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UNIJUÍ – UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NAS CIÊNCIAS
OS ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA:
UMA CONTRIBUIÇÃO A FORMAÇÃO CONTINUADA
TAÍSE CEOLIN
Ijuí – RS
2012
1
TAÍSE CEOLIN
OS ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA:
UMA CONTRIBUIÇÃO A FORMAÇÃO CONTINUADA
Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação Stricto Sensu em Educação nas
Ciências da Universidade Regional do
Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul –
UNIJUÍ, como requisito parcial para obtenção
do título de Mestre em Educação nas Ciências.
Orientadora: Profª Drª Maria Cristina Pansera de Araújo
Ijuí – RS
2012
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3
4
AGRADECIMENTOS
A Deus pela vida e por todas as oportunidades.
A minha família, pela preocupação constante, pela
confiança e pelas palavras de incentivo, pela paciência,
amor e carinho que sempre demonstraram em todos os
momentos, compartilhando comigo os desafios e alegrias
desta caminhada, e principalmente pela educação que me
proporcionaram e que compõe a base de tudo que eu sou.
Aos meus amigos e amigas que também compartilharam
comigo destes momentos, compreendendo o meu
“isolamento” parcial, como parte deste processo de escrita,
me dando apoio e colaborando nos (breves e) fantásticos
momentos de descontração. Não cito nomes, pra não
correr o risco de deixar alguém de fora, mas todos que
participaram sabem o quanto sou grata pela ajuda, pelo
carinho e pela amizade.
A diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental 6 de
Agosto, onde trabalho, Sandra Dill Zanchet, pelo exemplo
de dedicação e luta, por uma escola e um mundo melhor, e
também por todo o apoio nesta trajetória do curso de
Mestrado.
A minha orientadora Professora Dra. Maria Cristina
Pansera de Araújo, pela paciência, dedicação, respeito e
carinho com que recebeu a mim e ao meu trabalho.
A todos(as) os(as) professores(as) do Mestrado, em
especial, a professora Drª. Cátia Maria Nehring, professora
Ms. Sandra Elizabeth Bazana Nonenmacher, professor
Ms. Luís Fernando Gastaldo, e Professor Dr. João Batista
Siqueira Harres, pelas valiosas contribuições nas bancas
de qualificação e de defesa.
Aos companheiros do grupo de pesquisa GIPEC/UNIJUÍ,
e aos colegas do curso, pela companhia e pela
disponibilidade de ajuda, em toda minha trajetória
acadêmica.
A CAPES e a UNIJUÍ, pelo apoio financeiro e
institucional.
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RESUMO
A presente pesquisa aborda a possibilidade de identificar ao longo das 10 edições do Encontro
sobre Investigação na Escola (EIE), a constituição de um espaço que favorece o diálogo e a
problematização das práticas dos professores pesquisadores e reflexivos, permitindo a
interação entre os diferentes sujeitos em formação continuada (professores em formação
inicial, professores da escola, professores da universidade, pós-graduandos, mestrandos,
doutorandos, etc.), por meio da análise documental dos Anais deste evento, organizado, ao
longo dos anos, por diferentes instituições, no Rio Grande do Sul (RS). A investigação
centrou-se nos espaços e tempos propiciados por este evento, que favorecem a formação
continuada dos professores da escola, à medida que suscitam a escrita, a apresentação, a
problematização, a interação e a reflexão coletiva sobre as práticas desenvolvidas por estes
sujeitos. O procedimento metodológico da pesquisa baseou-se na Análise Documental
(LÜDKE e ANDRÉ, 1986), e na Análise Textual Discursiva (MORAES e GALIAZZI, 2007)
dos relatos escritos pelos professores da escola, que resultou na constituição de cinco
categorias relativas às temáticas abordadas: Avaliação, Currículo, Ensino e Aprendizagem,
Formação, e, Metodologia. Estas categorias foram subdivididas em subcategorias conforme as
diferentes abordagens da temática feita pelos autores (professores da escola), compondo
metatextos com base nos excertos dos relatos. Realizei a descrição reflexiva das 10 edições do
evento pesquisado, apresentando, inicialmente, os precursores que serviram como inspiração
para organização dos EIE no RS, que foram os “Encontros Iberoamericanos de Coletivos
Escolares e Redes de Professores que fazem Investigação na sua Escola” e os Encontros de
professores realizados na Espanha, promovidos pela Rede IRES (Investigação e Renovação
Escolar). Apresento ainda dois outros encontros brasileiros, constituídos com base na
sistemática do EIE: O Encontro Mineiro sobre investigação na Escola, e o Encontro
Riograndino de Investigação na Escola. A hipótese central que conduziu a análise foi de que a
organização de um evento que articula um diálogo entre formação inicial (licenciandos) e
continuada (professores da escola) com os professores da universidade e a apresentação de
trabalhos (a escrita sobre suas práticas, tanto em forma de relatos de suas vivências como de
pesquisas, priorizando a reflexão realizada) possibilita a criação de um espaço-tempo de
reflexão que favorece a constituição do profissional docente, pesquisador de sua prática. Além
de entender o processo de organização e estruturação do evento no decorrer dos anos, foi
possível perceber a valorização destes espaços para a formação continuada, a prática
interativa e reflexiva dos professores que desenvolvem ações inovadoras nas suas escolas, e
que se modificam, ao longo do tempo. Os resultados da investigação apontam a importância
da interação, da escrita reflexiva, socialização e apresentação das práticas, na constituição do
professor pesquisador nestes ambientes de formação continuada propiciados pelo EIE.
Palavras-chave: Formação Continuada; Professor Pesquisador; Interação.
6
ABSTRACT
This research discusses the possibility to identify, over the 10 editions of the Meeting named
Encontro sobre Investigação na Escola (EIE), the constitution of a space that promotes the
dialogue and the problematization of the practices of teachers who are researchers and
reflexive, allowing interaction between different individuals in continuing education (teachers
in training, school teachers, university teachers, post-graduate students, masters and doctoral
students, among others), through documentary analysis of the Proceedings of this event,
organized, over the years, by different institutions, in Rio Grande do Sul (RS). The
investigation focused on spaces and times offered by this event, which promotes the
continued training of school teachers, as they evoke the writing, the presentation, the
problematization, the interaction and the collective reflection about practices developed by
these individuals. The methodological approach of the research was based on Documental
Analysis (Lüdke and André, 1986), and on the Discursive Textual Analysis (MORAES e
GALIAZZI, 2007) of the reports written by school teachers, which resulted in the creation of
five categories related to the themes discussed: Evaluation, Curriculum, Teaching and
Learning, Training, and Methodology. These categories were subdivided into subcategories
according to the different thematic approaches made by the authors (school teachers),
composing metatexts based on excerpts of the reports. It was realized a reflective description
of the 10 editions of the event investigated, presenting, initially, the forerunners that served as
inspiration for the organization of the EIE in RS, which were the “Encontros Iberoamericanos
de Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem Investigação na sua Escola” and the
Meetings of teachers conducted in Spain, promoted by the IRES Network (Research and
School Renewal). It is presented also two other meetings in Brazil, made with basis on the
systematic of the EIE: The Encontro Mineiro sobre investigação na Escola, and the Encontro
Riograndino de Investigação na Escola. The central hypothesis that conducted the analysis
was that the organization of an event that articulates a dialogue between initial education
(undergraduates) and continuous education (school teachers) with the university teachers and
the presentation of works (the writing about their practices, both in form of reports of their
experiences as of research, prioritizing the reflection) enables the creation of a space-time of
reflection which favors the formation of the professional teacher, researcher of their practice.
Besides understanding the process of organizing and structuring of the event over the years, it
was possible to perceive the appreciation of these spaces for the continuing education, the
interactive and reflective practice of the teachers who develop innovative actions in their
schools, which change itself over the time. The results of the research indicate the importance
of the interaction, of the reflective writing, socialization and presentation of practices, in the
constitution of the research teacher in the environments of continuing education offered by
EIE.
Keywords: Continuing Education; Research Teacher; Interaction;
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LISTA DE SIGLAS
AP = Auxiliar Pedagógico
AE = Atendente Educacional
B = Bibliotecária ou Bibliotecóloga
CAIC = Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente
CP = Coordenador Pedagógico
CTERA = Confederación de los Trabajadores en Educacíon de la República Argentina
DI = Diretor (a)
D = Doutorando (a)
EIE = Encontro sobre Investigação na Escola
EP = Educação Profissional
EPE = Escola Pedagógica Experimental
FINEP = Financiadora de Estudos e Projetos (ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia)
GE = Graduação em Enfermagem
GIPEC = Grupo Interdepartamental de Pesquisa sobre Educação em Ciências
ISES = Instituto Superior de Educação Sévigné
M = Mestrando (a)
NTE = Núcleo de Tecnologia Educacional
P = Pedagoga
PC = Professor de Curso Preparatório
PCN = Parâmetros Curriculares Nacionais
PE = Professor (a) da escola
PFI = Professor (a) em Formação Inicial – Licenciando
PG = Professor (a) em Pós Graduação
PIBID = Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à docência
PS = Professor (a) Supervisor (a)
PU = Professor (a) da Universidade
PUCRS = Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
SE = Situação de Estudo
UC = Universidad de Córdoba - Espanha
UCPEL = Universidade Católica de Pelotas
UdelaR = Universidad de la República - Uruguai
UEFS = Universidade Estadual de Feira de Santana
UFG = Universidade Federal de Goiás
UFMT = Universidade Federal de Mato Grosso
ULBRA = Universidade Luterana do Brasil
UNC = Universidade Nacional de Córdoba - Argentina
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UNIJUI = Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul
UNIPAMPA = Universidade Federal do Pampa
UNISC = Universidade de Santa Cruz
UNIVATES = Universidade do Vale do Taquari
UPF = Universidade de Passo Fundo
UPN = Universidad Pedagógica Nacional de México
URI = Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões
UTFPR = Universidade Tecnológica Federal do Paraná
US = Universidade de Sevilha/ Espanha
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LISTA DE QUADROS
Quadro 1: Classificação dos autores quanto as suas funções nos encontros sobre
investigação na escola .............................................................................................................. 22
Quadro 2: Descrição das categorias de análises construídas .................................................... 25
Quadro 3: Manifesto por uma nova educação – Rede IRES .................................................... 31
Quadro 4: Objetivos do I encontro sobre investigação na escola ............................................. 34
Quadro 5: Grupos temáticos de discussão do I encontro sobre investigação na escola ........... 35
Quadro 6: Objetivos do II encontro sobre investigação na escola ........................................... 37
Quadro 7: Objetivos do III encontro sobre investigação na escola .......................................... 39
Quadro 8: Objetivos do IV encontro sobre investigação na escola .......................................... 41
Quadro 9: Objetivos do V encontro sobre investigação na escola ........................................... 43
Quadro 10: Objetivos do VI encontro sobre investigação na escola ........................................ 46
Quadro 11: Objetivos do VII encontro sobre investigação na escola....................................... 47
Quadro 12: Objetivos do encontro mineiro sobre investigação na escola ................................ 54
Quadro 13: Descrição das subcategorias com relação a temática avaliação ............................ 59
Quadro 14: Descrição das subcategorias com relação a temática currículo ............................. 65
Quadro 15: Descrição das subcategorias com relação a temática ensino e aprendizagem ....... 73
Quadro 16: Descrição das subcategorias com relação a temática formação ............................ 78
Quadro 17: Descrição das subcategorias com relação a temática metodologia ....................... 83
10
LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Autores participantes nas 10 edições do encontro sobre investigação na escola ..... 23
Tabela 2: Distribuição dos relatos escritos por professores da escola nos encontros sobre
investigação na escola por área de atuação dos professores ..................................................... 26
Tabela 3: Grupos de trabalho do III encontro sobre investigação na escola ............................ 38
Tabela 4: Grupos de discussão do IV encontro sobre investigação na escola .......................... 40
Tabela 5: Distribuição dos trabalhos conforme as categorias temáticas emergidas da análise 57
11
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Gráfico do total de participantes, conforme sua função, em todas as edições do
encontro sobre investigação na escola ...................................................................................... 24
Figura 2: Gráfico das áreas do conhecimento nos encontros sobre investigação na escola ..... 27
Figura 3: Gráfico do total de trabalhos apresentados nos EIE por área do conhecimento ....... 28
Figura 4: Gráfico das temáticas abordadas pelos professores da escola nos encontros sobre
investigação na escola .............................................................................................................. 58
12
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 14
CAPÍTULO 1 APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA ................. 16
1.1 ORIGEM DA TEMÁTICA DE PESQUISA ..................................................................... 16
1.2 ASPECTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA .......................................................... 20
CAPÍTULO 2 ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA......................... 29
2.1 PRECURSORES: OS ENCONTROS DE PROFESSORES NA ESPANHA – A REDE
IRES ......................................................................................................................................... 29
2.2 O ENCONTRO SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA (EIE) ..................................... 31
2.3 AVANÇOS DA PROPOSTA NO BRASIL: ENCONTROS MINEIROS SOBRE
INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA E ENCONTROS RIOGRANDINOS SOBRE
INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA ............................................................................................. 53
CAPÍTULO 3 AS TEMÁTICAS ABORDADAS NOS RELATOS DOS
PROFESSORES DA ESCOLA ............................................................................................. 57
3.1 AVALIAÇÃO .................................................................................................................... 58
3.1.1 Avaliação como Instrumento Convencional ............................................................... 59
3.1.2 Avaliação como Instrumento de Análise ..................................................................... 60
3.1.3 Avaliação como Registro e Alternativa Inovadora ao Processo Tradicional ........... 62
3.1.4 Autoavaliação ................................................................................................................. 64
3.2 CURRÍCULO ..................................................................................................................... 65
3.2.1 Organização e Reorganização Curricular ................................................................... 66
3.2.2 Relações entre os Sujeitos que Compõem a Escola .................................................... 68
3.2.3 Currículo Prescrito ........................................................................................................ 71
3.3 ENSINO E APRENDIZAGEM ......................................................................................... 73
3.3.1 Significação e Utilidade do que se Aprende e Ensina ................................................. 73
3.3.2 Centralidade nos Resultados ........................................................................................ 74
3.3.3 Processo de Ensino e Aprendizagem............................................................................ 76
3.4 FORMAÇÃO ..................................................................................................................... 78
3.4.1 Mudança de Postura – Professor Pesquisador ........................................................... 78
3.4.2 Reflexões sobre a Própria Prática ................................................................................ 81
3.5 METODOLOGIA ............................................................................................................... 83
3.5.1 Propostas Metodológicas............................................................................................... 84
3.5.2 Descrições Metodológicas das Atividades Desenvolvidas .......................................... 86
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CAPÍTULO 4 ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA: ESPAÇO E
TEMPO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA .............................................................. 90
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ........................................................................................ 104
REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 106
ANEXOS ............................................................................................................................... 111
14
INTRODUÇÃO
Devido às constantes transformações na sociedade é inevitável que a mudança ocorra
também na educação, para que se rompa a fragmentação e se possam enxergar as incontáveis
relações estabelecidas entre as diferentes disciplinas, e também as inúmeras possibilidades de
se apresentar um ensino contextualizado e relacionado à realidade dos educandos,
considerando o conhecimento como uma construção histórica, e como tal, passível de
modificações. Isto suscita questionamentos a serem respondidos pela pesquisa.
Sendo assim, realizei a análise documental de um evento, denominado: Encontro
sobre Investigação na Escola (EIE), em suas 10 edições (2000 a 2010), evidenciando a
característica de socialização das práticas, diálogo, problematização e reflexão sobre as
práticas desenvolvidas pelos professores da escola participantes. Neste sentido, o primeiro
capítulo apresenta a minha trajetória de pesquisadora, contextualizando a escolha da temática
de pesquisa, e apresentando os aspectos da organização metodológica para construção e
análise dos resultados da pesquisa.
O segundo capítulo aborda o histórico do evento pesquisado, com base nos anais de
cada edição. Este capítulo está organizado em três partes: a) Precursores: os Encontros de
professores na Espanha - a Rede IRES, apresentando a sistemática de encontros em que o
evento pesquisado foi inspirado; b) O Encontro sobre Investigação na Escola no Brasil,
contendo o relato descritivo reflexivo das 10 edições do evento; e c) Avanços da Proposta no
Brasil: Os Encontros Mineiros sobre Investigação na Escola e os Encontros Riograndinos de
Investigação na Escola, que apresenta estes dois outros eventos inspirados na organização do
EIE, como novas possibilidades de incentivo à investigação na escola.
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Desta forma, caracterizo o Encontro sobre Investigação na Escola, um evento anual
com 10 edições já realizadas1 (2000 a 2010), como possibilidade do compartilhar das práticas
docentes. É um evento com características dialógicas, de apresentação, problematização,
reflexão e discussão em grupos. Reúne professores da escola, da universidade, em formação
inicial, bem como pós-graduandos em nível de especialização, mestrado ou doutorado. Como
condição de participação, os sujeitos necessitam escrever sobre suas vivências e experiências
no contexto da escola. Preferencialmente alguma atividade inovadora, e que demonstre as
possibilidades e alternativas de modificações das práticas tradicionais. Assim, os professores
têm a oportunidade de falar sobre seus saberes, e consequentemente, ouvirem e serem ouvidos
pelos colegas.
O capítulo 3, para melhor compreensão, está dividido em cinco subcapítulos. A
leitura intensiva dos relatos possibilitou a constituição de cinco categorias em relação às
temáticas dos textos: Avaliação; Currículo; Ensino e aprendizagem; Formação; e
Metodologia. A partir disto, foi possível elaborar subcategorias e metatextos com base na
leitura dos relatos, na minha compreensão, e no diálogo com os autores (teóricos)
exemplificando cada categoria com excertos dos relatos, o que é abordado em cada um dos
subcapítulos.
No Capítulo 4 destaco a importância e a necessidade urgente de formação
continuada, e de constituição de pesquisas pelo próprio professor, incentivado e amparado no
seu grupo de convívio, na própria escola. O professor precisa de tempos e espaços para falar
sobre suas ações, compartilhando os saberes constituídos, com o coletivo de pesquisa (muitas
vezes, os próprios colegas), que realizará a problematização das mesmas, desencadeando
novos processos de reflexão, o que culminará com o registro escrito, das práticas
desenvolvidas e, principalmente, das reflexões realizadas.
Outro aspecto em destaque é a interação propiciada pela organização de um evento
que articula um diálogo entre formação inicial (licenciandos) e continuada (professores da
escola) com os professores da universidade e a apresentação de trabalhos (a escrita sobre suas
práticas priorizando a reflexão realizada), o que pode contribuir para a constituição do
profissional pesquisador de sua prática.
Ao final, apresento algumas considerações, resultantes da análise dos relatos escritos
pelos professores da escola, participantes do Encontro sobre Investigação na Escola.
1
No ano de 2005, em função da realização do “IV Encontro Iberoamericano de Coletivos Escolares e Redes de
Professores que fazem Investigação desde a sua Escola”, promovido pela UNIVATES, a sexta edição do EIE foi
adiada para 2006, por isso em 11 anos foram realizadas 10 edições.
16
CAPÍTULO 1 APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA
Este capítulo está organizado em duas partes. A primeira apresenta brevemente a
trajetória da pesquisadora contextualizando a escolha da temática de pesquisa, considerando
seu envolvimento em um grupo de pesquisa e sua participação nos Encontros sobre
Investigação na Escola, enquanto Professora em Formação Inicial, e posterior exercício da
profissão em processo constante de constituição de sua identidade/postura docente. A segunda
aborda os aspectos metodológicos do desenvolvimento da pesquisa, apresentando brevemente
as categorias de análise construídas.
1.1 ORIGEM DA TEMÁTICA DE PESQUISA
Para além de profissionais, os professores são seres humanos, que possuem uma
trajetória histórica e cultural que os situa em um tempo e espaço, que influencia e, por que não
dizer, define a constituição de sua identidade, tanto pessoal, quanto profissional. Neste
sentido, acredito que é importante situar o tempo e o espaço de minha constituição, como
pessoa, professora e pesquisadora, apresentando inicialmente um breve relato de minha
caminhada acadêmica, e em seguida os motivos pelos quais decidi pesquisar esse tema.
No ano de 2005, ingressei no curso de Física – Licenciatura na UNIJUI, dando
continuidade ao estudo na constituição de meu ser professora, já que de 2000 a 2004 cursei
magistério em uma escola pública estadual em Ijuí, e buscando, assim, compreender mais
detalhadamente os fenômenos que nos cercam.
Em 2006, conheci a Andréia, minha colega de curso, que já participava como
bolsista do GIPEC (Grupo Interdepartamental de Pesquisa sobre Educação em Ciências), e me
convidou a conhecer o trabalho realizado por esse grupo. Interessei-me em conhecer, gostei
muito e comecei a atuar como “voluntária” no projeto “Identificação de características de
inovação em Física/Ciências a partir do desenvolvimento de Sucessivas Situações de Estudo
no Ensino Médio”, financiado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos, ligada ao
Ministério da Ciência e Tecnologia), fazendo parte de um projeto maior: “Articulação entre
Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores: Constituição de Coletivos de
Aprendizagem”, que foi desenvolvido em parceria com a PUCRS e a FURG.
Neste período inicial, meu orientador foi o professor Dr. Milton Antônio Auth, que
me auxiliou a compreender as atividades desenvolvidas pelo grupo de pesquisa (Gipec-
17
Unijui), orientando pesquisas relacionadas a reorganização curricular, denominada Situações
de Estudo (SE), propostas por ele.
A SE é uma proposta de reorganização do currículo escolar diferenciada, parte-se da
identificação de uma situação de alta vivência dos estudantes, que seja conceitualmente rica
para diferentes áreas das ciências, buscando um ensino com característica interdisciplinar e
contextualizada, mediante a significação de conceitos de vários campos disciplinares, de
acordo com Maldaner e Zanon (2004), em que a SE pode:
[...] contemplar essa complexidade que é o trabalho pedagógico escolar. Pelo fato de
partir da vivência social dos alunos, ela facilita a interação pedagógica necessária à
construção da forma interdisciplinar de pensamento e à produção da aprendizagem
significativa (MALDANER & ZANON, 2004, p. 58).
Dessa forma, participei das atividades do coletivo de pesquisa principalmente junto
ao Instituto Estadual de Educação Guilherme Clemente Köehler, em Ijuí/RS, auxiliando as
professoras de Biologia e Química na busca de material para o planejamento e
desenvolvimento de uma proposta denominada Situação de Estudo (SE). O tema escolhido
pelas professoras, nesta ocasião, foi “Água, fator determinante para a vida” (SILVA et al,
2007), que emergiu a partir dos questionamentos realizados pelas educandas2 nos primeiros
dias de aula, e foi desenvolvida em uma turma de 1º ano do Ensino Médio (Curso Normal –
Magistério). Conforme a descrição do artigo publicado em conjunto com as professoras da
escola participantes do coletivo:
esta SE visa despertar uma consciência crítica em relação à exploração de recursos
naturais, como a água, trabalhando conceitos biológicos e químicos, estabelecendo
relações entre o conhecimento científico e cotidiano, suprindo as necessidades e
anseios das educandas. A organização do grupo e o diálogo estabelecido entre os
diferentes sujeitos favoreceram a interação pedagógica que possibilita a constituição
de um modo interdisciplinar e transdisciplinar de se expressar e de produzir
aprendizagens significativas dos estudantes e professores (SILVA et al, 2007, p.
284).
Esta participação no grupo de pesquisa e na articulação do coletivo foi fundamental
para entender melhor a realidade escolar.
Outra atividade complementar das minhas funções, enquanto voluntária nessa
pesquisa, foi realizar a áudio gravação e posterior transcrição das reuniões quinzenais
realizadas na escola. Estas reuniões permitiam interações com as professoras de Biologia e
2
Esta turma era composta apenas de meninas, por isso o uso do termo “educandas”.
18
Química da escola de Educação Básica, professores da universidade e licenciandos (de
Biologia, Química e Física). Além disso, o Projeto tinha um vínculo entre três universidades
(UNIJUÍ, PUCRS e FURG), propiciando ricas interações com outros pesquisadores que
também vivenciam os espaços de produção de currículos e formação de professores.
No período de participação no Gipec, durante a graduação, pude perceber o quanto
era importante, além de dominar os conceitos da Física (minha área de formação inicial),
conhecer também de Química e de Biologia, bem como as inter-relações com as demais áreas
do conhecimento, de modo a facilitar a compreensão dos conteúdos/conceitos estudados na
sala de aula, considerando a realidade em que vivemos, onde todos os fenômenos ocorrem
simultaneamente, mas estudados separadamente na escola. Com esse entendimento pude
compreender algumas questões principalmente em relação ao aprender e ensinar, aos quais
muitas vezes não damos importância, mas que são fundamentais para que os educandos
compreendam e ressignifiquem determinados conceitos que são explorados de maneira
descolada do mundo.
Ainda em 2006, com a constituição desse coletivo de aprendizagem, realizamos o
relato das atividades organizadas e desenvolvidas na escola, apresentando os resultados dessa
produção no VI Encontro sobre investigação na Escola (EIE), realizado na FURG. No dia
posterior a este evento, no mesmo local, ocorreu a realização do encontro interinstitucional
entre as universidades vinculadas ao projeto citado anteriormente. Como consequência, houve
a publicação das produções realizadas pelos coletivos de pesquisa participantes do projeto
interinstitucional em dois livros, que foram publicados em 2007 e 2008, sendo que um dos
capítulos apresenta a experiência desenvolvida na escola que participei (GALIAZZI et al,
2007; 2008).
Em 2007 e 2008, continuei participando como voluntária no Gipec, fazendo leituras,
transcrições e participando das reuniões com os professores da escola parceira, o que resultou
na produção de outros artigos e relatos, e principalmente na participação em eventos
científicos. A partir de 2009, minha orientadora nas atividades de bolsista passou a ser a
professora Dra. Maria Cristina Pansera de Araújo, pois já trabalhávamos juntas na mesma
escola auxiliando o grupo de professores, desde a constituição inicial do coletivo de pesquisa.
No primeiro semestre de 2009, realizei o estágio supervisionado em Física no Ensino
Médio, podendo verificar na prática a realidade escolar, passando da posição de aluna para a
de professora. O trabalho como voluntária, nos projetos de pesquisa e, também, a vivência, no
estágio realizado, proporcionaram-me a certeza de continuar estudando na área da educação.
Essa oportunidade me possibilitou uma visão privilegiada que com certeza não teria se
19
estivesse cursando a graduação sem ter acompanhado as atividades do grupo e a consolidação
da proposta de coletividade diretamente relacionada aos professores da escola.
Outro fator, que me instiga a pesquisar e escrever sobre a constituição de espaços de
formação continuada que repercutam no desenvolvimento do professor pesquisador e
reflexivo sobre a sua prática, refere-se ao meu ser educadora, posto que há dois anos trabalho
em uma escola de Ensino Fundamental, com uma turma de 1º Ano – Alfabetização, que exige
um constante repensar das práticas, e ao refletir sobre elas aprendo ao mesmo tempo em que
ensino.
Destaco ainda, que a partir da minha experiência como voluntária no grupo de
pesquisa (GIPEC-UNIJUI), participei de quatro edições do Encontro Sobre Investigação na
Escola (2006, 2008, 2009 e 2010) como autora de trabalhos apresentados. Além disso, na 8ª
edição em 2008, quando o evento foi realizado pela UNIJUÍ, auxiliei na organização,
podendo observar com maior proximidade as discussões, preocupações e sistematizações dos
grupos de trabalho, ao longo do evento.
Todos estes aspectos colaboraram para despertar o interesse em pesquisar sobre esse
tema, tendo em vista que os participantes deste evento, em geral são professores em formação
inicial ou continuada, professores da universidade ou pós graduandos, e que todos trazem
relatos de pesquisas, de experiências ou de vivências relativos as suas práticas profissionais. A
criação de um espaço coletivo de colaboração, para que ocorram interações articuladoras dos
diferentes tipos de saberes constitutivos do profissional docente (GAUTHIER, 1998;
TARDIF, 2002), torna-se uma conquista com reflexos no desenvolvimento do conhecimento
escolar.
A identificação e análise dos trabalhos publicados, nesses encontros, contribuem para
compreender as temáticas abordadas, os autores e seus vínculos e funções institucionais, bem
como as relações estabelecidas entre eles e que refletem diretamente no âmbito de práticas
educativas tanto na Educação Básica quanto Superior. Para tanto, realizei a leitura e análise
dos trabalhos publicados, nos anais dos eventos, com base na Análise Textual Discursiva,
proposta por Moraes e Galiazzi (2007).
Sendo assim, constituiu-se o problema de pesquisa: É possível identificar ao longo
das 10 edições do Encontro sobre Investigação na Escola, a constituição de um espaço que
favorece o diálogo e a problematização das práticas dos professores pesquisadores e
reflexivos, permitindo a interação entre os diferentes sujeitos em formação continuada?
Nesse sentido proponho a seguinte hipótese: A organização de um evento que
articula um diálogo entre formação inicial (licenciandos) e continuada (professores da escola)
20
com os professores da universidade e a apresentação de trabalhos (a escrita sobre suas
práticas, tanto em forma de relatos de suas vivências como de pesquisas, priorizando a
reflexão realizada), possibilita a criação de um espaço-tempo de reflexão que favorece a
constituição do profissional docente, pesquisador de sua prática.
Desta forma, o estudo apresenta de modo geral, a intencionalidade de analisar os
anais das 10 edições do Encontro sobre Investigação na Escola (de 2000 a 2010), verificando
quem são os participantes desse evento, que temáticas abordam, e se essas participações
possibilitam ou se constituem em espaços de interação favorecendo a formação continuada
articulada com a inicial.
Especificamente pretende-se identificar os trabalhos apresentados e registrados nos
anais das 10 edições do EIE; identificar os autores dessas propostas quanto a sua função:
professores das escolas (PE), professores em formação inicial (PFI), pós-graduandos (PG),
mestrandos (M), doutorandos (D), ou professores das universidades (PU); e verificar nos
trabalhos escritos por professores de escola as temáticas abordadas e as reflexões realizadas.
Nesta perspectiva, o próximo subcapítulo apresenta os aspectos metodológicos do
desenvolvimento da pesquisa, bem como, as categorias emergidas da análise das temáticas
dos relatos escritos por professores da escola nas 10 edições do Encontro sobre Investigação
na Escola.
1.2 ASPECTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA
Este subcapítulo apresenta os aspectos metodológicos utilizados no processo de
pesquisa, apontando algumas considerações iniciais sobre a análise desenvolvida,
considerando a escolha dos relatos escritos por professores da escola, nas 10 edições do EIE.
Esta pesquisa investigou qualitativa e quantitativamente os documentos (Anais das
10 edições dos Encontros sobre Investigação na Escola) observando em detalhe os autores
professores de escola, e os relatos que os mesmos realizaram sobre suas práticas,
considerando as experiências e as vivências expostas.
Conforme Lüdke e André (1986), a análise documental é uma técnica valiosa de
abordagem de dados qualitativos, pois permite novos olhares sobre materiais produzidos e
publicados anteriormente. A análise de conteúdo é constituída por dois tipos de unidade: a) de
registro, em que o pesquisador pode selecionar segmentos do conteúdo para fazer a análise,
determinando, por exemplo, a frequência com que aparece a palavra ou a expressão e, b) a de
21
contexto a ser explorada em detalhe e não apenas sua frequência. Optou-se pela segunda
maneira de organização, além da construção de categorias de análise.
Neste trabalho, a descrição quantitativa facilitou a síntese e compreensão das
respostas às questões formuladas, como total de relatos em cada edição do encontro, os
autores professores da escola, e as categorias em que os trabalhos foram classificados.
Nessa perspectiva, a análise de conteúdo dos artigos é realizada com base na Análise
Textual Discursiva (ATD), proposta por Moraes e Galiazzi (2007), em que:
[...] a análise textual discursiva pode ser entendida como o processo de
desconstrução, seguido de reconstrução, de um conjunto de materiais linguísticos e
discursivos, produzindo-se a partir de novos entendimentos sobre os fenômenos e
discursos investigados. Envolve identificar e isolar enunciados dos materiais
submetidos à análise, categorizar esses enunciados e produzir textos, integrando
nestes a descrição e interpretação, utilizando como base de sua construção o sistema
de categoria construído (MORAES & GALIAZZI, 2007, p. 112).
Esta opção metodológica de análise ocorreu em função de sua característica
dialógica, a qual permite ao pesquisador vivenciar um “processo integrado de aprender,
comunicar e interferir em discursos” (MORAES & GALIAZZI, 2007, p.111). Os autores
sugerem os seguintes passos: i) desmontagem dos textos, ii) categorização; iii) produção
textual (descrição) e iv) comunicação de metatextos (teorização). O primeiro passo de análise
é a desconstrução dos textos e reorganização em unidades de análise, também denominadas
de unidades de significados ou de sentidos as quais são identificadas por uma ou mais leituras
do texto. Em seguida essas unidades são agrupadas constituindo as categorias de análise. A
leitura intensiva dos trabalhos permitiu reconhecer as características e as temáticas dos
relatos, resultando na elaboração das categorias de análise, descritas no capítulo 3.
Após a seleção do material a ser analisado, foi realizada a leitura dos textos presentes
nos anais das dez edições do EIE (2000 a 2010), buscando identificar quem são os autores
(professores de escola, professores de universidade, mestrandos, licenciandos, doutorandos,
etc.), quais seus vínculos institucionais, e quais as temáticas abordadas pelos autores
professores da escola (PE) (Anexo 1).
A opção por este evento (Encontro sobre Investigação na Escola) deu-se pela sua
característica dialógica e integradora na apresentação dos relatos e na articulação entre a
formação inicial e continuada, constituindo-se num espaço de reflexão e problematização das
práticas dos diferentes sujeitos participantes.
22
A identificação dos autores foi feita considerando as informações explícitas nos
relatos ou no currículo lattes. Aqueles sem qualquer tipo de informações, a não ser o nome,
nos textos analisados, e sem currículo lattes foram categorizados como não identificados (NI).
O foco nos relatos dos professores da escola deveu-se ao fato de estarem em
exercício na sala de aula, já que é um encontro sobre investigação na escola. Os PFI
preparam-se para atuar na escola, e os PU são os formadores daqueles que atuam na escola,
assim como, os professores em cursos de pós-graduação, também, são ou serão PE (ou
formadores de PE).
Para melhor compreensão do desenvolvimento da pesquisa, realizei a leitura de todos
os textos publicados nos anais de cada edição do evento, caracterizando os primeiros autores
pela sua “função” em cada evento, desconsiderando o fato de que o mesmo autor pode ter
mudado de categoria ao longo do tempo, por exemplo, em uma edição o autor pode ter sido
identificado como licenciando e em outra, como professor da escola ou como pós-graduando,
o que determina o número de participantes segundo a sua função e não se é ou não a mesma
pessoa. Esta forma de classificação quanto a função desempenhada foi realizada com base nos
critérios descritos no Quadro 1.
Quadro 1: Classificação dos autores quanto as suas funções nos encontros sobre
investigação na escola
SIGLA
PE
SIGNIFICADO
Professor da Escola
PFI
Professor em Formação
Inicial
Professor da
Universidade
PU
PG/M/D
Outros
Pós-Graduando/
Mestrando/ Doutorando
Outros
NI
Não Identificado
DESCRIÇÃO
Professores em exercício nas escolas de educação básica:
Educação Infantil, Anos Iniciais e Finais do Ensino
Fundamental, Ensino Médio, Educação Especial ou Educação de
Jovens e Adultos (EJA);
Alunos dos cursos de licenciatura das universidades
participantes;
Professores em exercício nas Universidades participantes e/ou
orientadores de pesquisas na graduação, ou em programas de
pós-graduação;
Em nível de Especialização, Mestrado e/ou Doutorado;
Autores que não faziam parte das demais classificações acima,
tais como, auxiliar pedagógico (AP), Coordenador Pedagógico
(CP), Bibliotecária ou Bibliotecóloga (B), Diretor (DI),
Atendente Educacional (AE), professor de Educação Profissional
(EP), Graduando em Enfermagem (GE), Pedagoga (P), professor
de curso preparatório (PC), e Supervisor (S);
Autores que não foi possível identificar, pois não explicitaram
informações nos relatos, e também não possuíam Currículo
Lattes;
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de mestrado.
A “valorização” da autoria (primeiro autor), como é feito nos congressos tradicionais
de pesquisa foi desconsiderada, posto que, para este evento, a ordem dos autores, muitas
23
vezes, pode ter sido escolhida como a alfabética, ou por sorteio, ou ainda por quem teria
possibilidades de comparecer ao local do evento para apresentar o relato, mas não por ordem
de “importância” na produção do texto. Por exemplo, o mesmo grupo de pesquisa (parceria
escola-universidade) pode ter escrito em várias edições, porém, a cada ano, o apresentador foi
diferente (uma vez o professor da escola, noutra um licenciando, ou ainda o professor
universitário, etc.), considerando a disponibilidade de participação de cada um deles.
Nesse sentido, a Tabela 1 apresenta os dados gerais do evento, considerando as
autorias e a incidência dos trabalhos por formação/atuação, em cada edição do evento, de
acordo com a classificação por função mostrada no Quadro 1.
Tabela 1: Autores participantes nas 10 edições do encontro sobre investigação na escola
Edição/ Ano
I/2000
II/2001
III/2002
IV/2003
V/2004
VI/2006
VII/2007
VIII/2008
IX/2009
X/2010
Total
%
PE
32
21
21
50
59
49
62
55
48
61
458
28
PFI
10
18
26
31
35
55
55
46
54
175
505
31
PU
19
20
25
25
45
27
20
19
35
28
263
16
PG/M/D
6
8
12
22
40
64
32
32
49
58
323
19
Outros
11
22
33
14
55
56
17
1
NI
6
8
7
1
4
13
7
4
8
21
79
5
Total
73
75
91
129
184
210
179
157
199
348
1645
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado. Legenda: PE: Professor da Escola; PFI: Professor em Formação Inicial; PU:
Professor da universidade; PG/M/D: Pós-graduando/Mestrando/Doutorando; NI: Não Identificado; Outros: 1 = 1 Diretor (DI);
2
= 1 Pedagoga (P) e 1 Bibliotecária (BI); 3 = 1Graduando em Enfermagem (GE), 1 Coordenador Pedagógico (CP) e 1 DI; 4 =
1 Educação Profissional (EP); 5 = 2 CP, 1 Professora Supervisora (PS), 1 PC, 1 BI; 6 = 1 Auxiliar Pedagógico (AP), 2 CP, 1
Atendente Educacional (AE) e 1 Professor de Curso Preparatório (PC);
Nesta perspectiva, a Figura 1 apresenta o gráfico do total geral de participantes em
todas as edições do EIE, desconsiderando a identificação individual dos autores, o que foi
considerado é como cada autor foi identificado em cada edição, podendo, portanto, um
mesmo sujeito, estar identificado com diferentes funções ao longo das 10 edições do evento.
24
Figura 1: Gráfico do total de participantes, conforme sua função, em todas as edições do
encontro sobre investigação na escola
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado.
Com base na ATD, foi desenvolvido um processo de fragmentação dos textos
(relatos escritos pelos PE) em excertos do corpus, que se referem às temáticas principais
abordadas, exemplificando cada uma das categorias. Cada excerto está identificado com um
código, construído a partir do evento, ano e número de registro no evento. Por exemplo, o
excerto “VI EIE/2008, n.15”: significa que foi retirado do VI Encontro sobre Investigação na
Escola, realizado em “2008”, do relato 15.
Estes excertos foram destacados dos relatos pré-selecionados com base na leitura
inicial, enfatizando e explicitando a temática abordada, tendo em vista o grande número em
algumas categorias, que dificulta a análise detalhada. Foram escolhidos 10 textos de cada
categoria para o processo de fragmentação em excertos, os quais ilustraram as categorias.
Para facilitar a percepção de ideias (fragmentos), expressas nos excertos,
consideradas relevantes para identificar as categorias de análise e a discussão, algumas
palavras-chave ou expressões foram grifadas em negrito.
Após a fragmentação e unitarização dos relatos escritos pelos PE emergiram as
categorias referentes às temáticas abordadas. O processo de categorização consistiu num
agrupamento de conjuntos afins de unidades de significado, de acordo com os títulos (foco de
discussão - temática) das mesmas. Esse processo consiste em reunir os elementos
fragmentados formando um conjunto a partir da semelhança de foco de discussão (MORAES;
25
GALIAZZI, 2007). A partir disso, organizei uma tabela de sistematização contendo o número
do trabalho, as unidades de significado e a área do conhecimento, em que o trabalho foi
produzido (Artes/Educação Física (A/EF); Ciências (Cie); Biologia (Bio); Física (Fís);
Química (Quí); Filosofia/Sociologia/Ensino Religioso/Cultura Judaica (F/S/ER/CJ); Língua
Portuguesa/Literatura/Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol)/Informática (LP/L/LE/I);
História/Geografia (His/Geo); Matemática (Mat); Outros). Em seguida, elaborei uma legenda
de cores, correspondente a cada uma das categorias temáticas que foi destacada e organizada
em um quadro (Anexo 2), reorganizando-a, e identificando cada uma das categorias por um
título, representativo do seu conteúdo, mediante as palavras-chave.
Foi assim que, com base na perspectiva da ATD, foram analisados os relatos escritos
pelos PE nas 10 edições do EIE, levando em conta a autoria e a reflexão apresentada. Isto
permitiu a construção das cinco categorias de análise (Avaliação; Currículo; Ensino e
Aprendizagem; Formação; Metodologia;), relativas as temáticas dos relatos, frente à questão
de pesquisa, a partir da identificação de unidades de significado que retratassem o conteúdo
do discurso (Quadro 2).
Quadro 2: Descrição das categorias de análises construídas
Categorias de
Análise
1. Avaliação
2. Currículo
Descrição das Categorias
Relatos sobre questões relativas às práticas avaliativas ou auto-avaliativas.
Relatos sobre discussões e práticas curriculares, culturais, de relações, valores e
diversidade, inerentes à escola.
3. Ensino e
Relatos sobre atividades realizadas com vistas ao ensino e/ou a aprendizagem dos
Aprendizagem
alunos, as dificuldades encontradas neste processo de construção do conhecimento e as
soluções propostas para cada questão.
4. Formação
Relatos sobre a preocupação dos professores em realizar atividades de atualização,
práticas de grupos/coletivos de pesquisa, reflexões sobre a própria prática, bem como,
vivências de auto formação.
5. Metodologia
Relatos com descrições, aspectos e preocupações com relação a métodos, meios,
metodologias a serem utilizadas para a significação e produção do conhecimento,
apresentando sugestões e descrevendo atividades desenvolvidas.
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado.
Com relação à área do conhecimento, pude observar que a grande maioria dos
trabalhos foi escrito por professores das áreas de Matemática e Ciências da Natureza
(Biologia, Física, Química e Ciências) (Tabela 2), o que pode ser explicado pelo fato dos
organizadores dos primeiros eventos, no Brasil, pertencerem ao Departamento de Ciências
Exatas e Biológicas da UNIVATES.
26
Tabela 2: Distribuição dos relatos escritos por professores da escola nos encontros sobre
investigação na escola por área de atuação dos professores
Edição/Ano
A/EF
Cie
Bio
Fís
Mat
Quí
F/S/ER/CJ
LP/L/LE/I
H/G
Outros
I/2000
1
5
1
2
9
4
1
9
II/2001
5
1
2
1
12
III/2002
2
3
2
1
13
IV/2003
3
1
6
13
3
2
1
2
19
V/2004
6
8
7
6
2
1
29
VI/2006
2
3
1
4
3
3
2
31
VII/2007
1
2
2
7
3
9
2
2
34
VIII/2008
5
3
7
6
3
1
3
27
IX/2009
3
4
8
3
5
3
1
1
20
X/2010
4
1
4
4
3
5
8
2
30
Total
11
34
20
40
55
36
6
20
12
224
%
2,4
7,5 4,4
8,7
12
7,8
1,3
4,4
2,6
48,9
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado. Legenda: A/EF = Artes/Educação Física; Cie = Ciências; Bio =
Biologia; Fís = Física; Mat = Matemática; Quí = Química; F/S/ER/CJ = Filosofia/Sociologia/Ensino
Religioso/Cultura Judaica; LP/L/LE/I = Língua Portuguesa/Literatura/Língua Estrangeira (Inglês e
Espanhol)/Informática; H/G = História/Geografia; Outros = Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino
Fundamental, Atividades Interdisciplinares propostas por professores de diferentes áreas do conhecimento.
Destaco que na categoria “Outros” é enfatizada a perspectiva interdisciplinar
correspondendo aos relatos escritos conjuntamente por professores de diferentes áreas de
conhecimento, compreendendo esta categoria como tentativa de superação da visão individual
e estanque de cada área ou disciplina. Conforme Fazenda (2009), a:
[...] interdisciplinaridade é definida amplamente como uma interação existente entre
duas ou mais disciplinas. Essa interação, [...] pode ir da simples comunicação das
ideias até a integração mútua dos conceitos chaves da epistemologia, da
terminologia, do procedimento, dos dados e da organização da pesquisa e do ensino
relacionando-os (FAZENDA, 2009, p. 104).
Nesse sentido, a maioria dos relatos aponta estratégias para o trabalho
interdisciplinar dialogando na superação da fragmentação e da organização própria de cada
disciplina isolada, construindo uma organização articulada, integrada e interrelacional. Nesta
mesma perspectiva, os relatos escritos por professores dos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental e/ou por professores de Educação Infantil também foram classificados como
Interdisciplinar considerando a globalidade dos conhecimentos envolvidos e estudados neste
período escolar, sendo, portanto, classificados como “Outros”.
Deste modo, observando a Tabela 2 podemos perceber que 48,9% do total de relatos
escritos pelos professores da escola estão classificados como pertencentes a categoria Outros,
que corresponde a perspectiva interdisciplinar do conhecimento, 12% na área de Matemática,
8,7% na área de Física, 7,8% na área de Química, 7,5% na área de Ciências Naturais, 4,4% na
área de Biologia, 4,4% na área de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês e
27
Espanhol) e Informática, 2,6% na área de História e Geografia, 2,4% na área de Artes e
Educação Física, e 1,3% na área de Filosofia, Sociologia, Ensino Religioso e Cultura Judaica.
Este número expressivo de relatos escritos pelos PE, identificados como “Outros”,
pode ser entendido considerando a grande abrangência desta perspectiva: PE de Educação
Infantil, PE dos Anos Iniciais do EF e PE dos anos finais do EF e EM escrevendo em
conjunto experiências interdisciplinares vivenciadas.
Desta forma, a Figura 2 apresenta as áreas de atuação dos professores da escola
participantes dos EIE, destacando a perspectiva interdisciplinar, na categoria “Outros”.
Figura 2: Gráfico das áreas do conhecimento nos encontros sobre investigação na escola
Legenda Explicativa: A/EF= Artes/Educação Física; Ci= Ciências; Bi= Biologia; Fí= Física; Quí= Química;
F/S/ER/CJ= Filosofia/Sociologia/Ensino Religioso e Cultura Judaica; LP/L/LE/I= Língua
Portuguesa/Literatura/Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol)/Informática; H/G= História/Geografia; Mat=
Matemática; Outros= Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Atividades Interdisciplinares
propostas por professores de diferentes áreas do conhecimento.
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado.
Do mesmo modo, a Figura 3 apresenta a distribuição dos trabalhos por área do
conhecimento, nas 10 edições do EIE, no Rio Grande do sul, não incluindo a categoria
“Outros”, tendo em vista sua perspectiva global e interdisciplinar.
28
Figura 3: Gráfico do total de trabalhos apresentados nos EIE por área do conhecimento
Legenda Explicativa: A/EF = Artes/Educação Física; Ciê = Ciências; Bio = Biologia; Fís = Física; Quí = Química; F/S/ER =
Filosofia/Sociologia/Ensino Religioso e Cultura Judaica; LP/L/LE/I = Língua Portuguesa/Literatura/Língua Estrangeira
(Inglês e Espanhol)/Informática; His/Geo = História/Geografia; Mat = Matemática.
Fonte: Ceolin (2011). Pesquisa de Mestrado.
Considerou-se para elaboração da figura 3, o número total de trabalhos classificados
em cada área do conhecimento, em todas as edições do evento.
Nesse sentido, o próximo capítulo apresenta o relato histórico reflexivo do Encontro
sobre Investigação na Escola, iniciando a contextualização pela apresentação e breve
descrição dos encontros de professores realizados na Espanha (Rede IRES), por terem sido
inspiradores na sistemática de desenvolvimento de tal evento, e em seguida, o relato de cada
uma das dez edições. Após, trago duas propostas desenvolvidas com a mesma sistemática,
inspiradas nos EIE, reforçando a relevância das características dialógicas deste evento, para a
organização de espaços coletivos de reflexão e análise das práticas dos participantes.
29
CAPÍTULO 2 ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA
Este capítulo contextualiza o evento pesquisado, apresentando alguns dados
coletados dos seus anais, situando a trajetória histórica do desenvolvimento desses encontros.
No primeiro subcapítulo apresento brevemente a experiência realizada na Espanha, de
Encontros de Professores que fazem investigação na sua escola, que resultou na organização
da Rede IRES (Investigação e Renovação Escolar), e que, juntamente com os “Encontros
Iberoamericanos de Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem Investigação desde
a sua Escola”, foram inspiradores para a organização dos Encontros sobre Investigação na
Escola, no Rio Grande do Sul. No segundo subcapítulo trago o histórico das dez edições do
Encontro sobre Investigação na Escola, realizados em diferentes locais ao longo desse período
(2000 a 2010), realizando o relato juntamente com uma abordagem analítica e reflexiva deste
evento. Em seguida, no terceiro subcapítulo, apresento sucintamente dois outros encontros
derivados do Encontro sobre Investigação na Escola: O Encontro Mineiro sobre Investigação
na Escola (2010 e 2011) e o Encontro Riograndino de Investigação na Escola (2012).
2.1 PRECURSORES: OS ENCONTROS DE PROFESSORES NA ESPANHA – A REDE
IRES
A Rede IRES (Investigação e Renovação Escolar) é composta por professores e
grupos de professores de todos os níveis educativos - infantil, primário, secundário,
universidade, adultos, educação especial, etc.- que tem como referência para seu trabalho o
Modelo Didático de Investigação na Escola (MIE).
O Modelo Didático de Investigação na Escola, de caráter alternativo se propõe como
finalidade educativa ao “enriquecimento do conhecimento dos alunos” em uma direção que
conduza até uma visão mais complexa e crítica da realidade, que sirva de fundamento para
uma participação responsável na mesma. Neste modelo se adota uma visão relativa, evolutiva
e integradora do conhecimento, de forma que na determinação do conhecimento escolar
constitui um referencial importante o conhecimento disciplinar, mas também são importantes
o conhecimento cotidiano, a problemática social e ambiental e o conhecimento de grandes
conceitos, procedimentos e valores.
As ideias ou concepções dos alunos – e não só seus interesses – constituem, assim,
uma referência inevitável, afetando tanto os conteúdos escolares contemplados como ao
processo de construção dos mesmos. Neste modelo, a metodologia didática se concebe como
30
um processo de “investigação escolar”, quer dizer, não espontâneo, desenvolvido por parte do
aluno com ajuda do professor, o que considera como mecanismo mais adequado para
favorecer a construção do conhecimento escolar proposto. A avaliação é concebida como um
processo de investigação que pretende dar conta, permanentemente, do estado de evolução
das concepções ou ideias dos alunos, da atuação profissional do professor e, definitivamente,
do próprio funcionamento do projeto de trabalho.
Em meados de 1980, surgiu o grupo Investigação na escola, na então Escola de
Magistério da Universidade de Sevilha (Espanha), por iniciativa de Rafael Porlán e Pedro
Cañal (professores de Ciências desta escola), com quem J. Eduardo García (professor de
Ciências Naturais de Ensino Médio) colaborou desde o principio. Desde o começo, o grupo
pretendeu integrar professores de diferentes níveis (da universidade, de ensino médio, e de
ensino primário) e áreas do conhecimento, mantendo uma estrutura organizativa mínima,
permitindo atuações bastante variadas e flexíveis.
Os participantes deste grupo organizaram um evento anual denominado “Jornada de
Estudos sobre a Investigação na Escola”, dos quais participavam professores e coletivos
renovadores interessados em promover mudanças nas práticas educativas, da Espanha e da
Latino América. Inspirados na sistemática deste evento, este mesmo grupo organizou o
primeiro “Seminário Iberoamericano de concepção e desenvolvimento curricular no âmbito
do projeto IRES”, no ano de 1992, realizado em Huelva, na Espanha, fortalecendo as relações
entre os professores espanhóis e os latino-americanos, e criando espaços para uma grande
quantidade de intercâmbios. Após este primeiro seminário, foram realizados outros, quase
todos os anos em sequência, com alguma interrupção (Cádiz, 1993; Granada, 1993; Sevilla,
1994; Alicante, 1994; Madrid, 1995; Sevilla, 1996; e Alicante, 1999), para discussão de
diversos aspectos do projeto IRES.
No último seminário (1999), ficou estabelecido o encerramento dos mesmos na
perspectiva do projeto IRES e a criação de uma nova organização denominada “REDE IRES”
através da internet. No ano de 1999, foi elaborado o “Manifesto por uma nova Educação”, que
sintetiza os doze compromissos profissionais desta rede, descritos no Quadro 3.
31
Quadro 3: Manifesto por uma nova educação – Rede IRES
1. Trataremos de que nossas classes sejam experiências culturais alternativas aos modelos sociais dominantes;
2. Consideraremos as matérias de ensino como meios para promover a formação integral dos alunos;
3. Formularemos os conteúdos como uma integração equilibrada das dimensões cognitiva, afetiva e ética da
pessoa;
4. Consideraremos os conteúdos de forma relativa, aberta e processual;
5. Elaboraremos os conteúdos a partir de referências metadisciplinares, disciplinares, sociais e pessoais (as
concepções e interesses dos alunos);
6. Trataremos de que nosso ensino promova o enriquecimento crítico das concepções e interesses dos alunos;
7. Desenvolveremos uma metodologia baseada na investigação de problemas funcionais e relevantes;
8. Consideraremos a avaliação como um processo participativo para o desenvolvimento integral dos alunos e a
melhora de nossa ação docente;
9. Evitaremos qualificar (rotular) e, se o fizermos, será um processo negociado que não mede o conhecimento
dos alunos;
10. Trataremos de nossos alunos como pessoas com direitos, e não só deveres, e defenderemos que possam
exercê-los de maneira efetiva;
11. Desenvolveremos nossa autonomia e nossa responsabilidade profissional, especialmente no âmbito das
decisões curriculares;
12. Trataremos de promover um conhecimento e uma prática profissional coerentes com os princípios
anteriores.
Fonte: http://www.redires.net/?q=12_compromisos. Acesso em: 20/12/11.
2.2 O ENCONTRO SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA (EIE)
Em 1997, pela realização de intercâmbios e estudos em parceria com a Universidade
de Sevilha - Espanha, na interação com professores ligados a Rede IRES, e especialmente,
após a realização do II Encontro Iberoamericano de Professores e Coletivos Escolares que
Fazem Investigação na Escola (1999)3, organizado pela Rede TEBES (México), alguns
professores da UNIVATES (RS), passaram a atuar de modo mais concreto no sentido de
integrar as atividades já desenvolvidas, desde longa data, com professores em exercício nas
escolas de Educação Básica.
Desta forma, o EIE iniciou, no Brasil, no ano de 2000, promovido pelo
Departamento de Ciências Exatas e Biológicas da UNIVATES (Lajeado, RS), visando
desencadear a reflexão sobre a prática docente dos alunos dessa instituição (licenciandos e
pós-graduandos) e de outros docentes com atividades inovadoras em suas aulas (na escola ou
na universidade), sabendo quão raros são estes momentos de reflexão no cotidiano
profissional dos professores.
3
Este foi o II Encontro Iberoamericano, pois o “Seminário Iberoamericano de concepção e desenvolvimento
curricular no âmbito do projeto IRES” realizado em Huelva, na Espanha, no ano de 1992, foi considerado o
primeiro Encontro Iberoamericano.
32
Conforme Harres (2004), na UNIVATES, desde a década de 1990, foram ofertados
cursos de especialização para professores da escola em formação continuada, o que
possibilitou a discussão e a reorganização do currículo para a formação inicial de professores
nesta universidade, e após algumas lutas burocráticas, constituiu-se o curso de Ciências
Exatas com habilitação para Matemática, Física e Química no Ensino Médio, o que possibilita
a atuação na escola de maneira interdisciplinar. Porém, segundo ele
[...] é frequente observar-se, depois de certo tempo, uma notável redução no
entusiasmo e na vontade desses professores em mudarem a educação. O confronto
com outros colegas cujas praticas estão cristalizadas é muito desgastante e, na
maioria dos casos, perdedor. Estas constatações nos levaram a abrir outra frente de
atuação. Baseado na longa experiência de outras redes na organização de eventos
formatados para aproximar, integrar e fortalecer mutuamente professores
inovadores, passamos a promover desde 2000 os encontros sobre investigação na
escola (HARRES, 2004, p. 68).
Essas práticas inovadoras podem ser entendidas como possibilidades/ alternativas ao
ensino tradicional, caracterizado principalmente por aulas meramente expositivas, repetitivas
e memorísticas, em que o professor é apenas considerado como fonte de saber e não como
mediador da construção e significação do conhecimento científico. Nesse contexto, a
“investigação” na escola pode ser traduzida como a elaboração de atividades de ensino e
aprendizagem a ser desenvolvida em sala de aula, a reflexão sobre a eficiência da proposta, a
problematização, e a busca de outras práticas inovadoras.
Nos anais da primeira edição, os organizadores do EIE destacam que as atividades de
ensino, pesquisa e extensão realizadas pela UNIVATES, incluindo este evento, estão apoiadas
[...] nos resultados e reflexões do Grupo Didática e Investigação Escolar do
Departamento das Ciências Experimentais, Sociais e Matemáticas da Universidade
de Sevilha e da Rede IRES – Investigação e Renovação Escolar, que envolve
universidades ibero-americanas e grupos independentes de professores inovadores
de países como a Argentina, o Brasil, a Colômbia, a Espanha e o México (HARRES,
2000, p. 15).
Esta informação justifica a exposição inicial das experiências com grupos de
investigação escolar na Espanha, sendo estes, como já exposto, fonte de inspiração para a
realização deste evento, no Brasil.
33
As cinco primeiras edições (de 2000 à 2004) e a IX (2009) do EIE, bem como o “IV
Encontro Iberoamericano de Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem
Investigação na sua Escola”4 (2005) foram promovidas pela UNIVATES.
Desde 2006, o EIE foi realizado em diferentes instituições: o VI (2006) e o X (2010)
na FURG - Rio Grande/RS; o VII (2007), na PUCRS - Porto Alegre/RS, e o VIII (2008), na
UNIJUI - Ijuí/RS. Cabe destacar também, a participação pontual de professores e licenciandos
de Universidades da Argentina, Uruguai, Colômbia, México e Espanha, em algumas edições,
considerando que esses sujeitos de outros países muitas vezes eram convidados pela equipe de
organização do evento.
