COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS
PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. –
UNICRED CAMPINAS
NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS
EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011
(Valores expressos em reais – R$)
1.
Contexto operacional
A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS
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UNICRED CAMPINAS é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira
não bancária, fundada em 21 de maio de 1993, filiada à Cooperativa Central de
Economia e Crédito Mútuo das Unicreds do Estado de São Paulo – Unicred Central
SP e componente do Sistema Unicred.
A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS
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UNICRED CAMPINAS possui Postos de Atendimento Cooperativo - PAC nas
seguintes localidades: Indaiatuba, Valinhos, Capivari, Sumaré, Amparo, Uniodonto,
Itapetininga, Tatuí e Itapeva.
A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS
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UNICRED CAMPINAS tem como atividade preponderante a operação na área
creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o
cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso
adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre
outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias,
prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras
e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou
sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e
remunerar os recursos.
2.
Apresentação das demonstrações contábeis
As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade,
especificamente aquelas aplicáveis às entidades cooperativas, a Lei do
Cooperativismo nº 5.764/71, a Lei Complementar 130/2009, normas e instruções do
Banco Central do Brasil – BACEN, tendo sido aprovadas e formalizadas em ata pelo
Conselho de Administração.
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3.
Principais práticas contábeis
As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações
contábeis estão definidas a seguir:
a) Disponibilidades e Relações Interfinanceiras
As disponibilidades e as relações interfinanceiras são avaliadas pelo custo ou valor
de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações
monetárias auferidas. Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários e
outros investimentos de curto prazo de alta liquidez.
b) Operações de Crédito
As operações de crédito com cláusula de atualização monetária pós-fixada estão
registradas a valor presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação
dos respectivos indexadores pactuados.
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados estão registradas a
valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar.
A provisão para perdas com as operações de crédito é constituída em montante
julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos
valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto,
as garantias existentes, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do
crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, contemplando
todos os aspectos determinados na Resolução 2.682 do CMN, que determina a
classificação das operações por nível de risco.
c) Outros Créditos
Os valores do grupo Outros Créditos se referem à importâncias devidas à
Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as
resultantes do exercício corrente.
d) Outros Valores e Bens – Despesas Antecipadas
Correspondentes a aplicações de recursos cujos benefícios decorrentes ocorrerão
em exercícios futuros.
e) Investimentos
Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição.
f) Imobilizado de Uso e Diferido
Correspondente aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à
manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. São
demonstrados pelo custo de aquisição ou construção, menos depreciação e
amortização acumulada.
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A depreciação e a amortização são calculadas pelo método linear para baixar o
custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas na
nota explicativa de número 09.
g) Ativos e Passivos Contingentes – Provisão para Riscos Fiscais
Os ativos contingentes são reconhecidos somente quando há garantias reais ou
decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado.
Os passivos contingentes são provisionados quando as perdas forem avaliadas
como prováveis e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente
segurança. Os passivos contingentes avaliados como de perdas possíveis são
apenas divulgados em nota explicativa, e os passivos contingentes avaliados como
perdas remotas não são provisionados e/ou divulgados.
h) Demais Ativos e Passivos Circulantes e Não Circulantes
Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo,
quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas.
Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis,
acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações
monetárias incorridas.
i) Apuração do resultado
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência.
As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de
resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são
apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e
dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério "pro-rata temporis"
e calculados com base no método exponencial, exceto aqueles relativos a títulos
descontados, que são calculados com base no método linear. As operações de
crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em
conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços
são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de
serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as
despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo
com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não
cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
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j) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o
resultado apurado em operações consideradas como atos não cooperativos. O
resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.
k) Alteração da legislação societária brasileira
Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei nº 11.638/07 que entrou em vigor
a partir do exercício de 2008. Essa Lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a
lei societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas
contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de
contabilidade e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam
expedidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em consonância com os
padrões internacionais de contabilidade.
Neste contexto, as seguintes atualizações normativas expedidas pelo CMN em 2008
foram consideradas na elaboração das demonstrações: a) demonstração do fluxo de
caixa; em 2008 sem exigência da comparabilidade; b) divisão do ativo permanente
em: investimentos, imobilizado, diferido e intangível, com mudanças nos critérios de
registro e reconhecimento; c) mudanças relativas aos critérios de avaliação do ativo
e do passivo; d) extinção da Reserva de Reavaliação; e) revisão dos conceitos de
constituição da Reserva de Capital, Reserva de Lucros e Sobras/Perdas
Acumuladas.
