Inverno 2009 / 2010 www.fidancia.com News N.5 Streetwear Marketing : We are Reversible VideoLinks Exposição : Tag au Grand Palais Evento : Under le Louvre N.5 Na capa : O seu primeiro ano de vida foi o mais duro e violento. Durante esse tempo nada a inspirou. Só teve que aguentar. Os restantes 11 anos da sua vida deunos alegrias. Gravada em ouro para sempre ficou e pela sua nobreza e honra a Fidancia num muro a estampou. A Tonetti fez 12 anos e é a minha melhor companheira. Pintura em capa: membro do equipo Dialogue Fidancia News é uma publicaçáo de Fidancia, S.L., Junho 2009 Impresso em papel ecológico reciclado e tintas Ecopure. Fidancia News tem uma tiragem de 25,000 exemplares e publica-se en seis idiomas : español, inglês, italiano, francês, alemâo e português. Editor : Fidancia, S.L. Caspe, 118, pral 4ª 08013 Barcelona, Spain vat number: ESB60684305 t.+34 93 244 88 86 f.+34 93 244 84 81 [email protected] Coordenação e desenho : Dialogue Fashion Development, S.L. Caspe, 118, pral 4ª 08013 Barcelona, Spain vat number: ESB62914973 t.+34 93 244 8146 f.+34 93 244 8147 [email protected] Impressão : Offset Derra Depósito legal : B-36451-2007 A Fidancia News não assume a responsabilidade das opiniões e comentários de terceiros publicados. Dialogue gostaria de agradecer a Berenice Mondragón, Ivana Blaz, Benjamin Bouaziz y Chiara Mitsuco Leone pela sua colaboraçâo. editorial A sensação que tive ao trabalhar nesta Fidancia News nº 5 é de infinito. As culturas populares multiplicam-se. Alteram-se dependendo do país, das suas cidades, dos seus bairros, vivências, da classe social e do desporto que praticam. Elaborar um estudo profundo e pormenorizado sobre a cultura street e, por conseguinte da streetwear, parece-me um projecto de fim de carreira. A moda, tal e como a entendemos, sempre se alimenta da rua. Podemos observar isto na evolução das calças de trabalho do princípio do século passado, que chegaram a ser uma das peças mais –In- dos anos 70 e hoje uma peça imprescindível, os Jeans. A Coco Chanel transformou o triste vestido preto da pós-guerra no “La petite robe noire”. Nos anos 80 os bairros, como o Brooklyn ou a Downtown em Los Angeles, foram o berço das diferentes formas de expressão da actualidade. Cada movimento precisa dum líder. É dele que depende que a mensagem seja elitista ou popular. Sobre este tema pareceu-me muito interessante a história dos “Lo-Lifes”, de 1988. Adicionei um videoclip que encontrámos no Youtube sobre este movimento e aproveito para comunicar que adicionámos outros, para acompanhar e ampliar os temas tratados nes- te número. Poderão descobri-los através do Fidancia News online enquanto passam as páginas. Resumindo os temas tratados neste número, continuamos com um fragmento de uma entrevista realizada pelo Luke Jacomb ao Bags, um referente de Brooklyn, no nº 1 da Sneaker Freaker – Spain. Luke Jacomb: Ralph Lauren é uma etiqueta conhecida como própria da classe alta branca, ainda assim, a marca cresceu na cultura negra. O que é que achas disto? Bags : Não é que tenha crescido na “cultura negra” cresceu no “bairro”, que fundamentalmente está formado por negros e hispânicos. Qualquer coisa que ganhe importância no bairro cresce em qualquer sítio, porque é o bairro que marca as tendências. Vestir-te bem no bairro melhora o teu posicionamento social. Podias estar arruinado, ser o mais desgraçado do quarteirão, mas ninguém nota se trazes roupa fixe. www.youtube.com/ watch?v=Fuyl1lwDWdE&hl=es Os melhores cumprimentos aos leitores da Fidancia News nº 5 ..................................................................... Heidi Laas [email protected] sumário Partner Fidancia : Hoje Fidancia mais que em algum momento 02 Revista : Sneaker Freaker 03 Blogs 03 Street Marketing : We are Reversible 04 Book : Franck 151, mais do que uma marca 05 Feiras Streetwear 05 A marca Crooks&Castles 06 A entrevista : Ferran López Mercader 06 Tendências : Outono-Inverno 2009-2010 07 Web : www.dialogue-fd.com 08 Showroom Dialogue : Muhlbauer 08 A marca S2one 09 Videoteipes de nós 09 Itinerário de uma empresa : New Era 10 Exposição : Tag…Grand Palais 11 Guia : Lecool Revolution 11 Feira : Ecko exponha Who’s Next 12 Evento : Under Le Louvre 12 Nova direcçao : Alife Rivington Club 13 Calendário feiral segundo semestre 2009 13 Receita : Big Fish 14 Agora, Fidancia máis do que nunca O lá a todos! É um prazer poder partilhar com todos vocês, leitores da Fidancia News, este número 5 dedicado ao mundo streetwear. Conheço o mundo empresarial e jurídico em geral, mas graças à Fidancia, e previamente, a uma empresa da competência, conheço (apesar de que nunca direi que totalmente), este sector da moda, calçado e complementos tão variado e fluido. Assessoro muitas marcas, aproximo-me às tendências não só criativas do produto, como também de gestão. Analiso, contrasto e desenho as relações comerciais e jurídicas. O dinamismo mantêm-me viva, não deixa de surpreender-me e cada dia ensina-me coisas novas. Comecei este artigo com a exigência de analisar (com pretendida objectividade) por que razão acho (opinião subjectiva) que agora, mais do que nunca, a Fidancia pode desempenhar um papel importante na vida das empresas, dos projectos e das marcas. A razão porque agora é mais interessante escolher os serviços da Fidancia e o que dá mais valor, ou que pode aportar à organização da actividade dos seus clientes e do resto dos agentes que “interactuam” nesta ampla e variada comunidade. Refiro-me à actividade empresarial, que inclui a totalidade: a gestão empresarial, comercial, de produção, logística, a gestão administrativa e de cobro, o seguro de crédito; jurídica e em última instância litigiosa judicial; mas falo também de tudo o resto, em que a Fidancia se foi especializando pouco a pouco (descobrindo as necessidades dos seus clientes e adaptando-se às mesmas). Esta gestão é fruto da constante inovação presente por exemplo na gestão, que gosto de denominar, cultural, e que consiste na organização de eventos, no posicionamento da imagem e na comunicação das marcas. Deixo para outro momento a análise da sua actividade relativamente à Dialogue ®, o seu papel de mediadora com a imprensa especializada, organizações empresariais e também Organizações Feriais de diferentes países. Isto, sem dúvida, torna diferente a Fidancia, e alude ao seu dinamismo e à força da sua equipa optimista-realista, a ilusão nos projectos, a aceitação dos desafios. Esta é, na minha opinião, uma das razões que a torna mais competitiva. A actividade da Fidancia torna-a diferente, aproxima-a a distintos sectores e agentes, e permite que a vasta informação que possui lhe dê uma visão mais completa do sector e do mercado. A visão do sistema que possui enriquece o cliente. Conhece e relaciona-se com todos, dia-a-dia, viajando, visitando feiras, indo a eventos e pontos de venda. Um conhecimento mais global que lhe permite assessorar e acompanhar o seu cliente utilizando as melhores ferramentas para a sua estabilidade e a dos seus clientes. Esta seria outra razão importante. A Fidancia também colabora em projectos com outras empresas consultoras de marketing e comunicação, Escolas e Centros docentes, dá palestras, conferencias e facilita convénios de estágio profissional a alunos. As Escolas são tanto de Desenho de formação de jovens criadores e futuros profissionais do sector, como Escolas de Gestão Empresarial e Comércio Internacional de Espanha, França, Alemanha, Itália, etc.… Nesta época de fim do ano escolar, vejo o esforço que a Fidancia realiza neste sentido, para fornecer a estes jovens equipamentos informáticos, a infra-estrutura adequada e o espaço. Eu, que conheço o mundo do estágio profissional Escola-Empresa, acho que é outra das razões para elogiar a Fidancia. O conhecimento do sector, neste momento, torna-a realista-optimista e este termo, utilizado previamente, está extraído dum artigo do Francesc Miralles publicado a 15 de Fevereiro de 2009 no “El País Semanal”. “O escafandro do optimista” viria a garantir, na opinião dele, que o optimista que projecta os seus sonhos desde o realismo, garante uma feliz travessia ao êxito. O importante é conhecer os objectivos e também os recursos com os que se conta para alcançá-los. É necessário a análise e para isso, a Fidancia pode ajudar a realizá-la. Como se explica “A lei da atracção funciona sempre que o íman seja o suficientemente potente para capturar o metal escolhido”. O Francesc Miralles no “O escafandro do optimista” cita a Thomas A. Edison (o que ele denomina empreendedores imunes ao desânimo) que queimou dezenas de milhares de lâmpadas até conseguir que se fizesse luz. O Miralles diz que o facto de que finalmente conseguisse está intimamente relacionado com a convicção de que a genialidade é 1% de inspiração e 99% de transpiração. Miralles continua: “No entanto, há mais uma variável que distingue o optimista que alcança os seus objectivos: a capacidade de superar o que em cada época parecia possível e razoável”. Esta poderia adicionar-se às anteriores razões, a Fidancia apoia e considera os projectos com um ponto de vista optimista-realista com os seus clientes. A Fidancia está-se a adaptar constantemente e apostou pelo líder mundial na gestão empresarial, a base de dados Oracle e o software de gestão e Finanças JD Edwards com o objectivo de responder aos problemas actuais e antecipar-se aos futuros (Fidancia news 3). Como em todos os reptos teve que lutar com força, e continua a lutar, para o melhoramento e a fase 2 do projecto, para