FACULDADE DOM LUIZ
DE ORLEANS E BRAGANÇA
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ENGENHARIA
AGRONÔMICA
2014
1
PERFIL DO CURSO
O processo de transformação decorrente da evolução tecnológica impõe à
sociedade a necessidade de valorização da criatividade e da inovação e, em
conseqüência uma formação profissional e cultural mais sólida e ampla do
cidadão. Dessa forma, além da melhoria e adequação do perfil profissional, o
Engenheiro Agrônomo deve desenvolver uma consciência da importância de sua
qualificação para o mercado de trabalho, sempre fazendo a utilização eficiente de
metodologias e técnicas que possam efetivamente contribuir para o
desenvolvimento da sociedade como um todo. Tudo isso, deve ser feito consciente,
de que a conservação ambiental é algo
fundamental não apenas para a
manutenção da vida no nosso planeta, mas também para que haja desenvolvimento
sustável.
Neste contexto, deve ser oferecido ao discente um ambiente que lhe propicie
o desenvolvimento pessoal, de modo que possa construir seu conhecimento
com base numa postura de criatividade e ciente da realidade que o cerca.
Por outro lado, deve também o discente se sentir apto a promover a inovação,
através de uma consciência crítica, na qual a educação continuada deve ser
incorporada como princípio fundamental da qualificação profissional.
Portanto, isso implica que a aprendizagem deve ser uma prática contínua,
sempre despertando no discente a importância de “viver a universidade” com
participação efetiva nas diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão,
buscando por intermédio do aprendizado, as oportunidades reais de construção de
uma cidadania autêntica, consciente da realidade dos dias atuais e dos futuros, e
assim obter de fato uma formação profissional adequada.
A consolidação de uma proposta de ação programática pode ter um papel
muito importante no desenvolvimento regional do semi-árido, porém, isso somente
se efetivará pela busca da legitimação e da ação concreta, dentro de um contexto
de ampla responsabilidade social.
As áreas de atuação da Engenharia Agronômica são de extrema importância para
o crescimento da economia e o desenvolvimento do Brasil. No Semi-Árido da
Bahia esse crescimento depende da capacidade tecnológica da agroindústria,
particularmente a fruticultura irrigada, vitivinicultura e pecuária.
O profissional de Engenharia Agronômica tem potencialidade de disseminar
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que sejam aplicados de
maneira
segura
e responsável, seguindo as
tendências mundiais de
desenvolvimento sustentável da agricultura.
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Credenciada pela Portaria nº 64, de 11/01/2005 - DOU de 12/01/2005
A Faculdade Dom Luiz situa-se em uma região promissora, onde a principal
atividade econômica é a agropecuária, especificamente a fruticultura irrigada e
a caprino/ovinocultura que contribuem em grande parte para o desenvolvimento
econômico regional e local. Assim, a instituição contribuirá significativamente para
o desenvolvimento da região, formando profissionais altamente qualificados,
para a interação nos processos produtivos da agroindústria e na melhoria da
qualidade de produtos e serviços em nível regional.
Nessa conjuntura, o Curso de Engenharia Agronômica se propõe a formar
profissionais especializados, aptos a atuar de forma integrada nas áreas da
Engenharia Agronômica em todo país, e mais especificamente no semi-árido
nordestino.
O curso deve atender aos seguintes requisitos:
− Promover competências e habilidades dentro da base tecnológica da
Engenharia Agronômica, co-substanciadas em suas sub-áreas;
− Concentrar suas atividades dentro do modelo preconizado pela legislação atual e
em consonância com as necessidades da sociedade;
− Atender ao perfil geral e específico esperado para o profissional formado
pela Faculdade;
− Estar em constante atualização face às mudanças tecnológicas nos âmbitos
regional, nacional e mundial.
Para tanto, devem ser exercitados os seguintes eixos programáticos:
i. Estímulo à criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico;
ii. Formação profissional consistente nas diferentes áreas de conhecimento, com
capacidade de inserção nos diversos setores profissionais, para proporcionar o
desenvolvimento da sociedade brasileira e em especial da Região semi-árida;
iii. Incentivo a investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e
da tecnologia, o estímulo à criação e difusão da cultura, para a construção do
entendimento do homem e do meio em que vive;
iv. Promoção e divulgação de conhecimentos científicos, técnicos e culturais e
comunicação do saber por intermédio do ensino, de publicações ou de outras formas
de comunicação;
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v. Indução do desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional,
integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora;
vi. Estímulo à busca do conhecimento integrado, em particular dos problemas
nacionais e regionais;
vii. Estabelecimento de uma relação de reciprocidade com a comunidade por
meio da prestação de serviços especializados;
viii. Divulgação dos benefícios resultantes da criação cultural e das pesquisas
científica e tecnológica, desenvolvidas na instituição, com efetiva participação da
população.
Objetivos Gerais do Curso:
O curso de Engenharia Agronômica da Faculdade representa a possibilidade de
utilização de
tecnologias modernas de produção agrícola no âmbito do
desenvolvimento sustentável da agricultura, considerando os aspectos
econômicos, temporais e éticos, canalizando conhecimentos, atitudes e ações
de caráter ecologicamente prudentes, socialmente desejáveis e economicamente
eficientes.
O Engenheiro Agrônomo deve ser pró-ativo, conduzindo suas ações para o
desenvolvimento pessoal e da comunidade, com base na moral e na ética.
Este deve possuir uma visão integrada do desenvolvimento da cadeia sistêmica
agrícola, aplicando os conhecimentos das Ciências Exatas, Biológicas e Humanas
na solução de problemas relacionados aos sistemas agrícolas e agroindustriais.
Objetivos Específicos do Curso
Os objetivos específicos do curso são:
− Estimular o desenvolvimento do pensamento reflexivo do aluno, aperfeiçoando
suas capacidades investigativa, inventiva e solucionadora de problemas;
− Estimular o desenvolvimento humano do aluno, fazendo-o compreender, desde
cedo, a importância do exercício profissional como instrumento de promoção de
transformações sociais, políticas, econômicas, culturais e ambientais;
− Exercitar a autonomia no aprender, buscando constantemente o aprimoramento
profissional por intermédio da educação continuada;
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− Desenvolver sua habilidade de expressão e comunicação;
− Aprimorar sua capacidade de trabalhar em equipe,
relacionamento interpessoal e exercitando a cooperação;
desenvolvendo
o
− Aprimorar valores éticos e humanísticos essenciais para o exercício profissional
tais como a solidariedade, respeito à vida humana, convivência com a pluralidade e
a diversidade de pensamento;
− Estimular a investigação científico-tecnológica por meio de iniciação científica;
− Enfatizar a importância dos aspectos ambientais, conscientizando para prática
profissional focada no desenvolvimento sustentável;
− Dotar o discente de visão sistêmica a fim de formar um profissional
capacitado para solucionar problemas nos setores agropecuário e agroindustrial,
tanto em micro quanto em macro escala;
− Despertar o espírito empreendedor do discente, estimulando-o a participar da
geração de soluções inovadoras no âmbito da Engenharia Agronômica;
− Proporcionar a formação de um profissional que possa atuar em atividades
de ensino, pesquisa e extensão;
− Estimular o aprendizado dos procedimentos e das técnicas e o manuseio
apropriado dos recursos tecnológicos aplicados na prática profissional;
− Estimular o relacionamento com empresas dos diversos segmentos de atuação do
Engenheiro Agrônomo, por intermédio de estágios e consultorias;
− Reconhecer as possibilidades e os limites da sua prática profissional.
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PERFIL DO PROFISSIONAL
O Curso de Engenharia Agronômica deverá garantir uma formação profissional
cujos conhecimentos, habilidades, atitudes e valores sejam aplicados de
maneira
segura
e responsável, seguindo as tendências mundiais de
desenvolvimento sustentável da agricultura.
A atuação do engenheiro agrônomo está relacionado ao desempenho das atividades
referentes à engenharia rural; construções para fins rurais e suas instalações
complementares; irrigação e drenagem para fins agrícolas; fitotecnia e
zootecnia; melhoramento animal e vegetal; recursos naturais renováveis;
ecologia, agrometeorologia; defesa sanitária; química agrícola; alimentos;
tecnologia de transformação (açúcar, amidos, óleos, laticínios, vinhos e
destilados); beneficiamento e conservação dos produtos animais e vegetais;
zimotecnia; agropecuária; edafologia; fertilizantes e corretivos; processo de cultura e
de utilização de solo; microbiologia agrícola; biometria; parques e jardins;
mecanização
na agricultura;
implementos
agrícolas;
nutrição
animal;
agrostologia; bromatologia e rações; economia rural e crédito rural; seus
serviços afins e correlatos. Vistoria, perícia, avaliação, laudo e parecer técnico.
Desempenho de cargo e função técnica. Ensino, pesquisa e extensão.
O perfil do Engenheiro Agrônomo deve estar baseado no conjunto das
habilidades e competências necessárias para o exercício profissional, antevendo e
acompanhando de forma sistemática e crítica os permanentes desafios
decorrentes de mudanças tecnológicas e das relações humanas, incorporando
princípios morais e éticos que valorizem a melhoria da qualidade de vida da
sociedade.
O Curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no desenvolvimento
de condutas e atitudes com responsabilidade técnica e social, tendo como
princípios:
− Respeito à fauna e à flora;
− Conservação e/ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água;
− Uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente;
− Emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e,
− Atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício de atividades
profissionais.