De maneira geral, este encontro se caracteriza pela forma participativa com que se
desenvolve. Cada participante inscreve, previamente, um relato investigativo sobre alguma
atividade inovadora realizada em sala de aula, preferencialmente sobre sua atividade docente.
Os relatos enviados são analisados, organizados e separados em grupos de trabalho, conforme
as temáticas, e enviados aos demais participantes do grupo para leitura prévia,
questionamentos, avaliação e sugestões ao autor, que podem ser incorporadas ao texto antes
do encontro presencial e da publicação dos mesmos.
Durante o encontro, os grupos de trabalho debatem os textos lidos previamente e
apontam questões para serem apresentadas e discutidas na sistematização final, momento em
que todos os grupos são reunidos para compartilhar os principais tópicos das suas discussões e
apontamentos.
O EIE é realizado durante dois dias, sendo que no primeiro são feitas as discussões
nos pequenos grupos, logo após é realizada a junção de grupos, que no segundo dia
apresentam suas conclusões em uma assembleia geral reunindo todos os participantes. Esta
sistematização pode ser apresentada de várias maneiras, como por exemplo, teatro, dinâmicas,
poesia, cartazes, slides, etc. Cada grupo possui dois redatores, que são responsáveis por anotar
as principais questões discutidas durante a apresentação dos relatos, e que, em seguida,
reúnem-se aos demais redatores para compor um texto final, contendo a exposição das
temáticas, as questões apontadas, as colocações e as sugestões pensadas pelos grupos.
4
O “Encontro Iberoamericano de Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem Investigação desde a sua
Escola” é um evento que acontece a cada três anos em um país diferente, e no ano de 2005 foi realizado no
Brasil, tendo como sede a UNIVATES. Em função disto, o VI EIE foi adiado para o ano posterior. A sistemática
de trabalho destes encontros iberoamericanos foi inspiradora, servindo de modelo para a organização e
realização dos EIE no Rio Grande do Sul, desde sua primeira edição.
34
Para chegar a essa estruturação atual, o EIE passou por um longo caminho de
construção, discussão, revisão e avaliação, descrito a seguir, buscando explicitar a trajetória
evolutiva e reflexiva propiciada por esses encontros e pelas leituras dos anais.
O I EIE foi criado para propiciar aos professores do Vale do Taquari avanços de
reflexão sobre a sua prática docente. Assim, em setembro de 2000 estruturou-se o evento que
iniciou uma caminhada na direção da criação e desenvolvimento de grupos de professores
investigadores no Brasil. O evento, conforme os organizadores, pretendia servir também
como forma de garantir a continuidade e o avanço da inovação escolar e o estabelecimento de
uma cultura de análise da prática pedagógica, desenvolvidas em outras ações dos grupos de
pesquisa participantes (HARRES et al, 2001).
A proposta inicial, estendida para além dos alunos dos cursos de licenciatura e de
especialização, visou atingir também aos docentes que desenvolviam atividades inovadoras
em suas aulas (seja na escola ou na universidade), posto que são raras as oportunidades de
reflexão e troca de experiências no cotidiano profissional dos professores.
Esta primeira edição do evento teve vários objetivos, descritos no Quadro 4.
Quadro 4: Objetivos do I encontro sobre investigação na escola
Favorecer que professores inovadores escrevam e analisem trabalhos sobre suas atividades;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que os professores discutam
e avaliem de igual para igual com colegas de trabalho, com futuros professores e com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de professores
inovadores;
Avaliar uma alternativa na forma de estruturar eventos de formação continuada que ressaltem os avanços já
conquistados e superem o enfoque comumente “corretivo” e de destaque para as debilidades da prática pedagógica;
Priorizar a consideração das reais necessidades dos professores em detrimento à simples divulgação de novas ideias
através de palestras pontuais;
Favorecer a criação, a partir deste evento, de grupos de professores investigadores como forma de garantir a
continuidade e o avanço da inovação escolar;
Permitir uma avaliação das ações desenvolvidas na UNIVATES, especialmente no DCEB, e através da pesquisa
Desenvolvimento de Processos Inovadores na Formação de Professores, no que diz respeito à identificação de
demandas formativas, à caracterização dos obstáculos à inovação no exercício profissional e à comparação com “o
estado da arte” em outras regiões/instituições do RS;
Fomentar o desenvolvimento de uma cultura de análise da prática pedagógica coerente com as novas diretrizes da
formação de professores em termos da legislação brasileira e conclusões do Fórum das Licenciaturas, espaço
institucional no ano de 2000 na UNIVATES;
Superar o antagonismo das posições de professores de escola e de professores “formadores investigadores”,
geralmente expressos em eventos de formação continuada. Nessas ocasiões é comum os primeiros dizerem que tudo
que os formadores/investigadores propõem é “muito” teórico e distante da realidade, enquanto que estes afirmam que
os professores de escola “querem tudo pronto” e só procuram “receitas”...
Fonte: Anais do I Encontro sobre Investigação na Escola, 2001
Além disso, os organizadores pensaram também que essas atividades não devessem
restringir-se a uma única área do saber. A interdisciplinaridade, a identificação de problemas
comuns e a necessidade de ações conjuntas na escola justificavam que essas reflexões não se
prendessem aos limites disciplinares.
35
A resposta ao primeiro desafio lançado alcançou sucesso para além dos limites da
região do Vale do Taquari. Ao todo participaram do primeiro encontro 115 professores, que
apresentaram um total de 70 trabalhos, oriundos de diferentes regiões do estado do Rio
Grande do Sul, além de um trabalho de Santa Catarina e dois da Argentina. Destes 73
trabalhos apresentados, 32 foram escritos por Professores da Escola, 10 por Professores em
Formação Inicial, 19 por Professores da Universidade, 6 por Pós-Graduandos, e 6 não foi
possível identificar a função dos autores.
Os resumos estendidos dos trabalhos inscritos foram enviados antecipadamente à
organização do evento que os leu, selecionou e distribuiu em sete grupos temáticos de
discussão (Quadro 5).
Quadro 5: Grupos temáticos de discussão do I encontro sobre investigação na escola
Grupo A: Reflexões sobre a prática docente
Grupo B1: Ideias prévias e dificuldades de aprendizagem
Grupo B2: Ideias prévias e dificuldades de aprendizagem
Grupo C: Formação continuada
Grupo D: Formação inicial de professores
Grupo E: Experiências curriculares
Grupo F: Educação infantil
Fonte: Anais do I Encontro sobre Investigação na Escola, 2001.
Como avaliadores externos, foram convidados os professores Dr. Rafael Porlán
(Universidade de Sevilha/Espanha) e Dr. Roque Moraes (PUCRS) que, ao circularem por
todos os grupos durante as discussões puderam ter uma visão geral dos trabalhos, a qual foi
relatada e discutida no painel de apresentação das conclusões de cada grupo. Entre os avanços
da investigação na escola, apontados pelos avaliadores externos destacaram-se três: a) Uma
ênfase maior das propostas, em relação a outros eventos de formação continuada, em
iniciativas coletivas de professores; b) Uma perspectiva mais efetiva dos participantes como
sujeitos, promovendo seu envolvimento em todas as etapas da investigação; c) A necessidade
de uma sistematização mais rigorosa das investigações de modo a atingir uma qualidade
formal mais elaborada (HARRES et al, 2001).
No segundo dia do evento, foi realizado um painel sobre redes de professores
investigadores, coordenado pelo professor Dr. Verno Krüger (na época trabalhando na
UNIVATES) que falou sobre o plano em andamento, ao qual o evento e o grupo de pesquisa
considerariam na continuidade, a constituição de uma rede iberoamericana formada por
professores investigadores. Tal rede incluiria, além dos brasileiros, professores da Espanha,
(vinculados à REDE IRES, ligados principalmente à Universidade de Sevilha), professores do
36
México (“RED TEBES - Transformación de la Educacíon Básica desde la Escuela”, ligados à
Universidade Pedagógica Nacional do México), e professores da Colômbia (“RED CEE Calificación de Educadores em Exercício”, ligada a Universidade Pedagógica Nacional da
Colômbia).
Também foram apresentadas no evento a experiência de duas redes argentinas. A
primeira experiência sobre “Red de Profesores que Hacen Investigación Educativa”, ligada à
Confederación de Trabajadores de la Educación de la República Argentina – CTERA, foi
relatada pelo prof. Miguel Duhalde. A experiência da outra rede argentina, “Asosiación de
Maestros de Monte Carlo”, foi apresentada pelo prof. Jesus Armando Castro.
Concluindo o painel, o prof. Dr. Roque Moraes (na época professor da PUCRS),
apresentou as atividades desenvolvidas até aquela data no âmbito do projeto de pesquisa
“Educação em Ciências: preparando cidadão para o novo milênio”, financiado pelo CNPq e
que congrega atividades de experimentação e investigação curricular em quatro universidades
gaúchas (PUCRS, UNIJUÍ, FURG e UNIVATES).
De modo geral, a avaliação final do encontro (avaliadores externos e avaliação dos
grupos) identificou, de forma majoritária pelos participantes, aspectos claramente inovadores
em grande parte dos trabalhos e, ao mesmo tempo, a necessidade da continuidade do avanço
na reflexão sobre a inovação e a investigação escolar, uma vez que houve também a
identificação, no contexto escolar, de resistências e obstáculos a este avanço.
O II EIE, realizado em 2001, seguiu a mesma estrutura do primeiro encontro. Cada
participante apresentou um relato de cunho investigativo e enviado à organização
antecipadamente sobre alguma atividade inovadora que estivesse realizando em sala de aula,
preferencialmente sobre sua própria prática docente. Os grupos de discussão estiveram
distribuídos em torno aos mesmos temas da primeira edição e a avaliação do evento se deu
segundo os mesmos aspectos da vez anterior, visando o avanço na direção em que os
pressupostos do grupo de pesquisa e do evento em si apontavam.
O evento procurou atender aos objetivos descritos no Quadro 6. A partir desta edição
do evento, os novos objetivos diferenciados em relação aos iniciais estão grifados em negrito,
para facilitar a comparação e análise dos mesmos.
37
Quadro 6: Objetivos do II encontro sobre investigação na escola
Favorecer que professores inovadores escrevam e analisem sobre suas atividades, fomentando o desenvolvimento
de uma cultura de análise da prática pedagógica;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que os professores discutam
e avaliem de igual para igual com colegas de trabalho, com futuros professores e com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de professores
inovadores;
Permitir uma avaliação das ações desenvolvidas na UNIVATES, especialmente no DCEB, e através da pesquisa
Desenvolvimento de Processos Inovadores na Formação de Professores, no que diz respeito à identificação de
demandas formativas, à caracterização dos obstáculos à inovação no exercício profissional e à comparação com “o
estado da arte” em outras regiões/instituições do RS;
Favorecer a criação, a partir deste evento, de grupos de professores investigadores como forma de garantir a
continuidade e o avanço da inovação escolar;
Avaliar uma alternativa na forma de estruturar eventos de formação continuada que ressaltem os avanços já
conquistados e superem o enfoque comumente “corretivo” e de destaque para as debilidades da prática
pedagógica;
Fonte: Anais do II Encontro sobre Investigação na Escola, 2002.
Para isso, pretendia-se que os mesmos avaliadores externos estivessem presentes,
identificando avanços e obstáculos na caminhada. Isto não foi possível, pois o professor Dr.
Rafael Porlán e o professor Dr. Roque Moraes estiveram impossibilitados de participar. Dessa
forma a Professora Dra. Valderez Marinado de Lima (FAPA/RS) e a Professora Dra. Pilar
Azcárate Goded (Universidade de Cádiz/Espanha) foram convidadas para realização dessa
tarefa.
O evento foi divulgado inicialmente entre os participantes da primeira edição que, ao
receberem os anais impressos do primeiro encontro, receberam junto uma carta convite com
os detalhes da segunda edição e com sugestões da melhor forma de organizá-la. Para os novos
participantes, a divulgação deu-se através de um prospecto semelhante ao enviado pelos
organizadores no primeiro Encontro.
Como mudança mais importante desta edição e atendendo à avaliação da vez
anterior, foi aumentado o tempo para discussão nos grupos e proposto, logo no início do
evento, uma discussão sobre qual seria a melhor forma de, ao final, realizar-se a socialização
dos resultados. A proposta aprovada foi a de que cada grupo elaborasse um pôster que ficou
exposto no início da manhã de sábado para conhecimento de todos, permitindo também um
contato maior entre autores de trabalhos de grupos diferentes.
A discussão dos trabalhos envolveu a tarde e a noite do dia 31 de agosto. Após as
apresentações dos trabalhos, cada grupo elaborou uma síntese das características dos avanços
e obstáculos mais importantes e das conclusões alcançadas apresentadas no dia seguinte, ao
grande grupo sob a forma de um pôster.
Esta segunda edição contou com a apresentação de 75 trabalhos, e destes, 21 foram
identificados como autoria de professores da escola, 18 foram escritos por professores em
38
formação inicial, 20 por professores da universidade, 7 por pós-graduandos, e 8 nãoidentificados.
A avaliação final dessa organização foi altamente positiva (HARRES et al, 2002a) e,
após a exposição dos painéis, houve um debate e apresentação de uma avaliação geral pelas
professoras Dra. Pilar Azcàrate Goded e Dra. Valderez Marinado de Lima, seguindo-se, ainda
uma avaliação geral do encontro realizada entre todos os participantes.
O III EIE (2002) contou com a participação de 150 professores, oriundos de
diferentes escolas e instituições do estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ, ULBRA, UFSM,
UNIVATES, PUCRS, FURG, UPF, UFPEL e URI-Santiago), além de um trabalho de Santa
Catarina, dois da Argentina e um do México. No total, o evento contou com 91 trabalhos
inscritos para apresentação. Destes, 21 foram de autoria de professores da escola, 26 de
professor em formação inicial, 25 de professores da universidade, 12 de pós-graduandos, e 7
não-identificados.
A equipe organizadora analisou e selecionou os trabalhos, subdividindo-os em seis
grupos de discussão. Algumas áreas foram subdivididas pelo grande número de trabalhos
inscritos. Os temas e o número de trabalhos por grupo estão apresentados na Tabela 3,
conforme consta nos anais do evento (HARRES et al, 2002b).
Tabela 3: Grupos de trabalho do III encontro sobre investigação na escola
Grupo
A1
A2
A3
A4
B
C
D
E1
E2
F
G
Assunto
REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DOCENTE: Avaliando, aprendendo e
melhorando as nossas aulas
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E IDEIAS PRÉVIAS:
Decorar não é compreender e aprovar não é saber
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES:
O retorno e a continuidade da vida estudantil dos professores
FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES:
A universidade como a escola desejável dos professores
EXPERIÊNCIAS CURRICULARES:
Rompendo as barreiras disciplinares e tomando as rédeas do currículo
COLETIVOS DE PROFESSORES:
Rompendo o isolamento para aprender juntos
PESQUISAS SOBRE A ESCOLA:
Olhares externos sobre a escola
Nº de
Trabalhos
8
7
7
7
8
6
8
9
10
8
8
Fonte: Anais do X Encontro sobre Investigação na Escola, 2010.
Os trabalhos foram relatados e discutidos durante a tarde e a noite de sexta-feira. Ao
final da noite, cada grupo elaborou um painel com a síntese das discussões para exposição ao
grande grupo no sábado pela manhã. A elaboração do painel, conforme a orientação dada
39
pelos organizadores na abertura do evento deveria abordar às seguintes questões: 1.
Obstáculos Encontrados; 2. Avanços Alcançados; 3. Propostas de Seguimento do trabalho.
Os objetivos desta edição do evento estão descritos no Quadro 7, e destacados em
negrito aqueles com elaboração diferente da edição anterior.
Quadro 7: Objetivos do III encontro sobre investigação na escola
Favorecer que professores inovadores escrevam e analisem sobre suas atividades, fomentando o desenvolvimento de
uma cultura de análise da prática pedagógica;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que os professores discutam
e avaliem de igual para igual com colegas de trabalho, com futuros professores e com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de professores
inovadores;
Permitir uma avaliação das ações desenvolvidas na UNIVATES, especialmente no Departamento III , e através da
pesquisa Desenvolvimento de Processos Inovadores na Formação de Professores, no que diz respeito à identificação
de demandas formativas, à caracterização dos obstáculos à inovação no exercício profissional e à comparação com “o
estado da arte” em outras regiões/instituições do RS;
Favorecer a criação e a continuidade de grupos de professores investigadores como forma de garantir a continuidade
e o avanço da inovação escolar;
Avaliar e avançar em uma alternativa na forma de estruturar eventos de formação continuada que ressaltem os
avanços já conquistados e superem o enfoque comumente “corretivo” e de destaque para as debilidades da prática
pedagógica;
Consolidar uma rede de professores investigadores tanto em nível regional quanto em nível estadual, visando à
participação na “Rede Ibero-americana de Coletivos e Redes de Professores que Fazem Investigação na
Escola”.
Fonte: Anais do III Encontro sobre Investigação na Escola, 2002.
Na manhã de sábado, foi realizado um painel sobre redes de professores
investigadores, coordenado pelo professor João Batista Siqueira Harres, discutindo a
experiência em andamento que envolve professores de diferentes países:
a. Espanhóis: Rede IRES - Investigación y Renovación Escolar, ligados
principalmente à Universidade de Sevilha;
b. Mexicanos: Rede TEBES - Transformación de la Educacíon Básica desde la
Escuela, ligados à Universidade Pedagógida Nacional do México;
c. Colombianos: Rede CEE - Calificación de Educadores en Exercício, ligados à
Universidade Pedagógica Nacional da Colômbia;
d. Argentinos: Rede DHIE - Docentes que Hacen Investigación na Escuela, ligados
à Confederação dos Trabalhadores em Educação da Argentina.
Nessa discussão, foi exposto o fato de que essas redes promoveriam, em julho de
2005, na UNIVATES, o “IV Encontro Iberoamericano de Coletivos Escolares e Redes de
Professores que Fazem Investigação na sua Escola”. Ao final, discutiram-se estratégias de
envolvimento dos participantes na organização e divulgação deste evento de nível
internacional.
40
Posteriormente ocorreu a socialização das discussões nos grupos. Os painéis
elaborados foram colocados em exposição e cada participante pode observar essas conclusões
e trocar ideias com os outros grupos.
Na seção de encerramento, foi realizada uma avaliação geral do evento em grande
grupo e a discussão das formas de continuidade do mesmo. Subsequente ao encontro houve a
publicação dos anais desta edição, que foram distribuídos aos autores, coautores e outros
professores pesquisadores que desejavam agregar-se ao grupo, contendo as conclusões por
grupo de discussão e as conclusões e avaliação do evento.
O IV EIE (2003), também, realizou-se em Lajeado, na UNIVATES – Centro
Universitário. Participaram do evento 230 professores, oriundos de muitas escolas da rede
pública e particular e universidades do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ, ULBRA,
UFSM, UNIVATES, PUCRS, FURG, UPF, UFPEL e URI-Santiago), além de trabalhos de
Santa Catarina e da Argentina. O evento recebeu a inscrição de 129 trabalhos. Do total de
trabalhos apresentados no evento, 50 foram escritos por professores da escola, 31 por
professores em formação inicial, 25 por professores da universidade, 22 por pós-graduandos,
e 1 não-identificado.
Cada professor inscrito enviou, sessenta dias antes do evento, um relato de inovação
e/ou investigação escolar no qual indicava também a área de interesse para apresentação. A
comissão científica avaliou os trabalhos, selecionou-os e distribui-os em seis áreas (grupos) de
discussão. Os grupos A e E foram subdivididos, pela comissão, devido ao grande número de
trabalhos inscritos. Os grupos B e G foram redistribuídos nos demais por estarem em menor
número. Após o remanejo, os grupos constituídos são apresentados na Tabela 4.
Tabela 4: Grupos de discussão do IV encontro sobre investigação na escola
Grupo
Assunto
A1
A2
A3
A4
A5
C
D
E1
E2
E3
E4
E5
F
G
Reflexão sobre a Prática Docente
Formação Continuada de Professores
Formação Inicial de Professores
Experiências Curriculares
Coletivos de Professores
Pesquisas sobre a Escola
Fonte: Anais do X Encontro sobre investigação na Escola, 2010.
Nº de
Trabalhos
12
9
10
10
7
9
9
9
9
9
10
9
7
10
41
Da mesma forma que na edição anterior, os trabalhos foram relatados e discutidos
durante a tarde e a noite de sexta-feira. Ao final da noite, cada grupo elaborou uma síntese das
discussões para exposição ao grande grupo no sábado pela manhã. A elaboração da síntese,
conforme orientação dada pelos organizadores na abertura do evento, deveria abordar as
mesmas questões da edição anterior: obstáculos encontrados, avanços alcançados e propostas
de seguimento do trabalho.
Esta edição do evento procurou atender aos objetivos descritos no Quadro 8.
Quadro 8: Objetivos do IV encontro sobre investigação na escola
Favorecer que professores inovadores escrevam e analisem sobre suas atividades, fomentando o
desenvolvimento de uma cultura de análise da prática pedagógica;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que os
professores discutam e avaliem de igual para igual com colegas de trabalho, com futuros professores e
com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de
professores inovadores;
Favorecer a criação, a partir deste evento, de grupos de professores investigadores como forma de garantir
a continuidade e o avanço da inovação escolar;
Reavaliar e avançar na forma alternativa na forma de estruturar o evento ressaltando sempre os avanços
já conquistados e superando o enfoque comumente “corretivo” e de destaque para as debilidades da
prática pedagógica;
Avançar na consolidação da Rede de Investigação na Escola – RIE vinculada à “Rede Iberoamericana de Coletivos e Redes de Professores que Fazem Investigação na Escola”.
Fonte: Anais do IV Encontro sobre Investigação na Escola, 2003.
Durante a sexta-feira, circularam pelos grupos de discussão três professores
observadores externos que deveriam fazer uma síntese e uma avaliação de cada uma das três
grandes linhas do Evento: Grupos A – Professora Dra. Jesuína de Almeida Pacca (IFUSP);
Grupos E – Professor Dr. Roque Moraes (PUCRS); e Grupos C, D, F, e H – Professor Dr.
Fábio da Purificação Bastos (UFSM).
Os pareceres dos avaliadores externos (Profa. Dra. Jesuína A. Pacca e Prof. Dr.
Roque Moraes) estão publicados nos anais, o que permite a compreensão da evolução das
abordagens temáticas e da própria estrutura do evento. Nesse sentido, o Prof. Dr. Roque
Moraes destaca, em seu parecer, que:
uma das marcas mais salientes da maioria das propostas de inovação curricular
desenvolvidas nas escolas é a aproximação das atividades de sala de aula com o
cotidiano e a realidade dos alunos. Seja em torno de temas amplos, seja em forma de
problemas sociais da comunidade escolar, há um exercício dos grupos de
professores organizados nas escolas em aproximar o currículo do contexto em que
os alunos vivem. Percebe-se nisto um esforço em tornar o trabalho de aula mais
significativo para os alunos, em fazer com que na escola se aprenda o que vai ser útil
na vida (HARRES et al, 2003, p. 33).
42
Esta colocação permite perceber a preocupação dos professores participantes do EIE,
em discutir questões que possam colaborar para o repensar suas práticas em sala de aula,
aproveitando o diálogo no grupo, para apresentar suas atividades, receber críticas e sugestões,
problematizando-as e refletindo sobre as mesmas, buscando a inovação curricular e a
aproximação do mundo da escola à realidade dos estudantes. Outro fator de destaque, no
parecer deste avaliador, tem relação à característica de interação entre a formação inicial e
continuada, considerando que:
nos trabalhos apresentados no encontro manifesta-se com clareza a ideia de que a
formação não se completa num curso de graduação. Algumas afirmativas dos
participantes enfatizam que os cursos de formação ainda deixam muito a desejar,
com um grande afastamento e esquecimento da realidade escolar. Assim percebem
que há muitas lacunas na formação inicial, exigindo que nas escolas se propicie
espaços de formação continuada. Nessa formação continuada inclui-se o repensar as
teorias que embasam a prática dos professores. estão muito presentes as questões
pedagógicas e sua compreensão mais aprofundada. Muitos professores atuam com
base em suas teorias implícitas e os grupos de professores organizados em suas
escolas possibilitam questionar estas teorias e reconstruí-las (HARRES et al., 2003,
p. 42)
No início da manhã de sábado, ocorreram as sessões paralelas de avaliação das linhas
temáticas de discussão. Nessas sessões foram apresentadas as sínteses elaboradas pelos
grupos e pelos observadores externos. Cada sessão, com base no que foi apresentado, lançou
um desafio para o próximo encontro. No final da manhã, todos os participantes se reuniram
para a socialização dos desafios elaborados nas três linhas de discussão e das avaliações dos
observadores externos. Na sessão de encerramento foi realizado um debate geral de avaliação
e de discussão das formas de continuidade do evento, conforme a proposta dos organizadores.
Da mesma forma que a edição anterior, foi realizada a publicação dos anais deste evento,
contendo os trabalhos apresentados, as conclusões por grupo de discussão e as conclusões e
avaliação do encontro. Os livros foram distribuídos a todos os apresentadores de trabalhos,
para a maioria dos coautores e também para outros pesquisadores e professores interessados.
O V EIE (2004) basicamente seguiu a mesma estrutura e o mesmo desenvolvimento
das edições anteriores. Foram apresentados 184 trabalhos, totalizando 304 participantes no
evento. Destes 184 relatos apresentados, 59 foram de autoria de professores da escola, 35 de
professores em formação inicial, 45 de professores da universidade, 40 de pós-graduandos, 1
classificado como outra função (diretor(a) (DI)), e 4 não-identificados.
Os objetivos desta edição do evento encontram-se descritos no Quadro 9.
43
Quadro 9: Objetivos do V encontro sobre investigação na escola
Favorecer que professores inovadores escrevam e analisem trabalhos sobre suas atividades, fomentando o
desenvolvimento de uma cultura de análise da prática pedagógica;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que os
professores discutam e avaliem de igual para igual com colegas de trabalho, com futuros professores e
com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de
professores inovadores;
Favorecer a criação e a continuidade de grupos de professores investigadores como forma de garantir a
continuidade e o avanço da inovação escolar;
Reavaliar e avançar na forma alternativa de estruturar o evento ressaltando sempre os avanços já
conquistados e superando o enfoque comumente "corretivo" e de destaque para as debilidades da prática
pedagógica;
Avançar na consolidação da Rede de investigação na escola - RIE vinculada à “Rede Ibero-Americana de
Coletivos e Redes de Professores que Fazem Investigação na Escola”;
Avaliar os trabalhos apresentados, apontando melhorias, para o IV Encontro Ibero-Americano de
Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem Investigação na sua Escola.
Fonte: Anais do V Encontro sobre Investigação na Escola, 2004.
Os trabalhos selecionados pela comissão científica, uma vez efetivamente
apresentados e melhorados segundo as sugestões colhidas durante o encontro e reenviados aos
organizadores até a data combinada, foram considerados pré-selecionados para o “IV
Encontro Iberoamericano de Coletivos Escolares e Redes de Professores que fazem
Investigação na sua Escola”, a ser realizado em 2005, na UNIVATES.
Os trabalhos foram relatados e discutidos durante a tarde e a noite de sexta-feira. Ao
final da noite, cada grupo elaborou uma síntese das discussões para exposição no sábado pela
manhã. A elaboração da síntese foi feita com base nas orientações dadas na abertura do
evento, abordando os seguintes aspectos: obstáculos encontrados, avanços alcançados e
propostas de seguimento.
Durante a sexta-feira, circularam pelos grupos de discussão quatro professores
observadores externos que deveriam fazer uma síntese e uma avaliação de cada uma das três
grandes linhas do Evento: Professora Clara Chaparro (UPN- Colômbia), Nilce Fátima
Scheffer (URI- Erechim), Dino Segura (EPE- Colômbia) e Miguel Duhalde (CTERAArgentina).
Na manhã de sábado, procedeu-se a um debate geral sobre as Redes de professores
da Colômbia e da Argentina. Na sessão final, os participantes discutiram sobre como efetivar
44
a Rede RIE- Rede de Investigação na Escola5, bem como avaliaram o encontro e as formas e
propostas de continuidade do evento.
A
manutenção
dessa
estrutura
e
algumas
modificações
envolveram
as
recomendações da avaliação da edição anterior. Na ficha de avaliação da última edição
apareceram sugestões sobre como avançar na avaliação dos trabalhos e na constituição dos
grupos e sobre como aproveitar melhor as discussões nos pequenos grupos durante o
encontro. A quinta edição do evento foi a primeira que teve os anais publicados em cd.
A partir da sexta edição, o EIE passa a ser realizado em outras universidades,
tornando-se itinerante, tendo em vista a possibilidade de oportunizar a outros professores e
pesquisadores interessados em promover e compartilhar suas práticas de inovação na escola,
alcançando novos horizontes, com o deslocamento do local de realização do evento. A
participação de diversas universidades ao longo do tempo e a articulação de alguns
pesquisadores em projetos de pesquisa interinstitucionais facilitou esta abertura.
O enfoque do VI EIE esteve na análise investigativa da prática dos professores na
escola. A ideia de mirar essas ações partiu dos organizadores do evento, participantes do
grupo de pesquisa CEAMECIM - FURG, afetuosamente chamados pelos mais antigos, de
grupo MIRAR6 em razão de suas histórias. O evento prosseguiu com sua tradição de dar
continuidade à discussão em coletivos de professores em uma perspectiva de produção de
conhecimento na escola, em ações de análise, reflexão e pesquisa sobre o que é feito nas
ações e práticas docentes.
Ressalta-se também que o propósito desta edição do evento era de uma educação no
presente, conforme a proposta dos organizadores, colocando assim a ideia de alargá-lo,
estendê-lo, buscando concretizar nas ações pedagógicas não ações para um futuro, mas
sempre para um presente que se refaz e se atualiza pelas ações no passado (GALIAZZI et al,
2006).
Esta edição do evento foi promovida pela FURG, pretendendo continuar o avanço
iniciado na direção em que apontavam as avaliações dos eventos anteriores promovidos pelo
Grupo de Pesquisa na Formação de Professores – GPFP da UNIVATES – Centro
Universitário, de Lajeado - RS.
5
A REDE RIE se constitui em uma rede brasileira (gaúcha) de professores de escola, universidade, formação
inicial, etc, organizados em coletivos de pesquisa sobre suas práticas docentes. Esta rede está ainda em fase de
organização, seguindo os exemplos das demais redes ibero-americanas já citadas.
6
MIRAR – Mediar, Investigar, Refletir, Aprender, Renovar.
45
É interessante frisar que o VI EIE teve como participantes o grupo de professores de
escola, licenciandos, professores da universidade e pós-graduandos que integravam o projeto
interinstitucional denominado “Ciberciências: Articulação entre desenvolvimento curricular e
formação de professores de Ciências7”, realizado pela FURG, PUCRS e UNIJUI, com apoio
da FINEP8, em parceria com escolas públicas dos seus respectivos municípios. Neste projeto
foi previsto o diálogo com consultores externos para avaliar as ações propostas e efetivadas,
bem como a participação nos EIE, com isso foi possível articular estes dois objetivos, de
maneira que os consultores externos avaliassem também o evento. Esta estratégia ampliou as
reflexões propiciadas, de modo que novas questões surgiram permitindo o aperfeiçoamento
das proposições expressas nos artigos que resultaram em livros.
Concomitante ao EIE ocorreu o encontro interinstitucional entre os envolvidos neste
projeto. Essas participações dos sujeitos envolvidos neste projeto no EIE, escrevendo sobre
suas experiências, refletindo, problematizando e reconstruindo suas escritas, neste espaço de
discussão dos relatos das práticas escolares, resultou na organização e publicação de dois
livros vinculados ao projeto (GALIAZZI et al, 2007, 2008).
Estas publicações mostram as produções dos diferentes sujeitos, constituintes dos
coletivos de professores e comunidades de aprendizagens, envolvidos na reconstrução de suas
teorias e práticas, ao mesmo tempo, na reorganização dos currículos dos ambientes educativos
em que estão inseridos.
Nesse sentido, a avaliação da importância do evento para a área da Educação, e para
o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos professores participantes, podem ser caracterizados
e evidenciados pelos objetivos gerais desta edição, citados no Quadro 10.
7
Este projeto interinstitucional teve duração de quatro anos (2006, 2007, 2008 e 2009), e contou com a
participação das universidades em parceria com as escolas de sua região. Os participantes do projeto puderam
participar do VI, VII e VIII EIE, com apoio financeiro para deslocamento até o local dos eventos e estadia
durante os mesmos.
8
Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
46
Quadro 10: Objetivos do VI encontro sobre investigação na escola
Dar continuidade à perspectiva inovadora, ativa, reflexiva e formativa;
Favorecer que professores do Rio Grande do Sul iniciem ou continuem a escrever, analisar e avaliar
suas atividades inovadoras de ensino-aprendizagem, em especial aquelas que incluam um caráter
investigativo de sua prática docente;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que professores
discutam os resultados de suas investigações didáticas e avaliem essas experiências, de igual para igual,
seja com colegas de trabalho, com futuros professores ou com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de
professores inovadores do estado;
Fomentar o desenvolvimento de uma cultura de análise da prática pedagógica coerente com as
diretrizes da formação de professores;
Priorizar, em termos da formação continuada, a consideração das reais necessidades dos professores
dando continuidade ao processo de evolução profissional já alcançado nos encontros anteriores;
Fomentar a criação e o desenvolvimento de “coletivos de professores investigadores” como forma de
garantir a continuidade e o avanço da inovação escolar.
Fonte: Anais do VI Encontro sobre Investigação na Escola, 2006.
Nessa perspectiva, o evento iniciou bem antes do encontro presencial em setembro
de 2006. Em julho houve uma intensa leitura dos trabalhos por pares. Foram mais de 60
avaliadores dando pareceres sobre os trabalhos: doutores, mestres e mestrandos participaram
deste processo. Em Agosto os textos foram distribuídos aos participantes por meio de um
ambiente virtual para que estes fossem para o evento com os textos de seu grupo previamente
lidos. Foram 20 salas de discussão em três eixos: a) formação de professores; b) experiências
curriculares; c) cultura e política educativa, num total de 320 participantes, que apresentaram
210 trabalhos, sendo 49 de autoria de professores da escola, 55 de professores em formação
inicial, 27 de professores da universidade, 64 de pós-graduandos, 2 classificados como outras
funções (1 pedagoga (P) e 1 bibliotecária (BI)), e 13 não-identificados.
A dimensão de participação atingiu a máxima capacidade de absorção administrativa
e de infraestrutura da FURG, o que fez com que em determinados momentos fossem
realizadas palestras, pois não havia espaço-físico suficiente para agregar todos os
participantes, embora os organizadores tivessem clareza de não ser esta a proposta de
socialização do evento.
O encontro presencial iniciou na sexta-feira de tarde com a apresentação e discussão
de relatos em pequenos grupos. Como avaliadores do encontro, estiveram presentes: Dr. Júlio
Diniz (UFMG), Dra. Menga Lüdke (PUCRJ), Dr. Augustus Triviños (FURG), e Dr. Demétrio
Delizoicov (UFSC), que circularam em cada sala compreendendo o processo e avaliando o
encontro.
47
Cada uma das salas produziu um relato síntese que foi disponibilizado no ambiente
virtual. Aconteceu ao final da tarde a palestra: “A pesquisa na formação e no trabalho
docente” proferida por um dos avaliadores externos, seguida de discussão e reflexão no
grande grupo.
Pela manhã de sábado ocorreram mais duas palestras: “Perspectivas dialógicas de
formação docente” proferida pelo Dr. Demétrio Delizoicov (UFSC) e “O professor e sua
formação para a pesquisa” proferida pela Dra. Hermengarda (Menga) Lüdke (PUCRJ).
Dando continuidade a ideia de rede de formação permanente de professores presente
nos eventos anteriores, o VII EIE foi realizado em Porto Alegre/RS, no ano de 2007, tendo
como organizadores os pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação em
Ciências e Matemática (PPGEDUCEM) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande
do Sul (PUCRS).
Foram 179 trabalhos inscritos com um total de 283 participantes. Do total de
trabalhos, 62 foram escritos por professores de escola, 55 por professores em formação
inicial, 20 por professores da universidade, 32 por pós-graduandos, 3 por autores que
desempenham outras funções (1 Diretor(a) (DI), 1 Coordenador(a) Pedagógico(a) (CP), e 1
graduando em Enfermagem (GE)), e 7 não-identificados.
Além dos objetivos presentes nas edições anteriores, houve a reestruturação de um
deles, explicitando melhor as intencionalidades do evento (Quadro 11).
Quadro 11: Objetivos do VII encontro sobre investigação na escola
Dar continuidade à perspectiva inovadora, ativa, reflexiva e formativa de professores fazendo
investigação em suas escolas;
Favorecer que professores do Rio Grande do Sul iniciem ou continuem a escrever, analisar e avaliar suas
atividades inovadoras de ensino-aprendizagem, em especial aquelas que incluam um caráter investigativo
de sua prática docente;
Socializar experiências escolares inovadoras em uma perspectiva não hierárquica, isto é, que professores
discutam os resultados de suas investigações didáticas e avaliem essas experiências, de igual para igual,
seja com colegas de trabalho, com futuros professores ou com formadores de professores;
Avaliar e contrastar o modelo didático alternativo de investigação na escola com a prática docente de
professores inovadores do estado;
Fomentar o desenvolvimento de uma cultura de análise da prática pedagógica coerente com diretrizes
atualizadas da formação de professores;
Priorizar, em termos da formação continuada, a consideração das reais necessidades dos professores
dando continuidade ao processo de evolução profissional já alcançado nos encontros anteriores;
Fomentar a criação e o desenvolvimento de "coletivos de professores investigadores" como forma de
garantir a continuidade e o avanço da qualificação da educação escolar.
Fonte: Anais do VII Encontro sobre Investigação na Escola, 2007.
48
Ao realizar a inscrição do seu relato, o autor deveria escolher uma linha9 de trabalho,
que melhor representasse suas características, escolhendo também o subtema de cada linha,
propostos da seguinte forma: Linha A. Experiências curriculares: Ensino - aprendizagem avaliação - metodologia - conteúdos – ideias dos alunos - interdisciplinaridade - recursos
tecnológicos - didáticas específicas - material curricular (didático) - experiências educativas
sem currículo prescrito (escolas alternativas); Linha B. Formação docente: Formação inicial
– Educação continuada - formação permanente - extensão - grupos de estudo - organizações
não tradicionais - coletivos de professores - vivências de auto formação - atividades não
formais – reflexão sobre a própria prática.
A distribuição dos trabalhos nas salas procurou, respeitando a linha em que o autor se
inscreveu, garantir a diversidade de experiências e autores, aproximando assim pessoas de
áreas, campos de estudo e espaços diferenciados, seguindo a ideia de promover discussões
interdisciplinares.
Os trabalhos foram disponibilizados para leitura uma semana antes do evento para
que os professores participantes fossem para o encontro com a leitura feita, priorizando assim
a discussão intensa e a problematização dos relatos apresentados.
Como avaliadores externos, foram convidados o professor Dr. João Batista Siqueira
Harres (na época, UNIVATES) e a professora Dra. Vanise Gomes (FURG) que, ao circularem
por todos os grupos durante as discussões puderam ter uma visão geral dos trabalhos, a qual
foi relatada e discutida no painel de apresentação das conclusões de cada grupo, na manhã de
sábado.
Os organizadores desta edição compreendem, dessa forma, que o EIE é um evento
que possibilita aos professores olhar, analisar, e refletir sobre suas ações no presente,
contando com a colaboração do coletivo. Não é para um futuro melhor, não é para construir
uma escola para o futuro, mas sim para incentivar a atuar melhor no presente, e ao
fundamentar as ações em intensos diálogos, sem dúvida, os professores se inserem no
movimento de alargar o presente aumentando o tempo e significado das ações que se tornam a
cada instante, passado (MORAES et al, 2007). Nesse sentido, este evento se afirma, a cada
nova edição, como um lugar privilegiado para a discussão, o registro e a divulgação do
pensamento do professor em exercício no âmbito regional.
9
As “linhas de trabalho” são semelhantes aos “grupos de trabalho” das edições anteriores, com a única diferença
de que o autor, já no momento da inscrição seleciona a qual das linhas seu relato se refere. Nas edições
anteriores, os trabalhos eram distribuídos nos grupos de discussão, conforme as temáticas, pela comissão
organizadora do evento.
49
A sétima edição teve como tema: “Alunos e professores pesquisando juntos na sala
de aula” procurando dar uma característica ainda mais interativa às discussões do encontro,
com ênfase na produção escrita coletiva envolvendo a todos. As produções atingidas
encontram-se também nos anais, possibilitando a todos darem continuidade a trabalhos e
pesquisas discutidos nos grupos.
O VIII EIE promovido pelo GIPEC-UNIJUI (Grupo Interdepartamental de Pesquisa
em Educação nas Ciências da UNIJUI), no ano de 2008, procurou dar continuidade as
discussões e reflexões dos professores participantes. Este evento definiu os objetivos
pretendidos que passaram a ser os mesmos nas próximas edições (Quadro 11). Esta edição
ocorreu em sequência ao III EREBIOSUL, promovido pela SBENBIO (Associação Brasileira
de Ensino de Biologia). É um encontro da regional sul (PR, SC e RS) que abre um espaço de
apresentação de trabalhos e discussão sobre o ensino de Biologia e Ciências.
Contou com um total de 157 trabalhos distribuídos em duas linhas gerais de
discussão: “experiências de inovação pedagógica ou curricular” e “formação docente”, que
por sua vez subdividiram-se em grupos conforme temáticas mais específicas, de acordo com a
edição anterior. Do total de trabalhos 55 eram de autoria de professores da escola, 46 de
professores em formação inicial, 19 de professores da universidade, 32 de pós-graduandos, 1
de outra função (Educação Profissional (EP)) e 4 não-identificados.
Para a sistematização geral dos grupos de discussão foi proposto que os participantes
escrevessem com base nas temáticas apresentadas e nas reflexões desencadeadas nesse
processo, sobre os obstáculos encontrados, os avanços conseguidos e as propostas de
seguimento desse trabalho, tanto nas atividades de cada professor, quanto para as próximas
edições. O evento contou também com a avaliação externa, feita pelas professoras Dra. Cátia
Maria Nehring (UNIJUI) e Dra. Vivian Leyser da Rosa (UFSC) que acompanharam o
trabalho dos grupos de discussão, compondo um parecer final sobre suas observações, que
foram apresentados ao grande grupo na manhã de sábado.
Neste sentido, o parecer avaliativo da Profa. Dra. Cátia Maria Nehring, destaca, entre
outros aspectos, a importância da interação entre os sujeitos envolvidos no processo de
escrita, reflexão, diálogo, apresentação, problematização e repensar das práticas. Conforme
Nehring (2008):
os sujeitos envolvidos, com todas as suas diferenças de posição e trajetórias, são
extremamente respeitados e identificados no e pelo grupo. É observada a
potencialidade de cada sujeito que fala e que se coloca neste coletivo, considerando
a sua produção, a sua contribuição, a sua possibilidade de novos encaminhamentos a
partir das interações estabelecidas. Nas diversas falas, diálogos estabelecidos, muitas
50
vezes acalorados, pelo debate, observei muito explicitamente a importância de cada
um nas produções e nas ações realizadas. O trabalho de cada sujeito é diferente e é
esta diferença que faz o grupo e a produção ser tão significativo e qualificado
teoricamente. Isso é marcado nas escritas e nas falas (NEHRING, Comunicação
Pessoal no VIII EIE, 2008).
Novamente é enfatizada a característica dialógica dos EIE, como um evento que
possibilita a interação entre os diferentes sujeitos, reunidos por uma mesma causa: repensar
suas ações e inovar a escola.
Já o IX EIE foi promovido pelo Mestrado Profissional em Ensino de Ciências Exatas
(PPGECE) e pelo Curso de Licenciatura em Ciências Exatas - habilitação integrada em
Química, Física e Matemática, juntamente com o GPFP (Grupo de Pesquisa na Formação de
Professores) do Centro Universitário UNIVATES.
O tema geral dessa edição do evento foi: “A escola que temos e a escola que
queremos”, tendo como participantes estudantes de cursos de licenciatura e professores em
geral, da pré-escola à universidade. Os anais registram os objetivos do evento, a programação,
a relação de participantes, com a listagem dos 199 trabalhos apresentados, divididos em duas
linhas principais de discussão: Experiências curriculares e Formação docente. Destes, 48
foram classificados como sendo de autoria de professores da escola, 54 de professores em
formação inicial, 35 de professores da universidade, 49 de pós-graduandos, 5 de outras
funções (2 CP, 1 professora Supervisora (PS), 1 professor de curso preparatório (PC) e 1 BI),
e 8 não-identificados.
Esse encontro pretendeu suprir, assim como nas edições anteriores, para aqueles
professores que já haviam iniciado um processo de inovação profissional, a carência de
espaços para diálogo, reflexão, análise e avaliação das inovações educativas e,
principalmente, para troca de experiências e reforço mútuo. Concretamente, objetivou-se fugir
da tentação simplista e da tradição vigente em eventos para professores, onde os mesmos
assistem passivamente a apresentação oral e formal de trabalhos, sem um espaço satisfatório
para trocas e crescimento (QUARTIERI, 2009).
Conforme Quartieri (2009):
desde a primeira edição deste encontro tem-se registrado um sucesso crescente. Mais
de cem trabalhos de inovação escolar tem sido discutidos a cada encontro. Os
participantes tem avaliado de modo altamente favorável a prioridade dada ao tempo
para reflexão em pequenos grupos, orientada por questões relevantes para eles, tais
como: experiências curriculares, dificuldades de aprendizagem, ideias prévias,
interdisciplinaridade, etc. (QUARTIERI, 2009)
51
Neste encontro, os participantes receberam junto com a programação e o material do
evento, uma “carta” enviada pelo Prof. Dr. Rafael Porlán (US) representando a Rede IRES,
explicitando o Manifesto Pedagógico “Não é Verdade” (Anexo 3), relatando a experiência
espanhola de manifestação e de luta pelas melhorias na educação, enfatizando que “outra
escola é necessária, já existe e é possível” (PORLÁN, 2008), o que reforça a proposta inicial
deste evento, de diálogo e de busca de melhorias para a prática dos professores em exercício
nas escolas, em interação com os demais participantes.
O X EIE celebrou em Rio Grande os dez anos de sua realização em uma atividade
articulada entre a Secretaria Municipal de Educação, o Centro de Atenção Integral à Criança e
ao Adolescente (CAIC) e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência
(PIBID/FURG10). Os objetivos desta edição seguem os mesmos princípios das edições
anteriores, como forma de reafirmar as pretensões e intencionalidades deste evento. Desta
forma, pode-se considerar como objetivos gerais dos EIE, reelaborados ao longo das suas dez
edições, aqueles sistematizados no Quadro 11 (descrito anteriormente).
A aposta principal dessa edição do EIE foi de conversa, de leitura e de escrita sobre a
sala de aula. Neste processo é que se constituem Rodas de Formação, discutindo as salas de
aula. Na roda se intensificam compreensões sobre a importância de ser professor nos
contextos atuais. A Roda de Formação em Rede se encontrou para o diálogo, a partilha, o
abraço, a crítica, o argumento. Assim, ao contar sobre a sala de aula e o que nela acontece aos
professores (e alunos que continuam sendo), tornam-se professores a partir de uma
compreensão de que são sempre “aprendentes” (GALIAZZI et al, 2010).
Desta forma, é importante explicitar o que os organizadores apresentam como
“Rodas de formação” e “Rodas de Formação em Rede”. Considera-se, para tanto, que o que
os professores contam nos seus relatos foi aprendido e apreendido em Rodas de Formação,
articuladas nas suas experiências, sejam em estágios, na prática cotidiana, ou em atividades de
formação continuada. Essas Rodas encontram-se inseridas em uma rede constituída nas
parcerias em projetos interinstitucionais (FURG, PUCRS e UNIJUÍ) que intensificam o
processo de formação, marcadas pela intenção de diálogo e partilha, princípio articulador da
ambientalização do professor, do currículo, e da escola. (GALIAZZI, 2006). Estas interações
nos projetos interinstitucionais foram propiciadas com o uso da internet, e reforçadas na
atividade presencial no dia do evento.
10
PIBID/FURG - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência/FURG
52
Esta ideia de Rodas de Formação está articulada, também, ao PIBID/FURG, que
prioriza em suas ações a formação inicial e continuada, por meio de rodas de diálogo contínuo
e aberto, o que, de certo modo pode explicar o grande número de participantes/autores
professores em formação inicial, que são na grande maioria, participantes de pesquisas ligadas
a universidade em parceria com as escolas, vivenciando a interação com os professores em
exercício.
Sendo assim, esta edição contou com a apresentação de 348 trabalhos, tendo a
participação de mais de 500 pessoas, reunidos em pequenos grupos, nas salas de aula de uma
escola (CAIC-FURG), para discutir e refletir sobre as práticas e as ações que realizam em
suas escolas. Do total de trabalhos apresentados, 61 foram escritos por professores da escola,
175 por professores em formação inicial, 28 por professores da universidade, 58 por pósgraduandos, 5 por outras funções (1 Auxiliar Pedagógico (AP), 2 CP, 1 Atendente
Educacional (AE), e 1 PC), e 21 não-identificados.
Nesta edição do evento, os participantes foram convidados a escrever relatos de suas
práticas para participar do “VI Encontro Iberoamericano de Professores e Redes de
Professores que fazem Investigação e Inovação na sua Escola”, em Córdoba, na Argentina, no
ano de 2011. Este Encontro Iberoamericano reuniu professores e representantes de Redes de
professores da Espanha, México, Colômbia, Peru, Uruguai, Brasil, Argentina, Venezuela e
Chile, no período de 17 a 22 de julho de 2011, em intensas discussões teóricas, apresentações
dos relatos, sistematização das ideias, intercâmbios culturais e interação destes professores
provenientes de tão distintas realidades.
Nesta oportunidade, os participantes brasileiros, se reuniram com o intuito de discutir
ações no sentido de consolidar e efetivar a Rede de Investigação na Escola – REDE RIE,
ampliando seu alcance para todo o país, e não só no RS, tendo em vista a participação e o
interesse de professores de outras instituições e estados do Brasil, em se integrar a esta rede.
Ficou decidido pela organização de um site com a proposta de reunir informações sobre a
rede, os participantes, eventos, etc., visando modificações na postura dos professores e
intensificação das propostas de investigação na escola.
Em função deste Encontro Iberoamericano, o XI Encontro sobre Investigação na
Escola foi adiado para o ano de 2012, e será realizado em Bagé – RS, na UNIPAMPA.
Com base nas ideias, intencionalidades e sistemática de trabalho dos EIE, realizados
por diversas universidades no RS, ao longo de 10 anos, aparecem novas propostas de
encontros, que vem reforçar as possibilidades criadas, por este evento, quanto ao diálogo, a
reflexão coletiva, a troca de experiências, a interação entre os sujeitos em formação inicial e
53
continuada, que repercutem na constituição de saberes escolares que permitem ampliar a
atuação profissional. Dessa maneira, cria-se uma nova consciência sobre ser professor em
constante aprimoramento do seu conhecimento específico e pedagógico, que nunca está
terminado.
O tamanho do território brasileiro acabou provocando a formação de novos coletivos
envolvidos com o processo de investigação na escola entre os quais o Encontro Mineiro sobre
Investigação na Escola, que será abordado no próximo subitem.
2.3 AVANÇOS DA PROPOSTA NO BRASIL: ENCONTROS MINEIROS SOBRE
INVESTIGAÇÃO
NA
ESCOLA
E
ENCONTROS
RIOGRANDINOS
SOBRE
INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA
Com base na proposta do EIE do RS, foi elaborado o Encontro Mineiro sobre
Investigação na Escola. O prof. Dr. Milton Antônio Auth (UFMG) que por muitos anos
trabalhou na UNIJUI, onde foi organizador do VIII EIE, ao ir morar e trabalhar em Minas
Gerais espalhou a semente da Investigação na Escola nas terras mineiras, o que culminou com
a realização deste evento que segue a sistemática do EIE, e já conta com duas edições (2010 e
2011).
Segundo
as
informações
expressas
no
site
do
evento
(http://www.facip.ufu.br/sites/investigacaonaescola), o I Encontro Mineiro Sobre Investigação
na Escola, promovido pelo NUCLI-FACIP/UFU (Núcleo de Licenciaturas - Faculdade de
Ciências Integradas do Pontal/ Universidade Federal de Uberlândia), decorreu de interações
realizadas no âmbito das licenciaturas da FACIP-UFU, bem como da participação de
professores em eventos científicos da área educacional, a exemplo dos Encontros Sobre
Investigação na Escola, realizados em outros Estados da Federação, e dos Encontros Iberoamericanos de Coletivos e Redes de Professores que Fazem Investigação e Inovação Desde
sua Escola, realizados em vários países, como na Espanha, Colômbia, Brasil, Venezuela e
Argentina. A importância do evento para a Educação pode ser caracterizada pelos objetivos
apresentados no Quadro 12.
54
Quadro 12: Objetivos do encontro mineiro sobre investigação na escola
Colocar em evidencia/debate a perspectiva inovadora, ativa, reflexiva e formativa de professores, tendo
como base atividades/ações que emergem das escolas e/ou estão relacionadas a elas;
Fomentar ações de professores que estejam direcionadas à escrita, análise, avaliação e inovações do
processo de ensino e aprendizagem, em especial àquelas que incluam um caráter investigativo de sua
prática docente;
Socializar os resultados de experiências escolares inovadoras, em ambientes que congreguem coletivos de
professores que debatem e avaliem suas investigações didáticas;
Avaliar e contrastar experiências pedagógicas alternativas de investigação na escola com a prática docente
de professores inovadores;
Incentivar o desenvolvimento de uma cultura de investigação-ação da prática pedagógica, coerente com
diretrizes atualizadas da formação de professores;
Fomentar a criação e o desenvolvimento de coletivos de professores investigadores como forma de garantir
a continuidade da qualificação da educação escolar.
Fonte: www.facip.ufu.br, 2011
Neste sentido, os Encontros sobre investigação na escola constituem uma
oportunidade de promover o diálogo e socialização de produções e resultados de experiências
didático-pedagógicas entre professores das escolas, da universidade, estudantes da
Licenciatura e da pós-graduação. Sendo assim, o II Encontro Mineiro Sobre Investigação na
Escola, promovido pelo NUCLI-FACIP/UFU, com apoio do PROEXT (Programa de
Extensão Universitária - Programa de Formação Continuada de Professores de Ituiutaba e
Região) e do PIBID-UFU11, foi realizado no ano de 2011. Pretendeu dar continuidade às
interações iniciadas com a realização do I Encontro Mineiro Sobre Investigação na Escola
(2010) e ampliar as ações nos âmbitos estadual, nacional e ibero-americano sobre
Investigação na Escola.
Nesta perspectiva de continuidade da proposta dos EIE, há também uma página em
construção na internet relacionada aos Encontros Riograndinos sobre Investigação na Escola,
que são inspirados na sistemática dos Encontros sobre Investigação na Escola, visando dar
continuidade aos trabalhos das redes de professores de Rio Grande (RS), que se reunirão
anualmente para apresentar e refletir sobre as atividades realizadas. Logo, os professores de
Rio Grande e arredores, terão oportunidade de participar de dois encontros anuais: o Encontro
Riograndino e o EIE.
O I Encontro Riograndino de Investigação na Escola acontecerá no mês de março
(2012), constituindo-se em uma proposição de melhor organização para os professores do
município de Rio Grande e arredores, em relação a participação no Encontro sobre
Investigação na Escola que acontecerá em julho deste ano em Bagé na UNIPAMPA. O evento
11
Programa institucional de Bolsas de Iniciação à docência – Universidade Federal de Uberlândia
55
insere-se em uma proposição de gestão da formação em Rodas de Formação e da mesma
forma que os eventos anuais dos Encontros de Investigação na Escola, este pretende discutir
as práticas registradas pelos participantes. Por isso, é condição de participação a inscrição de
um relato sobre as atividades desenvolvidas ou reflexões relacionadas a sala de aula. Pelo site
é possível fazer a leitura crítica dos trabalhos em que cada participante fará por escrito e envio
pelo site de seu parecer sobre a proposta de um colega. Os trabalhos da sala de discussão
serão divulgados no site. Cada participante deve ir para o evento com os trabalhos de sua sala
previamente lidos.
Este site12 propõe abarcar todas as elaborações dos Encontros de Investigação na
Escola - Rio Grande, derivados dos Encontros sobre Investigação na Escola da Rede de
Investigação na Escola - RIE. A ideia é de se fazer anualmente encontros que envolvam
especialmente professores de Rio Grande e cidades próximas, num movimento de gestão em
Rodas de Formação com preparação de registros para participação no evento anual da rede
RIE que se realiza em diferentes cidades do Rio Grande do Sul.
Gera-se, assim, uma demanda de reorganização dos espaços escolares, que possibilite
aos professores mais momentos para reflexão e problematização das suas práticas junto ao
grupo de colegas, no seu espaço concreto de atuação, tendo em vista, a constituição de grupos
menores de discussão, que podem ou não interagir diretamente com a universidade, mas que
constitua docentes reflexivos e pesquisadores da sua prática.
No Brasil, pela sua extensão territorial, pode-se ter a constituição de uma única Rede
que integre as várias discussões, mas não há possibilidades de haver um único encontro que
reúna todos os professores em serviço ou em formação inicial interessados nesta proposta em
um só local. É inviável. Por isso, a elaboração de vários micro encontros presencias é uma
alternativa de organização dos espaços para a efetivação da REDE RIE, acompanhados de
uma articulação em um ambiente virtual, que constitui oportunidade singular de integração
das diferentes regiões do país.
Após realizar o relato histórico das 10 edições do EIE, é possível afirmar que este é
um evento feito por professores e para professores, que possibilita a socialização das práticas
realizadas pelos mesmos. Nesse sentido, os professores da escola, da universidade, ou em
formação inicial, bem como pós-graduandos em nível de especialização, mestrado e
doutorado são convidados a descrever suas práticas, realizando relatos de suas ações em sala
12
http://www.investigacaonaescola.furg.br/
56
de aula, ou das pesquisas feitas, tendo como principal objetivo compartilhar experiências
acerca do trabalho docente com vistas à escola e à formação continuada dos professores.
Buscando explicitar melhor as compreensões alcançadas por meio da leitura dos
trabalhos escritos pelos PE nas 10 edições do evento, apresento, no próximo capítulo, as
categorias emergidas da análise, com as características principais das temáticas abordadas
pelos autores PE, tecendo o diálogo entre os relatos, a minha análise e as contribuições dos
teóricos sobre as diversas temáticas.
57
CAPÍTULO 3 AS TEMÁTICAS ABORDADAS NOS RELATOS DOS PROFESSORES
DA ESCOLA
Na leitura inicial, foi possível perceber uma diferenciação nos relatos escritos pelos
professores das escolas. Alguns realizavam meras descrições de atividades desenvolvidas,
semelhantes a relatórios metodológicos, enquanto outros apresentavam relatos de práticas
experienciadas, demonstrando a característica de inovação, de reflexão e de pesquisa da
própria prática, como sugerido por autores como Larrosa (2002), Schon (2000), e Freire
(1996), entre outros.