adaptar-se às novas circunstâncias. A equipa humana da Fidancia e da Consultoria QUALITA continuam a trabalhar para que uma vez que esteja implementado o novo programa, se consigam os melhores resultados. Uma parte essencial do projecto é a comunicação com o cliente, com os usuários via Internet e a possibilidade de que todos os clientes, fabricantes, distribuidores e agentes possam obter a informação através da página web. Aqui reside a inovação e a mudança, apesar das dificuldades. Desde aqui aproveito para reconhecer e agradecer o esforço da equipa humana da Fidancia na meta por conseguir alcançar o êxito do projecto e agradecer também aos clientes pela compreensão. Sempre se disse que os optimistas vivem mais e melhor, e eu, pessoalmente, acho que os realistas também. A Tecnologia na Fidancia é analogamente outra razão de futuro. E agora, sem dúvida, o valor mais importante é a equipa da Fidancia composta por mais de 50 pessoas de diferentes idades, línguas, culturas e raças, de todos os continentes, à excepção da Oceânia. A equipa da Fidancia é uma equipa, na sua maioria jovem, que está em constante evolução, tal como a própria empresa, no seu repto de adaptação e flexibilidade. Aproveito também o espaço para falar de uma pessoa sábia, que aparece na Fidancia News Nº 1 e que foi a primeira pessoa contratada pela empresa, Pilar Crispigni. Tomo a liberdade de lhe dizer desde aqui: Obrigado pelo teu trabalho e a tua dedicação à empresa e também pelo teu esforço na formação das equipas e, a nível pessoal, obrigado pela tua amizade. Penso que tem outros planos pessoais e iniciará uma nova etapa na sua vida. Devo confessar que neste momento é importante falar do futuro da organização da empresa, o que representa na minha opinião um dos reptos mais importante aos que se enfrenta Fidancia, os seus clientes e muitas das empresas nestes momentos. Confesso que sou influenciada pela visão que expõe o Juan Carrión (Doutor em Bussiness Management, Economista, Engenheiro Informático e professor da Escola de Marketing de Madrid ESIC) no seu novo livro “Culturas inovadoras 2.0” publicado em Fevereiro deste ano na Editorial Lid e que tomo a liberdade de partilhar com vocês, porque a mim, fez-me pensar. O seu blog www.juancarrion.wordpress. com recolhe a entrevista realizada pela Lola Salado e que volto a transcrever parcialmente em seguida. A opinião dele, que comparto, é que as empresas do futuro serão comunidades criativas. Não existirão superiores nem subordinados, trabalhar-se-á pelos valores e não só pelo dinheiro e o objectivo fundamental não será maximizar o benefício, mas o talento. Utópico? Espero poder vê-lo. Ele acredita, que actualmente, são poucas as empresas que são comunidades criativas. Na actualidade encontramonos no passo prévio, no ponto evolutivo que ele denomina culturas inovadoras 2.0, no passo de uma cultura Neandertal a outra: a Cro-magnon. As empresas do “Cro-magnon” estão caracterizadas pela sua flexibilidade, por serem capazes de se antecipar e adaptar às mudanças do seu entorno. Nas em- presas 2.0, as pessoas e o seu talento são muito importantes, e a liberdade é uma máxima que, obviamente, exige responsabilidade. A liderança também está num segundo grau, integrada por pessoas que conseguem superar o seu próprio eu para poder viver e liderar desde o nós. Carrión acha que 2% das organizações deram o passo evolutivo e que cerca de 20% o farão nos próximos anos. O autor acha que a liberdade é fundamental para criar culturas inovadoras. As pessoas precisam de certos espaços de liberdade para dialogar, reflectir, aprender, sintetizar, criar e inovar, mas o sistema empresarial não está planificado assim. Por isso, as empresas não podem ser realmente inovadoras. Como diz o Koldo Saratxaga: “A empresa é um dos escassos redutos de ditadura que ficam nas sociedades democráticas e está a pedir urgentemente transformar-se num espaço de liberdade e de bem-estar”. Em ditaduras, com níveis mínimos de liberdade e bem-estar, é difícil que surja a inovação. Carrión diz que deveríamos questionarnos muitos planeamentos empresariais procedentes daqueles tempos, por uma simples razão: esquecem a humanidade do homem, e isso é esquecer muito… Portanto, teremos que evoluir para modelos baseados na liberdade, mas que em compensação exijam algo importante aos profissionais: responsabilidade. Aí reside o segredo e o desafio. Por outro lado, aparece o medo, que não ajuda nada a que as pessoas mostrem o melhor de si mesmas e realizem grandes contribuições. Por isso, as culturas baseadas no medo não são um bom campo de cultivo para a inovação. O problema é que para desenvolver este tipo de culturas fazem falta líderes muito especiais… Especiais como? Pergunta a entrevistadora. Volto a transcrever a resposta do Juan Carrión: “Muito especiais. A qualidade da liderança é um tema central no que diz respeito à criação de uma cultura inovadora, porque actualmente a única forma de conseguir vantagens competitivas é criar um ambiente de trabalho que atrai, retém e leve a inovar. E o que realmente atrai, retém e leva a inovar são os líderes de segundo grau; mais centrados em criar contextos de qualidade que em mostrar o seu poder, dominar e controlar. Pessoas que lograram superar o seu próprio eu e transcenderam ao nós. Parece fácil, mas não é …” Aqui está o desafio da Fidancia, Olivier, já sabes, desejo-te todo o êxito. Esta será a última razão para escolher a nova Fidancia e todas aquelas empresas que procuram inovação e produtividade. Nines López, advogada e professora de Organização Industrial e Legislação. [email protected] Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos 02 streetwear marketing magazine Sneaker Freaker 15 x 21 formato da Sneaker Freaker, revista de colecção iniludível para quem se interesse por descobrir e conhecer o que se está a passar no mundo dos Ténis (Sneakers). O Simon Wood (Woody) nem imaginar a aventura que começava. Criou a revista para impulsionar a sua empresa de desenho e ensinar aos outros o que podia chegar a fazer. Isto sucedia no ano 2002, em Melbourne, Austrália. Actualmente, edita 50.000 exemplares cada quatro meses e estes são distribuídos em 33 países. É uma ferramenta de consulta imprescindível para os que marcam as tendências no mundo dos ténis, a Sneakers não te informa apenas acerca dos novos desenhos ou das últimas tendências, introduz-te nelas. Difíceis de encontrar já que se esgotam rapidamente, os números da Sneaker Freaker distribuem-se através das lojas que vendem o produto ou nos locais impulsionadores de novas linhas, hotéis, restaurantes, clubes desportivos, etc.… A Sneaker Freaker Spain é a única revista dedicada ao mundo dos ténis em espanhol. Com uma tiragem de 15.000 exemplares pretende transformar-se no núcleo dum universo que ainda não chegou ao topo nos países de fala hispana. A base da sua distribuição é constituída por lojas que, pela sua filosofia ou localização, contribuem para a visibilidade da revista, e a prioridade é focalizá-la em lojas com orientação a comunidade (ou seja, aquelas que agrupam os coleccionistas e os amantes dos ténis). Ao outro lado do Atlântico, a Sneaker *** blogs Freaker Spain já esta nos pontos estratégicos de Nova Iorque, Los Angeles, San Francisco ou Boston. Lacoste, Converse, Adidas, Reebok, Chanel, Nike, Puma, Yohji Yamamoto, Royal Elastics, Fila, Fred Perry, Clae, Pointer, Encap, Gucci, Prada, Skytop, L.A. Gear, Louis Vuitton, KSwiss, New Balance, Vans, Glove, Onisuka Tiger, Le Coq Sportif, Dolce & Gabbana, Alife, ACG, Supra, Munich…são muitas as marcas que estão presentes em cada número. Notícias sobre eventos, os ténis mais procurados, novas tecnologias, fusões entre desenhadores independentes e marcas pioneiras, histórias do passado e futuro próximo, são alguns dos temas mais destacados. A Sneaker Freaker é uma revista imprescindível para os fanáticos dos ténis, para profissionais do sector, têxtil, comunicação, arquitectura, cinema, música… e sobretudo para quem queira saber sempre mais A Reversible é uma empresa constituída em Barcelona que se dedica à distribuição, publicação, organização de eventos e actividades relacionadas estritamente com o âmbito da cultura urbana contemporânea. O sócio fundador e director comercial da Reversible, Nacho Puig. sobre a evolução da cultura street. Responsáveis e editores desta nova aventura : www.sneakerfreaker.es [email protected] www.wearereversible.com Heidi Laas [email protected] www.frank151.com de cultura urbana, na que Visite o blogue da pequena revista tudo o que está relacionade poderá descobrir as últimas notícias artistas, músicos, eventos, este do com o mundo street. Marcas, informação! blogue é uma verdadeira fonte de www.sneakerfreaker.es Blogue lançado Dedicado ao mundo dos sneakersem 2004 e desenvolvido em espanhol em 2009. , este blog novidades e tendências, lançame ue permite-lhe descobrir as últimas ntos de novas linhas e exclusividad es. Descubra-o já, sem falta! www.enmodefashion.com de selecção de O modelfashion propõe uma gran es, descobrisiçõ expo art, et stre moda urbana, s. mentos de concept stores e portfolio besidecolors.blogspot.com Blog Recolhe temas como o graffiti, a ue dum colectivo brasileiro street art, a música, a moda e o desenho, com fotos e vídeos para ilustrar cada secção. www.snpstr.free.fr Criado em Fevereiro de 2008 por Alexandre Thak. tendências e o desenho. Blogue especializado nas culturas urbanas, a arte, a música, as novas s. amento enamor nos baseada nte unicame está : simples é l A linha