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As diretrizes curriculares constituem-se de uma base comum e de uma parte
diversificada que deverão permitir ao profissional dos Cursos da Área de Ciências
Agrárias ter habilidades e competências para:
− Conhecer e compreender cientificamente, os fatores de produção e combinálos com eficiência técnica, econômica e ecológica;
− Aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos;
− Projetar e conduzir pesquisas, interpretar e difundir os resultados;
− Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
− Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços;
− Identificar problemas e propor soluções;
− Desenvolver e utilizar novas tecnologias;
− Gerenciar, operar e manter sistemas e processos;
− Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
− Atuar em equipes multidisciplinares;
− Atuar eticamente;
− Avaliar o impacto das atividades profissionais no contexto social, ambiental
e econômico;
− Conhecer e atuar em mercados do complexo agroindustrial;
− Compreender e atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário;
− Atuar com espírito empreendedor;
− Atuar em atividades docentes no ensino superior; e,
− Conhecer, interagir e influenciar nos processos decisórios de agentes e
instituições, na gestão de políticas setoriais do seu campo de atuação.
O profissional deverá ser habilitado para entender a coexistência de relações
entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos
fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à
concepção e prática agronômicas, adaptando-se de modo inteligente, flexível,
crítico e criativo às novas situações.
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AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL:
A Faculdade realiza sistemicamente a cada ano o processo de auto-avaliação
institucional e de cada Curso de Graduação. Dessa forma, tanto a instituição, quanto
os cursos são avaliados anualmente com vistas ao constante aperfeiçoamento.
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem como objetivo avaliar, rediscutir e
reformular com a comunidade acadêmica as propostas de desenvolvimento
institucional e curriculares, com vistas ao reposicionamento institucional constante
em busca da perfeição.
A avaliação institucional visa contribuir para a melhoria da Instituição nos níveis
acadêmico e administrativo, atendendo ao que prescreve a LEI Nº 10.861, DE 14 DE
ABRIL DE 2004. Ela tem como finalidade básica o auto-conhecimento e a tomada de
decisões na perspectiva de desenvolver uma educação superior com qualidade.
A avaliação Institucional é entendida prioritariamente como um ponto de partida para
os ajustes necessários na Instituição. Ela é um “organizador” das idéias sobre os
problemas do ensino superior. Por outro lado, ela sedimenta uma cultura de
avaliação diagnóstica, onde são identificados os erros e os acertos com o objetivo
de correção e melhoria, mediante feedback constantes.
A trajetória de auto-avaliação da Faculdade é construída de modo a ajustar-se a um
modelo de resultados concretos que monitore os indicadores institucionais da
qualidade dos serviços educacionais que prestará a sociedade onde se insere, por
meio de um processo participativo que será construído coletivamente tendo como
principal foco o aperfeiçoamento de sua ação educativa.
A Faculdade propõe-se, neste sentido, repensar a realidade institucional num
processo sistêmico e participativo desencadeado internamente, que permita
examinar criticamente suas estruturas, suas atividades de ensino, de pesquisa e de
extensão, bem como seu modelo de gestão institucional, com vistas a identificar,
compreender e equacionar alternativas para seu aperfeiçoamento acadêmico.
Constituem princípios norteadores da avaliação Institucional da Faculdade, conforme
Plano de Avaliação Institucional, os seguintes:
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a) visualizar a avaliação institucional como processo
sistêmico que busca a
compreensão global da Instituição;
b) promover o envolvimento participativo dos diferentes segmentos da Instituição no
processo de avaliação institucional;
c) utilizar abordagens qualitativa e quantitativa como mecanismos necessários para
a aferição da qualidade;
d) estabelecer paradigmas institucionais para elevar a qualidade dos serviços
educacionais que oferece;
e) integrar a avaliação interna e externa como ações de complementaridade mútua;
f) associar à qualificação institucional um conjunto de ações educativas contidas
em propostas e compromissos que se articulam de forma coerente;
g) manter o compromisso da Direção da Faculdade com a implementação das
propostas resultantes do processo avaliativo.
Este processo visa a aperfeiçoar e a transformar a realidade institucional frente ao
paradigma da qualidade acadêmica e de sua ação educativa, e para tanto foram
estabelecidos os seguintes objetivos:
Geral: Acompanhar e aperfeiçoar o Projeto Pedagógico Institucional, promovendo a
permanente melhoria e pertinência das atividades relacionadas a ensino, pesquisa,
extensão e gestão.
Específicos:
a) refletir sobre a Instituição na sua globalidade, identificando caminhos para a
melhoria do processo educativo;
b) promover a auto-avaliação de cada curso com a participação de todos os atores
envolvidos;
c) revisar a matriz curricular dos cursos superiores, os programas, as ementas das
disciplinas e sua bibliografia, com o propósito de aperfeiçoá-los e adequá-los às
diretrizes emanadas do Conselho Nacional de Educação;
d) avaliar o desempenho docente como forma de aperfeiçoar as ações
pedagógicas;
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e) rever periodicamente a definição do perfil dos egressos dos cursos, para adaptálo às exigências do mercado de trabalho, à evolução do processo educacional e
às determinações do MEC;
f) aprimorar o sistema de avaliação do rendimento escolar;
g) avaliar a inserção dos egressos de seus cursos no mercado de trabalho;
h) rever periodicamente os cursos de educação continuada que promoverá para
atender as necessidades regionais;
i) avaliar o desempenho da gestão acadêmica e da gestão administrativa
institucional.
Portanto, o sistema de auto-avaliação institucional e do curso proposto é composto
pela participação das três comunidades constitutivas da IES, a saber, o Corpo
Docente, o Corpo Discente e o Corpo Técnico-administrativo, com foco em avaliar o
“todo”! Avaliamos o alcance dos objetivos, o perfil, as competências e as
habilidades; avaliamos os professores, coordenadores, funcionários, assessorias e
demais setores; avaliamos os cursos e suas infra-estruturas. Toda avaliação tem
como objetivo de apurar as falhas e possíveis melhorias do sistema. Os
instrumentos e regulamentos específicos são produzidos, divulgados e armazenados
pela CPA.
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PROCESSO SELETIVO:
O Processo Seletivo da Faculdade ocorre de forma tradicional, mediante Edital
Público, com questões objetivas, apresentando cada uma, alternativas de resposta,
mais a Prova de Redação eliminatória, conforme legislação vigente, com pontuação
de 0,0 (zero) a 10 (dez). O conteúdo das provas é divulgado no Manual do
Candidato, como as demais informações sobre o processo. As provas são de Língua
Portuguesa, Redação, Língua Estrangeira, Matemática, Física, História, Geografia,
Química e Biologia. Os candidatos tem acesso às instalações da Faculdade no dia
do Processo Seletivo a partir das 07:30 h, ficando proibido o acesso de candidatos
após as 08:00 horas.
As vagas para cada curso (previstas conforme Edital) serão preenchidas por sistema
de classificação dos candidatos, obedecendo à ordem decrescente dos escores
globais atingidos, considerando-se o total de pontos obtidos pelos candidatos
concorrentes. Estará automaticamente desclassificado do Processo Seletivo o
candidato que obtiver a nota 0,0 (zero) na Redação. Estarão habilitados os
candidatos que obtiverem resultado por ordem decrescente dos escores globais
obtidos após a aplicação do ponto de corte: I DP – um desvio padrão abaixo da
média aritmética dos escores globais dos candidatos concorrentes em cada curso.
Serão calculados pontos de corte por grupo de concorrente para cada curso.
Ocorrendo empate de resultados, far-se-á a comparação dos escores globais
padronizados dos candidatos, selecionando-se aquele que apresentar a maior
quantidade de acertos na Prova de língua Portuguesa ou maior pontuação na
Redação.
A Faculdade somente considera oficial e válida, para todos os efeitos a lista de
classificados divulgada oficialmente pela Comissão Coordenadora do Processo
Seletivo. Os candidatos não portadores de escolaridade compatível (ensino médio
ou equivalente) deverão indicar na ficha de inscrição e serão considerados
“treineiros”. Desta forma, torna-se nula, de pleno direito, a classificação de tais
candidatos. Disponibilizamos um percentual de 5% (cinco por cento) das vagas
previstas neste Edital para preenchimento através do resultado do Exame Nacional
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do Ensino Médio - ENEM, de acordo com a Portaria INEP nº 110 de 04 de dezembro
de 2002.
A Faculdade também realiza Processo Seletivo para candidatos à Matrícula Especial
e Transferência, conforme Edital Público específico. Nesses casos, efetuamos
entrevista, análise de Histórico Escolar e Redação, além de prova de conhecimentos
gerais para casos específicos previstos em no edital.
SISTEMA DE VALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM:
A compreensão de avaliação é de que é parte intrínseca e integrante do processo
educacional. Tem a preocupação com o sucesso do aluno, por isso se realiza
sempre ao longo do processo para que imediatamente à constatação de não
aprendizagem, os professores possam acudir com proposições referentes ao não
domínio do que se pretendia e não como um “trabalho para ajuda na nota”, prática
comum em muitas instituições.
O sentido de avaliar processualmente é a compreensão de que a intervenção
pedagógica é o motor do desenvolvimento do aluno, pois permite que ele retome
conteúdo/prática, fazendo deste conhecimento incorporação liberando-se para
novas aprendizagens. A auto-avaliação será exercitada como uma forma de reflexão
sobre seu próprio desempenho e criação de consciência da importância de ser o
maior interessado em seu próprio crescimento, conforme se discuti na respectiva
disciplina.
Não se pretende enfatizar a nota, mas sim a avaliação como processo para que o
futuro profissional, ao passar por esta experiência, possa repeti-la com seus alunos.