Com base nestas observações constituímos este capítulo que está dividido em cinco
subcapítulos, apresentando a análise das temáticas dos relatos escritos pelos professores de
escola, nas 10 edições do EIE. A leitura intensiva dos textos escolhidos possibilitou a
constituição de 5 categorias que são apresentadas em cada um dos subcapítulos. A partir
disto, foi possível elaborar metatextos com base nos relatos, na minha compreensão, e no
diálogo com os autores referência na área (teóricos). Cada categoria é apresentada e discutida
com alguns excertos dos textos ilustrativos dos caminhos percorridos.
Após a leitura dos relatos escritos pelos professores da escola, a organização das
unidades de significado, e a reorganização destas, emergiram, com base na ATD, as seguintes
categorias temáticas: Avaliação, Currículo, Ensino e Aprendizagem, Formação, e,
Metodologia. A Tabela 5 apresenta a distribuição dos trabalhos escritos pelos PE em cada
uma das categorias, por edição do evento.
Tabela 5: Distribuição dos trabalhos conforme as categorias temáticas emergidas da
análise
Edição/Ano Avaliação Currículo Ensino/Aprendizagem Formação Metodologia
2
5
I/2000
1
3
II/2001
1
3
III/2002
3
5
IV/2003
1
7
V/2004
15
VI/2006
14
VII/2007
2
9
VIII/2008
2
3
IX/2009
2
9
X/2010
14
73
Total
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
6
3
6
13
12
6
13
9
11
17
96
1
2
4
4
6
12
9
13
10
11
72
18
12
7
25
33
16
26
22
22
22
203
58
De modo geral, 44% dos trabalhos tem relação com a temática Metodologia, 21%
Ensino/Aprendizagem, 16% Currículo, 16% Formação e 3% Avaliação. As questões
metodológicas foram a grande preocupação dos professores nos relatos analisados, com a
descrição de inúmeras atividades realizadas com seus alunos para desenvolver determinados
conteúdos.
A figura 4 apresenta a evolução da distribuição das temáticas abordadas nos relatos
escritos por professores da escola nos EIE.
Figura 4: Gráfico das temáticas abordadas pelos professores da escola nos encontros
sobre investigação na escola
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
Nesta perspectiva, passo a descrever as principais características dos relatos
apresentados em cada uma das categorias conforme as temáticas dos mesmos, exemplificando
com excertos dos trabalhos cada uma das situações apresentadas. Os trabalhos com excertos
destacados foram escolhidos com base na leitura inicial e análise posterior, conforme a ênfase
dada à temática. Alguns trechos dos excertos foram destacados em negrito para evidenciar as
principais ideias abordadas em cada relato. As categorias temáticas são descritas em forma de
subitens, permitindo melhor organização e explicitação das ideias.
3.1 AVALIAÇÃO
Os relatos relacionados à categoria temática Avaliação abordam questões ligadas
diretamente aos processos avaliativos: tipo, forma, alternativas, ou o papel da avaliação no
59
processo educativo. A leitura dos relatos possibilitou a constituição de subcategorias que
explicitam os diferentes olhares, apresentadas na forma de subitens. As subcategorias são
apresentadas resumidamente no Quadro 13, ilustradas com excertos dos textos analisados e
discutidas mais detalhadamente nos subitens.
Quadro 13: Descrição das subcategorias com relação a temática avaliação
Subcategoria
Avaliação com instrumento
convencional
Avaliação como Instrumento de
Análise
Avaliação como registro e
alternativa inovadora ao processo
tradicional
Autoavaliação
Descrição
Destaca a prova escrita como instrumento indispensável á avaliação,
considerando esta como constituída de momentos pré determinados;
Avaliação entendida com dupla função: avaliar o crescimento do aluno
e também a prática do professor;
Avaliação entendida como registro do processo de aprendizagem do
aluno. Apresenta o portfólio como alternativa aos instrumentos
tradicionais de avaliação;
Destaca a necessidade de o aluno se auto avaliar, considerando o seu
crescimento, suas aprendizagens e dificuldades sob sua visão;
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
A avaliação é concebida por diferentes olhares, sendo abordada ora da perspectiva de
instrumentos (provas, testes, portfólio, textos escritos, etc.), ora de critérios (quantitativos e
qualitativos). Estas visões são apresentadas nos relatos dos professores da escola, porém não
foram analisados separadamente, devido a facilidade de confundir tais perspectivas,
considerando a proximidade das abordagens.
3.1.1 Avaliação como Instrumento Convencional
Alguns PE destacam a “prova” como um meio para identificar algumas das
dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos, e mesmo que não consigam saber
exatamente a causa de cada erro ou acerto, poderão buscar soluções e alternativas que
julguem serem adequadas para cada caso. Por outro lado, há ainda alguns professores que
valorizam a “prova” escrita como fator indispensável ao processo avaliativo, apesar de já abrir
possibilidades para avaliações alternativas:
Formas de avaliação: pelo comportamento do aluno; pela sua participação em
aula (grupo ou individual); e, também, através de provas. [...] Avaliar
continuamente o desempenho dos alunos. Atribuir valores para comportamento,
participação e desempenho nas provas. [...] não se deixaria de testar outros tipos de
avaliação, porém, em um primeiro instante não se descartaria a avaliação
também através de prova. (I EIE/2000, n.8)
60
Esta forma de avaliação – prova escrita – considerada tradicional é evidenciada neste
excerto como principal, ao mesmo tempo em que o autor narra a tentativa de mudança,
embora ainda fortemente ligado ao sistema de ensino tradicional, que prioriza a
“quantificação” das aprendizagens.
Nos PCN (1997), a avaliação é proposta como processo contínuo que acompanha o
desenvolvimento dos educandos, podendo-se utilizar também a prova dissertativa ou de
múltipla escolha, como um dos instrumentos, mas que esta não seja a prioridade do processo.
Tomar a avaliação nessa perspectiva e em todas essas dimensões requer
que esta ocorra sistematicamente durante todo o processo de ensino e aprendizagem
e não somente após o fechamento de etapas do trabalho, como é o habitual. Isso
possibilita ajustes constantes, num mecanismo de regulação do processo de ensino e
aprendizagem, que contribui efetivamente para que a tarefa educativa tenha sucesso
(BRASIL - PCN, 1997, p. 55).
Desta forma, podemos observar que os documentos oficiais propõem que a
avaliação, entendida como processo, não seja realizada apenas em momentos determinados e
utilizando-se de um único instrumento (como o caso da prova escrita), mas que esta seja
desenvolvida ao longo do percurso, propiciando a superação do modo “habitual”, favorecendo
tanto ao educando quanto ao professor, o repensar de suas ações.
3.1.2 Avaliação como Instrumento de Análise
A avaliação é entendida com dupla funcionalidade, como está expresso no excerto a
seguir.
A avaliação é um instrumento muito delicado e que deve ser utilizado de forma
correta e bem pensada, caso contrário poderá trazer sérios problemas e danos para o
aluno, inclusive sua evasão escolar. Mas quando adotada de forma correta é um
excelente instrumento de análise para o professor. Com ela o professor pode
observar como está seu aluno em relação a seu aprendizado, detectar falhas ou
mudanças possíveis para uma melhor aprendizagem do mesmo. É útil também
por que o professor pode avaliar não só o aluno, mas também a si mesmo e o
trabalho que desenvolve. (VIII EIE/2008, n.16)
Essa visão de avaliação como instrumento de análise tanto das atividades e evolução
do conhecimento dos estudantes quanto das práticas do professor, acaba constituindo uma
questão de investigação dos autores deste relato, como propõe Esteban (2002), ao relatar a
61
prática desenvolvida em uma escola pública, e acompanhada pelo grupo de pesquisa. A autora
conta que:
a avaliação foi sendo trabalhada como uma prática que traz ao mesmo tempo os
saberes e os não-saberes de quem ensina e de quem aprende, mostrando que não é só
a professora quem ensina, nem é só o/a aluno/a quem aprende. Avaliando as
crianças, as professoras também se avaliam; indagando sobre o processo de
aprendizagem, também indagam sobre o processo de ensino (ESTEBAN, 2002, p.
137).
Nesse sentido, fica evidente a tentativa de consolidar a avaliação como uma prática
de investigação (ESTEBAN, 2001), bem como, um instrumento de contínua formação dos
professores como profissionais reflexivos.
As propostas curriculares atuais (PCN, Referenciais Curriculares, etc.), e a legislação
vigente (DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais, ...), primam por conceder uma grande
importância à avaliação, destacando que ela deve ser: contínua, formativa e personalizada,
concebendo-a como mais um elemento do processo de ensino e aprendizagem, o qual permite
ao professor conhecer o resultado de suas ações didáticas e, por conseguinte, melhorá-las. A
concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais:
[...] vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante
notas ou conceitos, para ser compreendida como parte integrante e intrínseca ao
processo educacional. A avaliação, ao não se restringir ao julgamento sobre sucessos
ou fracassos do aluno, é compreendida como um conjunto de atuações que tem a
função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica. Acontece
contínua e sistematicamente por meio da interpretação qualitativa do conhecimento
construído pelo aluno (BRASIL – PCN, 1997, p. 55).
Neste sentido, o professor precisa considerar para a avaliação, não só a prova escrita,
mas também as explicações, justificativas e argumentações orais dos alunos, uma vez que
estas revelam aspectos do raciocínio que muitas vezes não ficam evidentes nas avaliações
escritas. Isso evidencia a importância da avaliação ocorrer em um processo contínuo,
diariamente, e não apenas em momentos isolados.
Novamente, no excerto a seguir, é enfatizada a necessidade da reflexão no processo
avaliativo, concebendo-o como um trabalho coletivo, e que necessita ser redimensionado
conforme as particularidades de cada turma e de cada estudante, observando os avanços, as
dificuldades e as possibilidades de cada um.
62
A prática pedagógica implica, do mesmo modo, que se avalie diariamente o que
está sendo conquistado, o que precisa ser modificado ou até excluído e o que
precisa ser acrescentado. Essa avaliação é diária e sempre se procura fazer o
movimento de ação-reflexão-ação. Essa avaliação, embora seja um exercício do
professor, também deve ser comunicado para os pais, já que é um trabalho
conjunto que visa a formação da criança/sujeito. A melhor forma encontrada são os
relatórios de avaliação [...] Os relatórios não apontam somente avanços ou
dificuldades, mas também possíveis encaminhamentos e sugestões de
cooperação entre família e escola. (VIII EIE/2008, n.29)
Nesta perspectiva, considera-se que a avaliação acontecerá de maneira contínua,
concebendo-a como um elemento constituinte do processo de ensino e aprendizagem, o qual
permitirá ao professor entender como está o desenvolvimento, a compreensão e a
aprendizagem dos educandos, conhecendo assim, o resultado de suas ações didáticas e,
através da reflexão poderá melhorá-las. Para isso é importante que o professor observe
atentamente todos os seus alunos, podendo identificar as dificuldades de cada um, e as
possibilidades de intervenção, de modo a auxiliar na construção de aprendizagens
significativas, realizando uma avaliação mais justa no decorrer de todo o processo.
3.1.3 Avaliação como Registro e Alternativa Inovadora ao Processo Tradicional
Uma das maiores dificuldades apontadas pelos PE no processo de avaliação foi no
sentido de como ser justo com todos os alunos, como atribuir uma nota, que critérios usar, ou
que critérios privilegiar, o comportamento e a participação na aula ou o resultado da prova.
Lembrando que há alunos que sempre estão se esforçando para fazer todas as atividades
propostas e apresentam grandes dificuldades de entendimento, e outros que nunca querem
participar e realizar as atividades, e mesmo assim conseguem entender e resolver os
exercícios corretamente.
Desse modo, cabe ao professor investigar todas as situações e observar os avanços
conseguidos por cada aluno, propondo diferentes meios para a superação das dificuldades,
auxiliando-o a descobrir novas alternativas, incentivando-o a reformular seus conceitos,
corrigindo os erros e evoluindo. O excerto a seguir, apresenta uma atividade de avaliação,
demonstrando as considerações dos autores, quanto ao processo contínuo e coletivo da
avaliação, entendendo-a como parte do processo ensino e aprendizagem, e não como algo
externo e separado, destacando sua funcionalidade como registro deste processo.
63
A avaliação do conhecimento sistematizado pelos educandos é mais um aspecto do
processo ensino aprendizagem que, também, assume características coletivas. [...]
Para registrar o processo de aprendizagem ou a avaliação, os estudantes foram
desafiados a produzir uma escrita, extrapolando o modo tradicional de provas que
normalmente são “cobradas” nas escolas. [...] Através de um instrumento
avaliativo inovador, após sucessivas SE, percebemos como é possível desenvolver
ações interdisciplinaridades com o envolvimento dos estudantes. (IX EIE/2009,
n.134)
Neste sentido, Leite et al (2009) apresentam a avaliação participativa, que vem ao
encontro das necessidades apontadas pelos professores da escola, caracterizada pela ausência
de um especialista responsável pelo processo avaliativo e que domina os demais participantes
por deter o poder sobre as ferramentas de avaliação. Os autores explicitam que:
uma das características que distingue a avaliação participativa de outras formas de
avaliação é a ausência da figura do expert em avaliação, ou seja, do especialista cujo
conhecimento específico sobre o processo avaliativo se converte em poder
particularizado sobre esse processo. Por isto, em princípio, também é distintivo na
avaliação participativa o fato de que todos podem tomar decisões sobre ela em
decorrência – mas ao mesmo tempo como uma premissa – de seu envolvimento com
a avaliação. Sujeitos de diferentes saberes e posições de poder podem, portanto,
apropriar-se da avaliação numa lógica de empoderamento 13 que é, simultaneamente,
constitutivo do e constituído pelo processo avaliativo (LEITE et al, 2009, p. 152).
Outro professor da escola autor de relatos apresenta como possibilidade inovadora e
alternativa à avaliação tradicional, a composição de portfólios, destacando suas
características:
Nesse contexto o portfólio apresenta-se como uma possibilidade de aproximação
entre professor e aluno, permite a reflexão sobre os fatores propulsivos e
restritivos do processo ensino-aprendizagem, a valorização da criatividade,
originalidade, a reelaboração das atividades consideradas insuficientes, possibilita a
ênfase da avaliação no processo ou no percurso percorrido pelos alunos na
construção do portfólio. (IX EIE/2009, n.194)
Nesta perspectiva, o portfólio apresenta-se como um instrumento que reúne todos os
trabalhos realizados pelos estudantes, no decorrer de cada disciplina. Conforme Paiva et al
(2008), o portfólio:
13
Empoderamento é o mecanismo pelo qual as pessoas, as organizações e as comunidades tomam controle de
seus próprios assuntos, de sua própria vida, de seu destino, tomam consciência da sua habilidade e competência
para produzir, criar e gerir. (LEITE et al, 2009)
64
inclui, entre outros, registros de visitas, resenhas ou fichamentos de textos, projetos
e relatórios de pesquisa e inclui principalmente ensaios auto reflexivos que,
permitem aos alunos a discussão de como a experiência [...] na disciplina está
interferindo na sua formação. O Portfólio permite ainda uma maior interação
aluno/professor, possibilitando que sugestões, dúvidas, aprofundamentos de
assuntos, façam parte do processo ensino/aprendizagem (PAIVA et al, 2008, p. 3).
Dessa forma, o professor da escola relatou uma vivência em consonância com a
perspectiva teórica, o que favorece os avanços no campo da avaliação. E, ainda mais o fato
desta discussão ser pública num contexto de diálogo, beneficia a compreensão do significado
do processo de avaliação no desenvolvimento cognitivo dos sujeitos envolvidos.
3.1.4 Autoavaliação
Solicitar que os alunos avaliem o seu próprio crescimento intelectual e envolvimento
nas aulas, bem como as atividades realizadas e as propostas feitas pelo professor, é uma forma
de valorizar a opinião dos mesmos, fazendo-os sentir-se parte deste processo. Ao mesmo
tempo, o próprio professor, ao escutar o que seus alunos têm a dizer, faz sua autoavaliação e
realiza a reflexão sobre suas práticas visando a melhor atuação enquanto educadores
preocupados com a aprendizagem e com a significação dos conceitos. Segundo Freire (1996,
p.39), na formação docente, “o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. É
pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática”,
melhorando desse mesmo modo a qualidade de todo o processo de ensino e aprendizagem.
Quanto ao aspecto da autoavaliação, análise e reflexão das práticas do professor, o
excerto seguinte destaca os avanços conseguidos na concepção de avaliação pelos autores
deste relato:
[...] Após uma reflexão do sistema de avaliação atual, foi construído juntamente
com alunos e professora um “contrato” de avaliação, onde foram listados critérios
que os alunos consideraram relevantes. [...] principal critério o respeito ao tempo
que cada um tem para aprender. Ao final de cada aula era realizada uma
autoavaliação da aula transcorrida e projetada melhoras, mudanças ou
continuidade para a aula seguinte. [...] A autoavaliação realizada ao final de cada
aula foi essencial para que o aluno se sentisse parte integrante do sistema e
responsável por ela. (VIII/2008, n.16)
Neste excerto, os autores deixam claras as reflexões realizadas, no sentido de
redimensionar as práticas pedagógicas implicando diretamente nas modificações do processo
65
avaliativo, por eles desenvolvido, considerando também, como parte do processo, a
autoavaliação realizada pelos estudantes. Nesta perspectiva, Fernandes (2007) destaca que:
outro aspecto fundamental de uma avaliação formativa diz respeito à construção da
autonomia por parte do estudante, na medida em que lhe é solicitado um papel ativo
em seu processo de aprender. Ou seja, a avaliação formativa, tendo como foco o
processo de aprendizagem, numa perspectiva de interação e de diálogo, coloca
também no estudante, e não apenas no professor, a responsabilidade por seus
avanços e suas necessidades. Para tal, é necessário que o estudante conheça os
conteúdos que irá aprender, os objetivos que deverá alcançar, bem como os critérios
que serão utilizados para verificar e analisar seus avanços de aprendizagem. Nessa
perspectiva, a autoavaliação torna-se uma ferramenta importante, capaz de propiciar
maior responsabilidade aos estudantes acerca de seu próprio processo de
aprendizagem e de construção da autonomia (FERNANDES, 2007, p. 22).
Fica evidente o papel da autoavaliação no processo educativo, colaborando para o
desenvolvimento da autonomia dos sujeitos e no posicionamento frente aos diferentes
aspectos da sociedade, podendo atuar de maneira consciente e crítica, repensando suas ações.
3.2 CURRÍCULO
Os relatos categorizados como Currículo referem-se às questões curriculares,
práticas interdisciplinares, cultura, valores, diversidade, em relação as ações diretamente
ligadas à sala de aula e à escola. Aparecem também, alguns apontamentos com relação ao
currículo oculto, que consideram as relações estabelecidas entre os sujeitos do processo.
Todas as abordagens consideram a necessidade de superação do currículo tradicional,
evidenciando as intencionalidades de inovação e reorganização do currículo escolar.
Nesse sentido, por meio da leitura intensiva dos relatos categorizados como
Currículo, foi possível encontrar distinções entre os vários aspectos abordados pelos autores
professores da escola, constituindo-se as subcategorias brevemente descritas no Quadro 14, e
explicitadas posteriormente.
Quadro 14: Descrição das subcategorias com relação a temática currículo
Subcategoria
Organização e Reorganização
Curricular
Relações entre os sujeitos que
compõem a escola
Currículo Prescrito
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
Descrição
Apresenta possibilidades de organização e reorganização do
currículo visando a superação do currículo tradicional;
Destaca o papel das relações intersubjetivas, entre todos os
participantes do processo educativo, valorizando a participação da
família nas aprendizagens dos educandos e na própria organização
do currículo escolar;
Enfatiza a necessidade de superação dos currículos prescritos,
valorizando a autonomia da escola na escolha de todos os aspectos
a serem desenvolvidos no decorrer do processo educativo;
66
3.2.1 Organização e Reorganização Curricular
Se o currículo não se limita ao que acontece no interior da escola, é essencial
trabalhar com os alunos outras experiências, devendo-se mesmo sugerir que eles vivam outras
experiências fora da escola. O diálogo é visto como instrumento de ensino, de mediação entre
grupos distintos, de democratização da escola e da sociedade, de criação de consensos
culturais e cognitivos, de eliminação de barreiras entre as diferenças. Nesse sentido, a
organização e/ou reorganização curricular é buscada de modo que priorize o diálogo e a
interação na construção e significação do conhecimento, como pode ser observado no excerto
abaixo.
O currículo constitui um significativo instrumento utilizado por diferentes
sociedades, tanto para desenvolver os processos de conservação, transformação
e renovação dos conhecimentos historicamente acumulados, como para
socializar as crianças e os jovens, segundo valores considerados como desejáveis.
[...] O currículo por competências é concebido nos parâmetros curriculares para o
ensino médio como associado à tendência construtivista, visando à superação do
currículo enciclopédico, centrado nos conteúdos, em nome de um ensino mais
ativo, interdisciplinar e contextualizado. (VI EIE/2006, n.91)
Conforme Silva (1999), podemos entender o currículo como uma construção social,
em que:
o currículo é uma invenção social como qualquer outra: o Estado, a nação, a religião,
o futebol... Ele é o resultado de um processo histórico. Em determinado momento,
através de processos de disputa e conflito social, certas formas curriculares – e não
outras – tornaram-se consolidadas como o currículo. É apenas uma contingência
social e histórica que faz com que o currículo seja dividido em matérias ou
disciplinas, que o currículo se distribua sequencialmente em intervalos de tempo
determinados, que o currículo esteja organizado hierarquicamente... É também
através de um processo de invenção social que certos conhecimentos acabam
fazendo parte do currículo e outros não (SILVA, 1999, p. 148).
Entendido como construção social, o currículo é passível de mudanças. Portanto,
cabe aos professores, se julgarem necessário, promover tais modificações. Uma possibilidade
de repensar o currículo, as práticas e as ações dos professores, é possibilitada nos EIE, ao
abrir espaços dialógicos para a exposição dos trabalhos dos professores, e a reflexão
desencadeada pela interação com os outros sujeitos.
Outras possibilidades de organização, da própria sala de aula, como forma de inovar,
mostram que é possível fazer diferente do que costumeiramente se faz, rompendo com a
linearidade tradicional, também são expostas nos relatos, como vemos no excerto a seguir. O
67
que se percebe é a tentativa de estabelecer um relacionamento “horizontal” entre professor e
alunos, considerando as premissas da educação libertadora (FREIRE, 1987).
Nos nossos encontros sentamos em círculo, pois acredito que somos
educador/educandos e vice-versa em todos os momentos. Penso que romper com
a disposição das cadeiras em sala já é uma forma de apontar para o que
acredito em educação, e ao horizontalizar o espaço, pretendo que os educandos não
só compreendam a proposta, mas que sejam protagonistas da mesma. Para
legitimar a educação libertadora, a cada encontro socializamos nossas
aprendizagens com a elaboração de um diário coletivo que potencializa a escrita
do aluno e do professor em vários diálogos de saberes. (VII EIE/2007, n.7)
Segundo Freire (1987), a educação libertadora pode ser entendida, em outros termos,
como a educação problematizadora, que considera o diálogo como o fundamento essencial
para a educação. Nesse sentido:
[...] não seria possível à educação problematizadora, que rompe com os esquemas
verticais característicos da educação bancária, realizar-se como prática de liberdade,
sem superar a contradição entre o educador e os educandos. Como também não lhe
seria possível fazê-lo fora do diálogo. [...] Desta maneira, o educador já não é o que
apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando
que, ao ser educado, também educa. Ambos, assim, se tornam sujeitos do processo
em que crescem juntos e em que os “argumentos de autoridade” já, não valem. Em
que, para ser-se, funcionalmente, autoridade, se necessita de estar sendo com as
liberdades e não contra elas. Já agora ninguém educa ninguém, como tampouco
ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados
pelo mundo (FREIRE, 1987, p. 39).
Sendo assim, percebemos na fala do professor da escola, a tentativa de “legitimar a
educação libertadora”, promovendo espaços de diálogo e interações entre educador-educando
e educando-educador, constituindo, desta forma, a sala de aula, como um ambiente de
aprendizagens mútuas e coletivas.
O currículo também recebe destaque como norteador da organização da escola.
Buscar alternativas de inovação do processo educativo, rompendo as barreiras do ensino
linear e fragmentado, trabalhando, sempre que possível, de forma interdisciplinar, de maneira
que todos os envolvidos construam aprendizagens significativas, como é evidenciado no
excerto abaixo.
Pretendemos dar um novo enfoque curricular aos conteúdos escolares que ora
seguem de maneira descontextualizada e com transmissão linear. [...] busca a
construção do conhecimento e a formação do cidadão por meio do desenvolvimento
de habilidades e atitudes, construindo uma alternativa de trabalho que poderá
auxiliar na organização dos conteúdos desenvolvidos na educação básica [...] (V
EIE/2004, n.59)
68
Nesta perspectiva, procurando concretizar estes novos enfoques curriculares,
superando a visão tradicional de organização do currículo, são propostas alternativas para a
reorganização curricular, como por exemplo, as Situações de Estudo (SE), que pode ser
evidenciada no excerto seguinte:
[...] participando, de forma sistemática, de reuniões de discussões sobre
organização curricular e formação de professores. Esse acesso a novas
informações, novas discussões e interlocuções possibilitou a construção de uma
organização curricular inovadora através de sucessivas “Situações de Estudo”
(SE). Essa organização curricular permite articular saberes e conteúdos de ciências
entre si e saberes cotidianos, partindo da vivência dos estudantes. (VIII EIE/2008,
n.6)
Maldaner e Zanon (2004) expressam que a SE pode contemplar a complexidade
inerente ao trabalho pedagógico escolar, uma vez que ela parte da vivência social dos
estudantes e facilita a interação necessária para a construção de aprendizagens significativas.
A SE se configura como uma perspectiva inovadora de (re)organização curricular, na área de
Ciências da Natureza e suas Tecnologias (CNT), que contempla a contextualização dos
conteúdos e conceitos escolares, a disciplinaridade e a interdisciplinaridade, na tentativa de
transpor a linearidade e fragmentação, ainda predominantes nos currículos escolares.
Nesta perspectiva, Silva et al (2007) diz que a reorganização curricular é um
processo necessário e possível nas escolas de Educação Básica, e que a elaboração de SE
mostra-se uma ferramenta potencial nessa caminhada, que inter-relaciona a
formação inicial e continuada para uma mudança mais rápida e frutífera, numa
constante reflexão sobre a prática, garantindo a autoria e a autonomia do grupo na
escolha dos conceitos, procedimentos, atitudes e valores que serão abordados e
significados pelos cidadãos em educação (SILVA et al, 2007, p. 282).
3.2.2 Relações entre os Sujeitos que Compõem a Escola
Outro aspecto que se destaca é a valorização da interação com a família no processo
de ensino e aprendizagem, superando a abordagem tradicional do currículo, acolhendo as
colaborações dos indivíduos, externos à escola, com os quais os alunos convivem,
desencadeando desta forma, possibilidades de um ensino contextualizado e interligado à
realidade dos educandos. O excerto a seguir explicita esta interação, ou pelo menos a tentativa
de concretizá-la:
69
O projeto [...] nasceu da preocupação em trazer para dentro da escola, as
famílias das duas turmas que leciono a turma Pré IIC e a turma do 1º Ano C. A idéia
surgiu da tentativa de trazer os responsáveis pelas crianças para dentro da
escola, mas de forma construtiva, participando do processo de ensino
aprendizagem junto à criança. E assim, desfazer o mito que os pais freqüentam a
escola, apenas nos momentos de festas, reuniões e avaliações. Às vezes a história
do outro nos faz refletir sobre a nossa. [...] Servirá para nos conhecermos melhor,
a escola conhecer a comunidade, a comunidade conhecer melhor a escola. (IX
EIE/2009, n.183)
Conforme Carvalho (2005)
[...] o currículo envolve tanto aquilo que está prescrito nos documentos oficiais,
como o que realmente acontece nas salas de aula e fora das salas, no ambiente da
escola; e ainda, aquilo que, mesmo de forma oculta, não visível, modela o
comportamento e o pensamento de alunos e professores. No ambiente escolar, vários
elementos emergem e contribuem para que estas aprendizagens de comportamento,
crenças, valores e significados possam se constituir (CARVALHO, 2005, p. 63).
Sendo assim, percebe-se a tentativa do professor da escola, em aproximar a família
dos educandos do ambiente escolar, considerando as várias possibilidades de colaboração e de
aprender juntos, refletindo conjuntamente sobre suas ações, visando o desenvolvimento e o
crescimento dos sujeitos, nesta interação. Desta forma, se expressa também, a importância das
relações que se estabelecem na escola, na sala de aula, nos momentos “livres”, com a família,
entre os diferentes sujeitos, o que caracteriza as implicações do currículo oculto. Conforme
Moreira & Candau (2007):
cabe destacar que a palavra currículo tem sido também utilizada para indicar efeitos
alcançados na escola, que não estão explicitados nos planos e nas propostas, não
sendo sempre, por isso, claramente percebidos pela comunidade escolar. Trata-se do
chamado currículo oculto, que envolve, dominantemente, atitudes e valores
transmitidos, subliminarmente, pelas relações sociais e pelas rotinas do cotidiano
escolar. Fazem parte do currículo oculto, assim, rituais e práticas, relações
hierárquicas, regras e procedimentos, modos de organizar o espaço e o tempo na
escola, modos de distribuir os alunos por grupamentos e turmas, mensagens
implícitas nas falas dos(as) professores(as) e nos livros didáticos (MOREIRA &
CANDAU, 2007, p. 18).
Portanto, as aprendizagens, que fazem parte do currículo oculto, são valorizadas
tendo em vista sua relevância na formação dos educandos constituindo-se em cidadãos
pensantes, reflexivos, críticos e responsáveis por suas ações. Nesse sentido, Silva (1999)
explica que:
o currículo oculto é constituído por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que,
sem fazer parte do currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita para
aprendizagens sociais relevantes [...] o que se aprende no currículo oculto são
70
fundamentalmente atitudes, comportamentos, valores e orientações [...] (SILVA,
1999, p. 78).
Reafirma-se deste modo, a relevância da ação do professor da escola (autor do
relato), em valorizar as relações estabelecidas pelos educandos, tanto dentro quanto fora da
escola.
Outra experiência, narrada no excerto a seguir, apresenta novamente a valorização
das relações estabelecidas com o grupo de convívio dos sujeitos fora da escola, de maneira a
colaborar na construção do conhecimento, considerando que todas as ações desenvolvidas na
escola influenciam, de alguma forma, na constituição das identidades dos indivíduos que a ela
tem acesso, modificando também os outros grupos de convívio de cada sujeito.
[...] demonstrar para as famílias a importância de seu papel no processo de
alfabetização e desenvolvimento das crianças, já que acreditamos que o
conhecimento é fruto de trocas, de interlocuções, mesmo sem o conhecimento
científico, pois o conhecimento de vida, suas culturas e memórias fazem parte
deste processo de construção da subjetividade da criança, bem como da
aprendizagem e suas culturas da infância. (X EIE/2010, n.480)
Vale lembrar que a escola possui um arco-íris de culturas14 que faz com que o
trabalho docente seja ainda mais complexo (MOREIRA, 2002). É papel do professor, por isso
mesmo, questionar-se sobre “quem” são os seus alunos e que identidades está ajudando a
formar com suas aulas, tendo em vista a sociedade multicultural em que vivemos.
O professor ao compreender de que forma irá conduzir suas aulas, desperta o
interesse de alunos tão diferentes e facilita a aprendizagem de todos, ao mesmo tempo em que
essa multiplicidade de manifestações culturais e de identidades torna a sala de aula rica,
estimulante e desafiante. Ao considerar toda essa riqueza e pluralidade para melhor promover
suas atividades, o professor tem a oportunidade de sensibilizar os estudantes para esse caráter
multicultural da sociedade, realçando a possibilidade de desenvolver atitudes e valores
(currículo oculto).
Cabe salientar que os significados construídos em interação com o outro interferem
no modo como cada um age, pensa e é. Desse modo, é possível afirmar que as identidades são
construídas socialmente por meio de práticas discursivas. Torna-se, portanto, ainda mais
importante o trabalho docente de articulação e de intercâmbio entre as diferentes culturas
14
O autor refere-se a ideia do professor daltônico cultural como sendo aquele que não se mostra sensível a
heterogeneidade e ao arco-íris de culturas que tem em mãos quando trabalha com seus alunos. Para este
professor todos os estudantes são idênticos, com saberes e necessidades semelhantes, o que o exime de
preocupar-se com tamanha diversidade. (MOREIRA, 2002)
71
presentes na sala de aula. É nesse processo conflituoso, no qual os sujeitos não sabem muito
bem como posicionar-se, que são criadas oportunidades para se (re)pensar concepções e
(re)construir identidades. O conflito entre suas próprias crenças, muitas vezes divergentes,
assim como entre as suas crenças e a de outros sujeitos, faz parte do processo dessa
construção identitária.
Pode-se considerar o professor como “influenciador” das identidades dos educandos,
ao mesmo tempo em que também é influenciado por eles. Entendendo aqui identidade como
aquilo que somos e que se constitui em um processo de criação de sentidos pelos grupos e
pelos indivíduos, pode-se dizer que ela vai sendo tecida de modo complexo nas relações
estabelecidas entre os mesmos - as inter-relações. A identidade não é fixa, é instável, é uma
construção e, como tal, pode ser modificada nas interações com os outros.
A identidade expressa, nesse caso, “aquilo que somos”. Contudo, aprendemos o que
somos em meio às relações que estabelecemos, tanto com os nossos “semelhantes”
(somos, todos nós, brasileiros) quanto com os que diferem de nós (somos meninos,
por não sermos meninas). Aprendemos também o que somos em meio aos
significados atribuídos, pelos outros, “àquilo que somos” [...] (MOREIRA &
CÂMARA, 2008, p. 41).
Vale lembrar que a ideia de identidade se associa intimamente com a ideia da
diferença. Elas dependem uma da outra, são inseparáveis. As diferenças são construídas
socialmente e subjacentes a elas encontram-se as relações de poder. Esse processo de
produção da diferença é uma criação social, e assim sendo pode ser contestado, desafiado, e
desestruturado. Cabe aos professores, por essa razão, observar e analisar a própria prática, de
modo a não colaborar para a consolidação de práticas discriminatórias, sem que se anulem as
identidades individuais de cada educando. Conforme Souza Santos (1997, apud MOREIRA &
CÂMARA, 2008, p.44), “as pessoas têm direito à igualdade sempre que a diferença as tornar
inferiores, mas têm direito à diferença sempre que a igualdade ameaçar suas identidades”.
3.2.3 Currículo Prescrito
O currículo também é entendido como meio através do qual se “transmite” o
conhecimento na escola, organiza e direciona as práticas. Embora, muitas vezes, o currículo
escolar esteja organizado seguindo exigências externas, que não consideram a realidade de
cada local, como apresenta o excerto:
72
Na nossa escola temos a predominância do currículo do Programa de Ingresso
ao Ensino Superior (PEIES) [...], sendo que este pauta a realização de provas
anuais, sem levar em consideração as diferentes realidades das comunidades, as
quais abrange. Possui a finalidade de preparar os alunos para o ingresso no
ensino superior. No entanto, constata-se que uma grande maioria não consegue
alcançar este objetivo. Desse modo, para que serviu esse programa curricular ou
que significado os conteúdos propostos pelo mesmo tiveram para o aluno? (VI
EIE/2006, n.155)
Quando a escola organiza seu currículo para seguir exigências externas, como no
exemplo do PEIES, que é um programa de ingresso à universidade, desconsidera a realidade
local e preocupa-se fundamentalmente com os conteúdos do vestibular. Isto se reflete no
desenvolvimento dos educandos constituindo assim um obstáculo a aprendizagem
significativa.
Dessa forma, considera-se importante a elaboração do projeto educativo, incluindo
todos os documentos necessários ao funcionamento e manutenção (Projeto Político
Pedagógico (PPP), Regimento Escolar, Plano de Estudos, Plano de Trabalho do Professor,
etc.) pela própria escola, tendo em vista sua realidade e a comunidade em que está inserida.
Conforme destacado nos PCN (1997), a escola, para definição do seu projeto de educação,
necessita pesquisar em várias fontes, dentre as quais:
[...] os currículos locais, a bibliografia especializada, o contato com outras
experiências educacionais, assim como os Parâmetros Curriculares Nacionais, que
formulam questões essenciais sobre o que, como e quando ensinar, constituindo um
referencial significativo e atualizado sobre a função da escola, a importância dos
conteúdos e o tratamento a ser dado a eles. Ao elaborar seu projeto educativo, a
escola discute e explicita de forma clara os valores coletivos assumidos. Delimita
suas prioridades, define os resultados desejados e incorpora a autoavaliação ao
trabalho do professor. Assim, organiza-se o planejamento, reúne-se a equipe de
trabalho, provoca-se o estudo e a reflexão contínuos, dando sentido às ações
cotidianas, reduzindo a improvisação e as condutas estereotipadas e rotineiras que,
muitas vezes, são contraditórias com os objetivos educacionais compartilhados
(BRASIL – PCN, 1997, p. 35).
Nessa perspectiva, o currículo elaborado externamente, não supre as reais
necessidades educativas, sendo fundamental, portanto, a reelaboração do currículo escolar, o
que é evidenciado no questionamento do professor da escola, quanto a relevância deste tipo de
currículo.
73
3.3 ENSINO E APRENDIZAGEM
Os relatos desta categoria destacam que o objetivo principal do ensino é que o aluno
produza conhecimentos e aprenda a atribuir significados e a agir socialmente de modo
autônomo. Para isso, o aluno precisa ir além da consciência da existência das situações, sendo
capaz de modificar suas próprias ações ao perceber que essas não são condizentes com as
necessidades da sociedade em que está inserido.
Sendo assim, foi possível identificar diferenciações entre os relatos escritos pelos PE,
permitindo a elaboração de subcategorias de análise, descritas no Quadro 15.
Quadro 15: Descrição das subcategorias com relação a temática ensino e aprendizagem
Subcategoria
Descrição
Significação e utilidade do que
Aprendizagem como significação e entendimento da utilidade do que
aprende e ensina
é estudado;
Centralidade nos Resultados
Prioriza-se os resultados invés de valorizar o processo de construção;
Processo de Ensino e
Inter relações: modificar a aprendizagem, modificando o ensino.
Aprendizagem
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
3.3.1 Significação e Utilidade do que se Aprende e Ensina
O ensino, em todas as áreas do conhecimento, deve contemplar o desenvolvimento
cognitivo e social dos educandos, ser construído e reconstruído permanentemente de forma
coletiva, partindo da realidade, respeitando a cultura e as experiências individuais, criando
condições para produção de novos saberes, e contextualizando os saberes científicos
permitindo que ocorra a construção de conhecimentos e a significação de conceitos abstratos.
O excerto seguinte exemplifica esta questão:
[...] dar sabor ao conhecimento para trazer mais confiança a quem está aprendendo.
Os alunos parecem aprender de uma maneira mais efetiva quando encontram
significado e utilidade naquilo que lhes foi apresentado, e esse trabalho me fez
perceber que estimular a criatividade dos alunos foi o primeiro passo para a
conquista da sua cooperação. A forma autônoma como o trabalho é conduzido
está facilitando o processo de compreensão e aprendizagem de alguns alunos.
(VI EIE/2006, n.43)
Portanto, o professor necessita considerar as relações entre os conceitos científicos e
os conceitos espontâneos no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem,
partindo dos conceitos espontâneos, que estão ligados a situações concretas, para desenvolver
74
os conceitos científicos, relacionados a sua capacidade de abstrair. Nesse sentido, como
afirma Vigotski (2008):
[...] o desenvolvimento dos conceitos espontâneos da criança é ascendente, enquanto
o desenvolvimento dos seus conceitos científicos é descendente, para um nível mais
elementar e concreto. Isso decorre das diferentes formas pelas quais os dois tipos de
conceitos surgem. Pode-se remontar a origem de um conceito espontâneo a um
confronto com uma situação concreta, ao passo que um conceito científico envolve,
desde o início, uma atitude “mediada” em relação a seu objeto (VIGOTSKI, 2008, p.
135)
Vale lembrar que embora as duas formas de desenvolvimento dos conceitos
aconteçam em direções opostas, os dois processos estão intimamente ligados. Cabe ao
professor, detectar nesta assimetria, a possibilidade de desafiar os estudantes para o seu
desenvolvimento cognitivo de maneira significativa. Em outras palavras, ressalta-se a
importância da valorização do contexto e da realidade em que os educandos estão inseridos.
3.3.2 Centralidade nos Resultados
O excerto a seguir explicita o olhar atento do professor, preocupado com a
aprendizagem, realizando reflexões sobre as atividades desenvolvidas e as dificuldades dos
alunos, buscando, através da pesquisa, outras formas de organização, visando a superação de
tais dificuldades e o desenvolvimento de um processo coletivo de aprendizagem, embora, o
autor destaque que a formação ainda ocorra em processos que privilegiam o resultado e não a
trajetória percorrida.
Ao longo do desenvolvimento do projeto algumas dificuldades surgiram e dentre
elas, a prática de estudo dos alunos que revelou-se fragmentada e superficial. Isso
significa que a própria formação escolar centra-se nos resultados ao invés de
privilegiar o processo de aprendizagem. [...] Contudo, as dificuldades
apresentadas serviram para estabelecer uma reflexão sobre o próprio processo
de aprendizagem através da pesquisa, formas de organização, classificação e
manipulação do material analisado e ainda valores éticos e direitos dos cidadãos à
informação. (I EIE/2000, n.51)
Neste caso, o autor do relato expõe a centralidade do processo de ensino e
aprendizagem nos resultados, característica do modelo de ensino tradicional (herança da
escola tradicional), que dá prioridade a avaliação em momentos determinados, considera o
professor como detentor do saber e o aluno apenas como receptor. No entanto, o autor
enfatiza a necessidade de superação destas características, passando a desencadear um ensino
75
reflexivo, tendo em vista que os resultados no modelo tradicional não são satisfatórios na
maioria das vezes, gerando dificuldades ao invés de favorecer a aprendizagem do educando.
Silva (1997, p. 26) ressalta a complexidade de se definir as dificuldades de
aprendizagem, levando em consideração o risco de se rotular um aluno, uma vez que aquilo
que ocasiona um problema na aprendizagem de um sujeito em um determinado espaço
sociocultural, não necessariamente desencadeará a mesma consequência no outro. Assim,
define “dificuldade de aprendizagem como todas e quaisquer variáveis que bloqueiam ou
dificultam o processo natural da aprendizagem”.
Nesse sentido, o foco apenas nos resultados é o que gera as dificuldades de
aprendizagem, já que não se considera o processo, e, portanto não é possível identificar qual o
caminho percorrido pelo educando para chegar em tal resultado. Isso não quer dizer que os
educandos não apresentem dificuldades de aprendizagem quando se usa outros métodos, mas
que estas são detectadas e podem ser superadas ao longo do processo, e não após o término.
Estas dificuldades que levam aos erros, Bachelard (1996, apud GOMES &
OLIVEIRA, 2007) denomina de obstáculos epistemológicos e que, conforme ele, não se
tratam de:
[...] obstáculos externos, como a complexidade e a fugacidade dos fenômenos, nem
de incriminar a fragilidade dos sentidos e do espírito humano: é no âmago do
próprio ato de conhecer que aparecem, por uma espécie de imperativo funcional,
lentidões e conflitos (BACHELARD, 1996, p. 17).
Muitos desses problemas devem-se ao fato dos docentes não levarem em conta o
conhecimento que os educandos já possuem e por conceberem a aquisição do novo
conhecimento como uma soma, que pode ser atingida através de várias repetições. Além
disso, normalmente esses conhecimentos não científicos, apresentados pelos estudantes,
oferecem uma satisfação imediata à curiosidade, o que indiferente de seu caráter, não se
constitui em benefícios, ao contrário, passa-se a contentar-se simplesmente com os resultados.
Conforme Gomes & Oliveira (2007):
[...] a preocupação dos educadores deveria ser alterar essa cultura cotidiana prévia,
pois não é possível incorporar novos conhecimentos às concepções primordiais já
enraizadas. Para que a aprendizagem ocorra de maneira efetiva, é preciso mostrar ao
aluno razões para evoluir. O que significa estabelecer uma dialética entre variáveis
experimentais e substituir saberes ditos estáticos e fechados, por conhecimentos
abertos e dinâmicos (GOMES & OLIVEIRA, 2007, p. 97).
76
Reafirmo desta forma a importância de considerar os conhecimentos que o educando
já possui, para, a partir deles, desenvolver o processo de ensino e aprendizagem, criando
possibilidades para a reconstrução, ressignificação e reflexão dos seus saberes e de suas ações,
bem como, a necessidade de acompanhar a trajetória de evolução cognitiva dos educandos
durante o processo e não apenas em determinados momentos, levando em conta somente o
resultado, mas todo o percurso.
3.3.3 Processo de Ensino e Aprendizagem
Outro aspecto que pode ser ressaltado é a consciência do professor, de que há
problemas, tanto no ensino, quanto na aprendizagem, e necessidade de buscar soluções para
superação dos mesmos, como pode ser observado no excerto seguinte:
Sabemos que para melhorar a aprendizagem de nossos estudantes é preciso
primeiramente melhorar o ensino, tanto no que se refere às relações estabelecidas
entre os aprendizes e os professores, quanto nas oportunidades criadas para garantir
este processo. (IX EIE/2009, n.110)
Esta afirmativa encontra amparo nos PCN (1997), pois:
por muito tempo a pedagogia focou o processo de ensino no professor, supondo que,
como decorrência, estaria valorizando o conhecimento. O ensino, então, ganhou
autonomia em relação à aprendizagem, criou seus próprios métodos e o processo de
aprendizagem ficou relegado a segundo plano. Hoje, sabe-se que é necessário
ressignificar a unidade entre aprendizagem e ensino, uma vez que, em última
instância, sem aprendizagem o ensino não se realiza (BRASIL – PCN, 1997, p. 36).
Visando a reestruturação deste processo e a valorização das relações entre ensino e
aprendizagem, é fundamental a participação ativa do aluno como sujeito atuante, pensante,
que interage e que promove ações na construção e significação do conhecimento escolar. Em
outras palavras, o aluno precisa ser interativo, participativo e reflexivo. O excerto a seguir
reafirma esta ideia de que as modificações no ensino e na aprendizagem poderão ocorrer com
base na mudança de postura do aluno, não só do professor, já que ambos fazem parte do
mesmo processo de construção.
[...] numa proposta de trabalho em que o papel do aluno seria muito mais de
pesquisador e investigador, propiciando, dessa forma, uma aprendizagem mais
interessante e significativa. (II EIE/2001, n.35)
77
Nesse sentido, recebe destaque, o papel do aluno neste processo, como responsável
por suas aprendizagens, intrinsecamente relacionado ao papel do professor, que promove as
atividades de ensino. Conforme os PCN (1997):
o que o aluno pode aprender em determinado momento da escolaridade depende das
possibilidades delineadas pelas formas de pensamento de que dispõe naquela fase de
desenvolvimento, dos conhecimentos que já construiu anteriormente e do ensino que
recebe. Isto é, a intervenção pedagógica deve-se ajustar ao que os alunos conseguem
realizar em cada momento de sua aprendizagem, para se constituir verdadeira ajuda
educativa. O conhecimento é resultado de um complexo e intrincado processo de
modificação, reorganização e construção, utilizado pelos alunos para assimilar e
interpretar os conteúdos escolares. Por mais que o professor, os companheiros de
classe e os materiais didáticos possam, e devam, contribuir para que a aprendizagem
se realize, nada pode substituir a atuação do próprio aluno na tarefa de construir
significados sobre os conteúdos da aprendizagem. É ele quem modifica, enriquece e,
portanto, constrói novos e mais potentes instrumentos de ação e interpretação
(BRASIL – PCN, 1997, p. 37).
Trago ainda a proposição dos Referencias Curriculares do RS (Lições do Rio
Grande), que buscam deslocar o foco do processo do ensino para a aprendizagem, de maneira
que o desenvolvimento das competências e habilidades aconteça na execução das atividades e
ações propostas e mediadas pelo professor.
Em consonância com as mais atualizadas concepções de currículo, este
Referencial desloca o foco do ensino para a aprendizagem, o que significa organizar
o processo educativo para o desenvolvimento de competências básicas que a
sociedade demanda. Por isso, o planejamento das situações de aprendizagem em
todas as áreas do conhecimento, respeitadas suas especificidades, tem a finalidade de
levar o aluno a: expressar ideias com clareza, oralmente e por escrito; analisar
informações e proposições de forma contextualizada; ser capaz de tomar decisões e
argumentar; e resolver problemas/conflitos (RIO GRANDE DO SUL, 2009, p. 29).
Nesse sentido, cabe salientar que as aprendizagens acontecem em todos os lugares,
dentro ou fora da escola, mas institucionalizada, tem papel fundamental no desenvolvimento
cognitivo dos sujeitos. Conforme a proposta dos Referenciais Curriculares, a diferença é que:
na escola, a aprendizagem se refere a domínios que só ela pode melhor prover. São
aprendizagens que supõem professores e gestores, intencionalidade pedagógica,
projeto curricular, materiais e recursos didáticos, todo um complexo e caro sistema
de ensino e avaliação que sustenta e legitima os conhecimentos pelos quais a escola
é socialmente responsável por sua transmissão e valorização (RIO GRANDE DO
SUL, 2009, p. 26).
Sendo assim, propõe-se a organização da escola de maneira interativa, promovendo o
desenvolvimento da capacidade de aprender e a autonomia intelectual dos alunos, por meio de
78
estratégias pedagógicas adequadas, e ações efetivas de interdisciplinaridade e de
contextualização do conhecimento.
3.4 FORMAÇÃO
Os relatos sobre Formação descrevem práticas realizadas na sala de aula,
demonstrando a reflexão sobre a própria prática, a vontade de participar de formação
continuada/atualização, os coletivos/grupos que se articulam como forma de promover esta
formação nas próprias escolas, as parcerias com as universidades, a busca por cursos de
aperfeiçoamento, bem como, a necessidade de tempos e espaços para a problematização das
práticas no coletivo da escola.
As subcategorias construídas pela análise dos relatos encontram-se descritas no
Quadro 16.
Quadro 16: Descrição das subcategorias com relação a temática formação
Subcategoria
Mudança de Postura - Professor
Pesquisador
Reflexões sobre a prática
Descrição
Valorização do professor como pesquisador e reflexivo;
Situações apresentadas que evidenciam a reflexão sobre a própria
prática e as ações desencadeadas por ela;
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
3.4.1 Mudança de Postura – Professor Pesquisador
Evidencia-se a característica de pesquisador do professor, quando este se encontra
em constante movimento, na busca de novas possibilidades de promover o ensino, visando a
aprendizagem dos alunos, como pode ser percebido no excerto abaixo:
O professor estimula sua criatividade no sentido de buscar outras possibilidades
para trabalhar diferentes conteúdos com os alunos, propiciando, além da própria
metodologia científica, a integração com a família, assim como com diferentes
profissionais. A mudança da postura do professor como pesquisador, além de
orientador nos processos de ensinar e aprender, torna as vivências na sala de aula
muito mais ricas e prazerosas. (V EIE/2004, n.70)
Nesta perspectiva, destacamos que o professor precisa primeiramente, gostar do que
faz, ser pesquisador e mediador entre os saberes e os educandos, buscar metodologias que
tornem o aprender prazeroso, ser flexível no planejamento e respeitar as diferenças. O
professor deve manter-se atualizado, ou seja, em processo constante de formação continuada,
79
seja através de cursos, de livros, ou outros meios, assumindo dessa forma, sua postura
profissional, realizando um planejamento diversificado, utilizando as diferentes metodologias
de ensino, de modo a facilitar a aprendizagem dos conceitos, e flexível, permitindo
adaptações conforme as situações que possam surgir no decorrer da aula.
Atualmente, esta discussão do professor-pesquisador e reflexivo da sua prática está
tomando forma, ou seja, são muitas as pesquisas, as reflexões que consideram esta questão,
principalmente, na área da formação de professores. Até a década de 1980, este tema era
praticamente desconsiderado, e também não era possibilitado ao licenciando pensar em
desenvolver esta capacidade, no máximo era possibilitada a discussão sobre as pesquisas
básicas do conhecimento específico.
Nóvoa (2001) aponta que, atualmente, é impossível pensar a prática docente sem
reflexão, e que mesmo, alguns anos atrás, quando este tema não era foco das pesquisas
acadêmicas, os professores já realizavam, de certa forma, tal “tarefa”. Não foi só após os
teóricos e acadêmicos decidirem que deveria ser assim, que os docentes passaram a refletir, a
pensar, e a reelaborar suas práticas. Embora, após emergir da necessidade, estas pesquisas,
problematizaram ainda mais, e fizeram com que a pesquisa do professor da escola tomasse
forma e pudesse ser discutida e aceita pelos acadêmicos, como uma característica específica
da prática dos professores.
A grande questão então é identificar essas práticas de reflexão e tentar construir as
condições para que elas possam se desenvolver, propondo alternativas, tanto na formação
inicial quanto continuada.
Destaco que as reflexões, não são inerentes à profissão docente no sentido de serem
naturais, mas sim, no sentido de serem essenciais para a profissão. Portanto, é imprescindível
a criação de condições, regras, lógicas de trabalho, e principalmente, lógicas de trabalhos
coletivos dentro das escolas, a partir das quais – através da reflexão, da troca de experiências,
da partilha – seja possível dar origem a uma atitude reflexiva da parte dos professores
(NÓVOA, 2001).
A vivência é muito importante, mas só se transforma em conhecimento através da
análise sistemática das práticas. Uma análise que é individual e ser coletiva, ou seja, feita
junto com os colegas, nas escolas e em situações de formação. Como afirma Larrosa (2002), a
vivência, por si só, não é formadora, como cita John Dewey (apud NÓVOA, 2001): "quando
se afirma que o professor tem 10 anos de experiência, dá para dizer que ele tem 10 anos de
experiência ou que ele tem um ano de experiência repetido 10 vezes". E, infelizmente, isto
ocorre com grande frequência nas escolas atualmente, pois os professores esquecem que a
80
formação só ocorre na reflexão e pesquisa sobre essa vivência. Nesta perspectiva, apropriome das palavras de Nóvoa (2001), para definir, resumidamente, o entendimento da
diferenciação entre professor reflexivo e professor pesquisador.
O professor pesquisador e o professor reflexivo, no fundo, correspondem a correntes
diferentes para dizer a mesma coisa. São nomes distintos, maneiras diferentes dos
teóricos da literatura pedagógica abordarem uma mesma realidade. A realidade é
que o professor pesquisador é aquele que pesquisa ou que reflete sobre a sua prática.
Portanto, aqui estamos dentro do paradigma do professor reflexivo. É evidente que
podemos encontrar dezenas de textos para explicar a diferença entre esses conceitos,
mas creio que, no fundo, no fundo, eles fazem parte de um mesmo movimento de
preocupação com um professor que é um professor indagador, que é um professor
que assume a sua própria realidade escolar como um objeto de pesquisa, como
objeto de reflexão, com objeto de análise (NÓVOA, 2001, Entrevista).
Com base nesta “definição”, podemos entender que professor pesquisador e
professor reflexivo podem ser considerados, dentro de uma mesma lógica de construção do
trabalho e da ação docente, intercomplementares. Por outro lado, se forem considerados como
distintos, do mesmo modo, são aspectos importantes na formação docente, sendo então que o
professor precisará se constituir, tanto reflexivo, como pesquisador.
O professor, como já citado, passa por várias etapas (caminhos) no processo de
constituição de sua identidade e consolidação dos seus saberes, desde a sua trajetória escolar
enquanto aluno, a formação inicial, o conhecimento do currículo, dos colegas e de todas as
funcionalidades da escola, até a prática da sala de aula, e na continuidade a busca de constante
atualização. Neste percurso, ele aprende a ensinar, e continua aprendendo sempre em
interação com seus alunos e com os colegas docentes em todas as demais situações.
Neste sentido é importante que o docente, ainda em sua formação inicial tenha
contato com ambientes e situações de pesquisa, tendo em vista que não é possível ensinar sem
ter aprendido. Em outras palavras, o professor precisa já na formação inicial principiar sua
constituição com relação a sua característica de pesquisador. Conforme Lüdke (2009),
discutindo a complexa relação entre a pesquisa e o professor, enfatiza que:
é preciso lembrar a importância que a prática de pesquisa confere ao conhecimento
por ele produzido. Sobre esse aspecto nosso estudo pretende contribuir, com todos
os seus “achados”, voltados para despertar no professor, tanto o que já está atuando
no magistério, como o que se encontra em formação, a sua dimensão como
pesquisador e a importância da preparação para ela. Nesse ponto se cruzam as
necessárias discussões sobre estratégias de formação para a pesquisa, condições e
recursos para a sua realização em nossas escolas, tipos e modalidades ou modos de
fazer pesquisa e até sobre o próprio conceito de pesquisa (LÜDKE, 2009, p.102).
81
A questão de pensar sobre o conhecimento do professor e as várias pesquisas
realizadas sobre este tema, destacam que este conhecimento não se restringe a saber o
conteúdo a lecionar, mas que tem um sentido bem mais amplo, e que vem recebendo um
papel de destaque na organização das licenciaturas, à medida que chega à universidade como
uma necessidade expressada pelos professores, que, em formação continuada, aproveitam
esses espaços para tecerem discussões e diálogos, apresentando suas “exigências” atuais. Isto
pode modificar este quadro deficitário com relação à constituição do professor pesquisador e
às pesquisas realizadas pelos mesmos.
Por outro lado, isso não quer dizer que o professor, não tendo experiências com
pesquisa em sua formação inicial, não poderá aprender a desenvolvê-la no decorrer de sua
trajetória profissional. Ele poderá sim, constituir-se pesquisador, ao longo de sua prática,
considerando que esta é outra característica necessária à ele: a constante atualização, que se
traduz nas possibilidades de formação continuada.
Cabe destacar, portanto, que uma das principais características necessárias ao
trabalho docente, é a de pesquisa, principalmente da própria prática. Isto quer dizer, repensar
suas práticas, refletir sobre suas ações, constituindo-se ao longo do processo, pesquisador.
Segundo Freire (1996):
[...] o que há de pesquisador no professor não é uma qualidade ou forma de ser que
se acrescente à de ensinar. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a
busca, a pesquisa. O de que se precisa é que, em sua formação permanente, o
professor se perceba e se assuma, porque professor, como pesquisador (FREIRE,
1996, p. 32).
Desta forma, à medida que vai se constituindo professor, é necessário que o sujeito
aprenda, tenha contato, vivencie e experiencie situações de pesquisa. Ele precisa assumir esta
postura de pesquisador, enriquecendo suas atividades de professor. É no repensar das práticas,
que surgem as possibilidades de encontrar as soluções para os problemas cotidianos da sala de
aula, podendo achar a direção para buscar novos caminhos, elaborando infinidades de
hipóteses, de inovação e de pesquisa.
3.4.2 Reflexões sobre a Própria Prática
Nem sempre as escolas disponibilizam tempo e espaço para que o professor realize
planejamentos e/ou cursos de aperfeiçoamento, sendo necessário então que o próprio
professor se organize e encontre uma forma de realizar tais ações.