editoria o! autêntic muito e ia Curioso, ecléctico, tendênc www.glltn.com Arte / Lifestyle / Sneaker O Guillotine esmiúça cada dia com s / Toys. tendências actuais, de Paris a Tóqu paixão, as io, passando por Nova Iorque e Berlim. Heidi Laas. Apesar de seres muito jovem, não estás ao princípio da tua aventura empresarial. Como começou tudo? Nacho Puig. Grande pergunta. Tudo começou mais ou menos aos 16 anos. Foi no colégio (San Ignacio de SarriáBarcelona) onde começaram as inquietações pelos desportos, por uma maneira de vestir, pela cena do surf, do skate, do snowbord. Sim, foi assim. Aos 15 ou 16 anos comecei a praticar surf. Comprei a minha primeira tábua de surf em Taktik, uma loja que agora é um dos nossos clientes, e também fui cliente assíduo da “La General Surfera” onde trabalhava ás Sextas-feiras e aos Sábados. Fazia as campanhas do Natal e colaborava com eles em pequenos eventos de skate que organizávamos no bairro para patrocinar os miúdos. Certo dia um dos representantes que frequentava a loja ofereceu-me uma colaboração, e foi aos 17 ou 18 anos que consegui a minha primeira marca como representante. HL. Começaste de adolescente. Continuas a praticar Surf? NP. Sim, continuo a surfar, a viajar…. HL. Desde então mudaram as coisas. Tu e o teu sócio, o Carlos, formam uma boa equipa e criaram a Reversible, onde distribuem marcas canadenses e americanas no sul da Europa, editam duas revistas (uma americana e outra australiana) e agora são consultores. A Reversible foi eleita para orquestrar uma ambiciosa campanha de promoção e difusão para celebrar o décimo aniversário da Levi’s Engineered Jeans com uma série de eventos que se celebraram no passado mes de Junho em Barcelona, Madrid e Lisboa. Como nasce o projecto? NP. A nossa colaboração aparece através dum amigo do meu sócio Carlitos (Carlos San Mamés) que trabalha na Levi´s e pela loja de sneakers do Carlos, plataforma básica para tudo o que fazemos dentro do sector sneaker e streetwear. Fomos vê-los aos seus escritórios com o nosso projecto, que consistia em criar uma plataforma de comunicação dirigida ao nosso target, aportando a realidade do que se estava a passar fora de Espanha. Apresentámos o projecto, e viram que muitos dos seus produtos encaixavam no nosso target de consumidor e de leitor. Surgiu a ideia de apoiar uma campanha de marketing que eles tinham de uma forma especial. E, assim começou tudo. (ver fotos 1 e 2) www.vimeo.com/4709707 www.vimeo.com/4527324 www.vimeo.com/4416239 HL. Como começaram a desenvolver as linhas Frank 151 na Europa? NP. O Mike e o Stephen Malbon, além de editarem o Frank Book, criaram uma plataforma de comunicação e marketing, e também os bonés Frank Caps vinculados à network que eles têm nos EUA. Nós trabalhámos durante um ano na publicação do primeiro número do Frank Book em espanhol preparando um best of dos melhores conteúdos dos últimos anos. No que diz respeito aos bonés aproveitámos a sinergia para criar uma campanha de marketing, e posicionar o produto nas melhores lojas da Europa. HL. Como é que nasce a ideia de lançar a Sneaker Freaker Spain? NP. É uma ideia que tinha o Carlitos há já muito tempo, quando começou com a loja sneaker. Ele já era cliente da Sneaker Freaker desde o princípio. Ia comprando edições na Austrália e nos EUA, e viu que realmente fazia falta neste mercado porque o resto das revistas informavam sobre o mundo dos ténis mas, sem estar especializadas. Puseram-se em contacto com a Sneaker Freaker internacional precisamente quando me incorporei e, acabámos por negociar juntos. HL. No próximo mês de Julho inaugu- Reversible ra-se a nova feira The Brandery em Barcelona onde vocês têm um papel muito importante. O que é que vai acontecer? NP. Graças ao apoio da Fira Barcelona, da câmara e da agência XXL, lançamos a princípios de Julho a plataforma Outerspace na que trabalhamos há tempos. Implicámos todas as pessoas e peças fundamentais do nosso sector, tanto a nível nacional como internacional. Entendemos a situação actual, e o que queremos construir entre todos é uma feira que funcione, que seja rentável para todas as marcas, para as lojas e também para a plataforma de meios que nos vai apoiar. Confirmo que vai ser algo muito especial, dirigido à evolução urbana das marcas, aos survivals que depois de tudo o que aconteceu nos diferentes mercados continuam a estar na primeira linha, e às marcas que começaram à pouco e que rapidamente se desenvolveram e consolidaram. Diferenciámos três espaços: o Sneaker Show dedicado ao mundo sneaker, o Week After um dos espaços mais exclusivo que apresenta “referentes” que servem de inspiração criativa à maioria das marcas e Street o espaço mais dinâmico e amplo da feira, onde vão conviver as melhores marcas da cultura urbana americana, europeia e japonesa. HL. O que é que te insinua a palavra moda, ou a frase “está na moda”? Alta costura, passarelas, glamour? NP. Sugere-me estilo ligado à mulher mais do que ao homem e um pouco de confusão. HL. Como vês a venda online em 5 anos? NP. Se tudo continua como agora, um boom. Deverá ser controlado de alguma forma. Continuo a pensar que num ano ou dois vai ser uma oportunidade para muita gente. HL. E a Reversible? NP. Aqui cada semana é como se tivesse passado um ano, por isso não faço ideia do que sucederá no próximo ano. O que sei é que continuaremos a lutar. HL. Que poderá trazer Fidancia á sua empresa? NP. Um parceiro sólido para gerir os pagamentos de todos os nossos clientes. Vantagens muito claras ao poder vender em diferentes países e ter um único interlocutor para o pagamento. A relação é directa e transparente. Mais que um gestor de pagamentos, que nunca me gostou esse termo, definiria a Fidancia como “consulting de moda”. Sócio fundador da Reversible e director de arte dos projectos criativos da empresa, Carlos San Mamés. S ócio fundador da Reversible e director de arte dos projectos criativos da empresa, Carlos San Mamés. Heidi Laas. Há 13 anos criaste em Barcelona as lojas tattoo. Qual é a tua trajectória profissional? Carlos San Mamés. Sempre fiz de tudo. Quando trabalhei em lojas de roupa comecei a conhecer mais de perto o mundo das tatuagens, estoute a falar dos anos 90, uma época em que as tatuagens eram outra coisa e estavam focalizadas noutras pessoas, mas comecei a interessar-me pelo assunto e descobri um mundo quase sectário, muito fechado, desde o próprio tatuador até ao cliente. Já nesse meio conheci pessoas que jamais pensaria que se tatuam e estabeleci muito boas relações dentro desse mundo; desde então o universo das tatuagens sempre esteve presente na minha vida e é por isso que há 13 anos abri o meu primeiro estúdio profissional na rua Tallers. Fi-lo com a ideia de alterar o conceito de loja que conhecia e darlhe um ar mais próximo das pessoas, e também para que as pessoas conhecessem este mundo também a nível internacional. Resumindo, é um mundo de que sempre gostei, tive a oportunidade de abrir o meu próprio estúdio e assim o fiz. HL. Os teus conhecimentos em lemas, símbolos e cores dos movimentos punk, heavy metal, skaters com um grande etc. que adquiriste através das tatuagens deram-te uma grande bagagem para poder decifrar, criar e dirigir projectos. A equipa criativa da Reversible é singular? CSM. A equipa da Revesible é formada por pessoas muito diferentes, e cada uma delas têm gostos musicais e hobbies diferentes entre si. Essa variedade de interesses, atitudes e conhecimentos ajuda a que a criatividade que levamos a cabo na empresa seja mais fácil e dinâmica, sobretudo porque com a bagagem de todos conseguimos ter uma visão mais ampla e panorâmica dos nossos projectos. HL. Na capa da Sneaker Freaker Nº 4 aparecem uns ténis do Louis Vuitton. A que público querem chegar as primeiras linhas como Chanel, Gucci, Louis Vuitton…? CSM. A coleccionistas e pessoas interessadas nas tendências no mundo da moda de alta gama. Se as grandes marcas da alta gama da moda actual decidem fazer uma linha de ténis é porque viram as possibilidades de futuro desse mercado e a sua capacidade de expansão e crescimento. HL. Precisam do reconhecimento deste sector? Ou é o sector que reclama linhas de luxo? Luxo que não é só o preço que se paga pela distinção que dá a marca mas o luxo de ter a sola dos teus ténis cosida com fio de seda como o faz a Chanel. CSM. É uma mistura de ambas coisas. As marcas da gama alta da moda decidiram ir à procura da cumplicidade de um público mais jovem, urbano e moderno, que se sente identificado com este novo tipo de produto que oferecem, como por exemplo os ténis do Louis Vuitton com o Kanye West, um artista que provém do mundo da música. Artistas como o Pharell Williams, o Kanye West ou o Jay-Z mostram muitos dos produtos destas marcas nos seus videoclipes, e todos eles são ícones que criam tendências por si mesmos, é natural que o público tenha reparado nestas marcas. Por sua vez, o sector dos ténis precisava de inovações e mudanças de direcção que apresentem reptos e tragam novidades técnicas, estéticas 1 2 e conceptuais. O que é óbvio, como te dizia, é que se grandes marcas como a Chanel ou a Louis Vuitton decidem criar uma linha de calçado é porque vêem futuro neste sector. HL. Porque é que gostas tanto de jogar com os logótipos mais emblemáticos das grandes marcas? CSM. Porque desorienta as pessoas e fomenta a curiosidade do consumidor. HL. Quais são as tuas preferências artísticas? CSM. Sou muito ecléctico, gosto um pouco de todo. E ainda que a verdade seja que me considero coleccionista de muitos nomes, o