Método dos Elementos Finitos
2014/15
(www2.dec.fct.unl.pt/seccoes/S_Estruturas/Elementos_finitos)
Corneliu Cismaşiu
Departamento de Engenharia Civil
Faculdade de Ciências e Tecnologia
Universidade Nova de Lisboa
[email protected]
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
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Método dos Elementos Finitos 2014/15
Programa
Apresentação
Introdução: Mecânica computacional; Métodos de
discretização; MEF; Problemas físicos/Modelos Matemáticos
Introdução ao MEF: Modelos matemáticos discretos;
Modelos matemáticos contínuos: Formulação diferencial,
Formulação em resíduos ponderados, Diferenças finitas
Método dos Elementos Finitos: Sistema governativo;
Método dos deslocamentos; Tipos de elementos finitos:
elemento de barra, elemento plano; Uso de programas de
elementos finitos (GiD + Calsef); Erros na análise;
Convergência da solução
Aplicações: Barras, estado plano de tensão, lajes
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Método dos Elementos Finitos 2014/15
Bibliografia
[1] K. J. Bathe. Finite element procedures. Prentice-Hall, 1996.
(COTA: TA347.BAT)
[2] O. C. Zienkiewicz and R. L. Taylor and J. Z. Zhu. The finite element method. Volume 1: Its
Basis and Fundamentals. Butterworth-Heinemann, 2005.
(COTA: TA640.2.ZIE)
[3] J. N. Reddy. An Introduction to the Finite Element Method. McGraw Hill, 1993.
(COTA: TA347.RED)
[4] A. F. M. Azevedo. Método dos elementos finitos. FEUP, 2003.
(http://www.alvaroazevedo.com/publications/books/Livro_MEF_AA_1ed)
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Método dos Elementos Finitos 2014/15
Avaliação de Conhecimentos - contínua sem exame ou trabalho final
Haverão ao longo do período lectivo trabalhos de grupo (2 elementos) aos quais será atribuída
classificação. Ao fim do semestre, os alunos serão convocados para realizar uma prova oral em
que terão de defender estes trabalhos, ao fim de obter a sua classificação final.
É ainda exigido que o número de faltas não justificadas às aulas não exceda um terço do número
total de aulas leccionadas à respectiva turma. O não cumprimento desta condição implica a
reprovação na disciplina.
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Método dos Elementos Finitos 2014/15
Estrutura dos trabalhos
Deve seguir a estrutura de uma artigo científico: Título; Autor(es); Resumo; Palavras-chave;
Conteúdo (introdução, desenvolvimento e conclusão); Referências bibliográficas.
Assim NÃO!
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Método dos Elementos Finitos 2014/15
Programa de cálculo automático
CompassFEM-8.0.2R1
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Introdução – Áreas da Mecânica
Mecânica teórica - Estuda as Leis Fundamentais e os Princípios da
Mecânica
Mecânica aplicada - Transfere o conhecimento teórico à construção de
modelos matemáticos de fenómenos físicos da área de ciência
e da engenharia
Mecânica computacional - Resolve problemas específicos através da
simulação utilizando métodos numéricos implementados em
computadores digitais
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Introdução – Áreas da Mecânica
Mecânica computacional - procura soluções a dados problemas
Mecânica aplicada - procura os problemas que admitem dadas soluções
Mecânica teórica - prova a existência de problemas e soluções
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Áreas da Mecânica – Mecânica computacional
Nano-mecânica e Micro-mecânica - Fenómenos a escala molecular e
atómica - concepção de novos materiais e de
micro-dispositivos
Mecânica dos meios contínuos - Estudo de corpos a escala macroscópica
utilizando modelos contínuos em que a micro-estrutura está
homogeneizada
Mecânica dos sólidos e das estruturas
Mecânica dos fluidos
Mecânica dos sistemas multi-fásicos
Sistemas funcionais - Estudo de mecanismos estruturais, mecânicos,
bio-mecânicos, etc.
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Mecânica computacional – Métodos de
discretização
Converter um modelo matemático contínuo num modelo discreto com um
número limitado de graus de liberdade.
Método dos Elementos Finitos (Finite Element Method)
Método dos Elementos de Fronteira (Boundary Element Method)
Método das Diferenças Finitas (Finite Difference Method)
Método dos Volumes Finitos (Finite Volume Method)
Método Espectral (Spectral Method)
Método sem Malha (Mesh-Free Method)
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Métodos de discretização – Método dos
Elementos Finitos
Formulação do MEF
Deslocamentos
Esforços
Mista - u e σ no domínio, σ ou u na fronteira
Híbrida - u ou σ no domínio, σ ou u na fronteira
Solução do MEF
Rigidez
Flexibilidade
Mista
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Métodos de discretização – Método dos
Elementos Finitos
Obter a solução de um problema de engenharia utilizando o MEF significa
essencialmente construir e resolver um sistema governativo de equações
algébricas.
Desenvolvimento dos computadores digitais
⇓
MEF eficiente e confiável
⇓
Grande desenvolvimento do MEF para aplicações práticas de engenharia
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Método dos Elementos Finitos – História
Origem do MEF - três grupos de investigação nas áreas de:
Matemática Aplicada - R. Courant (1952, 1953)
Física - J. L. Synge (1957)
Engenharia - J. H. Argyris e S. Kelsey (1954, 1955)
Contribuições muito significativas na área de engenharia - J. H. Argyris, S. Kelsey, M. J. Turner,
R. W. Clough, H. C. Martin, L. J. Topp, O. C. Zienkiewicz, Y. K. Cheung.
Clough, R. W. “The Finite Element Method in Plane Stress Analysis”, Proceedings, Second ASCE
Conference on Electronic Computation, Pittsburg, PA, pp. 345-378, Sept. 1960.
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Análise por Elementos Finitos
Alteração do problema
físico
Problema físico
Aperfeiçoamento da concepção
Optimização estrutural
Modelo matemático
Governado por equações diferenciais
Premissas sobre:
geometria
cinemática
lei do material
carregamento
condições de fronteira
etc.
Solução em Elementos Finitos
Escolha:
tipo de elementos finitos
densidade da malha
parâmetros da solução
Representação:
carregamento
condiçães de fronteira
Avaliação da precisao
da solução em
elementos finitos do
modelo matemático
Refinamento da malha,
parâmetros da solução, etc.
Aperfeiçoamento
do modelo matemático
Interpretaçao dos resultados
Refinamento da análise
Solução em Elementos Finitos do Modelo Matemático
A análise por elementos finitos resolve o modelo matemático.
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Modelos matemáticos
Propriedades do modelo matemático:
Eficácia - permite a obtenção da solução com a precisão desejada a
um custo mínimo
Confiabilidade - produz uma solução que se sabe ser contida dentro de
uma margem de erro escolhida a priori
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Problemas físicos/Modelos matemáticos
Problema físico
2 cm
8 cm
2 cm
111
000
000
111
000
111
000
111
000
111
000
111
pinos Φ 2 cm
10 cm
E = 2 × 107 N/cm2
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4 cm
2 cm
6 cm
4 cm
1000 N
28 cm
ν = 0.3 t = 0.4 cm
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Problemas físicos/Modelos matemáticos
Modelo matemático - Teoria de viga
F
F = 1000 N
5
L = 28 cm A∗ = A
6
h = 6 cm t = 0.4 cm
h
L
Mmáx = F × L = 28000 Ncm
δmáx =
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FL
FL3
+
≃ 0.053 cm
3EI
GA∗
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Problemas físicos/Modelos matemáticos
Modelo matemático - Estado plano de tensão
Mmáx = 29448 Ncm
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δmáx = 0.070 cm
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Problemas físicos/Modelos matemáticos
Mestado plano tensão − Mviga × 100 ≃ 5%
M
estado plano tensão
δestado plano tensão − δviga × 100 ≃ 24%
δestado plano tensão
O modelo matemático viga é confiável para uma predição do momento flector
máximo com um erro não superior a 5% e do deslocamento máximo com
uma precisão de apenas 25% quando comparados com a solução obtida numa
análise elástica linear em estado plano de tensão. Também é eficiente, tendo
em conta o esforço computacional necessário.
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Problemas físicos/Modelos matemáticos
Modelo matemático - Estado plano de tensão
Deformada e o campo das tensões tangencias
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Análise por Elementos Finitos
- A escolha do modelo matemático deve ser em concordância com a solução que
será prevista.
- O modelo matemático mais eficiente é o que fornece uma resposta confiável com
o mínimo esforço computacional.
- Uma solução em elementos finitos pode resolver com a precisão desejada apenas
o modelo matemático escolhido, podendo prever apenas os fenómeno contidos no
modelo.
- A confiabilidade do modelo matemático tem a ver com a avaliação da precisão
da solução quando comparada com a solução obtida com um modelo matemático
muito mais complexo.
Na prática → refinamento (p ou/e h) e experiência em engenharia
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Desastres de Engenharia provocados por erros
computacionais
Atenção! Os erros computacionais em situações da vida real podem sair
muito caro. . .
“On February 25, 1991, during the Gulf War, an American
Patriot Missile battery in Dharan, Saudi Arabia, failed to
track and intercept an incoming Iraqi Scud missile. The Scud
struck an American Army barracks, killing 28 soldiers and
injuring around 100 other people.The Patriot Missile failure,
is ultimately attributable to poor handling of rounding errors.”
Excerpted from the report of the General Accounting office GAO/IMTEC-92-26
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Desastres de Engenharia provocados por erros
computacionais
“The explosion of the Ariane 5 rocket just after lift-off on its maiden voyage off French Guiana,
on June 4, 1996, was ultimately the consequence of simple overflow.”
Excerpted from the report of the Inquiry Board ARIANE 5. Flight 501 Failure
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Desastres de Engenharia provocados por erros
computacionais
“The sinking of the Sleipner A offshore platform in Grandsfjorden near Stavanger, Norway, on
August 23, 1991, resulted in a loss of about 700 million dollars. The post accident investigation
traced the error to inacurrate finite element approximation using the popular finite element
program NASTRAN.”
Excerpted from SINTEF, Civil and Environmental Engineering
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Introdução ao MEF
Análise de um problema de engenharia:
Idealização do problema
Formulação do modelo matemático
Modelos discretos com massa concentrada
Modelos contínuos
Resolução do modelo matemático
Interpretação dos resultados
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Introdução ao MEF – Modelos matemáticos
discretos
O problema pode ser descrito com a precisão desejada por intermédio de um
número finito (pequeno) de variáveis.
Idealização do problema
Equilíbrio dos elementos
Assemblagem dos elementos
Cálculo da resposta
Tipo de problemas: estacionários, de propagação, valores e vectores próprios.
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Modelos matemáticos discretos – Problemas
estacionários
Sistema de molas elásticas - solicitação estática
R1
R3
k4
k3
k1
R2
k5
k2
u1
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u2
u3
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Modelos matemáticos discretos – Problemas
estacionários
Equações de equilíbrio dos elementos
k1
(2)
(1)
k2
F1
F1
u1
u1

