Relatório DE SUSTENTABILIDADE INTERCALAR 2013 13.CoNTAS 13| CONTAS 13.1| RELATÓRIO DE GESTÃO ANÁLISE MACRO ECONÓMICA que se tinha fixado nos 15,7%. ENQUADRAMENTO INTERNACIONAL O défice orçamental terminou em 2013 nos 4,9% do PIB, um valor inferior à meta acordada com a troika, que era de 5,9%. O enquadramento internacional da economia portuguesa foi marcado por um baixo crescimento da actividade económica e dos fluxos de comércio à escala global, tendo-se no entanto, registado uma melhoria a partir do segundo semestre. De acordo com as previsões do FMI, o crescimento do PIB mundial deverá atingir 3% em 2013, inferior aos 3,2% registados em 2012 e aos 3,6% estimados para 2014. O contraste entre as economias “avançadas” e “emergentes” continua a ser muito visível, com o conjunto das primeiras a crescer 1,3% em 2013 e 2,2% em 2014, muito abaixo dos registos de 4,7% e 4,9%, respectivamente, previstos para as economias emergentes. Em linha com as restantes previsões, o FMI estima que os EUA apresentem crescimentos de 2,2% em 2014 e de 2,3% em 2015. Já na Zona Euro, depois do recuo do PIB em 2013 de -0,5%, prevê-se um crescimento de 1,2% para 2014 e de 1,5% para 2015, sendo evidentes os sinais de retoma iniciados no segundo semestre de 2013. PORTUGAL No decorrer de 2013 a economia portuguesa prosseguiu com a correcção dos desequilíbrios macroeconómicos, concretizados através de um conjunto de medidas de consolidação orçamental e uma desalavancagem ordenada e gradual do sector privado, que culminou numa forte contracção da procura interna. Enquadradas no Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), estas medidas têm sido implementadas num contexto macroeconómico internacional bastante desfavorável, nomeadamente pela recessão sentida na zona euro. Neste sentido, têm sido corrigidos alguns dos principais desequilíbrios económicos internos e externos da economia portuguesa, principalmente ao nível da consolidação estrutural das contas públicas, a melhoria do saldo das contas externas, traduzida numa capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa, bem como uma reafectação de recursos no sentido dos sectores produtores de bens e serviços transaccionáveis. Em 2013, a taxa de desemprego fixou-se nos 16,3%. No entanto, chegou a atingir máximos históricos de 17,8% em Abril de 2013, tendo em Dezembro do mesmo ano reduzido para os 15,3%. Em comparação com o ano transacto, verificou-se um agravamento deste indicador, Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Em relação às exportações portuguesas, registou-se um acréscimo de 4,6% em 2013, mas que reflecte um abrandamento face ao aumento de 5,7% verificado em 2012. Já as importações aumentaram 0,8% (-5,2% em 2012), o que permitiu uma taxa de cobertura de 83,6% em 2013, face a 80,6% em 2012. Estes valores conseguidos são determinantes para o equilíbrio externo das contas Nacionais, nomeadamente através da redução de 1.630 milhões de euros no défice da balança comercial. De acordo com a 11ª avaliação da troika, cujas conclusões foram divulgadas a 28 de Fevereiro de 2014, para 2014 prevê-se um crescimento do PIB de 1,2%, que em 2013 recuou 1,4%, bem como o crescimento das exportações em 5,3% e das importações em 5,4%. ESPANHA O PIB a preços correntes alcançou o volume de 1.022.988 milhões de euros, o que representa uma redução de -1,2% em relação ao ano de 2012. Contudo, no 4º trimestre de 2013, registou-se um crescimento de 0,3% em relação ao trimestre anterior, o que pode indiciar o início da recuperação económica. Em Espanha, a taxa de desemprego no final do ano foi de 26,03%, ainda assim menor em 1,17 p.p. do que a registada em 2012. O primeiro trimestre de 2014, confirma a recuperação da economia espanhola, com a continuação do crescimento do PIB e criação de emprego. Espera-se que a recuperação do consumo privado continue, embora a um ritmo menor do que o registado no 2º semestre de 2013. Espanha prossegue assim o seu programa de consolidação fiscal, agora num ambiente economicamente mais favorável. 69 Crescimento Anual do PIB (%) Valores Reais Projecções 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Economia mundial -0,6 5,2 3,8 3,2 3,0 3,6 3,9 Zona Euro -4,1 1,9 1,5 -0,7 -0,5 1,2 1,5 Espanha -3,7 -0,3 0,4 -1,6 -1,2 0,9 1,0 Portugal -2,9 1,4 -1,7 -3,2 -1,4 1,2 1,4 Fonte: FMI - World Economic Outlook Abril 2014, Banco de Portugal-Boletim Económico Abril 2014 ANÁLISE DO SECTOR A LUIS SIMÕES actuou, em 2013, em Portugal, nos sectores do Transporte Rodoviário de Mercadorias, Logística, Manutenção e Reparação de Veículos Industriais, Aluguer e Venda de Veículos Industriais, Corretor de Seguros e Actividade Imobiliária. A actividade da LUIS SIMOES em Espanha, durante o ano de 2013, foi realizada nos sectores do Transporte Rodoviário de Mercadorias e da Logística. Transporte Rodoviário de Mercadorias e Logística O sector do Transporte Rodoviário de Mercadorias e Logística na Península Ibérica continua a apresentar-se como um sector de actividade muito cíclico, isto é, um sector muito correlacionado com o desempenho económico de Portugal e de Espanha. Após os crescimentos verificados até 2007-2008, e da forte contracção em 2009, este sector apresentou no período de 2010-2013 alguma estabilidade. O valor do mercado Ibérico em 2013 terá sido de aproximadamente 19-20 mil milhões de euros, significando uma redução de 3%-5% relativamente a 2012. Em termos dos diversos modos de transporte de mercadorias, o rodoviário continua a ser o mais relevante na Península Ibérica, com mais de 70% de quota de mercado. O transporte marítimo aumentou ligeiramente a sua importância, mas apenas nos segmentos de produto e com destino ao ponto de venda em que poderá ser uma opção, tendo em conta os seus “lead-times” superiores aos do transporte rodoviário de mercadorias. As primeiras 20 empresas a nível Ibérico poderão representar apenas um terço do mercado total de Transportes Rodoviários de Mercadorias e Logística, com um volume de negócios total que andará próximo dos 6 mil milhões de euros. Dada a conjuntura, as empresas do sector apresentaram uma rentabilidade muito reduzida (em 2012 a margem de resultado líquido do exercício no sector foi ligeiramente superior a 0%). Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS O sector dos Transportes Rodoviários de Mercadorias e Logística em Portugal é liderado pela Luís Simões, mas é muito fragmentado, continuando a apresentar diversas empresas de capital próprio nacional com um volume de negócios superior a 30 milhões de euros. O crescimento médio do volume de negócios em 2012 das principais empresas foi nulo. Durante o ano de 2013, Portugal e o mercado Ibérico, continuaram a viver sobre as regras da austeridade que se têm vindo a verificar desde 2012, pelo que o mercado continua contraído, prevendo-se que se reduza cerca de 5,6% face ao ano anterior com o consequente impacto negativo em ambas as economias, sendo que o défice de fluxos de Portugal para Espanha pressiona a que os preços sejam canibalizados, sem contrapartidas no sentido contrário, provocando grande desequilíbrio e consequente impacto nas rentabilidades do serviço inter-regional. Apesar da conjuntura bastante desfavorável, a Empresa demonstrou capacidade para ultrapassar as adversidades, aumentando ligeiramente as vendas face ao ano anterior. Em Espanha o mercado também é muito fragmentado, mas os principais operadores são multinacionais, alguns pertencentes a Governos de países Europeus. O crescimento médio do volume de negócios das principais empresas foi de 3,6% em 2012. O negócio de Transportes Rodoviários de Mercadorias em Espanha é o segundo maior da Zona Euro em termos de mercadorias transportadas, tendo representado 196 mil milhões de toneladaskm em 2012, apenas atrás da Alemanha. O Sector do Transporte Rodoviário de Mercadorias apresentou em 2012 um valor de 16 mil milhões de euros, 2,5 mil milhões de euros em Portugal e 13,5 mil milhões de euros em Espanha. O mercado é muito atomizado, existindo em Portugal mais de 8.500 empresas de Transporte Rodoviário de Mercadorias em 2012, e em Espanha mais de 100.000. Sendo líder em Portugal, a LS terá uma quota de mercado inferior a 5% em Portugal, e inferior a 1% em Espanha (quota de mercado essa que varia significativamente em função de cada segmento de produto). Enquanto que em Portugal o transporte rodoviário de mercadorias se reparte quase equitativamente entre nacional e internacional, em Espanha é predominantemente de cariz nacional. O sector da Logística apresentou em 2013 um valor de 4,1 mil milhões de euros, 0,5 mil milhões de euros em Portugal e 3,6 mil milhões de euros em Espanha. Estima-se que em Portugal existam 80 operadores e em Espanha 175. Sendo líder em Portugal, a LS terá uma quota de mercado próxima dos 10% em Portugal, e inferior a 2% em Espanha (quota de mercado essa que varia significativamente em função de cada segmento de produto). O segmento da logística realizada para produtos alimentares e bebidas é claramente o mais representativo, com aproximadamente 50% do mercado total em Portugal e mais de umterço em Espanha. 70 Aluguer, Venda, Manutenção e Reparação de Veículos Pesados Este sector de actividade está centrado no sector de operadores logísticos e transportes, comercializando produtos e serviços relacionados com o mercado de viaturas pesadas, com particular incidência no segmento de tractores e semi-reboques. Oferece aos seus clientes um portfólio alargado de soluções, como a venda de semi-reboques novos e usados, o aluguer semi-reboques e tractores, e serviços de manutenção e reparação a viaturas pesadas. O sector transportador e logístico continua a enfrentar dificuldades económicas e financeiras em consequência da conjugação de vários factores desfavoráveis resultantes da crise financeira surgida em finais de 2007, à qual se seguiu, em 2008, a crise económica, e que perdura até aos dias de hoje. Consequentemente, a realidade referida acima tem-se reflectido negativamente no sector de actividade onde a Empresa se insere. Esse facto está consubstanciado na falência de alguns concorrentes e na dificuldade económica e financeira de outros, decorrente de uma menor procura pelos bens e serviços disponibilizados pelo sector (menos clientes, redução de investimento e redução de frota em circulação). Actividade de Mediador e Corretor de seguros A conjuntura económica desfavorável que se tem observado nos últimos anos tem contribuído para a evolução desfavorável do mercado segurador. De acordo com os dados provisórios do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), as empresas de seguro sob sua supervisão, deverão registar em 2013 uma retracção de 3,1% no ramo Não Vida, face a 2012. Contudo, o mercado segurador deverá crescer 20,2% devido, exclusivamente, ao segmento do ramo Vida (+33,6% face a 2012). No segmento Não Vida, os ramos tradicionalmente mediados pela Diagonal, e seus concorrentes, evidenciam decrescimentos, como são exemplos os ramos Acidentes de Trabalho (-8,0%), Incêndio e Outros Danos (-0,8%), Automóvel (-5,8%), Mercadorias Transportadas ( 1,1%) e Responsabilidade Civil (-6,6%). Nos Negócios Core do Grupo, que assentam nas actividades de Operador Logístico e do Transporte Rodoviário de Mercadorias consolidaram-se alguns dos projectos que têm vindo a ser desenvolvidos no sentido de aumentar a competitividade da empresa, dos quais destacamos: • Inicio da parceria com o Grupo Portmann (França) e Primafrio (Espanha), que após o desinvestimento em meios próprios supriu as necessidades de meios existentes em operações específicas; • Lançamento de vários projectos, com destaque para: Go-Green – (serviço marítimo subcontratado), que será um elemento agregador e um novo código de conduta operacional; Geo-referenciação – Localização de Semi-reboques por GPS; GO Inter – Gestão de fluxos na actividade inter-regional e local; Optimizador de Rotas – programa informático que permite optimizar as cargas por viagem e destino; Níveis de serviço - dotação das estruturas comerciais e operativas de novos formatos e tecnologias que permitam o domínio do Nível de Serviço on-line e ainda de KPIS (Key Performance Indicators) para relacionamento comercial com o cliente; • Melhoria da rentabilidade da Frota Própria, beneficiando de um ano de preços de combustíveis mais estáveis; • Manutenção da posição da LSLI nos segmentos do mercado em que actua; • Reforço da aposta em novos segmentos de Mercado como o segmento de Logística promocional e PLV, com a actividade de Implementações em Lojas; • Grande agressividade dos clientes em redução de tarifas e controlo de stock’s; • Mercado muito adverso, com a concorrência a pressionar os preços nos tender’s dos clientes. De realçar a entrada no mercado nos últimos anos de alguns concorrentes internacionais e outros cujo foco era apenas a actividade de transporte rodoviário de mercadorias; O GRUPO LUÍS SIMÕES PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS EM 2013 O desempenho evidenciado pelas empresas do Grupo Luís Simões, reflectem a conjugação de várias acções e projectos desenvolvidos e iniciados em anos anteriores e no próprio exercício económico de 2013. A consolidação dos projectos que vinham sendo desenvolvidos e as estratégias delineadas serão determinantes para que a Luís Simões continue a afirmarse com a solidez e estabilidade que a tem caracterizado ao longo da sua história. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS • Entrada de novos clientes/operações com vendas anualizadas superiores a 2,5M€; • Grande aposta na subcontratação de pessoal de armazém pago com base na produtividade. Isto permite à Empresa uma melhor gestão dos picos de actividade, com contenção de custos e com diminuição das quebras em armazém; 71 • Grande impacto na actividade de alguns projectos estruturais, como o Portal LS – mais-valia na relação com o cliente ao nível das comunicações e das integrações de sistemas. Além deste, realce para o LS Mobile 2 – sistema de comunicações móveis entre a Luís Simões e os motoristas que permite manter contactos em zonas sem rede móvel, permitindo assim, informação sempre atempada aos clientes. Realce ainda para o Optimizador de rotas, programa informático que permite optimizar as cargas por viagem e destino. A Actividade Imobiliária na óptica da gestão do património dedicado às atividades core da LS desenvolveu em 2013 várias acções, das quais salientamos: Os Negócios Complementares do grupo, assentes nas actividades de aluguer, venda e manutenção/reparação de viaturas pesadas, desenvolvidas pela RETA, e na actividade de corretor de Seguros desenvolvida pela Diagonal. • A consolidação das condições para o desenvolvimento das actividades logísticas a Norte de Portugal com a assinatura e demais actividades tendentes à instalação da LS em novas instalações logísticas no horizonte 2014; O ano 2013 fica marcado pela aquisição, por parte da Lusiseg, dos negócios da DiagonalCorretores de Seguros, S.A. e da SPM – Sociedade Portuguesa de Mediação de Seguros, S.A., em Maio de 2013 e pela incorporação gradual desses mesmos negócios na Diagonal (antes denominada Lusiseg). • A conclusão do projecto específico da alteração da iluminação no centro do Carregado que se traduziu numa redução dos gastos de exploração deste edifício; Relativamente a esta actividade destacamos: • Alargamento do âmbito da certificação ISO 9001:2008 a todos os escritórios na actividade de mediador e corretor de seguros com o objectivo de melhorar os padrões de gestão deste negócio e da relação com os clientes e parceiros, reforçando a confiança e notoriedade da marca. A filosofia de gestão na área de negócio de aluguer, venda e manutenção/reparação de viaturas pesadas tem tido como princípios orientadores o foco no cliente, no accionista e nas soluções. Neste exercício foram implementados projectos que contribuíram para o crescimento da actividade, para o aumento da notoriedade da marca RETA, para a fidelização dos clientes e para a sustentabilidade futura, destacando-se os seguintes projectos: • Obtenção da representação da marca de tractores DAF (DAF Service Partner), como agente autorizado no serviço pós-venda; • Obtenção da representação da marca de semi-reboques Lecitrailer; • Acordo com a Schmitz como oficina autorizada na reparação de caixas Ferroplast; • Implementação da Casa da Fibra no Centro do Carregado, proporcionando melhores condições de trabalho e de serviço ao cliente; Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS • Implementação e obtenção da Certificação Sistema Gestão Ambiental e Segurança Alimentar, para além da renovação da Certificação em Qualidade; • Implementação parcial da telemática na frota, cujo projecto terminará em 2014. • Foi acompanhada adicionalmente a gestão dos activos na óptica do proprietário, tendo sido efectuadas as acções de gestão da sua competência e responsabilidade nomeadamente quanto à manutenção, licenciamentos e apoio na resolução de situações específicas decorrentes da sua exploração. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA Apesar da conjuntura económica desfavorável, o volume de vendas Consolidado da Luís Simões, ascendeu a 208 Milhões de Euros, verificando-se um crescimento de 1,1% face ao alcançado em 2012. A difícil conjuntura económica observada nos últimos anos nos mercados onde o Grupo actua, a qual tem provocado uma forte contracção do mercado interno e uma redução de fluxos entre Portugal e Espanha, em parte devido à redução drástica do consumo das famílias, tem contribuído para uma quebra da actividade de alguns clientes estruturais do Grupo, e da necessidade crescente destes em reduzir custos. Mesmo assim, graças ao intenso esforço comercial das empresas do Grupo, tem sido possível compensar a redução de actividade desses clientes com novos fluxos e operações tanto nos clientes atuais como em novos clientes, tendo sido possível 72 reforçar a posição em clientes estruturais e conseguido angariar novos negócios. Apesar da quebra de actividade de alguns clientes, a Luís Simões manteve uma carteira de clientes sólida, em que o domínio dos processos logísticos e de transporte foram claramente determinantes para manter a qualidade do serviço prestado, reconhecido pelos próprios clientes como factor diferenciador. A segmentação das vendas por actividades manteve-se idêntica à verificada no ano anterior, com um aumento de 0,9 p.p. da Unidade de Negócio da Logística. A Unidade de Negócio de Transportes Ibéricos continua a representar a maior fatia, com 55% das vendas do Grupo, seguido da Unidade de Negócio de Logística Ibérica com 41%, representando a Unidade de Negócio de Diversificação, complementar às restantes actividades do Grupo, uma quota de 4%. A política financeira do Grupo Luís Simões assenta principalmente em três vectores: O autofinanciamento como forma de financiamento do Investimento, a adequação da estrutura temporal de Capitais Alheios à natureza das aplicações e a manutenção de uma estrutura financeira equilibrada. O Grupo contínua a reduzir de forma substancial o seu endividamento, em grande medida devido ao reduzido nível de investimento. No final do presente exercício o rácio de Autonomia Financeira ascendia a 32%. Os indicadores financeiros do Grupo revelam uma estrutura financeira saudável e sólida, permitindo encarar o futuro com confiança e continuar a contribuir para o desenvolvimento sustentado dos negócios do Grupo. PERSPECTIVAS PARA O FUTURO O EBITDA fixou-se nos 12,9 Milhões de Euros, representando 6,2% das vendas consolidadas. Este indicador foi bastante penalizado devido principalmente a algumas rubricas de gastos operacionais que apresentaram um crescimento superior ao das vendas, destacando-se pela negativa os gastos com subcontratação de transporte e distribuição. Pela positiva, observámos pela primeira vez desde 2009 a uma inversão da tendência de subida do preço médio do gasóleo que baixou em cerca de 4% em Portugal e 0,5% em Espanha quando comparado com 2012. A redução da frota própria, aliada à descida do preço do combustível contribuíram para uma diminuição de 8% destes gastos face ao ano anterior. Esta rubrica passou a representar menos um ponto percentual da estrutura de custos do Grupo, medido em função do Volume de Vendas. Voltamos a destacar a redução dos gastos com pessoal que passaram a representar 20% do Volume de Vendas, menos dois pontos percentuais do que em 2012. O Grupo apresentou um Resultado Líquido negativo de 1.120 Milhares de Euros, resultante não só de um pior desempenho económico face aos anos anteriores, mas também devido ao desreconhecimento de Activos por Impostos Diferidos no valor de 740 Mil Euros referentes, essencialmente ao efeito da alteração da taxa do IRC de 25% para 23% e a prejuízos fiscais que o Grupo não espera recuperar. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS As actuais projecções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação moderada da actividade no período 2014-2015, após uma contracção acumulada de cerca de 6% no período 2011-2013. As exportações deverão manter um crescimento forte, suportado pela recuperação da procura externa, embora a um ritmo inferior ao observado no período anterior à crise financeira. As actuais projecções do Banco de Portugal confirmam as perspectivas de recuperação gradual da economia portuguesa. Em 2014-2015, o crescimento da economia portuguesa tenderá a aproximar-se dos valores actualmente projectados para o conjunto da área do Euro. Esta evolução favorável deverá assentar na robustez das exportações de bens e serviços e na aceleração da procura interna, com destaque para o investimento empresarial. O ano de 2014 é encarado pela Empresa, com um sentimento de alguma incerteza pelo facto das condições económicas serem adversas, de os clientes perspectivarem um reduzido crescimento da actividade, dos volumes de transportadores no mercado estarem a diminuir podendo reduzir a base de subcontratação e como não poderia deixar de ser, da imprevisibilidade face à evolução dos preços do combustível. No entanto, prevê-se alguma recuperação da procura interna, o que adicionado a uma possível redução do número de operadores em consequência da conjuntura económica desfavorável, poderá levar a um aumento da actividade dos principais operadores do mercado Ibérico de Transporte Rodoviário de Mercadorias e Logística. O negócio de Logística poderá beneficiar de um 73 acentuar da externalização das operações logísticas por parte das empresas e produtores, o que deverá continuar a acontecer. Numa conjuntura económica difícil, os operadores logísticos poderão continuar a desempenhar um papel chave na sociedade, possibilitando transformar estruturas de custos fixos em variáveis e obtendo sinergias nos fluxos de mercadorias. Verifica-se ainda uma tendência para o crescimento de alguns segmentos de actividade de transporte e logística, como por exemplo o aumento dos segmentos de distribuição fraccionada, distribuição urbana, e-commerce, comércio de bairro, entregas B&C, entregas ao domicílio, redes de catering à restauração e escritórios. • Abordagens ao mercado do Transporte de resíduos; • Desenvolver e consolidar actividades ligadas à “Economia do Mar”, que têm tido bom acolhimento nos mercados de importação e exportação para a Europa; • Desenhar o serviço de cargas fraccionadas mediante operações em regime de “MilkRun”; Destacam-se os seguintes factores que com certeza serão decisivos em 2014: • Renovação de parte significativa da frota; No Negócio Core: • Grande orientação para manutenção de elevado domínio e qualidade nos processos logísticos, de forma a assegurar a manutenção de elevados níveis de serviço aos clientes actuais, e capacidade para continuar a integrar novos negócios e actividades; • A nível do mercado a aposta é o crescimento das vendas, sobretudo nos mercados internacionais e no inter-regional; • Grande atenção aos clientes e ao mercado, devendo ser dada prioridade ao crescimento de negócio com a conquista de novos clientes, seja nos segmentos actuais ou em novos segmentos de mercado; • Continuar a racionalizar as estruturas administrativas e a efectuar trabalhos de melhoria de processos internos com visibilidade na redução de custos; • Conclusão da última fase do projecto GO Inter com impacto em toda a forma de gerir, quer na actividade inter-regional, quer nas restantes actividades, nomeadamente a local; • Enfoque no projecto de melhoria da gestão da produção das operações internas, cujo objectivo é assegurar níveis de excelência na qualidade e produtividade do serviço prestado; • Objectivo global de fidelização dos clientes seja por Nível de Serviço prestado ou por um maior leque de serviços prestados o que implica maior dependência; • Aposta definitiva na diversificação para novos serviços e novos segmentos; • Reforço da equipa de Gestão para fazer face à aposta na Logística Promocional e em novos segmentos; • Aproveitar a receptividade dos Clientes para aceitar melhores condições a troco de optimização de recursos; • Enfoque das Direcções de Inovação e Processos na intervenção a nível operativo; • Criação da Direcção de Business Development (BD) com o objectivo de dar maior vitalidade à área comercial na península ibérica; • Manter o investimento no desenvolvimento de tecnologias de informação que suportem um domínio estruturado de todos os processos logísticos, e permitam ter mais e melhor informação de gestão. Neste contexto deve referir-se: • Elevar o modelo de gestão de fábricas, prossecução de novos sectores e serviços, quer de forma isolada, ou ao abrigo de projectos de clientes comuns; Conclusão do projecto de desenvolvimento de uma aplicação para gerir a actividade de CoPacking; • Focalização em segmentos complementares às bebidas, de forma a suavizar os picos de actividade operacional, como por exemplo: vestuário, calçado e cargas contentorizadas; Aposta continuada na implementação da Rádio Frequência em todas as operações; Introdução de novos módulos de informação de gestão na ferramenta de Business Inteligence (Produtividade Individual, Gestão Frota, Indicadores RH); Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 74 Diversos projectos no âmbito da facturação, nomeadamente, Facturação electrónica a clientes; • Construção de novo armazém em Leixões, que servirá de pólo central a toda a operação realizada na zona Norte de Portugal. Nos Negócios Complementares: A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. EVENTOS SUBSEQUENTES • Continuar a materializar a estratégia como reforço da nossa posição nos nossos mercados preferenciais, onde somos líderes ou temos uma posição relevante; • Continuar a formatar produtos e serviços que correspondam às necessidades dos clientes; • Continuar atentos às oportunidades que surjam, com o objectivo de incrementar negócios e valor à organização; • Apostar continuamente nos recursos humanos, quer através de formação, quer através do reforço da equipa operacional e de suporte ao negócio, indispensável ao crescimento perspectivado da organização. Na Actividade Imobiliária: No final do presente exercício, foi formalizada a aquisição de uma quota correspondente a 70% do capital da sociedade Espaçotrans – Gestão de Entrepostos Aduaneiros, Lda, operação que se concretizou já em Janeiro de 2014. Não se registaram outros eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação. APLICAÇÃO DE RESULTADOS A empresa LS - Luís Simões, SGPS, S.A., encerrou o exercício de 2013 com um Resultado Líquido negativo de 1.119.921,01 euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Resultados Transitados • Continuação dos trabalhos desenvolvidos de apoio no que concerne às novas instalações das actividades logísticas a Norte do país; • Aprovação do Plano de Pormenor que permita a conclusão das obras do Terminal de Transportes da Azambuja; • Investimentos em projectos específicos que traduzam reduções nos gastos de exploração dos edifícios, nomeadamente em Gaia. -1.119.921,01 Euros Moninhos, 30 de Maio de 2014 José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos - Vogal POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 75 13.2| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO CONSOLIDADO 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 8 80 980 051,87 86 846 269,70 Propriedades de investimento 10 566 669,21 400 305,58 Activos intangíveis 7 1 880 750,18 1 424 809,80 Participações financeiras - outros métodos 18 58 794,86 59 859,86 Outros activos financeiros 18 736 110,78 818 675,28 Activos por impostos diferidos 17 2 072 147,71 2 831 425,09 86 294 524,61 92 381 345,31 ACTIVO CORRENTE Inventários 11 2 321 245,22 2 261 541,83 Clientes 18 52 105 602,51 48 766 417,25 Adiantamentos a fornecedores 18 315 559,26 233 468,17 Estado e outros entes públicos 21.5 3 517 863,26 2 796 600,90 18 3 852 196,33 3 400 724,18 548 564,10 742 404,95 - 30 149,81 Outras contas a receber Diferimentos 21.1 Outros activos financeiros 18 Caixa e depósitos bancários 4 Total do activo 731 805,22 507 442,56 63 392 835,90 58 738 749,65 149 687 360,51 151 120 094,96 30 000 000,00 29 578 950,00 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 18 Acções (quotas) próprias 18 - (1 360 271,75) Outros instrumentos de capital próprio 18 6 830 400,00 6 830 400,00 68 088,82 926 679,63 Reservas legais 21.2 Outras reservas 21.2 4 562 969,49 5 451 656,02 Resultados transitados 21.2 5 635 748,06 5 635 748,06 Ajustamentos em activos financeiros 21.2 268 414,41 268 414,41 47 365 620,78 47 331 576,37 Resultado líquido do período Interesses minoritários 21.4 Total do capital próprio Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS (1 119 921,01) 680 888,12 1 453 111,06 1 373 790,42 47 698 810,83 49 386 254,91 76 PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Provisões 13 584 834,99 141 966,22 Financiamentos obtidos 18 23 240 359,26 31 799 585,34 Passivos por impostos diferidos 17 2 950 302,62 3 571 253,72 26 775 496,87 35 512 805,28 PASSIVO CORRENTE Fornecedores 18 35 100 497,16 28 092 809,83 Adiantamentos de clientes 18 - 7 108,60 21.5 2 331 014,32 2 537 838,04 Financiamentos obtidos Estado e outros entes públicos 18 25 316 480,06 22 359 087,94 Outras contas a pagar 18 10 680 010,19 13 042 737,72 Diferimentos 21.1 1 785 051,07 181 452,64 75 213 052,80 66 221 034,77 Total do passivo 101 988 549,67 101 733 840,05 Total do capital próprio e do passivo 149 687 360,51 151 120 094,96 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas A Administração Vitor José Caetano Sousa José Luís Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal 77 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS RESULTADOS POR NATUREZAS Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Vendas e serviços prestados 12 Subsídios à exploração Trabalhos para a própria entidade Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Períodos 2013 2012 208 316 861,52 205 962 437,73 14 60 453,08 32 102,78 21.6 283 322,03 112 831,86 11 (15 005 605,46) (14 985 644,99) 21.7 (150 382 615,31) (141 458 421,23) Gastos com o pessoal 19 (42 667 602,91) (45 688 639,38) Imparidade de inventários (perdas / reversões) 11 18 255,90 (3 956,65) Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) 18 (781 343,00) (1 514 217,72) Fornecimentos e serviços externos Provisões (aumentos / reduções) 13 Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas (442 868,77) 41 479,27 21.8 15 514 156,68 15 923 072,82 21.9 (1 966 601,83) (1 530 293,50) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 21.10 Imparidade de investimentos depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) 7.2 Juros e gastos similares suportados 3 933 463,69 21.11 581,66 1 667,61 21.12 (1 881 661,22) (2 690 861,08) (731 087,25) 1 244 270,22 17 Resultado líquido do período (12 957 287,30) (48 000,00) Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 16 890 750,99 (11 748 419,62) 1 149 992,31 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos 12 946 411,93 (309 513,12) (525 156,04) (1 040 600,37) 719 114,18 (1 119 921,01) 680 888,12 79 320,64 38 226,06 (0,17) 0,12 Resultado líquido do período atribuível a: Detentores do capital da empresa mãe Interesses minoritários Resultado por acção básico As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas A Administração Vitor José Caetano Sousa José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal | Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal 78 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS FLUXOS DE CAIXA Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) 260 858 914,49 264 271 456,11 (201 197 078,79) (189 830 562,04) (27 917 006,51) (31 095 827,08) 31 744 829,19 43 345 066,99 (190 804,12) (477 656,19) (18 796 745,53) (23 505 636,17) 12 757 279,54 19 361 774,63 (4 467 243,75) (5 501 322,59) (824 958,47) (370 625,32) 2 846 390,00 6 019 464,02 Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis Investimentos financeiros 499,37 584,37 Subsídios ao investimento - 1 219 503,97 Juros e rendimentos similares - 884 794,42 (2 445 312,85) 2 252 398,87 66 302 313,23 27 236 060,00 1 466,26 (883 024,25) - 32 102,78 Financiamentos obtidos (69 430 806,32) (24 613 201,75) Juros e gastos similares (2 019 524,97) (3 011 568,70) Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Juros e rendimentos similares Doações Pagamentos respeitantes a: Dividendos Outras operações de financiamento Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) (646 843,71) (1 078 632,01) (10 122 118,23) (11 121 487,48) (15 915 513,74) (13 439 751,41) (5 603 547,05) 8 174 422,09 Caixa e seus equivalentes no início do período 4 (2 971 625,83) (11 146 047,92) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 (8 575 172,88) (2 971 625,83) As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. 79 A Administração José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares | Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal| Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano Sousa Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO No período de 2012 (Euros) Outros Resultado em Activos Líquido do Financeiros Período Total do Interesses Acções instrumentos Reservas Outras Resultados Realizado Próprias de Capital Legais Reservas Transitados 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 844 748,90 5 451 656,02 5 161 158,08 268 414,41 1 635 152,72 48 410 208,38 1 335 564,36 49 745 772,74 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 844 748,90 5 451 656,02 5 161 158,08 268 414,41 1 635 152,72 48 410 208,38 1 335 564,36 49 745 772,74 680 888,12 680 888,12 38 226,06 719 114,18 2 316 040,84 49 091 096,50 1 373 790,42 50 464 886,92 Próprio Posição no Início do Período 2012 Ajustamentos Capital Total Minoritários Capital Próprio Alterações no Período: Resultado Líquido do Período Resultado Integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do Período 2012 - - - 81 930,73 474 589,98 - (1 635 152,72) (1 078 632,01) - - - 81 930,73 - 474 589,98 - (1 635 152,72) (1 078 632,01) - (1 078 632,01) (1 078 632,01) 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,06 268 414,41 680 888,12 48 012 464,49 1 373 790,42 49 386 254,91 80 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS No período de 2013 (Euros) Outros Capital Acções instrumentos Reservas Outras Resultados Realizado Próprias de Capital Legais Reservas Transitados Próprio Posição no Início do Período 2013 Ajustamentos Resultado em Activos Líquido do Financeiros Período Total do Interesses Total Minoritários Capital Próprio 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,06 268 414,41 680 888,12 48 012 464,49 1 373 790,42 49 386 254,91 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,06 268 414,41 680 888,12 48 012 464,49 1 373 790,42 49 386 254,91 (1 119 921,01) (1 119 921,01) 79 320,64 (1 040 600,37) (439 032,89) 46 892 543,48 1 453 111,06 48 345 654,54 (680 888,12) (646 843,71) (646 843,71) - - Alterações no Período: Resultado Líquido do Período Resultado Integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Outras operações - - (1 365 300,00) 1 365 300,00 Extinção de acções próprias Regularização descontos e prémios Aumento de capital Posição no fim do Período 2013 - 34 044,41 (5 028,25) 1 786 350,00 5 028,25 - - (892 635,22) (893 714,78) - - 421 050,00 1 360 271,75 - (858 590,81) (888 686,53) - - (680 888,12) (646 843,71) - (646 843,71) 30 000 000,00 - 6 830 400,00 68 088,82 4 562 969,49 5 635 748,06 268 414,41 (1 119 921,01) 46 245 699,77 1 453 111,06 47 698 810,83 81 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 13.3| ANEXO CONSOLIDADO Accionistas (valores em euros) 1 - IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 - Designação da entidade: O Grupo Luis Simões (“Grupo”) é constituído pela LS – Luis Simões, SGPS, S.A., e pelas suas subsidiárias. A LS – Luis Simões, SGPS, S.A. (“Empresa”), sociedade anónima, com sede em Moninhos, Loures, foi constituída em 5 de Agosto de 1996 e tem como objecto social a gestão de participações sociais de outras sociedades, como forma indirecta de exercício de actividades económicas. 1.2 - Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3 - Natureza da actividade: O Grupo opera nas seguintes áreas de negócio: 1- A actividade do transporte rodoviário de mercadorias que representa cerca de 55% do volume de negócios do Grupo lidera o mercado do transporte nacional e o mercado dos fluxos rodoviários na Península Ibérica. 2- A actividade logística que representa cerca de 41% do volume de negócios do Grupo, lidera na Logística e Distribuição de produtos de grande consumo, em Portugal, prestando serviços integrados de transporte, armazenagem, preparação de encomendas, controle de inventários e distribuição, para além de outros serviços de valor acrescentado. Em Espanha, esta actividade é também especializada em Logística e Distribuição de produtos de grande consumo. 3- As outras actividades que representam cerca de 4% da facturação global do Grupo, cumprem dois objectivos fundamentais: apoiar as actividades principais do Grupo e desenvolver negócios autónomos nos seus mercados específicos. 1.4 - Designação da empresa-mãe: A Empresa-mãe denomina-se LS – Luís Simões, SGPS, S.A. 1.5 - Designação dos detentores de capital: A Empresa é detida pelas entidades descritas no quadro seguinte: Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Nº Acções Detidas % Direito de Voto % Participação Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% Varanda do Vale, SGPS, S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% Mira Serra, SGPS, S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% José Luís Simões 248 816 4,15% 4,15% Leonel Fernando Simões 248 816 4,15% 4,15% Jorge Manuel Simões 248 816 4,15% 4,15% 6 000 000 100,00% 100,00% Estas demonstrações financeiras consolidadas foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 30 de Maio de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. Estas demonstrações financeiras consolidadas serão aprovadas na Assembleia Geral de accionistas. 2 - REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. Base de Preparação Estas demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. A preparação de demonstrações financeiras consolidadas em conformidade com o Sistema de Normalização Contabilística requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.22. 82 2.2. Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1 – Bases de Consolidação O universo empresarial do Grupo é composto pelas Subsidiárias descritas na Nota 6. Em obediência ao disposto no artº 6 do Decreto-lei nº 158/2009, de 15 de Julho, que aprovou o SNC, a entidade apresenta contas consolidadas do Grupo constituído por ela própria e por todas as Subsidiárias nas quais: • Independentemente da titularidade do capital, se verifique que, em alternativa: - Pode exercer, ou exerce efectivamente, influência dominante ou controlo; - Exerce a gestão como se as duas constituíssem uma única entidade; • Sendo titular de capital: - Tem a maioria dos direitos de voto, excepto se se demonstrar que esses direitos não conferem o controlo; - Tem o direito de designar ou de destituir a maioria dos titulares do órgão de gestão de uma entidade com poderes para gerir as políticas financeiras e operacionais dessa entidade; - Exerce uma influência dominante sobre uma entidade, por força de um contrato celebrado com esta ou de uma outra cláusula do contrato social desta; - Detém pelo menos 20 % dos direitos de voto e a maioria dos titulares do órgão de gestão de uma entidade com poderes para gerir as políticas financeiras e operacionais dessa entidade, que tenham estado em funções durante o exercício a que se reportam as demonstrações financeiras consolidadas, bem como, no exercício precedente e até ao momento em que estas sejam elaboradas, tenham sido exclusivamente designados como consequência do exercício dos seus direitos de voto; - Dispõe, por si só ou por força de um acordo com outros titulares do capital desta entidade, da maioria dos direitos de voto dos titulares do capital da mesma. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS A existência e o efeito dos direitos de voto potenciais que sejam correntemente exercíveis ou convertíveis são considerados quando se avalia se existe ou não controlo. As Subsidiárias são consolidadas, pelo método integral, a partir da data em que o controlo é transferido para o Grupo, sendo excluídas da consolidação a partir da data em que o controlo cessa. É utilizado o método de compra para contabilizar a aquisição das Subsidiárias. O custo de uma aquisição é mensurado pelo justo valor dos bens entregues, dos Instrumentos de Capital emitidos e dos Passivos incorridos, ou assumidos na data de aquisição, adicionados dos custos directamente atribuíveis à aquisição. O excesso do custo de aquisição relativamente ao justo valor da parcela do Grupo dos Activos e Passivos identificáveis adquiridos é reconhecido como Goodwill. Se o custo de aquisição for inferior ao justo valor dos activos líquidos da subsidiária adquirida a diferença é reconhecida directamente na demonstração dos resultados consolidados no exercício em que é apurada. No processo de consolidação, as transacções, saldos e ganhos não realizados em transacções intragrupo e dividendos distribuídos entre empresas do grupo são eliminados. As perdas não realizadas são também eliminadas, excepto se a transacção revelar evidência da existência de imparidade nos activos transferidos e ainda não alienados. As políticas contabilísticas utilizadas pelas Subsidiárias na preparação das suas demonstrações financeiras individuais foram alteradas, sempre que necessário, de forma a garantir consistência com as políticas adoptadas pelo Grupo. Às diferenças temporárias que surgiram da eliminação dos resultados provenientes de transacções intragrupo foi aplicado o disposto na NCRF 25 — Impostos sobre o Rendimento. O Capital Próprio e o Resultado Líquido das Subsidiárias que são detidos por terceiros alheios ao Grupo, são apresentados nas rubricas de Interesses Minoritários no Balanço consolidado (de forma autónoma dentro do Capital Próprio) e na Demonstração Consolidada dos Resultados, respectivamente. 3.2- Conversão cambial 3.2.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras do Grupo e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. 83 3.2.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. 3.3 - Activos fixos tangíveis Os activos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para NCRF, e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. Os custos a suportar com o desmantelamento ou remoção de activos instalados em propriedade de terceiros serão considerados como parte do custo inicial dos respectivos activos quando se traduzam em montantes significativos. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Bem 2013 Edificios e Outras Construções 2,00 - 33,33 Equipamento Básico 5,00 - 33,33 Equipamento de Transporte 10,00 - 33,33 Equipamento Administrativo 8,33 - 33,33 Outros Activos Fixos Tangíveis 10,00 - 33,33 As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado de entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo esperados dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente, afetando os resultados do período. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo sendo o ganho (ou a perda) reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente depreciados quando se encontram disponíveis para uso. 3.4 - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito, na rúbrica de juros e gastos similares suportados. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor entre o período de vida útil do activo e o período da locação, ou quando o Grupo não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando o Grupo tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 84 demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. partir da data em que se encontram disponíveis para uso, durante a vida útil estimada. 3.5 – Propriedades de Investimento As propriedades de investimento são imóveis (terrenos, edifícios ou partes de edifícios) detidos com o objectivo de valorização do capital, obtenção de rendas, ou ambas. As propriedades de investimento foram valorizadas ao justo valor na data de transição para o SNC, sendo valorizadas subsequentemente de acordo com o modelo do custo depreciado, o qual é aplicado a todos os activos classificados como propriedades de investimento. • Activos intangíveis com vida útil indefinida Os activos que pela sua natureza não possuam uma vida útil definida não são amortizados, estando sujeitos a testes de imparidade anuais ou sempre que os mesmos apresentem sinais de imparidade. O Grupo realiza testes de imparidade no mês de Dezembro de cada ano. Justo Valor De acordo com os normativos contabilísticos adoptados, e no particular do critério de valorização de acordo com o modelo do custo depreciado, é requerida a divulgação do justo valor das propriedades de investimento nas demonstrações financeiras completas. O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. As vidas úteis e método de amortização dos vários activos intangíveis são revistos anualmente. O justo valor dos outros terrenos e exercícios são determinados com base em avaliações efectuadas por avaliadores externos tendo em conta as condições da sua utilização ou o melhor uso, consoante se arrendado ou não. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração consolidada dos resultados prospectivamente. 3.6 – Intangíveis As taxas de amortização resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos intangíveis mais significativos são conforme segue: Reconhecimento inicial O custo dos activos intangíveis adquiridos separadamente reflecte, em geral, os benefícios económicos futuros esperados e compreende: • O preço de compra, incluindo custos com direitos intelectuais e os impostos sobre as compras não reembolsáveis, após dedução dos descontos comerciais e abatimentos; e • Qualquer custo directamente atribuível à preparação do activo, para o seu uso pretendido. Reconhecimento subsequente O Grupo valoriza os seus activos intangíveis, após o reconhecimento inicial, pelo Modelo do Custo, conforme definido pela NCRF 6 – Activos Intangíveis, que define que um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo deduzido da amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas Amortização O Grupo determina a vida útil e o método de amortização dos activos intangíveis com base na estimativa de consumo dos benefícios económicos futuros associados ao activo. • Activos intangíveis com vida útil finita Os activos intangíveis com vida útil definida são amortizados numa base sistemática a Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Tipo de Bem Programas de Computador 2013 16,66 - 33,33 3.7 - Imparidade de activos Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos do Grupo com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. Os activos com vida útil indefinida não estão sujeitos a amortização, sendo objecto de testes de imparidade anuais. O Grupo realiza os testes de imparidade no mês de Dezembro de cada ano e sempre que eventos ou alterações nas condições envolventes indiciem que o valor pelo qual se encontra registado nas demonstrações financeiras não seja recuperável. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração consolidada dos resultados na rubrica de “Perdas por imparidade”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. 85 O valor recuperável é o maior de entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). Os Activos não financeiros, que não o goodwill, para os quais tenham sido reconhecidas perdas por imparidade são avaliados, a cada data de relato, sobre a possível reversão das perdas por imparidade. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Reversões de perdas por imparidade”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. 3.8 – Participações Financeiras – outros métodos O Grupo utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. 3.9 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício das várias entidades incluídas no perímetro de consolidação. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.10 – Inventários Os inventários são registados ao custo de aquisição, sendo adoptado como método de custeio das saídas dos inventários o custo médio ponderado. Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram. Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período. 3.11 – Activos e Passivos financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. O Grupo classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; 86 ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. O Grupo classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. O Grupo avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, o Grupo reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.12- Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de caixa e depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes activos estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da caixa e depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos obtidos correntes do Balanço. 3.13- Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se o Grupo possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. Os créditos sobre clientes cedidos sem recurso i.e. em que no caso de não pagamento por parte dos Clientes a perda é assumida pela empresa de factoring são desreconhecidos do Balanço aquando do recebimento das quantias provenientes da empresa de factoring. Os gastos com juros relativos a financiamentos obtidos são registados na rubrica de gastos e perdas de financiamento em resultados do exercício. 3.14- Subsídios do Governo Os subsídios do Governo apenas são reconhecidos quando uma certeza razoável de que o Grupo irá cumprir com as condições de atribuição dos mesmos e de que os mesmos irão ser recebidos. Os subsídios do Governo associados à aquisição ou produção de activos não correntes (Subsídios ao Investimento) são inicialmente reconhecidos no capital próprio, sendo subsequentemente imputados numa base sistemática (proporcionalmente às amortizações dos activos subjacentes) como rendimentos do exercício durante as vidas úteis dos activos com os quais se relacionam. Outros subsídios do Governo (Subsídios à Exploração) são, de uma forma geral, reconhecidos como rendimentos de uma forma sistemática durante os períodos necessários para os balancear com os gastos que é suposto compensarem. Subsídios do Governo que têm por finalidade compensar perdas já incorridas ou que não têm custos futuros associados são reconhecidos como rendimentos do período em que se tornam recebíveis. 87 Os apoios do Governo sob a forma de atribuição de financiamentos reembolsáveis a taxa bonificada, devem ser descontados na data do reconhecimento inicial, constituindo o valor do desconto o valor do subsídio a amortizar pelo período do financiamento. 3.15- Provisões São reconhecidas provisões apenas quando a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante dum acontecimento passado, é mais provável de que não que para a liquidação dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. O montante reconhecido das provisões consiste no valor presente da melhor estimativa na data de relato, dos recursos necessários para liquidar a obrigação. Tal estimativa é determinada tendo em consideração os riscos e incertezas associados à obrigação conhecidos e avaliados pela Gestão à data de relato. 3.16- Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal, nas rubricas de Balanço “Outras contas a receber e a pagar” e “Diferimentos”. 3.17- Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • O Grupo não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para o Grupo; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; •É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para o Grupo; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. 3.18 - Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos na rubrica “Juros e gastos similares suportados” da Demonstração de resultados 3.19 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.20 – Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. 88 As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o Código das Sociedades Comerciais, a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. 3.22.1 - Activos Fixos Tangíveis e Intangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação/ amortização a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações/ amortizações a reconhecer na demonstração dos resultados consolidados de cada exercício. As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. b) Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos a accionistas é reconhecida como um passivo na data em que é aprovada pelos mesmos. 3.21 – Matérias ambientais São reconhecidas provisões para matérias ambientais sempre que o Grupo tenha uma obrigação legal ou construtiva, como resultado de acontecimentos passados, relativamente à qual seja provável que uma saída de recursos se torne necessária para a liquidar e possa ser efectuada uma estimativa fiável do montante dessa obrigação. O Grupo incorre em dispêndios de carácter ambiental os quais, dependendo das suas características, estão a ser capitalizados ou reconhecidos como um custo nos resultados operacionais do período. Assim, os dispêndios com equipamentos e técnicas operativas que assegurem o cumprimento da legislação e dos regulamentos aplicáveis, bem como a redução dos impactos ambientais para níveis que não excedam os correspondentes a uma aplicação viável das melhores tecnologias disponíveis desde as referentes à minimização do consumo energético, das emissões atmosféricas, da produção de resíduos e do ruído, são capitalizados quando se destinem a servir de modo duradouro a actividade do Grupo e se relacionem com benefícios económicos futuros, permitindo prolongar a vida útil, aumentar a capacidade ou melhorar a segurança ou eficiência de outros activos detidos pelo Grupo. 3.22 – Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo Luís Simões são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 3.22.2 - Perdas por imparidade de clientes e devedores A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência do Grupo, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte do Conselho de Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pelo Grupo dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.22.3 - Provisões O Grupo analisa de forma periódica eventuais obrigações que resultem de eventos passados e que devam ser objecto de reconhecimento ou divulgação. A subjectividade inerente à determinação da probabilidade e montante de recursos necessários para o pagamento das obrigações poderá conduzir a ajustamentos dos valores registados, nomeadamente, no que se refere aos processos em curso e às contingências. 3.22.4 - Impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 89 3.22.5 – Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 4 - FLUXOS DE CAIXA A rubrica de Caixa e Depósitos Bancários no Balanço decompõe-se da seguinte forma: 2013 Caixa Depósitos à Ordem Total de caixa e depósitos Bancários 2012 17 708,27 23 768,95 714 096,95 483 673,61 731 805,22 507 442,56 O saldo de Caixa e seus Equivalentes constante na Demonstração de Fluxos de Caixa decompõe-se da seguinte forma: 2013 Caixa Depósitos à Ordem Total de caixa e depósitos Bancários Descobertos Bancários Total de caixa e seus equivalentes a caixa 2012 17 708,27 23 768,95 714 096,95 483 673,61 731 805,22 507 442,56 (9 306 978,10) (3 479 068,39) (8 575 172,88) (2 971 625,83) 5 – POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS, ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E ERROS Nos exercícios de 2013 e 2012 não se verificaram alterações nas políticas contabilísticas utilizadas. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 90 6 - PARTES RELACIONADAS Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras são considerados como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e elementos chave na Gestão das mesmas. 6.1 – Entidades do Grupo As Empresas do Grupo incluídas na consolidação à data de 31 de Dezembro de 2013 e 2012 são as seguintes: Subsidiárias Sede Actividade % Participação Controlo Efectivo Controlo Efectivo 2013 2012 RETGS (*) LS - Luís Simões, SGPS, SA (Holding) Moninhos - Loures Gestão de participações sociais Luís Simões Logística Integrada, SA (Portugal) Moninhos - Loures Logística e transportes 100% 100% 100% Sim Luís Simões Logística Integrada, SA (Espanha) Madrid - Espanha Logística e transportes 100% 100% 100% Não 100% 100% 100% Sim Aluguer, venda e manutenção de Sim Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, SA Moninhos - Loures Diagonal - Corretores de Seguros, SA Moninhos - Loures Mediação de seguros 100% 100% 100% Sim LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA Moninhos - Loures Serviços de suporte ao Grupo 100% 100% 100% Sim Patrimundus - Investimentos Imobiliários, SA Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda viaturas Carregado - Alenquer Imobiliária 11,76% 100% 100% Não Moninhos - Loures Imobiliária 11,51% 100% 100% Não (*) RETGS - Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades Não existem subsidiárias excluídas do processo de consolidação pelo método da consolidação integral. 6.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foram atribuídas as seguintes remunerações ao pessoal chave da gestão: Remuneração Benefícios de curto prazo dos empregados 31.12.2013 31.12.2012 686 391,13 329 484,11 686 391,13 329 484,11 O Conselho de Administração do Grupo e a Direcção de Serviços Partilhados foram considerados, de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da gestão. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 91 6.3 – Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas Natureza do relacionamento Natureza do relacionamento (Serviços que presta) (Serviços que recebe) Suprimentos Dividendos Varanda do Vale, SGPS, S.A. Suprimentos Dividendos Mira Serra, SGPS, S.A. Suprimentos Dividendos Outros accionistas Suprimentos Dividendos Outras partes relacionadas Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas Ano Suprimentos Prestações Acessórias Juros Suportados Obtidos Outras partes relacionadas: Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. Varanda do Vale, SGPS, S.A. Mira Serra, SGPS, S.A. Outros 2012 110 000,00 2 276 800,00 6 541,68 2013 110 000,00 2 276 800,00 4 994,02 2012 110 000,00 2 276 800,00 6 541,68 2013 110 000,00 2 276 800,00 4 994,02 2012 110 000,00 2 276 800,00 6 541,68 2013 110 000,00 2 276 800,00 2012 3 440 936,77 - 181 260,80 2013 3 877 050,00 - 164 508,40 4 994,02 92 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 7 - ACTIVOS INTANGÍVEIS 7.1 — Divulgações para cada classe de activos intangíveis, distinguindo entre os activos intangíveis gerados internamente e outros activos intangíveis: Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos intangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Programas computador Outros activos intangíveis Activos intangíveis em curso Total Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições Transferências Amortizações 4 101 380,10 - 54 628,00 4 156 008,10 (2 828 513,68) - - (2 828 513,68) 1 272 866,42 - 54 628,00 1 327 494,42 584 511,24 249 159,99 - 335 351,25 18 328,00 - (18 328,00) - (487 195,86) - - (487 195,86) 4 368 868,09 - 371 651,25 4 740 519,34 (3 315 709,54) - - (3 315 709,54) Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas 1 053 158,55 - 371 651,25 1 424 809,80 Adições Quantias líquidas escrituradas 334 865,11 690 476,12 2 367,17 1 027 708,40 Transferências 371 651,25 - (371 651,25) - (523 877,72) - - (523 877,72) 109,70 - - 109,70 - (48 000,00) - (48 000,00) Amortizações Reversões Perdas por imparidade Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 7.2 - ACTIVOS INTANGÍVEIS COM TITULARIDADE RESTRINGIDA, E DADOS COMO GARANTIAS DE PASSIVOS O Grupo detém Activos Intangíveis com vida útil indefinida referentes à aquisição de uma carteira de seguros pelo valor de 690.476,12 Euros. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2013, o Grupo procedeu a um teste de imparidade a este activo, tendo como metodologia a projecção dos fluxos de caixa futuros, tendo determinado uma perda por imparidade no valor de 48.000 Euros. Os fluxos de caixa foram descontados a uma taxa de juro média de mercado antes de impostos ajustada para o risco da actividade. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 5 075 384,45 690 476,12 2 367,17 5 768 227,74 (3 839 477,56) (48 000,00) - (3 887 477,56) 1 235 906,89 642 476,12 2 367,17 1 880 750,18 7.3 —Activos Intangíveis com titularidade restringida, e dados como garantias de passivos Os Programas de Computador não são propriedade do Grupo, a qual se limita a ter os respectivos direitos de uso nos termos do contrato celebrado com o fornecedor. Não existem activos intangíveis dados como garantias de passivos. 7.4 — Compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis. 93 8 - ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Terrenos e Edifícios e Equipamento Equipamento Equipamento Outros activos Activos fixos tan- recursos naturais outras construções básico de transporte administrativo fixos tangíveis gíveis em curso Totais Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas 12 168 068,98 63 392 837,96 79 208 269,70 810 306,56 7 118 419,72 1 980 361,14 2 842 931,60 167 521 195,66 - (24 991 702,32) (37 649 719,54) (518 037,89) (5 805 729,41) (1 019 642,16) - (69 984 831,32) 12 168 068,98 38 401 135,64 41 558 550,16 292 268,67 1 312 690,31 960 718,98 2 842 931,60 97 536 364,34 Adições - 160 031,29 2 627 504,19 - 645 484,06 89 913,39 990 663,15 4 513 596,08 Transferências - - 701 979,72 - 23 142,29 - (725 122,01) - Quantias brutas escrituradas - - (11 656 882,19) - (15 115,24) (3 212,00) (10 015,00) (11 685 224,43) Amortizações e perdas por imparidade acumuladas - - 8 930 327,98 - 12 765,55 1 113,39 - 8 944 206,92 Depreciações - (2 534 706,98) (9 045 767,94) (87 383,04) (620 648,59) (174 514,14) - (12 463 020,69) Reversões - - 347,48 - - - - 347,48 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Alienações, sinistros e abates - Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas 12 168 068,98 63 552 869,25 70 880 871,42 810 306,56 7 771 930,83 2 067 062,53 3 098 457,74 160 349 567,31 - (27 526 409,30) (37 764 812,02) (605 420,93) (6 413 612,45) (1 193 042,91) - (73 503 297,61) 12 168 068,98 36 026 459,95 33 116 059,40 204 885,63 1 358 318,38 874 019,62 3 098 457,74 86 846 269,70 Adições - 503 883,65 6 042 694,39 36 500,00 314 485,40 80 500,52 297 775,89 7 275 839,85 Transferências - 31 047,42 456 139,83 - 2 123,40 - (489 310,65) - Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Alienações, sinistros e abates Quantias brutas escrituradas - - (6 576 466,88) - (46 357,67) (198 879,29) (23 921,40) (6 845 625,24) Amortizações e perdas por imparidade acumuladas - - 4 766 631,33 - 33 210,95 120 948,37 - 4 920 790,65 Depreciações - (2 543 248,33) (7 866 776,80) (93 466,37) (544 616,83) (169 256,52) - (11 217 364,85) Reversões - 141,76 - - - - - 141,76 Perdas por imparidade - - - - - - - - 12 168 068,98 64 087 800,32 70 803 238,76 846 806,56 8 042 181,96 1 948 683,76 2 883 001,58 160 779 781,92 - (30 069 515,87) (40 864 957,49) (698 887,30) (6 925 018,33) (1 241 351,06) - (79 799 730,05) 12 168 068,98 34 018 284,45 29 938 281,27 147 919,26 1 117 163,63 707 332,70 2 883 001,58 80 980 051,87 Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 94 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 8.1 —Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos, nem hipotecas sobre Terrenos e os Edifícios que sejam propriedade do Grupo nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012. 8.2 — Dispêndios reconhecidos na quantia escriturada de cada um dos seguintes itens do activo fixo tangível no decurso da sua construção A quantia de dispêndios reconhecida no activo fixo tangível em curso decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Viaturas em Preparação Terminal Azambuja Outros 31.12.2013 31.12.2012 279 006,20 372 399,17 2 602 364,56 2 619 103,15 1 630,82 106 955,42 2 883 001,58 3 098 457,74 9.2 - Pagamentos mínimos futuros da locação e o seu valor presente Os pagamentos mínimos das locações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 são detalhados conforme se segue: 31.12.2013 31.12.2012 Valor Pagamentos Mínimos Valor Pagamentos Presente de Presente de Mínimos Pagamentos Pagamentos Até 1 ano 7 403 800,44 7 135 699,60 8 310 850,95 7 911 625,33 Entre 1 ano e 5 anos 9 662 098,42 9 506 106,83 15 371 560,93 14 734 636,20 A mais de 5 anos Total dos pagamentos minimos Encargos financeiros Valor presente dos pagamentos mínimos - - 1 853 524,11 1 841 991,04 17 065 898,87 16 641 806,43 25 535 935,99 24 488 252,57 (424 092,45) n/a (*) (1 047 683,42) n/a (*) 16 641 806,42 16 641 806,43 24 488 252,57 24 488 252,57 * não aplicável 8.3 — Quantia incluída nos resultados, relativa a compensação de terceiros por itens do activo fixo tangível com imparidade, perdidos ou cedidos Durante o exercício foi reconhecido nos resultados o valor de 139.324,74 Euros relativo a indemnizações a receber de seguradoras relativas a sinistros por perda total de viaturas. No exercício de 2012 o montante reconhecido ascendeu a 25.069,00 Euros. 9 – Locações 9.3 - Descrição geral dos acordos de locação significativos: O Grupo tem contratos de locação para terrenos e edifícios, para diversos itens de equipamento básico de transporte (incluindo tractores e semi reboques) e de equipamento básico de armazém (estantaria e equipamento armazém automático do Futuro). Apresenta ainda um contrato de locação para aquisição de software, registado em activos intangíveis. Os contratos referidos não prevêem rendas contingentes e incluem opção de compra. Locações financeiras Locações operacionais 9.1 - Quantia escriturada líquida à data do balanço A quantia escriturada líquida dos bens em regime de locação financeira à data de balanço, para cada categoria de activo, é a constante do quadro seguinte: 31.12.2013 9.4 - Pagamentos mínimos futuros Os futuros pagamentos mínimos das locações operacionais em 31 de Dezembro 2013 e 2012 são detalhados conforme se segue: 31.12.2012 Activos Fixos Tangíveis Terrenos e recursos naturais 31.12.2013 4 207 187,81 4 207 187,81 Edifícios e outras construções 13 152 922,58 13 611 431,25 Equipamento básico 16 394 292,76 19 739 708,59 33 754 403,15 37 558 327,65 Activos Intangíveis Programas de Computador Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Alugueres de Viaturas Ligeiras 304 304,00 470 071,04 Alugueres de Viaturas Pesadas 304 304,00 470 071,04 Alugueres de Empilhadores 34 058 707,15 38 028 398,69 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Até 1 ano 1 ano e A mais de 5 anos 5 anos 5 688 139,93 5 148 591,18 2 688 365,63 - 425 464,17 344 712,67 407 299,16 - 628 288,85 491 496,00 1 028 202,00 - 1 551 580,45 1 275 725,92 1 493 115,62 - 8 293 473,40 7 260 525,77 5 616 982,41 - 95 31.12.2012 Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Alugueres de Viaturas Ligeiras Alugueres de Viaturas Pesadas Alugueres de Empilhadores Até 1 ano 1 ano e A mais de 5 anos 5 anos 5 631 540,29 3 396 685,91 4 542 907,62 - 371 687,61 303 905,68 311 691,01 - 465 462,97 383 020,00 1 222 599,00 - 1 755 736,86 1 426 576,13 2 317 415,23 - 8 224 427,73 5 510 187,72 8 394 612,86 - O Grupo reconheceu na Demonstração de Resultados por Naturezas consolidadas, na rubrica Outros Rendimentos e Ganhos, um montante de 16.975,32 Euros (17.192,21 Euros em 2012) relativo a rendas de Propriedades de Investimento. 11 – Inventários 11.1 – Quantia total escriturada de inventários Em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012, os inventários do Grupo eram detalhados conforme se segue: 31.12.2013 10 – PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO Mercadorias Matérias-Primas, subsidiárias e de consumo As propriedades de investimento são compostas por terrenos e edifícios não afectos à actividade do Grupo e apresentam a seguinte evolução: 2013 2012 A 1 de Janeiro Valor bruto 422 560,15 393 655,16 Depreciações acumuladas (22 254,57) (14 836,34) Valor líquido 400 305,58 378 818,82 - 28 904,99 Adições Transferências de inventários 202 023,39 Transferências para gasto (28 231,25) Depreciações (7 428,51) Produtos acabados e intermédios 31.12.2012 1 471 199,88 1 170 695,74 850 045,34 888 822,70 - 202 023,39 2 321 245,22 2 261 541,83 Os inventários indicados no quadro acima correspondem a terrenos, peças adquiridas para reparações e manutenção de viaturas e combustível para utilização nas viaturas próprias e cedência a subcontratados. Atendendo à sua natureza e finalidade, o Grupo procedeu à reclassificação dos inventários, relativos a um activo que se encontra actualmente arrendado, para propriedades de investimento. (7 418,23) A 31 de Dezembro Valor bruto 596 352,29 422 560,15 Depreciações acumuladas (29 683,08) (22 254,57) Valor líquido 566 669,21 400 305,58 As propriedades de investimento têm como finalidade a cedência de exploração a entidades externas. O justo valor dos activos à data do balanço não diverge significativamente dos valores apresentados nas demonstrações financeiras do Grupo a essa data. Em 31 de Dezembro de 2013 não existiam propriedades de investimento apresentadas como garantias a terceiros. Em 31 de Dezembro de 2013 não existiam obrigações contratuais significativas de compra, construção ou desenvolvimento de propriedades de investimento. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 96 11.2 – Quantia de inventários reconhecida como gasto durante no período Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as quantias de inventários reconhecidas como gasto foram as seguintes: Mercadorias MP, subsid. Total consumo Inventários em 1 de Janeiro de 2012 1 151 263,43 1 195 502,66 2 346 766,09 Compras 2 312 155,50 12 793 271,33 15 105 426,83 Transferências (333 148,67) - (333 148,67) Regularizações de inventários - (73 880,82) (73 880,82) Existências em 31 de Dezembro de 2012 1 170 695,74 888 822,70 2 059 518,44 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 1 959 574,52 13 026 070,47 14 985 644,99 Inventários em 1 de Janeiro de 2013 1 170 695,74 888 822,70 2 059 518,44 Compras 3 036 547,49 12 318 613,66 15 355 161,15 - - - Transferências Regularizações de inventários - (87 828,91) (87 828,91) Existências em 31 de Dezembro de 2013 1 471 199,88 850 045,34 2 321 245,22 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 2 736 043,35 12 269 562,11 15 005 605,46 11.3 – Quantia de ajustamento reconhecida como gasto do período 2013 Perdas por imparidade: 3 956,65 Mercadorias Reversões de Perdas por Imparidade: Mercadorias 2012 18 255,90 - 18 255,90 3 956,65 12 – Rédito O rédito reconhecido pelo Grupo em 2013 e em 2012 é detalhado conforme se segue:A 97 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 2013 2012 Venda de Mercadorias Mercadorias 2 048 712,53 Produtos Acabados e Intermédios Descontos e Abatimentos 2 053 062,69 - 615,27 (20 895,66) (8 165,08) 2 027 816,87 2 045 512,88 206 341 337,21 203 946 356,79 Prestação de Serviços Serviços Descontos e Abatimentos (52 292,56) (29 431,94) 206 289 044,65 203 916 924,85 208 316 861,52 205 962 437,73 A repartição do rédito apurado por negócio e por mercados geográficos é a seguinte:: 2013 Logística Transportes Outros 2012 86 172 522,45 83 404 944,04 113 884 254,99 114 688 079,35 8 260 084,08 7 869 414,34 208 316 861,52 205 962 437,73 2013 2012 Mercado Interno 195 697 900,31 193 222 532,89 Mercado Externo 12 618 961,21 12 739 904,84 208 316 861,52 205 962 437,73 13 - PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ACTIVOS CONTINGENTES 13.1 - Provisões O movimento ocorrido na rubrica de provisões durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, encontra-se reflectido no quadro seguinte: Provisões para processos Outras provisões judiciais em curso Total A 1 de Janeiro de 2012 69 542,10 210 083,39 279 625,49 Utilizações no ano (70 480,00) (25 700,00) (96 180,00) Reversões do ano (10 895,94) (184 383,39) (195 279,33) Aumentos do ano 145 300,06 8 500,00 153 800,06 A 31 de Dezembro de 2012 133 466,22 8 500,00 141 966,22 A 1 de Janeiro de 2013 133 466,22 8 500,00 141 966,22 Utilizações no ano - - Reversões do ano (4 528,98) - (4 528,98) Aumentos do ano 114 321,75 333 076,00 447 397,75 A 31 de Dezembro de 2013 243 258,99 341 576,00 584 834,99 98 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 14 – SUBSÍDIOS E APOIOS DO GOVERNO A natureza e extensão dos subsídios do governo reconhecidos nas demonstrações financeiras consolidadas encontram-se descriminados no quadro seguinte: 2013 Subsídios do Estado Subsídios de Outras Entidades 2012 - - 60 453,08 32 102,78 60 453,08 32 102,78 O Grupo em 2013 e em 2012 não beneficiou directamente de quaisquer outras formas de apoio do Governo. 15 - ALTERAÇÕES EM TAXAS DE CÂMBIO No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não foram reconhecidos rendimentos e gastos relativos a diferenças de câmbio favoráveis e desfavoráveis. 16 – ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na nota 3.22. 17 - IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Grupo encontra-se sujeito a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. lucro tributável do grupo, através da soma algébrica dos lucros tributáveis e dos prejuízos fiscais apurados nas declarações de rendimentos de cada um das sociedades dominadas pertencentes ao RETGS. O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. Para os exercícios de 2013 e subsequentes, foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou para doze períodos de tributação (este prazo é de cinco anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011 e de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução dos PFR passou a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados (em 2013 este limite é de 75%). Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. Algumas empresas do Grupo, subsidiárias em Portugal (conforme indicado na nota 6.1) encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A.. A subsidiária estrangeira é tributada de acordo com as regras fiscais vigentes no respetivo país de origem. A LS – Luís Simões SGPS, SA, como sociedade dominante, é responsável pelo cálculo do Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 99 17.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: Imposto Corrente IRC do ano Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias Provisões e ajustamentos Limitação depreciação e amortização AFT e AI (Ley 16/2012) Leaseback 2012 Benefícios fiscais SIFIDE 740 372,55 494 310,11 334 453,03 62 175,66 (173 412,83) - 8 297,42 19 760,59 (191 781,83) 11 199,77 - (26 039,89) 171 186,85 347 892,84 171 186,85 347 892,84 138 326,27 177 263,20 41 349,05 38 447,39 138 326,27 177 263,20 759 277,39 599 853,63 309 513,12 525 156,04 (6 693,33) (10 261,47) Outras operações Ajustamentos transição SNC Passivos por impostos diferidos: Leaseback b) Ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores; O Ajustamento reconhecido no período de impostos correntes de períodos anteriores é o indicado no quadro seguinte: 2013 Excesso de Estimativa para Impostos 2012 Prejuízos fiscais a) Gasto (rendimento) por impostos; O Gasto (rendimento) por impostos é o indicado no quadro seguinte: 2013 2013 Activos por impostos diferidos: Relocação de imóvel Reservas de reavaliação realizadas no período (22 318,70) (13 307,79) (591 939,09) (399 021,16) (620 951,12) (422 590,42) 138 326,27 177 263,20 2012 4 409,38 - 4 409,38 - c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias; A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro seguinte: 100 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS d) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos; Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto por impostos diferidos sofreu um impacto de 162.207 euros. e) Gasto por impostos diferidos provenientes de uma redução, ou reversão de uma diminuição anterior, de um activo por impostos diferidos; O efeito no Gasto por Impostos Diferidos de ajustamentos em contas de Impostos Diferidos Activos é o indicado no quadro seguinte: 2013 Reversão de Ajustamentos e Provisões anteriores Mais-Valias resultantes do Leaseback Prejuízos fiscais utilizados no exercício Ajustamentos transição SNC 535 799,14 2012 521 602,76 8 297,42 19 760,59 1 493 668,84 495 899,46 41 349,05 38 447,39 2 079 114,45 1 075 710,20 17.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico: A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto 101 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Base de Imposto Taxa de Imposto 2013 Resultado antes de impostos 2012 (731 087,25) Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal 2013 2012 1 244 270,22 26,50% 26,50% (193 738,12) 328 169,11 26,50% 26,50% -15,26% 53,73% Rendimentos não tributáveis Correcções relativas a exercícios anteriores Reversão de perdas de imparidade tributadas em anos anteriores Reversão de provisões tributadas em anos anteriores Restituição de Impostos não dedutíveis e excesso da estimativa para impostos Mais Valias Contabilísticas Benefícios Fiscais Variações patrimoniais negativas - 2 141,00 1 843 515,18 1 497 694,25 142 900,59 575 704,14 4 409,38 - 2 637 757,76 2 482 346,47 25 684,61 411 655,55 145 084,45 145 084,45 4 799 351,97 5 114 625,86 Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Diferenças Amortizações/Resultados apurados na Consolidação Depreciações e amortizações não aceites como custos Donativos IRC e outros impostos incidentes sobre os lucros Multas, coimas e juros compensatórios Encargos não devidamente documentados Mais Valias Fiscais Registo de perdas de imparidade Correcções relativas a exercícios anteriores Outros Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama IRC Calculado Derrama 263 959,14 - 1 623 880,66 2 046 706,97 3 852,90 1 022,50 154 216,63 19 629,08 59 513,78 83 872,77 534,95 192,72 2 601 628,31 2 374 589,84 781 782,98 1 855 115,18 - 98 358,93 64 545,89 65 223,39 5 553 915,24 6 544 711,38 23 476,03 2 674 355,75 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% 111 584,08 668 588,94 37 156,65 35 395,58 Tributação autónoma 82 725,34 81 378,62 Benefícios Fiscais utilizados (1 944,49) (11 199,77) - (2 362,90) Utilização de prejuízos fiscais Efeito da existência de taxas de imposto diferentes das em vigor em Portugal (58 334,73) (191 082,74) Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos 138 326,27 (55 561,69) 197 929,04 (143 432,90) (27,07%) (11,53%) 309 513,12 525 156,04 (42,34%) 42,21% Imposto sobre o rendimento do período Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 102 17.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 17.4 — Quantia (e a data de extinção, se houver) de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço. A quantia e a data de extinção de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço são as indicadas no quadro seguinte: Data de extinção 2013 2012 Prejuízos Fiscais que a empresa considera não recuperáveis: Prejuízos Fiscais 2008 2014 1.407.870,27 - Prejuízos Fiscais 2009 2015 1.575.379,73 - 2.983.250,00 - Benefícios fiscais: SIFIDE 2007 2013 - 72.567,09 SIFIDE 2008 2014 839.650,18 839.650,18 839.650,18 912.217,27 Os Prejuízos Fiscais que a Empresa considera não recuperáveis respeitam à sua subsidiária LSLI-PT, incluída no RETGS. 17.5 — Quantia agregada de diferenças temporárias associadas com investimentos em subsidiárias, sucursais e associadas e interesses em empreendimentos conjuntos, relativamente aos quais não foram reconhecidos passivos por impostos diferidos. Não há diferenças temporárias associadas com investimentos em subsidiárias, sucursais e associadas e interesses em empreendimentos conjuntos, relativamente aos quais não tenham sido reconhecidos passivos por impostos diferidos. 17.6 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: a) Quantia de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado; As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 103 perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: Balanço 2013 Demonstração de Resultados 2012 2013 2012 Activos por impostos diferidos Despesas de instalação 1 041,44 2 252,90 (1 211,46) (1 126,46) 34 504,25 74 641,84 (40 137,59) (37 320,93) 3 261 224,41 2 507 928,11 753 296,30 27 629,47 (1 989 568,30) (495 899,46) (1 493 668,84) (495 899,46) 1 271 656,11 2 012 028,65 (740 372,54) (468 269,99) 387 637,70 195 855,87 191 781,83 (11 199,77) 1 785 315,09 1 583 968,98 201 346,11 459 426,79 (1 581 419,71) (1 045 620,57) (535 799,14) (521 602,76) 203 895,38 538 348,41 (334 453,03) (62 175,97) 173 412,83 - 173 412,83 - - 8 297,42 (8 297,42) (19 760,59) 2 072 147,71 2 831 425,09 (759 277,38) (599 853,70) 2 072 147,71 2 831 425,09 (759 277,38) (599 853,70) Ajustamentos referentes a produtos derivados Outras Prejuízos Fiscais-Constituições (*) Prejuízos Fiscais-Utilização (*) Benefícios Fiscais Provisões não aceites fiscalmente: Constituição de provisões não aceites fiscalmente Reversão de Provisões não aceites fiscalmente Limitação depreciação e amortização AFT e AI (Ley 16/2012) Relocação Financeira Balanço 2013 Demonstração de Resultados 2012 2013 2012 Passivos por impostos diferidos Relocação Financeira-Amortizações não aceites 119 855,36 148 867,39 (29 012,03) (23 569,26) 2 830 447,26 3 422 386,33 (591 939,08) (399 021,34) 2 950 302,62 3 571 253,72 (620 951,11) (422 590,60) Outras Revalorização de activos fixos tangíveis 104 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS À data de 31 de Dezembro de 2013, o montante dos prejuízos fiscais por deduzir e os anos limite para a sua dedução são os seguintes: Passivos: 31.12.2013 31.12.2012 Não Corrente Ano do Prejuízo Fiscal Prejuízo Fiscal Ano limite para utilização 2003 228.971,00 2018 (*) 2009 3.532.041,85 2015 2011 2.248.854,77 2015 2012 29.070,84 2030 (*) 2013 411.693,12 2031 (*) Financiamentos obtidos 23 240 359,26 31 799 585,34 35 100 497,16 28 092 809,83 - 7 108,60 Financiamentos obtidos 25 316 480,06 22 359 087,94 Outras contas a pagar 10 680 010,19 13 042 737,72 94 337 346,67 95 301 329,43 Corrente Fornecedores Adiantamento de clientes (*) Os prejuízos fiscais em Espanha podem ser utilizados durante um prazo de 18 anos Instrumentos de Capital: Capital 18 - Instrumentos financeiros 31.12.2013 31.12.2012 Não Corrente Participações financeiras - Outros métodos - Outras empresas Outros activos financeiros 58 794,86 59 859,86 736 110,78 818 675,28 Corrente Clientes Adiantamentos a fornecedores Outras contas a receber Outros activos financeiros Caixa e bancos Outros instrumentos de capital 31.12.2012 30 000 000,00 29 578 950,00 - (1 360 271,75) 6 830 400,00 6 830 400,00 36 830 400,00 35 049 078,25 Acções próprias 18.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Activos: 31.12.2013 18.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 31.12.2013 31.12.2012 Participações financeiras - outros métodos Participações de capital em empresas não cotadas 58 794,86 59 859,86 720 270,80 802 835,30 Outros activos financeiros 52 105 602,51 48 766 417,25 315 559,26 233 468,17 3 852 196,33 3 400 724,18 - 30 149,81 731 805,22 507 442,56 57 800 068,96 53 816 737,11 Cauções Outros Clientes c/c Adiantamentos a fornecedores 15 839,98 15 839,98 52 105 602,51 48 766 417,25 315 559,26 233 468,17 2 357 679,26 1 305 438,30 Outras contas a receber - Corrente Devedores por acréscimo de rendimentos Pessoal Outros devedores 13 282,90 10 281,04 1 481 234,17 2 085 004,84 - 30 149,81 Outros activos financeiros Outros depósitos 105 Caixa e depósitos bancários Caixa Outros depósitos bancários Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 17 708,27 23 768,95 714 096,95 483 673,61 57 800 068,96 53 816 737,11 18.3 – Activos financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade Os Activos Financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade encontram-se descritos no quadro seguinte: 31.12.2013 31.12.2012 Clientes Quantia bruta 57 527 070,58 54 223 030,86 Imparidade acumulada (5 421 468,07) (5 456 613,61) Quantia escriturada líquida 52 105 602,51 48 766 417,25 Os contratos de factoring celebrados pelo Grupo são sem recurso e apresentam um limite máximo de 7.300.000,00 Euros 18.4 – Passivos financeiros mensurados ao custo ou ao custo amortizado Os passivos financeiros mensurados ao custo ou ao custo amortizado são os indicados no quadro seguinte: 31.12.2013 31.12.2012 Financiamentos - Não correntes Empréstimos bancários 9 527 202,43 11 453 264,98 Locações Financeiras 9 506 106,83 16 575 383,59 Participantes de Capital 4 207 050,00 3 770 936,77 35 100 497,16 28 092 809,83 - 7 108,60 Empréstimos bancários 8 873 802,34 9 028 162,09 Descobertos bancários 9 306 978,10 5 418 057,01 Locações Financeiras 7 135 699,62 7 912 868,84 Fornecedores Adiantamento de clientes Financiamentos obtidos - Correntes Outras contas a pagar - Correntes Fornecedores de Investimentos Acréscimo para férias e sub. férias 760 654,88 1 054 446,46 3 296 898,14 3 620 543,18 Prémios e ajudas de custo 336 771,61 200 193,00 Acréscimo subcontratação 3 708 426,68 4 551 020,96 Outros Acréscimos de Gastos 1 173 384,73 1 129 480,23 63 094,78 22 533,30 1 340 779,37 2 464 520,59 94 337 346,67 95 301 329,43 Pessoal Outras contas a pagar Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 106 18.6 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 31.12.2013 31.12.2012 Enpréstimos bancários Entre 1 ano e 5 anos 8 223 447,63 10 100 503,72 A mais de 5 anos 1 303 754,80 1 352 761,26 9 527 202,43 11 453 264,98 9 506 106,83 14 746 789,72 Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 31.12.2013 Locações financeiras Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos - 1 828 593,87 9 506 106,83 16 575 383,59 Participantes de capital Rendimentos A mais de 5 anos 4 207 050,00 3 770 936,77 - - 4 207 050,00 3 770 936,77 No final do exercício de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 46.095.748,16 Euros (45.876.055,00 Euros em 2012), estando utilizados 9.306.978,10 Euros (5.418.057,01 Euros em 2012). Juros Reversões de Perdas por Imparidade Juros suportados Desconto pronto pagamento obtidos 18.5 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. Ano de 2013 Saldo Inicial Rendimentos Gastos 581,66 - 1 667,61 - - 1 047 043,24 - 1 577 046,47 265 700,24 - 62 828,73 - 266 281,90 1 047 043,24 64 496,34 1 577 046,47 - 1 881 661,22 - 2 690 861,08 840 491,75 - 774 709,71 - 840 491,75 1 881 661,22 774 709,71 2 690 861,08 1 106 773,65 2 928 704,46 839 206,05 4 267 907,55 Passivos financeiros ao custo: As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Os juros pagos pelo Grupo nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. Gastos Activos financeiros ao custo: Perdas por imparidade Entre 1 ano e 5 anos 31.12.2012 18.7 – Quantia de perda por imparidade reconhecida em cada uma das classes de activos financeiros A quantia de perdas por imparidade reconhecidas em cada uma das classes de activos financeiros é a indicada nos quadros seguintes: Imparidade Utilização Reversão Saldo Final Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c 5 456 613,61 Outros activos financeiros 1 047 043,24 (816 488,53) (265 700,24) 5 421 468,08 1 047 043,24 (816 488,53) (265 700,24) 5 425 074,21 3 606,13 5 460 219,74 Ano de 2012 Saldo Inicial 3 606,13 Imparidade Utilização Reversão Saldo Final 107 Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c Outros activos financeiros 4 910 711,02 1 577 046,47 (968 315,15) (62 828,73) 5 456 613,61 3 606,13 - - - 3 606,13 4 914 317,15 1 577 046,47 (968 315,15) (62 828,73) 5 460 219,74 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 18.8 - Instrumentos de capital próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pelo Grupo em 31 de Dezembro de 2013 e b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: Em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 o capital subscrito (ver nota 1.5) encontrava-se 2013 Valor em 2012 é detalhada conforme se segue: Quantidade Acções emitidas 31.12.2013 31.12.2012 Acções ordinárias a 5euros cada Capital Valor nominal 30 000 000,00 29 578 950,00 - - 30 000 000,00 29 578 950,00 Acções/quotas próprias - (1 360 271,75) Prémios / descontos - - 30 000 000,00 28 218 678,25 Capital não realizado 30 000 000,00 6 000 000 30 000 000,00 6 000 000 totalmente realizado. c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio Os outros instrumentos de capital próprio referem-se a prestações acessórias conforme discriminado na nota 6. 31.12.2013 31.12.2012 Outros Instrumentos de Capital Próprio Prestações Acessórias 6.830.400,00 6.830.400,00 6.830.400,00 6.830.400,00 19– BENEFÍCIOS DOS EMPREGADOS 19.1 – Gastos com o Pessoal O detalhe dos Gastos com o Pessoal é o indicado no quadro seguinte: 2013 Remunerações do pessoal 2012 33 324 186,55 35 601 458,16 756 958,26 1 069 635,29 7 748 881,94 7 903 022,76 Seguros de ac. trabalho e doenças prof. 372 184,74 354 205,00 Outros 465 391,42 760 318,17 42 667 602,91 45 688 639,38 Indemnizações Encargos sobre remunerações 108 O número médio de colaboradores ao serviço do Grupo no ano de 2013 foi de1.508 (em 2012 oi de 1.643) Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 20 – INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no decorrer de 2013, não foram efetuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2013, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2014, nos prazos legais. Resumo Investimento I&D Gastos pessoal 31.12.2013 31.12.2012 1 755 009,10 1 765 322,51 Gastos Gerais 603 272,35 698 203,00 Activos Fixos Tangíveis 103 671,97 381 656,45 - - Participação Capital Total Investimento I&D Volume Vendas % Investimento I&D/Vendas Custos c/ Pessoal 20.2 - Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que o Grupo não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora, e que a situação do Grupo perante a Segurança Social se encontra regularizada, dentro dos prazos legalmente estipulados. 21 – outras informações 20.1 - Valores Globais de Esforço de I&D Rubricas de dotar os Semi-Reboques de localizadores de GPS; implementação de melhorias do processo de distribuição e armazenagem para otimização de custos; desenvolvimento do portal LSNet, com novas funcionalidades para processos de PLV/Marketing; desenvolvimento do processo multipicking para a melhoria operacional do processo especial de picking; melhoria de processos administrativos e operacionais de acordo com a metodologia Lean. - Nos negócios complementares, nomeadamente na Reta: implementação de projetos de reengenharia de processos ao nível operacional, obtenção de certificação com o objetivo de, não só permitir uma diferenciação no serviço ao cliente, mas ainda um aumento da eficiência. Estes projetos consistiram na implementação e obtenção da Certificação de Gestão Ambiental e Alimentar, na implementação de telemática na frota e em novas instalações para o Serviço de Fibra no Carregado. 2 461 953,41 2 845 181,96 208 316 861,52 205 962 437,73 1,18% 1,38% 42 667 602,91 45 688 639,38 Os valores apresentados no ano de 2013 referem-se a Despesas de Investigação e Desenvolvimento relacionadas com: - No negócio core: implementação de projetos de reengenharia de processos ao nível operacional utilizando metodologias Lean, permitindo não só uma diferenciação no serviço a cliente mas ainda um aumento da eficiência, nomeadamente no desenvolvimento e implementação de um software de otimização de transporte e de rotas, bem como otimizar o planeamento de cargas por viatura; na introdução de novas funcionalidades na aplicação LSMobile; projeto com o objetivo de criação de metodologias de cálculo e acompanhamento do Nível de Serviço Online; projeto com o objetivo de redesenhar o formato de gestão do negócio; e projeto com o objetivo Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 21.1 – Diferimentos Em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 31.12.2013 31.12.2012 Diferimentos activos Custos Diferidos - Seguros 272 436,35 286 380,97 Custos Diferidos - Fornecimentos e Serviços Externos 263 196,08 456 023,98 12 931,67 - 548 564,10 742 404,95 - 31 311,62 Protocolo Gestão de Frota 1 649 184,22 - Outros Proveitos Diferidos 135 866,85 150 141,02 1 785 051,07 181 452,64 Custos Diferidos - Juros Diferimentos passivos Proveitos Diferidos - Leaseback 109 21.2 – Resultados e Outras variações nos Capitais Próprios As rubricas de reservas, resultados e outras variações nos capitais próprios, decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2012 Aplicação de resultados Outras Reservas Resultados Resultados Transitados Líquidos do Periodo Total 844 748,90 5 451 656,02 5 161 158,08 1 635 152,72 13 092 715,72 81 930,73 - 474 589,98 (1 635 152,72) (1 078 632,01) 680 888,12 Resultado do ano - - - 680 888,12 Outros - - - - - 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,06 680 888,12 12 694 971,83 Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2013 Outras Reservas 926 679,63 5 451 656,02 Resultados Resultados Transitados Líquidos do Periodo 5 635 748,06 680 888,12 12 694 971,83 (646 843,71) (646 843,71) - (34 044,41) - Dividendos Aplicação de resultados 34 044,41 Resultado do ano Outros Saldo em 31 de Dezembro de 2013 - Total - - - (1 119 921,01) (1 119 921,01) (892 635,22) (888 686,53) - - (1 781 321,75) 68 088,82 4 562 969,49 5 635 748,06 (1 119 921,01) 9 146 885,36 a) Aplicação de resultados Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Maio de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante 680.888,12 Euros, na LS - Luís Simões, SGPS, S.A. (individual) teve a seguinte aplicação: - Reservas Legais: - Dividendos: 34.044,41 646.843,71 A reserva legal não está ainda totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social). Esta reserva só pode ser utilizada na cobertura de prejuízos ou o aumento do capital social. b) Capital Durante o ano de 2013 a LS - Luís Simões, SGPS, S.A. procedeu à extinção das acções próprias detidas no valor de 1.360.000,00 Euros e em simultâneo ao aumento de capital por incorporação de Reservas, o qual passou de 29.579.000,00 Euros para 30.000.000,00 Euros, representado por 6.000.000 acções. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 110 21.3 – Dividendos Pagos Durante o exercício de 2013 o Grupo procedeu ao pagamento de dividendos no valor total de 646.843,71 Euros (em 2012 foi de 1.078.632,01 Euros). 21.6 – Trabalhos para a Própria Entidade Esta rubrica decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: 2013 21.4 – Interesses Minoritários Nos exercícios de 2013 e 2012 o saldo de interesses minoritários registou a seguinte evolução: 2013 Saldo em 1 de Janeiro Lucro do período Saldo em 31 de Dezembro Trabalhos para a Própria Entidade Activos Fixos Tangíveis 1 335 564,36 79 320,64 38 226,06 1 453 111,06 1 373 790,42 31.12.2013 Activo - 44 000,00 283 322,03 112 831,86 2013 31.12.2012 Passivo 68 831,86 21.7 - Fornecimentos e serviços externos A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro 2013 e em 2012 é detalhada conforme se segue: 21.5 – Estado e Outros Entes Públicos Em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: Activo 283 322,03 Activos Inangíveis 2012 1 373 790,42 2012 Subcontratos Passivo 113.315.371,14 102.146.931,75 2.641.,298,74 2.907.941,95 Publicidade e Propaganda 167.444,52 200.816,89 658.243,45 881.684,57 Trabalhos especializados Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas 2012 Pagamentos por conta 603 064,90 (26 358,00) 834 766,31 (30 684,00) Estimativa de imposto (135 354,15) 35 832,71 (252 057,08) 53 184,29 Vigilância e Segurança 79 328,28 26 708,38 54 787,87 18 670,67 Conservação e Reparação 2.340.970,44 2.670.578,43 - 588 094,08 - 552 785,73 Electricidade 1.210.336,16 1.236.342,30 12.074.313,43 13.709.684,34 514.229,07 1.248.768,79 8.669.954,00 8.748.659,02 261.013,14 649.918,68 Seguros 1.312.513,76 1.521.750,46 Limpeza, higiene e conforto 1.341.052,96 1.406.992,53 Portagens 1.605.011,97 1.800.569,12 Outros 4.270.862,53 2.327.782,40 150.382.615,31 141.458.421,23 Retenção na Fonte Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar - IVA a Recuperar - Portugal 250 396,46 - 81 721,14 - Combustíveis IVA a Recuperar - Espanha 604 074,46 - 713 509,65 - Deslocações e Estadas 73 803,88 - 35 393,34 - 2 007 206,89 - 1 307 216,18 - 35 342,54 - 21 263,49 - Imposto sobre o valor acrescentado - a pagar - 577 482,23 - 695 796,06 Contribuições para a Segurança Social - 1 125 015,15 - 1 248 085,29 - 4 239,77 - - 3 517 863,26 2 331 014,32 2 796 600,90 2 537 838,04 IVA a Recuperar - outros países IVA Reenbolsos Pedidos - Espanha IVA Reenbolsos Pedidos - outros países Outros Impostos Rendas e Alugueres Comunicação 111 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS Os dispêndios reconhecidos como gastos de carácter ambiental nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é detalhada conforme se segue: 2013 Recolha de resíduos 2012 184.096,03 184.096,03 272.685,73 Cedência de pessoal 10 412 592,70 10 347 034,42 9 283,01 354 254,08 163 396,66 76 047,21 86 586,60 3 916,00 1 293,20 Conservação e reparação viatura 137 504,52 153 895,88 Resíduos valorizados 193 991,05 178 565,21 Outros rendimentos suplementares 374 369,72 277 367,99 Descontos de pronto pagamento obtidos 840 491,75 774 709,71 - 492,28 288 869,42 180 730,17 2 192 295,20 2 221 498,07 54 018,91 59 547,87 - 12 976,47 16 975,32 22 442,21 - 1 219 503,97 563 300,40 213 749,10 15 514 156,68 15 923 072,82 Seguros Cedência de exploração Recuperação de dívidas a receber Indemnizações sinistros Ganhos em activos fixos tangíveis Taxa início contrato pneus Correcções relativas a exercícios anteriores Rendas propriedades de investimento Subsídios para investimento Outros Dívidas incobráveis Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS 2012 619 354,63 490 019,48 - 21 994,03 Correcções relativas a exercícios anteriores 154 216,63 - Perdas em activos fixos tangíveis 164 652,76 71 965,64 Donativos 32 906,98 37 215,66 Quotizações 27 739,20 18 251,37 629 393,03 776 906,85 57 817,45 66 502,51 Multas 5 530,40 Aluguer de Viaturas Impostos e Taxas Sinistros 2012 Rendimentos suplementares: Cedência de gasóleo/adblue 2013 272.685,73 21.8 – Outros Rendimentos e Ganhos A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é conforme se segue: 2013 21.9 - Outros Gastos e Perdas A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é conforme se segue: Taxa início contrato pneus Outros - 10 471,16 280 521,15 36 966,80 1 966 601,83 1 530 293,50 112 21.10 – Depreciações/Amortizações A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é conforme se segue: 2013 Intangíveis (Nota 7) Activos fixos tangíveis (Nota 8) Propriedades de investimento (Nota 12) 2012 523.768,02 487.195,86 11.217.223,09 12.462.673,21 7.428,51 7.418,23 11.748.719,62 12.957.287,30 21.11 – Juros e Rendimentos Similares Obtidos A decomposição da rubrica de “Juros e Rendimentos Similares Obtidos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é conforme se segue: 2013 2012 581,66 Outros rendimentos similares 1 667,61 - - 581,66 1 667,61 21.12 – Juros e Gastos Similares Suportados A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é conforme se segue: 2013 2012 Juros Suportados Ao custo ou ao custo amortizado 522 809,51 891 998,39 De financiamentos obtidos - Out Ent Relac - Nota 6 179 490,46 200 885,84 De descobertos bancários 279 460,40 490 795,31 De Locações Financeiras 366 313,98 640 026,04 Ao custo ou ao custo amortizado 2012 Resultado líquido do período (1 119 921,01) 680 888,12 Resultado por acção básico 6 000 000,00 5 975 790,00 (0,19) 0,11 21.15 – Acontecimentos após a data do Balanço No final do exercício de 2013, foi formalizada a aquisição de uma quota correspondente a 70% do capital da sociedade Espaçotrans – Gestão de Entrepostos Aduaneiros, Lda, operação que se concretizou já em Janeiro de 2014. Não se registaram quaisquer outros eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.22. 21.16 – Activos Contingentes De financiamentos obtidos Outros 2013 Resultados: Número médio ponderado de acções em circulação De depósitos De Confirming 21.14 – Resultado por Acção O resultado por acção dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 foi determinado conforme se segue: Número de acções Juros Obtidos De Factoring 21.13 – Garantias Prestadas A responsabilidade por garantias prestadas das empresas incluídas na consolidação é de 7.539.553,43 Euros (5.899.292,54 Euros em 2012) e refere-se essencialmente a garantias bancárias. Adicionalmente, o Grupo apresenta livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2013 ascendem a 31.187.257,84 Euros (36.088.997,71 Euros a 31 de Dezembro de 2012). 98 482,49 122 264,89 216 479,87 105 213,71 218 624,51 - 239 676,90 1 881 661,22 2 690 861,08 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS A subsidiária Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) procedeu à reclamação do “Impuesto sobre las Ventas Minoristas de Determinados Hidrocarburos” (IVMDH), tanto às Comunidades Autónomas como à Agencia Estatal de Administração Tributária (AEAT), referente aos exercícios fiscais de 2005 a 2012. O IVMDH incumpre a normativa comunitária harmonizadora dos Impostos Especiais e em concreto o artigo 3, numero 2 da Directiva 92/12/CEE do Conselho, de 25 de fevereiro de 1992, relativa ao regime geral, mandato, circulação e controlo dos produtos objecto de Impostos Especiais. Com data de 27 de fevereiro de 2014, o tribunal de justiça da União Europeia declarou que o IVMDH é contrário à Directiva sobre os Impostos Especiais, o que permite que as empresas possam reclamar o valor às respetivas administrações públicas. 113 O valor total reclamado a 31 de Dezembro de 2013 é de 2.551.582,66 Euros, acrescidos de juros de mora que não se encontram registados contabilisticamente à data de fecho. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano Sousa A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal 114 Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO (CONTAS CONSOLIDADAS) Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório consolidado de gestão e as demonstrações financeiras consolidadas apresentados pelo Conselho de Administração de LS – Luís Simões, SGPS, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa e das suas filiais mais significativas. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i) seja aprovado o Relatório consolidado de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras consolidadas 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 18 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço consolidado, a Demonstração consolidada dos resultados por naturezas, a Demonstração consolidada das alterações no capital próprio, a Demonstração consolidada de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; iii) o Relatório consolidado de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa e do conjunto das filiais incluídas na consolidação evidenciando os aspetos mais significativos. Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 115 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 adequadas as políticas contabilísticas adotadas, a sua aplicação uniforme e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iv) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (v) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras consolidadas. www.pwc.com/pt 5. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do Relatório consolidado de gestão com as demonstrações financeiras consolidadas. 1. Examinámos as demonstrações financeiras consolidadas da LS – Luís Simões, SGPS, S.A., as quais compreendem o Balanço consolidado em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 149. 687.360,51 euros e um total de capital próprio de 47.698.810,83 euros, o qual inclui interesses minoritários de 1.453.111,06 euros e um resultado líquido negativo de 1.119.921,01 euros), a Demonstração consolidada dos resultados por naturezas, a Demonstração consolidada das alterações no capital próprio e a Demonstração consolidada de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório consolidado de gestão e de demonstrações financeiras consolidadas que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação, o resultado consolidado das suas operações, as alterações no capital próprio consolidado e os fluxos consolidados de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de sistemas de controlo interno apropriados 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Opinião 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras consolidadas apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira consolidada da LS – Luís Simões, SGPS, S.A. em 31 de dezembro de 2013, o resultado consolidado das suas operações, as alterações no capital próprio consolidado e os fluxos consolidados de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira consolidada constante do Relatório consolidado de gestão é concordante com as demonstrações financeiras consolidadas do exercício. 18 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes deRevisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras consolidadas não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação de as demonstrações financeiras das empresas incluídas na consolidação terem sido apropriadamente examinadas e, para os casos significativos em que o não tenham sido, a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações nelas constantes e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a verificação das operações de consolidação; (iii) a apreciação sobre se são Contas Consolidado 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 116 Luís Simões Logística Integrada, S.A. A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO A Logística e o Transporte caracterizam-se como um processo estratégico, que acrescenta valor, permite diferenciação e cria vantagem competitiva. É cada vez mais um serviço assente em conhecimento avançado e em sofisticados sistemas de informação, visando os mais altos níveis de serviço e de satisfação aos clientes e cada vez menos um negócio baseado em activos físicos. O sector do Transporte Rodoviário de Mercadorias e Logística na Península Ibérica continua a apresentar-se como um sector de actividade muito cíclico, isto é, um sector muito correlacionado com o desempenho económico de Portugal e de Espanha. Após os crescimentos verificados até 2007-2008, e da forte contracção em 2009, este sector apresentou no período de 2010-2013 alguma estabilidade. O valor do mercado Ibérico em 2013 terá sido de aproximadamente 19-20 mil milhões de euros, significando uma redução de 3%-5% relativamente a 2012. A LSLI como Operador Logístico da Luís Simões em Portugal, presta serviços integrados de transporte, armazenagem, preparação de encomendas, controlo de inventários e distribuição, para além de outros serviços de valor acrescentado, tais como, embalagem, etiquetagem, confecção de pack’s promocionais e “customização” de produtos. É líder em Portugal na Logística e Distribuição de Produtos de Grande Consumo, operando ainda no sector automóvel, electrodomésticos e produtos de alta tecnologia. Relativamente ao ano de 2013 destacamos os seguintes acontecimentos: • Manutenção da posição da LSLI nos segmentos do mercado em que actua; • Reforço da aposta em novos segmentos de Mercado como o segmento de Logística promocional e PLV, com a actividade de Implementações em Lojas; Em termos dos diversos modos de transporte de mercadorias, o rodoviário continua a ser o mais relevante na Península Ibérica, com mais de 70% de quota de mercado. O transporte marítimo aumentou ligeiramente a sua importância, mas apenas nos segmentos de produto e com destino ao ponto de venda em que poderá ser uma opção, tendo em conta os seus “lead-times” superiores aos do transporte rodoviário de mercadorias. • Grande agressividade dos clientes em redução de tarifas e controlo de stock’s; As primeiras 20 empresas a nível Ibérico poderão representar apenas um terço do mercado total de Transportes Rodoviários de Mercadorias e Logística, com um volume de negócios total que andará próximo dos 6 mil milhões de euros. Dada a conjuntura, as empresas do sector apresentaram uma rentabilidade muito reduzida (em 2012 a margem de resultado líquido do exercício no sector foi ligeiramente superior a 0%). • Entrada de novos clientes/operações com vendas anualizadas superiores a 2,5M€; O sector dos Transportes Rodoviários de Mercadorias e Logística em Portugal é liderado pela Luís Simões, mas é muito fragmentado, continuando a apresentar diversas empresas de capital próprio nacional com um volume de negócios superior a 30 milhões de euros. O crescimento médio do volume de negócios em 2012 das principais empresas foi nulo. • Grande impacto na actividade de alguns projectos estruturais, como o Portal LS – mais-valia na relação com o cliente ao nível das comunicações e das integrações de sistemas. Além deste, realce para o LS Mobile 2 – sistema de comunicações móveis entre a Luís Simões e os motoristas que permite manter contactos em zonas sem rede móvel, permitindo assim, informação sempre atempada aos clientes. Realce ainda para o Optimizador de rotas, programa informático que permite optimizar as cargas por viagem e destino. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS • Mercado muito adverso, com a concorrência a pressionar os preços nos tender’s dos clientes. De realçar a entrada no mercado nos últimos anos de alguns concorrentes internacionais e outros cujo foco era apenas a actividade de transporte rodoviário de mercadorias; • Grande aposta na subcontratação de pessoal de armazém pago com base na produtividade. Isto permite à Empresa uma melhor gestão dos picos de actividade, com contenção de custos e com diminuição das quebras em armazém; EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 117 A LSLI como Operador de Transporte da Luís Simões em Portugal, presta serviços de transporte rodoviário de mercadorias, operando numa lógica de gestão integrada de abordagem ao mercado ibérico de transporte, em conjunto com a empresa Luís Simões Logística Integrada S.A. (Sociedad Unipersonal), sedeada em Madrid. Estas empresas são líderes de mercado nos serviços entre Portugal e Espanha. Durante o ano de 2013, Portugal e o mercado Ibérico, continuaram a viver sobre as regras da austeridade que se têm vindo a verificar desde 2012, pelo que o mercado continua contraído, prevendo-se que se reduza cerca de 5,6% face ao ano anterior com o consequente impacto negativo em ambas as economias, sendo que o défice de fluxos de Portugal para Espanha pressiona a que os preços sejam canibalizados, sem contrapartidas no sentido contrário, provocando grande desequilíbrio e consequente impacto nas rentabilidades do serviço inter-regional. Apesar da conjuntura bastante desfavorável, a Empresa demonstrou capacidade para ultrapassar as adversidades, subindo ligeiramente as vendas face ao ano anterior. Esta actividade foi ainda marcada por alguns acontecimentos, dos quais destacamos: • Inicio da parceria com o Grupo Portmann (França) e Primafrio (Espanha), que após o desinvestimento em meios próprios supriu as necessidades de meios existentes em operações específicas; • Lançamento de vários projectos, com destaque para: Go-Green – (serviço marítimo subcontratado), que será um elemento agregador e um novo código de conduta operacional; Geo-referenciação – Localização de Semi-reboques por GPS; GO Inter – Gestão de fluxos na actividade inter-regional e local; Optimizador de Rotas – programa informático que permite optimizar as cargas por viagem e destino; Níveis de serviço - dotação das estruturas comerciais e operativas de novos formatos e tecnologias que permitam o domínio do Nível de Serviço on-line e ainda de KPIS (Key Performance Indicators) para relacionamento comercial com o cliente; • Melhoria da rentabilidade da Frota Própria, beneficiando de um ano de preços de combustíveis mais estáveis. Após o termo do exercício, não ocorreram quaisquer factos relevantes dignos de menção. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA A Empresa fixou o seu Volume de Vendas nos 124 Milhões Euros, tendo se verificado um crescimento de 3,6% face a 2012. Salientamos o facto deste crescimento se ter verificado tanto na actividade do transporte (+0,5%) como de Logística (+9,8%), num período em que a economia da zona euro continuou em contracção provocando uma quebra generalizada do consumo, com especial destaque para a Península Ibérica. Apesar da difícil conjuntura económica verificada nos mercados onde a Empresa actua, que teve reflexos negativos na actividade de alguns clientes, a Empresa conseguiu reforçar a sua posição em clientes estruturais e conseguiu angariar novos negócios. Na Zona Euro continuou a assistir-se a uma contracção económica (-0,4% do PIB), embora se tenha verificado no último trimestre do ano uma tendência de inversão, perspectivandose uma progressiva recuperação da economia com previsão de taxas de crescimento do PIB de 1% em 2014 e de 1,4% em 2015. Apesar da quebra de actividade de alguns clientes estruturais à Empresa, e da necessidade crescente destes em reduzir custos, a Empresa manteve uma carteira de clientes sólida, em que o domínio dos processos logísticos e de transporte, foram determinantes para manter a qualidade do serviço prestado, com os clientes a reconhecerem esse factor como diferenciador. O EBITDA fixou-se nos 4.031 Mil Euros, que corresponde a 3,2% sobre o Volume de Vendas da Empresa. O comportamento deste indicador foi bastante penalizado pelo aumento do peso dos gastos com subcontratação de serviços de transporte na estrutura de custos da Empresa em mais 3,9 p.p. Pela positiva, verificou-se uma redução do peso da rubrica de gastos com pessoal em relação às vendas e prestações de serviços, o qual teve uma variação de menos 2,6 p.p. Os gastos com combustível também reduziram o seu peso em 2,1 p.p., em grande parte devido à redução da frota própria. A Empresa atingiu um Resultado Líquido negativo de 1.515 Mil Euros, resultante não só de um pior desempenho económico face aos anos anteriores, mas também devido ao desreconhecimento de Activos por Impostos Diferidos no valor de 797 Mil Euros referentes ao efeito da alteração da taxa EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 118 do IRC de 25% para 23% e a prejuízos fiscais que Empresa não espera recuperar. As mais-valias liquidas obtidas com a alienação de viaturas no montante de 631 Mil Euros, tiveram como principal objectivo a redução da frota própria. O ano de 2014 é encarado pela Empresa, com um sentimento de alguma incerteza pelo facto das condições económicas serem adversas, de os clientes perspectivarem um reduzido crescimento da actividade, dos volumes de transportadores no mercado estarem a diminuir podendo reduzir a base de subcontratação e como não poderia deixar de ser, da imprevisibilidade face à evolução dos preços do combustível. Por outro lado, a LSLI acredita que as medidas estruturais definidas em 2013 terão efeitos continuados em 2014 e ajudarão a superar as dificuldades. O Investimento realizado no ano, muito inferior ao verificado em anos anteriores, atingiu o valor de 1.206 Mil Euros, sendo 80% desse valor referente à actividade Logística. Relativamente às perspectivas para o exercício de 2014 destacamos o seguinte: No Negócio Logístico: O baixo nível de investimento tem permitido uma importante redução do endividamento bancário e à manutenção de um bom rácio de Autonomia Financeira que, em 2013, ascendeu a 29%, evidenciando uma boa robustez financeira da Empresa. PERSPECTIVAS PARA 2014 As actuais projecções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação moderada da actividade no período 2014-2015, após uma contracção acumulada de cerca de 6% no período 2011-2013. Perspectiva-se uma progressiva recuperação da procura interna. O processo de consolidação orçamental, a desalavancagem do sector privado e a manutenção das condições desfavoráveis do mercado de trabalho continuarão no entanto a condicionar a evolução do consumo público e privado. As exportações deverão manter um crescimento forte, suportado pela recuperação da procura externa, embora a um ritmo inferior ao observado no período anterior à crise financeira. Este negócio tem objectivos ambiciosos para 2014 cujos eixos fundamentais são os seguintes: • Grande orientação para manutenção de elevado domínio e qualidade nos processos logísticos, de forma a assegurar a manutenção de elevados níveis de serviço aos clientes actuais, e capacidade para continuar a integrar novos negócios e actividades; • Enfoque no projecto de melhoria da gestão da produção das operações internas, cujo objectivo é assegurar níveis de excelência na qualidade e produtividade do serviço prestado; • Grande atenção aos clientes e ao mercado, devendo ser dada prioridade ao crescimento de negócio com a conquista de novos clientes, seja nos segmentos actuais ou em novos segmentos de mercado; • Objectivo global de fidelização dos clientes seja por Nível de Serviço prestado ou por um maior leque de serviços prestados o que implica maior dependência; • Aposta definitiva na diversificação para novos serviços e novos segmentos; As actuais projecções do Banco de Portugal confirmam as perspectivas de recuperação gradual da economia portuguesa. A partir do final de 2013, a economia deverá registar taxas de variação homólogas do PIB positivas. Em 2014-2015, o crescimento da economia portuguesa tenderá a aproximarse dos valores actualmente projectados para o conjunto da área do Euro. Esta evolução favorável deverá assentar na robustez das exportações de bens e serviços e na aceleração da procura interna, com destaque para o investimento empresarial. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS • Reforço da equipa de Gestão para fazer face à aposta na Logística Promocional e em novos segmentos; • Enfoque das Direcções de Inovação e Processos na intervenção a nível operativo; • Manter o investimento no desenvolvimento de tecnologias de informação que suportem um domínio estruturado de todos os processos logísticos, e permitam ter mais e melhor informação de gestão. Neste contexto deve referir-se: EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 119 Conclusão do projecto de desenvolvimento de uma aplicação para gerir a actividade de CoPacking; • Desenvolver e consolidar actividades ligadas à “Economia do Mar”, que têm tido bom acolhimento nos mercados de importação e exportação para a Europa; Aposta continuada na implementação da Rádio Frequência em todas as operações; • Desenhar o serviço de cargas fraccionadas mediante operações em regime de “MilkRun”; Introdução de novos módulos de informação de gestão na ferramenta de Business Inteligence (Produtividade Individual, Gestão Frota, Indicadores RH); • Renovação de parte significativa da frota; POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS Diversos projectos no âmbito da facturação, nomeadamente, Facturação electrónica a clientes; • Construção de um novo armazém em Leixões, que servirá como um polo central de todas as operações na região norte de Portugal. No Negócio do Transporte: A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. • A nível do mercado a aposta é o crescimento das vendas, sobretudo nos mercados internacionais e no inter-regional; A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. • Continuar a racionalizar as estruturas administrativas e a efectuar trabalhos de melhoria de processos internos com visibilidade na redução de custos; Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. • Conclusão da última fase do projecto GO Inter com impacto em toda a forma de gerir, quer na actividade inter-regional, quer nas restantes actividades, nomeadamente a local; • Aproveitar a receptividade dos Clientes para aceitar melhores condições a troco de optimização de recursos. • Criação da Direcção de Business Development (BD) com o objectivo de dar maior vitalidade à área comercial na península ibérica; ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração José Luís Soares Simões Leonel Fernando Soares Simões Jorge Manuel Soares Simões Maria Celeste Morgado Venancio dos SantosVogal Presidente/Admin. Delegado Vogal Vogal Vogal Mesa da Assembleia Geral • Elevar o modelo de gestão de fábricas, prossecução de novos sectores e serviços, quer de forma isolada, ou ao abrigo de projectos de clientes comuns; • Focalização em segmentos complementares às bebidas, de forma a suavizar os picos de actividade operacional, como por exemplo: vestuário, calçado e cargas contentorizadas; Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Fiscal Único PricewaterhouseCoopers & Associados SROC, Lda Efectivo José Manuel Henriques Bernardo Suplente 120 • Abordagens ao mercado do Transporte de resíduos; Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Presidente Secretária EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. APLICAÇÃO DE RESULTADOS A Empresa Luís Simões Logística Integrada, S.A., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos negativos no valor de 1.515.348,62 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Resultados Transitados 1.515.348,62 Moninhos, 26 de Março de 2014 José Luís Soares Simões Presidente Leonel Fernando Soares Simões Vogal Jorge Manuel Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos Vogal 121 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO (Euros) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 7 18 230 628,11 21 415 029,20 Activos intangíveis 6 1 017 993,27 1 099 518,69 Participações financeiras - outros métodos 15 10 297,26 10 297,26 Outros activos financeiros 15 19,55 - Activos por impostos diferidos 14 715 168,07 1 814 126,82 19 974 106,26 24 338 971,97 ACTIVO CORRENTE Inventários 9.1 231 238,55 280 288,42 Clientes 15 27 152 837,62 25 811 623,79 Adiantamentos a fornecedores 15 Estado e outros entes públicos 18.4 Accionistas / sócios Outras contas a receber Diferimentos 266 391,39 212 290,36 2 912 653,17 2 072 714,69 15 414 398,92 2 557 171,91 15 3 380 437,02 2 163 702,01 225 962,23 362 988,54 18.1 Caixa e depósitos bancários 4 e 15 Total do activo 2 409,92 41 536,95 34 586 328,82 33 502 316,66 54 560 435,08 57 841 288,63 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 15 11 000 000,00 11 000 000,00 Outros instrumentos de capital próprio 15 3 103 900,00 3 103 900,00 Reservas legais 18.2 996 654,01 968 565,08 Outras reservas 18.2 1 167 367,95 1 167 367,95 Resultados transitados 18.2 935 827,13 374 138,46 Excedentes de revalorização 18.2 230,44 726,91 - 27 502,48 Resultado líquido do período 17 203 979,53 16 642 200,88 Total do capital próprio (1 515 348,62) 561 778,65 Outras variações no capital próprio Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 122 15 688 630,91 17 203 979,53 PASSIVO PASSIVO NÃO CORRENTE Provisões 11 243 258,99 133 466,22 Financiamentos obtidos 15 5 915 391,11 8 408 094,99 Passivos por impostos diferidos 14 9 874,85 16 650,92 6 168 524,95 8 558 212,13 20 478 661,03 17 225 469,69 857 994,59 935 833,85 15 5 940 400,28 7 292 653,79 15 5 351 649,07 6 505 510,46 74 574,25 119 629,18 Total do passivo 32 703 279,22 32 079 096,97 Total do capital próprio e do passivo 38 871 804,17 40 637 309,10 54 560 435,08 57 841 288,63 PASSIVO CORRENTE Fornecedores Estado e outros entes publicos 15 Financiamentos obtidos 18.4 Outras contas a pagar Diferimentos 18.1 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves A Administração José Luís Soares Simões -Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 123 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Vendas e serviços prestados 10 Datas 2013 2012 124 482 805,07 120 118 709,30 Subsídios à exploração 12 28 838,01 - Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 9.2 (12 298 994,10) (12 692 921,80) Fornecimentos e serviços externos 18.5 (99 727 706,07) (91 961 281,86) Gastos com o pessoal 16 (20 648 547,22) (23 012 134,57) Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) 15 (692 471,28) (920 667,39) Provisões (aumentos / reduções) 11 Outros rendimentos e ganhos 18.6 Outros gastos e perdas 18.7 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 19.8 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) (109 792,77) (57 170,54) 13 590 019,84 15 179 658,66 (593 505,09) (875 629,11) 4 030 646,39 5 778 562,69 (4.269.053,33) (6.565.247,23) (180 958,02) 1 509 509,36 Juros e rendimentos similares obtidos 18.9 9 817,92 72 456,93 Juros e gastos similares suportados 18.10 (666 424,76) (827 681,09) (837 564,86) 754 285,20 (677 783,76) (192 506,55) (1 515 348,62) 561 778,65 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 14 Resultado líquido do período As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. A Administração José Luís Soares Simões -Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 124 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes 160 639 478,66 159 625 987,25 (138 261 545,81) (131 712 366,10) (13 743 781,79) (16 343 119,09) 8 634 151,06 11 570 502,06 126 574,16 6 088,91 (4 817 840,43) (4 478 154,62) 3 942 884,79 7 098 436,35 Activos fixos tangíveis (741 956,00) (2 100 958,14) Activos intangíveis (300 849,38) (65 466,01) (57 323 618,08) - 162 489,78 2 539 829,26 Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Outros activos Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis Outros activos Subsídios ao investimento Juros e rendimentos similares 23 420 301,87 - - 1 219 503,97 72 456,93 - (34 711 174,88) 1 592 909,08 82 992 509,84 103 752 357,78 - 40 097,29 Financiamentos obtidos (45 989 500,59) (103 252 438,65) Juros e gastos similares (466 871,96) (994 007,64) - (317 763,00) (6 148 168,35) (7 215 657,57) 30 387 968,94 (7 987 411,79) (380 321,15) 703 933,64 Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Juros e rendimentos similares Pagamentos respeitantes a: Dividendos Outras operações de financiamento Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) Caixa e seus equivalentes no início do período 4 16 179,56 (687 754,08) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 (364 141,59) 16 179,56 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal| Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 125 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO Período de 2012 (Euros) Outras Outros Capital instrumentos Reservas Outras Resultados Excedentes de variações Resultado líquido Dividendos realizado de capital legais reservas transitados revalorização no capital do período antecipados próprio próprio Posição no início do período 2012 Alterações no período: Total 11 000 000,00 3 103 900,00 905 012,41 1 167 367,95 (516 095,79) 1 223,38 27 502,48 1 271 053,45 - 16 959 963,88 - - - - 496,47 (496,47) - - - - 11 000 000,00 3 103 900,00 905 012,41 1 167 367,95 (515 599,32) 726,91 27 502,48 1 271 053,45 - 16 959 963,88 561 778,65 - 561 778,65 1 832 832,10 - 17 521 742,53 (1 271 053,45) - - Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Resultado líquido do período Resultado integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - - 63 552,67 - 1 207 500,78 - - Outras operações Distribuição de Dividendos Posição no fim do período 2012 - - - - (317 763,00) - - - - (317 763,00) - - 63 552,67 - 889 737,78 - - (1 271 053,45) - (317 763,00) 11 000 000,00 3 103 900,00 968 565,08 1 167 367,95 374 138,46 726,91 27 502,48 561 778,65 - 17 203 979,53 126 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. Período de 2013 (Euros) Outros Capital Instrumentos de Realizado Posição no início do período 2013 Capital Próprio Reservas Outras Resultados Excedentes de Legais Reservas Transitados Revalorização Outras Resultado Variações no Líquido do Capital Próprio Período Dividendos Total antecipados 11 000 000,00 3 103 900,00 968 565,08 1 167 367,95 374 138,46 726,91 27 502,48 561 778,65 - 17 203 979,53 - - - - 496,47 (496,47) - - - - Alterações no período: Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Outras alterações reconhecidas no capital próprio Subsídios de Entidades Públicas - - - - 27 502,48 - (27 502,48) - - - 11 000 000,00 3 103 900,00 968 565,08 1 167 367,95 402 137,41 230,44 - 561 778,65 - 17 203 979,53 (1 515 348,62) - (1 515 348,62) (953 569,97) - 15 688 630,91 Resultado líquido do período Resultado integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do período 2013 - - 28 088,93 - 533 689,72 - - (561 778,65) - - - - 28 088,93 - 533 689,72 - - (561 778,65) - - 11 000 000,00 3 103 900,00 996 654,01 1 167 367,95 935 827,13 230,44 - (1 515 348,62) - 15 688 630,91 127 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. ANEXO 2 – Referencial contabilístico de preparação das Demonstrações Financeiras 1 – Identificação da Entidade 2.1. Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. (Informação em Euros) 1.1. Designação da entidade: A Empresa foi constituída em 26 de Novembro de 1968 com a denominação Social de Transportes Luis Simões, Lda, com o NIF 500 289 050. Em 1996 a Empresa foi transformada em sociedade anónima. Em 1 de Outubro de 2010, foi objecto de uma fusão por incorporação, com efeitos a 01 de Janeiro de 2010, sendo a sociedade incorporante das sociedades Transportes Reunidos, Lda e DLS - Distribuição Luis Simões, S.A., tendo também alterado a sua denominação social para LUIS SIMÕES LOGISTICA INTEGRADA, S.A. (adiante designada por “Empresa”). 1.2. Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na prestação de serviços de transporte rodoviário de mercadorias, operando numa lógica de gestão integrada de abordagem ao mercado ibérico de transportes, em conjunto com a empresa Luís Simões Logística Integrada, SA (Espanha); prestação de serviços integrados de logística (transporte, armazenagem, preparação de encomendas, controlo de inventários e distribuição, para além de outros serviços de valor acrescentado, tal, como, embalagem, etiquetagem, confecção de pack’s promocionais e “customização” de produtos) e restantes actividades auxiliares e complementares. 1.4. Designação da empresa-mãe: A empresa-mãe denomina-se LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e participa em 100% na Luís Simões Logística Integrada, S.A. 1.5. Sede da empresa-mãe: A empresa-mãe tem sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o Sistema de Normalização Contabilística requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.20. 2.2. Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3 – Principais políticas contabilísticas As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1- Conversão cambial Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 128 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/ transacções. 3.2 - Activos fixos tangíveis Os activos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para NCRF, e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. Os custos a suportar com o desmantelamento ou remoção de activos instalados em propriedade de terceiros serão considerados como parte do custo inicial dos respectivos activos quando se traduzam em montantes significativos. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Tipo de Bem 2013 Edifícios e Outras Construções 5,00 - 33,33 Equipamento básico 5,00 - 33,33 Equipamento de transporte 10,00 - 33,00 Equipamento administrativo 8,33 - 33,33 Outros Activos Fixos Tangíveis 10,00 - 33,00 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com depreciação é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/ Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado de entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo esperados dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente, afetando os resultados do período. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo sendo o ganho (ou a perda) reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente depreciados quando se encontram disponíveis para uso. 3.3 - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito, na rúbrica de juros e gastos similares suportados. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor de entre o período de vida útil do activo e o período da locação, ou quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 129 3.4 - Intangíveis Reconhecimento inicial O custo dos activos intangíveis adquiridos separadamente reflecte, em geral, os benefícios económicos futuros esperados e compreende: • O preço de compra, incluindo custos com direitos intelectuais e os impostos sobre as compras não reembolsáveis, após dedução dos descontos comerciais e abatimentos; e • Qualquer custo directamente atribuível à preparação do activo, para o seu uso pretendido. Reconhecimento subsequente A Empresa valoriza os seus activos intangíveis, após o reconhecimento inicial, pelo Modelo do Custo, conforme definido pela NCRF 6 – Activos Intangíveis, que define que um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo deduzido da amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. Amortização A Empresa determina a vida útil e o método de amortização dos activos intangíveis com base na estimativa de consumo dos benefícios económicos futuro associados ao activo. • Activos intangíveis com vida útil finita Os activos intangíveis com vida útil definida são amortizados numa base sistemática a partir da data em que se encontram disponíveis para uso, durante a vida útil estimada. As taxas de amortização resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos intangíveis mais significativos são conforme segue: Bem Programas de computador 2013 2012 16,66 - 33,33 16,66 - 33,33 3.5 - Imparidade de activos fixos Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de “Perdas por imparidade”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. O valor recuperável é o maior de entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Reversões de perdas por imparidade”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. As vidas úteis e método de amortização dos vários activos intangíveis são revistos anualmente. Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração dos resultados prospectivamente. 3.6 – Participações Financeiras – outros métodos A Empresa utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. A Empresa não tem activos intangíveis com vida útil indefinida. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 130 pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período. 3.7 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. 3.9 – Activos e Passivos financeiros Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.8 – Inventários Os inventários são registados ao custo de aquisição, sendo adoptado como método de custeio das saídas dos inventários o custo médio ponderado. Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram. Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 131 no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.10 – Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de caixa e depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes activos estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da caixa e depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos obtidos do Balanço. 3.11 – Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. Os créditos sobre clientes cedidos sem recurso i.e. em que no caso de não pagamento por parte dos Clientes a perda é assumida pela empresa de factoring são desreconhecidos do Balanço aquando do recebimento das quantias provenientes da empresa de factoring. Os gastos com juros relativos a financiamentos obtidos são registados na rubrica de gastos e perdas de financiamento em resultados do exercício. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 3.12 – Subsídios do Governo Os subsídios do Governo apenas são reconhecidos quando existe uma certeza razoável de que a Empresa irá cumprir com as condições de atribuição dos mesmos e de que os mesmos irão ser recebidos. Os subsídios do Governo associados à aquisição ou produção de activos não correntes (Subsídios ao Investimento) são inicialmente reconhecidos no capital próprio, sendo subsequentemente imputados numa base sistemática (proporcionalmente às amortizações dos activos subjacentes) como rendimentos do exercício durante as vidas úteis dos activos com os quais se relacionam. Outros subsídios do Governo (Subsídios à Exploração) são, de uma forma geral, reconhecidos como rendimentos de uma forma sistemática durante os períodos necessários para os balancear com os gastos que é suposto compensarem. Subsídios do Governo que têm por finalidade compensar perdas já incorridas ou que não têm custos futuros associados são reconhecidos como rendimentos do período em que se tornam recebíveis. Os apoios do Governo sob a forma de atribuição de financiamentos reembolsáveis a taxa bonificada, devem ser descontados na data do reconhecimento inicial, constituindo o valor do desconto o valor do subsídio a amortizar pelo período do financiamento 3.13 – Provisões São reconhecidas provisões apenas quando a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante dum acontecimento passado, é mais provável de que não que para a liquidação dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. O montante reconhecido das provisões consiste no valor presente da melhor estimativa na data de relato, dos recursos necessários para liquidar a obrigação. Tal estimativa é determinada tendo em consideração os riscos e incertezas associados à obrigação conhecidos e avaliados pela Gestão à data de relato. 3.14 – Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal, nas rubricas de Balanço “Outras contas a receber e a pagar” e “Diferimentos”. \ 3.15 – Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 132 com a venda. incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. 3.16 – Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos na rubrica “Juros e gastos similares suportados”. 3.17 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.18 – Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o código das sociedades Comerciais a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. b) Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos a accionistas é reconhecida como um passivo na data em que é aprovada pelos mesmos 3.19 – Matérias ambientais São reconhecidas provisões para matérias ambientais sempre que a Empresa tenha uma obrigação legal ou construtiva, como resultado de acontecimentos passados, relativamente à qual seja provável que uma saída de recursos se torne necessária para a liquidar e possa ser efectuada uma estimativa fiável do montante dessa obrigação. A Empresa incorre em dispêndios de carácter ambiental os quais, dependendo das suas características, estão a ser capitalizados ou reconhecidos como um custo nos resultados operacionais do período. Assim, os dispêndios com equipamentos e técnicas operativas que assegurem o cumprimento EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 133 da legislação e dos regulamentos aplicáveis, bem como a redução dos impactos ambientais para níveis que não excedam os correspondentes a uma aplicação viável das melhores tecnologias disponíveis desde as referentes à minimização do consumo energético, das emissões atmosféricas, da produção de resíduos e do ruído, são capitalizados quando se destinem a servir de modo duradouro a actividade da Empresa e se relacionem com benefícios económicos futuros, permitindo prolongar a vida útil, aumentar a capacidade ou melhorar a segurança ou eficiência de outros activos detidos pela Empresa. 3.20 – Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Luís Simões Logística Integrada, S.A. são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.20.1 - Activos fixos tangíveis e intangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação/ amortização a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações/ amortizações a reconhecer na demonstração dos resultados de cada exercício. Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Empresa dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.20.3 - Provisões A Empresa analisa de forma periódica eventuais obrigações que resultem de eventos passados e que devam ser objecto de reconhecimento e ou divulgação. A subjectividade inerente à determinação da probabilidade e montante de recursos necessários para o pagamento das obrigações poderá conduzir a ajustamentos dos valores registados, nomeadamente, no que se refere aos processos em curso e às contingências. 3.20.4 - Impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 3.20.5 – Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 3.20.2 – Perdas por imparidade de clientes e devedores A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. 134 Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 4 – Fluxos de Caixa 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas A rubrica de Caixa e depósitos bancários no Balanço decompõe-se da seguinte forma: 2013 Depósitos à Ordem Total de caixa e depósitos bancários 2012 2 409,92 41 536,95 2 409,92 41 536,95 Natureza do Natureza do relacionamento relacionamento (Serviços que presta) (Serviços que recebe) Financiamentos Financiamentos Serviços transporte e logística Serviços transporte e logística Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. Outras partes relacionadas: O saldo de Caixa e seus equivalentes a caixa constante na Demonstração de Fluxos de Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Caixa decompõe-se da seguinte forma: Reta, S.A. 2013 Depositos à Ordem Total de caixa e depósitos bancários Descobertos Bancários Total de caixa e seus equivalente a caixa Aluguer semi reboques; Serviços de manutenção 2012 LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 2 409,92 41 536,95 2 409,92 41 536,95 (366 551,51) (25 357,39) (364 141,59) 16 179,56 Serviços de Administração; Serviços Técnicos, Administrativos e de Gestão Diagonal - Correctores de Seguros, SA. Cedência gasóleo Cedência gasóleo; Seguros Cedência gasóleo; Patrimundus, S.A. n/a n/a Solmoninhos, S.A. n/a n/a Pessoal chave da gestão n/a n/a 5 – Partes Relacionadas Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras são considerados como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e elementos chave na Gestão das mesmas. 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida em 100% pela entidade LS – Luís Simões, SGPS, S.A. sendo as suas demonstrações financeiras consolidadas na referida entidade. 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, não existiram remunerações atribuídas pela empresa ao pessoal chave da gestão. O Conselho de Administração da Empresa e a Direcção de Serviços Partilhados foram considerados, de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da gestão. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 135 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Fornecimentos e serviços Vendas e serviços prestados Outros rendimentos e ganhos externos Outros gastos e perdas Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. 2012 - - - - 2013 - - - - 2012 23 490 429,84 1 810 794,41 1 343 069,02 - 2013 22 570 599,87 3 123 117,04 869 968,31 - 2012 77 172,00 2 384 137,59 325 313,90 141 712,37 2013 74 652,00 2 790 507,52 305 681,49 115 184,42 2012 63 252,00 6 157 745,70 21 722,76 - 2013 66 852,00 6 531 888,38 22 114,27 - 2012 - - 4 149,59 - 2013 - - 4 523,85 - Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Ano Clientes Outras contas a receber Formecedores Outras contas a pagar Acionistas Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. 2012 - 72 456,93 - 34 034,23 2 557 171,91 2013 - 9 817,92 - 85 857,58 414 398,92 2012 175 560,42 378 811,77 52 256,72 62 257,11 - 2013 574 970,17 1 672 003,43 430 445,27 216 023,88 - 2012 88 397,88 - 201 518,03 64 064,00 - 2013 57 963,37 - 199 165,45 127 623,96 - Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. 2012 13 130,07 131 150,68 177 014,47 - - 2013 12 503,64 - 292 946,73 - - 2012 118,99 - 2 200,55 - - 2013 1 005,16 - - - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 136 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: como dos rendimentos e gastosFinanciamentos de juros sãoa os indicados no quadro seguinte: Ano Rendimentos de Juros Pagar Gastos de Juros Empresa-mãe: 2013 3 169 095,29 72 456,93 9 817,92 Activos intangíveis em curso Total Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas 2012 Luís Simões SPGS, S.A. Programas computador 2 636 553,33 50 628,00 2 687 181,33 (1 652 694,01) - (1 652 694,01) 983 859,32 50 628,00 1 034 487,32 36 576,71 Quantias líquidas escrituradas 85 857,88 Adições 58 364,30 313 651,25 372 015,55 Transferências 14 328,00 (14 328,00) - Amortizações (306 984,18) - (306 984,18) 6 – Activos Intangíveis 6.1 — Divulgações para cada classe de activos intangíveis, distinguindo entre os activos intangíveis gerados internamente e outros activos intangíveis: Todos os Activos Intangíveis da Empresa têm vida útil finita. A Empresa não possui no seu património Activos intangíveis com vida útil indefinida. Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas 2 709 245,63 349 951,25 3 059 196,88 (1 959 678,19) - (1 959 678,19) Quantias líquidas escrituradas 749 567,44 349 951,25 1 099 518,69 Adições 241 182,59 2 367,17 243 549,76 Transferências 349 951,25 (349 951,25) - Amortizações (325 075,18) - (325 075,18) 3 300 379,47 2 367,17 3 302 746,64 (2 284 753,37) - (2 284 753,37) 1 015 626,10 2 367,17 1 017 993,27 Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 6.2 —Activos Intangíveis com titularidade restringida, e dados como garantias de passivos Os Programas de Computador não são propriedade da empresa, a qual se limita a ter os respectivos direitos de uso nos termos do contrato celebrado com o fornecedor. Não existem activos intangíveis dados como garantias de passivos. 6.3 — Compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis. Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos intangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 137 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 7 – Activos Fixos Tangíveis Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: “Edifícios e outras construções” Equipamento Equipamento de Equipamento Outros activos Activos fixos tan- básico transporte administrativo fixos tangíveis gíveis em curso Totais Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas 1 150 183,85 44 256 706,79 452 459,50 3 538 544,31 454 552,81 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas 328 394,57 50 180 841,83 (703 617,88) (21 477 676,78) (188 567,37) (2 881 966,44) (251 243,42) - (25 503 071,89) Quantias líquidas escrituradas 446 565,97 22 779 030,01 263 892,13 656 577,87 203 309,39 328 394,57 24 677 769,94 Adições 126 667,93 830 725,28 - 281 651,95 958,24 4 424,66 1 244 428,06 - 305 250,57 - 624,00 - (305 874,57) - - (2 820 286,28) - - - (9 600,00) (2 829 886,28) - 2 284 786,64 - - - - 2 284 786,64 (110 044,76) (3 394 606,13) (75 296,40) (329 863,41) (52 258,45) - (3 962 069,15) Transferências Alienações, sinistros e abates - Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Depreciações Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas 1 276 851,78 42 572 396,36 452 459,50 3 820 820,26 455 511,05 17 344,66 48 595 383,61 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas (813 662,64) (22 587 496,27) (263 863,77) (3 211 829,85) (303 501,87) - (27 180 354,41) Quantias líquidas escrituradas 463 189,14 19 984 900,09 188 595,73 608 990,41 152 009,18 17 344,66 21 415 029,20 Adições 149 683,01 635 171,25 - 146 632,87 22 825,27 8 195,00 962 507,40 4 420,00 12 920,00 - - - (17 340,00) - Quantias brutas escrituradas - (2 073 535,65) - (895,00) - (4,66) (2 074 435,31) Amortizações e perdas por imparidade acumuladas - 1 813 375,68 - 680,36 - - 1 814 056,04 (109 271,61) (3 400 794,28) (75 296,40) (247 905,13) (53 261,81) - (3 886 529,23) Quantias brutas escrituradas 1 430 954,79 41 146 951,96 452 459,50 3 966 558,13 478 336,32 8 195,00 47 483 455,70 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas (922 934,25) (24 174 914,87) (339 160,17) (3 459 054,62) (356 763,68) - (29 252 827,60) 508 020,54 16 972 037,09 113 299,33 507 503,51 121 572,64 8 195,00 18 230 628,11 Transferências Alienações, sinistros e abates Depreciações Valores em 31.12.2013 Quantias líquidas escrituradas 138 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 7.1 —Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos, nem hipotecas sobre Terrenos e os Edifícios que sejam propriedade da Empresa nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012. 7.2 — Dispêndios reconhecidos na quantia escriturada de cada um dos seguintes itens do activo fixo tangível no decurso da sua construção A quantia de dispêndios reconhecida no activo fixo tangível em curso decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: 2013 Viaturas em Preparação Obras em instalações 2012 7 620,00 12 924,66 575,00 4 419,99 8 195,00 17 344,65 7.3 — Quantia incluída nos resultados, relativa a compensação de terceiros por itens do activo fixo tangível com imparidade, perdidos ou cedidos Durante o exercício de 2013, foi reconhecido nos resultados o valor de 68.904,74 Euros (25.069,00 Euros em 2012) relativo a indemnizações a receber de seguradoras relativas a sinistros por perda total de viatura. 7.4 — Compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis. b) Pagamentos mínimos futuros da locação e o seu valor presente Os pagamentos mínimos das locações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 2013 Até 1 ano 2012 Pagamentos Valor Presente de Pagamentos Valor Presente Minimos Pagamentos Minimos de Pagamentos 4.313.763,60 4.157.182,14 4.969.349,16 4.767.296,36 753.279,95 746.295,79 5.239.967,13 4.991.428,37 - - - - 5.067.043,56 4.903.477,93 10.209.316,29 9.758.724,73 Encargos financeiros (163.565,63) n/a (450.591,56) n/a Valor presente dos pagamentos mínimos 4.903.477,93 4.903.477,93 9.758.724,73 9.758.724,73 Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos Total dos pagamentos minimos c) Descrição geral dos acordos de locação significativos: A Empresa tem contratos de locação para diversos itens de equipamento básico de transporte (incluindo tractores e semi reboques) e de equipamento básico de armazém (estantaria e equipamento armazém automático do Futuro). Apresenta ainda um contrato de locação para aquisição de software, registado em activos intangíveis. Os contratos referidos não prevêem rendas contingentes e incluem opção de compra. 8 – Locações Locações financeiras a) Quantia escriturada líquida à data do balanço A quantia escriturada líquida dos bens em regime de locação financeira à data de balanço, para cada categoria de activo, é a constante do quadro seguinte: 2013 2012 Activos Fixos Tangíveis 13 230 436,30 15 973 675,53 Equipamento básico 13 230 436,30 15 973 675,53 Activos Intangíveis 304 304,00 470 071,04 Programas de Computador 304 304,00 470 071,04 13 534 740,30 16 443 746,57 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 139 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. Locações operacionais As matérias-primas correspondem a combustível para abastecimento das viaturas próprias e cedência a subcontratados. a) Pagamentos mínimos futuros Os futuros pagamentos mínimos das locações operacionais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 2013 Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Até 1 ano 1 ano e A mais de 5 anos 5 anos 9.2 – Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as quantias de inventários reconhecidas como gasto foram as seguintes: MP, subsid. 5 594 303,92 5 651 479,64 658 211,64 - Alugueres de Viaturas Ligeiras 167 294,80 138 268,76 135 987,84 - Alugueres de Viaturas Pesadas 1 106 054,37 341 040,00 777 630,00 - 950 559,63 810 987,46 1 173 475,14 - 7 818 212,72 6 941 775,86 2 745 304,62 - Empilhadores Não existem imparidades registadas relativas a estes activos. 2012 e de consumo Inventários em 1 de Janeiro de 2012 Compras Regularizações de inventários Inventários em 31 de Dezembro de 2012 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Total 256 352,34 256 352,34 12 790 738,70 12 790 738,70 73 880,82 73 880,82 280 288,42 280 288,42 12 692 921,80 12 692 921,80 280 288,42 280 288,42 12 308 341,15 12 308 341,15 58 396,92 58 396,92 231 238,55 231 238,55 12 298 994,10 12 298 994,10 Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Até 1 ano 1 ano e A mais de 5 anos 5 anos Inventários em 1 de Janeiro de 2013 Compras 5 481 535,64 4 625 580,70 1 357 515,00 - Alugueres de Viaturas Ligeiras 171 238,25 147 551,02 211 419,78 - Alugueres de Viaturas Pesadas 117 600,00 235 200,00 823 200,00 - Empilhadores 882 941,72 748 779,14 1 601 801,34 - 6 653 315,61 5 757 110,86 3 993 936,12 - Regularizações de inventários Inventários em 31 de Dezembro de 2013 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 9 – Inventários 9.1 – Quantia total escriturada de inventários Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os inventários da Empresa eram detalhados conforme se segue: 2013 Matérias-Primas, subsidiárias e de consumo 2012 231 238,55 280 288,42 231 238,55 280 288,42 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 140 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 10 – Rédito Provisões para conforme se segue: A 1 de Janeiro de 2012 2013 2012 Prestação de Serviços 124 482 805,07 120 118 709,30 124 482 805,07 120 118 709,30 124 482 805,07 120 118 709,30 Total provisões em curso O rédito reconhecido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é detalhado Serviços Outras processos judiciais 69 542,10 102 933,58 172 475,68 Utilizações no ano (70 480,00) (25 700,00) (96 180,00) Reversões do ano (10 895,94) (77 233,58) (88 129,52) Aumentos do ano 145 300,06 - 145 300,06 A 31 de Dezembro de 2012 133 466,22 - 133 466,22 A 1 de Janeiro de 2013 133 466,22 - 133 466,22 A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, Reversões do ano (4 528,98) - (4 528,98) por negócio e por mercados geográficos, é a seguinte: Aumentos do ano 114 321,75 - 114 321,75 243 258,99 - 243 258,99 2013 2012 Logística 44 193 425,46 40 261 962,36 Transportes 80 289 379,61 79 856 746,94 124 482 805,07 120 118 709,30 2013 2012 Mercado Interno 97 272 726,19 91 194 809,00 Mercado Externo 27 210 078,88 28 923 900,30 124 482 805,07 120 118 709,30 Os valores indicados nos quadros acima incluem o montante de 22.712.103,87 Euros em 2013 e de 23.630.853,84 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 11 – Provisões, passivos contingentes e activos contingentes A 31 de Dezembro de 2013 12 – Subsídios e Apoios do Governo A natureza e extensão dos subsídios do Governo reconhecidos nas demonstrações financeiras encontram-se descriminadas no quadro seguinte: 2013 Subsídios do Estado 28 838,01 - 28 838,01 - O subsídio de exploração recebido durante o ano de 2013, corresponde a nove estágios profissionais. 13 – Acontecimentos após a data do balanço Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na nota 3.20.5. 11.1 - Provisões O movimento ocorrido na rubrica de provisões durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, encontra-se reflectido no quadro seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 141 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 14 – Impostos sobre o rendimento 14.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. a) Gasto (rendimento) por impostos O Gasto (rendimento) por impostos no período é o indicado no quadro seguinte: Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. As empresas do Grupo, encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A., pelo que os impostos apurados individualmente estão reflectidos no saldo da accionista incluído na rubrica de Accionistas/Sócios. O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que, eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos, não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. 2013 Imposto Corrente IRC do ano 52 809,86 60 201,14 52 809,86 60 201,14 624 973,90 132 305,41 624 973,90 132 305,41 677 783,76 192 506,55 Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias b) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias Para os exercícios de 2013 e subsequentes, foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou para doze períodos de tributação (este prazo é de cinco anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011 e de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução dos PFR passou a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados (em 2013 este limite é de 75%). Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 142 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro seguinte: 2013 2012 Activos por imposto diferidos: Prejuízos fiscais 329.877,96 Provisões e ajustamentos 253.437,00 74 414,99 8 297,42 19 760,59 40 137,59 37 320,93 631.749,97 142 619,42 (6.693,33) (10 261,47) (82,74) (52,54) (6.776,07) (10 314,01) 624.973,90 132 305,41 Leaseback Ajustamentos transição SNC 11 122,91 Passivos por impostos diferidos: Leaseback Reservas de reavaliação realizadas no período c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto por impostos diferidos sofreu um impacto de 53.287,85 euros. d) Gasto por impostos diferidos provenientes de uma redução, ou reversão de uma diminuição anterior, de um activo por impostos diferidos O efeito no Gasto por Impostos Diferidos de ajustamentos em contas de Impostos Diferidos Activos é o indicado no quadro seguinte:: 2013 Ajustamentos decorrentes da redução na expectativa de recuperabilidade do activo Reversão de Ajustamentos e Provisões anteriores Mais Valias resultantes do Leaseback Prejuízos fiscais utilizados no exercício Ajustamentos transição SNC 2012 797.086,74 344.447,51 418.862,50 8.297,42 19.760,59 - 217.527,39 40.137,59 37.320,93 1.189.969,26 693.471,41 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 143 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 14.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Base de Imposto 2013 Resultado antes de impostos (837.564,86) Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Taxa de Imposto 2012 2013 2012 754.285,20 26,50% 26,50% (221.954,69) 199.885,58 1.299.801,94 1.477.679,64 26,50% 26,50% 0,00% 1,97% Proveitos não tributáveis Reversão de perdas de imparidade tributadas em anos anteriores Reversão de provisões tributadas em anos anteriores Mais Valias Contabilísticas Benefícios Fiscais Variações patrimoniais negativas - 102.933,58 637.836,64 683.191,64 18.198,46 407.596,78 140.833,68 140.833,68 2.096.670,72 2.812.235,32 22.539,02 38.921,11 Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Reintegrações e amortizações não aceites como custos Donativos IRC e outros impostos incidentes sobre os lucros Multas, coimas e juros compensatórios Encargos não devidamente documentados 3.140,50 922,50 - 19.629,08 35.835,35 37.122,43 210,85 192,72 Mais Valias Fiscais 590.531,05 577.121,06 Registo de perdas de imparidade 371.471,48 1.299.801,94 - 98.358,93 Correcções relativas a exercicios anteriores Outros 41.672,22 45.203,00 1.065.400,47 2.117.272,77 (1.868.835,11) 59.322,65 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% IRC Calculado - 14.830,66 Derrama - 889,84 Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama Tributação autónoma Utilização de perdas fiscais Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento do período Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 52.809,86 55.603,55 - (11.122,91) 624.973,90 132.305,41 677.783,76 177.675,89 (80,92%) 23,56% 677.783,76 192.506,55 (80,92%) 23,56% EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 144 14.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 14.4 — Quantia (e a data de extinção, se houver) de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço. A quantia e a data de extinção de diferenças temporárias dedutíveis, prejuízos fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço são as indicadas no quadro seguinte: Data de extinção 2013 14.5 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: Balanço 2013 2013 2012 Activos por impostos diferidos Diferenças temporárias: Ajustamentos referentes a produtos derivados 34.504,25 74.641,84 (40.137,59) (37.320,93) 2.071.476,61 1.604.267,83 467.208,78 - (1.481.822,90) (217.527,37) (1.264.295,52) (217.527,37) 589.653,71 1.386.740,46 (797.086,74) (217.527,37) 1.231.088,16 1.140.077,65 91.010,51 344.447,51 (1.140.078,06) (795.630,55) (344.447,51) (418.862,50) 91.010,10 344.447,10 (253.4737,00) (74.414,99) Outras 2012 Prejuízos Fiscais - Constituições(*) Prejuízos fiscais que a empresa considera não recuperáveis Prejuízos Fiscais - Utilização (*) Prejuízos Fiscais 2008 2014 1.407.870,27 - Prejuízos Fiscais 2008 2015 1.575.379,73 - 2.983.250,00 - SIFIDE 2007 2013 - 164.980,38 SIFIDE 2008 2014 791.415,83 791.415,83 791.415,83 Dem. Resultados 2012 Provisões não aceites fiscalmente: Constituição de provisões não aceites fiscalmente Reversão de Provisões não aceites fiscalmente Relocação Financeira 956.396,21 - 8.297,42 (8.297,42) (19.760,59) 715.168,07 1.814.126,82 (1.098.958,75) (349.023,88) 715.168,07 1.814.126,82 (1.098.958,75) (349.023,88) (*) Parte destes valores não foram reconhecidos em resultados porque foram utilizados no Regime Especial de Tributação do Grupo de Sociedades (RETGS). Balanço 2013 Dem. Resultados 2012 2013 2012 9.470,68 16.164,01 (6.693,33) (10.261,47) 404,17 486,91 (82,74) (52,63) 9.874,85 16.650,92 (6.776,07) (10.314,10) Passivos por impostos diferidos Diferenças temporárias: Relocação Financeira-Amortizações não aceites Outras Revalorização de activos fixos tangíveis Transitadas do POC À data de 31 de Dezembro de 2013, o montante dos prejuízos fiscais por deduzir e os anos limite para a sua dedução são os seguintes: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 145 31 de Dezembro 2013 Prejuízo Fiscal Ano Limite para dedução 2009 1.114.144,98 2015 2010 - 2014 2011 1.449.567,08 2015 2012 - 2016 2.563.712,06 15 – Instrumentos financeiros 15.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Activos 2013 2012 Não Corrente Participações financeiras - Outros métodos - Outras empresas 10 297,26 10 297,26 19,55 - 27 152 837,62 25 811 623,79 Adiantamentos a fornecedores 266 391,39 212 290,36 Accionistas 414 398,92 2 557 171,91 3 380 437,02 2 163 702,01 2 409,92 41 536,95 31 226 791,68 30 796 622,28 Outros activos financeiros Corrente Clientes Outras contas a receber Caixa e bancos Passivos 2013 2012 Não Corrente Financiamentos obtidos 5 915 391,11 8 408 094,99 20 478 661,03 17 225 469,69 Financiamentos obtidos 5 940 400,28 7 292 653,79 Outras contas a pagar 5 351 649,07 6 505 510,46 37 686 101,49 39 431 728,93 Corrente Fornecedores Instrumentos de Capital Capital 2013 11 000 000,00 11 000 000,00 3 103 900,00 3 103 900,00 14 103 900,00 14 103 900,00 Outros instrumentos de capital Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 146 15.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 2013 15.4 – Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo ou ao custo amortizado são os indicados no quadro seguinte: 2012 2013 Participações financeiras - outros métodos Participações de capital em empresas não cotadas 10.297,26 10.297,26 Outros activos financeiros Financiamentos - Não correntes Empréstimos bancários 2 000 000,03 3 416 666,62 746 295,79 4 991 428,37 3 169 095,29 - 922 557,45 432 989,77 19 556 103,58 16 792 479,92 Empréstimos bancários 1 416 666,63 2 500 000,04 Descobertos bancários 366 551,51 25 357,39 4 157 182,14 4 767 296,36 - - Locações Financeiras Fundo de Compensação Trabalho (FCT) 19,55 - 2012 Participantes de Capital Fornecedores Cliente c/C Fornecedores - entidades relacionadas (Nota 5.3) Clientes - entidades relacionadas (Nota 5.3) 646.442,34 277.207,36 26.506.395,28 25.534.416,43 Adiantamentos a fornecedores 266.391,39 212.290,36 Accionistas (Nota 5.3) 414.398,92 2.557.171,91 Clientes - outras entidades Outras contas a receber - Corrente Fornecedores - outras entidades Adiantamento de clientes Accionistas Financiamentos obtidos - Correntes Locações Financeiras Devedores por acréscimo de rendimentos Entidades relacionadas (Nota 5.3) 1.681.821,35 582.419,38 882.375,27 281.984,26 10.671,84 5.999,08 805.568,56 1.293.299,29 Outras entidades Pessoal Outros devedores Participantes de Capital De outras Entidades Factoring Outras contas a pagar - Correntes Fornecedores de Investimentos 48 023,76 58 932,46 2 278 155,34 2 364 458,46 197 124,28 200 193,00 216 025,71 62 257,11 1 408 299,09 1 861 115,90 21 139,44 21 226,86 Entidades relacionadas (Nota 5) 213 479,71 98 098,23 Outras entidades 969 401,74 1 839 228,44 37 686 101,49 39 431 728,93 Acréscimo para férias e sub. férias Caixa e depósitos bancários Prémios e ajudas de custo Outros depósitos bancários 2.409,92 41.536,95 31.226.791,68 30.796.622,28 Acréscimo subcontratação Entidades relacionadas Outras entidades 15.3 – Activos financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade Os Activos Financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade encontram-se descritos no quadro seguinte: 2013 2012 Acréscimo cobertura diesel Pessoal Outras contas a pagar Clientes Quantia bruta 30.116.997,71 28.714.408,76 Imparidade acumulada (2.964.160,09) (2.902.784,97) Quantia escriturada líquida 27.152.837,62 25.811.623,79 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS O contrato de factoring celebrado pela Empresa é sem recurso e apresenta um limite máximo de 8.000.000 Euros. EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 147 15.6 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 2013 Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 2012 Empréstimos bancários Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos 2 000 000,03 3 416 666,62 - - 2 000 000,03 3 416 666,62 Locações Financeiras Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos 2013 Rendimentos A mais de 5 anos Gastos Rendimentos Gastos Activos financeiros ao custo: 746 295,79 4 991 428,37 - - 746 295,79 4 991 428,37 Juros Perdas por imparidade Reversões de Perdas por Imparidade Participantes de Capital Entre 1 ano e 5 anos 2012 3 169 095,29 - - - 3 169 095,29 No final do exercício de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 1.500.000 Euros (6.300.000 Euros em 2012), estando utilizados apenas 366.551,51 Euros (25.357,39 Euros em 2012). 9 817,92 - 72 456,93 - - 749 444,51 - 937 126,48 56 973,23 - 16 459,09 - 66 791,15 749 444,51 88 916,02 937 126,48 - 666 424,76 - 827 681,06 561 117,84 - 502 250,68 - 561 117,84 666 424,76 502 250,68 827 681,06 627 908,99 1 415 869,27 591 166,70 1 764 807,54 Passivos financeiros ao custo: Juros suportados Desconto pronto pagamento obtidos As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Os juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com a Empresa mãe e com instituições de crédito encontramse principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. 15.5 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. 148 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 15.7 – Quantia de perda de imparidade reconhecida em cada uma das classes de activos financeiros A quantia de perdas por imparidade reconhecidas em cada uma das classes de activos financeiros é a indicada nos quadros seguintes: Ano de 2013 Saldo Inicial Imparidade Utilização Reversão Saldo Final Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c Ano de 2012 2 902 784,97 749 444,51 (631 096,16) (56 973,23) 2 964 160,09 2 902 784,97 749 444,51 (631 096,16) (56 973,23) 2 964 160,09 Saldo Inicial Imparidade Utilização Reversão Saldo Final Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c 2 541 577,69 937 126,48 (559 460,11) (16 459,09) 2 902 784,97 2 541 577,69 937 126,48 (559 460,11) (16 459,09) 2 902 784,97 15.8 - Instrumentos de capital próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é detalhada conforme se segue: Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o capital subscrito é detido na sua totalidade pela LS-Luís Simões, S.G.P.S., S.A., e encontra-se totalmente realizado. c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio 2013 2013 2012 Outros Instrumentos de Capital Próprio Capital Valor nominal 2012 Prestações Suplementares 11.000.000,00 11.000.000,00 11.000.000,00 11.000.000,00 3 103 900,00 3 103 900,00 3 103 900,00 3 103 900,00 Os outros instrumentos de capital próprio referem-se às prestações acessórias efectuadas pelos accionistas para as quais não existe prazo de reembolso ou remuneração. b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: 2013 Valor Quantidade Acções emitidas Acções ordinárias a 5€ cada 7 000 000,00 1 400 000 Acções incorporação DLS a 5€ cada 2 500 000,00 500 000 Acções incorporação TR a 5€ cada 1 500 000,00 300 000 11 000 000,00 2 200 000 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 149 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 150 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 16 – Benefícios dos Empregados 17.1 – Valores Globais de Esforço de Investigação & Desenvolvimento 16.1 – Gastos com o Pessoal O detalhe dos Gastos com o Pessoal é o indicado no quadro seguinte: 2013 Remunerações do pessoal Indemnizações Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes trabalho e doenças profissionais Outros Valores Globais de Esforço de I&D Rubricas 2012 16 693 290,50 18 461 778,91 212 691,53 524 246,57 3 155 231,42 3 429 908,29 312 824,98 309 378,30 274 508,79 286 822,50 20 648 547,22 23 012 134,57 O número médio de colaboradores ao serviço da empresa no ano de 2013 foi de 886 (994 em 2012). 17 – Informações Exigidas por diplomas legais Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no decorrer de 2013, não foram efectuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2013, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2014, nos prazos legais. 2013 2012 Gastos Pessoal 599 816,92 647 181,89 Gastos Gerais 269 838,06 547 458,94 - 284 651,25 869 654,98 1 479 292,08 124 482 805,07 120 118 709,30 0,70% 1,23% 20 648 547,22 23 012 134,57 Activos fixos tangíveis Total Investimento I&D Volume Vendas % Investimento I&D / Vendas Custos C/Pessoal Os valores apresentados no ano de 2013 referem-se a Despesas de Investigação e Desenvolvimento relacionadas com: implementação de projectos de reengenharia de processos ao nível operacional utilizando metodologias Lean, permitindo não só uma diferenciação no serviço a cliente mas ainda um aumento da eficiência, nomeadamente no desenvolvimento e implementação de um software de otimização de transporte e de rotas, bem como otimizar o planeamento de cargas por viatura; na introdução de novas funcionalidades na aplicação LSMobile; no projecto com o objectivo de criação de metodologias de cálculo e acompanhamento do Nível de Serviço Online; no projecto com o objectivo de redesenhar o formato de gestão do negócio; no projecto com o objectivo de dotar os Semi-Reboques de localizadores de GPS. 17.2 – Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que a Empresa não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora, e que a situação da Empresa perante a Segurança Social se encontra regularizada, dentro dos prazos legalmente estipulados. 151 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 18 – Outras informações 18.1 – Diferimentos Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Custos Diferidos - Seguros Custos Diferidos - Fornecimentos e Serviços Externos 77 499,24 56 873,97 148 462,99 306 114,57 225 962,23 362 988,54 - 31 311,62 74 574,25 88 317,56 74 574,25 119 629,18 Diferimentos passivos Proveitos Diferidos - Leaseback Outros Proveitos Diferidos 18.2 – Resultados e Outras variações nos Capitais Próprios A rubrica de resultados e outras variações nos Capitais Próprios decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Saldo em 1 de Janeiro de 2012 Excedentes de Reservas Outras “Outras Variações Resultados Resultados Revalorização Legais Reservas Capital Próprio” Transitados Líquidos do Periodo Total 1 223,38 905 012,41 1 167 367,95 27 502,48 (516 095,79) 1 271 053,45 2 856 063,88 Dividendos - - - - - (317 763,00) (317 763,00) Aplicação de resultados - 63 552,67 - - 889 737,78 (953 290,45) 0,00 Resultado do ano - - - - - 561 778,65 561 778,65 (496,47) - - - 496,47 - - 726,91 968 565,08 1 167 367,95 27 502,48 374 138,46 561 778,65 3 100 079,53 Dividendos - - - - - - - Aplicação de resultados - 28 088,93 - - 533 689,72 (561 778,65) - Resultado do ano - - - - - (1 515 348,62) (1 515 348,62) (496,47) - - - 496,47 - - - - - (27 502,48) 27 502,48 - - 230,44 996 654,01 1 167 367,95 - 935 827,13 (1 515 348,62) 1 584 730,91 Regularização do excedente de revalorização Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Regularização do excedente de revalorização Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 152 Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de 2013 Dezembro de 2013 resultam de: Activo Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Março de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 561.778,65 Euros teve a seguinte aplicação: 28.088,93 533.689,72 Resultados transitados Retenção da fonte Passivo 9 822,26 - 9 822,26 - - 259 151,46 - 226 324,75 IVA a Recuperar - Portugal 210 567,78 - - - IVA a Recuperar - Espanha 604 074,46 - 713 295,99 - 69 108,99 - 34 468,24 - 2 007 206,89 - 1 307 216,18 - 11 872,79 - 7 912,02 - Imposto sobre o valor acrescentado - a pagar - - - 37 884,46 Contribuições para a Segurança Social - 598 843,13 - 671 624,64 2 912 653,17 857 994,59 2 072 714,69 935 833,85 Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares IVA a Recuperar - outros países IVA Reembolsos Pedidos - Espanha b) Realização do excedente de revalorização: O movimento do excedente de revalorização no exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 foi conforme se segue: Saldo no final do período Activo Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar Reservas Legais: Depreciações e imparidades Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas a) Aplicação de resultados Saldo no início do período 2012 Excedente de Excedente de revalorização revalorização act. fixos tang. total 726,91 726,91 (496,47) (496,47) 230,44 230,44 IVA Reembolsos Pedidos - outros países 18.5 - Fornecimentos e serviços externos A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012, é detalhada conforme se segue: 2013 2012 A reserva legal não está ainda totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social), pelo que um mínimo de 5% dos resultados é destinado à sua dotação. Esta reserva Subcontratos 69 875 418,70 61 739 148,54 Combustíveis 8 921 574,52 10 358 854,14 só pode ser utilizada na cobertura de prejuízos ou no aumento de capital social. Rendas 7 979 795,14 7 877 248,42 Trabalhos especializados 3 688 293,66 2 931 460,84 Conservação e Reparação 2 963 983,97 2 829 158,59 Portagens 1 605 011,97 1 538 437,27 783 960,40 18.3 – Dividendos Pagos Durante o exercício de 2013 a Empresa não procedeu ao pagamento de dividendos 18.4 – Estado e Outros Entes Públicos Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: Electricidade 802 511,48 Vigilância e Segurança 658 243,45 628 301,56 Seguros 609 018,63 766 166,42 Limpeza, higiene e conforto 547 466,39 535 087,41 Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 2 076 388,16 1 973 458,27 99 727 706,07 91 961 281,86 153 Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 12.445.512,94 Euros em 2013 e de 10.352.677,70 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 1.202.287,92 Euros em 2013 e de 1.694.255,27 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. Os dispêndios reconhecidos como gastos de carácter ambiental nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 18.7 - Outros Gastos e Perdas A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Recolha de resíduos 2012 81 602,53 86 460,85 81 602,53 86 460,85 2013 Impostos 2012 183 663,98 236 839,46 - 21 994,03 6 920,30 5 638,84 Donativos 31 944,58 37 215,66 Quotizações 13 215,92 10 133,84 315 169,30 525 355,24 Multas 35 802,83 37 119,93 Outros 6 788,18 1 332,11 593 505,09 875 629,11 Correcções relativas a exercícios anteriores Perdas em activos fixos tangíveis 18.6 - Outros Rendimentos e Ganhos A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: Sinistros 2013 2012 10 733 584,69 10 678 057,69 6 756,86 18 804,19 354 254,08 163 396,66 76 047,21 86 586,60 Resíduos Valorizados 122 805,43 115 928,11 Repartição Estrutura Comum 505 469,30 928 464,17 Outros rendimentos suplementares 451 926,44 504 069,45 Descontos de pronto pagamento obtidos 561 117,84 502 250,68 - 492,28 66 753,84 86 902,22 637 836,85 688 830,48 - 1 219 503,97 73 467,30 186 372,16 13 590 019,84 15 179 658,66 Rendimentos suplementares: Cedência de gasóleo/adblue Cedência de pessoal Aluguer de Viaturas Seguros Recuperação de dívidas a receber Indemnizações sinistros Ganhos em activos fixos tangíveis Subsidios para investimento Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 154 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 115.184,42 Euros em 2013 e de 141.712,37 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 18.8 – Depreciações A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Intangíveis (Nota 6) Activos fixos tangíveis (Nota 7) 2012 325 075,18 306 984,18 3 886 529,23 3 962 069,15 4 211 604,41 4 269 053,33 18.9 – Juros e Rendimentos Similares Obtidos A decomposição da rubrica de “Juros e Rendimentos Similares Obtidos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 2012 Juros Obtidos De financiamentos concedidos a emp. mãe 9 817,92 72 456,93 9 817,92 72 456,93 18.11 – Garantias Prestadas Avalista Montante Entidade Beneficiária Tipo de Garantia Caixa Geral de Depósitos 1 219,94 Tribunal Trabalho de Loures Depósito Obrigatório Caixa Geral de Depósitos 24 373,96 CTT Bancária Caixa Geral de Depósitos 10 205,00 CTT Bancária Caixa Geral de Depósitos 2 500,00 Autoridade Tributária e Aduaneira Bancária Caixa Geral de Depósitos 1 500 000,00 Repsol Portugal Bancária 400 000,00 Repsol Portugal Bancária Santander Adicionalmente, a Empresa apresentou livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2013 ascendem a 5.376.278,04 Euros (10.995.897,45 Euros em 2012). 18.12 – Resultado por Acção O resultado por acção dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, foi determinado conforme se segue: 2013 2012 Resultados: 18.10 – Juros e Gastos Similares Suportados A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 2012 De financiamentos obtidos - Empresa mãe 85 857,88 36 576,71 De descobertos bancários 19 675,29 133 062,86 De Locações Financeiras 167 531,91 311 074,20 De Factoring 98 482,49 122 264,89 De Confirming 83 473,43 80 947,70 211 403,76 143 754,73 666 424,76 827 681,09 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS (1 515 348,62) 561 778,65 2 200 000,00 2 200 000,00 (0,69) 0,26 Número de acções Número médio ponderado de acções em circulação Resultado por acção básico Juros Suportados Outros empréstimos bancários Resultado líquido do período 18.13 – Acontecimentos após a data do Balanço Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.20.5. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 155 C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i) seja aprovado o Relatório de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras; iii) seja aprovada a proposta de aplicação de resultados.6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório de gestão e as demonstrações financeiras apresentados pelo Conselho de Administração de Luís Simões Logística Integrada, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 10 de julho de 2013 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço, a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio, a Demonstração de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C iii) o Relatório de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa evidenciando os aspetos mais significativos; iv) a proposta de aplicação de resultados não contraria as disposições legais e estatutárias aplicáveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. 156 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 5. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. www.pwc.com/pt Opinião CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos as demonstrações financeiras da Luís Simões Logística Integrada, S.A., as quais compreendem o Balanço em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 54.560.435,08 euros e um total de capital próprio de 15.688.630,91 euros, incluindo um resultado líquido negativo de 1.515.348,62 euros), a Demonstração dos resultados, a Demonstração das alterações no capital próprion e a Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira da Luís Simões Logística Integrada, S.A. em 31 de dezembro de 2013, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do Relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório de gestão e de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 10 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (iv) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 157 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal) A| BALANÇO NO FECHO DO EXERCÍCIO DE 2013 (Euros) ATIVO Notas do Relatório ATIVO NÃO CORRENTE Imobilizado intangível. 9.795.779 6 78.035 117.117 78.035 117.117 5 6.890.911 8.715.302 6.890.911 8.623.808 Instalações técnicas e outro imobilizado tangível. Imobilizado em curso e antecipação. Investimentos financeiros a longo prazo. 8 Outros activos financeiros. Activos por imposto diferido. 13 ATIVO CORRENTE Existências 9 Matérias-primas e outros aprovisionamentos. Devedores comerciais e outras contas a receber. Clientes por vendas e prestações de serviços. 8 Clientes, empresas do grupo e associadas. Devedores vários. Pessoal. 2012 8.310.622 Aplicações informáticas. Imobilizado tangível. 2013 - 91.494 720.129 802.835 720.129 802.835 621.547 160.525 26.873.882 23.871.777 10.273 - 10.273 - 26.396.776 23.525.994 25.381.004 22.915.094 8 & 15 431.747 53.297 8 494.534 491.914 8 - 156 Outros créditos com as Administrações Públicas. 13 89.491 65.533 Investimentos em empresas do grupo e associadas a curto prazo 8 1.056 - Outros activos financeiros. Investimentos financeiros a curto prazo. 8 Outros activos financeiros. Periodificações a curto prazo. Caixa e outros activos líquidos equivalentes. 10 Tesouraria. TOTAL ACTIVO Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 1.056 - - 30.150 - 30.150 144.845 258.026 320.932 57.607 320.932 57.607 35.184.504 33.667.556 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 158 BALANÇO NO FECHO DO EXERCÍCIO DE 2013 CAPITAIS PRÓPRIOS E PASSIVO CAPITAIS PRÓPRIOS (Euros) Notas do Relatório 2013 2012 9.932.735 10.390.662 9.932.735 10.390.662 6.000.000 6.000.000 6.000.000 6.000.000 1.390.662 1.323.320 Legais e estatutárias. 429.683 422.949 Outras reservas. 690.979 900.371 3.000.000 3.000.000 11 Fundos próprios. Capital. Capital escriturado. Reservas. Outras contribuições de sócios. Resultado do exercício. (457.927) 67.342 906.907 2.344.482 906.907 2.344.482 Dívidas com entidades de crédito. 457.937 1.055.847 Credores por locação financeira. 448.970 1.288.635 24.344.862 20.932.412 PASSIVO NÃO CORRENTE 8 Dívidas a longo prazo. PASSIVO CORRENTE Provisões a curto prazo. Dívidas a curto prazo. Dívidas com entidades de crédito. 8 Credores por locação financeira. Outros passivos financeiros. Dívidas em empresas do grupo e associadas a curto prazo. Credores comerciais e outras contas a pagar. 8, 15 8 Fornecedores Fornecedores, empresas do grupo e associadas. 15 Credores vários. Pessoal (remunerações pendentes de pagamento). Outras dívidas com as Administrações Públicas. 13 341.576 8.500 4.900.993 4.220.624 4.044.111 2.930.903 838.864 1.063.205 18.018 226.516 3.165 1.038.850 19.096.359 15.482.582 10.997.381 9.654.304 691.513 231.560 6.008.719 3.813.821 423.783 677.358 974.962 1.105.539 Periodificações a curto prazo. 2.770 181.856 TOTAL CAPITAIS PRÓPRIOS E PASSIVO 35.184.504 33.667.556 159 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) CONTA DE PERDAS E GANHOS CONTA DE PERDAS E GANHOS CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Euros) Nota (Deve) Haver (Deve) Haver 2013 2012 OPERAÇÕES CONTINUADAS Volume de negócios líquido. Prestações de serviços. 14 Aprovisionamentos. Consumo de matérias-primas e outras matérias consumíveis. 14 Trabalhos realizados por outras empresas. Outros proveitos de exploração. Proveitos acessórios e outros de gestão corrente. Custos com pessoal. 14 Salários e assimilados. Encargos sociais. Outros custos operacionais Serviços externos. 14 Contribuições. 100.752.023 103.199.502 100.752.023 103.199.502 (66.773.569) (64.177.059) (249.531) (229.049) (66.524.038) (63.948.010) 2.000.309 459.656 2.000.309 459.656 (16.613.509) (17.878.503) (12.915.572) (13.964.624) (3.697.937) (3.913.879) (18.105.224) (18.904.003) (16.808.599) (18.129.491) (261.656) (105.581) 12 (508.821) (208.894) (526.148) (460.037) Amortização do imobilizado 5 (1.926.809) (2.121.390) Imparidade e resultado por alienações do imobilizado 5 (125.109) (54.398) (125.109) (54.398) Perdas, imparidade e variação de provisões por operações comerciais. Outros gastos de gestão corrente Resultados por alienações e outras. RESULTADO DE EXPLORAÇÃO Proveitos financeiros. 14 De títulos e outros instrumentos financeiros. De empresas do grupo e associadas De terceiros. Custos financeiros. 14 Por dívidas com empresas do grupo e associadas. (791.888) 523.805 257.134 258.341 257.134 258.341 1.056 - 256.078 258.341 (384.194) (712.446) (3.165) (38.850) (381.029) (673.596) RESULTADO FINANCEIRO (127.060) (454.105) RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS (918.948) 69.700 461.021 (2.358) RESULTADO DO EXERCÍCIO PROCEDENTE DE OPERAÇÕES CONTINUADAS (457.927) 67.342 RESULTADO DO EXERCÍCIO (457.927) 67.342 Por dívidas a terceiros. Impostos sobre resultados. 13 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 160 ESTADO DE ALTERAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A) ESTADO DE PROVEITOS E CUSTOS RECONHECIDOS CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ANUAL FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Euros) Descrição 2013 Resultado da conta de perdas e ganhos 2012 (457.927) 67.342 Proveitos e custos imputados directamente aos capitais próprios - - Transferências para a conta de perdas e ganhos - - (457.927) 67.342 Total de proveitos e custos reconhecidos B) ESTADO TOTAL DAS ALTERAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ANUAL FINDO EM 31.12.13 E 2012 (Euros) capital Escriturado SALDO, FINAL DO ANO 2011 Total de proveitos e custos reconhecidos. Reserva legal Não exigido Outras reservas Resultados Outras de exercícios contribuições de anteriores sócios Resultado do TOTAL exercício 6.000.000 - 401.516 707.479 - - 214.325 7.323.320 - - - - - - 67.342 67.342 Operações com sócios ou proprietários - Outras operações com sócios ou proprietários - - Outras variações dos capitais próprios. - - 6.000.000 Total de proveitos e custos reconhecidos. Outras variações dos capitais próprios. SALDO, FINAL DO ANO 2012 SALDO, FINAL DO ANO 2013 - - 3.000.000 - 3.000.000 21.433 192.892 - - (214.325) - - 422.949 900.371 - 3.000.000 67.342 10.390.662 - - - - - - (457.927) (457.927) - - 6.734 60.608 - - (67.342) - 6.000.000 - 429.683 960.979 - 3.000.000 (457.927) 9.932.735 161 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) ESTADO DOS FLUXOS DE CAIXA ESTADO DOS FLUXOS DE CAIXA CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Euros) Notas 2013 2012 FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE EXPLORAÇÃO Resultado do exercício antes de impostos. (918 948) 69 700 Ajustes do resultado. 2 538 655 2 838 179 1 926 809 2 121 390 175 745 109 635 183 931 98 650 125 109 54 398 Amortização do imobilizado (+). 5y6 Correcções de valor por imparidade (+/-). Variação de provisões (+/-). 12 Resultados por baixas e alienações do imobilizado (+/-). Proveitos financeiros (-). 14 (257 134) (258 341) Custos financeiros (+). 14 384 194 712 446 828 994 1 584 439 Alterações no capital corrente. (10 273) - (3 147 942) 2 982 852 143 331 82 660 3 644 648 (1 566 693) (179 086) 85 620 378 315 - Outros fluxos de caixa das actividades de exploração. (128 116) (482 316) Pagamentos de juros (-). (384 194) (712 446) 256 078 258 341 - (28 210) 2 320 584 4 010 002 Existências (+/-). Devedores e outras contas a receber (+/-). Outros activos correntes (+/-). Credores e outras contas a pagar (+/-). 8 Outros passivos correntes (+/-). Outros ativos e passivos não correntes (+/-). Cobrança de juros (+). Cobranças (pagamentos) por imposto sobre resultados (+/-). Fluxos de caixa das actividades de exploração 162 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Pagamentos por investimentos (-). Imobilizado intangível. Imobilizado tangível. Outros activos financeiros. Cobranças por desinvestimentos (+). Imobilizado tangível. (704 999) (1 278 586) (20 217) (110 414) (796 584) (1 135 473) 111 801 (32 699) 251 992 761 855 251 992 761 855 Fluxos de caixa das actividades de investimento (453 007) (516 731) Cobranças e pagamentos por valores de capital. - 3 000 000 Emissão de valores de capital (+). - 3 000 000 (1 604 252) (6 489 591) 2 306 477 500 000 - 1 000 000 Dívidas com entidades de crédito (-). (2 702 231) (7 989 591) Dívidas com empresas do grupo e associadas (-). (1 000 000) - (208 498) - (1 604 252) (3 489 591) 263 325 3 680 Cobranças e pagamentos por instrumentos de passivo financeiro. Dívidas com entidades de crédito (+). Dívidas com empresas do grupo e associadas (+). Outras dívidas (-). Fluxos de caixa das actividades de financiamento AUMENTO/DIMINUIÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA OU EQUIVALENTES Caixa ou equivalentes no início do exercício. 10 57 607 53 927 Caixa ou equivalentes no final do exercício. 10 320 932 57 607 163 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) RELATÓRIO RELATÓRIO CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO FINDO EM de todo o tipo de imóveis, bens móveis e veículos de todas as classes, comércio, tanto nacional como de exportação e importação, de produtos de qualquer espécie, quer próprios, quer de outras empresas, e outras actividades lícitas relacionadas, aprovadas pelo Órgão de Administração. 31.12.13 A duração da Sociedade é por tempo indeterminado. 1. - ACTIVIDADE DA EMPRESA A sociedade está integrada no grupo de empresas Luís Simões, com sede social em Portugal, através do seu acionista único LS - Luís Simões, SGPS, S.A. Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal) Parque Empresarial San Fernando, Avenida de Castilla, 2, Edificio Canadá, Escalera A, Puerta 1ª 28830 San Fernando de Henares, Madrid Esta empresa opera nos seguintes locais: • 5 Centros de Operações de Transportes: Madrid (Getafe), Barcelona (Parets del Vallés), Sevilha (Dos Hermanas), Valladolid e Saragoça (Pinseque). • 4 Centros de Operações de Transportes “In Plant”: Madrid (Fuenlabrada e Meco), Barcelona (Martorelles), Saragoça (El Burgo de Ebro) e Palencia (Dueñas). • 15 Centros de Operações Logísticas: Alicante, Alovera, Alovera III, Azuqueca de Henares, Barcelona, Bilbau, Cabanillas, Cabanillas II, Ciempozuelos, Daganzo, Granada, Seseña, Sevilha, Valência I e Valência II. • 14 Plataformas de Cross-Docking: Ávila, Burgos, Canárias, Ciudad Real, Corunha, Cuenca, Leão, Mérida, Málaga, Toledo, Oviedo, Soria, Valladolid, Saragoça. O objecto social consiste no armazenamento e distribuição, manipulação e logística de mercadorias, incluindo a actividade de operador de transportes, operador logístico, gestão aduaneira, transporte rodoviário de mercadorias, a nível nacional e internacional, bem como intermediação nos transportes rodoviários e quaisquer outros meios de transporte, e outras actividades de comissionista e auxiliares e complementares do transporte de mercadorias, incluindo as de agência de transportes, tanto de carga completa como de carga fraccionada, trânsito, subcontratação de transportes e aluguer de veículos (expressamente excluído o leasing), publicidade de produtos ou serviços próprios ou de terceiros nos seus veículos ou instalações, a construção, exploração e compra e venda Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2. - BASES DE APRESENTAÇÃO DAS CONTAS ANUAIS As Contas Anuais, das quais faz parte este Relatório, foram obtidas a partir dos registos contabilísticos da Sociedade e são apresentadas de acordo com o Plano Geral de Contabilidade aprovado pelo Real Decreto-Lei n.º 1514/2007, de 16 de Novembro, que foi modificado pelo RD 1159/2010 de 17 de Setembro, assim como com a restante legislação comercial em vigor. As contas anuais foram elaboradas pelos Administradores da Sociedade para serem submetidas à aprovação do Accionistas Único, devendo ser aprovadas sem qualquer modificação. a) Imagem Fiel As Contas Anuais foram elaboradas a partir dos registos contabilísticos da Sociedade, findos em 31.12.13, tendo sido aplicadas as disposições legais em vigor em matéria de contabilidade, a fim de apresentar a imagem fiel do capital, da situação financeira e dos resultados das suas operações, assim como da veracidade dos fluxos incorporados no estado de fluxos de caixa. b) Comparação da informação De acordo com a legislação comercial, são apresentados, para efeitos comparativos, com cada uma das rubricas do balanço de situação, da conta de perdas e ganhos, do estado de fluxos de caixa, do estado de alterações nos capitais próprios, consolidados, e do relatório, para além dos valores do exercício de 2013, os correspondentes ao exercício anterior. O relatório também inclui informação quantitativa do exercício anterior, excepto quando uma norma contabilística afirma especificamente que não é necessário. c) Princípios contabilísticos obrigatórios Não existe nenhum princípio contabilístico obrigatório que, tendo um efeito significativo para a preparação das Contas Anuais, tenha deixado de ser aplicado. d) Aspectos críticos da valorização e estimativa da incerteza Na preparação das contas anuais foram utilizadas estimativas realizadas pelos EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 164 Administradores da Sociedade para valorizar alguns dos activos, passivos, proveitos, gastos e compromissos que estão reflectidos nessas contas. Basicamente, estas estimativas referem-se a: • Vida útil dos activos tangíveis e intangíveis (consultar a Nota 4) • Cálculo de provisões (consultar a Nota 12) • Determinação do imposto corrente e diferido (consultar a Nota 13) e) Agrupamento de rubricas Determinadas rubricas do balanço, da conta de perdas e ganhos, do estado de alterações nos capitais próprios e do estado dos fluxos de caixa são apresentadas de forma agrupada para facilitar a sua compreensão mas, na medida em que seja significativa, foi incluída informação desagregada nas respetivas notas do relatório. f) Alteração na estimativa contabilística Durante o exercício de 2012, a Direção modificou a vida útil dos seus elementos de transporte de 10 anos para 8 anos. Esta decisão foi fundamentada na utilização dos elementos de transporte e na experiência acumulada da Sociedade nos últimos exercícios. Esta alteração ocorreu em 1 de janeiro de 2012 e resultou num aumento das depreciações do exercício em 405 mil euros. 3. - DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS A proposta de distribuição de resultados elaborada pelos Administradores, sujeita à aprovação do accionista único é a seguinte, expressa em euros: 2013 Base de divisão Saldo da conta de perdas e ganhos (resultado) Saldo da conta de perdas e ganhos (perda) Total base de divisão 2012 4. - NORMAS DE REGISTO E VALORIZAÇÃO As principais normas de valorização utilizadas na elaboração das Contas Anuais do exercício de 2013, de acordo com as estabelecidas no Plano Geral de Contabilidade, foram as seguintes: a) Imobilizado intangível Os activos intangíveis são reconhecidos inicialmente pelo seu custo de aquisição ou produção e, posteriormente, são valorizados ao custo líquido da sua respectiva amortização acumulada e da imparidade que, no seu caso, tenha ocorrido. Os activos intangíveis são amortizados ao longo da sua vida útil, que, na maioria dos casos, é estimada em 3 anos. b) Imobilizado tangível Os activos tangíveis são reconhecidos inicialmente pelo seu custo de aquisição ou produção e, posteriormente, são valorizados ao custo líquido da sua respectiva amortização acumulada e da imparidade que, no seu caso, tenha ocorrido. O imobilizado tangível é amortizado, distribuindo linearmente o custo dos diferentes elementos que o compõem pelos anos de vida útil estimada que constituem o período em que a sociedade espera utilizá-los. Em seguida são apresentados os períodos de vida útil utilizados para a amortização dos activos: Descrição Anos Taxas Anos Camiões e tractores 12,5% 8 12,5% 8 Semi-reboques 12,5% 8 12,5% 8 10% 10 10% 10 12,5% - 14,5% 7-8 12,5% - 14,5% 7-8 Instalações 4% - 12,5% 8 - 25 4% - 12,5% 8 - 25 Maquinaria 5,5% 18 5,5% 18 Equipamento Informático 25% 4 25% 4 Elementos de Transporte: - 67.342 (457.927) - (457.927) 67.342 2013 A reserva legal A reservas voluntárias Total aplicação 2012 Taxas Mobiliário Equipamento de Escritório Aplicação 2013 2012 - 6.734 (457.927) 60.608 (457.927) 67.342 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 165 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) c) Locações financeiras As locações são classificadas como financeiras quando o locador transfere substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à propriedade do activo para o locatário. Valorização inicial: Os activos financeiros são inicialmente registados ao justo valor da contraprestação entregue mais os custos da transacção que sejam diretamente atribuíveis. Quando as instituições actuam como locatários de um bem em locação financeira, o custo dos activos locados é apresentado no balanço, de acordo com a natureza do bem objecto do contrato e, simultaneamente, é registado um passivo financeiro no balanço pelo mesmo valor. Estes activos são amortizados de acordo com os critérios aplicados para os restantes activos da mesma natureza ou no prazo da locação, se for inferior, desde que não haja certeza razoável de que o locatário virá a obter a propriedade no final do prazo da locação. Valorização posterior: Os empréstimos, rubricas a receber e investimentos mantidos até ao vencimento são valorizados pelo seu custo. Quando existe uma venda com locação financeira posterior, a operação (leasing) é contabilizada como se fosse uma operação de financiamento. A sociedade não muda a classificação do activo, nem reconhece ganhos ou perdas decorrentes desta transacção. Adicionalmente, regista o valor recebido relativo a uma rubrica de passivo financeiro. d) Locações operacionais As locações, nas quais a propriedade do bem arrendado e substancialmente todos os riscos e vantagens que recaem sobre o activo permanecem no locador, são classificadas como operacionais. Os custos derivados dos acordos de locação operacional são debitados à conta de conta de perdas e ganhos no exercício em que vencem. Em particular, no que diz respeito às correcções de valor relativas aos devedores comerciais e outras contas a receber, o critério utilizado pela Sociedade para calcular as respectivas correcções de valor, se for o caso, tem em consideração os vencimentos de tais dívidas e a situação patrimonial específica de tais devedores. A Sociedade dá baixa aos activos financeiros quando expiram ou são cedidos os direitos sobre os fluxos de caixa do activo financeiro correspondente ou são transferidos substancialmente os riscos e resultados inerentes à sua propriedade, tais como vendas firmes de activos. 2. Passivos financeiros Os passivos financeiros incluem débitos e rubricas a pagar, detidos pela Sociedade, e que tenham origem na aquisição de bens e serviços por operações de tráfego da empresa, ou também aqueles que, não tendo origem comercial, não podem ser considerados instrumentos financeiros derivados. Qualquer cobrança ou pagamento que pudesse ser realizado ao contratar uma locação operacional será tratado como um adiantamento a ser imputado aos resultados ao longo do prazo da locação, à medida que forem recebidos os resultados do activo locado. Os débitos e rubricas a pagar são inicialmente valorizados ao justo valor da contraprestação recebida, ajustada pelos custos da transacção diretamente atribuíveis. e) Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros derivados de passivo são valorizados pelo seu justo valor, registando-se na conta de perdas e ganhos o resultado das variações em tal justo valor. 1. Ativos financeiros A Sociedade classifica os seus activos financeiros, quer seja a longo ou a curto prazo, nas seguintes categorias: A Sociedade dá baixa aos passivos financeiros quando se extinguem as obrigações que foram geradas. • Empréstimos e rubricas a receber: são activos financeiros decorrentes da venda de bens ou da prestação de serviços por operações de tráfego da empresa, ou os que, não possuindo uma origem comercial, não são valores de capital nem derivados e cujas cobranças são de quantia fixa ou determinável e não se negoceiam num mercado activo. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS f) Classificação dos activos e passivos entre correntes e não correntes No balanço em anexo a classificação dos saldos, tanto a receber como a pagar, é realizada de acordo com o período entre a data de vencimento dos respectivos saldos e a data de fecho das contas anuais. Como correntes classificam-se as contas para as quais o período anterior não excede doze meses, assim como as dívidas vinculadas a promoções, cuja subrogação esteja prevista num prazo inferior a 12 meses, embora o seu vencimento seja a longo prazo. Caso contrário, classificam-se como não correntes. EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 166 g) Imposto sobre resultados O custo por imposto sobre sociedades do exercício é calculado como a soma do imposto corrente da Sociedade resultante da aplicação da taxa de imposto sobre a base imposta do exercício, uma vez aplicadas as deduções fiscalmente admissíveis, mais a variação dos activos e passivos por impostos diferidos e créditos fiscais, tanto por bases impostas negativas como por deduções. As diferenças entre o valor contabilístico dos activos e passivos e a sua base fiscal geram saldos de impostos diferidos de activo ou de passivo, calculados utilizando as taxas fiscais que deverão estar em vigor quando os activos e passivos são realizados. Os activos por impostos diferidos e créditos fiscais são reconhecidos somente quando é provável que a Sociedade venha a ter no futuro ganhos fiscais suficientes para recuperar as deduções por diferenças temporárias e tornar efectivos os créditos fiscais. São reconhecidos passivos por impostos diferidos para todas as diferenças temporárias impostas, excepto as derivadas do reconhecimento inicial de goodwill ou de outros activos e passivos numa transacção que não afecta nem o resultado fiscal nem o resultado contabilístico e não é uma combinação de negócios, bem como as associadas a investimentos em empresas dependentes, associadas e negócios conjuntos, nos quais a Sociedade pode controlar o momento da reversão, sendo provável que não revertam num futuro previsível. As deduções da quota decorrentes de factos económicos ocorridos durante o exercício reduzem o custo apurado por imposto sobre as sociedades, a menos que haja dúvidas sobre a sua realização, em cujo caso não são reconhecidas até à sua materialização efectiva. Em cada fecho do exercício contabilístico são revistos os impostos diferidos, tanto activos como passivos registados, com o objectivo de comprovar que se mantêm em vigor, efectuando as correcções oportunas de acordo com os resultados dessa análise. h) Rendimentos e gastos Os proveitos e custos são imputados em função do critério de rendimento, independentemente da data de cobrança ou de pagamento. O proveito corrente é reconhecido quando é realizada a entrada bruta de benefícios económicos gerados no decurso das actividades correntes da Sociedade durante o exercício, desde que tal entrada de benefícios provoque um aumento nos capitais próprios relacionado com os investimentos de proprietários desses capitais e esses benefícios possam ser valorizados de forma fiável. Os proveitos correntes são valorizados pelo justo valor da contrapartida recebida ou a receber, decorrente dos mesmos. Apenas são reconhecidos proveitos correntes da prestação de serviços quando estes podem Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS ser estimados de forma fiável e dependendo do grau de realização da prestação de serviço à data do balanço. Os proveitos por juros são contabilizados, considerando a taxa de juro efectiva aplicável ao capital a amortizar durante o período de rendimento correspondente. i) Subvenções As subvenções são classificadas como não-reembolsáveis quando satisfazem as condições estabelecidas para a sua concessão, registando-se nesse momento directamente nos capitais próprios, após a dedução do correspondente efeito impositivo. As subvenções reembolsáveis são registadas como passivos da Sociedade até que adquiram a condição de não-reembolsáveis, não sendo registado qualquer proveito até esse momento. As subvenções recebidas para financiar custos específicos são imputadas à conta de perdas e ganhos do exercício, no qual vençam os custos que estão a financiar. As subvenções recebidas para adquirir activos tangíveis são imputadas como proveitos do exercício em proporção à sua amortização. j) Provisões e contingências As obrigações existentes na data do Balanço surgidas em consequência de acontecimentos passados, dos quais podem derivar prejuízos patrimoniais de provável materialização para a Sociedade, cujo valor e data de cancelamento são incertos, são registadas no Balanço como provisões pelo valor actual do montante más provável que a Sociedade poderá ter de pagar para cancelar a obrigação. As provisões são quantificadas tendo em conta a melhor informação disponível à data da elaboração de contas sobre as consequências do facto que lhes deu origem e são novamente estimadas em cada fecho contabilístico. Os passivos contingentes não são reconhecidos nas contas anuais, mas há informação sobre estes nas notas do relatório, na medida em que não são considerados remotos. k) Transacções com empresas vinculadas A Sociedade realiza as suas transacções com instituições vinculadas, de acordo com os seguintes métodos: • Prestação de serviços entre empresas do grupo: preço de custo das operações mais uma margem. • Serviços de Transporte, armazenamento e distribuição: preços de mercado. • As contribuições não monetárias de um negócio para uma empresa do grupo são valorizadas, em geral, pelo valor contabilístico dos elementos patrimoniais entregues nas contas anuais consolidadas na data em que a operação é realizada. • Nas operações de fusão e divisão de um negócio, os elementos adquiridos são valorizados, em geral, pelo montante que lhes corresponde, uma vez realizada a operação, nas contas anuais consolidadas. As diferenças que surgem são registadas em reservas. EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 167 Os preços das transacções realizadas com partes vinculadas ocorrem a valores de mercado, pelo que os Administradores da Sociedade consideram que não existem riscos que poderiam originar passivos fiscais significativos. l) Caixa e outros activos líquidos equivalentes Nesta rubrica do balanço de situação regista-se o dinheiro em caixa, depósitos à vista e outros investimentos a curto prazo de alta liquidez que são rapidamente convertidos em dinheiro e que não têm risco de alteração do seu valor. m) Imparidade de activos financeiros Um activo financeiro ou grupo de activos financeiros está em imparidade e houve uma perda por imparidade, se existir uma evidência objectiva da imparidade como resultado de um ou mais eventos que tenham ocorrido após o reconhecimento inicial do activo e se esse evento ou eventos causadores da perda tiverem um impacto sobre os fluxos de caixa futuros estimados do activo ou grupo de activos financeiros que pode ser estimado de forma fiável. o) Elementos patrimoniais de natureza ambiental Os custos relativos às actividades de descontaminação e restabelecimento de locais contaminados, eliminação de resíduos e outros custos derivados do cumprimento da legislação ambiental são registados como gastos no exercício em que são produzidos, a menos que correspondam ao custo de aquisição de elementos que são incorporados no capital da Sociedade, a fim de serem utilizados de forma duradoura, em cujo caso são contabilizados nas rubricas correspondentes de “Imobilizado tangível”, sendo amortizados com os mesmos critérios. p) Derivados financeiros e cobertura contabilística Os derivados financeiros são valorizados, tanto no momento inicial como em valorizações posteriores, pelo seu justo valor. O método de reconhecimento das perdas ou ganhos resultantes depende de o derivado ter sido ou não designado como instrumento de cobertura e, se for o caso, do tipo de cobertura. A Sociedade segue o critério de registar as oportunas correcções de valor por imparidade de empréstimos e rubricas a receber e instrumentos de dívida, quando tenha ocorrido uma redução ou atraso nos fluxos de caixa estimados futuros, motivados pela insolvência do devedor. n) Deterioração do valor dos activos não financeiros Pelo menos no fecho do exercício, a Sociedade avalia se existem indícios de que algum activo não corrente ou, eventualmente, alguma unidade geradora de caixa possa estar em imparidade. Se existirem indícios e, em qualquer caso, para goodwill e para os activos intangíveis com vida útil indefinida são estimados os seus valores recuperáveis. O valor recuperável é o maior entre o justo valor menos os custos de venda e o valor em uso. Quando o valor contabilístico é superior ao valor recuperável, existe uma perda por imparidade. O valor em uso é o valor actual dos fluxos de caixa futuros esperados, utilizando taxas de juro de mercado sem risco, ajustados pelos riscos específicos associados ao activo. Para os activos que não geram fluxos de caixa, largamente, independentes dos derivados de outros activos ou grupos de activos, o valor recuperável é determinado para as unidades geradoras de caixa, às quais pertencem esses activos. As correcções de valor por imparidade e a sua reversão são contabilizadas na conta de perdas e ganhos. As correcções de valor por imparidade são revertidas quando as circunstâncias que as motivaram deixam de existir, excepto as correspondentes a goodwill. A reversão da imparidade está limitada ao valor contabilístico do activo que figuraria se a correspondente imparidade do valor não tivesse sido previamente reconhecida. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 168 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Os instrumentos de cobertura são valorizados e registados de acordo com a sua natureza na medida em que não sejam, ou deixem de ser, coberturas eficazes. No caso de derivados que não se qualificam para contabilidade de cobertura, as perdas e ganhos ao justo valor dos mesmos são reconhecidos imediatamente na conta de perdas e ganhos. 5. IMOBILIZADO TANGÍVEL A composição e os movimentos do imobilizado tangível no exercício de 2013 foram os seguintes: (Euros) Exercício de 2013 Saldo em 01.01.13 Admissões Baixas Transferências Saldo em 31.12.13 Custo Maquinaria 745 839 51 505 162 618 - 634 726 4 451 734 273 754 322 121 91 494 4 494 861 Mobiliário e equipamento de escritório 310 991 3 480 18 518 - 295 953 Equipamentos e processos de informação 717 379 73 171 21 277 - 769 272 8 573 208 - 262 087 - 8 311 122 479 167 350 36 261 - 443 257 91 494 - - (91 494) - 15 369 812 402 260 822 881 - 14 949 191 369 328 71 367 111 171 - 329 524 2 170 657 416 982 195 360 - 2 392 279 Mobiliário e equipamento de escritório 159 175 28 957 13 081 - 175 051 Equipamentos e processos de informação 392 615 134 163 14 077 - 512 701 3 284 685 1 195 149 123 638 - 4 356 196 Outras instalações Elementos de transporte Outro imobilizado Instalações técnicas (em curso) Total Amortização acumulada Maquinaria Outras instalações Elementos de transporte Outro imobilizado 278 051 24 255 9 777 - 292 529 Total 6 654 511 1 870 873 467 104 - 8 058 280 Valor líquido contabilístico 8 715 301 (1 468 614) 355 777 - 6 890 911 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 169 A composição e os movimentos do imobilizado tangível no exercício de 2012 foram os seguintes: (Euros) Exercício de 2012 Saldo em 01.01.12 Admissões Baixas Transferências Saldo em 31.12.12 Custo Maquinaria 669 251 79 800 3 212 - 745 839 4 129 286 246 744 497 76 201 4 451 734 Mobiliário e equipamento de escritório 286 478 15 987 13 993 22 518 310 991 Equipamentos e processos de informação 490 983 226 396 - - 717 379 9 466 751 43 038 1 076 180 139 600 8 573 208 470 108 9 059 - - 479 167 98 719 91 494 - (98 719) 91 494 139 600 - - (139 600) - 15 751 176 712 518 1 093 882 - 15 369 812 293 837 76 604 1 113 - 369 328 1 692 200 478 901 444 - 2 170 657 Mobiliário e equipamento de escritório 140 102 30 716 11 643 - 159 175 Equipamentos e processos de informação 268 634 123 981 - - 392 615 2 394 810 1 348 411 458 536 - 3 284 685 253 211 24 840 - - 278 051 Total 5 042 794 2 083 453 471 737 - 6 654 510 Valor líquido contabilístico 10 708 382 (1 370 935) 622 145 - 8 715 302 Outras instalações Elementos de transporte Outro imobilizado Instalações técnicas (em curso) Elementos de transporte (em curso) Total Amortização acumulada Maquinaria Outras instalações Elementos de transporte Outro imobilizado Principais aquisições do imobilizado tangível: (Euros) Descrição 2013 2012 - 43 038 Estantaria e outras instalações 273 754 336 352 Equipamentos e processos de informação 73 171 226 396 346 925 605 786 Tractores e semi-reboques (incluindo os elementos de montagem) Total Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 170 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Detalhe dos Activos adquiridos a empresas do Grupo: Principais transferências no imobilizado tangível: (Euros) Descrição 2013 Estantaria e outras instalações (Euros) 2012 91 494 2013 Descrição 76 201 Mobiliário e equipamento de escritório - 22 518 Elementos de transporte - 139 600 Equipamentos e processos de 91 494 238 319 informação Total Custo Outras instalações Total 2012 Amortização Amortização Custo acumulada acumulada 6 080 63 - - - - 814 126 6 080 63 814 126 Elementos do imobilizado tangível totalmente amortizados: Principais baixas no imobilizado tangível correspondentes ao exercício de 2013: (Euros) Descrição Maquinaria Valor da aquisição Amortização Valor Líquido acumulada 162 618 111 171 51 447 18 518 13 081 5 437 262 087 123 638 138 449 21 277 14 077 7 200 Outras instalações 322 121 195 360 126 761 Outro imobilizado 36 261 9 777 26 484 822 882 467 104 355 777 Mobiliário e equipamento de escritório Tractores e semi-reboques Equipamentos e processos de informação Total (Euros) Maquinaria Mobiliário e equipamento de escritório Tractores e semi-reboques Outras instalações Total Valor da aquisição Amortização Valor Líquido acumulada Maquinaria Mobiliário e equipamento de escritório Outras instalações 2013 2012 171 319 88 619 54 502 15 417 1 307 482 899 149 Tractores e semi-reboques 142 478 - Equipamentos e processos de informação 217 044 177 996 Outro imobilizado Total 183 266 198 598 2 076 091 1 379 780 Durante o exercício de 2013 foram alienados e dada baixa a elementos de imobilizado tangível por um valor contabilístico líquido de 355.777 euros (622.145 euros em 2012), tendo sido gerada uma perda líquida de 125.109 euros (54.398 de euros em 2012). Principais baixas no imobilizado tangível correspondentes ao exercício de 2012: Descrição (Euros) Descrição 3 212 1 113 2 099 13 993 11 643 2 350 1 076 180 458 536 617 644 497 444 53 1 093 882 471 737 622 145 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Sociedade possui apólices de seguros que cobrem os danos próprios que possam ocorrer aos diversos elementos do imobilizado tangível da empresa com limites e coberturas adequados aos tipos de risco. Deste modo, estão cobertas as possíveis reclamações que possam ser apresentadas pelo exercício da sua actividade. Detalhe dos Ativos por locações financeiras e leaseback: 171 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) (Euros) Custo Amortização Saldo em acumulada 31.12.13 Leasing Estantaria 517 881 Tractores e semi-reboques 87 118 430 763 887 450 277 121 610 329 1 405 331 364 239 1 041 091 Leaseback Estantaria Tractores e semi-reboques Total 332 738 59 736 273 002 2 099 004 774 946 1 324 058 2 431 742 834 682 1 597 060 3 837 073 1 198 921 2 638 152 (Euros) Custo Amortização Saldo em acumulada 31.12.12 Leasing Estantaria 517 881 52 628 Tractores e semi-reboques 887 450 140 512 465 253 746 938 1 405 331 193 140 1 212 191 Leaseback Estantaria Tractores e semi-reboques Total 332 738 37 575 295 163 2 099 004 412 797 1 686 207 2 431 742 450 372 1 981 371 3 837 073 643 512 3 193 562 Todos os contratos foram celebrados em 2011. 