82
É importante destacar que o professor precisa conhecer a realidade do aluno, pois
quando este chega à escola, ele já traz consigo experiências, atitudes, e valores que constituem
e refletem a cultura de sua família e de seu meio social, o que deve ser considerado para a
elaboração e realização das atividades, colaborando para que ocorra um ensino
contextualizado.
O professor precisa ser criativo para despertar o interesse dos alunos utilizando as
diferentes metodologias para que o processo de ensino e aprendizagem ocorra de maneira
prazerosa para os educandos, permitindo que os mesmos aprendam a pensar e não somente a
copiar e repetir. O excerto a seguir aponta as reflexões realizadas pelo autor do relato, com
relação ao processo de ensino e aprendizagem:
[...] O que busco refletir vai um pouco além das justificativas que colocam na “boa
vontade” dos alunos ou na “dedicação” do professor os sentimentos de satisfação ou
decepção diante dos resultados de uma proposta de ensino. É necessário
refletirmos sobre a nossa visão de necessidade e também sobre o nosso limite
em promover a melhoria da aprendizagem nos nossos alunos. [...] não quero
dizer com isso que não devamos tentar e tentar e tentar, mesmo porque, muitas
vezes, as propostas que apresentamos é o que de melhor temos, pelo menos
naquele momento. Apenas, acho importante ressaltar que é perigoso o professor se
imbuir de um poder que ele não tem. Nós podemos e devemos propor alternativas
de ensino, pensar em formas de melhorar a aprendizagem dos nossos alunos,
realizar ações e práticas que consideremos adequadas para o desenvolvimento de
habilidades e conhecimentos. O que temos que levar em conta é que existem
vários outros fatores que estão em jogo [...]. (I EIE/2000, n.22)
O professor precisa ser pesquisador, instigador e mediador de conhecimentos e não
mero transmissor, possibilitando que o aluno participe ativamente do processo de ensino e
aprendizagem como construtor e reconstrutor dos saberes, não como receptor de conceitos.
Considerando que o desenvolvimento ocorre na interação do indivíduo com o meio e com o
outro. Cabe ao educador possibilitar ao educando a oportunidade de pensar, interpretar,
pesquisar, entender e interagir com o mundo que o cerca, contextualizando o ensino e
dispondo de todos os recursos possíveis para promover aprendizagens significativas.
Nesta perspectiva, os apontamentos realizados pelos PE, de modo geral apresentam
como necessidades ao professor em processo contínuo de formação: assumir essa postura
como pesquisador, mediador, reflexivo, que se mantém atualizado, realiza planejamentos
flexíveis, que considerem a realidade dos educandos, de modo a constituir um ensino
contextualizado a fim de favorecer a significação dos conceitos e a melhoria da qualidade no
processo de ensino e aprendizagem. O excerto a seguir apresenta uma experiência de
83
professores da escola pública, em cursos de pós-graduação, que se organizaram e publicaram
em uma revista algumas das atividades desenvolvidas pelos mesmos em suas escolas.
Criamos uma revista na qual nós educadoras (es) da rede pública estadual
tivemos a oportunidade de escrever sobre algumas vivências pedagógicas,
experiências em educação e pesquisa, nossa visão acerca do mundo e a contradição
da estrutura educacional. Esta revista pode ser caracterizada como mostra, na
medida em que são criações influenciadas e elaboradas na trajetória de
professores-estudantes dos cursos de Mestrado em Literatura, Mestrado em
Educação Ambiental, Especialização em Educação Física Escolar (FURG - Rio
Grande) e Mestrado em Educação (FaE - UFPel). O processo de reunião de artigos
entre profissionais de escolas públicas do ensino básico, de certa forma, rompe a
distância entre docentes de diferentes instituições e áreas do conhecimento. (VI
EIE/2006, n.99)
Este é um exemplo de que os professores da escola conseguem se organizar no
coletivo, discutir suas práticas, problematizá-las, repensá-las, e escrever sobre as reflexões
desencadeadas neste processo, incentivados pelos seus cursos de pós-graduação e formação
continuada.
3.5 METODOLOGIA
Os relatos que abordam aspectos, preocupações, descrições de métodos utilizados em
situações na sala de aula, tais como: Situações de Estudo (SE), Unidades de Aprendizagem
(UA), Unidades Didáticas (UD), Projetos de Aprendizagem (PA), no sentido metodológico de
cada proposta, foram, por meio da análise temática, categorizados como Metodologia. Foi
possível, ainda, identificar as diferentes abordagens desta temática, permitindo a organização
de subcategorias, descritas no Quadro 17.
Quadro 17: Descrição das subcategorias com relação a temática metodologia
Subcategoria
Propostas Metodológicas
Descrição
Apresenta possibilidades de organização metodológica do processo de
ensino e aprendizagem, tais como Situações de Estudo, Unidades
Didáticas e Unidades de Aprendizagem;
Descrições Metodológicas das
Os relatos destacam a metodologia utilizada no desenvolvimento das
atividades desenvolvidas
atividades, apresentando muitas vezes, objetivos, justificativas,
procedimentos, etc.;
Fonte: Ceolin, 2011. Pesquisa de Mestrado.
84
3.5.1 Propostas Metodológicas
Considero necessário, para principiar a reflexão desta subcategoria, abordar a
diferenciação entre método e metodologia, posto que muitas vezes há confusão no emprego
destes termos, tanto nos relatos dos professores, quanto na literatura em geral.
Nesse sentido, o método é o caminho racional para descobrir a verdade ou resolver
um problema, em outras palavras, fornece o máximo de oportunidades, de chances, de sucesso
em uma determinada operação. O método está estreitamente relacionado com a pessoa que o
utiliza e é dependente da sua personalidade. Conforme Salvatore (1999):
do grego méthodus, a palavra significa “o caminho” a percorrer para alcançar
objetivos específicos. A metodologia, portanto, tem a ver com a Teoria do
Conhecimento, [...] o estudo crítico, o fundamento lógico dos princípios que deviam
regular as atividades das várias ciências. Evidentemente, a escolha do caminho para
atingir a verdade implica a utilização de meios adequados para cada tipo de
conhecimento. Não existe um único método de pesquisa, pois ele varia conforme o
assunto e finalidade. [...] Pesquisar com método não é copiar, transcrever o que os
outros disseram sobre determinado assunto, mas cultivar o espírito crítico,
amadurecer por dentro, ter originalidade, oferecer sua visão da realidade
(SALVATORE, 1999, p. 26).
Já a metodologia, no sentido literal, é a ciência integrada dos métodos. É o estudo da
melhor maneira de, num determinado estado de conhecimentos, abordar determinados
problemas. Ela conduz toda a elaboração do método que será empregado na resolução de um
determinado problema. Dessa forma, entende-se que qualquer trabalho realizado pelo homem
tem por detrás um método, que ajuda a resolver os problemas e alcançar o objetivo desejado.
Quando, diante de um determinado problema, tem-se a necessidade de uma estruturação, de
uma reflexão anterior à ação prática, está-se diante de uma metodologia, que guiará todo o
processo e que influirá sobre a postura de alguém que sabe o que procura.
Portanto, vale lembrar que alguns relatos apresentam as SE, UA, UD, ou PA como
metodologia desenvolvida (os procedimentos feitos para desenvolver cada proposta),
enquanto outros a expressam como proposta de organização curricular, superando a
fragmentação e a disciplinaridade do currículo da escola. A fala de uma das avaliadoras do
VIII EIE apresentada a seguir chama a atenção para o significado destas abordagens no
contexto geral das propostas:
Especificamente sobre as Unidades Curriculares percebo que existem diferenças
nas nomenclaturas utilizadas, por cada Instituição de Ensino Superior envolvida no
projeto, que são: Situações de Estudo, Projetos de Aprendizagem e Unidades de
Aprendizagem. Estas diferenças, na nomenclatura, entendo possuem um fio
85
condutor centrado no entendimento de currículo escolar para Educação Básica,
tentando enfrentar questões como: linearidade, descontextualização, fragmentação
no ensino de Ciências. Todas as três possibilidades possuem um ensino que parte da
vivência, situação real e como as diferentes ciências podem auxiliar para
compreensão destas situações complexas e reais (NEHRING, Comunicação Pessoal
no VIII EIE, 2008).
Ao mesmo tempo o excerto de um trabalho do VI EIE já apontava esta perspectiva
de superação da linearidade e incentivo ao desenvolvimento cognitivo do estudante expresso
na autonomia e autoria dos trabalhos realizados
A UA permite uma participação efetiva do aluno nas atividades realizadas, pois é
sujeito do processo e juntamente com o professor torna-se autor do seu trabalho,
aproximando-se da sua realidade e necessidades. (VI EIE/2006, n.201)
Ainda, os Referenciais Curriculares do RS apresentam uma proposta de metodologia
a ser desenvolvida nas salas de aula dos professores da Educação Básica, sugerindo que:
embora a metodologia de projetos seja a forma mais indicada para desenvolver os
princípios de interdisciplinaridade e de contextualização do currículo, é preciso
garantir que estes dois princípios estejam sempre presentes no cotidiano da sala de
aula (RIO GRANDE DO SUL, 2009, p. 32).
Estas tentativas de garantir a interdisciplinaridade e a contextualização do
conhecimento foram evidenciadas pelos professores da escola, em vários relatos, onde
apresentam as suas propostas de inovação, muitas vezes ligadas às parcerias com as
universidades, que propõem diferenciadas formas de organização visando a mesma finalidade,
que é a reorganização do currículo e superação das práticas tradicionais. Esta tentativa é
apresentada primeiramente por meio de metodologias diferenciadas, que em seguida,
contribuem para a reorganização curricular da escola.
A preocupação com a formação de cidadãos críticos e conscientes também é
evidenciada nos relatos dos professores da escola, visando desencadear melhorias na
sociedade, a partir da educação, ao realizar um trabalho conjunto, integrado e interdisciplinar.
No excerto a seguir, evidencia-se a utilização de uma metodologia para promover o ensino e a
aprendizagem, destacando a reestruturação das práticas dos professores, para que estas
atividades não se tornem apenas pontuais, mas façam parte das ações do professor no seu
trabalho cotidiano:
86
[...] nota-se que são muitos os benefícios que os jogos podem trazer para o ensino
e para a aprendizagem da Matemática. Entretanto, para que este seja um recurso
positivo na escola, é necessário que os educadores reestruturem suas práticas.
(V EIE/2004, n.51)
O autor reafirma a necessidade de inovações das práticas docentes, apresentando
uma das atividades que realizou, propondo a utilização de jogos, como alternativa
metodológica, para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Conforme o
proposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Matemática do Ensino
Fundamental:
os jogos constituem uma forma interessante de propor problemas, pois permitem que
estes sejam apresentados de modo atrativo e favorecem a criatividade na elaboração
de estratégias de resolução e busca de soluções (...), estimula o planejamento das
ações e possibilitam a construção de uma atitude positiva diante dos erros, uma vez
que as situações se sucedem rapidamente e podem ser corrigidas de forma natural,
no decorrer da ação, sem deixar marcas negativas (BRASIL, 1998, p. 46).
Nesse mesmo sentido, salienta-se a importância da multiplicidade de tentativas de
desenvolver o ensino de maneira diferenciada da tradicional, procurando as metodologias que
melhor se adaptarem as necessidades de cada sala de aula, lembrando que:
[...] não existe um caminho que possa ser identificado como único e melhor para o
ensino de qualquer disciplina, [...]. No entanto, conhecer diversas possibilidades de
trabalho em sala de aula é fundamental para que o professor construa sua prática.
Dentre elas, destacam-se [...] os jogos como recursos que podem fornecer os
contextos dos problemas, como também os instrumentos para a construção das
estratégias de resolução (BRASIL - PCN, 1998, p. 42).
Pode-se perceber, desta forma, que o trabalho realizado na escola está de acordo com
o que é proposto nos PCN, evidenciando a característica de busca e atualização do professor.
3.5.2 Descrições Metodológicas das Atividades Desenvolvidas
Nos relatos categorizados como Metodologia, é possível perceber, muitas vezes, a
descrição do trabalho realizado, considerando objetivos, justificativas, conceitos estudados,
procedimentos e métodos, bem como, ao final, algumas considerações sobre a avaliação do
processo. Neste excerto, pode-se perceber claramente a exposição dos objetivos do projeto
desenvolvido pelo professor em sua escola, neste caso, visando a produção textual e o gosto
pela leitura.
87
[...] que se constituiu em uma experiência metodológica desenvolvida em uma turma
de 4ª série. O projeto tinha como objetivo desenvolver nos alunos tanto o gosto
pela leitura como o prazer em escrever e visava, também, estimular a produção
textual livre que, posteriormente, pudesse dar origem a um livro da estória de cada
aluno. (VI EIE/2006, n.45)
Neste sentido, os autores apontam algumas reflexões realizadas sobre aspectos
metodológicos,
que
possam
favorecer
estas
modificações
dos
indivíduos
e,
consequentemente, da sociedade, como é explicitado no excerto a seguir:
[...] possibilita perceber que o docente da atualidade já vem demonstrando suas
preocupações com o futuro de seus discentes, principalmente nos aspectos que
tratam do processo de ensino-aprendizagem, a sua metodologia de ensino, e, acima
de tudo, na atenção às expectativas de seus alunos. [...] Nesse sentido, acredito que
essa pesquisa poderá contribuir para a percepção das transformações na
metodologia de ensino do professor da atualidade frente às novas tecnologias. E
ainda, oportunizar a reflexão de como possibilitar aos alunos o acesso a esses
recursos tecnológicos, utilizando-os de modo a contribuir para a formação de
cidadãos conscientes, críticos, criativos e com capacidade de raciocínio lógico. (X
EIE/2010, n.246)
Ainda neste mesmo excerto, pode-se perceber as possibilidades de revisão e de
atualização dos professores, colocadas como necessidade pelos mesmos, frente à inclusão das
novas tecnologias no meio educacional, posto que esta é a realidade vivenciada pelos
educandos. No próprio relato, o professor já sugere as transformações nas suas metodologias,
à medida que reflete sobre as mesmas e procura novas possibilidades.
Conforme os Referenciais Curriculares do RS, é preciso possibilitar aos educandos
que organizem e reflitam sobre suas práticas, de maneira fundamentada e questionadora, a
partir de atividades propostas pelo professor, superando as sequencias dos livros didáticos,
que muitas vezes, são colocadas como única possibilidade de aprendizagem. Destacam, ainda,
que:
uma leitura menos fragmentada e linear, que supere a organização curricular escolar
vigente, será possível pela opção dos professores em mudarem suas metodologias,
inter-relacionando os conhecimentos e buscando situações reais, próximas à
realidade dos alunos e que possam ser problematizadas, permitindo que suscitem aos
estudantes uma análise da questão a partir dos conceitos [...], para compreendê-la e
propor soluções. Dessa maneira, o ambiente escolar constitui-se em um lugar para
crescimento intelectual, por meio da pesquisa e da reflexão sobre a realidade de
todos os sujeitos da comunidade escolar, do local e do global, construindo situações
de ensino que possam resultar em uma apropriação mais completa dos conceitos
envolvidos (RIO GRANDE DO SUL, 2009, p. 40).
88
Outro aspecto ressaltado, nos relatos dos professores da escola, é a grande
dificuldade de encontrar alternativas metodológicas ao ensino tradicional, tanto pela
precariedade de sua formação acadêmica, quanto pela falta de tempo e de espaços para busca
de materiais e interação com os colegas. O excerto a seguir apresenta esta situação,
principalmente com relação ao déficit da formação inicial.
Os professores de Biologia têm encontrado grandes dificuldades no que diz
respeito às novas metodologias que promovam a aprendizagem, não por falta
de iniciativas do professor mas pelo fato de não ter sido oportunizado o contato
com as outras metodologias e tecnologias durante a sua vida acadêmica. Sem
perspectivas continuam a promover aprendizagem mecânica, onde o educando
se restringe apenas a decorar termologias científicas, fórmulas, afim de obter uma
excelente pontuação nas avaliações ao invés de tornar um ensino que venha suprir
suas dificuldades de compreender os assuntos de biologia que permeiam seu
cotidiano. (X EIE/2010, n.227)
Por outro lado, mesmo que não tenha tido, em sua formação inicial, oportunidades de
compreender aspectos referentes à metodologia e às novas tecnologias, cabe ao professor,
buscar na formação continuada, suprir as necessidades de atualização, frente às inovações e
propostas atuais. Não pode ficar “parado”, colocando como desculpa para sua imobilidade as
impossibilidades da formação inicial. Segundo Monteiro (2010):
esse fato destaca a importância de que cursos de formação inicial e continuada de
professores possam não apenas se preocupar com os conteúdos didáticos
pedagógicos dos conceitos científicos que ensinam, mas que também possam
dedicar atenção ao desenvolvimento da autonomia do professor para que haja uma
sustentabilidade de ações que se busca implementar em nossas escolas
(MONTEIRO et al, 2010, p. 118).
Destaca-se, desta forma, a necessidade do professor se constituir um profissional
autônomo, capaz de buscar, por si só, as respostas para seus questionamentos.
Sendo assim, no próximo capítulo busco caracterizar o evento pesquisado, como o
espaço rico de interações entre formação inicial e continuada, bem como, apresentá-lo como
espaço/tempo (“modelo”) de ações para formação continuada dos professores atuantes nas
escolas. Conforme este “modelo” de organização, o que se privilegia é o diálogo, a escrita, a
apresentação, a problematização coletiva e a reflexão sobre as práticas dos participantes, não
sobre questões externas, mas sim sobre aquelas do interesse e necessidade dos professores, no
seu cotidiano.
Para tanto, exponho inicialmente, uma descrição reflexiva do processo de
constituição dos saberes dos professores, reforçando a ideia de formação contínua. Ao mesmo
89
tempo, abordamos as questões relativas aos espaços propiciados pelos EIE, que permitem aos
professores falar sobre suas ações, aceitando os questionamentos, críticas, sugestões, como
possibilidades de reorganização de seu trabalho docente.
90
CAPÍTULO 4 ENCONTROS SOBRE INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA: ESPAÇO E
TEMPO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA
Este capítulo apresenta uma abordagem relacionada aos espaços e tempos
propiciados pelos EIE, que favorecem a formação continuada dos PE, bem como a articulação
entre a formação continuada e a inicial, tendo em vista que os PFI participantes deste evento,
tem a oportunidade de participar do debate, ouvindo as experiências dos professores que
atuam nas escolas, onde eles futuramente também estarão. Sendo assim, inicio por uma
reflexão sobre a constituição do professor no processo, a qual não ocorre em momentos
determinados, mas ao longo de toda a sua trajetória profissional. A seguir, os espaços criados
pelos EIE destacam-se por privilegiar as práticas dialógicas, e oportunizar a interação entre os
diferentes sujeitos.
Em todas as profissões, alguns saberes/conhecimentos são essenciais para que o
profissional desenvolva suas funções de forma satisfatória, alguns adquiridos anteriormente
ao exercício da profissão, outros no decorrer da mesma. Segundo Tardif (2002), também os
professores constroem diferentes saberes no processo de constituição de sua identidade
profissional, tais como: os saberes disciplinares, os saberes curriculares e os saberes da
experiência. Os saberes disciplinares são aqueles adquiridos nos cursos de formação inicial,
ou seja, o saber construído nas disciplinas cursadas, com relação aos objetos de saber. Os
saberes curriculares são aqueles relacionados aos currículos das escolas, traduzidos nos planos
e programas de ensino, nos planejamentos, objetivos e metas. Já, os saberes experienciais, são
aqueles que o professor vai constituindo no decorrer das práticas em sala de aula, ou seja,
aprende a ser professor, sendo. Conforme o autor, os professores:
no exercício de suas funções e na prática de sua profissão, desenvolvem saberes
específicos, baseados em seu trabalho cotidiano e no conhecimento de seu meio.
Esses saberes brotam da experiência e são por ela validados. [...] podemos chamálos de saberes experienciais ou práticos (TARDIF, 2002, p. 38).
São estes saberes experienciais que necessitam ser relatados, repensados, e
compartilhados nos EIE. Ao relatar sua prática, o professor da escola deixa transparecer
aquilo que ele sabe e faz em sua sala de aula, porém esses saberes nem sempre são
valorizados como aqueles produzidos pelos cientistas da educação (nem mesmo pelo próprio
professor, seja da escola ou da universidade).
91
Em decorrência dessa desvalorização, o sentimento dos professores, muitas vezes, ao
realizar a descrição (e análise) de suas práticas, é de que não fez nada de maravilhoso, de que
as suas ações, inovadoras ou não, são destituídas do brilhantismo dos saberes científicos, e,
por isso, não merecem ou não precisam ser expostos nas rodas de conversa entre pares, e
menos ainda em publicações. Conforme o autor:
a relação que os professores mantêm com os saberes é a de “transmissores”, de
“portadores” ou de “objetos” de saber, mas não de produtores de um saber ou de
saberes que poderiam impor como instância de legitimação social de sua função e
como espaço de verdade de sua prática (TARDIF, 2002, p. 40).
Desse modo, percebemos que, muitas vezes, os professores não participam de tais
eventos, para não expor suas práticas, pois nunca falaram sobre o que fazem e nunca ouviram
seus próprios colegas de escola. Os professores acabam desenvolvendo as mesmas atividades
sem conhecimento e reflexão pela falta de diálogo, ou de estabelecimento de momentos para
que tal prática se efetive. Esta deficiência na comunicação gera neles mesmos uma imagem
distorcida de seu papel e da essência do seu fazer pedagógico, que é garantido pelo diálogo
com os colegas e com seus alunos, na dinâmica escolar.
Conforme Porlán (1987), é possível encontrar muitos contrastes entre o que um
professor quer fazer, o que ele realmente faz e o que acredita ter feito, compreendendo este
sujeito professor, como um ser social, e como tal, modificável conforme as interações que
experiencia.
Esta imagem deformada que o professor tem de si mesmo e de sua prática educativa,
nos remete a conclusão de que tampouco é um emissor puro de mensagens; sua
atuação é repleta, igual a conduta do aluno, de contínuas interferências de diversa
índole (inseguranças pessoais, problemas de autoimagem, mensagens dos alunos que
requerem respostas imediatas e não previstas, etc.). Tudo isso se converte em outro
campo, em que os processos de indagação científica e de objetivação racional
aparecem como imprescindíveis para um conhecimento de qualidade sobre estas
questões que facilite um ensino mais significativo (PORLÁN, 1987, p. 67).15
Sendo assim, o medo de apresentar suas práticas, de exercitar a autoria e o temor às
críticas, influencia/prejudica o professor no momento de escrever sobre o que realiza e o que
sabe, o que pode ser evidenciado pelo número de autores professores de escolas (Tabela 1).
participantes do evento. Neste sentido, Larrosa (2002) destaca que:
15
Tradução minha, original em espanhol.
92
é incapaz de experiência aquele que se põe, ou se opõe, ou se impõe, ou se propõe,
mas não se “ex-põe”. É incapaz de experiência aquele que nada lhe passa, a quem
nada lhe acontece, a quem nada lhe sucede, a quem nada o toca, nada lhe chega,
nada o afeta, a quem nada o ameaça, a quem nada ocorre (LARROSA, 2002, p. 25).
Deste modo, o professor da escola necessita ser incentivado a relatar suas práticas, de
modo a expor-se, pois poderá estar repensando suas ações, saindo da mera vivência dos fatos,
constituindo-se de experiências e de reflexões, tecendo assim, sua identidade profissional e
assumindo a característica de pesquisador intrínseca à atividade docente.
Nessa perspectiva, Freire (1996) destaca que,
[...] na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da
reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de
ontem que se pode melhorar a próxima prática. O próprio discurso teórico,
necessário à reflexão crítica, tem de ser de tal modo concreto que quase se confunda
com a prática. O seu “distanciamento” epistemológico da prática enquanto objeto de
sua análise, deve dela “aproximá-lo” ao máximo. [...] Por outro lado, quanto mais
me assumo como estou sendo e percebo a ou as razões de ser de porque estou sendo
assim, mais me torno capaz de mudar (FREIRE, 1996, p. 44).
Neste sentido, os EIE favorecem o compartilhar das experiências dos professores,
possibilitando a cada um pensar sobre suas práticas e o como estas podem ser desenvolvidas
de maneiras diferentes, incentivando-os a buscar, consequentemente a pesquisar e a refletir
sobre suas ações.
Quando um professor realiza o relato de uma atividade vivenciada, apresentando
algumas reflexões ou possibilidades de fazer diferente, fica explícito o interesse e a abertura
ao diálogo com os demais, mesmo que inicialmente aconteça de maneira superficial, na
sequência, esse diálogo se ampliará e as modificações nas práticas serão possibilitadas.
Deste modo, fica evidente o interesse dos professores participantes dos EIE em
compartilhar suas experiências (já que pensam sobre elas), ouvindo os relatos das práticas
desenvolvidas por outros docentes, e tendo a possibilidade de refletir sobre sua própria prática
na interação com os pares. Conforme Larrosa (2002), “ninguém pode aprender da experiência
de outro, a menos que essa experiência seja de algum modo revivida e tornada própria”
(LARROSA, 2002, p.27), ou seja, a experiência está intimamente ligada ao indivíduo que a
vive, porém, o saber por ela produzido, que depende da interpretação de cada um, pode ser
aprendido pelo outro, que passa também por uma situação semelhante atribuindo-lhe
significados. Este momento de identificação com os iguais e com as experiências por eles
desenvolvidas, bem como, o sentimento de pertencimento ao grupo, onde todos falam a
mesma língua (professoral), é oportunizado, também, pelos EIE.
93
Eventos dessa natureza, que priorizam os saberes e o compartilhar das experiências
dos professores, evidenciando sua característica de pesquisador, deveriam ser promovidos
seguidamente pelos governos federais, estaduais e/ou municipais, como forma de incentivar
os seus “servidores” a refletir sobre suas práticas, melhorando a qualidade do ensino e
possibilitando modificações, nas ações das salas de aula das escolas, em que atuam.
A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação Nacional, Lei 9394/96 de 20 de
dezembro de 1996, tem como um de seus aspectos a questão do aperfeiçoamento profissional
continuado dos profissionais da educação destacando a importância da formação continuada.
O Art. 61 da Lei apresenta que:
[...] a formação de profissionais da educação, de modo a atender os objetivos dos
diferentes níveis e modalidades de ensino e as características de cada fase do
desenvolvimento do educando, terá como fundamentos: I- a associação entre teoria e
práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço (LDB 9.394/96).
Para isso, é fundamental a criação de tempos e espaços, no âmbito da escola, que
propiciem este compartilhar das experiências dos professores que a constituem. Estas
interlocuções precisam começar na escola, para que não sejam apenas momentos pontuais em
que os professores escrevem alguma coisa somente para participar de um evento, mas que
esta seja uma prática cotidiana dos professores enquanto escola, enquanto grupo (coletivo),
que esta seja uma proposta da escola visando promover a formação continuada da sua equipe
docente.
Segundo Porlán (1987):
sem dúvidas a tarefa profissional que consideramos essencial em um professor(a) é a
de ensinar. Poderíamos afirmar, provavelmente com o acordo da maioria dos
ensinantes, que um bom professor é um facilitador da aprendizagem dos seus alunos.
No entanto, pretendemos argumentar que existe uma enorme dificuldade, na prática,
para realizar com êxito a mencionada tarefa se não for acompanhada de um
conhecimento consciente, racional, e de certa maneira científico, dos processos e
elementos mais significativos da sala de aula (PORLÁN, 1987, p. 65).16
Nesse sentido, nestes tempos e espaços propiciados pela própria escola, o professor
tem a possibilidade de falar de si mesmo, de suas ações, de seus saberes e também de suas
angústias (e problemas), que são problematizados pelos colegas do grupo, proporcionando a
reflexão coletiva, que culmina com a escrita e o registro destas reflexões. Estas escritas
16
Tradução minha, original em espanhol.
94
reflexivas, irão se tornar um hábito do professor, o que desencadeará processos de pesquisa,
tanto empíricas quanto teóricas, e também nas práticas propostas aos alunos.
Nesta perspectiva, Marques (1999) afirma que:
[...] é indispensável que haja na escola um corpo docente em permanente
interlocução de práticas, experiências e saberes: professores falantes de si, de seus
empenhos e das ações que cooperativamente desenvolvem. Conversas e discussões
cimentam a unidade da escola na tridimensionalidade do tempo e da memória
(MARQUES, 1999, p. 22).
Por outro lado, é de suma importância que ao proporcionar estes tempos e espaços, a
escola também propicie meios para o desenvolvimento das pesquisas e para o diálogo entre os
pares, tomando cuidado para que estes momentos não se tornem “conversas de comadre”17,
esquecendo a real necessidade da problematização e da reflexão. Isto pode acontecer, tendo
em vista que o professor nunca tem a oportunidade de falar sobre si, e se não tiver um
encaminhamento correto pode sim, desviar sua atenção para discussão de assuntos banais, e
não o que realmente importa, que é a sua própria prática, a sua sala de aula, a sua formação, a
sua atualização, a sua reflexão e a sua pesquisa.
Esta é uma possibilidade de desenvolver ações de formação continuada, valorizando
os saberes dos professores e as práticas por eles desenvolvidas, e que podem, e precisam ser
compartilhados com os colegas, que na maioria das vezes não ultrapassam os limites das
paredes das salas de aula por falta de oportunidades.
Eventos como o EIE são também tentativas de romper com a linearidade do ensino e
porque não dizer, com a opressão sofrida por eles, diariamente, no exercício da sua profissão,
tanto com relação aos mantenedores das instituições de ensino, aos alunos e colegas, quanto a
cobrança das famílias pela educação de seus filhos. Em um encontro, em que o professor tem
a oportunidade de falar sobre a realidade da sua sala de aula, compartilhando as experiências
vivenciadas, e amparadas pelos colegas com vivências similares, o docente sente-se
encorajado a prosseguir na sua luta diária pela legitimação dos seus saberes, pela valorização
da sua profissão, bem como pela busca da liberdade das amarras que o oprimem.
Os professores, ao tentarem escrever sobre suas práticas, expondo os seus saberes:
sofrem uma dualidade que se instala na “interioridade” do seu ser. Descobrem que,
não sendo livres, não chegam a ser autenticamente. Querem ser, mas temem ser. São
eles e ao mesmo tempo são o outro introjetado neles, como consciência opressora.
Sua luta se trava entre serem eles mesmos ou serem duplos. Entre expulsarem ou
não ao opressor de “dentro” de si. Entre se desalienarem ou se manterem alienados.
17
Como, por exemplo, discutir superficialmente o que acontecerá nos próximos capítulos da novela.
95
Entre seguirem prescrições ou terem opções. Entre serem espectadores ou atores.
Entre atuarem ou terem a ilusão de que atuam, na atuação dos opressores. Entre
dizerem a palavra ou não terem voz, castrados no seu poder de criar e recriar, no seu
poder de transformar o mundo (FREIRE, 1987, p. 19).
Escrever sobre suas práticas não é nada fácil, e é mais difícil ainda quando a escrita
exige que haja reflexão sobre a ação realizada. Para escrever ou relatar alguma ação, é
necessário que o autor pense sobre o que foi realizado, embora isso não signifique que ele vá
pensar criticamente, mas o ato de escrever sobre, já pode ser considerado como uma forma de
iniciar o repensar das práticas.
É evidente que os professores das escolas, participantes do EIE, são profissionais
interessados em promover modificações nas suas práticas, bem como, interagir com os
colegas de grupo buscando alternativas para melhoria e/ou facilitação da aprendizagem dos
seus alunos, embora, muitas vezes, não consigam explicitar suas reflexões nos relatos (até
mesmo por não ser uma prática cotidiana registrar as ações realizadas). Isto fundamenta o
diálogo e a reflexão sobre a prática num evento que permite a efetiva troca de experiências
entre os docentes em formação continuada, e também nos leva a questionar porque o
professor planeja suas ações e não reflete sobre elas? Falta de problematização? Falta de
incentivo? Falta de vontade? Motivação? Falta de tempo? De espaço?
Estas questões necessitariam ser discutidas amplamente, já que se referem a aspectos
importantes da pesquisa do professor, mas, resumidamente, destaco que os motivos pelos
quais os professores da escola não fazem pesquisa são muitos, similares entre si e dependentes
da realidade de cada um. É interessante lembrar que até a década de 1980, na formação inicial
era pouco considerada a possibilidade do professor da escola ser pesquisador.
Nesse sentido, é importante considerar que o professor da escola pode fazer pesquisa,
embora muitas vezes não o faça (o ideal é que fizesse, mas infelizmente existe uma grande
distância entre o ideal e o real). Isto se deve, tanto por falta de espaços, tempos e incentivo,
quanto por falta de vontade/motivação, o que faz com que ele continue estagnado, parado,
imobilizado, sem perspectivas de mudança nas suas práticas, por acomodação. É necessário e
urgente criar alternativas ou outros momentos, para que o docente possa expressar-se, falar,
ser ouvido e escutar, e no exercício da alteridade compreender a importância das constantes
atualizações e modificações de suas práticas, pondo-se também em movimento. Esse aspecto
de continuidade na formação e na constituição do sujeito professor é enfatizado no parecer da
avaliadora externa do VIII EIE (2008), Profª Dra. Cátia Maria Nehring:
96
o papel do professor foi bastante marcado em todas as discussões dos grupos,
considerando os textos e a representatividade destes sujeitos que passaram pelo
processo da vivência com as diferentes Unidades Curriculares. Este sujeito é
entendido em eterno processo de aprendizagem – tanto conceitual, como de seu
exercício profissional. Necessidade de enfrentar as angústias, incertezas, idas e
vindas, quando se propõe um processo que em muitas situações não vivenciou na
graduação e em sua vida profissional. Necessidade de entender qual é a função,
deste sujeito professor, enquanto educador para/na a escola e para/na a sociedade. O
grupo entende que o professor é um sujeito que produz conhecimento, necessitando
para isso sair do senso comum, que sua profissão se faz pela ação de “dar” aulas.
Nesta perspectiva, a pesquisa, a escrita, a autoria são processos inerentes a sua
constituição (NEHRING, Comunicação Pessoal no VIII EIE, 2008).
Cabe ainda salientar que esta análise dos dados obtidos por meio da leitura dos anais
das 10 edições do EIE buscou caracterizar este evento como desencadeador da reflexão sobre
as práticas dos professores das escolas, incentivando-os a realizarem a pesquisa (e a escrita)
sobre as mudanças, principalmente, na sua própria prática.
Conforme Marques (1999), configuram-se como necessários esses:
[...] encontros de professores falantes de seus compromissos e interesses, para que se
constituam eles em comunidade científica à medida que responsável pelos próprios
saberes, os saberes da profissão docente em que se constitui a Pedagogia, ciência dos
educadores (MARQUES, 1999, p. 22).
Mais uma vez, é reforçada a importância de o professor da escola falar sobre suas
práticas, sobre suas ações na sala de aula, buscando compreender questões (problemas) que
realmente sejam necessárias a ele, como por exemplo, as dificuldades de aprendizagem dos
seus alunos, o uso das tecnologias, a inclusão e o respeito a diversidade, a relação dialógica,
dentre muitos outros citados nos relatos das práticas inovadoras propostas pelos PE. É válido
ressaltar também, que mesmo nos relatos descritivos muitas vezes é possível perceber as
intenções de melhoria, o que demonstra o interesse do professor, ou pelo menos o germinar
da semente da reflexão e da pesquisa.
Para Dickel (1998), esta proposta de formação do professor pesquisador, que emerge
das necessidades inerentes ao trabalho docente, leva à construção e à busca de possibilidades
de formação continuada, entendendo a pesquisa, no contexto da escola pública (onde
trabalham a maioria dos PE participantes do EIE) como:
[...] a possibilidade de o professor tomar a si o direito pela direção de seu trabalho e,
comprometendo-se com a busca de uma sociedade justa, torná-lo capaz de provocar
em seus alunos a capacidade de inventar um mundo alternativo. Para tanto, a crítica
ao trabalho pedagógico, à escola, e à realidade, associada ao empenho em buscar nos
conhecimentos produzidos pelos professores e pelas crianças o que há de novo e
potencialmente capaz de contribuir nessa luta, são fundamentais (DICKEL, 1998, p.
34).
97
Nesta perspectiva, Carr e Kemmis (1988) apresentam como possibilidade do
professor realizar pesquisa, a investigação-ação (ou pesquisa-ação) que se caracteriza pela
preocupação com a melhora da prática, em que a ação gera reflexão, que por sua vez gera
nova ação e nova reflexão, constituindo uma espiral que permite ao professor constituir-se no
processo.
Segundo Pereira (1998):
[...] a pesquisa-ação pretende ao mesmo tempo conhecer e atuar. Ao invés de
limitar-se a utilizar um saber existente, como no caso da pesquisa aplicada, a
pesquisa-ação procura uma mudança no contexto concreto e estuda as condições e
os resultados da experiência efetuada (PEREIRA, 1998, p. 163).
Nesta perspectiva, a pesquisa-ação se configura como uma oportunidade de pesquisa
para o professor da escola, posto que é uma atividade desenvolvida em grupos e não
solitariamente. Ela se diferencia da autoavaliação e da reflexão individual, à medida que se
coloca como uma prática coletiva, que visa a exposição da situação, a problematização, a
reflexão e a nova ação.
O objetivo principal da pesquisa-ação não é simplesmente resolver um problema,
mas conhecendo o problema, compreender e melhorar a prática educativa. Desta forma, não
está preocupada apenas com a interpretação do problema, mas com a mudança da situação. E
neste processo, tanto “os agentes quanto a situação se modificam, num processo sistemático
de aprendizagem de tal modo que a ação educativa se converte em uma ação criticamente
informada e comprometida” (PEREIRA, 1998, p.165).
Outro aspecto que pode ser evidenciado na leitura dos relatos escritos pelos PE
participantes do EIE, é a busca pela qualificação profissional via programas de pós-graduação
em nível de especialização, mestrado, mestrado profissionalizante e doutorado, o que
demonstra que muitos professores já procuram a formação continuada, movidos por interesses
próprios, sem esperar pelo incentivo dos governos e das mantenedoras das escolas,
demonstrando a constituição da autonomia das suas ações.
Com relação à formação continuada, Nóvoa (2007) afirma que:
[...] um bom programa de formação contínua não é constituído por uma coleção de
cursos e palestras. A bagagem essencial de um professor adquire-se na escola,
através da experiência e da reflexão sobre a experiência. O que dá sentido à
formação contínua é o diálogo entre os professores, a análise rigorosa das práticas e
a procura coletiva das melhores formas de agir (NÓVOA, 2007, p. 27).
98
Embora, como o próprio autor destaca, “a organização da escola não favorece a
existência de tempos e de espaços para uma formação de professores baseada na reflexão e na
partilha” (NÓVOA, 2007). Enfatizamos, mais uma vez, a necessidade de reorganização das
escolas, de modo a favorecer o diálogo reflexivo entre seus professores, em exercícios
constantes de formação continuada, coletivamente. E, portanto a participação em diferentes
espaços/tempos para conseguir articular inúmeras possibilidades de formação profissional,
consolidando a pesquisa-ação no contexto escolar.
Mas afinal, qual é o tipo de pesquisa feita pelo professor da escola? Ela segue os
moldes acadêmicos? Deve seguir? Ou é própria da atividade docente? Quem pode determinar
se a pesquisa feita pelo professor da escola pode ser considerada como pesquisa, é o próprio
professor da escola. Já há algum tempo são realizadas pesquisas sobre esta característica de
pesquisador do professor, mas quem tem realizado são teóricos externos aos reais problemas e
situações vividos na prática docente. Agora é chegada a hora de os professores se permitirem
escutar suas próprias vozes e se fazerem ouvir, tanto pelos “pensadores” quanto pelos colegas
de profissão. Assumir-se como autores de suas práticas, problematizarem-nas coletivamente,
refletir sobre, buscar apoio teórico para fundamentar o seu processo reflexivo e o
levantamento de hipóteses que o ajudem a resolver os seus problemas, realizando o registro
escrito, a generalização e a publicização dos resultados encontrados.
Segundo Duhalde (1999), existe uma dicotomia entre a intervenção profissional e a
investigação legitimada como “científica”, que busca a universalização e a demonstração, o
que dificulta aos professores assumirem-se como autores de suas práticas, tendo em vista as
exigências e a rigorosidade do status científico. Conforme o autor:
é muito difícil ainda hoje, ir contra a ideia de que todo o conhecimento que queira
ser reconhecido com o status de “científico”, não deve ficar reduzido a aspectos
meramente singulares ou circunstanciais, já que a exigência de “universalização”
implica produzir conhecimentos generalizados, regularidades, constantes. E, além
disso, aparece a exigência de “demonstrável”, quer dizer ajustável às normas e
mecanismos que na comunidade científica estão legitimados como tal (DUHALDE,
1999, p. 27).18
A grande maioria das pesquisas feitas pelos professores das escolas surge de
problemas relacionados á sua prática, ou seja, ligados á prática e não a teorias, e talvez por
isso a dificuldade de serem aceitas como pesquisa, quando comparadas as pesquisas
acadêmicas. Conforme Lüdke (2001) “[...] toda pesquisa realizada pelos próprios professores
18
Tradução minha, original em espanhol.
99
tem sempre um potencial de facilitar a prática reflexiva, na medida em que tal pesquisa esteja
voltada para questões que têm a ver com sua própria prática.” (LÜDKE, 2001, p.42).
A pesquisa do professor da escola parte de problemas concretos, emergidos de suas
práticas cotidianas, mas nem por isso pode se resumir a permanecer na concretude do dia a
dia. Ele precisa perder o medo de se expor, e principalmente o medo das problematizações e
das críticas. Aí também aparece outra característica importante que qualifica o professor, que
é a flexibilidade, tanto em seus atos, quanto em seus pensamentos, como afirma Freire (1996,
p.88), “mudar é difícil mas é possível”.
Podemos pensar também em como poderíamos ter a pretensão de exigir de um
profissional que sempre vivenciou práticas tradicionais, fragmentadas e disciplinares, tanto na
educação básica, quanto na formação inicial e acadêmica, que sem auxílio e incentivo,
desperte para algo que não sabe ser possível de realizar?
Enfatizo, para tanto, mais uma vez, a urgente necessidade da formação continuada,
nos grupos/coletivos que podem ser organizados pelos próprios professores interessados em
discutir e renovar suas práticas, desde as suas escolas, na interação com outras ou em espaços
coletivos institucionalizados como as formações propiciadas pelas coordenadorias estaduais
ou secretarias municipais de educação, ou nas redes das escolas particulares.
Nesses Encontros sobre Investigação na Escola, é perceptível que, além de modificar
a prática dos PE que estão atuando nas salas de aula, modificam-se também os PU
(formadores de PE) que percebem a necessidade de ensinar na formação inicial, ou de
reforçar/melhorar esse ensino, aos seus alunos (PFI) como fazer pesquisa, ou como ser
pesquisador. Por sua vez, os PFI que estão participando dos EIE, fazendo parte deste grupo,
vivenciando e experienciando essas interações, já tem a possibilidade de constituírem-se
pesquisadores neste processo. Em outras palavras, reforço a importância de eventos como este
para incentivar o diálogo dos saberes, a problematização das práticas e o desenvolvimento
e/ou aprimoramento das pesquisas realizadas pelos professores.
Outro aspecto evidenciado tem relação com a interação entre os professores da
escola e os professores em formação inicial, quando estes vão até a escola para realizar suas
práticas docentes iniciais, como pode-se observar no excerto a seguir:
100
Com as atividades propostas pelos alunos em formação do curso de Matemática,
houve maior interesse e participação dos alunos em atividades lúdicas, concretas,
ligadas à sua realidade. Isso propiciou aos alunos da universidade um contato
com a realidade dos discentes e da sala de aula, o que, certamente, proporcionará
um melhor desempenho e tranquilidade quando estiverem em situação de estágio,
pois houve um crescimento significativo no desempenho dos mesmos durante o
período que trabalharam com os alunos da 5ª série. [...] Na troca de informações
e experiências com os alunos em formação do curso de licenciatura em
Matemática percebi que parte dos problemas que a turma apresentava estava
em minha formação, pelo fato de ter tido uma formação que pouco enfatizou a
origem dos conceitos matemáticos e os conteúdos foram trabalhados de forma
estanque e abstrata. Da minha parte, como professora da turma 52, percebi que
deveria melhorar muito minha prática, procurar uma maior fundamentação para
que minhas aulas fossem mais motivadoras e interessantes e que pudesse contar com
a participação dos alunos com situações mais concretas. (II EIE/2001, n.53)
É importante que o professor em exercício abra espaços na sua sala de aula para
acolher os licenciandos, auxiliando-os e aprendendo com eles, destacando que o professor se
constitui no processo, e não no momento de sua “formatura”. Este excerto aborda a questão da
interação entre os professores da escola e os professores em formação inicial, evidenciando a
mútua colaboração no enriquecimento das práticas e a reflexão realizada pelo PE.
Com relação a interação propiciada nos encontros, encontramos amparo na teoria
interacionista de Vigotski, que se apoia na concepção de um organismo ativo, onde o
pensamento é construído gradativamente em um ambiente histórico e, em essência, social. A
interação social possui um papel fundamental no desenvolvimento cognitivo e toda função no
desenvolvimento cultural de um sujeito aparece primeiro no nível social, entre pessoas, e
depois no nível individual, dentro dele próprio.
Segundo Vigotski (2007; 2008), a interação social é origem e motor da aprendizagem
e do desenvolvimento intelectual. Todas as funções no desenvolvimento do ser humano
aparecem primeiro no nível social (interpessoal), depois, no nível individual (intrapessoal). A
aprendizagem humana pressupõe uma natureza social específica e um processo através do
qual as pessoas penetram na vida intelectual daquelas que as cercam.
Portanto, uma atualização destas noções possibilita pensar um novo processo de
ensino, que favorece a aprendizagem coletiva em rede (nível social ou interpessoal) e, ao
mesmo tempo as aprendizagens personalizadas (nível individual ou intrapessoal).
Vigotski identifica três estágios de desenvolvimento na criança e que podem ser
estendidos a qualquer aprendiz: nível de desenvolvimento real - determinado pela
capacidade do indivíduo solucionar independentemente as atividades que lhe são propostas;
nível de desenvolvimento potencial - determinado através da solução de atividades
realizadas sob a orientação de uma outra pessoa mais capaz ou cooperação com colegas mais
101
capazes; e zona de desenvolvimento proximal - considerada como um nível intermediário
entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial.
Esta "zona de desenvolvimento proximal" é potencializada através da interação
social, ou seja, as habilidades podem ser desenvolvidas com a ajuda de um adulto ou através
da colaboração entre pares. Já o nível de desenvolvimento real é considerado como as funções
mentais do indivíduo que já estão estabelecidas, decorrentes das etapas de desenvolvimento
inteiramente cumpridas pelo sujeito.
A aplicação da abordagem de Vigotski na prática educacional requer que o professor
reconheça a existência da "zona de desenvolvimento proximal" e estimule o trabalho
colaborativo, de forma a potencializar o desenvolvimento cognitivo dos alunos. No caso dos
grupos de pesquisa de professores, e do evento em si, também é estimulada a interação entre
os diferentes sujeitos, visando o desenvolvimento e a aprendizagem coletiva.
Neste sentido, tentando compreender o que os professores escrevem sobre suas
práticas, ou mesmo, o que eles escrevem, selecionei os relatos escritos apenas pelos PE,
considerando que é na ação, na prática, na vivência e na experiência que os saberes docentes
se consolidam e constituem suas identidades professorais, observando que os professores da
escola também fazem pesquisas, que possuem uma característica que as diferenciam das
pesquisas acadêmicas: o objeto de pesquisa é a própria prática docente (não parte de uma
teoria, embora busque reforços nela), (TARDIF, 2002; LARROSA, 2002; CARR &
KEMMIS, 1988; FREIRE, 1996).
Sendo assim, após a leitura dos relatos escritos pelos professores de escola, pude
observar a diferenciação, tanto no formato de escrita, quanto nas temáticas abordadas. Em
relação ao formato, há relatos meramente descritivos de fatos e situações da sala de aula, já
outros, apresentam a descrição e a reflexão realizada sobre tais situações, o que demonstra, de
certa forma, o processo de evolução na escrita dos professores, embora não tenhamos
observado o crescimento individual de cada autor nesta pesquisa.
Com relação às temáticas, foi possível elaborar cinco categorias mais abrangentes
(avaliação, Currículo, Ensino e Aprendizagem, Formação, e Metodologia), que reuniram os
relatos em subcategorias por possuírem diferentes abordagens relativas aos temas gerais. O
que de comum pode-se perceber nos relatos dos professores da escola foram as propostas de
inovação curricular, conforme consta no parecer do avaliador externo do IV EIE, prof. Dr.
Roque Moraes:
102
os relatos apresentados pelos participantes do Encontro mostram que as inovações
curriculares integram propostas que têm sua base na sala de aula, mas indo além
dela, solicitando iniciativas coletivas com base na comunidade escolar como um
todo. Concretizam-se a partir de coletivos nos quais se integram reconstrução teórica
e transformação da prática, emergindo novas propostas curriculares produzidas
coletivamente, sempre na procura de uma escola mais significativa para aqueles que
pretender atender. Nisso, em geral, é preciso romper ordens existentes para
constituir-se novas formas de organização (HARRES, 2004, p. 43)
Outro fator que permaneceu em evidência ao longo de todas as edições, e que foi
enfatizado várias vezes, tanto na avaliação dos pareceristas externos, quanto na dos
participantes do evento, foi a valorização do diálogo, e a interação entre os diferentes sujeitos,
proporcionando espaços de formação contínua e continuada.
A observação da avaliadora externa do VIII EIE destaca este processo de interação,
continuidade e complementaridade propiciado pelos encontros. Segundo Nehring (2008):
o processo de formação de professores [...] é um processo que percebe a
complementaridade da formação inicial e a formação continuada. Necessidade de
parcerias estabelecidas entre a Escola de Educação Básica e a Universidade. A
formação não é entendida como algo pronto e acabado, pois existe uma
provisoriedade das/nas ações realizadas. Necessidade de vários sujeitos diferentes
(professor da universidade, professor da escola de educação básica, alunos da
licenciatura e alunos da escola) implicados no processo de formação inicial. A
formação é entendida como um processo de criação (NEHRING, Comunicação
Pessoal no VIII EIE, 2008).
Afirmação esta, que concorda com a proposta dos PCN (1997), com relação ao
processo de formação dos professores, quando cita que:
além de uma formação inicial consistente, é preciso considerar um investimento
educativo contínuo e sistemático para que o professor se desenvolva como
profissional de educação. O conteúdo e a metodologia para essa formação precisam
ser revistos para que haja possibilidade de melhoria do ensino. A formação não pode
ser tratada como um acúmulo de cursos e técnicas, mas sim como um processo
reflexivo e crítico sobre a prática educativa. Investir no desenvolvimento
profissional dos professores é também intervir em suas reais condições de trabalho
(BRASIL-PCN, 1997, p. 25).
Sendo assim, esta pesquisa procurou compreender como os Encontros sobre
Investigação na Escola colaboram para efetivar ações de formação continuada para os
professores das escolas, constituindo-se num espaço propício de interação e diálogo entre os
diferentes sujeitos participantes. O fato dos encontros possuírem momentos de discussão das
práticas dos professores, momentos de sistematização dos pontos em comum, e a
apresentação destas sistematizações acompanhadas por avaliadores externos que, geralmente,
103
acompanharam todo o evento, permitiu também uma leitura crítica das ações desencadeadas e
dos reflexos na formação continuada dos professores da escola.
Ao longo do tempo, foi possível perceber algumas “fragilidades” do evento,
apontadas pelas críticas dos avaliadores externos, no sentido de chamar a atenção para a
reorganização, reestruturação, e também quanto aos critérios de aceite dos trabalhos, que são
condição para a participação no evento, colaborando, desta forma, para a melhoria e
qualificação deste encontro. Estas modificações podem ser percebidas ao considerar a
adequação dos objetivos do evento a cada nova edição, e também, a reestruturação da
sistemática de trabalho: organização em pequenos grupos, sistematização em grupos maiores
e, para concluir, assembleia geral. Sendo assim, as críticas contribuíram para, dentre outros
aspectos, entender a necessidade de organização dos espaços, considerando o papel do
professor da escola na discussão e reflexão sobre a sua prática.
104
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
Observa-se que muitos trabalhos, apresentados nos Encontros sobre Investigação na
Escola (2000 a 2010), demonstram a característica reflexiva dos professores autores,
evidenciando os princípios da pesquisa de sua própria prática, o que é melhorado a cada
edição do evento, tendo em vista que vários professores participantes retornam ao evento com
novos trabalhos, a cada ano, incluindo novas reflexões e significados para as propostas
apresentadas.
A principal característica dos relatos escritos pelos professores é a reflexão e a busca
pela partilha coletiva das práticas. O que vem ao encontro da ideia de pesquisa-ação,
considerando a exposição no grupo, a problematização e a reflexão coletiva, visando a
modificação da situação.
Outra característica evidenciada é a busca pela formação continuada, que se torna
necessidade para cada professor, à medida que problematiza sua própria prática, pondo-a em
discussão com o grupo de colegas. Ao mesmo tempo, os espaços propiciados pelo EIE se
constituem como ambientes favoráveis à formação continuada, à interação entre os diferentes
sujeitos e à reflexão coletiva, o que responde ao questionamento do meu problema inicial de
pesquisa. Nesse sentido, o EIE se configura como um espaço propício a formação continuada,
permitindo a interação entre os diferentes sujeitos envolvidos, em constante processo de
repensar sobre suas práticas, realizando a investigação e a inovação necessárias ao sistema
educacional atual.
Sendo assim, para iniciar este processo de mudança, é necessário a organização dos
professores nas suas próprias escolas, constituindo grupos de pesquisa, discussão, diálogo e
reflexão, sobre os problemas que necessitam solucionar nas suas práticas cotidianas, sem
esperar que as respostas venham prontas, esquematizadas, e preparadas por sujeitos externos
ao processo experienciado pelo grupo, considerando a realidade de cada lugar.
105
Vale lembrar, que embora teoricamente a escola tenha autonomia nas suas ações, ela
está inserida em um sistema educativo mais amplo, que por sua vez, faz parte da sociedade,
dependendo portanto, de questões externas, para sua própria organização, como, por exemplo,
a possibilidade de elaboração de tempos e espaços para os professores atuarem na sala de aula
e participarem das reuniões de formação continuada. É possível que o professor, sem dispor
de tempo adequado, consiga organizar processos de ensino e aprendizagem, planejar suas
aulas, desenvolver ações inovadoras, avaliar o processo e ainda refletir e problematizar suas
ações junto com os seus colegas, constituindo na escola um grupo de pesquisa, e assumindo
desta forma, sua postura de professor pesquisador?
Esta organização dos coletivos escolares possibilitará que a investigação na escola19
não seja um momento pontual durante o ano letivo, mas que faça parte da prática cotidiana de
todos os professores que atuam ou que virão a atuar nas escolas. Nesse sentido, pretende-se
que a prática de reflexão, de escrita e de busca pela fundamentação e entendimento teórico,
sejam práticas integrantes da “rotina” dos professores, melhorando tanto as práticas quanto a
estrutura da escrita e da reflexão realizada. Mas para isso, os professores das escolas
necessitam de tempos e espaços para que esta prática se efetive, o que só pode ser
disponibilizado pelas mantenedoras das escolas, o que demonstra que este não é um trabalho
solitário, e que depende não só da vontade do professor, mas de muitas outras questões.
Sendo assim, os EIE apresentam-se como possibilidade de escrita, apresentação,
interação e reflexão das práticas dos diferentes participantes do evento, colaborando para o
desenvolvimento intelectual e cognitivo, suscitando a elaboração de pesquisas e a
reorganização dos currículos escolares, visando a inovação e a investigação das ações. Reitero
a necessidade de que esta prática reflexiva e de pesquisa não seja apenas em momentos
determinados, mas como intrínseca a ação docente, seja desenvolvida de maneira efetiva,
constante e cotidianamente.
19
Proposta do EIE.
106
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PAIVA, A. M. S.; SÁ, I. P.; NOVAES, J. A. O uso do portfólio na avaliação da aprendizagem
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Rio
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2008.
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PANSERA-DE-ARAÚJO, M. C. (coord.). Anais do III Encontro Regional de Ensino de
Biologia – EREBIO-SUL; VIII Encontro sobre Investigação na Escola. Ijuí: Ed. UNIJUÍ,
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PEREIRA, E. M. A. Professor como pesquisador: o enfoque da pesquisa-ação na prática
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Cartografias do trabalho docente: professor(a)-pesquisador(a). Campinas/SP: Mercado de
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PORLÁN, R. El maestro como investigador en el aula. Revista Investigación en la Escuela,
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PORLÁN, R. Manifesto pedagógico: no es verdad. REDE IRES, 2008.
110
QUARTIERI, M. T. (coord.). Anais do IX Encontro sobre Investigação na Escola.
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RIO GRANDE DO SUL. Referencial curricular lições do Rio Grande: ciência da natureza
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SALVATORE, D’Onofrio. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, 1999.
SILVA, J. M. P. et al. Água, fator determinante para a vida: uma possibilidade de articulação
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SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo
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VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VIGOTSKI, L. S. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
111
ANEXOS
112
ANEXO 1: Relação total dos autores em cada edição do Encontro sobre Investigação na
Escola
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
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15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
I Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Brasilio Ricardo Cirillo da
1
Introdução de noções de probabilidade e estatística nas
Silva/ PFI - PUCRS
séries do Ensino Fundamental e Médio
Evandro Carlos dos Santos/
1
Projeto de avaliação escolar
NI – NI
Asociación de Maestros de
Dinámica del aprendizaje emergente
Montecarlo/ NI - Argentina
Juana Dora Yagas/ NI –
4
La educación artística para la E. G. B. em el marco regional
Facultad de Artes
y mercosur” la pintura mural. Experiencias prácticas
Anelise Maria Kipper/ PE
1
O erro na aprendizagem da Matemática: um estudo de caso
– NI
Roque Moraes/ PU 6
Educação em Ciências: preparando cidadãos para a realidade
PUCRS
científica e tecnológica do novo milênio
Mari Angela Meincke/ PE 1
Investigando alternativas para elevar o grau de motivação
Escola
dos alunos nas aulas de Física
José Francisco Reichter/
1
Avaliar o aluno no seu todo, mas também através da prova
PE - Escola
Clair
Sibila
Körbes
1
Evolução das concepções de Massa e Peso
Firnkes/ PE - Escola
Clarice Maria Colognese/
1
Trabalhando com História da Matemática
PE – Escola
Adriane
Marisa
1
O pavor da álgebra na 7ª série
Lindemann/ PE - Escola
Lucimara R. Mucelin/ PFI
3
Por que existem as estações do ano?
- NI
Sueli Casarotto/ PE 1
Ideias prévias sobre geada
Escola
Rosane M. Laste Bagatini/
1
Área
PE - Escola
Renir Rosolen Dalle Laste/
2
É viável trabalhar modelos atômicos na 8ª série? É
NI - NI
necessário trabalhar modelos atômicos na 8ª série?