meu preferido é Kaws. HL. Constou-me que gostas muito de ir ao Japão. Uma palavra para definir o país do sol nascente? CSM. Transformação constante. HL. Qual é o teu “souvenir” japonês? CSM. Só um...?? HL. Muito obrigado www.wearereversible.com www.thetwistedoriginals.com www.thebrandery.com www.outerspaceshow.com Heidi Laas [email protected] Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos 04 book Frank151, mais que uma marca A Frank 151 mais do que uma marca consolidada transformou-se num ícone cultural. Graças a uma rede de peritos e jovens que marcam tendências como Dj´s, músicos, artistas, promotores, desenhadores, estilistas, skaters, snowboarders, que nos falam verdadeiramente da corrente a que pertencem, o Frank Book oferece-nos uma ampla imagem do movimento ou cultura popular à qual se dedica cada número de forma singular. O tema é abordado desde diferentes perspectivas, desde a música, às manifestações artísticas ou à forma de vestir. A Frank 151 não edita apenas este livro, conta também com um blogue, uma loja online, um programa de rádio, uma página Web com notícias, links e downloads. Para lançar cada livro realizam-se eventos e festas nas quais participam, como é de esperar, todos aqueles implicados na constituição de inovações. *Frank Distro League (FDL) Em cada cidade existe uma equipa de pessoas com actividades definidas: Dj´s locais, músicos, promotores, músicos, atletas, desenhadores, etc. Cada equipa tem o seu próprio logótipo que dá uma identidade única a cada cidade. *Flagship Retail Network (FRN) Rede global de distribuidores para a “Verge Culture”. São os melhores distribuidores nas categorias de música, roupa, skate, arte, brinquedos, etc. *“Verge Culture” Reúne os que marcam tendências e os líderes de opinião das correntes artísticas. Eva Pujadas. De onde surgiu a ideia? Como começou a aventura Frank 151? Mike Malbon. Há dez anos que o Stephen Malbon começou o Frank 151 como um projecto de arte enquanto frequentava a escola de desenho em Atlanta, GA. Trabalhava durante se- manas, a preparar o primeiro capítulo do Frank Book no apartamento 151. EP. É verdade que o nome está inspirado no de Benjamín Franklin? Porquê? MM. Sempre acreditámos que os bons exemplos são difíceis de encontrar. De facto, tivemos que viajar ao passado mais de dois séculos para encontrar alguém que verdadeiramente personificara o espírito do Frank 151. Como inventor, editor, diplomático e “homem do mundo”, Benjamin Franklin foi o protótipo de talento polifacético e um porta-voz ideal para uma empresa que permaneceu como uma força pioneira desde o seu início. Como talvez um dos homens com mais referência nas citações de história, adoptámos uma das muitas frases do Franklin como o lema do Frank151: “Se não te queres perder no esquecimento assim que estiveres morto e corrompido, escreve coisas dignas de serem lidas, ou faz coisas dignas de serem escritas.” EP. O Frank é conhecido mundialmente? Onde? MM. Originalmente distribuído unicamente entre amigos e família, o Frank Book cresceu até alcançar uma circulação de 150,000 cópias a nível mundial. Pode-se ler cada edição do Frank Book nos cinco continentes, com muita distribuição na América do Norte, Europa, Japão e Austrália. A distribuição mundial está facilitada pelas nossas sucursais em Los Angeles, Barcelona, Paris e Japão e rapidamente abriremos escritórios Frank151 na Alemanha e no Brasil. EP. Qual é a diferença entre cada número? MM. Para cada capítulo do Frank Book, decidimos um tema único e seleccionamos um Curador Convidado que achamos que representa melhor esse tema. Existem capítulos que se focam em tudo, desde o desporto até às Ilhas Samoa e a camuflagem; apareceram Curadores Convidados como Lenny Kravitz, Jason Lee, Rohan Marley e De La Soul. A apresentação trimestral do Book dá-nos a oportunidade de passar muito tempo a trabalhar com o Curador Convidado, assim podemos capturar as matizes mais importantes dos seus interesses e estilo de vida. EP. Qual é a sua loja preferida? MM. As minhas lojas preferidas são no Hall of Fame LA, Fitted Hawaii, Patta, Colette, Syndicated, Hetic, Trust Nobody e Atmos, para não falar de mais. Distro League, inclusive a linha conhecida de bonés Frank New Era. Votada como o “Melhor Cabeleireiro Masculino” em 2007 pelo New York Magazine, os empregados do cabeleireiro são tão dedicados e experientes como a equipa editorial que trabalha entre bastidores para o Frank Book. EP. Se alguém está interessado em encontrar uma edição antiga do Frank 151, onde é que a pode encontrar? MM. Edições antigas seleccionadas do Frank Book estão disponíveis em Frank’s Chop Shop ou na nossa loja virtual www.frank151.com/store navalha de barbeiro ou um relógio de bolso, coisas que estão vinculadas à experiência Chop Shop. A nossa FDL Team Series provém da rede de dis- Abaixo, no sentido dos ponteiros do relógio: Benjamin Franklin; Mike Malbon; campa Frank Tuff Gong curado por Rowan Marley; Steven Malbon; campa Frank Miami; interior do ChopShop. EP. Qual é o seu prato preferido? Stephen Malbon. O meu prato preferido é a truta, ostras cruas, soufflé de abóbora e pão de milho. Mike Malbon. Qualquer coisa que seja “soul food” (cozinha tradicional do sul dos Estados Unidos) ou barbecue. A nossa família também fabrica um molho barbecue incrível. www.malbonbrothersbbq.com EP. Frank151 é uma empresa familiar, é fácil ou difícil tomar decisões criativas e de negócios entre irmãos? MM. Trabalhar perto do Stephen é positivo no geral. Em muitos aspectos pensamos da mesma maneira, mas quando não estamos de acordo sobre alguma coisa não temos medo de comunicá-lo um ao outro. Como somos da mesma família, temos a mesma ética de trabalho e uma visão criativa similar, então afinal podemos trabalhar juntos para garantir que oferecemos o melhor produto possível. EP. Queremos saber mais sobre a sua barbearia “Chop Shop” MM. Frank’s Chop Shop abriu as portas em 2006 como uma extensão da marca Frank151. É “uma barbearia para o cavalheiro moderno” oferecendo cortes profissionais de alta qualidade, aparado, e barba com navalha de barbeiro. O Chop Shop é onde se pode encontrar o último capítulo do Frank Book e também comprar o Frank151 e a mercadoria do Frank streetwear tradeshows 16 - 19 June // WHITE // Firenze // www.pittimmagine.com *** EP. A respeito dos bonés da New Era, como é que são criados os desenhos dos bonés Frank 151? Onde é que os podemos adquirir? MM. Lançámos a nossa linha do boné New Era na primavera de 2007 através do Frank’s Chop Shop e teve muito êxito. A distribuição dos bonés cresceu aproximadamente 700 lojas a nível mundial durante as nossas três últimas temporadas. Os estilos de boné são inspirados por três segmentos do Frank151 Media Group. O boné Frank “F” está relacionado com capítulos específicos do Frank Book e inclui cores, tecidos e detalhes exclusivos correspondentes ao referido capitulo. Os bonés do Frank’s Chop Shop são adornados com ferramentas do sector, com um gráfico de uma O discurso da Crooks & Castles é forte e bastante irónico. Critica abertamente o sistema que a rodeia, com uma perspectiva própria, a das ruas. A marca argumenta que as grandes fortunas se criam mediante calotes, roubos e afins. Daí a razão do seu nome; Crooks que engloba os criminosos, chulos e caloteiros e Castles simboliza as grandes fortunas, impérios, ou seja, os castelos. Dennos Calvero e Robert Panlilio montaram o seu projecto no ano 2002. Constituído por profissionais de diferentes sectores têm todos um estilo claro no que respeita as aspecto gráfico nos seus desenhos. Com a justificação de que roubar ao ladrão te exime da cul- entrevista tribuição do Frank151, que está organizada como um clube desportivo. www.frank151.com www.chopshopstore.com www.wearereversible.com ..................................................................... Eva Pujadas [email protected] 20 - 22 July // PROJECT GLOBAL // New York // www.projectshow.com 26 - 28 June // (CAPSULE) // Paris // www.capsuleshow.com 02 - 03 August // MARGIN // London // www.margin.tv 30 June - 01 July // GENESIS // Philadelphia // www.genesisexpo.com August // 2 BE CONFIRMED // London // www.2beconfirmed.com 01 - 03 July // BREAD&BUTTER // Berlin // www.breadandbutter.com 31 August - 03 September // S.L.A.T.E. // Las Vegas // www.magiconline.com 07 - 09 July // THE BRANDERY // Barcelona // www.thebrandery.com 31 August - 02 September // POOL // Las Vegas // www.pooltradeshow.com 11 - 12 July // BRIGHT // Frankfurt // www.brighttradeshow.com 01 - 02 September // (CAPSULE) // Las Vegas // www.capsuleshow.com 20 - 21 July // (CAPSULE) // New York // www.capsuleshow.com 01 - 03 September // PROJECT GLOBAL // Las Vegas // www.projectshow.com 22 - 23 July // AGENDA // Huntington Beach // www.agendashow.com September // TRAFIK // South Miami Beach // www.trafiktradeshow.com pa captam elementos já idealizados por grandes marcas ou outros autores adicionando-lhes o seu próprio toque ou ingrediente oferecendo assim novos produtos. Provocadores, Crooks & Castles, não é mais do que o resultado do que vivemos. Um mundo no qual há um constante fluxo de mercadorias, onde a Internet brinda intercâmbios infinitos e qualquer símbolo pode ser reinterpretado. Vemo-lo nas ruas e logo, na roupa. Durante os anos 80 e 90 os criadores viveram e formaram parte da vida nas ruas de Los Angeles. Como os gangs dominavam a cena, não restava mais opção do que adaptar-se a esse ambiente. Alguns tentaram fugir desta Ferran López F errán López Mercader (1981 