4.
Títulos e Valores Mobiliários
Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários
da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais
de Nível Superior da Área da Saúde de Campinas e Região Ltda. – UNICRED
CAMPINAS estavam assim compostas:
Descrição
Cotas em Fundos de Investimentos – Bradesco
Cotas em Fundos de Investimentos – Banco do Brasil
Plano Ourocap BB
Total
5.
31/12/2012
1.766.236
1.766.236
31/12/2011
452.352
1.595.317
19.140
2.066.809
Relações Interfinanceiras
Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira da Cooperativa
Central de Crédito, conforme determinado no artigo 37º da Resolução CMN nº
3.859:
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Descrição
Relações Interfinanceiras
Centralização Financeira – Unicred Central SP
Total
6.
31/12/2012
450
138.308.491
138.308.941
31/12/2011
225
113.679.193
113.679.418
Operações de Crédito
a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo
com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999:
I – Distribuição das Operações segregadas por tipo de cliente:
Descrição
Pessoa Física
31/12/2011
102.956.348
88.055.855
24.209.112
20.136.691
1.486.623
1.217.551
74.597.808
64.480.404
121.438
156.778
2.541.367
2.064.431
78.783.864
62.550.057
33.441.940
21.946.198
1.204.482
319.709
44.036.744
40.151.434
Adiantamentos a Dep.
90.698
115.659
Cheque Especial
10.000
17.057
181.740.212
150.605.912
-4.634.999
-3.226.157
177.105.213
147.379.755
Empréstimos
Títulos Descontados
Financiamentos
Adiantamentos a Dep.
Cheque Especial
Pessoa Jurídica
Empréstimos
Títulos Descontados
Financiamentos
Sub Total
(-) Provisões
Total
31/12/2012
As atividades econômicas das operações realizadas por pessoas jurídicas são
caracterizadas por empresários e/ou entidades sem fins lucrativos de acordo com o
previsto em estatuto social.
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II – Distribuição por faixa de vencimento e nível de risco (normal e vencido):
Nível / Percentual de
Risco / Situação
Empréstimos
Títulos
Descontados e
Financiamentos
31/12/2012
Cheque
Especial e
Adiantamento
Depositantes
31/12/2012
Total em
31/12/2012
Provisões
31/12/2012
Total em
31/12/2011
Provisões
31/12/2011
A
0,50%
Normal
82.198.371
1.534.771
83.733.142
(418.666)
75.349.744
(376.749)
B
1%
Normal
53.209.406
775.876
53.985.282
(539.853)
49.253.276
(492.533)
B
1%
Vencidas
1.078.354
47.923
1.126.277
(11.263)
418.317
(4.183)
C
3%
Normal
31.526.435
219.858
31.746.293
(952.389)
19.971.485
(599.145)
C
3%
Vencidas
3.175.172
44.883
3.220.055
(96.602)
785.318
(23.560)
D
10%
Normal
3.769.422
14.135
3.783.557
(378.356)
1.545.442
(154.544)
D
10%
Vencidas
91.574
21
91.595
(9.160)
339.701
(33.970)
E
30%
Normal
891.001
79.127
970.128
(291.038)
844.272
(253.282)
E
30%
Vencidas
876.177
-
876.177
(262.853)
257.566
(77.270)
F
50%
Normal
265.693
4.312
270.005
(135.003)
1.042.052
(521.026)
F
50%
Vencidas
250.559
-
250.559
(125.280)
176.238
(88.119)
G
70%
Normal
47.756
-
47.756
(33.429)
69.078
(48.355)
G
70%
Vencidas
860.922
-
860.922
(602.645)
-
-
H
100%
Normal
78.074
-
78.074
(78.074)
71.166
(71.166)
H
100%
Vencidas
657.793
42.597
700.390
(700.390)
482.257
(482.257)
171.986.158
2.628.079
174.614.237
(2.826.807)
148.146.515
(2.516.798)
6.990.551
135.424
7.125.975
(1.808.192)
2.459.397
(709.359)
178.976.709
2.763.503
181.740.212
(4.634.999)
150.605.912
(3.226.157)
4.634.999
(4.634.999)
3.226.157
(3.226.157)
Total Normal
Total Vencido
Total Geral
Provisões
Total Líquido
177.105.213
147.379.755
b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações
vincendas (dias):