Maria Cristina Kunzler
1
Ideias prévias sobre Educação Ambiental e suas evoluções
Diersmann/ PE – Escola
em 2 turmas de nível de ensino deferentes
Roseli
Schneider
1
O corpo humano como um todo
Aschebrok/ NI - NI
Mari Aurora Favero Reis/
1
Aprender ciências pode ser atividade prazerosa
PE – NI
Maurivan Güntzel Ramos/
1
Tutoramento em prática de ensino de Química: a
PU - PUCRS
investigação na formação de professores
Claiton José Grabauska /
4
Que fazeres educativos: a viabilidade da colaboração
PU – UFSM
educacional na formação de professores
Margarida Balestro/ PU –
2
Avaliação do processo ensino aprendizagem: múltiplos
ULBRA
olhares frente às novas perspectivas educacionais
Maira Ferreira/ PE –
1
Expectativas dos professores com relação as suas propostas
Escola
de ensino
Eduardo Adolfo Terrazzan/
2
Educação continuada de professores de Ciências no Ensino
PU - UFSM
Fundamental: Relato de uma experiência
Verno Kruger/ PU 2
Desenvolvimento Profissional de professores de Ciências:
UNIVATES
contribuições de um curso voltado para a reflexão da prática
pedagógica
Luísa
Furtado
de
2
A informática como possibilidade de iniciar um processo de
Mendonça da Costa/ M investigação da prática escolar pelos professores
UFSM
Henrique
João
2
Resolução de problemas a partir de alguns pressupostos
Breuckmann/ PE - Escola
Vygotskyanos
113
Jocelyne Bocehese/ PU –
NI
Rosane
Werkhausen
Luersen/ PFI - Univates
Elcio Oliveira da Silva/ PE
- Escola
3
30
Miguel Angel Duhalde/ PU
– NI
1
31
Lisane Anes Romero/ PU UFSM
Sandro Rogério Vargas
Ustra/ PU – UFSM/URI
1
Márcio Penna Corte Real/
M - UFSM
Úrsula Weiss Detsch/ PE Escola
Rodolfo José Detsch/ PU UNISINOS
Cleonice Maria Tomazzetti
/ PU - UFSM
Elisabete T. Dacroce/ PE –
Escola
Vilmar Zermiani/ M –
FURB
Vilmar Zermiani/ M FURB
Janine
Pochmann
Metzdorf/ PE - Escola
Rita de Cássia Pistóia
mariani/ PU - UFSM
Noemia de Lima Batista/
PE - Escola
1
Metodologia do Ensino Superioi e construção do
conhecimento profissional docente
O ensino da língua portuguesa para além da gramática: uma
proposta contextualizada
Análise de uma configuração didática supostamente
interdisciplinar envolvendo as disciplinas de Química e
Matemática
Red de docentes que hacen investigación educativa. La
experiencia de la confederación de trabajadores de la
educación de la República Argentina
A investigação e a ação nas práticas de ensino em Educação
Infantil
Trabalhando com planejamentos didáticos e diários da
prática pedagógica continuada de professores de Ciências e
de Física
Investigando a cultura negra na prática de Educação musical
1
Projeto Ipê
1
Laboratório didático de Ciências Físicas e normas sociais
3
2
Ciclos de investigação – ação na disciplina de didática de
educação infantil
Projeto de pesquisa
2
Rede de feiras de Matemática de SC
3
Atuação do laboratório de Matemática – FURB no trabalho
com portadores de necessidades especiais (PNE)
Trabalhando língua portuguesa com novas tecnologias
43
Carmen Regina Jardim de
Azambuja/ PFI - PUCRS
1
44
45
Rosibel Kunz/ PE - Escola
Márcia Helena Lenz Sfair/
PE - Escola
Helena Noronha Cury/ PU
- PUCRS
Elena Maria Mallmann/ PU
- UFSM
Deisi Sangoi Freitas/ PG –
UNICAMP
Ingrid Feldens Viegas/ PE
– Escola
Márcia Helena Lenz Sfair/
PE - Escola
Jean Pierre Retztte/ PE –
Escola
Karine Trevisol Christ/ PE
- Escola
Guilherme G. Kilpp/ PFI UNIVATES
Silvane Fensterseifer/ PE –
1
1
27
28
29
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
46
47
48
49
50
51
52
53
54
2
1
2
1
2
2
2
O professor de Matemática: uma investigação sobre sua
formação continuada
Que Matemática ensinar para atender não só o aluno do
Ensino Médio, mas também o profissional das séries iniciais
do Ensino Fundamental
Oficinas pedagógicas de Matemática da PUC/RS –
contribuições á prática de professores de Matemática do
Ensino Fundamental e Médio
E o lixo, aonde vai?
Educação diferenciada na 5ª série
2
Monografia de conclusão de curso como prática de pesquisa
na formação de professores de Matemática
Investigação – ação na educação recorrente: fortalecendo a
formação inicial e continuada de profissionais da educação
Visão de natureza humana na imagem fílmica de Werner
Herzog
Em busca de cidadania
1
Educação de jovens e adultos
1
A composição da gasolina e suas características
3
Projetos na Educação Infantil
2
Circuitos elétricos
1
O ensino de Educação Física no Ensino Médio
11
1
114
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
Escola
Greice Mara Chaves Paim/
PFI - UNIVATES
3
Geovani
Beatriz
Rodrigues/
PE
UNIVATES
Adelaide Saez/ PFI ULBRA
1
Ingo Valter Schreiner/ PU
– UNIVATES
José André Peres Angotti/
PU – UEPG/PR
1
Anelise Fell/ PFI - NI
Taciana Câmera Segati/ PU
- UFSM
Mônica Cella/ PFI - UFSM
2
2
3
3
2
A importância de uma brinquedoteca na formação de
professores de Educação Infantil e séries iniciais do Ensino
Fundamental
Brincando e aprendendo
Reflexões sobre o desenvolvimento de inovações
pedagógicas – a disciplina de sociologia da saúde nos cursos
da área da saúde da Ulbra, o olhar de discentes e docentes
Concepções sobre número real em professores de
Matemática
Investigação – ação e a formação de professores de Física
(investigadores ativos): construindo o conhecimento
emancipatório
Experiências obtidas no laboratório de ensino de Matemática
Ações investigativas e colaborativas no processo de
formação de professores e nas práticas em Educação Infantil
Formação continuada de professores: reflexões sobre a
prática pedagógica e a superação de obstáculos
Educação para preservação do meio ambiente: separação e
reciclagem do lixo
Concepções dos estudantes sobre estações do ano
Carmem Ignez Braganholo/
2
PE - Escola
Inês Michelon Zanuzo/ PG
3
- UNIVATES
Lurdes R. Eckhardt/ PE 1
As implicações da lei do todo ou nada
Escola
Adriana Magedanz/ PE –
2
Horta-escolar geométrica
Escola
Lurdes Müller/ PE – Escola
1
Maquetes
Cleria Maria Wendling/
3
Pedagogia e biologia: uma proposta de ações colaborativas
PFI - UFSM
Adriana Magedanz/ PE 1
Confecção de pandorgas
Escola
Elaine Maria Moriggi/ PU
1
Verificando a representação do corpo humano
– UNIVATES
Cláudio Roberto Figueiró
1
Planos de estudos para o desenvolvimento de temas de
da Silva/ PE - Escola
interesse dos alunos em Química
Ligia Bergesch Rocha/ NI
2
O que pensamos sobre as ideias dos alunos? Concepções
– NI
didáticas de futuros professores no caso da forma da terra
Stela Simone Bresciani/ PE
2
Interdisciplinaridade numa escola por ciclos como exemplo
- Escola
de uma educação prazerosa
II Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Marlene Correro Grillo/
3
Docência e formação pedagógica
PU - PUCRS
Darci Kops/ PU – ULBRA
1
Contrato psicológico na relação professor-aluno
Lurdes Ribeiro Eckhardt/
1
Relacionar X Contextualizar X Analisar, uma maneira de
PE - Escola
aprender
Fábio da Purificação de
2
Formação de professores em EJA (educação de jovens e
Bastos/ PU - UFSM
adultos) num processo de ensino investigativo
Henrique
João
2
A iniciação científica no ensino básico: limitações e
Breuckmann/ PU - FURB
possibilidades
Sônia
Elisa
Marchi
2
Modelos didáticos de professores em formação inicial
Gonzatti/ PG - UNIVATES
Giseli Barreto da Cruz/ M 1
O componente pesquisa na formação inicial do professor da
PUCRJ
primeira etapa do Ensino Fundamental
Denise Angela Wunder/
4
Situação de Estudo: um novo enfoque no desenvolvimento
PFI - UNIJUI
curricular junto aos professores de ciências: “Dengue e
115
9
10
11
12
13
14
15
16
17
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19
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30
31
32
33
34
35
36
2
Leptospirose”
Formação do professor para atuar no ensino de ciências
naturais na pré-escola
Docência – investigativa: relato de um percurso
Ensino – investigativo em ciências naturais e tecnologia e
formação de professores
O folclore nas atividades recreativas e psicomotoras da
educação infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
Manifestações de sexualidade homoerótica na escola
1
Vivência de uma experiência desafiadora
3
Atualização curricular e acompanhamento da prática
pedagógica no ensino de Física
Investigação e ação: interagindo nos “quefazeres”
educativos na formação inicial e continuada
Relato de experiência vivenciada em sala de aula em uma
disciplina na qual a atribuição de nota não tem relação com a
avaliação
Pensamento dos alunos do ensino fundamental acerca do
que é ciências
Formação e auto – formação docente: construindo e
reconstruindo o entendimento das práticas educativas
emancipatórias
TEBES (Transformación de la Educación Básica desde la
Escuela): um espacio para recrear la practica docente
Uma experiência de intercambio docente México –
Argentina 2000 – 2002: “ auto – reconecernos para darnos a
conocer
Experienciando uma Situação de Estudo no Ensino Médio
Daniela Corrêa da Rosa /
PU - UFSM
Iara Caierão/ PU - NI
Elena Maria Mallmann/ PU
- UFSM
Grace Pinho Freitas/ NI NI
Camilo Darsie/ PE ULBRA
Lia Mara Cima/ PE Escola
Taniamara
Vizzotto
Chaves/ PFI - UFSM
Elizandra F. Soares/ M UFSM
Tatiane Henz/ PFI UNIVATES
2
Mônica Bazzan Dessuy/
PFI - UNIJUI
Adilio L. da Rosa/ NI UFSM
2
1
3
2
3
2
18
Alicia Sanchez Patinõ/ NI
– México
Norma Anaya de Anda/ NI
– México/ Argentina
5
Alessandro Bazzan/ PE –
UNIJUI
Irma Cristina Noguera/ PE
– Argentina
Ana Cecília Togni/ PU - NI
5
Mari Angela Meincke/ PE
– Escola
Carlos A. Souza/ PU UFSM
Jaime Ginzburg/ PU UFSM
Osmarilda de Borba/ PU UNIVALI
Guilherme Germano Kilpp/
PFI - NI
Valderez
Marina
do
Rosário Lima/ PU - NI
Carmem Lúcia Hautrive/
PFI - UFSM
Renir Itosoleu Dalie Laste/
PE - Escola
1
Regina Maria Rabello
Borges/ PU - PUCRS
Prof. De Educação Infantil/
PE - Escola
Ingo Valter Schreiner/ PU UNIVATES
Ingrid Feldens Viegas/ PE -
1
6
1
Registros didácticos – pedagógicos documentación
professional del hacer áulico desde la acción – reflexión
Lógica nas licenciaturas em Matemática: resolvendo
problemas e realizando demonstrações
Análise das ideias dos alunos sobre uma metodologia mais
investigativa, relativa aos conteúdos para o vestibular
Os meios tecnológicos – comunicativos na resolução de
problemas
Heranças do autoritarismo e percursos de qualificação no
ensino de literatura brasileira
Portfólio de ensino
1
Novas concepções de ensino de funções
1
Produção escrita em sala de aula
6
A construção do conhecimento a partir da realidade
1
3
Hipótese curricular: integrando (conteúdos conceituais,
procedimentais e atitudinais) de ciências de 8ª série com o
tema “água”
Aulas de Biologia em visitas orientadas ao museu de
ciências e tecnologia – MCT – PUCRS
Um novo jeito de brincar
1
Evolução da concepção de função
1
A vida por trás das lentes
4
1
3
1
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37
38
39
40
41
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52
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56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
Escola
Cláudio Roberto Figueiró
da Silva/ PU - UNIVATES
Marli T. Quartieri/ NI - NI
Jacira Pinto da Roza/ PG ULBRA
Eliane Friedrich Winter/
PE - Escola
Adriana Magedanz/ PE Escola
Maria Talita Fleig/ M UFSM
Josiane Marostica/ PFI UNIVATES
4
Construindo unidades didáticas para o ensino fundamental
4
2
1
O perfil do aluno quanto à bagagem Matemática
A pesquisa – ação e o professor – pesquisador: relações na
educação de professores
Projeto interdisciplinar
1
Alcoolismo e fumo. Não entre nessa
6
Regina Célia Paz d’Mutti/
PE - Escola
Rosane
Maria
Laste
Bagatini/ PE - Escola
Sueli Casarotto/ PE Escola
Jacira Pinto da Roza/ M ULBRA
Eliana
Fernandes
Borragini/
PE
UNIVATES
Prof. Maria Luba Kujawski
Pezzi/ PE - Escola
Gisely K. Machado/ PFI Escola
Aneli Paaz/ PE - Escola
Janete Maria Zen Tigre/ PE
- Escola
Clair
Sibila
Korbes
Firnkes/ NI - NI
Elisabeth Albert/ M - NI
2
Educação ambiental como possibilidade integradora das
praticas na educação infantil
O comportamento lúdico de crianças portadoras de
Síndrome de Down: abordagem da psicomotricidade
relacional
Tecendo a rede a várias mãos
1
Investigação e mudança conceitual sobre sexualidade
1
Idéias prévias e mudança conceitual sobre “estações do ano”
1
Pesquisa – produções científicas em encontros nacionais de
educação no ano de 1999 – 2001
Educação pela pesquisa: trabalhando por projetos na escola
de ensino médio
Ligia Bergesch Rocha/ PFI
- UNIVATES
Tânia Bernhard/ PU UNISC
Elisete Coser/ PFI UNIVATES
José Francisco Reichert/
PE - Escola
Maria I. Levy/ PE – Escola
5
Leila Krause Silva Rabello/
PFI - ULBRA
Josi Graciela Petter/ PFI NI
Cristina Silveira de Faria/
PFI - PUCRS
Milton Müller Rodrigues/
PU - ULBRA
Fabiane Garcia/ PFI FURG
Maria Teresa Orlandin
Nunes/ PFI - FURG
3
4
1
Aluno como um todo produzindo texto
2
Avaliação e orientação postural nas escolas
2
2
Incidentes críticos como objeto de análise da prática
Teorias psicológicas – como estudá-las com interesse?
1
Construção coletiva: estrutura dos planos de estudos da 3ª
CRE – Coordenadoria Regional de Educação
“trabalhando com adultos – uma experiência com jornal em
sala de aula”
Estudo das pilhas através de experiências
2
3
Assessoria didático – científica como dinamizadora do
processo ensino – aprendizagem em ciências
Circuitos elétricos através de experiências
1
Unidade didática – a busca do conhecimento
4
1
“Você tem fome de quê?” unidade didática sobre
alimentação
A percepção de si mesmo na formação de professores
3
Pesquisas arqueológicas no Vale do Taquari
3
Construção coletiva da unidade didática sobre drogas e
saúde
Gênero masculino e manifestações da sexualidade
homoerótica na escola
Construindo unidades didáticas em grupo*
1
1
12
2
O consumo responsável de água potável: uma questão de
educação ambiental
117
Sandro Rogério Vargas
Ustra/ PU – URI/ Santiago
67
Rita de Cássia Pistóia
1
Mariani/PU– URI/Santiago
Rosane F. Postal/ PG –
1
Univates
Fernanda Bringheti/ PFI 1
Construção coletiva de uma unidade didática sobre o eixo
PUCRS
temático “água”
Paula Prá Veleda/ PFI 2
Energia na vida, energia na escola
PUCRS
Verno Kruger/ PU 1
Relações possíveis entre estratégias de avaliação e
UNIVATES
desenvolvimento da autonomia
Esperanza Montaño/ NI –
1
Expedición pedagógica nacional
Colômbia
Rosibel Kunz/ PE - Escola
1
Quem sou e de onde vim?
Eduardo Gaspar Justo
3
Previsão do tempo
Jardim/ PFI - NI
Olgaires
Domingues
1
O adolescente no processo sócio – institucional
Scheneider/ NI – NI
III Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR
Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Aut
Ilse Abegg/ PFI - UFSM
4
Eixos Curriculares Ativos na Prática de Ensino-Investigativa
em Ciências Naturais e suas Tecnologias
Margarida Balestro/ PU –
1
Práticas de Ensino: Vivencias e desafios construídos
ULBRA
Mariluce da Silva Flores/
4
Histórias do Mundo para crianças
PE - Escola
Clarice Schneider/ PE 2
Corpo e Identidade
Escola
Marli Teresinha Quartieri/
4
Experiências no Laboratório de Ensino de Matemática
PU - UNIVATES
Luís Fernando Rabello
1
Reflexões sobre a Teleducação em sala de aula: relação
Borges/ M - UNISINOS
entre som e imagem no telecurso 2000
Michelle Camara Pizzato/
1
Uso de Temas Geradores na Prática de Ensino de Química
PU - UFRGS
Adelaide Maria Saez/ PU 3
A experiência com a metodologia da Problematização na
ULBRA
Sociologia da Saúde: O olhar do corpo discente sobre essa
nova forma de aprender a aprender
Nara Basso/ M - NI
7
Unidade Didática sobre os Metais
Denise Kriedte da Costa/
2
Desenvolvimento de Fungos em Alimentos: Um projeto
PE – Escola
interdisciplinar
Carlos Alberto Souza/ PU 4
Resolução de Problemas nos Meios Tecnológico –
UFSM
Comunicativos
Adriane
Marisa
1
Números Inteiros e Racionais Relativos: das dificuldades na
Lindemann/ PG - NI
7ª série, à mudança de metodologia na 6ª série
Renir Rosolen Dalle Laste/ 12 Lixo Separado, Meio Ambiente Poupado: Trabalho
PE - Escola
Interdisciplinar, Integrado ao eixo temático “Meio
Ambiente”
Lúcia Beatriz Núncio/ PE 6
Leitura e Releitura dos Contos de Fadas
Escola
Analúcia Brito Fialho/ M 5
Temas de Casa no Amem: Acoplando Aprendizagens
NI
presenciais e à distância
Ana Marli Bulegon/ PE 3
Diário do Professor: Um instrumento de Auto – Avaliação e
Escola
Atualização da Prática Pedagógica
Maria Ângela Martins
3
Unidade Didática Lixo: Recicle esta ideia! Uma proposta
Teixeira/ PE - FURG
interdisciplinar
Jóice Kubiczewski/ PFI 1
Oficina de Dobraduras para o ensino de Geometria
68
69
70
71
72
73
74
75
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
1
A estrutura dos GTPFS – Grupos de trabalho de Professores
de Física de Santiago e Santa Maria e a resolução de
problemas em Física
Tecnologias educacionais: como os professores de
Matemática as caracterizam
Uma proposta alternativa para o estudo das funções
66
118
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
PUCRS
Thanira Chayb Pillar/ PE Escola
Eduardo A. Terrazzan/ PU
– UFSM
Ana Cecília Togni/ PU Univates
José André Peres Angotti /
M – UEPG / PR
Rosane Lopes Jardim/ PFI
- PUCRS
Regina Maria Rabello
Borges/ M - PUCRS
Lylian Brocele/ PE Escola
Rita de Cássia Pistóia
Mariani/ PU - URI
Daniela Corrêa da Rosa/ NI
- NI
Camila L. Stumm/ PFI UNIJUI
Aneli Paaz/ M - PUCRS
Carla Juny Soares de
Azevedo/ PE - Escola
Roque Moraes/ PU PUCRS
Sônia Regina da Luz
Matos/ NI - PUCRS
João
Baptista
alvares
Rosito / PFI - PUCRS
1
Contação de Histórias: da fantasia ao prazer de ler
3
Diário da Prática Pedagógica do Professor: um instrumento
de Reflexão do trabalho docente
A utilização da Literatura Infantil no Ensino de Matemática
1
3
1
1
1
2
2
4
2
3
3
3
2
Uma Abordagem Temática sobre Telefonia Celular na
Formação dos Professores de Física
Uso do Material Dourado no Ensino de Números Decimais
Museu Interativo Aplicado ao Ensino de Ciências e
Matemática
Libertando-se do Livro Didático a partir de Portadores de
Textos Alternativos
O Programa Alfabetização Solidária e a Formação de
Professores
Alfabetização Científico – Tecnológica nas Séries Iniciais:
Alguns Condicionantes Estruturais
Novas Interações entre Sujeitos Participantes de Situações
de Estudo na Formação em Ciências
O insólito na Docência
Preparação para a construção coletiva do currículo a partir
da investigação da realidade: Uma abordagem freireana
Sexualidade: construção coletiva de uma unidade de
aprendizagem
Espetaculosas, coitados e bem feito! Alguns discursos sobre
AIDS...
Construindo a compreensão da imunodeficiência: Uma
abordagem das questões científicas e sociais da AIDS no
cotidiano
Alimentos: Produção e Consumo – Uma situação de Estudo
como forma alternativa para o ensino de Ciências
Situações de estudo e formação inicial e continuada de
professores de Ciências Naturais: Implicações na dinâmica
da sala de aula
Leitura, Escrita e oralidade na proposta do Integrar
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU - UNIJUI
Milton A. Auth/ PU UNIJUI
4
Clairton Soares Lopes/ NI
– NI
Taniamara
Vizzotto
Chaves/ M - URI
Daniela Viero Finamor/ PE
- URI
1
Milton Müller Rodrigues/
PU - ULBRA
Guilherme Germano Kilpp/
PFI - UNIVATES
Elisete Coser/ M - UFSC
Jânine Brum/ PFI UNIVATES
Janete F. Klein Köhnlein/
M - UFSC
1
Uma experiência de formação continuada: o GTPF de
Santiago/RS
Os avanços Pedagógicos e mudanças de concepções de
professores de Física a partir de uma experiência de
formação continuada
A memória, a paciência e a construção do conhecimento
2
Prática em dupla de Ensino de Matemática I
1
3
Tutoria funciona?
Estágio em trio de Matemática no Ensino Fundamental
2
Geverson Luis Rabaiolli /
PFI - UNIVATES
Aline Guilhon Alves/ PFI ULBRA
Verónica Catabiel/ NI Argentina
5
Uma discussão sobre a natureza do trabalho científico no
ensino médio: Um exemplo através da teoria da relatividade
restrita
Circuitos Elétricos, em série e paralelo, através de
experiências
A presença do Lúdico na Hora do Conto
4
3
5
5
3
Presentación de la red de docentes que realizan investigación
em el aula
119
47
48
49
50
51
52
53
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55
56
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66
67
68
69
70
71
72
73
74
Claudia Elizângela dos
Santos/ PFI - ULBRA
Décio Auler/ PU - UFSM
Sueli Casarotto / PE Escola
Rosane
Maria
Laste
Bagatini/ PE - Escola
5
O lúdico contribui para superar a agressividade infantil?
2
1
Eveline Venter/ PFI UNIVATES
Lourdes Maria Borrin/ PE Escola
Adão Alves Pinheiro/PE Escola
Lisandra Maria Kochem/
PFI - UNIVATES
Elisabete Maria Hammes/
NI – NI
Daniela Stefani Ritter/ PFI
– UNIVATES
Joseane Maróstica/ PU UNIVATES
Lia
Bárbara
Marques
Wilges/ PFI - PUCRS
Regina Borges/ PFI PUCRS
Selma França S. Costa/ PU
- NI
2
Energia “consumida”: transporte particular X coletivo
Avaliando a aprendizagem de resolução de problemas por
níveis de evolução
Investigando o trabalho docente, através de pesquisa sobre o
perfil do aluno, usando metodologias variadas para melhorar
a aprendizagem em Matemática
Novas concepções de ensino de equações de 2º grau
3
www.brumnomundo.aprendendo.a.ensinar.com.br
1
A literatura como fonte para a compreensão da história
3
LEC III – Uma experiência nova
1
A escrita na escola: um exercício de língua ou uma prática
simulada dos discursos do cotidiano
Circuitos elétricos
Adir Salete Merlo Marchi/
NI - NI
Selma França S. Costa/ PU
- NI
Ligia Bergesch Rocha/ PFI
- UNIVATES
Selma França S. Costa/ PU
- NI
Selma França S. Costa/ PU
- NI
Berenice Alvares Rosito/
PFI - PUCRS
Cláudia Inês Horn/ PFI UNIVATES
Regina Calderipe Costa/
PU - UFPel
2
Sandra E. Nonenmacher/
PE – UNIJUI
Alessandra
de
Souza
Silveira/ PFI – ULBRA
Marielza Reis da Silva/ PE
- Escola
Cléria Maria Wendling/ M
- UFSM
Danusa Vicente/ PFI UNIVATES
Caroline
Machado
Cortelini/ PE - Escola
1
5
2
2
O comportamento lúdico de crianças com síndrome de
Down: Um estudo de caso
Percepção de uma bolsista sobre um processo de educação
continuada de professores
O Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS contribuindo
para o educar pela pesquisa
Novas tendências educacionais para a formação qualificada
do supervisor escolar frente às exigências do mercado de
trabalho atual
Assessoramento pedagógico: a busca do saber, um constante
recriar
Educação
profissional
e
novas
prioridades
de
assessoramento pedagógico
Trabalhando sistema de medidas partindo de sua história
4
Identificando o estresse em ambiente de trabalho
3
5
A construção de metodologias alternativas por meio de
oficinas pedagógicas
A formação de professores de Química no contexto das
novas Diretrizes Curriculares
Atividades lúdicas para crianças na faixa etária de 0 a 10
anos: uma proposta com materiais de baixo custo
A relação objetividade / subjetividade nas concepções de
professores universitários sobre conhecimento científico:
possíveis implicações na ação docente
Água e Vida: Uma situação de Estudo no Ensino Médio
4
A importância do lúdico na hiperatividade
9
Aceitando o desafio de um projeto interdisciplinar
3
3
Investigação – Ação educacional numa proposta
colaborativa de reflexão sobre, na e para a prática
pedagógica
Educação Física e afetividade
2
O diálogo – problematizador no espaço da Educação Infantil
1
3
2
2
4
3
2
120
75
76
77
78
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80
81
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84
85
86
87
88
89
90
91
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Everton Fêrrêr de Oliveira/
PU - NI
Luiz Clement/ PFI - UFSM
5
4
Elaborando estratégias para configurar a investigação
educacional como tema nos currículos das licenciaturas
Atualização curricular e formação continuada no ensino de
Física
Relatórios de avaliação
Angélica Vier Munhoz/ PU
3
- UNIVATES
Myrian Mabel Arroyo/ PU
2
“Hacia la construcción de uma aproximación teórico
- Argentina
metodológica en investigación educativa”
Awdry Feisser Miquelin/
2
Ensino de Física acoplado ao AMEM: investigação e ação
M - UFSM
escolar
Cláudia Maria Barth Petter/
3
Projeto: Roteiro para visitas orientadas ao Museu da PUC
M - PUCRS
Ana
Paula
Tomazi
2
Laboratório de ensino de Matemática
Siqueira/
PFI
UNIVATES
Norma Einloft/ PFI 3
Grupo de estudos sobre Educação Inclusiva
UNIVATES
Robledo Lima Gil/ PFI 2
As ideias prévias dos alunos de Ensino Fundamental sobre o
UFPel
corpo humano: uma abordagem possível
Débora Munhoz Leal/ PFI
1
A representação de dança dos alunos do projeto Viva Dança
– UFRGS
Ingo Valter Schreiner/ PU 1
A construção de conhecimentos na esfera
UNIVATES
Joana D’are da Silva
3
Implicações do uso demasiado da televisão no
Ferreira/ PFI - ULBRA
desenvolvimento infantil
Patrícia
Hauschild
2
Tainá: Uma aventura na sala de aula
Hackmann/ PE - Escola
Henrique
João
2
Experiências curriculares; uma forma de integração
Breuckmann/ PU - FURB
universidade/escola
Luciana Caroline Weber/
1
A construção do conceito de função
PE - Escola
Norma Anaya de Anda/ NI
4
El trabajo colectivo elemento indispensable para la
– UPN México
transformación de la gestión escolar
Myrian Mabel Arroyo/ PU
2
Formalización de instancias de formación para egresados de
- Argentina
institutos superiores
IV Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Clair
Sibila
Korbes
1
Análise dos fenômenos físicos na literatura infantil
Firnkes/ PE - Escola
Janete Maria Zen Tigre/
3
A leitura e a comunicação em matemática
PE - Escola
Sônia
Elisa
Marchi
1
Concepções dos estudantes sobre força e movimento – relato
Gonzatti/ PE - Escola
de uma experiência
Aneli Paaz/ M - PUCRS
2
Avaliação por competências: a exclusão do número no
processo
Luiz Davi Mazzei/ M - NI
1
A compreensão manifestada pelos alunos sobre a linguagem
empregada nas aulas de matemática
Rosane
Maria
Laste
1
O envolvimento do aluno na construção de uma avaliação
Bagatini/ PE - Escola
motivadora e construtora do conhecimento
Luiz Clement/ M - UFSM
3
Atividades didáticas de resolução de problemas : uma
abordagem investigativa
Ingo Valter Schreiner/ PU
1
Estratégias propostas pelos alunos na resolução de
- UNIVATES
problemas
Cristiane
Antonia
1
Calculadora: uma ferramenta que pode acompanhar o ensino
Hauschild Nicolini PE e a aprendizagem
Escola
Janete Francisca Klein
1
Uma ruptura no contrato didático vigente em uma situação
Köhnlein/ M - UFSC
didática na disciplina de física
121
11
Mauren Porciúncula/ PU UERGS
Susane Salete Feraboli/
PFI - FATES
João
Batista
Siqueira
Harres/ PU - UNIVATES
Clarissa Trojack Della
Nina/ PE - Escola
Ana Marli Bulegon/ PE –
UFSM
Leila
Maria
Moraes
Pizzoni/ PE - Escola
Daniela Echert Giovanella/
PFI - UNIVATES
Carlos Alberto Souza/ D UFSC
1
Matemática aplicada ao desenvolvimento rural
2
Nosso primeiro estágio
2
1
Uma atividade que valoriza as ideias prévias e estimula a
construção do conhecimento
Histórias e curiosidades matemáticas: uma boa metodologia
para motivar e contextualizar a disciplina
Atividades experimentais ajudam a melhorar a
aprendizagem nas aulas de física?
Projeto drogas
3
Da idealização à prática, um modelo didático possível
2
Renir Rosolen Dalle Laste/
PE - Escola
Robledo Lima Gil/ PFI UFPel
1
21
Sueli Casarotto/
Escola
-
1
22
Marcela Pérez/ PU Argentina
Mercedes Matte da Silva/
PE - Escola
Denise Kriedte da Costa/
PE - Escola
Tatiane Henz/ PFI UNIVATES
Daniela Corrêa da Rosa/
PFI - FURG
Ana Cecília Togni/ PU UNIVATES
Leticia Quarti Soares/ PFI
- PUCRS
Luís Fernando Rabello
Borges/ M - FACVEST
Hillesheim, R./ PFI PUCRS
Margarida Balestro/ PU ULBRA
Cláudia
Maria
Barth
Petter/ PE - Escola
Anali Z. Paludo/ PE Escola
Rosane Costa de Carvalho/
PE - Escola
Ana Lúcia Blumentritt
Araujo/ PE - Escola
Concetta S. Ferraro/ PU PUCRS
Dolurdes Voos/ PE Escola
Graziela Lunardi/ PFI UFSM
1
1
Amem – teia : um ambiente multimídia para o trabalho de
ensino – investigação – aprendizagem em resolução de
problemas
Trabalhando conteúdos de química, envolvendo o contexto
social “lixo”
A abordagem dos livros didáticos de ciências sobre o corpo
humano e sua possível relação com as concepções dos
alunos do ensino fundamental
Desenvolver autonomia na aprendizagem de matemática
com desafios e organizando avaliação de atitudes dos grupos
por níveis criados
La construción del curriculum em una cátedra universitária.
El problema de la evaluación
Análise combinatória – uma nova abordagem
2
Unidade de aprendizagem: uma possibilidade de reflexão
2
A primeira experiência como professoras trabalhando as
funções
Representações dos acadêmicos do curso de geografia sobre
o uso de tdc
Como estudam e aprendem matemática os alunos de
administração da univates
O programa poly como auxiliar no ensino da geometria para
crianças do ensino fundamental
A relação entre som e imagem no telejornalismo: uma
experiência didática
Mimetismo x camuflagem: uma nova abordagem
12
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36
37
38
PE
1
5
2
1
1
1
1
4
1
3
Vivenciando práticas de ensino com pesquisa na educação
superior: visões das acadêmicas sobre o curso de pedagogia
Como a construção coletiva de uma horta escolar surgiu na
comunidade de moinhos – estrela?
O lúdico na escola
2
Extração caseira do dna do morango
1
Contando ao longo dos tempos: uma abordagem sobre a
origem dos números e os sistemas de numeração
O ensino de química para o curso de fisioterapia
1
3
1
7
Ambiente informatizado como alternativa metodológica no
ensino da matemática
Melhorando as aulas de física através do uso de módulos
didáticos
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39
40
41
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58
59
60
61
62
63
64
65
“ Software livre” – uma ferrramenta de apoio aos
educadores
A disciplina raciocínio lógico num curso de administração
Josi Graciela Petter/ NI NI
Monica
Bertoni
dos
Santos/ PU - PUCRS
Maria Madalena Dullius/
PU - UNIVATES
1
Mariana Cassol/ PFI PUCRS
Marivane Portela Mistura/
PE - Escola
Fernanda Surita Duarte/
PE - Escola
Cláudia Inês Horn/ PFI UNIVATES
Marli Terezinha Wagner
Adams/ PE - Escola
Daniela Denise Wunder/
PFI - NI
Lúcia Marx Melz/ PE Escola
Marli Teresinha Quartieri/
PU - UNIVATES
Ivane Almeida Duvoisin/
PU – NI
Maria Helena Sório de
Carvalho/ M – PUCRS
2
Investigação das dificuldades básicas em matemática no
ensino de graduação e estudo de estratégias para minimizálas
Ensino de cálculo em cursos de serviço
2
Um olhar sobre a realidade
1
Crescimento das cidades e simcity (simulação)
3
13
Atividades lúdicas para crianças na faixa etária de 0 a 10
anos: uma proposta com materiais de baixo custo
Projeto de trabalho: dimensão formativa e significativa na
prática pedagógica
Uma experiência em dupla durante a prática pedagógica e
estágio supervisionado em matemático e ciências
A pesquisa e o pesquisador no espaço escolar
4
Construção de conhecimento matemático
3
A pesquisa como perspectiva de formação inicial e
continuada dos professores de matemática
Título: uso de softwares/aplicativos não específicos
aplicados a conteúdos de matemática e exploração de
softwares específicos, em oficinas para professores da rede
estadual
Faces da educação inicial de licenciandos
1
5
3
2
1
Rosana Maria Gessinger/
PFI - PUCRS
Vera Maria Silveira dos
Santos/ PE - FURG
2
Ana Zélia Paz/ PFI –
URI/Santiago
Regina Maria Rabello
Borges/ PU - PUCRS
Regina Maria Rabello
Borges/ PU - PUCRS
3
Cristina Silveira de Faria/
M - PUCRS
Andressa Tornquist/ PFI UNISC
3
Berenice Alvares Rosito/
PU - PUCRS
Michelle Camara Pizzato/
PU - UNIVATES
Milton Antonio Auth/ PFI
- UNIJUI
Márcio Penna Corte Real/
D - UFSM
Laura Regina Villanova
Rausch/ PU - UFPEL
Geverson Luís Rabaiolli/
PFI - NI
Luiza Ester Camargo/ PFI
1
Contribuição do museu de ciências e tecnologia (mct/pucrs)
ao processo de educação continuada de professores
Relacionando concepções sobre a natureza das ciências e a
educação em ciências na educação continuada de
professores
Saberes docentes em diálogos nos grupos de formação
continuada – interações discursivas
Um olhar sobre a disciplina de prática de ensino do curso de
ciências biológicas – licenciatura plena, da universidade de
santa cruz do sul (unisc)
Tutoramento em prática de ensino iii
1
Concepções sobre “ser professor” de alunos de licenciatura
2
2
Uma experiência didática no ensinar e aprender assuntos
relevantes de ciências naturais
Desafios sobre a atuação/ formação (?) Dos professores (as)
de capoeira: questões sobre musicalidade e regulamentação
Professor – aprendiz: a construção da prática na prática ou
pensando a professoralidade
A primeira experiência como professor: da teoria à prática
3
Contribuição da pesquisa educacional à prática de ensino de
2
5
8
2
1
2
A formação no diálogo entre o professor experiente e o
futuro professor: a matemática como pano de fundo da
formação permanente
Grupo de estudos de matemática – gem / santiago
123
66
67
68
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70
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91
92
93
94
- PUCRS
Alfredo Martin/ PU FURG
Henrique
João
Breuckmann/ PU - FURB
Rosana Somensi Trombini/
PE - Escola
Kátia Beppler Macagnan/
PE - Escola
Ieda Maria Giongo/ PE Escola
Thaís Conceição/ PE Escola
Giselda Prates Lobato/ PE
- Escola
Moacir Langoni de Souza/
PFI - NI
Marly Cambraia/ PE PUCRS
Cléria M. Wendling/ PE Escola
Elena Maria Mallmann/
PU - UFSM
Joice
Teresinha
de
Medeiros Borella/ PE Escola
Carmen Ligia Coutinho de
Paiva/ PE - Escola
Andréia Spessatto/ PFI UNIVATES
Mariel Hidalgo Flores/ M PUCRS
Carla Vescovi Barbieri/ PE
- Escola
Rosângela Teixeira Soares/
PE - Escola
Roque Moraes/ PU PUCRS
Paula Cristina Garibotti/
PG - NI
Mauren Poças/ PFI ULBRA
Suzimary Specht/ PE Escola
Anderson Luiz Ellwanger/
PFI - NI
Ivania Brasil Enes/ PFI URI
Ana T. Kern/ PE - Escola
André Boccasius Siqueira/
M - UNISINOS
Maria Teresa Orlandin
Nunes/ M - FURG
Joana Cíntria Pinto Leal/
PE - Escola
Ana Lúcia Harth Petter/
PE – Escola
Catarina Alici Antonello
1
biologia
Ir da ausência ao intrínseco: a motivação em um coletivo de
pesquisa
A pesquisa em matemática pura no ensino básico
2
Vida saudável
1
O aluno pesquisando pela curiosidade
1
Incentivando a leitura do cotidiano nas aulas de matemática
1
Concertos para física: a utilização de instrumentos musicais
para o ensino de conceitos físicos no ensino fundamental
As unidades de aprendizagem no ensino da termoquímica
11
1
3
5
Coletivos de professores: um relato de experiências com o
viés da interdisciplinaridade
Projeto de reconstrução curricular
13
Currículo e sua re – orientação para a inclusão social
4
Retrospecções e prospecções com tarefas extraclasse
informatizadas
A aplicação das funções matemáticas nos problemas do
cotidiano
1
7
Copa do mundo 2002
3
Uma nova proposta para o ensino de ciência
1
1
Drogas na escola: investigando estratégias para trabalhar
com prevenção
Unidade de aprendizagem sobre alimentos
1
Projeto sobre a importância e valorização da matemática
2
Projeto cidadão: organização cooperativa de currículos
integrada com formação de professores
Conhecendo o projeto fazer a ponte
2
2
1
2
3
4
1
2
Oficinas pedagógicas nas séries iniciais da rede estadual de
ensino de porto alegre
RECURSOS LÚDICOS PARA O ESTUDO DE PLACAS
TECTÔNICAS E FORMAS DE RELEVO NA 5ª SÉRIE
DO ENSINO FUNDAMENTAL
A temática energia: necessidade de vários campos de
conhecimento para sua compreensão
A geometria euclidiana plana do ensino fundamental com o
cabri géomètre ii
Unidade de aprendizagem diet e light
Eu não tenho estudo, mas sei das coisas
3
Uma proposta didática para trabalhar o consumo responsável
de água potável no ensino formal
Coleta seletiva de lixo: uma estratégia na construção da
consciência ambiental da comunidade escolar
Escola estadual de ensino médio estrela
1
A construção do censo pelo aluno
1
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116
117
118
119
120
121
122
Londero Deggeroni/ PE Escola
Jacira Pinto da Roza/ PE Escola
NI / PE - Escola
Carla S. Silva/ M - PUCRS
Adriane Griebeler/ PFI UFSM
Bianca P. Schmidt/ PFI UFSM
Andréia
Modrzejewski
Zucolotto/ M - PUCRS
Janice Pereira Lopes/ M UFSC
2
5
8
3
2
Projetos de trabalho: uma proposta de intervenção
pedagógica possível
Programa de ação social – pas
Minerais e radioatividade
Limites e possibilidades da abordagem temática no ensino
de física
Contando histórias e ensinando ciências
Maria Mirtes Petry/ PG Portugal
Ilse Abegg/ PU - UFSC
1
Margarete J. V. C.
Hülsendeger/ M - PUCRS
Lígia Bergesch Rocha/ PU
- UNIVATES
Rosibel Kunz/ PE - Escola
1
Drogas: um olhar para a subjetivação nas práticas
curriculares
Interações conceituais entre matemática e física: o conceito
de função afim e os conceitos unificadores como
possibilidades
Uma escola que se destaca por sua diferente forma de
organização
Atividades de ciência e tecnologia nas séries iniciais:
investigação – ação nas aulas de cn&t
E, afinal, história e física juntas: ficção ou realidade?
3
Trabalhando química orgânica através dos carboidratos
1
Aldo
Luiz
Pereira
Machado/ PE - Escola
Paulina Rosa Chazan/ PE Escola
Aknaton L. T. Ribeiro/ M PUCRS
Clarisse da Silva Marques/
PFI - UNIJUI
Maria Bernadete Moreira
Kroeff/ PE - Escola
Lígia Bergesch Rocha/ PE
- Escola
Cléria Maria Wendling/ M
- UFSM
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU - UNIJUI
Ana Cristina Espindola/
PE - Escola
2
Resolução de sistemas lineares pelo método do
escalonamento
Projeto de estudos científicos e antropológicos – p.e.s.c.a.
1
Projeto raízes
7
Construção coletiva de uma unidade de aprendizagem
6
Marciela Gabana/ PFI UFSM
Débora Laurino/ PU FURG
Cléria Maria Wendling/ M
- NI
3
Marines Somavilla/ PE UFSM
Lilian Zieger/ PFI ULBRA
Roberta Kolling Escalante/
PFI - NI
Kátia Beppler Macagnan/
PE - Escola
4
Implicações de uma experiência coletiva no ensino
fundamental: área de ciências naturais
O uso do computador nas aulas de história: uma
possibilidade de trabalho dialógico no contexto escolar
Trabalhando matemática e física de maneira interdisciplinar
em uma nova proposta pedagógica
Deliberação curricular em um processo de formação
continuada informal
Situação de estudo: uma forma alternativa de estudo para o
ensino de ciências
Relato da aplicação de um módulo didático sobre
calorimetria construído por um grupo em formação
continuada
Enfrentando dificuldades na constituição e manutenção de
um grupo de trabalho de professores
Educação sem distâncias: uma experiência de convivência
em uma ecologia digital
O currículo deliberado através de um coletivo / colaborativo
de professores nas escolas municipais isoladas de iporã do
oeste
Observações obre a prática da problematização inicial em
aulas de física do ensino médio
Muros e/ou grades da escola: aprisionamento, proteção ou
isolamento?
O trabalho de professores novatos e a “desconstrução” da
identidade idealizada do docente
A pesquisa científica assume um novo sentido no dia a dia
do colégio israelita brasileiro
3
3
1
1
9
3
5
3
9
8
1
2
125
123
124
125
126
127
128
129
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
Aneli
Paaz/
PFI
3
Por que voltei a estudar? Representações sociais do adulto
UNIVATES
sobre si / próprio e sobre a escola
Larissa
Kovalski
2
Limites e possibilidades do projeto político – pedagógico
Kautzmann/ PFI - NI
Doraci Pelicioli Riboldi/
1
Eu faço a paz à medida que respeito a vida
PE - Escola
Tania Bernhard/ PU 1
Estudo, caracterização e implantação de ações voltadas à
UNISC
educação sexual em escolas de educação básica
Débora Munhoz Leal/ PG 2
Contextos dos alunos: implicações para o planejamento
UESC
pedagógico do projeto vivadança
Catiane Mazocco Paniz/
1
O ensino de ciências e seus condicionantes: o ponto de vista
PFI - UFSM
da formação inicial e continuada
Claírton Soares Lopes/ PE
1
Práticas de leituras na escola 20 de maio – do livro à internet
- Escola
e do texto ao hipertexto
V Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Jamila Munari Saleh,/ PFI
3
A realidade dos ciclos na Escola Gaspar Martins de Alegrete
- UERGS
"ciclos escolares ou ciclos de vida"
Eduardo A. Terrazzan/ PU 3
Refletindo sobre o processo avaliativo: necessidades e
- UFSM
possibilidades apresentadas por um grupo de professores
Alice Scherer da Costa/ M 3
Qual a relação da avaliação com o processo ensino- PUCRS
aprendizagem
Carine Delazeri/ PFI 15
A evolução do processo avaliativo e seus resultados em
UNIVATES
algumas escolas de educação infantil do vale do taquari
Cláudia Inês Horn/ PFI –
2
O processo avaliativo em algumas escolas de educação
UNIVATES E Portugal
infantil do Vale do Taquari – RS/Brasil e instituições de
educação pré-escolar do Concelho de Leiria/Portugal
André Luiz de Camargo/
2
O desafio da produção escrita aos alunos do ensino médio
PE - Escola
Gisele Eltz Kolberg/ PE 2
Dificuldades de aprendizagem e o uso do computador na
Escola
escola
Aline Pereira/ PFI 1
Experiência pedagógica como bolsista de iniciação científica
UNIVATES
da pesquisa "alfabetização diferenciada em anos iniciais do
ensino fundamental"
Berenice Rosito/ PFI 5
Investigando as Concepções de Avaliação de Professores de
PUCRS
Escolas Particulares e Públicas de Porto Alegre
Karine Trevisol Christ/ PE 2
Avaliação - um resgate histórico
- Escola
Marcos Alfredo Salami/
2
Uma experiência de ensino com o apoio da internet
PU - PUCRS
Adriane Danni da Silva/ M 2
Trabalhando com software livre na escola
- UFSM
Ilse Abegg/ PU - UFSC
3
Integração do componente tecnológico nas aulas de ciências
naturais das séries iniciais
Ana Cecília Togni/ PU 1
Estudando e avaliando atividades pedagógicas em
UNIVATES
matemática utilizando softwares matemáticos e o ambiente
teleduc
Elena Lídia Sol/ D 1
Os agenciamentos coletivos e o caráter social da enunciação:
UFRGS
uma proposta de inserção dos alunos do eja nos ambientes
informatizados
Maria Carolina Colombo/
2
Etc: um editor de texto coletivo potencializador de
PU - UFRGS
experiências curriculares via web
Evandro Alves/ D 1
No encontro entre escrita, tecnologias digitais, educação de
UFRGS
jovens e adultos, uma cartografia inicial de relações entre
imagens
Patricia Alejandra Behar/
2
Constituindo a coletividade em ambientes virtuais de
PU - NI
aprendizagem: as interações de crianças no crianet
Carmen Ligia C. de Paiva/ 2
Recurso computacional para o ensino de biologia: módulo
126
20
21
22
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41
42
43
44
45
46
NI - NI
Maira Bernardi/ M UFRGS
2
vírus, bacteriófago e hiv
A introdução das tecnologias da informação e da
comunicação (tic) no curso de pedagogia da ufrgs: uma
proposta didático-pedagógica construtivista
Análise de erros em matemática em uma visão
interdisciplinar
Conhecendo as concepções de alunos do ensino médio sobre
as atividades experimentais
O uso de analogias no ensino de tópicos de física moderna:
uma proposta para o ensino dos modelos atômicos
Evolução na elaboração de questionários para explicitação
das idéias dos alunos
Mudança de concepção na construção dos números
Helena Noronha Cury/ PU
- PUCRS
Nara Regina de Souza
Basso/ PE - Escola
Eduardo A. Terrazzan/ PU
- UFSM
João Batista Siqueira
Harres/ PU - UNIVATES
Ingo Valter Schreiner/ PU
- NI
Margarete J. V. C.
Hülsendeger/ PE - Escola
Denise Kriedte da Costa/
PU - NI
Silvana Lumertz Model/
PE e M - Escola
Carine Winck Lopes/ PE Escola
Ana Luiza Schneider/ PFI
- UNIVATES
Clair Sibila Körbes
Firnkes/ PE - Escola
Regina Maria Rabello
Borges/ PFI - PUCRS
2
Marcia Santiago de
Araujo/ PE - Escola
Karine Raquiel
Halmesnchlager/ PE Escola
Daiane Thaise Faber/ PFI UNIJUI
1
Joice de Medeiros Borella/
PE – Escola
Ana Marli Bulegon/ PE Escola
Décio Auler/ PE - UFSM
Ivanir Maria Lucca Weber/
PE - Escola
Mauren Porciúncula
Moreira da Silva/ PU - NI
Clarissa Trojack Della
Nina/ M - PUCRS
1
Carla Vescovi Barbieri/ PE
- Escola
Adriani Daniela Dressler/
PFI - UNIVATES
Marcos Hermi Dal'Bó/ M PUCRS
Rosângela Kirsten
Wiethölter/ PE - Escola
Maria Elvira Jardim
Menegassi/ PE - Escola
3
Investigando a educação estatística: rumo a uma educação
pós-moderna
APRENDENDO
MATEMÁTICA
RESOLVENDO
PROBLEMAS Fibonacci – Teoria do Caos – Fractais –
Pascal – Software
Tabela periódica – uma proposta de trabalho diferenciada
2
O desafio do primeiro estágio
1
Astronomia como fator de motivação para o ensino de física
1
Resgatando as origens de colinas
2
O estudo da estatística através de uma pesquisa de opinião
2
2
4
1
1
1
Conhecendo as idéias dos alunos, a partir do
desenvolvimento da autonomia
Concepções de alunos de ensino médio e superior sobre
matemática e ciências
Mostre-me a matemática!
2
Silêncio ou escuta? Discursos religiosos na sala de aula
4
Construindo o conhecimento a partir das idéias dos alunos
1
Proposta de trabalho para o curso normal
2
Avaliação da compreensão de alunos do ensino médio sobre
a fisiologia do sistema respiratório/circulatório por meio de
uma atividade prática
Construindo conceitos no ensino médio para sentir, pensar e
atuar no ambiente
Uma tentativa de comprender as concepções dos alunos em
física
2
2
3
1
4
1
1
2
O estudo de um empreendimento rural – a organização do
espaço e dos recursos naturais: a experiência da escola
municipal fundamental joão goulart
Desafios matemáticos - malba tahan
Limites e possibilidades do uso da internet na produção de
relatórios de experimentos de física
Nós e a água do arroio cadena
Preservação da vida no trânsito
127
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48
49
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69
70
71
72
73
74
Eduardo A. Terrazzan/ M UFSM
Tomás Rosito Pereira/ PFI
- PUCRS
Teresinha Maria Furlanetto
Marques/ PU - NI
André Boccasius Siqueira/
M - UNISINOS
Karin Ritter Jelinek/ PE Escola
Adriano Neuenfeldt/ PFI UFSM
2
Estudo de equipamentos agrícolas para o ensino de física
1
Atividades de reforço da multiplicação com alunos surdos
1
Em busca do lugar de nossos antepassados
1
É do trabalho na roça que a gente conhece as plantas
1
O papel dos jogos na educação matemática
7
Gislaine David/ PFI - NI
Rosane Lopes Jardim/ M NI
Atos Prinz Falkenbach/
PFI - NI
Cleiva Aguiar/ PU - FURG
Angela Maria Menegolla/
M - PUCRS
José Francisco Reichert/
PE - Escola
Iracema Hendges Schmidt/
PE - UNIJUI
Milton Antonio Auth/ PU
– UNIJUI
Catarina Alici Antonello
Londero Deggeroni/ PE Escola
Carla Vescovi Barbieri/ M
- PUCRS
Luciane Magalí Costódio
Berti/ PE - Escola
Eliana Fernandes
Borragini/ PU UNIVATES
Lígia Bergesch Rocha/ PE
- Escola
Maria Kathia Cavagni/ PE
- Escola
Ana Brunet/ PFI - ULBRA
8
2
Ensino de ciências e literatura infantil como possibilidade
metodológica: implicações na formação inicial e continuada
de professores
Uma experiência onde saber perguntar é fundamental
Divisores e múltiplos de números naturais
Cristiane Antonia
Hauschild Nicolini/ M PUCRS
Ângela Caroline Fell/ PFI UNIVATES
Dânia Carenine da Silva/
PE - Escola
Ingrid Elisabet Wally
Jorge/ PE - FURG
Leticia Quarti Soares/ M PUCRS
Fernanda Bedin Camargo/
PE - UFRGS
Francisca Raquel
Cavalcante César de
Souza/ D - UFSC
2
3
1
1
1
2
2
1
8
3
Vivência de ensino da educação física na educação infantil:
um estudo de caso
Unidade didática: aids 2002 – a vacina contra aids
Usando mapas conceituais no estudo da matemática
Cálculo de área e perímetro: será que o aluno tem
conhecimento para que serve?
Meio ambiente e cidadania – uma proposta de inovação
curricular na educação básica
O processo de conceitualização e as atividades
experimentais no ensino de física
Criação de personagens para o estudo da população
brasileira
Jornal: um recurso didático nas aulas de ciências e
matemática
A mediação pedagógica na orientação da pesquisa escolar
4
Investigação e desenvolvimento de estratégias experimentais
para a evolução conceitual em ensino de física
1
Iniciando química no ensino médio através de funções
inorgânicas
Se as coisas fossem mães" ou, se as mães aprendessem com
a gente
Geometria analítica através de uma abordagem da geometria
dinâmica: o conceitual versus o simbólico
Explorando a torre de hanói antes e depois de uma visita
orientada ao museu interativo de ciências e tecnologia da
puc-rs
Nosso primeiro estágio, trabalhando matemática com uma
turma de eja
Pesquisa: uma livre criação
2
2
2
3
2
2
2
2
Interagindo e aprendendo com a vivência cotidiana para uma
transformação na prática social
Pesquisa como forma de ensinar e aprender matemática na
pré-escola
Professor reflexivo: constituindo autores em projetos de
aprendizagem
A resolução de problemas através de projetos
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76
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78
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98
99
100
101
102
103
104
105
Joana Cíntria Pinto Leal/
PE - Escola
Kátia Beppler Macagnan/
PE - Escola
Daniela Weber Reginatto/
PFI - UNIVATES
Cristiane Antonia
Hauschild Nicolini/ PE Escola
Eleani Bettanin/ M - NI
Carlos Odone da Costa
Nunes/ PE - Escola
Maria Teresa Orlandin
Nunes/ PFI - FURG
Cristina Dai Prá Martens/
PG - UNIVATES
Marcelo Vettori/ PE PUCRS
Lisandra Cenci Lammel/
PE - Escola
Cláudia Maria Barth
Petter/ PE - PUCRS
Kátia Beppler Macagnan,/
PE - Escola
Andrey Pereira
Bittencourt/ PFI UNIVATES
Lourdes Terezinha dos
Santos Pires/ PE - PUCRS
Berenice A. Rosito/ PU PUCRS
Andréia Gonçalves da
Costa/ PFI - UNIJUI
Janio Alves/ PE - Escola
Ana Beatriz Tamiozzo
Schmidt/ PE - Escola
Adriano Edo Neuenfeldt/
M - NI
Betina Schuler/ M PUCRS
César Schmitz/ M -UFSC
Adriane Griebeler/ PFI UFSM
Miriam Dentee Bertelli/
PE - Escola
Elisa Spode Machado/ M PUCRS
Leine M. F. Werner/ PE Escola
Carmen Lúcia Santos
Castro/ PE - Escola
Cláudia da Silva Cousin/
PE - FURG
Caroline Hoffmann Rucks/
PFI - UNIJUI
Décio Auler/ PE - UFSM
Sueli Casarotto/ PE Escola
Irlan von Linsingen/ PG -
1
2
6
1
2
1
A construção de um processfolio como metodologia no
educar pela pesquisa
Projeto prata da casa: pesquisar é preciso e possível
A experiência docente nas funções de: pesquisador,
observador e professor
Educar pela pesquisa com projetos de trabalho – uma
experiência
1
Ilha de racionalidade promove atributos da act
O desenvolvimento dos hábitos de estudo e pesquisa do
aluno
Projetos de aprendizagem: possibilidade de trabalho a partir
dos interesses dos alunos
Disciplina de empreendedorismo: o relato de uma
experiência
Utilização de grupos de Internet e pesquisa em sala de aula
1
A resolução de desafios matemáticos
1
A construção coletiva de uma horta escolar
3
5
CONGRESSO DAS 5ª SÉRIES DO
FUNDAMENTAL
Laboratório de ensino de ciências exatas iii
3
Uma unidade de aprendizagem: ambiente e saúde
4
Atividades integradas para o estudo da cárie dental: um
trabalho interdisciplinar
Interações e interlocuções ocorridas no desenvolvimento de
uma proposta curricular em ciências naturais
Física e filosofia: uma volta às raízes
O turismo ampliando as perspectivas de vida do jovem de
augusto pestana
Interdisciplinaridade: que coisa é essa?