Mataró- Barcelona), responsável pelo Departamento de Informática da Fidancia. Faz parte da geração mais jovem da empresa. Perito em novas tecnologias, desempenha um papel chave na mudança de software (Oracle) da empresa. Trabalhou na implantação do novo sistema informático e fez a supervisão da migração tanto de dados como de processos do anterior sistema para o novo. Heidi Laas. Que conselho darias a um departamento de empresa que vai enfrentar uma alteração de software? Ferrán López Mercader. Sobretudo e antes de tudo paciência, uma alteração é sempre difícil. Na vida as grandes mudanças costumam criar influência e outros utilizaram-na para fazer da rua o seu próprio negócio. Admirando os que nunca deixaram de perseguir a forma de obter o seu próprio “Castles” (castelo), os fundadores da marca dedicaram a sua linha a todos os bandidos dispostos a tornarem-se ricos algum dia. As pistas aos logótipos de marcas como Versace ou Gucci dão mostra disso. todo o tipo de medos. Os usuários temem não estar preparados, por isso é importante implicá-los para que desde o princípio conheçam o novo software, tragam todos os conhecimentos do trabalho diário e vejam, que apesar de ao princípio lhes poder causar mais dores de cabeça que outra coisa, a longo prazo vai supor um benefício importante tanto para eles como para a empresa. Por último é importante ter em conta que nenhum software se adaptará 100% à nossa maneira de trabalhar e é neste ponto onde o pessoal será indispensável para cobrir as carências que todo o sistema tem e conseguir que no final a mudança seja um êxito. HL. Que música ouves quando te submerges no “código”? FLM. Apesar de não estar fechado num estilo musical, normalmente ouço muita música negra, r&b, soul, jazz, e sobretudo rap. Mas sempre está tudo muito ligado ao meu estado anímico. HL. Quando começaste a identificarte com o mundo street? FLM. A primeira vez que ouvi hip hop tinha 11 anos. Ouvia uma ou outra canção de grupos americanos como Public Enemy ou Beasty Boys, e apesar de não entender nada do que diziam gostava do ritmo que tinha. E um dia, o meu primo emprestou-me uma cassete com canções de rap em espanhol, o grupo era o El club de Impulsionado por famosos músicos da indústria do rap, como o Jay-Z, o Kanye West, o Nas ou o Rick Ross, a Crooks & Castles iniciou a sua actividade rapidamente. Hoje, a colecção está visível na sua flagship store da 8021 Melrose Avenue em Los Angeles, e em lojas selectivas (Trust Nobody em Barcelona, CLVII em Paris e Berlim) com uma afinidade à marca explícita. Celebridades e ícones do mundo do cinema, música e desporto que preferem uma moda mais urbana vestem roupa deles criando oferta e procura do produto. Reversible é responsável pela distribuição e promoção da marca a partir de Barcelona, base para o sul da Europa, onde depois de los poetas violentos e adorei, achava incrível as coisas que se podiam chegar a dizer em 3 minutos de canção e isso porque na minha idade não fazia ideia do que significava metade das coisas. A partir daí comecei a procurar outros grupos que, foi no dia em vi pela primeira vez que não se tratava só de um tipo de música, mas dum estilo de vida no qual aparte a música, existia o breackdance e o graffiti, e que as pessoas desta onda tinham uma forma de vestir totalmente diferente da que eu conhecia, bonés, ténis, t-shirts de equipas da NBA e calças largas, bom calças 2 ou o 3 números acima do teu porque naqueles tempos não existia roupa rap. www.youtube.com/ watch?v=nXD0nk4nKAg www.beastieboys.com HL. O que é mais importante uns ténis ou um boné? FLM. Uns bons ténis, todos reparamos no calçado, um boné é prescindível, uns ténis não são só para ir a condizer. HL. A que marcas és fiel? FLM. Pois dependendo para que roupa gosto mais de uma marca que outra, se tenho que escolher, escolho DC Shoes para ténis, Carhartt para calças, Ecko para t-shirts e Adidas Originals para blusas e casacos. Mas tenho que reconhecer que sou um autêntico viciado na roupa e que se vejo alguma que goste não olho a marca NY abrirá loja para ser seguida de Paris e Milão. Crooks & Castles estará presente em colaboração com o Stéréo Panda, de 26 a 28 de Junho no Carrossel do Louvre em Paris e de 7 a 9 de Luglio a The Brandery (Outerspace) em Barcelona www.crooksncastles.com www.wearereversible.com www.underlelouvre.com www.stereopanda.com ..................................................................... Thanh Xuân Pham [email protected] marcas. HL. Surf em Tarifa? FLM. Adoro o Snow e pratiquei o kit-surf e gostaria de experimentar o surf, e que cidade melhor para isso que Tarifa. HL. Sabes decifrar a linguagem dos graffitis? Não nos enganemos, há graffitis por aí, que nem o próprio graffiter sabe o que põe, um graffiti deveria poder ser legível por todos porque a finalidade afinal é essa. Há estilos que custam mais a perceber, sobretudo se o graffiter é da velha escola. HL. A tatuagem que tens no braço, o que significa? FLM. Pois, significa mais pelo que representa, para mim tem o significado de quando a fiz. Em si mesma é uma mistura algo estranha de uma espiral, a estrela do caos, e um ying yang. Fi-la numa etapa de grande mudança na minha vida, e acho que estes três símbolos a representam perfeitamente. HL. A tua próxima viagem… FLM. Paris HL. Muito obrigado [email protected] www.fidancia.com ..................................................................... Heidi Laas [email protected] Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos 06 web dialogue-fd.com A agência de comunicação Dialogue Fashion Development lançará proximamente uma nova versão da sua página web. Prática e divertida foi criada como uma autêntica ferramenta de trabalho para a imprensa. O desenho refinado foi concebido como um espaço expositivo para recriar e enaltecer os universos de cada marca. Concebida como uma web muito visual e intuitiva, permite navegar e submergir-se no mundo de cada cliente. Através da nova página web, os estilistas poderão fazer as suas shoppings online, ver todos os vídeos dos desfiles, os making off das campanhas publicitárias, consultar a informação sobre a empresa e sobre a colecção, assim como estar actualizado com todas as novidades relativas a cada cliente: Abertura de loja, lançamento de uma nova linha, colaboração com artistas. Procurando sempre um resultado mais aperfeiçoado, a Dialogue continuará o desenvolvimento da sua página web no que diz respeito a novas e inovadoras funcionalidades. www.dialogue-fd.com Nathalie Betran [email protected] How to make a hat vimeo.com/5090477 showroom dialogue Mühlbauer A tendências OUTONO-INVERNO 2009-2010 Esta temporada é tudo permitido. Colecções que nos dão uma lição de como misturar diferentes estilos de roupa como o grunge, metal, hip hop, funky, rock, folk…. Uma composição de tecidos e estampados que combinam o clássico com o actual, a moda urbana com tendências dandy, o feminino com o masculino, o passado com o actual. Blaser inglês, coletes, calças, leggins rock n’ roll, silhuetas acentuadas, vestidos sinuosos, decotes em V, casacos envolventes, tecidos ligeiros, estampados geométricos, pregas, franzidos, folhos, saltos altos de vertigem, botas country… um sem fim de possibilidades para conseguir o seu próprio estilo. Jessica Giménez · jessica dialogue-fd.com Ona Villier · ona dialogue-fd.com BRUNO PREMI www.brunopremi.it NOTIFY www.notifyjeans.com BRUNO VASSARI www.brunovassari.com PIANURASTUDIO www.pianurastudio.it CASADEI www.casadei.com TARA JARMON www.tarajarmon.fr DOGGIDOG www.doggidog.com TWIN-SET www.twin-set.it MÜHLBAUER www.muehlbauer.at SCEE BY TWIN-SET www.scee.twin-set.it Mühlbauer conta com mais de um século de história a vestir as cabeças de várias gerações com um leque de produtos muito variado o qual inclui modelos clássicos e outros mais atrevidos. Soube como adaptar-se tanto às necessidades das várias épocas como à queda e a recuperação deste acessório. Duas colecções para cada temporada. A “Classic Collection” inclui os best-sellers da marca e da coleção de temporada de Klaus Muhlbauer e a sua irmã Marlies, que já são a quarta geração da família, e projectam toda a sua criatividade. São os virtuosos da mistura de estilo e de estampados, têm como máxima escolher todos os materiais com muito cuidado. Os seus designs conseguiram atrair clientes cada vez mais novos e trendys. Hoje os seus produtos encontram-se nas lojas de moda internacionais mais exclusivas. www.muehlbauer.at vimeo.com/5090477 Nathalie Betran [email protected] Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos 08 showroom Samurai s2one S 2one parte dos ideais samurais onde a espada é a própria mente, e onde a reflexão introspectiva serve para encontrar a verdadeira força. Enfatiza com o poder da mente e com a crença de que de tudo o que projecta a mente acaba por se realizar. Para o seu fundador Julien Soone, é muito importante a inovação, surpreender com novos desenhos, e superar sempre os nossos limites para assim tornar realidade os nossos sonhos. Em 1995, Julien lançou a marca de roupa 313 Bullrotwear que rapidamente chegou a posicionar-se na Europa como uma importante empresa graças aos seus desenhos com referências ao mundo e tradições asiáticas e esmero nos acabamentos. Onze anos depois, Soone associa-se com Lars Veltine e lançam S2one, uma nova marca que lhes permitirá unir os seus respectivos mundos criativos e conjugar os seus talentos. A sua página web www.ins2one.com mostra todo um universo gráfico inspirado em cenas e ambientes misteriosos do afastado