k1
0
0
0
0
0

  
0  u1   F1(1) 
0  u2 =
0
  

u3
0
0
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
k2
 −k2
0
−k2
k2
0
(2)
F2
u2
   (2) 
0  u1  
 F1 

0  u2 = F (2)
  
 20 

u3
0
28 / 183
Modelos matemáticos discretos – Problemas
estacionários
Equações de equilíbrio dos elementos
(3)
k3
F1
u1

k3
 −k3
0
−k3
k3
0
(3)
k4
F1
u1
u2
   (3) 
0  u1  
 F1 

0  u2 = F (3)
  
 20 

u3
0
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(4)
F2

k4
 0
−k4
0
0
0
(4)
F3
u3
   (4) 
−k4  u1  
 F1 

0
0  u2 =
  
 F (4) 

u3
k4
3
29 / 183
Modelos matemáticos discretos – Problemas
estacionários
Equações de equilíbrio dos elementos
(5)
F2
k5
u2

0
0
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
k5
−k5
(5)
F3
u3

  
0
 0 

 u1  
(5)
−k5  u2 = F2
  
 F (5) 

u3
k5
3
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Modelos matemáticos discretos – Problemas
estacionários
Assemblagem dos elementos
 (1)
(2)
(3)
(4)

 F1 + F1 + F1 + F1 = R 1
(2)
(3)
(5)
F2 + F2 + F2 = R 2

 (4)
(5)
F3 + F3 = R 3

 


k1 + k2 + k3 + k4
−(k2 + k3 )
−k4
 u1   R1 

R2
u2
−(k2 + k4 )
k2 + k3 + k5
−k5 
=

 

R3
u3
−k4
−k5
k4 + k5
Ku=R
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Modelos matemáticos discretos – Problemas de
propagação
Sistema de molas elásticas - solicitação dinâmica
R 1(t)
R 2(t)
k3
k1
R 3(t)
k4
k5
k2
m1
m2
u1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
m3
u2
u3
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Modelos matemáticos discretos – Problemas de
propagação
Assemblagem dos elementos
Condições iniciais:
 (1)
(2)
(3)
(4)

 F1 + F1 + F1 + F1 = R1 (t) − m1 ü1
(2)
(3)
(5)
F2 + F2 + F2 = R2 (t) − m2 ü2

 (4)
(5)
F3 + F3 = R3 (t) − m3 ü3


m1
0
0
m2
0 
M ü + K u = R(t)
onde M =  0
0
0
m3
u(t = 0) = u 0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
u̇(t = 0) = u̇ 0
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Modelos matemáticos discretos – Problemas de
valores e vectores próprios
Sistema de molas elásticas - vibrações livres
k4
k3
k1
k5
k2
m1
m2
u1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
m3
u2
u3
34 / 183
Modelos matemáticos discretos – Problemas de
valores e vectores próprios
u = Φ sin(ωt − ψ)
M ü + K u = 0
−ω 2 MΦ sin(ωt − ψ) + K Φ sin(ωt − ψ) = 0
K Φ = ω2M Φ
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Modelos matemáticos discretos
Exemplos de análises utilizando o “método dos elementos aplicados” (Applied
Element Method)
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Natureza das soluções
Sistema discreto e condições de carregamento
2F
F
k r = kL
2
m
k r = kL
m/2
2
1
barra rígida
A
2
B
L
P
barra rígida C
k
L
F
F = sin
P
πt
Td
t
t
Td
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
37 / 183
Natureza das soluções
2F
mu1
2
2
kL α
cos α ≃ cos β ≃ 1
X
X
kL β
P
2
β
u1
α
sin α ≃ α ≃
MA = Pu2 + ku2 2L +
F
kL β
dt.
MB
= P(u2 − u1 ) + ku2 L +
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
mu2
2
u1
L
sin β ≃ β ≃
ku 2
u2
u2 − u1
L
u2 − u1
mü2
L − FL + kL2
=0
2
L
u1
mü2
2L − F 2L − 2FL + mü1 L + kL2
=0
2
L
38 / 183
Natureza das soluções



m
0
 2P


5k
+
0  ü1  
L


+
m 
  P
ü2
− 2k +
2
L
P 
 

− 2k +
 u1   2F 
L 

=

2P   u2   F 
2k +
L
M ü + K u = F
Frequência próprias do sistema
(K − ω 2 M)u = 0
ω1,2
⇒
v
s
r u
P
P
P2
ku
33
t9
+2
∓
+8
+2 2 2
=
m 2
kL
4
kL
k L
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
T1,2 =
2π
ω1,2
39 / 183
Natureza das soluções
Frequências próprias do sistema
7
ω1
1/2
6
(k/m)
5
ω2
1/2
(k/m)
4
3
2
1
P/(kL)
0
−2
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
2
4
6
8
10
40 / 183
Natureza das soluções
Análise estática vs. Análise dinâmica
1.4
u 2, análise estática
1.2
1.0
u 2, análise dinâmica
m=1
k=1
L=1
P=1
0.8
0.6
u 1, análise dinâmica
0.4
u1, análise estática
0.2
0.0
−0.2
0.0
Td = 4 T1
0.2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0.4
t/Td
0.6
0.8
1.0
41 / 183
Natureza das soluções
Análise estática vs. Análise dinâmica
2.0
1.8
1.6
m=1
k=1
L=1
P=1
u 2, análise dinâmica
1.4
1.2
u 2, análise estática
1.0
u 1, análise dinâmica
0.8
0.6
0.4
u1, análise estática
0.2
0.0
0.0
Td = (T1 + T2 )/2
0.2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0.4
0.6
t/Td
0.8
1.0
42 / 183
Natureza das soluções
Análise estática vs. Análise dinâmica
1.2
m=1
k=1
L=1
P=1
1.0
u 2, análise estática
0.8
0.6
0.4
u1, análise estática
u 2, análise dinâmica
u 1, análise dinâmica
0.2
Td = T2/4
0.0
0.0
0.2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
t/Td
0.4
0.6
0.8
1.0
43 / 183
Natureza das soluções
Analisando as frequências próprias do sistema,
ω1,2 =
r
v
s
u
ku
33
P
P
P2
t9
+2
∓
+8
+2 2 2
m 2
kL
4
kL
k L
observa-se que
ω1 = 0
⇒
Pcr = −2kL
o sistema torna-se instável
É importante:
Verificar se o sistema pode tornar-se instável
Decidir se a análise deverá ser estática ou dinâmica, linear ou não-linear
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
44 / 183
Introdução ao MEF
Modelos matemáticos contínuos
O problema pode ser descrito por intermédio de um conjunto de equações
diferenciais que são válidas no domínio dos elementos.
Juntam-se as condições de fronteira e as condições iniciais (para análise
dinâmica).
Formulação diferencial
Formulação variacional
Formulações em resíduos ponderados
Diferenças finitas
MEF
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
45 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial
Procura-se a solução analítica de uma equação diferencial de tipo:
A(x, y )
∂2u
∂u ∂u
∂2u
∂2u
+
2B(x,
y
)
+
C
(x,
y
)
=
φ
x,
y
,
u,
,
∂x 2
∂x∂y
∂y 2
∂x ∂y
sujeita a determinadas condições