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Descrição
Adiantamento a Depositante
Cheque Especial
Inadimplentes > 15
Inadimplentes até 15
Vincendos até 30
Vincendos 31 a 60
Vincendos 61 a 90
Vincendos 91 a 120
Vincendos 121 a 150
Vincendos 151 a 180
Vincendos 181 a 210
Vincendos 211 a 240
Vincendos 241 a 270
Vincendos 271 a 300
Vincendos 301 a 330
Vincendos 331 a 360
Vincendos 361 a 540
Vincendos 541 a 720
Vincendos 721 a 900
Vincendos 901 a 1080
Vincendos 1081 a 1260
Vincendos 1261 a 1440
Vincendos acima de 1440
Sub Total
(-) Rendas Apropriar
Sub Total
(-) Provisões
Total
31/12/2012
235.852
2.551.367
533.385
396.283
7.221.505
6.177.296
5.640.122
5.701.635
5.185.419
5.214.484
5.278.797
5.033.182
5.595.285
4.608.701
5.194.284
4.325.277
20.050.097
18.410.486
14.705.130
12.280.095
9.611.498
7.727.099
30.597.349
182.274.628
(534.416)
181.740.212
(4.634.999)
177.105.213
31/12/2011
292.740
2.081.488
210.067
154.918
6.179.282
4.770.901
4.450.551
4.330.283
4.808.720
4.244.613
4.517.568
4.026.708
3.825.587
3.805.881
1.525.843
3.945.099
18.708.152
15.279.364
12.586.299
10.647.583
8.542.668
6.851.261
24.961.040
150.746.616
(140.704)
150.605.912
(3.226.157)
147.379.755
c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de
crédito e outros créditos com características de concessão de crédito.
Descrição
Saldo Inicial
Constituições/Reversões no exercício
Total
31/12/2012
(3.226.157)
(1.408.842)
(4.634.999)
31/12/2011
(2.443.291)
(782.866)
(3.226.157)
d) Concentração dos Principais Devedores
Descrição
31/12/2012
Maior Devedor
10 Maiores Devedores
50 Maiores Devedores
4.507.550
33.811.960
70.954.061
% Carteira
Total
2,48%
18,61%
39,03%
31/12/2011
3.382.834
26.293.817
59.217.977
% Carteira
Total
2,30%
17,84%
40,18%
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e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:
Descrição
Saldo Inicial - Janeiro 2012/2011
Valor das Operações Transferidas/Recuperadas no período
Total
7.
31/12/2012
2.295.096
142.256
2.437.352
31/12/2011
1.192.980
1.102.116
2.295.096
Outros Créditos
Valores referentes às importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou
jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente,
conforme demonstrado:
Descrição
Adiantamento e Antecipações Salariais
Adiantamento para Pagamento Nossa Conta
Adiantamento para Imobilização
Cheques a Receber em Trânsito (1)
Títulos e Créditos a Receber (2)
Depósito Aluguel Sede
Devedores Diversos (3)
Total
31/12/2012
6.737
7.157
30.767
126.000
75.671
246.332
31/12/2011
1.962
1.000
137.000
9.160
38.583
33.904
221.609
(1)
Cheques bloqueados de transações de cooperados os quais não foram
processados no dia mesmo dia útil da contabilização.
(2)
Valor a receber de negociação referente à venda de terreno recebido como
dação de pagamento, o qual está sendo amortizado mensalmente.
(3)
Devedores Diversos referem se à valores de cobrança pagas em duplicidade e
títulos não identificados além de contestação de pagamento de cartão de
crédito.
8.
Outros Créditos – Depósitos Judiciais
Descrição
Depósitos Judiciais
Total
31/12/2012
955.220
955.220
31/12/2011
917.534
917.534
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Depósitos judiciais referentes a questões do PIS e COFINS as quais estão sendo
discutidas judicialmente, os mesmos estão sendo atualizados mensalmente pela
taxa SELIC.
9.
Outros Valores e Bens
Em Outros Valores e Bens estão registrados os valores referentes a aplicações de
recursos, não estando sujeitos à depreciação e despesas antecipadas cujos
benefícios ocorrerão em exercícios futuros.