172 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 6. - IMOBILIZADO INTANGÍVEL Elementos do imobilizado intangível totalmente amortizados: As aplicações informáticas estão registadas ao custo de aquisição e são amortizadas pelo método linear ao longo de um período de 3 anos. (Euros) Descrição Aplicações informáticas A composição e os movimentos do imobilizado intangível no exercício de 2013 foram os seguintes: Exercício de 2013 Saldo em 01.01.13 Admissões Total 2013 2012 92 139 2 409 92 139 2 409 Saldo em 31.12.13 Custo Aplicações informáticas Total 202 553 16 853 219 406 202 553 16 853 219 406 85 436 55 935 141 371 85 436 55 935 141 371 117 117 (39 082) 78 035 Amortização acumulada Aplicações informáticas Total Valor líquido contabilístico A composição e os movimentos do imobilizado intangível no exercício de 2012 foram os seguintes: Exercício de 2012 Saldo em 01.01.12 Admissões Saldo em 31.12.12 Custo Aplicações informáticas Total 92 139 110 414 202 553 92 139 110 414 202 553 47 499 37 937 85 436 47 499 37 937 85 436 44 640 72 477 117 117 Amortização acumulada Aplicações informáticas Total Valor líquido contabilístico 173 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 7. - LOCAÇÕES E OUTRAS OPERAÇÕES DE NATUREZA SEMELHANTE A conciliação entre o valor total dos pagamentos futuros mínimos por locação financeira e o seu valor actual no fecho do exercício de 2013 e 2012 é a seguinte: a) Locações financeiras O detalhe dos acordos de locação financeira no fecho do exercício de 2013 é o seguinte: Quotas pendentes Pagamentos mínimos Valor inicial do Valor da opção de Valor actual no fecho do contrato compra exercício de 2013 Leasing Exercício 2013 Exercício 2012 Exercício 2013 Exercício 2012 Até um ano 875 044 1 142 632 838 864 1 061 962 Entre um e cinco anos 465 966 1 344 361 448 970 1 289 878 - - - - 1 341 010 2 486 993 1 287 834 2 351 840 53 176 135 153 1 287 834 2 351 840 Mais de cinco anos Estantaria 517 881 8 490 263 185 Tractores e semi-reboques 946 320 17 827 479 998 1 464 201 26 317 743 183 Total dos pagamentos mínimos Encargos financeiros Valor actual dos pagamentos mínimos Leaseback Estantaria Tractores e semi-reboques 326 802 9 559 92 902 2 079 685 59 151 451 749 2 406 487 68 710 544 651 3 870 688 95 027 1 287 834 Valor actual b) Descrição geral dos acordos significativos de locação financeira: Os contratos de locação financeira referem-se a Estantaria, para o desenvolvimento da actividade de Logística, e a Tractores e semi-reboques, para o desenvolvimento da actividade de transporte. Os contratos incluem opção de compra, conforme indicado. Total Não há restrições impostas à Sociedade no âmbito dos contratos de locação. O detalhe dos acordos de locação financeira no fecho do exercício de 2012 é o seguinte: Valor inicial do Valor da opção de Valor actual no fecho do contrato compra exercício de 2012 c) Locações operacionais O detalhe dos pagamentos futuros mínimos por locações operacionais não canceláveis no fecho do exercício de 2013 é o seguinte: Leasing Estantaria 517 881 8 490 365 064 Tractores e semi-reboques 946 320 17 827 664 314 1 464 201 26 317 1 029 378 Leaseback Locações operacionais: informação do locatário -Imóveis Estantaria Tractores e semi-reboques 326 802 9 559 200 201 2 079 685 60 860 1 122 261 2 406 487 70 419 1 322 462 -Aluguer de viaturas ligeiras 3 870 688 96 736 reconhecidos como custos do exercício Pagamentos futuros mínimos por locações não canceláveis, dos quais: Até 1 ano 1 - 5 anos mais de 5 anos 3 614 881 3 199 867 2 022 237 - 211 225 143 631 177 144 - -Aluguer de viaturas - outras 339 679 150 456 250 572 - -Aluguer de empilhadores 601 021 464 738 319 640 - 4 766 806 3 958 692 2 769 593 - Total Total Pagamentos 2 351 840 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 174 No fecho do exercício de 2012, o detalhe dos pagamentos futuros mínimos por locações operacionais não canceláveis é o seguinte: Pagamentos futuros mínimos por Locações operacionais: Pagamentos reconhecidos informação do locatário como custos do exercício -Imóveis locações não canceláveis, dos quais: Até 1 ano 1 - 5 anos mais de 5 anos 4 009 129 2 781 195 4 008 593 - -Aluguer de viaturas ligeiras 171 134 128 794 81 479 - -Aluguer de viaturas - outras 347 863 147 820 399 399 - -Aluguer de empilhadores Total 872 795 677 797 715 614 - 5 400 921 3 735 606 5 205 085 - d) Descrição geral dos acordos significativos de locações operacionais: Os contratos de locação de imóveis estão relacionados sobretudo com armazéns e escritórios, onde a Sociedade desenvolve as suas actividades. Os contratos assinados pela Sociedade têm definidos prazos entre um e oito anos. Se existir por parte da Sociedade a intenção de não renovar algum contrato, é necessário comunicar, com uma antecedência mínima de 1 mês, 3 meses, 6 meses ou 12 meses, a intenção de não continuar. Os contratos de locação operacional de veículos “renting” têm definidos prazos de 3 anos. Os acordos de locação operacional de outros veículos (semi-reboques) têm prazos definidos de 3 e de 5 anos. Os contratos de locação operacional de empilhadores têm definidos prazos com duração máxima de 5 anos. Nenhum contrato inclui opção de compra. As cláusulas de actualização de preços têm como referência o IPC, acrescentando, em alguns casos, algum ponto ao índice de referência. Não há restrições impostas à Sociedade no âmbito dos contratos de locação. 175 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 8. - INSTRUMENTOS FINANCEIROS a) Activos Financeiros O detalhe dos instrumentos financeiros da empresa no exercício de 2013 foi o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Valores Instrumentos de representativos de capital dívida Instrumentos financeiros a curto prazo Créditos Derivados Instrumentos de Outros capital Valores TOtal Créditos Derivados representativos de Outros dívida Empréstimos e rubricas a receber Clientes por vendas e prestações de serviços - - - - - 25 381 004 25 381 004 Clientes, empresas do grupo e associadas - - - - - 431 747 431 747 Devedores vários - - - - - 494 534 494 534 Pessoal - - - - - - - Outros ativos financeiros - - 720 129 - - 1 056 721 185 - - 720 129 - - 26 308 341 27 028 470 Total O detalhe dos instrumentos financeiros da empresa no exercício de 2012 foi o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Valores Instrumentos de representativos de capital dívida Instrumentos financeiros a curto prazo Créditos Derivados Outros Valores representativos de dívida Créditos Derivados Créditos Derivados Outros Otros Empréstimos e rubricas a receber Clientes por vendas e prestações de serviços - - - - - 22 915 094 22 915 094 Clientes, empresas do grupo e associadas - - - - - 53 297 53 297 Devedores vários - - - - - 491 914 491 914 Pessoal - - - - - 156 156 Outros ativos financeiros - - 802 835 - - 30 150 832 985 - - 802 835 - - 23 490 612 24 293 447 Total i) Activos financeiros não correntes A rubrica “Créditos Derivados Outros” com o montante de 720.129 euros refere-se Fianças constituídas a longo prazo referentes a locações operacionais e contratos de fornecimento de energia eléctrica. A empresa espera apenas recuperar esses montantes em prazos superiores a um ano (802.835 euros em 2012). Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 176 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) ii) Activos financeiros correntes O detalhe dos activos financeiros correntes da empresa no exercício de 2013 foi o seguinte: A empresa contratou uma linha de Factoring sem recurso, com o limite de 800.000 euros. O montante utilizado em 31 de dezembro de 2013 é de 615.991 euros. 1) Créditos por operações comerciais e Investimentos financeiros a curto prazo Instrumentos financeiros a curto prazo Categorias Classes Instrumentos de capital Valores Créditos representativos Derivados de dívida Outros Descrição Clientes por vendas e prestações de - Clientes, empresas do grupo e - 25 381 004 25 381 004 - - 431 747 431 747 Devedores vários - - 494 534 494 534 Pessoal - - - - Outros ativos financeiros - - 1 056 1 056 - - 26 308 341 26 308 341 associadas Total 2012 Clientes: Total Empréstimos e rubricas a receber serviços 2013 Clientes por vendas e prestações de serviços 25 529 015 23 031 514 Imparidade de valor de créditos por operações comerciais (1 102 087) (928 995) Clientes de cobrança duvidosa 954 078 812 575 Clientes, empresas do grupo e associadas 431 747 53 297 25 812 753 22 968 391 40 300 37 763 137 064 180 793 12 347 165 388 - (76 151) Devedores com montantes a ajustar 130 954 98 577 Outros devedores 173 869 85 544 494 534 491 914 - 156 26 307 286 23 460 461 1 056 30 150 1 056 30 150 26 308 342 23 490 611 Devedores vários: IVA a recuperar países comunitários (*) Indemnizações a receber Devedores alienações imobilizado tangível Imparidade de valor de créditos por operações comerciais A empresa contratou uma linha de Factoring sem recurso, com o limite de 800.000 euros. O montante utilizado em 31 de dezembro de 2013 é de 260.595 euros. O detalhe dos activos financeiros correntes da empresa no exercício de 2012 é o seguinte: Pessoal: Adiantamentos a pessoal Instrumentos financeiros a curto prazo Categorias Classes Instrumentos de capital Valores Créditos representativos Derivados de dívida Outros Total Investimentos financeiros a curto prazo: Outros ativos financeiros Empréstimos e rubricas a receber Clientes por vendas e prestações de - - 22 915 094 22 915 094 - - 53 297 53 297 Devedores vários - - 491 914 491 914 Pessoal - - 156 156 Outros ativos financeiros - - 30 150 30 150 - - 23 490 611 23 490 611 serviços Clientes, empresas do grupo e associadas Total Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Total (*) IVA suportado em países da UE referente ao fornecimento de combustível, portagens e outros gastos. 177 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Movimentos na conta de clientes de cobrança duvidosa durante o exercício de 2013 Saldo Descrição Aumentos 31.12.12 Clientes cobrança duvidosa Aplicações e Saldo pagamentos 31.12.13 928.995 155.741 (78.804) (85.151) 920.781 76.151 105.154 - - 181.305 1.005.146 260.895 (78.804) (85.151) 1.102.086 Devedores vários Total Excessos Movimentos na conta de clientes de cobrança duvidosa durante o exercício de 2012 Saldo Descrição Aumentos 31.12.11 Clientes cobrança duvidosa Aplicações e Saldo pagamentos 31.12.12 865.361 246.244 (167.759) (14.851) 928.995 - 76.151 - - 76.151 865.361 322.395 (167.759) (14.851) 1.005.146 Devedores vários Total Excessos b) Passivos Financeiros O detalhe dos passivos financeiros da empresa no exercício de 2013 foi o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Instrumentos financeiros a curto prazo Dívidas com entidades de Derivados Total Dívidas com Outros entidades de crédito crédito Derivados Outros Débitos e rubricas a pagar: Débitos por operações comerciais: Fornecedores - - - 10 997 381 10 997 381 Fornecedores, empresas do grupo e associadas - - - 691 513 691 513 Credores vários - - - 6 008 719 6 008 719 Pessoal - - - 423 783 423 783 457 937 - 4 044 111 - 4 502 048 448 970 - 838 864 - 1 287 834 - - - 18 018 18 018 Dívidas com entidades de crédito Credores por locação financeira Passivos a justo valor com alterações em perdas e ganhos: Outros Derivados de cobertura Total 906 907 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS - 4 882 975 18 139 414 23 929 296 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 178 O detalhe dos passivos financeiros da empresa no exercício de 2012 é o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Instrumentos financeiros a curto prazo Dívidas com entidades de Derivados Total Dívidas com Outros entidades de crédito crédito Derivados Outros Débitos e rubricas a pagar: Débitos por operações comerciais: Fornecedores - - - 9 654 304 9 654 304 Fornecedores, empresas do grupo e associadas - - - 231 560 231 560 Credores vários - - - 3 813 821 3 813 821 Pessoal - - - 677 358 677 358 1 055 847 - 2 930 903 - 3 986 750 1 288 635 - 1 063 205 - 2 351 840 - - - 226 516 226 516 Dívidas com entidades de crédito Credores por locação financeira Passivos a justo valor com alterações em perdas e ganhos: Outros Derivados de cobertura - Total 2 344 482 - 3 994 108 14 603 559 20 942 149 i) Passivos financeiros não correntes O detalhe dos passivos financeiros não correntes da empresa no exercício de 2013 foi o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Dívidas com entidades de crédito Obrigações e outros valores negociáveis Derivados outros Total Débitos e rubricas a pagar: Dívidas com entidades de crédito Credores por locação financeira Total 457 937 - - 457 937 448 970 - - 448 970 906 907 - - 906 907 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 179 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) O detalhe dos passivos financeiros não correntes da empresa no exercício de 2012 é o seguinte: 2) Credores por locação financeira a Longo Prazo O detalhe dos saldos mantidos por locação financeira em 31 de dezembro do exercício de 2013 e 2012 é o seguinte: Instrumentos financeiros a longo prazo Categorias Classes Dívidas com entidades de crédito Obrigações e outros valores negociáveis Derivados outros 2013 Descrição Total 2012 Credores por locação financeira (Nota 7) Débitos e rubricas a pagar: Dívidas com entidades de crédito Credores por locação financeira Total Leasing 1 055 847 - - 1 055 847 1 288 635 - - 1 288 635 2 344 482 - - 2 344 482 1) Dívidas com entidades de Crédito a Longo Prazo O detalhe dos saldos mantidos com instituições de crédito em 31 de dezembro do exercício de 2013 e 2012 é o seguinte: 2013 Descrição 457 937 1 055 847 Total 457 937 1 055 847 A separação por vencimentos dos empréstimos no final do exercício de 2013 é o seguinte: Dívidas Longo Prazo 2015 2016 457 937 2017 - Deudas Largo Plazo 2014 2015 - 597 743 458 104 2016 545 481 448 970 743 154 448 970 1 288 635 A separação por vencimentos das locações financeiras no final do exercício de 2013 é a seguinte: (Euros) Credores por locação financeira 2015 302 779 2016 146 191 2017 Total - 448 970 A separação por vencimentos das locações financeiras no final do exercício de 2012 é a seguinte: Total 457 937 A separação por vencimentos dos empréstimos no final do exercício de 2012 é o seguinte: Descripción Total Descrição 2012 Apólices de empréstimo Descrição Leaseback - Descrição Credores por locação financeira 2014 838 819 2015 305 144 2016 144 672 Total 1 288 635 Total - 1 055 847 As taxas de juro pagas pela Sociedade durante os exercícios de 2013 e 2012 pelos empréstimos e apólices de crédito subscritas com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciadas à Euribor acrescidas de um diferencial de mercado Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 180 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) As taxas de juro pagas pela Sociedade durante os exercícios de 2013 e 2012 pelas locações financeiras subscritas com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciadas à Euribor acrescidas de um diferencial de mercado. ii) Passivos financeiros correntes O detalhe dos passivos financeiros correntes da empresa no exercício de 2013 foi o seguinte: Instrumentos financeiros a curto prazo Categorias Classes Dívidas com Derivados entidades de Total outros crédito Débitos e rubricas a pagar: Débitos por operações comerciais: Instrumentos financeiros a curto prazo Categorias Classes Dívidas com Derivados entidades de Total outros crédito Fornecedores - 9 654 304 9 654 304 Fornecedores, empresas do grupo e associadas - 231 560 231 560 Credores vários - 3 813 821 3 813 821 Pessoal - 677 358 677 358 2 930 903 - 2 930 903 1 063 205 - 1 063 205 Mantidos para negociar - - - Outros - 226 516 226 516 3 994 108 14 603 559 18 597 667 Débitos e rubricas a pagar: Débitos por operações comerciais: Dívidas com entidades de crédito Fornecedores - 10 997 381 10 997 381 Fornecedores, empresas do grupo e associadas - 691 513 691 513 Credores vários - 6 008 719 6 008 719 Pessoal - 423 783 423 783 Dívidas com entidades de crédito 4 044 111 - 4 044 111 838 864 - 838 864 Mantidos para negociar - - - Outros - 18 018 18 018 4 882 975 18 139 414 23 022 390 Credores por locação financeira Credores por locação financeira Passivos a justo valor com alterações em perdas e ganhos Total Passivos a justo valor com alterações em perdas e ganhos Total O detalhe dos passivos financeiros correntes da empresa no exercício de 2012 é o seguinte: 181 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 1) Dívidas com entidades de Crédito a Curto prazo: O detalhe dos saldos mantidos com instituições de crédito em 31 de dezembro do exercício de 2013 é o seguinte: 2) Dívidas com locações financeiras a Curto prazo: Descrição Descrição Montante Concedido Parte disposta Curto prazo (1) Apólices de empréstimo Contas de Crédito Efeitos descontados - 1 097 767 14 901 518 2 505 439 2 000 000 415 858 2013 2012 Credores por locação financeira Leasing 294 212 286 224 Leaseback 544 652 776 981 838 864 1 063 205 Total 3) Débitos por operações comerciais 4 019 064 Juros Devidos Pendentes de Pagamento Descrição 25 047 Total - 4 044 111 2013 Credores comerciais e outras dívidas: Fornecedores (1) Apólices de Crédito em conta corrente a juros variáveis. 10 997 381 9 654 304 691 513 231 560 Credores por prestações de serviços 4 755 012 2 582 108 Acréscimos de custos 1 253 707 1 231 713 423 783 677 358 - - 18 121 396 14 377 043 Fornecedores, empresas do grupo e associadas (Nota O detalhe dos saldos mantidos com instituições de crédito em 31 de dezembro do exercício de 2012 é o seguinte: Descrição Montante Concedido (1) Parte disposta Curto prazo 15) Credores vários: Remunerações pendentes de pagamento Apólices de empréstimo Contas de Crédito Efeitos descontados - 1 183 270 14 401 518 698 963 3 000 000 870 670 2012 Outras dívidas com as administrações públicas. Total 4) Outros passivos financeiros 2 752 903 Juros Devidos Pendentes de Pagamento Total 178 000 - 2 930 903 O valor dos juros devidos pendentes de pagamento no exercício de 2013 é de 25.047 euros (178.000 euros em 2012). As taxas de juro pagas pela Sociedade durante os exercícios de 2013 e 2012 pelos empréstimos e apólices de crédito subscritas com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciadas à Euribor acrescidas de um diferencial de mercado. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Descrição Fornecedores de imobilizado a curto prazo Total 2013 2012 18 018 226 516 18 018 226 516 Os saldos a receber e a pagar em 31 de dezembro de 2013 e 2012 são em euros (não incluem valores em moeda diferente do euro). EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 182 9. - EXISTÊNCIAS d) Contribuições de sócios Em 12 de novembro de 2012, o único accionista entregou um montante de 3.000.000 euros de Prestações Acessórias, para melhorar a estrutura financeira da Sociedade. Descrição 2013 2012 12. - PROVISÕES E OUTROS PASSIVOS CONTINGENTES Materiais diversos Materiais diversos de utilização nos armazéns 10 273 - Total 10 273 - 10. - CAIXA E OUTROS ACTIVOS LÍQUIDOS EQUIVALENTES Descrição 2013 Caixa Contas correntes Total tesouraria 2012 3 542 8 125 317 390 49 482 320 932 57 607 Não há restrições à disponibilidade destes saldos. 11. - CAPITAIS PRÓPRIOS E FUNDOS PRÓPRIOS a) Capital social O Capital Social da sociedade em 31 de dezembro de 2013 e 2012 é de 6.000.000 de euros e é representado por 60.000 acções de 100 euros de valor nominal cada uma, totalmente subscritas e desembolsadas. Todas as acções são propriedade da empresa portuguesa LS-Luís Simões, SGPS, S.A. b) Reserva legal A reserva legal foi dotada em conformidade com o artigo 274 da Lei de Sociedades de Capital, que estabelece que, em qualquer caso, um valor igual a 10% dos resultados do exercício será destinado a esta até que atinja, pelo menos, 20% do capital social. Não pode ser distribuída e se for utilizada para compensar perdas, caso não existam outras reservas disponíveis suficientes para este fim, deve ser reposta com resultados futuros. Os Administradores da Sociedade na formulação das contas anuais diferenciam entre: • Provisões: saldos credores que cobrem obrigações actuais decorrentes de acontecimentos passados, cujo cancelamento é provável que origine uma saída de recursos, mas que são indeterminados quanto ao seu valor e/ou momento de cancelamento. • Passivos contingentes: obrigações possíveis surgidas em consequência de acontecimentos passados, cuja materialização futura está condicionada a que ocorra, ou não, um ou mais eventos futuros independentes da vontade da Sociedade. As contas anuais agrupam todas as provisões em relação às quais se estima que a probabilidade de ter de responder à obrigação é maior do que o contrário. Os passivos contingentes não são reconhecidos nas contas anuais, mas há informação sobre estes nas notas do relatório, na medida em que não são considerados remotos. As provisões são valorizadas pela melhor estimativa possível do valor necessário para cancelar ou transferir a obrigação, tendo em conta as informações disponíveis sobre o acontecimento e suas consequências, e registando os ajustes que surjam pela actualização de tais provisões como um gasto financeiro à medida que se vão gerando. A compensação a receber de terceiros no momento da liquidação da obrigação, desde que não haja dúvidas de que tal reembolso será recebido, é registada como activo, excepto se existir um vínculo jurídico pelo qual tenha sido exteriorizada parte do risco, e pelo qual a Sociedade não é responsável; nesta situação, a compensação será tida em consideração para estimar o valor pelo qual, se for o caso, figurará a correspondente provisão. Os movimentos da provisão durante o exercício de 2013 são os seguintes: c) Outras reservas O saldo desta rubrica do Balanço do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, de 960.979 euros (900.371 euros em 2012) refere-se a reservas voluntárias. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 183 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Descrição Saldo Aumentos 01.01.13 Aplicações Descrição Saldo Diminuições 31.12.13 comerciais 8.500 - - 341.576 89 491 65 533 - - IVA (333 370) (434 568) Retenções praticadas (242 317) (252 357) Segurança social (352 758) (418 431) Passivos por impostos sobre os ganhos correntes Administrações públicas credoras: Provisões de outras respon- - - -- - - 8.500 333.076 - - 341.576 sabilidades Total 333.076 2012 Correntes: Administrações públicas devedoras Provisões outras op. 2013 Impostos Especiais Os movimentos da provisão durante o exercício de 2012 são os seguintes: (46 517) (183) (974 962) (1 105 539) 621 547 160 525 - - 621 547 160 525 (263 924) (879 481) Não Correntes: Ativos por impostos diferidos Descrição Provisões outras op. comerciais Provisões de outras responsabilidades Total Saldo 31.12.11 Aumentos Aplicações Diminuições Saldo Passivos por impostos diferidos 31.12.12 Saldo 77.000 8.500 - 77.000 8.500 30.150 - - 30.150 - 107.150 8.500 - 107.150- 8.500 13. - SITUAÇÃO FISCAL De acordo com as disposições legais em vigor, as liquidações de impostos não podem ser consideradas definitivas até que tenham sido inspeccionados pelas autoridades fiscais ou caso já tenha passado o prazo de prescrição de 4 anos. Em 31.12.13, a Sociedade tem por inspeccionar todos os impostos a que está sujeita pelos últimos quatro anos. Os Administradores da Sociedade não esperam que, em caso de inspecção, surjam passivos adicionais significativos. a) Saldos com as administrações públicas O detalhe dos saldos mantidos com administrações públicas em 31 de dezembro do exercício de 2013 é o seguinte: 184 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) b) Imposto sobre resultados A conciliação entre o valor líquido dos proveitos e custos do exercício e a base imposta (resultado fiscal) do Imposto sobre Sociedades é a seguinte: 2013 Proveitos e custos imputados Conta de Perdas e Ganhos Aumentos/ 2012 (Diminuições) Aumentos/ Proveitos e custos imputados Conta de Perdas e Ganhos directamente aos capitais próprios (Diminuições) Aumentos/ (Diminuições) Aumentos/ (Diminuições) Saldo de proveitos e custos do exercício (457 927) Imposto sobre Sociedades (461 021) - 2 358 - 21 482 - 24 960 - Diferenças permanentes - directamente aos capitais próprios 67 342 - Diferenças temporárias: - com origem no exercício 754 315 - 137 241 - (268 542) - (260 973) - - - - - (411 692) - (29 072) - Quota integra - - - - Deduções por dupla imposição - - - - Quota integra ajustada positiva - - - - Deduções - - - - Quota líquida - - - - - com origem em exercícios anteriores Compensação de bases impostas negativas de exercícios anteriores Base imposta (resultado fiscal) 185 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) A conciliação entre o custo por imposto sobre resultados e o resultado da multiplicação das taxas de impostos aplicáveis ao total de proveitos e custos reconhecidos, diferenciando o saldo da conta de perdas e ganhos é a seguinte: 2013 Descrição Encargo obrigatório teórico Proveitos e custos imputados directamente aos capitais próprios Conta de Perdas e Ganhos Resultado antes de impostos por operações continuadas Taxa obrigatória aplicável 2012 (918 948) 30% Conta de Perdas e Ganhos - 30% Proveitos e custos imputados directamente aos capitais próprios 69 700 30% 30% (275 684) - 20 910 - 775 797 - 162 201 - Deduções e outros (268 542) - (260 973) - Custo obrigatório efectivo (123 508) - (8 721) - Corrente (123 508) - (8 721) - Diferido (1) (337 513) - 37 119 - - - (26 040) - (461 021) - 2 358 - Efeito de: Custos não dedutíveis Detalhe: Outros (2) Custo obrigatório efectivo (1) Este montante corresponde e inclui Benefícios Fiscais a compensar em exercícios futuros; (2) Este montante corresponde à correção do imposto estimado no ano de 2011, por 42.651 euros, devido à limitação da dedução de 50% de Bases Impostas Negativas e à retificação correspondente no Ativo por Imposto Diferido por 68.691 euros. As diferenças permanentes devem-se principalmente a custos não dedutíveis fiscalmente correspondentes a sanções e multas. As diferenças temporárias são devidas principalmente às geradas por dotações para perdas e imparidade de dívidas de clientes e dotações para provisões de outras operações comerciais e limitação das amortizações dedutíveis fiscalmente, em conformidade com o artigo 7 da Lei 16/2012. 186 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) c) Impostos diferidos Os impostos diferidos em 31 de dezembro do exercício de 2013 e 2012 são os seguintes: Descrição 01/01/2012 Admissões Baixas 31/12/2012 Ativos por impostos diferidos Activos por Impostos Diferidos 2013 Créditos por Perdas a Compensar 2012 Dotações provisões contabilísticas não Diferenças temporárias: dedutíveis fiscalmente Direitos para dedução e bonificação pendentes 191 781 - 55 433 83 113 173 413 - Créditos por Perdas a Compensar 200 921 77 413 Total 621 548 160 525 Dotações provisões contabilísticas não dedutíveis fiscalmente Depreciações e amortizações de imobilizado não dedutíveis (Lei 16/2012) O movimento dos activos por impostos diferidos e dos passivos por impostos diferidos para o exercício de 2013 é apresentado abaixo: Descrição 01/01/2013 Admissões Baixas 31/12/2013 Ativos por impostos diferidos Direitos para dedução e bonificação pendentes Dotações provisões contabilísticas não dedutíveis fiscalmente Depreciações e amortizações de imobilizado não dedutíveis (Lei 16/2012) Créditos por Perdas a Compensar Total - 191 782 - 191 782 83 112 52 882 80 563 55 431 - 173 413 - 173 413 77 413 123 508 - 200 921 160 525 541 585 80 563 621 547 Total - 77 413 - 77 413 120 232 41 172 78 292 83 112 120 232 118 585 78 292 160 525 Os activos por impostos diferidos referentes a créditos por perdas a compensar e prazos de compensação em 31.12.13 são os seguintes: Ano de Origem Bases impostas negativas Até ao Ano 2003 228 971 2021 2012 29 071 2030 2013 411 692 2031 Taxa Imposto Sociedades 30% Ajustes imposto s/ resultados 200 921 De acordo com a Lei 16/2012, de 27 de dezembro, pela qual são adotadas várias medidas tributárias dirigidas à consolidação das finanças públicas e ao impulso da atividade económica, é estabelecida a possibilidade de uma atualização voluntária de valores de determinados activos (imobilizado tangível e investimentos imobiliários) no balanço das empresas. Na data de formulação das presentes contas anuais não foi tomada qualquer decisão de revalorização de nenhum elemento do ativo da sociedade. O movimento dos activos por impostos diferidos e dos passivos por impostos diferidos para o exercício de 2012 é apresentado abaixo: 187 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 14. - PROVEITOS E CUSTOS c) Custos com pessoal O detalhe dos custos com pessoal da Sociedade é o seguinte: a) Volume de negócios líquido A distribuição do volume de negócios líquido da Sociedade correspondente às suas actividades correntes, por categorias de actividade e mercados geográficos, é a seguinte: Descrição Salários Indemnizações Descrição 2013 2012 Segurança social Transporte 56 366 820 57 564 441 Logística 44 385 203 45 635 061 100 752 023 103 199 502 Mercado comunitário Mercado extracomunitário Total 90 445 834 94 402 200 9 567 802 8 778 621 738 387 18 681 100 752 023 103 199 502 Outros encargos sociais Custos com pessoal Descrição Locações e taxas 2013 2012 Compras e outros aprovisionamentos Mercado Nacional 249 531 229 049 Subcontratação de transporte: Mercado Nacional 38 064 669 36 600 164 Mercado Comunitário 21 780 537 23 466 602 - - 59 845 206 60 066 766 6 678 832 3 881 244 66 773 569 64 177 059 Outros Mercados Outras subcontratações Total 13 505 044 501 617 459 579 3 480 865 3 685 169 217 072 228 711 16 613 509 17 878 503 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2013 2012 4 996 791 5 627 552 327 978 387 514 3 146 430 3 334 100 303 018 374 076 Trabalhos especializados 3 431 053 3 976 247 Reparações e conservação 1 222 526 1 095 260 Comunicações 374 909 358 003 Prémios de seguros 364 515 450 207 60 541 71 130 Limpeza, higiene e segurança 684 832 770 726 Consumíveis armazém 714 455 575 871 1 181 551 1 108 807 16 808 599 18 129 491 Cedência de pessoal Combustíveis Energia eléctrica b) Compras A separação de compras é a seguinte: Descrição 12 413 955 d) Serviços externos O detalhe dos Serviços externos da Sociedade para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e 2012 é o seguinte: Segmentação por mercados geográficos: Mercado interno 2012 Encargos sociais: Segmentação por categorias de actividades: Total 2013 Publicidade, propaganda e relações públicas Outros fornecimentos e serviços Total de Serviços externos 188 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) e) Proveitos financeiros Descrição 2013 Proveitos financeiros correspondentes a pagamentos antecipados 254 570 257 894 2 564 447 257 134 258 341 Outros proveitos financeiros Total de proveitos financeiros 2012 f) Encargos financeiros Descrição 2013 2012 Juros sobre dívidas: Empresas do grupo Instituições de crédito Outros custos financeiros Total de encargos financeiros 3 165 38 850 373 946 520 394 7 083 153 202 384 194 712 446 A empresa contratou no ano de 2012 um derivado de cobertura de taxa de juro que não foi reconhecido no ativo. Os seus efeitos estão registados em “Outros encargos financeiros”, não sendo considerada a cobertura e o efeito no ano de 2013, no valor de 2.249 euros (629 euros em 2012). Para os exercícios 2013 e 2012 não foram efectuadas transacções em outras moedas que não o euro. 15. - OPERAÇÕES COM PARTES VINCULADAS a) Sociedades vinculadas As partes vinculadas com as quais a Sociedade manteve transacções durante os exercícios de 2013 e 2012, assim como a natureza dessa vinculação, são as seguintes: Nome LS - Luís Simões, SGPS, SA Natureza da vinculação Accionista único Luís Simões Logística Integrada, SA Empresa do grupo Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, SA Empresa do grupo Diagonal - Corretores de Seguros, SA Empresa do grupo LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA Empresa do grupo Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 189 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) b) Saldos entre sociedades vinculadas Os saldos mantidos com as partes vinculadas detalhadas na tabela anterior em 31.12.13 são os seguintes: Nome LS - Luís Simões, SGPS, SA Luís Simões Logistica Integrada, SA Saldos devedores 1.056 3.165 430.445 574.480 490 4.046 - 7.118 813 105.869 432.803 694.678 Reta - Serviçoes Técnicos e Rent-a-Cargo, SA Diagonal - Corretores de Seguros, SA LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA Total Saldos credores Os saldos mantidos com as partes vinculadas em 31.12.12 são os seguintes: Nome LS - Luís Simões, SGPS, SA Saldos devedores Saldos credores - - 53.162 174.441 Reta - Serviçoes Técnicos e Rent-a-Cargo, SA - 16.478 Lusiseg, Lda - (50) 135 40.690 53.297 231.560 Luís Simões Logistica Integrada, SA LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA Total c) Operações realizadas entre Sociedades vinculadas As transacções entre sociedades vinculadas são realizadas a preços de mercado. 190 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) As transacções mantidas com as partes vinculadas detalhadas anteriormente para o exercício 2013 são as seguintes: Nome Serviços Externos Luís Simões Logística Integrada, SA (1) Reta-Serviços Técnicos e Rent-A-Cargo, SA (2) LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA (3) Total Prestações de Serviços Outros Custos Outros Proveitos 23.245.085 2.465.947 -- 461.687 476.901 -- 37.497 - 2.305.852 -- -- 1.089.468 26.027.838 2.465.947 37.497 1.551.155 (1) Subcontratação de serviços de transporte rodoviário de mercadorias. Este montante está incluído na Conta de P&G nos “Trabalhos realizados por outras empresas”; (2) Serviços de manutenção de pneus e reparação de veículos; (3) Serviços de administração, gestão e outros serviços partilhados; Durante o exercício de 2013, a Sociedade adquiriu imobilizado relativo a instalações no valor de 6.080 euros à sociedade do grupo Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Nota 5). As transações mantidas com as partes vinculadas detalhadas anteriormente para o exercício 2012 foram as seguintes: Nome Serviços Externos Luís Simões Logística Integrada, SA (1) Reta-Serviços Técnicos e Rent-A-Cargo, SA (2) LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, SA (3) Total Prestações de Serviços Outros Custos Outros Proveitos 24.833.499 1.594.334 -- 216.460 419.824 -- 36.438 - 1.710.438 -- -- - 26.963.761 1.594.334 36.438 216.460 (1) Subcontratación de servicios de transporte de mercancías por carretera. Este importe está incluido en la Cuenta de P&G en los “Trabajos realizados por otras empresas”; (2) Servicios de mantenimiento de neumáticos y reparación de vehículos; (3) Servicios de administración, gestión y otros servicios compartidos; 191 Durante el ejercicio 2012 la Sociedad adquirió inmovilizado material por un importe de 814 euros a la sociedad del grupo Luis Simões Logística Integrada, S.A. (Nota 5). Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) d) Administradores e alta direção Remunerações e outras prestações: i) Remuneração dos membros do Conselho de Administração durante os exercícios de 2013 e 2012: Os membros do Conselho de Administração, durante os exercícios de 2013 e 2012, não receberam qualquer remuneração. Não existem antecipações, nem créditos concedidos ao conjunto dos membros do Conselho de Administração da Sociedade, nem transações garantidas ou obrigações contraídas em matéria de pensões e seguros de vida. ii) Remuneração total dos membros de alta direção: Na Sociedade não existe pessoal de alta direção que não corresponda aos membros do conselho de administração. Outras informações sobre o Conselho de Administração: Em relação aos artigos 229 e 230 da Lei de Sociedades de Capital, os administradores comunicaram que em 31.12.13 e de 2012 nem eles nem as pessoas a eles vinculadas possuem situações de conflito com os interesses da Sociedade e que não detêm participações no capital de outras sociedades diferentes das Empresas do Grupo com um tipo de atividade igual, semelhante ou complementar ao objeto social Luís Simões Logística Integrada. S.A. Para além disso, os administradores confirmaram o seguinte em relação ao exercício de cargos ou funções em sociedades com um tipo de atividade igual, semelhante ou complementar relativamente ao que constitui o objeto social da Sociedade, nem a realização por conta própria, ou de outrem, de um tipo de atividade igual, semelhante ou complementar ao que constitui o objeto social da Sociedade. 192 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Administrador José Luís Soares Simões Participação direta Participação indireta Cargo/Função 0% 33,33% Administrador Sociedade Luís Simões Logística Integrada, SA José Luís Soares Simões 0% 33,33% Administrador Reta-Serviços Técnicos e Rent-A-Cargo, SA Jorge Manuel Soares Simões 0% 33,33% Administrador Luís Simões Logística Integrada, SA Jorge Manuel Soares Simões 0% 33,33% Administrador Reta-Serviços Técnicos e Rent-A Leonel Fernando Soares Simões 0% 33,33% Administrador Luís Simões Logística Integrada, SA Leonel Fernando Soares Simões 0% 33,33% Administrador Reta-Serviços Técnicos e Rent-A Cônjuge e filhos de José Luís Soares Simões (cada um) 0% 0,000095% - Reta e Luís Simões Logística Integrada, SA Cônjuge e filhos de Jorge Manuel Soares Simões (cada um) 0% 0,000095% - Reta e Luís Simões Logística Integrada, SA Cônjuge e filhos de Leonel Fernando Soares Simões (cada um) 0% 0,000095% - Reta e Luís Simões Logística Integrada, SA Maria Celeste Venâncio Santos 0% 0% Administrador Reta e Luís Simões Logística Integrada, SA 16. - OUTRAS INFORMAÇÕES a) Número médio de pessoas empregadas durante o exercício: No fim do exercício Homens Mulheres Média do exercício Total Gestores, engenheiros e técnicos 56 19 75 79 Administrativos 62 76 138 149 199 32 231 243 Pessoal de Produção Pessoal de distribuição e venda Total 8 - 8 6 325 127 452 477 Estrutura do pessoal em 31.12.12:: No fim do exercício Homens Mulheres Média do exercício Total Gestores, engenheiros e técnicos 61 21 82 77 Administrativos 62 98 160 161 231 25 256 273 3 - 3 3 357 144 501 514 Pessoal de Produção Pessoal de distribuição e venda Total Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 193 Valor dos honorários de auditoria de contas: Em conformidade com o estabelecido na Disposição Adicional décima quarta da Lei 44/2002 de 22 de novembro sobre Medidas de Reforma do Sistema Financeiro, informa-se que o total dos honorários recebidos pelos auditores de contas da sociedade no exercício de 2013 foi de 20.000 euros (20.000 euros em 2012). b) Informação sobre meio ambiente: Devido à atividade a que se dedica a Sociedade, esta não tem responsabilidades, gastos, ativos nem provisões ou contingências de natureza ambiental que possam ser significativos em relação ao capital, à situação financeira e aos resultados da mesma. Por este motivo, não são incluídas separações específicas no presente relatório das contas anuais em relação à informação de questões ambientais. O prazo legal de pagamento para efeitos da Lei 15/2010 é de 60 dias no ano de 2013 e de 75 dias no ano de 2012. d) Informação sobre gastos de I&D: Resume Gastos I&D Rubricas PPagamentos realizados e pendentes de pagamento na data de fecho do balanço 2012 Valor % Dentro do prazo máximo legal 44.523.648 Restante Total pagamentos do exercício PMPE (dias) de pagamentos Diferimentos que na data de fecho ultrapassam o prazo máximo legal 2011 Valor % 60% 63.349.910 29.815.173 40% 12.093.919 16% 74.338.821 100% 75.443.829 100% 20 22 5.946.723 1.580.179 84% 2012 719 000 Gastos gerais 113 175 39 206 Investimento 37 637 81 005 Total de gastos com I&D Volume de negócios a) Informação sobre o valor de saldo pendente de pagamento a fornecedores com diferimento superior ao prazo legal de pagamento: De acordo com a informação exigida pela Disposição Adicional terceira da Lei 15/2010, informa-se que os pagamentos para operações comerciais realizados durante o exercício e pendentes de pagamento no fecho em relação aos prazos máximos de pagamento legais são os seguintes: 2013 Custos com pessoal % Gastos de I&D / Volume de negócios Custos com pessoal 771 537 869 812 891 748 100 752 023 103 199 502 0,86% 0,86% 16 613 509 17 878 503 Durante o exercício de 2013 a Sociedade incorreu em gastos custos com atividades de investigação e desenvolvimento relativas ao seguinte: implementação de projetos de reengenharia de processos ao nível operacional utilizando metodologias Lean, permitindo não só uma diferenciação no serviço ao cliente como também um aumento da eficiência; optimizador de rotas, implementação da melhoria do processo de distribuição e armazéns para otimização de custos, desenvolvimento do portal LSNet, com novas funcionalidades para processos de PLV/Marketing; melhoria de processos segundo a metodologia Lean, em processos administrativos e processos operacionais; desenvolvimento do processo multipicking para melhorar a operacionalidade especial de processos de picking. e) Ativos contingentes: A Sociedade reclamou o Imposto sobre as Vendas a retalho de determinados hidrocarbonetos (IVMDH), tanto às Comunidades Autónomas pertinentes como à Administração Tributária, dos exercícios fiscais de 2005 a 2012. No IVMDH incumpre a normativa comunitária harmonizadora dos Impostos especiais e, em concreto, o art. 3, capítulo 2, da Diretiva 92/12/CEE do Conselho, de 25 de fevereiro de 1992, relativa ao regime geral, propriedade, circulação e controlos dos produtos objeto de Impostos Especiais. Com data de 27 de fevereiro de 2014, o tribunal de justiça da união europeia declarou que o IVMDH é contrário à diretiva sobre os impostos especiais, o que permite que essas sociedades podem reclamar o valor às respetivas administrações públicas. O montante total reclamado a 31 de dezembro de 2013 é de 2.551.582,66 euros mais juros de mora que não se encontram registados contabilisticamente à data de fecho. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 194 17. - GARANTIAS No fecho dos exercícios de 2013 e 2012, a empresa tinha apresentado a terceiros as seguintes garantias: Beneficiário Objeto Início 2013 2012 INBISA Diversos 10/01/2008 - 573.326 SERVISA TARJETAS Diversos 17/06/2010 25.000 25.000 COBEGA Cliente 07/02/2011 1.960.000 1.960.000 BP OIL ESPAÑA Diversos 19/08/2004 20.000 20.000 DIAGEO Cliente 16/03/2011 60.000 60.000 Agência tributária Depósito Fiscal 11/10/2011 30.000 30.000 Agência tributária Depósito Fiscal 11/10/2011 28.800 28.800 SOLRED ESPANHA (Repsol) Diversos 10/10/2011 200.000 200.000 SOLRED ESPANHA (Repsol) Diversos 16/02/2012 600.000 600.000 Agência tributária Depósito Fiscal 27/10/2011 15.000 15.000 Agência tributária Depósito Fiscal 23/05/2012 33.500 33.500 Agência tributária Depósito Fiscal 24/07/2012 33.300 33.300 Agência tributária Depósito Fiscal 27/07/2012 8.000 8.000 Agência tributária Depósito Fiscal 01/10/2012 300.000 300.000 Agência tributária Depósito Fiscal 09/01/2013 30.000 - Probuilding Diversos 09/01/2013 1.000.000 - SOLRED ESPANHA Diversos 13/03/2013 800.000 - Agência tributária Depósito Fiscal 06/08/2013 60.000 - 5.203.600 3.886.926 18. - COMPROMISSOS NÃO REFLETIDOS NO BALANÇO Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, não existem compromissos não refletidos no balanço. 19. - INFORMAÇÃO SOBRE A NATUREZA E O NÍVEL DE RISCO PROCEDENTE DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 195 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) A gestão dos riscos financeiros da Sociedade está centralizada na Direção Corporativa Financeira, que estabeleceu os mecanismos necessários para controlar a exposição às variações das taxas de juro, bem como aos riscos de crédito e liquidez. São indicados de seguida os principais riscos financeiros que têm impacto na Sociedade: San Fernando. 26 de março de 2014. • Risco de crédito Em geral, a Sociedade mantém a sua tesouraria e ativos líquidos equivalentes em instituições financeiras de elevado nível de crédito. Não existe uma concentração significativa do risco de crédito com terceiros. A exposição mais relevante ao risco de crédito é em relação aos saldos devedores comerciais e outras contas a receber. A política de gestão do risco de crédito foi concebida para minimizar os possíveis impactos do não pagamento por parte dos seus clientes. Para além disso, implementou uma política de vendas a clientes com limite de crédito, o que ajudou a controlar a incapacidade de cobrança. • Risco de liquidez A Sociedade mantém uma política de liquidez consistente na contratação de linhas de crédito e investimentos financeiros temporários no montante suficiente para suportar as necessidades de financiamento com base nas expectativas de evolução dos negócios. JOSÉ LUÍS SOARES SIMÕES Presidente / Administrador Delegado D. JORGE MANUEL SOARES SIMÕES Secretário / Administrador Delegado LEONEL FERNANDO SOARES SIMÕES Vogal / Administrador Delegado D.ª MARIA CELESTE MORGADO VENÂNCIO DOS SANTOS Vogal / Administrador Delegado A fim de assegurar a liquidez e poder cumprir todos os compromissos de pagamento decorrentes da sua atividade, a Sociedade dispõe da tesouraria que apresenta o seu balanço, bem como de linhas de crédito e financiamento, conforme detalhado nas Notas 8 b) e 10. • Risco de mercado Devido ao seu sector de atividade, a Sociedade está sujeita ao risco de mercado pela flutuação do preço do petróleo e, consequentemente, do preço do gasóleo. Este risco é reduzido devido à política de subcontratação de frota externa, que representa mais de 70% de toda a frota gerida. 20. - OCORRÊNCIAS POSTERIORES AO FECHO Não ocorreram acontecimentos de importância significativa posteriores ao fecho do exercício em 31.12.13 que possam afetar significativamente as demonstrações financeiras aqui apresentadas. 196 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal) B |RELATÓRIO DE GESTÃO ATIVIDADE NO EXERCÍCIO Logística e Transporte definem-se cada vez mais como um processo estratégico que acrescenta valor e que permite a diferença, criando vantagem competitiva. É, portanto, cada vez menos, um negócio baseado em ativos físicos e cada vez mais num serviço baseado no conhecimento avançado e em sofisticados sistemas de informação, visando os mais altos níveis de serviço e de satisfação do cliente. O setor do Transporte de mercadorias por estrada e de Logística na Península Ibérica continua a ser um setor atividade muito cíclica, ou seja, um setor muito relacionado com o desempenho económico de Espanha e Portugal. Depois dos crescimentos verificados até 2007-2008, e com uma forte contração em 2009, este setor apresentou no período de 2010-2013 alguma estabilidade. O valor do mercado Ibérico em 2013 foi de aproximadamente 19-20 mil milhões de euros, o que significa uma redução de 3% a 5% em relação ao ano de 2012. Em relação aos diversos modos de transporte de mercadorias, o transporte por estrada continua a ser o mais relevante na Península Ibérica, com mais de 70% de quota de mercado. O transporte marítimo aumentou ligeiramente a sua importância, mas apenas nos segmentos de produto com destino a pontos de venda, onde poderá ser uma opção, tendo em conta os seus “lead-times” maiores que os do transporte por estrada. As 20 primeiras empresas ao nível Ibérico poderão representar apenas 33% do mercado total do Transporte de mercadorias por estrada e de Logística, com um volume de negócios total de cerca de 6 mil milhões de euros. Devido à conjuntura económica, as empresas apresentaram uma rentabilidade muito reduzida. (Em 2012 a margem do resultado líquido do exercício foi ligeiramente superior a 0%). Luís Simões Logística Integrada desenvolve a sua atividade em 2 áreas diferenciadas mas complementares: a Área do Negócio de Transportes, que presta serviços de carga completa a partir de Espanha em fluxos ibéricos nacionais e regionais, desde e para toda a Península Ibérica. Desenvolve a sua atividade em segmentos de mercado exigentes, como: bebidas, produtos alimentares, papel e cartão, embalagens e o sector automóvel. Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) CIF: A79502357 | Inscrita en el Registro Mercantil de Guadalajara, en el Tomo 403, Libro 0, Folio 52, Hoja GU-4744, Inscripción 2 Capital: 6.000.000,00 Euros | Av. de la Industria n.º 5 | 19200 Azuqueca de Henares (Guadalajara) Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Durante o ano de 2013, Espanha e o mercado ibérico continuaram a viver políticas de austeridade, que começaram em 2012, pelo que o mercado continua contraído, sendo de prever uma redução de 5,6% em relação ao ano anterior, com o consequente impacto negativo nas duas economias, sendo que o défice de fluxos de Portugal para Espanha força a redução dos preços, sem contrapartidas no sentido contrário, provocando um grande desequilíbrio neste fluxos e o consequente impacto na rentabilidade do serviço inter-regional. A atividade da empresa foi ainda marcada por alguns acontecimentos, dos quais destacamos: • Início de uma colaboração com o Grupo Portmann (França) e Primafrio (Espanha); • Lançamento de vários projetos, dos quais se destacam: Georreferenciação – Localização de semirreboques por GPS; GO Inter – Gestão de fluxos na atividade inter-regional e local; Optimizador de rotas – programa informático que permite otimizar as cargas por viagem e destino; Níveis de serviço - dotação das estruturas comerciais e operacionais de novos formatos e tecnologias que permitam o domínio do nível de serviço on-line e também de KPIS (Key Performance Indicators) para relações comerciais com os clientes; • Melhoria da rentabilidade da Frota Própria, beneficiando de um ano com preços de combustíveis mais estáveis. A Área de Negócio de Logística desenvolve a sua atividade no território espanhol, identifica-se como um operador especializado no mercado de logística e distribuição de produtos de grande consumo, e também desenvolve a sua atividade no setor de componentes de automóveis. Durante 2013, foram desenvolvidas as seguintes ações: • Diminuição relevante (5%) das vendas suportada pela saída de um grande cliente em abril e pela baixa das taxas de clientes importantes. Como ponto positivo, a entrada de novos clientes/operações. Continuamos com a redução das vendas de clientes, consequência do clima de desaceleração económica semelhante ou pior iniciada no ano de 2009. • A Zona Centro foi reestruturada com o fecho das nossas instalação de Azuqueca e EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 197 Ciempozuelos. A saída de um grande cliente provocou um revés na faturação, que não foi anulado pelas previsões de entradas de novos clientes de pneus. • A Delegação da Catalunha aumentou as suas vendas 61% em relação ao ano anterior, apesar de a sua rentabilidade não ter sido acompanhada pelo know-how de arranque das novas operações. A Delegação de Levante, pelo contrário, teve um ano positivo, com uma diminuição de vendas de 11% mas conseguindo uma rentabilidade de 2%. • Andaluzia, com a saída de um cliente importante, foi muito afetada na faturação e na rentabilidade. A entrada em operação de um cliente diminuiu os efeitos dessa saída. A entrada de novos clientes deve continuar a ser procurada. • O desenvolvimento das equipas de gestão de cada centro (gestores e quadros médios) permitiram consolidar a gestão de clientes, assegurando níveis de serviço de acordo com as suas exigências. • Abertura do Depósito Fiscal em Cabanillas e Depósitos Aduaneiros em Alovera, o que oferece valor acrescentado aos clientes. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA O Volume de Vendas da Luís Simões Logística Integrada em 2013 ascende a um valor de 100.752 Mil euros. Este desempenho foi conseguido num ano em que assistimos na Zona Euro a um cenário de contração da economia (-0,4% do PIB), com destaque especial na Península Ibérica, onde Espanha registou um crescimento negativo do PIB de -1,2%. As taxas de desemprego em Espanha mantêm-se num nível muito elevado, tendo consequências muito negativas no consumo das famílias. No seguimento do ano anterior, este cenário de desaceleração económica afetou a atividade dos clientes da Empresa, levando-os a procurar alternativas para reduzir custos. Foi neste contexto que a empresa, através da sua equipa de gestão, encontrou soluções inovadoras que asseguraram elevados níveis de serviço, indo ao encontro das exigências dos clientes, acabando estes por reconhecer como diferenciadores, por sua vez, permitindo o aumento da atividade em alguns dos clientes estruturais, bem como a conquista de novos clientes em novos segmentos de mercado. No exercício de 2013, a empresa teve um Resultado Líquido negativo de 458 Mil euros, Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS bastante abaixo dos últimos anos, devido principalmente ao aumento do peso dos gastos de subcontratação na estrutura de custos da empresa, que passou a representar mais 4% do que no ano anterior. Por outro lado, a empresa conseguiu diminuir o peso de diversas rubricas da estrutura de custos, ou seja, os custos com pessoal (-0,8%) e serviços externos (-1%), o que permite ter boas perspetivas para o futuro. Apesar deste desempenho económico negativo, a empresa continua a ter uma estrutura financeira bastante sólida, como se pode verificar no nível de Autonomia Financeira de 28%. PERSPETIVAS PARA 2014 O ano de 2014 continua a ser um ano complicado e é considerado como um ano em que se pode desenhar a luz ao fundo deste túnel que afeta a economia há já 5 anos. No final do terceiro trimestre do ano de 2013 verificou-se uma inversão da tendência, com sinais de retoma da economia. De acordo com as previsões do FMI, a economia da zona euro vai crescer 1% no ano de 2014 e 1,4% no ano de 2015. Em relação à economia Espanhola, prevê-se um crescimento de 0,6% no ano de 2014 e de 0,8% para o ano de 2015. O Negócio de Transportes indica os seguintes pontos como grandes fatores que marcarão a sua estratégia para 2014; • A nível de mercado, a aposta é o crescimento das vendas, sobretudo nos mercados internacionais e inter-regionais; • Continuar a racionalizar as estruturas administrativas e efetuar os trabalhos de melhoria dos processos internos com visibilidade na redução de custos; • Conclusão da última fase do projeto GO Inter com impacto e todas as formas de gestão, tanto na atividade inter-regional como nas restantes atividades, a saber, a local; • Aproveitar a recetividade dos Clientes para aceitar melhores condições na otimização de recursos. • Criar a Direção de Business Development (BD) com o objetivo de dar maior vitalidade à área comercial na Península Ibérica; • Incrementar o modelo de gestão de fábricas, procurar novos setores e serviços, tanto de uma forma isolada, como em projetos comuns de clientes; • Focalização em segmentos de negócio complementares às bebidas, de forma que suavizem os picos de atividade operacional, como, por exemplo: vestuário, calçado e cargas de contentores; EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) 198 • Foco no mercado de transporte de resíduos; • Desenhar o serviço de cargas fracionadas através de operações no regime de “MilkRun”; O Negócio de Logística destaca os seguintes aspetos para o ano de 2014: • Continuar a desenvolver a área da Logística Promocional. Um mundo que estamos a explorar e que devemos aproveitar. Gerador de maior volume de negócios e margens. Nomeação do Diretor Ibérico; • Continuar com o desenvolvimento da Catalunha; • Potenciar a Andaluzia e aproveitar a incorporação de um Diretor para ambos os negócios; • Conseguir mais clientes estruturais. Para 2014, a entrada de novos clientes garantem o crescimento da atividade. • Maior atenção aos nossos clientes e ao nosso mercado: manutenção e fidelização dos clientes atuais. Os concorrentes podem aproveitar a dura luta pela captação de clientes, que aproveitam para solicitar reduções de tarifas ou para lançar tenders. • Reforço da equipa Comercial em várias frentes. Os Diretores Regionais devem apoiar mais a entrada de novos negócios e de novos clientes; • DIP deve continuar a reforçar o acompanhamento de Resultados em Operações Internas nas várias Delegações; • Manutenção das margens de Distribuição apesar dos possíveis protestos e reclamações de transportadores; • Manter o investimento no desenvolvimento de tecnologias da informação, que suportem um domínio estruturado de todos os processos logísticos e possibilitem uma melhor gestão da informação. Neste contexto há que destacar: • Implementação do projeto de Copacking para utilizar uma aplicação que faça a gestão do negócio de CoPacking. • Manutenção e implementação do modelo estruturado de acompanhamento da produtividade individual das nossas operações logísticas; • Optimizador de rotas; • Faturação eletrónica; INFORMAÇÃO SOBRE RISCOS Incluímos na nota 19 do relatório a informação sobre a natureza e o nível de risco associado aos instrumentos financeiros. EVENTOS POSTERIORES Não ocorreram acontecimentos de importância significativa posteriores ao fecho do exercício em 31.12.13 que possam afetar significativamente as demonstrações financeiras aqui apresentadas. ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração Luís Soares Simões Presidente / Administrador Delegado Leonel Fernando Soares Simões Vogal / Administrador Delegado Jorge Manuel Soares Simões Secretário / Administrador Delegado Maria Celeste Venâncio Santos Vogal / Administrador Delegado APLICAÇÃO DE RESULTADOS A empresa Luís Simões Logística Integrada, S.A. terminou o exercício de 2013 com resultados líquidos negativos de 457.927 euros. Em conformidade com as disposições legais e estatutárias aplicáveis, propõe-se a seguinte aplicação de resultados: Reservas voluntárias -- -457.927 Euros ATIVIDADES EM MATÉRIA DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Durante o exercício de 2013 a Sociedade incorreu em custos com atividades de investigação e desenvolvimento de 869.812 euros: Esta informação pode ser consultada com maior detalhe na nota 16 do relatório. 199 AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÕES PRÓPRIAS Na nossa sociedade não foram produzidas aquisições de participações próprias durante o exercício de 2013. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) Madrid, 26 de março de 2014 JOSÉ LUÍS SOARES SIMÕES Presidente / Administrador Delegado D. JORGE MANUEL SOARES SIMÕES Secretário / Administrador Delegado LEONEL FERNANDO SOARES SIMÕES Vogal / Administrador Delegado D.ª MARIA CELESTE MORGADO VENÂNCIO DOS SANTOS Vogal / Administrador Delegado 200 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt 18 de julho de 2014 RELATÓRIO DE AUDITORIA DAS CONTAS ANUAIS Ao Acionista Único da Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal) Auditámos as contas anuais da Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal), que incluem o balanço em 31 de dezembro de 2013, a conta de perdas e ganhos, o estado das alterações sofridas pelo património líquido, o estado dos fluxos de caixa e o anexo correspondentes ao exercício que findou naquela data. É da responsabilidade dos Administradores a preparação das contas anuais da Empresa, em conformidade com os princípios contabilísticos aplicáveis à entidade (que se identificam na Nota 2 em anexo) e, em particular, com os princípios e critérios contabilísticos constantes do mesmo. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião sobre as referidas contas anuais, no seu todo, com base no exame que efectuámos de acordo com os princípios contabilísticos vigentes em Espanha, que requer a verificação, através de amostragem, do suporte justificativo das contas anuais, bem como a avaliação sobre se a sua apresentação, os princípios e critérios financeiros adotados e as estimativas financeiras estão de acordo com os princípios contabilísticos aplicáveis. Em nossa opinião, as contas anuais relativas ao exercício de 2013 em anexo expressam, em todos os aspetos relevantes, uma imagem fiel do património e da situação financeira da Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedade Unipessoal), à data de 31 de dezembro de 2013, bem como os resultados das suas operações e dos seus fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela mesma data, em conformidade com os princípios contabilísticos aplicáveis e, em particular, com os princípios e critérios contabilísticos aí constantes. PricewaterhouseCoopers Auditores, S.L. Representada por: Juan Manuel Díaz Sócio — Auditor de Cuentas PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 O relatório de gestão anexo relativo ao exercício de 2013 inclui as explicações que os Administradores consideram oportunas sobre a situação da Empresa, a evolução dos seus negócios e outros assuntos, não fazendo parte integrante das contas anuais. Verificámos que a informação contabilística constante do referido relatório de gestão está em conformidade com as contas anuais do exercício de 2013. A nossa função enquanto revisores oficiais de contas limita-se à verificação do relatório de gestão dentro do âmbito mencionado neste parágrafo, não incluindo a verificação de qualquer outra informação para além da obtida através dos registos contabilísticos da Empresa. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 201 EMPRESA | Luís Simões Logística Integrada, S.A. (Sociedad Unipersonal) LS - Luís Simões SGPS, S.A. A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO A actividade da Empresa consiste na gestão das participações sociais do Grupo Luís Simões e na negociação centralizada de financiamentos. Estes, são posteriormente canalizados para as diversas empresas do grupo, de forma a satisfazer as suas necessidades de tesouraria. Durante o ano de 2013 a empresa procedeu à extinção das acções próprias detidas no valor de 1.360 Mil Euros e em simultâneo ao aumento de capital por incorporação de Reservas, o qual passou de 29.579 Mil Euros para 30.000 Mil Euros representado por 6.000.000 acções. Na sequência da aquisição de uma carteira de seguros por parte a sua participada Diagonal (antes denominada Lusiseg), a Empresa participou no aumento do Capital Social desta sociedade, que passou de 49 Mil Euros para 200 Mil Euros. Posteriormente, e para reforço da Estrutura Financeira desta participada, a Empresa entrou com Prestações Acessórias no valor de 300 Mil Euros; No final do presente exercício, foi formalizada a aquisição de uma quota correspondente a 70% do capital da sociedade Espaçotrans – Gestão de Entrepostos Aduaneiros, Lda, operação que se concretizou já em Janeiro de 2014. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA Tendo em consideração a actividade desenvolvida, nomeadamente como gestora de participações sociais e como entidade financiadora das restantes empresas do grupo, a Empresa apresenta essencialmente, gastos e rendimentos financeiros. No período em análise, os Rendimentos Financeiros ascenderam a 800 Mil Euros, valor um pouco inferior ao verificado nos últimos anos devido principalmente à redução do endividamento das suas participadas e à diminuição das taxas de juro médias. desempenho das suas participadas com um impacto negativo de 984 Mil Euros, uma vez que é aplicado o Método de Equivalência Patrimonial. A anulação de Pagamentos Especiais por Conta (PEC’s) não recuperáveis também teve um impacto negativo de 154 Mil Euros. A Empresa, apresenta uma estrutura financeira bastante sólida, com um rácio de Autonomia Financeira de 69% e um Rácio de Solvabilidade de 220%. PERSPECTIVAS PARA 2014 Em 2014 a Empresa pretende manter o papel de negociadora e angariadora corporativa de financiamento para o Grupo Luis Simões, continuando a focalizar-se em garantir as necessidades de financiamento das suas filiais, procurando minimizar os encargos associados ao mesmo. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e dos restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. Em 2013, a Empresa apresentou um Resultado Líquido negativo de 1.120 Mil Euros, resultante principalmente do 202 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração José Luís Soares Simões Presidente/Admin. Delegado Leonel Fernando Soares Simões Vogal Jorge Manuel Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos Vogal Mesa da Assembleia Geral Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária Fiscal Único PriceWaterCoopers & Associados, SROC, Lda. Efectivo José Manuel Henriques Bernardo Suplente APLICAÇÃO DE RESULTADOS A empresa LS - Luís Simões, SGPS, S.A., encerrou o exercício de 2013 com um Resultado Líquido negativo no valor de 1.119.921,01 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Reserva Legal -1.119.921,01 Euros Moninhos, 26 de Março de 2014 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS José Luís Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos - Vogal EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 203 B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO (Euros) em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Participações financeiras - método da equivalência patrimonial 6 39 469 569,51 41 191 404,24 Participações financeiras - prestações acessórias 9 11 331 700,00 11 031 700,00 Participações financeiras - outros métodos 6 5 000,00 5 000,00 Outros activos financeiros 9 13 812 735,96 9 371 378,31 Activos por impostos diferidos 8 335 225,11 218 564,92 64 954 230,58 61 818 047,47 ACTIVO CORRENTE Clientes 9 Estado e outros entes públicos 11.4 495,00 255,00 435 983,66 561 919,48 Accionistas / sócios 9 - 399 506,54 Outras contas a receber 9 1 251 888,19 865 357,38 Diferimentos 11.1 Outros activos financeiros 9 Caixa e depósitos bancários 4 Total do activo 2 184,48 - 583 023,37 1 000 000,00 922,70 69 792,79 2 274 497,40 2 896 831,19 67 228 727,98 64 714 878,66 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 9 30 000 000,00 29 578 950,00 Acções (quotas) próprias 9 - (1 360 271,75) 9 6 830 400,00 6 830 400,00 Outros instrumentos de capital próprio Reservas legais 11.2 68 088,82 926 679,63 Outras reservas 11.2 4 562 969,49 5 451 656,02 Resultados transitados 11.2 5 635 748,15 5 635 748,15 Ajustamentos em activos financeiros 11.2 268 414,41 268 414,41 47 365 620,87 47 331 576,46 Resultado líquido do período (1 119 921,01) 680 888,12 Total do capital próprio 46 245 699,86 48 012 464,58 6 707 050,00 4 974 828,10 6 707 050,00 4 974 828,10 9 2 460,00 1 146,98 11.4 4 107,10 4 475,46 PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Financiamentos obtidos 9 PASSIVO CORRENTE Fornecedores Estado e outros entes publicos Accionistas / sócios 9 - 137 243,43 Financiamentos obtidos 9 13 696 685,85 11 449 193,76 Outras contas a pagar 9 572 725,17 135 526,35 14 275 978,12 11 727 585,98 Total do passivo 20 983 028,12 16 702 414,08 Total do capital próprio e do passivo 67 228 727,98 64 714 878,66 O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração - José Luís Soares Simões -Presidente | Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal | Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 204 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS (Euros) Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Ganhos / perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos Períodos 2013 2012 6 (984 627,82) 724 482,11 Fornecimentos e serviços externos 11.5 (67 431,33) (29 909,72) Outros rendimentos e ganhos 11.6 7 595,63 1 889,85 Outros gastos e perdas 11.7 (198 613,10) (30 975,23) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos (1 243 076,62) 665 487,01 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) (1 243 076,62) 665 487,01 Juros e rendimentos similares obtidos 11.8 800 012,59 869 128,37 Juros e gastos similares suportados 11.9 (650 787,67) (779 418,66) (1 093 851,70) 755 196,72 (26 069,31) (74 308,60) (1 119 921,01) 680 888,12 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 8 Resultado líquido do período O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões -Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal 205 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Euros) Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes - 1 620,00 (6 874,46) (24 129,72) (6 874,46) (22 509,72) Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento 110 757,54 (192 433,75) Outros recebimentos/pagamentos (71 138,37) (60 242,69) 32 744,71 (275 186,16) (340 081,64) (3 840 000,00) (94 333 178,32) - Pagamentos a fornecedores Caixa gerada pelas operações Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Investimentos financeiros Outros activos Recebimentos provenientes de: Outros activos Juros e rendimentos similares Dividendos 52 957 491,58 - 865 357,69 884 007,49 777 288,55 825 328,45 (40 073 122,14) (2 130 664,06) 139 084 019,78 148 590 299,50 Financiamentos obtidos (101 438 231,78) (147 528 817,75) Juros e gastos similares (710 235,38) (806 911,99) Dividendos (646 843,71) (1 078 632,01) 36 288 708,91 (824 062,25) (3 751 668,52) (3 229 912,47) Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Pagamentos respeitantes a: Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) Caixa e seus equivalentes no início do período 4 (2 680 368,70) 549 543,77 Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 (6 432 037,22) (2 680 368,70) O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração José Luís Soares Simões -Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 206 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO (Euros) No Período de 2012 Outros Capital Acções Instrumentos Reservas Realizado Próprias de Capital Legais Resultados Outras Reservas Transitados Próprio Posição no início do período 2012 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 844 748,90 5 451 656,02 Ajustamentos Resultado em Activos Líquido do Financeiros Período 5 157 696,35 268 414,41 Resultado líquido do período Resultado integral Total 1 638 614,53 48 410 208,46 680 888,12 680 888,12 2 319 502,65 49 091 096,58 Operações com detentores de capital no período Aplicação dos resultados - - - 81 930,73 - 478 051,80 - (559 982,53) - - - - - - - - (1 078 632,00) (1 078 632,00) 29 578 950,00 (1 360 271,75) 6 830 400,00 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,15 268 414,41 680 888,12 48 012 464,58 Outras operações Distribuição Dividendos Posição no fim do período 2012 (Euros) No Período de 2013 Posição no início do período 2013 Capital Acções Realizado Próprias 29 578 950,00 Outros Reservas Instrumentos de Capital Próprio (1 360 271,75) 6 830 400,00 Outras Reservas Legais 926 679,63 5 451 656,02 Resultados Transitados Ajustamentos Resultado em Activos Líquido do Financeiros Período 5 635 748,15 268 414,41 Resultado líquido do período Resultado integral Total 680 888,12 48 012 464,58 (1 119 921,01) (1 119 921,01) (439 032,89) 46 892 543,57 (680 888,12) (646 843,71) Operações com detentores de capital no período Aplicação dos resultados - - (1 365 300,00) 1 365 300,00 - 34 044,41 - - - Outras operações Extinção de acções próprias Regularização descontos e prémios Aumento de capital Posição no fim do período 2013 - - (5 028,25) - - 5 028,25 - - - 1 786 350,00 - - (892 635,22) (893 714,78) - - - - 421 050 1 360 271,75 - (858 590,81) (888 686,53) - - (680 888,12) (646 843,71) 30 000 000,00 - 6 830 400,00 68 088,82 4 562 969,49 5 635 748,15 268 414,41 (1 119 921,01) 46 245 699,86 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. - 207 ANEXO 2 - REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1 – Identificação da Entidade 2.1. Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. (Montantes expressos em Euros) 1.1. Designação da entidade: A Empresa foi constituída em 5 de Agosto de 1996 com a denominação Social de LS – Luís Simões, SGPS, S.A., com o NIF 503 717 789. Em 1 de Outubro de 2010, foi objecto de uma fusão por incorporação, com efeitos a 1 de Janeiro de 2010, sendo a sociedade incorporante da sociedade F.L. Simões, SGPS, S.A. 1.2. Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na gestão de participações sociais. 1.4. Designação dos detentores de capital: A empresa é detida pelas entidades descritas no quadro seguinte: Nº Acções % Direito detidas de Voto Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. 1.751.184 29,19% 29,19% Varanda do Vale, SGPS, S.A. 1.751.184 29,19% 29,19% Mira Serra, SGPS, S.A. 1.751.184 29,19% 29,19% José Luís Simões 248.816 4,15% 4,15% Leonel Fernando Simões 248.816 4,15% 4,15% Jorge Manuel Simões 248.816 4,15% 4,15% 6.000.000 100% 100% Accionistas % Participação A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.12. 2.2. Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as descritas abaixo. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1- Conversão cambial Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em Euros, salvo indicação explícita em contrário. EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 208 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. 3.2 – Participações Financeiras – método da equivalência patrimonial Estão valorizados pelo método de equivalência patrimonial os investimentos em Subsidiárias, definindo-se como tal as entidades que são controladas pela Empresa. Entende-se por controlo a capacidade de decidir sobre as políticas financeiras ou operacionais, a que normalmente está associado o controlo, directo ou indirecto, de mais de metade dos direitos de voto. O método da equivalência patrimonial foi utilizado a partir da data em que cada uma das participadas se enquadrou como entidade subsidiária. Na data da aquisição do investimento, a diferença entre o custo do investimento e a parte do Grupo no justo valor líquido dos activos, passivos e passivos contingentes identificáveis da adquirida é contabilizada de acordo com a NCRF 14 — Concentrações de Actividades Empresariais. Desta forma: Segundo o método da equivalência patrimonial, as demonstrações financeiras incluem a quota-parte da Empresa no total de ganhos e perdas reconhecidas desde a data em que o controlo começa até à data em que efectivamente termina. Ganhos ou perdas são realizados em transacções entre as Empresas do Grupo, incluindo as associadas, são eliminados os dividendos atribuídos pelas subsidiárias visto que são considerados reduções do investimento detido. Quando a quota-parte das perdas de uma subsidiária excede o valor de investimento, a Empresa reconhece perdas adicionais no futuro, se tiver incorrido em obrigações, ou tenha efectuado pagamentos em benefício da subsidiária. As políticas contabilísticas aplicadas pelas subsidiárias são alteradas, sempre que necessário, de forma a garantir,que as mesmas são aplicadas de forma consistente pela Empresa e pelas suas subsidiárias. As entidades que se qualificam como subsidiárias e associadas encontram-se listadas na Nota 5. 3.3 – Goodwill O goodwill é registado sempre que existam indícios de eventual perda de valor, os valores Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS de goodwill são sujeitos a testes de imparidade. Qualquer perda de imparidade é registada como gasto na demonstração dos resultados do exercício e não pode ser susceptível de reversão posterior. 3.4 – Participações Financeiras – outros métodos A Empresa utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. 3.5 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 209 3.6 – Activos e Passivos Financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.7- Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes valores estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos obtidos do Balanço. 3.8- Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. 3.9- Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal. 3.10 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 210 Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.11 – Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o código das sociedades Comerciais a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. b) Dividendos Antecipados A distribuição de dividendos aos accionistas da Empresa é reconhecida como uma responsabilidade nas demonstrações financeiras no período em que os dividendos são aprovados pelos seus accionistas. 3.12 – Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da LS-Luís Simões SGPS, S.A. são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.12.1 - Imparidade A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Gerência no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Empresa dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.12.2 - Reconhecimento de activos por impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 3.12.3 – Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 211 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 4 - FLUXOS DE CAIXA 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não foram atribuídas remunerações ao pessoal chave da gestão. A rubrica de Caixa e seus equivalentes decompõem-se conforme se segue: 2013 Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis 2012 69.792,79 considerados, de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da 922,70 69.792,79 gestão. O saldo de Caixa e Equivalentes constante na Demonstração de Fluxos de Caixa decompõese da seguinte forma: 31.12.2013 Depositos à Ordem 922,70 Total de caixa e seus equivalentes a caixa 31.12.2012 (Serviços que a 922,70 69.792,79 empresa presta) (6.432.959,92) (2.750.161,49) Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. Suprimentos Dividendos (6.432.959,92) (2.680.368,79) Varanda do Vale, SGPS, S.A. Suprimentos Dividendos Mira Serra, SGPS, S.A. Suprimentos Dividendos Outros accionistas Suprimentos Dividendos 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida pelas entidades indicadas no quadro seguinte: detidas Natureza do relacionamento recebe) Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras são considerados como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e elementos chave na Gestão das mesmas. Nº Acções Natureza do relacionamento (Serviços que a empresa 5 - PARTES RELACIONADAS Accionistas 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas 69.792,79 Total de caixa e depositos bancários Descobertos bancários O Conselho de Administração da Empresa e a Direcção de Serviços Partilhados foram 922,70 Outras partes relacionadas: Subsidiárias Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Financiamentos e dividendos Financiamentos Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Financiamentos e dividendos Financiamentos Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Financiamentos e dividendos Financiamentos Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Financiamentos e dividendos Financiamentos Financiamentos e dividendos Financiamentos Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária,Lda. % Direito de Voto % Participação Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% Varanda do Vale, SGPS, S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% Mira Serra, SGPS, S.A. 1 751 184 29,19% 29,19% José Luís Simões 248 816 4,15% 4,15% Leonel Fernando Simões 248 816 4,15% 4,15% Jorge Manuel Simões 248 816 4,15% 4,15% 6 000 000 100% 100% Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. Financiamentos e dividendos Financiamentos LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Financiamentos e dividendos Financiamentos 212 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes com partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Contas a Receber Contas a Pagar Suprimentos obtidos Prestações Acessórias concedidas Outras partes relacionadas: Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. Varanda do Vale, SGPS, S.A. Mira Serra, SGPS, S.A. Outros 2012 - - - - 2013 - - 110 000,00 - 2012 - - - - 2013 - - 110 000,00 - 2012 - - - - 2013 - - 110 000,00 - 2012 - - 3 440 936,77 - 2013 - - 3 877 050,00 - 2012 - 126 574,16 - 3 103 900,00 2013 - 414 398,92 - 3 103 900,00 2012 - - - 3 000 000,00 2013 - - - 3 000 000,00 2012 - 25,29 - 2 299 700,00 2013 79 773,72 - 2 299 700,00 2012 - - - 840 000,00 2013 - - - 840 000,00 2012 - - - - 2013 - - - - 2012 399 506,54 - - 1 788 100,00 2013 363 212,02 - - 1 788 100,00 2012 - 10 643,98 - - 2013 - 38 029,05 - 300 000,00 Subsidiárias: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Total 2012 399 506,54 137 243,43 3 440 936,77 11 031 700,00 2013 442 985,74 452 427,97 4 207 050,00 11 331 700,00 Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. 213 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Ano Financiamentos a receber Financiamentos a pagar Rendimentos de juros Gastos de juros Outras partes relacionadas: Leonel Simões & Filhas, SGPS,S.A. Varanda do Vale, SGPS, S.A. Mira Serra, SGPS, S.A. Outros 2012 - - - 6 541,68 2013 - - - 4 994,02 2012 - - - 6 541,68 2013 - - - 4 994,02 2012 - - - 6 541,68 2013 - - - 4 994,02 2012 - - - 181 260,80 2013 - - - 164 508,40 2012 - 2 430 597,75 36 576,71 72 456,93 2013 3 169 095,29 - 85 857,88 9 817,92 2012 1 000 000,00 - 38 850,19 - 2013 - - 3 164,96 1 055,57 2012 - 1 048 632,98 58 095,31 10 232,10 2013 - 2 534 620,23 2012 60 445,64 - 91 850,12 - 2013 277 554,54 - 11 522,58 - 2012 1 089 883,04 - 62 861,00 - 2013 1 579 521,45 - 91 503,59 - 2012 8 221 049,63 - 579 035,78 - 2013 8 786 564,68 - 581 503,54 - 2012 - 14 958,48 630,01 11 465,60 2013 583 023,37 - 26 460,35 720,64 2012 10 371 378,31 3 494 189,21 867 899,12 295 040,47 2013 14 395 759,33 2 534 620,23 800 012,90 239 659,83 Subsidiárias: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Total 48 575,24 214 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 6 – INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS Os investimentos em subsidiárias encontram-se discriminados no quadro seguinte: 2013 2012 Método da equivalência patrimonial Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha 7 328 258,31 7 651 783,82 Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal 11 334 633,91 12 859 377,52 4 298 142,97 4 217 120,02 Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. 13 447,58 161 059,36 Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 84 609,28 84 417,86 107 339,68 95 638,32 16 303 137,78 16 122 007,34 39 469 569,51 41 191 404,24 Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 215 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. Em 31 de Dezembro de 2013 e de 2012 as participações financeiras em subsidiárias registadas na rubrica Participações financeiras – método de equivalência patrimonial, decompõem-se como se segue: 2013 2012 Sede Activo Capital Próprio Resultado Líquido % de Participação Valor de balanço % de Participação Valor de balanço Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Moninhos 54 560 435,08 15 688 630,91 (1 515 348,62) 100,00% 11 334 633,91 100,00% 12 859 377,52 Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Moninhos 12 868 007,43 5 715 787,84 839 064,39 100,00% 4 298 142,97 100,00% 4 217 120,02 Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Moninhos 1 439 291,80 313 447,58 (186 552,42) 100,00% 13 447,58 100,00% 161 059,36 Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda Moninhos 2 112 590,84 1 812 916,98 (8 171,98) 11,51% 84 609,28 11,39% 84 417,86 Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. Moninhos 4 475 352,05 912 378,47 99 385,03 11,76% 107 339,68 11,76% 95 638,32 LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Moninhos 45 356 644,55 18 091 237,78 519 393,98 100,00% 16 303 137,78 100,00% 16 122 007,34 Madrid 35 184 505,29 9 932 735,83 (457 926,73) 100,00% 7 328 258,31 100,00% 7 651 783,82 Portuguesas: Estrangeiras: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha 39 469 569,51 41 191 404,24 Os movimentos ocorridos durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 nas subsidiárias mensuradas pelo método da equivalência patrimonial foi o indicado no quadro seguinte: Saldo em 01.01.2013 Dividendos Aumento Aumento Resultado de Capital de participação Líquido Ajustamentos Saldo em intra-grupo 31.12.2013 Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha 7 651 783,82 - - - (457 926,73) 134 401,22 7 328 258,31 Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal 12 859 377,52 - - - (1 515 348,62) (9 394,99) 11 334 633,91 4 217 120,02 (439 025,01) - - 839 064,39 (319 016,43) 4 298 142,97 161 059,36 - 38 940,64 - (186 552,42) - 13 447,58 Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 84 417,86 - - 1 132,00 (940,58) - 84 609,28 Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 95 638,32 - - 9,00 11 692,36 - 107 339,68 16 122 007,34 (338 263,54) - - 519 393,98 - 16 303 137,78 41 191 404,24 (777 288,55) 38 940,64 1 141,00 (790 617,62) (194 010,20) 39 469 569,51 Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 216 Os movimentos ocorridos durante o ano nas subsidiárias mensuradas ao custo foi o indicado no quadro seguinte: 2013 2012 Custo PLIE-Guarda 5 000,00 5 000,00 5 000,00 5 000,00 7 – Acontecimentos após a data do balanço 7.1 – Autorização para emissão das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão, pelo Conselho de Administração, em 26 de Março de 2014. 8 - Impostos sobre o rendimento A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. As empresas do Grupo abaixo indicadas, encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A., pelo que os impostos apurados individualmente estão reflectidos no saldo da accionista incluído na rubrica de Accionistas/Sócios. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. Para os exercícios de 2013 e 2014 foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou para doze períodos de tributação (este prazo é de cinco anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011 e de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução dos PFR passou a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados (em 2013 este limite é de 75%). As empresas incluídas no “RETGS” são apresentadas no quadro seguinte: Empresa Data início LS - Luís Simões, SGPS, S.A. 01-01-2007 Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal 01-01-2007 Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 01-01-2007 Diagonal- Corretores de Seguros, SA. 01-01-2007 LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 01-01-2011 A LS – Luís Simões SGPS, SA, como sociedade dominante, é responsável pelo cálculo do lucro tributável do grupo, através da soma algébrica dos lucros tributáveis e dos prejuízos fiscais apurados nas declarações de rendimentos de cada um das sociedades dominadas pertencentes ao RETGS. O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 217 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 8.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: a) Gasto (rendimento) por impostos correntes; O Gasto (rendimento) por impostos correntes é o indicado no quadro seguinte: 2013 2012 Imposto Corrente IRC do ano 11 698,12 7 985,80 11 698,12 7 985,80 14 371,19 66 322,80 14 371,19 66 322,80 26 069,31 74 308,60 Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias b) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias; A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro apresentado na alínea a) do presente parágrafo. c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos; Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto por impostos diferidos sofreu um impacto de 2.863,24 Euros. 218 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 8.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico (em uma ou em ambas das seguintes formas); A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Base de Imposto 2013 Resultado antes de impostos Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Taxa de Imposto 2012 2013 (1 093 851,70) 755 196,72 26,50% 26,50% (289 870,70) 198 564,63 1 370 150,73 2 738 356,23 1 370 150,73 2 738 356,23 2 354 778,55 2 013 874,12 154 216,63 - 2 508 995,18 2 013 874,12 44 992,75 30 714,61 25,00% 25,00% 1,00% 1,00% 11 248,19 7 678,65 2012 26,50% 26,50% -1,03% 1,02% Rendimentos não tributáveis Anulação efeito do MEP Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Anulação efeito do MEP IRC e outros impostos incidentes sobre os lucros Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama IRC Calculado Derrama Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento do período 449,93 307,15 14 371,19 66 322,80 14 821,12 66 629,95 (1,35%) 8,82% 26 069,31 74 308,60 (2,38%) 9,84% 219 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 8.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior; Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 8.4 — Quantia (e a data de extinção, se houver) de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço; A quantia e a data de extinção de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço são as indicadas no quadro seguinte: Demonstrações de Balanço 2013 Resultados 2012 2013 2012 Activos por impostos diferidos Outras Prejuízos Fiscais-Constituições (*) Benefícios Fiscais 139 369,24 22 709,05 116 660,19 (66 322,80) 139 369,24 22 709,05 116 660,19 (66 322,80) 195 855,87 195 855,87 335 225,11 218 564,92 116 660,19 (66 322,80) 335 225,11 218 564,92 116 660,19 (66 322,80) Provisões não aceites fiscalmente: Data de extinção 2013 2012 Prejuízos Fiscais que a empresa considera não recuperáveis: Prejuízos Fiscais 2008 2014 1 407 870,27 - Prejuízos Fiscais 2009 2015 1 575 379,73 - 2 983 250,00 - (*) Parte destes valores não foram reconhecidos em resultados porque foram utilizados no Regime Especial de Tributação do Grupo de Sociedades (RETGS). À data de 31 de Dezembro de 2013, o montante dos prejuízos fiscais por deduzir originados pelas empresas incluídas no RETGS e os anos limite para a sua dedução são os seguintes: Ano do Prejuízo Fiscal Benefícios fiscais: SIFIDE 2007 2013 - 72 567,09 SIFIDE 2008 2014 839 650,18 839 650,18 839 650,18 912 217,27 Prejuízo Fiscal Ano Limite para dedução 2009 1.902.665,24 2015 2011 2.248.854,77 2015 Os Prejuízos Fiscais que a Empresa considera não recuperáveis respeitam à sua participada LSLI-PT, incluída no RETGS. 8.5 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados; a) Quantia de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado; As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 220 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 9.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 9 - Instrumentos financeiros 9.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Activos 2013 2012 Participações financeiras - método da equivalência patrimonial 11 331 700,00 11 031 700,00 5 000,00 5 000,00 13 812 735,96 9 371 378,31 Participações financeiras - prestações acessórias Participações financeiras - Outros métodos - Outras empresas 11 031 700,00 11 031 700,00 5 000,00 5 000,00 13 812 735,96 9 371 378,31 Participações financeiras - outros métodos Participações de capital em empresas não cotadas Outras contas a receber - não corrente Empréstimos concedidos subsidiárias Outros activos financeiros 2012 Participações financeiras - prestações acessórias Prestações acessórias Não Corrente Clientes c/c Corrente Clientes 495,00 255,00 - 399 506,54 1 251 888,19 865 357,38 583 023,37 1 000 000,00 Accionistas Outras contas a receber 2013 Participações financeiras - método equivalência patrimonial Outros activos financeiros Caixa e bancos 922,70 69 792,79 26 985 765,22 22 742 990,02 Adiantamentos a fornecedores Clientes Accionistas 495,00 255,00 - 399 506,54 1 242 998,32 865 357,38 8 889,87 - 583 023,37 1 000 000,00 922,70 69 792,79 26 685 765,22 22 742 990,02 Outras contas a receber - Corrente Devedores - Subsidiárias Outros devedores Activos não correntes detidos para venda Outros activos financeiros - correntes Empréstimos concedidos subsidiárias Caixa e depósitos bancários Passivos 2013 2012 Outros depósitos bancários Não corrente Financiamentos obtidos 6 707 050,00 4 974 828,10 2 460,00 1 146,98 - 137 243,43 13 696 685,85 11 449 193,76 572 725,17 135 526,35 20 978 921,02 16 697 938,62 Corrente Fornecedores Accionistas Financiamentos obtidos Outras contas a pagar Instrumentos de Capital Capital Acções próprias Outros instrumentos de capital 2013 2012 30 000 000,00 29 578 950,00 - (1 360 271,75) 6 830 400,00 6 830 400,00 36 830 400,00 35 049 078,25 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 221 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 9.3 – Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo ou custo amortizado são os indicados no quadro seguinte: 2013 2 500 000,00 1 203 891,33 Participantes de Capital (Nota 5) 4 207 050,00 3 770 936,77 - - 2 460,00 1 146,98 - 137 243,43 Adiantamento de clientes Accionistas Financiamentos obtidos - Correntes Decobertos bancários 6 432 959,92 2 750 161,49 Empréstimos obtidos 4 729 105,70 5 204 851,30 Subsidiárias (Nota 5) 2 534 620,23 3 494 180,97 Outras contas a pagar Credores - Subsidiárias 452 427,97 Acréscimo financiamentos bancários 42 766,37 20 169,30 Acréscimo partes relacionadas 75 151,42 113 779,67 2 349,41 1 202,38 30,00 375,00 20 978 921,02 16 697 938,62 Outros acréscimos de gasto Outras contas a pagar 2012 Empréstimos bancários A mais de 5 anos Empréstimos obtidos Fornecedores 2013 Entre 1 ano e 5 anos 2012 Financiamentos - Não correntes Subsidiárias A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 2 500 000,00 1 203 891,33 - - 4 207 050,00 3 770 936,77 - - 6 707 050,00 4 974 828,10 Participantes de capital Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos No final do exercício de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 19.344.230,00 Euros (18.744.230,00 Euros em 2012), estando utilizados apenas 6.432.959,92 Euros (2.750.161,49 Euros em 2012) As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Os juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com entidades de crédito e empresas do grupo encontram-se principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. 9.4 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. 222 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 9.5 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas Em 31.12.2013 e em 31.12.2012 o capital subscrito é detido na sua totalidade pelas entidades descritas no quadro seguinte e encontra-se totalmente realizado: Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 2013 Gastos Rendimentos Gastos Activos financeiros ao custo: Juros obtidos 800 012,59 - 869 128,37 - 800 012,59 - 869 128,37 - - 650 787,67 - 779 418,66 800 012,59 650 787,67 869 128,37 779 418,66 Passivos financeiros ao custo: Juros suportados Leonel Simões & Filhas, 9.6 - Instrumentos de capital próprio Nº Acções detidas Valor participação % Participação 1 751 184 8 755 920,00 29,19% Varanda do Vale, SGPS, S.A. 1 751 184 8 755 920,00 29,19% Mira Serra, SGPS, S.A. 1 751 184 8 755 920,00 29,19% José Luís Simões 248 816 1 244 080,00 4,15% Leonel Fernando Simões 248 816 1 244 080,00 4,15% Jorge Manuel Simões 248 816 1 244 080,00 4,15% 6 000 000 30 000 000,00 100,00% SGPS,S.A. 2012 Rendimentos Accionistas c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é detalhada conforme se segue: 2013 2013 Outros Instrumentos de Capital Próprio 2012 Prestações Acessórias Capital Valor nominal 2012 6 830 400,00 6 830 400,00 6 830 400,00 6 830 400,00 30 000 000,00 29 578 950,00 30 000 000,00 29 578 950,00 Os outros instrumentos de capital próprio referem-se às prestações acessórias efectuadas pelos accionistas para as quais não existe prazo de reembolso ou remuneração Acções/quotas próprias - (1 365 300,00) 10 – Informações Exigidas por diplomas legais Prémios / descontos - 5 028,25 30 000 000,00 28 218 678,25 b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: 2013 Valor 2012 Quantidade Valor Quantidade Acções emitidas Acções ordinárias a 5€ cada 30 000 000,00 6 000 000 29 578 950,00 5 915 790 30 000 000,00 6 000 000 29 578 950,00 5 915 790 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no decorrer de 2013, não foram efectuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 223 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2013, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2014, nos prazos legais. 10.1 – Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que a Empresa não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora, e que a situação da Empresa perante a Segurança Social se encontra regularizada, dentro dos prazos legalmente estipulados. 11 – OUTRAS INFORMAÇÕES 11.1 – Diferimentos Em 31.12.2013 e em 31.12.2012 a rubrica do activo corrente “Diferimentos” apresentava a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Outros gastos a reconhecer 2 184,48 - 2 184,48 - 11.2 – RESERVAS, RESULTADOS E OUTRAS VARIAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A rubrica de reservas, de resultados e outras variações nos capitais decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2013 Dividendos Aplicação de resultados Resultado do ano Outros Saldo em 31 de Dezembro de 2013 Outras Reservas Resultados Transitados Ajustamentos em activos financeiros Resultados Líquidos do Periodo Total 926 679,63 5 451 656,02 5 635 748,15 268 414,41 680 888,12 12 963 386,33 - - - - (646 843,71) (646 843,71) 34 044,41 - - - (34 044,41) - - - - - (1 119 921,01) (1 119 921,01) (892 635,22) (888 686,53) - - - (1 781 321,75) 68 088,82 4 562 969,49 5 635 748,15 268 414,41 (1 119 921,01) 9 415 299,86 224 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2012 Dividendos Aplicação de resultados Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Outras Reservas Resultados Transitados Total 5.451.656,02 5.157.696,36 268.414,41 1.638.614,52 13.361.130,21 - - - - (1.078.631,99) (1.078.631,99) 81.930,73 - 478.051,80 - (559.982,53) - - - - - 680.888,12 680.888,12 926.679,63 5.451.656,02 5.635.748,16 268.414,41 680.888.12 12.963.386,34 a) Aplicação de resultados Por deliberação da Assembleia Geral de 28 Maio de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 680.888,12 Euros teve a seguinte aplicação: - Reservas Legais: - Dividendos: Resultados Líquidos do Periodo 844.748,90 Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de Dezembro de 2013 resultam de: Ajustamentos em activos financeiros 34.044,41 646.843,71 11.4 – ESTADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS Em 31.12.2013 e em 31.12.2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 Activo b) Capital Durante o ano de 2013 a empresa procedeu à extinção das acções próprias detidas no valor de 1.360.000,00 Euros e em simultâneo ao aumento de capital por incorporação de Reservas, o qual passou de 29.579.000,00 Euros para 30.000.000,00 Euros, representado por 6.000.000 acções. 11.3 – DIVIDENDOS PAGOS Durante o exercício de 2013 a Empresa procedeu ao pagamento de dividendos respeitantes ao exercício de 2012 no valor total de 646.843,71 Euros. Activo Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas Pagamentos por conta e especial por conta Retenção na Fonte Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares 569 270,93 - 812 264,34 - (135 354,15) - (252 057,08) - 2 066,88 - 1 712,22 - - 4 107,10 - 4 475,46 435 983,66 4 107,10 561 919,48 4 475,46 11.5 – FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é detalhada conforme se segue: 2013 Trabalhos especializados Comissões bancárias Contencioso e notariado Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Passivo colectivas Estimativa de imposto A reserva legal não está ainda totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social). Esta reserva só pode ser utilizada na cobertura de prejuízos ou o aumento do capital social 2012 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 2012 9 356,91 5 406,21 56 699,17 23 927,91 1 375,25 425,60 - 150,00 67 431,33 29 909,72 225 11.6 – OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é conforme se segue: 2013 Restituição de impostos 2012 7 595,63 1 753,31 - 136,54 7 595,63 1 889,85 Outros não especificados 11.7 – OUTROS GASTOS E PERDAS A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é conforme se segue: 2013 Impostos Correcções relativas a exercícios anteriores 2012 44 392,95 30 466,06 154 216,63 - Outros 3,52 509,17 198 613,10 30 975,23 11.8 – JUROS E GASTOS SIMILARES OBTIDOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Obtidos” nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é conforme se segue: 2013 2012 Juros obtidos De financiamentos concedidos - subsidiárias (nota 5) De depósitos 2013 Juros suportados De financiamentos obtidos 281 851,39 351 470,34 De financiamentos obtidos partes relacionadas (nota 5) 239 659,83 295 040,47 De descobertos bancários 129 276,45 132 907,85 650 787,67 779 418,66 11.10 – GARANTIAS PRESTADAS A Empresa apresentou livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas de empresas do Grupo que, a 31 de Dezembro de 2013, ascendem a 9.328.732,32 Euros (3.673.104,13 Euros em 2012). Adicionalmente, a Empresa apresentou livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas de empresas do grupo, que, a 31 de Dezembro de 2013, ascendem a 3.940.056,94 Euros (2.048.930.80 Euros em 2012). 11.11 – RESULTADO POR ACÇÃO O resultado por acção dos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 foi determinado conforme se segue: 2013 867 899,12 - 1 229,25 800 012,59 869 128,37 11.9 – JUROS E GASTOS SIMILARES SUPORTADOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31.12.2013 e em 31.12.2012 é conforme se segue: Resultado líquido do período (1 119 921,01) 680 888,12 6 000 000,00 5 915 790,00 (0,19) 0,12 Número de acções Resultado por acção básico 11.12 – Acontecimentos após a data do Balanço No final do presente exercício, foi formalizada a aquisição de uma quota correspondente a 70% do capital da sociedade Espaçotrans – Gestão de Entrepostos Aduaneiros, Lda, operação que se concretizou já em Janeiro de 2014. Não se registaram quaisquer outros eventos subsequentes a 31.12.2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.12. O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 Resultados Número médio ponderado de acções 800 012,59 2012 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. A Administração José Luís Soares Simões -Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venâncio dos Santos – Vogal 226 C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i) seja aprovado o Relatório de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras; iii) seja aprovada a proposta de aplicação de resultados Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório de gestão e as demonstrações financeiras apresentados pelo Conselho de Administração de LS – Luís Simões, SGPS, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 18 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço, a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio, a Demonstração de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; iii) o Relatório de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa evidenciando os aspetos mais significativos; iv) a proposta de aplicação de resultados não contraria as disposições legais e estatutárias aplicáveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. 227 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 5. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. www.pwc.com/pt Opinião CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos as demonstrações financeiras da LS – Luís Simões, SGPS, S.A., as quais compreendem o Balanço em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 67.228.727,98 euros e um total de capital próprio de 46.245.699,86 euros, incluindo um resultado líquido negativo de 1.119.921,01 euros), a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio e a Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira da LS – Luís Simões SGPS, S.A. em 31 de dezembro de 2013, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípio contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do Relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório de gestão e de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 18 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (iv) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 228 EMPRESA | LS - Luís Simões SGPS, S.A. RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO A actividade da RETA está centrada no sector de operadores logísticos e transportes, comercializando produtos e serviços relacionados com o mercado de viaturas pesadas, com particular incidência no segmento de tractores e semi-reboques. Oferece aos seus clientes um portfólio alargado de soluções, como a venda de semi-reboques novos e usados, o aluguer semi-reboques e tractores, e serviços de manutenção e reparação a viaturas pesadas. O sector transportador e logístico continua a enfrentar dificuldades económicas e financeiras em consequência da conjugação de vários factores desfavoráveis resultantes da crise financeira surgida em finais de 2007, à qual se seguiu, em 2008, a crise económica, e que perdura até aos dias de hoje. Consequentemente, a realidade referida acima tem-se reflectido negativamente no sector de actividade onde a Empresa se insere. Esse facto está consubstanciado na falência de alguns concorrentes e na dificuldade económica e financeira de outros, decorrente de uma menor procura pelos bens e serviços disponibilizados pelo sector (menos clientes, redução de investimento e redução de frota em circulação). A filosofia de gestão da RETA tem tido como princípios orientadores o foco no cliente, no accionista e nas soluções. Estas orientações têm estado na base do sucesso da Empresa permitindo ultrapassar as dificuldades decorrentes da actual conjuntura, aproveitando as oportunidades que têm surgido. Como já referido acima, neste exercício foram implementados projectos que contribuíram para o crescimento da actividade, para o aumento da notoriedade da marca RETA, para a fidelização dos clientes e para a sustentabilidade futura da Empresa. Alguns desses projectos foram: • Obtenção da representação da marca de tractores DAF (DAF Service Partner), como agente autorizado no serviço pós-venda; • Obtenção da representação da marca de semi-reboques Lecitrailer; • Acordo com a Schmitz como oficina autorizada na reparação de caixas Ferroplast; • Implementação da Casa da Fibra no Centro do Carregado, proporcionando melhores Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS condições de trabalho e de serviço ao cliente. • Implementação e obtenção da Certificação Sistema Gestão Ambiental e Segurança Alimentar, para além da renovação da Certificação em Qualidade; e • Implementação parcial da telemática na frota, cujo projecto terminará em 2014. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA Durante o ano de 2013, Portugal teve como principal objectivo a consolidação orçamental decorrente das exigências do resgate financeiro em que está envolvido. Este processo, associado ao abrandamento do sector privado e à manutenção das condições desfavoráveis no mercado de trabalho, levaram a uma contracção da actividade económica de -1,5%. A quebra acumulada da economia desde 2011, cifra-se nos 6%. Apesar desta conjuntura económica bastante desfavorável, a Empresa fixou o seu Volume de Vendas em , conseguindo um crescimento de 5% face a 2012, destacando-se o forte incremento das vendas do segmento da Manutenção e Reparação que cresceu 29% face ao ano anterior. Este crescimento foi bastante influenciado pelo efeito induzido pela nova representação do serviço pós-venda da DAF e pela melhoria das condições operativas da secção de fibra. O aumento das vendas reflecte o sucesso dos projectos implementados, da boa dinâmica comercial e da fidelização dos clientes. À semelhança dos últimos anos, em 2013, a Empresa registou uma performance económico-financeira muito positiva, o que contribuiu para a criação de 13 novos postos de trabalho (+21% de colaboradores, face a Dezembro de 2012). No exercício de 2013 o EBITDA fixou-se nos 4.246 Mil euros, sendo que a adequada gestão dos recursos humanos, físicos e financeiros, se traduziu num aumento dos EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 229 Resultados Antes de Impostos de 502 Mil Euros (+76%), tendo-se este fixado em 1.158 Mil Euros, enquanto que o Resultado Liquido ascendeu a 839 Mil Euros. Em 2013, as mais-valias líquidas obtidas com a alienação de viaturas ascenderam a 2 Milhões de euros, verificando-se um aumento de 11% face a 2012 cujo valor atingiu os 1.799 Mil euros. Ao nível do Investimento bruto, concretizouse um forte aumento do mesmo, que ascendeu a 5.459 Mil euros (1.577 Mil euros em 2012). Este nível de investimento tem como objectivo a reposição da frota alienada e fazer face ao crescimento da actividade. Por outro lado, o rigoroso controlo do investimento e da taxa de ocupação da frota têm permitido uma maior rentabilização dos meios, mantendo o equilíbrio financeiro da Empresa com uma Autonomia Financeira de 44%. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. PERSPECTIVAS PARA 2014 Não obstante a incerteza da evolução económica, financeira e social para 2014, a RETA continuará a adaptar-se à actual realidade, de forma a aproveitar as oportunidades que decorrem deste contexto e a implementar a estratégia definida em 2010 para o quinquénio de 2011-2015. Esta estratégia tem conduzido ao sucesso da organização e contribuído para cimentar a solidez económico-financeira da Empresa, o que nos permite encarar o ano 2014 com optimismo. Assim, em 2014, vamos: • Continuar a materializar a estratégia como reforço da nossa posição nos nossos mercados preferenciais, onde somos líderes ou temos uma posição relevante; • Continuar a formatar produtos e serviços que correspondam às necessidades dos clientes; • Continuar atentos às oportunidades que surjam, com o objectivo de incrementar negócios e valor à organização; • Apostar continuamente nos recursos humanos, quer através de formação, quer através do reforço da equipa operacional e de suporte ao negócio, indispensável ao crescimento perspectivado da organização. 230 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração Jorge Manuel Soares Simões Presidente/Admin. Delegado Fernando Soares Simões Vogal José Luís Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos SantosVogal Vogal Mesa da Assembleia Geral Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária Fiscal Único PriceWaterCoopers & Associados, SROC, Lda. Efectivo José Manuel Henriques Bernardo Suplente APLICAÇÃO DE RESULTADOS A Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos no valor de 839.064,39 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Reservas Legais Dividendos 41.953,22 Euros 797.111,17 Euros Moninhos, 26 de Março de 2014 Jorge Manuel Soares Simões Presidente Leonel Fernando Soares Simões Vogal José Luís Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos Vogal 231 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO Balanço em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 7 7 179 575,82 5 614 678,86 Activos intangíveis 6 48 451,44 58 160,80 Participações financeiras - outros métodos 14 15 997,60 15 997,60 Outros activos financeiros 14 109,62 - Activos por impostos diferidos 13 390 079,33 629 628,32 7 634 213,81 6 318 465,58 ACTIVO CORRENTE Inventários 9 469 591,11 169 086,97 Clientes 14 1 679 372,97 1 677 502,20 Adiantamentos a fornecedores 14 48 308,84 1 763,12 Estado e outros entes públicos 17.3 Accionistas / sócios Outras contas a receber Diferimentos Caixa e depósitos bancários - 30 902,68 14 2 534 620,23 1 048 658,27 14 473 226,57 465 771,81 17.1 25 792,25 22 951,46 4 Total do activo 2 881,65 63 113,48 5 233 793,62 3 479 749,99 12 868 007,43 9 798 215,57 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 14 1 350 000,00 1 350 000,00 Outros instrumentos de capital próprio 14 2 299 700,00 2 299 700,00 Reservas legais 17.2 332 506,46 309 399,88 Outras reservas 17.2 888 884,71 888 884,71 Resultados transitados 17.2 5 632,28 5 632,28 4 876 723,45 4 853 616,87 Resultado líquido do período Total do capital próprio Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 839 064,39 462 131,59 5 715 787,84 5 315 748,46 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 232 PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Financiamentos obtidos 14 623 383,10 1 024 375,72 623 383,10 1 024 375,72 2 772 911,35 1 571 674,63 171 410,99 144 285,59 PASSIVO CORRENTE Fornecedores 14 Estado e outros entes publicos 17.3 Accionistas / sócios 14 79 773,72 - Financiamentos obtidos 14 609 461,40 588 639,17 Outras contas a pagar 14 1 185 877,21 1 092 743,54 17.1 1 709 401,82 60 748,46 6 528 836,49 3 458 091,39 7 152 219,59 4 482 467,11 12 868 007,43 9 798 215,57 Diferimentos Total do passivo Total do capital próprio e do passivo As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simõe - Vogal José Luís Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal 233 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Vendas e serviços prestados 10 10 652 324,91 10 144 502,04 Subsídios à exploração 11 21 280,28 28 163,44 Trabalhos para a própria entidade 17.4 283 322,03 68 831,86 9 (2 736 043,35) (2 292 723,19) 17.5 (4 975 781,06) (4 329 072,00) Gastos com o pessoal 15 (1 759 135,45) (1 436 640,60) Imparidade de inventários (perdas / reversões) 9 18 255,90 (3 956,65) Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) 14.7 92 117,36 (283 606,72) Outros rendimentos e ganhos 17.6 2 938 803,56 2 357 425,56 Outros gastos e perdas 17.7 (288 757,81) (51 636,80) 4 246 386,37 4 201 286,94 (3 083 372,00) (3 410 268,26) 1 163 014,37 791 018,68 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 17.8 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos 17.9 48 575,25 10 232,10 Juros e gastos similares suportados 17.10 (53 202,52) (144 712,50) 1 158 387,10 656 538,28 (319 322,71) (194 406,69) 839 064,39 462 131,59 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 13 Resultado líquido do período As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simõe - Vogal José Luís Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal 234 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas (Euros) Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes 15 009 548,07 14 044 464,11 Pagamentos a fornecedores (9 750 284,84) (7 484 236,86) Pagamentos ao pessoal (1 090 221,00) (1 001 480,02) 4 169 042,23 5 558 747,23 Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) 25,29 62 229,21 (1 416 330,77) (3 426 347,94) 2 752 736,75 2 194 628,50 (2 782 597,70) (1 947 480,79) (22 494,67) (23 211,36) (12 074 288,47) - 2 661 455,04 3 374 947,18 - 26 622,00 Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Outros activos Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Outros activos Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) 10 588 292,98 - (1 629 632,82) 1 430 877,03 2 299 817,42 11 618 535,78 10 232,10 - - 28 163,44 Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Juros e rendimentos similares Doações Pagamentos respeitantes a: Financiamentos obtidos (2 633 155,76) (12 954 595,83) Juros e gastos similares (102 513,42) (202 650,44) Dividendos (439 025,01) (471 742,54) Outras operações de financiamento (318 385,28) (444 685,81) (1 183 029,95) (2 426 975,40) Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) (59 926,02) 1 198 530,13 Caixa e seus equivalentes no início do período 4 60 831,66 (1 137 698,47) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 905,64 60 831,66 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simõe - Vogal José Luís Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 235 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO No Período de 2012 (Euros) Outros Instrumentos de Capital Realizado Posição no início do período 2012 Capital Próprio Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados 1 350 000,00 2 299 700,00 284 571,33 888 884,71 5 632,28 1 350 000,00 2 299 700,00 284 571,33 888 884,71 5 632,28 Resultado Líquido do Total Período 496 571,09 5 325 359,41 496 571,09 5 325 359,41 Resultado líquido do período 462 131,59 462 131,59 Resultado integral 958 702,68 5 787 491,00 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - - 24 828,55 - 471 742,54 (496 571,09) - - - - - (471 742,54) - (471 742,54) - - 24 828,55 - - (496 571,09) (471 742,54) 1 350 000,00 2 299 700,00 309 399,88 888 884,71 5 632,28 462 131,59 5 315 748,46 Outras operações Distribuição Dividendos Posição no fim do período 2012 No Período de 2013 (Euros) Outros Instrumentos de Capital Realizado Posição no início do período 2013 Capital Próprio Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados Resultado Líquido do Total Período 1 350 000,00 2 299 700,00 309 399,88 888 884,71 5 632,28 462 131,59 5 315 748,46 1 350 000,00 2 299 700,00 309 399,88 888 884,71 5 632,28 462 131,59 5 315 748,46 Resultado líquido do período Resultado integral 839 064,39 839 064,39 1 301 195,98 6 154 812,85 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - - 23 106,58 - 439 025,01 (462 131,59) - - - - - (439 025,01) - (439 025,01) - - 23 106,58 - - (462 131,59) (439 025,01) 1 350 000,00 2 299 700,00 332 506,46 888 884,71 5 632,28 839 064,39 5 715 787,84 Outras operações Distribuição de dividendos Posição no fim do período 2013 236 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Informação em Euros) 1 – Identificação da Entidade 1.1. Designação da entidade: A Empresa foi constituída em 26 de Agosto de 1991 com a denominação social de Reta – Locação e Gestão de Frotas, SA, com o NIF 502 611 308. Em 1 de Outubro de 2010, foi objecto de uma fusão por incorporação, com efeitos a 1 de Janeiro de 2010, sendo a sociedade incorporante da sociedade Socar – Equipamentos de Transporte e Serviços Técnicos S.A., tendo também alterado a sua denominação social para Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. (adiante designada por “Empresa”) 1.2. Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste em: - aluguer de viaturas sem condutor; - gestão de frotas de veículos e da respectiva documentação; - importação, comercialização e montagem de viaturas - importação, comercialização, fabrico, montagem, reparação e assistência de carroçarias de carga; - prestação de serviços de manutenção, reparação e assistência a veículos; - comercialização e montagem de pneus; 1.4. Designação da empresa-mãe: A empresa-mãe denomina-se LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e participa em 100% na Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 1.5. Sede da empresa-mãe: A empresa-mãe tem sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2 – Referencial contabilístico de preparação das Demonstrações Financeiras 2.1. Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.19. 2.2. Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.2. Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3 – Principais políticas contabilísticas As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1- Conversão cambial 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em Euros, salvo indicação explícita em contrário. EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 237 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do Euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. Os custos a suportar com o desmantelamento ou remoção de activos instalados em propriedade de terceiros serão considerados como parte do custo inicial dos respectivos activos quando se traduzam em montantes significativos. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Tipo de Bem 3.2 - Activos fixos tangíveis Os activos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para NCRF, e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. Edifícios e Outras Construções 2013 10,00 Equipamento básico 8,33 - 33,33 Equipamento administrativo 10,00 - 25,00 Outros Activos Fixos Tangíveis 10.00 - 25.00 As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com depreciações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado de entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo esperados dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente, afectando os resultados do período. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo, sendo o ganho (ou a perda) reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. 238 Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. somente depreciados quando se encontram disponíveis para uso. 3.3 – Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito, na rubrica de juros e gastos similares suportados. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor de entre o período de vida útil do activo e o período da locação, ou quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. 3.4 - Intangíveis • Activos intangíveis com vida útil finita Os activos intangíveis com vida útil definida são amortizados numa base sistemática a partir da data em que se encontram disponíveis para uso, durante a vida útil estimada. • A Empresa não tem Activos intangíveis com vida útil indefinida. O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. As vidas úteis e método de amortização dos vários activos intangíveis são revistos anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração dos resultados prospectivamente. As taxas de amortização resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos intangíveis mais significativos são conforme segue: Tipo de Bem Programas de computador Reconhecimento inicial O custo dos activos intangíveis adquiridos separadamente reflecte, em geral, os benefícios económicos futuros esperados e compreende: • O preço de compra, incluindo custos com direitos intelectuais e os impostos sobre as compras não reembolsáveis, após dedução dos descontos comerciais e abatimentos; e • Qualquer custo directamente atribuível à preparação do activo, para o seu uso pretendido. Reconhecimento subsequente A Empresa valoriza os seus activos intangíveis, após o reconhecimento inicial, pelo Modelo do Custo, conforme definido pela NCRF 6 – Activos Intangíveis, que define que um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo deduzido da amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. Amortização A Empresa determina a vida útil e o método de amortização dos activos intangíveis com base na estimativa de consumo dos benefícios económicos futuros associados ao activo. 2013 25,00 - 50,00 3.5 - Imparidade de activos Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de “Perdas por imparidade”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. O valor recuperável é o maior de entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). Os Activos não financeiros, que não o goodwill, para os quais tenham sido reconhecidas perdas por imparidade são avaliados, a cada data de relato, sobre a possível reversão das Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 239 perdas por imparidade. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Reversões de perdas por imparidade”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.8 – Inventários Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. Os inventários são registados ao custo de aquisição, sendo adoptado como método de custeio das saídas dos inventários o custo médio ponderado. 3.6 – Participações Financeiras – outros métodos A Empresa utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. 3.7 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento compreende os impostos correntes e os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período. 3.9 – Activos e Passivos Financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 240 estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.10- Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes activos estão valorizados ao custo. apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. Os gastos com juros relativos a financiamentos obtidos são registados na rubrica de gastos e perdas de financiamento em resultados do exercício. 3.12- Subsídios do Governo Os subsídios do Governo apenas são reconhecidos quando existe uma certeza razoável de que a Empresa irá cumprir com as condições de atribuição dos mesmos e de que os mesmos irão ser recebidos. Os subsídios do Governo associados à aquisição ou produção de activos não correntes (Subsídios ao Investimento) são inicialmente reconhecidos no capital próprio, sendo subsequentemente imputados numa base sistemática (proporcionalmente às amortizações dos activos subjacentes) como rendimentos do exercício durante as vidas úteis dos activos com os quais se relacionam. Outros subsídios do Governo (Subsídios à Exploração) são, de uma forma geral, reconhecidos como rendimentos de uma forma sistemática durante os períodos necessários para os balancear com os gastos que é suposto compensarem. Subsídios do Governo que têm por finalidade compensar perdas já incorridas ou que não têm custos futuros associados são reconhecidos como rendimentos do período em que se tornam recebíveis. Os apoios do Governo sob a forma de atribuição de financiamentos reembolsáveis a taxa bonificada, devem ser descontados na data do reconhecimento inicial, constituindo o valor do desconto o valor do subsídio a amortizar pelo período do financiamento. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos obtidos do Balanço. 241 3.11- Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 3.13- Provisões São reconhecidas provisões apenas quando a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante dum acontecimento passado, é mais provável do que não, para a liquidação dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. O montante reconhecido das provisões, consiste no valor presente da melhor estimativa na data de relato, dos recursos necessários para liquidar a obrigação. Tal estimativa é determinada tendo em consideração os riscos e incertezas associados à obrigação conhecidas e avaliadas pela gestão à data de relato. 3.16 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. 3.14- Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal, nas rubricas de Balanço “Outras contas a receber e a pagar” e Diferimentos. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. 3.15- Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.17 – Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o código das sociedades Comerciais a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 242 ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. b) Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos a accionistas é reconhecida como passivo na data em que é aprovada pelos mesmos 3.18 – Matérias ambientais São reconhecidas provisões para matérias ambientais sempre que a Empresa tenha uma obrigação legal ou construtiva, como resultado de acontecimentos passados, relativamente à qual seja provável que uma saída de recursos se torne necessária para a liquidar e possa ser efectuada uma estimativa fiável do montante dessa obrigação. A Empresa incorre em dispêndios de carácter ambiental os quais, dependendo das suas características, estão a ser capitalizados ou reconhecidos como um custo nos resultados operacionais do período. Assim, os dispêndios com equipamentos e técnicas operativas que assegurem o cumprimento da legislação e dos regulamentos aplicáveis, bem como a redução dos impactos ambientais para níveis que não excedam os correspondentes a uma aplicação viável das melhores tecnologias disponíveis desde as referentes à minimização do consumo energético, das emissões atmosféricas, da produção de resíduos e do ruído, são capitalizados quando se destinem a servir de modo duradouro a actividade da Empresa e se relacionem com benefícios económicos futuros, permitindo prolongar a vida útil, aumentar a capacidade ou melhorar a segurança ou eficiência de outros activos detidos pela Empresa. 3.19 – Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.19.1 - Activos fixos tangíveis e intangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação/ amortização a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações/ amortizações a reconhecer na demonstração dos resultados de cada exercício. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. 3.19.2 – Perdas por imparidade de clientes e devedores A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Empresa dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.19.3 - Impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 243 A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 3.19.4 - Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 4 – Fluxos de Caixa A rubrica de Caixa e depósitos bancários no Balanço decompõe-se da seguinte forma: 2013 Caixa 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não existiram remunerações atribuídas pela empresa ao pessoal chave da gestão. O Conselho de Administração da Empresa e a Direcção de Serviços Partilhados foram considerados, de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da gestão. 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas 2012 2 881,65 Depósitos à Ordem 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida em 100% pela entidade LS – Luís Simões, SGPS, S.A. sendo as suas demonstrações financeiras consolidadas na referida entidade. 4 899,21 - 58 214,27 2 881,65 63 113,48 O saldo de Caixa e seus Equivalentes a Caixa constante na Demonstração de Fluxos de Caixa decompõe-se da seguinte forma: 2013 2012 Depósitos à Ordem Descobertos Bancários 2 881,65 4 899,21 - 58 214,27 2 881,65 63 113,48 (1 970,95) (2 281,82) 910,70 60 831,66 Natureza do relacionamento (Serviços que recebe) (Serviços que presta) Financiamentos Dividendos Empresa-mãe: LS - Luís Simões, SPGS, S.A. Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. Espanha LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Caixa Natureza do relacionamento Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, Cedência gasóleo Serviços de Administração; Serviços Técnicos, Administrativos e de Gestão Seguros Aluguer semi reboques; Serviços de manutenção Serviços de manutenção Serviços Técnicos, Administrativos e de Gestão Arrendamento Imóveis - Solmoninhos, Lda n/a n/a Pessoal chave da gestão n/a n/a S.A. 5 – Partes Relacionadas Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras são considerados como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e elementos chave na Gestão das mesmas. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 244 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Vendas e serviços Fornecimentos e serviços externos prestados Outros Rendimentos e Ganhos Outros Custos e Perdas Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 2012 2 381 535,20 402 485,90 144 314,76 - 2013 2 870 151,30 380 333,49 58 892,64 - 2012 430 313,71 - 25 947,72 - 2013 509 828,60 - 10 648,97 - 2012 - 551 534,53 - - 2013 255,00 525 390,85 - - 2012 - - 43 413,36 - 2013 - - 43 413,36 - 2012 - 496 728,00 - - 2013 - 500 728,00 - - Ano Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. Clientes Outras contas a receber Fornecedores Outras contas a pagar 2012 - 10 232,10 - 58 096,06 2013 - 48 575,25 - 109 156,33 2012 201 518,03 64 064,00 88 397,88 - 2013 199 165,45 127 623,96 57 963,37 - 2012 24 978,47 28 017,00 - - Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 2013 7 544,21 27 913,80 - - 2012 - 19 742,00 3 107,90 - 2013 - - 29 344,82 - 2012 - - 26 912,12 - 2013 203,98 - - - 2012 - - 50 914,62 - 2013 - - - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia 245 de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 6.2 —Activos Intangíveis com titularidade restringida, e dados como garantias de passivos Os Programas de Computador não são propriedade da empresa, a qual se limita a ter os respectivos direitos de uso nos termos do contrato celebrado com o fornecedor. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Ano Financiamentos Rendimentos de Gastos de a receber Juros Juros Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. Não existem activos intangíveis dados como garantias de passivos. 2012 1 048 632,98 10 232,10 58 096,06 2013 2 534 620,23 48 575,25 - 6 – Activos Intangíveis 6.1 — Divulgações para cada classe de activos intangíveis, distinguindo entre os activos intangíveis gerados internamente e outros activos intangíveis: Todos os Activos Intangíveis da Empresa têm vida útil finita. A Empresa não possui no seu património Activos intangíveis com vida útil indefinida. Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos intangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: : Programas computador Activos intangíveis em Total curso Valores em 01.01.2012 - Quantias brutas escrituradas 131 695,13 4 000,00 135 695,13 Amortizações e perdas por imparidade acumuladas (70 978,66) - (70 978,66) Quantias líquidas escrituradas 60 716,47 4 000,00 64 716,47 Adições 28 770,98 - 28 770,98 4 000,00 (4 000,00) - (35 326,65) - (35 326,65) Transferências Amortizações Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas 164 466,11 - 164 466,11 (106 305,31) - (106 305,31) Quantias líquidas escrituradas 58 160,80 - 58 160,80 Adições 32 542,64 - 32 542,64 (42 252,00) - (42 252,00) 197 008,75 - 197 008,75 (148 557,31) - (148 557,31) 48 451,44 - 48 451,44 Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Amortizações Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 246 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 7– Activos Fixos Tangíveis Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento administrativo Outros activos fixos Activos fixos tangíveis tangíveis em curso Totais Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas 11 092,54 18 352 621,24 49 832,24 96 048,75 181 343,53 18 690 938,30 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas (3 235,33) (10 224 185,11) (27 377,62) (29 929,32) - (10 284 727,38) Quantias líquidas escrituradas 7 857,21 8 128 436,13 22 454,62 66 119,43 181 343,53 8 406 210,92 Adições 7 105,32 1 175 228,19 6 260,07 63,40 359 474,51 1 548 131,49 - 180 928,53 - - (180 928,53) - Quantias brutas escrituradas - (4 352 310,90) - - - (4 352 310,90) Depreciações e perdas por imparidade acumuladas - 3 388 003,96 - - - 3 388 003,96 - - - - (415,00) (415,00) (1 521,55) (3 351 937,11) (9 996,28) (11 486,67) - (3 374 941,61) Transferências Alienações, sinistros e abates Outras alterações Depreciações Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas 18 197,84 15 356 467,06 56 092,31 96 112,15 359 474,51 15 886 343,87 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas (4 756,86) (10 188 118,26) (37 373,90) (41 415,99) - (10 271 665,01) Quantias líquidas escrituradas 13 440,98 5 168 348,80 18 718,41 54 696,16 359 474,51 5 614 678,86 Adições - 5 133 769,29 17 714,20 3 677,95 271 663,60 5 426 825,04 Transferências - 351 725,82 - - (351 725,82) - Quantias brutas escrituradas - (4 013 634,81) - - - (4 013 634,81) Depreciações e perdas por imparidade acumuladas - 3 200 575,42 - - - 3 200 575,42 Alienações, sinistros e abates Outras alterações - - - - (7 748,69) (7 748,69) (1 819,78) (3 017 981,70) (10 261,53) (11 056,99) - (3 041 120,00) Quantias brutas escrituradas 18 197,84 16 828 327,36 73 806,51 99 790,10 271 663,60 17 291 785,41 Depreciações e perdas por imparidade acumuladas (6 576,64) (10 005 524,54) (47 635,43) (52 472,98) - (10 112 209,59) Quantias líquidas escrituradas 11 621,20 6 822 802,82 26 171,08 47 317,12 271 663,60 7 179 575,82 Depreciações Valores em 31.12.2013 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 247 7.1 —Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012. 7.2 — Dispêndios reconhecidos na quantia escriturada de cada um dos seguintes itens do activo fixo tangível no decurso da sua construção A quantia de dispêndios reconhecida no imobilizado tangível em curso decompõe-se da A quantia de dispêndios reconhecida no activo fixo tangível em curso decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte. Viaturas em Preparação 2013 2012 271 386,20 359 474,51 Outros 277,40 - 271 663,60 359 474,51 7.3 — Quantia incluída nos resultados, relativa a compensação de terceiros por itens do activo fixo tangível com imparidade, perdidos ou cedidos Durante o exercício de 2013, foi reconhecido nos resultados o valor de 70.420,00 Euros relativo a indemnizações a receber de seguradoras relativas a sinistros por perda total de viatura. 7.4 — Compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis. b) Pagamentos mínimos futuros da locação e o seu valor presente Os pagamentos mínimos das locações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 são detalhados conforme se segue: 2013 2012 Pagamentos Valor Presente de Pagamentos Valor Presente de Mínimos Pagamentos Mínimos Pagamentos Até 1 ano 277 583,96 274 157,11 253 333,21 253 024,00 Entre 1 ano e 5 anos 165 181,70 165 049,66 245 701,44 232 709,01 - - - - 442 765,65 439 206,77 499 034,65 485 733,01 (3 558,88) n/a (13 301,64) n/a 439 206,77 439 206,77 485 733,01 485 733,01 A mais de 5 anos Total dos pagamentos minimos Encargos financeiros Valor presente dos pagamentos mínimos c) Descrição geral dos acordos de locação significativos: A Empresa tem contratos de locação para itens de equipamento básico de transporte (semi-reboques). Os contratos referidos não prevêem rendas contingentes e incluem opção de compra. Locações operacionais 8 – Locações a) Pagamentos futuros mínimos Os futuros pagamentos mínimos das locações operacionais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: Locações financeiras a) Quantia escriturada líquida à data do balanço A quantia escriturada líquida dos bens em regime de locação financeira à data de balanço, para cada categoria de activo, é a constante do quadro seguinte. 2013 Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Alugueres de Viaturas 2013 2012 Até 1 ano 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos 653 216,26 620 934,72 400,00 - 11 956,12 28 451,88 42 326,13 - 665 172,38 649 386,60 42 726,13 - Activos Fixos Tangíveis Equipamento básico 525 704,19 572 471,15 525 704,19 572 471,15 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 248 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 2012 Mercadorias Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Alugueres de Viaturas Até 1 ano 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos 644 658,72 634 158,72 - - 2 471,88 2 471,88 2 471,88 - 647 130,60 636 630,60 2 471,88 - 9 – Inventários 9.1 – Quantia total escriturada de inventários Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os inventários da Empresa eram detalhados conforme se segue: Inventários em 1 de Janeiro de 2012 Compras Inventários em 31 de Dezembro de 2012 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Total 160 397,02 160 397,02 2 301 413,14 2 301 413,14 169 086,97 169 086,97 2 292 723,19 2 292 723,19 9.3 - Quantia de ajustamento de ajustamentos reconhecida como gasto do período A quantia de ajustamento de inventários reconhecida como um gasto do período encontra-se no quadro seguinte: 2013 2012 Perdas por Imparidade: 2013 Mercadorias Mercadoria 2012 469 591,11 169 086,97 469 591,11 169 086,97 As Mercadorias incluem essencialmente peças adquiridas para reparações e manutenções de viaturas. 9.2 – Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as quantias de inventários reconhecidas como gasto foram as seguintes: - 3.956,65 Reversões de Perdas por Imparidade: Matérias-Primas, subsidiárias e de consumo 18 255,90 - 18 255,90 3.956,65 10 – Rédito O rédito reconhecido pela Empresa em 31.12.2012 e em 31.12.2011 é detalhado conforme se segue: Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas: 2013 2012 Venda de Mercadorias Mercadorias Inventários em 1 de Janeiro de 2013 Compras Inventários em 31 de Dezembro de 2013 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Total 169 086,97 169 086,97 3 036 547,49 3 036 547,49 469 591,11 469 591,11 2 736 043,35 2 736 043,35 Mercadorias Produtos Acabados e Intermédios Descontos e Abatimentos 2 342 103,63 - 690,45 (20 895,66) (8 165,08) 1 939 148,62 2 334 629,00 8 765 468,85 7 839 304,98 Prestação de Serviços Serviços Descontos e Abatimentos Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 1 960 044,28 (52 292,56) (29 431,94) 8 713 176,29 7 809 873,04 10 652 324,91 10 144 502,04 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 249 A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é a seguinte: 2013 Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na nota 3.19.4. 2012 Mercado Interno 10 003 950,61 9 610 721,76 Mercado Extreno 648 374,30 533 780,28 10 652 324,91 10 144 502,04 Os valores indicados nos quadros acima incluem o montante de 3.380.234,90 Euros em 2013 e de 2.811.848,91 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 11 – Subsídios e Apoios do Governo A natureza e extensão dos subsídios do governo reconhecidos nas demonstrações financeiras a 31 de Dezembro de 2013 e 2012, encontram-se descriminados no quadro seguinte: 2013 Subsídios do Estado 12 – Acontecimentos após a data do balanço 2012 21 280,28 28 163,44 21 280,28 28 163,44 A Empresa em 2013 não beneficiou directamente de quaisquer outras formas de apoio do Governo. 13 - Impostos sobre o rendimento A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. As empresas do Grupo, encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A., pelo que os impostos apurados individualmente estão reflectidos no saldo da accionista incluído na rubrica de Accionistas/Sócios. O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. Para os exercícios de 2013 e períodos subsequentes, foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou para doze períodos de tributação (este prazo é de cinco anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011 e de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 250 dos PFR passou a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados (em 2013 este limite é de 75%). 13.