2
2
3
2
3
2
1
ENSINO
2
O currículo como resistência: a sexualidade no foco da
desconstrução
Componentes de uma ilha interdisciplinar de racionalidade
Intervenções curriculares pautadas pela abordagem temática:
busca de interações entre ciência-tecnologia-sociedade
Educação ambiental numa escola rurrurbana
4
Explorando e pesquisando com vidros e espelhos
3
Língua estrangeira moderna
2
Curta porto alegre
1
Trilhas e itinerários da educação ambiental
10
4
1
Buscando superar problemas/limitações no ensino de
ciências naturais: situação de estudo
O cadena que temos e o cadena que queremos
Investigando conceitos sobre meio ambiente
4
Análise da produção em cts e act na região sul do brasil na
2
8
129
106
107
108
109
110
111
112
UFSC
André Valdir Zunino/ PE Escola
Aldo Luiz Machado/ PE Escola
Andréia Modrzejewski
Zucolotto/ PE - Escola
Cláudia Regina Confortin
Viecili/ M - PUCRS
Elaine Maria Moriggi/ PU
- UNIVATES
Angela Cypriano Pereira/
PE - UNISINOS
1
4
3
4
3
1
Lia Bárbara Marques
Wilges/ M - PUCRS
Rejane Schaefer Kalsing/
PE - Escola
Ademir G. C. Costalonga/
NI - NI
Adriana C.S. Moura/ NI NI
Renir Rosolen Dalle Laste/
PE - Escola
3
José de Pinho Alves Filho/
PE - UFSC
Valderez Marina do
Rosário Lima/ PU - NI
Catiane Mazocco Paniz/
PU - UFSM
Maria Talita Fleig/ PU UFSM
Isis Saraiva Pinto/ PFI - NI
2
122
Regina Maria Rabello
Borges/ PU - PUCRS
10
123
Andrea Rapoport/ M UFRGS
Liria Romero Dutra/ PU FAPA
Andressa Tornquist/ PG UNISC
Claus Haetinger/ PU UNIVATES
Jacira Pinto da Roza/ M NI
Berenice A. Rosito/ NI PUCRS
Vilmar Bagetti/ PU UERGS
Andréia Modrzejewski
Zucolotto/ M - PUCRS
Araci Hack Catapan/ PU UFSC
Roque Moraes/ PU –
2
113
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1
3
10
1
1
2
1
3
1
2
2
2
6
1
1
4
1
óptica lakatiana
Investigando as dificuldades de aprendizagem no ensino
fundamental numa abordagem intersocial
PROJETO ALGAS – Uma proposta Interdisciplinar
Criando novas possibilidades curriculares: uma aproximação
entre a nutrição e dietética e a matemática
A química e a matemática na organização social das abelhas
O ensino da educação ambiental em escolas estaduais de
ensino médio da região do vale do taquari
SENSORIAMENTO
REMOTO
APLICADO
À
TERMOQUÍMICA: Estudo comparativo, através de
imagens de satélite, de áreas florestadas/ queimadas, a
produção de CO2 e a contribuição para o Efeito Estufa
Estudo interdisciplinar sobre formigas: integração entre
escola e um museu interativo
Projeto "conhecendo a cultura gaúcha"
Experimentação culinária: um projeto interdisciplinar
despertando o interesse científico no ensino fundamental
Educação ambiental e artística: uma parceria que deu certo
Construção de conhecimentos em sala de aula e
envolvimento do aluno no trabalho de sensibilização ao
problema vivenciado "água", com atividades que integram
escola-família-comunidade
ILHAS
DE
RACIONALIDADE:
Experiências
Interdisciplinares na segunda série do ensino Médio
Produção textual no curso de matemática
A concepção de currículo dos acadêmicos de ciências
biológicas da universidade federal de santa maria
Investigação crítica do contexto e análise reflexiva da prática
na formação inicial docente
Investigação na sala de aula: concepções sobre nutrição
vegetal entre licenciandos em ciências
Repercussões de pesquisas sobre a natureza das ciências e a
educação em ciências entre os participantes de um grupo
envolvido nesse estudo
Utilização de referenciais teóricos na prática docente
Pesquisa em língua portuguesa: um diálogo entre alunos da
licenciatura em letras e professores da educação básica
Olhares sobre a formação inicial
Uma proposta de instrumentalização de alunos-mestres para
o uso de tecnologias no processo ensino-aprendizagem
A prática de ensino na educação infantil: os saberes da
docência e a docência como objeto de reflexão
A formação inicial de professores de química na pucrs:
estudo de caso
Investigação-ação na formação de profissionais que atuam
na universidade estadual do rio grande do sul (uergs)
A produtividade do cotidiano na educação em ciências:
possibilidades criadas em seus labirintos rizomáticos
Tecnologias da comunicação digital na formação escolar de
professores
Organização cooperativa de currículos integrada com
130
PUCRS/ UNIJUI/ FURG
133
formação de professores: trabalhando com unidades de
aprendizagem
Formação docente mediada por tecnologias livres
Elena Maria Mallmann/ D
- UFSM
Mara Denize Mazzardo/ M
- UFSM
Eduardo Adolfo
Terrazzan/ PU - UFSM
3
Ana Maria Cera
Forgiarini/ PE - UFSM
Cláudia Regina
ConfortinViecili/ M PUCRS
Dolurdes Voos/ PU FAPA
4
Formação continuada de professores da educação básica:
investigando novas possibilidades
A "realidade escolar" e os textos dos projetos políticopedagógicos das escolas estaduais de ensino médio de santa
maria
Santa maria e o arroio cadena
3
Atualização docente: compromisso, dever ou necessidade
1
Helena Noronha Cury/ M PUCRS
Carla de Lima Vasques/ M
- FURG
Francisco Menegat/ PU FAPA
Marijane Paese De Toni/
PU - PUCRS
Eduardo A. Terrazzan/ PU
- UFSM
4
Grupo de estudo sobre o uso de software educacionais para
o ensino de matemática no ensino médio: uma experiência
de formação continuada
Ciências e realidade: uma proposta interdisciplinar
144
Mônica Bertoni dos
Santos/ PFI - PUCRS
1
145
Luís Fernando Rabello
Borges/ PU UNOCHAPECÓ
Ana Paula Feil/ PFI UNIVATES
Priscilla Hasstenteufel/ PFI
- UNIVATES
Fabricia Ferreira/ PFI UNIVATES
Regina Maria Rabello
Borges/ PE - PUCRS
Aneli Paaz/ PU UNIVATES
Marione Inês Posselt
Thomas/ PFI - NI
Ana Cecília Togni/ PU UNIVATES
1
Alice Neumann/ PFI UNIVATES
Clarinês Hames/ PU UNIJUI
Maria Helena Sório de
Carvalho/ M - PUCRS
Patrícia R. Driemeyer/ PFI
- UNIJUI
Maurivan Güntzel Ramos/
PU - PUCRS
3
134
135
136
137
138
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140
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151
152
153
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155
156
157
1
3
2
4
Formação continuada de professores: possibilidade para
constituição de uma comunidade de aprendizagem
Aplicação de algumas funções nas ciências administrativas
2
O uso do material bibliográfico
4
O ensino de física através de temas: buscando e
aperfeiçoando a prática pedagógica no grupo de trabalho de
professores de física (gtpf/nec/ufsm)
Diário do professor: um espaço de reflexão, de relação da
teoria com a prática, de construção e reconstrução do
professor pesquisador
O monstro da caneta vermelha
4
2
A influência da matemática oral na aprendizagem das
crianças das séries iniciais
Experiência como bolsista de iniciação científica da
pesquisa "avaliação e docência na univates"
Estágio em dupla: um novo desafio
2
O papel dos de jogos na aprendizagem de ciências
1
Educação de jovens e adultos – conhecer para intervir
1
Reflexão da prática docente
10
GRUPO DE REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA
DOCENTE: Uma Proposta de Formação Continuada para
Professores do Ensino Superior
Os três papéis fundamentais de um educador: pesquisador,
observador e orientador
A condição interativa de sujeitos em processos de formação
docente em ciências: reconstruindo concepções e práticas
Uso de softwares gratuitos no ensino de matemática
1
4
1
3
1
Situações de estudo produzidas na graduação são propostas
inovadoras e desafiadoras para o ensino médio
Problematização da prática docente de professores de
ciências e matemática
131
158
Flavia Sartori/ PFI UNIJUI
3
159
Maria Teresa Orlandin
Nunes/ PU - FURG
Claudio Luiz Hernandes/
PU – UFSM
Jesuína L. A. Pacca
(IFUSP)/ PU - USP
Elisabete Trentin/ M UFSM
3
163
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU - UNIJUI
3
164
Andréia Spessatto/ PFI UNIVATES
Juliana Aozane/ PFI UNIJUI
Cláudia da Silva Cousin/
M - FURG
2
Aline Picoli Sonza/ M UFSM
Mateus Mariani/ PFI UNIVATES
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU - UNIJUI
André Valdir Zunino/ PU FURB
Ana Zelia Machado Paz/
PU – URI/Santiago
Márcia Jussara Hepp
Rehfeldt/ PU UNIVATES
Rosângela Cristina
Landmeier/ PE - Escola
Denise Imelda Müller/ PE
- Escola
Aline de Oliveira Martins/
PFI - PUCRS
Jaqueline Santos Picetti/ M
- UFRGS
Benno Becker Junior/ M –
UC/Espanha
Marcia Ballestro Girotto/
PE - Escola
Anelise Costi/ PE - Escola
Júlia Maino Cezar/ PFI PUCRS
Rosane Inês Volken/ PE Escola
Derli Juliano Neuenfeldt/
PE - Escola
Luiz Sangalli/ M- NI
4
160
161
162
165
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181
182
183
184
3
2
3
4
10
3
3
Encontros dos Professores de Ciências da Secretaria
Municipal de Educação de Ijuí (SMED): Uma Experiência
de Formação Inicial e Continuada
Interação ceamecim-escola: favorecendo o desenvolvimento
de uma prática pedagógica crítica-reflexiva
Avanços e limitações de um coletivo de professores em
processo de formação continuada
Construção do planejamento pedagógico e enfrentamento da
complexidade educacional
RELATO
DO
TRABALHO
COM
MÓDULOS
DIDÁTICOS DE FÍSICA NA 1ª. SÉRIE DO ENSINO
MÉDIO
Planejamento coletivo na formação inicial e continuada de
professores de química – uma possibilidade de reconstrução
curricular
Primeira experiência docente: da teoria à prática
Implicações curriculares no ensino fundamental: área de
ciências naturais
Comunidades de aprendizagem pela pesquisa: ir na
transformação curricular produzindo a formação permanente
de professores
Desenvolvendo competências e habilidades em aulas de
física através de atividades didáticas baseadas em textos
Atividade de matemática como prática em trio
2
Inovação curricular: uma construção coletiva no âmbito
escolar
Grupo de estudos vygotskyanos
3
Grupo de estudos de matemática
4
Investigando o ensino da matemática
2
Natal na escola
2
Escola como espaço de cultura e lazer
6
Educação ambiental: reciclagem e reaproveitamento do lixo
1
3
Movimentos de exclusão escolar oculta: uma análise
psicopedagógica
Pesquisa sobre escolas de iniciação ao surfe no brasil
2
Líderes da paz
7
2
Semana cultural da área de filosofia e ciências humanas
Gravidez na adolescência
1
O ambiente sócio-moral e o seu papel no desenvolvimento
integral dos educandos
Recreio escolar: os alunos falam, mas será que são ouvidos?
3
1
Repercussões das relações afetivas na aprendizagem no
colégio scalabriniano são josé
Recreio escolar e as manifestações de bullying
Derli Juliano Neuenfeldt/
3
PU - UNIVATES
VI Encontro sobre Investigação na Escola
132
Nº
Tr.
9
10
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
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25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
1º AUTOR/ Função Instituição
Marcia Santiago de
Araujo/ PU - FURG
Cristina Pureza Duarte
Boéssio/PE - escola
Rosângela da Silva
Moreira/ M – NI
Juliana Lapa Rizza/ PFI FURG
Claudia Moraes Silveira/
PFI- FURG
Fábio André Sangiogo/
PFI - UNIJUI
Catarina Alici Antonello
Londero Deggeroni/ PE –
Escola
Joanalira Corpes
Magalhães/ PFI – NI
Juliane Marques dos
Santos/ PFI – FURG
Maria Teresa Orlandin
Nunes/PU – FURG
Celso Menoti da Silva/PE
– Escola
Douglas Antunes/ PFI –
FURG
Thaís Maria da Silva
Bachini/ PE – FURG
Nº
Aut
1
Alvina Canal Kinalski/ PE
– UNIJUI
Michelle Reinaldo
Protásio/ PE – Escola
Márcia Bárbara Bini/PE –
Escola
Cláudia Mariza Mattos
Brandão/ PG - NI
Katia Henn Gil/ M –
PUCRS
Ieda Maria Giongo/ PFI –
UNIVATES
Rejane Freitas Theodoro/
PE – escola
Sônia Elisa Marchi
Gonzatti/ M – UFRGS
Jacyra Basanesi/PE Escola
Denise de Sena Pinho/PE –
Escola
Aline Lemos da Cunha/
Ped. – SESI
Ed. Não formal
Sabrine Amaral
Martins/PFI – FURG
Adriane Cazane/ PG –
UFPel
Marly Freitas
Cambraia/PE – Escola
4
2
2
TÍTULO DO TRABALHO
Projetos de aprendizagem no módulo de metodologia do
trabalho acadêmico – curso de geomética do cti da furg
Letras e artes – a possibilidade do diálogo permanente
3
Relações interpessoais no ensino médio na percepção de um
grupo de professores.
Dialogando com crianças sobre corpo, gênero e sexualidade
2
Passos da criação & (re)utilização de resíduos secos
2
Inter-relações de conhecimentos em nível contextual e
conceitual em aulas de um curso de graduação em química
A gestão do cuidado na escola
1
2
2
2
3
3
1
Diferentes, mas não desiguais: o que os adolescentes pensam
sobre as diferenças de gênero
Reciclagem de papel: uma alternativa para produzir recursos
didáticos
Coleção biológica em resina: um recurso didático
comprometido com a preservação ambiental
Modelagem matemática: uma metodologia para tornar o
ensino de matemática mais crítico
Boneca fumante: discutindo os males do tabagismo
3
PRODUÇÕES TEXTUAIS E FORMAS DE EXPRESSÃO
NOS PROJETOS DE APRENDIZAGEM NA 7ª SÉRIE DE
UMA ESCOLA MUNICIPAL DE RIO GRANDE
Situação de estudo: uma proposta integrada da área de
ciências no ensino médio
Fotografia na escola: revelando o bairro e a identidade
2
Relato de experiência sobre uma unidade de aprendizagem
3
Apropriações: as manifestações do graffiti e
(re)significação do urbano
Estratégias utilizadas na resolução de desafios lógicos
4
3
1
3
1
5
3
1
2
1
a
O uso da calculadora nos anos iniciais do ensino
fundamental
Mídias versus infâncias: pensando ações no cotidiano das
interações
Um curso introdutório à astronomia para a formação inicial
de professores de ensino fundamental, em nível médio
O papel mediador da literatura na construção das identidades
estéticas, sociais e ecológicas
Aprendendo com os jornais
Formação continuada de educadoras(es) populares que
atuam no projeto “sesi por um brasil alfabetizado”: um
espaço para construções coletivas
Inglês como língua estrangeira: crenças na inaptidão de seus
aprendizes do ensino público
ENSINO DE EQUAÇÕES DE 1º GRAU: RELATO DE
UMA EXPERIÊNCIA
Combatendo o trabalho infantil
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Lisiane Maria Nunes
Oliveira/ NI – NI
Leda Magna de Lima
Gobbi/ PE – Escola
André Luís Culau Rocha/
NI – NI
Denise de Oliveira Dias/
M - PUCRS
Roselei Boneta de
Moraes/PE – UNIJUI
Maira Leandra Alves/PE escola
Rafaela da Silva Pereira/
NI – NI
Cátia Simone Becker
Vighi/ PE – Escola
João Alberto da Silva/ M –
UFRGS
Paula Xavier/ M – UFPel
1
Copa do mundo 2006
1
Construção de formigueiros
5
2
Comportamentos de alunos do ensino médio quanto ao uso
de embalagens de alimentos e produtos de limpeza
Educação continuada para docentes: reconstrução
permanente
Educação ambiental como praxis a ser promovida dentro e
fora da escola
Muito além do olhar - um enlace da matemática com a arte
2
Relação teoria e prática no contexto da sala de aula
2
Ana Lúcia Imhoff/ PFI –
PUCRS
Miriam Benedetti Narvaz/
PE – GP
Teresa Cristina
Etcheverria/ PU – PUCRS
Claudia Suzana Ferigolo/
M – PUCRS
Jussara Botelho Franco/PU
– FURG
Viviani Kwecko/PE e PU
– FURG
Luis Humberto Ferrari
Loureiro/M – UFPel
Sandra Mara Mezalira/
PFI – UNIJUI
Magda Leyser/ PFI – NI
10
3
Escrever estórias: uma experiência metodológica alternativa
para estimular a autoria das crianças
O exercício escolar e a aprendizagem: uma visita da
epistemologia genética à sala de aula
A (re) leitura do estágio: possibilidade de identificar saberes
construídos na prática e de pensar novas alternativas para o
ensino da matemática
Relato de pesquisa envolvendo projetos sobre disruptores
endócrinos
Experiências e espectativas de um grupo de professores
1
Atividade prática para a formação do/a professor/a
2
2
Medir comprimentos e áreas: uma habilidade desenvolvida
por meio do educar pela pesquisa
Pensamento, linguagem e realidade compondo na dinâmica
do movimento a educação popular ambiental
Projeto sistemas estéticos seqüenciais (ses)
1
Construção de conhecimentos no laboratório de física
5
Rejane Zeferino Feltes/ M
– PUCRS
Ivane Almeida Duvolsin/
NI – FURG
Luciana P. Cardozo/ PFI –
UFPel
Fabrícia Amorim/ PE –
Escola
Vanessa da Conceição
Osório/ M – PUCRS
2
5
Vivência da iniciação científica e a repercussão na formação
inicial e continuada da licenciatura em ciências naturais
O ensino de geometria frente aos recursos da geometria
dinâmica
Análise de erros sobre potenciação, radiciação e função
exponencial
Oficina sobre o ensino da matemática nas séries iniciais do
ensino fundamental
Educação física escolar:investigando as condições de ensino
4
Projeto pesquisa-ação “o que você come?”
2
Estela Maris Reinhardt
Piedras/ PU – UFPel
Maristani Polidori
Zamperetti/ PE e M –
UFPeL
Daniela Liciane
Oldenburg/ NI – NI
1
1
Oficinas pedagógicas e o educar pela pesquisa: uma
contribuição para a prática docente das professoras em
relação à elaboração e execução, de atividades
experimentais, nas aulas de ciências, das séries iniciais do
ensino fundamental
Novas tecnologias e computadores no processo de ensino e
aprendizagem da atividade projectiva
Reflexões do eu – retratos e auto-retratos
1
Identidades multimídicas e a escola
1
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95
Daniela Maria Fick/ PFI –
UNIVATES
Raquel Pereira Quadrado/
M - FURG
Graziela Maria Fick/ PFI –
UNIVATES
Maria Emília Valente/ PG
– UFPel
Ivan Britto Barreto/PG UFPel
Ana Lúcia Souza de
Freitas/ PU – NI
Carlos Alberto Marques/
PU – UFSC
Cristiane Muenchen/ D –
UFSC
5
Fabiana Lasta Beck/ PU UFPEL
Arlete Amaral Corrêa/PE –
Escola
Concetta Schifino Ferraro/
PU – PUCRS
Sandra Agostini/ M –
UFSM
2
Débora Serpa Machado/PE
– Escola
Paula Trindade da Silva
Selbach/ M – UFPel
Michely Prestes/ M –
FURG
2
Êdela Beatriz Mohnsam
Krolow/ PE/PG – UFPel
Nara Regina de Souza
Basso/ M – PUCRS
André Luís Vargas/ PFI PUCRS
REJANE ROLIM DE
AZAMBUJA/ PU –
PUCRS
Angela Maria Wilges/ M –
PUCRS
Carla Beatriz Spohr/ M –
UFRGS
Denise Seixas Cruz/ PE –
Escola
Jane Herber/ PE –
UNIVATES
Patrícia Anselmo Zanotta/
PE – Escola
Cláudia da Silva Cousin/
PE – Escola
Marco Antônio Simões de
Souza/ M – FURG
Ana Marli Bulegon/ M –
2
2
5
Investigando concepções curriculares
matemática
(Re)significando os corpos na escola
no
ensino
de
1
Professores de matemática da escola básica e o uso de
recursos computacionais
O ritmo do rap como estímulo para desenvolver o conceito
de frações: uma estratégia possível?
O desafio para desenvolver conteúdos de cálculo em um
curso de arquitetura: o movimento necessário
(Trans)formações de saberes e fazeres docentes na escola e
na universidade
Pesquisas acerca da problematização de questões ambientais
na formação permanente de professores de química
Percursos iniciais de um coletivo de pesquisa: nas “pegadas”
das articulações entre a perspectiva freireana e o ensino de
ciências.
Delineando novos contornos à escola: o computador como
uma ferramenta colaborativa
Da língua à literatura: um jeito simples de aprender
4
Lixo: um problema que aflige a humanidade
2
A maneira de organização do estágio curricular préprofissional mediante os comentários dos alunos estagiários
da universidade federal de santa maria
Experiências de sala de aula com produção escrita de alunos
de uma escola estadual
Trajetórias e lugares da formação do docente universitário:
uma mirada para os professores do curso de odontologia
“Em busca da qualidade de vida através da
Contextualização entre teoria e prática das radiações no
currículo escolar: relatos da percepção dos alunos do
primeiro ano do ensino médio sobre as radiações ionizantes
e não-ionizantes”
O estudo de funções a partir das expressões de vida dos
alunos
Temas transversais: uma experiência no mestrado em
educação ciências e matemática
Experimento de millikan no ensino médio
2
2
2
7
5
2
4
3
3
1
A construção do perfil profissional do professor na
disciplina de tutoramento em prática de ensino iv
2
USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS PARA ENSINO DE
MATEMÁTICA NOS CURSOS DE 3º GRAU
Introduzindo o tema da supercondutividade no ensino médio
a partir de fundamentos da epistemologia contemporânea
Uma proposta metodológica visando um olhar crítico sobre
o desenvolvimento urbano-ambiental na vila da quinta
Currículo de química: uma reflexão coletiva
2
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2
1
3
2
2
Trabalhando conteúdos de interesse dos alunos na
perspectiva deles próprios
Formação de professores e educação ambiental: tecendo
diálogos e reinventando a geografia no cotidiano escolar
Repensando o currículo do ensino técnico na perspectiva da
educação ambiental
O uso do diário do professor: um instrumento de
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UNIFRA
Juliana Libardoni/PFI –
UNIJUI
Maria Estela Barbosa da
Rocha/ M – FURG
Álvaro Veiga Júnior/ PE e
M – UFPel e FURG
Moacir Langoni de
Souza/PU – FURG
Jorge Luiz Gouveia
Amaral/ NI – NI
Caren Lorensi/ PFI –
UFSM
Cláudia Andréa Zuchoski
Rizzi/PE – Escola
Leila Gularte de Farias/PE
– Escola
Diacuiara Barañano Souza/
NI – Escola
Joice Araújo Esperança/ M
– NI
Dulce Regina de Abreu
Flores/ PE – Escola
Luciane Marques Dilli/
PFI – UFPel
2
autoavaliação e atualização do trabalho docente.
Estágio curricular supervisionado: um espaço de interação
na formação inicial de professores de ciências
Em defesa dos adolescentes com hiv/aids por uma vida
3
Revista apontamentos como formação docente
1
Contar histórias: a narrativa como possibilidade de
(trans)formação
A escrita em língua estrangeira – inglês
2
1
3
2
Circuitos elétricos de corrente contínua
Leis de kirchhoff
Química e geografia: a integração que gerou a transformação
2
Sexualidade na escola
2
Projeto ecoturismo da e.e.e.m. silva gama, cassino, rs
2
Jorge Antônio de Oliveira
Satt/ PE – FURG
Rossana Hoffmeister
Menegotto/M – PUCRS
Dayse Melo da Silva/ PFI
– FURG
1
Impasses, desafios e re(elaborações) no diálogo entre
professora-pesquisadora e sujeitos-crianças
Pontes entre ilhas de aprendizagem: salas temáticas em
tempos iguais
Um estudo preliminar sobre como os professores de ciências
trabalham a educação ambiental em três escolas públicas de
canguçu/rs
A prática docente: um ato político e dialógico
2
Relato de pesquisa sobre bioética com animais
6
Ligia Catarina Mello/PU –
UFSC
Karina de Oliveira
Machado/ M – NI
Joelene de Oliveira de
Lima/ M- PUCRS
Ana Victoria Cuesta/ PFI –
Universidad de la
República, Montevidéu/
Uruguai
Jackson Luís Martins
Cacciamani/ M – NI
Ida Neves/ NI Universidad de la
República/ Uruguai
Alejandro Damián Fojo
Denis/ NI – Universidad
de le República/ Uruguai
Liana González
Liesengang/
Bibliotecóloga –
Universidad de la
República/ Uruguai
Natalia de Ávila/ PFI –
Montevidéu
Lenice Mirandola da
3
Oficinas de formação continuada: construindo experiências e
aprendizagens significativas em uma escola municipal da
cidade do rio grande/rs.
Análise e aplicação de propostas de ensino e de
experimentos, segundo os materiais didáticos de química
A dimensão afetiva na educação matemática
1
2
2
2
2
1
3
Auxiliando a escolher e projetar softwares educacionais para
suporte a aprendizagem de matemática
Descubriendo nuestro pasado indígena, a través de la
historia y arqueología.
Os alimentos como possibilidade de aprender a química do
ensino médio
Experiencia de aproximación a la educación en valores en el
contexto de la educación de adultos
1
La pedagogía del silencio
3
Educación en contextos sociales no institucionalizados:
primeras jornadas de capacitación para trabajadores de
bibliotecas populares
4
“Tejiendo redes” – experiencia de trabajo de educación en
un barrio de montevideo
Ensino de geometria espacial: uma prática pedagógica
2
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Rocha/M – PUCRS
Vera Teresa Sperotto
Bemfica/ PU – NI
Flávia Luciane Pinheiro
Gonzales/ PE – Escola
Antonio Marcos Teixeira
Dalmolin/PFI – UFSM
Márcia Andréia
Telöken/PE – Escola
José Edson Jornada
Comis/ PFI –
URI/Santiago
Daiana Braga Pereira/ M –
UFSM
Clarinês Hames/ PU –
UNIJUI
Magda Cristiane Fonseca/
PFI – UNIVATES
Paula Gaida Winch/ PFI –
UFSM
Edna Falcão Dutra/ PFI –
UFSM
Concetta S. Ferraro/ PU –
PUCRS
Maria Odete da Rosa
Pereira/ M - FURG
Andrea Vieira Braga/ PE –
Escola
Ana Cláudia Pereira de
Almeida/ PE – Escola
Fabiane Ferreira da Silva/
M – FURG
Robledo Lima Gil/ PU –
UFPel
Maria Eliza Gama/ PG –
UFSM
Cleiva Aguiar de Lima/PE
– Escola
Ana Laura Salcedo de
Medeiros/ PG – FURG
Giovana Massotti da Rosa/
PE - Escola
Danieli Evangelista
Formentim/ PU –
SESI/FURG
Andréia Aurélio da Silva/
PFI – UFSM
Ariane A. Lara Gloger/
PFI – URI
Vilmar Bagetti/ PU –
UERGS
Marcia Soares Forgiarini/
M – UFSM
Adelita R.R. Paz/ PFI –
URI/ Santiago
Daiana Froner/ PFI –
UNIJUÍ
Claudio Luiz Hernandes/
1
Interação: ensinante / aprendente – teoria / prática
1
Julgamento simulado: possibilidade de mediação de conflito
em sala de aula
Integração teoria – experimento no ensino de física do
terceiro ano do nível médio
Refletindo sobre a prática pedagógica
3
2
2
Investigando possibilidades de tutoria escolar no estágio
curricular supervisionado na cidade de santiago/rs
2
O regime de progressão continuada: a experiência da escola
g
A importância de considerar uma multiplicidade de saberes,
práticas e interações no ensino e na formação em ciências
Mapeando as concepões e práticas de professores iniciantes
de ciências exatas em relação à formação vivenciada
Dificuldades evidenciadas no cotidiano das escolas estaduais
de ensino médio de santa maria/rs mediante relato de
coordenadores dessas escolas
Aspectos relevantes de uma vivência de estágio curricular
1
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2
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1
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3
5
2
Projeto intercâmbio universidade/ escola: uma ação conjunta
para qualificar o ensino de química
A relação escola comunidade e as implicações no ensino
aprendizagem na ótica ambiental – rio grande – 2003
A construção das feminilidades pela escola através do
discurso curricular e as brincadeiras no recreio
A criança e a apropriação da palavra: a aquisição da escrita
como processo coadjuvante à compreensão do mundo
A constituição das identidades de gênero no espaço escolar
A evolução do modelo didático na formação inicial para o
ensino de ciências: um estudo de caso
O projeto político-pedagógico: um mecanismo para
instituição de grupos de trabalho no espaço escolar
A mídia como ferramenta para a apropriação do discurso
biológico no ensino médio
Recursos midiáticos como produtores de aprendizagem
Relato de experiências envolvendo educação ambiental com
crianças da educação infantil
Alfabetização de adultos: em busca de novas possibilidades
de aprendizagem
Estágio curricular em regime de tutoria: relato de uma
experiência
O trabalho docente: uma análise a partir das concepções de
acadêmicos do curso de matemática
Investigação-ação em alfabetização de adultos no contexto
da campanha do rs
Aproximação entre o “mundo da escola” e o “mundo da
vida”: uma reformulação curricular na eja
Ensino de física na creche
Uma experiência de significação do conhecimento químico
escolar no ensino fundamental
Concepções de alunos em formação inicial e de professores
137
PFI – NI
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182
183
Cleonice Gai Rigo/ PE –
UFSM
Janete de Moura Pithan da
Silva/ PE – UNIJUI
11
Sandro R.V. Ustra/ NI –
USP
Daiane Thaíse Faber/ PFI
– UNIJUÌ
Suzana Margarete
Kurzmann Fagundes/ PE –
Escola
Luís Fernando Saraiva
Macedo Timmers/ PFI –
NI
Elenita dos Santos
Miranda/ M – NI
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU – UNIJUI
Juliana Raquel Rietch/PE
– UNIJUI|
Rosangela Ferreira Prestes/
M – PUCRS
Paulo Roberto Rodrigues/
PG – UFSM
Sônia Suzana Farias
Weber/ PG – UFSM
Maribel Inês Vieira/PE –
Unijuí
Lúcia Salete Celich Dani/
PU - UFSM
Milton Freitas Cápua/M –
NI
Alessandro Cury Soares/
PE e PG – UFPel
Alessandra Gonçalves da
Costa/ M – UNIJUI
Alessandro da Silva Saadi/
PG - FURG
Emilia Barcelos
Nascimento/ PE - Escola
2
Maurivan Güntzel Ramos/
M – PUCRS
Alessandro Bazzan/ PE –
UNIJUI
Fabiana Perpétua Ferreira
Fernandes/ PFI – UFSM
Luciana Bagolin Zambon/
PFI – UFSM
Paulo Roberto Bairros da
Silva/ PFI – UFSM
Daniele Guerra da Silva/
PFI – UFSM
1
Ricardo Carlos Bins Neto/
M – PUCRS
2
5
1
3
em serviço sobre o conhecimento científico e as práticas
educativas
Ressignificando o currículo da eja
Situação de estudo – água, fator determinante para a vida:
uma possibilidade de articulação da biologia e química no
ensino médio
A importância do grupo de professores no enfrentamento da
complexidade educacional
A prática de ensino sob a forma de estágio e sua relevância
na formação docente
Jogos didáticos: aprendizagem interativa e interdisciplinar
5
Conhecimento de professores de ensino fundamental e
médio sobre ação dos desreguladores hormonais
2
1
Estudo sobre as concepções de professores do ensino médio
na construção de um projeto interdisciplinar
Interações produzem mudanças no espaço escolar
7
Aquecimento global: o que eu tenho a ver com isso?
5
Trabalho em grupo: uma proposta interdisciplinar na
discussão sobre problemas do cotidiano
Formação profissional para alunos da eja
2
2
2
Condicionantes para a formação continuada de professores
da educação básica em santa maria/rs
“Conhecendo o câncer: um caminho para a vida”
2
A violência escolar no olhar da equipe diretiva
1
Da inquietação para a mudança: uma aposta na singularidade
de cada sala de aula
Da arte à química – (re) inventando a ciência na educação de
jovens e adultos
Reflexão de uma licencianda sobre o estudo de geometria
espacial
A matemática financeira, o ensino a distância e a experiência
prática utilizando a internet
Releitura de uma prática pedagógica vivenciada no contexto
de implantação de uma escola do ensino fundamental – foco
na área de ciências naturais
A problematização da docência: construindo a consciência
sobre o estado da arte e os caminhos para a auto-superação
A percepção dos professores de ciências sobre o
desenvolvimento de sucessivas situações de estudo na escola
Grupos de trabalho de língua espanhola como forma de
acompanhamento do estágio curricular pré-profissional
Estudo sobre o uso de analogias em aulas de física
2
1
2
1
6
3
2
2
3
O estágio curricular na formação de professores: relato de
uma experiência
A evolução de alunos de ensino médio durante o
desenvolvimento de problemas de lápis e papel em aulas de
física
IDÉIAS PRÉVIAS DE ALUNOS DE 6ª E 7ª SÉRIES DO
ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE A RELAÇÃO ENTRE
138
184
Sônia Regina brum
Pinheiro/M – UFSM
2
185
Liane Batistela Kist/ M –
UFSM
Marielda Ferreira Pryjma/
D – USP
Nelda Santos/ PG – UFPel
Leila Roatti Soares
Marshall/ PU – UFSM
Elisangela Pariz/ PFI –
UFSM
Flaviane Predebon/ PFI –
UNIVATES/ UPN
(Colômbia)
Leila Finoqueto/ MUFSM
3
ISABEL KREY/ D –
UNIVATES
Luiz Eduardo Silva Porto/
PFI – UFSM
Marcelo Vettori/M –
PUCRS
Silvia Cristina Binsfeld/ M
– UNIJUI
4
Melissa Bergmann/ M –
Escola
Andréia Gonçalves da
Costa Ceratti/ M – UNIJUI
1
Enedina Marlene Budel
Casalini/PE – UNIJUI
Angélica Barroso
Panatieri/ PG – NI
5
Fernanda Medeiros de
Albuquerque/ PE – Escola
Elizane Pegoraro Bertineti/
PE - Escola
Isabel Cristina Gonçalves/
NI – FURG
1
Cleuza Maria Sobral Dias/
PU – FURG
André Lemes da Silva/ M
– FURG
Tanise Paula Novello/ M –
FURG
Graziele Vellar Marchese/
PFI – FURG
Maira Ferreira/ PU – NI
Daniele Gomes Muller/
PFI – FURG
Sherol Acosta Rodrigues/
PFI – Universidade
Federal do Rio Grande
9
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1
3
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1
3
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1
3
1
1
1
2
HOMEM E NATUREZA
O projeto político-pedagógico como referência para
compreender as práticas escolares em escolas de educação
básica
O papel do professor de educação básica no
desenvolvimento do estágio curricular pré-profissional
Um novo olhar sobre a educação ambiental
Sentidos atribuídos á escrita no espaço escolar
Grupos de trabalho como forma de propiciar tutoria aos
estagiários de cursos de licenciatura
Experiências
didático
–pedagógicas
durante
o
desenvolvimento de estágio curricular
Formação de professores e construção crítica de conteúdos
projeto conjunto UNIVATES/UPN
A docência no case/sm – centro de atendimento
sócioeducativo de santa maria/rs: as possíveis influências na
construção dos saberes docentes
Formação de um coletivo de professores da física da região
do vale de taquari
Um relato de experiências no desenvolvimento do estágio
curricular em ensino de física
O educar pela pesquisa: relatos de uma experiência
Uma experiência de reconstrução da prática escolar no
ensino médio na perspectiva da interdisciplinaridade e da
contextualização
Meio ambiente na escola: ralato de experiência
Reflexões a partir de um olhar para práticas do ‘fazer
pesquisa’ em espaços de formação de professores de
ciências
Professores organizados em uma prática interdisciplinaragentes da reconstrução do currículo escolar
A educação de jovens e adultos no movimento dos
trabalhadores rurais sem terra: uma provocação instigadora
para a construção do conhecimento.
Unidade de aprendizagem: uma alternativa para professores
e alunos conviverem melhor
Escola e família - uma parceria que dá certo!
A educação ambiental no processo de formação continuada
de professores(as): a experiência do programa de educação
ambiental do porto do rio grande
(Re)visitando a infância: reflexões na construção de saberes
de professores
Algumas considerações quanto à experiêcia docente no
contexto escolar
Vivenciando o mathemolhes na formação continuada de
professores
Relatos de uma proposta de projeto de ensino em ciências e
a reflexão da práxis
“Dizem que o difícil do estágio, é escrever o relatório”
Uma proposta inovadora de estágio de graduação
Relato sobre situações de ensino-aprendizagem em um curso
de formação docente
139
216
Tuane Silva/ PFI – FURG
217
Rosane Zimmer/ PE –
5
Escola
Isolda Borges Ferreira/ PE 2
– Escola
Carmen Luiza de Azevedo 4
Costa/ PFI - FURG
Lisandra Almeida
2
Lisovski/ M – UFSM
Gabriela Afonso Halal/PFI 1
- FURG
Cristiane Barbosa de
4
Situação de estudo: uma proposta de ensino que proporciona
Oliveira/ PFI – UNIJUI
interações entre os sujeitos
Cristian Poletti Mossi/ PFI 2
Uma análise das questões acerca de conteúdos de artes
- UFSM
visuais no exame nacional do ensino médio
Roque Moraes/PU 5
Práticas de autoria e autonomia
PUCRS
Bianca Barreto Martins/
2
Atividades experimentais: o confronto de teorias
PFI – FURG
Ida Letícia G. da Silva/
2
Situaçãoes de estágio e as relações intersubjetivas
PFI – FURG
Carolina Fernandes/ PFI –
2
Uma viagem contemporânea aos modelos atômicos
FURG
Edi Morales Pinheiro
1
Química! Para quê?
Junior/ PFI - FURG
Elaine Vieira/PU –
2
Uso de jogos no museu de ciências e tecnologia da pucrs
PUCRS
Ms Thaís Conceição/ M 1
Matemática sem mistério – um experiência com alunos de
PUCRS
eja
Jorge Moraes Júnior/ PG - 1
Sexualidade: capacitando para a vida
NI
Eva Regina Carrazoni
1
Educação sexual na pratica de ensino de biologia: vivências
Chagas/ PU – PUCRS
e reflexões importantes na formação inicial
Gionara Tauchen/ PFI –
3
Pesquisa e formação inicial de professores
UFSM
Sandra Maria de Castro
2
O conceito de webquest como proposta inovadora da escola
Rocha/ PG – UFSM
Berenice Vahl Vaniel/ M – 2
Os projetos de aprendizagem e a educação ambiental
FURG
potencializados pela formação continuada dos professores
Crislaine de Freitas Aires/
5
Políticas públicas de democratização da gestão escolar: um
PFI - UFPEL
estudo em escolas municipais de pelotas
Berenice Alvares Rosito/
4
Metodologia e prática do ensino de ciências:uma atividade
PU – PUCRS
integradora
Luz Yadira Moreno/
4
El conocimiento de contenido del profesor de física sobre las
Grupo de investigación/ NI
nociones de espacio y energia. Estudios de caso
– UPN (Colombia)
Mario Alejandro Bernal
1
“La enseñanza de la física a través de ambientes virtuales de
Ortiz/ NI - UPN
aprendizaje”
VII Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Fabrícia Amorim/ PE 1
A mídia na sala de aula
Escola
Patrícia Anselmo Zanotta/
1
O uso de jogos didáticos nas aulas de química do ensino
PE – Escola
médio
Teresa Cristina
1
Tecendo aprendizagens e sentimentos em um grupo virtual:
Etcheverria/ PU – PUCRS
reflexões sobre a formação do professor de matemática
Roque Moraes/ PU –
2
Aprendizagem pela escrita: reconstruindo representações de
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Nº
Tr.
1
2
3
4
5
Investigação na sala de aula: concepções dos alunos de
química licenciandos sobre os conceitos de moléculas
Vivências libertadoras no processo de ensinar a aprender:
contradições, desafios e possibilidades educadoras
Complexos temáticos na eja: um processo em permanente
construção
A poluição das águas: uma abordagem didática para o
ensino fundamental e médio
Responsabilidades atribuídas as universidades e as escolas
de educação básica na formação inicial do futuro professor
Prática docente/formação de seres humanos
140
5
6
7
8
9
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30
31
PUCRS
Viviane Conceição Duarte
Madeira/ PFI – NI
Cleiva Aguiar de Lima/
PU- FURG
Ana Laura Salcedo de
Medeiros/PE – escola
Rejane Danieli Marquet/
PE – UFSM
Claus Haetinger/ PU UNIVATES
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU - UNIJUI
Marcia Barbara Bini/ PE –
Escola
Raquel Wielens Becker/
PFI – UNIJUI
Daniela Rodrigues da
Silva/ PE e M – UFRGS
Marli Dallagnol Frison/
PU – UNIJUI
Juliana Aozane/ PFI –
UNIJUI
Leandro Duso/ PE –
Escola
Mauricio Legemann
Monte/ PFI – FURG
Daniela Liciane
Oldenburg/ PE – Escola
2
2
1
10
3
4
3
4
2
4
3
2
2
1
Evanir Lúcia Brizzi
Hermany/ PE – UNIJUI
Marly Freitas Cambraia/
PE – Escola
Ana Marli Bulegon/ M –
NI
Cláudia Adriana da Silva/
PFI – UNIJUI
Verena Strada/ PFI –
UNIJUI
Vanilda Passos Teresa/ PE
– FURG
Marcelo Vettori/ PE –
Escola
Leandro Londero da Silva/
PE – Escola
Rosangela Segala de
Souza/ PE – Escola
Karine Raquiel
Halmenschlager/ PE –
Escola
Silvane Prigol/ M –
UFRGS
8
Fábio Peres Gonçalves/
PFI – NI
Sandra Maria Wirzbicki/
M – UNIJUI
3
1
1
ensinar ciências
Por que os alunos odeiam química: falta de motivação ou
desinteresse?
Unidade de aprendizagem: ecossistemas da planície costeira
do rio grande do sul
Círculos de cultura: uma aposta de múltiplas aprendizagens
na educação de jovens e adultos
Reformulando o curriculo da eja: trabalhando o tema
consciência negra
Inserção de recursos computacionais no processo ensinoaprendizagem da matemática
Situação de estudo: conhecendo o câncer - um caminho para
vida percepções de estudantes do ensino médio
O educar pela pesquisa e as aulas de matemática: uma
tentativa de superar a cópia
Contextualização no ensino de ciências: a realidade bate à
porta
Repensando a estrutura curricular de ciências a partir de
temas sociais de interesse dos alunos
Situação de estudo: uma possibilidade de construção do
saber químico escolar
Física: uma experiência motivadora construída dentro e fora
do espaço escolar
Atividade interdisciplinar realizada com alunos de ensino
médio sobre nutrientes
A química no ensino de jovens e adultos como possibilidade
de resgatar a cidadania
A língua estrangeira em nível básico de aprendizagem préuniversitária: uma nova proposta para o ensino de língua
espanhola
Situação de estudo: uma proposta de organização curricular
que desafia professores e estudantes da educação básica
Alunos difíceis: um desafio
3
Debate: estratégia de verificação das idéias prévias dos
alunos
A física e o estudo dos sentidos – uma possibilidade de
introdução ao conceito de onda através da situação de estudo
A física moderna trabalhada numa situação de estudo
3
A matemática da vida
2
1
A escrita de alunos do ensino médio na elaboração de
relatórios sobre atividades práticas em física
Ensino de física e a inserção da educação para o trânsito
17
Abordagem interdisciplinar na eja
2
O ensino médio noturno: um olhar freireano
2
Apresentação de um projeto de pesquisa “o saber popular do
queijo como uma alternativa para a estruturação curricular
do ensino de ciências”
Compreensões de estudantes acerca das fontes de energia e
insumos alternativas ao petróleo
Interdisciplinaridade presente na organização curricular da
situação de estudo na perspectiva da contextualização e
experimentação
5
3
141
32
Márcio Fraiberg Machado/
PE – Escola
Maria Helena Teixeira
Cunha/ PE – PUCRS
Maria Ângela Martins
Teixeira/ PE – FURG
Tania Marlene Costa
Menegat/ PE – Escola
Juliana Guaragni/ PE –
Escola
1
Novas formas de aprender, novas formas de ensinar
1
Adriana Otaki Schier/ PE –
Escola
Simone Nascimento dos
Santos/ PE – Escola
2
Criatividade e arte: uma forma de incentivar a produção
escrita
Um diálogo de formação: a experiência em envolver um
coletivo escola
Textos de divulgação científica: visando a aprendizagem
significativa dos conceitos físicos
Energias alternativas: a construção do conhecimento através
de trabalhos de pesquisas em grupos explorando a
criatividade dos alunos
Associando pilhas
42
Laís Basso Costa Beber/
PFI – UNIJUI
4
43
Denise Bastos das Neves/
PE – FURG
Ana Regina Muller de
Brito/ PE – FURG
Alvina Canal Kinalski/ PE
– UNIJUI
Carla Beatriz Spohr/ PE –
Escola
6
Rejane Zeferino Feltes/ M
– NI
Fabiano Bolzan Scherer/
PFI – UFSM
Patrícia Hildebrandt dos
Santos/ GE – UNIJUI
Edi Morales Pinheiro
Junior/ PE – FURG
Suzana Margarete
Kurzmann Fagundes/ M –
PUCRS
Alline Bettin de Oliveira/
PE – Escola
1
Rosangela Ferreira Prestes/
M – PUCRS
Carolina dos Santos
Fernandes/ PFI – FURG
Cristian Poletti Mossi/ PFI
– UFSM
2
Vera Lucia Felicetti/ PE –
Escola
Inês Micco Bischoff/ PE –
Escola
Ida Letícia Gautério da
Silva/ PE e M – FURG
Sandra Maria de Castro
Rocha/ NI – NI
Maria Carolina Salum
Bulhosa/ PFI – FURG
2
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61
3
2
1
3
4
2
2
2
5
APLICAÇÕES DO CONCEITO DE FUNÇÃO: UMA
EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO 2ºano DO ENSINO
FUNDAMENTAL
Avaliação interdisciplinar por área de conhecimento no
ensino médio: um estudo na área das ciêncas da natureza e
suas tecnologias
Aula passeio como desencadeadora de projetos de
aprendizagem
Projetos de aprendizagem desencadeando múltiplas
aprendizagens
Energia: a elaboração conceitual dos estudantes a partir do
desenvolvimento de diversas situações de estudo
Diagnóstico da quantidade e qualidade dos mananciais
utilizados na captação e distribuição de água pela corsan no
município de horizontina/rs
Análise de erros em potenciação e radiciação: um estudo
com alunos de ensino fundamental e médio
A cidade e o campo na geografia do ensino fundamental
3
Desmistificando o corpo humano: uma proposta de trabalho
para a educação básica
O conteúdo de soluções químicas em uma abordagem cts
2
Biologia: a possibilidade de ler o mundo
2
PROJETO PLANTANDO IDÉIAS: PERCEPÇÕES DE
ALUNOS DE 6ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL
SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE HOMEM E NATUREZA
Aquecimento global: idéias e perspectivas de alunos do
ensino médio
O processo de ensino-aprendizagem em turmas de educação
de jovens e adultos(eja)
Os hibridismos culturais, as visualidades apropriadas e as
identidades estampadas: abordagens para o ensino das artes
visuais
MODELAGEM MATEMÁTICA NA 1ª SÉRIE DO
ENSINO MÉDIO
Aquecimento global: um tema interdisciplinar
1
1
3
2
1
1
Uma reflexão sobre a constituição de uma professora
iniciante em uma escola do campo
“Caça ao tesouro” o uso orientado da pesquisa na internet
Oficinas de química como forma de exercício da prática
docente
142
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89
90
Luiz Flavio Rangel/ PE –
Escola
Tânia Regina Tiecher/ PFI
– UNIJUI
Elisandra Zanatta/ PE –
UNIJUI
Daniel Espírito Santo
Garcia/ M – UFPEL
Márcia Von Frühauf
Firme/ PE – Escola
João Bernardes da Rocha
Filho/ PE – Escola
Karen Cavalcanti Tauceda/
M - FURG
Jakciana Velho Pasini/ M
– PUCRS
Milton José Bolzan/ M –
UFSM
Magda Cristiane Fonseca/
PFI – UNIVATES
Marisônia Pederiva Da
Broi/ PE – Escola
Carla Barbieri/ NI –
PUCRS
Rosane Maria Claros
Gonçalves/ PE – Escola
Lucas Nunes Ogliari/ M –
PUCRS
Simone Langie dos Santos/
PFI – UFPel
1
A formação continuada a partir dos grupos de estudos
3
A vivência de atividades de integração em ciências no
âmbito escolar
Aquecimento global do planeta: um recorte de uma prática
curricular no ensino médio
Benefícios no uso da metodologia de projetos: um estudo
baseado na teoria sócio-histórica
Eja-ensino médio: projetos de aprendizagem em uma
experiência coletiva
Educação inclusiva em física utilizando peças de madeira
com estudantes cegos em turmas mistas
Melhorando a aprendizagem de conceitos biológicos através
do estudo de representações mentais e da história da ciência
Proposta de atividades de reflexão sobre a organização do
tempo de estudo dos alunos utilizando o moodle
Qualificação da participação política pela internet
Raquel de Souza Schafer/
PE – Escola
Juliana Mariani Santos/ M
– PUCRS
Alice Scherer da Costa/ PE
– Escola
Paulo Roberto Rodrigues/
PG – UFSM
Stela Mari Baratieri/ PE –
Escola
Paulo Roberto Bairros da
Silva/ PFI – UFSM
Vanderlei Farias Guerreiro
Junior/ PE – Escola
Jaciele Carine Sell/ PFI –
UFSM
Aline Nunes da Rosa/ PFI
- UFSM
Araeci Carvalho da Luz/
PE – Escola
Sônia Mara Gil da Silva/
PE – Escola
Ana Maria Cera
Forgiarini/ PE – Escola
Ionara Barcellos Amaral/
PFI – NI
Roseléia Ferreira Prestes/
PE e M/ PUCRS
2
6
1
2
4
2
3
1
3
3
1
Uma vivência marcante na formação de um professorinvestigador
Unidade de aprendizagem em nanotecnologia e saúde
1
Construção e comunicação da argumentação em atividades
experimentais de química
A filosofia como experiência curricular na educação básica
1
A matemática da escola e a matemática do dia-a-dia
2
Análise da concepção prévia dos alunos do ensino
fundamental sobre sistema respiratório utilizada para
elaborar uma aula personalizada
Aprender a pescar
2
1
2
1
3
1
2
3
1
1
Construindo conceitos matemáticos com alunos de ensino
médio utilizando sensoriamento remoto como ferramenta
Desenvolvimento de uma proposta para o ensino de
hidrostática voltada para a aprendizagem significativa
Educação matemática no contexto da eja
Energias: uma possibilidade concreta para pesquisa em sala
de aula
Monitoramento e análise de concepções espontâneas no
ensino de física
O dna na sala de aula: interpretação dos avanços
tecnológicos e da correlação com outras áreas.
O pré-vestibular popular alternativa e sua proposta de ensino
O que os alunos aprendem nas aulas de artes visuais do
ensino médio
Poesia – uma janela aberta para a leitura
2
Projeto cores como facilitador do entendimento da
diversidade racial
Proposta de construção curricular na eja: abordagem
interdisciplinar do tema trabalho
Relato de uma pesquisa: zoonoses em animais de estimação
4
Rodinha de leitura
8
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121
122
Mercedes Matte da Silva/
PE – Escola
Carmem Regina da Silva
Pereira/ M - PUCRS
Luciana B. Zambon/ PFI –
UFSM
Débora Serpa Machado/PE
– Escola
Ana Cecília Togni/ PU –
UNIVATES
1
Seqüências numéricas e o Leonardo da Vinci
3
Janete de Moura Pithan da
Silva/ PE – UNIJUI
Luciana Vigil Ferrão/ PE –
UFSM
Antonio Marcos Teixeira
Dalmolin/ PFI – UFSM
Renata Pelufe/ PE – Escola
Sandra Mara Mezalira/ M
– UNIJUI
2
Unidade de aprendizagem: energia eólica em aulas do ensino
médio como incentivo ao processo de aprendizagem
Uso de analogias na aprendizagem de conceitos,
procedimentos e atitudes
Visualizando a teoria na prática: o olhar de uma aluna sobre
a prática de sala de aula
A interação professor – aluno através da ferramenta diário
de bordo do TELEDUC e as relações de afetividade
resultantes
Ampliando as possibilidades de relações de aprendizagem
na situação de estudo: “água, fator determinante para a vida”
Espaço interativo entre currículo e prática na EJA
Melissa Guerra Simões
Pires/ PFI – PUCRS
Maria do Carmo Galiazzi/
PU – FURG
Flaviane Predebon/ M –
UFRGS
Ana Victoria Cuesta/ PFI –
UdelaR – Uruguai
Rosângela da Silva
Moreira/ M - PUCRS
Simone Vacaro Fogazzi/
PU – UFRGS
Eunice Martins/ PFI – NI
Cláudia da Silva Cousin/
PE – FURG
Clarinês Hames/ PU –
UNIJUI
8
Cristiane Muenchen/ D UFSM
Rodrigo Launikas Cupelli/
PFI – NI
Michelle Camara Pizzato/
NI – UNIVATES
João Batista Siqueira
Harres/ PU – UNIVATES
Rosemeri Martins de
Oliveira/ PFI – UNIJUI
Juliana Boniatti Libardoni/
PFI – UNIJUI
Adriana Neves Dias/ PFI –
FURG
Carmen Luiza de Azevedo
Costa/ PFI – NI
Simoni Tormöhlen
Gehlen/ D – UFSC
Nara Eunice Nörnberg/ PE
– Escola
4
2
2
1
14
5
2
Grupo de estudos temáticos em ciência-tecnologiasociedade: caminhada junto à EJA
Problematização dos CFCs
Repercussões na formação inicial e continuada do
desenvolvimento da situação de estudo “ar atmosférico” no
estágio supervisionado do ensino médio
Clube de ciências: integrando licenciandos de ciências
biológicas e alunos do ensino fundamental
O curso de licenciatura em química – habilitação ciências:
da dicotomia ao diálogo com a escola em rede
Uma reflexão sobre o ontem buscando uma proposta de ação
para o amanhã na formação de professores de química
‘TO BE OR NOT TO BE’ Boceto de una 143topia docente
1
Os professores e as relações interpessoais na escola
2
A prática de ensino de artes visuais revista em grupos de
estudo
Eja: diferentes vivências
A constituição de uma comunidade de aprendizagem
5
3
3
3
2
5
3
2
8
2
3
3
1
1
5
1
Contextualização e interdisciplinaridade como perspectiva
no desenvolvimento e análise de uma ação de formação
docente em ciências
Biocombustíveis e o ensino de ciências: compreensões
docentes
Refletindo sobre a experiência do estágio na formação
inicial: um laboratório de professores?
O perfil do professor de ciências exatas: o que pensam
formadores e formandos?
Vivências alternativas na formação inicial de professores:
análise de uma experiência inovadora de prática pedagógica
Vivencias na formação docente: uma reflexão sobre o
estágio curricular supervisionado no ensino de ciências
Estágio supervisionado no ensino de ciências: uma reflexão
sobre a prática docente
Uma proposta de estágio que move montanhas
Buscando o conhecimento prévio dos estudantes através da
pesquisa
Um processo formativo na perspectiva freiriana:
aprendizagens na formação dos formadores
Professora de borboletas: a metamorfose da docência
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155
Alexandra de Souza
Fonseca/ PFI – FURG
Maria Cristina Pansera de
Araújo/ PU – UNIJUI
Silvia Cristina Binsfeld/ M
– UNIJUI
Sandra Gelati Pascoal/ PE
– UNIJUI
Daiana Froner/ PFI –
UNIJUI
Teresinha Beatriz de Fraga
Ozio/ PFI – FURG
Maria Teresa Orlandin
Nunes/ PU – FURG
Gabriela Meroni/ PFI –
Montevideo
Alessandra Ville da
Silveira/ PFI – PUCRS
Juliana Olders dos Santos
Dill/ CP – Escola
Sandra Agostini/ M –
UFSM
Juliane Marques dos
Santos/ PFI – FURG
Cláudia Andréa Zuchoski
Rizzi/ PE – FURG
Margarete Schmoel
Lichtenecker/ NI – NI
Cristiane Mohnschmidt/
PFI – UNIJUI
Jackson Luís Martins
Cacciamani/ PE – FURG
Vanessa Immich/ M –
UNIJUI
Denise Borguetti/ PU –
UNIVATES
Marcos Leomar Calson/ M
- NI
Mariel Hidalgo Flores/ PE
– Escola
Nora Lúcia M. Klingelfus/
NI – ISES
Leila de Almeida Castillo
Iabel/ Diretora – Escola
1
2
Experiências e vivências de uma professora num estágio de
cinco semestres
Desenvolvimento de situações de estudo na escola: a análise
das percepções de professoras do ensino médio
Interlocuções em movimento na produção de uma situação
de estudo em contexto escolar no ensino médio
Articulando a formação inicial e a continuada: a prática em
duas escolas de ensino médio
Estágio curricular: da teoria a prática em sala de aula
3
Brincando se aprende matemática
3
Oficinas pedagógicas no ceamecim: possibilitando práticas
pedagógicas na formação inicial de professor@s
Uma experiência docente sobre a relação entre a prática e os
fundamentos teóricos no trabalho de classe
Aulas de ciências na educação de jovens e adultos
Cristiane da Silva
Stamberg/ M – PUCRS
Carol Lindy Joglar Favaro/
M – PUCRS
Moacir Langoni de Souza/
PU – NI
Felipe Kessler/ PFI – NI
1
Fabiana Perpétua Ferreira
Fernandes/ M – UFSM
Andréia Aurélio da Silva/
PFI – UFSM
Denise Kriedte da Costa/
NI – PUCRS
3
4
4
3
2
7
2
2
3
1
3
2
1
1
3
1
3
2
1
3
1
2
2
3
Reuniões pedagógicas: espaço para (com)partilhar
experiências
O estágio curricular no curso de história da ufsm:
organização e desenvolvimento
Experiência aplicada no estágio de formação de docentes –
experimentação x problematização: a química perfeita
Reflexões de uma professora tutora sobre uma nova
proposta de estágio
Professores regentes de classe que recebem estagiários nas
escolas: um perfil a discutir
A substituição de professores: uma forma de colaboração,
vínculo e formação profissional
Estágios da graduação na escola pública, ensino regular e
ensino de jovens e adultos: o olhar do professor tutor
Estágio curricular e a utilização de objetos tecnológicos em
sala de aula
Atividades de interação em ciências no contexto escolar
Formação inicial e concepções de ensino de matemática de
futuros professores dos anos iniciais
Pesquisando o uso da informática na educação no colégio
estadual dom joão becker
Prática de ensino vinculada: organização de espaços e
tempos lúdicos para turmas de educação infantil
A construção da autonomia no processo emancipatório de
avaliação: a intervenção da escrita através de e-mails
pedagógicos
Ações e reflexões de um grupo de estudos de ciências
naturais
Acompanhamento de professores investigadores após uma
experiência interdisciplinar na educação em ciências
Um animal morto pesa mais do que quando vivo?