 <0
2
=0
B − AC

>0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
de fronteira e condições iniciais.
...
...
...
eq. diferencial elíptica (Eq. Laplace)
eq. diferencial parabólica (Eq. do calor)
eq. diferencial hiperbólica (Eq. das ondas)
46 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
d
dx
du
EA
dx
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
=0
80 cm
u|x=0 = 0
du =R
EA dx x=L
47 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
y
80 cm
100 cm
Para 0 ≤ x ≤ 100 :
E
d2 u
=0
dx 2
u(0) =
⇒
u(x) =
C0
=0
E
⇒
u(x) =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
C
C0 + C1 x
E
C0 = 0
C1 x
E
48 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
A
u, x
B
C
y
80 cm
100 cm
Para 100 ≤ x ≤ 180 :
d
E
dx
"
x − 100
1+
40
2
du
dx
x − 100 2 du E 1+
40
dx MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
#
=0
=
x=180
⇒
u(x) = −
C2
= 100
1600
⇒
C2
C3
+
E (x − 60)
E
C2 = 160000
49 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
100 cm
C
y
80 cm
O deslocamento e a extensão devem ser contínuos no x = 100 :


u|x=100




du 


dx x=100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
4000
C3
100C1
=−
+
E
E
E
⇒
⇒
100
C1
=
E
E
⇒
C1 = 100
C3 = 14000
50 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação diferencial

100x





 E
u(x) =
14000
160000


−


E
E
(x − 60)



100




du
160000
=
σ(x) = E

dx

 (x − 60)2

MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
...
0 ≤ x ≤ 100
...
100 ≤ x ≤ 180
...
0 ≤ x ≤ 100
...
100 ≤ x ≤ 180
51 / 183
Formulação diferencial
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
120
100
80 cm
1.0
u(x)
Factor de escala:
100
E
E
0.8
du(x)
dx
Factor de escala: 100
80
0.6
60
0.4
40
0.2
20
x
x
25
50
75
100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
125
150
175
25
50
75
100
125
150
175
52 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação em resíduos ponderados
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
d
dx
EA
du
dx
=0
80 cm
u|x=0 = 0
u=
n
X
ai fi
EA
du =R
dx x=L
i =1
fi - funções de forma linearmente independentes
ai - pesos a ser determinados
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
53 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação em resíduos ponderados
Define-se o resíduo
d
Ξ=
dx
Solução exacta ⇒
"
d
EA
dx
n
X
i =1
ai fi
!#
Ξ=0
Resíduos ponderados - determinar ai de tal modo que Ξ → 0
Método Galerkin
Z
fi Ξ dD = 0;
i = 1, 2, . . . , n
D
Método dos mínimos quadrados
Z
∂
Ξ2 dD = 0;
∂ai D
i = 1, 2, . . . , n
Método da colocação
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
54 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação em resíduos ponderados
Seja
u(x) = a1 x + a2 x 2
⇒
f1 = x e f2 = x 2
Utilizando o método do Galerkin,
Z
L
0
fi
d
dx
EA
du
dx
dx = 0
Integrando por partes (Teorema da Divergência),
F (x) = u(x) · v (x)
Z
b
a
(u ′ v + uv ′ ) dx = [uv ]ba
−
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Z
L
0
EA
⇒
du
dx
dF = (u ′ v + uv ′ ) dx
Z b
Z b
u ′ v dx = −
uv ′ dx + [uv ]ba
a
a
dfi
du L
=0
dx + EA fi
dx
dx 0
55 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Formulação em resíduos ponderados
Z
L
0
EA
du
dx
dfi
dx = Rfi |x=L
dx
i = 1, 2
 Z 100
Z 180
100 × 180
x −100 2


(a
+2a
x)
dx
+
(a1 +2a2 x) dx =
1+

1
2

 0
40
E
100
0





1340
3
115600
180
x −100 2
100 × 1802
(a1 +2a2 x)2x dx =
40
E
100




128.596
18000 




115600  




 a1 =

E
E
 a1
⇒
=







−0.341171
102227200  a2
3240000




 a2 =

3
E
E
Z 100
Z




 (a1 +2a2 x)2x dx +
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1+
56 / 183
Formulação em resíduos ponderados
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
120
100
u(x)
80 cm
solução analítica
1.2
Factor de escala:
100
E
1.0
Galerkin
80
E
du(x)
dx
Factor de escala: 100
0.8
60
0.6
40
0.4
solução analítica
Galerkin
20
0.2
x
25
50
75
100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
125
150
175
x
25
50
75
100
125
150
175
57 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
dw dx i
d2 w dx 2 i
d3 w dx 3 i
d4 w dx 4 i
wi +1 − wi −1
2h
−1
wi +1 − 2wi + wi −1
h2
1
wi +2 − 2wi +1 + 2wi −1 − wi −2
2h3
wi +2 − 4wi +1 + 6wi − 4wi −1 + wi −2
h4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
−1
2
1
−4
1
−2
6
1
−2
1
−4
1
58 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
Operador de Laplace ou Laplaciano
∇2 w =
∇2 w i ,i
∂2w
∂2w
+
∂x 2
∂y 2
−4wi ,j + wi +1,j + wi ,j+1 + wi −1,j + wi ,j−1
h2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1
1
−4
1
1
59 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
Operador biharmónico
∇4 w = ∇2 (∇2 )w =
∂4w
∂4w
∂4w
+
+2 2 2
4
4
∂x
∂y
∂x ∂y
1
∇4 w i ,i
[20wi ,j − 8(wi +1,j + wi −1,j + wi ,j+1 + wi ,j−1 )
1
2
−8
2
−8
20
−8
2
−8
2
1
+2(wi +1,j+1 + wi −1,j+1 + wi −1,j−1 + wi +1,j−1 )
+wi +2,j + wi −2,j + wi ,j+2 + wi ,j−2 ]/h4
1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
60 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
100 cm
h
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
i−1
C
y
80 cm
h
i
i+1
n−1 n n+1
61 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
d
dx
du
EA
=0
dx
⇒
u(0) = 0
E
Ai +1 − Ai −1
2h
u0 = 0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
ui +1 − ui −1
2h
EAn
dA du
d2 u
+A 2
dx dx
dx
du =R
EA
dx x=L
E
+ Ai
=0
ui +1 − 2ui + ui −1
h2
=0
un+1 − un−1
=R
2h
62 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
h = 20 cm
⇒
n=9
⇒
(
A0 . . . A5 = 1
A6 . . . A10 = 1 +
(i −5)∗h
40
2
Para i = 1 . . . 9
(Ai +1 + 4Ai − Ai −1 )ui +1 − 8Ai ui + (−Ai +1 + 4Ai + Ai −1 )ui −1 = 0
Condições de fronteira
u0 = 0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
u10 − u8 =
2Rh
EA9
63 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas

−8
 4











F9 = −
4
−8
4
4
−8
4
56000
3E
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
4
−8
2.75
4
−8
6
5.25
−18
12
12
−32
20
20
−50
72

u1


 u2



 u3



 u4


 u5

 u6





 u7



30

 u8
u9
−72


























0
0
0
0
0
=




0








0






 0



 
F9

























64 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
u=

























24.7475
49.4949
74.2424
98.9899
123.737
136.7
143.182
147.071
149.663
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)