Oriente que se reflectem no design das roupas. Apesar de alguns desenhos recriarem tradições orientais ancestrais, a roupa é dirigida aos “samurais actuais”, a jovens amantes da moda streetwear, seguros de si mesmos e valentes. Jordi Muñoz, dono da Action Factory, empresa enraizada no mundo do Streetwear e distribuidora de marcas como S2one. Heidi Laas. Distribuis diferentes marcas desde Action Factory. Desde quando é que estás na cultura street? Jordi Muñoz. Criamos Action Factory há quatro anos com um objectivo muito claro, o de promover a cultura streetwear no mercado espanhol. Em países como EUA, UK ou a Alemanha é cultura urbana de que tanto gostamos. HL. As marcas inspiram-se em aspectos culturais como a arte, a música ou o desporto, por exemplo, S2one tem não só como lema “tudo aquilo que cria a mente pode executar-se” mas que também te envolve de certo misticismo. O que é que procura o consumidor: identificar-se com a filosofia da marca ou procura produto? JM. É assim, quando alguém compra uma t-shirt, por exemplo, do Freshjive mas cada dia ocupamos um lugar mais importante. A feira do BBB ajudou muito a introduzir este movimento no nosso mercado, e provavelmente já estamos à frente de países como a França ou a Bélgica. Prefiro não falar de número de vendas, mas posso confirmar que no norte da Europa a corrente streetwear está mais difun- Agenda, Pool ou Project nos EUA, Bright na Alemanha, ou BBB, agora em Berlim, etc... E consumindo informação através da Internet. Mas a verdade é que sou um viciado no mundo da cultura streetwear e esta paixão faz-me estar sempre à última. Fidancia é para nós uma parte cada vez mais importante da nossa estrutura, concretamente para a Action Factory encarregam-se da gestão Imagens da campanha. Abaixo, Jordi Muñoz. um movimento comercial e cultural importante, o público identifica-se com as marcas e o que representam. Conhecem os artistas e designers que há atrás de cada marca. A moda é volúvel, ou seja, as marcas fashion crescem rápido mas também desaparecem muito depressa, o mundo do street é mais antigo, perdura mais no tempo, já que não vendemos só moda, mas também se transmite filosofia com cada roupa. Hoje em dia distribuímos Fenchurch, Vicelona, Freshjive, Soone, Clae e Fly53, todas elas envolvidas nesta ou Vicelona, não só está à procura de um desenho bonito ou um logótipo comercial, procura um artigo original e exclusivo, uma roupa que o fará especial, que o fará único. HL. A nível europeu que lugar ocupa Espanha relativamente ao consumo da cultura street? JM. A streetwear em Espanha está ainda em fase de desenvolvimento, Mark & Vaughn Bodé (MTN Colors Lim. Ed. 2009) MONTANA COLORS ***** todo um Mundo... por descobrir. A sua historia, o seu projecto, a sua difusão e a capacidade de superação. Os reis do spray e do marker. Nesta ocasião, duas edições envolvidas por um sentimento especial. Uma homenagem a Vaughn Bodé (pai do Mark), falecido em 1975 www.markbode.com/site/vaughnbodetwo.hml www.markbode.com/site/bodestudio.html Recipientes MTN para coleccionistas. Inclui uma litografia do artista. Tudo numa caixa individual assinada pelo próprio autor. Edições de apenas 250 unidades. Preço: 12 €/ unid.. Podes adquirilo através Montana Shops & Galleries www.montanacolors.com ou da loja on-line www.sprayplanet.com, www.montanacolors.ru, www.youtube. comwatch?gl=ES&hl=es&v=mR4BeSC37Ko dida que no sul e que pouco a pouco entrará forte no nosso mercado. HL. A Action Factory é uma referência da distribuição de marcas street em Espanha e Portugal. Por que meios conseguem estar actualizados em relação às últimas tendências urbanas? JM. Suponho que visitando feiras internacionais de streewear como a de cobranças e de verificar a solvência dos nossos clientes, isto permite que estejamos mais centrados no nosso core business, nas vendas e no marketing, sabendo que temos uma empresa com experiência e boa imagem no nosso mercado encarregando-se do demais. www.youtube.com/ watch?v=7qhwtJ8d4Ls&NR=1 www.action-factory.com www.ins2one.com Heidi Laas [email protected] videolinks www.blublu.org/sito/video/muto.htm mais.uol.com.br/view/1xu2xa5tnz3h/grafite-em-sao-paulo--nunca04023868D4A98326?types=A& www.alexandreorion.com/ossario/video.html www.coolhunting.com/archives/2009/03/pixao.php www.youtube.com/watch?v=aPOHxkfFsyg www.youtube.com/watch?v=EkUbYBo5xgs www.youtube.com/watch?v=3SNYtd0Ayt0 www.youtube.com/watch?v=3RA6TmDtvCQ www.youtube.com/watch?v=CS3zMVxRc4A&feature=SeriesPlayList&p= 46D2BFCFD141028E www.youtube.com/watch?v=f2IIY8CKbqw www.youtube.com/watch?v=PH6xCT2aTSo www.youtube.com/watch?v=j65vFOVgxPg www.youtube.com/watch?v=Drd3z5zg0ek www.ekosystem.org www.littlebiglove.com/ E sta grande aventura começou em inícios dos anos 20 graças ao empenho e esforço de uma família que unida acreditou num projecto cuja trajectória, naqueles tempos incalculável, foi sólida e vertiginosa. Rapidamente E.Koch Cap Co, empresa do Ehrardt Koch e dos seus familiares, passou rapidamente de 0 a 60.000 peças. Nasceram os modelos “flipper” e “newsboy” e a empresa passou a chamar-se New Era Company. Quando em 1932 o basebol está no auge dentro do colectivo popular, Harold, o filho de Ehhardt vê uma grande oportunidade para introduzirse no mercado dos bonés desportivos, convencendo assim o seu pai a desenhar uma versão NEW ERA de bonés para basebol iniciando assim uma competição entre as diferentes empresas para obter a fabricação dos bonés das diferentes equipas. Nasceu o lema da marca “quality first, quantity will follow” (qualidade em primeiro lugar, e a quantidade virá). Durante os anos quarenta a New Era começa a fabricar bonés sem marca para diferentes empresas e transforma-se no produtor de bonés para uma ampla lista de campeonatos, algumas universidades e equipas canadianas. Imersos na segunda guerra mundial surgiram problemas de abastecimento de tecidos de cores baseando a sua produção em tecido cru que conseguiram no mercado negro e que posteriormente tingiam nas cores solicitadas. Algo importante que também é introduzido nesta década, é o boné de “tamanho ajustável” que foi muito bem recebido e que se viu reflectido no seu número de pedidos. Graças ao trabalho do Harold os bonés feitos à medida são modernizados, redesenhados e denominados 5950 (AKA “Brooklyn Style). Durante os anos 50, New Era foi a única empresa independente, produtora de bonés que fornecia equipas de grandes campeonatos. Nos anos 60 o Harold e o David Koch decidem abandonar a produção para outras marcas importantes como a McAuliffe, Stall e Dean para confiar nas suas próprias criações e fornecer a cerca de 10 equipas de basebol importantes. 69 New Era produz uma série de bonés especiais para os astronautas do Apolo 11, que foram os primeiros a aterrar na lua. Para eles realizaram bonés únicos e feitos à mão. http://images.google.es/images?hl= es&q=baseball+dean&gbv=2&aq=f &oq= http://images.google.es/images?gb v=2&hl=es&sa=1&q=baseball+stall &aq=f&oq= Em 1974, 20 das 24 equipas profissionais de basebol têm contratos com a New Era. Nos anos oitenta, e sob a liderança de David Koch (neto do fundador), sendo a New Era já uma marca consolidada, produz para equipas universitárias de basebol, (MLB), ténis, golfe, e pedidos especiais para o exército. http://images.google.es/images?gb v=2&hl=es&sa=1&q=mlb+baseball &aq=f&oq= Em 1996, Spike Lee pede pessoalmente à New Era um boné vermelho dos NY Yankees, começando assim uma duradoira amizade além duma tendência de moda. No ano seguinte, Lee realizou o primeiro anúncio para a televisão da New Era, para quem continua a dirigir os anúncios. Aparece o seu novo logo “Flag” (bandeira) que a partir desse momento aparecia em todos os seus produtos. http://video.google.es/ videosearch?hl=es&q=Spike%20 Lee%20New%20 Era&um=1&ie=UTF8&sa=N&tab=iv# 00 Transforma-se numa das empresas mais importantes e de rápido crescimento na fabricação de bonés nos Estados Unidos. A New Era é uma marca ícone utilizada não só por desportistas, mas por músicos, gurus da moda e celebridades cujas colaborações com prestigiadas marcas de moda permitiram à New Era subir às passarelas de Paris. H eidi Laas. Acha que cada movimento social e cultural pode encontrar um boné New Era que encaixe com as suas afirmações? Samantha Fogden. No New Era fazemos produtos que permitem que os nossos consumidores expressem totalmente a sua própria personalidade e estilo. Centramo-nos em criar produtos que sejam inspirados, desenhados e feitos para adaptar-se às suas vidas. O New Era é conhecido pela maioria como uma empresa de bonés; mas tentamos fazer o mesmo com a nossa linha de roupa HL. Como é que faz o New Era para se informar acerca do que se está a passar em cada país, cidade ou bairro para poder propor a oferta exacta para cada mercado? SF. Assim como seguimos produzindo bonés inovadores para uma variedade de mercados, também procuramos ampliar a nossa marca a sectores que sejam relevantes para nós e para os nossos consumidores. A promoção de produtos é um impulso-chave no reconhecimento da marca, pelo que trabalhamos com um amplo portefólio de músicos, atletas e ícones da moda que influenciam os nossos diversos consumidores através do mercado europeu. HL. Todos sabemos que as vendas on-line permitem contacto directo com os seus consumidores, ao contrário das revistas, blogs, eventos e festas que servem como intermediá- rios entre o New Era e o consumidor final. Então, que parte ocupa a venda on-line dentro das suas vendas totais, à parte da sua produção para outras