Aquecimento global x ensino de química – uma proposta de
investigação
Concepções sobre estágio curricular em curso de
licenciatura
Desenvolvimento de estágios curriculares em regime de
tutoria: reflexões sobre uma experiência
Em debate: competências do professor
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Morgana Streicher/ PFI –
PUCRS
Taniamara Vizzotto
Chaves/ PFI –
URI/Santiago
Karine Oliveira Garcia/
PFI – PUCRS
Eva Regina Carrazoni
Chagas/ PFI – PUCRS
Michele Rosali de
Azevedo/ PFI UNIVATES
Alessandra Gonçalves da
Costa/ M – UNIJUI
2
Edna Falcão Dutra/ PFI –
UFSM
Aline Machado Dorneles/
PFI - Escola
Maria Eliza Gama Santos/
M – UFSM
Maristela Luisa Stolz
Brizzi/ PU – UNIJUI
2
Refletindo sobre a pesquisa da área de educação matemática
considerando os egem – encontros gaúchos de educação
matemática
Uma vivência de estágio curricular no ensino de química
1
Uma vivência de trabalho realizado no eja
2
Maurivan Güntzel Ramos/
M – PUCRS
Briseidy Marchesan
Soares/ PU – URI-Santo
Ângelo
Ivane Almeida Duvoisin/
PU – FURG
Claudio Luiz Hernandes/
PU – URI/Santiago
Vanessa Sandri/ PFI –
UNIJUI
1
Características da organização dos processo formativos das
escolas públicas de santa maria
Produção de materiais didáticos virtuais para o ensino da
matemática: uma experiência envolvendo professores da
educação básica, acadêmicos e docentes da unijui
Problematização
da
prática
docente
na
pósgraduação:principais aprendizagens
Repensando a genética no ensino fundamental
André M. Pinho/ PFI –
FURG
Lisiane Maria Nunes
Oliveira/ PE – Escola
Ângela Beatriz Crivellaro
Sanchotene/ PE – Escola
Felipe Jardim Menegassi/
PFI – PUCRS
5
Leonardo Souza Soares/
PFI – NI
José Ivan Marques Lara/
M - PUCRS
Joelene de Oliveira de
Lima/ PFI – PUCRS
Andréia Alves Pires/ PE –
Escola
Giovanny Sierra Vargas/
NI – UPN
Paula Gaida Winch/ PFI –
UFSM
Daiana Braga Pereira/ M UFSM
2
2
Estudo das disciplinas de prática de ensino na percepção dos
egressos do curso de licenciatura em química da pucrs
Grupo de trabalho de professores de física de santiago/rs:
espaço para crescimento profissional e acadêmico
4
O estudo sobre valores a partir da educação em química
2
O jogo “trilha da saúde” nas oficinas sobre sexualidade
humana
Problematizando o currículo da matemática escolar num
ambiente virtual de aprendizagem
6
2
5
4
2
1
A pesquisa como perspectiva de formação inicial e
continuada do professor de matemática
Enfrentamento de problemas na articulação da formação
inicial à continuada
Projeto de aprendizagem e tecnologia digital no ensino
médio: as interações e as interlocuções dos alunos e dos
professores
Uma unidade de aprendizagem sobre implantação de uma
usina nuclear
Alfabetização através da pesquisa
1
O que esta música significa para você?
4
Procedimentos didáticos utilizados no ensino de biologia.
Uma análise a partir dos anais do i encontro nacional de
educação em biologia.
Oficina pedagógica: transformando óleo vegetal usado em
sabão ecológico
Solução: unidade de aprendizagem sobre soluções
2
4
1
5
1
1
2
1
Integrando conhecimentos, uma iniciação à pesquisa em sala
de aula utilizando multimeios educacionais
“Eu: um nó” – constituição e interdependência de
identidades entre o global e o local
Rotas da explanação na sala de aula
A utilização de gêneros textuais na busca de um ensino de
língua portuguesa contextualizado e inovador
Limites, exigências e possibilidades para a adoção do regime
de progressão continuada em escolas da rede estadual de
146
213
214
215
216
217
219
220
221
222
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
Lisandra Catalan do
Amaral/ PE – UFRGS
Monica Bertoni dos
Santos/ PFI – PUCRS
Alexander Cardona/ PFI –
UPN/Colômbia
Mariett Luiza Martins
Cabral/ PE - Escola
Márcia Andréia Telöken
Jungkenn/ PE – Escola
Manoel Lima Cruz
Teixeira/ PU – Rio de
Janeiro
Leila Cristiane Pinto
Finoqueto/ M – UFSM
2
ensino de santa maria/rs
A toxicologia como eixo temático interdisciplinar
3
Campo conceitual das primeiras aprendizagens matemáticas
2
Practica pedagogica sobre la enseñanza de la ley de
induccion de faraday en una escuela colombiana
Minha família na escola
Mariana Clelia
Formiga/PFI – SESI
Mara Rubia Garcia
Pedroso/ PE – FURG
1
1
2
1
2
1
Interação entre professor referência e itinerante: uma prática
possível
Ateliê de matemática: transdisciplinaridade e educação
matemática
Saberes/conhecimentos de docentes atuantes em entidades
de atendimento a adolescentes privados de liberdade: a
situação do case-sm/rs
Jogando com o aquecimento global
Descobrindo a vida na escola: o meio socionatural na
educação infantil
VIII Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Adriane Pires Rodrigues
2
As relações afetivas na aprendizagem em EAD - educação a
Ramires/ M – NI
distância
Alessandra Gonçalves da
2
Tendências do ensino da geometria caracterizado a partir dos
Costa/ M – UNIJUI
encontros gaúchos de educação Matemática-EGEM
Alfredo M. da Paz/ PE –
7
Atualização curricular para o ensino de ciências na oitava
UFSC
série do ensino fundamental: experimentando a
interdisciplinaridade.
Aline Machado Dorneles/
1
Relato da construção de uma unidade de aprendizagem sobre
PFI – FURG
resíduos da construção civil
Aloísio Laerte Boeira
1
Desenvolvimento do projeto de um curso
Ramos/ PE – Escola
Extracurricular para o estudo da física moderna no ensino
médio
Alvina Canal Kinalski/ PE 3
Situação de estudo: compreensões intercomplementares e
– UNIJUI
transdisciplinares no ensino médio
ANA CECÌLIA TOGNI/
1
Construindo o conceito de função em matemática através da
PU – UNIVATES
elaboração e resolução de problemas com o uso de objetos
de aprendizagem
Ana Cristina Schirlo/ PE – 3
Embalaperfex: a geometria fabricando embalagens
Escola
Ana Laura Salcedo de
1
Cápsula do tempo: refletindo o futuro
Medeiros/ PE – FURG
Ana Lúcia Imhoff/ PFI –
2
O educar pela pesquisa em física integrado a um museu
PUCRS
interativo de ciências
Ana Maria Santos-Gouw/
4
Los alumnos comparten investigaciones en un fórum de una
NI – Escuela del Futuro –
comunidad virtual de aprendizaje
NAP – Universidad de San
Paulo
Ana Paula Sebastiany/PFI
2
Experiência
importante
na
formação
inicial:
– UNIVATES
desenvolvimento de atitudes e procedimentos orientadas
pelo modelo didático investigativo
André Ary Leonel/ M –
2
Investigando o ensino de física moderna e contemporânea
UFSC
por meio da nanociência
Andre Luiz Jucoski/ M –
1
Avaliação Alternativa em Física
UNIVATES
Andréia Paula Polaczinski/ 2
Reflexões sobre a prática de estágio em física: a perspectiva
147
16
17
18
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21
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35
36
37
38
39
40
41
42
PFI - UNIJUI
Andréia Spessatto De
Maman/ PE – Escola
Anete Berenice Schaeffer
Strate/ PFI – Unisinos
Antonio Marcos Teixeira
Dalmolin/ PFI- UFSM
Bernardete M. M. Surdi/
PU – FABE
Bruna Cassenot Rigo/ PE –
Escola
Carine Zambonato/ PFI –
UNIJUI
Carla Beatriz Xavier
Tavares/ PE – Escola
Carla Peres Souza/ PG –
UFSC
2
da interdisciplinaridade e da contextualização
Avaliação como “contrato de aprendizagem”
1
Práticas para o apredizado de geometria
3
4
Abordagem temática no ensino de física: “produção,
distribuição e consumo de energia elétrica”
Um corpo capaz de palavra e ação
2
A prática educativa no Berçário: desafios e emoções
3
Fontes de informação no ensino de ciências do ensino
fundamental
Artes e português – uma forma de incentivar a leitura, a
interpretação e a escrita
Interdisciplinaridade, contextualização e pesquisa-ação:
principios de um curso de formação continuada de
professores na prática docente.
Uma experiência docente em um curso de educação
profissional
Conceitos de astronomia e a formação de professores de
séries iniciais: perspectivas e inovações/
A importância da prática pedagógica como fonte de
aprendizagem em ciências e biologia nas escolas de hoje
INTERDISCIPLINARIDADE ALIADA À PRÁTICA
PEDAGÓGICA: Ensino e aprendizagem em ciências no
nível fundamental nas escolas da região de São Luiz
Gonzaga
Apreensão e apropriação do conhecimento: um diálogo com
planejamentos de professores
Alguns elementos da prática pedagógica na educação
infantil
A superação da “encapsulação” da aprendizagem escolar a
partir da atividade com projetos
As contribuições da resolução de problemas como estratégia
metodológica para qualificar das relações de um grupo e
repensar os papéis dos alunos e da professora
Sistema de numeração decimal - um estudo do sistema
monetário com o uso de material concreto em sala de aula
Física para crianças
2
3
Carolina dos Santos
Fernandes/ EP – SENAC
Cláudia Adriana da Silva/
PFI – UNIJUI
Claudiane Égide Willers/
NI- NI
Cristiane da Silva
Stamberg/ PE e M –
PUCRS – relato da
dissertação
Cristiane Muenchen/ D –
UFSC
Cristiane Müller/ PE e PG
- UFSM
Daniel Espírito Santo
Garcia/ PE - Escola
Daniela Rodrigues da
Silva/ PE e PG – UFRGS
1
Danieli Maria Junges
Friederich/ M – UNIJUI
Darla Vanessa Fortunato/
PFI – UFSM
Deisi Böhm/ PFI UNIVATES
Denise Bastos das Neves/
PE – FURG
Diacuiara Barañano Souza/
PE – Escola
Edi Morales Pinheiro
Junior/ PE – Escola
Elisete Coser Vescovi/ PE
– Escola
Helena Daroit/ M –
UNIVATES
Enedina Marlene Budel
Casalini/ PE – UNIJUI
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU – UNIJUI
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU – UNIJUI
2
3
1
1
5
3
1
2
5
3
5
1
3
1
4
10
3
3
Por que, para que e como abordar física nas séries iniciais?
Reflexões em torno de uma experiência profissional
Aula passeio como desencadeadora de projetos de
aprendizagem: “blogando” saberes partilhados na escola
Do local ao global: trabalhando o ambiente no ensino
fundamental
Os biocombustíveis - unidade de aprendizagem
interdisciplinar
Uma proposta contextualizada e interdisciplinar através de
situações de estudo
Um novo olhar para o ensino de física
Situação de estudo como perspectiva de mudança curricular
em âmbito escolar no ensino médio
Ensino de ciências no contexto de sucessivas situações de
estudo
O ensino de química a partir de situações reais e de vivência
cotidiana dos estudantes
148
43
F. Franzolin/ D - USP
4
44
Fernanda Medeiros de
Albuquerque/ PE – Escola
Francine Pavan/ PFI –
UFSM
Geisiane Martini Nunes da
Silva/ PFI – UFSM
Guilherme Germano
Kilpp/ PE – Escola
Ida Letícia Gautério da
Silva/ PE e M – FURG
Ilse Abegg/ PU – UFSM
Ingo Valter Schreiner/ PU
- UNIVATES
Ingrid Elisabet Wally
Jorge/ PE – FURG
Jaciele Carine Sell/ PFI –
UFSM
Sérgio Cordeiro Righi/ PE
– Escola/SC
Josane Cristina Marcante e
Silva/ NI (PE) – Paraná
Juliana da Silveira Soares
Nadalon/ PE – Escola
Karine Raquiel
Halmenschlager/ M –
UFSC
Laís Basso Costa Beber/
PFI – UNIJUI
2
Leandro Costa Vieira/ PG
– FURG
Leandro Duso/ PE - Escola
1
Leocir José Nesello/ PG –
UNIVATES
Luciana Bagolin Zambon/
PFI – UFSM
Luciane Daroit/ PE e M –
UNIVATES
Luciéli da conceição Leal/
PE- UFSM
Luis Gustavo Ravazolo/
PFI - UFRGS
Luiz Flavio Rangel/ NI –
escola
Marcia Bárbara Bini/PE –
Escola
Márcia Regina Scheibel/
M – NI
Marco Antônio Simões de
Souza/ PE – Escola
Maria Ângela Martins
Teixeira/PE – FURG
Maria Elaine Bernardes
Brasil/ PU – URI
Maria Madalena Dullius/
PFI – UNIVATES
5
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46
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68
69
70
71
2
3
1
A donde va este planeta? Construyendo una agenda 21 en
educación infantil
Projetos de aprendizagem: uma construção coletiva
A articulação das diferentes áreas disciplinares em um
contexto de estágio: avanços e desafios
Atividades para o ensino de ciências: análise e reflexão
2
Montagem de um carrinho com material descartável por um
sensor LDR: uma experiência fantástica para sala de aula
A prática docente de uma professora na escola do campo: o
diário reflexivo
Produção escolar colaborativa mediada pelo wiki do moodle
Obstáculos epistemológicos na construção do conceito de
função
“Sangue”- numa unidade de aprendizagem
2
Trilha da globalização
2
Utilização de maquetes representando a geomorfologia de
charrua- rs e sua utilização como recurso didático.
Jogos e desafios como recurso didático para superação das
dificuldades de aprendizagem de alunos de sala de apoio
Carrinho da leitura: viajando no desenvolvimento da leitura
e escrita
Articulações entre a biologia e a física: estudos de
aprofundamento sobre o câncer
2
7
1
2
5
2
3
3
2
1
4
2
1
Reflexões a partir de uma avaliação escolar interdisciplinar
em currículo fundamentado por sucessivas situações de
estudo no ensino médio
Cenpre em cena no foco da educação prevencionista quanto
ao uso de drogas
Encurtando caminhos entre escolas de diferentes pontos do
rio grande do sul através da temática ambiental
A captação da água da chuva para utilização na escola
Uso de analogias como atividades de resolução de
problemas
Construção do Conhecimento - uma proposta no ensino de
Física
O projeto de trabalho na educação infantil: minha casa e os
diferentes ambientes com que me relaciono
O conceito de célula no ensino fundamental
3
Inclusão escolar - uma reflexão sobre nossas práticas
pedagógicas.
O desperdício de papel e a construção de conceitos de
matemática na sexta série do ensino fundamental
Dinâmicas de grupo na formação de professores: desafios,
possibilidades e perspectivas
Trabalhos interdisciplinares no curso técnico de eletrônica
do cefet-rs
Projeto de aprendizagem: compartilhar
E construir saberes
Cultura indígena e cultura escolar: possibilidades de diálogo
6
Explorando softwares matemáticos no ensino médio
1
3
3
2
149
Mariana Amodio/ PFI –
UdelaR/Uruguay
Mariel Hidalgo Garcia/ PE
– Escola
Mário Cézar Amorim de
Oliveira/ PE e M – UFSC
4
Marione Inês Posselt
Thomas/ PE – Escola
Marli Dallagnol Frison/
PU – UNIJUI
Marly Freitas Cambraia/
PE – Escola
Michele Cristine
Bergmann/ PFI –
UNIVATES
Milene dos Santos
Figueiredo/ PE – UFSM
Neiva Inês Rodrigues/ PE
– Escola
Patrícia Santos de Lima/
PE – UFSM
Paulo Roberto Bairros da
Silva/ PE ? Escola
1
Paulo Roberto Rodrigues/
PG – UFSM
Priscila Caroline Nunes de
Oliveira/ PFI – UFSM
Priscila Moraes/ PFI –
UFRGS
Régia da Silveira
Sarmento/ PFI – NI
Regina Janiaki Copes/ PE
– Escola
Robson André
Scheineider/ PE – Escola
89
Rosane Fátima Postal/ PE
e PG - UNIVATES
3
90
Rosangela Ferreira Prestes/
PE – Escola
Rose Aparecida Colognese
Rech/ M – UNIJUI
Roseli Adriana Blümke
Feistel/ PU – UFSC
Roseléia Ferreira Prestes/
PE – Escola
Rosemar Ayres dos
Santos/ PFI – UFSM
Rosibel Kunz Radaelli/ PE
– UNIVATES
Sandra Hunsche/ M –
UFSM
Semilda Ghedini da Silva/
M – UTFPR
Silvia Cristina Binsfeld/ M
2
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96
97
98
2
1
4
2
Creatividad y comunicación oral y escrita en dos
experiencias de literatura en el aula primaria
ECOCIDADANIA e TECNOLOGIA, reflexões e
possibilidades
Reorganizando o programa anual da disciplina de biologia
em busca da melhoria de sua aprendizagem no ensino
médio.
Ensino da matemática e as novas tecnologias
A organização do ensino de ciências: contribuições das
situações de estudo e dos parâmetros curriculares nacionais
Bah,fala sério ?!!
2
Desenvolvimento de uma proposta para o ensino de força e
movimento voltada para a aprendizagem significativa
1
Para muito além do planeta terra...
1
A música na vida das crianças!
3
Ateliê brinquedos e brincadeiras
4
2
Utilizando textos originais de cientistas e textos sobre a
evolução das idéias da ciência interpretados em jogos
teatrais
Educação profissional para alunos da eja
3
As leis básicas do eletromagnetismo
2
Histórias em quadrinhos no ensino de matemática
2
Física para aprender, física para gostar de aprender.
3
A leitura na escola: estratégias de compreensão de leitura
1
MOSTRA DE TRABALHO APRESENTADO NO 3º
SALÃO DE CIÊNCIAS PELA EMEF JOSÉ JOÃO
BISOGNIN – MODALIDADE EJA: AQUECEDOR
SOLAR ECOLÓGICO (ASE)
Atividades de modelagem matemática para uma
aprendizagem significativa incluindo o uso de tecnologias
digitais
Leitura: uma estratégia a ser desenvolvida nas aulas de física
1
3
2
2
1
2
2
2
Os fundamentos teóricos e práticas pedagógicas do
“aprender a aprender” no ensino militar
Organização curricular baseada em temas na formação de
professores da ufmt
O uso de estratégias na leitura de textos informativos no
ensino de ciências naturais
Sobre desmotivação e desinteresse nas aulas de física:
buscando superações
BOTÂNICA NO PARQUE: O ensino de botânica
despertando a consciência ambiental.
Aproximando “mundo da vida” e ‘mundo da escola” no
estágio supervisionado em fisica
Ensino de ciências no ensino fundamental: experimentação
como subsídio importante para a prendizagem
A interdisciplinaridade como possibilidade de mudança
150
99
100
101
102
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108
109
Nº
Tr.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
– UNIJUI
Suzana M. Kurzmann
Fagundes/ PE - Escola
Taíse Ceolin/ PFI –
UNIJUI
Tânia Michel Pereira/ PU
– UNIJUI
Tania Tuchtenhagen
Clarindo/ PE – Escola
Taniamara Vizzotto
Chaves/ PU – URI
1
3
3
1
1
da/na prática escolar no ensino médio
Atividade em pequenos grupos volantes e integração de
resultados
Avanços conquistados na organização curricular a partir do
desenvolvimento de situações de estudo
Informática no ensino da matemática: formação continuada,
produção de material e preparação dos laboratórios
Formando leitores e autores
O uso de novas tecnologias: explorando o software livre
crocodile clips ementary, versão 3.0 para o aprendizado da
física num curso de formação de professores
Tatiele Lamarque/ PFI –
2
ATIVIDADES DIDÁTICAS DE PROBLEMAS DE LÁPIS
UFSM
E PAPEL (Estudo sobre Atividades Didáticas de Resolução
de Problemas no Ensino de Física)
Ticiane Supptitz/ PFI –
1
Reflexões sobre aspectos teórico-metodolóticos envolvidos
UNIJUI
no ensino de conteúdos pertinentes ao componente
curricular físico-química na licenciatura.
Vinícius Pazuch/ M –
3
Limites e possibilidades de aulas de matemática com o uso
UNIJUI
de um software educativo: relato de uma experiência no
contexto escolar
Virgínia Crivellaro
2
Atitudes e crenças acerca do ensino-aprendizado de
Sanchotene/ PFI – UFRGS
matemática
Maicon Castro Scorsatto/
1
A física clássica interligada a física moderna: um enfoque
PE - Escola
construtivista voltado para o ensino médio.
IX Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Leandro Duso/ PE - Escola 1
Identificando impactos ambientais locais para poder decidir
e agir
Juliana Schwingel
1
Brincando de cientista: uma introdução aos estudos de
Gasparotto/ PE e PG –
ciências
UFRGS
Juliane Santos Giacomin/
5
Estudo de caso: avaliação da aprendizagem nas aulas de
PFI – PUCRS
ciências da educação de jovens e adultos
Ingrid Alves/ PFI –
5
A visita a museus interativos e a construção de
PUCRS
conhecimentos dos educandos da educação de jovens e
adultos na disciplina de ciências
Ana Laura Salcedo de
2
Do que tudo é feito ? A professora de ciências tecendo-nos
Medeiros/ PG – FURG
na narração de uma unidade de aprendizagem ciência,
tecnologia e sociedade
Gisele Maria Endler/ PU – 7
A utilização de estratégias de resolução de problemas por
UNIVATES
alunos de ensino médio
Janete Madalena Arcari/
1
Dificuldade na aprendizagem
PE – Escola
Édina Roberta Storck/ PU
7
Educação matemática através de olimpíadas
– UNIVATES
Helena Daroit/ PU –
1
A pesquisa no ensino de física como ferramenta pedagógica
UNIVATES
para a construção da autonomia
Marelise de Fátima
4
Projeto interdisciplinar, postura filosófica e a formação
Griebeler Reis/ PS E M –
docente/discente
UNISINOS
Ana Lúcia Imhoff/ PFI –
3
A construção de maquetes da parte elétrica de uma
PUCRS
residência como elemento motivador para o estudo da
eletricidade
Leila Adriana Baptaglin/
2
Espaço arquitetônico e sua relação com o social: uma
PFI – UFSM
experiência de estágio em artes visuais
Felipe José Antonini/ PE – 1
Proteção dos mananciais como prática educativa em uma
Escola
escola de técnica agrícola
151
14
15
16
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38
39
40
41
42
Isabel Krey/ D - UFRGS
Verônica Caldeira Leite/
PE – Escola
Daniela Hartwig de
Oliveira/ PU – UFPEL
Ana María Hintermeister/
PU – UNC
Márcia Andréia Telöken
Jungkenn/ PE – Escola
Marione Inês Posselt
Thomas/ M-UNIVATES
Halana Garcez Borowsky/
PFI - UFSM
Jorge Antônio de Oliveira
Satt/ M – FURG
Luciane Lemos Dal Pizzol/
PFI – FURG
1
2
9
Aprendizagem significativa e a formação de professores
O registro da dieta alimentar e a escrita em prosa como
ferramentas mediadoras na aprendizagem da termoquímica
Características desejáveis de um professor segundo
licenciandos em química da ufpel
Prácticas pedagógicas en ciencias sociales en el trayecto de
la residencia
A pedagogia diferenciada e a docência compartilhada na
escola de ciclos de formação
Caminhando ao encontro da inclusão da
Tecnologia digital nas aulas de matemática
A literatura infantil no ensino de matemática nos anos
iniciais do ensino fundamental
Problematizando o currículo na educação de jovens e
adultos
Diálogos sobre educação ambiental: a experiência de um
curso de formação continuada com professores e professoras
da rede municipal de ensino
Da cidade do rio grande.
Criação de linhas, relação significativa entre o pensar e o
fazer
Estamos indo de volta para casa: ideias matematicas
existentes fora do contexto escolar
Entrecruzando o archaio e o moderno, a história e a
tecnologia
Buscando sensações e despertando sentimentos
Leoni Rosane Ritter/PE –
Escola
Fabiana Diniz de Camargo
Picoli/ M – UNIVATES
Denise Wildner Theves/
PE e M – NI
Luciani Cristina
Marquetto/ PE – Escola
Luis Humberto Ferrari
Loureiro/ PE – FURG
Candida Aparecida
Machado/ PE – Escola
Candida Aparecida
Machado/ PE – Escola
Welton Yudi Oda/ D –
UFSC
Mara Elisângela Jappe
Goi/ M – UFRGS
Rafaele Rodrigues de
Araújo/ PFI – FURG
Neiva Inês Rodrigues/ PE
e M – UNIVATES
Renata Machado Ahmad/
PE e M – URI
Roseli Bohmer Britto/ M UNIVATES
Maria Francisca Ribas
Avancini/ M - UNICRUZ
Angélica D’Avila
Tasquetto/ NI – NI
Marli Dallagnol Frison/
PU – UNIJUI
Luciane Schwendler
Kroth/ M – PUCRS
Jaqueline Paim Ceretta/
PFI – UNIJUI
Ana Cecília Togni/ PU –
UNIVATES
Catiane Medeiros
Emerich/ M – NI
1
1
Proeja: predestinado ao fracasso?
2
Teoria x prática: aplicação da geometria espacial no terceiro
ano do ensino médio
Matemática x cotidiano: números decimais e suas operações
4
1
5
2
2
1
4
2
2
2
1
2
3
2
2
2
1
2
4
3
3
7
2
O professor universitário de conteúdos específicos e o
ensino superior de ciências
Resolução de problemas e atividades experimentais nas
aulas de química: relato de experiências
Termodinâmica na abordagem dos temas estruturadores:
uma proposta de ensino de física
Trabalhando com ideias prévias na educação infantil
A utilização do software graphmática como recurso na
constução de conceitos de funções
Abordagem alternativa para a aprendizagem das
capitalizações simples e composta
Metais pesados em resíduos sólidos domiciliares: educar
para preservar
Casa da criança com câncer: possibilidades para pensar o
ensino das artes visuais
A formação inicial de professores de química: os desafios de
ensinar e aprender no contexto da escola e universidade
Reflexões sobre o significado do aprender para professores
de ciências e matemática
A experiência docente no contexto da formação inicial de
professores de química
Coletando, construindo e avaliando objetos de aprendizagem
Ensino de ciências: uma proposta para adequar o
conhecimento ao cotidiano – enfoque sobre a àgua
152
Laura Pippi Fraga/ PFI –
UFSM
Gabriela Viana Bassotto/
M – PUCRS
Diana Schuch Bertoglio/
PFI – PUCRS
Amanda de Cassia Borges
Ribeiro/ PFI – UFSM
Suzana Margarete
Kurzmann Fagundes/ PE –
NI
Aline Célia de Sant’Ana/
NI - UEFS
Karine Raquiel
Halmenschlager/ M –
UFSC
Fabiana Dias Pilar/ PFI –
PUCRS
3
Antonio Carlos Espit/ M –
UPF
Ana Queli Mafalda Reis/
PFI - UNIJUI
Fernanda Oliveira Reis/
PFI – FURG
Bruna de Almeida Flores/
PFI - NI
Taniamara Vizzotto
Chaves/ PU – URI
SANTIAGO
Margarete Schmoel
Lictenecker/ PG – UFSM
1
57
Cleciane Moro/ PE –
Escola
2
58
Karla Weber/ PFI - UFSM
6
59
Márcia Jussara Hepp
Rehfeldt/ PU –
UNIVATES
Mara Rúbia Oliveira/ PG –
UFPel
Maicon Castro Scorsatto/
NI – NI
Caroline Luana
Lottermann/ PFI – UNIJUÍ
Gabriela Meroni/ NI –
URUGUAI
Jean Marcel de Almeida
Espinoza/ PE – FURG
Grasiele Ruiz/ PFI –
FURG
Janine Dorneles Furtado/
PE – ESCOLA
Andréia Spessatto De
Maman/ M – UNIVATES
Lenir Basso Zanon/ PU –
UNIJUI
3
43
44
45
46
47
48
49
50
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67
68
3
5
2
1
1
3
3
2
4
5
3
2
O jogo como recurso metodológico para o ensino e a
aprendizagem da adição
Experimentação no ensino: a visão de mestrandos em
educação em ciências e matemática
Projeto: uma noite no museu com o bioclube do colégio
marista champagnat/fabio-pucrs
Os signos operatórios e seus significados na visão dos
alunos
Ciclo celular: aprendizagem por meio da construção de
jogos
Ensino de astronomia nas séries iniciais e formação de
professores: dificuldades e desafios
Reconfiguração curricular por meio de situação de estudo:
avanços e limites na prática educativa
O discurso químico sobre a água presente nas perguntas de
alunos da educação básica: um modo de organização do
currículo
A formação de valores no ensino médio: reflexões sobre a
prática docente
EXPLORANDO EMBALAGENS COM ALUNOS DE 5ª
SÉRIE
Agenda 21: refletindo o ambiente sociocultural, numa
comunidade escolar
Escola e universidade: uma parceria pela
Formação docente
A experiência do gtpf/santiago: delineando uma proposta de
formação continuada para professores de física
Idéias de professores de educação básica acerca do
desenvolvimento e da organização do estágio curricular préprofissional
Construção de modelos didáticos e atividade lúdica aplicada
sobre desenvolvimento embrionário no ensino
Fundamental
Produção escolar colaborativa em física com o wiki do
moodle
A matemática retratada ao longo das últimas décadas: uma
análise em cadernos e livros didáticos
1
Educação financeira e consumo consciente
1
Fontes de energias renováveis – uma perspectiva de
possíveis soluções futuras para o nosso planeta.
A produção de conhecimento químico escolar a partir de
uma situação da vivência dos estudantes
Uma experiencia de contextualização de conteúdos de
química
A valorização da cognição e significação aplicados à
experimentação crítica e a formação docente em física
Melhorando a compreenção de conceitos físicos de forma
alternativa
Um relato de experiência interdisciplinar: a educação
ambiental na educação de jovens e adultos
Análise das concepções dos alunos sobre um tema relevante
para o ensino de física: petróleo
AVANÇOS E RECÚOS NA (RE)ORGANIZAÇÃO DO
CURRÌCULO ESCOLAR: ENSINO DE BIOLOGIA
3
2
2
3
1
2
3
153
69
70
71
72
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88
89
90
91
92
93
94
95
Lorena Ferreira Pinho/ PG
– UFPEL
Alessandra Kosinski de
Oliveira Saraiva/ PE –
ESCOLA
Loraine Rodrigues Jardim/
PFI – FURG
Geovana Mulinari Stuani/
M – UFSC
Edi Morales Pinheiro
Junior/ M – FURG
Luíza Maria Bonneau
Lucas/ CP – FURG
Charles Robertson Milano/
PE – ESCOLA
2
Benícia Oliveira da Silva/
M – FURG
Mário Cézar Amorim de
Oliveira/ PE – CEARÁ
Fabieli Marczinski/ NI –
NI
Ailim Schwambach/ PE e
M – NI
2
Maria do Carmo Galiazzi/
PU – FURG
Deise Azevedo Longaray/
PE – NI
Viviani Kwecko/ PE –
Escola
Tatiele Walker Soardi/ PFI
– UNIJUI
2
Kátia Beppler Macagnan/
PE – Escola
Luciana Bagolin Zambon/
PFI – UFSM
Pauline Brendler
Goettems/ PFI – UNIJUI
Ana Paula Santos Pereira/
PE – Escola
Annanda Diléia Jablonski/
PE e PG – UFPEL
Mari Margarete dos Santos
Forster/ PU – UNISINOS
Maicon Toldi/ PFI –
UNIVATES
Christiane Marques
Palácios/ PE – Escola
3
Claus Haetinger/ PG –
UNIVATES
Aloísio Laerte Boeira
Ramos/ NI – NI
Bruno Carvalho Vieira/
PFI – FURG
Letícia Zanon/ PFI –
6
2
2
2
2
5
1
1
4
2
3
1
5
3
5
1
2
4
5
1
1
1
4
CELULAR NO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO?
Aprendizagem do sistema nervoso no ensino fundamental
Desenvolvendo a expressão oral e escrita através do
conhecimento, compreensão e interação com o contexto
local
Refletindo nossas aulas práticas de ciências
A mudança de perspectiva: da autoimagem à condição de
vida
Relato de uma unidade de aprendizagem sobre
biocombustíveis: um caminho ao avesso
Curso de verão: uma proposta de respeito ao tempos e aos
processos de aprendizagem das crianças
Refletindo sobre a proposta de uma nova metodologia para o
ensino da matemática: alternativas de transpor o
Conhecimento no ensino médio
Investigando e problematizando o conselho de classe
enquanto prática escolar
Origem dos seres vivos: uma abordagem ética de conflitos
de natureza religiosa em sala de aula.
O uso de celulares em sala de aula
A reflexão de uma professora de biologia sobre alguns anos
de vivência em seu fazer pedagógico e o cenário ambiental
em que nos encontramos
Rodas de formação em rede de escritura de histórias
Sexualidades e homofobia: narrando uma experiência na
escola
Blecaute, um programa de rádio
Estudo dos efeitos e conseqüências das drogas no ser
humano: uma estratégia de ensino de biologia no nível
médio
Projeto Zoofeira, 9ª edição, O Olhar de Darwin
Avaliando as relações entre aprendizagens e atividades
didáticas em planejamentos didático-pedagógicos
Uso de drogas através dos tempos: produção de vídeo como
material didático
A utilização de experiências simples como elemento
motivador para as aulas de física no ensino médio
Matemática e literatura infantil: uma história com números
por uma história na educação matemática
PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA:
reflexões crítico-colaborativas em processo
Atividades de interação em ciências no contexto escolar
As possíveis contribuições do pensamento sistêmico e da
construção dos mapas conceituais no ensino da educação
ambiental
Modelagem matemática como metodologia de ensino em
ciências exatas
Projeto de resgate dos saberes matemáticos do ensino básico
Experiência ficcional virtual: experienciar a história por
intermédio de um game
Ação para o patrimônio histórico e cultural: a relação entre
154
96
97
98
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100
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116
117
118
119
120
121
122
UNIVATES
Jones Fiegenbaum/ M –
UNIVATES
Júnior Saccon Frezza/ PU
– UFRGS
Marlise Heemann Grassi/
PU – UNIVATES
Maisson Passos/ PC –
Curso preparatório
Maria Ângela Martins
Teixeira/ PE e PG –
UFRGS
Karen Cavalcanti Tauceda/
M – UFRGS
Luciane Rodrigues/ PE –
ESCOLA
Isabel Korbes Scapini/ PFI
– UNIVATES
Sônia Maria Silva Santos/
PFI – FURG
Taíse Ceolin/ PFI –
UNIJUI
Janete de Moura Pithan da
Silva/ PE – UNIJUI
Rosibel Kunz Radaelli/ M
– UNIVATES
4
arqueologia, história e aprendizagem
História e patrimônio: um projeto para o futuro
2
Concepcões epistemológicas na área de ciências exatas
1
Pesquisa em ensino: experiências e aprendizagens
compartilhadas
Aprender a aprender - relato de experiência num curso
preparatório no litoral sul do rs
A educação ambiental tecida na sala de aula a partir da
realidade local
3
3
2
3
5
2
2
3
3
Marcelo Vettori/ PU –
UFRGS
Sandra Gelati Pascoal/ PE
– UNIJUI
2
Rubia Adriana Zwick/ PFI
– UNIJUI
Vangiza Bortoleti
Berbigier Vidaletti/ M –
UNIVATES
Roseli Adriana Blümke
Feistel/ PU – UFMT
Maristela Luisa Stolz
Brizzi/ PU – UNIJUI
2
Raquel Dorigoni/ PE –
ESCOLA
Cleiva Aguiar de Lima/
PU – FURG
Rosane Fátima Postal/ M –
UNIVATES
2
Daniel da Silva Silveira/
PU – FURG
Diana Paula Salomão de
Freitas/ PFI - FURG
Vanise dos Santos Gomes/
PU – FURG
Sandra Maria de Castro
Rocha/ M – UNISC
Matheus Leidens/ PFI –
FURG
3
3
3
2
3
6
O estudo do dna através da análise de representaçôes
mentais dos alunos e do livro didático
Ondas interdisciplinares: uma unidade de aprendizagem de
educação em ciências na praia do cassino
O uso da metodologia participativa em oficinas de
comunicação para educação ambiental
Experimentação: meio de (re)construção de conhecimento
Reflexões sobre a prática de estágio em física no ensino
médio
Trabalhando com educação ambiental na escola
A investigação e a ação docente no ensino de geometria em
anos iniciais do ensino fundamental: vivências para a
qualificação
A formação de professoras em exercício do pead/ufrgs em
contextos digitais na interdisciplina de ciências
Apresentação oral de trabalhos sistematizadores do
conhecimento escolar: uma ampliação dos significados
Construídos
Monitoria no ensino superior: uma possibilidade de
formação docente
Ensino e aprendizagem da geometria espacial a partir da
manipulação de sólidos
Prática interdisciplinar na formação inicial de professores:
algumas discussões
Formação de professores para a produção e uso de materiais
virtuais interativos para o ensino da matemática na educação
básica
Brincando e fazendo arte com sucata!
1
Encontros dialógicos com o proeja: professores em rodas de
formação
Atividades de modelagem matemática visando a uma
aprendizagem significativa de funções afins, fazendo uso do
computador como ferramenta de ensino
Utilização de material concreto no ensino de matemática nos
anos iniciais do ensino fundamental
Reflexão e ampliação de saberes a partir de uma expedição
de estudo no canal são gonçalo
Alfabeturas: alfabetização, escrita e leituras na formação
continuada de professoras
O papel da cidadania
2
Estudo dos movimentos a partir de um tema estruturador
3
2
2
155
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150
151
Renata Negalho/ M –
FURG
Letícia Dellazari/ PFI –
PUCRS
Ana Paula Dresch Muller/
PFI – UNIJUI
Neiva Althaus/ PU –
UNIVATES
Francine Pavan/ PFI –
UFSM
Sônia Elisa Marchi
Gonzatti/ PU –
UNIVATES
Eveline de Souza Eberle/
PU – NTE/36ªCRE
Elizandra Luçardo Borges/
M – FURG
Ida Letícia Gautério da
Silva/ M – FURG
Gisele Ruiz Silva/ PE –
ESCOLA
Talita Sganderla Chesini/
NI – PUCRS
Alvina Canal Kinalski/ PE
– UNIJUI
Fernandes Grasseli/ M –
UNIVATES
Tania Tuchtenhagen
Clarindo/ PE – FURG
Patrícia da Rosa/ PFI –
UFPEL
Carolina Mendes de
Oliveira/ B – ESCOLA
Vanessa de Oliveira Gil/
PFI – FURG
Ieda Maria Giongo/ PU –
UNIVATES
Eliane Elesbão Cravo/ NI
– NI
Jackson Luís Martins
Cacciamani/ PE – FURG
Carmem Regina da Silva
Pereira/ M – PUCRS
Ingo Valter Schreiner/ PU
– UNIVATES
Shaiana Vargas de Arruda/
PFI – UFSM
Bianca de Quadros
Cerbaro/ PFI – PUCRS
Thaís de Campos Soler/
PFI – FURG
Everton Luis dos Santos/
PE – UFRGS
Aline Guerra Dytz/ PU –
FURG
Bruno dos Santos
Pastoriza/ PFI – UFRGS
Rogério José Schuck/ PU –
2
A constituição docente dentro de práticas de eterno devir
2
Unidade de aprendizagem: fisiologia humana
desreguladores hormonais ambientais
Conhecer e contribuir para o ensino de física da escola
3
8
2
3
4
2
2
3
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1
2
4
2
3
5
2
2
5
1
3
2
2
3
1
3
6
e
Familiarização de estudantes do ensino médio com o uso de
recursos computacionais para a aprendizagem da matemática
Formação continuada em serviço: experiências de um
processo formativo na escola e pela escola
Temas de astronomia na formação inicial de professores de
ensino fundamental, em nível médio
Formação de professores em tecnologias de informação e
comunicação: vivências através de seminários
Brincando de casinha: um reflexo da realidade social
O papel do diálogo nos processos formativos de professores
iniciantes
Resignificando identidades: uma construção com alunos e
alunas da educação de jovens e adultos
Contribuições do museu de ciências e tecnologia da pucrs à
educação de jovens e adultos
Avaliação no processo de ensino aprendizagem através de
sucessivas situações de estudo
Cálculo do volume de uma pipa de vinho: uma abordagem
etnomatemática para a geometria espacial
Formação continuada de professoras alfabetizadoras:
discutindo em alfabeturas
Evolução biológica e humana: qual a visão dos estudantes
do ensino médio?
Hora do conto: um encontro filosófico
Utilização de experimentos para incentivar a licenciatura em
física
Teorizando o campo da educação matemática com um grupo
de professores da escola básica
As diferentes linguagens corporais como eixo de
aprendizagem
A resistência a escrita e a importância dos coletivos de
aprendizagem na formação continuada do professor de
química
Nanotecnologia na disciplina de biologia como incentivo ao
processo de aprendizagem
Como funcionam as funções na escola? Obstáculos e
estratégias de avanço
Batalha naval da matemática: uma experiência
compartilhada
Experimentos para ensino médio de física: compilando e
testando experimentos didáticos no contexto curricular
Tempo de aprendizado: impressões, sentimentos e ações na
experiência de estágio supervisionado
O ensino de artes visuais no colégio de aplicação da ufrgs –
o conceito de espaço da perspectiva a realidade virtual
PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à
Docência) – subprojeto de Física
Relato de uma prática docente: a experiência e dificuldades
de um estagiário
Iniciação à pesquisa: o perfil do aluno egresso do ensino
156
152
153
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155
156
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159
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170
171
172
173
174
175
176
177
UNIVATES
André Luis da Silva/ PFI –
PUCRS
Sicero Agostinho Miranda/
PFI – FURG
Alexandre Cougo de
Cougo/ CP –
ESCOLA/FURG
Fernanda Fonseca/ PU –
FURG
Liliane da Costa Ores/ M –
UCPEL
Lucy Mary Sigal/ PE –
ESCOLA
Otávio Martins Cruz/ PFI
– UFPEL
Aniara Ribeiro Machado/
PFI – UNIJUI
Alana Cláudia Mohr/ PU –
UFSM
Janete Strieder/ PE –
UNIJUI
Daiane Cardinal Pias/ PFI
– UNIJUI
Simoni Priesnitz Friedrich/
M – URI (SANTO
ANGELO)
Carla Vargas Bozzato/ PG
– UFPEL
Caroline Terra de Oliveira/
PU – FURG
André Maio Ezedim
Pinho/ PFI – FURG
Mariel Hidalgo Garcia/ PE
– ESCOLA
Cristiane Antonia
Hauschild Nicolini/ PU –
UNIVATES
Fabiana Mattei/ PE –
ESCOLA
Maria de Fátima Santos da
Silva/ PU – FURG
2
3
1
5
5
3
4
4
4
4
10
2
médio às ferramentas utilizadas no acesso ao conhecimento
A língua brasileira de sinais e os estudos na escola
Oficinas de matemática para professores da rede pública do
ensino fundamental de rio grande
A juventude na escola e a escola da juventude: imagens
narradas de uma experiência dialógica
A pesquisa e a formação como instrumento de detecção,
prevenção e minimização da violência doméstica e escolar
Intervenção psicossocial no caic: em busca da efetivação da
proteção integral da criança e do adolescente, 2009, rio
grande, rs
Reciclagem de óleo vegetal usado para produção de
diferentes tipos de sabão
Proposta de intervenção baseada na poluição da água: uma
experiência com alunos do 3° ano do ensino médio
Educação ambiental em discussão num espaço interativo de
reconstrução curricular em uma escola de ensino médio
Ânima – um espaço de formação continuada de professores
universitários
Dissecando o olho de boi para melhor compreender as
transformações de energia que ocorrem no olho humano.
Reflexão-ação: uma perspectiva interdisciplinar visando o
avanço da prática escolar no ensino médio
As contribuições de um programa de educação continuada
para a aprendizagem coletiva de educadores
1
Estudos dos principais ecossistemas do município de pelotas
3
2
O debate sobre a questão indígena na sala de aula: um
desafio aos educadores
As dificuldades encontradas na aplicação de um ambiente
virtual em sala de aula
ECOCIDADANIA e TECNOLOGIA, AVANÇOS E
POSSIBILIDADES
Investigando a forma dos objetos da natureza
1
Ensino e aprendizagem no contexto da vitivinicultura
3
Visões acerca do índio na escola: uma análise das
representações da diversidade étnica e a formação de
professores.
Pontos turísticos de rio grande: espaço e tempo para uma
nova visão de aprendizagem
Uma experiência didática envolvendo física moderna e
contemporânea num curso de especialização
Divulgação científica e ensino de ciências
2
2
Danielle Monteiro
Behrend/ M – FURG
Claudio Luiz Hernandes/
PG – URI
Silvia Cristina Binsfeld/ M
– UNIJUI
Alessandro Cury Soares/
PG – UFRGS
1
Márcia Von Frühauf
Firme/ PE – ESCOLA
Luciane Daroit/PFI –
UNIVATES
Maria Eliza Gama/ D –
UFSM
1
2
2
3
3
3
Espaços de formação em serviço na educação de jovens e
adultos – modalidade ensino médio - da cidade de pelotas/rs:
possibilidades e condições de existência
Ser professor é compartilhar saberes
O ensino de fenômenos físicos através da modelagem
matemática
Implicações das concepções de planejamento escolar na
elaboração do projeto político-pedagógico
157
178
Cauê Lima Canabarro/ PU
- FURG
3
179
Thiago Silva de Freitas/
PFI – FURG
Laís Basso Costa Beber/
PFI - UNIJUI
Ângela Susana Jagmin
Carretta/ M – UNIVATES
Lia Bárbara Marques
Wilges/ PE – ESCOLA
Mara Rubia Garcia
Pedroso/ PE – FURG
Emanuele Amanda
Scherer/ PFI –
UNIVATES
Andréia Alves Pires/ PG –
FURG
Danielle Cenci/ PFI –
UNIVATES
Vanessa Paula Reginatto/
M – UNIVATES
Elcio Oliveira da Silva/ PU
– NI
Deisi Böhm/ PFI –
UNIVATES
Denise Bastos das Neves/
PG – FURG
Magda Cristiane Fonseca/
M – PUCRS
Camila Dorneles de
Vargas/ M – UFPEL
Cláudia Thomas Bertucini/
PE – ESCOLA
1
Catarina Alici Antonello
Londero Deggeroni/ PE –
ESCOLA
Eva Teresinha de Oliveira
Boff/ PU – UNIJUI
Rosane Maria Laste
Bagattini/ PE – ESCOLA
Paulo José Menegasso/ PG
– UFRGS
1
A pesquisa na sala de aula e os papéis dos sujeitos da
investigação
A experiência da área de ação comunitária no contexto
educativo do caic/furg
O
portfólio
como
facilitador
no
processo
ensinoaprendizagem com ênfase na avaliação da disciplina
de biologia
Ano internacional de astronomia - 2009
5
Produção coletiva: uma estratégia de formação docente
1
Ver, pensar e agir no cotidiano matematicamente
1
Análise de uma proposta de ensino dos compostos
inorgânicos e reações químicas do projeto piloto utilizado na
escola dom joão becker em porto alegre rs, com os alunos do
curso pós médio técnico em química etapa um dia 27 de
novembro de 2008
Concepções de futuros professores de ciências exatas sobre
a natureza do conhecimento
A violência no âmbito escolar e o exercício da motivação
180
181
182
183
184
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195
196
197
198
199
200
201
Nº
Tr.
4
5
3
Um outro olhar possível na construção da cidadania: uma
proposta de discussão da educação ambiental nos cursos
gratuitos preparatórios para o vestibular de rio grande
As diferentes realidades da educação e como as escolas e o
meio social interferem nesse processo
O (não) envolvimento de estudantes com o estudo da
química no ensino médio
Relatório de jogos matemáticos, uma alternativa para
consolidar o conhecimento
Iniciação científica no ensino médio: uma prática possível
1
Família e escola: compartilhando todos aprendem
7
Aprendizagem e avaliação no ensino médio e superior:
concepções, práticas e perscpectivas sociais
1
ENTRE CONCEPÇÕES DE LEITURA: COMO
ESTUDANTES DO 2º ANO PENSAM O ATO DE LER
Interesses e dificuldades de professores e alunos de ensino
médio em trabalhar química orgânica
Atividade curricular, uma alternativa interdisciplinar no
ensino de ciências
Investigando a autogestão pedagógica como estruturante
curricular na disciplina de psicossociologia organizacional
O que há de física no ensino fundamental? Relato de
professores
Pesquisa e escola
3
1
3
4
1
3
1
3
2
2
Ivan Francisco Diehl/ PFI
8
– UNIVATES
Bianca de Borba Barreto/
1
PFI – FURG
Ligia Beatriz Hoss/ M 2
Compromisso social e formação pessoal no ensino de
UNIVATES
ciências exatas
X Encontro sobre Investigação na Escola
1º AUTOR/ Função Nº
TÍTULO DO TRABALHO
Instituição
Aut
Valmor Vinícius Araujo
7
Práticas no ensino: uma via de mão dupla
Vaz/ PFI – FURG
Rosa Maraní Rodrigues
2
Atividades experimentais de biologia no Colégio Estadual
158
8
10
12
13
14
15
16
17
18
19
20
22
23
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28
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30
32
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34
35
36
38
40
42
43
45
48
49
50
Brizolara/ PFI – UFPEL
Rosá Cristina Madruga de
Souza/ PE - FURG
Rosana Messias Anastácio/
PFI – FURG
Ornella Erdós Dapuzzo/
PFI – FURG
Carolina Barreto Antunes/
PFI - FURG
Welton Yudi Oda/ D –
UFSC
Pauline Brendler
Goettems/ PFI – UNIJUI
Jeosafá Fagundes
Machado/ NI – NI
Zulma Elizabete de Freitas
Madruga/ PE – ESCOLA
Andreia Santos da Costa/
PFI – FURG
Meri Elen Baptista Bastos/
PE – ESCOLA
Sabrina Silveira
Schroeder/ PE – ESCOLA
NI/ NI – NI
Iviliane Gautério da Silva/
PFI – FURG
Fernanda Oliveira Reis/
PFI – FURG
Graziele Rancan/ MPUCRS
Isabel Krey/ PU – UNISC
NI/ NI – NI
NI/ PFI – NI
Gabriela Carolina Cattani
Delord/ PG – NI
Loraine Rodrigues Jardim/
PFI – FURG
Bruna Milano Schepers/
PFI – NI
NI / PFI - NI
Ida Letícia Gautério da
Silva/ M – FURG
Flávia Santos Venturini/
PFI – NI
NI / PFI – NI
Anete Berenice Schaeffer
Strate/ M – UNIVATES
Andréia Oliveira da Silva/
PFI – FURG
Cristiane Antonia
Hauschild Nicolini/ PG –
UNIVATES
Catarina Alici Antonello
Londero Deggeroni/ PE –
ESCOLA
Sônia Maria Silva Santos/
PFI – FURG
1
Dom João Braga
A busca constante de aperfeiçoamento ao longo do processo
educativo
O inglês na minha vida
1
“Uma profissão, um desafio.”
1
A descoberta do novo caminho: o aprendizado de inglês e o
desejo de ensinar
O Enem em sala de aula: um instrumento de pesquisa sobre
práticas docentes
A percepção dos estudantes e suas contribuições para
conscientização sobre a problemática das drogas
O idioma inglês em minha vida
1
6
3
1
1
2
Estratégia interdisciplinar de motivação: gincana de
matemática
“GINARTE” – a ginástica com arte na escola
2
Nosso planeta, nossa terra e nossa gente
2
Construindo o nosso texto
NI
2
Depois da tempestade...
Educação de jovens e adultos: uma ação utópica
3
Visitação aos modelos anatômicos e a aprendizagem
1
Trabalhando a educação financeira na visão interdisciplinar
1
Abordando tópicos de física nuclear e radiação em uma
disciplina de estrutura da matéria do currículo de
licenciatura em ciências através de situações-problema
INVESTIGAÇÃO NA ESCOLA: a pesquisa no estágio
Uma escolha certa
Educação ambiental na educação infantil: uma reflexão
metodológica
Discutindo a sexualidade com a palestra “conversas entre
adolescentes”
O caminho certo
NI
NI
1
4
1
NI
1
1
NI
2
2
4
2
5
Rodas de conversa como propostas de formação de
professores iniciantes
Um desafio na educação
E eu, que não entendia.
Implicações provenientes da elaboração de um orçamento
familiar
Estágio de aproximação: a importância da inserção na escola
durante a formação docente inicial
Os conhecimentos prévios dos alunos de cálculo do Centro
Universitário UNIVATES
Um estudo interdisciplinar dos problemas ambientais através
da construção de um blog, utilizando as disciplinas de
Geografia e Biologia
Relato sobre aulas experimentais realizadas no Estágio
Supervisionado em Física
159
53
NI / NI – UNIVATES
NI
59
Fernanda de Souza Fidelis/
PFI – FURG
NI/ NI – NI
Fabiane Teixeira Oliveira
Corrales/ PE – FURG
Robson Teixeira Porto/
PFI - FURG
Fabio Alexandre
Dziekaniak/ PFI – FURG
Virginia Furlanetto/ PFI –
UNIVATES
Daniela Cristina Schossler/
PG – UNIVATES
1
Monitoria: uma proposta de auxílio na construção de
conhecimentos
O uso do portfólio coletivo como instrumento de reflexão
NI
1
Não adiantou fugir
Por que o inglês ?
3
PIBID e a constituição do educador de matemática
1
Educação de jovens e adultos: possibilidades
5
Letícia de Aguiar Bueno/
PFI – FURG
Thiago Branco Wonghon/
PFI – FURG
Claudia Seibt/ M –
UNIVATES
Daiana Borges/ PFI –
PUCRS
Valmor Vinícius Araujo
Vaz/ PFI – FURG
Ana Paula Santos Pereira/
PE – ESCOLA
Alessandra Kosinski de
Oliveira/ PE – ESCOLA
NI – UNIVATES
3
Análise dos erros presentes na resolução de questões da
olimpíada matemática da UNIVATES
Modelagem matemática: integrando metodologia de ensino
e de pesquisa numa disciplina do programa de pós
graduação – mestrado profissional em ensino de ciências
exatas da UNIVATES
A influência midiática através do desenho animado da tevê
aberta
O teatro: ferramenta de auxilio no processo de ensinoaprendizagem em história
Uma proposta de inserção da física moderna em sala de aula
através do uso do laser
A redução das desigualdades no acesso ao conhecimento
matemático: uma experiência no ensino superior
Práticas no ensino: uma via de mão dupla
Rafaele Rodrigues de
Araújo/ PFI – FURG
Rosemar Silva da Silva/
PE – ESCOLA
Sandra Elisabet Bazana
Nonenmacher/ PE –
ESCOLA
Rafaelle Martins Vieira/
PE – ESCOLA
NI / PFI – FURG
Alexandre Wegner/ M –
UNIVATES
Cláudia Patrícia Schütz
Feijó/ PE – ESCOLA
Darlan Adolfo Trindade/
PFI – FURG
Andréa Rodrigues Araújo/
PFI – FURG
3
Tiago Dziekaniak
Figueiredo/ PFI – FURG
Sílvia Garcia de Freitas/
PE – ESCOLA
Marcelo da Rocha Nunes/
PFI – FURG
Maria Ângela Martins
4
60
61
62
64
66
68
69
70
71
73
74
75
76
78
80
85
87
88
89
90
91
96
97
98
99
104
107
3
14
2
4
7
1
1
NI
1
3
A água que nos envolve: uma proposta de trabalho em física
tendo a arte com tema gerador
Pensando sobre os VALORES
Formação de um grupo colaborativo: refletindo sobre a
prática para qualificar o processo ensino-aprendizagem
Reflexões sobre a formação inicial e continuada a partir das
práticas vivenciadas no PIBID - Física
História em quadrinhos na sala de aula
E o software “hagáquê”
O desperdício no IFC-Cóncordia como possibilidade para
um trabalho interdisciplinar
1
“Alfabetizar: além dos muros da escola”
NI
2
Me, self-learner
Uma abordagem do uso do software graphmatica para o
ensino de funções na primeira série do ensino médio
Atividade interdisciplinar geografia e ciências- curtindo o
sol numa boa.
Ensinando e aprendendo com a horta escolar
2
6
2
1
O brincar como processo facilitador das aprendizagens e das
culturas infantis com crianças de 4 e 5 anos da Escola
Buchholz
Metodologias educativas e tecnologias digitais na formação
continuada de professores em vila propício/GO
Uma aula de cultura que ganhou uma aula de solidariedade
7
Relato de experiência do projeto horta da Escola Lilia Neves
6
A participação dos licenciandos de biologia na comunidade
160
108
109
110
112
113
116
117
Teixeira/ PE – FURG
Laura Pippi Fraga/ PFI –
UFSM
Daniele Araújo.Pereira/
PFI – NI
André Martins Alvarenga/
PG – Portal Faculdades
Sicero Agostinho Miranda/
M – FURG
Gabriela Baggio/ PFI –
UNIVATES
Liliane Antiqueira/ PFI –
FURG
Ricardo Rios Oliveira/ PG
– UFPEL
2
4
3
6
3
5
Raciocínio lógico nos alunos Aspergers, deficientes mentais
e paralíticos cerebrais
Educação para pescadores: de uma oportunidade a uma
necessidade
Concepções de um grupo de alunos do ensino médio acerca
do uso da calculadora
Oficina de matemática para Alunos Especiais
Rafaela Fúcolo Almeida/
PFI – FURG
Maria Madalena Dullius/
PU – UNIVATES
Maicon Toldi/ PFI –
UNIVATES
Márcia Lorena Martinez/
PFI – FURG
Alessandro Cury Soares/
M – FURG
Fabiana Mattei/ PG – NI
1
Os estágios curriculares na formação dos professores de
matemática: a construção da identidade docente através das
experiências vividas
Primeiro contato
3
Metodologias para o ensino de ciências exatas
4
Priscila Pedroso Moço/
PFI – FURG
Sônia Maria Silva Santos/
PFI – FURG
Eduardo Pinheiro Urrutia/
PFI – NI
1
Darla Fortunato/ M UFSM
Fernanda Sanchotene
Saraiva/ PFI – UFSM
Maria Cristina Pastore/
PFI – FURG
Catiusa Kuchak Rosin/ PFI
– UNIJUI
Eliane Duarte de Lima/ PE
– ESCOLA
Karen Martins Limberger/
PFI – PUCRS
2
5
Atividades escolares interdisciplinares em situações de
estudo
Formação diferenciada do professor: vivências em sala de
aula
O espaço de formação em serviço presente no dito dos
professores da EJA/Pelotas
Modelagem matemática: uma estratégia de ensino que visa a
construção do conhecimento
Universidade federal do rio grande – FURG: programa
instituicional de bolsa de iniciação à docência – PIBID
Relato sobre aulas experimentais realizadas no estágio
supervisionado em física
Trabalho em turma da EJA na Escola Bibiano de Almeida.
Analise e observação de uma aula, efetuação de uma aula e
entrevista com alunos e direção.
Concepções de professores de física em formação acerca da
relação entre o ensino de física e a saúde
Atividades diversificadas: a interação grupal no processo de
construção da lecto-escrita
Identidade criativa
3
Educação ambiental e cidadania no contexto escolar
2
Brincando, aprendendo e construindo com o tangran
3
147
Vanda Leci Bueno
Gautério/ D – FURG
4
149
Maurivan Güntzel Ramos/
PU – PUCRS
Halana Garcez Borowsky/
PFI – UFSM
NI / NI – ESCOLA
1
Camila Chagas de Leon/
PE – ESCOLA
2
Investigando a contribuição de atividades experimentais nas
concepções sobre microbiologia de alunos do ensino
fundamental.