100

E
























du
=

dx











1.23737
1.23737
1.23737
1.23737
0.942761
0.486111
0.259259
0.162037
0.111111













100

E











65 / 183
Diferenças finitas
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
80 cm
1.2
140
u(x)
120
Factor de escala:
E
100
E
1.0
100
80
du(x)
dx
Factor de escala: 100
0.8
solução analítica
diferenças finitas
0.6
60
0.4
solução analítica
40
diferenças finitas
0.2
20
x
25
50
75
100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
125
150
175
25
50
75
100
125
150
175
66 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
/* Exemplo de programação em Maxima (1/3) */
R:100; /* Força aplicada */
E: 1; /* Módulo de elasticidade */
h:20; /* Dimensão da malha */
Np:round(180/h); /* Número de pontos */
/* Inicialização da área da secção nos pontos da malha */
for i:0 thru Np+1 step 1 do
if i*h <= 100 then a[i]:1 else a[i]:(1+(i*h-100)/40)^2;
/* Inicialização da matriz */
for i:1 thru Np step 1 do for j:1 thru Np step 1 do mat[i,j]:=0;
for i:1 thru Np step 1 do mat[i,i]:-8*a[i];
for i:1 thru Np-1 step 1 do mat[i,i+1]:a[i+1]+4*a[i]-a[i-1];
for i:2 thru Np-1 step 1 do mat[i,i-1]:-a[i+1]+4*a[i]+a[i-1];
mat[Np, Np-1]:8*a[Np];
MAT: genmatrix(mat,Np,Np);
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
67 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
/* Exemplo de programação em Maxima (2/3) */
/* Inicialização do rhs */
for i:1 thru Np-1 step 1 do rhs[i]:0;
rhs[Np]:-2*R*h/E/a[Np]*(a[Np+1]+4*a[Np]-a[Np-1]);
RHS: makelist(rhs[i],i,1,Np);
/* Solução em deslocamentos */
load ("lapack"); /* Solução alternativa sem LAPACK */
U:dgesv(MAT,RHS); /* U:first(linsolve_by_lu(MAT,RHS,’floatfield) */
sol[Np+1,1]: 2*100*h/E/a[Np]+U[Np-1][1];
sol[0,1]: 0;
for i:1 thru Np step 1 do sol[i,1] : U[i][1];
/* Solução em extensão */
for i:1 thru Np step 1 do sol[i,2] : (sol[i+1,1]-sol[i-1,1])/2/h;
/* Solução em deslocamentos e extensão */
SOL: genmatrix(sol,Np,2);
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
68 / 183
Modelos matemáticos contínuos
Diferenças finitas
/* Exemplo de programação em Maxima (3/3) */
/* Plotar deslocamentos */
xvals: makelist(i, i, 0, Np);
uvals: makelist(sol[i,1], i, 0, Np);
plot2d([discrete, xvals, uvals], [style, points]);
/* Plotar extensão */
x1vals: makelist(i, i, 1, Np);
duvals: makelist(sol[i,2], i, 1, Np);
plot2d([discrete, x1vals, duvals], [style, points]);
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
69 / 183
Método dos elementos finitos
F
fΓ
uk+1
Γσ
11111
00000
00000
11111
00000
11111
00000
11111
00000
11111
Γu
uk
uk+2
fb
j
elemento finito m
ponto nodal j
Conhecendo a geometria do corpo, as cargas aplicadas, as condições de apoio e a lei do
material,
Detemine os deslocamentos e as respectivas extensões e tensões.
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
70 / 183
Método dos elementos finitos
Z
MEF formulação em deslocamentos – obtida pelo PTV
Z
Z
X
ū T f Γ dΓσ +
ū T f b dV +
ε̄T σ dV =
u¯i T F i
V
V
Γσ
i
Tensões em equilíbrio com as cargas aplicadas
Deformações virtuais correspondentes aos deslocamentos virtuais ū
As tensões σ que equilibram as cargas aplicadas assumam-se conhecidas
As deformações virtuais ε̄ são obtidas derivando o vector dos deslocamentos virtuais ū
Os deslocamentos virtuais ū devem representar um campo continuo, diferenciável.
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
71 / 183
Método dos elementos finitos
Quando a equação do PTV está satisfeita para qualquer deslocamento virtual ū, com as tensões σ
obtidas a partir de um campo de deslocamentos continuo u que satisfaz as condições de fronteira
cinemáticas, ficam automaticamente satisfeitas as equações:
Equilíbrio - a equação do PTV é uma equação de equilíbrio
Compatibilidade - o campo de deslocamentos u é continuo e satisfaz as condições de fronteira
Constitutivas - as tensões σ foram calculadas utilizando as relações constitutivas a partir das
deformações ε que foram obtidas a partir dos deslocamentos u
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
72 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
F
fΓ
Deslocamentos
uk+1
Γσ
11111
00000
00000
11111
00000
11111
00000
11111
Γu
uk
uk+2
u (m) (x, y , z) = H (m) (x, y , z) U
fb
U T = {u1
(m)
H
- matriz
deslocamentos
j
u2
de
...
un }
interpolação
dos
elemento finito m
ponto nodal j
Deformações
ε(m) (x, y , z) = E (m) (x, y , z) U
E (m) - matriz de ligação entre as deformações e os deslocamentos
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
73 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
E (m) = DH (m)
Para o caso 3D, em coordenadas Cartesianas:

∂/∂x
0


0

D=
 ∂/∂y

0
∂/∂z
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
∂/∂y
0
∂/∂x
∂/∂z
0
0
0
∂/∂z
0
∂/∂y
∂/∂x







74 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
Tensões
σ (m) (x, y , z) = k (m) ε(m) (x, y , z)
k (m) - matriz de elasticidade
Para o caso 3D, em coordenadas Cartesianas:
k (m)

1−ν ν
ν
0
0
0
0
0
0
 ν 1−ν ν

E
ν 1−ν 0
0
0
 ν
=

0
0 1 − 2ν 0
0
(1 + ν)(1 − 2ν)  0
 0
0
0
0 1 − 2ν 0
0
0
0
0
0 1 − 2ν
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)







75 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
Z
ε̄T σ dV =
ū T f b dV +
V
V
XZ
m
Z
V (m)
Z
ū T f Γ dΓσ +
Γσ
X
u¯i T F i
i
⇓
ε̄(m)T σ (m) dV (m) =
XZ
m
XZ
m
V (m)
(m)
(m)
Γσ
ū (m)T f Γ(m) dΓσ
+
ū (m)T f b(m) dV (m) +
X
u¯i T F i
i
Para eficiência podem ser utilizados sistemas de coordenadas diferentes para cada elemento finito.
Admitindo ū (m) (x, y , z) = H (m) (x, y , z) Ū
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
ε̄(m) (x, y , z) = E (m) (x, y , z) Ū
76 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
Resulta
Ū
T
XZ
m
V (m)
E (m)T kE (m) dV (m) U = Ū
T
XZ
m
XZ
FB ≡
m
|
V (m)
|
V (m)
(m)
(m)
H (m)T f Γ(m) dΓσ
H (m)T f b(m) dV (m) +
T
+ Ū F
Γσ
E (m)T kE (m) dV (m) - matriz de rigidez global
{z
}
K (m)
XZ
m
XZ
m
Ū
K ≡
T
V (m)
H (m)T f b(m) dV (m) - vector das forças de massa
{z
}
(m)
FB
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
77 / 183
Método dos elementos finitos
Sistema governativo
FΓ ≡
XZ
m
|
(m)
(m)
H (m)T f Γ(m) dΓσ
– vector das forças distribuídas
Γσ
{z
(m)
FΓ
}
F - vector das forças concentradas aplicadas nos nós dos elementos
P ≡ F B + F Γ + F – vector das cargas aplicadas
K U = P – equação de equilíbrio
O sistema governativo obtêm-se
as
condições de fronteira:
de equilíbrio
juntando à equação
K
−e i
P
U
=
λ
−u Γ
−e T
0
i
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
78 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
p
P
EI, EA
2EI, 4EA
L
L
u2
u3
u5
u6
u1
u8
u9
u4
1
u7
2
Dados numéricos:
EI = 103 kNm2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
EA = 0.1EI
L=1m
p = 0.01 kN/m
P = 1 kN
79 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
u6
u3
u2
u5
u1
u4
Análise de Estruturas I – a matriz de rigidez de uma barra bi-encastrada é dada
por:

EA
L

0



0
e
K =
 − EA

L

0

0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
12EI
L3
6EI
L2
6EI
L2
4EI
L
0
− 12EI
3
0
− 6EI
2
L
6EI
L2
L
2EI
L
− EA
L
0
0
EA
L
0
0
0
− 12EI
3
L
− 6EI
L2
0
12EI
L3
− 6EI
L2
0
6EI
L2
2EI
L
0
− 6EI
2
L
4EI
L









80 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
u2
u5
u3
Elemento 1
u6
u1
u4
1

K (1)
EA
L
 0

 0


 − EA
L

= 0

 0

 0

 0
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
12EI
L3
6EI
L2
6EI
L2
4EI
L
0
− 12EI
L3
0
− 6EI
L2
0
0
0
0
0
0
6EI
L2
2EI
L
− EA
L
0
0
EA
L
0
0
0
0
0
0
0
− 12EI
L3
− 6EI
L2
6EI
L2
2EI
L
0
12EI
L3
− 6EI
L2
0
0
0
0
− 6EI
L2
4EI
L
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0















81 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
u5
u6
Elemento 2
u8
u9
u4
u7
2

K
(2)







=






0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
0
4EA
L
0
0
− 4EA
L
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
24EI
L3
12EI
L2
12EI
L2
8EI
L
− 4EA
L
0
0
4EI
L
0
0
0
− 24EI
L3
12EI
L2
0
− 12EI
L2
0
0
0
4EA
L
0
0
0
0
0
0
0
0
− 24EI
L3
− 12EI
L2
0
12EI
L2
4EI
L
24EI
L3
− 12EI
L2
0
− 12EI
L2
8EI
L















82 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
A matriz de rigidez global é dada por
K =
2
X
K (i )
i =1
 EA
L
 0


 0

 EA
− L

K=
 0
 0


 0

 0

0
− EA
L
0
0
− 12EI
3
0
− 6EI
2
0
0
12EI
L3
6EI
L2
6EI
L2
4EI
L
0
− 12EI
3
0
− 6EI
2
5EA
L
0
0
0
0
− 4EA
L
0
0
0
L
6EI
L2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
L
2EI
L
0
0
0
L
L
0
6EI
L2
2EI
L
0
0
36EI
L3
6EI
L2
6EI
L2
12EI
L
0
0
− 24EI
L3
12EI
L2
− 12EI
L2
4EI
L
0
0
0
0
0
0
− 4EA
L
0
0
− 24EI
3
0
− 12EI
2
4EA
L
0
0
L
L
0
24EI
L3
− 12EI
L2
0
0







0 
12EI 

L2 
4EI 

L

0 

12EI
− 2 

L
0
8EI
L
83 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
O vector das forças aplicadas
PT =
0
−P
0
0
−pL/2
−pL2 /12
−pL/2
pL/2
P
pL2 /12
u2
u3
0
u1
1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
u4
u6
pL/2
pL2 /12
u5
u5
u6
p
pL2 /12
u8
u9
u4
u7
2
84 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
As condições de fronteira u Γ
matriz e 1

0
T

e1 = 0
0
(u7 = u8 = u9 = 0) são impostas utilizando a
0 0 0 0
0 0 0 0
0 0 0 0
u ΓT = 0 0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

