poderá ser aproveitado como estagio supervisionado obrigatório desde que atenda integralmente as exigências do estagio supervisionado obrigatório e que seja desenvolvido na área de interesse da Engenharia Química especificamente. 8.6. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC estará de acordo com as normalizações institucionais e deve ser conduzido e realizado individualmente pelos acadêmicos de modo a desenvolver e a capacidade de atuar em equipes juntamente em Instituição Públicas ou Privadas, quer sejam empresas, industriais ou mesmo a instituição de ensino superior com estudo ou pesquisa de uma problemática voltada para área de interesse da engenharia química. O produto final desse Trabalho de Conclusão de Curso - TCC deve ser apresentado em forma escrita e oral individualmente, na presença de banca examinadora constituída de no mínimo 3 (três) professores e no máximo 5 (cinco) professores da área de interesse de estudo, sendo que pelo menos 1 (um) dos integrantes deve ser o seu orientador. Poderá ser constituída uma banca externa com professores ou profissionais de outras instituições públicas ou privadas convidados que atuem na área da Engenharia Química, com estudos, projetos e pesquisas ou desenvolvimento de projetos ou produtos, desde que possua 1 (um) professor do colegiado do curso de Engenharia Química na constituição desta banca examinadora. Para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC do Curso de Graduação em Engenharia Química da Universidade do Estado do Amapá – UEAP, os acadêmicos deverão utilizar como normatização as Normas e Regulamentações Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT no que consiste em suas normas de: 50 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ • Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação – NBR: 14724; • Informação e documentação — Projeto de Pesquisa — Apresentação – NBR: 15287; • Informação e documentação — Lombada — Apresentação – NBR: 12225; • Informação e documentação — Citação em Documentos — Apresentação – NBR: 10520; • Informação e documentação — Índice — Apresentação – NBR: 6034; • Informação e documentação — Resumo — Apresentação – NBR 6028; • Informação e documentação — Numeração Progressiva das Seções de um documento escrito — Apresentação – NBR: 6024; • Informação e documentação — Referências — Elaboração – NBR: 6023. Todas essas normatizações técnicas deverão ser as mais recentes e vigentes possíveis no momento da apresentação, defesa e entrega do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC realizado individualmente pelo acadêmico. Desta forma, o Trabalho de Final de Curso - TCC além de ser uma atividade de síntese e integração de conhecimentos, passa a constituir-se em um meio de contribuir na formação do perfil de habilidades e competências necessárias ao Engenheiro Químico que será disponibilizado para o mercado de trabalho com formação sólida e consistente na área da engenharia e em particular da Engenharia Química. 8.7. O INCENTIVO A PESQUISA E A EXTENSÃO Para o Curso de Engenharia Química da UEAP busca-se realizar atividades de Iniciação Científica e da Pesquisa que deverão ser estimuladas, quer sob a forma de bolsas, quer sob a forma de estágios não remunerados de pesquisa, com direito a certificação dos acadêmicos pela UEAP, assegurando dessa forma aos acadêmicos a participação na produção científica, com vistas a sua qualificação técnico51 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ científica, para as demandas socioeconômicas locais ou posterior pós-graduação na área especifica em engenharia química. As atividades de Extensão deverão responder às demandas da comunidade, contemplando áreas relacionadas à Engenharia Química, tais como preservação e sustentabilidade do meio ambiente e outras necessidades sociais e econômicas com o estudo e a elaboração de materiais ou produtos utilizando os recursos naturais disponíveis na região geográfica do Estado do Amapá. 8.8. METODOLOGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO Os processos de ensinagem na universidade e sua relação com a aprendizagem é na verdade um processo onde existe uma estreita e intima relação sobre as implicações da qualidade dos trabalhos e atividades dos professores na formação competente dos profissionais das diversas áreas que se propicia e se objetiva. A metodologia de ensino esta atrelada as estratégias de ensinagem que por sua vez são inúmeras para o desenvolvimento aprender e apreender o conhecimento, no entanto o uso de estratégias, técnicas e dinâmicas exigem por parte de quem a utiliza criatividade, percepção aguçada, vivencia pessoal profunda e renovadora tendo sobre tudo a capacidade de por em pratica o conhecimento adquirido e dominar o objeto trabalhado em sua pratica docente. Nesse sentido adotam-se como estratégias de trabalho docente para o curso de Engenharia Química da UEAP: aula expositiva dialogada, estudo de texto, portfólio, estudo dirigido, lista de discussão por meios informatizados, solução de problemas, Phillips 66, grupo de verbalização e de observação (GV/GO), seminário, estudo de caso, simpósio, painel, oficina, estudo do meio e ensino com pesquisa. Para a avaliação no ensino superior a UEAP no seu curso de engenharia química adotara a sistemática permanentemente conforme os termos regimentais de forma diagnóstica, contínua, processual, formativa e somativa, ficando 52 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ obrigatoriamente a avaliação formativa e somativa vinculadas ao processo de avaliação conforme o Regimento Acadêmico e outros documentos oficiais da UEAP. 8.9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Os livros são o suporte necessário e imprescindível para a concreta realização para a formação dos futuros profissionais que se objetiva formar, neles estão os fundamentos científicos que ancoram o conhecimento que está disponibilizado para a apreensão. A Universidade do Estado do Amapá – UEAP adquiriu um acervo técnico e rico com os títulos mais importantes na área da engenharia química, baseados nos componentes curriculares do núcleo comum e do núcleo especifico, nesse caso o de formação técnica e tecnológica para a sustentação de um capital intelectual profissional baseada na consulta, pesquisa e no autodidatismo dos acadêmicos. 9. MATRIZ CURRICULAR A Matriz Curricular idealizada e planejada para a formação dos futuros engenheiros químicos que a UEAP propiciará através do Curso de Graduação em Engenharia Química de acordo a promover e estruturar o conhecimento apreendido com uma qualificação cientifica, técnica e tecnológica de modo que o elenco das disciplinas fortifiquem as potencialidades e fomentem o despertar da edificação e execução de possibilidades de materiais, produtos ou equipamentos que serão criados e/ou inovados para colocação no mercado de trabalho. Desse modo os Primeiros Quatro Semestre do Curso de Graduação em Engenharia Química, possibilita e concretiza a estruturação e fundamentação geral que os acadêmicos precisarão para que nos semestres e períodos subsequentes estejam aptos para continuarem a sua formação com excelência, pois esta 53 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ fundamentação suportará a demanda de informações técnicas especificas para a precisa, necessária e suficiente aquisição de conhecimentos que estes acadêmicos terão para serem futuros profissionais da engenharia. Essa estruturação propiciará aos acadêmicos uma teia ou elos perfeitamente engajados de modo a favorecer a construção de conhecimentos que sistematiza por uma crescente formação de conteúdos aliados as práticas dos diversos componentes curriculares e ciências típicas da formação profissional do engenheiro químico, pautadas na sólida e concreta adequação de programas com significativo processo de formação para essa graduação. 9.1. ESTRUTURA CURRICULAR GERAL A estrutura geral da matriz curricular esta formatada por períodos, totalizando dez semestres, constituindo dessa forma um período de integralização normal de cinco anos e no máximo de dez anos para sua completa integralização além de uma matriz curricular com componentes optativos a partir do 7º período, para a obtenção do titulo de Graduação de Bacharel em Engenharia Química. 54 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 9.2. ELENCO DE COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE COM RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS. Currículo Eng.ª. Química Período / Semestre 1º Código da Disciplina Carga Horária Total Disciplina Teórica Cal I Calculo I (Cal I) 4 80 X Fis I Física I (F I) 3 60 X ICC Introdução a Ciência dos Computadores (ICC) 4 80 X IEQ Introdução a Engª Química (IEQ) 2 40 X QG Química Geral (QG) 3 60 X QGE Química Geral Experimental (QGE) 3 60 DT Disciplina Pratica Pré - Requisito X Desenho Técnico (DT) 3 60 X MC Metodologia Cientifica (MC) 3 60 X Cal II Calculo II (Cal II) 4 80 X Cal I 60 X Cal I e Fís I Fis II 2º Nº. de Créditos Nome da Disciplina Física II (Fis II) 3 FE I Física Experimental I (FE I) 3 60 FQI Fundamentos da Química Inorgânica (FQI) Fundamentos da Termodinâmica Química (FTQ) Fundamentos da Cinética Química (FCQ) Estatística Aplicada a Engenharia Química (EAEQ) 4 80 4 FTQ FCQ EAEG X Fís I X X QG e QGE 80 X X QG e QGE 3 60 X X QG e QGE 3 60 X Nº. de Créditos Carga Horária Total Disciplina Teórica Cal I Currículo Eng.ª. Química Período / Semestre 3º 4º Código da Disciplina Nome da Disciplina Disciplina Pratica Pré - Requisito Cal III Calculo III (Cal III) 4 80 X Cal. I e II Fis III Física III (Fis III) 3 60 X Fís I, II, Cal I e II FE II Física Exp. II (FE II) 3 60 FE X Fís I e FE. I Fundamentos da Eletroquímica 3 60 X QG e FQI QAT Química Analítica Teórica (QAT) 4 80 X QG TQM Transferência de Quantidade de Movimento (TQM) 4 80 X Fís I, II, Cal I e II EI Estequiometria Industrial 4 80 X QG MAEQ Matemática aplic a Engª Química 4 80 X Cal I, II e III Fís I, II, III, Cal I, II Fis IV Física IV 3 60 FE III Física Exp. III 3 60 X Fís I, II, Cal I,II e III QAE Química Analítica Experimental (QAE) Est. e Reativ. dos Comp. Orgânicos (ERCO) 4 80 X QG e QAT 3 60 X QG TM Transferência de Massa (TM) 4 80 X Cal I,II,III, TQM TEQ I Termod. da Engª Quím. I (TEQ I) 4 80 X FTQ, TQM ERCO X e III 55 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Currículo Eng.ª. Química Período / Semestre 5º Código da Disciplina Nº. de Créditos Carga Horária Total Disciplina Teórica Disciplina Pratica Pré - Requisito FE IV Física Experimental IV 3 60 X Cal. I, II, III, Fis. I, II, III, IV, Fis. Exp. I, II e III QOE Química Orgânica Experimental (QOE) 3 60 X Q.G e ERCO TC Transferência de Calor 4 80 X TQM, TM TQE II Termodinâmica da Engª. Química II 4 80 X TEQ I OU I Operações Unitárias I 4 80 X EI, TQM, TM CR I Calculo de Reatores I 4 80 X EI, TQM, TM EInd Eletricidade Industrial 3 60 X FB Fundamentos da Bioquímica 3 60 X OU II Operações Unitárias II 4 80 X Calculo de Reatores II 4 80 X CR II 6º Nome da Disciplina PII CTM Processos Industriais Inorgânicos Ciências e Tecnologia dos Materiais 3 60 X 4 80 X Fis IV, FE III X QAT, QAE, OU I, TC, CR I CR I EI, TQM, TQE I, TQE II, TM, CR I, QG, QGE, Fis IV, FE IV, MT Mecânica Técnica 4 80 X Fis IV, FE IV, EE Economia para Engenheiros 3 60 X FE IV, QOE, TC, TQE II, OU I, CR I, EInd Currículo Eng.ª. Química Período / Semestre 7º Código da Disciplina Nome da Disciplina Nº. de Créditos Carga Horária Total Disciplina Teórica Disciplina Pratica Pré - Requisito PQO Processos Industriais Orgânicos 4 80 X ERCO, QOE, TQM, TQE I, TQE II, TM, CR I RM Resistência dos Materiais 3 60 X Fis IV, FE IV e MT OU III Operações Unitárias III 3 60 X OU III PEB Processos da Engenharia Bioquímica 4 80 X FB, ERCO, QOE, CR II Lab. Engª Química I 3 60 3 60 3 60 3 60 LEQ I AE ACC I LAE Administração para Engenheiro ACC I ou Componente Curricular Optativo Legislação aplicada a Engª. X X OP II, CR II, PII, EE FB, OU II, CR II, P II, CTM, MT, EE X AE X PQO, LEQ I, OU III, PEB, AE PEQ Projetos em Engª Química 5 100 LEQ II Lab. Engª Química II 4 80 ACP Analise e Controle de Processo 4 80 X Cal. I, II, III, MAEQ, PQO, OU III, LEQ I, OU III 4 80 X ACP 5 100 8º MSP ACC II Modelagem e Simulação de Processos ACC II ou Componente Curricular Optativo X PQO, LEQ I, OU III ACC I ou Componente Curricular Optativo 56 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ urrículo Eng.ª. Química Período / Semestre Código da Disciplina II 9º Nº. de Créditos Carga Horária Total Disciplina Teórica 4 80 x Instalações Industriais LEQ III Lab. Engª Química III 4 80 VT Visita Técnica 4 80 x GAIQ Gestão Ambiental para a Ind. Química. 3 60 x ACC III ou Componente Curricular Optativo 5 100 ECEQ Estagio Curricular em Engª. Química 10 200 TCC TCC 5 100 x TEEQ Tópicos Especiais na Engª. Química 5 100 x ACC IV ou Componente Curricular Optativo 5 100 ACC III 10º Nome da Disciplina ACC IV Disciplina Pratica Pré - Requisito LEQ II, PEQ x LEQ II, PEQ x PEQ, LEQ II QG, QGE, LAE x x ACC II ou Componente Curricular Optativo II, LEQ III, VT, GAIQ II, LEQ III, VT, GAIQ II, LEQ III, VT, GAIQ ACC III ou Componente Curricular Optativo 9.3. COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS NA GRADUAÇÃO COM RESPECTIVA CARGA HORÁRIA E PRÉ-REQUISITOS ** Disciplinas / Cursos Complementares na Graduação Período / Semestre Código da Disciplina MPS 7º TBPOF Carga Horária Total Disciplina Teórica Disciplina Pratica Pré Requisito 3 60 X X * 3 60 X X * Introdução a Mineralogia 3 60 X X * TM Tecnologia da Madeira 3 60 X X * 60 X X * 3 80 X X * 2 40 X X * 3 60 X X * PTIA 8º PTRR TIC Tecnologia de Polímeros 3 Processos de Tratamento da Indústria da Água. Princípios Tecnológicos na Reutilização de Resíduos. Tecnologia da Indústria Cosmética TF Tecnologia das Fermentações 3 60 X X * MA Microbiologia dos Alimentos 3 60 X X * TC Tecnologia Cerâmica 3 60 X X * 3 60 X X * 3 60 X X * 4 80 X X * FCPA 10º Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Tecnologia de Beneficiamento de Produtos de Origem da Floresta Nº. de Créditos IM TP 9º Nome da Disciplina FBP TA Fundamentos e Caracterização de Princípios Ativos Fundamentos do Beneficiamento de Pescado Tecnologia dos Alimentos * De acordo com os pré-requisitos das disciplinas do período. 57 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ ** A matriz curricular com os componentes curriculares optativos é parte integrante da matriz curricular geral do Curso de Graduação em Engenharia Química, devendo ser oferecido pelo setor competente da UEAP, somente um componente curricular optativo por período/semestre, desde que se tenham no mínimo dez acadêmicos por turma. O componente curricular optativo poderá ser oferecido desde que se tenham docentes habilitados para tal componente optativo, laboratório disponível e equipado. O componente curricular optativo deverá ter a mesma carga horaria para do componente ACC no período/semestre referente e na sua totalização de carga horaria deverá perfazer a carga horaria estimada do Curso de Graduação em Engenharia Química. O mesmo componente curricular optativo não será obrigatoriamente oferecido todos os períodos/semestres correspondentes, podendo variar conforme demanda, sendo somente um único por período/semestre já que é oferecido no mínimo três componentes curriculares optativos por período a partir do 7º período até o 10º período. 58 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ ATIVIDADES CURRICULARES NA GRADUAÇÃO DO 9.4. CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Congressos Nacionais Congressos Regionais Seminários Científicos, Palestras ou Simpósios 1 Encontros Técnicos / Palestrante 2 Atividades de Extensão Universitária – Cursos de Pequena Duração Atividade de Iniciação Cientifica e Pesquisa Publicação de Trabalhos em Congressos Monitoria de Disciplina Participação em Empresa Juniores / Incubadoras / Projeto Empreendedor com foco local Carga Horária 10 Horas por Evento 8 Horas por Evento 6 Horas por Evento 1 Hora por Evento 2 Horas por Evento 4a6 Horas por Evento * ** *** **** Máximo de Eventos 3 8 6 20 2 6 1 3 2 1 Atividade Congressos Internacionais Atividades Curriculares na Graduação Observação * Tempo de permanência do Projeto de Pesquisa – Bolsa CNPQ ou PIBIC ** Congresso Internacional: CH = 10, Congresso Nacional: CH = 8 e Congresso Regional: CH = 6 *** Conforme CH da disciplina **** Participação em uma empresa junior ou Incubadora de Empresa ou Projeto Empreendedor com foco local 1,2 - Mediante consulta e autorização prévia do colegiado e com apresentação de Certificado do Evento. 9.5. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO O curso de engenharia química da UEAP é planejado para uma integralização mínima de 5 (cinco) anos, tempo ótimo que o acadêmico terá para concluir com êxito a modalidade de graduação que o curso se destina, salvo contrário o tempo máximo para a conclusão do Curso de Engenharia Química será de 10 (dez) anos. A extensão para o dobro do prazo fica em função de questões sociais, culturais e educacionais locais. O prazo máximo de integralização de todos os componentes curriculares incluído o Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser realizados neste prazo, sob pena do acadêmico perder definitivamente o seu vinculo com a UEAP que o jubilará por não atende-lo e as regulamentações especificas de permanência do acadêmico 59 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ no curso ficarão preconizadas de acordo com as Normas e Preceitos Regimentais Institucionais da Universidade do Estado do Amapá aprovadas pelo CONSU. 10. RECURSOS HUMANOS Os recursos humanos é a essência da existência e da realização dos atos e fatos para a concreta viabilização das ações e desenvolvimento das atividades na universidade. Atualmente a Universidade do Estado do Amapá – UEAP possui em seu quadro docente os seguintes profissionais da atuação no Curso de Graduação em Engenharia Química: - Três Engenheiros Químicos, sendo dois mestres e um especialista; - Um Bacharel em Química com mestrado; - Dois Licenciados em Química, sendo um mestre e um especialista; - Um Bacharel em Farmácia com mestrado e doutorado em Química Orgânica; - Três técnicos, sendo um Químico Industrial, um Biomédico e um de ensino médio. Além desses profissionais, temos especialistas, mestres e doutores nas outras áreas como Cálculo, Física e disciplinas que compõe o universo da matriz curricular do Curso de Engenharia Química. 10.1. ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO A atividade da coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Química está no cenário acadêmico institucional para promover e realizar as ações pertinentes tanto burocrática quanto operacional, pedagógica, técnica e cientifica 60 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ dos atores envolvidos no processo, quer sejam professores, quer sejam acadêmicos e outros para melhor gestão do processo de formação e operacionalização do curso. Sua estrutura de pessoal na área acadêmica inicialmente exerce com competência as exigências legais para a operacionalização do curso com um colegiado formado por 11 profissionais nas diversas áreas do conhecimento e das áreas pertinentes à engenharia química. O Colegiado do Curso delibera sobre todas as questões relacionadas à vida acadêmica e atua de forma efetiva tanto na implementação como na manutenção do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química através de seu Coordenador. O Colegiado é constituído, conforme rege a L.D.B., de professores, numa proporção de setenta por cento, sendo os trinta por cento restantes preenchidos pela representação discente e/ou funcionários ou representante da Gestão Superior. Outros profissionais como servidores do quadro funcional, como técnicos administrativos, pessoal de apoio operacional e gestores estão empenhados ao bom desenvolvimento das atividades do curso. 10.2. ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS As atividades administrativas estão relacionadas à Coordenação no processo de gestão, onde fundamentalmente esta caracterizada: 1º - No Regimento Geral da UEAP SEÇÃO II Da Pró-Reitoria de Graduação Artigo 37. As Coordenações de Cursos estão diretamente vinculadas a Pró- Reitoria de Graduação; 61 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Artigo 38. Artigo 36 – Cada Coordenação de Curso será dirigida por um coordenador, o qual será eleito dentre os docentes do curso, para um mandato de 02 (dois) anos, pelo voto dos docentes, discentes e técnicos vinculados à respectiva Coordenação, podendo ser reconduzidos uma única vez; Parágrafo único – As regras de escolha do Coordenador serão definidas pelo colegiado de curso e com parecer final do Pró-Reitor de Graduação. Artigo 39. As Coordenações de Cursos têm as seguintes atribuições: I. Cumprir e fazer cumprir as deliberações dos Colegiados de Curso; II. Elaborar e submeter a Pró-Reitoria de Graduação o plano de atividade da Coordenação de Curso; III. Planejar as ações dos Colegiados dos Cursos de Graduação; IV. Fazer cumprir o plano de atividades dos docentes e que estiverem lotados na Coordenação; V. Coordenar, supervisionar e avaliar as atividades do corpo docente do ensino de graduação; VI. Promover políticas de capacitação do corpo docente; VII. Promover condições para a melhoria do processo didático-pedagógico do corpo discente; VIII. Apresentar relatório semestral das atividades acadêmicas dos docentes e discentes; IX. Providenciar registro e assinar certificados das atividades acadêmicas; X. Executar outras atribuições designadas pela Divisão de Apoio ao Ensino; XI. Designar banca de revisão de provas dos discentes, quando deliberado pelo Colegiado do Curso; XII. Propor normas e critérios para a monitoria e o estágio curricular supervisionado; XIII. Acompanhar a freqüência e o desenvolvimento das atividades dos docentes no ensino, na pesquisa e na extensão, submetendo os resultados aos Colegiados dos Cursos; 62 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ XIV. Acompanhar o desenvolvimento dos docentes em curso de qualificação, através de relatórios específicos; XV. Organizar e coordenar as defesas de TCC; XVI. Encaminhar a documentação referente às defesas de TCC para a Divisão de Apoio ao Ensino. Título III: Do Colegiado de Curso Artigo 87. O Colegiado de Curso tem função deliberativa e consultiva em matéria acadêmica, respeitada a competência dos órgãos superiores, possuindo a seguinte composição: I. Pelo Coordenador de Curso, que o presidirá; II. Por todos os professores lotados nas coordenações de cursos; III. Pelos representantes das turmas de graduação do respectivo curso. Parágrafo único – A representação dos docentes deverá corresponder a no mínimo 60 % (sessenta por cento) do total de membros do Colegiado, em qualquer curso. Artigo 88. Compete ao Colegiado de Curso: I. Deliberar sobre as políticas e diretrizes de cada curso em consonância com o projeto pedagógico e as políticas e orientações do CONSU e da administração superior da UEAP; II. Deliberar sobre os projetos pedagógicos e científicos dos docentes; III. Deliberar sobre as atribuições e encargos de ensino, pesquisa e extensão dos docentes do curso; IV. Deliberar sobre indicação de professor para ministrar disciplina diversa daquela para a qual foi concursado; V. Deliberar sobre afastamento de docente para cursos, treinamentos e participação em eventos científicos; VI. Deliberar sobre a definição do coordenador de curso; VII. Deliberar sobre propostas de monitoria; VIII. Propor ações sobre a melhoria da qualidade do curso; 63 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ IX. Estabelecer medidas de acompanhamento e avaliação da execução dos planos de trabalho das coordenações de cursos; X. Decidir recursos contra atos dos docentes interpostos por alunos, relacionados com o ensino e trabalhos didáticos. 2º - E no Regimento Acadêmico da UEAP, onde estabelece todos os procedimentos didáticos, metodológicos e acadêmicos. 10.3. RELAÇÃO DE DOCENTES, SUA QUALIFICAÇÃO E ÁREA DE ATUAÇÃO. Os profissionais envolvidos na docência para a formação dos futuros engenheiros químicos são em sua maioria engenheiros químicos que por sua vez atuam em diferentes áreas da engenharia química, como nas áreas de materiais, alimentos e biotecnologia. Há também outros profissionais envolvidos nas diferentes áreas da ciência e de engenharia para a consolidação e sustentação de uma estruturação forte e sólida na engenharia. Quadro com a titularidade do Corpo Docente Titulação Mestrado Especialização Total Quantidade % do Total 04 66% 02 34% 06 100% 64 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 10.3.1. Tabela de regime de trabalho dos docentes Regime Horas semanais Quantidade % do Total Tempo integral 40h 4 66% Tempo parcial 20h 2 34% 6 100% Total O regime de contratação, sempre sob o regime da legislação trabalhista com contratos administrativos com o Governo do Estado através da Secretaria de Estado de Administração, obedecerá aos critérios definidos pela instituição, que privilegia os docentes com melhor qualificação acadêmica na contratação nos regimes de Tempo Integral (TI) e Tempo Parcial (TP), de modo a assumirem responsabilidades de atividades de ensino e pesquisa. Na carga de horas-atividades distribuídas aos docentes, para desenvolvimento de projetos e programas de ensino, pesquisa e extensão, quanto maior for à qualificação do professor, maior será o percentual de horas/atividades. As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do Docente são distribuídas em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de provas e exames, pesquisas, funções administrativas, reuniões em órgãos Colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a se desenvolverem na universidade ou em local que for determinado pela Pro Reitoria de Graduação ou Reitoria. 10.3.2 – Quadro Resumo da Qualificação Docente Resumo dos currículos vitae síntese dos professores indicados para o primeiro ano do curso de Engenharia Química. 