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: a) Gasto (rendimento) por impostos; O Gasto (rendimento) por impostos no período é o indicado no quadro seguinte: 2013 79 773,72 60 864,71 79 773,72 60 864,71 Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias e) Gasto por impostos diferidos provenientes de uma redução, ou reversão de uma diminuição anterior, de um activo por impostos diferidos; O efeito no Gasto por Impostos Diferidos de ajustamentos em contas de Impostos Diferidos Activos é o indicado no quadro seguinte: 2012 Imposto Corrente IRC do ano d) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos; Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto por impostos diferidos sofreu um impacto de 28.977,91 euros. 239 548,99 133 541,98 239 548,99 133 541,98 2013 2012 Reversão de Ajustamentos e Provisões anteriores 109 967,62 60 635,32 Prejuízos fiscais utilizados no exercicio 185 139,29 231 438,05 1 211,46 1 126,46 296 318,37 293 199,83 Ajustamentos transição SNC b) Ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores; No período findo em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não se verificaram ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro seguinte: 2013 2012 Activos por impostos diferidos: Prejuízos fiscais Provisões e ajustamentos Beneficios fiscais SIFIDE Ajustamentos transição SNC 185 139,29 170 548,05 53 198,24 (49 332,29) - 11 199,77 1 211,46 1 126,46 239 548,99 133 541,99 239 548,99 133 541,99 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 251 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 13.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico (em uma ou em ambas das seguintes formas): A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Base de Imposto 2013 Resultado antes de impostos Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Taxa de Imposto 2012 2013 1 158 387,10 26,50% 656 538,28 26,50% 306 972,58 172 420,14 414 972,15 20 014,61 2012 26,50% 26,50% 21,31% 32,41% Rendimentos não tributáveis Reversão de perdas de imparidade tributadas em anos anteriores Reversão de provisões tributadas em anos anteriores Mais Valias Contabilísticas Beneficios Fiscais Variações patrimoniais negativas - 208 797,92 1 999 921,12 1 799 154,83 902,44 977,92 4 250,77 4 250,77 2 420 046,48 2 033 196,05 2 163,81 12 092,28 Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Multas, coimas e juros compensatórios Encargos não devidamente documentados Mais Valias Fiscais Registo de perdas de imparidade Outros Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama IRC Calculado Derrama Tributação autónoma Benefícios fiscais utilizados Utilização prejuízos fiscais Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento do período Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 24,10 - 2 011 097,26 1 797 468,78 231 245,18 414 972,15 4 538,57 3 224,76 2 249 068,92 2 227 757,97 987 409,54 851 100,20 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% 246 852,39 212 775,05 14 811,14 12 766,50 9 420,79 6 104,22 (6 171,31) (11 199,77) (185 139,29) (159 581,00) 239 548,99 133 541,69 72 470,32 (18 368,36) 6,26% (2,80%) 319 322,71 194 406,69 27,57% 29,61% EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 252 13.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior; Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 13.4 — Quantia (e a data de extinção, se houver) de diferenças temporárias dedutíveis, perdas fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço; A quantia e a data de extinção de diferenças temporárias dedutíveis, prejuízos fiscais não usadas, e créditos por impostos não usados relativamente aos quais nenhum activo por impostos diferidos foi reconhecido no balanço são as indicadas no quadro seguinte: 13.5 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: Balanço 2013 2013 2012 Despesas de instalação Pejuízos Fiscais - Utilização Benefícios fiscais: SIFIDE 2007 SIFIDE 2008 2013 2014 - 72 567,09 48 234,35 48 234,35 48 234,35 120 801,44 2012 2013 2012 Activos por impostos diferidos Pejuízos Fiscais - Constituições Data de extinção Demonstração de Resultados 1 041,44 2 252,90 (1 211,46) (1 126,46) 748 845,85 748 845,85 - - (416 577,33) (231 438,04) (185 139,29) (231 438,04) 332 268,52 517 407,81 (185 139,29) (231 438,04) Benefícios Fiscais - SIFIDE (11.199,77) Provisões não aceites fiscalmente Constituição de provisões não aceites fiscalmente Reversão de provisões não aceites fiscalmente 337 640,02 280 870,64 56 769,38 109 967,62 (280 870,64) (170 903,02) (109 967,62) (60 635,32) 56 769,38 109 967,62 (53 198,24) 49 332,29 390 079,33 629 628,32 (239 548,99) (194 431,98) 390 079,33 629 628,32 (239 548,99) (194 431,98) À data de 31 de Dezembro de 2013 o montante dos prejuízos fiscais por deduzir e os anos limite para a sua dedução são os seguintes: Ano do Prejuízo Fiscal Prejuízo Fiscal Ano Limite para dedução 2009 645.358,04 2015 2011 799.287,69 2015 253 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 14 - Instrumentos financeiros 14.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 14.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Activos 2013 2012 2013 2012 Participações financeiras - outros métodos Participações de capital em empresas não cotadas 15 997,60 15 997,60 109,62 - Outros activos financeiros Não corrente Participações financeiras - Outros métodos - Outras empresas Outros activos financeiros 15 997,60 15 997,60 109,62 - Corrente Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) Clientes c/c Clientes - entidades relacionadas (nota 5) Clientes - outras entidades Clientes 1 679 372,97 Adiantamentos a fornecedores Accionistas 1 677 502,20 48 308,84 1 763,12 2 534 620,23 1 048 658,27 473 226,57 465 771,81 2 881,65 63 113,48 4 754 517,48 3 272 806,48 Outras contas a receber Caixa e bancos Adiantamentos a fornecedores Accionistas 206 913,64 226 496,50 1 472 459,33 1 451 005,70 48 308,84 1 763,12 2 534 620,23 1 048 658,27 204 113,01 102 249,40 17 356,26 30 287,55 Outras contas a receber - Corrente Devedores por acréscimo de rendimentos Entidades relacionadas (nota 5) Outras entidades Pessoal Outros devedores 1 210,80 2 944,67 250 546,50 330 290,19 Caixa e depósitos bancários Caixa Passivos 2013 2012 Não corrente Financiamentos obtidos 623 383,10 1 024 375,72 2 772 911,35 1 571 674,63 79 773,72 - 609 461,40 588 639,17 1 185 877,21 1 092 743,54 5 271 406,78 4 277 433,06 Corrente Fornecedores Accionistas Financiamentos obtidos Outras contas a pagar 2013 4 899,21 - 58 214,27 4 754 517,48 3 272 806,48 14.3 – Activos financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade Os Activos Financeiros mensurados ao custo para os quais foi reconhecida imparidade encontram-se descritos no quadro seguinte: 2013 2012 Capital 1 350 000,00 1 350 000,00 Outros instrumentos de capital 2 299 700,00 2 299 700,00 3 649 700,00 3 649 700,00 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 Clientes Quantia bruta Imparidade acumulada Instrumentos de Capital 2 881,65 Outros depósitos bancários 3 022 149,87 3 218 984,84 (1 342 776,90) (1 541 482,64) 1 679 372,97 1 677 502,20 254 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 14.4 – Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 2013 2012 Empréstimos bancários: 2013 2012 Entre 1 ano e 5 anos Financiamentos - Não correntes Locações Financeiras 458.333,44 791.666,71 165.049,66 232.709,01 623.383,10 1.024.375,72 Locações financeiras: 165 049,66 232 709,01 Participantes de Capital (nota 5) - - Fornecedores - outras entidades 2 685 603,16 1 402 342,11 79 773,72 - No final do exercício de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 100.000,00 Euros, estando utilizados apenas 1.970,95 Euros. Empréstimos bancários 333 333,34 333 333,35 As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Descobertos bancários 1 970,95 2 281,82 274 157,11 253 024,00 Participantes de Capital (nota 5) - - De outras Entidades - - Factoring - - Fornecedores de Investimentos 701 794,22 768 998,06 Acréscimo para férias e sub. férias 206 194,30 164 607,80 85 514,28 - 109 156,33 58 096,06 65 768,16 100 445,53 1 231,67 - 16 218,25 596,09 5 271 406,78 4 277 433,06 Accionistas Entre 1 ano e 5 anos Financiamentos obtidos - Correntes Locações Financeiras Outras contas a pagar - Correntes Prémios e ajudas de custo Outros Acréscimos de Gastos Entidades relacionadas (nota 5) Outras entidades Pessoal Outras contas a pagar Os tipos de juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com entidades de crédito encontram-se principalmente referenciados Euribor, acrescida de diferencial de mercado. 14.5 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. 14.6 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 255 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 2013 Rendimentos 2012 Gastos Rendimentos Gastos Activos financeiros ao custo: Juros 48 575,25 - 10 232,10 - - 110 604,24 - 315 124,98 202 721,60 - 31 518,24 - 251 296,85 110 604,24 41 750,34 315 124,98 - 53 202,52 - 144 712,50 Perdas por imparidade Reversões de Perdas por Imparidade Passivos financeiros ao custo: Juros suportados Desconto pronto pagamento obtidos 19 424,67 - 13 521,52 - 19 424,67 53 202,52 13 521,52 144 712,50 270 721,52 163 806,76 55 271,86 459 837,48 14.7 – Quantia de perda de imparidade reconhecida em cada uma das classes de activos financeiros A quantia de perdas por imparidade reconhecidas em cada uma das classes de activos financeiros é a indicada nos quadros seguintes: 14.8 - Instrumentos de capital próprio Ano de 2013 Saldo Inicial Imparidade Utilização Reversão Saldo Final Activos financeiros men- a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é detalhada conforme se segue: surados ao custo menos 2013 imparidade Clientes c/c Ano de 2012 1 541 482,64 110 604,24 (106 588,37) (202 721,60) 1 342 776,91 1 541 482,64 110 604,24 (106 588,37) (202 721,60) 1 342 776,91 Imparidade Utilização Saldo Inicial Reversão 2012 Capital Valor nominal Saldo Final 1.350.000,00 1.350.000,00 1.350.000,00 1.350.000,00 b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c 1 498 972,40 315 124,98 (241 096,50) (31 518,24) 1 541 482,64 1 498 972,40 315 124,98 (241 096,50) (31 518,24) 1 541 482,64 2013 Valor Quantidade Valor Quantidade 256 Acções emitidas Acções ordinárias a 5€ cada Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 1.350.000,00 270.000 1.350.000,00 270.000 1.350.000,00 270.000 1.350.000,00 270.000 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o capital subscrito é detido na sua totalidade pela LS- Luís Simões, SGPS, S.A. e encontra-se totalmente realizado. c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio 2013 2012 Outros Instrumentos de Capital Próprio Prestações acessórias 2.299.700,00 2.299.700,00 2.299.700,00 2.299.700,00 negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no decorrer de 2013, não foram efectuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2013, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2014, nos prazos legais. 16.1- Valores Globais de Esforço de I&D Os valores apresentados no ano de 2013 referem-se à implementação de projetos de Os outros instrumentos de capital próprio referem-se às prestações acessórias efectuadas pelos accionistas para as quais não existe prazo de reembolso ou remuneração. Resumo Investimento I&D 15– Benefícios dos Empregados Rubricas O detalhe dos Gastos com o Pessoal é o indicado no quadro seguinte: 2013 Remunerações do pessoal 2012 1 388 822,75 1 088 143,79 2 468,89 26 111,34 282 075,90 239 666,40 Seguros de ac. trabalho e doenças prof. 22 140,25 17 489,47 Outros gastos com o Pessoal 63 627,66 65 229,60 Indemnizações Encargos sobre remunerações 1 759 135,45 1 436 640,60 2013 2012 Gastos com Pessoal 89 321,18 97 287,35 Gastos Gerais 15 018,22 2 500,00 Consultoria 57 795,00 20 954,33 - 16 000,00 162 134,40 136 741,68 10 652 324,91 10 144 502,04 Activos fixos tangíveis Total Investimento I&D Volume Vendas % Investimento I&D / Volume de Vendas Custos c/ Pessoal 1,52% 1,35% 1 759 135,45 1 436 640,60 O número médio de colaboradores ao serviço da empresa no ano de 2013 e 2012 foi de 64 e 58, respectivamente. 16 – Informações Exigidas por diplomas legais Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS reengenharia de processos ao nível operacional, obtenção de certificação com o objetivo de, não só permitir uma diferenciação no serviço ao cliente, mas ainda um aumento da eficiência, nomeadamente: i) Implementação e obtenção da Certificação de Gestão Ambiental e Alimentar; ii) Implementação de telemática na frota; iii) Novas instalações para o Serviço de Fibra no Carregado. EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 257 16.2 - Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que a Empresa não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora, e que a situação da Empresa perante a Segurança Social se encontra regularizada, dentro dos prazos legalmente estipulados. 17 – Outras Informações 17.1 – Diferimentos Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Seguros Fornecimentos e Serviços Externos Outros custos diferidos 17 127,77 15 019,76 8 109,67 6 839,78 554,81 1 091,92 25 792,25 22 951,46 Diferimentos passivos Protocolo Gestão de Frota 1 649 184,22 - Outros Proveitos Diferidos 60 217,60 60 748,46 1 709 401,82 60 748,46 258 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 17.2 – Resultados e Outras variações nos Capitais Próprios A rubrica de resultados e outras variações nos Capitais Próprios decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados Resultados Líquidos do Periodo Total Saldos em 1 de Janeiro de 2012 284 571,33 888 884,71 5 632,28 496 571,09 1 675 659,41 Aplicação de resultados 24 828,55 - - (24 828,55) - Dividendos - - - (471 742,54) (471 742,54) Resultado do ano - - - 462 131,59 462 131,59 Saldo em 31 de Dezembro de 2012 309 399,88 888 884,71 5 632,28 462 131,59 1 666 048,46 Saldos em 1 de Janeiro de 2013 309 399,88 888 884,71 5 632,28 462 131,59 1 666 048,46 Aplicação de resultados 23 106,58 - - (23 106,58) - Dividendos - - - (439 025,01) (439 025,01) Resultado do ano - - - 839 064,39 839 064,39 332 506,46 888 884,71 5 632,28 839 064,39 2 066 087,84 Saldo em 31 de Dezembro de 2013 Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de Dezembro de 2013 resultam de: 17.3 – Estado e Outros Entes Públicos Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 a) Aplicação de resultados Activo Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Maio de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 462.131,59 Euros teve a seguinte aplicação: - Reservas Legais: - Dividendos: 23.106,58 Euros 439.025,01 Euros A 31 de Dezembro de 2013 a reserva legal está totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social). Esta reserva só pode ser utilizada para a cobertura de prejuízos ou em aumentos de capital social. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 Passivo Activo Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas Retenção na Fonte - 26 708,38 - 18 670,67 - - 213,66 - Imposto sobre o valor acrescentado - a pagar - 87 967,49 - 79 892,51 Imposto sobre o valor acrescentado - a receber - - 30 689,02 - Contribuições para a S.S. - 56 616,61 - 45 722,41 - 118,51 - - - 171 410,99 30 902,68 144 285,59 Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar IVA a recuperar - Espanha EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 259 17.4 – Trabalhos para a própria entidade Esta rubrica decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: 2013 2012 17.6 – Outros Rendimentos e Ganhos A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Trabalhos para a Própria Entidade Activos Fixos Tangíveis 283 322,03 68 831,86 Rendimentos suplementares: 283 322,03 68 831,86 Cedência de Pessoal 37 413,51 35 550,00 Cedência de Exploração 21 577,96 44 443,16 191 216,78 261 217,52 Outros rendimentos suplementares 48 224,79 62 144,16 Descontos de pronto pagamento obtidos 19 424,67 13 521,52 17.5 – Fornecimentos e Serviços Externos A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhada conforme se segue: 2013 Subcontratos 2012 2012 Conserv. e Reparação Viatura 1 863 045,98 1 607 490,25 Indemnizações sinistros 152 844,41 76 678,32 Trabalhos especializados 947 393,90 680 040,99 Ganhos em imobilizado 2 025 866,05 1 799 154,83 Rendas e Alugueres 734 947,97 719 658,83 Protocolo Gestão de Frota 366 065,78 - Conservação e Reparação 308 239,02 341 727,03 Taxa Início Contrato Pneus 54 018,91 43 713,96 Combustíveis 297 038,48 315 853,92 Outros 22 150,70 21 002,09 Seguros 249 289,12 202 481,64 2 938 803,56 2 357 425,56 Deslocações e Estadas 151 557,28 107 195,00 Limpeza, higiene e conforto 78 462,96 76 226,50 Electricidade 66 517,12 52 534,34 Publicidade e Propaganda 51 896,38 39 099,48 227 392,85 186 764,02 4 975 781,06 4 329 072,00 Outros Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 1.406.452,34 Euros em 2013 e de 1.450.748,43 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 112.954,97 Euros em 2013 e de 213.675,84 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 17.7 – Outros Gastos e Perdas A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 26 755,61 Perdas em imobilizado 25 944,93 - 1 805,88 1 955,84 234 251,39 25 063,87 288 757,81 51 636,80 Quotizações Os dispêndios reconhecidos como gastos de carácter ambiental nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 2013 Recolha de Resíduos 2012 Impostos e Taxas Outros 2012 28 667,77 26 968,17 28 667,77 26 968,17 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 20 449,06 260 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 17.8 – Depreciações/Amortizações A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Intangíveis (Nota 6) Activos fixos tangíveis (Nota 7) 2012 42.252,00 35.326,65 3.041.120,00 3.374.941,61 3.083.372,00 3.410.268,26 17.9 – Juros e Rendimentos Similares Obtidos A decomposição da rubrica de “Juros e Rendimentos Similares Obtidos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Com referência a 31 de Dezembro de 2012, não existiam garantias prestadas a entidades externas. Adicionalmente, a Empresa apresentou livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2013 ascendem a 1.033.502,10 Euros (1.610.781,78 Euros a 31 de Dezembro de 2012). 17.12 – Resultado por Acção O resultado por acção dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, foi determinado conforme se segue: 2013 Resultados: Resultado líquido do período 2012 2012 839 064,39 462 131,59 270 000,00 270 000,00 3,11 1,71 Número de acções Juros Obtidos De financiamentos concedidos à empresa mãe (Nota 5) 48 575,25 10 232,10 48 575,25 10 232,10 Número médio ponderado de acções em circulação Resultado por acção básico 17.10 – Juros e Gastos Similares Suportados A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 2012 Juros Suportados De financiamentos obtidos 35 828,94 56 374,75 - 58 096,06 De descobertos bancários 5 171,11 6 274,27 De Locações Financeiras 12 064,26 23 967,42 138,21 - 53 202,52 144 712,50 De financiamentos obtidos - Emp mãe Outros 17.11 – Garantias Prestadas No final do exercício de 31 de Dezembro de 2013, a Empresa apresentava as seguintes garantias prestadas a entidades externas: Avalista Banco Espírito Santo Montante 350.000,00 Entidade Beneficiária Tipo de Garantia DAF Truck Bancária Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS O Técnico Oficial de Contas Cesaltina Maria Soares Gonçalves A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal José Luís Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 261 C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i)seja aprovado o Relatório de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras; iii) seja aprovada a proposta de aplicação de resultados. Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório de gestão e as demonstrações financeiras apresentados pelo Conselho de Administração de RETA – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 14 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço, a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio, a Demonstração de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; iii) o Relatório de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa evidenciando os aspetos mais significativos; iv) a proposta de aplicação de resultados não contraria as disposições legais e estatutárias aplicáveis Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 262 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 5. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. www.pwc.com/pt Opinião CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos as demonstrações financeiras da RETA – Serviços Técnicos e Renta-Cargo, S.A., as quais compreendem o Balanço em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 12.868.007,43 euros e um total de capital próprio de 5.715.787,84 euros, incluindo um resultado líquido de 839.064,39 euros), a Demonstração dos resultados, a Demonstração das alterações no capital próprio e a Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira da RETA – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. em 31 de dezembro de 2013, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do Relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório de gestão e de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 14 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (iv) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 263 EMPRESA | RETA - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Diagonal - Mediadores de Seguros, S.A A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO A Diagonal é um corretor de seguros cuja actividade é a intermediação de seguros nos ramos Vida e, especialmente, nos ramos Não Vida, para empresas, particulares e entidades públicas. O ano 2013 fica marcado pela aquisição, por parte da Lusiseg, dos negócios da DiagonalCorretores de Seguros, S.A. e da SPM – Sociedade Portuguesa de Mediação de Seguros, S.A., em Maio de 2013 e pela incorporação gradual desses mesmos negócios na Lusiseg, que tiveram os seguintes impactos: • Alteração da categoria da Lusiseg, de Agente de Seguros (vulgo mediador), para Corretor de Seguros; • Alteração da denominação social da Lusiseg para: Diagonal – Corretores de Seguros, S.A., ou seja, adoptou-se a marca Diagonal em detrimento das marcas Lusiseg e SPM; • Aumento do Capital Social de 49,9 m€ para 200 m€ e reforço adicional, através de suplementos, em mais 300 m€; • Aumento substancial da actividade do negócio da Lusiseg, actualmente Diagonal. Importa salientar que, a Lusiseg não adquiriu as empresas, mas sim o negócio de seguros dessas empresas, tendo integrado clientes, bens, equipamentos e recursos humanos. Assim, actualmente operamos no mercado sob a designação de Diagonal – Corretores de Seguros, S.A. (NIF 502274085), com presença nacional, com escritórios próprios (Lisboa, Porto, Faro, Carregado e Loures) e com uma rede de agentes disseminada por 30 concelhos. Em 2013, no seguimento da integração dos 3 negócios, alargou-se o âmbito da certificação ISO 9001:2008 a todos os escritórios, com o objectivo de continuarmos a melhorar os nossos padrões de gestão do negócio e da relação com os clientes e parceiros e, simultaneamente, reforçando a confiança e notoriedade da marca Diagonal junto do mercado em geral. Esta aquisição teve um duplo objectivo: • Permitir a diversificação do mercado alvo da Lusiseg (agora Diagonal), tradicionalmente centrado no segmento de transportes, que representava cerca de 80% do seu negócio. Após a aquisição, reduziu-se a dependência e exposição a esse segmento, que passou a representar 34%. A Diagonal detém actualmente uma carteira Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS diversificada, composta por: entidades públicas, empresas do sector de transportes, construção civil, hoteleiro, pequenas e médias empresas em geral e particulares. • Promover o crescimento acelerado do negócio, com base numa presença nacional no mercado dos seguros e numa equipa profissionalizada, como forma de sustentação do desenvolvimento do negócio. Em termos macroeconómicos nacionais, o ano 2013, à semelhança dos anos anteriores, continuou a caracterizar-se pelo esforço do Governo português em conseguir conter o défice orçamental, pela pressão fiscal, pelo decrescimento da economia portuguesa (-1,4% do PIB, face a 2012), pela incerteza e falta de confiança dos investidores e consumidores e pela redução consecutiva do poder de compra das famílias e das empresas. Estes factores, interligados e dependentes entre si, têm conduzido à retracção do consumo e do investimento. Esta realidade tem contribuído para a evolução desfavorável do mercado segurador. De acordo com os dados provisórios do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), as empresas de seguro sob sua supervisão, deverão registar em 2013 uma retracção de 3,1% no ramo Não Vida, face a 2012. Contudo, o mercado segurador deverá crescer 20,2% devido, exclusivamente, ao segmento do ramo Vida (+33,6% face a 2012). No segmento Não Vida, os ramos tradicionalmente mediados pela Diagonal, e seus concorrentes, evidenciam decrescimentos, como são exemplos os ramos Acidentes de Trabalho (-8,0%), Incêndio e Outros Danos (-0,8%), Automóvel (-5,8%), Mercadorias Transportadas ( 1,1%) e Responsabilidade Civil (-6,6%). Neste contexto, a Diagonal continuou a ser confrontada com a seguinte realidade: • Dificuldade em efectuar novos seguros, devido ao decrescimento do mercado segurador, em consequência da retracção do investimento em habitação, em novos automóveis e em outros bens de investimento; • Dificuldade na captação de novas subscrições, para além dos seguros obrigatórios, devido à conjuntura económica desfavorável; • Perda de clientes e redução da procura, devido à degradação da situação económica e financeira desses clientes e, consequentemente, à falência de outros; • Redução da actividade dos seus clientes e, consequentemente, dos prémios de seguros. EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 264 ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA As demonstrações financeiras de 2013 da Diagonal reflectem as dificuldades inerentes ao negócio e, sobretudo, da integração. A comparabilidade dos dados económicos e financeiros perde visibilidade e ganha complexidade de análise devido à integração gradual dos negócios adquiridos em Maio de 2013. O facto de não se repetirem em 2014 custos relacionados com a integração e se terem adoptado medidas de carácter mais imediato e urgente de redução e controlo de custos, que não envolvem redução de recursos humanos, permitirá uma recuperação significativa dos resultados. Por outro lado, a intensificação da actividade comercial e a dinamização da rede de agentes, contribuirá para uma evolução mais positiva do comissionamento e, consequentemente, para a recuperação dos resultados. O crescimento das comissões de 536 mil Euros, registados em 2012, para 897 mil Euros (+67%) registados em 2013, resulta dessa integração. Por outro lado, o resultado líquido obtido (-187 mil Euros) e o EBITDA (-117 mil Euros) resultam do abrandamento da actividade no conjunto dos 3 negócios, das imparidades reconhecidas em 2013 e dos custos inerentes à integração. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS A política de gestão de riscos da Empresa é definida pela Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. O investimento efectuado e o aumento da actividade conduziram a um aumento significativo do activo total e do passivo total. Este facto, aliado aos resultados obtidos, e apesar do reforço dos capitais próprios em 283 mil Euros (+131%), conduziram à redução da autonomia financeira de 42,5%, em 2012, para 21,8%, em 2013. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. PERSPECTIVAS PARA 2014 Os condicionalismos e as contrariedades são encarados pela Diagonal como desafios a ultrapassar. A filosofia de gestão que rege a organização ajuda-a a focalizar-se no que é realmente importante: • O Cliente, ou seja, a procura constante de soluções que acrescentem valor aos nossos clientes e que sejam percebidas por estes, num mercado onde o preço é muitas vezes o factor único de decisão; • O accionista, pois só a agregação de valor permite a rentabilização dos investimentos efectuados e a sustentabilidade futura do negócio; • As soluções, como meio de aproveitar as oportunidades e superar os constrangimentos e adversidades induzidos pelos mercados e pelas conjunturas desfavoráveis. Tendo por base esta orientação, continuaremos a dar seguimento aos objectivos estratégicos definidos em 2010, para o período 2011-2015, razão pela qual efectuámos o investimento na aquisição dos negócios referidos acima. Terminada a integração, iniciada em 2013 e concluída durante o 1º trimestre de 2014, o enfoque para 2014 consiste na inversão dos resultados desfavoráveis e no consequente reforço da estrutura financeira. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração Jorge Manuel Soares Simões Presidente José Luís Soares Simões Vogal Leonel Fernando Soares SimõesVogal Vogal Rogério Paulo Farinha Henriques Morato Vogal Mesa da Assembleia Geral Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária 265 Fiscal Único Francisco Baptista de Castro Torres Efectivo Joaquim Eduardo Pinto Ribeiro Suplente EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A APLICAÇÃO DE RESULTADOS A empresa Diagonal – Corretores de Seguros, S.A., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos negativos no valor de 186.552,42 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Resultados Transitados -186.552,42 Moninhos, 26 de Março de 2014 Jorge Manuel Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal José Luís Soares Simões - Vogal Rogério Paulo Farinha Henriques Morato - Vogal 266 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO Balanço em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas (Euros) Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 7 51 984,55 5 251,59 Activos intangíveis 6 677 179,18 4 224,46 Outros activos financeiros 12 15 839,98 15 839,98 12 745 003,71 25 316,03 ACTIVO CORRENTE Adiantamentos a fornecedores 12 405,63 110,00 Accionistas / sócios 12 38 029,05 25 602,46 51 960,11 Outras contas a receber Diferimentos Caixa e depósitos bancários 12 244 358,94 15,1 21 434,52 10 556,01 4 390 059,95 265 070,86 694 288,09 353 299,44 1 439 291,80 378 615,47 200 000,00 49 880,00 300 000,00 - Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 12 Outros instrumentos de capital próprio Reservas legais 15.2 2 500,00 33 137,42 Outras reservas 15.2 52 558,68 133 100,62 Resultados transitados 15.2 (55 058,68) (0,00) 500 000,00 216 118,04 (186 552,42) (55 058,68) 313 447,58 161 059,36 39 823,94 36 748,91 Resultado líquido do período 11 Total do capital próprio PASSIVO PASSIVO NÃO CORRENTE PASSIVO CORRENTE Fornecedores 12 Adiantamentos de clientes - 7 108,60 15.3 12 33 838,58 15 121,48 Financiamentos obtidos 12 583 079,85 - Outras contas a pagar 12 Estado e outros entes publicos 469 101,85 158 577,12 1 125 844,22 217 556,11 Total do passivo 1 125 844,22 217 556,11 Total do capital próprio e do passivo 1 439 291,80 378 615,47 O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente | José Luís Soares Simões - Vogal | Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Rogério Paulo Farinha Henriques Morato - Vogal EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 267 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS (Euros) Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Vendas e serviços prestados 9 Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Períodos 2013 2012 897 269,65 536 416,68 15.4 (430 458,97) (287 641,37) 13 (577 090,29) (300 122,31) Outros rendimentos e ganhos 15.5 4 820,68 2 574,83 Outros gastos e perdas 15.6 (12 499,79) (19 653,63) (117 958,72) (68 425,80) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 15.7 (32 897,56) (6 756,87) Imparidade de investimentos depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) 6.2 (48 000,00) - (198 856,28) (75 182,67) 742,42 11 465,60 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos 15.8 Juros e gastos similares suportados 15.9 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 11 Resultado líquido do período (26 462,17) (1 979,68) (224 576,03) (65 696,75) 38 023,61 10 638,07 (186 552,42) (55 058,68) As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente | José Luís Soares Simões - Vogal | Leonel Fernando Soares Simões Vogal | Rogério Paulo Farinha Henriques Morato - Vogal © JEFF KINSEY/FOTOLIA O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano Sousa 268 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Euros) Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Períodos Notas 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) 715.892,92 857.519,58 (538.847,40) (451.677,91) (345.814,49) (207.184,36) (168.768,97) 198.657,31 13.077,26 (18.528,63) (127.412,89) (30.417,09) (283.104,60) 149.711,59 Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis (86.262,00) (4.274,07) (450.476,12) (4.717,52) Recebimentos provenientes de: Juros e rendimentos similares 11,481.94 16,016.54 (525,256.18) (7,024.95) 1.496.496,59 946.656,68 338.940,64 - Financiamentos obtidos (898,514.74) (743.187,33) Juros e gastos similares (3,629,10) (4.691,98) - (35.822,91) 933,293.33 162.954,46 Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio Pagamentos respeitantes a: Dividendos Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) 124.932,61 319.691,00 Caixa e seus equivalentes no início do período 4 265,070,86 (54.620,14) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 390.003,47 265.070,86 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano Sousa A Administração Jorge Manuel Soares Simões - Presidente | José Luís Soares Simões - Vogal | Leonel Fernando Soares Simões Vogal | Rogério Paulo Farinha Henriques Morato - Vogal 269 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO (Euros) No Período de 2012 Outros Instrumentos de Capital Realizado Reservas Legais Capital Próprio Outras Reservas Resultados Resultado Líquido do Transitados Período Total Posição no início do período 2012 49 880,00 - 30 872,86 133 100,62 (7 203,73) 45 291,20 251 940,95 Alterações no período: 49 880,00 - 30 872,86 133 100,62 (7 203,73) 45 291,20 251 940,95 (55 058,68) (55 058,68) (9 767,48) 196 882,27 7 203,73 (9 468,29) - Resultado líquido do período Resultado integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - 2 264,56 - Outras operações Distribuição Dividendos Posição no fim do período 2012 - - - - (35 822,91) (35 822,91) - - 2 264,56 - 7 203,73 (45 291,20) (35 822,91) 49 880,00 - 33 137,42 133 100,62 - (55 058,68) 161 059,36 270 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A (Euros) No Período de 2013 Outros Instrumentos de Capital Realizado Reservas Legais Capital Próprio Outras Reservas Resultados Resultado Líquido do Transitados Período Posição no início do período 2013 49 880,00 - 33 137,42 133 100,62 - Alterações no período: 49 880,00 - 33 137,42 133 100,62 - Resultado líquido do período (55 058,68) Total 161 059,36 (55 058,68) 161 059,36 (186 552,42) (186 552,42) (241 611,10) (25 493,06) Resultado integral Operações com detentores de capital no período Realizações de capital Aplicação de resultados 150 120,00 - Prestações Acessórias Posição no fim do período 2013 (30 637,42) (80 541,94) - 38 940,64 (55 058,68) 55 058,68 300 000,00 300 000,00 150 120,00 300 000,00 (30 637,42) (80 541,94) (55 058,68) 55 058,68 338 940,64 200 000,00 300 000,00 2 500,00 52 558,68 (55 058,68) (186 552,42) 313 447,58 271 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A ANEXO dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. (Montantes expressos em Euros) Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de 1 – IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. - Designação da entidade: A empresa foi constituída em 23 de Novembro de 1989 com a denominação Social de Lusiseg - Mediadores de Seguros, Lda., com o NIF 502 274 085. Em 1 de Agosto de 2013 a empresa foi transformada em sociedade anónima e objecto de alteração de designação social, passando a denominar-se Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. 1.2. - Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. - Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na mediação de seguros. Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.15. 2.2. - Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. - Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 1.4. - Designação da empresa-mãe: A empresa-mãe denomina-se LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e participa em 100% na Diagonal – Corretores de Seguros, S.A. 1.5. - Sede da empresa-mãe: A empresa-mãe tem sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. 2 - REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. - Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. 272 A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o SNC requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS activos quando se traduzam em montantes significativos. As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Bem 2013 3.1 - Conversão cambial 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. 3.2 - Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para NCRF, e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. Os custos a suportar com o desmantelamento ou remoção de activos instalados em propriedade de terceiros serão considerados como parte do custo inicial dos respectivos Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros Activos Fixos Tangíveis 25,00 10,00 - 100,00 25,00 As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com depreciações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo e é reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente amortizados quando se encontram disponíveis para uso. 3.3 - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 273 determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor de entre o período de vida útil do activo e o período da locação quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. amortizados, estando sujeitos a testes de imparidade anuais ou sempre que os mesmos apresentem sinais de imparidade. O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. As vidas úteis e método de amortização dos vários activos intangíveis são revistos anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração dos resultados prospectivamente. As taxas de amortização resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos intangíveis mais significativos são conforme segue: 3.4 - Intangíveis Reconhecimento inicial O custo dos activos intangíveis adquiridos separadamente reflecte, em geral, os benefícios económicos futuros esperados e compreende: • O preço de compra, incluindo custos com direitos intelectuais e os impostos sobre as compras não reembolsáveis, após dedução dos descontos comerciais e abatimentos; e • Qualquer custo directamente atribuível à preparação do activo, para o seu uso pretendido. Reconhecimento subsequente A Empresa valoriza os seus activos intangíveis, após o reconhecimento inicial, pelo Modelo do Custo, conforme definido pela NCRF 6 – Activos Intangíveis, que define que um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo deduzido da amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. Tipo de Bem Programas de computador 2013 2012 33,33 33,33 3.5 - Imparidade de activos Os activos com vida útil indefinida não estão sujeitos a amortização, sendo objecto de testes de imparidade anuais. Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. Amortização A Empresa determina a vida útil e o método de amortização dos activos intangíveis com base na estimativa de consumo dos benefícios económicos futuros associados ao activo. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de “Perdas por imparidade”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. Activos intangíveis com vida útil finita Os activos intangíveis com vida útil definida são amortizados numa base sistemática a partir da data em que se encontram disponíveis para uso, durante a vida útil estimada. O valor recuperável é o maior de entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). Activos intangíveis com vida útil indefinida Os activos que pela sua natureza não possuam uma vida útil definida não são A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 274 diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Reversões de perdas por imparidade”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. 3.6 - Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.7 - Activos e Passivos Financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 275 extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.8 - Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes activos estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos obtidos do Balanço. 3.9 - Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. 3.10 - Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal. 3.11 - Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. O rédito de juros é reconhecido utilizando o método do juro efectivo, desde que seja provável que benefícios económicos fluam para a Empresa e o seu montante possa ser mensurado com fiabilidade. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 276 3.12 - Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos na rubrica juros e gastos similares. 3.13 - Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.14 - Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o código das sociedades Comerciais a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. b) Dividendos Antecipados A distribuição de dividendos aos sócios da Empresa é reconhecida como uma responsabilidade nas demonstrações financeiras no período em que os dividendos são aprovados pelos seus accionistas. 3.15 - Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Diagonal – Corretores de Seguros, S.A. são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa do Conselho de Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.15.1 - Activos fixos tangíveis e Activos intangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação/ amortização a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações/ amortizações a reconhecer na demonstração dos resultados de cada exercício. Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. 3.15.2 – Perdas por imparidade de clientes e devedores A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. 277 As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Empresa dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.15.3 - Impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foram efectuadas as seguintes remunerações ao pessoal chave da gestão: 31.12.2013 Benefícios de curto prazo dos empregados LS - Luís Simões SPGS, S.A. Total de caixa e depositos bancarios Caixa Depósitos à ordem Total de caixa e depositos bancarios Descobertos bancários Total de caixa e seus equivalentes a caixa 2012 59 551,27 Serviço que a empresa Serviço que a empresa recebe presta Financiamentos Dividendos Cedência de Gasóleo Mediador de Seguros Cedência de Gasóleo Mediador de Seguros Outras partes relacionadas: 972,39 500,00 389 087,56 264 570,86 390 059,95 265 070,86 390 003,47 265 070,86 2013 66 776,34 Empresa-mãe: A rubrica de Caixa e seus equivalentes decompõem-se conforme se segue: Depósitos à ordem 59 551,27 a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas Natureza do relacionamento Caixa 66 776,34 5.3 - Transacções com partes relacionadas 4 - fluxos de caixa 2013 31.12.2012 2012 972,39 500,00 389.087,56 264.570,86 390.059,95 265.070,86 (56,48) - 390.003,47 265.070,86 Luís Simões Logística Integrada, S.A. Reta- Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida em 100% pela entidade LS – Luís Simões, SGPS, S.A. sendo as suas demonstrações financeiras consolidadas na referida entidade. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Mediador de Seguros trativos e de Gestão b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Fornecimentos e Serviços Externos Outras partes relacionadas: Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda. Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 5 - PARTES RELACIONADAS Serviços de Administração; Serviços Técnicos, Adminis- Luís Simões Logistica Integrada, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 2012 20 520,00 2013 20 520,00 2012 43 413,36 2013 43 413,36 2012 4 149,59 2013 4 523,85 2012 44 119,71 2013 50 650,90 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 278 Ano Outras contas a pagar Clientes Outras contas a receber Accionistas Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. 2012 630,01 - 11 465,60 2013 26 460,35 - 38 749,69 2012 - 64 570,07 2 532,00 2013 - - 2012 - 363 494,25 - - 2013 - - - - 2012 - (19 939,65) - - 25 602,46 Outras partes relacionadas: LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Luís Simões Logística Integrada, S.A. Reta - Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda. - 2013 - - - - 2012 - 250,00 - - 2013 - - - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Ano Financiamentos a Receber Financiamentos a Pagar Rendimentos de juros Gastos de Juros Empresa-mãe: LS - Luís Simões SPGS, S.A. 2012 2013 14 958,48 583 023,37 11 465,60 630,01 720,64 26 460,35 6 - ACTIVOS INTANGÍVEIS 6.1 - Divulgações para cada classe de activos intangíveis, distinguindo entre os activos intangíveis gerados internamente e outros activos intangíveis: Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos intangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: 279 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A Programas de Outros activos Computador Intangíveis Total Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas 49 039,46 - 49 039,46 (46 754,27) - (46 754,27) Quantias líquidas escrituradas 2 285,19 - Adições 4 717,53 Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Amortizações Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: 2 285,19 4 717,53 (2 778,26) (2 778,26) Equipamento Equipamento Outros activos de transporte administrativo fixos tangíveis 27 662,99 359,08 28 022,07 (19 185,55) (359,08) (19 544,63) 8 477,44 - 8 477,44 Totais Valores em 01.01.2012 Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições 53 757,09 - 53 757,09 (49 532,63) - (49 532,63) Amortizações Depreciações e perdas por imparidade acumuladas 4 224,46 - 4 224,46 40 846,99 690 476,12 731 323,11 Adições (48 000,00) (48 000,00) Depreciações Perdas por imparidade (10 368,39) (10 368,39) Valores em 31.12.2013 Quantias líquidas escrituradas 752,76 - 752,76 (3 978,61) - (3 978,61) - 28 415,75 359,08 28 774,83 - (23 164,16) (359,08) (23 523,24) - 5 251,59 - 5 251,59 Adições 36 500,00 32 382,13 380,00 69 262,13 Depreciações (6 083,33) (16 382,52) (63,32) (22 529,17) 36 500,00 60 797,88 739,08 98 036,96 (6 083,33) (39 546,68) (422,40) (46 052,41) 30 416,67 21 251,20 316,68 51 984,55 Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 7 - ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS 94 604,08 690 476,12 785 080,20 (59 901,02) (48 000,00) (107 901,02) 34 703,06 642 476,12 677 179,18 6.2. - Activos Intangíveis com vida útil indefinida A empresa detém Activos Intangíveis com vida útil indefinida referentes à aquisição de uma carteira de seguros pelo valor de 690.476,12 Euros. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2013, a empresa procedeu a um teste de imparidade a este activo, tendo como metodologia a projecção dos fluxos de caixa futuros, tendo determinado uma perda por imparidade no valor de 48.000 Euros 6.3.- Activos Intangíveis com titularidade restringida, como garantias de passivos e compromissos contratuais para aquisição dos mesmos Os Programas de Computador não são propriedade da empresa, a qual se limita a ter os respectivos direitos de uso nos termos do contrato celebrado com o fornecedor. Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Não existem activos intangíveis dados como garantias de passivos. 7.1. - Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos nos exercícios de 2013 e 2012. 6.4.- Compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis. 7.2. - Compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 280 © MACEO/FOTOLIA 9 – Rédito O rédito reconhecido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhado conforme se segue: A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31.12.2012 e 31.12.2011 é a seguinte: 2013 2012 Prestação de Serviços Serviços 897.269,65 536.416,68 897.269,65 536.416,68 A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é a seguinte: 2013 8 – LOCAÇÕES Mercado Interno Locações operacionais a) Futuros pagamentos mínimos Os futuros pagamentos mínimos das locações operacionais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 são detalhados conforme se segue: 2012 897.269,65 536.416,68 897.269,65 536.416,68 10 – Acontecimentos após a data do balanço 10.1 – Autorização para emissão das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão, pelo Conselho de Administração, em 26 de Março de 2014. Pagamentos futuros mínimo 2013 Gasto do exercício Até 1 ano 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos Alugueres Imóveis 61 563,64 35 818,36 7 517,47 0,00 Alugueres Viaturas Turismo 18 941,01 14 192,72 13 270,50 0,00 80 504,65 50 011,08 20 787,97 0,00 10.2 - Acontecimentos após a data de balanço que originaram alterações nas divulgações Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço que originem alterações nas divulgações. 10.3 – Acontecimentos após a data de balanço que não deram lugar a ajustamento Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço a referir. Pagamentos futuros mínimo 2012 Gasto do exercício Até 1 ano 1 ano e 5 anos 11 - Impostos sobre o rendimento A mais de 5 anos Alugueres Imóveis 24 937,91 24 321,84 0,00 0,00 Alugueres Viaturas Turismo 13 500,42 13 210,08 4 585,58 0,00 38 438,33 37 531,92 4 585,58 0,00 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 281 Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. 2013 2012 Imposto Corrente As empresas do Grupo, encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A., pelo que os impostos apurados individualmente estão reflectidos no saldo da accionista incluído na rubrica de Accionistas/Sócios. O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos, não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. IRC do ano 6 210,42 5 901,20 6 210,42 5 901,20 (44 234,03) (16 539,27) (44 234,03) (16 539,27) (38 023,61) (10 638,07) Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias b) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos; Não houve alterações nas taxas de tributação nem lançamento de novos impostos pelo que a quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos não sofreu quaisquer alterações decorrentes de tais situações. 11.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico (em uma ou em ambas das seguintes formas): A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Para os exercícios iniciados em, ou após 1 de Janeiro de 2014 foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou de cinco para doze períodos de tributação (este prazo é de seis anos para PFR nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011, de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução dos PFR está limitada a 75% do lucro tributável no exercício de 2013, passando a dedução dos PFR a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados. 11.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: a) Gasto (rendimento) por impostos; O Gasto (rendimento) por impostos no período é o indicado no quadro seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 282 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A Balanço Taxa de Imposto Resultado antes de impostos Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal 2013 2012 (224 576,03) (65 696,75) 26,50% 26,50% 2013 2013 2012 (59 512,65) 2012 2013 2012 Activos por impostos diferidos 26,50% Prejuízos Fiscais - Constituições 26,50% Prejuízos Fiscais - Utilização Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Demonstração de Resultados 60.773,30 16.539,27 44.234,03 16.539,27 (60.773,30) (16.539,27) (44.234,03) (16.539,27) (17 409,64) 12 - Instrumentos financeiros Rendimentos não tributáveis Benefícios Fiscais 572,49 560,00 572,49 560,00 12.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Depreciações e amortizações não aceites como custos Donativos 48 000,00 Activos - 212,40 100,00 48 212,40 100,00 2013 2012 Não Corrente Outros activos financeiros 15 839,98 15 839,98 405,63 110,00 Corrente Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama Tributação autónoma Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento do período (176 936,12) 25,00% 1,50% 6 210,42 (66 156,75) Adiantamentos a fornecedores 25,00% Accionistas 38 029,05 25 602,46 1,50% Outras contas a receber 244 358,94 51 960,11 Caixa e bancos 390 059,95 265 070,86 688 693,55 358 583,41 5 901,20 (44 234,03) (16 539,27) (38 023,61) (10 638,07) (38 023,61) (10 638,07) 16,93% 16,93% 16,19% 16,19% Passivos Fornecedores 11.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 11.4 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2013 2012 Corrente 39 823,94 36 748,91 Adiantamento de clientes - 7 108,60 Accionistas - - Financiamentos obtidos 583 079,85 - Outras contas a pagar 469 101,85 158 577,12 1 092 005,64 202 434,63 Instrumentos de Capital Capital EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 2013 2012 200 000,00 49 880,00 300 000,00 - 500 000,00 49 880,00 283 12.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 12.4 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. 2013 2012 15 839,98 15 839,98 405,63 110,00 12.5 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas Activos Não corrente Outros activos financeiros Corrente Adiantamentos a fornecedores Accionistas 38 029,05 25 602,46 Outras contas a receber 241 231,70 38 295,31 Caixa e bancos 390.059,95 265.070,86 688 740,89 358 583,41 Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 2013 Rendimentos Fornecedores Adiantamento de clientes 2013 Juros Obtidos Participantes de Capital 39 823,94 36 748,91 - 7 108,60 56,48 - 583 023,37 - 93 854,82 38 543,14 3 244,20 226,26 Outras contas a pagar - Correntes Acréscimo para férias e sub. férias Pessoal Outros acréscimos de gasto Outras contas a pagar Rendimentos Gastos 742,42 - 13 664,80 - 742,42 - 13 664,80 - - 26 462,17 - 1 979,68 - 26 462,17 - 1 979,68 742,42 26 462,17 13 664,80 1 979,68 Passivos financeiros ao custo: 2012 Juros suportados Financiamentos obtidos - Correntes Decobertos bancários Gastos Activos financeiros ao custo: 12.3 – Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: Passivos 2012 88 936,38 4 916,78 283 066,45 114 890,94 1 092 005,64 202 434,63 No final do exercício findo em 31 de Dezembro de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 50.000,00 Euros, estando a ser utilizados 56,48 euros. As linhas de crédito com movimento até um ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Os tipos de juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com a Empresa mãe e com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 12.6 - Instrumentos de capital próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhada conforme se segue: 2013 2012 Capital Valor nominal 200 000,00 49 880,00 200 000,00 49 880,00 b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são indicadas no quadro seguinte: 2013 Valor Quantidade 284 Acções emitidas Acções ordinárias a 5 euros cada EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 200 000,00 40.000 200 000,00 40.000 Em 31 de Dezembro de 2013, o capital subscrito é detido na sua totalidade pela LS – Luis Simões, SGPS, SA e encontra-se totalmente realizado. c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio 2013 2012 Outros Instrumentos de Capital Próprio Prestações Acessórias 300 000,00 - 300 000,00 - Os outros instrumentos de capital próprio referem-se às prestações acessórias efectuadas pelo accionista para as quais não existe prazo de reembolso ou remuneração. 13– Benefícios dos Empregados 2012 463 274,11 236 857,03 Encargos sobre remunerações 103 716,42 54 900,25 4 228,00 2 042,21 Seguro saúde Outros 14.1.1 – Políticas contabilísticas adoptadas para reconhecimento das remunerações A empresa reconhece o rédito, remuneração de acordo com as normas em vigor, sendo que, em particular e por regra no exercício da actividade de mediação de seguros, reconhece contabilisticamente o rendimento aquando do pagamento, por parte do tomador, dos prémios relativos aos contratos de seguros. 2013 Remunerações do pessoal Seguros de ac. trabalho e doenças prof. 14.1 – Prestações do serviço de mediação de seguros 14.1.2 – Total das remunerações recebidas desagregadas por natureza e por tipo: 13.1 – Gastos com o Pessoal O detalhe dos Gastos com o Pessoal é o indicado no quadro seguinte: 2013 decorrer de 2012, não foram efectuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2012, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2013, nos prazos legais. 5 036,89 4 305,03 834,87 2 017,79 577 090,29 300 122,31 Numerário Comissões Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 536.416,68 897.269,65 536.416,68 2012 897.269,65 536.416,68 897.269,65 536.416,68 14.1.3 – Total das remunerações relativas aos contratos de seguros desagregadas por Ramos “Vida”, Fundos de Pensões e conjuntos dos ramos “Não Vida”, e por origem: Ramo Vida Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no 897.269,65 2013 O número médio de colaboradores ao serviço da empresa no ano de 2013 e 2012 foi de 27 e 11 funcionários, respectivamente. 14 – INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS 2012 2013 Ramo Não Vida 2012 2013 2012 4.941,08 683.728,42 498.948,74 Empresas de seguros 8.522,22 Outros mediadores 1.263,67 - 203.755,34 32.526,86 9.785,89 4.941,08 887.483,76 531.475,60 285 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 14.1.4 – Níveis de concentração das remunerações auferidas pela carteira: Ramo Vida 2013 Ramo Não Vida 2012 2013 2012 Empresas de seguros 87% 100% 77% 94% Outros mediadores 13% 0% 23% 6% 100% 100% 100% 100% 14.1.5 – Valores das contas “clientes”: 2013 2012 Início exercício (118.112,91) 19.753,55 Final exercício 129.150,86 (118.112,90) 4.710.733,27 3.565.061,08 (4.581.582,41) (3.683.173,99) 129.150,86 (118.112,91) Volume movimentado no exercício A débito A crédito 14.1.6 – Contas a receber e a pagar desagregadas por origem: Contas a Receber 2013 Tomadores de seguro, segurados ou beneficiários Empresas de seguros Contas a Pagar 2012 2013 2012 211.981,44 56.608,00 - - - (62.550,77) (156.253,84) - - (176.528,08) (21.467,06) 211.981,44 56.608,00 (239.078,85) (177.720,90) Empresas de reseguros Outros mediadores 14.1.7 – Valores agregados incluídos nas contas a receber e a pagar: Contas a Receber 2013 Fundos recebidos com vista a serem transferidos para as empresas de (res) seguros para pagamento de prémios de (res) seguros Fundos em cobrança com vista a serem transferidos para as empresas de (res) seguros para pagamento de prémios de (res) seguro Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Contas a Pagar 2012 2013 2012 211.981,44 59.608,00 - - - - (239.078,85) (177.920,90) 211.981,44 59.608,00 (239.078,85) (177.920,90) EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 286 14.1.8 – Idade das contas a receber vencidas à data de relato: Sem imparidade 2013 2012 De 0 a 6 meses 43 447,46 36 796,96 De 6 a 12 meses 17 562,65 736,30 De 12 a 18 meses 2 924,11 - De 18 a 24 meses 255,36 429,01 Mais de 24 meses 1 869,80 333,04 66 059,38 38 295,31 14.1.9 – Indicação das empresas de seguros cujas remunerações pagas ao corretores de seguros representem, cada uma, pelo menos 5% do total das remunerações auferidas pela sua carteira Comissões Entidade Peso Axa 251 614,50 36,35% Fidelidade 122 100,92 17,64% Macif 65 346,46 9,44% Açoreana 51 755,55 7,48% Tranquilidade 44 424,79 6,42% TT Club 39 718,52 5,74% Lusitânia 38 544,23 5,57% Allianz 37 108,58 5,36% Outras Seguradoras 41 637,09 6,01% 692 250,64 100,00% Total Seguradoras 15 – OUTRAS INFORMAÇÕES 15.1 – DIFERIMENTOS Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Custos Diferidos - Seguros Outros 12 770,31 5 485,08 8 664,21 5 070,93 21 434,52 10 556,01 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 287 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 15.2 – RESERVAS, RESULTADOS E OUTRAS VARIAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A rubrica de reservas e de resultados decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2012 Outras Reservas 30 872,86 Dividendos Aplicação de resultados 133 100,62 (7 203,73) 45 291,20 202 060,95 - - (35 822,91) (35 822,91) - 7 203,73 (9 468,29) - - - - (55 058,68) (55 058,68) 33 137,42 133 100,62 - (55 058,68) 111 179,36 Outras Reservas 33 137,42 Aplicação de resultados Resultados Transitados Resultados Líquidos do Periodo - (55 058,68) 111 179,36 55 058,68 - - (55 058,68) - - (30 637,42) (80 541,94) 2 500,00 52 558,68 Saldo em 31 de Dezembro de 2013 Total 133 100,62 - Resultado do ano Outros Total - Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2013 Resultados Líquidos do Periodo 2 264,56 Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Resultados Transitados (111 179,36) (55 058,68) - 0,00 a) Aplicação de resultados Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Março de 2013, o resultado líquido negativo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 55.058,68 euros teve a seguinte aplicação: Resultados Transitados: 55.058,68 15.3 – ESTADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Passivo Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares 11 369,70 4 046,72 Contribuições para a Segurança Social 22 468,88 11 074,76 33 838,58 15 121,48 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS © danimages/FOTOLIA Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de Dezembro de 2013 resultam de: 288 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 15.4 – FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012 é detalhada conforme se segue: 2013 Impostos 11 085,52 11 206,17 1 144,97 1 120,00 212,40 - 56,90 7 327,46 12 499,79 19 653,63 Quotizações 2013 Trabalhos especializados 2012 Donativos 148 399,45 165 379,77 Publicidade 9 956,57 1 678,10 Comissões bancárias 1 478,43 2 393,24 19 645,25 8 012,05 5 032,92 2 918,97 Energia e fluidos 16 272,77 7 706,76 Deslocações e estadas 32 935,03 22 528,32 Rendas e alugueres 96 582,32 48 650,67 Comunicação 29 313,19 18 980,25 Seguros 3 284,76 3 430,28 Contencioso e notariado 1 940,61 85,00 Despesas de representação 2 651,12 1 275,84 Limpeza e higiene 7 406,82 3 327,63 55 559,73 1 274,49 430 458,97 287 641,37 Conservação e Reparação Materiais Outros 15.5 – OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 2012 Outros 15.7 – DEPRECIAÇÕES A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 10 368,40 2 778,26 Tangiveis 22 529,16 3 978,61 32 897,56 6 756,87 15.8 – JUROS E GASTOS SIMILARES SUPORTADOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 Outros - 4 660,21 2 754,83 4 820,68 2 754,83 15.6 – OUTROS GASTOS E PERDAS A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: De financiamentos obtidos - Empresa Mãe 26 460,35 630,01 1,82 1 349,67 26 462,17 1 979,68 15.9 – JUROS E GASTOS SIMILARES OBTIDOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Obtidos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 2012 Juros obtidos De financiamentos concedidos - Outras partes relacionadas Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 Juros suportados De descobertos bancários 160,47 2012 Intangíveis Rendimentos suplememtares: Descontos e antecipação de pagamento 2012 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 742,42 11 465,60 0,00 0,00 742,42 11 465,60 289 15.10 – Garantias Prestadas Avalista Banco Espirito Santo Montante 18 760,00 Entidade Beneficiária APROSE - Associação Portuguesa de Mediação Profissional de Seguros Tipo de Garantia Garantia A empresa não apresentou livranças a terceiros como garantia de pagamento de dívidas a 31 de Dezembro de 2012 nem em 2013. 15.11 – Resultado por acção O resultado por acção do exercício findo em 31 de Dezembro de 2013, foi determinado como se segue: 2013 Resultados: Resultado líquido do período -186 552,42 Número de acções: Número médio ponderado de acções em circulação Resultado por acção básico 40 000,00 -4,66 15.12 – Acontecimentos após a data do Balanço Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.15. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano Sousa Gerência Jorge Manuel Soares Simões - Presidente José Luís Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Rogério Paulo Farinha Henriques Morato - Vogal 290 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A C| ) relatório e parecer do fiscal único e certificação legal de contas Rua Julieta Ferrão, 12 - Sala 903 - Torre A 1600 - 131 LISBOA PORTUGAL Tel.: +351 217 910 701 • Fax: +351 217 910 685 [email protected] Francisco Baptista de Castro Torres Revisor Oficial de Contas LISBOA, 28 de Março de 2014 relatório e parecer do fiscal único Senhores Accionistas, Nos termos da lei e dos estatutos, cumpre-me submeter à apreciação de V. Exas. o nosso relatório e parecer sobre o relatório e contas da sociedade DIAGONAL-CORRETORES DE SEGUROS, SA., referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2013. No desempenho das minhas funções, acompanhei com regularidade a actividade e a gestão da Empresa, com base na analise da informação contabilística e através de esclarecimentos solicitados à Administração e aos Serviços, de quem obtive toda a colaboração solicitada. Procedi, ainda, à realização dos actos de verificação e comprovação que considerei adequados para o cumprimento das minhas obrigações de fiscalização. FRANCISCO BAPTISTA DE CASTRO TORRES Revisor Oficial de Contas Relativamente à apreciaçãodo relatório de gestão apresentado pela Administração, sou de opinião que o mesmo obedece às disposições legais aplicáveis e que refere os aspectos mais relevantes que caracterizam a actividade da Empresa. Procedi, ainda, à revisão legal das contas do exercício e emiti a respectiva Certificação Legal das Contas cujo conteúdo e conclusões se dão como reproduzidos neste relatório. Como resultado das acções de fiscalização e das conclusões extraídas, sou de parecer: a) Que seja aprovado o Relatório de Gestão e as Contas apresentadas pela Administração; b) Que seja aprovada a Proposta de APlicação de Resultados. Rua Julieta Ferrão, 12 - Sala 903 - Torre A 1600 - 131 LISBOA PORTUGAL Tel.: +351 217 910 701 • Fax: +351 217 910 685 [email protected] Inscrito en la O. R. O. C. (Colegio de Contables Jurados) con el n. º 1019 * NIF 136860141 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 291 Francisco Baptista de Castro Torres Revisor Oficial de Contas Rua Julieta Ferrão, 12 - Sala 903 - Torre A 1600 - 131 LISBOA PORTUGAL Tel.: +351 217 910 701 • Fax: +351 217 910 685 [email protected] Certificação legal das contas Introdução 1. Examinámos as demonstrações financeiras da DIAGONAL- CORRETORES DE SEGUROS, SA., as quais compreendem o Balanço em 31 de Dezembro de 2013,(que evidencia um total de balanço de 1.439.291,80€ e um total de capital próprio de 313.447,58€, incluindo um resultado líquido negativo de 186.552,42 €), a Demonstração de Resultados por naturezas, a Demonstração dos fluxos de caixa e a Demonstração das alterações no capital própri, do exercicio findo naquela data, e o correspondente Anexo Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa e o resultado das suas operações, bem como a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. − a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. 5. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância do relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para expressão da nossa opinião. Opinião 7. Em nossa opinião,as demonstrações financeiras referidas apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da DIAGONAL- CORRETORES DE SEGUROS, SA., a 31 de Dezembro de 2013, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. relato sobre outros requisitos legais 8. 8. É também nossa opinião que a informação constante no relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do período. LISBOA, 28 de Março de 2014 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissionale independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras.. Ámbito 4. O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame inclui: FRANCISCO BAPTISTA DE CASTRO TORRES Revisor Oficial de Contas − a verificação, numa base deamostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelos princípios contabilisticos geralmente aceites em Portugal, utilizadas na sua preparação; − a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgaçao, tendo em conta as circunstâncias; − a verificação da aplicabilidade do proncipio da continuidade; e Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Rua Julieta Ferrão, 12 - Sala 903 - Torre A 1600 - 131 LISBOA PORTUGAL Tel.: +351 217 910 701 • Fax: +351 217 910 685 [email protected] Inscrito en la O. R. O. C. (Colegio de Contables Jurados) con el n. º 1019 * NIF 136860141 EMPRESA | Diagonal - Correctores de Seguros, S.A 292 LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO O enquadramento de empresas e negócios do Grupo Luís Simões (LS), engloba uma estrutura que congrega todas as operações de suporte aos negócios, centrada na empresa LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. (LSG), e as empresas vocacionadas, exclusivamente, para a exploração das diversas áreas de negócio em que o Grupo se encontra posicionado. Esta Organização tem perseguido os seguintes objectivos: • Permitir que cada empresa se focalize unicamente no negócio, concentrando-se no acompanhamento dos clientes, na conquista de novos e maiores mercados e na optimização da gestão operacional do negócio; • Profissionalizar a gestão de todos os serviços de apoio aos negócios, funcionando como elemento agregador de conhecimento e com faculdade de transferir esse conhecimento entre as empresas LS; • Aumentar a competência dos serviços que não constituem o Core Business do Grupo Luís Simões, garantindo aumento de produtividade e capacidade para absorver novas actividades, negócios ou empresas; • Concentrar, optimizar e flexibilizar a utilização dos recursos disponíveis, que se encontravam dispersos pelas diversas empresas do Grupo; Adicionalmente a empresa detém e gere uma parte significativa do património industrial Imobiliário do Grupo Luís Simões que se encontra afecto às actividades operacionais. Relativamente à actividade desenvolvida durante o ano de 2013, salienta-se: • A consolidação das condições para o desenvolvimento das actividades logísticas a Norte de Portugal com a assinatura e demais actividades tendentes à instalação da LS em novas instalações logísticas no horizonte 2014; • A conclusão do projecto específico da alteração da iluminação no centro do Carregado que traduziu uma redução de custo de exploração do cliente deste edifício; • Foi acompanhada adicionalmente a gestão dos activos na óptica do proprietário, tendo sido efectuadas as acções de gestão da sua competência e responsabilidade nomeadamente quanto à manutenção, licenciamentos e apoio na resolução de situações específicas decorrentes da sua exploração. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA A Empresa presta os seus serviços exclusivamente às empresas do Grupo, pelo que as suas vendas resultam de projectos com o envolvimento de recursos corporativos e a locação de instalações utilizadas no desenvolvimento das actividades principais do Grupo. Em 2013, o Volume de Vendas da Empresa registou uma evolução positiva de 11%, fixando-se em 9.427 Mil Euros. O EBITDA, que ascendeu a 3.642 Mil Euros, foi inferior ao verificado no ano anterior, em grande medida, influenciado negativamente pela redução de algumas rendas. O Resultado Liquido da Empresa atingiu o montante de 519 Mil Euros, tendo-se verificado um aumento de 41% face ao exercício anterior. Este aumento ficou a dever-se principalmente devido à alteração da taxa de imposto a considerar para efeitos de registo dos impostos diferidos, a qual teve um impacto negativo de 247 Mil Euros. O rácio de Autonomia Financeira manteve a tendência de crescimento, tendo no presente Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 293 exercício ascendido a 40%, verificando-se uma melhoria de 2 p.p. face ao ano anterior. Ao nível da Solvabilidade, a Empresa atingiu um rácio de 66%, mais 5 p.p. do que no ano de 2012. Estes indicadores evidenciam a boa solidez financeira da empresa. PERSPECTIVAS PARA 2014 No ano de 2014, a LSG pretende implementar diversos projectos com o objectivo de aumentar a produtividade das áreas corporativas e, consequentemente, a das empresas do Grupo a quem presta os seus serviços. Quanto à actividade Imobiliária, a perspectiva para 2014 centra-se nos seguintes pontos; • Continuação dos trabalhos desenvolvidos de apoio no que concerne às novas instalações das actividades logísticas a Norte do país; • Aprovação do Plano de Pormenor que permita a conclusão das obras do Terminal de Transportes da Azambuja; • Investimentos em projectos específicos que traduzam reduções de custos de exploração ou aumento de receitas dos nossos clientes de edifícios, nomeadamente em Gaia; • Gestão corrente do património existente. Quanto às restantes actividades: Desenvolvimentos de projectos de optimização e simplificação nas áreas administrativa e financeira, enquadrados no contexto de centralização Ibérica em 2014 dos processos de Controlo de Gestão e Facturação e Cobranças dos Negócios de Transportes e Logística. As áreas a privilegiar serão as de Digitalização de Documentos, Controlo de Gestão e Reporting, Cobranças, Facturação Electrónica a Clientes. Implementação pela Direcção de Sistemas de Informação dos projectos: • Localizadores de Semirreboques; • Nova aplicação de Compras; • Continuação de melhorias e implementação das aplicações: o LSnet - Portal para clientes e fornecedores, plataforma que disponibiliza toda a informação de serviço, permitindo track&trace das encomendas, gestão de stock, resolução online de incidências, facturação, entre outras funcionalidades; o LSMobile - solução de seguimento online de estado e confirmação de entregas; o Aplicação de copacking que permite o controlo de produção dos produtos manipulados, com enfoque na optimização de processos e rastreabilidade completa da actividade. 294 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. APLICAÇÃO DE RESULTADOS A Empresa LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos de 519.393,98 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Reserva legal 25.969,70 Euros Dividendos 493.424,28 Euros Moninhos, 26 de Março de 2014. ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração José Luís Soares Simões Presidente/Admin. Delegado Leonel Fernando Soares Simões Vogal Jorge Manuel Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos Vogal Mesa da Assembleia Geral José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal Fiscal Único PriceWaterHouseCoopers & Associados, SROC, Lda. Efectivo José Manuel Henriques Bernardo Suplente 295 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO Balanço em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas (Euros) Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 7 5 241 751,99 5 209 459,57 Propriedades de investimento 8 39 447 785,40 41 426 602,89 Activos intangíveis 6 59 091,00 145 788,55 Participações financeiras - outros métodos 15 15 000,00 16 065,00 Outros activos financeiros 15 13,10 - 44 763 641,49 46 797 916,01 ACTIVO CORRENTE Inventários 10 - 202 023,39 Clientes 15 448 838,36 225 590,35 Adiantamentos a fornecedores 15 453,40 19 243,39 Estado e outros entes públicos 18.3 3 021,47 4 064,08 15 9 665,82 18 695,60 18.1 119 000,52 162 928,25 4 12 023,49 10 315,02 593 003,06 642 860,08 45 356 644,55 47 440 776,09 Outras contas a receber Diferimentos Caixa e depósitos bancários Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 15 500 000,00 500 000,00 Outros instrumentos de capital próprio 15 1 788 100,00 1 788 100,00 234 891,60 Reservas legais 18.2 253 357,29 Outras reservas 18.2 416 998,15 416 998,15 Resultados transitados 18.2 14 613 388,36 14 600 803,81 17 571 843,80 17 540 793,56 Resultado líquido do período Total do capital próprio 519 393,98 369 313,78 18 091 237,78 17 910 107,34 21 402 310,71 PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Financiamentos obtidos 15 19 913 465,98 Passivos por impostos diferidos 14 3 017 135,37 3 561 361,17 22 930 601,35 24 963 671,88 PASSIVO CORRENTE Fornecedores 15 373 578,73 477 330,09 18.3 325 743,67 310 264,86 Accionistas / sócios 15 363 212,02 399 506,54 Financiamentos obtidos 15 2 014 547,85 1 985 250,11 Outras contas a pagar 15 1 257 723,15 1 394 645,27 4 334 805,42 4 566 996,87 27 265 406,77 29 530 668,75 Estado e outros entes publicos Total do passivo Total do capital próprio e do passivo O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 45 356 644,55 47 440 776,09 A Administração José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões Vogal | Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 296 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Vendas e serviços prestados 11 9 427 442,25 8 521 082,89 Subsídios à exploração 12 10 334,79 3 939,34 18.4 (2 658 510,50) (1 477 700,38) 16 (3 069 320,23) (3 061 239,11) 23 047,06 14 537,40 Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Outros rendimentos e ganhos 18.5 Outros gastos e perdas 18.6 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 18.7 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e gastos similares suportados 18.8 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período (91 381,59) (76 707,43) 3 641 611,78 3 923 912,71 (2 495 374,24) (2 519 952,52) 1 146 237,54 1 403 960,19 (805 795,90) (940 078,89) 340 441,64 463 881,30 178 952,34 (94 567,52) 519 393,98 369 313,78 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal | Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 297 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Período findo em 31 de Dezembro de 2013 (Euros) Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes 10 827 066,45 9 964 533,57 Pagamentos a fornecedores (2 782 877,45) (1 961 193,13) Pagamentos ao pessoal (1 834 579,98) (1 929 795,04) 6 209 609,02 6 073 545,40 Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento (399 506,54) (235 538,67) (2 539 154,78) (2 280 539,46) 3 270 947,70 3 557 467,27 (289 391,52) (996 926,22) (30 921,65) (166 816,25) 1 141,00 - (319 172,17) (1 163 742,47) 10 217 685,01 13 492 670,77 - 3 939,34 (10 270 393,35) (10 930 277,10) Juros e gastos similares (815 673,38) (1 045 912,26) Dividendos (338 263,58) - (1 741 461,61) (1 676 221,62) (2 948 106,91) (155 800,87) 3 668,62 2 237 923,93 Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Recebimentos provenientes de: Investimentos financeiros Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Doações Pagamentos respeitantes a: Financiamentos obtidos Outras operações de financiamento Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) Caixa e seus equivalentes no início do período 4 8 354,87 (2 229 569,06) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 12 023,49 8 354,87 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vitor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS A Administração José Luís Soares Simões -Presidente| Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal | Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 298 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO (Euros) No Período de 2012 Outros Capital Instrumentos Reservas Outras Resultados Realizado de Capital Legais Reservas Transitados Próprio Posição no início do período 2012 500 000,00 Outras variações Resultado no capital Líquido do Próprio Período Total 1 788 100,00 234 891,60 416 998,15 14 637 487,59 23 765,68 (60 449,46) 17 540 793,56 - - - 23 765,68 (23 765,68) - - 1 788 100,00 234 891,60 416 998,15 14 661 253,27 - (60 449,46) 17 540 793,56 Resultado líquido do período 369 313,78 369 313,78 Resultado integral 308 864,32 17 910 107,34 Alterações no período: Transferências 500 000,00 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do período 2012 - - - - (60 449,46) - 60 449,46 - - - - - (60 449,46) - 60 449,46 - 1 788 100,00 234 891,60 416 998,15 14 600 803,81 - 369 313,78 17 910 107,34 500 000,00 299 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. (Euros) No Período de 2013 Outros Capital Instrumentos Reservas Outras Resultados Realizado de Capital Legais Reservas Transitados Próprio Posição no início do período 2013 Outras variações Resultado no capital Líquido do Próprio Período Total 500 000,00 1 788 100,00 234 891,60 416 998,15 14 600 803,81 - 369 313,78 17 910 107,34 500 000,00 1 788 100,00 234 891,60 416 998,15 14 600 803,81 - 369 313,78 17 910 107,34 Resultado líquido do período 519 393,98 519 393,98 Resultado integral 888 707,76 18 429 501,32 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - - 18 465,69 Outras operações - - - - - 18 465,69 1 788 100,00 253 357,29 Distribuição Dividendos Posição no fim do período 2013 500 000,00 - 350 848,09 - (369 313,78) - (338 263,54) - - (338 263,54) - 12 584,55 - (369 313,78) (338 263,54) 416 998,15 14 613 388,36 - 519 393,98 18 091 237,78 300 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. ANEXO (Montantes expressos em Euros) 1. - identificação DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade: A Empresa foi constituída em 17 de Setembro de 1991 com a denominação Social de LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A., adiante designada por “Empresa”, com o NIF 502 626 976. 1.2. - Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. - Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na prestação de serviços administrativos e financeiros de suporte à exploração das diversas áreas de negócios do Grupo. 1.4. - Designação da empresa-mãe: A empresa-mãe denomina-se LS – Luís Simões, SGPS, S.A. e participa em 100% na LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 1.5. - Sede da empresa-mãe: A empresa-mãe tem sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. 2.- REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. - Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.20. 2.2. - Derrogação das disposições do Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. - Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3. - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 301 3.1. - Conversão cambial Tipo de Bem 2013 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. Edifícios e Outras Construções 2,00 - 25,00 Equipamento básico 5,00 - 25,00 Equipamento de transporte 25,00 - 33,00 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. Equipamento administrativo 10,00 - 33,33 3.2. - Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para NCRF, e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são depreciados no período remanescente da vida útil desse activo ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. Os custos a suportar com o desmantelamento ou remoção de activos instalados em propriedade de terceiros serão considerados como parte do custo inicial dos respectivos activos quando se traduzam em montantes significativos. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Outros Activos Fixos Tangíveis 1,50 - 50,00 As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com depreciação é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/ Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado de entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo esperado dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente, afectando os resultados do período. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo, sendo o ganho (ou a perda), reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente depreciados quando se encontram disponíveis para uso. 3.3. - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor de entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 302 obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito, na rubrica juros e gastos similares suportados. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor valor entre o período de vida útil do activo e o período da locação quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração dos resultados prospectivamente. As taxas de amortização resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos intangíveis mais significativos são conforme segue: Tipo de Bem Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. 3.4. Intangíveis Reconhecimento inicial O custo dos activos intangíveis adquiridos separadamente reflecte, em geral, os benefícios económicos futuros esperados e compreende: • O preço de compra, incluindo custos com direitos intelectuais e os impostos sobre as compras não reembolsáveis, após dedução dos descontos comerciais e abatimentos; e • Qualquer custo directamente atribuível à preparação do activo, para o seu uso pretendido. Reconhecimento subsequente A Empresa valoriza os seus activos intangíveis, após o reconhecimento inicial, pelo Modelo do Custo, conforme definido pela NCRF 6 – Activos Intangíveis, que define que um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo deduzido da amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. Amortização A Empresa determina a vida útil e o método de amortização dos activos intangíveis com base na estimativa de consumo dos benefícios económicos futuros associados ao activo. Activos intangíveis com vida útil finita: Os activos intangíveis com vida útil definida são amortizados numa base sistemática a partir da data em que se encontram disponíveis para uso, durante a vida útil estimada. Programas de computador 2013 12,5 - 33,33 3.5. - Propriedades de Investimento As propriedades de investimento são imóveis (terrenos, edifícios ou partes de edifícios) detidos com o objectivo de valorização do capital, obtenção de rendas, ou ambas. As propriedades de investimento foram valorizadas ao justo valor na data de transição para o SNC, sendo valorizadas subsequentemente de acordo com o modelo do custo depreciado, o qual é aplicado a todos os activos classificados como propriedades de investimento. Justo Valor De acordo com os normativos contabilísticos adoptados, e no caso particular do critério de valorização de acordo com o modelo do custo depreciado, é requerida a divulgação do justo valor das propriedades de investimento nas demonstrações financeiras completas. O justo valor dos outros terrenos e exercícios são determinados com base em avaliações efectuadas por avaliadores externos tendo em conta as condições da sua utilização ou o melhor uso, consoante se arrendado ou não. 3.6. - Imparidade de activos Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de “Imparidade de Investimentos depreciáveis (perdas/reversões)”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. As vidas úteis e método de amortização dos vários activos intangíveis são revistos O valor recuperável é o maior de entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda A Empresa não tem Activos intangíveis com vida útil indefinida. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 303 e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Imparidade de Investimentos depreciáveis (perdas/reversões)”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de depreciações/amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. 3.7. - Participações Financeiras – outros métodos A Empresa utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. 3.8. - Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se a diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.9. - Inventários Os inventários são registados ao custo de aquisição, sendo adoptado como método de custeio das saídas dos inventários o custo específico. Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram. Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período. 3.10. - Activos e Passivos Financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 304 em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para serem mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.12. - Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. 3.13. - Subsídios do Governo Os subsídios do Governo apenas são reconhecidos quando existe uma certeza razoável de que a Empresa irá cumprir com as condições de atribuição dos mesmos e de que os mesmos irão ser recebidos. Os subsídios do Governo associados à aquisição ou produção de activos não correntes (Subsídios ao Investimento) são inicialmente reconhecidos no capital próprio, sendo subsequentemente imputados numa base sistemática (proporcionalmente às amortizações dos activos subjacentes) como rendimentos do exercício durante as vidas úteis dos activos com os quais se relacionam. Outros subsídios do Governo (Subsídios à Exploração) são, de uma forma geral, reconhecidos como rendimentos de uma forma sistemática durante os períodos necessários para os balancear com os gastos que é suposto compensarem. Subsídios do Governo que têm por finalidade compensar perdas já incorridas ou que não têm custos futuros associados são reconhecidos como rendimentos do período em que se tornam recebíveis. Os apoios do Governo sob a forma de atribuição de financiamentos reembolsáveis a taxa bonificada, devem ser descontados na data do reconhecimento inicial, constituindo o valor do desconto o valor do subsídio a amortizar pelo período do financiamento. 3.11. - Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes activos estão valorizados ao custo. 3.14. - Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se se qualificarem como tal. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos Obtidos do Balanço. 3.15. - Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 305 O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. O rédito de juros é reconhecido utilizando o método do juro efectivo, desde que seja provável que benefícios económicos fluam para a Empresa e o seu montante possa ser mensurado com fiabilidade. 3.16. - Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos na rubrica juros e gastos similares suportados. 3.17. - Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.18. Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. As acções próprias adquiridas através de contrato são reconhecidas no capital próprio, em rubrica própria. De acordo com o código das sociedades Comerciais a Empresa tem de garantir a cada momento a existência de reservas no Capital Próprio para cobertura do valor das acções próprias, limitando o valor das reservas disponíveis para distribuição. As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, se a compra for efectuada à vista, ou ao justo valor estimado se a compra for diferida. b) Distribuição de Dividendos A distribuição de dividendos a accionistas é reconhecida como um passivo na data em que é aprovada pelos mesmos. 3.19. -Matérias ambientais São reconhecidas provisões para matérias ambientais sempre que a Empresa tenha uma obrigação legal ou construtiva, como resultado de acontecimentos passados, relativamente à qual seja provável que uma saída de recursos se torne necessária para a liquidar e possa ser efectuada uma estimativa fiável do montante dessa obrigação. A Empresa incorre em dispêndios de carácter ambiental os quais, dependendo das suas características, estão a ser capitalizados ou reconhecidos como um custo nos resultados operacionais do período. Assim, os dispêndios com equipamentos e técnicas operativas que assegurem o cumprimento Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 306 da legislação e dos regulamentos aplicáveis, bem como a redução dos impactos ambientais para níveis que não excedam os correspondentes a uma aplicação viável das melhores tecnologias disponíveis desde as referentes à minimização do consumo energético, das emissões atmosféricas, da produção de resíduos e do ruído, são capitalizados quando se destinem a servir de modo duradouro a actividade da Empresa e se relacionem com benefícios económicos futuros, permitindo prolongar a vida útil, aumentar a capacidade ou melhorar a segurança ou eficiência de outros activos detidos pela Empresa. 3.20. - Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Empresa são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.20.1 - Activos fixos tangíveis e Activos intangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação/ amortização a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações/ amortizações a reconhecer na demonstração dos resultados de cada exercício. Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. 3.20.2 – Propriedades de Investimento O cálculo do justo valor das propriedades de investimento à data da transição para o SNC foi efectuado de acordo com a natureza de cada activo. Os aspectos considerados na determinação do justo valor foram os seguintes: • Avaliações independentes efectuadas por avaliadores certificados relativamente aos terrenos e edifícios Os pressupostos considerados em cada avaliação correspondem à melhor estimativa do Conselho de Administração para os referidos activos. ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Luis Simões dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.20.4 - Reconhecimento de activos por impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Administração no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 3.20.5 – Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 4 - FLUXOS DE CAIXA A rubrica de Caixa e depósitos bancários no Balanço decompõem-se conforme se segue: 2013 Caixa Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis 10 312,48 10 244,89 1 711,01 70,13 12 023,49 10 315,02 307 3.20.3 – Perdas por Imparidade de clientes e devedores A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. O saldo de Caixa e seus Equivalentes constante na Demonstração de Fluxos de Caixa decompõe-se da seguinte forma: 2013 Caixa Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis 2012 10 312,48 10 244,89 1 711,01 70,13 12 023,49 10 315,02 - (1 960,15) 12 023,49 8 354,87 Descobertos bancários 5 - PARTES RELACIONADAS Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras, são consideradas como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luis Simões, SGPS, S.A. e elementos chaves na gestão das mesmas. 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida em 100% pela entidade LS – Luís Simões, SGPS, S.A. sendo as suas demonstrações financeiras consolidadas na referida entidade. 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foram atribuídas as seguintes remunerações ao pessoal chave da gestão:O Concelho de Administração da Remuneração 2013 Benefícios de curto prazo dos empregados 2012 686 391,13 329 484,11 686 391,13 329 484,11 O Concelho de Administração da Empresa e a Direcção de Serviços Partilhados foram considerados de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da gestão. 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionada 308 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Natureza do relacionamento Natureza do relacionamento (Serviços que a Empresa recebe) (Serviços que a Empresa presta) Financiamentos Dividendos Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Cedência de Gasóleo Serviços Administrativos e Financeiros Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal n/a Serviços Administrativos e Financeiros Cedência de Gasóleo Serviços Administrativos e Financeiros Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. n/a Serviços Administrativos e Financeiros Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária,Lda. n/a Serviços Administrativos e Financeiros Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. n/a Serviços Administrativos e Financeiros Serviços de Administração Benefícios de empregados Empresa-mãe: LS-Luís Simões, SPGS, S.A. Outras partes relacionadas: Reta, S.A. Pessoal chave da gestão b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Vendas e serviços prestados Fornecimentos e serviços externos Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária,Lda. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 2012 6 157 745,70 84 974,76 2013 6 531 888,38 88 966,27 2012 1 710 438,26 - 2013 2 305 852,11 1 089 468,00 2012 551 534,53 - 2013 525 390,85 255,00 2012 44 119,71 - 2013 50 650,90 - 2012 11 026,46 4 363,66 2013 9 806,88 - 2012 1 873,70 - 2013 1 796,96 - 309 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Ano Clientes Fornecedores Outras contas a pagar Accionistas Empresa-mãe: LS-Luís Simões, SPGS, S.A. 2012 - - 579 035,78 399 506,54 2013 - - 581 503,54 363 212,02 Outras partes relacionadas: Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Portugal Luís Simões Logística Integrada, S.A. - Espanha Reta, S.A. Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária,Lda. Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 2012 177 014,47 13 130,07 131 150,68 - 2013 292 946,73 12 503,64 - - 2012 40 690,17 135,00 96 270,00 - 2013 105 868,61 812,53 - - 2012 3 107,90 - 19 742,00 - 2013 29 344,82 - - - 2012 717,78 54 880,32 2 532,00 - 2013 982,21 - - - 2012 3 846,80 250,00 - - 2013 2 265,71 - - - 2012 (61,30) - - - 2013 190,04 - - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Remuneração Ano Financiamentos a Pagar Gastos de Juros 2012 8 221 049,63 579 035,78 2013 8 786 564,68 581 503,54 Empresa - mãe Luís Simões SPGS, S.A. 6 – ACTIVOS INTANGÍVEIS 6.1. Divulgações para cada classe de activos intangíveis, distinguindo entre os activos intangíveis gerados internamente e outros activos intangíveis: Todos os Activos Intangíveis da Empresa têm vida útil finita. A Empresa não possui no seu património Activos Intangíveis com vida útil indefinida. Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos intangíveis, bem como nas respectivas amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 310 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Programas de computador Activos Intangíveis Total em curso Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições Amortizações 1 191 952,52 - 1 191 952,52 (1 010 587,06) - (1 010 587,06) 181 365,46 - 181 365,46 46 892,86 21 700,00 68 592,86 (104 169,77) - (104 169,77) 1 238 845,38 21 700,00 1 260 545,38 (1 114 756,83) - (1 114 756,83) 124 088,55 21 700,00 145 788,55 3 439,55 - 3 439,55 21 700,00 (21 700,00) - (90 246,80) - (90 246,80) 109,70 - 109,70 Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições Transferências Amortizações Reversões Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quatias liquidas escrituradas 1 263 984,93 - 1 263 984,93 (1 204 893,93) - (1 204 893,93) 59 091,00 - 59 091,00 6.2. - Activos Intangíveis com titularidade restringida, como garantias de passivos e compromissos contratuais para aquisição dos mesmos Os Programas de Computador não são propriedade da empresa, a qual se limita a ter os respectivos direitos de uso nos termos do contrato celebrado com o fornecedor. Não existem activos intangíveis dados como garantias de passivos. 6.3.- Compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos intangíveis. 7 - ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 311 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. (Euros) Terrenos e recursos Edifícios e outras Equipamento Equipamento de Equipamento Outros activos Activos fixos tangíveis naturais construções básico transporte administrativo fixos tangíveis em curso Totais Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições 389 865,93 6 859 939,76 753 812,02 357 847,06 2 724 919,06 290 043,30 2 094 874,59 13 471 301,72 - (5 332 726,52) (701 835,11) (329 470,52) (2 458 503,62) (201 021,97) - (9 023 557,74) 389 865,93 1 527 213,24 51 976,91 28 376,54 266 415,44 89 021,33 2 094 874,59 4 447 743,98 - 26 258,06 1 135,14 - 114 436,02 32,44 854 795,80 996 657,46 Alienações, sinistros e abates Quantias brutas escrituradas - - (1 490,56) - (1 122,30) - - (2 612,86) Amortizações e perdas por imparidade acumuladas - - 1 490,56 - 1 122,30 - - 2 612,86 Quantias brutas escrituradas - - - - - - - - - (70 333,67) (21 083,69) (12 086,64) (122 113,05) (9 324,82) - (234 941,87) Depreciações Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 389 865,93 6 886 197,82 753 456,60 357 847,06 2 838 232,78 290 075,74 2 949 670,39 14 465 346,32 - (5 403 060,19) (721 428,24) (341 557,16) (2 579 494,37) (210 346,79) - (9 255 886,75) 389 865,93 1 483 137,63 32 028,36 16 289,90 258 738,41 79 728,95 2 949 670,39 5 209 459,57 Adições - 207 421,69 - - 41 106,02 159,90 17 138,87 265 826,48 Transferências - 26 627,42 - - 2 123,40 - (28 750,82) - Quantias brutas escrituradas - - - - (5 667,91) - - (5 667,91) Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Alienações, sinistros e abates - - - - 5 372,65 - - 5 372,65 Depreciações - (76 229,88) (20 055,45) (12 086,64) (106 947,23) (9 218,82) - (224 538,02) Reversões - 141,76 - - - - - 141,76 Outras variações - - - - - - (8 842,54) (8 842,54) 389 865,93 7 120 246,93 753 456,60 357 847,06 2 875 794,29 290 235,64 2 929 215,90 14 716 662,35 - (5 479 148,31) (741 483,69) (353 643,80) (2 681 068,95) (219 565,61) - (9 474 910,36) 389 865,93 1 641 098,62 11 972,91 4 203,26 194 725,34 70 670,03 2 929 215,90 5 241 751,99 Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas 7.1. - Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012. 7.2. - Dispêndios reconhecidos na quantia escriturada de cada um dos seguintes itens do activo fixo tangível no decurso da sua construção A quantia de dispêndios reconhecida no activo fixo tangível em curso decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: 2013 Terminal Azambuja Outros Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 2 920 565,02 2 945 954,48 8 650,88 3 715,91 2 929 215,90 2 949 670,39 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 312 7.3. - Compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis. 2013 Rendas 8 - PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO As propriedades de investimento compostas por terrenos e edifícios não afectos à actividade da Empresa, apresentam a seguinte evolução: 2013 Depreciações acumuladas Valor líquido Transferências de Inventários Depreciações 61 699 735,76 61 699 735,76 (20 273 132,87) (18 092 291,99) 41 426 602,89 43 607 443,77 202 023,39 - (2 180 840,88) (2 180 840,88) A 31 de Dezembro Valor bruto Depreciações acumuladas Valor líquido 61 901 759,15 Rendas Gastos Directos Propriedades de Investimento 3 720 695,40 2 301 803,47 3 827 417,04 2 309 397,47 Total 3 720 695,40 2 301 803,47 3 827 417,04 2 309 397,47 9 - LOCAÇÕES Locações financeiras 2012 A 1 de Janeiro Valor bruto 2012 Gastos Directos 61 699 735,76 (22 453 973,75) (20 273 132,87) 39 447 785,40 41 426 602,89 As propriedades de investimento têm como finalidade a cedência de exploração às empresas do Grupo. a) Quantia escriturada líquida à data do balanço A quantia escriturada líquida dos bens em regime de locação financeira à data de balanço, para cada categoria de activo, é a constante do quadro seguinte. 2013 Propriedades de Investimento 2 196 421,11 2 196 421,11 Edifícios e outras construções 10 773 704,08 11 203 905,52 12 970 125,19 13 400 326,63 b) Pagamentos mínimos futuros da locação e o seu valor presente Os pagamentos mínimos das locações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 2013 Em 31 de Dezembro de 2013, não existiam obrigações contratuais significativas de compra, construção ou desenvolvimento de propriedades de investimento. 2012 Pagamentos Valor Presente Pagamentos Valor Presente Mínimos de Pagamentos Mínimos de Pagamentos Até um ano 1 447 051,61 1 383 475,98 1 449 177,22 1 358 256,03 Entre 1 ano e 5 anos 7 719 240,15 7 590 969,26 7 471 476,31 7 179 076,67 - - 1 853 524,11 1 841 991,04 9 166 291,76 8 974 445,24 10 774 177,64 10 379 323,74 (191 846,53) n/a (394 853,90) n/a 8 974 445,23 8 974 445,24 10 379 323,74 10 379 323,74 A mais de 5 anos Em 31 de Dezembro de 2013, não existiam propriedades de investimento apresentadas como garantias a terceiros. Propriedades de Investimento Terrenos e recursos naturais O justo valor dos activos à data do balanço não diverge significativamente dos valores apresentados nas demonstrações financeiras da Empresa a essa data. A avaliação destas propriedades de investimento foi efectuada por um avaliador independente de acordo com três métodos de avaliação: o método dos múltiplos do rendimento, o método comparativo de mercado e o método do valor residual. 2012 Total dos pagamentos minimos Encargos financeiros Valor presente dos pagamentos mínimos Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos e gastos operacionais directos associados às propriedades de investimento, tinham a seguinte composição: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 313 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. c) Descrição geral dos acordos de locação significativos: A Empresa tem um contrato de locação financeira afecto ao terreno e edifício do Carregado. O contrato referido não prevê rendas contingentes e inclui opção de compra. Locações operacionais a) Pagamentos futuros mínimos Os pagamentos futuros mínimos das locações operacionais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, são detalhados conforme se segue: 2013 Pagamentos futuros minimos Aluguer Imóveis Aluguer Viaturas Turismo 1 ano e A mais 5 anos de 5 anos - - - 16 047,26 20 168,76 38 571,18 - 16 047,26 20 168,76 38 571,18 - Gastos do exercício Até 1 ano - 2012 Pagamentos futuros minimos Gastos do exercício Até 1 ano 1 ano e A mais 5 anos de 5 anos Aluguer Imóveis 3 000,00 3 000,00 - - Aluguer Viaturas Turismo 13 343,00 11 878,76 11 735,13 - 16 343,00 14 878,76 11 735,13 - 314 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 10 - INVENTÁRIOS 10.1. - Quantia total escriturada de inventários Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os inventários da Empresa eram detalhados conforme se segue: Produtos acabados e intermédios 2013 2012 - 202 023,39 - 202 023,39 Atendendo à sua natureza e finalidade, a empresa procedeu à reclassificação dos inventários, relativos a um activo que se encontra actualmente arrendado, para propriedades de investimento. 10.2. - Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, não existiu quantias de inventários reconhecidas como gasto. 10.3. - Quantia de ajustamento e reversão de ajustamentos reconhecida como gasto do período Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, não existem ajustamentos nem reversões dos mesmos relativos a inventários. 10.4. - Quantia escriturada de inventários dados como penhor de garantia a passivos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, não existem penhores sobre os inventários. 315 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 11 - Rédito O rédito reconhecido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é detalhado conforme se segue: 2013 2012 9 427 442,25 8 521 082,89 9 427 442,25 8 521 082,89 Prestação de Serviços Serviços A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é a seguinte: 2013 2012 Mercado Interno 7 120 895,34 6 810 644,63 Mercado Externo 2 306 546,91 1 710 438,26 9 427 442,25 8 521 082,89 Os valores indicados nos quadros acima incluem o montante de 9.425.386,08 Euros em 2013 e de 8.476.738,36 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 12 - Subsídios e Apoios do Governo A natureza e extensão dos subsídios do governo reconhecidos nas demonstrações financeiras encontram-se descriminados no quadro seguinte: Reconhecidos em Capital Próprio: 2013 V. Bruto Reconhecidos em Resultados no ano: 2012 V. líquido V. Bruto 2013 V. líquido Saldo inicial - - 23 765,68 23 765,68 Recebidos durante o ano - - - - - - (23 765,68) (23 765,68) - - - - Transferidos para resultados transitados Saldo final Subsidios do Estado 2012 10 334,79 3 939,34 10 334,79 3 939,34 A Empresa não beneficiou directamente de quaisquer outras formas de apoio do Governo. 316 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 13 - Acontecimentos após a data do balanço Não se verificaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.20.5. 14. - Impostos sobre o rendimento A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. O Gasto (rendimento) por impostos correntes é o indicado no quadro seguinte: 2013 Imposto Corrente IRC do ano O encargo do ano com imposto a pagar é contabilizado em cada uma das empresas que fazem parte do Grupo em função do respectivo lucro tributável. O eventual ganho ou perda decorrente do RETGS é reconhecido em cada uma das empresas pertencentes ao Grupo Fiscal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais aquelas declarações de impostos não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. 14.1. - Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 365 273,46 400 937,88 365 273,46 400 937,88 (544 225,80) (306 370,36) (544 225,80) (306 370,36) (178 952,34) 94 567,52 Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. As empresas do Grupo, encontram-se desde o exercício de 2007, englobadas no Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (“RETGS”), nos termos do artigo 69º e seguintes do CIRC, liderado pela accionista LS – Luís Simões, S.G.P.S., S.A., pelo que os impostos apurados individualmente estão reflectidos no saldo da accionista incluído na rubrica de Accionistas/Sócios. A Empresa apenas foi englobada no RETGS a partir do exercício de 2011. 2012 b) Ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores: Não se verificaram ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores; c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias; A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro seguinte: 2013 2012 Relocação de imóvel (22 318,70) (13 307,79) Reservas de Reavaliação realizadas no período (521 907,10) (293 062,57) (544 225,80) (306 370,36) Passivos por impostos diferidos d) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com alterações nas taxas de tributação ou com o lançamento de novos impostos; Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto por impostos diferidos sofreu um impacto de 247.336 Euros. 14.2. - Imposto diferido e corrente agregado relacionado com itens debitados ou creditados ao capital próprio O Imposto diferido e corrente agregado relacionado com itens debitados ou creditados ao capital próprio é o indicado no quadro seguinte: EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 317 2013 2012 2 906 750,69 3 428 657,79 2 906 750,69 3 428 657,79 14.3.- Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico: A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Base de Imposto Ganhos líquidos na revalorização de activos fixos tangíveis Reconhecidos em Reservas de Revalorização 2013 Resultado antes de impostos Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Taxa de Imposto 2012 340 441,64 2013 2012 463 881,30 26,50% 26,50% 90 217,03 121 366,04 4 409,38 - 6 011,22 2 520,85 10 420,60 2 520,85 975 298,86 975 298,86 26,50% 26,50% 97,26% 78,74% (52,56%) 20,39% Proveitos não tributáveis Restituição de Impostos não dedutíveis e excesso da estimativa para impostos Benefícios Fiscais Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Depreciações e amortizações não aceites como custos Donativos Multas, coimas e juros compensatórios Encargos não devidamente documentados Outros Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama IRC Calculado Derrama Tributação autónoma Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento 500,00 - 32,50 7 557,27 300,00 - 18 335,10 16 795,63 994 466,46 999 651,76 1 324 487,50 1 461 012,22 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% 331 121,88 365 253,05 19 867,31 21 915,18 14 284,27 13 769,65 (544 225,80) (306 370,36) (178 952,34) 94 567,52 318 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 14.4. - Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 14.5. - Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: a) Quantia de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado; As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: 15. - Instrumentos financeiros 15.1. - Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: Activos 2013 Não Corrente Participações financeiras - Outros métodos - Outras empresas 15 000,00 16 065,00 13,10 - 448 838,36 225 590,35 453,40 19 243,39 9 665,82 18 695,60 12 023,49 10 315,02 485 994,17 289 909,36 Outros activos financeiros Corrente Clientes Adiantamentos a fornecedores Contas Balanço 2013 2012 Contas Dem. Resultados 2013 2012 Passivos por Impostos Diferidos Outras contas a receber Caixa e bancos Diferenças temporárias: Relocação Financeira-Amortizações não aceites 110 384,68 132 703,38 (22 318,70) (13 307,79) tangíveis Passivos 2013 2012 Não Corrente Outras Revalorização de activos fixos 2012 Financiamentos obtidos 2 906 750,69 3 428 657,79 (521 907,10) (293 062,57) 3 017 135,37 3 561 361,17 (544 225,80) (306 370,36) 19 913 465,98 21 402 310,71 373 578,73 477 330,09 Corrente Fornecedores Accionistas 363 212,02 399 506,54 Financiamentos obtidos 2 014 547,85 1 985 250,11 Outras contas a pagar 1 257 723,15 1 394 645,27 23 922 527,73 25 659 042,72 Instrumentos de Capital Capital Outros instrumentos de capital 2013 2012 500 000,00 500 000,00 1 788 100,00 1 788 100,00 2 288 100,00 2 288 100,00 319 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 15.2. - Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 2013 15.3. - Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo ou ao custo amortizado são os indicados no quadro seguinte: 2012 2013 Participações financeiras - outros métodos 2012 Financiamentos - Não correntes Participações de capital em empresas não cotadas 15 000,00 16 065,00 13,10 - Outros activos financeiros Fundo de Compensação Trabalho (FCT) Empréstimo bancários 3 535 932,04 4 160 193,36 Locações Financeiras 7 590 969,26 9 021 067,72 Participantes de Capital (Nota 5) 8 786 564,68 8 221 049,63 13 316,17 13 515,07 360 262,56 463 815,02 363 212,02 399 506,54 Empréstimo bancários 631 071,87 625 033,94 Decobertos bancários - 1 960,15 1 383 475,98 1 358 256,02 386 427,66 375 575,72 Fornecedores Clientes c/c Clientes - entidades relacionadas (nota 5) Clientes - outras entidades Adiantamentos a fornecedores 431 598,12 225 315,82 17 240,24 274,53 453,40 - Fornecedores - entidades relacionadas (nota 5) Fornecedores - outras entidades Accionistas (Nota 5) Financiamentos obtidos - Correntes Outras contas a receber - Corrente Devedores diversos 6 331,88 8 614,23 Pessoal 1 400,26 1 180,80 Outros 1 933,68 8 900,57 Activos não correntes detidos para venda Locações Outras contas a pagar - Correntes Acréscimo para férias e sub. férias Caixa e depósitos bancários Pessoal Caixa Outros depósitos bancários 10 312,48 10 244,89 1 711,01 70,13 485 994,17 270 665,97 95,17 1 080,13 Acréscimo partes relacionadas ( nota 5) 581 503,54 579 035,78 Outros acréscimos de gasto 278 543,14 182 581,17 11 153,64 256 372,47 23 922 527,73 25 659 042,72 Outras contas a pagar Não existem imparidades registadas relativas a estes activos. A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 2013 2012 Empréstimos bancários Entre 1 ano e 5 anos 2 232 177,24 2 807 432,10 A mais de 5 anos 1 303 754,80 1 352 761,26 7 590 969,26 7 192 473,85 - 1 828 593,87 8 786 564,68 8 221 049,63 19 913 465,98 21 402 310,71 Locações financeiras Entre 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos Participantes de Capital Entre 1 ano e 5 anos Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 320 No final do exercício de 2013, o valor das linhas de crédito contratadas era de 200.000,00 Euros (2.500.000,00 Euros em 2012), não tendo as mesmas sido utilizadas (em 2012 o montante utilizado foi de 1.960,15 Euros). b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: 2013 As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Valor 2012 Quantidade Valor Quantidade Acções emitidas Os tipos de juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com a Empresa mãe e com instituições de crédito encontram-se principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. Acções ordinárias a 5€ cada 15.4. - Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. 15.5. - Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas 2013 Rendimentos Desconto por antecipação de pagamento 100.000 500.000,00 100.000 500.000,00 100.000 Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o capital subscrito é detido na sua totalidade pela LS- Luís Simões, SGPS, S.A. e encontra-se totalmente realizado. c) Quantias e descrição de Outros Instrumentos de Capital Próprio 2013 2012 Prestações Acessórias 1.788.100,00 1.788.100,00 1.788.100,00 1.788.100,00 Gastos Passivos financeiros ao custo: Juros suportados 500.000,00 Os outros instrumentos de capital próprio referem-se às prestações acessórias efectuadas pelo accionista para as quais não existe prazo de reembolso ou remuneração. 2012 Gastos 100.000 Outros Instrumentos de Capital Próprio Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: Rendimentos 500.000,00 - 805 795,90 - 940 078,89 894,89 - 702,28 - 894,89 805 795,90 702,28 940 078,89 d) Excedentes de revalorização O movimento do excedente de revalorização (rubrica “Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis”) no exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foi conforme se segue: Excedente de revalorização activos fixos tangíveis 15.6. - Instrumentos de capital próprio 2013 a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhada conforme se segue: Saldo no início do período Amortizações e imparidades Impostos Diferidos Saldo no final do período 2013, 12 634 756,49 13 319 007,56 (929 397,45) (929 397,45) 521 907,10 245 146,38 12 227 266,14 12 634 756,49 2012 Capital Valor nominal 2012 500.000,00 500.000,00 500.000,00 500.000,00 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS O valor do excedente de revalorização encontra-se reflectido na rubrica “Resultados Transitados”. EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 321 16. - Benefícios dos Empregados 17.1. - Valores Globais de Esforço de I&D O detalhe dos Gastos com o Pessoal é o indicado no quadro seguinte: Resumo Investimento I&D Rubricas 2013 Remunerações do pessoal 2012 2 364 844,25 2 309 634,10 40 180,40 59 698,10 509 920,86 493 379,31 27 954,62 25 295,02 2013 Gastos com Pessoal 346 871,00 249 316,27 Gastos Gerais 147 446,00 88 083,73 66 034,71 - Activos Fixos Tangíveis Participação Capital Indemnizações Encargos sobre remunerações Total Investimento em I&D Volume de Vendas Seguros de ac. trabalho e doenças prof. Outros 126 420,10 173 232,58 3 069 320,23 3 061 239,11 O número médio de colaboradores ao serviço da empresa no ano de 2013 e 2012 foi de 67 e 66 colaboradores, respectivamente. 17. -Informações Exigidas por diplomas legais Das informações legalmente exigidas noutros diplomas, designadamente nos artigos 66.º, 324.º, 397.º, 447.º e 448.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), das disposições legais decorrentes do Decreto-Lei n.º 328/95, de 9 de Dezembro e das disposições referidas no Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro, importa referir que: i) Em obediência ao disposto no n.º 2 do artigo 324.º do CSC informa-se que a Empresa não possui quaisquer acções próprias e nem efectuou até ao momento qualquer negócio que envolvesse títulos desta natureza; ii) Em obediência ao disposto no n.º 4 do artigo 397.º do CSC informa-se que, no decorrer de 2013, não foram efectuados quaisquer negócios entre a Empresa e membros dos seus órgãos sociais; iii) Em obediência ao disposto no nº 1 do artigo 21º do Decreto-Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, informa-se que a Empresa não é devedora em mora a qualquer caixa de previdência, resultando os saldos contabilizados em 31 de Dezembro de 2013, da retenção na fonte dos descontos e contribuições referentes ao mês de Dezembro, cujo pagamento se efectuou em Janeiro de 2014, nos prazos legais. 2012 - - 560 351,71 337 400,00 9 427 442,25 8 521 082,89 % Investimento I&D / Volume de Vendas Gastos com Pessoal 5,94% 3,96% 3 069 320,23 3 061 239,11 Os valores apresentados em 2013 referem-se a despesas de investigação e desenvolvimento relacionadas com a equipa da Direcção de Sistemas de Informação, no apoio de vários projectos do grupo. A equipa a 100% em projectos de I&DT fazem parte da Direcção de Sistemas de Informação, equipa de uma empresa com larga experiência em desenvolvimentos, gestão e acompanhamento de projectos na área da tecnologia. O Director desta equipa é o responsável por toda a vertente tecnológica dos diversos projectos da Luís Simões. Equipa responsável por todos os sistemas de informação da Luís Simões, com a mais valia de também terem muita experiência nos vários negócios do Grupo. A destacar os seguintes projectos: • Diversos projectos no âmbito dos recursos da LS no sentido de optimizar e flexibilizar (a destacar Diversos desenvolvimentos no ERP – BAAN, Desenvolvimentos de diversas aplicações, em Lotus Notes, Diversos desenvolvimentos no Portal LSnet) • Participação em diversos projectos no âmbito da empresa: Projecto com metodologia Lean; Go Inter; GesFleet; LSNet entre outros. 17.2. - Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que a Empresa não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora. 322 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 18. - OUTRAS INFORMAÇÕES 18.1. - DIFERIMENTOS Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Seguros 74 991,73 Fornecimentos e Serviços Externos 44 008,79 90 073,97 72 854,28 119 000,52 162 928,25 18.2. - RESULTADOS E OUTRAS VARIAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A rubrica de resultados e outras variações nos capitais próprios decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Saldos em 1 de Janeiro de 2012 Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados 234 891,60 416 998,15 14 637 487,59 Aplicação de resultados Resultado do ano Reclassificação Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Saldos em 1 de Janeiro de 2013 Dividendos Aplicação de resultados Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2013 - - Outras variações no Capital Próprio 23 765,68 (60 449,46) - Resultados Líquidos do Periodo (60 449,46) - Total 15 252 693,56 60 449,46 369 313,78 369 313,78 - - 23 765,68 (23 765,68) - - 234 891,60 416 998,15 14 600 803,81 - 369 313,78 15 622 007,34 Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados 234 891,60 416 998,15 14 600 803,81 - 369 313,78 15 622 007,34 - - - - (338 263,54) (338 263,54) 18 465,69 - 12 584,55 - (31 050,24) - - - - - 519 393,98 519 393,98 253 357,29 416 998,15 14 613 388,36 - 519 393,98 15 803 137,78 Outras variações no Capital Próprio Resultados Líquidos do Periodo Total Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de Dezembro de 2013 resultam de: a) Aplicação de resultados 323 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 18.4. - FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é detalhada conforme se segue: Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Maio de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 369.313,78 Euros teve a seguinte aplicação: 2013 - Resultados Transitados: 12.584,55 Euros - Reserva Legal: 18.465,69 Euros - Dividendos:338.263,54 Euros Trabalhos especializados 18.3. - ESTADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 Activo Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares 2012 Passivo Activo Passivo 1 490 888,48 346 192,33 Deslocações e estadas 329 736,76 329 276,32 Comunicação 288 667,72 244 107,85 Conservação e Reparação 180 496,62 162 123,43 Rendas e alugueres 83 723,62 82 418,60 Seguros 77 210,38 89 969,94 Honorários 57 828,08 55 218,60 Publicidade e propaganda 45 050,79 46 904,35 Combustiveis 25 826,65 26 048,69 Limpeza e higiene 21 408,98 21 625,15 Electricidade 16 822,91 16 118,89 5 550,18 5 034,62 35 299,33 52 661,61 2 658 510,50 1 477 700,38 - 75 256,20 - 70 056,91 3 021,47 - 4 064,08 - Imposto sobre o valor acrescentado - a pagar - 156 144,86 - 138 975,78 Material de escritório Contribuições para a Segurança Social - 94 328,45 - 101 232,17 Outros Outros Impostos - 14,16 - - 3 021,47 325 743,67 4 064,08 310 264,86 Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar 2012 Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 1.178.689,27 Euros em 2013 e de 89.338,42 Euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. Os dispêndios reconhecidos como gastos de carácter ambiental nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012, são detalhados conforme se segue: Recolha de Resíduos 2013 2012 448,94 915,11 448,94 915,11 324 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 18.5. - OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 2012, é conforme se segue: 2013 2013 2012 2012 Juros suportados Rendimentos suplementares: Outros rendimentos suplementares 8 246,04 7 819,71 894,89 702,28 13 906,13 6 015,41 23 047,06 14 537,40 Descontos antecipação de pagamento Outros 18.8. - JUROS E GASTOS SIMILARES SUPORTADOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: De financiamentos obtidos 167 072,42 219 167,06 De financiamentos obtidos - Empresa Mãe (Nota 5) 581 503,54 579 035,78 391,52 11 376,12 56 828,42 125 224,45 - 5 275,48 805 795,90 940 078,89 De descobertos bancários De locações financeiras Outros 18.6. - OUTROS GASTOS E PERDAS A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue: 2013 Impostos 18.9 - GARANTIAS PRESTADAS 2012 76 570,94 69 377,43 295,26 - 1 250,00 - 11 572,43 5 041,69 300,00 - Multas 32,50 2 281,79 Outros 1 360,46 6,52 91 381,59 76 707,43 Perdas em activos tangíveis e intangíveis Donativos Quotizações Despesas não documentadas Instituição Financeira CGD Montante Entidade beneficiária 30.851,63 Câmara Municipal da Azambuja Tipo de Garantia Bancária Adicionalmente, a Empresa apresentou livranças a terceiros como garantias de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2013 ascendem a 8.974.633, 9 1 Euros (15.167.231,82 Euros em 2012). 18.7. - DEPRECIAÇÕES A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, é conforme se segue:1 2013 Intangíveis (Nota 6) Activos fixos tangíveis (Nota 7) Propriedades de investimento (Nota 8) 2012 90 137,10 104 169,77 224 396,26 234 941,87 2 180 840,88 2 180 840,88 2 495 374,24 2 519 952,52 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 325 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 18.10. - RESULTADO POR ACÇÃO O resultado por acção dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, foi determinado conforme se segue: 2013 2012 Resultados: Resultado líquido do período 519 393,98 369 313,78 100 000,00 100 000,00 5,19 3,69 Número de acções Número médio ponderado de acções em circulação Resultado por acção básico 18.11. - Acontecimentos após a data do balanço Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013. que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.20.5. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 326 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i) seja aprovado o Relatório de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras iii) seja aprovada a proposta de aplicação de resultados.; Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório de gestão e as demonstrações financeiras apresentados pelo Conselho de Administração de LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração, e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 10 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço, a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio, a Demonstração de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; iii) o Relatório de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa evidenciando os aspetos mais significativos; iv) a proposta de aplicação de resultados não contraria as disposições legais e estatutárias aplicáveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 327 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 5. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. www.pwc.com/pt Opinião CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1.Examinámos as demonstrações financeiras da LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A., as quais compreendem o Balanço em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 45.356.644,55 euros e um total de capital próprio de 18.091.237,78 euros, incluindo um resultado líquido de 519.393,98 euros), a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio e a Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira da LS – Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A em 31 de dezembro de 2013, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do Relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório de gestão e de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 10 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (iv) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 328 EMPRESA | LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO A actividade da empresa durante o ano de 2013 desenvolveu-se em torno da gestão corrente do património existente num quadro particularmente adverso para a actividade imobiliária em geral. Não obstante este enquadramento, foram desenvolvidas várias actividades sendo de destacar a conclusão das obras necessárias ao processo de aquisição da Vila Morangueiro, e obtida a respectiva licença de utilização. Desta forma, relativamente à globalidade dos activos detidos, a Empresa pretende manter um ritmo de trabalho estável, em linha com os objectivos e estratégia delineada, não se equacionando investimentos significativos durante o ano de 2014. Quanto ao património habitacional serão realizadas obras que irão permitir a actualização e adequação das redes de abastecimento de agua, electricidade e coberturas, verificandose também, alguma pressão nos recebimentos de rendas dado o enquadramento macroeconómico que ainda subsiste. Quanto ao terreno K16, foi iniciado o processo de regularização de áreas e consequente preparação de elementos para a escritura de partilha, entre Solmoninhos e restantes coproprietários, estando prevista a conclusão do mesmo para o primeiro trimestre de 2014. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS Por fim, e no que diz respeito aos restantes projectos de investimento, nomeadamente aqueles centrados em novas urbanizações residenciais, o verificado na alteração dos hábitos de consumo presente na tipologia e qualidade dos empreendimentos, a excessiva oferta patente no corredor Norte/Oeste e as dificuldades inerentes a um mercado com uma procura limitada, implicaram a continuidade da estratégia conservadora, efectuandose exclusivamente o necessário para a resolução das questões de licenciamento em aberto e na procura de soluções mais adequadas ao perfil da procura. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA No presente exercício de 2013, a Empresa atingiu um EBITDA de 9.231 euros e um Resultado Líquido negativo de 8.171,98 euros. O Resultado Líquido foi bastante penalizado pelos encargos financeiros suportados, no entanto a Empresa mantém uma situação financeira bastante equilibrada, apresentando um rácio de Autonomia Financeira de 85%. A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. ORGÃOS SOCIAIS Gerência PERSPEcTIVAS PARA 2014 A quantidade e qualidade relativa dos activos na posse da empresa a par do momento particularmente difícil do mercado, continuam a não permitir o desenvolvimento de investimentos cujo risco de mercado e rentabilidade associadas não se enquadrem no perfil da Empresa. Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS Jorge Manuel Soares Simões Gerente José Luís Soares Simões Gerente Leonel Fernando Soares Simões Gerente Mesa da Assembleia Geral Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 329 APLICAÇÃO DE RESULTADOS A empresa Solmoninhos – Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos negativos no valor de 8.171,98 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Resultados Transitados 8.171,98 Euros Moninhos, 26 de Março de 2014 Jorge Manuel Soares Simões - Gerente José Luís Soares Simões - Gerente Leonel Fernando Soares Simões - Gerente 330 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAs BALANÇO (Euros) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Datas 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Propriedades de investimento 7 364 645,82 400 305,58 Activos por impostos diferidos 11 10 128,28 8 579,84 374 774,10 408 885,42 ACTIVO CORRENTE Inventários 8 1 610 143,05 1 610 143,05 Clientes 12 113 290,76 4 357,22 Estado e outros entes públicos 13.3 14 175,45 2 521,65 Diferimentos 13.1 207,48 240,01 1 737 816,74 1 617 261,93 2 112 590,84 2 026 147,35 Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado 12 921 000,00 921 000,00 Outros instrumentos de capital próprio 12 840 000,00 840 000,00 Reservas legais 13.2 10 348,06 1 001,79 Outras reservas 13.2 4 894,26 4 894,26 Resultados transitados 13.2 44 846,64 (132 732,55) 1 821 088,96 1 634 163,50 (8 171,98) 186 925,46 1 812 916,98 1 821 088,96 Resultado líquido do período Total do capital próprio 331 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Financiamentos obtidos 12 277 554,54 60 445,64 277 554,54 60 445,64 7 568,91 33 851,61 13.3 - 15 263,43 12 - 264,43 12 13 475,41 94 158,28 13.1 1 075,00 1 075,00 22 119,32 144 612,75 PASSIVO CORRENTE Fornecedores 12 Estado e outros entes publicos Financiamentos obtidos Outras contas a pagar Diferimentos Total do passivo Total do capital próprio e do passivo 299 673,86 205 058,39 2 112 590,84 2 026 147,35 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Gerência Jorge Manuel Soares Simões - Gerente José Luís Soares Simões - Gerente Leonel Fernando Soares Simões - Gerente 332 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS (Euros) Período findo em 31 de Dezembro de 2013 Rubricas Notas Vendas e serviços prestados 9 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 8 Fornecimentos e serviços externos 13.4 Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) 12 Períodos 2013 2012 88 668,25 660 000,00 - (333 148,67) (115 022,86) (33 202,55) (5 244,20) (2 400,00) Outros rendimentos e ganhos 13.5 42 876,84 45 911,10 Outros gastos e perdas 13.6 (2 046,36) (2 070,84) 9 231,67 335 089,04 (7 428,51) (7 418,23) 1 803,16 327 670,81 (11 523,58) (92 113,65) (9 720,42) 235 557,16 1 548,44 (48 631,70) (8 171,98) 186 925,46 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 13.7 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e gastos similares suportados 13.8 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 11 Resultado líquido do período As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Gerência Jorge Manuel Soares Simões - Gerente José Luís Soares Simões - Gerente Leonel Fernando Soares Simões - Gerente 333 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Euros) Demonstração Individual de fluxos de caixa do período findo em 31.12.2013 Rubricas Notas Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) 33 403,03 701 312,21 (146 072,10) (69 574,64) (75,00) (460,57) (112 744,07) 631 277,00 (10 113,71) (2 250,00) (2 341,64) (2 523,19) (125 199,42) 626 503,81 499,37 584,37 Fluxos de caixa das actividades de investimento Recebimentos provenientes de: Investimentos financeiros Juros e rendimentos similares - 340,76 499,37 925,13 242 043,89 297 799,36 - 840 000,00 Financiamentos obtidos (24 934,99) (1 531 068,68) Juros e gastos similares (92 144,42) (80 493,88) 124 964,48 (473 763,20) 264,43 153 665,74 Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio Pagamentos respeitantes a: Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) Caixa e seus equivalentes no início do período 4 (264,43) (153 930,17) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 (0,00) (264,43) As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS A Gerência Jorge Manuel Soares Simões - Gerente José Luís Soares Simões - Gerente Leonel Fernando Soares Simões - Gerente EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 334 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO (Euros) No Período de 2012 Outros instrumentos de Capital Realizado Posição no início do período 2012 capital próprio Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados Resultado Líquido do Período Total 921 000,00 - 1 001,79 4 894,26 (69 396,56) (63 335,99) 794 163,50 921 000,00 - 1 001,79 4 894,26 (69 396,56) (63 335,99) 794 163,50 Resultado líquido do período 186 925,46 186 925,46 Resultado integral 123 589,47 981 088,96 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados - - - - (63 335,99) 63 335,99 - - 840 000,00 - - - - 840 000,00 - 840 000,00 - - (63 335,99) 63 335,99 840 000,00 921 000,00 840 000,00 1 001,79 4 894,26 (132 732,55) 186 925,46 1 821 088,96 Prestações Suplementares Posição no fim do período 2012 (Euros) No Período de 2013 Outros instrumentos de Capital Realizado Posição no início do período 2013 capital próprio Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados Resultado Líquido do Período Total 921 000,00 840 000,00 1 001,79 4 894,26 (132 732,55) 186 925,46 1 821 088,96 921 000,00 840 000,00 1 001,79 4 894,26 (132 732,55) 186 925,46 1 821 088,96 (8 171,98) (8 171,98) 178 753,48 1 812 916,98 Resultado líquido do período Resultado integral Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do período 2013 - - 9 346,27 - 177 579,19 (186 925,46) - - - 9 346,27 - 177 579,19 (186 925,46) - 921 000,00 840 000,00 10 348,06 4 894,26 44 846,64 (8 171,98) 1 812 916,98 335 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda ANEXO (Montantes expressos em Euros) Normalização Contabilística requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. 1 – Identificação da Entidade 1.1.- Designação da entidade: A empresa foi constituída em 23 de Fevereiro de 2000 com a denominação Social de Solmoninhos – Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda., com o NIF 504 862 332. 1.2. - Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. - Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na compra, venda e revenda de bens imóveis. 1.4. - Designação dos detentores de capital: A empresa é detida pelos seguintes detentores de capital descritos no quadro seguinte: Entidades V. Quotas % Participação LS - Luís Simões, SGPS, S.A. 106 005 11,50% José Luís Simões 271 665 29,50% Leonel Simões 271 665 29,50% Jorge Simões 271 665 29,50% Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.15. 2.2. - Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo Sistema de Normalização Contabilística. 2.3. - Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pela Gerência, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião da Gerência que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. 2 - REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. - Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. 336 A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o Sistema de Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICA As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1- Conversão cambial 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. 3.2 – Propriedades de Investimento As propriedades de investimento são imóveis (terrenos, edifícios ou partes de edifícios) detidos com o objectivo de valorização do capital, obtenção de rendas, ou ambas. As propriedades de investimento foram valorizadas ao custo na data da transição para o Sistema de Normalização Contabilística, sendo valorizadas subsequentemente de acordo com o modelo do custo depreciado, o qual é aplicado a todos os activos classificados como propriedades de investimento. 3.3 - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito. Os activos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo menor entre o período de vida útil do activo e o período da locação quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como gasto na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. 3.4 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento compreende os impostos correntes e os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e os passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. 3.5 - Inventários Os inventários são registados ao custo de aquisição, sendo adoptado como método de custeio das saídas dos inventários o custo especifico. Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram. Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 337 acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período. 3.6 – Activos e Passivos Financeiros A Gerência determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.7 - Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes valores estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos Obtidos do Balanço. 3.8 - Financiamentos obtidos Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. 3.9 - Provisões São reconhecidas provisões apenas quando a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante dum acontecimento passado, é provável que para a liquidação dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. O montante reconhecido das provisões consiste no valor presente da melhor estimativa na data de relato dos recursos necessários para liquidar a obrigação. Tal estimativa é determinada tendo em consideração os riscos e incertezas associados à obrigação. EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 338 3.10 - Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se qualificarem como tal. 3.11 - Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, •, A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.14 – Principais estimativas e julgamentos apresentados O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Empresa são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Gerência, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.12 - Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos. 3.14.1 - Imparidade A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. 3.13 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 339 a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Gerência no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Empresa dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.14.2 - Provisões A Empresa analisa de forma periódica eventuais obrigações que resultem de eventos passados e que devam ser objecto de reconhecimento ou divulgação. A subjectividade inerente à determinação da probabilidade e montante de recursos necessários para o pagamento das obrigações poderá conduzir a ajustamentos dos valores registados, nomeadamente, no que se refere aos processos em curso e às contingências. 3.14.3 - Reconhecimento de activos por impostos diferidos São reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando existe forte segurança de que existirão lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização das diferenças temporárias ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo período em que os activos por impostos diferidos sejam revertidos. A avaliação dos activos por impostos diferidos é efectuada pela Gerência no final de cada exercício, tendo em atenção a expectativa de desempenho no futuro. 5 - PARTES RELACIONADAS 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida pelos detentores de capitais descriminados no quadro seguinte: Entidades V. Quotas % Participação LS - Luís Simões, SGPS, S.A. 106 005 11,50% José Luís Simões 271 665 29,50% Leonel Simões 271 665 29,50% Jorge Simões 271 665 29,50% 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não existiram remunerações atribuídas pela empresa ao pessoal chave da gestão. A Gerência da Empresa foi considerada, de acordo com a NCRF 5, como sendo o único elemento “chave” da gestão. 