Se tivessem me ensinado isso antes talvez eu ensinasse de
outra forma: uma experiência com professoras dos anos
iniciais
A prática docente desde o início da licenciatura na formação
inicial de professores de química
Aprender a ser professor: contribuições do clube de
matemática
Utilizando objetos de aprendizagem em aulas de matemática
no ensino médio noturno
O teatro no ensino de física
119
126
127
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150
154
155
3
escolar
Tira-põe: um jogo para trabalhar com a multiplicação e a
divisão
Dialogando com jovens de uma comunidade Pomerana
4
2
3
6
1
4
3
NI
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161
162
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200
201
202
204
205
Fabiana Sales Oliveira/
PFI - PUCRS
Angela Cristina da Costa
Dantas/ PFI – NI
Cristiane Soares Araujo/
PE – ESCOLA
Maristela Luisa Stolz
Brizzi/ PU – UNIJUI
NI/ NI – IFRS
Francine Ruas de Souza/
PFI – FURG
4
Carlos Wiliam Cavaleiro
da Trindade/ PFI – FURG
Geovana Mulinari Stuani/
M – UFSC
Vanessa Witczak Zambon/
PFI – UNIJUI
1
Maritza Moraes/ PU – NI
Guy Barros Barcellos/ M
– PUCRS
Andréia Spessatto De
Maman/ M - UNIVATES
Camila Rocha Damiani/
PFI – FURG
Antonio Marcos Teixeira
Dalmolin/ PFI – UFSM
Fabiane do Nascimento
Laranjo/ PFI – FURG
Vanessa Soares de Castro/
PFI – FURG
Leonardo Cardozo Vieira/
PFI – UFPEL
Adriane Montierre
Berneira Machado/ PE –
ESCOLA
Roberta Chiesa
Bartelmebs/ PE –
ESCOLA
Danielle Cenci/ PG –
PUCRS
Vânia Neide Coutinho/ M
– UNIVATES
Tarine Silveira Silveira/
PFI – FURG
Sônia Mara Gil da Silva/
PE – ESCOLA
Veridiana Rabaioli/ PE –
ESCOLA – PUCRS
Patrícia Warnke de
Alvarenga/ PU – FURG
Maria Joseane Rusch da
Silva/ PG - UFPEL
Ângela Susana Jagmin
Carretta/ M – NI
Vanessa Paula Reginatto/
PU – UNIVATES
Laisa dos Santos
3
2
1
2
4
NI
1
3
2
2
2
4
1
3
1
5
Educação sexual na EJA: uma proposta de ensino através de
jogos
Um espaço para o lúdico nas inter/ações em diferentes
atividades realizadas na sala de aula
Dobraduras na matemática
Formação de professores de matemática à distância: uma
experiência através do ambiente moodle
Física no proeja: e o conteúdo?
O ensino de Geometria Espacial no Ensino Médio da
Modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA): Uma
experiência acadêmica com as novas metodologias de ensino
Colocando em prática metodologias de ensino para turmas
da EJA
O mundo adolescente: conflitos e escolhas
A produção do conhecimento e a formação de indivíduos
capazes e críticos tendo como proposta pedagógica o livro
didático
O aprender da formação inicial com a formação continuada
Museu da natureza: um espaço de divulgação da ciência em
uma escola de ensino fundamental e médio
Evolução das ideais dos alunos sobre os uso de energia e o
fim do petróleo barato
Construção de unidades de aprendizagem a partir de
questionamentos elaborados por educandos
Limites e possibilidades da abordagem temática na educação
em ciências
Tecnologia (TICS) na educação
Interações na sala de aula e suas formas (in) desejadas de
participação
Articulando a prática docente, de estágio supervisionado e o
modelo de democracia protetora
Utilização da proposta lições do rio grande para o ensino de
física
1
Ateliê das Letrinhas: Construindo um espaço diferente na
Escola
2
2
Software graphmatica: uma proposta metodológica
diferenciada no ensino de funções
Mestrado profissional para formação de docentes: um lócus
de aprendizagem e (re)construção
A estruturação de um espaço didático-pedagógico para aulas
práticas na escola estadual 13 de maio
Ás aguas do rio grande
1
Trabalhando a matemática da vida no ensino de EJA
3
5
Investigação na sala de aula: (re)pensando o fazer
pedagógico a partir do olhar sócio-histórico
O Ensino de Física Moderna no Ensino Médio e a formação
do aluno
Intervenção pedagógica para a formação continuada de
professores de matemática
Integração de saberes na formação de professores
1
A história que se fez; a história que se faz: uma experiência
3
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247
Nogueira/ PE – ESCOLA
Raphael Rodrigues Costa/
PFI – NI
1
Maria do Carmo Galiazzi/
PU – FURG
Júlia Silveira Matos/ PU FURG
Giovanna Pinto Gularte/
PE – ESCOLA
Márcia Von Frühauf
Firme/ PU – FURG
Patrícia Mussi Escobar/
PFI – NI
Lisiane Jaques Rodrigues/
PG - UFPEL
Marilisa Bialvo Hoffmann/
PU – UFSC
Débora Goulart Veiga/ AE
– ESCOLA
Amanda de Cassia Borges
Ribeiro/ PFI – UFSM
Vanessa Raupp Medeiros/
PU – FURG
Rossana Daniela Cordeiro
Leiria/ PC – FURG
Luís Roberto Teixeira De
Matos/ PE – ESCOLA
1
Michele Veleda Lemos/ M
– FURG
Robledo Lima Gil/ PU –
UFPEL
André Maio Ezedim
Pinho/ PE – ESCOLA
Patrícia da C. Miranda/ NI
– FURG
Taíse Ceolin/ M – UNIJUI
2
Ana María Hintermeister/
PU – NI
Luciana Martins Teixeira/
PU - UNIPAMPA
Paula Dutra Cardoso/ PFI FURG
Denise Teresinha Brandão
Kern/ M – UNIVATES
Roberto Preussler/ PE –
ESCOLA
Maurício Roggia/ PFI –
UFSM
Giovana dos Santos
Rodrigues/ PE – ESCOLA
Thaís Gonçalves D’Avila/
PFI – FURG
Viviane Mülech Ritter/ PE
– ESCOLA
Lílian Dilli Gonçalves/ PE
– ESCOLA
1
1
1
1
3
2
1
1
3
1
3
1
1
com fontes em sala de aula
A escrita de cartas potencializando a inserção dos estudantes
surdos no espaço tempo da sala de aula numa turma de
proeja
Histórias como rodas de conversa sobre a sala de aula
Qual a história que estudamos? A construção teóricometodológica do conhecimento histórico nos livros didáticos
Disciplina na educação infantil: a necessidade de regras para
o bom convívio e a formação moral da criança.
Planejamento coletivo: uma aprendizagem vivenciada
O comportamento do discente e a atitude do docente ação:-(
:-(reação ação:-) :-)reação
Explorando conceitos de geometria plana com auxílio de
quebra-cabeças geométricos
Café com ciência: das pesquisas universitárias à prática
docente
Brinquedoteca: um espaço a mais para aprendizagem infantil
Geometria nos anos iniciais: uma experiência com história e
dobraduras
Alfabetização em rodas de música
Educação popular no contexto do PAIETS: é possível
transformar a realidade?
A utilização de mapas conceituais como ferramenta para o
desenvolvimento da Aprendizagem Significativa no ensino
de Biologia
Ensinar e aprender: uma experiência com o ensino de Física
1
O filme sete minutos: reflexões dos acadêmicos de didática
do ensino de ciências da UFPEL sobre o “ser professor”
Uma unidade de aprendizagem permeada pelo educar pela
pesquisa
Relações humanas: espaços de conversas, registros e
reflexões
Avaliação dos encontros sobre investigações na escola como
experiências interdisciplinares: análise preliminar
La residencia docente: interacción residente- profesor de
práctica y docente del aula
Desenvolvimento de atividades matemáticas a partir do
lúdico
Pibid
3
Educação financeira: prática em sala de aula
2
O aluno co-responsável pelo processo de aprendizagem
apresenta melhor desempenho?
Atividades de estudo de física mediadas por tecnologia
educacional livre
A construção da identidade na educação infantil
1
4
2
3
4
1
4
2
2
A geometria na formação dos professores das séries iniciais
do ensino fundamental
Introdução de novas tecnologias na disciplina de desenho
técnico
Esquetes teatrais como possibilidade de interação entre
professores e alunos: trabalho integrado entre sociologia e
163
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a
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291
Michelle Vasconcelos
Oliveira do Nascimento/
PE – ESCOLA
Janete Madalena Arcari/
PE – ESCOLA
NI / PFI – NI
2
Francine Oliveira
Mirapalheta/ PFI – UFPEL
Vardelei Lemos Peres/ PE
– FURG
Luciana Bezerra Acosta/
PFI – FURG
NI / PU – FURG
Susana Back/ PFI – UFSM
2
Paola Jardim Cauduro/ PFI
– UFSM
Fernanda Timm Seabra
Souza/ PU – NI
4
Maiara Bernardes
Marques/ PFI – FURG
Andrea Norema Bianchi
de Camargo/ PFI –
PUCRS
Fabiana Dias Pilar/ PFI –
PUCRS
Adriana Guimarães
Antunes/ PFI – FURG
Francine Pepe Santos/ PE
– ESCOLA
Bárbara Raquel/ PFI – NI
4
Aline Guerra Dytz/ PFI –
FURG
MARIVANE
MENUNCIN VIÊRA/ M –
PUCRS
Carla Rosane da Silva dos
Santos/ PFI – FURG
Ana Lúcia Imhoff/ PFI –
PUCRS
Roberta Borges
Bittencourt/ PFI – NI
Vanessa Lacerda Tarouco/
PFI – FURG
Simone Quiroga Gonzales/
NI – NI
Floria Karina Rojas Nuñez
da Silveira/ PFI – FURG
Cristine Inês Brauwers/
PFI – UNIVATES
Márcia da Silveira Gularte/
PFI – FURG
NI / NI - FURG
Bruna Borges Telmo/ PFI
2
3
NI
1
2
NI
4
2
3
5
2
3
7
2
1
língua portuguesa
A importância das relações interdisciplinares e culturais no
processo de ensino/aprendizagem de língua estrangeira
Vida no planeta terra
Até quando?
O ESPORTE DA ESCOLA: uma perspectiva para pensar a
Educação Física escolar
“Ninguém gosta de ser zuado” reflexão sobre o bullying nas
aulas de educação física.
Os elementos da linguagem visual no cotidiano dos alunos
do EJA
Aprendendo com jornal
Conteúdos... Mas que conteúdos?
Iniciação à docência e implementação na escola de atividade
desenvolvida com hipermídia educacional
Iniciação à docência em física e atividades de estudo
mediadas por hipermídias educacionais
Comparação dos níveis de glicose sanguínea dos alunos do
Curso Técnico em Patologia Clínica no jejum e no estado
alimentado com carboidratos de diferentes índices
glicêmicos.
Reflexões sobre o ensino de biologia no contexto da
educação popular
Estudo sobre a alfabetização científica de licenciandos em
química
Construção de uma unidade de aprendizagem sobre o tema
água a partir das perguntas dos alunos
Investigando as aprendizagens no grupo de estudos inclusão
tecnológica - geitec
Leituras com Bebês: berçário-espaço do livro como
brinquedo
Pibid: inserção na sala de aula e atividade diagnóstica na
escola
Impacto das ações do PIBID no curso de licenciatura em
física
Conhecendo a história do CECIRS refletida através do
percurso de vida de um professor.
3
O uso de atividades lúdicas no processo de ensinar e
aprender em língua espanhola
Reflexões sobre o ensino de fluidos no curso de farmácia
2
Por que a falta de interesse em estudar português?
4
Práxis do dia a dia encontros com a escola – experiências
com a infância e a alfabetização
Considerando educandos como participantes – ativos do
processo de ensino-aprendizagem.
Conhecendo a tabela periódica: um olhar contemporâneo
2
2
3
2
NI
5
Participação de crianças no projeto escola aberta: uso da
escola pública nos finais de semana.
Aprendizados e experiências adquiridas através da
construção e elaboração de Unidades de Aprendizagem
Gases refrigerantes: dialógo no proeja
Um mundo de aprendizado proporcionado a quem pretende
164
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– FURG
Charles Guidotti/ PFI –
FURG
Cristiane Carvalho/ PFI –
FURG
Marluce Raquel Decian/
PFI – UFSM
NI / NI – FURG
Muryel Pyetro Vidmar/
PFI – UFSM
Luiza Maria Bonneau
Lucas/ PFI – FURG
Fernando Oliveira
Machado/ PFI UNIPAMPA
Lucineri Alves/ PFI – NI
4
6
2
“ensinar” no universo infantil
Construindo um docente: relato das primeiras experiências
de um bolsista PIBID-Física em sala de aula
Expedição de estudos: uma prática pedagógica com os
alunos na Escola Wanda Rocha
Práticas esportivas, educativas e formativas no universo
escolar
NI
4
Atividades de estudo e iniciação à docência em física
8
Anauê, abarê: a linguagem indígena na escola
3
Ioni Gonçalves Colares/
PU – FURG
Karen Cavalcanti Tauceda/
NI – UFRGS
3
Rosalvo Luis Sawiztki/ PU
– UFSM
Renata Martins Neves/ PE
– ESCOLA
Angela Bueno Rizzo/ PFI
– FURG
Gabriela Meroni/ PFI –
URUGUAI
4
Uma experiência didática de inserção da teoria sóciointeracionista em atividades de laboratório de física básica resultados preliminares
A construção do conhecimento através dos projetos de
aprendizagem aliados à tecnologia
Feira de ciências – biologia no curso de ciências biológicas
licenciatura da FURG
Aprendizagem significativa no estudo do DNA o
conhecimento científico como alicerce para os debates
contemporâneos
Cultura esportiva da escola
1
Teor de álcool na gasolina
1
A realidade na sala de aula
2
Mifael Guimarães Moraes/
PE – ESCOLA
Thiago Silva de Freitas/
PFI – FURG
Janice Rubira Silva/ PE –
ESCOLA
Carla Roberta Lopes de
Azambuja/ PFI – FURG
Raquel Cunha Pospichil/
PFI – UFSM
Alessandro Menegat/ PFI
– UFRGS
Lauren Soares dos Santos/
PFI – UFRGS
Jéssica Maciel Finn/ PFI –
UFRGS
Mariana Stegues Marasca
dos Santos/ PFI – UFRGS
Kelvin Pereira Tomaz/ PFI
– FURG
Itamara Regina Rodrigues/
PE – ESCOLA
Teresa Gonzalez Enríquez/
PE – ESCOLA
Jackson Luís Martins
Cacciamani/ PE – FURG
Elisabel Espinosa
1
Meta-reflexão sobre a minha prática: o uso de modelos no
ensino de química
Metarreflexión sobre mi práctica: el uso de modelos en la
enseñanza de la química
Levando a astronomia para sala de aula
1
3
4
3
1
A inserção da informática para ensino e visualização dos
conteúdos de física através de experimentos virtuais
Projeto água: nosso meio de vida – num coletivo escolar
1
Análise da aplicação de uma situação problema em uma
turma da EJA de uma escola estadual
Interligando saberes: uma proposta de trabalho a partir do
calendário
Ampliando o PIBID/Química da UFRGS para atender mais
uma escola de ensino médio
A consolidação do PIBID/Química da UFRGS na escola
dolores alcaraz caldas
Intervenções pedagógicas do PIBID/Química da UFRGS na
oitava série da Escola Padre Balduíno Rambo
As oficinas de aprendizagem do PIBID/Química na Escola
Dolores Alcaraz Caldas
Trabalhando o texto musical em sala de aula
1
Uma atividade experimental a respeito do teste do bafômetro
6
1
Repensando o processo de ensino-aprendizagem através da
mostra de ciências
Os dispositivos de formação permanente do professor
1
Retornar, recomeçar, enfim... De volta ao caic.
2
5
4
5
3
165
338
339
341
345
346
347
Coutinho/ PE – FURG
Roberta da Silva
Michaello/ PFI – FURG
Rúbia da Costa Santana/
PFI – FURG
Grasiele Ruiz/ PFI –
FURG
Eduardo Firme/ PFI –
ESCOLA
Arlei Vaz Rade/ M – NI
6
3
3
1
1
Juliana da Silva Silva/ PFI
– FURG
Belissa Saadi Vieira/ M –
FURG
1
Kamila Fidalgo
Rembowski/ PFI – FURG
Cristina Irber/ PFI –
PUCRS
Neusiane Chaves de
Souza/ M – FURG
Paulo Roberto Bairros da
Silva/ PG - UFSM
NI/ NI – NI
Carla Vargas Bozzato/ PE
– ESCOLA
Lisiane Vieira de Sena
Ribeiro/ PE – ESCOLA
Valéria dias de Oliveira
Bareño/ PFI – FURG
1
361
Jossiely Dutra da Silveira/
PFI – FURG
1
364
Michele Barbosa de Brum
e Silva/ PFI – ESCOLA
Talita da Silveira Leite/
PG - UFPEL
Milene Polino dos Santos/
PFI – FURG
Dioni Paulo Pastorio/ PFI
– UFSM
Marelise de Fátima
Griebeler Reis/ M –
UNISINOS
Aline Colvara de Almeida/
PFI – FURG
4
Muriele Pinho/ PU –
FURG
Débora Amaral Sotter/ CP
– FURG
Claudio de Werk
Schroeder/ PE – ESCOLA
Sandra Maria Wirzbicki/
M – UNIJUI
8
Gloria Regina Pacheco dos
4
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349
350
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352
356
358
359
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369
370
372
373
377
380
382
1
6
O uso do tangram na sala de aula como auxilio da
aprendizagem da geometria plana
A feira de ciências como forma de desenvolver uma
aprendizagem significativa
Uma nova abordagem para o ensino de física
Reflexão sobre o desenvolvimento de uma situação
problema em uma turma de eja ensino médio
Reflexões sobre o uso de jogos nas aulas de matemática
financeira
A constituição do ser educador se entrelaçando entre a
formação academica e a prática pedagógica
O desenrolar de uma pesquisa no vai-vem das crianças: uma
investigação de mestrado nos espaços e tempos da educação
infantil
Histórias em quadrinhos em sala de aula.
NI
2
Pré-concepções dos alunos presentes em perguntas sobre o
tema “ar”
Educação popular no paiets: uma experiência a partir do
contexto do curso pré-vestibular venceremos
Introdução a temática da energia nuclear no contexto da
educação ambiental por meio de histórias em quadrinhos
O ensino de história na educação da infância
Estudo dos principais ecossistemas de pelotas
2
Geração digital: percepções da pesquisa em sala de aula
1
Aplicação de uma unidade de aprendizagem: o exercício da
escrita, do diálogo, da leitura assim com a pesquisa, os quais
fazem parte do conteúdo.
Desenvolvimento de unidade de aprendizagem e a percepção
de algumas dificuldades encontradas ao realizar atividades
experimentais em sala de aula
O eixo temático água no ensino de química: uma opção
possível para ensinar soluções
As concepções de estudantes do ensino médio sobre a
química e sua prática científica
Geografia em debate do caic - globalizando saberes,
dialogando culturas
Atividades didáticas mediadas por hipermídias educacionais
2
3
4
2
4
2
A pesquisa em parceria universidade e escola: possibilidades
de mudanças na/com a formação
1
Unidade de aprendizagem a respeito da vacina da gripe
influenza a e automedicação: as aprendizagens construídas
em uma turma de magistério
Pesquisa ‘em’ e ‘sobre’ a sala de aula: possibilidades do
ensino da didática na formação de professores em química
Quem conta um conto aumenta um sonho
– contruindo a escola do presente Construção de saberes em blogs
1
2
2
Reflexões sobre abordagens do conceito energia em espaços
de formação de professores de ciências da natureza e suas
tecnologias
Rodas de formação: diálogos com professores e professoras
166
384
385
387
395
397
398
399
400
Santos/ PFI – FURG
Neide da Silva Cunha/ PFI
– NI
Larissa Zancan Rodrigues/
PFI – UFSM
Lila Saraí Ribeiro Leitão/
PE – ESCOLA
Joana Beatriz Figueiredo
Soares/ PE – ESCOLA
Karen Roberta Oliveira
Ribeiro/ PFI – FURG
Carla Vargas Pedroso/ PFI
– UFSM
Rosana Torma Miranda
Cabral/ PFI – FURG
1
2
1
4
1
6
4
sobre educação ambiental
Comportamento dos adolescentes-legado da sociedade
contemporãnea?
Utilização de atividade didática baseada em software na
perspectiva de resolução de problemas
Oficinas interdisciplinares sobre sexualidade
AS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO 3º ANO
DO ENSINO FUNDAMENTAL
O ensino de português não é somente gramática
Pibid – ensino de ciências: possibilidades de ensinar sobre
drogas mediante o uso de módulos didáticos
Ambiente virtual de aprendizagem em artes visuais: uma
vivência pedagógica apoiada nas tecnologias de informação
e comunicação
Uma verdade inconveniente
Carla Rosana da Silva
Gomes/ PE – ESCOLA
Deivid Pereira Fagundes/
PFI – FURG
Rafael Palota da Silva/ PFI
– NI
Sara Sayão Albornoz/ PFI
– FURG
Patrícia Anselmo Zanotta/
PE – ESCOLA
Candida Aparecida
Machado/ M – URI
Andréia Alves Pires/ M –
FURG
Roberta Almeida dos
Santos/ PFI – UFPEL
Carla Beatriz Xavier
Tavares/ PE – ESCOLA
Alisson dos Santos
Pereira/ PFI – NI
Josiane da Silva Quintana
Alves/ PFI – UNIPAMPA
Maria Cristina Madeira/ M
– UFPEL
Maria Eugênia da
Fontoura/ PFI –
UNIPAMPA
Franciele Braz de Oliveira/
PFI - UNIJUI
1
431
Marcia Glaci da Silva
Bueno/ PFI – FURG
2
432
NI/ NI – UFSM
NI
434
Cecília Oliveira Boanova/
PE – ESCOLA
Deise Alves Costa/ PFI –
UNIPAMPA
Theresinha de Jesus de
Andrades/ PFI – FURG
Cássia Gonçalves D’Avila/
2
A utilização de recursos da informática no ensino de física,
no ensino médio das escolas estaduais da cidade de Cruz
Alta-RS
Formação inicial e continuada de professores participantes
do PIBID: interações entre a teoria e a prática possibilitando
mudanças no espaço
Relato de experiência a partir de um programa de
enriquecimento vivenciados com um aluno que apresenta
dupla excepcionalidade
Discutindo a sexualidade feminina na escola
1
Desmitificando o professor ideal: choques de imaginários
4
Uma nova visão e perspectiva sobre o dia do índio
4
Situações-problema no cotidiano da matemática
403
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405
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408
409
411
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426
428
429
430
436
439
440
1
3
A importância da prática docente na constituição de um
educador
Relato de experiência: feira de ciências como uma nova
abordagem para o ensino de física
Atividades contextualizadoras e de observação
2
Química e artes – uma boa dupla
2
Práticas educativas: novas formas de ensinar matemática na
licenciatura em matemática
Identidade e autonomia: a formação continuada no grupo
alfabeturas
Uma proposta experimental: produção de velas artesanais
1
1
4
3
4
6
1
2
2
Artes – uma proposta para incentivar a leitura, a
interpretação e a escrita
Compreensão da eletricidade no nosso cotidiano
Questão da diversidade na escola pública: reflexões e
práticas a partir do projeto PIBID
Uma investigação em processo: alguns achados numa
experiência com a infância
Autismo e o ensino/aprendizagem de português: uma
experiência no ensino fundamental
167
441
444
446
447
448
449
451
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474
475
476
477
479
480
483
PFI – FURG
Ivane Almeida Duvoisin/
D – FURG
Carla Teixeira Coelho/ PG
– UFPEL
Monique Herrmann
Machado/ PFI – FURG
Kauê Bandeira Rodrigues/
PFI – FURG
Tânia Ferreira da Luz/ PFI
– FURG
Rogéria Novo da Silva/ CP
– ESCOLA
2
1
1
4
1
2
Claudia Barenho/ PFI –
FURG
Bruna de Almeida Flores/
PFI – UFSM
Luciana Caroline Kilpp
Fernandes/ PG –
UNIVATES
Deisi Böhm/ M - FURG
NI/ NI – UFSM
3
Patrícia Xavier Figueiredo/
PFI – FURG
Ester Dias de Barros/ PFI
– UNIPAMPA
Cezar Soares Motta/ PFI –
FURG
Aline Machado Dorneles/
M – FURG
Eliana Fernandes
Borragini/ PU –
UNIVATES
Andréia Paula Polaczinski/
M – UNIJUI
Luciana Pereira Cardozo/
M - UFPEL
Bruna Silveira Berbigier/
PFI – NI
Jacqueline Tipoldi/ NI –
Instituto de Formación
Docente de la Costa
Rodrigo Rosa da Silva/ PG
– NI
Paula Cristina Vasconcelos
Nunes/ PFI – FURG
Vanessa Gonçalves Dias/
PFI – FURG
NI/ PFI – FURG
Fernanda Albuquerque/ NI
– NI
Shaiana Vargas de Arruda/
PFI – UFSM
Mara Rúbia Garcia
Pedroso/ PE – ESCOLA
Edi Morales Pinheiro
3
5
4
2
NI
Rede de Professores constituindo-se na Conversa sobre um
Curso de Ciências e Matemática a Distância
Brincadeiras, espaços e tempos: revelações de um grupo de
crianças do ensino fundamental
Elaboração de um plano de aula com objetivo de dar uma
pequena introdução a funções inorgânicas
De onde vem os meus pressupostos sobre ensino
Estágio em geografia: investigando, explorando, aprendendo
e deixando caminhos para a exploração
Limites e possibilidades da equipe diretiva enquanto
promotora do espaço/tempo de formação no ambiente
escolar
A abordagem da criança marginalizada no Brasil
(Res) significando um projeto pedagógico: uma parceria
entre escola e universidade
O que pensam os alunos sobre suas aulas de física? Análise
do relato dos alunos
4
Refletindo sobre o trabalho no laboratório de aprendizagem
Relato de experiência com as inteligências múltiplas
No projeto de extensão pit – programa de incentivo ao
talento
Grupo de leitoras e escritoras de educação infantil: uma
experiência que transforma
O discurso do sujeito-aluno na sala de aula: a experiência da
observação
A prática experimental percebida sob diferentes perspectivas
2
A escritura de histórias de sala de aula de química
2
Uso do aplicativo powers of 10 como organizador prévio em
ciências exatas
2
Análise de escritas em agendas de estágio quanto à
característica reflexiva sobre a prática docente
Sant’ana geração saúde – uma proposta de integração da
comunidade com a escola
Construindo conceitos geométricos a partir de histórias
infantis
Investigación sobre estrategias de aprendizaje y evaluación
en la formación de docentes.
2
5
2
1
2
“Avaliação externa? Para quê?”
2
Refletindo sobre como se dá o processo de inserimento de
crianças na escola
Compreendendo o bairro castelo branco ii a partir de temas
geradores
1
NI
1
Situação problema e rodas de formação
2
O bingo dos meses : experiência lúdica nos anos iniciais
2
Ciranda da leitura e escrita: familia, escola e crianças no
processo de alfabetização além dos muros da escola.
Relato de uma unidade de aprendizagem em um enfoque
2
168
484
487
Junior/ M – FURG
NI/ PE – ESCOLA
NI
Rita de Lima Nóbrega/ PG
– FURG
Juliana Cardoso Pereira/
PG – UFPEL
Nadiele Pires/ PFI – NI
Melissa Orlandin Nunes/
PFI – FURG
Lívia Ribeiro Leitão/ PFI –
FURG
Suzana Kaiser/ PFI –
FURG
Joiciê Castro Pereira/ NI –
NI
1
Dionei Rua dos Santos/
PFI – UNIJUI
Iara Juliane Ristow/ PE –
ESCOLA
Tânia Regina Tiecher/ PFI
– UNIJUI
Rafael Martins Marques/
PFI – NI
Rosana Tejada Flôres/ PFI
– FURG
Patrícia de Miranda
Wojahn/ PFI – URI
Danieli Evangelista
Formentim/ PE – FURG
Melanie Floriano de
Oliveira/ PFI – FURG
Cláudia Andréa Zuchoski
Rizzi/ PFI – FURG
2
509
Ana Paula André Silva/
PFI – FURG
2
511
Denize Amaral da Silva/
PFI – NI
Caroline Pires Ruas/ PFI –
FURG
Roselia da Rosa
Lütchemeyer/ PU – URI
Marcelo Fischborn/ PFI –
UFSM
Adriane Bender Arriada/
PU – UFPEL
6
Cleusa Maria Pedroso
Soares/ PE – ESCOLA
Arlete Amaral Corrêa/ PE
– ESCOLA
Nelda Alonso dos Santos/
PE – ESCOLA
Lidiane Limana Puiati/ PFI
1
488
489
490
492
493
494
496
497
498
500
503
504
505
506
508
512
513
514
516
517
519
522
524
2
5
6
1
1
2
3
2
2
2
2
3
1
1
1
2
4
1
1
1
2
CTS no grupo de pesquisa/formação
O ensino de história nas séries finais do ensino fundamental:
breve relato de uma prática em curso
Intertextualidade: constituinte social
A articulação entre os polímeros e o consumo: uma
possibilidade para o ensino de química
Registros da academia e das vivências em sala de aula
Falando de sexualidade na mostra de ciências
Aprendizado de uma professora de química em formação
inicial durante planejamento de aula e aplicação
Reflexões da experiência de estágio: compartilhando
aprendizagens
O Ensino de Matemática na Educação Popular: uma
investigação no contexto do Programa de Auxílio ao
Ingresso no Ensino Técnico e Superior (PAIETS) e, em
especial, no Preparatório Fênix.
Histórias em quadrinhos e tirinhas no ensino de física:
investigando a eletricidade
Perspectivas na produção de vídeos para sensibilização/ação
ao combate do uso de drogas
Reflexões sobre explicações de situações reais em espaços
de formação para o ensino de ciências naturais
Uma aula de cultura que se transformou em uma aula de
solidariedade
Projeto de extensão a alunos da rede pública
Ensino de ciências nas séries iniciais: reflexões acerca de
uma proposta de ensino em uma escola de turno integral
"Eu tinha muitos sonhos..." a eja como possibilidade de
repensar identidades
Linguagem e salas de aula; cartas e interação
Atividades pibidianas: elaboração de uma unidade de
aprendizagem através da construção e aplicação de uma
situação problema
Projeto sobre investigação da realidade dos alunos nas
escolas públicas e qualidade do ensino público em Rio
Grande
Um evento como resultado do trabalho realizado
Unidade de aprendizagem no ensino de química:
trabalhando conteúdos diferenciados
Investigar a conceituação de logaritmos e sua aplicação a
partir da utilização de objetos de aprendizagem
Práticas (novas) de ensinar-aprender filosofia e filosofar:
relatos de experiência no cenário da escola
Experiência Pedagógica à luz da Teoria Freiriana: O
Encontro Presencial como fator Fundamental para o
Exercício da Prática Pedagógica Dialógica na Educação a
Distância.
Seminário de leitura
Meus alunos leem/- Por quê?: aplicações da trilogia
metodológica.
Agenda escolar 2010: espaço e possibilidade para contar e
escrever o tempo vivido na escola
OS CONHECIMENTOS PRÉVIOS DE CRIANÇAS DO 1º
169
– UFSM
527
528
531
532
535
537
539
540
546
551
553
554
557
558
561
563
568
572
576
577
578
579
580
581
587
589
591
593
Liliane da Costa Ores/ D UCPEL
Rubens Caurio Lobato/ M
– FURG
Adriene Bolzan Duarte/
PFI – UFSM
Caroline Terra de Oliveira/
PU – FURG
Vívian Jamile Beling/ PFI
– UFSM
Danielle Monteiro
Behrend/ PU – FURG
Paulo Valério Saraçol/ PE
– ESCOLA
8
Mariana Jaeger/ PFI –
UNIJUI
Luciana Cozza Rodrigues/
NI (PE) – NI
Taina Guerra Chimieski/
PFI – FURG
Leandro Costa Vieira/ PU
– FURG
Juliane de Oliveira Alves/
M – NI
Priscila Nunes de
Alvarenga/ PFI – FURG
Tania Tuchtenhagen
Clarindo/ M – FURG
Fernanda Fonseca da
Fonseca/ PU – FURG
Andriara Nunes Nunes/
PFI – FURG
Giliard Ávila Barbosa/ PFI
– FURG
Ana Paula Soares Garcia/
PE – ESCOLA
Joice Maria Manhago
Claro/ PFI – UFSM
Jaques Rizzi/ PFI - FURG
2
Jussara Botelho Franco/ D
- FURG
Cristiane Lima Terra / M –
FURG
Diana Paula Salomão de
Freitas/ M – FURG
Janaina Marin Gomes/ PFI
– NI
NI / NI – FURG
2
Renata Hernandez
Lindemann/ D - UFSC
Israel Ivan La Banca/ PFI FURG
Richer da Silva Aguiar/
1
5
2
2
3
1
1
1
1
1
2
1
1
5
3
3
1
2
3
2
1
1
NI
ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE O
FORMATO DA TERRA
Psicologia e serviço social no CAIC pela visibilidade dos
direitos humanos: uma práxis possível em educação.
Mas e você vai ser professor@? Vivências de educadores
populares de biologia no paiets-furg
A utilização da multimodalidade no ensino de ciências para
crianças
História e memória da comunidade: problematizando a
educação patrimonial no ambiente escolar
Refletindo sobre a formação e a prática
Projetos de trabalho nos Anos Iniciais: Novas possibilidades
de integração e compreensão dos conteúdos conceituais
Um processo de avaliação qualitativa desenvolvido com os
formandos do curso técnico em refrigeração e ar
condicionado do ifrs – campus rio grande
A investigação sobre a “pesquisa escolar” em química no
ensino médio – palavras dos professores
A expressão através da arte no ensino fundamental
Programa institucional de bolsa de iniciação à docência, na
escola estadual de ensino fundamental 13 de maio
Mudanças de postura: a trajetória de um educador recém
formado e suas ações em sala de aula
Sabores e dessabores do fazer pedagógico: compartilhando
saberes e reflexões acerca da prática educativa
Desenvolvendo os conteúdos programáticos através de
diferentes textos
Formação continuada em coletivos permeada pela escrita
A atuação nas políticas de saúde e educação: buscando a
integralidade do atendimento via extensão universitária
Vivências na escola – contribuições do PIBID na formação
inicial e continuada de professores
“Simbologias na lírica ocidental”: a análise de poemas
chegando à escola
Um pequeno desabafo sobre as novas concepções acerca do
ensino de língua portuguesa
Práticas educativas: desafios da realidade escolar
A escolha do livro didático segundo o PNLD e a
participação do aluno.
A perspectiva materialista na formação continuada de
educadores ambientais
As três ecologias no âmbito de uma escola para surdos: a
construção da identidade da criança surda
Compreensões sobre o papel do professor nas e a partir das
práticas de um grupo de formação de professores
Os jovens em sala de aula
1
Vivências com projetos de aprendizagem nas disciplinas de
introdução à filosofia e sociologia aplicada à administração
– curso de administração – modalidade a distância
O caminho se faz caminhando: reflexões a partir de
vivências formativas
Coragem para ser professor
1
Um estágio e muitas experiências
170
595
596
597
608
609
610
611
612
1002
1003
PFI – FURG
Natalí Silveira/ PFI –
FURG
Kelli Bruno da Silva/ PFI
– NI
NI / NI – NI
Lucilaine Goin Abitante/
PE – ESCOLA
Simoni Machado Gomes/
PFI – FURG
Victor Hugo Guimarães
Rodrigues/ PU – FURG
Jorge Antônio de Oliveira
Satt/ M – FURG
Rosely Diniz da Silva
Machado/ PFI – FURG
Zoila Viana dos Santos/
AP – CAIC FURG
Patrícia/ PE - ESCOLA
1
1
NI
2
Trabalhando escrita e oralidade, usando a Química do álcool
em sala de aula
Alice no país das maravilhas
4
O inglês na minha vida
Resgate de conhecimentos sobre trigonometria pela
aplicação do teorema de Pitágoras na agropecuária
A hora do conto: trabalhando a questão socioambiental
1
A química do invisível: a nova alquimia
2
Nas andanças pelo mundo, a descoberta de si: o olhar de um
educador a partir de sua história de vida.
Português é muito difícil?: refletindo sobre o ensino de
língua materna
Resgatando brincadeiras de rua e atividades ludicas, físicas e
esportivas no cotidiano escolar
Afetividade: a porta de entrada para a aprendizagem
2
4
1
171
ANEXO 2: Trabalhos escritos por Professores da Escola organizados em Categorias
Temáticas conforme a legenda: Avaliação – Currículo – Ensino e Aprendizagem –
Formação – Metodologia
Nº Trabalho
5
7
8
9
10
11
13
14
16
18
22
26
29
34
37
40
42
44
45
49
50
51
52
54
56
63
65
66
67
69
71
73
3
13
14
22
23
25
32
34
36
40
41
44
45
46
48
49
51
52
58
59
73
US – Categorias Temáticas
I Encontro sobre Investigação na Escola
Metodologia
Metodologia
Avaliação;
Metodologia;
Metodologia;
Avaliação;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia;
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Metodologia;
Currículo;
Currículo;
Currículo;
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia;
Metodologia;
Currículo;
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia;
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Currículo;
Metodologia;
Metodologia;
Metodologia;
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Currículo
II Encontro sobre Investigação na Escola
Ensino e Aprendizagem;
Currículo
Avaliação;
Metodologia
Formação;
Metodologia
Metodologia;
Currículo
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo
Formação
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Área do Conhecimento
Matemática
Física
Matemática
Física
Matemática
Matemática
Ciências
Matemática
Ciências
Ciências
Química
Ciências
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Língua Portuguesa
Matemática
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Matemática
Química
Interdisciplinar
Ed. Física
Interdisciplinar
Ciências
Biologia
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Ciências
Ciências
Interdisciplinar
Língua Portuguesa
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Ciências
Ciências
172
3
4
10
13
14
16
17
19
25
30
38
41
49
50
52
53
69
71
74
87
89
1
2
3
6
9
14
15
16
19
21
23
24
32
33
34
35
37
43
44
46
48
53
68
69
70
71
72
74
75
77
78
81
82
86
89
92
93
94
III Encontro sobre Investigação na Escola
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Formação
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Currículo
Formação
Ensino e Aprendizagem
Avaliação;
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Currículo;
Formação
Currículo;
Metodologia
IV Encontro sobre Investigação na Escola
Ensino e Aprendizagem;
Avaliação;
Avaliação;
Avaliação;
Metodologia
Metodologia;
Formação
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Formação;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Língua Portuguesa
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Matemática
Matemática
Informática
História
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Física
Matemática
Física
Matemática
Matemática
Matemática
Física
Ciências
Química
Matemática
Matemática
Interdisciplinar
Ciências
Interdisciplinar
Biologia
Matemática
Matemática
Interdisciplinar
Geografia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Física
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Química
Matemática
Geografia
Interdisciplinar
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
173
95
96
106
107
108
111
112
119
115
122
125
129
6
7
10
22
26
27
28
29
31
33
34
36
37
38
39
42
45
46
51
58
59
61
63
65
66
70
71
73
75
76
78
80
83
84
85
86
88
91
92
97
99
100
101
103
104
106
107
108
Ensino e Aprendizagem
Currículo
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Formação
Formação
Currículo
Metodologia
Metodologia
V Encontro sobre Investigação na Escola
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Avaliação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Aprendizagem
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Formação
Metodologia
Formação
Formação
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Metodologia;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Metodologia
Formação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia;
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Currículo
Interdisciplinar
Cultura judaica
Matemática
Interdisciplinar
Cultura Judaica
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Língua Portug.
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Física
Interdisciplinar
Matemática
Ens. Religioso
Física
Filosofia
Física
Matemática
Física
Ciências
Física
Química
Interdisciplinar
Matemática
Matemática
Matemática
Química
Geografia
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Ciências
Ciências
Ciências
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Física
Matemática
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
174
111
113
116
117
136
149
173
174
178
179
182
10
16
20
22
24
25
26
30
32
33
37
39
42
43
45
52
56
63
66
77
80
84
90
91
92
93
99
103
104
107
124
126
135
136
142
144
155
156
159
166
170
173
176
178
198
201
204
217
218
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Currículo;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Currículo;
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Currículo;
VI Encontro sobre Investigação na Escola
Currículo;
Formação
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Formação
Metodologia
Currículo;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Metodologia;
Currículo;
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Formação
Currículo;
Metodologia
Currículo;
Formação
Formação
Currículo;
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Currículo;
Currículo;
Formação
Formação
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Formação
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Física
Química
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Geografia
Matemática
Língua Portuguesa
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Literatura
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Artes
Interdisciplinar
Artes
Língua Portuguesa
Ciências
Matemática
Interdisciplinar
Química
Química
Geografia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Biologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
175
1
2
7
8
11
13
16
18
19
20
24
25
26
27
28
32
34
35
36
37
39
43
44
45
46
50
53
57
58
59
62
64
66
67
72
74
77
79
81
83
86
87
88
90
91
94
96
97
99
109
122
127
136
139
145
202
203
209
213
216
VII Encontro sobre Investigação na Escola
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Metodologia
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem;
Currículo
Metodologia
Formação
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Formação
Formação
Currículo;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Currículo
Metodologia
Formação
Formação
Formação
Formação
Formação
Formação
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Química
Química
Química
Interdisciplinar
Matemática
Química
Interdisciplinar
Língua Espanhola
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Física
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Língua Portuguesa
Interdisciplinar
Física
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Filosofia
Interdisciplinar
Física
Química
Biologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Filosofia
Biologia
Química
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Artes
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
176
217
222
3
5
6
8
9
16
20
22
27
29
30
31
35
36
37
38
40
44
47
48
51
53
54
55
59
62
63
66
68
69
73
74
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77
79
80
81
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89
90
93
95
99
102
FD02
FD03
FD09
FD20
FD21
FD25
FD27
FD32
FD34
01
02
Ensino e Aprendizagem
Currículo;
VIII Encontro sobre Investigação na Escola
Currículo;
Currículo;
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Avaliação,
Formação
Metodologia
Currículo;
Avaliação;
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Formação
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação
Formação
Formação
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Formação
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Formação
Formação
Formação
Formação
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Formação
Formação;
IX Encontro sobre Investigação na Escola
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Matemática
Ciências
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Ciências
Interdisciplinar
Física
Ciências
Interdisciplinar
Geografia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Ciências
Interdisciplinar
Geografia
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Matemática
Interdisciplinar
Biologia
Interdisciplinar
Biologia
Matemática
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Língua Portuguesa
Ciências
Matemática
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Biologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Física
História
Química
Química
Interdisciplinar
Biologia
Ciências
177
07
13
15
18
23
25
26
27
28
29
33
34
47
57
64
66
70
75
77
79
81
82
84
87
88
91
100
103
107
110
115
132
134
136
142
148
157
161
167
169
175
182
183
194
195
197
8
17
19
20
49
61
75
76
85
87
88
91
99
107
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação
Metodologia
Formação
Metodologia
Metodologia;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia;
Metodologia
Formação
Currículo;
Formação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Formação
Situação de estudo; Avaliação;
Formação
Formação
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Metodologia
Currículo;
Avaliação;
Metodologia
Metodologia
X Encontro sobre Investigação na Escola
Formação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Currículo;
Formação
Metodologia
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem
Currículo;
Currículo;
Formação
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Artes
História
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
Matemática
Interdisciplinar
Matemática
Biologia
Ciências
Física
Língua Portuguesa
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Biologia
Biologia
Biologia
Artes
Ciências
Física
Matemática
Ciências
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Biologia
Biologia
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Artes
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Biologia
Interdisciplinar
Matemática
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Inglês
Física
Língua Portuguesa
Artes
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Língua espanhola
Biologia
178
144
155
163
187
188
197
199
205
213
227
231
240
243
246
247
248
249
253
264b
313
318
323
333
334
335
337
358
359
377
387
395
400
407
415
434
480
484
497
505
517
519
522
539
546
572
608
1003
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem
Metodologia
Metodologia
Metodologia;
Formação
Metodologia
Metodologia
Avaliação
Formação
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Currículo;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Ensino e Aprendizagem;
Formação
Formação
Ensino e aprendizagem
Formação
Formação
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Ensino e Aprendizagem;
Currículo;
Formação
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Currículo;
Currículo;
Ensino e Aprendizagem
Currículo;
Metodologia;
Metodologia
Metodologia
Metodologia
Avaliação
Metodologia
Formação
Ensino e Aprendizagem
Ensino e Aprendizagem
Interdisciplinar
Física
Matemática
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Matemática
História
Interdisciplinar
Biologia
Química
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Informática
Interdisciplinar
Língua inglesa
Interdisciplinar
Artes
Interdisciplinar
Química
Ciências
Interdisciplinar
Química
Biologia
Química
Interdisciplinar
Biologia
Interdisciplinar
Física
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Artes
Interdisciplinar
Interdisciplinar
História
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Língua portuguesa
Língua portuguesa
Interdisciplinar
Interdisciplinar
Artes
Língua portuguesa
Matemática
Interdisciplinar
179
ANEXO 3: MANIFESTO “NO ES VERDAD” (NÃO É VERDADE)
As organizações e pessoas que assinam este Manifesto (docentes, mães, pais,
estudantes e sociedade em geral) estão profundamente preocupados pela difusão de crenças
sobre a escola espanhola que distorcem gravemente a realidade. Está se generalizando uma
forma de pensar segundo a qual na escola de hoje são ensinados poucos conteúdos, se fazem
atividades irrelevantes, os níveis de exigência são baixos, os alunos e alunas são piores que os
de antes e existe “muita pedagogia” e pouco ensino.
Nos preocupa, particularmente, a atitude de determinadas pessoas com impacto
mediático (pertencentes ao âmbito da literatura, da universidade, da intelectualidade, etc.) que
divulgam estas crenças com argumentos muito pobres, inclusive insultantes algumas vezes,
pondo em evidência uma visão pouco rigorosa sobre a escola e sobre os processos que nela
têm lugar. Nos preocupa, em fim, que a educação, diferente de outras atividades de grande
incidência social como a medicina ou a justiça seja analisada e valorada socialmente por
concepções simplistas e ultrapassadas.
Por tudo isto, decidimos manifestar coletivamente e fazer pública nossa opinião,
afirmando o seguinte:
Não é verdade que na escola espanhola atual predomine um modelo de ensino diferente
do tradicional
A crença de que nos últimos tempos venha sendo praticado um ensino “descafeinado”
e permissivo, no qual não é valorizado “o conhecimento de toda a vida”, é um mito sem
fundamento. Ocorre, justamente, o contrário. Apesar de haver importantes argumentos contra
a forma tradicional de ensinar, a cultura escolar dominante na Espanha segue se baseando na
transmissão direta de conteúdos desconexos e, na maioria das vezes, defasados e
irrelevantes, na aprendizagem mecânica e repetitiva, na avaliação seletiva e
sancionadora e no prolongamento da jornada escolar das crianças com abundantes deveres
de casa e tarefas. A maioria dos alunos e alunas continuam tendo grandes dificuldades para
compreender o que lhes é ensinado e, como sempre tem ocorrido, acabam identificando o
saber como a capacidade de reter informação até o dia do exame.
A idéia de que a LOGSE impregnou o ensino não-universitário de uma prática
pedagógica que abandona o esforço e que se baseia no “tudo vale” é um lugar comum que não
corresponde à realidade. O ideário psicopedagógico desta lei, por mais que proponha
mudanças de grande interesse, nunca chegou a penetrar na maioria das aulas, em grande parte
porque a melhoria da escola não é basicamente uma questão de leis, mas sim de mudança
cultural, social e comunitária.
Não é verdade que na escola espanhola tenham baixado os níveis de exigência
Basta comparar os livros de texto de hoje com os de antes para comprovar que cada
vez se pretende ensinar mais conteúdos, com formulações mais abstratas e cada vez mais
cedo. Muitos pais e mães não entendem os livros de texto que com freqüência protagonizam
as tardes familiares. Cada vez é mais difícil para os docentes finalizar o programa do curso.
Cada vez é mais pesada a carga acadêmica dos estudantes. Cada vez existem mais matérias.
A idéia de que “os níveis baixaram” tenta dar uma explicação fácil ao evidente
fracasso da escola. Em cada nível educativo os docentes comprovam a debilidade do
conhecimento de grande parte dos alunos. Porém os estudantes fracassam, precisamente,
porque o modelo de ensino transmissivo e tradicional, e não outro, não produz neles
180
uma aprendizagem duradora e de qualidade. Isto sempre foi assim. Não entender as
explicações da aula, não encontrar sentido aos muitos conteúdos escolares, estudar
mecanicamente somente para os exames, esquecer rapidamente o aprendido e ter que começar
do zero em cada série, são experiências compartilhadas por muitas pessoas. Contudo, estas
experiências tendem a ser esquecidas quando se analisa o fracasso dos estudantes de hoje.
A incompatibilidade entre o bom aprendizado e o ensino tradicional, que sempre
existiu, incrementou-se nos últimos tempos. Muitos pensam que a incorporação na escola dos
filhos e filhas da marginalidade, dos imigrantes e dos que têm capacidades diferentes influem
no aumento do fracasso escolar. Contudo, esta incorporação, além de supor um avanço social,
serve para trazer à luz com mais claridade o que estava difuso: que o ensino tradicional não
promove uma aprendizagem de qualidade na maioria dos estudantes sejam quais forem suas
circunstâncias.
Ao mesmo tempo, em um mundo globalizado, onde a informação circula pela internet,
onde a comunicação é virtual, onde os graves problemas da humanidade têm caráter
interdisciplinar, onde as certezas absolutas têm desaparecido e enfrentamos a um futuro
crítico, incerto e complexo, a escola segue ancorada em conteúdos e métodos do passado.
O fracasso escolar, por tanto, não se explica por que os níveis de exigência baixaram,
nem por que a escolarização se estenda a mais estudantes e durante mais tempo, mas sim por
que o modelo educativo vigente faz tempo que está ultrapassado.
Não é verdade que os alunos e alunas de agora são piores que os de antes
São diferentes, porém não piores. As crianças e jovens de hoje, e os de antes, são
produto da sociedade em que vivem. Julgá-los negativamente de forma coletiva é um
exercício simplista e uma forma de ocultar a responsabilidade da sociedade adulta. A
incitação permanente ao consumo (tomamos, como exemplo dramático, os anúncios sobre
brinquedos natalinos), a disseminação contínua da cultura do êxito, do triunfo e da
superficialidade, a conversão das crianças e adolescentes em objetivos permanentes do
mercado e a forma de vida acelerada e estressante própria dos adultos com quem vivem são,
entre outras, realidades que influem poderosamente no seu desenvolvimento.
A sociedade manifesta uma atitude hipócrita: ela se vê refletida no espelho das
crianças e jovens e, às vezes, não gosta o que vê, porém, em vez de analisar as causas,
arremete contra a imagem que se projeta neles. Na escola isto é especialmente grave. Através
dos meios de comunicação se produz um alarme social injustificado em relação à conduta dos
estudantes. Temas como a falta de respeito aos docentes, a agressão entre iguais, a violência
escolar, etc., são problemas reais que sempre existiram e que, possivelmente, agora são mais
freqüentes, têm sido superdimensionado, convertendo-se em produto de consumo através do
periodismo sensacionalista. Junto a estes fenômenos existem uma multidão de estudantes
comprometidos, de jovens interessados pelo meio ambiente e envolvidos nas ONGs, de
crianças conscientizados dos problemas de saúde e drogas, etc. que são insuficientemente
ressaltados, fomentando-se assim um estereótipo social tendencioso e negativo sobre os
jovens. Não podemos esquecer que as crianças e adolescentes são modelados e formados pela
sociedade. Demonizá-los é apenas um recurso fácil para fugirmos de nossa responsabilidade.
Ao mesmo tempo, o desapego de muitos estudantes para a cultura transmissiva e
tradicional da escola, oculto em outros tempos devido ao caráter autoritário e repressivo da
época franquista, se manifesta hoje de forma mais radical. Este desapego, mais que confirmar
que os alunos de hoje “são piores que os de antes”, como muitos crêem, é a evidência mais
181
clara do abismo que separa a sociedade da escola e dos assuntos relevantes de hoje, dos
conteúdos e métodos escolares convencionais.
Não é verdade que os docentes espanhóis tenham um excesso de formação pedagógica e
um déficit de formação em conteúdos
Bem pelo contrário. Os professores do nível secundário, por exemplo, depois de cinco
anos de formação em um currículo centrado nos conteúdos (Filosofia, Matemática, História,
etc.) apenas recebem, no melhor dos casos, um curso de dois meses de duração, no qual são
comprimidos aspectos muito importantes para seu futuro profissional, tais como: a psicologia
de crianças e adolescentes; a importância da dimensão afetiva e social na aprendizagem e na
auto-estima; os diferentes modelos pedagógicos e didáticos que existem e os seus resultados;
a maneira de selecionar e formular os conteúdos; o planejamento de atividades para a
aprendizagem de matérias concretas; o uso didático de diferentes tipos de recursos, incluindose aqueles mais próximos da cultura cotidiana dos estudantes; as formas de avaliar e suas
repercussões na formação de alunos e alunas; as tendências inovadoras na educação; a
dinâmica dos grupos humanos e o trabalho cooperativo; o funcionamento das escolas e as
relações com as famílias; e as normas legais existentes sobre o sistema educativo.
Porém existe mais. Em uma profissão centrada na prática, os docentes da educação
básica têm tido uma formação pouco vinculada às escolas (seria imaginável algo similar na
formação dos médicos, por exemplo). E, na universidade, onde, não nos esqueçamos, se
formam os futuros docentes, não é necessária nenhuma formação pedagógica ou didática para
ser professor.
É justo reconhecer aqui o esforço realizado pelos docentes do nosso país ao buscar
respostas aos problemas profissionais de seu trabalho apesar de sua insuficiente formação
inicial, da qual, obviamente, não foram responsáveis.
Não é verdade, portanto, que exista um excesso de formação psicopedagógica e
didática. Somos, neste sentido, uma anomalia em relação a muitos outros países. Por isso,
consideramos necessária uma profunda e urgente reforma da formação inicial de
professores que assuma, por fim, que para ensinar não basta apenas saber os conteúdos.
A escola e a universidade precisam de uma mudança
Uma mudança profunda. O fracasso escolar não apenas se manifesta pelos que
abandonam ou que são reprovados, mas também pelos que aprovam sem ter conseguido uma
aprendizagem duradora e de qualidade.
A mudança que propomos não pode partir do próprio modelo tradicional, como
reclamam alguns, ignorando que este modelo é o responsável pelo fracasso atual. Tampouco
aplicando políticas neoliberais de mercantilização da educação, como se pode observar
em determinadas Comunidades Autônomas e em aspectos substanciais da atual reforma
universitária, nem transladando à escola modelos neotecnológicos e empresariais de
planejamento e controle de qualidade, como é o caso da implantação de incentivos salariais
vinculados ao rendimento acadêmico dos alunos. As pessoas e sua educação não são
mercadorias e o ensino e aprendizagem não são meros processos técnicos e produtivos. A
mudança precisa vir da recuperação e atualização daquelas idéias e experiências que
demonstram sua capacidade transformadora. Movimentos como a “Institución Libre de
Enseñanza”, a Escola Nova, a Escola Moderna, as Missões Pedagógicas, os Movimentos de
Renovação Pedagógica, etc. são, entre outros, alguns exemplos valiosos do nosso passado. As
contribuições de ilustres docentes e investigadores como Giner de los Ríos, Freire, Freinet,
182
Montessori, Rosa Sensat, Piaget, Vygotsky, entre muitos outros, ou de intelectuais de
prestigio mundial como Morin, também podem iluminar este processo de mudança.
Alguns princípios orientadores da escola que necessitamos são os seguintes:
1. Centrada nos estudantes e no seu desenvolvimento integral (corporal, intelectual, social,
prático, emocional e ético).
2. Com conteúdos básicos vinculados a problemáticas relevantes do nosso mundo,
buscando a qualidade frente à quantidade, a integração de matérias frente à fragmentação.
3. Com metodologias investigativas que promovam aprendizagens concretas e funcionais,
ao mesmo tempo que desenvolvam capacidades gerais como a de aprender a aprender, onde
o esforço necessário para aprender tenha sentido.
4. Com recursos didáticos e organizativos modernos e variados. Uma escola que utilize de
forma inteligente e crítica os meios tecnológicos desta época.
5. Com formas de avaliação formativas e participativas que abarquem a todos os implicados
(estudantes, docentes, escolas, famílias e administração), que impulsionem a motivação
interna para melhorar e que contemplem as pessoas em todas as suas dimensões.
6. Com docentes formados e identificados com sua profissão. Mediadores críticos do
conhecimento. Dispostos ao trabalho cooperativo e em rede. Estimulados a inovar e
investigar.
7. Com uma proporção razoável de alunos por professor e com professores ajudantes e
estagiários. Com momentos para planejar, avaliar, formar-se e investigar.
8. Com um ambiente acolhedor, onde os tempos, espaços e mobiliários estimulem e
respeitem as necessidades e os ritmos dos menores.
9. Impregnada de autonomia em toda a comunidade educativa. Que promova a
corresponsabilidade dos alunos. Comprometida com o meio local e global.
10. Autenticamente pública e laica. Com um marco legal mínimo baseado em grandes fins
e obtido por um amplo consenso político e social.
Não estamos propondo uma utopia. Existem docentes, estudantes, pais e mães que
estão tornando realidade esta escola em muitos lugares, também entre nós. Para que deixem
de ser apenas testemunhos isolados, é necessário vontade política, compromisso social e visão
a longo prazo, como têm demonstrado outros países. Por isso, frente ao ensino tradicional que
padecemos, afirmamos que:
Outra escola é necessária, já existe e é possível.
NOTA 1: O objetivo deste Manifesto é conseguir sua máxima difusão e apoio. Para aderir a este
Manifesto, acesse: www.redires.net
Para ampliar sua repercussão, pretendemos publicá-lo no jornal “El País” (Espanha) quando
conseguirmos um grande número de assinaturas. Esta publicação será financiada com as contribuições
econômicas voluntárias dos assinantes. Se tu desejas participar, deves fazer uma transferência ao banco
Triodos (banco ético e sustentável) à c/c: 1491 / 0001 / 24 / 0010005933 em nome da "Asociación para la
Investigación y Renovación Escolar".
NOTA 2: Este manifesto pode ser assinado por pessoas físicas ou por organizações. No segundo caso,
deve ser indicado o nome da organização no campo destinado a indicar nome e sobrenome.
NOTA 3: Se queres estar informado sobre o processo de publicação, receber o balanço dos gastos do
mesmo e conhecer outras possíveis iniciativas vinculadas a este Manifesto, não deixe de escrever "receber
informação" no espaço "comentário".
PROMOVIDO PELA REDE IRES (Investigación y Renovación Escolar). http://www.redires.net
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