marcas, clubes ou equipas desportivos? SF. A nossa Web tem um papel integral nas nossas vendas totais, tanto é assim que rivaliza com os nossos pontos de venda graças a uma enorme selecção de produtos que se oferecem ao consumidor. A Internet é uma ferramenta poderosa de informação e acesso e as pessoas podem pedir produtos a partir de qualquer parte do mundo, o que não tinha sido possível há uns anos. A nossa loja representa uma porção considerável das nossas vendas totais cada ano e continua a proporcionar vitalidade à nossa presença on-line propagando uma mensagem consistente. O New Era ajusta-se. HL. Pode qualquer pessoa criar ou personalizar um modelo dos seus bonés? SF. O modelo NE. 59FIFTY é o ícone verdadeiro do New Era, é um produto desejável com uma qualidade incomparável pelo que o New Era só trabalha com o melhor das marcas, licenças e celebridades para propagar a sua filosofia através das suas ideias e desenho. HL. Se falamos do mercado europeu, que país se destaca no desenvolvimento comercial do New Era? SF. Não há um país específico mas a Europa no geral está a crescer muito em novos mercados, com incrementos nas vendas e visibilidade da marca. HL. Como vê o mercado nos próximos dez anos? SF. Esperamos continuar com a tradição de êxito de 89 anos de negócios por parte da New Era demonstrando que o grande rendimento da marca radica no seu universal, ainda que muito pessoal, atractivo. Entramos nos próximos dez anos com uma experiência de venda como nenhuma outra. A nossa marca mostra-se de maneiras poderosas, tanto nos pontos de venda dos nossos distribuidores a nível global como nas nossas sedes nos EUA, Canadá, Europa e Ásia. A identidade do New Era está a criar raízes em pessoas por todo o mundo. HL. Conta-nos alguma coisa sobre o New Era que não saibamos. SF. Utilizam-se 2,2 milhões de jardas de material por ano para fabricar bonés só nos EUA. www.neweracap.com Heidi Laas [email protected] empresa New Era, bonés com historia au Grand Palais Microbo www.microbo.com M uito antes de chegar à Europa, o movimento TAG “Tag and Graff” - Tag (rubrica do autor) e Graff (pintada) nasce nos princípios dos anos 60 em Filadélfia e constitui um dos quatro elementos básicos do Hip Hop. Muito cedo, o movimento expande-se e chega aos bairros populares mais desfavorecidos de Nova Iorque como o Bronx, Queens e Brooklyn, onde os adolescentes pintam o seu nome nas paredes para afirmar a sua identidade, alcançar o reconhecimento dos outros e marcar o seu próprio território na selva urbana. O Tag, simples rubrica do autor (alcunha ou pseudónimo do autor ao qual adicionavam um número que costumava corresponder ao número da rua na que vivia), começa a dar-se a conhecer ao grande público quando o “New York Times” publica a 21 de Julho de 1971 uma entrevista realizada a Taki183, um dos graffiters pioneiros daquela época. Com o desejo de fazer pinturas cada vez mais criativas e estéticas, os jovens foram-se transformando em virtuosos da caligrafia e especialistas em pintar formas e cores chocantes que tinham como propósito imitar a velocidade caótica da rede ferroviária urbana. Pouco a pouco, começa a ganhar mais relevância realizar obras belas e chocantes que ser o graffiter mais activo ou o que arrisca mais para executar uma pintura. Muito rapidamente, nascem estilos de graffiti muito determinados e grupos de graffiters (que costumam constituir-se guía LeCool C REVOLUTION riada em 2003 por René Lönngren, a Le Cool é uma agenda cultural e alternativa on-line, que anuncia semanalmente os eventos originais que acontecem nas principais cidades europeias. Seguindo este conceito, a Le Cool criou também guias turísticos alternativos para Barcelona, Amesterdão, Londres, Madrid e Lisboa. Com um formato visual e um estilo muito pessoal, a Le Cool impõe-se hoje como um referente na comunicação dos eventos e descobrimentos culturais. Thanh xuân Pham. Como surgiu a Ecko em Who’s Next C Shuck www.tagaugrandpalais.com Other www.tagaugrandpalais.com exposição feira ideia de criar a Le Cool e como evoluiu desde a sua criação? René Lönngren. A nossa empresa editorial foi criada em 2003 com uma ideia muito simples – compartilhar Barcelona com os nossos amigos do modo como a vivíamos nós. Somos pessoas interessadas em conhecer tudo, desde as esplanadas dos hotéis de cinco estrelas até aos sítios underground que são um bocadinho estranhos, únicos e por vezes até um pouco “chungas”. Se olhamos para atrás até 2002, quando pensava começar outra empresa, queria criá-la baseada na mi- por etnias) que se unem para realizar obras espectaculares. O graffiti “nova-iorquino” caracterizase por formas relativamente bem definidas onde a criatividade individual se expressa num âmbito codificado e que implica pertencer a toda uma cultura (vocabulário, sítios, preocupações, gostos musicais, etc…). Inspira-se em diversas fontes como por exemplo a banda desenhada, as tatuagens ou os cartazes. Muitos artistas graffiters preferem especializar-se em desenhos puramente figurativos ou abstractos em vez de letras. Os estilos mais frequentes de tipografia são o “Bubble” (estilo globo), o “cromado” (prateado), o “Block Letter” (letras quadra- *** nha paixão “estar no sítio certo à hora certa”, que acabou por se tornar a essência da Le Cool magazine. TXP. Madrid, Amesterdao, Londres, Istambul, Moscovo… a Le Cool agora existe em muitas cidades. Qual é o requisito para que uma cidade tenha a sua própria Le Cool? RL. A “visão-guia” da Le Cool é “Knowledge for Better Living”, ou seja, possuir o conhecimento para viver melhor. O nosso objectivo é ajudar a enriquecer a vida das pessoas, guiando-as por experiências únicas e relevantes, marcando assim a diferença frente aos nossos leitores. Tendo em conta este pensamento, temos uma perspectiva muito aberta sobre o que uma cidade precisa para que uma das nossas revistas a beneficie. Os pontos-chave são que a cidade tenha uma vida cultural activa e que haja a necessidade de um filtro, de um bom amigo que possa ajudar a encontrar essas experiências únicas e interessantes. Actualmente estamos a ampliar a nossa rede através de editoriais independentes e de empresários nas cidades onde lançaremos a Le Cool como uma franchising. das e compactas) ou o “Wildstyle” que se caracteriza por letras ilegíveis, entrelaçadas, decorativas, unicamente entendido pelos especialistas em graffiti. No início dos anos 80, o “fenómeno” graffiti dá um salto até às galerias de arte e confirma o talento de um jovem artista nascido em Brooklyn, Jean-Michel Basquiat cujas pinturas e escritos tinham muita carga poética e filosófica. www.youtube.com/ watch?v=foerFJqupYM Este movimento de rebelião juvenil rapidamente atravessa o atlântico e encontra eco em muitas cidades europeias. A exposição “Le Tag au Grand Palais”, promovida pelo arquitecto e coleccionador francês AlainDominique Gallizia nasce com a vontade de constituir um fundo histórico TXP. Acha que há cidades especializadas nalgum tipo de evento? RL. Mais do que cidades especializadas nalgum tipo de evento, diria que se podem ver claramente as tendências nos movimentos culturais de qualquer cidade, seja em arte, música ou qualquer outro género. TXP. Como descreveria os leitores da Le Cool? Acha que variam de cidade para cidade? RL. Os nossos leitores geralmente têm entre 20 e 40 anos de idade, têm uma vida activa e principalmente são pessoas abertas a experiências únicas. No geral, vemos que os nossos leitores são bastante similares em todas as cidades que têm a Le Cool, mas sem dúvida que existem pequenas diferenças. TXP. Pode contar-nos o seu próximo projecto? Alguma próxima abertura? RL. Este ano veremos novos lançamentos da Le Cool em várias cidades, incluindo o nosso primeiro lançamento fora da Europa. Também teremos desta arte urbana tão efémera. 150 Artistas do TAG (Tag and Graf) de todo o mundo, entre os quais algumas lendas vivas nova-iorquinas (como Taki 183, Crash, Toxic) assim como do panorama graffiter mais recente que não tinham exposto nunca as suas obras entraram pela porta grande de uma instituição cultural o passado mês de Abril. Trabalharam todos a temática do amor assinando à esquerda da tela e pintando a sua obra à direita. www.tagaugrandpalais.com ..................................................................... Nathalie Betran [email protected] No centro, estudio onde se realizaram as obras. À direita, espaço da exposiçao. riada em 1993, a empresa Ecko Unlt seduz desde sempre uma clientela em perpétuo movimento: os jovens dos15 aos 24 anos. A marca assemelha-se muito ao seu fundador Marc Ecko… Começou como gráfico, mas com o olhar sempre posto em novos horizontes, lançou a sua primeira linha de t-shirts aos 25 anos. Quem não se lembra dessas seis tshirts estampadas com sprays? Desde a sua criação, e com o rinoceronte como logótipo para simbolizar a sua força, Ecko abre caminho… Agora considerada como uma referência do mundo streetwear nos Estados Unidos e depois na Europa, a marca Ecko sempre conseguiu diferenciar-se graças aos seus grafismos criativos. Inovador, o Marc Ecko inspira-se no mundo artístico que o rodeia e não hesita em lançar uma linha à imagem dos super-heróis da Marvel, se lhe apetece… Em 1998, o criador decide dedicar-se também ao calçado e em 2007 assina uma licença de exploração uma nova experiência na página web, que fará com que os nossos leitores desfrutem ainda mais da sua cidade. Temos vários projectos de “Custom Publishing” para clientes, como for- evento O necedores de conteúdo para