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas 4 - FLUXOS DE CAIXA A rubrica de Caixa e seus equivalentes decompõem-se conforme se segue: Descobertos bancários Natureza do relacionamento (Serviços que presta) (Serviços que recebe) Financiamentos Dividendos n/a Aluguer prop. Investimento Outras partes relacionadas: LS - Luis Simões, SPGS, S.A. 2013 Natureza do relacionamento 2012 - (264,43) - (264,43) Diagonal - Corretores de Seguros, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Serviços de Gestão e Administrativos Venda Terrenos 340 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Vendas / Ano Outros Fornecimentos e Prest Ser- Rendimentos e Serviços externos viços Ganhos 6 - LOCAÇÕES Locações operacionais a) Futuros pagamentos mínimos Os futuros pagamentos mínimos das locações operacionais em 31.12.2013 e 31.12.2012 são detalhados conforme se segue: Outras partes relacionadas: Diagonal - Corretores de Seguros, SA. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 2012 - - 20 520,00 2013 - - 20 520,00 2012 660 000,00 11 026,46 4 363,66 2013 - 9 806,88 - 2013 Pagamentos futuros mínimos Gasto do exercício Alugueres Imóveis Até 1 ano 1 ano e 5 anos A mais de 5 anos 1 164,54 1 436,64 - - 1 164,54 1 436,64 - - Alugueres Viaturas Turismo Vendas / Ano Prest Serviços Contas a Contas a Receber Pagar Outros Custos e Perdas 2012 Outras partes relacionadas: Pagamentos futuros mínimos Diagonal - Corretores de 2012 Seguros, SA. 2013 - 1 710,00 - LS - Gestão Empresarial e 2012 - 250,00 3 846,80 Imobiliária, S.A. 2013 - - 2 265,71 - 1 710,00 - Gasto do exercício Alugueres Imóveis 6 073,91 Até 1 ano 1 656,48 Alugueres Viaturas Turismo 6 073,91 1 656,48 1 ano e A mais de 5 anos 5 anos - - - - - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Ano Financiamentos Financiamentos Rendimentos Gastos de a Receber a Pagar de Juros Juros Outras partes relacionadas: LS - Luís Simões SPGS, 2012 60 445,64 91 850,12 S.A. 2013 277 554,54 11 522,58 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS 341 EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 7 - PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO 8 – Inventários As propriedades de investimento compostas por terrenos e edifícios não afectos à actividade da Empresa, apresenta a seguinte evolução: 8.1 – Quantia total escriturada de inventários Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os inventários da Empresa eram detalhados conforme se segue: 2013 2013 2012 Mercadorias A 1 de Janeiro Matérias-Primas, subsidiárias e de consumo 2012 1 001 608,77 1 001 608,77 608 534,28 608 534,28 1 610 143,05 1 610 143,05 Valor bruto 422 560,15 393 655,16 Depreciações acumuladas (22 254,57) (14 836,34) Valor líquido 400 305,58 378 818,82 - 28 904,99 8.2 – Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, as quantias de inventários reconhecidas como gasto foram as seguintes: (7 428,51) (7 418,23) Custo da Mercadoria Vendida e Consumida: Valor bruto 394 328,90 422 560,15 Depreciações acumuladas (29 683,08) (22 254,57) Valor líquido 364 645,82 400 305,58 Adições Transferências para gasto (28 231,25) Depreciações A 31 de Dezembro As propriedades de investimento têm como finalidade a cedência de exploração às empresas do Grupo e a entidades externas. Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 não existiam propriedades de investimento apresentadas como garantias a terceiros. Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 não existiam obrigações contratuais significativas de compra, construção ou desenvolvimento de propriedades de investimento. Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos e gastos operacionais directos associados às propriedades de investimento, tinham a seguinte composição: 2013 Rendas Propriedades de Investimento 2012 Gastos Directos Rendas Gastos Directos 37 495,32 15 202,33 40 712,21 9 101,81 37 495,32 15 202,33 40 712,21 9 101,81 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS MP, subsid. Mercadorias Existências em 1 de Janeiro de 2012 Compras Existências em 31 de Dezembro de 2012 Custo das merc. vendidas e das mat. consumidas Existências em 1 de Janeiro de 2013 Compras Existências em 31 de Dezembro de 2013 Custo das merc. vendidas e das mat. consumidas Total consumo 990 866,41 939 150,32 1 930 016,73 10 742,36 2 532,63 13 274,99 1 001 608,77 608 534,28 1 610 143,05 - 333 148,67 333 148,67 1 001 608,77 608 534,28 1 610 143,05 - - - 1 001 608,77 608 534,28 1 610 143,05 - - - 8.3 – Quantia de ajustamento e reversão de ajustamentos reconhecida como gasto do período Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não existem ajustamentos nem reversões dos mesmos relativos a inventários 8.4 – Quantia escriturada de inventários dados como penhor de garantia a passivos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não existem penhores sobre os inventários. EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 342 9 – Rédito lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. O rédito reconhecido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhado conforme se segue: Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que, eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos, não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. 2013 2012 Vendas Mercadorias 88.668,25 660.000,00 88.668,25 660.000,00 A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é a seguinte: 2013 2012 88.668,25 660.000,00 88.668,25 660.000,00 Mercado Interno Os valores indicados nos quadros acima incluem o montante de 660.000,00 euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 10 – Acontecimentos após a data do balanço 10.1– Autorização para emissão das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão, pela Gerência, em 26 de Março de 2014. 10.2 – Acontecimentos após a data de balanço que originaram alterações nas divulgações Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço que originem alterações nas divulgações. Para os exercícios de 2013 e subsequentes, foram ainda alteradas as regras de dedução de prejuízos fiscais reportáveis (PFR). O prazo de reporte dos PFR apurados em períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014 passou para doze períodos de tributação (este prazo é de cinco anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2012 e 2013, de quatro anos para os PFR apurados nos períodos de tributação de 2010 e 2011 e de seis anos para os períodos de tributação anteriores). Adicionalmente, a dedução dos PFR passou a estar limitada a 70% do lucro tributável, sendo esta regra aplicável às deduções efectuadas nos períodos de tributação iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2014, independentemente dos períodos de tributação em que tenham sido apurados (em 2013 este limite é de 75%). 11.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: a) Gasto (rendimento) por impostos; O Gasto (rendimento) por impostos no período é o indicado no quadro seguinte: 2012 IRC do ano 10.3– Acontecimentos após a data de balanço que não deram lugar a ajustamento Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço a referir. 11 - Impostos sobre o rendimento A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS 2011 Imposto Corrente - 18 263,43 - 18 263,43 (1 548,44) 30 368,27 (1 548,44) 30 368,27 (1 548,44) 48 631,70 Imposto Diferido Originados e objecto de reversão por diferenças temporárias EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 343 b) Ajustamentos reconhecidos no período de impostos correntes de períodos anteriores; A quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias encontra-se evidenciada no quadro seguinte: 2012 2011 11.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico (em uma ou em ambas das seguintes formas): a) Reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável, e indicação da base pela qual é calculada a taxa de imposto aplicável. A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Activos por impostos diferidos: Prejuízos fiscais Provisões e ajustamentos (1 685,36) 30 394,77 136,92 (26,50) (1 548,44) 30 368,27 (1 548,44) 30 368,27 c) Quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos relacionada com a origem e reversão de diferenças temporárias; Foi registada a alteração da taxa de tributação do IRC de 25% para 23% a partir do exercício de 2014. Esta alteração teve impacto nos Impostos Diferidos, pelo que a quantia de gasto (rendimento) por impostos diferidos sofreu um impacto de 620,67 euros. Base de Imposto 2013 Resultado antes de impostos Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa de Imposto 2012 (9 720,42) 26,50% 26,50% (2 575,91) 62 422,65 3 100,00 3 000,00 3 100,00 3 000,00 2 794,20 3 100,00 2 794,20 3 100,00 (10 026,22) 235 657,16 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% IRC Calculado - 58 914,29 Derrama - 3 534,86 Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal 2013 2012 26,50% 26,50% 0,00% 25,01% 235 557,16 Rendimentos não tributáveis Reversão de provisões tributadas em anos anteriores Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Registo de perdas de imparidade Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama Utilização de prejuízos fiscais Efeito do aumento / reversão de impostos diferidos Imposto sobre o rendimento - (44 185,72) (1 548,44) 30 368,27 (1 548,44) (10 282,59) 15,93% (1 548,44) 48 631,70 15,93% (4,37%) 20,65% 344 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 11.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior; Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. Activos Clientes Passivos 113 290,76 4 357,22 113 290,76 4 357,22 2013 Balanço Financiamentos obtidos 277 554,54 60 445,64 7 568,91 33 851,61 - 264,43 13 475,41 94 158,28 298 598,86 188 719,96 Corrente 2013 Financiamentos obtidos Resultados 2012 2013 Outras contas a pagar 2012 Activos por impostos diferidos Prejuízos Fiscais - Constituições Prejuízos Fiscais - Utilização Constituição de provisões não aceites fiscalmente Reversão de Provisões não aceites fiscalmente 39 838,47 38 153,11 1 685,36 - (30 394,77) (30 394,77) - (30 394,77) 9 443,70 7 758,34 1 685,36 (30 394,77) 2 301,08 1 616,50 684,58 821,50 (1 616,50) (795,00) (821,50) (795,00) 684,58 821,50 (136,92) 26,50 10 128,28 8 579,84 1 548,44 (30 368,27) 10 128,28 8 579,84 1 548,44 (30 368,27) 2012 Não Corrente Fornecedores Demonstração de 2012 Corrente 11.4 — Por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados: a) Quantia de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado; As quantias de activos e passivos por impostos diferidos reconhecidos no balanço para cada período apresentado por cada tipo de diferença temporária e com respeito a cada tipo de perdas por impostos não usadas e créditos por impostos não usados são as indicadas no quadro seguinte: 2013 Instrumentos de Capital 2013 2012 Capital 921 000,00 921 000,00 Outros instrumentos de capital 840 000,00 840 000,00 1 761 000,00 1 761 000,00 12 - Instrumentos financeiros 12.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: 345 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 12.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 2013 12.4 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Todos os incumprimentos ocorridos durante o período que permitiam ao credor exigir o pagamento acelerado foram sanados ou os termos do compromisso renegociados, até à data de balanço. 2012 Clientes c/c clientes - entidades relacionadas (Nota 5) clientes - outras entidades 1 710,00 1 960,00 111 580,76 2 397,22 113 290,76 4 357,22 12.5 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 12.3 – Passivos financeiros mensurados ao custo 2013 Os passivos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: Rendimentos 2012 Gastos Rendimentos Gastos Passivos financeiros ao custo: 2013 2012 Juros suportados Financiamentos - Não correntes Participantes de Capital 277 554,54 Fornecedores - entidades relacionadas (Nota 5) 1 977,13 3 846,80 Fornecedores - outras entidades 5 591,78 30 004,81 - - Financiamentos obtidos - Correntes Descobertos bancários IMI Outros Acréscimos de Gastos - 92 113,65 - 11 523,58 - 92 113,65 12.6 – Quantia de perda de imparidade reconhecida em cada uma das classes de activos financeiros A quantia de perdas por imparidade reconhecidas em cada uma das classes de activos financeiros é a indicada nos quadros seguintes: 2013 Saldo Inicial Imparidade Saldo Final Activos financeiros mensurados ao custo menos - 264,43 11 522,58 91 850,12 1 777,83 1 721,60 175,00 586,56 298 598,86 188 719,96 imparidade Clientes c/c Outras contas a pagar - Correntes Acréscimo - partes relacionadas 11 523,58 60 445,64 Fornecedores Accionistas - 2012 7.200,00 5.244,20 12.444,20 7.200,00 5.244,20 12.444,20 Saldo Inicial Imparidade Saldo Final Activos financeiros mensurados ao custo menos imparidade Clientes c/c 4.800,00 2.400,00 7.200,00 4.800,00 2.400,00 7.200,00 346 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 12.7- Instrumentos de capital próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 é detalhada conforme se segue: 2013 2012 840 000,00 840 000,00 840 000,00 840 000,00 Outros Instrumentos de Capital Próprio Prestações Suplementares b) Quotas representativas do capital social As quotas representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: Entidades V. Quotas % Participação Luís Simões, SGPS, S.A. 106 005 11,50% José Luís Simões 271 665 29,50% Leonel Simões 271 665 29,50% Jorge Simões 271 665 29,50% 13 – OUTRAS INFORMAÇÕES 13.1 – DIFERIMENTOSEm 31 de Dezembro de 2013 e 2012 as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Custos Diferidos - Seguros 207,48 240,01 207,48 240,01 1 075,00 1 075,00 1 075,00 1 075,00 Diferimentos passivos Outros Proveitos Diferidos Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS 347 EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 13.2 – RESERVAS, RESULTADOS E OUTRAS VARIAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A rubrica de reservas e de resultados decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Reservas Legais Saldos em 1 de Janeiro de 2012 Outras Reservas Resultados Transitados Resultados Líquidos do Periodo Total 1.001,79 4.894,26 (69.396,56) (63.335,99) Aplicação de resultados - - (63.335,99) 63.335,99 - Resultado do ano - - - 186.925,46 186.925,46 1.001,79 4.894,26 (132.732,55) 186.925,46 60.088,96 Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Reservas Legais Outras Reservas Resultados Transitados Resultados Líquidos do Periodo (126.836,50) Total Saldos em 1 de Janeiro de 2013 1 001,79 4 894,26 (132 732,55) 186 925,46 Aplicação de resultados 9 346,27 - 177 579,19 (186 925,46) - - - - (8 171,98) (8 171,98) 10 348,06 4 894,26 44 846,64 (8 171,98) 51 916,98 Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2013 13.3 – ESTADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 Activo Activo 2013 Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas Pagamentos por conta 11 292,00 Estimativa de imposto - Retenção na Fonte Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar 13.4 – FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é detalhada conforme se segue: 2012 Passivo - 3 000,00 - - (18 263,43) 450,00 - 222,75 - 2 433,45 - 2 298,90 - 14 175,45 - 2 521,65 (15 263,43) 2012 Subcontratos 88 668,25 - Trabalhos especializados 10 857,26 14 118,17 266,79 850,19 6 019,62 5 811,72 304,43 - Electricidade 5 193,78 1 946,09 Rendas e alugueres 1 251,49 6 175,03 594,95 663,43 95,00 413,75 1 476,00 90,77 295,29 3 133,40 115 022,86 33 202,55 Comissões bancárias Conservação e Reparação Material de economato Seguros Contencioso e notariado Limpeza e higiene Outros Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS 60 088,96 EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda 348 13.5 – OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 13.7 – DEPRECIAÇÕES A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2012 2012 Rendimentos suplementares: Outros Descontos antecipação de pagamento Rendas propriedades investimento Correcções relativas a exercícios anteriores 2 151,14 4 857,83 2 052,08 340,76 37 495,32 40 712,21 1 178,29 - 0,01 0,30 42 876,84 45 911,10 Outros Propriedades de Investimento 2011 7.428,51 7.418,16 7.428,51 7.418,16 13.8 – JUROS E GASTOS SIMILARES SUPORTADOS A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 2012 Juros suportados 13.6 – OUTROS GASTOS E PERDAS A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é conforme se segue: 2013 Impostos Outros De financiamentos obtidos - Empresa Mãe De descobertos bancários 11 522,58 91 850,12 1,00 263,53 11 523,58 92 113,65 2012 2 046,32 2 068,38 0,04 2,46 2 046,36 2 070,84 13.9 – GARANTIAS A empresa apresentou livranças a terceiros como garantia de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2012 ascendem a 264,43 euros. A 31 de Dezembro de 2013 não existiam quaisquer livranças a terceiros. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Gerência Jorge Manuel Soares Simões - Gerente José Luís Soares Simões - Gerente Leonel Fernando Soares Simões - Gerente 349 Relatório e Contas 2012 | PORTUGUÊS EMPRESA | Solmoninhos - Consultoria, Gestão e Execução Imobiliária, Lda Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. A| RELATÓRIO DE GESTÃO ACTIVIDADE NO EXERCÍCIO de melhores condições para a realização da sua actividade. Em 2013 o património detido pela Patrimundus composto pelo Centro de Assistência Técnica (CAT) localizado no Carregado, gerou resultados positivos, mantendo a tendência do ano anterior, contribuindo de forma decisiva na redução do endividamento necessário à aquisição e construção do imóvel. A Empresa encontra-se no mercado à procura de soluções e a acompanhar o processo de expansão do cessionário estudando, conjuntamente, as melhores formas de concretização dos investimentos. A pedido da entidade exploradora do edifício, foram desenvolvidos estudos com vista à deslocalização da actividade de reparação de fibras, retirando-a do interior do edifício principal, tendo os trabalhos sido executados e concluídos com sucesso na segunda metade do ano. Durante o ano de 2014, conforme previsto em orçamento, a Empresa continuará a desenvolver a sua actividade no quadro explicitado, sendo expectável a manutenção de um nível de resultados positivo em linha com o verificado em 2013. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA A política de gestão de riscos da Empresa é definida pelo Conselho de Administração, sendo da responsabilidade de cada uma das áreas a sua aplicação prática. A exploração do imóvel, efectuada pela cessionária teve o desenvolvimento esperado, à semelhança de anos anteriores, verificando-se que o valor dos rendimentos obtidos pela Empresa durante o ano foi suficiente para a cobertura dos gastos incorridos, gerando um EBITDA de cerca de 477 Mil Euros. A Empresa pretende que as Políticas de Gestão de Riscos, actualmente descentralizadas pelas diversas áreas da sua estrutura, sejam no futuro consolidadas com o objectivo de promover uma actuação integrada das diversas vertentes de gestão de risco. A gestão de riscos de crédito, de taxa de juro, de tesouraria e restantes riscos financeiros é da responsabilidade da Direcção Financeira do Grupo. O Resultado Operacional fixou-se em cerca de 279 Mil Euros, enquanto que o Resultado Líquido ascendeu a cerca de 99 Mil Euros. Adicionalmente, a Empresa aplica a gestão de riscos a outras áreas, nomeadamente: de seguros, ambiente, SSHT (saúde, segurança e higiene no trabalho) e tecnologias de informação, cuja responsabilidade está actualmente descentralizada por cada uma dessas áreas. O nível de endividamento da Empresa tem dado continuidade à tendência de redução verificada nos últimos exercícios. O rácio de Autonomia Financeira atingiu os 20%, enquanto que o rácio de Solvabilidade ascendeu a 26%. Estes indicadores têm mantido a tendência de melhoria iniciada há vários anos. PERSPECTIVAS PARA 2014 A concretização dos processos de expansão das actividades no CAT nomeadamente a remodelação da zona da recepção e lubrificantes, de modo a dotar a entidade exploradora Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 350 EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. ÓRGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração José Luís Soares Simões Presidente Leonel Fernando Soares Simões Vogal Jorge Manuel Soares Simões Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos Vogal Mesa da Assembleia Geral Clara Maria Campos Monteiro Ribeiro Presidente Isabel Maria Blazquez Pereira Silva Secretária Fiscal Único PriceWaterCoopers & Associados, SROC, Lda. Efectivo José Manuel Henriques Bernardo Suplente APLICAÇÃO DE RESULTADOS A Empresa Patrimundus – Investimentos Imobiliários, S.A., encerrou o exercício de 2013 com Resultados Líquidos no valor de 99.385,03 Euros. Atendendo às disposições legais e estatutárias aplicáveis, é proposta a seguinte aplicação de resultados: Reserva Legal Resultados Transitados 4.969,25 Euros 94.415,78 Euros Moninhos, 26 de Março de 2014 José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 351 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. B| DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço BALANÇO A 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Euros) RUBRICAS NOTAS DATAS 2013 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangiveis 6 38 916,18 67 156,98 Propriedades de investimento 8 4 389 985,20 4 418 292,43 Participações financeiras - outros métodos 12 12 500,00 12 500,00 4 441 401,38 4 497 949,41 50 914,62 ACTIVO CORRENTE Clientes 12 - Adiantamentos a fornecedores 12 - 61,30 Estado e outros entes públicos 14.3 22 238,13 21 182,91 Diferimentos 14.1 9 137,13 12 463,32 4 2 575,41 6,24 33 950,67 84 628,39 4 475 352,05 4 582 577,80 Caixa e depósitos bancários Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO 12 510 000,00 510 000,00 Reservas legais Capital realizado 14.2 21 794,24 16 951,45 Outras reservas 14.2 97 428,65 97 428,65 Resultados transitados 14.2 183 770,55 91 757,62 812 993,44 716 137,72 Resultado líquido do período 14.2 99 385,03 96 855,72 912 378,47 812 993,44 2 709 343,18 2 956 426,80 2 709 343,18 2 956 426,80 12 3 953,92 4 476,59 14.3 9 474,71 7 236,78 721 167,88 Total do capital próprio PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE Financiamentos obtidos 12 PASSIVO CORRENTE Fornecedores Estado e outros entes publicos Financiamentos obtidos 12 732 020,00 Outras contas a pagar 12 108 181,77 80 276,31 853 630,40 813 157,56 Total do passivo 3 562 973,58 3 769 584,36 Total do capital próprio e do passivo 4 475 352,05 4 582 577,80 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS O Técnico Oficial de Contas José Luís Soares Simões - Presidente | Jorge Manuel Soares Simões - Vogal | Leonel Fernando Soares Simões - Vogal | Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 352 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS (Euros) PERÍODO FINDO A 31 DE DEZEMBRO DE 2013 RUBRICAS NOTAS Vendas e serviços prestados PERIODOS 2013 2012 9 500 728,00 496 728,00 Fornecimentos e serviços externos 14.4 (14 740,69) (14 692,03) Outros rendimentos e ganhos 14.5 4 248,58 12 976,47 Outros gastos e perdas 14.6 (13 183,14) (13 522,81) 477 052,75 481 489,63 (198 381,89) (195 228,45) 278 670,86 286 261,18 (143 453,12) (154 484,68) 135 217,74 131 776,50 (35 832,71) (34 920,78) 99 385,03 96 855,72 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização 14.7 Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e gastos similares suportados 14.8 Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período 11 Resultado líquido do período As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal 353 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Euros) PERÍODO FINALIZADO A 31 DE DEZEMBRO DE 2013 RUBRICAS NOTAS Períodos 2013 2012 Fluxos de caixa das actividades operacionais - método directo Recebimentos de clientes 667 732,56 613 575,19 (8 868,40) (21 686,57) 658 864,16 591 888,62 Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento (31 618,12) (27 131,03) Outros recebimentos/pagamentos (11 739,79) (11 152,91) 615 506,25 553 604,68 (146 378,95) - (146 378,95) - 1 158 459,44 1 266 236,34 Pagamentos a fornecedores Caixa gerada pelas operações Fluxos de caixa das actividades operacionais (1) Fluxos de caixa das actividades de investimento Pagamentos respeitantes a: Outros activos Fluxos de caixa das actividades de investimento (2) Fluxos de caixa das actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Pagamentos respeitantes a: Financiamentos obtidos (918 821,03) (884 126,48) Juros e gastos similares (120 895,08) (162 867,16) Outras operações de financiamento (585 220,91) (571 759,02) (466 477,58) (352 516,32) 2 649,72 201 088,36 Fluxos de caixa das actividades de financiamento (3) Variação de caixa e seus equivalentes (1)+(2)+(3) Caixa e seus equivalentes no início do período 4 (74,31) (201 162,67) Caixa e seus equivalentes no fim do período 4 2 575,41 (74,31) As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos – Vogal 354 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO (Euros) NO PERIODO 2012 Notas Posição no início do período 2012 Capital Reservas Outras Resultados Resultado Líquido Realizado Legais Reservas Transitados do Período Total 510.000,00 12.122,10 97.428,65 - 96.586,97 716.137,72 510.000,00 12.122,10 97.428,65 - 96.586,97 716.137,72 Alterações no período - Resultado líquido do período Resultado integral 96.855,72 96.855,72 193.442,69 812.993,44 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do período 2012 - 4.829,35 - 91.757,62 (96.586,97) - - 4.829,35 - 91.757,62 (96.586,97) - 510.000,00 16.951,45 97.428,65 91.757,62 96.855,72 812.993,44 As notas anexas fazem parte integrante destas demonstrações financeiras. (Euros) NO PERIODO 2013 Notas Posição no início do período 2011 Capital Reservas Outras Resultados Resultado Líquido Realizado Legais Reservas Transitados do Período Total 510 000,00 16 951,45 97 428,65 91 757,62 96 855,72 812 993,44 510 000,00 16 951,45 97 428,65 91 757,62 96 855,72 812 993,44 Alterações no período - Resultado líquido do período Resultado integral 99 385,03 99 385,03 196 240,75 912 378,47 Operações com detentores de capital no período Aplicação de resultados Posição no fim do período 2011 - 4 842,79 - 92 012,93 (96 855,72) - - 4 842,79 - 92 012,93 (96 855,72) - 510 000,00 21 794,24 97 428,65 183 770,55 99 385,03 912 378,47 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 355 ANEXO 2 – Referencial contabilístico de preparação das Demonstrações Financeiras 1 – IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 2.1. Base de Preparação Estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF) em vigor, na presente data. (Montantes expressos em euros) 1.1. Designação da entidade: A Empresa foi constituída em 20 de Abril de 2004 com a denominação Social de Patrimundus – Investimentos Imobiliários, S.A. com o NIF 506 861 341 (adiante designada por “Empresa”). 1.2. Sede: A entidade tem a sua sede social na Rua Fernando Namora em Moninhos, concelho de Loures. 1.3. Natureza da actividade: A actividade da Empresa consiste na compra e venda de imóveis e revenda de imóveis adquiridos para esse fim; gestão, administração e exploração de propriedades para fins habitacionais, comerciais, industriais ou turísticos; construção civil. 1.4. Designação dos detentores de capital: A Empresa é detida pelas entidades descriminados no quadro seguinte:: Entidades % Participação Nº Acções José Luís Soares Simões 29.41% 30,000 Jorge Manuel Soares Simões 29.41% 30,000 Leonel Fernando Soares Simões 29.41% 30,000 LS - Luís Simões, SGPS, S.A. 11.76% 11,999 LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 0.01% 1 100.00% 102,000 A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com o SNC requer o uso de estimativas, pressupostos e julgamentos críticos no processo da determinação das políticas contabilísticas a adoptar pela Empresa, com impacto significativo no valor contabilístico dos activos e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do período de reporte. Apesar de estas estimativas serem baseadas na melhor experiência do Conselho de Administração e nas suas melhores expectativas em relação aos eventos e acções correntes e futuras, os resultados actuais e futuros podem diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um maior grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativos para as demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 3.16. 2.2. Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação das disposições prevista pelo SNC. 2.3. Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes Demonstrações Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração, na reunião de 26 de Março de 2014. É opinião do Conselho de Administração que estas demonstrações financeiras reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e performance financeira e fluxos de caixa. 356 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS Bem Equipamento Básico As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação contrária. 3.1- Conversão cambial 3.1.1 - Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Empresa e respectivas notas deste anexo são apresentadas em euros, salvo indicação explícita em contrário. 3.1.2 - Transacções e saldos As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas na moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes do pagamento/ recebimento das transacções bem como da conversão pela taxa de câmbio à data do balanço, dos activos e dos passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são reconhecidos na demonstração dos resultados, na rubrica de gastos de financiamento, se relacionadas com empréstimos ou em outros rendimentos ou gastos operacionais, para todos os outros saldos/transacções. 3.2 - Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis encontram-se valorizados ao custo deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas por imparidade. Este custo inclui o custo estimado à data de transição para o Sistema de Normalização Contabilistica (SNC), e os custos de aquisição para activos obtidos após essa data. O custo de aquisição inclui o preço de compra do activo, as despesas directamente imputáveis à sua aquisição e os encargos suportados com a preparação do activo para que se encontre na sua condição de utilização. Os custos com substituições e grandes reparações são capitalizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior. As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que são incorridas. As taxas de depreciação resultantes da determinação das vidas úteis estimadas para os activos fixos tangíveis mais significativos são conforme segue: Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Outros Activos Fixos tangíveis 2013 10,00 - 25,00 25,00 As depreciações são calculadas numa base duodecimal, após o momento em que o bem se encontra em condições de ser utilizado, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. O gasto com depreciações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos/Reversões de Depreciação e Amortização. Sempre que existam indícios de perda de valor dos activos fixos tangíveis, são efectuados testes de imparidade, de forma a estimar o valor recuperável do activo, e quando necessário registar uma perda por imparidade. O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o preço de venda líquido e o valor de uso do activo, sendo este último calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados, decorrentes do uso continuado e da alienação do activo no fim da sua vida útil. As vidas úteis dos activos são revistas em cada período de relato financeiro, para que as depreciações praticadas estejam em conformidade com os padrões de consumo dos activos. Alterações às vidas úteis são tratadas como uma alteração de estimativa contabilística e são aplicadas prospectivamente. O ganho (ou a perda) resultante da alienação ou abate de um activo fixo tangível é determinado como a diferença entre o montante recebido na transacção e a quantia escriturada do activo e é reconhecido em resultados no período em que ocorre a alienação. Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente depreciados quando se encontram disponíveis para uso. 3.3 - Locações As locações financeiras são capitalizadas no início da locação pelo menor entre o justo valor do activo locado e o valor presente dos pagamentos mínimos da locação, cada um determinado à data de início do contrato. A dívida resultante de um contrato de locação financeira é registada líquida de encargos financeiros, na rubrica de Financiamentos obtidos. Os encargos financeiros incluídos na renda e a depreciação dos activos locados, são reconhecidos na Demonstração dos resultados, no período a que dizem respeito. Os activos fixos tangíveis adquiridos através de locações financeiras são depreciados pelo EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 357 menor entre o período de vida útil do activo e o período da locação quando a Empresa não tem opção de compra no final do contrato, ou pelo período de vida útil estimado quando a Empresa tem a intenção de adquirir os activos no final do contrato. Nas locações consideradas operacionais, as rendas a pagar são reconhecidas como custo na demonstração dos resultados numa base linear, durante o período da locação. 3.4 – Propriedades de Investimento As propriedades de investimento são imóveis (terrenos, edifícios ou partes de edifícios) detidos com o objectivo de valorização do capital, obtenção de rendas, ou ambas. As propriedades de investimento foram valorizadas ao custo na data da transição para o SNC, sendo valorizadas subsequentemente de acordo com o modelo do custo depreciado, o qual é aplicado a todos os activos classificados como propriedades de investimento. 3.5 - Imparidade de activos fixos Em cada data de relato é efectuada uma revisão das quantias escrituradas dos activos da Empresa com vista a determinar se existe algum indicador de que possam estar em imparidade. Sempre que a quantia escriturada do activo ou da unidade geradora de caixa for superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade. A perda por imparidade é registada de imediato na demonstração dos resultados na rubrica de “Perdas por imparidade”, salvo se tal perda compensar um excedente de revalorização registado no capital próprio. Neste último caso, tal perda será tratada como um decréscimo de revalorização. Nos casos em que a perda não é considerada permanente e definitiva, a perda de imparidade não é reconhecida, sendo feita a divulgação das razões que fundamentam essa conclusão. O valor recuperável é o maior entre o justo valor do activo deduzido dos custos de venda e o seu valor de uso. Para a determinação da existência de imparidade, os activos são alocados ao nível mais baixo para o qual existem fluxos de caixa separados identificáveis (unidades geradoras de caixa). Os Activos não financeiros, que não o goodwill, para os quais tenham sido reconhecidas perdas por imparidade são avaliados, a cada data de relato, sobre a possível reversão das perdas por imparidade. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando há evidências de que as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica de “Reversões de perdas por imparidade”. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortizações) caso a perda não tivesse sido registada. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Quando há lugar ao registo ou reversão de imparidade, a amortização e depreciação dos activos são recalculadas prospectivamente de acordo com o valor recuperável. 3.6 – Participações Financeiras – outros métodos A Empresa utiliza o modelo do custo para o reconhecimento inicial das participações financeiras em entidades em que não seja obrigatório a utilização do método da equivalência patrimonial e nas quais não existam condições para a utilização do justo valor, designadamente participações financeiras em empresas não cotadas. De acordo com o modelo do custo as participações financeiras são reconhecidas inicialmente pelo seu custo de aquisição, que inclui custos de transacção, sendo subsequentemente o seu valor diminuído por perdas por imparidade, sempre que ocorram. 3.7 – Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os impostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando se relacionam com itens registados directamente no capital próprio. Nestes casos os impostos correntes e os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. Imposto corrente: o imposto corrente a pagar é baseado no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos custos e proveitos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis noutros exercícios. O lucro tributável exclui ainda custos e proveitos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis. Imposto diferido: os impostos diferidos referem-se a diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respectivos montantes para efeitos de tributação. Os activos e passivos por impostos diferidos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que esteja formal ou substancialmente emitida na data de relato. Os impostos diferidos activos são reconhecidos na medida em que seja provável que existam lucros tributáveis futuros disponíveis para a utilização da diferença temporária. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são revistos anualmente e reduzidos sempre que deixe de ser provável que possam ser utilizados. EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 358 3.8 – Activos e Passivos Financeiros O Conselho de Administração determina a classificação dos activos e passivos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com a NCRF 27 – Instrumentos financeiros. Os activos e passivos financeiros podem ser classificados/mensurados como: (a) Ao custo ou custo amortizado menos qualquer perda por imparidade; ou (b) Ao justo valor com as alterações de justo valor a ser reconhecidas na demonstração dos resultados. A Empresa classifica e mensura ao custo ou ao custo amortizado, os activos e passivos financeiros: i) que em termos de prazo sejam à vista ou tenham maturidade definida; ii) cujo retorno seja de montante fixo, de taxa de juro fixa ou de taxa variável correspondente a um indexante de mercado; e iii) que não possuam nenhuma cláusula contratual da qual possa resultar a perda do valor nominal e do juro acumulado (no caso dos activos) ou alteração à responsabilidade pelo reembolso do valor nominal e do juro acumulado a pagar (no caso dos passivos). Os activos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse. Uma entidade deve desreconhecer um passivo financeiro (ou parte de um passivo financeiro) apenas quando este se extinguir, isto é, quando a obrigação estabelecida no contrato seja liquidada, cancelada ou expire. 3.9- Caixa e equivalentes de caixa Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Depósitos bancários correspondem aos valores de depósitos bancários vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor. Estes valores estão valorizados ao custo. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Depósitos bancários, também os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos Obtidos do Balanço. 3.10- Financiamentos obtidos Para os activos e passivos registados ao custo amortizado, os juros obtidos a reconhecer em cada período são determinados de acordo com o método da taxa de juro efectiva, que corresponde à taxa que desconta exactamente os recebimentos de caixa futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. São registados ao custo ou custo amortizado: (i) os activos financeiros que constituem empréstimos concedidos, contas a receber (clientes, outros devedores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável e (ii) os passivos financeiros que constituem financiamentos obtidos, contas a pagar (fornecedores, outros credores, etc.) e instrumentos de capital próprio bem como quaisquer contratos derivados associados, que não sejam negociados em mercado activo ou cujo justo valor não possa ser determinado de forma fiável. A Empresa classifica e mensura ao justo valor os activos financeiros que não cumpram com as condições para ser mensurados ao custo ou custo amortizado, conforme descrito acima. São registados ao justo valor os activos financeiros que constituem instrumentos de capital próprio cotados em mercado activo, contratos derivados e activos financeiros detidos para negociação. As variações de justo valor são registadas nos resultados de exercício, excepto no que se refere aos instrumentos financeiros derivados que qualifiquem como relação de cobertura de fluxos de caixa. A Empresa avalia a cada data de relato financeiro a existência de indicadores de perda de valor para os activos financeiros que não sejam mensurados ao justo valor através de resultados. Se existir uma evidência objectiva de imparidade, a Empresa reconhece uma perda por imparidade na demonstração de resultados. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos resultados consolidados ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Empresa possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente. 3.11- Gastos e rendimentos Os gastos e rendimentos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes réditos e gastos são reconhecidos como activos ou passivos, se qualificarem como tal. 3.12- Rédito O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber. O rédito a reconhecer é deduzido do montante estimado de devoluções, descontos e outros abatimentos. O rédito reconhecido não inclui IVA e outros impostos liquidados relacionados com a venda. O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas: EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 359 • Todos os riscos e vantagens da propriedade dos bens foram transferidos para o comprador; • A Empresa não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos; • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade. O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transacção à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas: • O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; • É provável que benefícios económicos futuros associados à transacção fluam para a Empresa; • Os custos incorridos ou a incorrer com a transacção podem ser mensurados com fiabilidade; • A fase de acabamento da transacção à data de relato pode ser mensurada com fiabilidade. 3.13 - Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos. 3.14 – Activos e Passivos Contingentes Um Activo Contingente é um possível activo proveniente de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os Activos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de rendimentos que podem nunca ser realizados. Contudo, são divulgados quando for provável a existência de um influxo futuro. Um Passivo Contingente é: • Uma obrigação possível que provém de acontecimentos passados e cuja existência só será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade, ou • Uma obrigação presente que decorra de acontecimentos passados mas que não é reconhecida porque: • Não é provável que uma saída de recursos seja exigida para liquidar a obrigação, • A quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Os Passivos Contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras para não resultarem no reconhecimento de gastos que podem nunca se tornar efectivos. Contudo, são divulgados sempre que existe uma probabilidade de exfluxos futuros que não seja remota. 3.15 – Capitais Próprios a) Capital Social As acções ordinárias são classificadas no capital próprio. Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados no capital próprio como uma dedução, líquida de impostos, ao montante emitido. b) Distribuição de Dividendos A distribuição de dividendos a accionistas é reconhecida como um passivo na data em que é aprovada pelos mesmos. 3.16 – Principais estimativas e julgamentos apresentados As estimativas e julgamentos com impacto nas demonstrações financeiras da Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. são continuamente avaliados, representando à data de cada relato a melhor estimativa da Administração, tendo em conta o desempenho histórico, a experiência acumulada e as expectativas sobre eventos futuros que, nas circunstâncias em causa, se acreditam serem razoáveis. A natureza intrínseca das estimativas pode levar a que o reflexo real das situações que haviam sido alvo de estimativa possam, para efeitos de relato financeiro, vir a diferir dos montantes estimados. As estimativas e os julgamentos que apresentam um risco significativo de originar um ajustamento material no valor contabilístico de activos e passivos no decurso do exercício seguinte são as que seguem: 3.16.1 - Activos fixos tangíveis A determinação das vidas úteis dos activos, bem como o método de depreciação a aplicar é essencial para determinar o montante das depreciações a reconhecer na demonstração dos resultados de cada exercício. Estes dois parâmetros são definidos de acordo com o melhor julgamento da Administração para os activos em questão, considerando sempre que possível, as práticas adoptadas por empresas do sector. 3.16.2 – Imparidade de Clientes A determinação de uma eventual perda por imparidade pode ser despoletada pela ocorrência de diversos eventos, muitos dos quais fora da esfera de influência da Empresa, tais como: a disponibilidade futura de financiamento, o custo de capital ou quaisquer outras alterações, quer internas, quer externas à Empresa. EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 360 A identificação dos indicadores de imparidade, a estimativa de fluxos de caixa futuros e a determinação do justo valor de activos implicam um elevado grau de julgamento por parte da Administração no que respeita à identificação e avaliação dos diferentes indicadores de imparidade, fluxos de caixa esperados, taxas de desconto aplicáveis, vidas úteis e valores residuais. Em particular, da análise efectuada periodicamente aos saldos a receber poderá surgir a necessidade de registar perdas por imparidade, sendo estas determinadas com base na informação disponível e em estimativas efectuadas pela Luis Simões dos fluxos de caixa que se espera receber. 3.16.3 – Acontecimentos subsequentes Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço “adjusting events” são reflectidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço “non adjusting events” são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais. 4 - FLUXOS DE CAIXA A rubrica de Caixa e depósitos bancários no Balanço decompõe-se da seguinte forma: 2013 Depósitos à ordem Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis 2012 - - 2 575,41 6,24 2 575,41 6,24 5 - PARTES RELACIONADAS Para efeitos de apresentação destas demonstrações financeiras, são consideradas como partes relacionadas todas as subsidiárias da LS – Luis Simões, SGPS, S.A. e elementos chave na gestão das mesmas. 5.1 - Identificação de partes relacionadas A Empresa é detida pelas entidades descriminadas no quadro seguinte: Entidades % Participação José Luís Soares Simões 29.41% Jorge Manuel Soares Simões 29.41% Leonel Fernando Soares Simões 29.41% LS - Luís Simões, SGPS, S.A. 11.76% LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 0.01% 100.00% 5.2 - Remuneração do pessoal chave da gestão No decurso dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 não existiram remunerações atribuídas pela empresa ao pessoal chave da gestão. O Conselho de Administração da Empresa e a Direcção de Serviços Partilhados foram considerados de acordo com a NCRF 5, como sendo os únicos elementos “chave” da gestão. 5.3 - Transacções com partes relacionadas a) Natureza do relacionamento com as partes relacionadas Natureza do O saldo de Caixa e Equivalentes constante na Demonstração de Fluxos de Caixa decompõese da seguinte forma: relacionamento (Serviços que a Empresa recebe) Natureza do relacionamento (Serviços que a Empresa presta) Empresa-mãe: 2013 Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Descobertos bancários 2012 Luís Simões SPGS, S.A. 2 575,41 6,24 2 575,41 6,24 - (80,55) 2 575,41 (74,31) Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Financiamentos Dividendos n/a Aluguer imóveis Serviços Administrativos e Financeiros n/a Outras partes relacionadas: Reta, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 361 EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. b) Quantias de transacções e saldos pendentes com partes relacionadas A quantia das transacções e dos saldos pendentes de partes relacionadas são os indicados no quadro seguinte: Ano Vendas /Prestações Fornecimentos e de Serviços serviços externos 12 - Instrumentos financeiros Outras partes relacionadas: Reta, S.A. LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. 2012 496 728,00 - 2013 500 728,00 - 2012 - 1 873,70 2013 - 1 796,96 Ano Clientes Fornecedores Outras partes relacionadas: LS - Gestão Empresarial e Imobiliária, S.A. Reta, S.A. 2012 - (61,30) 2013 - 190,04 2012 50 914,62 - 2013 - - Não existem ajustamentos de dívidas de cobranças duvidosas relacionados com a quantia de saldos pendentes, nem gastos reconhecidos durante o período a respeito de dívidas incobráveis ou de cobrança duvidosa de partes relacionadas. A quantia dos financiamentos a receber e a pagar de partes relacionadas bem como dos rendimentos e gastos de juros são os indicados no quadro seguinte: Ano Financiamentos a Financiamentos Rendimentos Gastos de Receber a Pagar de Juros Juros Empresa-mãe: Luís Simões SPGS, S.A. 2012 (1 089 883,04) 62 861,00 2013 (1 579 521,45) (91 503,59) 362 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 6 - ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 o movimento ocorrido na quantia escriturada dos activos fixos tangíveis, bem como nas respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte: Equipamento básico Outros activos fixos tangíveis Activos fixos tangíveis em curso Totais Valores em 01.01.2012 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições Depreciações 282 606,94 - - 282 606,94 (199 512,84) - - (199 512,84) 83 094,10 - - 83 094,10 - - 7 325,51 7 325,51 (23 262,63) - - (23 262,63) 282 606,94 - 7 325,51 289 932,45 Valores em 31.12.2012 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas Adições (222 775,47) - - (222 775,47) 59 831,47 - 7 325,51 67 156,98 778,42 2 380,42 (7 325,51) (7 325,51) - (23 295,71) - 1 602,00 - - Reclassificações para propriedades de investimento Quantias brutas escrituradas Depreciações - (23 262,33) (33,38) 282 606,94 1 602,00 Valores em 31.12.2013 Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas (246 037,80) 36 569,14 6.1 —Titularidade de activos fixos tangíveis dados como garantia de passivos Não existem activos tangíveis dados como garantias de passivos nos exercícios de 2013 e 2012. 6.2 — Compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis Não existem compromissos futuros para aquisição de activos fixos tangíveis. 7 – LOCAÇÕES 778,42 284 987,36 - (246 071,18) 778,42 38 916,18 (33,38) 1 568,62 A quantia escriturada líquida dos bens em regime de locação financeira à data de balanço, para cada categoria de activo, é a constante do quadro seguinte: 2013 2012 Propriedades de inves- Propriedades de inves- timento timento Terrenos e recursos naturais 2.010.766,70 2.010.766,70 Edifícios e outras construções 2.379.218,50 2.407.525,73 4.389.985,20 4.418.292,43 Locações financeiras 363 a) Quantia escriturada líquida à data do balanço Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. b) Pagamentos mínimos futuros da locação e o seu valor presente Os pagamentos mínimos das locações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 e 31 de Dezembro de 2012 são detalhados conforme se segue: 2013 Pagamentos Mínimos 2012 Valor Presente de Pagamentos Pagamentos Mínimos Valor Presente de Pagamentos Até 1 ano 490 357,42 482 020,00 496 359,61 471 087,33 Entre 1 ano e 5 anos 558 430,32 554 821,73 1 070 055,23 1 041 543,76 1 048 787,74 1 036 841,73 1 566 414,84 1 512 631,09 (11 946,01) n/a (53 783,75) n/a 1 036 841,73 1 036 841,73 1 512 631,09 1 512 631,09 Total dos pagamentos minimos Encargos financeiros Valor presente dos pagamentos mínimos c) Descrição geral dos acordos de locação significativos: A Empresa tem um contrato de locação financeira afecto ao terreno e edifício do Centro de Assistência Técnica localizado no Carregado. O contrato referido não prevê rendas contingentes e inclui opção de compra. 8 – Propriedades de Investimento As propriedades de investimento compostas por terrenos e edifícios não afectos à actividade da Empresa, apresenta a seguinte evolução: 2013 Depreciações acumuladas Valor líquido Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 não existiam propriedades de investimento apresentadas como garantias a terceiros. Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 não existiam obrigações contratuais significativas de compra, construção ou desenvolvimento de propriedades de investimento. Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os rendimentos e gastos operacionais directos associados às propriedades de investimento, tinham a seguinte composição: 2012 A 1 de Janeiro Valor bruto As propriedades de investimento têm como finalidade a cedência de exploração à empresa do Grupo, Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A. 5 450 089,10 5 450 089,10 (1 031 796,68) (859 830,60) 4 418 292,43 4 590 258,50 2013 Propriedades de Investimento Adições 139 453,44 2012 Rendas Gastos Directos Rendas Gastos Directos 500.728,00 194.877,70 496.728,00 190.813,12 500.728,00 194.877,70 496.728,00 190.813,12 Transferências de activo fixo tangível Quantia bruta Depreciações 7 325,51 - (175 086,18) (171 966,08) A 31 de Dezembro Valor bruto Depreciações acumuladas Valor líquido 5 596 868,05 5 450 089,10 (1 206 882,86) (1 031 796,68) 4 389 985,20 4 418 292,43 9 - Rédito O rédito reconhecido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é detalhado conforme se segue: : 2013 Serviços Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS 2012 364 Prestação de Serviços 500 728,00 496 728,00 500 728,00 496 728,00 EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. A repartição do rédito apurado nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 31 de Dezembro de 2012 é a seguinte: Mercado Interno 2013 2012 500 728,00 496 728,00 500 728,00 496 728,00 Os valores indicados nos quadros acima incluem o montante de 496.728 euros em 2012 e de 500.728 euros em 2013 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 10 – Acontecimentos após a data do balanço 10.1 – Autorização para emissão das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão, pelo Conselho de Administração, em 26 de Março de 2014. 10.2 - Acontecimentos após a data de balanço que originaram alterações nas divulgações Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço que originem alterações nas divulgações. 10.3 – Acontecimentos após a data de balanço que não deram lugar a ajustamento Não ocorrerem quaisquer acontecimentos após a data do balanço a referir. 11 - Impostos sobre o rendimento A Empresa encontra-se sujeita a Imposto sobre os Rendimentos das Pessoas Colectivas (IRC), sendo a taxa actual de 25% acrescida de Derrama à taxa máxima de 1,5% sobre o lucro tributável, atingindo uma taxa de imposto agregada de 26,5%. Nos termos do artigo 88º do CIRC, a Empresa está sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas aí previstas. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da Empresa relativas aos exercícios de 2010 a 2013 poderão vir ainda a estar sujeitas a revisão e correcção. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terá um efeito limitativo nas demonstrações financeiras em análise. 11.1 — Divulgação separada dos seguintes principais componentes de gasto (rendimento) de impostos: a) Gasto (rendimento) por impostos; O Gasto (rendimento) por impostos no período é o indicado no quadro seguinte: 2013 2012 35 832,71 34 920,78 35 832,71 34 920,78 35 832,71 34 920,78 Imposto Corrente IRC do ano EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 365 11.2 — Relacionamento entre gasto (rendimento) de impostos e lucro contabilístico: A reconciliação numérica entre a taxa média efectiva de imposto e a taxa de imposto aplicável é a indicada no quadro seguinte: Base de Imposto 2013 Resultado antes de impostos 135 217,74 Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Imposto sobre o Rendimento à taxa nominal Taxa de Imposto 2012 2013 2012 131 776,50 26,50% 26,50% 35 832,70 33 358,27 135 217,74 131 776,50 25,00% 25,00% 1,50% 1,50% 33 804,44 32 944,13 2 028,27 1 976,65 26,50% 26,50% 25,00% 25,00% Rendimentos não tributáveis Gastos não dedutíveis para efeitos fiscais Lucro tributável/Prejuízo fiscal Taxa de imposto sobre o rendimento em Portugal Taxa da derrama IRC Calculado Derrama Imposto sobre o rendimento do periodo 2 028,27 1 976,65 1,50% 1,50% 35 832,71 34 920,78 26,50% 26,50% 11.3 — Explicação de alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior Não houve alterações na taxa de imposto aplicável comparada com o período contabilístico anterior. 366 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 12 - Instrumentos financeiros 12.2 – Activos financeiros mensurados ao custo Os activos financeiros mensurados ao custo são os indicados no quadro seguinte: 12.1 – Rubricas de balanço abrangidas pelas divulgações da presente nota As divulgações desta nota abrangem as seguintes rubricas do balanço: 2013 Participações financeiras - outros métodos Participações de capital em empresas não cotadas Activos: 2012 - Adiantamentos a fornecedores 12 500,00 50 914,62 - 61,30 2 575,41 6,24 15 075,41 63 482,16 Passivos: 2013 2012 Não Corrente - 61,30 Fornecedores - empresas relacionadas (Nota 5) Outros depósitos bancários 2 575,41 6,24 15 075,41 63 482,16 Não existem imparidades registadas relativas a estes activos. 12.3 – Passivos financeiros mensurados ao custo Os passivos financeiros mensurados ao custo ou ao custo amortizado são os indicados no quadro seguinte: Passivos 2 709 343,18 2013 2 956 426,80 2012 Passivo não corrente Corrente 3 953,92 4 476,59 Financiamentos obtidos 732 020,00 721 167,88 Outras contas a pagar 108 181,77 80 276,31 3 553 498,87 3 762 347,58 Financiamentos - Não correntes Empréstimos bancários 575 000,00 825 000,00 Locações Financeiras (nota 7) 554 821,73 1 041 543,76 1 579 521,45 1 089 883,04 2 709 343,18 2 956 426,80 Participantes de Capital (nota 5) Passivo corrente Fornecedores Instrumentos de Capital: Fornecedores - entidades relacionadas (nota 5 ) 2013 Capital 50 914,62 Caixa e depósitos bancários Clientes Fornecedores - Adiantamento a fornecedores 12 500,00 Corrente Financiamentos obtidos 12 500,00 Clientes - empresas relacionadas (Nota 5) Não Corrente Caixa e bancos 12 500,00 Clientes c/c 2013 Participações financeiras - Outros métodos 2012 2012 510 000,00 510 000,00 510 000,00 510 000,00 Fornecedores - outras entidades 190,04 - 3 763,88 4 476,49 250 000,00 250 000,00 Financiamentos obtidos - Correntes Empréstimos bancários Descobertos bancários (nota 4) Locações Financeiras (nota 7) - 80,55 482 020,00 471 087,33 Outras contas a pagar IMI 10 866,30 10 542,44 Acréscimo juros partes relacionadas (nota 5) 91 503,59 62 861,00 5 131,92 6 722,87 Acréscimo juros outras entidades Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 367 679,96 150,00 844 155,69 805 920,68 3 553 498,87 3 762 347,48 Outros acréscimos de gasto A maturidade dos Financiamentos não correntes é a seguinte: 2013 12.5 – Ganhos líquidos e perdas líquidas reconhecidas Rendimentos e gastos Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 os rendimentos, gastos, ganhos e perdas relacionados com instrumentos financeiros são detalhados conforme se segue: 2012 2013 Empréstimos bancários Entre 1 e 5 anos 575 000,00 554 821,73 1 041 543,76 Juros suportados Participantes de capital Entre 1 e 5 anos Gastos Gastos Rendimentos Passivos financeiros ao custo Locações Financeiras Entre 1 e 5 anos Rendimentos 825 000,00 2012 1 579 521,45 1 089 883,04 2 709 343,18 2 956 426,80 Não existiam linhas de crédito contratadas pela Empresa no final do exercício de 2013. No final do exercício de 2012, o valor das linhas de crédito contratadas era de 250.000,00 euros, estando utilizados apenas 80,55 euros. 143 453,12 - 154 484,68 - 143 453,12 - 154 484,68 - 143 453,12 - 154 484,68 12.6 - Instrumentos de capital próprio a) Quantia escriturada do capital próprio A quantia escriturada do capital social emitido pela Empresa em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é detalhada conforme se segue: As linhas de crédito com movimento até 1 ano são renováveis de forma automática de acordo com o definido contratualmente com as entidades de crédito. Os juros pagos pela Empresa nos exercícios de 2013 e 2012 referentes a empréstimos e linhas de crédito contratadas com a Empresa mãe e com instituições de crédito encontramse principalmente referenciados à Euribor, acrescida de diferencial de mercado. - 2013 2012 510 000,00 510 000,00 510 000,00 510 000,00 Capital Valor nominal 12.4 – Situações em incumprimento para empréstimos contraídos reconhecidos à data de balanço Não existiram situações de incumprimento para empréstimos contraídos. © MACEO/FOTOLIA 368 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. b) Número de acções representativas do capital social O número de acções representativas do capital social, são as indicadas no quadro seguinte: 2013 Valor 2012 Quantidade Valor Quantidade Acções emitidas Acções ordinárias a 5€ cada 510 000,00 102 000 510 000,00 102 000 510 000,00 102 000 510 000,00 102 000 Em 31 de Dezembro de 2013 e 31 de Dezembro de 2012 o capital subscrito é detido pelas entidades identificadas na nota 1.4 e encontra-se totalmente realizado. 13 – Informações Exigidas por diplomas legais 13.1 - Dívidas em mora ao Estado Conforme exigido legalmente, o Conselho de Administração declara que a Empresa não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora. 14 – OUTRAS INFORMAÇÕES 14.1 – DIFERIMENTOS Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 as rubricas do activo corrente e do passivo corrente “Diferimentos” apresentavam a seguinte composição: 2013 2012 Diferimentos activos Custos Diferidos - Seguros 7 287,72 9 558,40 Custos Diferidos - Juros 1 849,41 2 904,92 9 137,13 12 463,32 369 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 14.2 – RESERVAS, RESULTADOS E OUTRAS VARIAÇÕES NOS CAPITAIS PRÓPRIOS A rubrica de reservas, resultados e outras variações nos capitais próprios decompõe-se da forma indicada no quadro seguinte: Saldo em 1 de Janeiro de 2013 Reservas Outras Resultados Resultados Legais Reservas Transitados Líquidos do Periodo 16 951,45 97 428,65 91 757,62 96 855,72 302 993,44 4 842,79 - 92 012,93 (96 855,72) - - - - 99 385,03 99 385,03 21 794,24 97 428,65 183 770,55 99 385,03 402 378,47 Aplicação de resultados Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2012 Aplicação de resultados Reservas Outras Resultados Resultados Legais Reservas Transitados Líquidos do Periodo Total 12 122,10 97 428,65 - 96 586,97 206 137,72 4 829,35 - 91 757,62 (96 586,97) - - - - 96 855,72 96 855,72 16 951,45 97 428,65 91 757,62 96 855,72 302 993,44 Resultado do ano Saldo em 31 de Dezembro de 2012 Total Os movimentos ocorridos nas reservas e outras rubricas de capital próprio em 31 de Dezembro de 2013 resultam de: a) Aplicação de resultados Por deliberação da Assembleia Geral de 28 de Maio de 2013, o resultado líquido positivo do período findo em 31 de Dezembro de 2012, no montante de 96.855,72 euros teve a seguinte aplicação: - Reserva Legal: - Resultados Transitados: 4.842,79 Euros 92.012,93 Euros A reserva legal não está ainda totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social), pelo que um mínimo de 5% dos resultados é destinado à sua dotação. Esta reserva só pode ser utilizada na cobertura de prejuízos ou no aumento de capital social. 14.3 – ESTADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS Em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 as rubricas de “Estado e outros entes públicos” apresentavam a seguinte composição: 2013 Activo 2012 Passivo Activo Passivo Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas Pagamentos por conta - 26 358,00 - 27 684,00 Estimativa de imposto - (35 832,71) - (34 920,78) 22 238,13 - 21 182,91 - 22 238,13 (9 474,71) 21 182,91 (7 236,78) Imposto sobre o valor acrescentado - a recuperar Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 370 14.4 – FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS A rubrica de “Fornecimentos e serviços externos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é detalhada conforme se segue: 2013 Trabalhos especializados 2012 3 273,99 3 296,27 Comissões 701,21 1 287,38 Honorários 1 250,00 - 318,75 - 8 601,39 8 831,72 577,50 1 147,50 17,85 129,16 Material de escritório Seguros Contencioso e notariado Outros 14 740,69 14 692,03 Os valores indicados no quadro acima incluem o montante de 1.796,96 euros em 2013 e de 1.873,70 euros em 2012 relativos a entidades relacionadas, conforme indicado na nota 5. 14.5 – OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS A decomposição da rubrica de “Outros rendimentos e ganhos” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é conforme se segue: 14.7 – DEPRECIAÇÕES A decomposição da rubrica de “Gastos / reversões de depreciação e de amortização” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é conforme se segue: 2013 Activos fixos tangíveis (Nota 6) Propriedades de Investimento (Nota 8) 2013 - - 12 975,70 1 976,66 - Correcções relativas a exercícios anteriores Excesso de estimativa para impostos Outros 0,03 - 4 248,58 12 975,70 14.6 – OUTROS GASTOS E PERDAS A decomposição da rubrica de “Outros gastos e perdas” nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é conforme se segue: 23.262,33 175.086,18 171.966,12 198.381,89 195.228,45 14.8 – JUROS E GASTOS SIMILARES SUPORTADOS 2013 2012 De financiamentos obtidos 38 056,76 53 706,09 De financiamentos obtidos - entidades relacionadas (Nota 5) 91 503,59 62 861,00 8,93 2 516,22 Juros suportados De descobertos bancários 2012 2 271,89 23.295,71 A decomposição da rubrica de “Juros e Gastos Similares Suportados” nos exercícios findos 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 é conforme se segue: De locações financeiras Descontos de pronto pagamento obtidos 2012 13 883,84 35 401,37 143 453,12 154 484,68 14.9 – GARANTIAS PRESTADAS A Empresa apresentou livranças a terceiros como garantia de pagamento de dívidas, que a 31 de Dezembro de 2013 ascendem a 1.861.841,73 euros (2.587.711,64 euros em 2012). 14.10 – RESULTADO POR ACÇÃO O resultado por acção dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 foi determinado conforme se segue: 2013 2012 99 385,03 96 855,72 102 000,00 102 000,00 0,97 0,95 Resultados: 2013 Impostos Outros Resultado líquido do período 2012 13 183,14 13 522,58 - 0,23 13 183,14 13 522,81 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS Número de acções Número médio ponderado de acções em circulação Resultado por acção básico EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 371 14.11 – ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Não se registaram eventos subsequentes a 31 de Dezembro de 2013 que pela sua relevância e materialidade requeiram ajustamento ou divulgação, conforme descrito na Nota 3.16. O Técnico Oficial de Contas Vítor José Caetano de Sousa A Administração José Luís Soares Simões - Presidente Jorge Manuel Soares Simões - Vogal Leonel Fernando Soares Simões - Vogal Maria Celeste Morgado Venancio dos Santos - Vogal 372 Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. C| RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 www.pwc.com/pt RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 5. Nestes termos, tendo em consideração as informações recebidas do Conselho de Administração e Serviços e as conclusões constantes da Certificação Legal das Contas, somos do parecer que: i) seja aprovado o Relatório de gestão; ii) sejam aprovadas as demonstrações financeiras iii) seja aprovada a proposta de aplicação de resultados.; Senhores Accionistas, 1. Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram, apresentamos o relatório sobre a atividade fiscalizadora desenvolvida e damos parecer sobre o Relatório de gestão e as demonstrações financeiras apresentados pelo Conselho de Administração de Patrimundus – Investimentos Imobiliários, S.A. relativamente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 2. No decurso do exercício acompanhámos, com a periodicidade e a extensão que considerámos adequada, a atividade da Empresa. Verificámos a regularidade da escrituração contabilística e da respetiva documentação bem como a eficácia do sistema de controlo interno, apenas na medida em que os controlos sejam relevantes para o controlo da atividade da Empresa e apresentação das demonstrações financeiras e vigiámos também pela observância da lei e dos estatutos. 6. Finalmente, desejamos expressar o nosso agradecimento ao Conselho de Administração e a todos os colaboradores da Empresa com quem contactámos, pela valiosa colaboração recebida. 10 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. Como consequência do trabalho de revisão legal efetuado, emitimos a respetiva Certificação Legal das Contas, em anexo. 4. No âmbito das nossas funções verificámos que: i) o Balanço, a Demonstração dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital próprio, a Demonstração de fluxos de caixa e o correspondente Anexo permitem uma adequada compreensão da situação financeira da Empresa, dos seus resultados, das alterações no capital próprio e dos fluxos de caixa; João Rui Fernandes Ramos, R.O.C ii) as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados são adequados; iii) o Relatório de gestão é suficientemente esclarecedor da evolução dos negócios e da situação da Empresa evidenciando os aspetos mais significativos; iv) a proposta de aplicação de resultados não contraria as disposições legais e estatutárias aplicáveis. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. 373 PricewaterhouseCoopers & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000 Fax +351 231 599 999 5. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. www.pwc.com/pt Opinião CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos as demonstrações financeiras da Patrimundus – Investimentos Imobiliários, S.A., as quais compreendem o Balanço em 31 de dezembro de 2013 (que evidencia um total de 4.475.352,05 euros e um total de capital próprio de 912.378,47 euros, incluindo um resultado líquido de 99.385,03 euros), a Demonstração dos resultados, a Demonstração das alterações no capital próprio e a Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data e o correspondente Anexo. 7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira da Patrimundus – Investimentos Imobiliários, S.A. em 31 de dezembro de 2013, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa do exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do Relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Responsabilidades 2. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação do Relatório de gestão e de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no capital próprio e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 10 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por: 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Âmbito 4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras não contêm distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação; (ii) a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; (iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e (iv) a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. Relatório e Contas 2013 | PORTUGUÊS João Rui Fernandes Ramos, R.O.C PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1 – 3º, 1069-316 Lisboa, Portugal Tel +351 213 599 000, Fax +351 231 599 999, www.pwc.com/pt Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC 506 628 752, Capital Social Euros 314.000 374 EMPRESA | Patrimundus - Investimentos Imobiliários, S.A. © PEFKOS/FOTOLIA Ficha Técnica Título| Relatório Anual da Luís Simões 2013 Propriedade| Luís Simões SGPS, S.A. Direção| Gabinete de Comunicação Design| Complementar Consultoria em Marketing, Lda.