Descrição
Imóveis (1)
Despesas a Apropriar
Despesas com seguros a apropriar
Aluguéis (2)
Outras Despesas Antecipadas
Aparelho Claro
Total
31/12/2012
55.000
14.891
63.500
22.508
155.899
31/12/2011
55.000
29.001
15.122
15.000
2.220
116.343
(1)
Imóvel recebido como dação de pagamento, o qual está em processo judicial
para liberação do bem.
(2)
Pagamento de aluguel antecipado junto a Uniodonto e Unimed para instalação
de PAC.
10.
Investimentos
O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de
sobras efetuadas pela Unicred Central SP, conforme demonstrado:
Descrição
UNICRED CENTRAL SP
TOTAL
11.
31/12/2012
5.465.956
5.465.956
31/12/2011
3.150.251
3.150.251
Imobilizado de Uso
Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos depreciação e
amortização acumulada. As depreciações e amortizações são calculadas pelo
método linear, com base nas taxas abaixo:
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Descrição
Taxa de
Depreciação
31/12/2012 31/12/2011
Imobilizações em Curso
0%
114.797
-
Instalações
10%
59.226
35.596
Móveis e Equipamentos
10%
329.775
320.266
Sistema de Processamento de Dados – Equipamentos
20%
423.669
443.736
Sistema de Processamento de Dados – Programas
20%
196.551
194.405
Sistemas de Comunicação
10%
44.456
45.375
Sistemas de Segurança
10%
54.751
51.663
Sistema de Transportes
20%
121.463
49.297
TOTAL
1.344.688 1.140.338
(-) Depreciação Acumulada
TOTAL
12.
(858.559)
(817.118)
486.130
323.220
Diferido
Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos amortização
acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base em taxas
determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Descrição
Benfeitorias
Instalação e Adaptação / Outros gastos diferidos
TOTAL
(-) Amortização Acumulada
TOTAL
13.
Taxa de
Amortização
31/12/201 31/12/20
2
11
10%
10%
296.839
293.500
16.972
20.311
313.811
313.811
(308.763) (302.758)
5.048
11.053
Depósitos
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem os
encargos financeiros contratados.
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Descrição
Maior Depositante
10 Maiores Depositantes
50 Maiores Depositantes
a)
31/12/2012
24.441.120
86.185.778
132.643.637
% Carteira
Total
11,08%
39,09%
58,83%
31/12/2011
14.572.459
66.040.689
104.452.404
% Carteira
Total
8,05%
36,50%
57,73%
Composição das operações segregadas por tipo de depósito e clientes
Descrição
31/12/2012
31/12/2011
139.538.200
118.609.421
Depósito à Vista
22.701.899
14.883.021
Depósito a Prazo
116.836.301
103.726.400
132.477.420
106.065.486
Depósito à Vista
23.844.716
28.863.398
Depósito a Prazo
108.632.703
77.202.088
272.015.619
224.674.907
Pessoa Física
Pessoa Jurídica
Total
Os depósitos, até o limite de R$ 70.000,00, por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo
Fundo Garantidor de Depósitos (FGD), o qual é uma reserva financeira constituída
pelas cooperativas filiadas a Unicred Central SP que aderiram ao respectivo fundo.
14.
Obrigações Sociais e Estatutárias
Descrição
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social.
FATES - Atos com Não Associados
Cotas de Capital a Pagar
Total
31/12/2012
691.986
198.215
323.951
1.214.152
31/12/2011
616.176
67.555
310.756
994.487
O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos
cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, e é constituído pelo
resultado dos atos não-cooperativos e 5% das sobras líquidas do exercício,
conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de
passivo segue determinação do plano de contas do Banco Central do Brasil,
denominado COSIF.
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15.
Outras Obrigações – Fiscais e Previdenciárias
Descrição
Impostos e Contr. a Recolher s/Serviços de Terceiros
Impostos e Contribuições sobre Salários
(1)
Impostos e Contribuições a Recolher (2)
Impostos e Contribuições a Recolher s/ Lucro
Total
31/12/2012
31/12/2011
6.086
2.984
124.981
101.556
37.118
56.351
3.423
13.517
171.608
174.408
(1)
Referem se a Impostos apurados na folha de pagamento da data-base
dezembro de 2012 e sobre o 13° salário os quais são pagos em janeiro de 2013.