65 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Os documentos e cada curriculum vitae completo dos professores indicados estarão à disposição das autoridades educacionais ou para pesquisa junto a Plataforma Lattes do CNPq. Quadro resumo da titulação docente/experiência profissional Professor Marcos Danilo Costa de Almeida Felipe Fernando da Costa Tavares Jorge Emílio Henriques Gomes Cleydson Breno Rodrigues dos Santos Silvia Simone dos Santos de Morais Argemiro Midonês Bastos Titulação Experiência profissional magistério superior (em anos) Experiência profissional magistério ensino médio (em anos) Experiência profissional fora do magistério (em anos) Mestre 4 4 - Mestre 3 - - Especialista 5 10 5 Mestre 4 3 - Mestre 10 7 3 Especialista 7 17 - Adequação da formação Quadro resumo do tempo de magistério superior Tempo De zero a 5 anos De 5 a 10 anos TOTAL Número de docentes 7 1 8 Percentual 87,5% 12,5% 100% 66 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Quadro dos Currículos Sínteses dos Docentes DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Marcos Danilo Costa de Almeida Tempo Integral CPF 522995972 – 04 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Fundamentos de Termodinâmica Química e Fundamentos de Cinética, Química Geral. TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO) MESTRADO Ciência em Química – Instituto Militar de Engenharia – 2007 GRADUAÇÃO Bacharelado em Engenharia Química – Universidade Federal do Pará - 2005 EXPERIÊNCIA DOCENTE Universidade do Estado do Amapá – 2007 – Atual Instituto Macapaense do Melhor Ensino Superior – 2009 - Atual Colégio Conexão Aquarela - 2007 - 2008 Colégio Vega – 2008 – 2009 Centro de Educação do Amapá – 2009 - Atual ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL End: 1º Ramal do Seringal, 494, Jardim Marco Zero Cel:96 - 9906 - 6551 e.mail:[email protected] DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Felipe Fernando da Costa Tavares Tempo Integral CPF 726001442 – 34 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Estequiometria Industrial / Ciência e Tecnologia dos Materiais / Resistência dos Materiais. TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO) MESTRADO Ciências em Ciência dos Materiais – Instituto Militar de Engenharia – 2007 GRADUAÇÃO Bacharelado em Engenharia Química - Universidade Federal do Pará – 2005. EXPERIÊNCIA DOCENTE Universidade do Estado do Amapá – 2008 -Atual Faculdade de Macapá – 2008 - Atual 67 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Avenida Tupis, 242, Beirol Cel:96 - 9903 - 2202 e.mail: [email protected] DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Jorge Emílio Henriques Gomes Tempo Integral CPF 329881092-49 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Fundamentos da Química Inorgânica / Introdução a Engª. Química / Química Analítica Teórica. TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO ESPECIALIZAÇÃO Docência no Ensino - Instituto de Ensino Superior do Amapá, IESAP – 2005. GRADUAÇÃO Bacharel em Engenharia Química – Universidade Federal do Pará - 2004 EXPERIÊNCIA DOCENTE Universidade do Estado do Amapá – 2008 – Atual Instituto de Ensino Superior do Amapá, IESAP – 2005 – 2005. Faculdade do Pará – FAP - 2004 – 2005 Secretaria de Estado de Educação do Estado do Amapá – SEED - 2004 – 2005 Secretaria de Estado de Educação do Pará, SEDUC/PA – 1992 – 1994. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Técnico Especializado - Serviço Social do Comércio / Departamento Regional no Amapá– 2007 – Atual. Químico Responsável - Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A, ELETRONORTE – 2004 – 2006. ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Av. Tamoios, 365, Beirol Cel: 96 - 8115 – 7299 e.mail: [email protected] DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Argemiro Midonês Bastos Tempo Integral CPF 210.131.522-04 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Física I, Física II e Física III TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO ESPECIALIZAÇÃO Mestrado em Biodiversidade Tropical – Universidade Federal do Amapá – UNIFAP - 2009 Especialização em Ensino de Física - UNINTER 68 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ GRADUAÇÃO Licenciatura Plena em Física – Universidade Federal do Pará - UFPA EXPERIÊNCIA DOCENTE Professor de Física no Ensino Médio – 2002 Professor de Física no Ensino Superior – 2001 Professor de Metodologia Cientifica no Ensino Superior EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Escolas Estaduais do Governo do Estado do Amapá – SEED-GEA Universidade do Estado do Amapá – UEAP Membro do Conselho Superior da UEAP Representante Discente no Colegiado de Pós-graduação da UNIFAP Coordenador Pedagógico do Colégio Santo Bartolomea Capitânio ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Avenida : Desiderio Antonio Coelho, 1765 96- 3242-4860 / 8117-7014 e.mail : [email protected] DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO João Socorro Pinheiro Ferreira Tempo Integral CPF 209.330.702-25 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Calculo I, Calculo II e Calculo III. TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO) ESPECIALIZAÇÃO Especialização em Fundamentos de Matemática Elementar – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC / MG -1998. GRADUAÇÃO Licenciatura Plena em Matemática – Universidade do Estado do Para – UEPA – 1992 Licenciatura Plena em Física – Universidade Federal do Amapá – UNIFAP - 2009 EXPERIÊNCIA DOCENTE Professor do Ensino Médio de Matemática e Física nas Escolas Estaduais – 1993 Professor do Ensino Superior – Centro de Ensino Superior do Amapá – CEAP – 2003 a 2009 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Escola Estadual Joaquim Nabuco Núcleo de Ensino do Amapá – NAE Colégio Amapaense Escola Estadual Esther da Silva Virgolino ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Avenida : Metecos, 123, Bairro Renascer I, Cep : 68.907-210 96- 9145-4556 e.mail : [email protected] 69 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Cleydson Breno Rodrigues dos Santos Tempo Integral CPF: 777064202-72 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Química Geral, Química Orgânica TITULAÇÃO (NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO MESTRADO Mestre em Química - Universidade Federal do Pará- 2008. GRADUAÇÃO Bacharelado em Química – Universidade Federal do Pará - 2006 EXPERIÊNCIA DOCENTE Universidade do Estado do Amapá – 2009 – Atual Instituto Macapaense de Ensino Superior – IMMES – 2010 – Atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – 2008 – 2009 Centro de Serviço Educacional do Pará – 2003 - 2005 ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Rua 01 do Conjunto Residêncial Teleamapá, 210-B, Jardim Marco Zero DOCENTE DO CURSO NOME DO PROFESSORA REGIME DE TRABALHO Silvia Simone dos Santos de Morais Tempo Integral CPF: 395873392-15 CURSO DISCIPLINA(S)/ATIVIDADE Engenharia Química Química Inorgânica, Química Analítica TITULAÇÃO ( NOME DO CURSO/ÁREA DE CONCENTRAÇÃO/ IES/ ANO MESTRADO Mestre em Química – Universidade Federal do Pará – 2001 GRADUAÇÃO Graduada em Química Industrial – Universidade Federal do Pará – 1995 Licenciatura em Química – Universidade Federal do Pará – 2003 EXPERIÊNCIA DOCENTE Universidade do Estado do Amapá – 2007 – Atual Governo do Estado do Amapá – 2006 – Atual Universidade do Estado do Pará – 2001 – 2002 Universidade Federal do Pará – 2000 – 2002 Faculdade Ideal – 2002 – 2006 Governo do Estado do Pará – 2003 – 2006 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL AMACOCO – 2002 – 2002 Receita Federal – 2004 - 2006 ENDEREÇO COMPLETO, TEL. E-MAIL Avenida Antônio Coelho de Carvalho, 692 – A 4141- 0715 70 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 11. INFRA-ESTRUTURA 11.1. INFRA-ESTRUTURA ATUAL DA UEAP A Universidade do Estado do Amapá, com apenas três anos de existência esta em um momento de estruturação dos seus espaços físicos e com tão recente criação dispõe atualmente para os cursos de engenharias, vários espaços físicos devidamente estruturados o que possibilita aos novos e futuros acadêmicos a relação teoria e prática para a devida fundamentação e estruturação dos conhecimentos apreendidos. Para o ano de 2010 a UEAP contará com três novos espaços: O Campus Central da Av. Presidente Vargas, onde estarão situados os cursos de engenharia, licenciatura em química e licenciatura em ciências, contando ainda com o setor administrativo e 16 (dezesseis) laboratórios sendo: 01 (um) de desenho técnico, 02 (dois) de informática, 01 (um) de física, 05 (cinco) de química, 05 (cinco) de engenharias, 01 (um) de linguagem e 01 (um) de pedagogia. O outro Campus é o NTE – Núcleo Tecnológico de Engenharia, onde estão estruturados os laboratórios de Ciência e Tecnologia dos Materiais e os laboratórios de Fenômenos de Transporte, Operações Unitárias e Termodinâmica. Finalizando, o Campus de Humanas situado no Av. Procópio Rola contando com dois auditórios multimídia, laboratório de informática, salas estruturadas e climatizadas. 11.2. ESTRUTURAS DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO BÁSICO Para o curso de Graduação em Engenharia Química atualmente a infraestrutura está composta dos seguintes espaços para atendimento das atividades praticas: 71 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 - GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Laboratório de Química Geral: devidamente estruturado para o desenvolvimento das disciplinas experimentais do primeiro período; - Laboratórios de Informática: também estruturado para a utilização das atividades praticas no primeiro período; - Laboratório de Desenho Técnico; - Laboratório de Físico Química (Termodinâmica Química, Eletroquímica, Cinética e Catálise); - Laboratório de Química Orgânica e Bioquímica; - Laboratório de Química Inorgânica e Analítica; - Laboratório de Física I, Física II e Física III; - Laboratório de Microbiologia Além destes laboratórios citados, outros que virão ser estruturados para o desenvolvimento de atividades ligadas ao ensino e a aprendizagem dos acadêmicos de engenharia química para o desenvolvimento das disciplinas do ciclo básico. 11.3. ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS PARA O CICLO PROFISSIONAL As atividades do ciclo profissional que a UEAP proporcionará aos acadêmicos de engenharia química será através de um aprendizado pautado nas realidades e vivencias praticas do currículo desse engenheiro que possibilitará ter uma visão fundamentada na relação teoria e pratica dos conteúdos das disciplinas deste ciclo. Para o curso de engenharia química os laboratórios para esta finalidade estão estruturados e ambientados para a realização destas atividades, sendo: - Laboratório de Ciência e Tecnologia dos Materiais; - Laboratório de Fenômenos de Transporte I, II e III; - Laboratório de Operações Unitárias e de Processos de Separação I, II e III; - Laboratório de Propriedades Termodinâmicas da Engenharia Química; - Laboratório de Processos Enzimáticos e Fermentativos (área de alimentos); 72 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ - Laboratório de Analise, Simulação, Controle e Síntese de Processos Químicos; - Laboratório de Adsorção, Catálise e Reatores Químicos; - Laboratório Multi Industrial para locação de plantas pilotos de celulose e papel, tratamento de minérios, tintas e vernizes, sabões e detergentes, alimentos, cosméticos e perfumes, além de outras plantas. Este último funcionará como um laboratório modelo, Empresa Junior ou incubadora para aplicação de micro empreendimentos voltados ao setor produtivo em escala de pequeno porte e sustentando a idéia dos APL´s valorizando os produtos de origem local de modo que serão viáveis a realização de ensaios pertinentes a área de atuação do engenheiro químico como os processos de separação, cálculo e projeções de plantas industriais de maior porte, simulação de processos de separação como em torres de destilação e de fluxos diferenciados. Ressalta-se a importância da criação desse espaço para a realização de pequenos empreendimentos ou em pequena escala para todas as engenharias que no decorrer de suas atividades e principalmente na finalização de trabalhos de conclusão de curso ou de pesquisas poderão desenvolver atividades, montar equipamentos, realizar ensaios entre outras atividades e serviços que irão proporcionar aos acadêmicos e mesmos aos professores a colocação das suas realizações de estudos e pesquisas relacionados à formulação e processamento de produtos agregando valores de mercado e insumos de origem local. Dessa forma também poderá a UEAP colocar a disposição da comunidade e sociedade local a realização de serviços para custeio dos projetos ali instalados e a própria aquisição de recursos para a manutenção de novos projetos e dos profissionais envolvidos. 73 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 11.3. BIBLIOTECA O acervo existente atualmente contempla 1576 títulos e 6914 exemplares de todos os cursos que a UEAP têm disponibilizado a sociedade local. Destes 650 títulos e 3463 exemplares são específicos para a área de Química e Engenharia como um todo e com perspectivas de aumento do acervo com títulos voltados a Engenharia Química que ainda serão adquiridos e colocados à disposição da clientela acadêmica e todos os interessados tanto para a consulta especializada como para pesquisa. 12. ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS Planeja-se para as atividade de pesquisa universitárias um elenco formado do desenvolvimento de pesquisas voltadas para o perfil de APL´s fundamentalmente na área de produtos naturais da flora, como bicombustíveis, cosméticos, essenciais naturais, tintas e vernizes, beneficiamento e industrialização de sementes, frutos, entre outros. Assim como, na área mineral, como pesquisa, caracterização e beneficiamento de minérios, bem como, o estudo e a formulação de novos materiais de origem mineral. As atividades de extensão objetiva-se trabalhar junto à sociedade as produções científicas realizadas no âmbito da pesquisa no meio acadêmico voltadas para o desenvolvimento e a qualidade de vida das comunidades no que se refere à utilização de produtos, cursos de curta duração, aperfeiçoamento e treinamento para a transferência de tecnologias voltadas para aprimoramento de produtos manufaturados e artesanais em produtos com escala doméstica. 74 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 13. ESTUDO/EDUCAÇÃO CONTINUADA E ATUALIZAÇÃO A necessidade de inserir as pessoas na sociedade do conhecimento, ou melhor, na vida acadêmica ou para o mercado de trabalho, torna indispensável e justifica a educação continuada nas instituições de ensino superior. Atualmente, a demanda da sociedade requer uma constante atualização desses profissionais durante toda a vida, principalmente tratando-se de professores e oportunidades de atualização e capacitação para os acadêmicos. Entretanto a educação continuada vem de encontro da necessidade para uma reflexão de busca de constante aperfeiçoamento tanto de conhecimentos tecnológicos como da prática pedagógica e profissional, uma vez que estamos vivendo a era da informação e toda e qualquer tecnologia proporcionada vem aliada aos problemas que envolvem a educação como um todo. Como os acadêmicos do curso de engenharia química, passarão no mínimo 5 (cinco) anos em formação na universidade o que justifica a condição profissional de forma permanente uma vez que estes engenheiros encontram-se em pleno processo produtivo para o alcance de seus objetivos e a constante atualização se faz primordial a educação continua como uma ferramenta uma vez que a cada momento a sociedade do conhecimento esta em constante transformações. Essa educação continuada para os egressos do Curso de Graduação em Engenharia Química poderão realizar na própria universidade ou outras instituições de ensino superiores qualificadas e credenciadas pelo Ministério da Educação – MEC ou por associações de engenharias como a ABEQ, ABM, ABQ, assim como pelos conselhos de classes como CRQ e CREA entre outras que oferecem cursos de capacitação constantes com inovações tecnológicas sejam cursos de atualização ou cursos de pós graduação a nível especialização, mestrado ou doutorado na área da Engenharia Química ou áreas afins. 75 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 14. INTERAÇÃO SOCIAL E HUMANIZAÇÃO DA VIDA UNIVERSITÁRIA Segundo Silva, J.P et al (2008): O homem é um ser gregário. Nasce em uma sociedade, convive com seus semelhantes e desenvolve seus potenciais em uma determinada cultura ou comunidade humana. Sua missão na vida é transcender de si mesmo em direção ao mundo social, uma vez que nenhum homem é uma ilha. Socializar com a família e as instituições torna-se crucial para o processo de construção como pessoas. Partindo desse principio a integração social é fundamental para o desenvolvimento do ser humano e as instituições colaboram para que a interação e a integração da própria universidade, do curso de engenharia química, dos professores e acadêmicos têm um significado especial para colocar todo conjunto de elementos juntos a sociedade e comunidades para o bem estar social, psíquico e econômico de forma responsável com vistas ao desenvolvimento sustentável e com espírito empreendedor. 15. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A avaliação institucional constitui-se, na atualidade, um assunto de altíssima relevância para as Instituições de Ensino Superior, e devido ao interesse e necessidade da eficiência institucional e melhoria da qualidade das atividades desenvolvidas na Universidade do Estado do Amapá que aborda a sua importância e coloca com clareza quanto aos seus objetivos que almeja alcançar na formação dos futuros engenheiros químicos que serão disponibilizados para o mercado de trabalho local e regional. 76 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ Para tanto o planejamento dos processos de avaliação é fundamental que as particularidades e peculiaridades da própria região sejam levadas em consideração pela Instituição, dessa forma, as características locais e regionais contribuem para o aprimoramento constante da avaliação no que concerne a utilização de novas tecnologias, de aperfeiçoamento didático pedagógico, de estruturação física e de profissionais capacitados e habilitados para atuação no ensino superior e, até mesmo, de características nacionais com vistas a atualização tecnológicas. Com base nessa proposição os processos avaliativos devem ter objetivos gerais e específicos, assim como critérios de avaliação claramente definidos para todos os segmentos envolvidos tanto a administração superior com dos acadêmicos na sua formação especifica e colocando sempre a Instituição em permanente postura de autocrítica e busca de melhoria da qualidade das atividades por ela desenvolvidas. 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química é fruto da construção coletiva entre a administração superior e os engenheiros químicos elaboradores e professores da Universidade do Estado do Amapá – UEAP, que nesse primeiro momento esta sendo estruturada para o atendimento de excelência dos acadêmicos que irão participar deste novo curso que a instituição esta disponibilizando para a sociedade do Estado do Amapá. O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química atende em primeira instância aos anseios de implantação de um curso voltado principalmente a formação de profissionais competentes para alavancar com novas e boas idéias processos destinados à transformação do mercado local através de uma inserção com capacidade técnica e cientifica dos problemas de natureza social, econômica e de sustentabilidade produtiva ligada às transformações das materiais naturais em produtos com valor agregado disponibilizados a sociedade amapaense. 77 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ A sua principal função é nortear os atores envolvidos no processo de ensinar e de aprender sendo estes os professores, os acadêmicos e técnicos administrativos, no fazer principal da Universidade que é a graduação com qualidade através da formação de profissionais habilitados e competentes para atuarem no mercado de trabalho e na própria sociedade local e regional. A proposta ora apresentada necessita passar por período de avaliação quanto a sua execução, objetivos e metas, devendo ser reorientado a cada necessidade, pois este retrata a realidade de um momento, sendo dessa forma um documento não estático sendo inclusive e necessário à permissão de revisões e aperfeiçoamentos, delimitados pela realidade do ambiente no qual se insere. A comunidade atuante no Curso de Graduação em Engenharia Química da UEAP está consciente de sua responsabilidade, sabendo que o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Química é um compromisso, consensualmente adotado como instrumento norteador das ações relativas ao ensino desta graduação. 78 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ REFERÊNCIAS ABRANTES, Joselito Santos. Bio(Sócio)diversidade e empreendedorismo ambiental na Amazônia. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. ABRANTES, Joselito Santos. Diagnóstico preliminar dos empreendimentos agroextrativistas implantados na região sul do Estado do Amapá no âmbito do projeto castanha do Brasil envolvendo as cooperativas de produção Comaja e Comaru. Macapá: IEPA, 2003. Não editado. ANASTASIOU, L.G.C; ALVES, L.P. Org. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 3. ed. São Paulo: UNIVILLE, 2003 BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T.V. Introdução à engenharia. 6. ed. ver. ampl. Florianópolis: UFSC, 2008 BRASIL. Ministério de Educação e Cultura.Nova concepção do ensino de engenharia no Brasil. Brasília,DF, 1977. BRASIL. Parecer CNE/CES 1.362/2001, aprovado em 12/12/2001: define Diretrizes Curriculares dos cursos de Engenharia. BRASIL.Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA). Resolução nº. 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. BRASIL.Lei nº. 5.194, de 24 de dezembro de 1966: Regula o exercício das profissões de engenheiro, Arquiteto e Agrônomo. BRASIL.Lei nº. 9.394 de 1996. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 79 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CHELALA, C. A importância do empreendedorismo para o desenvolvimento sustentável do Amapá. In: SEMINÁRIO CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL NO ESTADO DO AMAPÁ. INSTITUTO DE INOVAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO AMAPÁ – INOVAMAPÀ, nov. 2009. MARSHALL, A. Princípios de economia: tratado introdutório. Traduzido por Romulo Almeida e Ottolmy Strauch. São Paulo: Nova Cultural, 1996. MORAIS, P. D.; ROSÁRIO, I. S. Amapá: de capitania a território. Macapá: JM, 1999. NIETO, S dos S.; LOPESI, C.M.C.; SILVA, A. F. Reflexões sobre a necessidade e a importância da educação continuada em engenharia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA – COBENGE-EDUCAÇÃO. 2008. NUNES, P. G. Mosaico da realidade amapaense. Arquivo do Departamento de Cultura. Macapá, 1979. Relatório Técnico. Uso da Terra no Estado do Amapá. Projeto Levantamento e Classificação do Uso da Terra. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Nov. 2004. Resolução CNE/CES nº. 11, de 11 de março de 2002: Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Graduação em Engenharia. 2002 REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANTENEDORAS DE ENSINO SUPERIOR. Responsabilidade social da educação superior: contribuições da rede universitária de ética e desenvolvimento social do BID. Brasília, v.24, n.36, Jun., 2006. 80 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ REVISTA FÓRUM IDENTIDADES. Integração social e sentido de vida em estudantes universitários brasileiros. v. 2, n. 4, p. 121-129, jul.dez. 2008. REVISTA T&C AMAZÔNIA. Amapá Produtivo: possibilidades e desafios do desenvolvimento do Estado, v.6, n.14, Jun. 2008; Abrantes & Fernandes (2008), no artigo “Amapá Produtivo: Possibilidades e Desafios do Desenvolvido do Estado” da revista T&C Amazônia, nº 14 SANTOS, A. C. R. Geografia do Amapá: a (re)produção do espaço amapaense e seus contrastes. Macapá: JM, 2009. SANTOS, F. R. História do Amapá. 5 ed. Macapá: Valcan, 1998. 81 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 18. ANEXOS 18.1 Parecer de Implantação 18.2. Referenciais dos Cursos de Engenharias do MEC 18.3. Parecer CNE/CES 1362/2001, Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Engenharia 18.4. Resolução CNE/CES 11/2002. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia 18.5. Padrões de Qualidade para os Cursos de Graduação em Engenharia 18.6. Legislação Vigente – CREA – CRQ – CLT 18.7. Portaria de Autorização CONSU 82 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19. APENDICE 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 1º Semestre 83 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 2º Semestre \ 84 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 1.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 3º Semestre 85 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 4º Semestre 86 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 5º Semestre 87 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 6º Semestre 88 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 7º Semestre 89 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 8º Semestre 90 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 9º Semestre 91 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 19.1. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia 10º Semestre 92 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ 20. Programas dos Componentes Curriculares e Bibliografia Componentes Curriculares Optativos a partir do 7º Semestre 93 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2010 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Cal I Calculo I Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Compreender e aplicar as técnicas do Cálculo Diferencial e Integral para funções reais de uma variável real, dando ênfase as suas aplicações. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE 1 – FUNÇOES, LIMITES E CONTINUIDADE 1.1 - Revisão Geral de Funções 1.2 - Definição e propriedades de limite. 1.3 - Teorema do confronto. 1.4 - Limites fundamentais. 1.5 - Limites envolvendo infinito. 1.6 - Assíntotas. 1.7 - Continuidade de funções reais. 1.8 - Teorema do valor intermediário. UNIDADE 2 – DERIVADA 2.1 - Reta tangente. 2.2 - Definição da derivada. 2.3 - Regras básicas de derivação. 2.4 - Derivada das funções elementares. 2.5 - Regra da cadeia. 2.6 - Derivada das funções implícitas. 2.7 - Derivada da função inversa. 2.8 - Derivadas de ordem superior. 2.9 - Taxas de variação. 2.10- Diferencial e aplicações. 2.11- Teorema do valor intermediário, de Rolle e do valor médio. 2.12- Crescimento e decrescimento de uma função. 2.13- Concavidade e pontos de inflexão. 2.14- Problemas de maximização e minimização. 2.15- Formas indeterminadas - Regras de L'Hospital. UNIDADE 3 - INTEGRAL INDEFINIDA Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 3.1 - Conceito e propriedades da integral indefinida. 3.2 - Técnicas de integração: substituição e partes. 3.3 - Integração de funções racionais por frações parciais. 3.4 - Integração por substituição trigonométrica. UNIDADE 4 - INTEGRAL DEFINIDA 4.1 - Conceito e propriedades da integral definida. 4.2 - Teorema fundamental do cálculo. 4.3 - Cálculo de áreas, de volumes e de comprimento de arco. 4.4 - Integrais impróprias. 4.5 – Fundamentos de Coordenadas polares. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ANTON, H. Cálculo: Um Novo Horizonte. São Paulo: Bookman, v.1, 2000. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, v.1, 1991. THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2003. Bibliografia Complementar: BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books, v.1, 1999. COURANT, R. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Globo, 1965. GONÇALVES, M. B. & FLEMMING, D. M. Cálculo A. São Paulo: Makron Books, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, v.1 e 2, 1998. LARSON,R. E.; HOSTELER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, v.1, 1998. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, v.1, 1994. MARSDEN, J. & WEINSTEIN, A. Calculus. New York: Springer-Verlag, 1980. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito Teórica ou Pratica - Teórica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código QG Nome Credito CH Química Geral 3 60 2. Objetivo da Disciplina Explicar e aplicar conceitos, princípios e leis fundamentais referentes à estrutura da matéria, a sua periodicidade e a aspectos estequiométricos nos fenômenos químicos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE 1 - ESTRUTURA ATÔMICA 3.1 - Evolução da teoria atômica. 3.2 - O átomo de Bohr. 3.3 - O elétron da teoria quanto-ondulatória. 3.4 - Teoria quântica do átomo. 3.5 - Configurações eletrônicas. UNIDADE 2 - CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA E PROPRIEDADES PERIÓDICAS 4.1 - Classificação dos elementos. 4.2 - Propriedades periódicas. 4.3 - Estudos de elementos e seus compostos. UNIDADE 3 - REAÇÕES QUÍMICAS 1.1 - Funções inorgânicas. 1.2 - Tipos de reações. 1.3 - Teorias ácido-base. UNIDADE 4 - FÓRMULAS QUÍMICAS E ESTEQUIOMETRIA 2.1 - Fórmulas químicas: conceito, classificação e determinação de fórmulas mínimas e moleculares. 2.2 - Peso fórmula e peso molecular: conceito de mol. 2.3 - Equações químicas: conceito, interpretação e balanceamento. 2.4 - Pesos equivalentes, equivalentes químicos e equivalentes-grama. 2.5 - Relações quantitativas nas equações químicas. 2.6 - Cálculos estequiométricos e estequiometria de soluções. UNIDADE 5 - LIGAÇÕES QUÍMICAS 5.1 - Energia de ligações e eletronegatividade. 5.2 - Introdução à química do estado sólido. 5.3 - Ligações iônicas, ciclo de Haber-Bohr e estabilidade dos compostos iônicos. 5.4 - Ligação covalente, teorias das ligações, hibridização e geometrias moleculares. 5.5 - Ligações metálicas, metais condutores e semicondutores. 5.6 - Forças intermoleculares. UNIDADE 6 - INTRODUÇÃO À QUÍMICA DE COORDENAÇÃO 6.1 - Introdução à química dos metais de transição. 6.2 - A natureza dos complexos. 6.3 - Geometria dos complexos. 6.4 – Estudo da estereoquímica dos compostos de coordenação. 6.5 - Estrutura eletrônica. 6.6 - Teorias do campo cristalino e campo ligante. 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Bibliografia Básica: ATKINS, P. W. & JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. São Paulo: Bookman, 1999. RUSSELL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, v.1 e 2,1994. ibliografia Complementar: BRADY, J. B. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 1995. KOTZ, J. C. & TREICHEL, P. M. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, v. 1 e 2, 1998. MAHAN, B. M. & MYERS, R. J. Química: um Curso Universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 1993. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito - N Teórica ou Pratica - Teórica Data: Coordenador: _____/____/______. ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome ICC Introdução a Ciência dos Computadores - ICC Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Introduzir a programação de computadores através do estudo de uma linguagem algorítmica e de exercícios práticos 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Breve história da computação. Algoritmos: caracterização, notação, estruturas básicas. Fluxogramas. Unidade II: Computadores: unidades básicas, instruções, programas armazenado, endereçamento, programas em linguagem de máquina. Conceitos de linguagens algorítmicas: expressões, comandos seqüências, seletivos e repetitivos; entrada/saída; variáveis estruturadas, funções. Unidade III: Desenvolvimento e documentação de programas. Extensa prática de programação e depuração de programas. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. C. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, pascal e C/C++. Pearson Prentice Hall, 2003. 355p. DEITEL, H. M.; DEITEL, P.J. C++: Como programar. Porto Alegre: Bookman, 2001. HOLLOWAY, J. P. Introdução a Programação para Engenharia: resolvendo problemas com algoritmos, LTC Editora, 2006. LOPES, A.; GARCIA G. Introdução a programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Campus, 2002. Bibliografia Complementar: FARRER, HARRY, Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MACHADO, F. B. Introdução à arquitetura de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 1992. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome MC Metodologia Cientifica Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Habilitar o futuro profissional para a compreensão da metodologia científica para o planejamento, execução, análise e interpretação de pesquisa científica. Fundamentação científica para o estudo e a execução de projetos de pesquisa e desenvolvimento de outras disciplinas do Curso de Graduação. Metodologia científica; ciência e conhecimento científico; método científico; pesquisa e desenvolvimento científico; métodos de pesquisa científica; organização e orientação da pesquisa científica; consulta da literatura; difusão do conhecimento científico. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. Introdução 1.1. .Metodologia científica: conceituação; importância; aprendizagem da metodologia científica; metodologia científica e Informática. 1.2. Aquisição do conhecimento científico: importância; fontes do conhecimento científico; orientação e enfoque do processo de aprendizagem; aprendizagem formal e aprendizagem informal; a iniciação científica; formação científica e técnica do profissional; especialização. 1.3. Estudo e aprendizagem: significado e importância; ato de estudar; métodos e estratégias de estudo; postura do estudante; elementos do estudo; motivação, inteligência e memória; eficiência do estudo. 1.4. Leitura de literatura científica: procedimento e técnicas de leitura; eficiência da leitura; esquemas e roteiros de leitura; elementos subsidiários da leitura; procedimentos e recursos para o incremento da qualidade da leitura; 2. Ciência e Conhecimento Científico. 2.1. Níveis de conhecimento: conhecimento empírico, conhecimento filosófico, conhecimento teológico e conhecimento científico, verdade, evidência e certeza. 2.2. Espírito científico: natureza e qualidades do espírito científico; importância do espírito científico. 3. Método Científico. 3.1. Ciência e método científico; características do método científico; estratégia e tática científica; circularidade do método científico. 3.2. Processo do método científico: observação, problema, hipótese e verificação científicas; análise e síntese. 3.3. Objetivos e alcance da ciência: ciência pura e ciência aplicada; fato, lei e teoria científica; descrição, explicação, predição e controle científico. 3.4. Bases da ciência: postulados da ciência. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Pesquisa Científica. 4.1. Conceitos básicos: unidade, população, amostra e amostragem. 4.2. Observação e raciocínio: característica; mensuração de uma característica; escalas de medida; raciocínios dedutivo e indutivo. 4.3. Estágios de uma pesquisa científica completa: identificação e estabelecimento do problema científico; formulação da hipótese científica; busca e revisão das informações disponíveis; planejamento da pesquisa; condução da pesquisa; análise e interpretação dos resultados; difusão dos resultados. 5. Métodos de Pesquisa Científica. 5.1. Objetivos de uma pesquisa científica: pesquisa descritiva, pesquisa exploratória e pesquisa explicativa. 5.2. Métodos de pesquisas descritivos e exploratórios: métodos analíticos e métodos sistêmicos: levantamento, estudo de casos, estudo de protótipos e modelagem matemática. 5.3. Pesquisa explicativa: relações causais de características; controle de características da amostra; métodos de pesquisa explicativos: experimento, estudo observacional e levantamento explicativo. 6. Organização e Orientação da Pesquisa Científica 6.1. Organização institucional da pesquisa: formas de organização; equipes de pesquisa. 6.2. Identificação e seleção de problemas de pesquisa: 6.3. Projeto de pesquisa: documento do plano da pesquisa e sua importância; estrutura e elementos de um projeto de pesquisa. 7. Consulta da Literatura 7.1. Consulta da literatura: necessidade da consulta; estrutura da literatura científica; orientação e procedimento da consulta. 8. Difusão do Conhecimento Científico 8.1. Redação científica: linguagem científica e suas características; abreviaturas; ilustrações; citações e notas de pé de página. Preparação de trabalho científico: planejamento; estrutura do trabalho científico: introdução, desenvolvimento e conclusão; sumário, prefácio e apêndice; bibliografia. 8.2. Apresentação de trabalho científico: aspectos exteriores: dimensões, preparação do texto, paginação, margens e espaços; apresentação das partes do trabalho: capa, folha de rosto, sumário, prefácio, introdução, desenvolvimento e conclusão. 8.3. Preparação de artigos para revistas especializadas, de livros e de textos para o grande público. 8.4. Preparação de material para difusão através de meios eletrônicos e multimídia: internet e recursos de software. 8.5. Preparação e apresentação de trabalhos em seminários e conclaves técnicocientíficos: conteúdo e estrutura do trabalho; formas e técnicas de apresentação; recursos áudios-visuais. 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: BARROS, A.J.P. DE.; LEHFELD. N.A.S. Fundamentos de metodologia. Um guia para a iniciação científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. 132p. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: McGrawHill, 1983. 248p. CORRÊA DA SILVA, J.G. Pesquisa Científica, Versão Preliminar. Instituto de Física e Matemática, Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, 1994. 36p. MEIS, L. DE; CARMO, D.A.R. DO. O método científico. 2. ed. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2000. 84p. VERA, A.A. Metodologia da pesquisa científica. 7. ed. Porto Alegre: Globo, 1983. 223p. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, S.L. DE. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira, 1997. 320p. REYS, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. 318p. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1985. 237p. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito -N Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Fis I Física I Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Esta disciplina objetiva fornecer os conceitos fundamentais da Mecânica para os acadêmicos que necessitam de um curso de Física básica em sua formação profissional. A disciplina procura capacitar o acadêmico a conhecer e aplicar esses conceitos e a entendê-los na compreensão de outros fenômenos. Ela é destinada aos acadêmicos de graduação em engenharia química. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. Medidas físicas; ordem de grandeza; sistema de unidades; dimensão de grandezas físicas 2. Movimento retilíneo 3. Cálculo vetorial 4. Movimento num plano 5. Força e movimento: leis de Newton 6. Força e movimento: leis de atrito; movimento circular uniforme. 7. Trabalho e energia 8. Lei da conservação da energia 9. Sistemas de partículas; Momento Linear 10. Colisões 11. Movimento de rotação 12. Rolamento, torque e momento angular 13. Equilíbrio de corpos rígidos 14. Teoria da gravitação 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2 2. Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2 3. Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1 4. Furtado, Nelson, Teoria dos Erros 5. Wall, Clifford N., Levine, Rafael B. & Christensen, Fritjof E., Physics Laboratory Manual 6. Meiners, Harry F., Eppenstein, Walter & Moore, Kenneth H., Laboratory Physics. Bibliografia Complementar: Programa da Disciplina e Bibliografia do Curso de Graduação em Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2 Tipler, Paul ª, Física, vol 1 7. 8. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito - N Teórica ou Pratica - Teórica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Programa da Disciplina e Bibliografia do Curso de Graduação em Bacharelado em Engenharia Química Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome DT Desenho Técnico Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Dominar as técnicas de Representação Gráfica com vistas a interpretar e executar desenhos no campo das Engenharias. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE I- Introdução e Sistemas de Representação no desenho Técnico 1. A Importância do Desenho Técnico 2. Norma Brasileira 2.1 Manuseio 2.2 Formatos de papel 2.3 Caligrafia técnica 2.4 Linhas convencionais 2.5 Convenções de materiais 2.6 Escalas usadas em desenho 2.7 Dimensionamento e cotagem 3. Projeção Ortográficas 3.1 Conceituação 3.2 Vistas Principais 4. Perspectiva Cavaleira 4.1 Desenvolvimento 5. Perspectivas Axnométricas 5.1 Abordagem geral 5.2 Perspectiva isométrica simplificada 6. Cortes/ Secção 6.1 Desenvolvimento UNIDADE II.- Desenho Arquitetônico 1. Conceituação / Convenções/ Normas 2. Esboço Cotado 2.1 Exercício de aplicação 3. Projeto Residencial 3.1 Planta baixa 3.2 Cortes 3.3 Fechadas 3.4 Planta de situação 3.5 Planta de localização Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá UNIDADE III- Desenho Especializados (ênfase na área de interesse) 1. Desenho de Instalações 1.1 Instalação elétrica domiciliar 1.1.1Conceituação/ Convenções 1.1.2Desenho de um projeto de instalação elétrica de uma residência térrea 1.1.3Planta baixa, cortes/ esquemas verticais 1.1.4Detalhes 1.2 Instalações hidro-sanitária domiciliar 1.2.1Conceituação/ Convenções 1.2.2Desenho de um projeto de instalação elétrica de uma residência térrea 1.2.3Planta baixa- Perspectiva isométrica da distribuição de água potável 1.2.4Instalação sanitária 1.2.5Esgoto primário- esgoto secundário- tubulação de ventilação 2. Desenho mecânico 2.1 Elementos de Ligações 2.1.1Parafusos e porcas (representação esquemática de roscas externas e internas) 2.1.2Rebites padronizados: tipos, proporções 2.1.3Chavetas: tipos 2.1.4Soldaduras: convenções 2.2 Tubulações 2.2.1Representação esquemática de uma tubulação 2.3 Engrenagens 2.3.1Traçado das rodas dentadas 2.3.2Traçado dos dentes pelo método aproximado 2.3.3Representação simplificada de engrenagens 2.4 Aplicações 3 Desenho Mineiro 3.1 Desenho das conveções topográficas e suas aplicações 3.2 Desenho de curvas de nível e sua interpretação gráfica(levantamento planialtimétrica) 3.3 Desenho de um canteiro e escritório administrativo da mineração (planta baixa, cortes e fechaduras) 3.4 Planta de situação e de perfis de sondagem 3.5 Esquema e desenho de tubulação para líquidos, gases, etc. 3.6 Planta baixa e cortes de uma galeria subterrânea 3.7 Desenho isométrica de uma mina 4. Desenho de Tubulações 4.1 Simbologia de válvulas 4.2 Planta baixa e desenho isométrica de tubulações 4.3 Desenho de conexões 4.4 Leitura e interpretação de plantas de fluxogramas de processos Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas- Normas Brasileiras- capítulos 1 a8 ABNT – Coletânea de Normas Técnicas CREDER – Hélio- Instalações Hidráulicas e Elétrica ESTEPHANO, Carlos – Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus, Rio de janeiro, Ao Livro Técnico S.A.1987 FRENCH, Thomas- Desenho Técnico, Porto Alegre, Editora Globo, 1974 HOELSCHER, Randolph et alii- Expressão Gráfica- desenho MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO.Giovanni- Desenho Técnico- Tradução; Carlos Antônio Lauand São Paulo Hemus Manuel do Construtor – João Baptista Pianca MONTENEGRO, Gildo ª - Desenho Arquitetônico- São Paulo, Edgard OBRG, Lamartine- Desenho Arquitetônico- 20ª Edição- Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico S.A, 1974 PROTEC- Desenho Mecânico Bibliografia Complementar: Enciclopédia da Construção, Vários Autores NEIZEL. Ernest- Desenho Técnico para Construção Civil Projectar é Fácil/ Construção- Vários autores Prática das pequenas Construções – Alberto de Campos Borges Técnica das Construções- Celso Cardão Cadernos de Desenho Arquitetônico- PROTEC Caderneta de Campo- ESPARTEL, L. Curso de Topografia- ESPARTEL,L. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome QGE Química Geral Experimental Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Conhecer normas de segurança. Executar as técnicas e operações básicas de laboratório e aplicá-las em trabalhos experimentais simples, selecionando e utilizando corretamente o equipamento necessário. Preparar soluções de uso comum. Empregar relações estequiométricas nas reações químicas e a iniciar o estudo de compostos de coordenação. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE 1 - SEGURANÇA, EQUIPAMENTOS E OPERAÇÕES GERAIS DE LABORATÓRIO 1.1 - Normas de segurança. 1.2 - Tipos de equipamentos e principais utilizações. 1.3 - Aparelhos volumétricos. 1.4 - Precipitação. 1.5 - Decantação. 1.6 - Filtração. 1.7 - Calcinação. 1.8 - Destilação. 1.9 - Cristalização e recristalização. 1.10 - Trabalhos práticos simples empregando operações gerais de laboratório. UNIDADE 2 - CONCEITOS FUNDAMENTAIS EM QUÍMICA 2.1 - Reações químicas: tipos e fenômenos que evidenciam sua ocorrência. 2.2 - Reações de neutralização, de oxi-redução e outras. UNIDADE 3 - ANÁLISES ESTEQUIOMÉTRICAS 3.1 - Determinação de equivalentes. 3.2 - Determinação de grau de pureza de determinadas amostras. 3.3 - Outras determinações estequiométricas. UNIDADE 4 – SOLUÇÕES 4.1 - Preparação de soluções grosseiras. 4.2 - Preparação de soluções de concentração exata. 4.2.1 - Soluções de substâncias padrão-primário. 4.2.2 - Padronização de soluções. 4.3 - Dosagens volumétricas de determinadas amostras. UNIDADE 5 - TERMOQUÍMICA 5.1 - Determinação calorimétrica de algumas reações químicas. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá UNIDADE 6 - QUÍMICA DE COORDENAÇÃO 6.1 - Estudo de algumas reações de coordenação. 6.2 - Preparação de compostos de coordenação. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ATKINS, P.W. & JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio ambiente. São Paulo: Bookman, 1999. KOTZ, J.C. & TREICHEL, P.M. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 1998, v. 1 e 2. RUSSELL, J.B. Química Geral. São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2, 1994. Bibliografia Complementar: DEAN, J.A. Lange's Handbook of Chemistry. New York: McGraw-Hill, 1992. Laboratory. New York: Macmillan Publishing Company, 1992. PECK, L. & IRGOLIC, K.J. Measurement and Synthesis in the Chemistry 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito – Química Geral Teórica ou Pratica - Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome IEA Introdução a Engenharia Química Credito 2 CH 40 2. Objetivo da Disciplina Propiciar ao acadêmico uma visão geral do curso e sua estrutura curricular, a metodologia científica e tecnológica, a comunicação e a expressão na área científica e tecnológica, a estrutura de um projeto de engenharia e a atuação do profissional da Engenharia Química e o mercado de trabalho para desse profissional. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE 1 - CHEGANDO À UNIVERSIDADE 1.1 - Aspectos gerais. 1.2 - A importância de estudar. 1.3 - A estrutura curricular do curso. 1.4 - A estrutura física do curso. 1.5 - Recursos humanos do curso. UNIDADE 2 - METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 2.1 - Ciência e tecnologia. 2.2 - O método de pesquisa. 2.3 - A organização de pesquisa. 2.4 - Exemplo de trabalho científico e tecnológico. 2.5 – Possibilidades de Pesquisa e Campo de aplicação da Engenharia no Estado do Amapá. UNIDADE 3 - COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO 3.1 - Produção e apresentação de trabalhos científicos e tecnológicos. 3.2 - Estrutura de relatório. UNIDADE 4 – PROJETO DE ENGENHARIA 4.1 - A essência da engenharia. 4.2 - O projeto. 4.3 - Ação científica e ação tecnológica. 4.4 - Fases do projeto. 4.5 - Informações complementares. 4.6 - Abordagem de problema de engenharia. UNIDADE 5 - O PROFISSIONAL DA ENGENHARIA 5.1 - Engenharia e sociedade. 5.2 - As atribuições do Engenheiro Químico. 5.3 - Áreas de atuação profissional. 5.4 - Relações humanas: o engenheiro na empresa. 5.5 - Postura e ética profissional. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BRASIL, N.I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Editora Interciência Ltda, 1999. BAZZO, W.A. & Pereira, L.T.V. Introdução à Engenharia.Florianópolis: Editora da UFSC, 1990 Bibliografia Complementar: BAZZO, W.A.; Pereira, L.T.V.; Linsingen, I. Educação Tecnológica. Florianópolis: Editora da UFSC, 2000. CERVO,A.L. Bervian, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw- Hill do Brasil, 1983. FEITOSA, V.C. Comunicação na Tecnologia - Manual de Redação Científica.São Paulo: Editora Brasiliense, 1987. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre 1º Pré – requisito -N Teórica e Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome FTQ Fundamentos da Termodinâmica Química Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina A disciplina compreende o estudo das propriedades termodinâmicas dos sistemas, contemplando o as leis da termodinâmica em sistemas abertos e fechados. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Sistemas termodinâmicos 2. Equilíbrio 3. Variáveis de estado 4. Fases e componentes 5. A lei zero da termodinâmica Unidade II: Propriedades volumétricas dos fluidos puros 1. Introdução 2. Comportamento PVT das substâncias puras 3. Gás ideal Unidade III: Trabalho e Calor 1. Definição de Trabalho 2. Trabalho Realizado na Fronteira Móvel de um Sistema Simples Compressível 3. Considerações Finais sobre Trabalho 4. Definição de Calor 5. Modos de Transferência de Calor 6. Comparação entre Calor e Trabalho Unidade IV: Primeira lei da termodinâmica 1. Primeira lei em sistemas fechados 2. Energia interna 3. Entalpia 4. Capacidade calorífica e calor específico 5. Primeira lei em sistemas abertos 6. Coeficiente de Joule-Thomson Unidade IV: Segunda lei da termodinâmica 1. Enunciado e conceito de entropia 2. Reversibilidade e irreversibilidade 3. Balanços de entropia a sistemas fechados e abertos 4. Máquinas térmicas 5. Entropia e equilíbrio Unidade V: Análise Energética Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 1. Definição de energia 2. Aplicação a sistemas abertos e fechados 3. O Projecto Termodinâmico-minimização da geração de entropia 4. Propriedades das substâncias puras e equações de estado 5. Relações p-v-T 6. Fluidos incompressíveis 7. Relações Termodinâmicas 8. Relações matemáticas e de Maxwell 9. Relação entre as propriedadades termodinâmicas e as suas derivadas Unidade V: Soluções e atividade 1. Energia livre de Gibbs 2. Energia livre e fontes de energia 3. Substâncias puras 4. Propriedades das soluções 5. Relação entre composição e energia livre 6. Atividade 7. Valores das propriedades termodinâmicas no estado padrão Unidade VI: Constante de equilíbrio 1. Reações em equilíbrio 2. A reação mais importante na termodinâmica 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ATKINS, P.W. Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC Editora, vol. 1, 6ª ed., 1999. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 1996. PILLA, L. Físico-Química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2 V., 1ª ed.,1980. Bibliografia Complementar: ATKINS, P. & LORETTA, J. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 1999. GLASSTONE. Termodinâmica para Químicos. Madrid: Aguilar, 1 V., 1ª ed., 1969. MOORE, W. J. Físico-Química. São Paulo: Edgar Blucher, 2 V., 1ª ed., 1976. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Fis II Física II Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Demonstrar conhecimentos, através de verificações de aprendizagem, de fenômenos físicos envolvendo todo o conteúdo programático. Fazer aplicações dos conhecimentos adquiridos, estendendo-os a outros fenômenos, aplicando o método científico. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. ESTÁTICA DE FLUÍDOS 1.1 Propriedades dos fluídos. Pressão num fluído. Fluídos em equilíbrio no campo gravitacional. 1.2 Princípios de Pascal e de Arquimedes. Variação da pressão atmosférica com a altitude 2. DINÂMICA DOS FLUÍDOS 2.1 Regimes de escoamento. Equação de Bernoulli 2.2 Aplicações 2.3 Circulação e viscosidade 3. O OSCILADOR HARMÔNICO 3.1 Oscilações. Movimento harmônico simples (1-dimensional). Equação diferencial e soluções, energia do oscilador. 3.2 Exemplos e aplicações. 3.3 MHS e Movimento circular uniforme: sua relação. Superposição de MHS 3.4 Notação complexa e sua aplicação ao oscilador harmônico. 4. OSCILAÇÕES AMORTECIDAS E FORÇADAS 4.1 Oscilações amortecidas, discussão dos resultados. 4.2 Oscilações forçadas, ressonância. 4.3 Oscilações forçadas amortecidas, balanço de energia 4.4 Osciladores acoplados. 5. ONDAS 5.1 O conceito de onda, Ondas em 1-dimensão 5.2 A equação das cordas vibrantes 5.3 Intensidade de uma onda. Interferência de ondas. 5.4 Reflexão de ondas. Modos normais de vibração 5.5 Movimento geral da corda e análise de Fourier 6. ACÚSTICA 6.1 Natureza do som. Ondas sonoras (em 1-dimensão). Relações entre densidade, pressão e deslocamento. Velocidade do som. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 6.2 Ondas sonoras harmônicas. Intensidade, sons musicais, fontes sonoras. 6.3 Ondas em mais dimensões. Efeito Doppler 7. ÓTICA GEOMÉTRICA 7.1 Natureza e fontes de luz. Ondas: frentes de onda e raios. Velocidade da luz. Leis da reflexão e refração; Leis de Snell. 7.2 O princípios de Huygens. Aplicação do princípios de Huygens à reflexão e refração. Reflexão interna total. Refração pro prisma. Dispersão. Arco-iris. Espelho plano. Espelhos esféricos. Refração em superfícies plana e curva. 7.3 Lentes; objeto; imagens. Lentes delgadas e sua equação. Lentes espessas, sua equaçãoAberrações óticas das lentes. Instrumentos óticos (óculos, microscópio, câmaras, telescópios, etc) 8. TEMPERATURA 8.1 Estado Termodinâmico. Equilíbrio térmico e Lei zero da Termodinâmica. Temperatura 8.2 Termômetros (escalas empíricas e absoluta). O termômetro de gás a volume constante. Dilatação térmica. 9. CALOR 1a LEI DA TERMODINÂMICA 9.1 Natureza do calor. Quantidade de calor: calores específicos, capacidade térmica. Transferência de calor. 9.2 O equivalente mecânico da caloria. A 1a Lei da Termodinâmica. Energia interna. 9.3 Processos reversíveis (representação gráfica) e irrevesíveis. 10. PROPRIEDADES DOS GASES 10.1 Equação de estado dos fluídos. Gases ideais e sua equação de estado. 10.2 Energia interna de um gás ideal 10.3 Capacidade térmicas molares de um gás ideal. Processos adiabáticos num gás ideal. 11. A 2a LEI DA TERMODINÂMICA 11.1 A tendência à irrevessibilidade dos processos macroscópicos e a 2a Lei da Termodinâmica: enunciados de Kelvin (K) e de Clausius © Máquinas Térmicas 11.2 A equivalência dos enunciados de K e C, o ciclo ( teorema de Karnot). A escala termodinâmica de temperatura 11.3 O teorema de Clausius. A entropia (processos reversíveis). 11.4 A entropia (processos irrevessíveis). O princípio do aumento da entropia: sua relação com a 2a lei 12. TEORIA CINÉTICA DOS GASES, NOÇÕES DE MECÂNICA ESTATÍSTICA 12.1 A teoria atômica da matéria. A teoria cinética dos gases. A teoria cinética da pressão. 12.2 A lei dos gases ideais em base à teoria cinética dos gases. Calores específicos e equipartição da energia. 12.3 Livre percurso médio. Gases reais: A equação de Van der Waals 12.4 As distribuições de Maxwell/Boltzmann 12.5 A interpretação estatística da entropia. A flecha do tempo. 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: 1. Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2 2. Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2 3. Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2 4. Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2 5. Tipler, Paul ª, Física, vol 1 6. Eisberg, Robert M. & Lerner, Lowrence S., Física – Fundamentos e Aplicações 7. Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1 8. Mckelvey, John & Grotch, Howard, Física Vol 1 e vol 2 Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome FCQ Fundamentos da Cinética Química Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina envolve fatores que influenciam a velocidade das reações químicas, desenvolvendo e interpretando cálculos para determinação da cinética das reações químicas. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Conceitos básicos de cinética química. 1. Definição de lei de velocidade 2. Ordem, molecularidade, leis de velocidade 3. Mecanismo de reação Unidade II: Reações 1. Lei da velocidade 2. Reação de ordem zero 3. Reação de primeira ordem 4. Reação de ordem n 5. Reação reversível de primeira ordem Unidade III: Superfícies de energia potencial e dinâmica de reação. 1. A transição do nível microscópico para o macroscópico e vice-versa. 2. Superfícies de energia potencial. 3. Coordenadas de reação. 4. Modelos colisionais. 5. Lei da Distribuição de Maxwell-Boltzmann 6. Cálculo da constante de velocidade 7. Fator estérico Unidade IV: Catálise 1. Catálise homogênea 2. Catálise heterogênea Unidade V: Teorias de reações unimoleculares. 1. Teoria de Lindemann 2. Falhas na teoria de Lindemann 3. Teoria de Hinshelwood 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: Castellan, G.; Fundamentos de Físico-Química; LTC Editora, 1a ed., 1986. Atkins, P.; Físico-Química; 6a ed., volume 1; Editora LTC; 1999. Moore, W; Físico-Química; Vol.1 e 2, Editora Edgard Blücher LTDA, 4a ed., 1976. Bibliografia Complementar: Lathan, J. L.; Cinética Elementar de Reação; Editora Edgard Blücher Ltda: São Paulo, 1974. Avery, H. E.; Cinética Química Básica y Mecanismos de Reaccion. Editora Reverté S.A.: Rio de Janeiro, 1982. Atkins, P. W.; Físico-Química; 6a ed., vol.3, LCT Editora: Rio de janeiro, 1999. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome FE I Física Experimental I Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Fornecer os conceitos fundamentais da Mecânica para alunos que necessitam de um curso de Física básica em sua formação profissional. A disciplina procura capacitar o aluno a conhecer e aplicar esses conceitos e a entendê-los na compreensão de outros fenômenos. Ela é destinada aos alunos de graduação em química, geologia, geofísica e em todos os ramos da engenharia e da matemática. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Teoria: 1. Medidas físicas; ordem de grandeza; sistema de unidades; dimensão de grandezas físicas. 2. Movimento retilíneo 3. Cálculo vetorial 4. Movimento num plano 5. Força e movimento: leis de Newton 6. Força e movimento: leis de atrito; movimento circular uniforme 7. Trabalho e energia 8. Lei da conservação da energia 9. Sistemas de partículas; Momento Linear 10. Colisões 11. Movimento de rotação 12. Rolamento, torque e momento angular 13. Equilíbrio de corpos rígidos 14. Teoria da gravitação Laboratório: 1. Teoria dos erros: medidas diretas; classificação dos erros; valor verdadeiro e valor mais provável; desvio padrão, erro quadrático médio e erro padrão: desvio relativo, exatidão e precisão; representação gráfica de medidas como uma distribuição; rejeição de dados; níveis de confiança; propagação de erros; métodos dos mínimos quadrados. 2. Interpretação gráfica de dados: eixos, escalas, unidades e títulos; tipo de função; interpolação e extrapolação; linearização de curvas. 3. Instrumentos de medidas: régua milimetrada Teoria dos erros: medidas diretas; classificação dos erros; valor verdadeiro e valor mais provável; desvio padrão, erro quadrático médio e erro padrão: desvio relativo, exatidão e precisão; representação gráfica de medidas como uma distribuição; rejeição de dados; níveis Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá de confiança; propagação de erros; métodos dos mínimos quadrados. 4. Interpretação gráfica de dados: eixos, escalas, unidades e títulos; tipo de função; interpolação e extrapolação; linearização de curvas. 5. Instrumentos de medidas: régua milimetrada; escala; paquímetro; micrômetro, balança, cronômetro 6. Realização de cerca de oito experimentos sobre fenômenos envolvendo movimento acelerado; queda livre; movimento de projéteis; equilíbrio de forças; força de atrito; força elástica de molas, pêndulo simples, pêndulo físico, movimento oscilatório de uma mola, movimento de rotação, conservação de energia; equilíbrio de corpos rígidos, colisão, momento de inércia.; escala; paquímetro; micrômetro, balança, cronômetro 7. Realização de cerca de oito experimentos sobre fenômenos envolvendo movimento acelerado; queda livre; movimento de projéteis; equilíbrio de forças; força de atrito; força elástica de molas, pêndulo simples, pêndulo físico, movimento oscilatório de uma mola, movimento de rotação, conservação de energia; equilíbrio de corpos rígidos, colisão, momento de inércia. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2 2. Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2 3. Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2 4. Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2 5. Tipler, Paul ª, Física, vol 1 6. Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1 7. Departamento de Geofísica Nuclear. Laboratório de Física vol 1 8. Furtado, Nelson., Teoria dos Erros 9. Timoner, Abrahão., Majorana, Felix S. & Leiderman, Geny B., Práticas de Física, Vol 1, 2 e 3 10. Beers, Yardley., Introduction to the Theory os Error 11. Wall, Clifford N., Levine, Rafael B. & Christensen, Fritjof E., Physics Laboratory Manual 12. Meiners, Harry F., Eppenstein, Walter & Moore, Kenneth H., Laboratory Physics. Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome EAEG Estatística Aplicada a Engenharia Química Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina apresenta meios para o preparo de experimento e análise de dados experimentais, trabalhando com a estatística básica até a aplicada a engenharia. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Conceitos básicos 1. Estatística indutiva e dedutiva 2. Variáveis e constantes 3. Calculo de somatórios 4. Freqüências, porcentagens e proporções 5. Realidade e modelo Unidade II: Distribuições de freqüências 1. Rol e distribuição de freqüências 2. Tipos de freqüências: simples, relativas e acumuladas 3. Histograma e polígono de freqüências 4. Analise gráfica UNIDADE III: Medidas de tendência central e separatrizes 1. Media aritmética, moda e mediana 2. Separatrizes Unidade IV: Medidas de dispersão 1. Variância 2. Desvio padrão e coeficiente de variação 3. Momentos ordinários e centrais, coeficientes Unidade V: Aplicação a engenharia 1. O papel da estatística da engenharia 2. Princípios básicos de experimentação 3. Repetição 4. Casualização 5. Controle local 6. Planejamento experimental Unidade VI: Regressão e aplicações em previsão 1. Modelos lineares e Não lineares 2. Estimação dos parâmetros 3. Estimação intervalar e testes de hipóteses 4. Validação dos modelos (análise de resíduos) 5. Regressões com erros correlacionados Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 6. Regressão com variáveis desfasadas Unidade VII: Modelos mais complicados: 1. Transformações e variáveis dummy. 2. Análise de dados experimentais Unidade VIII: Modelos gerais de regressão 1. Modelo de regressão generalizado 2. Regressão não paramétrica 3. Modelo Aditivo Generalizado 4. Suavização. Modelos aditivos 5. Modelos aditivos generalizados 6. Análise de dados experimentais 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BUSSAB, W.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 5ª edição. Editora: Saraiva. 2004. COSTA, S. F. Introdução Ilustrada à Estatística. 4ª edição. Editora: Harbra. 2005. DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. 2ª edição. Editora: Saraiva. 2005. FARIAS, A. A., SOARES, J. F.; CÉSAR, C. C. Introdução à Estatística. 2ª edição. Editora: LTC. 2003. FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6ª edição. Editora: Atlas. 1996. Bibliografia Complementar: Barbosa, M. G. Estatística Aplicada à Educação. Editora: UEMA BOLFARINI, H , BUSSAB, W. e MORETTIN, P. A. Elementos de Amostragem. 1ªedição. Editora: Edgard Blucher. 2005. MORETTIN, L. G. Estatística Básica. 1ª edição. Volume I e II. Editora: Makron Books. 2000. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Cal II Calculo II Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Estudo do Cálculo Integral para funções de uma variável real e suas aplicações geométricas e físicas bem como o estudo do Cálculo Diferencial e Integral para funções reais de 2 variáveis 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas A Integral definida 1.1. Definição de propriedades básicas. 1.2. Teorema fundamental do cálculo. A integral definida. 2.1. Processos elementares de integração: substituição, partes, funções racionais, irracionais e trigonométricas. 3. Aplicações de integral definida 3.1. Cálculo de área, volume, comprimento de arco. 3.2. Algumas aplicações à Física. 3.3. Integrais impróprias. 4. Funções de duas ou mais variáveis. 4.1. Definição, domínio, curvas de nível e representação gráfica. 4.2. Noções sobre limite e continuidade. 4.3 Derivadas parciais e suas aplicações 4.4 Diferencial e suas aplicações. 4.5 Derivação composta. 4.6 Derivação implícita. 4.7 Derivada direcional, gradiente, plano tangente e reta normal a uma superfície. 4.8 Derivadas parciais de ordem superior – Teorema de Schwartz. 5. Integrais Duplas 5.1. Definição, propriedades básicas e interpretação geométrica. 5.2. Calculo da integral dupla – Aplicações. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome FQI Fundamentos da Química Inorgânica Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Entender o significado da expressão elementos de transição e sobre as origens e a ocorrência dos elementos de transição na Terra, entendimento do desenvolvimento histórico da química dos elementos de transição e sua importância e as aplicações dos elementos de transição na vida diária da sociedade. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Estrutura do Átomo 1. Origem dos Elementos 2. Átomos Hidrogenoides 3. Átomos Poliatômicos 4. Parâmetros Atômico Unidade II: Ligações Químicas e Estrutura 1. Teoria de Ligação de Valencia 2. Teoria do Orbital Molecular 3. Propriedades das Ligações Unidade III: Sólidos Inorgânicos Simples 1. O modelo de Empacotamento de Esferas 2. Metais 3. Sólidos Iônicos Unidade IV: Ácidos e Bases 1. As Teorias de Ácidos e Bases (Sistema Solvente, Lux e Flood, Izanovich entre outras) 2. A Teoria de Arrhenius 3. A Teoria de Bronsted - Lowry 4. A Teoria de Lewis 5. Ácidos e Bases duros e moles 6. Solventes ácidos e básicos 7. Alguns solventes não aquosos Unidade V: Oxidação e Redução em Sistemas Inorgânicos 1. Conceitos Fundamentais 2. Obtenção dos elementos 3. Semi-reaçoes Redox 4. Potenciais Padrão 5. Fatores Cinéticos 6. Estabilidade Redox em água 7. Diagramas de Representação dos Potenciais Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Unidade VI: Introdução aos Compostos de Coordenação 1. Números de Coordenação e Geometrias 2. Isomeria em Compostos de Coordenação 3. Formulação e Nomenclatura de Complexos 4. Ligação Química em Compostos de Coordenação Unidade VII: Introdução aos Organometálicos 1. Introdução 2. Definição, Formulação e Nomenclatura 3. Ligação Química em Organometálicos 4. O ligante CO 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BARROS, H.L.C. Química Inorgânica: uma introdução. Belo Horizonte: ed. UFMG, 1992. COTTON, F.A; WILKINSON, G. Química Inorgânica. Rio de Janeiro: LTC. ed. S.A, 1978. LEE. J.D. Química Inorgânica não tão concisa. 4 ed. São Paulo. Edgar Blucher Ltda, 1996. JONES, Chis J. A química dos blocos d e f. Trad. Maria Domingues Vargas. Porto Alegre: Bookman, 2002. SHRIVER, D.F. ATKINS, P.W. Química Inorgânica. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. Bibliografia Complementar: BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Química Geral.Rio de Janeiro: LTC S.A, 1981. MASTERTON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.; STANITSKI, C. L. Princípios de Química,6 ed. Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro, 1990. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome QAT Química Analítica Teórica Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Fornecer aos acadêmicos do curso de graduação em engenharia química uma introdução que lhes permita compreender e utilizar esta disciplina desenvolvendo e aplicando métodos, instrumentos e estratégias para melhor obter informações sobre a composição dos materiais no mundo real. A disciplina deve oferecer aos estudantes um ensino bem balanceado entre a fundamentação teórica dos métodos analíticos mais importantes e as suas aplicações na solução dos problemas industriais e sociais relacionados com a produção e utilização de produtos químicos 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 01- A Química Analítica e sua importância. O Processo Analítico. O Problema Analítico. 02- As operações da Química Analítica. Medida de massa. Medida de Volume. Os utensílios de laboratório. Vidraria. Soluções. A concentração das soluções e o seu preparo. 03- O erro experimental. Algarismos significativos. A distribuição de Gauss. Médias, desvio padrão de uma medida da média. Limite de confiança. Cartas de controle. Curvas de calibração. 04- A química de soluções aquosas: Ácidos e bases, Tampões. Equilíbrio. Cálculos de pH. 05- A química das soluções aquosas: Reações de precipitação e complexação. Equilíbrios. Aplicações. 06- A química das soluções aquosas: Reações de Oxi- redução. Equação de Nernst. Celulas eletroquímicas. Potencial de Eletrodos. 07- Métodos Titulométricos de Análise: Aspectos Gerais. Curvas de Titulação. Soluções Padrão. Cálculos Estequiométricos. Determinação do ponto final. 08- Volumetrias : por Neutralização, Complexação , Precipitação e Oxi-Redução. Curvas de titulação. Indicadores. Aplicações. 09- Análise de Amostra Reais: Amostragem e sua importância. Preparação de amostra para o laboratório. Umidade nas amostras. Determinação de água. 10- Decomposição e Dissolução de Amostras. Causas de erros. Decomposição de materiais inorgânicos. Decomposição de materiais orgânicos. Ataque Ácido. Fusões. Recipientes fechados. Pré-concentração. “Clean-up”, derivatização. 11- Fundamentos da Eletroquímica. Celulas Galvânicas. Potenciais Padrão. Aplicações da equação de Nernst. 12- Potenciometria: Princípios. Eletrodos de referência. Eletrodos indicadores. Medidas Potenciométricas diretas. Titulações Potenciométricas. A medida do Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 13- 14- 15- 16- 17- 181920- 21- 222324- 2526- 2728- pH. Aplicações. Voltametria: Curvas Corrente/potencial. Eletrodo gotejante de mercúrio. Métodos polarográficos. Eletrodos micro e ultra-micro. Análise por redissolução anódica. Aplicações. Os métodos óticos de análise: Interação entre a matéria e a radiação eletromagnética. O espectro eletromagnético. A emissão e a absorção de radiação. Luminescência. Espectrofotometria de Absorção Molecular nas regiões do visível e do ultravioleta. Os espectros de absorção das moléculas Lei de Beer. O espectrofotômetro. Aplicações. Espectrofotometria de Absorção Molecular na região do infravermelho. Análise Qualitativa e Análise Quantitativa no infravermelho. A instrumentação. Instrumentos com transformada de Fourier. NIR. Controle de processos com técnicas de infravermelho. Aplicações. Espectrofotometria de Absorção Atômica: O espectro atômico. A instrumentação: Lâmpadas de Cátodo ôco; lâmpadas sem eletrodo. Sistema de Atomização com chamas. Atomizadores eletrotérmicos. Causas de erros e suas correções. Aplicações. Espectrofotometria de Emissão Atômica. Fontes de Radiação: chama, plasma, descarga elétrica. Instrumentação. Vantagens e limitações. Aplicações. Outros métodos óticos: Fluorescência Atômica; Fluorescência Molecular, Fluorescência de Raio X. Aplicações. Introdução às separações analíticas. Equilíbrio em sistemas heterogêneos, líquido e sólido. Eficiência da separação. Extração líquido - líquido. Separações por troca iônica. Adsorção. Método Cromatográfico: descrição geral. Migração de solutos. Largura de banda. Eluição, Colunas e sua eficiência. Classificação dos métodos cromatográficos. Cromatografia Gasosa: Descrição Geral. Variáveis do processo. Temperatura. Velocidade de fluxo. Colunas empacotadas e vazias. Detectores. Aplicações. Cromatografia líquida clássica: fases estacionárias. Solventes. Condições para realizar uma separação cromatográfica. Cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE): fases sólidas: adsorventes, trocadores de íons, gel. Instrumentação. Colunas, Solventes, Bombas, Sistemas de injeção. Detectores. Fluidos supercríticos. Aplicações. Métodos automatizados de análise química Química Analítica de Processo: A instrumentação e as metodologias usadas para efetuar análises em tempo real. Sistemas em linha, na linha e nãoinvasivos. Sensores. Método de fluxo. Controle e garantia de qualidade em análises químicas Gestão, credenciamento e auditorias de laboratórios de química analítica 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: 1. Christian, G. D. – Analytical Chemistry 2. Harris, D. C. – Quantitative Chemical Analysis 3. Kellner, Mermet, Otto, & Widmer (edits)– Analytical Chemistry 4. Skoog, D. A., West, D. M., Holler, F. J. – Fundamentals of Analytical Chemistry 5. Skoog, D. A., Holler & Nieman – Principles of Instrumental Analysis Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome FE II Física Experimental II Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Demonstrar conhecimentos, através de verificações de aprendizagem, de fenômenos físicos envolvendo todo o conteúdo programático. Fazer aplicações dos conhecimentos adquiridos, estendendo-os a outros fenômenos, aplicando o método científico. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas PRATICA DE LABORATORIO 1. ESTÁTICA DE FLUÍDOS 1.1 Propriedades dos fluídos. Pressão num fluído. Fluídos em equilíbrio no campo gravitacional. 1.2 Princípios de Pascal e de Arquimedes. Variação da pressão atmosférica com a altitude. 2. DINÂMICA DOS FLUÍDOS 2.1 Regimes de escoamento. Equação de Bernoulli 2.2 Aplicações 2.3 Circulação e viscosidade 3. O OSCILADOR HARMÔNICO 3.1 Oscilações. Movimento harmônico simples (1-dimensional). Equação diferencial e soluções, energia do oscilador. 3.2 Exemplos e aplicações. 3.3 MHS e Movimento circular uniforme: sua relação. Superposição de MHS 3.4 Notação complexa e sua aplicação ao oscilador harmônico. 4. OSCILAÇÕES AMORTECIDAS E FORÇADAS 4.1 Oscilações amortecidas, discussão dos resultados. 4.2 Oscilações forçadas, ressonância. 4.3 Oscilações forçadas amortecidas, balanço de energia 4.4 Osciladores acoplados. 5. ONDAS 5.1 O conceito de onda, Ondas em 1-dimensão 5.2 A equação das cordas vibrantes 5.3 Intensidade de uma onda. Interferência de ondas. 5.4 Reflexão de ondas. Modos normais de vibração 5.5 Movimento geral da corda e análise de Fourier. 6. ACÚSTICA 6.1 Natureza do som. Ondas sonoras (em 1-dimensão). Relações entre densidade, pressão e deslocamento. Velocidade do som. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 6.2 Ondas sonoras harmônicas. Intensidade, sons musicais, fontes sonoras. 6.3 Ondas em mais dimensões. Efeito Doppler 7. ÓTICA GEOMÉTRICA 7.1 Natureza e fontes de luz. Ondas: frentes de onda e raios. Velocidade da luz. Leis da reflexão e refração; Leis de Snell. 7.2 O princípios de Huygens. Aplicação do princípios de Huygens à reflexão e refração. Reflexão interna total. Refração pro prisma. Dispersão. Arco-iris. Espelho plano. Espelhos esféricos. Refração em superfícies plana e curva. 7.3 Lentes; objeto; imagens. Lentes delgadas e sua equação. Lentes espessas, sua equaçãoAberrações óticas das lentes. Instrumentos óticos (óculos, microscópio, câmaras, telescópios, etc). 8. TEMPERATURA 8.1 Estado Termodinâmico. Equilíbrio térmico e Lei zero da Termodinâmica. Temperatura 8.2 Termômetros (escalas empíricas e absoluta). O termômetro de gás a volume constante. Dilatação térmica. 9. CALOR 1a LEI DA TERMODINÂMICA 9.1 Natureza do calor. Quantidade de calor: calores específicos, capacidade térmica. Transferência de calor. 9.2 O equivalente mecânico da caloria. A 1a Lei da Termodinâmica. Energia interna. 9.3 Processos reversíveis (representação gráfica) e irrevesíveis. 9.4 Exemplos de processos. 10. PROPRIEDADES DOS GASES 10.1 Equação de estado dos fluídos. Gases ideais e sua equação de estado. 10.2 Energia interna de um gás ideal 10.3 Capacidade térmicas molares de um gás ideal. Processos adiabáticos num gás ideal. 11. A 2a LEI DA TERMODINÂMICA 11.1 A tendência à irrevessibilidade dos processos macroscópicos e a 2a Lei da Termodinâmica: enunciados de Kelvin (K) e de Clausius © Máquinas Térmicas 11.2 A equivalência dos enunciados de K e C, o ciclo ( teorema de Karnot). A escala termodinâmica de temperatura 11.3 O teorema de Clausius. A entropia (processos reversíveis). 11.4 A entropia (processos irrevessíveis). O princípio do aumento da entropia: sua relação com a 2a lei. 12. TEORIA CINÉTICA DOS GASES, NOÇÕES DE MECÂNICA ESTATÍSTICA 12.1 A teoria atômica da matéria. A teoria cinética dos gases. A teoria cinética da pressão. 12.2 A lei dos gases ideais em base à teoria cinética dos gases. Calores específicos e equipartição da energia. 12.3 Livre percurso médio. Gases reais: A equação de Van der Waals 12.4 As distribuições de Maxwell/Boltzmann 12.5 A interpretação estatística da entropia. A flecha do tempo. 