0 1 0 0
0 0 1 0 
0 0 0 1
0
85 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
Sistema governativo
 EA
0
L

12EI
 0
L3

 0 6EI
2

 EA L
0
- L

12EI
 0 
L3

 0 6EI
L2

 0
0

 0
0


 0
0

 0
0

 0
0
0
0
0
6EI
L2
4EI
L
0
- 6EI
L2
2EI
L
- EA
0
0
L
6EI
0 - 12EI
3
2
L
0
5EA
L
0
0
0
0
- 4EA
L
0
0
0
0
0
0
0
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
- 6EI
2
L
L
2EI
L
0
0
36EI
L3
6EI
L2
6EI
L2
12EI
L
0
0
12EI
- 24EI
3 2
L
12EI
L2
0
0
0
L
4EI
L
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
- 4EA
0
0
L
12EI
0 - 24EI
3
2
L
0
4EA
L
0
0
-1
0
0
L
4EI
- 12EI
2
L
L
0
0
24EI - 12EI
L3
L2
8EI
- 12EI
L
L2
0
-1
0
0
0
-1



000
0 



 

0 0 0


  u1 
-P 








u 



0 
0 0 0


 2






u2 
0 









0 0 0


 u4 



pL









 u5 

2 
0 0 0


2




pL




- 12 
0 0 0  u6
  u7  =  0 





-1 0 0  











- pL
 u8 


2 


0 -1 0 





u
2



9
pL 








 λ7 



12
0 0 -1











0







0 0 0   λ8 




0



λ
9


000
0
000
86 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
U =
λ=

0



4
3


− 3PL
− 7pL


48EI
2EI


2

pL3
5PL

+ 4EI


12EI


0

4
3
pL
− 16EI
− 5PL

12EI


3

pL

3PL2

+

12EI
4EI



0




0


0



0
pL + P





 − pL2 − 2PL 
2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

















⇒
















⇒


0.00000 







−0.00150







0.00125 





0.00000 


−0.00042
U =
[m]




0.00075







0.00000 







0.00000 




0.00000
λ=



0.000 
1.010
 −2.005 
[kN]
[kN]
[kNm]
87 / 183
Método dos elementos finitos
Exemplo - Método dos deslocamentos
1 kN
0.01kN/m
0.42 mm
1.5 mm
2.005 kNm
0.00075 rad
0.00125 rad
1.010 kN
1m
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1m
88 / 183
Método dos elementos finitos
Tipos de elementos finitos
Barras e vigas
Estado plano de tensão/deformação
Estado axissimétrico
Cascas e lajes
Elementos tri-dimensionais
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
89 / 183
Elemento de barra com 2 nós
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
A
u1
B
u2
C
u3
y
100 cm
U T = {u1
80 cm
u2
u3 }
2
9 cm
2
1 cm
u1
x
2
100
u2
u2
1 cm
2
1 cm
x
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
u3
80
90 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
Elemento finito 1
2
1 cm
u2
u1
x
2
k (1) = E
A(1) = 1 cm2
1 cm
100
u (1) (x) = H (1) U
u (1) (0) = u1
u (1) (100) = u2
n
o
x x
H (1) =
1−
0
100
100
1
1
E (1) = DH (1) =
−
0
100
100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
⇒
91 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
K (1) =
K (1)
Z
E (1)T k (1) E (1) dV (1)
V (1)

1 


−



 100 




Z 100 


1
1
=E
−


100
0



 100 







0

1
−1
E 
(1)
−1
1
K
=
100
0
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1
100
0 dx

0
0 
0
92 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
Elemento finito 2
2
9 cm
A(2)
u2
u3
k (2) = E
x 2
cm2
= 1+
40
u (2) (x) = H (2) U
2
1 cm
u (2) (0) = u2
x
u (2) (80) = u3
80
H (2) =
n
0
E (2) = DH (2) =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1−
0
x o
x 80
80
1
1
−
80
80
93 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
K (2) =
K (2)
Z
E (2)T k (2) E (2) dV (2)
V (2)


0 









Z 80 

 1 
1
−
=E
80  0 − 80

0






 1 




80

0
0
13E 
(2)
0
1
K
=
240
0 −1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1
80
1+
x 2
dx
40

0
−1 
1
94 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
A matriz de rigidez global
K =
2
X
i =1
O vector das forças aplicadas
Condições de fronteira
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
K
(i )

2.4
E 
−2.4
=
240
0
−2.4
15.4
−13

0
−13 
13

0 
0
P=


100


u1 = e T
1 U =0
95 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
Sistema governativo

Resulta
E /100
 −E /100


0
−1
K
−e T
1
−E /100
77E /1200
−13E /240
0
u1 = 0
−e 1
0
U
λ
0
−13E /240
13E /240
0
u2 =
10000
E
P
−u Γ

−1

 u1

u2
0 

u3
0 


λ
0
=
u3 =








0
0
=
 100



 
0
154000
13E







λ = −100 . . . a reacção no apoio
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
96 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento de barra com 2 nós
σ (m) = k (m) ε(m) = k (m) E (m) U

0

10000/E
σ (1) = E −1/100 1/100
= 100

154000/(13E )


0


10000/E
σ (2) = E 0 −1/80 1/80
= 23.07


154000/(13E )
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)


0

97 / 183
Elemento de barra com 2 nós
2
2
A = 1 cm
2
A = (1+y/40) cm
2
R = 100 N
u, x
A
B
C
y
100 cm
120
100
80 cm
1.0
u(x)
Factor de escala:
du(x)
dx
100
E
0.8
80
MEF
Factor de escala: 100
0.6
60
solução analítica
MEF
0.4
40
0.2
solução analítica
20
25
50
75
100
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
125
150
x
175
x
25
50
75
100
125
150
175
98 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
u6
3
u3
u4
y
u1
u5
1
u2
x
u=
u(x, y )
v (x, y )
2
=HU
U T = { u1 u2 u3 u4 u5 u6 }
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
99 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
u(x, y )
u(x, y ) = α1 + α2 x + α3 y
⇒u=
= Φα
v (x, y )
v (x, y ) = β1 + β2 x + β3 y
1 x y 0 0 0
Φ=
0 0 0 1 x y
α T = { α1 α2 α3 β 1 β 2 β 3 }
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
100 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Explicitando para todos os pontos nodais,







1
1
1
0
0
0
x1
x2
x3
0
0
0
y1
y2
y3
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
0
x1
x2
x3
Aα = U
0
0
0
y1
y2
y3
⇒















α1
α2
α3
β1
β2
β3

u1



u


 2
u3
=
 u4





 u5



 
u6







α = A−1 U













Mas
u = Φ α = Φ A−1 U = H U
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
⇒
H = Φ A−1
101 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
P
P
2
5
2
4 cm
1
t = 0.1 cm
3
3
4
1
4
4 cm
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
102 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Elemento 1
u7
u2
2
y
A(1)
u8
1
3
u3




=


1
1
1
0
0
0
Φ(1) =
u6 1
x
0
2
0
0
0
0
0
2
4
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
2
4
1
0
x
0
y
0
0
1
0
x







0
y
. . . u1
. . . u3
. . . u2
. . . u6
. . . u8
. . . u7
u1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
103 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
H (1)

4−x −y

4
=
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
h
i−1
H (1) = Φ(1) A(1)
x
2
0
−x + y
4
0

∂
 ∂x




D= 0



 ∂
∂y
0
4−x −y
4

0



∂ 


∂y 


∂ 
0
x
2

0

−x + y 
4
∂x
104 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
E
(1)
= DH
(1)

−1/4 1/2 −1/4
0
0
0
0
−1/4
=
−1/4
0
1/4
−1/4
Z
E (1)T kE (1) tdA(1)
K (1) =
0
0
1/2

0
1/4 
−1/4
A(1)
Admitindo estado plano de tensão,

1
E
 ν
k=
2
1−ν
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
ν
1
0

0

0
(1 − ν)/2
105 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
K (1) = E (1)T kE (1) t
Z
dA(1)
A(1)
Dados os pontos (xi , yi ), i = 0, . . . , N, com x0 = xN e y0 = yN , a área do polígono plano definido
por estes pontos pode ser calculada (teorema de Green) pela seguinte fórmula:
A=
N−1
1 X
(xi yi +1 − xi +1 yi )
2 i =0
No caso particular de um triângulo de vertices (a, b), (c, d) e (e, f ), a área é dada por:
1
A=
2
1
a
b
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1
c
d
1
e
f
= 1 [(cf − ed) + (eb − af ) + (ad − cb)]
2
106 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Resultando, para ν = 0.25,
K (1)

11/300
 −4/75

 1/60
=E
 1/60
 −1/50
1/300
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
−4/75
8/75
−4/75
−1/75
0
1/75
1/60
−4/75
11/300
−1/300
1/50
−1/60
1/60
−1/75
−1/300
11/300
−1/50
−1/60
−1/50
0
1/50
−1/50
1/25
−1/50

1/300
1/75 

−1/60 

−1/60 
−1/50 
11/300
107 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Elemento 2
u7
u10
u2
u5
5
2
2
u8
3
y
u3
A(2)




=


1
1
1
0
0
0
Φ(2) =
0
2
4
0
0
0
1
0
4
2
4
0
0
0
x
0
0
0
0
1
1
1
y
0
0
0
0
0
2
4
0
1
0
0
0
4
2
4
0
x