A avaliação neste caso centra-se no desempenho e não em respostas distantes do
que o professor tenha como objetivo atingir com o seu aluno.
Por ser contínua, esta forma de avaliar precisa se tornar do conhecimento do
aluno, uma vez que ele se encontra condicionado pelo sistema tradicional, apenas
com provas e trabalhos para alcançar uma nota e aqui, o professor afasta da
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relação de avaliação a nota e prioriza todo um comportamento de desempenho
retomando os conteúdos/prática novamente e de maneira diferente para que a
aprendizagem ocorra.
Estamos propondo então que entre o resultado do desempenho e a nota haja um
espaço de novas aprendizagens em caso de insucesso, através do envolvimento
persistente e corajoso do professor com a aprendizagem do aluno demonstrando
um comportamento novo, interessado no aluno e capaz de, por esse interesse,
instalar nele o desejo de envolver-se com seu desempenho e crescimento
educacional.
Assim sendo ele precisa saber quais são as formas de apresentação do registro da
avaliação que cada professor vai solicitar, por exemplo: através de seminários;
relatórios; dramatizações; caderno de registro das atividades; preparação e
realização de debates; projetos; portfólios; exposição de trabalhos com fotografias
ou outro recurso; preparação de vídeo sobre experiência realizada; apresentação
da leitura de um livro; relatório de visitas ou viagens, etc.
Sabedor da forma, ele também tem que participar dos momentos de reflexão nos
quais o professor estará verificando seu crescimento. A cada unidade vencida,
esse momento de reflexão acontece. Além dele, bimestralmente o Colegiado do
Curso deve discutir o crescimento dos alunos, por todos os professores que
conforme o resultado podem propor formas conjuntas de intervenção adequada a
cada caso.
A cada semestre, o Seminário de Integração é o evento que encerra as disciplinas
daquele período de aulas, apresentando os resultados dos trabalhos teóricopráticos acontecidos em todas as disciplinas. É o ápice do acompanhamento
realizado durante o semestre. Meses antes da realização do Seminário o
Coordenador e Colegiado do Curso deverá apresentar aos alunos orientações e
exigências para a realização e montagem, pois o evento será supervisionado por
todos os professores das disciplinas, pelos membros do Colegiado do Curso e pela
Coordenação do Curso e aberto à comunidade acadêmica.
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Os critérios básicos do rendimento escolar da Faculdade constam de seu
Regimento Geral. A verificação do rendimento escolar deve priorizar a avaliação
contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos
qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo da disciplina sobre os
de eventuais provas finais.
A proposta de avaliação da aprendizagem para o curso encontra respaldo no
Regimento Geral da Faculdade, o qual estabelece que a verificação do rendimento
escolar é avaliada pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por
ele obtidos nas provas teóricas-práticas, seminários, avaliações diárias ou
trabalhos, exercícios, projetos, relatórios, estudos de casos, monografias ou outras
modalidades academicamente aceitas, de acordo com as características da
disciplina ou estágio, desde que constem do plano de ensino da disciplina,
aprovado pelo colegiado de cada curso.
O tipo de avaliação fica a critério do docente, com anuência da Coordenação do
Curso. Sugere-se a utilização de seminários, provas escritas, trabalhos de
pesquisas, trabalhos técnicos, relatórios de visitas, etc. Os docentes devem aplicar
uma avaliação para cada 36 (trinta e seis) horas aulas, sendo que, pelo menos uma,
deve ser individual.
Adota-se o conceito de 0,0 a 10,0 (zero a dez) por disciplina. Para aprovação, o
aluno deve obter o Conceito Final de 7,0 (sete), calculado mediante a média
aritmética dos conceitos obtidos no decorrer da disciplina numa escala de 0,0 a 10,0
(zero a dez).
O aluno que obtiver Conceito Final (CF) inferior a 3,0 (três) será reprovado na
disciplina sem direito a Avaliação Complementar (AC) e deverá repeti-la
oportunamente. O aluno que obtiver Conceito Final (CF) de 3,0 a 6,9 (três a seis
virgula nove) tem direito a uma Avaliação Complementar (AC). Para obter a
aprovação, deverá alcançar Média superior ou igual a 5,0 (cinco) conforme cálculo
abaixo:
CF x 7 + AC x 3 > 5
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10
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
De acordo com as diretrizes curriculares nacionais, as Atividades Complementares
se inserem como componentes obrigatórios na formação do egresso. Dessa forma, é
preciso organizar uma oferta diversificada dessas atividades no âmbito de cada
Curso de Graduação da FACULDADE DOM LUIZ, bem como, definir os
instrumentos de seu acompanhamento e avaliação para a sua plena realização.
Em primeira instância, institui o Núcleo de Atividades Complementares, como órgão
da estrutura organizacional que auxilia as Coordenações de Curso na Gestão das
Atividades Complementares. Cabe ao mesmo, fomentar, acompanhar e registrar as
Atividades Complementares no âmbito da INSTITUIÇÃO, com base nas Normas
Gerais de Atividades Complementares que seguem abaixo:
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO
Art. 1º As Atividades Complementares previstas nos respectivos Cursos de
Graduação são obrigatórias e categorizam-se em três grupos:
Grupo 1 - Atividades de Ensino;
Grupo 2 - Atividades de Extensão;
Grupo 3 - Atividades de Pesquisa.
Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga
horária das atividades complementares em, pelo menos, dois dos grupos acima
indicados.
Art. 2º As Atividades Complementares terão carga horária global prevista nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Instituição, devendo ser
cumpridas durante a integralização do curso.
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Art. 3º As Atividades de Ensino, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, compõem-se de:
a) disciplinas e/ou cursos oferecidas pela própria Faculdade, mas não
previstas no Currículo Pleno do Curso;
b) cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições, desde que com
anuência prévia da Coordenação do Curso;
c) monitoria em disciplina vinculada a área do respectivo Curso.
Art. 4º As Atividades de Extensão, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, dividem-se em:
a) participação
em
seminários,
palestras,
congressos,
conferências,
encontros, cursos de atualização e similares;
b) estágios extracurriculares;
c) participação em ações de extensão patrocinada pela Instituição de
Ensino;
d) participações em audiências, limitados a 20 h.
Art. 5º As Atividades de Pesquisa, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, incluem:
a) iniciação científica;
b) trabalhos publicados em periódicos, com tema vinculado a área do Curso,
até 40 horas para cada um.
Art.
6º
As
Atividades
Complementares
serão
coordenadas
pelas
Coordenações de Curso, ou por órgão integrante das mesmas, ao qual caberá:
a) estabelecer, com a anuência do Colegiado do Curso, e divulgar, o Plano
de Atividades Complementares a ser desenvolvido anualmente pela Faculdade;
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b) exigir certificado de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária
cumprida, relatórios de desempenho, e outros documentos vinculados as Atividades
Complementares;
d) analisar o documento apresentado pelo aluno para comprovar a
realização de cada Atividade Complementar e, se considerá-lo suficiente, rubricá-lo
e encaminhá-lo a Secretaria Geral para registro na Ficha do Aluno.
Parágrafo 1º Os documentos comprobatórios das atividades Complementares
depois de rubricados pelo Coordenador e encaminhados para registro na Ficha do
Aluno, permanecerão na Pasta do Aluno para posterior expedição de Diploma.
§ 2º A Coordenação abrirá prazo de um mês ao final de cada semestre letivo,
para
recebimento
das
solicitações
de
aproveitamento
de
Atividades
Complementares, devendo publicar suas decisões na primeira semana do semestre
subseqüente.
Art. 7º Os casos omissos, assim como os recursos interpostos, serão
apreciados pelo Colegiado do Curso, cabendo recuso ao Conselho Superior de
Ensino da Instituição.
TRABALHO DE CURSO:
O Trabalho de Curso contempla o momento de reflexão e elaboração científica do
formando. Para tanto, os diversos Projetos Pedagógicos de Curso da Faculdade
prevêem a realização de trabalhos científicos finalizadores dos cursos de graduação.
O TC será apresentado pelo aluno ao final do curso, perante uma Comissão
Examinadora designada pelo Colegiado do Curso, da qual fará parte o professor
orientador, podendo também ser convidado docente de outro curso oferecido pela
Faculdade.
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O tema do TC será identificado pelo aluno, juntamente com o seu orientador, e
escolhido a partir da sua vivência nas diversas atividades desenvolvidas, das
pesquisas bibliográficas empreendidas, desde que vinculado a uma das áreas ou
disciplinas do curso.
Será facultado ao aluno apresentar um pré-projeto do TC ainda nos primeiros
semestres, desde que já haja uma linha de interesse bastante delineada pelo
mesmo, como forma de possibilitar o direcionamento das atividades de livre escolha,
dentro da carga horária prevista, concedida ao aluno como Estudos Independentes.
A elaboração do trabalho de conclusão do curso é objeto de regulamentação através
de normas gerais que seguem abaixo, além de normativas específicas a serem
elaboradas pelo Colegiado do Curso:
DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC):
A coordenação do TCC será exercida pela Coordenação Adjunta do Curso (ou
específica) e a cargo de professores habilitados e credenciados por esta Instituição
de Educação Superior (IES). Competindo-lhe:
a) Acompanhar, junto aos professores-orientadores, o andamento dos trabalhos, de
acordo com as condições estabelecidas nestas normas;
b) Estabelecer calendário para reuniões periódicas com os orientadores do TCC
para acompanhamento das etapas dos projetos e da elaboração dos trabalhos;
c) Prover a organização, manutenção e atualização dos arquivos com os trabalhos
finais;
d) Encaminhar à biblioteca cópia dos trabalhos finais devidamente aprovados;
e) Promover, para a comunidade acadêmica, a divulgação das informações relativas
ao desenvolvimento do TCC.