4. Bibliografia Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Nussenzveig, H. Moisés, Física Básica, Vol 1 e 2 2. Halliday, David & Resnik, Robert, Fundamentos de Física, vol 1 e 2 3. Sears, Francis W., Zemansky, Mark W. & Young, Hugh D., Física, vol 1 e 2 4. Goldemberg, José, Física Geral e Experimental, vol 1 e 2 5. Tipler, Paul ª, Física, vol 1 6. Eisberg, Robert M. & Lerner, Lowrence S., Física – Fundamentos e Aplicações 7. Alonso, Marcelo & Finn, Edward J., Física vol. 1 8. Mckelvey, John & Grotch, Howard, Física Vol 1 e vol 2 Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome EI Estequiometria Industrial Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Desenvolver métodos para o balanço de material e energia, estabelecendo as condições ideais de trabalho. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Unidade e dimensões. 2. Conceitos sobre mol, viscosidade, massa e volume específico, cálculo de concentrações, temperatura e pressão. Unidade II: Balanço Material 1. Escolha da base de cálculo. 2. Variáveis de balanço. 3. Balanço sem reações químicas. 4. Balanço com reações químicas. 5. Cálculo do balanço envolvendo reciclo, bypass e purga. 6. Balanço de massa envolvendo gases, vapores, líquidos e sólidos. Unidade III: Balanço de energia 1. Variações da entalpia no balanço. 2. Balanço geral de energia sem e com reações químicas. 3. Balanço de energia no regime permanente. Unidade IV: Balanço envolvendo combustão Determinação do poder calorífico. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: FOUST, A. Princípios das Operações Unitárias, Rio de Janeiro, LTC, 1982 HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. GOMIDE, R. Operações unitárias. São Paulo: R. Gomide, 1997. Bibliografia Complementar: BRASIL, N. I. Introdução a Engenharia química. Rio de Janeiro, Interciência, 1999. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TQM Transferência de Quantidade de Movimento Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina O curso visa dar ao estudante de Engenharia Química um conhecimento básico das leis de transferência de massa, momentum e energia, conhecimento esse, indispensável a uma formulação correta dos problemas correntes de Engenharia Química. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. Introdução 1.1. Definição de um fluido 1.2. Domínio da mecânica dos fluidos 1.3. Equações básicas 1.4. Métodos de análise 1.5. Dimensões e unidades 2. Conceitos fundamentais 2.1. O fluido como um contínuo 2.2. Campo de velocidade 2.3. Campo de tensões 2.4. Fluido newtoniano: viscosidade 2.5. Descrição e classificação dos escoamentos de fluidos 3. Estática dos fluidos 3.1. Pressão em um ponto 3.2. Equação básica da estática dos fluidos 3.3. Pressões instrumentais e absolutas 3.4. Sistemas hidráulicos 3.5. Forças hidráulicas em superfícies submersas 3.6. Flutuação e estabilidade 4. Equações básicas na forma integral para o volume de controle 4.1. Leis básicas para um sistema 4.2. Relação entre as derivadas do sistema e a formulação do volume de Controle 4.3. Conservação da massa 4.4. Equação do momentum para um volume de controle inercial 4.5. A primeira lei da termodinâmica 4.6. A segunda lei da termodinâmica 5. Introdução à análise diferencial da movimentação de fluidos 5.1. Revisão do conceito de campo Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 5.2. Equação da continuidade 5.3. Equação do momentum 6. Dinâmica do escoamento incompressível não viscoso 6.1 Campo de tensões em um escoamento não viscoso 6.2 Equação do momentum para escoamento livre de fricção – equação de Euler 6.3 Equação de Bernoulli 6.4 Pressão estática, de estagnação e dinâmica 6.5 Relação entre a primeira lei da termodinâmica e a equação de Bernoulli 7 Análise dimensional e similaridade 7.1. Natureza da análise dimensional 7.2. Teorema de Buckingham 7.3. Procedimento detalhado para o uso do teorema de buckingham 7.4. Significado físico de grupos adimensionais usuais 7.5. Similaridade de escoamento e estudos de modelos 7.6. Similaridade estabelecida através das equações diferenciais 8. Escoamento viscoso incompressível 8.1. Escoamento interno e externo 8.2. Escoamento laminar e turbulento 8.3. Escoamento laminar completamente desenvolvido entre placas paralelas infinitas 8.4. Escoamento laminar completamente desenvolvido através de um cano 8.5. Perfis de velocidade nos escoamentos em canos 8.6. Distribuição de tensão de cisalhamento no escoamento completamente desenvolvido através de canos 8.7. Calculo de perda de carga 8.8. Solução dos problemas de escoamento em canos 8.9. O conceito de camada limite 8.10. Espessura de deslocamento 8.11. Equação integral do momentum 8.12. Uso da equação integral do momentum para escoamento com gradiente de pressão zero 8.13. Gradientes de pressão nos escoamentos de camada limite 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1 Introdução à Mecânica dos Fluidos - Robert W. FOX - Alan T. McDONALD 2 Mecânica dos Fluidos - Victor L. STREET Bibliografia Complementar: 3 Mecânica dos Fluidos - Irvin H. SHAMES Elementos de Mecânica dos Fluidos - John K. VENNARD - Robert L. STREET 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TM Transferência de Massa Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina O curso tem o objetivo de desenvolver a capacidade do acadêmico para analisar os fenômenos físicos e químicos, em sistemas reais, industriais ou do cotidiano, com relação à transferência de calor e de massa, envolvendo diversas etapas: identificar o fenômeno físico, identificar as variáveis, formular o problema e seu objetivo, desenhar o esquema, identificar perfis de temperatura e concentração, fazer balanços de massa e energia, fazer resolução matemática do problema, comparar e interpretar os resultados. Um segundo objetivo é procurar estimular a visão crítica do aluno, o espírito de trabalho em equipe e a criatividade. Esta capacidade servirá como base para realizar trabalhos de: i) otimização de processos através de modelagem e simulação, controle, integração energética, etc.; ii) projeto de unidades industriais e dimensionamento de equipamentos; iii) operação de unidades e acompanhamento de processos; iv) projeto e operação de unidades de bancada, em escala reduzida e; vi) solução de problemas de processos em geral 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Princípios da transferência de massa. 1. Forças intermoleculares. 2. Lei de Fick. 3. Definições de transferência de massa. Unidade II: Mecanismos de Difusão. 1. Coeficiente de difusão de gases. 2. Coeficiente de difusão de líquidos. 3. Coeficiente de difusão em sólidos. Unidade III: Difusão em regime estacionário e transiente sem reação química. 1. Concentração, velocidade e fluxo. 2. Equação da continuidade. 3. Condições de contorno 4. Sistemas de duas e três dimensões. 5. Número de Biot. Unidade III: Difusão com reação química. 1. Difusão com reações químicas homogêneas e heterogêneas. 2. Difusão transiente. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: CREMASCO, M. A. Fundamentos de Transferência de Massa. 2a Ed., Unicamp, 2002. WELTY, J. R. WILSON, R. E.; WICKS, C. C. Fundamentals of Momentum, Heat, and Mass Transfer, 4a Ed., John Wiley & Sons, 2001. CUSSLER, E.L. Diffusion: Mass Transfer in Fluid Systems. 2a Ed., Cambridge University Press, 1997. Bibliografia Complementar: BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978. PERRY, R. H.; GREEN, D. W.; MALONEY, J. O. Perry's chemical engineers' handbook. 7th ed. New York: McGraw-Hill, 1988. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome ERCO Estrutura e Reatividade Compostos Orgânicos de Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Analisar a estrutura e as propriedades físicas e discutir a ocorrência natural e as aplicações de representantes de compostos orgânicos das classes funcionais dos aldeídos e cetonas, ácidos carboxílicos e derivados (haletos de acila, anidridos, ésteres, amidas e nitrilas), fenóis e aminas. Compreender a reatividade e os métodos de preparação de representantes dessas classes de compostos orgânicos. Discutir as diversas relações entre a estrutura molecular e a reatividade, correlacionando as propriedades químicas e físicas de representantes dessas classes. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas - Introdução - Caracterização de Grupos Funcionais - Reações de Confirmação de Funções: Hidrocarbonetos Aromáticos, Grupos Insaturados C-C; Alcoóis 1a, 2a, 3a, Derivados Halogenados, Fenóis, Aminas, Nitro Derivados. - Caracterização de Grupos Funcionais - Aldeídos e Cetonas (Substâncias com Grupo Carbonila), Ácidos Carboxílicos e Derivados. Funções Mistas. - Preparo de Derivados - Reações Simples - (Adições, Eliminações e Substituições) envolvendo as funções anteriores. Mecanismos de Reação. - Aromaticidade e substituição eletrolítica aromática; - Aldeídos e cetonas e suas reações; - Ácidos carboxílicos, seus derivados e suas reações; - Fenóis, propriedades e reatividade; - Compostos nitrogenados, tipos, propriedades e principais reações. - Introdução a métodos físicos (RMN, MS, IV, UV) 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Solomons, TWG, Química Orgânica, 8a. ed., LTC, Rio de Janeiro, 2006, Vols 1 e 2. Morrinson,RT, Boyd, RN; Química Orgânica, 13a. ed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1996. Vollhardt KPC, Schore NE; Organic Chemistry, 3rd. edition, WH Freeman and Company – New York 1999 Bruice, P. Y. QUIMICA ORGANICA VOLs. 1 e 2, 4ª edição, 2006 Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Costa, P; Ferreira, V., Acidos e Bases Em Quimica Orgânica Bookman 1ª edição, 2005 Allingher, N. L. e Col. (1978) Química Orgânica, Guanabara Dois, 2ª ed., Rio de Janeiro Silverstein, R. M., Beler, G. C., Morril, T. C.; Identificação Espectrométrica de Compostos. Orgânicos; Editora Guanabara Koogan SA: Rio de Janeiro. Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código QAE Nome Credito CH Química Analítica Experimental 4 80 2. Objetivo da Disciplina Fornecer aos acadêmicos do curso de graduação uma introdução que lhes permita compreender e utilizar esta disciplina desenvolvendo e aplicando métodos, instrumentos e estratégias para melhor obter informações sobre a composição dos materiais no mundo real. A disciplina deve oferecer aos acadêmicos um ensino voltado às atividades de ensaios práticos experimentais bem balanceados entre a fundamentação teórica dos métodos analíticos mais importantes e as suas aplicações na solução dos problemas industriais e sociais relacionados com a produção e utilização de produtos químicos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. Pesagem 2. Medidas de volume 3. Titulações de ácidos e bases 4. Titulações por formação de complexos; aplicações do EDTA 5. Titulações por oxi-redução 6. Medida direta de pH. 7. Titulações potenciométricas 8. Manuseio de Espectrofotômetros. Espectros de Absorção 9. Determinações Espectrofotométricas UV/VIS 10. Determinação de traços de metais por AAS 11. Determinação de metais por ICP-OES 12. Análise de uma mistura por CG 13. Análise de uma mistura por HPLC 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Christian, G. D. – Analytical Chemistry Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 2. Harris, D. C. – Quantitative Chemical Analysis 3. Kellner, Mermet, Otto, & Widmer (edits)– Analytical Chemistry 4. Skoog, D. A., West, D. M., Holler, F. J. – Fundamentals of Analytical Chemistry 5. Skoog, D. A., Holler & Nieman – Principles of Instrumental Analysis Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: Coordenador: _____/____/______. ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome MAEQ Matemática Aplicada a Engª Química Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina A disciplina tem como objetivo o estudo do cálculo diferencial e integral para funções vetoriais. Álgebra Vetorial. Geometria Analítica: estudo da reta e do plano no espaço tridimensional; coordenadas polares, estudo das curvas e superfícies no espaço tridimensional; estudo das cônicas. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1) Função vetorial de uma variável real, definição, limite, continuidade, derivada. 2) Curvas no espaço – reta tangente e plano normal – comprimento do arco, parametrização pelo comprimento do arco, fórmulas de Serret-Frénet, plano osculado retificador e normal. 3) Campos escolares – derivado direcional, gradiente, conjunto de nível – Teorema do valor médio. 4) Fórmulas de Taylor e máximo e mínimos de funções da várias variáveis – Máximos e mínimos condicionados – Multiplicadores de Lagrange. 5) Integral dependente de um parâmetros – duplas e triplas e suas aplicações coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. 6) Funções do Rn no Rm - derivadas parciais vetoriais - matriz jacobina dependência funcional. 7) Teoremas de funções inversa e implícita. 8) Campos vetoriais – divergente e rotacional curvilíciais – Fórmulas de Green no plano – suas aplicações . 9) Superfícies – equações paramétricas, valor norma (orientação) , plano tangente e reta normal, elemento vetorial da área de uma superfície. 10) Integral de superfície – fluxo de um campo vetorial. 11) Fórmulas de stoke e Gauss e teoremas de Green no espaço. 1. CURVAS NO RN 1.1 Transformações de coordenadas 1.1.1 Translação de eixos 1.1.2 Rotações de eixos 1.2 Estudo das cônicas em coordenadas cartesianas 1.2.1 Definição, construção e equação da parábola, da elipse e da hipérbole 1.2.2 Definição geral das cônicas 1.3 Coordenadas Polares 1.3.1 Sistemas de coordenadas polares 1.3.2 Reta e círculo Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 1.3.3 1.3.4 1.4 1.4.1 1.4.2 2. 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 3. 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.5.1 3.5.2 3.5.3 3.6 3.6.1 3.6.2 3.6.3 3.6.4 4. 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 Cônicas Traçado de curvas Equações Paramétricas Representação paramétrica das seções cônicas e da ciclóide O gráfico de uma curva a partir de sua representação paramétrica ÁLGEBRA VETORIAL Vetores Adição de Vetores Multiplicação de um vetor por um escalar Dependência e independência linear Produto interno Bases ortogonais Sistema de coordenadas Produto vetorial Produto misto RETA E PLANO NO R3 Equação do plano: vetorial, paramétricas e geral Posições relativas entre dois planos Equações da reta: vetorial, paramétricas, simétricas e geral Posições relativas entre duas retas e entre uma reta e um plano Ângulo Entre duas retas Entre uma reta e um plano Entre dois planos Distância De ponto a plano De ponto a reta Entre duas retas Entre dois planos SUPERFÍCIES Discussão de uma equação de superfície Construção de uma superfície Superfície de revolução Superfície esférica Coordenadas esféricas e coordenadas cilíndricas 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: 1. LEHMAN, Charles H., Geometria Analítica, Ed. Globo 2. SANTOS, Nathan Moreira, Vetores e Matrizes, Ao Livro Técnico S.A. 3. CASTRUCCI, Benedito, Cálculo Vetorial, Livraria Nobel, S. A 4. FEITOSA, Miguel º, Vetores, Geometria Analítica, Livraria Nobel S. A 5. KINDLE, Joseph H., Geometria Analítica 6. SILVA, Valdir Vilmar, Geometria Analítica 7. Williamson, Crowell e Troter – Cálculo de funções vetoriais, vol. I e II., Ao livro Técnico, 1975. Bibliografia Complementar: 8. PISKUNOV, N – Cálculo Diferencial e integral, vol. 1 e 2, 4ª ed.porto, Ed.lopes da silva, 1978. 9. SPIEGEL M. – Análise Vetorial, Rio de janeiro, livro Técnico, 1961 10. HWEI HSU – Análise vetorial, teoria e resolução de 760 problemas, Rio de janeiro, Livros técnicos e científicos, 1972. 11. KAPLAN, W. – Cálculo avançado, são Paulo, Edgard Blucher, 1972. 12. LANG, Serge – Cálculo com álgebra linear, vol. 1 e 2, rio, livro Técnico, 1969. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TEQ I Termodinâmica da Engenharia Quimica I Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Estudo sob o ponto de vista dos fluidos dos processos de escoamento, compressão e expansão conversão calor - trabalho, refrigeração, liquidificação de gases Conceitos e leis visto em físico-química visando à aplicação em engenharia química. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- Comportamento PVT de substâncias puras: A Superfície PVT. Diagrama Pressão-temperatura. Diagrama Pressão-volume. Tabelas de propriedades de substâncias puras. Dados tabelados e análise de energia para um sistema fechado. Estimativa de propriedades críticas. 2- Equações fundamentais para um volume de controle: Conservação da massa e o volume de controle. A primeira lei da Termodinâmica para um volume de controle. Processo em regime permanente. O Coeficiente Joule-Thomson e o processo de estrangulamento. Processo em regime uniforme. Relação entre a equação da energia mecânica e a equação da energia térmica para o regime estacionário. 3- A Segunda lei da Termodinâmica: Entropia – uma propriedade de um sistema. Diagramas termodinâmicos. Variação da entropia em processos reversíveis. As equações TdS. Variação de entropia em processo irreversíveis. Variação da entropia de um gás ideal. A 2a lei da Termodinâmica para um volume de controle. Processo adiabáticos irreversíveis em dispositivos para escoamento estacionário. 4- Correlações Pressão-volume-temperatura para fluidos reais: O fator de compressibilidade. Equação Virial: formas truncadas. Cálculo do segundo coeficiente virial. Equações cúbicas de estado. Equação BWR. Metidos dos estados correspondentes: correlação de Pitzer, correlação de Lee-Kesler. Correlações específicas para líquidos. Regras de mistura. 5- Propriedades termodinâmicas dos fluidos: Relação entre propriedades termodinâmicas para uma fase homogêa de composição constante. Propriedades Residuais. Sistemas de duas fases. Correlações generalizadas de propriedades termodinânicas. 6- Sistema de composição variável. Comportamento ideal: Relação fundamental entre propriedades. O potencial químico como critério de equilíbrio de fase. A mistura de gás ideal. A solução ideal. A lei de Raoult. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Introduction to Chemical Engineering Thermodynamics-J.M. Smith e H.C. Van Nests. MaGraw-Hill Book company 4a edition e 3a edição (português) 2. Thermodynamics-K. Wark-McGraw Hill-3a edition; Bibliografia Complementar: 3. The Properties of Gases and Liquids- 4a edition-Reid, Prausnitz e Poling; 4. Fundamental of Classical Thermodynamics-Van Wylen e Sontag-2a edition; Applied Hydrocarbon Thermodynamics-W.C. Edmister e B.Lee. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome QOE Química Orgânica Experimental Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Introduzir métodos da síntese, separação e purificação de substâncias orgânicas. Assim como desenvolver a extração por solvente e a análise por cromatografia. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Síntese e purificação de substâncias orgânicas líquidas Destilação simples e fracionada. Unidade II: Síntese e purificação de substância sólida Cristalização e recristalização. Uso de carvão ativo e similares Sublimação. Unidade III: Separação de compostos orgânicos por arraste de vapor Unidade IV: Determinação de ponto de fusão e ebulição Unidade V: Extração com solventes Unidade VI: Cromatografia : em papel, em camada delgada e em coluna 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ALLINGER, N. L. et all. Química Orgânica. Ed. Guanabara Dois S.A., Rio de janeiro, 1978. MORRISON, R. T. e BOYD, R.N. Química Orgânica. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 8ª ed. 1983. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Livros Técnicos e Científicos. Ed. Rio de Janeiro, 6ª ed., 1996. Bibliografia Complementar: AMARAL, L. Química Orgânica. Ed. Moderna Ltda., 1981. VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. V. 1,2,3, 2ª Ed. Livro Técnico S.A., Rio de janeiro, 1980. 5. Observações Complementares Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome OU I Operações Unitárias I Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina O objetivo do curso é o desenvolvimento da formulação relativa às principais operações da indústria química que envolve as fases sólidas e fluidas simultaneamente, de modo que o aluno obtenha o domínio na utilização das equações de projeto dos equipamentos fundamentais destas operações. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Normas e unidades. 2. Propriedades dos sólidos particulados. 3. Armazenagem de fluídos e sólidos. Unidade II: Transporte de sólidos 1. Transporte em correias transportadoras, elevadores de caçambas e transportadores de rosca. 2. Calculo de potência necessária para transporte. 3. Transporte pneumático. Unidade III: Peneiramento 1. Tipos de peneiras. 2. Séries de peneiras Tyler, ASTM e ABNT. 3. Análise granulométrica. 4. Balanço de massa no peneiramento. 5. Cálculo de eficiência. 6. Dimensionamento de uma peneira. Unidade IV: Espessadores e clarificadores. 1. Tipos de espessadores e classificadores. 2. Cálculo de eficiência. 3. Dimensionamento. Unidade V: Decantadores 1. Tipos de decantadores. 2. Cálculo de eficiência. 3. Dimensionamento. Unidade VI: Filtragem 1. Tipos de filtros. 2. Meios filtrantes. 3. Cálculo de eficiência. 4. Dimensionamento de filtros. Unidade VII: Centrifugação Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 1. Tipos de centrífuga. 2. Cálculo de eficiência. 3. Dimensionamento de centrífugas. Unidade VIII: Ciclonagem e hidrociclonagem 1. Tipos de ciclones e hidrociclones. 2. Cálculo de potência. 3. Cálculo de eficiência 4. Dimensionamento. Unidade IX: Misturadores e agitadores. 5. Tipos de misturadotes e agitadores. 6. Cálculo de potência. 7. Cálculo de eficiência 8. Dimensionamento. Unidade X: Fluidização 1. Teoria da fluidização. 2. Propriedades físicas do leito fluidizado. 3. Perda de carga em leito fluidizado. 4. Condições de fluidização. Unidade XI: Britadores 1. Tipos de britadores. 2. Cálculo de potência. 3. Cálculo de eficiência. 4. Dimensionamento. Unidade XII: Moinhos 1. Tipos de moinhos. 2. Cálculo de potência. 3. Cálculo de eficiência 4. Dimensionamento. Unidade XIII: Bombas 1. Tipos de bombas. 2. Cálculo de potência. 3. Cálculo de eficiência. 4. Dimensionamento. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois, 1973. FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. MASSARANI, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher Ltda. MASSARANI, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997. MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993. GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Hall, 1993. MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara Koogan S.A., 1987. SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007. Bibliografia Complementar: CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe, Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978. COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias, Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome EInd Eletricidade Industrial Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina compreende a base da eletricidade industrial, desenvolvendo conceitos sobre a leitura de instrumentos (amperímetros, voltímetros, multímetros), Na montagem de máquinas elétricas (motores, transformadores, geradores de energia). Na segurança do trabalho. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução a eletricidade industrial 1. Sistema de unidades 2. Normas técnicas 3. Conceitos iniciais (corrente elétrica, resistência elétrica, voltagem, condutância, resistividade, potência, etc.). 4. Condutores e isolantes elétricos. 5. Magnetismo e eletromagnetismo. Unidade II: Instalações industriais 1. Chaves magnéticas. 2. Chaves manuais. 3. Disjuntores. 4. Controladores lógicos programáveis. 5. Fusíveis. 6. Quadro de distribuição. 7. Eletrocalhas e eletrodutos. 8. Sensores. 9. Aterramento. 10. Balanço de carga em um circuito elétrico Unidade III: Máquinas elétricas (utilidade, método de instalação 1. Motores. 2. Bombas. 3. Transformadores. 4. Geradores. Unidade V: Instrumentação elétrica industrial 1. Medidores de correte. 2. Medidores de voltagem. 3. Medidores de resistências elétricas. Unidade VI: Segurança industrial elétrica 1. Equipamento de proteção individual. 2. Equipamento de proteção coletiva. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 3. Normas brasileiras voltadas à segurança industrial elétrica 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BAZZO, W.; VALE, P. L. T. Introdução a Engenharia. 4.ed. Florianópolis: UFSC. MILLMAN, J. e HALKIAS, C.C., Eletrônica, Dispositivos e Circuitos, Vol. 1, MAKRON Books do Brasil Editora Ltda. SCHIMIDT, Valfredo. Materiais Elétricos Vol. 1. São Paulo: Editora Blücher, 1979. SCHIMIDT, Valfredo. Materiais Elétricos Vol. 2. São Paulo: Editora Blücher, 1979. Bibliografia Complementar: VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro: Elsevier, 1994. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome CR I Calculo de Reatores I Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Conceitos fundamentais podem ser utilizados para o estudo de reatores químicos: Correlacionar o conteúdo aprendido com os de outras áreas da engenharia química; Estar capacitados para avaliação preliminar das condições de operação e de projeto dos tipos básicos de reatores químicos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Cinética das reações homogêneas Unidade II: Tipo de reatores e aplicações 1. Reator de tanque agitado (em batelada) 2. Reator de tanque agitado semibatelada 3. Reator de tanque agitado contínuo 4. Reator tubular contínuo pistonado 5. Reator contínuo de leito fixo 6. Reator com reciclo 7. Reator autocatalítico Unidade III: Estudo das reações químicas em cálculo de reatores 1. Velocidade de reação 2. Efeito da temperatura e da pressão 3. Balanço de massa e energia aplicada em reatores 4. Definição de conversão e extensão de reação 5. Estequiometria 6. Sistemas reacionais a volume constante e com variação de volume Unidade IV: Reações múltiplas em reatores ideais 1. Reações em série e paralelo 2. Otimização, rendimento e seletividade. Unidade V: Projeto de Reatores Isotérmicos 1. Reator de tanque agitado de operação batelada 2. Reator de tanque agitado de operação contínua 3. Reator de tanque agitado de operação semicontínua 4. Reator do tipo tubular ideal 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: FOGLER, H.S., Elements of Chemical Reaction Engineering, New Jersey: Prentice – Hall, 1992. HILL, Chemical Engineering Kinetics and Reactor Design, New York: Wiley, 1977. LEVENSPIEL, O., Engenharia das Reações Químicas, vol. I, S. Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda (USP), 1974. Bibliografia Complementar: BRASIL, N. Introdução a Engenharia Química. Interciência, Rio de Janeiro:1999. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TC Transferência de Calor Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina O curso tem o objetivo de desenvolver a capacidade do acadêmico para analisar os fenômenos físicos e químicos, em sistemas reais, industriais ou do cotidiano, com relação à transferência de calor e de massa, envolvendo diversas etapas: identificar o fenômeno físico, identificar as variáveis, formular o problema e seu objetivo, desenhar o esquema, identificar perfis de temperatura e concentração, fazer balanços de massa e energia, fazer resolução matemática do problema, comparar e interpretar os resultados. Um segundo objetivo é procurar estimular a visão crítica do aluno, o espírito de trabalho em equipe e a criatividade. Esta capacidade servirá como base para realizar trabalhos de: i) otimização de processos através de modelagem e simulação, controle, integração energética, etc.; ii) projeto de unidades industriais e dimensionamento de equipamentos; iii) operação de unidades e acompanhamento de processos; iv) projeto e operação de unidades de bancada, em escala reduzida e, vi) solução de problemas de processos em geral. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Unidades e dimensões. 2. Princípios sobre condução, convecção e radiação. 3. Conservação de energia no volume de controle. 4. Balanço de energia. Unidade II: Condução do calor. 1. Conceitos sobre condução de calor. 2. Condução de calor em regime unidimensional e bidimensional permanente. 3. Condução de calor transiente. Unidade III: Convecção do calor. 1. Conceitos sobre convecção de calor. 2. Escoamento externo com convecção. 3. Escoamento interno com convecção. 4. Escoamento livre com convecção. 5. Trocadores de calor. Unidade V: Radiação 1. Intensidade de radiação. 2. Transferência de calor entre superfícies por radiação. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: DEWITT, D. P.; INCROPERA, F. R. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 3.ed BEJAN, A .Transferência de Calor, São Paulo, Edgard Blucher, 1996. BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978. Bibliografia Complementar: KERN, D. Q. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TEQ II Termodinâmica da Engenharia Química II Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Desenvolver no aluno conceitos fundamentais e métodos de abordagem do problema de equilíbrio de fases e de equilíbrio químico. Equilíbrio de fases, equilíbrio químico 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- INTRODUÇÃO 2- TERMODINÃMICA CLÁSSICA DE SOLUÇÕES NÃO-ELETROLITICAS 2.1- Grandeza de mistura 2.2- Propriedade parcial molar e equação de Gibbs-Duhem 2.3- Fugacidade. Propriedades residuais. Coeficientes de fugacidade 2.4- Equação de Gibbs-Helmholtz 2.5- Fugacidade e coeficiente de fugacidade como função da temperatura, pressão e composição. 2.6- Coeficiente de fugacidade a partir de equações de estado 2.7- Solução ideal 2.8- Solução real. Atividade. Propriedades em excesso. Coeficiente de atividade 3- MODELOS PARA ENERGIA LIVRE DE GIBBS EM EXECESSO 3.1- Equações de Margules 3.2- Teoria de Van Laar 3.3- Teoria de Scatchard-Hildebrand 3.4- Equação de Flory-Huggins 3.5- Equação de Wilson 3.6- NRTL 3.7- UNIQUAC 3.8- Métodos por contribuição de grupos: ASOG,UNIFAC 4- EQUÍLIBRIO DE FASES 4.1- Características do estado de equilíbrio 4.2- Critério de equilíbrio 4.3- Regra das fases. Teorema de Duhem 4.4- Fugacidade e critério de equilíbrio 4.5- Equilíbrio líquido-vapor 4.6- Equilíbrio líquido-líquido 4.7- Cálculo de ponto de bolha e orvalho. 4.8- Estabilidade de fases 5- EQUILIBRIO QUÍMICO Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 5.1- Notação generalizada para uma reação química 5.2- Extensão da reação 5.3- Critério de equilíbrio químico 5.4- regra das fases em sistemas racionais 5.5- Constante de equilíbrio 5.6- Efeito da temperatura sobre a constante de equilíbrio 5.7-Fugacidade e critério de equilíbrio químico 5.8- Equilíbrio químico em sistemas homogêneos e heterogêneos 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1- SMITH, J.M. e Van Ness, H.C., Introduction to Chemical Engineering Thermodynamics, McGraw - Hill Book Company , 5a. Ed., Singapura, 1999 (ou 4a Ed. 1987) 2- SANDLER, S.I., Chemical and Engineering Thermodynamics, Jonh Wiley & Sons, New York, 2000. Bibliografia Complementar: 3- PRAUSNITZ, J.M., Lichtenthaler, R.N. e Azevedo, E.G., Molecular Thermodynamics of Fluid-Phase Equilibria, Prentice-Hall, 2ª Ed., 1986 4- REID, PRAUSNITZ E PÖLING, The Properties of Gases and Liquids - 4a. Ed., Singapura, 1984 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome PII Processos Industriais Inorgânicos Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina objetiva contemplar o ensinamento das diversas indústrias inorgânicas, estabelecendo as matérias primas na produção, fluxogramas, assim como diversos dados atuais do mercado. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Sistema de Unidades 2. Fluxograma 3. Localização da fabrica 4. Conversões químicas 5. Processamento químico na industria inorgânica Unidade II: Industria da água 1. Processos de tratamento da água 2. Desmineralização 3. Dessalinização 4. Tratamento das águas industriais Unidade III: Industria do carbono 1. Destilação e coqueificação do carvão mineral 2. Negro de fumo 3. Carvão ativo 4. Grafita natural e artificial 5. Diamantes industriais Unidade IV: Gases industriais 1. Dióxido e monóxido de carbono 2. Hidrogênio 3. Oxigênio 4. Nitrogênio 5. Hélio 6. Acetileno 7. Dióxido de enxofre 8. Óxido nitroso Unidade V: Industria Cerâmica 1. Matérias primas 2. Classificação das cerâmicas 3. Refratários 4. Esmaltes Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 5. Fornos Unidade VI: Industria do cimento 1. Tipos de cimento 2. Fabricação do cimento (via seca e por via úmida) Unidade VII: Indústria do vidro 1. Método de fabricação 2. Fornos Unidade VIII: Indústria do cloro 1. Fabricação da barrilha 2. Fabricação do bicarbonato de sódio 3. Fabricação do cloro e da soda cáustica Unidade IX: Indústria eletrolítica 1. Alumínio 2. Magnésio 3. Sódio Unidade X: Indústria do fósforo 1. Rocha fosfática 2. Derivados do fósforo 3. Fertilizantes 4. Fabricação do fósforo Unidade XI: Indústria do potássio 1. Cloreto de potássio Unidade XII: Indústria do nitrogênio 1. Ciamida 2. Produção de amônia 3. Produção de acido nítrico Unidade XIII: Indústria do acido sulfúrico 1. Mineração 2. Fabricação pelo processo de contato 3. Equipamentos 4. Recuperação Unidade XIV: Indústria do acido clorídrico, bromo, iodo, flúor, alumina, cobre, bário, lítio, boro 1. Emprego 2. Método de processamento Unidade XV: Indústria dos explosivos 1. Tipos de explosivos 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Industrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara. Rio de Janeiro: 1980. SOUZA SANTOS, P. Ciências e Tecnologia das Argilas. 2ªed. 3v. Edgard Blucher Ltda. São Paulo: 1989. MAIA, S.B. O vidro e sua Fabricação. Interciência, Rio de Janeiro: 2003. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Complementar: FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome CTM Ciência e Tecnologia dos Materiais Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Oferecer ao acadêmico conhecimento da estrutura atômica dos materiais, seu comportamento quando submetidos à temperaturas baixas e altas, suas principais propriedades mecânicas, térmicas e químicas, de forma a possibilitar a seleção adequada do material a empregar. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Unidades e normas técnicas Unidade II: Introdução a ciências e tecnologia dos materiais 1. Campo de trabalho 2. Tipos de materiais 3. Equipamentos para ensaio mecânico 4. A importância de testes padronizados Unidade III: Estruturas dos materiais 1. Estruturas cristalinas 2. Estruturas não cristalinas 3. Fases cristalinas e amorfas 4. Diagramas de equilíbrio de fases Unidade IV: Propriedades mecânicas, elétricas, magnéticas térmicas e óticas dos materiais 1. Interpretação de dados 2. Análise gráfica 3. Caracterização do material por análise gráfica Unidade V: Discordância e mecanismo de aumento de resistência 1. Definições sobre discordâncias 2. Movimento de discordâncias e sua implicação na deformação 3. Aumento de resistência através do impedimento de movimento de discordâncias 4. Aumento de resistência através de adição de impurezas 5. Aumento de resistência através do controle do tamanho do grão 6. Aumento de resistência por tratamentos térmicos Unidade VI: Falha 1. Tipos de fratura 2. Transição dúctil-frágil 3. Mecanismo da fratura 4. Teoria de Kraft para fratura frágil Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 5. Fractografia: uma análise macro e microscópica da fratura Unidade VII: Diagramas de fase 1. Soluções sólidas 2. Diagrama bifásico 3. Diagrama Fe-C 4. Diagrama TTT Unidade VIII: Processamento térmico de ligas metálicas 1. Recozimento 2. Normalização 3. Tempera 4. Revenido Unidade IX: Ligas metálicas e não metálicas 1. Ligas metálicas ferrosas 2. Micrografia das ligas metálicas ferrosas 3. Ligas metálicas não ferrosas 4. Processamento de ligas metálicas Unidade X: Materiais cerâmicos 1. Composição dos materiais cerâmicos 2. Classificação dos materiais cerâmicos 3. Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos polímeros 4. Processamento dos materiais cerâmicos 5. Diagrama de fases (binário e ternário) Unidade XI: Materiais poliméricos 1. Composição dos materiais poliméricos 2. Formação dos materiais poliméricos 3. Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos polímeros 4. Classificação dos materiais poliméricos 5. Processamento dos materiais poliméricos Unidade XII: Madeira 1. Constituição química e física da madeira 2. Propriedades químicas, físicas e mecânicas da madeira 3. Beneficiamento da madeira Unidade XIII: Compósitos 1. Constituição química e física dos materiais compósitos 2. Formação dos materiais compósitos 3. Propriedades químicas, físicas e mecânicas dos compósitos 4. Classificação dos materiais compósitos 5. Processamento dos materiais compósitos 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: ASKELAND, D.R.; PHULÉ, P.P. Ciências e Engenharia dos Materiais. Cengage Learning, São Paulo: 2008. BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Uma introdução. 5ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. 589p. CHIAVERINI, V. Aços carbono e Ferros Fundidos - Associados Brasileira de Metais MEHTA, P. K. Concreto – Estrutura, Propriedades e Materiais. São Paulo: PINI, 1994. PETRUCCI, E.G.R. Materiais de Construção. Porto Alegre: Globo, 1978. VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: E. Blucher, 1970. VERÇOZA, E. J. Materiais de Construção. Porto Alegre: Sagra/PUC-EMMA, 1975. Bibliografia Complementar: BOTTREL COUTINHO, C. Materiais Metálicos para Engenharia – Fundação Cristiano Ottoni COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns – Ed. Edgard Blucher SILVA TELES, P. C. Materiais para Equipamentos de processos- Ed. Interciência REED-HILL, R. Princípios de metalurgia Física – Ed. Guanabara Dois 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código MT Nome Credito CH Mecânica Técnica 4 80 2. Objetivo da Disciplina Determinar as características geométricas das seções, calcular as solicitações fundamentais de força, momento de acordo com os tipos de apoio. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Estática 1. Conceitos de forças, classificação. 2. Momento de uma força. 3. Sistema de forças. 4. Momento de um sistema de forças. 5. Sistemas de forças em equilíbrio (equações de estática). 6. Vínculos. 7. Reações de apoio (vigas isostáticas). 8. Diagramas de esforço normal, esforço cortante e momento fletor. Unidade II - Geometria das massas 1. Centro de gravidade. 2. Momento de inércia de superfícies, linhas e volumes. 3. Produto de inércia. 4. Eixos principais de inércia. Unidade III: Equilíbrio dos corpos 1. Condições de equilíbrio de um corpo 2. Diagrama de corpo livre 3. Estabilidade de um corpo 4. Vínculos Unidade IV: Estruturas planas 1. Vigas 2. Esforço solicitante e suas relações 3. Diagrama de esforço solicitante Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Editora Érica, 1999. MERIAN, J. L. Estática. Rio de Janeiro: livros técnicos e científicos, 1977. TIMOSHANKO, S. Mecânica Técnica Estática. Rio de Janeiro: livros técnicos e científico, 1975. Bibliografia Complementar: SUSSEKIND, J. C. Cursos de Análise Estrutural: estruturas isostáticas. Porto Alegre: Globo, 1991. v.1. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: Coordenador: _____/____/______. ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome CR II Calculo de Reatores II Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Possibilitar ao aluno ampliar seu campo de atuação na avaliação e projeto de reatores químicos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução. 1. Reações heterogêneas. Unidade II: Reações entre fluidos e catalisadores sólidos 1. Cinética de Superfície. 2. Mecanismos e resistência da difusão nos poros do catalisador. 3. Determinação da taxa de reações em meio catalítico. 4. Reator catalítico de leito recheado. 5. Métodos experimentais para determinação de velocidades Unidade III: Reações de fluido com fluido 1. Equação da velocidade 2. Aplicações na engenharia Unidade III: Reatores não ideais 1. Tempo de residência. 2. Modelos matemáticos para escoamento não ideal 3. Tanques contínuos e em série. Unidade IV: Desativação de catalisadores 1. Mecanismos de desativação de catalisadores. 2. Equação da velocidade 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: FOGLER, H.S., “Elements of Chemical Reaction Engineering”, 2a edição, PrenticeHall, New Jersey (1992). SMITH, J.M., “Chemical Engineering Kinetics”, 3a edição, McGraw-Hill, Singapore (1981). CHEN, N.H., “Process Reactor Design”, Allyn and Bacon, Boston (1983). HILL, C.G., ”Na Introduction to Chemical Engineering Kinetics & Reactor Design”, John Wiley & Sons, New York (1977). Bibliografia Complementar: ROSE, L.M., “Chemical Reactor Design in Practice”, Elsevier Science, New York (1981). Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá SATTERFIELD, C.N., “Heterogeneous Catalysis in Practice”, McGraw-Hill Book Company, New York (1980). SATTERFIELD, C.N., “Mass Transfer in Heterogeneous Catalysis”, Robert E. Krieger Publishing Co., Malabar (1981). 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome OU II Operações Unitárias II Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Apresentar os Processos de Separação, a escolha de equipamentos para os Processos de separação e os projetos de equipamentos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Trocadores de calor: bitubulares, de casco e tubos e de placas paralelas. 1. Fatores de incrustação. 2. Queda de pressão. 3. Cálculo de eficiência. 4. Dimensionamento. Unidade II: Métodos de troca de calor 1. Evaporadores. 2. Condensadores. 3. Refervedores. 4. Caldeiras. Unidade III: Destilação 1. Equilíbrio líquido vapor. 2. Ponto de bolha e de orvalho. 3. Destilação de equilíbrio (flash). 4. Balanço de massa e energia. 5. Destilação de misturas binárias. 6. Destilação multicomponente. 7. Eficiência e dimensionado (pratos e recheios). Unidade IV: Umidificação 1. Psicrometria. 2. Tipos de umidificadores (torres de resfriação). 3. Eficiência e dimensionamento. Unidade V: Refrigeração 1. Tipos de refrigeradores. 2. Eficiência e dimensionamento de refrigeradores. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois, 1973. FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá MASSARANI, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher Ltda. MASSARANI, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997. MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993. GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice Hall, 1993. MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara Koogan S.A., 1987. SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007. Bibliografia Complementar: CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe, Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978. COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias, Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome RM Resistência dos Materiais Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Compreender o comportamento dos materiais sujeitos a agentes mecânicos, dentre outros, que atuam sobre peças de formas simples, buscando-se a quantificação dos efeitos através da introdução de hipóteses simplificadoras as quais, ao tempo em que permitem a obtenção de fórmulas matemáticas mais simples não deixam de representar a realidade prática, nos limites de precisão exigidos pelas necessidades da Engenharia. Tensões e deformações. Princípios gerais da Resistência dos Materiais. Esforços solicitantes. Análise das peças subordinadas a esforços simples e combinados. Sistemas isostáticos. Energia de deformação. Propriedades gerais. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Sistema de normas técnicas. 2. Sistema e transformação de Unidades. Unidade II: Tensão e compressão 1. Normas para ensaio 2. Cálculo das forças atuantes em um corpo 3. Lei de Hooke 4. Cálculo da tensão de tração e compressão 5. Cálculo do alongamento e da deformação 6. Análise gráfica do ensaio de tração e compressão 7. Carga axial 8. Aplicação dos cálculos de resistência a tração e compressão na engenharia química Unidade III: Torção 1. Deformação por torção em eixo circular. 2. Módulo de torção. 3. Transmissão de potência e ângulo de torção. 4. Tubos de parede finas. 5. Torção Inelástica. 6. Aplicação dos cálculos de resistência a torção na engenharia química Unidade IV: Flexão 1. Forças cortantes. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Cálculo da flexão em três e quatro pontos. Aplicação dos cálculos de flexão na engenharia química Unidade V: Cisalhamento 1. Força de cisalhamento. 2. Tensão de cisalhamento. 3. Deformação de cisalhamento. 4. Aplicação dos cálculos de resistência a tração e compressão na engenharia química. 2. 3. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Resistência dos Materiais. São Paulo: Ed. Mc Graw-Hill do Brasil, 1982. BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. São Paulo: Ed. Mc Graw-Hill do Brasil, 1982 LACERDA, Flávio Suplicy. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 1995 TIMOSHENKO, S.P. Resistência dos Materiais. 02 vols. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico Ltda. 1973. TIMOSHENKO, S.P. GERE Resistência dos Materiais. 02 vols. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico Ltda. 1973. Bibliografia Complementar: FEODOSIEV, V. I. Resistência dos Materiais. Moscou: Ed. MIR, 1980. HIGDON, Ohlsen Styles. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois POPOV, Ergor P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. SHAMES, Irving H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. Ed. Prentice Hall. STIPIN, P. A. Resistência dos Materiais. Moscou, 1979. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome PEB Processo da Engª. Bioquímica Credito 4 CH 8 2. Objetivo da Disciplina Estudar a aplicação dos conhecimentos de bioquímica, da microbiologia geral e da engenharia bioquímica e biotecnologia na obtenção industrial de produtos de valor econômico, seja no campo dos fármacos, dos alimentos, dos solventes, bem como no tratamento de efluentes orgânicos. Noções fundamentais. Leveduras. Agentes sacarificantes. Produção industrial de álcool por fermentação. Fabricação de cerveja, vinho e bebidas alcoólicas destiladas. Bactérias. Fermentação acetona/álcool. Bactérias acéticas. Produção de ácido lático. Fungos. Fermentação Cítrica. Preparação enzimática. Antibióticos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1.Importância da Microbiologia Industrial, da Engenharia Bioquímica e da Biotecnologia. 1.1- Apresentação de uma indústria de base microbiológica. 1.2- Principais produtos de origem microbiológica 1.3- Avanços mais recentes no campo da biotecnologia 2.Microbiologia básica 2.1- Histórico. Reinos microbianos. 2.2- Protozoários e algas: características, morfologia, reprodução, ocorrência, classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas causados. 2.3- Fungos: características, morfologia, reprodução, ocorrência, classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas causados. 2.4- Bactérias: características, morfologia, reprodução, ocorrência, classificação, nutrição, ecologia. Principais usos industriais e problemas causados. 2.5- Vírus: fisiologia, reprodução, características, interferons, vírus temperados. 3.Crescimento microbiano 3.1- Definição. Fatores controladores. Exigências de crescimento. 3.2- Formulação de meio de cultura. Cultura pura. Estado físico da cultura. 3.3- Medidas de crescimento microbiano. 3.4- Curva e equação dos crescimentos descontínuos e contínuos. 3.5- Cinética de enzimas. Equações de de Michaelis - Menten. 4.Morte microbiana 4.1- Definição. Mecanismos e agentes de esterilização. 4.2- Equação da morte térmica. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4.2- Esterilização de meios de cultura. 4.3- Esterilização de equipamentos. 4.4- Esterilização de ar. 5.Elementos de Bioquímica geral e biossíntese de macromoléculas 5.1- Principais macromoléculas bioquímicas: proteínas (inclusive enzimas), glicídeos, lipídeos e ácidos nucléicos. 5.2- A biossíntese das macromoléculas. 6.Produção de etanol, cerveja e vinhos. 7.Produção de derivados do leite por fermentação. 8.Tratamento aeróbico de efluentes orgânicos com uso de microrganismos: lagoas de estabilização, filtros biológicos e lodos ativados. 9.Tratamento anaeróbico de efluentes orgânicos com uso de microrganismos. 10. Biodigestores. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Série BIOTECNOLOGIA . V.A.Lima,E. Aquarone,W.Borzani,Ed. Edgard Blucher v.1 - Tecnologia das Fermentações v.2 - Tópicos de Microbiologia Industrial v.3 - Engenharia Bioquímica v.5 - Alimentos e Bebidas Produzidos por Fermentação Bibliografia Complementar: - Introdução à Bioquímica. Conn e Stumpf, Ed. Edgard Blucher Ltda - No Mundo dos Micróbios. Stanier, Doudoroff e Adelberg,Ed. Edgard Blucher - Engenharia Bioquímica. S. Aiba, H. Humphey, N. Mills -Microbiologia. Pelczar, Reid, Chan. v.1 e v.2. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome PQO Processos da Industria Orgânica Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina A disciplina contempla os diversos ramos do processo industrial orgânico, estabelecendo diversos parâmetros do processo. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Sistema de Unidades 2. Fluxograma 3. Localização da fabrica 4. Conversões químicas 5. Processamento químico na indústria orgânica Unidade II: Industria dos Óleos, gorduras e ceras 1. Óleos de origem animal ou vegetal: tipos e obtenção 2. Processamento da gordura 3. Produção de cera Unidade III: Indústria dos sabões e detergentes 1. Matéria primas 2. Fabricação 3. Tipos de sabões e detergentes Unidade IV: Indústria do açúcar e do amido 1. Fabricação do açúcar e do amido Unidade V: Indústrias de fermentação 1. Fabricação do álcool industrial 2. Cervejas 3. Vinhos 4. Vinagre Unidade VI: Industria da madeira 1. Hidrolise da madeira 2. Derivados da celulose Unidade VII: Indústria do papel 1. Fabricação de polpa para papel 2. Fabricação de papel Unidade VIII: Indústria do plástico 1. Fabricação de resinas 2. Polimerização Unidade IX: Indústria das fibras 1. Tipos de fibras Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 2. Fabricação de fibras Unidade X: Indústria da borracha 1. Borracha natural e sintética 2. Outros tipos de borracha 3. Vulcanização Unidade de XI: Indústria Petroquímica 1. Composição do petróleo 2. Produtos da refinação 3. Processo de refino Unidade XII: Indústria dos corantes 1. Tipos de corantes 2. Métodos de obtenção Unidade XIII: Indústria farmacêutica 1. Química dos produtos naturais 2. Produção de produtos farmacêuticos 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Indústrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara. Rio de Janeiro: 1980. FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. Bibliografia Complementar: MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara Koogan S.A., 1987. COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias, Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome ADE Administração para Engenheiros Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Conduzir ao acadêmico a conhecer os aspectos teóricos e práticos da administração como ciência. Mostra-lhe os procedimentos sistêmicos, por objetivos, burocráticos e outros. Abordagem dos princípios da administração clássica e científica e suas diferenças e desenvolvimento. Aplicar os conhecimentos nas diversas áreas de atuação administrativa. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: INTRODUÇAO: Antecedentes históricos; necessidades da administração; histórico dos princípios administrativos; desenvolvimento de uma teoria geral da administração. Unidade II: SUMÁRIO DA TEORIA ADMINSTRATIVA: Principais movimentos teóricos: Clássico, burocrático, por objetivos, sistêmicos, relações humanas, entre outros. Unidade III: PROCESSO ADMINISTRATIVO: Função: seqüência, universalidade. Planejamento: etapas, tipos. Organização: princípios, departamentalização, delegação. Direção: autoridade, estilos, motivação Controle: atividade, tipos Unidade IV: FUNÇÕES DA EMPRESA: Produção, mercado, pessoal, finanças, material, entre outros aspectos. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: • CHAVIANETO, Idalberto – Introdução à teoria da administração. Ed. McGraw-Hill. • LODI, João Bosco – Historia da administração. Ed. Liv. Pioneira • HAMPTON, David – Administração Contemporânea. Ed. McGraw-Hill. • KASTEN & RESENWIG – Administração contemporânea. Ed. McGraw-Hill. • W. NEWMAN e K. WARREN – Administração avançada. Ed. Atlas. • H. I. ANSOFF e D. HAYES – De planejamento estratégico à administração estratégica. Ed. Atlas. Bibliografia Complementar: • CHARRON, Evers e FENNER – Introdução a psicologia aplicada à administração. Ed. Saraiva Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá • NEWMAN, William – Ação administrativa. Ed. Atlas. • KOONTZ & O’DONNELL – Fundamentos da administração. Liv. Pioneira e Editora. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome OU III Operações Unitárias III Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Conhecimento da aplicação dos conceitos de transferência de calor e massa, equilíbrio físico-químico no projeto e avaliação de colunas recheadas. Desenvolvimento da capacidade de projetar, avaliar, simular e otimizar equipamentos de contato direto. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Absorção 1. Condição para análise matemática da absorção de gás. 2. Solubilidade de gases em líquidos 3. Métodos de absorção e dessorção. 4. Eficiência e dimensionamento de equipamentos para absorção. Unidade II: Adsorção 1. Adsorventes. 2. Equilíbrio e cinética de adsorção. 3. Eficiência e dimensionamento de equipamentos para adsorção Unidade III: Cristalização 1. Princípios da cristalização. 2. Nucleação e crescimentos dos cristais. 3. Tipos de cristalizadores. 4. Dimensionamento e eficiência de cristalizadores. Unidade IV: Secagem 1. Balanço de massa e energia no processo de secagem. 2. Tipos de secadores. 3. Eficiência e dimensionamento de equipamentos para secagem. Unidade VI: Lixiviação 1. Mecanismos. 2. Cálculo de eficiência. 3. Dimensionamento da operação. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: CALDAS, J.N. E LACERDA, A.I., Torres Recheadas, JR Editora Técnica Ltda. Rio de Janeiro, 1988. PERRY & CHILTON, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois, 1973. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. MACCABE, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993. GEANKOPLIS, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice Hall, 1993. MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara Koogan S.A., 1987. SAMPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, F. A. Tratamento de Minérios: práticas laboratoriais. CETEM. Rio de Janeiro: 2007. Bibliografia Complementar: CRANE (Engineering Division), Flow of Fluids through Valves, Fittings, and Pipe, Technal Paper No. 410, Crane Co, 1978. COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química II: Operações Unitárias, Lisboa: Fundação Calouste Gulbelnkian, 1977. TREYBAL, R. E. - Mass Transfer Operations - 2a. Ed. McGraw Hill - Tóquio, 1968 RAUTENBACH, R. E ALBRECHT, R. - Membrane Process, J. Wiley e Sons, New York. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome LEQ I Laboratório de Engª Química I Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Aplicar os conhecimentos adquiridos durante as disciplinas de Transporte de Quantidade de Movimento, Operações Unitárias I e Termodinâmica I através de experimentos práticos. Mecânica dos fluidos, bombas centrífugas, caracterização de partículas, escoamentos em leitos fixo e fluidizado, sedimentação, ciclos de refrigeração, conservação de energia, combustão e psicometria. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- Tempo de esvaziamento de um tanque 2- Experimento de Reynolds 3- Perdas de cargas em acidentes e tubulações 4- Medidas experimentais de vazão: placa de orifício, rotâmetro, manômetro diferencial e célula de pressão diferencial. 5- Curva de uma bomba centrifuga 6- Picnometria 7- Filtro folha de laboratório 8- Filtro prensa de laboratório 9- Sedimentação 10- Leito fluidizado 11- Agitação e mistura mecânica 12- Tanque de aquecimento contínuo 13- Ciclo de refrigeração 14- Especificação de combustíveis líquidos 15 - Conservação de energia 16- Análise de orsat 17- Motor a vapor e conversão de energia 18- Medição de umidade 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1 Introdução à Mecânica dos Fluidos - Robert W. FOX - Alan T. McDONALD 2 Mecânica dos Fluidos - Victor L. STREET Bibliografia Complementar: 3 Mecânica dos Fluidos - Irvin H. SHAMES Elementos de Mecânica dos Fluidos - John K. VENNARD - Robert L. STREET Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito: TQM, Operações Unitárias I e Termodinâmica I. Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome PEQ Projetos em Engenharia Química Credito 5 CH 100 2. Objetivo da Disciplina Despertar nos estudantes uma visão mais empreendedora, empresarial e, também, capacitá-lo a fazerem avaliações econômicas de projetos de indústrias químicas. Conceituação de problemas econômicos da Engenharia Química. Cálculo e estimativa de investimento e custos operacionais de indústrias químicas. Seleção dentre alternativas e investimentos. Elaboração de projetos e relatórios industriais. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- CONCEITO DE EMPRESA MODERNA 1.1- Objetivos de uma Empresa 1.2- O Processo Produtivo 1.3- Requisitos da Qualidade 1.4- Produtividade 1.5- Lucratividade 1.6- Competitividade 1.7- Sobrevivência 2. GERENCIAMENTO GLOBAL DE UM EMPREENDIMENTO INDUSTRIAL 2.1- Fases do Empreendimento 2.1.1- Necessidades de um Empreendimento 2.1.2- Análise das Alternativas 2.1.3- Estudo de Viabilidade Técnico-Econômico/EVTE 2.1.4- Engenharia do Projeto 3. NECESSIDADES DE UMA ANÁLISE ECONÕMICA DE PROJETO 4. CONCEITOS A SEREM CONSIDERADOS NUM ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO ECONÕMICO (EVTE) 4.1- origens de financiamento industrial 4.1.1- Modalidades de Financiamentos 4.1.2- Financiamentos para Investimentos Fixo e Capital de Giro 4.1.3- Descontos de Duplicatas 4.1.4- Financiamentos com Recursos Externos 4.1;5- Debêntures 4.1.6- “Leasing” e “Lease-Back” 4.1.7- Operações de Capitalização 4.2- Medidas de Eficiência Econômica 4.3- Mercado 4.3.1- Bens de Consumo e de Capital 4.3.2- Demanda e Oferta Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4.3.3- Dimensão do Projeto 4.3.4- Economia de Escala 4.3.5- Localização do Empreendimento 4.3.6-Estudos de Mercado 4.4 - Custos 4.4.1- Contabilidade de Custos 4.4.2- Classificação dos Custos 4.4.2.1- Custos do Investimento 4.4.2.2- Custos Operacionais 4.4.3- Comportamento dos Custos de Produção Fixos, Variáveis e Totais Médios e do Custo Marginal a curto prazo . 4.4.4- Alavancagem Operacional 4.4.5- Outras Despesas e Desembolsos 4.4.5.1-Depreciação Contábil 4.4.5.2-Despesas Financeiras 4.4.5.3-Amortização de Financiamentos 4.4.5.4-Imposto de Renda 4.5-Métodos de Avaliação de Custos 4.5.1-Estimativa de Investimento de Capital 4.5.2-Tipos de Estimativas de Custo de Capital 4.5.2.1-Estimativa de Ordem de Grandeza 4.5.2.2-Estudo de Estimativa 4.5.2.3.Estimativa Preliminar 4.5.2.4-Estimativa definitiva 4.5.2.5-Estimativa Detalhada 4.5.3-Indices de Custos mais Comuns 4.5.3.1-Engineering News-Record Construction 4.5.3.2-Nelson Ferrar Refinery Construction Índex 4.5.3.3-Chemical Engineering Plant-Cost Índex 4.5.3.4-Marshalçl And Swiff ALL-Industry and Process-Industry Equipment Indexes 4.5.4-Métodos para Estimar Investimento de Capital Método A- Estimativa de Item Detalhado Método B- Estimativa de Custo Unitário Método C- Percentagem de Custo de Equipamento Entregue Método D- Fatores de “Lang” para aproximação de Investimentos de Capital Método E- Fator de Potência Aplicado a relação entre capacidades de plantas Método F- Custo de Investimento por Unidade de Capacidade 4.6- Adequação do Investimento à Capacidade (Escala) 4.7- Transposição Geográfica de Investimentos 4.7.1- Índice de Nacionalização Global do Projeto 4.7.2- Fator de nacionalização 4.8- Transposição Temporal de Investimentos 4.9- Receitas 4.10- Estudo Conjunto de Custos e receitas 4.11- Ponto de Equilíbrio de um Projeto - (Break-Even-Point) 4.12- Juros 4.12.1- Juros Simples e Compostos Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4.12.2- Taxas Efetiva/Proporcionais/Equivalentes/Nominal 4.13- Inflação/ Ganho Real/ Imposto 4.14- Diagramas de Fluxo de Caixa 4.15- Capitalização/Desconto 4.15.1- Expressões Genéricas 4.16- Fatores de Acumulação de Capital e de Valor Presente 4.16.1- Tabelas de Fatores 4.17- Equivalência de Fluxos de Caixa 4.18-Séries Uniforme e em Gradiente 4.19- Taxa Mínima de Atratividade 4.20- Custo de Oportunidade 4.21- Depreciação 4.21.1- Depreciação por Cotas Constantes ou por Forma Retilínea 4.21.2- Depreciação por Percentagens Constantes (Método de Matheson 4.21.3- Depreciação por Progressão Aritmética de Razão igual ao primeiro (ou último) Termo (Método de Cole) 4.21.4- Depreciação por Declínio em dobro 4.22- Vida Útil/Econômica de um Projeto 4.23- Lucro Tributável 4.23.1- Investimentos/ receitas 4.23.2- Imposto de Renda 4.23.3- Deduções. 4.24- Elaboração de Fluxos de Caixa 4.24.1- Modelo que contempla a incidência do Imposto de Renda 4.24.2- Modelo que não contempla as incidências Fiscai 4.24.3- Modelo que contempla o Valor Residual no final da vida útil do Projeto, Capital de Giro 4.24.4- Modelo que não contempla o Valor Residual no final da vida 5. MÉTODOS DETERMINÌSTICOS APLICADOS À ANÁLISE DE ALTERNATIVAS ECONÕMICAS 5.1- Critério de Liquidez 5.1.1- Pay Back- Pay Out 5.2- Critério de Rentabilidade 5.2.1- Método do valor Anual Uniforme Equivalente (Alternativas com vidas diferentes) 5.2.2- Método do Valor Presente (Alternativas com vidas diferentes) 5.2.3- Método da Taxa Interna de Retorno 5.2.3.1- Análise Incremental 5.2.3.2- Taxa de Fischer 5.2.4- Método da Taxa Interna de Retorno Modificada (Análise com Reaplicação a taxas diferenciadas) 5.2.5- Método da Taxa Global de Rentabilidade 5.2.6- Método do Índice de Lucratividade 5.2.7- Método Benefício Custo 5.2.7.1- Relação Benefício/Custo 5.2.7.2- Diferença Benefício- Custo 5.2.7.3- Relação Incremental Benefício/Custo Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 6. INDICES SOCIAIS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS 6.1- Rentabilidade 6.2- Economia de Divisas 6.3-Custo da Divisa Gerada 6.4-Taxa de Geração de Divisas 6.5- Relação Investimentos/Número de Empregos Gerados 7. MÉTODOS USADOS QUANDO SOB CONDIÇÕES DE INCERTEZA E RISCO 7.1-Análise sob Condições de Incerteza 7.1.1- Método da Análise de Sensibilidade 7.2- Análise sob Condições de Risco 7.2.1- Métodos Probabilísticos 7.2.2- Árvore de Decisão 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1-PETER, M.S. AND TIMMERHAUS, K.D PLANT DESIGN AND ECONOMIC FOR CHEMICAL ENGINEERS 2-CHEMICAL PROCESS ECONOMICS - JONH HAPPEL 3-PRINCIPLES OF ENGINEERING ECONOMY, EUGENE L. GRANT, W.GRANT IRESON 4-ENGENHARIA ECONÕMICA/ELEMENTOS - CLOVIS DE FARO 5-ENGENHARIA ECONÔMICA - HENRIQUE HIRSCHFELD 6-ENGENHARIA ECONÔMICA - HESS, E. 7-PERRY, MANUAL DE ENGENHARIA QUÍMICA Bibliografia Complementar: 8- SANTOS, J.ª CURSO DE ENGENHARIA ECÕNOMICA MODULO I – MATEMÁTICA FINANCEIRA E ANÁLISE DE INVESTIMENTOS MODULO II- ANÁLISE DE RISCO NAS DECISÕES DE INVESTIMENTOS MODULO III- CONTABILIDADE GERENCIAL E ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS 9-ANÁLISE DE INVESTIMENTOS, NELSON CASAROTTO FILHO, BRUNO HARTMUT KOPITTKE 10-MATEMÁTICA FINANCEIRA OBJETIVA E APLICADA, ABELARDO DE LIMA PUCCINI 11-INTRODUÇÃO Á ENGENHARIA ECONÕMICA - REMO MONNARINO 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome LAE Legislação Aplicada a Engenharia Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Elementos da Teoria do Direito, Relação Jurídica, Direitos Reais e Pessoais, Posse, Aspectos Gerais de Propriedade, entre outros. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE I - Elementos da Teoria do Direito 1.1. - A natureza ontológica do Direito 1.2. - Características gerais da norma 1.3. - Teoria do ordenamento jurídico UNIDADE II. – Relação Jurídica 2.1. - A relação jurídica, a norma e o Direito subjetivo 2.2. - O sujeito e o objetivo da relação 2.3. - O fato propulsor UNIDADE III – Direitos Reais e Pessoais 3.1. - Significado e distinções 3.2. - Características dos direitos reais 3.3. - Direitos reais na coisa própria e na coisa alheia UNIDADE IV – Posse 4.1. – Formulação teórica da posse 4.2. - Classificação; Posse justa e injusta, de boa e má fé 4.3. - Efeitos da Posse UNIDADE V - Aspectos gerais da propriedade 5.1. – Lineamentos Básicos do Direito de propriedades 5.2. – Limitações Civis ao direito de Propriedades 5.3. – Dos direitos de vizinhança UNIDADE VI - Da propriedade Imobiliária 6.1. – Loteamentos e Incorporações 6.2. – Promessa e Compromisso de venda 6.3. – Registro Imobiliário UNIDADE VII – A propriedade Urbana 7.1.- Fundamentos básicos da propriedade urbana 7.2.- A disciplina e controle do uso do solo urbano 7.3. – A urbanização e a reurbanização UNIDADE VIII – A propriedade agrária 8.1. – Sistematização da propriedade agrária 8.2. – Limitações públicas ao direito da propriedade agrária 8.3. – Institutos específicos do direito agrário Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá UNIDADE IX – Contrato de Emprego 9.1.- Elementos essenciais. Vícios e nulidade. 9.2. - Contratos quanto á duração 9.3. - Contrato especiais UNIDADE X - Da Remuneração 10.1 - Conceito e característica 10.2 - Tipos imperativos e voluntários de remuneração 10.3 - Proteção ao recebimento da remuneração UNIDADE XI - Duração do Trabalho 11.1 - Jornada de Trabalho 11.2 - Suspenção e interrupção do contrato 11.3 – Do direito ao repouso UNIDADE XII – Alteração do contrato de Emprego 12.1 - Princípios gerais 12.2 - Alteração quanto a remuneração 12.3 - Conseqüência das alterações lícitas UNIDADE XIII – Estabilidade no Emprego 13.1 - O regime jurídico da estabilidade 13.2 - Formas específicas de estabilidade 13.3 - O fundo de garantia por tempo de serviço UNIDADE XIV – Término de contrato de emprego 14.1 - Reconciliação e resolução 14.2 - Efeitos da demissão 14.3 – Conseqüência da despedida UNIDADE XV - Previdência Social 15.1 – Evolução do sistema previdenciário no Brasil 15.2 – Benefícios e Contribuições 15.3 – O direito à aposentadoria 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome ACP Análise e Controle de Processo Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Desenvolver o uso de ferramentas matemáticas para controle de processos envolvendo balanço de material e energia. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução ao Controle de Processos 1. Um sistema de controle de processo 2. Objetivo do controle automático de Processo. 3. Estratégias de Controle Unidade II: Ferramenta Matemática para Análise de Sistemas de Controle 1. Transformada de Laplace. 2. Solução de equações diferenciais por Transformada de Laplace. 3. Linearização e Variáveis desvios. Unidade III: Sistemas Dinâmicos de Primeira Ordem 1. Processos Térmicos 2. Processos Gasosos 3. Reatores Químicos 4. Função de Transferência 5. Diagrama de Blocos 6. Tempo Morto 7. Respostas dos sistemas de primeira ordem Unidade IV: Sistemas Dinâmicos de Ordem Superior 1. Sistemas não interativos 2. Sistemas interativos 3. Processos Térmicos 4. Respostas dos sistemas de ordem superior Unidade V: Componentes Básicos de um Sistema de Controle 1. Sensores e Transmissores 2. Válvulas de controle 3. Controladores Unidade VI: Projeto de Sistemas de Controle de Única Malha 1. Malha de controle com Realimentação 2. Estabilidade da Malha de Controle 3. Ajuste do Controlador Unidade VII: Métodos Clássicos de Projeto de Controlador 1. Método do lugar das raízes 2. Resposta em frequência Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 3. Teste de Pulso 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: SEBORG, D.E.; EDGAR,T.F.M Process Dynamics and Control. Wiley, New York, 1989 STEPHANOPAULOS, G. Chemical Process Control: An introduction to theory and practice. Prentice-Hall, Englewood Cliff, NY, 1984 Bibliografia Complementar: CONGHANOOR, D.R., KOPPEL, L.B., Process Systems Analysis and Control. Mc Graw Hill, NY, 1985. MARLIN, T. E., Process Control - Designing Processes and Control-Systems for Dynamic Performance. McGraw-Hill International Ed. 1995 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome MSP Modelagem e Simulação de Processos Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina A disciplina contempla mecanismos para modelagem computacional de sistemas lineares e não lineares, realizando aplicações nos processos de regime estacionário e transiente. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Modelagem e simulação de processos em regime permanente 1. Sistemas lineares 2. Sistemas não lineares Unidade II: Otimização de Processos Químicos 1. Otimização linear 2. Otimização não linear – reconciliação de dados Unidade III: Modelagem e Simulação de Processos em Regime Transiente 1. Sistemas de equações diferenciais ordinárias 2. Sistemas rígidos de equações diferenciais ordinárias Unidade IV: Simuladores de Processo 1. Introdução aos simuladores de processo 2. Aplicações de simulações de processo em regime estacionário 3. Aplicações de simulações de processo em regime transiente 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: BASSANEZI, R.C. Ensino - aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo: Contexto, 2002. Silebi, C. A., Schiesser, W. E., Dynamic Modeling of Transport Process Systems, Academic Press Inc., 1992. Bibliografia Complementar: Edgar, T. F., Himmelblau, D. M. e Lasdon, L., “Optimization of Chemical Processes”, McGraw-Hill, 2001. Press. Numerical Recipes in FORTRAN; 2a ed.; Cambridge Press University; New York; 1992. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome LEQ II Laboratório de Engª Química II Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Aplicar os conhecimentos adquiridos durante as disciplinas de Termodinâmica II e Cálculo de reatores através de experimentos práticos. Transferência de calor por condução e convecção, trocadores de calor, transferência de massa por difusão, equilíbrio de fases, equilíbrio químico, separação por flash, separação por extração, reatores de fluxo contínuo, homogêneos e heterogêneos e reatores a batelada. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- Determinação do perfil de temperatura em barras circulares 2- Determinações da condutividade térmica de um sólido 3- Transmissões de calor com mudança de fase 4- Trocadores de calor 5- Obtenções de dados de equilíbrio líquido-vapor 6- Obtenções de dados de equilíbrio líquido-líquido 7- Separações por flash 8- Determinações experimentais do coeficiente de difusão 9- Determinações de coeficiente de transferência de calor 10- Determinações de coeficiente de transferência de massa 11- Operações de reator tubular homogêneo 12- Operações de reator tubular heterogêneo 13- Operações de reator de mistura (cstr) 14- Operações de reator de fermentação 15- Escoamentos em sistemas com recheio 16- Avaliações de coluna de extração 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: DEWITT, D. P.; INCROPERA, F. R. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 3.ed BEJAN, A .Transferência de Calor, São Paulo, Edgard Blucher, 1996. BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa . São Paulo: McGraw-Hill, 1978. Bibliografia Complementar: KERN, D. Q. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. L. Engenharia química: princípios e cálculos. 7.ed. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Termodinâmica II, Cálculo de Reatores e Fenômenos de Transporte II Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome GAIQ Gestão Ambiental para Engª Química Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Discussão e interpretação da necessidade da exploração e utilização racional dos recursos naturais disponíveis, e a manutenção do equilíbrio ecológico do ambiente. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1. HISTÓRICO DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E CAUSAS DA CRISE AMBIENTAL 1.1 A questão ambiental nas diversas etapas de evolução humana 1.2 Nas diferentes civilizações 1.3 Na era industrial 1.4 Na modernidade 2. DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE 2.1 Os conceitos de eco desenvolvimento e desenvolvimento sustentado 2.2 Recursos ambientais renováveis e não renováveis 3. NOÇÕES GERAIS DE ECOLOGIA 3.1 Os ciclos bioquímicos 3.2 Ecossistemas finitos 3.3 Cadeias alimentares 3.4 Sucessão biológica 4. O AR 4.1 As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade 5. A ÁGUA 5.1 As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade 6. O SOLO 6.1 As propriedades, a composição, a qualidade e o monitoramento da qualidade 7. ENERGIA 7.1 Fontes e transformações 7.2 Os combustíveis 7.3 Impacto ambiental 7.4 Controle das fontes 8. POLUIÇÃO SONORA 8.1 Fontes 8.2 Efeitos 8.3 Monitoramento 8.4 Controle de ruído 9. PLANEJAMENTO DA GESTÃO AMBIENTAL Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 9.1 A política 9.2 A ética 9.3 A economia 9.4 O direito ambiental 10. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE AMBIENTAL 10.1 AIA 10.2 RIMA 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. Branco, S.M. - Poluição: A morte dos nossos rios - RJ, Livro Técnico, 1972 2. Branco, S.M e Rocha, A.A. - Ciências do Ambiente para Universitários, CETESB, 1980 3. Branco, S.M. - O Meio Ambiente em Debate, SP, Ed. Moderna, 1993 4. Brown Lester R. - Salve o planeta: Qualidade de vida, SP, Ed. Moderna, 1993 5. Bull, D. et al - Pragas e Venenos; Agrotóxicos no Brasil e Terceiro Mundo, Vozes, RJ, 1986 6. Capra, Fritjof, O ponto de Mutação, SP, Ed. Culpix, 1982 7. Carvalho, B. ª - Ecologia e poluição, RJ, Ed. Freitas Bastos, 1975 8. Croall, S. e Sempler K. - Conheça Energia Nuclear, SP, P. Editorial, 1980 9. Croall S. e Panxin, W. - Ecologia para principiantes, Lisboa, Dom Quixote, 1982 10. Dajoz, R. - Ecologia Geral, SP, EDUS, Ed. Vozes, 1973 11. Dorst, J - Antes que a natureza morra, SP, Edgard Blucher, 1973 12. Falenberc, G. - Introdução aos problemas da poluição ambiental, EDUSP, 1980 13. Foley Gerald, The Energy Question, Londres, Pequim Books, 1992 14. Leite, J.L - Problema Chave do Meio Ambiente, Salvador, EXPOGEO/UFBA, 1994 15. Mannion, ªM. e Bowlby, S.R. - Environmental Issues in 1990. West Sussex, 1992 Bibliografia Complementar: 16. Meio Ambiente: Legislação Básica do Estado da Bahia - SEPLANTEC, BA, 1085 17. Minc, et al - Currículo dos Estados de Biologia: Ecologia, EDUSP, 1981 18. Mota, S. O. - Homem e o Meio Ambiente, Fortaleza, Imprensa Universitária, 1979 19. Mota, S.O. - Preservação de Recursos Hídricos, RJ, ABES, 1988 20. Odum, E. - Ecologia, SP, Livraria Pioneira, 1977 21. Pádua, J. e Viola, E. - Ecologia e Política no Brasil, IUPERJ, 1987 22. Paschoal, A. - Pragas, pesticidas e a crise ambiental, FGV, 1979 23. Unep, - Saving our Planet: Challenges and Hopes, Nairobi, 1992 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome VT Visita Técnica Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina Após o acadêmico apresentar conclusão em grande parte do curso de graduação a visita a empresas de processos químicos é fundamental para a concretização do aprendizado, além estabelecer o contato direto do acadêmico com profissionais da área de engenharia. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Estabelecimento de uma programação de visitas com os acadêmicos Unidade II: Visita a uma empresa cerâmica Unidade III: Visita a estação de tratamento de água Unidade IV: Visita a empresa de beneficiamento de cavacos Unidade V: Visita a empresa de beneficiamento de polpas de frutas Unidade VI: Visita a mineradoras 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Foust et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. Geankoplis, C., Transport Processes and Unit Operations, Third Edition, Prentice Hall, 1993. Massarani, G., Problemas em Sistemas Particulados, Editora Edgard Blucher Ltda. Massarani, G., Fluidodinâmica em Sistemas Particulados, Editora UFRJ, 1997. MacCabe, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, Fifth Edition, McGraw-Hill, Inc., 1993. Bibliografia Complementar: CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução. 5ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. 589p. CREMASCO, M. A. Fundamentos de Transferência de Massa. 2a Ed., Unicamp, 2002. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome II Instalações Industriais Credito 4 CH 80 2. Objetivo da Disciplina A disciplina engloba o estudo de métodos de instalação e funcionamento de equipamentos presentes em instalações industriais, permitindo o conhecimento das instalações, métodos de montagem, leituras de cartas de desenvolvimento de operação e desenvolvimento de manutenção. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE I: Máquinas de fluxo 1. Bombas Hidráulicas 2. Bombas centrífugas 3. Bombas de deslocamento positivo 4. Inspeção UNIDADE II: Compressores 1. Classificação dos compressores 2. Escolha de um compressor 3. Dimensionamento de uma rede de ar comprimido 4. Manutenção de compressores 5. Inspeção UNIDADE III: Ventiladores 1. Psicometria 2. Ventilação 3. Classificação 4. Inspeção UNIDADE IV: Refrigeração industrial 1. Processos de Refrigeração UNIDADE V: Caldeiras 1. Classificação das caldeiras 2. Inspeção 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: SHEREV, R. N.; BRINK, J. A. Industrias de Processos Químicos. 4ª Ed. Guanabara. Rio de Janeiro: 1980. MACINTYRE, A. J. Equipamentos Industriais e de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 1997. MACINTYRE, A.J., Bombas e Instalações de Bombeamento, 2a edição, Guanabara Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Koogan S.A., 1987. Bibliografia Complementar: FOUST et al., Princípios das Operações Unitárias, 2a edição, Guanabara Dois, 1980. TELLES, P. C.S. Tubulações Industriais. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1970. 2.ed 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome ECEQ Estagio Curricular em Engª Química Credito 10 CH 200 2. Objetivo da Disciplina Através do estágio em entidades de direito público e privado (empresas, autarquias, fundações) permitir ao acadêmico meios de exercitar os conhecimentos adquiridos relacionado teoria e prática, desenvolvendo habilidades, competências e ferramentas para o exercício da profissão em engenharia química. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Além do cumprimento do programa específico de estágio da empresa ou instituição, que é aprovado pelo professor, deverá o acadêmico através de palestras e leituras de textos, adquirirem conhecimentos complementares. O conteúdo programático é bastante diversificado, pois está diretamente ligado aos campos de estágio oferecido pelas instituições. Destacam-se principalmente os seguintes: - Engenharia básica - Acompanhamento de processo - Meio-ambiente - Análise de risco - Operação de planta química e/ou de processo. - Segurança industrial - Engenharia de produto - Simulação de processo - Empreendedorismo em APL´s - Desenvolvimento de produtos de origem da floresta Como conhecimentos complementares, o acadêmico é estimulado a estudar conceitos básicos sobre gestão da qualidade total, dimensionamento de válvulas de controle, placas de orifício, aplicação prática de controle de processo e instrumentação. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Campos, Vicente Falconi.TQC- Controle de Qualidade Total, Fundação Cristiano Ottoni, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil, 1982, 220 p. Deming WE Quality, Productivity, and Competitive Position, Massachusetts Institute Of Tecnology, 19082, 372 p. Crobby P.B. Qualidade é Investimento- José Olympio Ed. Rio de Janeiro, 1984, 372 Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá p. Bibliografia Complementar: Spink, L.K. Principles and Practice of Flow Meter Engineering- 9a ed. Foxboro Company, 1978. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TCC Trabalho de Conclusão de Curso Credito 5 CH 100 2. Objetivo da Disciplina Levar o acadêmico a resolver um problema de um sistema industrial (equipamentos, pequenas unidades, segmentos de plantas industriais para verticalização da região) utilizando concomitantemente os diversos conhecimentos assimilados durante o seu período de formação (conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos). 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas A disciplina deverá ser conduzida por um ou grupo de professores que terão a responsabilidade de individual ou conjuntamente propor os problemas, fazer o acompanhamento e a orientação dos acadêmicos, assim como a avaliação final dos trabalhos. Os problemas devem estimular a capacidade de análise crítica dos acadêmicos e possibilitar a utilização simultânea de conteúdos técnico-científicos, ferramentas computacionais e banco de dados informatizados. Os problemas podem versar sobre: • Projeto e dimensionamento de pequenas unidades ou segmentos de planta industrial com características previamente especificadas; • Análise, com fins de otimização, de um sistema industrial que opere de forma deficitária; • Apresentação de uma solução de Engenharia para uma nova situação (aproveitamento de um produto de origem da floresta, tratamento de um efluente, etc.); • Desenvolvimento de equipamentos/processos de pequeno porte fabril para incorporação as demandas do mercado local com vistas a otimização de produtos de origem natural da região Os problemas podem ser propostos nos múltiplos cenários da Engenharia Química, Produtos de Origem da Floresta, Química Fina, Alimentos, Ambiental, dentre outros, sem, entretanto, perder de vista o caráter de solução técnica em Engenharia. O trabalho deve ser conduzido individualmente de modo a desenvolver a capacidade de atuar em equipes e o produto final deve ser apresentado em forma escrita e oral. Desta forma, o Trabalho de Final de Curso além de ser uma atividade de síntese e integração de conhecimentos, passa a constituir-se em um meio de contribuir na formação do perfil de habilidades e competências necessárias ao Engenheiro Químico. 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: Bibliografia Complementar: 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome PTRR Princípios Tecnológicos na Reutilização de Resíduos Credito 2 CH 40 2. Objetivo da Disciplina Compreende as etapas de caracterização, tratamento e reutilização de resíduos. A disciplina deve abordar os aspectos regionais do Estado: industriais e principais resíduos gerados. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Resíduos sólidos 2. Reutilização e reciclagem 3. Tipos de poluentes 4. Normas voltadas ao tratamento de resíduos 5. Coleta seletiva 6. Classificação de resíduos Unidade II: Caracterização dos resíduos 1. Análise física (estado físico, peso, umidade, grau de compressibilidade, granulometria, etc) 2. Análise química (pH, teor de cinzas, carbono, nitrogênio, potássio, fósforo, gorduras, etc.) 3. Análise mecânica (tração, compressão, flexão) Unidade III: Tratamento de resíduos 1. Tratamentos químicos Neutralização Ionização Solidificação Redução Pirólise Decloração Inertização Precipitação 2. Tratamentos físicos Peneiramento Flotação Centrifugação Encapsulamento Ultrafiltração Sedimentação Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Osmose reversa Diálise Unidade IV: Reutilização de resíduos 1. Reutilização de resíduos para produção de concreto 2. Reutilização de resíduos para produção de madeira plástica 3. Reutilização de resíduos para produção de biodiesel 4. Reutilização de resíduos para produção de sabão 5. Reutilização de resíduos para produção de couro 6. Reutilização de resíduos para produção de aço 7. Reutilização de resíduos para produção de ração 8. Reutilização de resíduos para produção de energia 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. BRASIL, A.M.; SANTOS, F. Equilíbrio Ambiental e Resíduos na Sociedade Moderna. São Paulo: FAARTE, 2004. 2. RIBEIRO, D. V; MODELLI, M. R. Resíduos Sólidos: problemas ou oportunidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. 3. BIDONE, F. R. A.; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Paulo: EESC USP, 2005. Bibliografia Complementar: 1. MANO, E. B.; PACHECO, E. B. A. V.; BORNELLI, C. M. C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard – Bluched, 2005. 2. ZANIN, M.; MANCINI, S. D. Resíduos Plásticos e Reciclagem: aspectos gerais e tecnologia. Santa Catarina: EdUfscar, 2004. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Tecnologia dos Polímeros Credito CH 2. Objetivo da Disciplina Fornecer ao aluno conhecimento técnico e prático da ciência dos polímeros. Propriedades poliméricas e aplicações. Obtenção dos principais polímeros. Introdução á ciência dos polímeros. Medidas de propriedades físicas e Mecânicas. Caracterização química dos polímeros. Tecnologia de plásticos, fibras e elastômeros. Principais polímeros Comerciais: obtenção e aplicações. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1- Introdução a ciência dos polímeros 1.1Histórico. Conceitos essenciais: macromoleculas naturais e sintéticas; homopolímeros e copolímeros; plásticos; fibras; elastômeros; plásticos de engenharia; blendas; elastômeros termoplásticos. Reciclagem. 1.2Uma apresentação da indústria de polímeros no Brasil. Mercado mundial e brasileiro. 2- Estrutura polimérica 2.1- Estrutura química dos polímeros. Ligações químicas. 2.2- Configuração e conformação. Estereoquímica de polímeros. Taticidade 2.3- Cristalinidade. Polímeros amorfos. 2.4- Temperatura de transição vítrea (Tg) e temperatura de fusão cristalina (Tm). Medidas de Tg e Tm. 3- Propriedades poliméricas 3.1- Propriedades gerais dos polímeros. 3.2- Propriedades mecânicas dos polímeros. 3.3- Propriedades elétricas dos polímeros. 3.4- Propriedades químicas dos polímeros. 3.5- Propriedades óticas dos polímeros. 4- Viscosidade dos polímeros. 4.1-Comportamento viscosimétrico dos polímeros. 4.2- Medidas de viscosidade. 5- Peso molecular de polímeros. 5.1- Peso molecular numérico médio. 5.2- Peso molecular mássico médio. 5.3- Peso molecular viscosimétrico médio. Equação de Mark-Houink. 5.4- Dispersividade. 5.5- Medidas de peso molecular polimérico. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 6- Processos de polimerização. 6.1- Polimerização em massa, em solução, em emulsão e em suspensão. Características, vantagens, aplicações. 7- Reatores em polimerização. 7.1- Reatores a batelada. Reatores contínuos. Usos e vantagens. 8- Reações de polimerização 8.1- Polimerização em cadeia. Polimerização por adição. 8.2- Cinética das reações em cadeia. Iniciação, propagação, terminação. 8.3- Cinética das reações via radical livre, das reações aniônicas e das reações catiônicas. Expressão das velocidades da reação. 8.4- Cinética das reações de polimerização por adição. 8.5- Cinética da copolimerização. Razões de reatividade. 9- Processos de polimerização. 9.1- Principais polímeros comerciais: obtenção e aplicações. 10- Transformação de polímeros. 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Introdução à Polímeros. Eloísa Biasoto Mano, Ed. Edgard Blucher Textbook of Polymer Science. Fred Billmayer Polímeros Orgânicos. Turner Alfrey e E. Gurnee Bibliografia Complementar: Principles of Polymer Systems - Ferdinand Rodriguez Macromolecules .Vol. 1 e 2. H. G. Elias Polímeros como Materiais de Engenharia. Eloísa B. Mano, Ed. Edgard Blucher Tecnologia dos Polímeros. D. C. Miles e J. H. Briston, Ed. USP 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome Tecnologia dos Alimentos Credito CH 2. Objetivo da Disciplina Estudar a aplicação dos conhecimentos de microbiologia, química dos alimentos e de engenharia na obtenção industrial de produtos alimentares das mais variadas matérias primas. Fornecer aos alunos conhecimentos básicos da indústria de alimentos, abrangendo tecnologia de óleos e gorduras vegetais, processamento de frutas e vegetais em geral, e de leite e seus derivados. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas 1.Importância da Indústria de Alimentos 1.1.Situação no Brasil 2.2.Apresentação dos Alimentos quanto ao seu conteúdo nutricional e possibilidade de aproveitamento industrial 2.Microbiologia dos Alimentos 2.1.Estudo dos microrganismos mais importantes 2.2.Deteriorações alimentares 2.3.Doenças provocadas pelos microrganismos: intoxicações e infecções alimentares 2.4.Crescimento microbiano e fatores que influem no crescimento microbiano 3.Armazenamento de alimentos, refrigeração e congelamento. 4.Pasteurização e Esterilização de alimentos. 5.Secagem e Desidratação de alimentos. 6.Tecnologia de Óleos Vegetais. 7.Processamento de frutas (compotas, sucos, geleias, néctares). 8.Processamento de Vegetais. 9.Processamento de leite e seus derivados (queijos, manteiga, iogurte, etc) 10.Aditivos Alimentares 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Food Technology, G. Potter. -Princípios de Tecnologia dos Alimentos de Altanir Gava -Microbiologia de los Alimentos de A. L. Montes -Química do Processamento de Alimentos de P. Bobbio e F. Bobbio Bibliografia Complementar: Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Série Biotecnologia de E. Aquarone de V. A. Limo e W. Borzoni, v.5, Alimentos e Bebidas Produzidos por Fermentação. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TC Tecnologia Cerâmica Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina compreende o estudo dos diversos tipos de argilas, estudando a estrutura cristalina, métodos de caracterização e processamento dos materiais cerâmicos. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Estrutura cristalina 2. Conceitos de argila 3. Tipos de argilas 4. Método de amostragem Unidade II: Caracterização das argilas 1. Capacidade da troca de íons 2. Sistema água argila 3. Floculação e agregação 4. Propriedades térmicas 5. Propriedades mecânicas 6. Propriedades coloidais 7. Análise de difração de raio-X (DRX) 8. Microscopia eletrônica Unidade III: Cerâmica branca 1. Caulins 2. Filitos cerâmicos 3. Grés cerâmicos Unidade VI: Argilas para fabricação de pozolanas 1. Tipos de pozolanas 2. Ativação de pozolanas Unidade V: Cerânica vermelha 1. Cerâmica vermelha para fabricação de tijolos, pisos e telhas 2. Cerâmica para processos de colagem Unidade VI: Outros tipos de materiais ceramicos e aplicações 1. Montmorilonitas e Esmectitas 2. Zeolitas 3. Vermiculita 4. Amiantos 5. Bauxitas 6. Cimento Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução. 5ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 2. SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. 2 ed. Vol 1, 2 e 3. São Paulo: Edgard Blucher LTDA, 1992. 3. VERÇOZA, E. J. Materiais de Construção. Porto Alegre: Sagra/PUC-EMMA, 1975. Bibliografia Complementar: 1. MEHTA, P. K. Concreto – Estrutura, Propriedades e Materiais. São Paulo: PINI, 1994. 2. VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: E. B Lucher, 1970. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome MPS Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina Compreende o estudo dos aços, incluindo os tipos de ferros e fornos de processamento, tratamento térmicos, através de analises com uso microscópios e lupas. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Tipos de aço 1. Ferro fundido 2. Ferro pudlado 3. Ferro pacote 4. Ferro esponja 5. Ferro eletrolítico 6. Ferro-ligas Unidade II: Tipos de fornos siderúrgicos 1. Alto forno 2. Forno Siemens-Martin 3. Forno elétrico 4. Cubilo Unidade III: Tratamentos térmicos 1. Crescimento do Grão 2. Recozimento e normalização 3. Tempera 4. Revenido 5. Tratamento de superfície Unidade IV: Macrografia 1. Preparo de corpos de prova 2. Exame e interpretação de dados Unidade V: Micrografia 1. Preparação das amostras 2. Exame e interpretação de dados 4. Bibliografia Básica e Complementar Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Bibliografia Básica: 1. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2008. 2. CALLISTER JR, W.D. Ciências e Engenharia dos Materiais: Um introdução. 5ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. 3. SILVA, A. L. V. C.; MEI, P. R. Aços e Ligas Especiais. 2ed. Edgard Blucher, 2006. Bibliografia Complementar: 1. VANVLACK, L.H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard BLucher, 2004. 2. SOUZA, S. A. Composição química dos aços. São Paulo: Edgard Bluched, 2001. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome IM Introdução a Mineralogia Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina deve oferecer conhecimento sobre os diversos minerais, desde o estudo cristalográfico, caracterização química e física, até meios de beneficiamento. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Rocha, Mineral e Minério 2. Tipos principais de minerais 3. Principais minerais encontrados no Brasil Unidade II: Cristalografia 1. Estrutura cristalina 2. Difração de raio-X 3. Lei de Bragg Unidade III: Analise química mineral 1. Preparação da amostra 2. Determinação de: SiO2, Al2O3, TiO2, Fe2O3, FeO, CaO, MgO, Na2O, K2O Unidade IV: Analise térmica mineral 1. Analise térmica diferencial 2. Analise térmica gravimétrica Unidade V: Microscopia eletrônica dos minerais 1. Tipos de microscópios 2. Preparação das amostras para analise 3. Analise de resultados Unidade VI: Tratamento de minério 1. Classificação granulométrica 2. Ensaio de sedimentação 3. Ensaio de viscosidade de minério em meio fluído 4. Medidas de Adsorção 5. Medidas de área superficial 6. Britagem e moagem 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. NEVES, P. C. P.; SHENATO, F.; BACHI, F. A. Introdução a Mineralogia Pratica. Porto Alegre: Ulbra, 2003. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 2. SAMAPAIO, J. A.; FRANÇA, S. C. A.; BRAGA, P. F. A. Tratamento de Minério: práticas laboratoriais. Rio de Janeiro: CETEM, 2007. 3. LOUREIRO, F. E. L.; MELAMED, R.; FIGUEIREDO N., J. Rochas e Minerais Industriais. Rio de Janeiro: CETEM, 2005. Bibliografia Complementar: 1. GOMIDE, R. Manual das Operações Unitárias. São Paulo: Reynaldo Gomide, 1991 2. SANTOS, P. S. Ciência e Tecnologia de Argilas. 2 ed. Vol 1, 2 e 3. São Paulo: Edgard Blucher LTDA, 1992. 3. VANVLACK, L.H. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: E. B Lucher, 1970. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TM Tecnologia da Madeira Credito CH 60 2. Objetivo da Disciplina A disciplina tem como objetivo oferecer conhecimentos técnicos sobre: • As limitações e potencialidades da madeira • As especificações técnicas de mercado (madeiras naturais e transformadas); • O processamento adequado da madeira (usinagem, sistemas de união e fixação, revestimentos e acabamentos superficiais, etc) 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Introdução 1. Definições 2. Importância da madeira, propriedades comuns e variáveis entre as madeiras. Unidade II: Origem e Formação da Madeira 1. Crescimento apical e secundário 2. Características macroscópicas 3. Anéis de crescimento Unidade III: Propriedades físicas da madeira 1. Massa específica da madeira: real e aparente 2. Métodos de determinação do volume 3. Métodos de determinação da massa específica aparente 3. Teor de Umidade: Importância da água na madeira, métodos de determinação do teor de umidade 4. Contração e inchamento: importância, determinação, implicações com a qualidade da madeira. Unidade IV: Propriedades Mecânicas da Madeira 1. Normas e amostragem 2. Elasticidade da madeira 3. Flexão estática 4. Compressão paralela e perpendicular às fibras 5. Tração paralela e perpendicular à fibras 6. Cisalhamento 7. Dureza 8. Extração de pregos 9. Fendilhamento 10. Importância dos ensaios mecânicos com ênfase aos reforços primários: flexão, compressão e cisalhamento Unidade V: Noções de Química da Madeira 1. Componentes da madeira Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 2. Diferenciação química entre folhosas e coníferas 3. Formação química da madeira 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: Associação Brasileira de Normas Técnicas. Projeto de Estruturas de Madeira. Norma Brasileira. NBR-7190/97. Rio de Janeiro. 1997 BAUER, L.A.F. Materiais de construção. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1979. 529 p. BURGER, L. M.; RICHTER, H. G. Anatomia da madeira. São Paulo: Nobel, 1991. 154 p. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1974. Reimpressão 1976. 293 p. GALVÃO, A.P.M.; JANKOWSKY, I.P. Secagem racional da madeira. São Paulo, Nobel, 1985. 112 p. Bibliografia Complementar: JOHNSON, H. La Madera. Barcelona: Editorial Blume, 2ed. 1980. 274 p. PFEIL, W.; PFEIL M. Estruturas de madeira. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos (Ltc editora), 6ªed. 2003. 253 p. PHILIPP, P.; D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I, 1988. 559 p. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome MA Microbiologia dos Alimentos Credito 3 CH 60 2. Objetivo da Disciplina • Identificar os principais microorganismos e sua importância nos alimentos, ressaltando a influência dos fatores intrínsecos e extrínsecos na multiplicação microbiana nos alimentos. • Apresentar tipos, modo de ação e alterações sensoriais nos alimentos promovidos por bactérias e fungos. • Identificar as principais doenças de origem alimentar e os microorganismos causadores; caracterizando as doenças e ressaltando formas de diagnóstico, prevenção e fatores que ocasionam um surto de toxinfecção alimentar. • Apresentar os métodos físicos e químicos de controle do desenvolvimento microbiano e respectiva importância para a atuação do nutricionista. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas UNIDADE I: Introdução à microbiologia dos alimentos 1. Importância dos microorganismos nos alimentos 2. Microorganismos de interesse em alimentos 3. Fontes de contaminação dos alimentos 4. Microorganismos indicadores 5. Influência dos fatores intrínsecos e extrínsecos na multiplicação microbiana nos alimentos. UNIDADE II: Deterioração microbiana de alimentos 1. Tipos, modo de ação e alterações sensoriais provocadas por bactérias, bolores e leveduras em alimentos ricos em carboidratos, lipídios e proteínas 2. Alterações sensoriais e principais microorganismos deterioradores em alimentos: Leite e derivados; Carnes e derivados; Pescados e frutos do mar; Frangos; Ovos; Produtos de origem vegetal; Sucos de frutas e de vegetais; Cereais, farinhas, açucares, condimentos, produtos de panificação; Alimentos enlatados. UNIDADE III: Doenças de origem alimentar 1. Doenças transmitidas por alimentos (DTAs): Toxinose, infecção, toxinfecção e intoxicação. O problema das doenças de origem alimentar 2. Microorganismos patogênicos em alimentos: clássicos, emergentes e reemergentes. Agentes de toxinfecções alimentares: toxinose alimentar (staphylococcus aureus, bacillus cereus, clostridium botulinum, proteus sp);; infecção alimentar (clostridium perfringens, salmonella sp, salmonella typhi, shigella sp, yersinia Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá enterocolítica, escherichia coli, escherichia coli O 157:h 7, zampylobacter jejuni, vibrio cholerae, vibrio parahaemolyticus, listeria monocitogenes); agentes parasitários causadores de doenças de origem alimentar (giardia lamblia, entamoeba histolytica, taenia solium, trichnella spiralis). 3. Fatores que contribuem para surtos de toxinfecções alimentares e medidas de prevenção; 4. Procedimentos para diagnóstico dos surtos de toxinfecções alimentares; 5. Preparo de amostras para análise microbiológica; 6. Contagem padrão em placa; 7. Pesquisa de coliformes totais e e.coli em alimentos 8. Pesquisa de bolores em alimentos 9. Análise bacteriológica da água 10. Pesquisa de staphylococcus aureus em alimentos 11. Pesquisa de staphylococcus aureus em manipuladores de alimentos 12. Pesquisa de salmonella sp em alimentos 13. Pesquisa de vibrio cholerae em alimentos 14. Pesquisa de lysteria monocitogenes em alimentos UNIDADE IV: Controle do desenvolvimento microbiano nos alimentos 1. Objetivos, princípios e tipos de controle 2. Conservação pelo emprego de altas temperaturas 3. Conservação pelo emprego de baixas temperaturas 4. Desidratação 5. Conservação pelo emprego de agentes químicos 6. Defumação e tratamento com gases 7. Irradiação 8. Importância da microbiologia dos alimentos em UAN´s 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: FRANCO, Bernadette Dora Gombossoy de Melo. Microbiologia dos alimentos. Colaboração de Mariza Landgraf. São Paulo: Atheneu, 2005. (Biblioteca biomédica). GERMANO, Pedro Manuel Leal;GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância sanitária de alimentos : qualidade das matérias-primas, doenças transmitidas por alimentos, treinamento de recursos humanos. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Manole, 2008. Bibliografia Complementar: Microbiologia de alimentos, microbiologia sanitaria, microbiologia industrial. In: ROITMAN, Isaac(Ed.);TRAVASSOS, Luiz R(Ed.);AZEVEDO, Joao Lucio(Ed.). Tratado de microbiologia. São Paulo: Manole, 1988. v.1. SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. 5. ed. São Paulo: Varela, 2002. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá Coordenação do Curso de Engenharia Química Programa de Disciplina e Bibliografia 1. Identificação da Disciplina Código Nome TF Tecnologia das Fermentações Credito CH 60 2. Objetivo da Disciplina Compreender os fundamentos teóricos e os aspectos práticos dos processos fermentativos com o objetivo de melhorar a sua produtividade, eficiência e a qualidade do produto final. Trabalhar na solução dos problemas desta área, tendo como ponto de partida a sua posição na sociedade na condição de técnico e cidadão. 3. Programa da Disciplina Unidades e Discriminação dos Temas Unidade I: Processos fermentativos 1. Introdução 2. Microorganismos industriais 3. Metabolismo microbiano 4. Nutrição microbiana 5. Crescimento microbiano 6. Substratos de fermentação 7. Fermentadores 8. Processos de fermentação 9. Recuperação dos produtos de fermentação 10. Higiene, limpeza e sanitização dos equipamentos de fermentação 11. Principais processos fermentativos Unidade II: Fermentação alcoólica 1. Cerveja 2. Vinho 3. Aguardente 4. Álcool 5. Panificação Unidade III: Biossíntese acética 1. Vinagre Unidade IV: Fermentação da soja 2. Missô 3. Shoyu Unidade V: Fermentação láctica de vegetais 1. Chucrute 2. Picles 3. Azeitona Unidade VI: Produção de biomassa microbiana 1. Fermento biológico Macapá - 2009 Governo do Estado do Amapá Universidade do Estado do Amapá 2. Proteína unicelular 4. Bibliografia Básica e Complementar Bibliografia Básica: 1. AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial: biotecnologia na produção de alimentos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v 4, 523p. 2. BORZANI, W. et al. Biotecnologia Industrial: fundamentos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v 1, 254p. 3. EL-DASH, A. A. et al. Fundamentos da tecnologia da panificação. São Paulo: SICCT/SP, s/d, 349p. 4. LIMA, U. A. et al. (Coord.) Biotecnologia industrial: processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v. 3, 593 p. 5. MICROBIOLOGIA DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA, 1987, Rio Claro. Seminário... Rio Claro: 1987. 107p. Bibliografia Complementar: 1. ROSIER, J. P. Manual para elaboração de vinhos para pequenas cantinas. Florianópolis: EPAGRI, 1995, 72 p. 2. SCHMIDELL, W. et al. (Coord.). Biotecnologia industrial: engenharia bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. v. 2, 541 p. 3. VENTURINI FILHO, W. G. Tecnologia de cerveja. Jaboticabal: FUNEP, 2000, 84p. 5. Observações Complementares Oferta da disciplina – semestre Pré – requisito Teórica ou Pratica Data: _____/____/______. Coordenador: ________________________________________. Macapá - 2009