A
evolução
Economia
de
das
medidas
Energia
Hospitalares Portugueses
nos
para
a
Edifícios
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – os organismos oficiais
Organismos responsáveis pelo
construção e remodelação de
hospitalares em Portugal
projeto,
edifícios
De 1947 a 1971
Comissão das Construções Hospitalares
primeira equipa hospitalar com a participação
de engenheiros e arquitetos;
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – os organismos oficiais
De 1971 a 1985
Direção Geral das Construções Hospitalares
[Ministério das Obras Públicas]
De 1985 a 2003
Direção Geral de Instalações e Equipamentos
de Saúde
[Ministério da Saúde]
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – os organismos oficiais
• 2003
Extinção da Direção Geral
as respetivas competências passam para a
Administração Central do Sistema de Saúde ACSS
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – os organismos oficiais
EDIFÍCIOS HOSPITALARES
DE INICIATIVA PRIVADA
– Projetos sujeitos a avaliação pelo Ministério da Saúde,
atualmente pela Entidade Reguladora da Saúde
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – os primeiros estudos
Datam da década de 70 do séc. XX
as primeiras iniciativas para a gestão de
consumos energéticos
Estudos desenvolvidos por técnicos da
Direção Geral das Construções Hospitalares
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – o SOLAR
“Aproveitamento de Energia Solar em
Estabelecimentos Hospitalares”
J. H. Arandes / J. Sales Grade
(1977- 5º Congresso Internacional de Engenharia Hospitalar)
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – o SOLAR TÉRMICO
Iniciam-se os projetos solares para Edifícios
Hospitalares e Centros de Saúde, em colaboração
com o Laboratório de Ensaios Mecânicos da
Direção Geral dos Combustíveis
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – o SOLAR TÉRMICO
Década de 80 do séc. XX
Instalam-se Painéis solares térmicos em todos os
Centros de Saúde
e nalguns Hospitais Distritais como
Hospital Distrital de Vila Real > 200 coletores de 2,0 m2
Hospital Distrital de Guimarães > 220 coletores de 2,0m2
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – o SOLAR TÉRMICO
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – a Conservação de Energia
A Conservação de Energia no Edifício Hospitalar
é objeto de atenção pelos serviços técnicos do Estado, bem
patentes no documento da
Direção Geral das Construções Hospitalares
A CONSERVAÇÃO DE ENERGIA – J. H. Arandes (Nov. 1979)
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – a Conservação de Energia
Este documento refere exemplos práticos e
quantifica medidas aplicáveis em
• Economia por isolamentos térmicos
• Recuperação de Calor
• Produção de Água Quente Sanitária por
Aproveitamento Solar
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – o SOLAR TÉRMICO
Nesta altura, 1979, estava já em desenvolvimento na
Direção Geral das Construções Hospitalares o projeto
integral de um novo edifício hospitalar que veio a
incorporar todos os conceitos de Arquitetura e de
Engenharia para aplicação de medidas de economia
de energia
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
HOSPITAL DISTRITAL DE GUIMARÃES
(atual Hospital Senhora da Oliveira)
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
1982 – 1º ENCONTRO SOBRE GESTÃO DE
ENERGIA EM EDIFÍCIOS HOSPITALARES
Alguns dos temas tratados
• Gestão Racional de Energia para uma Iluminação
de Qualidade
Eduardo Patrício (DGCH)
• Relações entre a Arquitetura e a Luminotecnia
Dírio Ramos (DGCH)
• A Auditoria Energética em Hospitais
J.G.Rocha (DGCH)
• Recuperação de Calor em Condensados
Luis Lemos (UC-FCT)
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
1985 – dissolução da DGCH dependente do
Ministério das Obras Públicas e passagem do
seu corpo técnico para a DGIES, Direção Geral
de Instalações e Equipamentos de Saúde,
dependente do Ministério da Saúde
Continuam os trabalhos de sensibilização para
as questões Energéticas
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – a COGERAÇÃO
1999 – Protocolo entre Ministério da Saúde e
Ministério da Economia que define
Quadro de atuação conjunta para a definição de
programas de ação para a preparação de
investimentos em
Sistemas de Cogeração em Unidades de Saúde
Entidades intervenientes
DGIES e GDP ENERGIA
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – a COGERAÇÃO
Foram selecionados os seguintes hospitais:
•
•
•
•
Hospital PEDRO HISPANO – Matosinhos
Hospital de S.JOÃO - Porto
Hospital de SANTA MARIA – Lisboa
Hospital Distrital de Bragança
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses – a COGERAÇÃO
Concretizou-se a instalação em parte dos
hospitais selecionados
Outros acordos de financiamento
• Hospital Fernando da Fonseca
( Amadora / Sintra) – Lisboa
• Hospital de Santo André – Leiria
• Hospital de S. Bernardo - Setúbal
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
2003 – Dissolução da DGIES e passagem de algumas das
suas atribuições para a Unidade de Instalações e
Equipamentos da ACSS
2006 – Aplicação das Diretiva Europeia 2002/91/CE
Decreto-Lei 78/2006 – aprova o Sistema Nacional de Energética
e da Qualidade do Ar Interior
•
•Decreto Lei 79/2006 – aprova o Regulamento dos Sistemas
Energéticos de Climatização dos Edificios;
•Decreto Lei 80/2006 – aprova o Regulamento das Caractersticas
de Comportamento Térmico
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
2010 - Plano Estratégico do Baixo Carbono
[resolução do Conselho de Ministros n.º93/2010]
2011 - Programa ECO.AP
[resolução do Conselho de Ministros n.º2/2011]
Promover a eficiência energética na
• Administração Pública
• Reduzir a fatura energética em 30% até 2020
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
2011 – O Ministério da Saúde incumbe a ACSS
em conjunto com as ARS de definir a estratégia
de implementação do PEBC no setor da saúde.
[despacho 1729/2011 de 21 de janeiro]
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
2013 – Aplicação da nova Diretiva Europeia
2010/31/EU através do
• Decreto-Lei 118/2013 – introduz novas regras
para a Certificação Energética dos Edifícios
A evolução das medidas para a Economia de Energia nos
Edifícios Hospitalares Portugueses
2015 - A ATEHP entendeu oportuno promover
uma reflexão sobre a situação atual dos
programas, legislação e novas soluções
técnicas para a
Economia de Energia no Edifício Hospitalar
Esta é a razão do nosso encontro no primeiro dia
deste Congresso
OBRIGADO e BOM TRABALHO
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A evolução das medidas para a Economia de Energia nos Edifícios