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Obs: O Coordenador, para o desempenho de suas funções, deverá dispor de carga
horária suficiente, distribuindo suas atividades a fim de atender de modo equânime
professores-orientadores e alunos no que for julgado de sua competência.
DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC):
a) A coordenação do TCC será desenvolvida sob a supervisão de um professororientador;
b) Quando se tratar de Monografia, o professor-orientador deverá ter formação
acadêmica na área objeto do projeto de estudo do aluno;
c) Quando se tratar de Relatório Científico de Estágio o professor-orientador será o
Encarregado de Estágio do respectivo aluno;
d) O professor-orientador das atividades referentes ao TCC, dentro da carga horária
que lhe for atribuída, é responsável pelo atendimento aos alunos quanto à
orientação metodológica para a elaboração do trabalho, devendo:
e) Reunir-se periodicamente com os seus orientados para acompanhamento dos
trabalhos;
f) Acompanhar a execução dos projetos e atuar junto aos alunos com vistas ao
atendimento das normas para apresentação TCC.
Obs: A substituição do professor-orientador poderá ser permitida desde que, sem
prejuízo para os prazos disponibilizados para os alunos, mediante aquiescência do
professor substituído e sob a condição de assunção formal da função por outro
docente, para orientação e acompanhamento dos trabalhos.
O professor-orientador terá, entre outros, os seguintes deveres específicos:
a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso;
b) Prestar atendimento aos alunos-orientandos de acordo com o cronograma de
acompanhamento especificado no item 4.4;
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c) Encaminhar, nos prazos determinados, à Coordenação do Curso devidamente
preenchidas e assinadas, as fichas de freqüência e avaliação dos alunos;
d) Avaliar os relatórios parciais dos orientandos, acompanhando o desenvolvimento
do TCC;
e) Participar das Comissões Avaliadoras para as quais tenha sido designado, sendo
obrigatória a presença do orientador quando o apresentador estiver sob sua
orientação;
f) Assinar, juntamente com os demais membros da Comissão Avaliadora, as folhas
de avaliação dos trabalhos e os relatórios finais.
DOS DEVERES DOS ALUNOS-CONCLUINTES
a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC, ou por seu
orientador;
b) cumprir os prazos estabelecidos pelo professor orientador;
c) reunir-se, semanalmente, com o professor-orientador para analise, discussão e
adoção de medidas, se necessárias, para o aprimoramento do trabalho;
d) elaborar a versão final da TCC para fins de avaliação, de acordo com as
instruções do seu orientador, da Coordenação do TCC, da Comissão Avaliadora e
as orientações institucionais vigentes para a elaboração do trabalho;
e) comparecer em dia, hora e local determinado para a apresentação oral da versão
final do trabalho para a qual tenha sido convocado de acordo com o calendário
estabelecido pela Coordenação do TCC.
DA APROVAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA:
a) Em se tratando de Monografia, o aluno deverá elaborar o Projeto de Pesquisa de
acordo com as orientações do seu professor-orientador, atendendo, no que forem
aplicáveis, os critérios técnicos e normativos sobre documentação e conseqüentes
produção do texto de cunho cientifico;
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b)
O
Projeto
de
Pesquisa
é
de
responsabilidade
individual,
podendo,
excepcionalmente e sempre que se justifique, ser desenvolvido por dois alunos,
sendo vedada, a qualquer titulo, a formação de grupos maiores para essa atividade.
c) A alteração da proposta de trabalho inicialmente apresentada e aprovada poderá
ser aceita , desde que a(s) mudança(s) solicitada(s) pelo aluno(s), com aval do seu
professor-orientador, não comprometa(m) as linhas do projeto original e cuja
requisição atenda um prazo que não ultrapasse 40% (quarenta por cento) do tempo
disponibilizado para a conclusão da monografia.
DAS COMISSÕES AVALIADORAS:
a) A FACULDADE poderá constituir Comissões Avaliadoras do TCC, a serem
compostas pelo professor-orientador e por outros dois membros, os quais, mediante
indicação do Colegiado de Curso, serão designados para a função pelo Diretor
Acadêmico;
b) As Comissões Avaliadoras do TCC poderão incluir na sua composição um
membro escolhido entre os professores de outras IES, desde que o indicado esteja
vinculado à área de abrangência da pesquisa ou, ainda, entre outros profissionais de
nível superior que exerçam atividades afins com o tema do trabalho.
c) O Colegiado de Curso, ao indicar os professores para composição das Comissões
Avaliadoras, deve buscar manter a equidade no numero de indicações, limitando a
participação de cada docente em até 5 (cinco) comissões por semestre acadêmico.
DA AVALIAÇÃO DO TCC:
a) O trabalho final deverá ser apresentado pelo aluno, para avaliação, sob a forma
de texto com aspectos científicos, elaborado de acordo com orientações
metodológicas e considerando ainda, especificadamente, as normas da ABNT;
b) Em se tratando de Monografia, o tipo do discurso predominante (dissertativo /
narrativo / descritivo) vai depender da especificidade do projeto de pesquisa e
respectiva abordagem do tema / assunto, podendo a monografia derivar de:
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
análise teórica sobre um assunto pesquisado bibliograficamente;

análise teórico-empírica, que envolve trabalho de campo;

relato de pesquisa característica como um estudo de caso.
c) A Coordenação do TCC deverá elaborar calendário fixando prazos para a entrega
pelos alunos dos trabalhos para avaliação final e apresentação oral, cujas datas
deverão ser comunicadas à Diretoria Acadêmica para inserção no calendário da
Faculdade, sem prejuízo de outras atividades ou eventos já programados;
d) O TCC, em versão preliminar, com a devida liberação do professor orientador,
deverá ser entregue à Coordenação do Curso, em três vias, na data fixada em
cronograma especifico conforme item 8.3, para encaminhamento ao avaliador ou
membros da Comissão Avaliadora, a fim de que emitam parecer favorável à
aprovação do aluno ou contendo recomendações para acréscimos ou alterações e
devolução pelo autor, em nova data, tendo em vista a avaliação definitiva;
e) A avaliação deverá primar pela utilização uniforme dos critérios de avaliação dos
trabalhos, abordando o conteúdo, fidelidade ao tema, metodologia adotada,
coerência do texto, nível culto da linguagem e estrutura formal do trabalho
apresentado;
f) Mediante solicitação da Coordenação do TCC ou do professor-orientador, a versão
final do TCC será apresentada pelo aluno acompanhada de matéria correspondente
a um artigo estruturado de acordo com as normas adotadas pela FACULDADE para
publicação em revistas acadêmicas ou outros periódicos;
g) De acordo com a proposta curricular respectiva do Curso, o trabalho deverá ser
apresentado oralmente em sessão que pode ser publicada em data, local e horário a
serem definidos do item 8.3, cujo evento deverá ser de pleno conhecimento do aluno
e do seu professor-orientador;
h) O aluno deve solicitar à Coordenação do TCC, em tempo hábil, todo o material de
suporte,
recursos
audiovisuais
ou
assemelhados,
a
serem
utilizados
apresentação oral do trabalho.
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na
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS:
a) A solução de casos especiais ou em regime de exceção por motivos de força
maior devidamente justificados pelo(s) aluno(s), professores(es), ou orientador(es),
cujas requisições demandem ajustes é de competência do Coordenador de Curso,
ouvido o Colegiado do Curso e a Diretoria Acadêmica, desde que atendidas as
normas ora instituídas;
b) Toda e qualquer questão que por ventura surja e que não esteja prevista nestas
normas ou na legislação educacional vigente, será objeto de deliberação do
Colegiado do Curso, em primeira instância, ou do Conselho Superior de Ensino, em
última instância no âmbito da Instituição;
c) As presentes normas entram em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho
Superior de Ensino da Instituição.
ESTÁGIO PROFISSIONAL:
O estágio é um momento de fundamental importância no processo de formação do
aluno, pois se trata de um treinamento que possibilita ao estudante vivenciar o
aprendido na Faculdade, tendo como função integrar as inúmeras disciplinas que
compõem o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando-lhes o
nível de consistência e o grau de entrosamento. Por meio dele o estudante pode
perceber as diferenças do mundo organizacional e exercitar sua adaptação aos
meios empresariais e profissionais.
O estágio funciona como uma oportunidade do aluno vislumbrar seu futuro. Deve ser
uma passagem natural do “saber sobre” para o “saber como”; um momento de
validação do aprendizado teórico e prático em confronto com a realidade. Tem
cumprido de forma eficiente o papel de elo entre os mundos acadêmico e
profissional ao possibilitar ao estagiário a oportunidade de conhecimento da filosofia,
das diretrizes e do funcionamento das organizações e suas inter-relações com a
comunidade.
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A realização de estágios será incentivada como forma de aproximar os alunos das
necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática
profissional, além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida nos
Cursos da Faculdade. O Estágio Supervisionado, desenvolvido ao longo do curso,
sob a coordenação e supervisão do Coordenador de Estágio do respectivo curso,
deverá, além dos objetivos que são inerentes à atividade, desenvolver o espírito
crítico, analítico e empreendedor do aluno.