. . . u2
. . . u3
. . . u5
. . . u7
. . . u8
. . . u10
0
y
x
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
108 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
H
(2)


=
E
4−y
2
0
−x + y
4
0
(2)
= DH
(2)
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

=
i−1
h
H (2) = Φ(2) A(2)
−4 + x + y
4
0
−1/4
0
1/4
0
0
−1/2
0
−x + y
4
1/4
0
1/4
0
1/4
−1/4

0

−4 + x + y 
4

0
0
−1/2 1/4 
0
1/4
0
4−y
2
109 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
K (2) =
K (2)

11/300
 −1/50

 −1/60
=E
 −1/60
 1/75
1/300
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Z
−1/50
1/25
−1/50
1/50
0
−1/50
A(2)
E (2)T kE (2) tdA(2)
−1/60
−1/50
11/300
−1/300
−1/75
1/60
−1/60
1/50
−1/300
11/300
−4/75
1/60
1/75
0
−1/75
−4/75
8/75
−4/75

1/300
−1/50 

1/60 

1/60 
−4/75 
11/300
110 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Elemento 3
u10
u5
5
u8
3
y
A(3)
3
u3
4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)



=


1
1
1
0
0
0
Φ(3) =
u9
x

2
4
4
0
0
0
1
0
2
0
4
0
0
0
x
0
0
0
0
1
1
1
y
0
0
0
0
2
4
4
0
1
0
0
0
2
0
4
0
x







. . . u3
. . . u4
. . . u5
. . . u8
. . . u9
. . . u10
0
y
u4
111 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
H
(3)


=
E
(3)
4−x
2
0
= DH
x −y
4
0
(3)
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

=
i−1
h
H (3) = Φ(3) A(3)
−4 + x + y
4
0
−1/2
0
0
1/4
0
−1/4
0
4−x
2
1/4
0
1/4

0

−4 + x + y 
4

0
0
−1/4 1/4 
1/4
1/4
0
x −y
4
0
0
−1/2
112 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
K (3) =
K (3)

8/75
−4/75

−4/75
=E
 0
 1/75
−1/75
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Z
A(3)
−4/75
11/300
1/60
1/50
−1/60
−1/300
E (3)T kE (3) tdA(3)
−4/75
1/60
11/300
−1/50
1/300
1/60
0
1/50
−1/50
1/25
−1/50
−1/50
1/75
−1/60
1/300
−1/50
11/300
−1/60

−1/75
−1/300

1/60 

−1/50 
−1/60 
11/300
113 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
Elemento 4
u8
y
3
u6
A(4)
u3
u9
4
u4
1
u1
x
4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)




=


1
1
1
0
0
0
Φ(4) =
0
4
2
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
0
0
4
2
0
0
0
0
0
2
1
0
x
0
y
0
0
1
0
x







0
y
. . . u1
. . . u4
. . . u3
. . . u6
. . . u9
. . . u8
114 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
H
E
(4)
(4)


=
= DH
4−x −y
4
0
(4)
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

=
i−1
h
H (4) = Φ(4) A(4)
x −y
4
0
−1/4
0
−1/4
y
2
0
1/4
0
−1/4
0
4−x −y
4
0
0
1/2
0
−1/4
−1/4
0
x −y
4
0
−1/4
1/4

0
y
2

0
1/2 
0
115 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
K (4) =
K (4)

11/300
 −1/60

 −1/50
=E
 1/60
−1/300
−1/75
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Z
A(4)
−1/60
11/300
−1/50
1/300
−1/60
1/75
E (4)T kE (4) tdA(4)
−1/50
−1/50
1/25
−1/50
1/50
0
1/60
1/300
−1/50
11/300
1/60
−4/75
−1/300
−1/60
1/50
1/60
11/300
−4/75

−1/75
1/75 

0 

−4/75
−4/75
8/75
116 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
A matriz de rigidez global
K =
4
X
K (i ) =
i =1

11
150
1
60
11
- 150
1
- 60







0

E
1
 30

1
 300

 -1
30

 − 1
300
0
1
60
11
150
11
- 150
0
1
- 60
1
- 300
1
- 30
1
30
0
1
300
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
11
- 150
11
- 150
22
75
11
- 150
11
- 150
1
- 30
1
30
0
1
30
1
− 30
1
- 60
0
11
- 150
11
150
1
60
1
300
0
1
30
1
− 30
1
− 300
0
1
- 60
11
- 150
1
60
11
150
0
1
- 300
1
- 30
1
300
1
30
1
30
1
- 300
1
- 30
1
300
0
11
150
1
- 60
11
- 150
1
60
0
1
300
1
- 30
1
30
0
1
- 300
1
- 60
11
150
11
- 150
0
1
60
1
- 30
1
- 300
0
0
1
30
1
- 30
1
300
1
60
1
30
1
30
1
- 30
11
- 150
11
- 150
22
75
11
− 150
11
− 150
0
11
- 150
11
150
1
− 60
0
1
300
1
- 30
1
- 300
1
30
0
1
60
11
- 150
1
− 60
11
150

















117 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
O vector das forças aplicadas
PT =
0
0
0
0
0
0
0
0
0
−P
As condições de fronteira u Γ (u1 = u2 = u6 = u7 = 0) são impostas utilizando a matriz e 1
eT
1

1
 0

=
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
u ΓT =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0

0
0 

0 
0
118 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
O sistema governativo é dado por
K
−e T
1
−e 1
0
U
λ
=
P
−u Γ
resultando
UT =
0
0
75
- 116
- 21725
1392
λT =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
26125
1392
1
−1
0
55
87
- 275
16
0
32
87
- 49925
1392
- 67525
1392
P
E
P
119 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
P
P
0.37P
48.51P/E
P
0.63P
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
120 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
O campo das tensões é dado por
 10P 
- 29 









σ (1)= - 5P
58









55P 
- 16
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
σ (m) = k (m) E (m) U
 65P 

16 








σ (2)= - 3505P
1392









165P 
- 58
 10P 

29 








σ (3)= - 535P
174









25P 
- 16
 65P 
- 16 









σ (4)= - 895P
1392









125P 
- 58
121 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 3 nós
σy
4.063P
−2.518P
−0.345P
−0.086P
0.345P
−3P
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
−2.845P
3.075P
−3.438P
−0.643P
−4.063P
−4P
σxy
σx
−2P
−1P
0
−1.563P
−2.155P
1P
2P
3P
4P
122 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
u8
4
u4
u7
u3
y
u5
3
u6
u1
1
u2
x
u=
2
u(x, y )
v (x, y )
=HU
U T = { u1 u2 u3 u4 u5 u6 u7 u8 }
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
123 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
u(x, y )
u(x, y ) = α1 + α2 x + α3 y + α4 xy
⇒u=
= Φα
v (x, y )
v (x, y ) = β1 + β2 x + β3 y + β4 xy
1 x y xy 0 0 0 0
Φ=
0 0 0 0 1 x y xy
α T = { α1 α2 α3 α4 β 1 β 2 β 3 β 4 }
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
124 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Explicitando para todos os pontos nodais,











1
1
1
1
0
0
0
0
x1
x2
x3
x4
0
0
0
0
y1
y2
y3
y4
0
0
0
0
x1 y1
x2 y2
x3 y3
x4 y4
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
1
0
0
0
0
x1
x2
x3
x4
Aα = U
Mas
0
0
0
0
y1
y2
y3
y4
⇒
0
0
0
0
x1 y1
x2 y2
x3 y3
x4 y4
α = A−1 U
u = Φ α = Φ A−1 U = H U
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)























⇒
α1
α2
α3
α4
β1
β2
β3
β4












u1



u2




u


 3
u4
=

 
 u5



 
 u6





 u7

 

u8





















H = Φ A−1
125 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
P
P
4
4 cm
3
t = 0.1 cm
1
2
4 cm
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
126 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Elemento 1

y
u7
u8
u4
4
u3
3
1
u6
u5
1
x
2
u1
1
1

1

1
A=
0

0
0
0
Φ=
0
4
4
0
0
0
0
0
0
0
4
4
0
0
0
0
0
0
16
0
0
0
0
0
1
0
x
0
y
0
0
0
0
0
1
1
1
1
0
0
0
0
0
4
4
0
0
0
0
0
0
0
4
4
xy
0
0
1
0
x

0 . . . u1
0  . . . u2

0  . . . u3

0  . . . u4

0  . . . u5

0  . . . u6
16 . . . u7
0 . . . u8
0
0
y xy
u2
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
127 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
H = Φ [A]−1
H=
"
y
1- x +
+ xy
4
16
0
x xy
4 16
xy
16
y xy
4 16
0
0
0

∂
 ∂x




D= 0



 ∂
∂y
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
1- x +y + xy
4
0
16
0
x xy
4 16
0
xy
16
0
y xy
4 16
#




∂ 


∂y 


∂ 
∂x
128 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós

E = DH = 
y −4
16
0
x−4
16
4−y
16
0
x
− 16
K =
y
16
0
y
− 16
0
x
16
4−x
16
Z
0
x−4
16
y −4
16
0
x
− 16
4−y
16
0
0
x
16
y
16
4−x
16
y
− 16