(2)
Imposto de renda e IOF sobre aplicações financeiras referentes ao 3° decêndio
de dezembro de 2012.
16.
Outras Obrigações - Diversas
Descrição
Provisão para Despesa com Pessoal
Credores Diversos (1)
Total
(1)
31/12/2012
31/12/2011
223.320
1.696.358
1.919.678
192.016
873.390
1.065.406
Refere-se a valores de fornecedores a pagar, valores de cheques administrativos
de cooperados não compensados, e movimentação bancária em processo de
regularização.
17.
Outras Obrigações Diversas - Provisões para Riscos Tributários
Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em
determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a Cooperativa é parte
envolvida, foram constituídas as seguintes provisões:
Descrição
Processo Judicial
PIS e COFINS
Total
31/12/2012
8.900
946.321
955.220
31/12/2011
8.250
906.248
914.498
A Secretaria da Receita Federal vem manifestando que determinadas receitas
financeiras obtidas pelas cooperativas de crédito, se caracterizam como atos não
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cooperativos e, assim, exigindo a apuração e os recolhimentos dos correspondentes
tributos e contribuições, materializados nos autos de infração.
A Cooperativa questiona administrativamente e judicialmente os autos emitidos entre
2000 e 2006 questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes
de atos cooperativos na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente
registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de 2000 a 2006.
Também, para garantir o andamento dos processos, efetuou depósitos judiciais
classificados em outros créditos, nos montantes de R$ 946.321, demonstrado na
nota nº 8.
Os autos estão assim resumidos:
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Unicred Campinas X União Federal
COFINS - Lei - n° 9718/98
Favorável
Unicred Campinas X INSS
Previdenciária sobre Cédula de Presença
Possível
Unicred Campinas X União Federal
PIS/COFINS - Ato Cooperativa
Possível
Unicred Regional Sul X União Federal
PIS/COFINS - Ato Cooperativa
Possível
Unicred Campinas X União Federal
COFINS
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
PIS
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
CSLL
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
COFINS
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
COFINS
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
IRPJ - Juros ao capital
Favorável
Unicred Campinas X União Federal
IRPJ - Aplicação Financeira
Possível
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18.
Instrumentos Financeiros
A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS
PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE DE CAMPINAS E
REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS opera com aplicações interfinanceiras de
liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo,
empréstimos e repasses.
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço
patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme
critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.
19.
Patrimônio Líquido
a) Capital Social
O Capital Social é representado por cotas no valor nominal de R$ 1,00 cada.
Descrição
Capital
Número de Associados
31/12/2012
31/12/2011
33.529.103
26.686.404
4.280
3.965
b) Destinações Legais
A Reserva Legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas
atividades;
O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é destinado a
atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares
e empregados da cooperativa; e
Os resultados decorrentes de atos não cooperativos, quando positivo são destinados
ao FATES, não podendo ser objeto de rateio entre os cooperados. Quando negativo
deve ser levado a Reserva Legal e se insuficiente sua cobertura, será rateado entre
os associados.
Conforme previsto no Estatuto Social, as sobras do exercício, deduzidas das
parcelas destinadas a reserva legal e ao FATES, serão restituídas aos cooperados
na proporção de suas operações, salvo deliberação contrária da Assembléia Geral
Ordinária.
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20.
Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e
responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e
membros próximos da família de tais pessoas.
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da
Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global
das operações da Cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações
financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das
limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de
contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias
hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
a)
Montante das operações ativas e passivas do exercício de 2012:
MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS
% em relação à carteira total
R$ 1.620.284
0,9%
MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS
% em relação à carteira total
R$ 7.431.550
3,84%
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21.
Cobertura de Seguros
Em 31 de dezembro de 2012, os seguros contratados são considerados suficientes
pela Administração para cobrir eventuais sinistros relacionados à garantia de valores
e veículos de propriedade da cooperativa.
Campinas – SP, 31 de dezembro de 2012.
PEDRO ANTUNES
NEGRÃO
FREDERICO KOLAR DE
MARCO
DIRETOR PRESIDENTE
DIRETOR FINANCEIRO
EDMIR DEBERALDINI
NILSO CANDIDO DE CARVALHO
DIRETOR ADMINISTRATIVO
CONTADOR CRC n.º
1SP146712/O-8
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