Deverá
complementar
o
processo
ensino
–
aprendizagem,
através
da
conscientização das deficiências individuais e incentivar a busca do aprimoramento
pessoal e profissional e facilitar o processo de atualização de conteúdos
disciplinares, permitindo adequar aquelas de caráter profissionalizante às constantes
inovações tecnológicas, políticas, sociais e econômicas
a que estão sujeitas. A
atividade Incentiva o desenvolvimento de potencialidades individuais, além de
possibilitar à Faculdade um bom posicionamento social junto ao mercado de trabalho
ao evidenciar a qualidade de seu curso, a partir do desempenho de seus alunos.
O Estágio se apresenta de forma clássica e obrigatória para a conclusão do curso
superior em todas as carreiras universitárias. Sua realização é fundamental para a
complementação/conclusão do ensino universitário, sendo este o momento de uma
reflexão mais séria do estudante acerca da natureza do mercado de trabalho e das
habilidades e capacidades que lhe serão exigidas. O Estágio Supervisionado deverá
ser iniciado com o objetivo de capacitar o aluno a dominar todo instrumental
necessário para intervir na dinâmica técnica, organizacional, gerencial, operacional e
ambiental através do aprofundamento dos conhecimentos vinculados aos Campos
de conhecimento do Curso.
O Estágio inicia o processo de conhecimento da Organização, e é capaz de levantar
indicadores e analisar a situação organizacional e o contexto onde a mesma se
encontra localizada, fazer um diagnóstico, identificar as fraquezas da Instituição,
seus pontos fortes, as situações de entrave e analisar as possíveis intervenções. De
posse dos conhecimentos adquiridos e com apoio do corpo docente e das
contribuições decorrentes dos seminários, ele poderá delinear um plano de ação
para uma organização similar, um relatório sobre determinado aspecto do trabalho,
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como resultado das observações e da própria atividade de estágio, aglutinando os
subsídios recebidos durante os semestres anteriores.
Entretanto, diante da dinâmica das mudanças tecnológicas e organizacionais, tornase imperativo uma familiarização do aluno com a realidade empresarial e /ou
societária mais cedo, em razão do que o aluno, além do Estágio obrigatório para a
conclusão do curso, será estimulado a realizar atividades complementares que se
caracterizem como uma oportunidade de observação da práxis profissional, como
forma de adquirir uma visão crítica do seu ambiente e, em especial, do universo em
que se situa a sua profissão, e com o objetivo de aprofundar os estudos acerca dos
fenômenos administrativos e organizacionais, assim como suas inter-relações com a
realidade social na sua totalidade, quando terá oportunidade de verificar a
aplicabilidade dos conceitos, dos métodos, formas e técnicas gerenciais, para agir
com maior segurança, e até mesmo, competência quando nas atividades do Estágio
Supervisionado.
Essas
atividades supervisionadas,
que
podem
envolver
programações
de
workshops, visitas às empresas e organizações, trabalhos de campo na comunidade
e trabalhos voluntários, programas de pesquisa integrados, dentre outras, deverão
ser autorizadas, acompanhadas e avaliadas pela Coordenação de Estágio e pela
Coordenação do Curso, além do Professor Orientador.
O Estágio Supervisionado segue regulamentação geral transcrita abaixo, e será
também regulamentado especificamente pelo Colegiado de Curso. Será gerenciado
pela Coordenação de Estágio com a ajuda de professores orientadores, que
definirão os períodos de realização, os planos de desenvolvimento e mecanismos de
acompanhamento, os sistemas de controle, avaliação e processos e as atividades
de socialização das experiências vivenciadas.
REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA
CAPÍTULO I
Das Disposições da Lei
Art.1º - Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da
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aprendizagem e ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em
conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se
constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano.
Art.2º - O estágio curricular, como procedimento didático-pedagógico, é
atividade de competência da instituição de ensino. Para caracterização e definição
do estágio curricular é necessária, entre a instituição de ensino e as pessoas
jurídicas de direito público e privado, a existência de instrumento jurídico,
periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições para a
realização do estágio. A instituição poderá recorrer aos serviços de agentes de
integração públicos e privados entre os sistemas de ensino e os setores de
produção, serviços, comunidade e governo, mediante condições acordadas em
instrumento jurídico adequado.
CAPÍTULO II
Da Definição e Finalidades do Estágio Supervisionado
Art.3º - O Estágio Supervisionado defini-se como um processo de
aprendizagem profissional que:
I - Integra o conhecimento adquirido pelo aluno, em sala de aula, à prática
profissional, e estimula o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas
em situações reais de vida e trabalho;
II - Propicia ao aluno a aquisição de experiência profissional específica visando sua
inserção eficaz no mercado de trabalho;
III - É desenvolvido fora da sala de aula;
IV - Está em sintonia com o projeto pedagógico do curso, com os objetivos da
instituição e com o perfil profissional desejado.
Art. 4º - O Estágio Supervisionado tem como finalidade instrumentalizar o
aluno para a iniciação profissional, enfatizando o caráter técnico, social, cultural e
atitudinal da profissão, preferencialmente através da sua inserção direta no mercado
de trabalho.
CAPÍTULO III
Do Local de Realização do Estágio Supervisionado
Art. 5º - O Estágio Supervisionado será realizado junto à comunidade em
geral ou junto a pessoas jurídicas públicas e/ou privadas, compatíveis com o futuro
exercício profissional do aluno e mediante a existência de instrumento jurídico
firmado entre a Faculdade e as instituições concedentes, sob responsabilidade e
coordenação da primeira.
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§ 1º - Serão priorizadas as instituições que:
a) Oferecem seguro de acidentes pessoais em favor dos estagiários;
b) Oferecem condições para a realização do estágio de modo que não comprometa
o rendimento do aluno no curso.
§ 2º - Caso a Unidade Concedente não disponha de Seguro de Acidentes
Pessoais em favor dos estagiários, fica a critério da Faculdade a decisão de
contratá-lo, de acordo com a legislação em vigor.
§ 3º - A realização do Estágio Supervisionado em empresas em que os
alunos apresentam vínculo empregatício ou das quais são sócios ou proprietários é
possível, desde que seja firmado convênio entre estas e a Faculdade. Nestes casos,
os alunos devem dedicar carga horária específica para as atividades de estágio, as
quais serão orientadas e acompanhadas pela Faculdade.
CAPÍTULO IV
Da Obrigatoriedade do Estágio Supervisionado
Art. 6º - O estágio curricular é obrigatório, importante e necessário para a
complementação do processo ensino-aprendizagem.
§ 1º - Não haverá, a qualquer título ou pretexto, dispensa de estágio
curricular, pelo seu caráter de componente obrigatório para a integralização do curso
e com o qual mantém absoluta e peculiar adequação.
CAPÍTULO V
Dos Objetivos do Estágio Supervisionado
Art. 7º - O Estágio Supervisionado tem por objetivos:
I - Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos
em situações de prática profissional efetiva, criando a possibilidade de exercitar suas
habilidades;
II - Proporcionar ao aluno a oportunidade de integrar-se ao campo profissional,
ampliando sua formação teórico-prática e interdisciplinar;
III - Proporcionar ao aluno a oportunidade de participar de atividades extraclasse nas
quais possa aprimorar a sua capacitação profissional;
IV - Favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, como cidadão e
profissional consciente;
V - Possibilitar a atuação profissional do aluno e a reflexão sobre a mesma,
permitindo-lhe construir e repensar sua práxis numa experiência significativa;
VI - Buscar a integração das instituições de ensino às organizações profissionais,
sociais e culturais ligadas à área de formação do corpo discente;
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VII - Possibilitar a aproximação dos conhecimentos acadêmicos às práticas
pedagógicas.
CAPÍTULO VI
Da Comissão de Supervisão de Estágio
Art. 8º - A Comissão de Supervisão de Estágio tem por atribuição
estabelecer diretrizes e orientações para desenvolvimento e avaliação do Estágio
Curricular no Curso de Graduação, bem como deliberar sobre questões
concernentes ao mesmo. A Comissão se reunirá sempre que convocada pela
Coordenação do Curso. É constituída por:
a) Supervisor de Estágio, que é o próprio Coordenador do Curso, supervisor nato de
toda atividade de estágio no âmbito de sua Coordenação;
b) Encarregado do Núcleo de Prática Profissional, que é responsável pela
Coordenação de Estágio, deve pertencer ao quadro de docentes da Faculdade e ser
profissional experiente na área do curso;
c) Professor Orientador de Estágio, que deve pertencer ao quadro de docentes da
Instituição.
CAPÍTULO VII
Do Início, Período e Duração do Estágio Supervisionado
Art. 9º - O semestre a se iniciar o Estágio Supervisionado é previsto no
currículo do respectivo Curso de Graduação.
Art. 10º - Para iniciar o Estágio Supervisionado, o aluno deverá solicitar
mediante requerimento à Secretaria Geral, e entregar cópia, devidamente
preenchida, dos seguintes documentos:
a) Ficha de inscrição;
b) Plano Inicial de Estágio, constando às atividades que pretende desenvolver na
Instituição Concedente.
Art. 11º - O Estágio Supervisionado se inicia a partir do momento em que
a Comissão de Supervisão de Estágio der o parecer favorável ao aluno.
Art.12º - Cada estágio deverá realizar-se durante o período de, no
mínimo, um semestre acadêmico, em conformidade com o currículo do respectivo
Curso de Graduação.
Art. 13º - A duração do estágio supervisionado é definida na estrutura
curricular de cada curso, atendendo a carga horária mínima exigida pelo MEC.