E T kE tdA
A
Admitindo estado plano de tensão,

1
E
 ν
k=
2
1−ν
0
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
ν
1
0

0

0
(1 − ν)/2
129 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Admitindo ν = 0.25, resulta, por exemplo, para o elemento K11 da matriz de rigidez,
K11 =
E
10
Z
A
176 − 24x − 64y + 3x 2 + 8y 2
dA
1920
Como neste caso particular o domínio do elemento é rectangular,
K11 =
E
10
Z
4
0
Z
4
0
176 − 24x − 64y + 3x 2 + 8y 2
11E
dx dy =
1920
225
Nos programas de elementos finitos, a integração analítica costuma ser substituída por uma
integração numérica, utilizando o Método de Gauss-Legendre.
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
130 / 183
Elemento plano com 4 nós
Método de Gauss-Legendre
Método de Gauss-Legendre para a integração numérica consiste em aproximar o integral através
de um somatório.
Para o caso uni-dimensional,
Z
1
−1
f (x) dx ≃
n
X
wi f (xi )
i =1
onde xi são as coordenadas dos pontos de integração e wi os pesos associados. A regra de
integração de Gauss de n pontos permite integrar exactamente polinómios de grau inferior ou
igual a 2n − 1.
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
131 / 183
Elemento plano com 4 nós
Método de Gauss-Legendre
n
1
2
3
Pontos de integração e pesos no intervalo [−1, 1]
xi
wi
0.00000 00000 00000
2.00000 00000 00000
±0.57735 02691 89626
1.00000 00000 00000
±0.77459 66692 41483
0.55555 55555 55555
0.00000 00000 00000
0.88888 88888 88888
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
132 / 183
Elemento plano com 4 nós
Método de Gauss-Legendre
Para o caso bi-dimensional,
Z
1
−1
Z
1
−1
f (x, y ) dx dy ≃
n
X
i =1
wi
Z
1
−1
f (xi , y ) dy ≃
n X
m
X
wi wj f (xi , yj )
i =1 j=1
y
y=0.577...
x
y=−0.577...
Integração no domínio quadrilateral (x, y ∈
[−1, 1]) com 2 × 2 pontos, exacta para um
polinómio de grau 3:
1
x
y
x2
xy
y2
x3
x 2y
xy 2
y3
x=−0.577... x=0.577...
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
133 / 183
Elemento plano com 4 nós
Mapeamento isoparamétrico
Quando o domínio de integração não é definido entre -1 e 1 (ou, para o caso 2D, não é rectangular),
é habitual proceder a um mapeamento isoparamétrico.
1D, x ∈ Ω → s ∈ [−1, 1]
Z
f (x) dx =
Ω
Z
1
f [x(s)]J ds
−1
2D, x, y ∈ Ω → s, t ∈ [−1, 1]
Z
f (x, y ) dx dy =
Ω
Z
1
−1
Z
1
f [x(s, t), y (s, t)]J ds dt
−1
onde J (Jacobiano) é o determinanto da matriz da transformação (matriz Jacobiano)
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
134 / 183
Método de Gauss-Legendre
Mapeamento isoparamétrico
y
4 (−1,1)
3
t
3 (1,1)
4
s
Ω
1
2
x
1 (−1,−1)
2 (1,−1)
Funções de forma:
N1 = (1 − s)(1 − t)/4
N2 = (1 + s)(1 − t)/4
N3 = (1 + s)(1 + t)/4
N4 = (1 − s)(1 + t)/4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
135 / 183
Método de Gauss-Legendre
Mapeamento isoparamétrico
As coordenadas x e y podem exprimir-se em função ao s e t,
x=
4
X
Ni xi
i =1
y =
4
X
Ni yi
i =1
A matriz da transformação (matriz Jacobiano) define-se como

∂x
 ∂s

J=
 ∂x
∂t
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)

∂y
∂s 


∂y 
∂t
136 / 183
Mapeamento isoparamétrico
Exemplo 1D
Ω
x1
x
s
x2
−1
1
Funções de forma:
N1 = (1 − s)/2
N2 = (1 + s)/2
Mapeamento isoparamétrico:
x=
2
X
i =1
Jacobiano
Ni xi =
x1 + x2 + s(x2 − x1 )
2
x2 − x1
∂x
=
∂s
2
3
Z 7
Z 1 3 + 7 + s(7 − 3)
7−3
x 3 dx =
ds = 580
2
2
3
−1
J = det(J) =
Por exemplo,
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
137 / 183
Mapeamento isoparamétrico
Exemplo 2D
y
t
3
4
(−1,1)
s
Ω
x
1
Coordenadas dos nós:
(1,1)
(−1,−1)
(1,−1)
2
x1 = 0, y1 = 0
x2 = 1, y2 = 0
x3 = 2, y3 = 2
x4 = 0, y4 = 1
Funções de forma:
N1 = (1 − s)(1 − t)/4
N2 = (1 + s)(1 − t)/4
N3 = (1 + s)(1 + t)/4
N4 = (1 − s)(1 + t)/4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
138 / 183
Mapeamento isoparamétrico
Exemplo 2D
Mapeamento isoparamétrico:
x=
4
X
Ni xi = (1 + s)(3 + t)/4
i =1
y =
4
X
Ni yi = (3 + s)(1 + t)/4
i =1
Matriz Jacobiano:
J = det(J) = det
(3 + t)/4
(1 + s)/4
(1 + t)/4
(3 + s)/4
=
4+s +t
8
Por exemplo,
Z
x 3 dx dy =
Ω
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Z
1
−1
Z
1
−1
(1 + s)(3 + t)
4
3
4+s +t
23
ds dt =
8
10
139 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Regressando,
K11 =
E
10
Z
4
0
Z
4
0
176 − 24x − 64y + 3x 2 + 8y 2
dx dy
1920
Sendo o as coordenadas do domínio de integração,
(0, 0)
(4, 0)
(4, 4)
(0, 4)
do mapeamento isoparamétrico resulta:
x=
4
X
Ni xi = 2(1 + s)
y =
i =1
Ni yi = 2(1 + t)
i =1
J = det
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
4
X
2
0
0
2
=4
140 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Com,
f (x, y ) = (176 − 24x − 64y + 3x 2 + 8y 2 )/1920
Z 4Z 4
Z 1 Z 1
f (x, y )dx dy =
g (s, t) ds dt
0
0
−1
−1
onde
g (s, t) = f [x(s, t), y (s, t)]J
Utilizando a regra de integração de Gauss com 2 × 2 pontos,
I =
com
Z
1
−1
Z
1
−1
g (s, t) ds dt ≃
√
s1,2 = t1,2 = ±1/ 3
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
2 X
2
X
wi wj g (si , ti )
i =1 j=1
e
w1,2 = 1
141 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
Resulta
I =g
−1 −1
√ ,√
3
3
+g
−1 1
√ ,√
3
3
E o termo da matriz de rigidez,
K11 =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
+g
1 −1
√ ,√
3
3
+g
1
1
√ ,√
3
3
=
22
45
11E
E 22
=
10 45
225
142 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
A matriz de rigidez global

K =E
11
225
 −13
 450
 −11
 450
 1
 225
 1
 60
 −1

 300
 −1
60
1
300
−13
450
11
225
1
225
−11
450
1
300
−1
60
−1
300
1
60
1
225
−11
450
−13
450
11
225
−1
300
1
60
1
300
−1
60
−11
450
1
225
11
225
−13
450
−1
60
1
300
1
60
−1
300
1
60
1
300
−1
60
−1
300
11
225
1
225
−11
450
−13
450
−1
300
−1
60
1
300
1
60
1
225
11
225
−13
450
−11
450
−1
60
−1
300
1
60
1
300
−11
450
−13
450
11
225
1
225
1 
300
1 
60 
−1 
300 
−1 
60 
−13 

450 
−11 
450 
1 
225
11
225
O vector das forças aplicadas
PT =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
0
0
0
0
−P
0
143 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
As condições de fronteira u Γ (u1 = u4 = u5 = u8 = 0) são impostas utilizando a matriz e 1
eT
1