a web e o telemóvel e também revistas e livros. Todos contam uma história. TXP. Qual é o seu prato preferido? RL. Adoro a comida em geral, desde que seja preparada com carinho e acompanhada por um bom vinho. Sempre me deixo levar pelos caprichos! www.lecool.com www.lecoolbook.com .................................................................... Thanh Xuân Pham [email protected] de calçado com a empresa Skechers USA situada em Los Angeles. Em 2008, começa-se a distribuir na Europa Os seus clientes? Os adolescentes, apesar de começar a estrear números de calçado a partir do 18 em Outubro de 2008, permitindo aos mais pequenos dar os seus primeiros passos na Ecko! Apesar de a marca se ter dado a conhecer e ter começado a ser uma referência nos primeiros tempos pelo seu calçado masculino, actualmente, com uma média de 300 peças, 30% são dedicados ao homem com o nome da Ecko Unltd, 30% às crianças através da Ecko kids e 40% à mulher via Ecko red. Vendido da Inglaterra à Áustria e de Portugal ao Benelux, a França representa uma dos seus três principais mercados. De facto, conseguiu estar presente em armazéns de referência tais como o Citadium ou o Spartoocom. Também se pode encontrar em lojas de desporto, calçado ou em multimarcas streetwear. Assim, Ecko continua a sua conquista e apresentará a sua nova colecção na feira Who’s Next que terá lugar de 3 a 6 de Setembro no Pavilhão 1 da Porte de Versailles. Fiel reflexo do seu logótipo, o Ecko continua a mostrar-nos a sua potência! Encontro iniludível! [email protected] www.marceckoenterprises.com www.whosnext.com ..................................................................... Charlotte Fortunet Arcamone [email protected] Under le Louvre Savoir-Faire das marcas e a capacidade de Under le Louvre em dá-las a conhecer: uma combinação explosiva... Under le Louvre, um acontecimento criado pela WSN Développement, dedica-se aos criadores de Moda. O seu conceito? Apresentar as précolecções, edições limitadas, colaborações com artistas, exposições dedicadas ao lançamento de novas linhas das marcas Premium a um público de espertos e líderes de opinião internacionais. Abertura à comunicação e à mistura de universos! Organizado de 26 a 28 de Junho, durante a semana dos desfiles de Homem, o Under le Louvre terá lugar, como indica o seu nome, no Carrossel do Louvre e apresentará uma centena de marcas internacio- nais. Entre elas, Yazbukez, Williot, Andrea Crews, Feiyue, Issey Miyake relógios, a colaboração Stereo Panda / Crooks & Castles, Mélissa, Robert Clergerie e muitas outras, apresentarão em primícia novidades que darão muito que falar. Evento cultural e colectivo antes de mais, o Under le Louvre pretende eliminar as barreiras entre a marca e a cultura…De facto, o Under le Louvre aproxima as marcas aos selos discográficos, aos cinemas Mk2, assim como aos especialistas em Web interactivo, novas tecnologias, bloggers, … e aos meios de comunicação… tudo apoiado por uma emissora de rádio e uma programação de eventos, entre eles os famosos « under » concertos no Olympia de Paris… Frente aos mercados em constante evolução e com a intenção de cen- tralizar conhecimentos e de participar em novas perspectivas cívicas, o Under le Louvre organiza seminários sobre as grandes orientações futuras como podem ser o desenvolvimento sustentável, o duo live/online, e também o consumo inteligente. Estes seminários serão transmitidos pela emissora online awdio.com. Resumindo, se procuras novidades e mistura de estilos, o Under le Louvre espera por ti ! Sexta-feira 26 de Junho, Carrossel do Louvre! www.underlelouvre.com Carrousel du Louvre - París ........................................................ ......................................... Charlotte Fortunet Arcamone [email protected] Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos 12 junho monday 1 tuesday 8 wednesday 2 9 4 10 11 16 17 15 Pitti Uomo 22 23 friday thursday 3 saturday 12 18 sunday 6 5 7 14 13 19 21 18 20 Firenze // 16 - 19 // www.pittimmagine.com 25 24 White Tranoï Homme 27 Paris // 25 - 28 // www.tranoi.com Rendez-vous Homme 28 Paris // 25 - 28 // www.rendez-vous-paris.com julho monday 29 Under le Louvre 1 Milano // 21 - 23 // www.whiteshow.it Paris // 26 - 28 // www.underlelouvre.com 2 1 tuesday wednesday Bread & Butter 30 6 28 7 The Brandery 4 3 Berlin // 01 - 03 // www.breadandbutter.com 8 8 4 Paris // 04 - 06 // www.playtimeparis.com 30 31 10 11 9 5 saturday Playtimesunday friday 1 12 Barcelona // 07 - 09 // www.thebrandery.com Before by July Paris // 05 - 07 // www.pretparis.com 13 14 16 15 17 Simm Madrid // 16 - 18 // www.simm.ifema.es 20 16 boutique S Alife, o templo do sneaker urbano e está à procura do último sneaker em edição limitada, encontrámo-lo! É no Loweer East Side de Nueva York que descobrimos o templo do sneaker urbano : Alife Rivington Club: três palavras que convidam a sonhar… Sem nenhum letreiro exterior e com uma campainha quase escondida, esta loja cultiva o seu enigmatismo… Com um chão de tapete púrpura, as colecções podem-se contemplar desde o sofá de pele de avestruz verde. Os sapatos são apresentados separadamente em recantos encaixados na parede e iluminados como peças de colecção. Aqui está o templo que transforma o sneaker num verdadeiro produto de luxo! E de certeza que aqui encontrará o sneaker dos seus sonhos, têm todas as melhores edições limitadas do mercado…Além de propor-lhe modelos que não se conseguem em lado nenhum, têm stocks mas não fa- zem repetições.... Um bom conselho: Não pense muito !! Os donos da Alife conhecem muito bem o seu negócio. Juntaram-se há dez anos com a vontade de criar uma loja pouco convencional. Há menos de um ano que Rob Cristofaro, Arnaud De Le Colle e Treis Hill lançaram a sua própria colecção « made in USA » e que a distribuem nas suas 5 lojas próprias Alife, de Nova York a Tokyo passando por Vancouver. Podem-se encontrar jogos em edições muito limitadas, bonés ou também comprar fotografias, sem esquecer as exposições temporárias. Estas lojas transformaram-se nas verdadeiras plataformas para dar a conhecer o trabalho de artistas : livros, toys, t-shirt, skateboards, músicos… Colaborando com Irak, Ryan McGuiness, Shepard Fairey ou Krink…Todos os aspectos relativos a esta cultura estão reflectidos! O segredo do seu merchandising ? Renovam os mode- 21 22 28 29 setembro monday 31 1 7 los a cada duas semanas para surpreender sempre os seus clientes. Segundo Cristofer Vidal, encarregado da loja Rivington Club e ajudante das compras, o estilo Alife define-se em 5 palavras : Alife Style Like No Other** * sneaker : ténis **O estilo Alife não há igual The Rivington Club : 158 Rivington Street, NY, NY 10002 tel. 212 · 375 · 8128 Alife Rivington Club : 178 Orchard Street, NY, NY 10002 tel. 616 · 654 · 0628 Alife Tokyo : 3-5-10 Jingumae – shibuya-ku, Tokyo 150-0001 – Japan [email protected] www.alifenyc.com ..................................................................... Charlotte Fortunet Arcamone [email protected] 13 30 9 14 15 1 31 3 Who’s Next 21 Première Classe saturday friday 30 10 16 28 outubro monday 28 Tranoï Femme 5 Paris // 03 - 06 // www.tranoi.com 31 Paris Prêt-à-Porter 1 12 13 19 18 wednesday 29 8 24 30 26 Moda Calzado 7 1 31 Rendez-Vous Femme friday Paris // 01 - 04 // www.rendez-vous-paris.com saturday Première Classe 30 31 Paris // 02 - 05 // www.premiere-classe.com 8 27 2 Madrid // 24 - 26 // www.modacalzado.ifema.es Paris // 01 - 04 // www.workshopfashionagency.com 30 6 20 Pasarela Cibeles Workshop Paris tuesday sunday Madrid // 18 - 22 // www.cibeles.ifema.es/ferias/cibeles 22 23 30 6 Paris // 04 - 07 // www.pretparis.com 11 17 Micam 22 5 Paris // 03 - 06 // www.whosnext.com Milano // 16 - 18 // www.micamonline.com 16 2 Paris // 03 - 06 // www.premiere-classe.com 2 8 Premium Berlin // 18 - 20 // www.premiumexhibitions.com wednesday tuesday 19 18 9 10 3 Esparguete com sépia & gambas ao estilo Big Fish 4 sunday Ingredientes (para uma pessoa) : Preparação : 100 gr de esparguete Fritar o alho numa frigideira até dourar e introduzir a sépia cortada, o tomate, o vinho e as gambas, deixar até estar macio. 1 sépia limpa e cortada 4 gambas descascadas 1 Paris sur Mode Paris // 02 - 05 // www.parissurmode.com 13 receita 11 1 dente de alho 4 colheres de azeite 6 tomates cherry 100 cl de vinho branco Salsa 13 12 1413 14 15 16 17 18 Sal Pimenta Pimentão doce WSN & PC in Dubai Depois, adicionar a massa cozida, a salsa, o sal, a pimenta e misturar tudo. Servir num prato e decorar com o pimentão. Agradecimentos ao restaurante Big Fish, Barcelona. www.bigfish.cat Dubai // 11 - 13 // www.whosnext.com // www.premiere-classe.com tradeshows moda verão 09 14 Reach www.tagaugrandpalais.com Illies www.tagaugrandpalais.com BO130 www.bo130.org Jaya www.tagaugrandpalais.com Dead www.tagaugrandpalais.com Pax Paloscia “When he’s gone” www.addictgalerie.com WK Interact “Twisted Head” www.addictgalerie.com Phase2 www.tagaugrandpalais.com Phase2 www.tagaugrandpalais.com Zedz www.zedz.org/ Nunca “Free” www.galerielefeuvre.com www.fidancia.com Fenx www.tagaugrandpalais.com L’Atlas www.tagaugrandpalais.com INTERNATIONAL ITALY FRANCE SPAIN & PORTUGAL Philippe Aguettaz Sales Manager [email protected] Mobile: +33 678 311 567 Fax: +33 147 338 705 Laura Scianna Sales Manager [email protected] Mobile: +39 340 8151 693 Fax: +39 053 6921 587 Nadia Feddoul Sales Manager [email protected] Mobile: +33 678 311 431 Fax: +33 147 338 705 Jordi Campoy Sales Manager [email protected] Mobile: +34 626 653 546 Fax: +34 932 44 8481