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§ 1º - É obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio
Supervisionado, como consta no currículo pleno do Curso, na qual são incluídas as
horas destinadas ao planejamento, prática profissional orientada, avaliação de
atividades e planos de estágio, fracionada em jornadas compatíveis com os horários
de aula.
CAPÍTULO VIII
Da Avaliação do Estágio Supervisionado
Art.14º - A avaliação será feita através de relatórios de atividades e
supervisão do Orientador de Estágio, atribuindo-se notas a estes instrumentos, de
acordo com os critérios de avaliação de aprendizagem da Instituição.
§ 1º - Ao final do processo, cabe ao Orientador de Estágio, a menção de
Suficiente ou Insuficiente.
§ 2º - Considerado Insuficiente, sujeita-se o aluno à repetição do estágio ou
de parte dele, a critério da Comissão de Supervisão de Estágio.
CAPÍTULO IX
Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do Coordenador de Estágio
Art. 15º - Compete ao Coordenador de Estágio:
a) Interceder junto ao Colegiado de Curso quanto à definição dos campos de
atuação e dos Orientadores de Estágio;
b) Elaborar o Plano de Estágio com a Coordenação do Curso;
c) Executar a política de estágio em consonância com a Coordenação do Curso e a
Diretoria Acadêmica;
d) Estabelecer contato e visitas as instituições conveniadas com vistas a selecionar
aquelas que atendem às condições estabelecidas neste Regulamento;
e) Captar convênios, estabelecendo um sistema de parceria com instituições de
ensino e entidades de direito privado, através de credenciamentos periódicos;
f) Encaminhar termos para convênios com empresas concedentes;
g) Manter arquivo atualizado de oportunidades de estágio;
h) Organizar planilha de reserva para estágio futuro de alunos;
i) Atuar na vinculação do estagiário com o campo de estágio, encaminhando-o
através de carta de apresentação, constando o semestre que está cursando,
endereço e experiências anteriores relacionadas à área de estágio (curriculares e
extra-curriculares);
j) Fazer o acompanhamento do desenvolvimento do estágio, através da análise de
relatórios apresentados pelos alunos e pelos professores orientadores de estágio;
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l) Promover reunião com alunos orientandos e professores orientadores quando se
fizer necessário;
m) Assinar com os Orientadores de Estágio o mapa de resultados dos alunos;
n) Promover atividades de integração da Instituição com os campos de estágio
(workshops, palestras, etc.).
CAPÍTULO X
Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do
Orientador de Estágio
Art.16º - O professor responsável pela Orientação do Estágio deverá ter
formação acadêmica na área específica do estágio, sendo que a ele compete:
a) Orientar, acompanhar e avaliar os alunos no exercício da prática profissional,
interagindo com a Instituição Concedente para acompanhamento do estagiário;
b) Anotar no diário de classe e publicar os resultados da avaliação de desempenho
dos alunos estagiários na ficha dos mesmos na Secretaria Geral;
c) Orientar os alunos nas questões relacionadas à metodologia, procedimentos,
referências bibliográficas, forma e conteúdo do Plano de Estágio definitivo e dos
relatórios de estágio;
d) Ter horário fixo de atendimento ao aluno de, pelo menos, uma a duas horas por
semana.
CAPÍTULO XI
Dos Deveres e Competências do Estagiário
Art. 17º - Compete aos alunos inscritos no Estágio Supervisionado:
a) Conhecer a legislação específica do Estágio Supervisionado;
b) Comparecer ao local do estágio nos dias e horários pré-estabelecidos;
c) Respeitar os prazos e as datas de entrega dos relatórios para o Orientador de
Estágio;
d) Participar dos encontros semanais com o Orientador de Estágio no dia e horário
previamente definidos, para que o mesmo possa desenvolver as atividades de
planejamento, acompanhamento e avaliação do processo de estágio.
CAPÍTULO XII
Do Afastamento, Interrupção e/ou Desligamento do Estágio Supervisionado
Art.18º - O aluno estagiário poderá solicitar afastamento ou interrupção do
estágio nos seguintes casos:
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a) comprometimento da saúde física e/ou mental devidamente comprovado por
relatório médico;
b) licença maternidade, paternidade e casamento.
Art. 19º - O aluno estagiário poderá ser desligado do estágio, pela
Comissão de Supervisão de Estágio e/ou pela Instituição Concedente, por:
a) Indisciplina;
b) Baixo desempenho, desinteresse, incompatibilidades.
CAPÍTULO XII
Da Conclusão do Estágio Supervisionado
Art. 20º - O aluno concluirá o Estágio Supervisionado após parecer de
aprovação emitido pelo Orientador de Estágio, observando-se o aproveitamento
mínimo na forma regimental.
Art. 21º - O aluno só poderá colar grau e receber o diploma de se for
aprovado no Estágio Supervisionado.
CAPÍTULO XIV
Disposições Finais
Art. 22º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo de Prática
Profissional, como colegiado, cabendo recuso ao Conselho Superior de Ensino da
Instituição.
Art. 23º. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo
Conselho Superior de Ensino da Instituição.
INICIAÇÃO À PESQUISA:
Através do Centro de Extensão, Pós-Graduação e Pesquisa (CEPPG), realizamos
atividades de iniciação à pesquisa acessível a todos os nossos alunos, conforme
linhas de pesquisa disponíveis para todas as áreas. Os resultado dos trabalhos são
publicados na Revista Emphasis ISSN 2177-8981, com mais de cinco edições.
Dispomos de Regulamento do Programa de Iniciação à Pesquisa (PIP), com Editais
semestrais para adesão dos alunos.
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NIVELAMENTO:
A revista Ensino Superior publicou uma reportagem, de, Hélio Consolaro* muito
interessante, intitulada "O ensino do português nas universidades", que mereceu
manchete, sobre a situação do ensino do português no Brasil. O subtítulo "Os
estudantes só descobrem a necessidade de reaprender a língua na universidade,
sob a pressão das circunstâncias" demonstra que ela vai se ater a estudantes
universitários
Uma pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Indicativa compôs o
3º Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf). Os números assustam!
Apenas 25% dos brasileiros, entre 15 e 64 anos, demonstram domínio pleno da
compreensão de textos. Para 67%, a conquista da leitura se limita à localização de
informações simples em enunciados de uma só frase, ou à capacidade de identificálas em textos curtos. Enquanto 8% não conseguem sair do ponto de partida, ou seja,
são mesmo analfabetos.
Os 67% portadores do alfabetismo funcional colocam uma questão muito séria do
processo educacional: alfabetizar não basta, a escola precisa leiturizar o educando,
fazer que ele também escreva textos. Como afirma Fábio Montenegro, secretário
executivo do instituto: "A alfabetização básica não dá o mínimo necessário para a
pessoa continuar se desenvolvendo. (...) Queremos chamar a atenção para a
importância de a população dominar a leitura e a escrita".
Passando isso para os dias de hoje, o alfabetismo funcional compromete a
cidadania brasileira, por isso se diz que se faz uma verdadeira revolução quando
transformamos o aluno num leitor.
*
Hélio Consolaro é professor de Português, cronista diário da Folha da Região - AraçatubaSP, presisdente da Academia Araçatubense de Letras, coordenador do site Por Trás das
Letras.
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A realidade educacional brasileira atual está em crise em todos os seus níveis, mas
principalmente no ensino médio, tendo como desdobramento a má formação
universitária. Esse fato nos leva a refletir sobre formas de melhorar a qualidade do
ensino e, conseqüente, diminuir a desigualdade social. Sensível a situação, o
Governo Federal instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica
(SAEB, 1990). Ele tem como objetivo “apoiar” municípios, estados e a união na
formulação de políticas que visam à melhoria da qualidade do ensino” (INEP, 2004).
O SAEB é aplicado de dois em dois anos, participam dessa avaliação alunos do
ensino fundamental ( 1ª a 8ª série) e do ensino médio (1ª a 3ª série), as provas são
compostas das disciplinas Língua Portuguesa e Matemática.
A título de ilustração, citamos o exemplo abaixo com base nos últimos dados
divulgados pelo SAEB, referente aos últimos exames do ensino de matemática: “Dos
estudantes brasileiros da 3ª série do ensino médio, na disciplina de Matemática,
62,6% foram classificados no estágio críticos e outros 4,8% no estágio muito crítico
do aprendizado. No total, 67,4% dos alunos têm desempenho muito baixo daquele
desejado. No Brasil, no estágio considerado adequado para essa disciplina estão
somente 6% dos alunos” (INEP, 2003).
Com base nesses dados, levando-se em conta que a situação não se difere muito
das demais disciplinas, conseguimos entender o motivo pelo qual os alunos que
ingressam no ensino superior possuem muitas dificuldades em acompanhar os
cursos universitários, principalmente, aqueles que necessitam diretamente das
disciplinas do ensino médio.
Dentro dessa conjuntura, surgiram os cursos de nivelamento para fins de restituição
dos ensinamentos do ensino médio, o que, a princípio, trata-se de uma oficialização
da
deficiência
do
ensino
básico
brasileiro,
contudo,
é
imprescindível
o
desencadeamento dessa política para fundamentar o ensino superior. Sintonizado
com tal perspectiva, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade
estabelece as atividades de nivelamento como prioritárias para a otimização do
processo de ensino aprendizagem nos Cursos de Graduação da Instituição.
Destarte, trata-se de oportunizar a resignificação de conhecimentos fundamentais
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para a aprendizagem e desenrolar da formação graduada na Faculdade, em
particular, para os curso de Engenharia proposto.
NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO:
A Faculdade entende que o atendimento ao docente e ao discente como suporte a
aprendizagem é de fundamental importância para a consecução da proposta
pedagógica institucional. Dessa forma, busca através do apoio pedagógico promover
o suporte a o processo de ensino aprendizagem dos diversos Cursos da IES. Para
tanto, instituiu o Núcleo de Apoio pedagógico, órgão de apoio aos docentes e
discentes, para viabilizar o processo de ensino aprendizagem, bem como, para
gerenciar conflitos pedagógicos no âmbito da instituição.
O NAP presta um serviço voltado ao atendimento do aluno de graduação e pósgraduação no que diz respeito ao seu desenvolvimento da carreira e sua adaptação
à faculdade. O Núcleo acolhe alunos que queiram refletir sobre sua escolha
profissional ou planejar a carreira, alunos com dificuldades relacionadas à escolha
da profissão; adaptação ao curso ou com outras dificuldades que estejam
interferindo na integração e no desempenho acadêmico.
O NAP oferece basicamente serviços específicos: atendimento individual a alunos e
professores, oficinas com temas específicos e assessoria aos coordenadores nos
projetos interdisciplinares acadêmicos.
As oficinas são atividades coletivas de curta duração com um foco ou tema
específico relacionado ao desenvolvimento de carreira ou adaptação à faculdade.
Em geral duram apenas algumas horas, concentradas em um único dia ou divididas
em dois dias. As mesmas são oferecidas com periodicidade variável, em dias e
horários específicos, divulgados em murais da faculdade e no site da Instituição.
Usualmente é necessária inscrição prévia, pois as vagas são limitadas.
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POLÍTICA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS:
Na Faculdade o acompanhamento dos egressos sempre foi uma prioridade desde a
formatura da sua 1ª Turma, tendo em vista a importância em acompanhar a vida
profissional dos seus ex-alunos, de forma a garantir uma formação adequada e
sintonizada com o mercado de trabalho e, por outro lado, oportunizando aos
egressos a retornar à academia através da formação continuada. A política de
acompanhamento dos egressos da IES leva em consideração as oportunidades de
formação continuada, inserção profissional e participação na vida institucional, o que
constitui em uma forma de manter contato com os egressos, transformando a
Faculdade em canal aberto e centro aglutinador das idéias e experiências destes
profissionais, atualizando os dados pessoais e profissionais dos egressos,
incentivando sua participação em atividades da IES e identificando a adequação do
curso ao exercício profissional.
Para tanto a IES inovou com a criação do “Portal dos Egressos”! Trata-se de um
portal vinculado ao E-DOM, nossa plataforma de interação virtual, com serviços de
acesso aberto e restritos via INTERNET. O Portal de Egressos é composto por
páginas virtuais com acesso aberto onde encontramos o andamento da vida
profissional de cada ex-aluno da Faculdade após sua formatura. Para o
preenchimento da página individual por parte de cada egresso, oferecemos a título
de incentivo um curso gratuito de atualização profissional após um ano de formado.
Dessa
forma,
os
egressos
preenchem
as
informações
necessárias
para
conhecimento da Faculdade com vistas ao acompanhamento profissional e
otimização curricular de nossas graduações.
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ESTRUTURA CURRICULAR:
A proposta curricular do Curso de Engenharia Agronômica foi construída a partir do
disposto na RESOLUÇÃO CNE/CES nº 11, de 11/03/2002, que estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia.
A matriz curricular está estruturada em conformidade com a RESOLUÇÃO
CNE/CES nº 2, de 18/06/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial, que prevê uma CH mínima de 3.600 (três
mil e seiscentas horas) para graduação em engenharia, como prazo de
integralização mínimo previsto de 05 (cinco) anos.
Com base no referencial disposto, o Curso dispõe de uma CH mínima de 4.140
(quatro mil e cento e quarenta) horas, com 300 (trezentas) horas de Estágio
Supervisionado e 150 h de Atividades Complementares.
Todas as disciplinas são organizadas em aulas teóricas (turmas de até 50 alunos) e
práticas através de aulas em laboratórios específicos (turmas de até 25 alunos).
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COLEGIADO DO CURSO:
Conforme Art° 64 do Regimento Interno, todos os Curso de Graduação da
Faculdade dispõem de Colegiado de Curso, que são órgãos consultivos em matéria
acadêmico-administrativa e disciplinar, e deliberativos em matéria técnico-científica e
didático-pedagógica da Faculdade, constituídos pelo Coordenador do Curso, pelos
docentes que compõem o Colegiado e por um (1) representante do Corpo Discente
do respectivo Curso, indicado pelo seu Diretório Acadêmico. Preside o Colegiado a
Coordenadora Geral e a Coordenadora Adjunta do Curso, na ausência das mesmas,
o Professor Titular mais antigo no magistério da Faculdade, com preferência para o
mais idoso, em caso de empate. O Colegiado se reúne, ordinariamente, uma vez por
trimestre, e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral da
Faculdade, pelo Diretor Acadêmico ou pelo Coordenador de Curso ou a
requerimento de um terço (1/3), no mínimo, de seus membros. O Colegiado funciona
e delibera com a presença da maioria absoluta de seus membros, decidindo por
simples maioria de votos. Nenhum membro do Colegiado pode votar em assunto de
seu interesse pessoal direto. O Presidente do Colegiado tem direito apenas ao voto
de qualidade. De cada reunião, é lavrada a ata pelo Secretário Acadêmico da
Faculdade, devendo a mesma ser lida e aprovada pelos membros presentes. Cabe
ao Colegiado de Curso: I - pronunciar-se sobre convênios ou acordos com outras
entidades, repartições ou associações nacionais e estrangeiras; II - opinar, em casos
de recurso, sobre questões acadêmico-administrativas, de ensino, didática ou
disciplinares, a serem submetidas ao Conselho Superior de Ensino; III - aprovar os
planos de cursos da Faculdade; IV - aprovar os planos específicos dos cursos
extraordinários, seus programas e professores; V - acompanhar a execução do
regime didático, especialmente no tocante à coordenação, cumprimento de
programas aprovados e atividades de pesquisa; VI - aprovar os programas das
disciplinas e os currículos dos cursos; VII - aprovar programas de ensino para
realização entre os períodos letivos; VIII - decidir questões sobre: a) matrícula,
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exames, trabalhos escolares e transferências para a Faculdade, em grau de recurso;
b) serviços técnicos e administrativos; XIX - responder consultas que lhe forem
encaminhadas pelo Conselho Superior de Ensino e pela Diretoria da Faculdade; X indicar o Encarregado do Núcleo de Prática Profissional do respectivo Curso; XI opinar sobre a admissão e dispensa de professores; XII - fixar, anualmente, o
número de monitores, fazendo-o antes do início do primeiro período letivo, e
pronunciar-se sobre propostas de contratação; XIII - apreciar representações contra
professores e pronunciar-se; XIV - desincumbir-se de outras atribuições não
relacionadas neste artigo, mas a ele cominadas neste Regimento.
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LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA:
Dispomos de 07 (sete) laboratórios de informática. Todos climatizados, com
destinação específica. Conforme regulamento próprio, os laboratórios de informática
da Faculdade são acessíveis apenas aos alunos regularmente matriculados,
professores, coordenadores e funcionários vinculados a esta Instituição, em horários
previamente estabelecidos, de maneira a que possam ser utilizados para uso geral,
aulas, pesquisas, inserção de dados pelos professores e outras atividades
acadêmicas.
Vale salientar que os laboratórios de informática têm terminais em quantidade
suficiente para uso de turmas inteiras de 50 (cinqüenta) alunos, bem como, da
mesma forma os demais laboratórios dispõem de equipamentos suficientes para a
sua plena e boa utilização pelas diversas turmas e/ou usuários individuais. Dessa
forma, tanto no horário das aulas, quanto fora delas, em horário regular de 08 as 22
h, de segunda a sexta, e das 08 as 12 h aos sábados, disponibilizamos a nossa
comunidade acadêmica laboratórios modernos e atualizados sempre acessíveis para
as mais diversas atividades.
Laboratório LAB-01: Laboratório de uso geral. Numero de maquinas: 25, Capacidade
máxima: 50 alunos, Horário de funcionamento: Horário de funcionamento: das 7:30h
as 12:00h e das 15:00h as 21:30h. Dispõe de horário específico para uso exclusivo
dos professores;
Laboratório LAB-02: Laboratório de uso geral. Numero de maquinas: 12, Capacidade
máxima: 24 alunos, Horário de funcionamento: Quando reservado para grupos de
estudo, utilizado também para uso geral quando o laboratório de uso comum estiver
com 100% de sua capacidade em uso ou quando os demais laboratórios estiverem
em aula;
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Laboratório LAB-03: Laboratório no período da noite exclusivo para o curso de SI,
quando disponível pode ser utilizado para qualquer curso mediante reserva. Numero
de maquinas: 24 Capacidade máxima: 48 alunos Horário de funcionamento: Quando
reservado para aulas;
Laboratório LAB-04: Laboratório de uso geral. Numero de maquinas: 24 + 1 de
professor. Capacidade máxima: 48 alunos Horário de funcionamento: Quando
reservado para aulas;
Laboratório LAB-05: Laboratório de uso geral. Numero de maquinas: 28. Capacidade
máxima: 56 alunos. Horário de funcionamento: das 7:30h as 12:00h e das 15:00h as
21:30h.
LAB-06: Laboratório de Redes de Computadores. Numero de maquinas: 28.