1
 0
=
 0
0
0
0
0
0
u ΓT =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0

0
0 

0 
1
144 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
O sistema governativo é dado por
K
−e T
1
−e 1
0
U
λ
=
P
−u Γ
resultando
UT =
0
- 27675
1474
λT =
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
32625
1474
1
0
−1
0
45
67
- 28550
737
22
67
- 38450
737
0
P
E
P
145 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
P
P
0.33P
52.17P/E
P
0.67P
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
146 / 183
Método dos elementos finitos
Elemento plano com 4 nós
O campo das tensões é dado por
σ = kE U
σT =
n
5(−2284+603x−198y )
2948
−15(123+88x−67y )
1474
−15(246+11x−134y )
737
σx
σy
σxy
4
4
4
3
3
3
2
2
2
1
1
1
0
0
0
1
2
3
4
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
o
0
0
1
2
3
4
0
1
2
3
4
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Método dos elementos finitos
Programas de elementos finitos
IFER - Internet Finite Element Resources
Domínio público
Código incluído (Freeware): mais de 70 programas: ADVENTURE
(ADVanced ENgineering analysis Tool for Ultra large REal
world), FELT, OpenSees (Open System for Earthquake
Engineering Simulation), . . .
Código não incluído (Shareware): mais de 30 programas: CADRE, IMAGINE
(Integrated Modelling and Analysis in Geotechnics),
PlastFEM, . . .
Programas comerciais : mais de 120 programas: ABAQUS, Adina, Algor, ANSYS, COSMOS,
DIANA, PLAXIS, SAP2000, . . .
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Método dos elementos finitos
GiD + Calsef
GiD - pré/pós-processador gráfico, incluindo um gerador de malha, que pode ser
utilizado em conjunto com uma grande variedade de programas de análise
numérica.
Definição da geometria
Definição das cargas e das condições de fronteira
Definição dos materiais
Geração da malha
(GiD)
Visualização dos
resultados
(GiD)
Análise
Computacional
(CALSEF)
Calsef - código (elementos finitos) para a análise de sólidos (2D e 3D), lajes e cascas.
International Center for Numerical Methods in Engineering
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
P
ν = 0.25
4 cm
t = 0.1 cm
E =1
P=1
4 cm
Definir o tipo do problema: Estado plano
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Escolher um título para o problema, escolher o estado plano de tensão, não considerar o peso
próprio, etc.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Verificar as propriedades dos materiais e as unidades do problema.
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152 / 183
GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
A janela das coordenadas facilita a introdução dos nós.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir a geometria da estrutura: pontos e linhas.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir a geometria da estrutura : superfícies.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir as condições de fronteira: deslocamentos impostos, apoios elásticos e cargas aplicadas.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir os deslocamentos impostos.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir as cargas aplicadas.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir um novo material com as propriedades desejadas.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Atribuir o material aos elementos geométricos.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Definir o tipo de elementos finitos a utilizar.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Gerar a malha de elementos finitos.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Começar a análise.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Entrar na fase de pós-processamento.
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Campo de deslocamentos
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GiD + Calsef
Exemplo de aplicação
Campo de tensões
σx
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σy
σxy
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Método dos elementos finitos
Fontes de erros na análise
Discretização - Funções de interpolação da geometria e da solução
Integração numérica - Cálculo dos elementos das matrizes utilizando métodos numéricos
de integração
Relações constitutivas - Uso de modelos de material com comportamento não-linear
Solução das eq. de equilíbrio dinâmico - Integração numérica em tempo e/ou
sobreposição modal
Solução do sistema governativo por métodos iterativos - Gauss-Seidel, método dos
gradientes conjugados, Newton-Raphson, . . .
Arredondamentos - Precisão da máquina
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Fontes de erros na análise
Distorção da malha
p
L
δ
a
L
a/L [m]
δ/δ0
0.00
1.000
0.25
0.897
L
0.5
0.749
0.75
0.644
1.00
0.551
Na prática, sendo usadas malhas com número relativamente reduzido de elementos e sendo pouco
habitual fazer estudos extensos sobre a convergência da solução, recomenda-se o uso de malhas
não-distorcidas e/ou de elementos poucos sensíveis a distorção.
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Método dos elementos finitos
Convergência da solução
A convergência da solução numérica implica que, com o refinamento da malha, todas as condições
cinemáticas, estáticas e constitutivas contidas no modelo matemático utilizado ficam satisfeitas.
Quando os elementos finitos são completos (as funções de aproximação dos deslocamentos podem
representar deslocamentos de corpo rígido) e tanto os elementos como a malha são compatíveis
(deslocamentos contínuos) a convergência fica monotónica.
Quando possível, recomenda-se o uso da energia de deformação como grandeza para o estudo da
convergência da solução.
U=
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1
2
Z
V
σ T ε dV = · · · =
1 T
U KU
2
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Método dos elementos finitos
Convergência da solução
A
p
L
6L
Elem.(g.d.l.)
δvA
σxA
σyA
A
σxy
∗
12 (28)
0.288
0.000
-0.859
2.066
46 (76)
0.631
1.802
0.248
1.802
188 (246)
0.874
1.366
0.657
1.366
836 (950)
0.970
1.025
0.977
1.025
352∗ (1550)
1.000
1.000
1.000
1.000
elementos triangulares com 6 nós
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Trabalhos práticos
Trabalho No 1: Barras
Trabalho No 2: Estado plano de tensão
Trabalho No 3: Singularidades
Trabalho No 4: Lajes
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Trabalho No 1: Barras
Considere a bara de homogénea de secção variável representada, sujeita às condições de fronteira
e ao carregamento indicado. Determine os deslocamentos axiais e o esforço normal ao longo da
barra utilizando uma formulação:
diferencial (solução analítica);
em resíduos ponderados (o método de Galerkin);
diferenças finitas;
elementos finitos (elementos de barra com 2 nós).
Compare e comente as soluções obtidas.
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Trabalho No 1: Barras
2
2
2
A = (1+x/50) cm
R = 100 N
u
A
B
x
100 cm
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2
A = (3−y/40) cm
C
y
80 cm
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Trabalho No 2: Estado plano de tensão
Estime os deslocamentos e o estado de tensão dos pontos A, B, C , D, E e F da consola
curta representada sujeita a uma carga concentrada P na extremidade. Considere uma espessura
constante t = 0.1 m, um módulo de elasticidade constante e um coeficiente de Poisson ν = 0.3.
Admite o estado plano de tensão e utilize:
uma malha de elementos finitos triangulares com 3 nós;
uma malha de elementos finitos rectangulares com 4 nós;
Apresente a deformada da estrutura para os dois casos considerados. Compare e comente as
soluções obtidas.
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Trabalho No 2: Estado plano de tensão
P
A
B
C
2m
D
1m
E
3m
F
5m
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3m
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Trabalho No 3: Singularidades
Considere as seguintes placas planas homogéneas, de espessura e módulo de elasticidade
constantes, unitários e coeficiente de Poisson ν = 0.1, sujeitas ao carregamento indicado.
Admitindo o estado plano de tensão, utilize os programas Gid + Calsef para estudar, em cada um
dos casos, a convergência da solução. Apresente as malhas de elementos finitos utilizadas. Em
seguida, analise cada uma das placas utilizando a melhor malha para deteminar:
o estado de tensão no ponto P;
a distribuição de tensões normais e tangenciais ao longo da fronteira estática e cinemática
da placa;
o campo de deslocamentos.
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Trabalho No 3: Singularidades
q=1
Q=1
P
1
0.1
P
0.1
1
0.3
1
1
1
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
1.5
1.5
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Trabalho No 4: Lajes
O comportamento estrutural das lajes depende dos seguintes factores:
- tipo de apoios e cargas (condições de fronteira)
- relação entre os vãos (condiciona a direcção de flexão dominante)
- comportamento mecânico do material
- relação da espessura com o menor dos vãos (condiciona o tipo do modelo de análise)
lajes finas (Kirchhoff) - espessura/vão ≤ 1/5 (1/10), deslocamento
transversal máximo/espessura ≤ 1/5 (1/10)
lajes espessas (Reissner-Mindlin)
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Trabalho No 4: Lajes
Hipóteses simplificativas:
- linearidade física - material com comportamento elástico linear
- linearidade geométrica - pequenos deslocamentos e pequenas deformações
- homogeneidade e isotropia do material
Admita-se ainda que:
- fibras rectas normais ao plano médio da laje permanecem rectas após a deformação
- fibras rectas normais ao plano médio da laje são inextensíveis
- fibras rectas normais ao plano médio da laje permanecem rectas após a deformação e
perpendiculares ao plano médio - Kirchhoff
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Trabalho No 4: Lajes
Laje de Kirchhoff
∇4 w (x, y ) =
q(x, y )
Df
Df =
Eh3
12(1 − ν 2 )
Df - rigidez à flexão do elemento de laje
vy
mxy
my
vx
x
θy (x,y)
mx
x
mxy
w(x,y)
mxy
θx (x,y)
mx
my
y
y
z
Campos de deslocamentos
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vx
mxy
vy
Campos de esforços
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Trabalho No 4: Lajes
Considere a seguinte laje em betão armado, simplesmente apoiada nos pilares e nas paredes
resistentes representadas. Admitindo que o único carregamento é o peso próprio, apresente:
- o campo dos deslocamentos;
- os campos dos esforços (Mx , My , Mxy , Vx , Vy );
- os diagramas de momentos segundo as linhas de corte AA, BB e EE .
Repita a análise admitindo na análise que a secção transversal dos pilares e das paredes é
desprezável. Compare e comente os resultados obtidos nas duas análises.
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Trabalho No 4: Lajes
E
P3
(.60 x .40)
F
P5
(.60 x .40)
C
P10
(.60 x .40)
C
5.00
2.60
.40
3.60
6.00
G
P7
(.60 x .40)
5.00
0.60
D
.40
e=0.22 m
P2
(.40 x .40)
P9
(.40 x .60)
3.00
.40
3.80
1.00
P1
(.40 x .40)
.40
.40
P4
(.40 x .60)
.20
B
.20
B
P6
(.40 x .60)
P8
(.40 x .60)
A
A
D
1.00
E
6.00
F
G
6.00
6.00
1.00
Betão Armado (Unidades: N,m,rad)
Módulo de elasticidade = 3.00E10
MEF 2014/15 (DEC/FCT/UNL)
Poisson = 0.2
Carga = peso específico = 25000
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Anexo: FAQ - Maxima
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Método dos Elementos Finitos - 2014/15 (www2.dec.fct.unl.pt