Capacidade máxima: 56 alunos. Horário de funcionamento: das 7:30h as 12:00h e
das 15:00h as 21:30h, para uso específico mediante reserva;
LAB-07: Laboratório de Hardware. Horário de funcionamento: das 7:30h as 12:00h e
das 15:00h as 21:30h, para uso específico mediante reserva.
Obs: para uso geral, mediante demanda, qualquer um dos laboratórios voltados para
aula é disponibilizado.
Para a manutenção dos equipamentos dos laboratórios de informática, utilizam-se os
termos de garantia de no mínimo um e no máximo três anos. Manter-se-á ainda
técnicos de suporte, capazes de solucionar problemas do dia-a-dia. Caso haja danos
nos Servidores, o fornecedor tem, de acordo com o contrato de garantia, um prazo
de 6 horas para solucionar tais danos. Todos os equipamentos passarão por
processo de upgrade em no mínimo 24 e no máximo 36 meses.
SISTEMA ACADÊMICO:
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A Faculdade utiliza o Sistema Jaguar, desenvolvido para a gestão acadêmica em
geral, mas que já se submeteu a uma gama de customizações em prol da
adequação ao perfil da nossa instituição. Dessa forma, o Jaguar dispõe de todos os
módulos para a gestão acadêmica integrada, facilitando e integrando o cotidiano dos
diversos setores institucionais. A inserção de dados pode ser realizada tanto pela
intranet, quanto pela extranet (internet), facilitando a rotina de professores e
funcionários, bem como, a de alunos que da mesma forma podem consultar notas,
históricos e demais informações acadêmicas pela Internet ou pelos terminais
disponíveis na instituição. Além de backup regulares, são realizados todos os
procedimentos quanto a segurança da informação, para fins de salvaguardar todos
os registros acadêmicos.
BIBLIOTECA:
A Biblioteca tem por objetivo orientar e atender as necessidades dos alunos e
professores, bem como aos pesquisadores de outras instituições e a comunidade
em geral. O horário de funcionamento da Biblioteca é de 2ª a 6ª feira, das 7 às 22 h
e aos sábados das 8:00 às 12:00h, que se localiza no prédio 1 instalada em amplo
salão com mezanino.
A Biblioteca da Faculdade D. Luiz conta com um amplo acervo bibliográfico
composto de, cerca de, 3971 títulos de Livros 11.722 exemplares distribuídos entre
os nossos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação,
Direito, Serviço Social, Letras, Pedagogia, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia e as
Engenharias Civil, Mecânica e de Produção. Foi largamente atualizado e ampliado
em número de exemplares para oferecer o maior acesso possível ao seu público.
Também possui um acervo de literatura internacional e brasileira, bem como títulos
nas áreas de psicologia, biologia, economia, sociologia, filosofia, história do Brasil,
estudo de idiomas dentre outros, para apoiar as matérias interdisciplinares. O acervo
multimídia constitui-se de fitas VHS, DVDs, CDs, também referentes aos cursos que
a instituição oferece.
Faculdade Dom Luiz
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O aluno poderá fazer consultas pela Internet, através do portal da Faculdade,
consultando livros e periódicos. O sistema informa a classificação do título,
permitindo assim a localização dos exemplares nas estantes de forma rápida e
simplificada.
O aluno tem livre acesso ao acervo. Havendo necessidade, encontra-se à disposição
um corpo técnico de Bibliotecários e Assistentes experientes para auxiliar o aluno.
O acervo da Biblioteca conta com assinatura de jornais de circulação nacional
estadual, ficando o exemplar do dia disponível na sala de leitura.
Além do acesso a partir dos laboratórios de Informática, a biblioteca disponibiliza
dois terminais para consulta dos alunos. Dispomos ainda do Portal de Periódicos
com pelo menos 20 revistas eletrônicas por curso de graduação acessíveis
eletronicamente.
Faculdade Dom Luiz
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Laboratório de materiais de construção: com materiais e equipamentos em seu
interior para desenvolvimento dos experimentos necessários às aulas práticas.
Laboratório para atender às disciplinas de Ciência dos Materiais, Resistência dos
Materiais, Materiais de Construção, Tecnologia da Construção e Mecânica dos
Solos.
Laboratório de materiais de construção
Estufa Elétrica 200ºC
2
Tambor com tampa e colar para amostras de cimento
1
Caixa metálica 20 L
1
Cápsula ou tigelas de 1 ou 2 Kg
10
Bandeja de Alumínio p/ 3 Kg
10
Bandeja de Alumínio p/ 5 Kg
10
Quarteador de amostras com reservatórios
1
Tachos de alumínio para cerca de 10 Kg
6
Bacias de plástico cerca de 5 Kg
10
Frascos Plásticos transparentes, com tampa, para 1 L
20
Betoneira Elétrica com Capacidade de 120 L ou 250 L,
basculante
1
Carrinho de mão
1
Pá Cabo Longo
1
Enxada
1
Balança com Capacidade 60 Kg, sensibilidade 10 g
1
Faculdade Dom Luiz
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Laboratório de materiais de construção
Lata metálica 18 L
2
Colher de Pedreiro
2
Haste de socamento 600mm para moldagens de Corpo de
Prova
2
Soquete para formas 5 x10
3
Colar para formas 5 x 10
3
Concha padrão ABNT
2
Sacos de ráfia para separação de amostras de agregados
60
Sacos plásticos para separação de amostras de cimento
30
Argamassadeira elétrica planetária com cuba
1
Equipamento para medição do teor de ar incorporado
1
Equipamento de Slump Test
1
Martelo de Borracha
1
Mangueira de borracha com esguicho
1
Balança com Capacidade 20 Kg,
1
Balança com Capacidade 1,5 Kg,
1
Peneira para agregado graúdo 12,5 mm
1
Peneira para agregado graúdo 9,5 mm
1
Peneira para agregado graúdo 6,3 mm
1
Peneira para agregado graúdo 4,8 mm
1
Peneira para agregado miúdo 4,8 mm
1
Faculdade Dom Luiz
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Laboratório de materiais de construção
Peneira para agregado miúdo 2,4 mm
1
Peneira para agregado miúdo 1,2 mm
1
Peneira para agregado miúdo 0,6 mm
1
Peneira para agregado miúdo 0,3 mm
1
Peneira para agregado miúdo 0,15 mm
1
Peneira para agregado miúdo 0,075 mm
3
Fundo para peneiras de agregado graúdo
1
Fundo para peneiras de agregado miúdo
3
Tampa para peneiras de agregado miúdo
1
Escova pequena de aço para peneiras
5
Escova pequena de nylon para peneiras
5
Concha para grãos
3
Colher de sopa
3
Pêra de Borracha
3
Proveta de 1000 ml
2
Proveta de 500 ml
2
Proveta de 100 ml
3
Proveta de 10 ml
2
Becker de 1000 ml
5
Becker de 500 ml
5
Faculdade Dom Luiz
Credenciada pela Portaria nº 64, de 11/01/2005 - DOU de 12/01/2005
Laboratório de materiais de construção
Becker de 50 ml
5
Seringa de 5 ml
2
Seringa de 2 ml
2
Frasco de Erlemeyer 500 ml
12
Frasco de Chapman
2
Frasco de Lechatelier
2
Pipeta Graduada
5
Tubo de Ensaio de 50 ml ou mais
20
Balde graduado de 20 L
2
Funil Haste Curta
1
Funil Haste longa
2
Bastão de vidro
5
Aparelho de Vicat com agulha e sonda de Tetmajer
3
Agulha de Proctor jogo completo
1
Balança digital 1 Kg com sensibilidade de 0,01 g
1
Balança hidrostática capacidade 10 Kg sensibilidade 0,1 g
1
Cronômetro Digital
2
Termômetro de vidro 0 a 150º
2
Termômetro de vidro -10 a 50º
2
Termômetro higrômetro de ambiente digital ou analógico
1
Faculdade Dom Luiz
Credenciada pela Portaria nº 64, de 11/01/2005 - DOU de 12/01/2005
Laboratório de materiais de construção
Densímetro de flutuação
1
Esclerômetro de Schmidt
1
Despertador de bancada
1
Durômetro Shore A
1
Durômetro Shore D
1
Durômetro Portátil Time 130
1
Microscópio Estereoscópio com Zoom
1
Espátula fina
5
Espátula larga
5
Espátula longa
5
Vassoura de bancada
2
Estilete
5
Pincel 1/2 pol.
3
Aquecedor elétrico de bancada para ambiente
3
Lupa de Vidro
3
Régua Metálica 50 cm
2
Trena metálica 5 m
1
Ebulidor Elétrico
1
Prensa Elétrica 2 manômetros (120000 com 200 e 24000
com 40)
Capeador formato 10 x 20
1
Capeador formato 15 x 30
2
Capeador formato 5 x 10
2
Adaptador metálico 15 x 30 para 10 x 20
1
Faculdade Dom Luiz
Credenciada pela Portaria nº 64, de 11/01/2005 - DOU de 12/01/2005
2
Laboratório de materiais de construção
Adaptador metálico 15 x 30 para 5 x 10
1
Formas 10 x 20
64
Formas 15 x 30
36
Formas 5 x 10
64
Fogareiro para enxofre com 2 queimadores
1
Panela de Alumínio
2
Concha
2
Espumadeira
2
Exaustor Elétrico com coifa
1
Adaptador para tração à flexão
1
Adaptador para compressão diametral
1
Faculdade Dom Luiz
Credenciada pela Portaria nº 64, de 11/01/2005 - DOU de 12/01/2005
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projeto pedagógico do curso de engenharia agronômica