Inverno 2009 / 2010
www.fidancia.com
News N.5
Streetwear Marketing :
We are Reversible
VideoLinks
Exposição : Tag au Grand Palais
Evento : Under le Louvre
N.5
Na capa :
O seu primeiro ano de vida foi o mais duro
e violento.
Durante esse tempo nada a inspirou. Só
teve que aguentar.
Os restantes 11 anos da sua vida deunos alegrias.
Gravada em ouro para sempre ficou e
pela sua nobreza e honra a Fidancia num
muro a estampou.
A Tonetti fez 12 anos e é a minha melhor
companheira.
Pintura em capa: membro do equipo
Dialogue
Fidancia News é uma publicaçáo de
Fidancia, S.L., Junho 2009
Impresso em papel ecológico reciclado e
tintas Ecopure.
Fidancia News tem uma tiragem de
25,000 exemplares e publica-se en seis
idiomas : español, inglês, italiano, francês,
alemâo e português.
Editor :
Fidancia, S.L.
Caspe, 118, pral 4ª
08013 Barcelona, Spain
vat number: ESB60684305
t.+34 93 244 88 86
f.+34 93 244 84 81
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Coordenação e desenho :
Dialogue Fashion Development, S.L.
Caspe, 118, pral 4ª
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Impressão : Offset Derra
Depósito legal : B-36451-2007
A Fidancia News não assume a responsabilidade das opiniões e comentários de
terceiros publicados.
Dialogue gostaria de agradecer a Berenice Mondragón, Ivana Blaz, Benjamin
Bouaziz y Chiara Mitsuco Leone pela sua
colaboraçâo.
editorial
A sensação que tive ao trabalhar nesta Fidancia News nº 5 é de infinito.
As culturas populares multiplicam-se.
Alteram-se dependendo do país, das
suas cidades, dos seus bairros, vivências, da classe social e do desporto
que praticam. Elaborar um estudo
profundo e pormenorizado sobre a
cultura street e, por conseguinte da
streetwear, parece-me um projecto de
fim de carreira. A moda, tal e como a
entendemos, sempre se alimenta da
rua. Podemos observar isto na evolução das calças de trabalho do princípio
do século passado, que chegaram a
ser uma das peças mais –In- dos anos
70 e hoje uma peça imprescindível, os
Jeans. A Coco Chanel transformou o
triste vestido preto da pós-guerra no
“La petite robe noire”. Nos anos 80 os
bairros, como o Brooklyn ou a Downtown em Los Angeles, foram o berço
das diferentes formas de expressão da
actualidade. Cada movimento precisa
dum líder. É dele que depende que a
mensagem seja elitista ou popular.
Sobre este tema pareceu-me muito
interessante a história dos “Lo-Lifes”,
de 1988. Adicionei um videoclip que
encontrámos no Youtube sobre este
movimento e aproveito para comunicar
que adicionámos outros, para acompanhar e ampliar os temas tratados nes-
te número. Poderão descobri-los através do Fidancia News online enquanto
passam as páginas. Resumindo os
temas tratados neste número, continuamos com um fragmento de uma
entrevista realizada pelo Luke Jacomb
ao Bags, um referente de Brooklyn, no
nº 1 da Sneaker Freaker – Spain.
Luke Jacomb: Ralph Lauren é uma
etiqueta conhecida como própria da
classe alta branca, ainda assim, a
marca cresceu na cultura negra. O
que é que achas disto?
Bags : Não é que tenha crescido na
“cultura negra” cresceu no “bairro”,
que fundamentalmente está formado
por negros e hispânicos. Qualquer
coisa que ganhe importância no bairro cresce em qualquer sítio, porque
é o bairro que marca as tendências.
Vestir-te bem no bairro melhora o teu
posicionamento social. Podias estar
arruinado, ser o mais desgraçado do
quarteirão, mas ninguém nota se trazes roupa fixe.
www.youtube.com/
watch?v=Fuyl1lwDWdE&hl=es
Os melhores cumprimentos aos leitores da Fidancia News nº 5
.....................................................................
Heidi Laas
[email protected]
sumário
Partner Fidancia : Hoje Fidancia mais que em algum momento
02
Revista : Sneaker Freaker
03
Blogs
03
Street Marketing : We are Reversible
04
Book : Franck 151, mais do que uma marca
05
Feiras Streetwear
05
A marca Crooks&Castles
06
A entrevista : Ferran López Mercader
06
Tendências : Outono-Inverno 2009-2010
07
Web : www.dialogue-fd.com
08
Showroom Dialogue : Muhlbauer
08
A marca S2one
09
Videoteipes de nós
09
Itinerário de uma empresa : New Era
10
Exposição : Tag…Grand Palais
11
Guia : Lecool Revolution
11
Feira : Ecko exponha Who’s Next
12
Evento : Under Le Louvre
12
Nova direcçao : Alife Rivington Club
13
Calendário feiral segundo semestre 2009
13
Receita : Big Fish
14
Agora,
Fidancia
máis do
que nunca
O
lá a todos! É um prazer poder
partilhar com todos vocês, leitores da Fidancia News, este
número 5 dedicado ao mundo streetwear.
Conheço o mundo empresarial e jurídico em geral, mas graças à Fidancia,
e previamente, a uma empresa da
competência, conheço (apesar de que
nunca direi que totalmente), este sector da moda, calçado e complementos
tão variado e fluido. Assessoro muitas
marcas, aproximo-me às tendências
não só criativas do produto, como também de gestão. Analiso, contrasto e
desenho as relações comerciais e jurídicas. O dinamismo mantêm-me viva,
não deixa de surpreender-me e cada
dia ensina-me coisas novas.
Comecei este artigo com a exigência
de analisar (com pretendida objectividade) por que razão acho (opinião
subjectiva) que agora, mais do que
nunca, a Fidancia pode desempenhar
um papel importante na vida das empresas, dos projectos e das marcas.
A razão porque agora é mais interessante escolher os serviços da Fidancia
e o que dá mais valor, ou que pode
aportar à organização da actividade
dos seus clientes e do resto dos agentes que “interactuam” nesta ampla e
variada comunidade. Refiro-me à actividade empresarial, que inclui a totalidade: a gestão empresarial, comercial,
de produção, logística, a gestão administrativa e de cobro, o seguro de
crédito; jurídica e em última instância
litigiosa judicial; mas falo também de
tudo o resto, em que a Fidancia se foi
especializando pouco a pouco (descobrindo as necessidades dos seus clientes e adaptando-se às mesmas). Esta
gestão é fruto da constante inovação
presente por exemplo na gestão, que
gosto de denominar, cultural, e que
consiste na organização de eventos,
no posicionamento da imagem e na
comunicação das marcas. Deixo para
outro momento a análise da sua actividade relativamente à Dialogue ®, o
seu papel de mediadora com a imprensa especializada, organizações empresariais e também Organizações Feriais
de diferentes países. Isto, sem dúvida,
torna diferente a Fidancia, e alude ao
seu dinamismo e à força da sua equipa optimista-realista, a ilusão nos projectos, a aceitação dos desafios. Esta
é, na minha opinião, uma das razões
que a torna mais competitiva.
A actividade da Fidancia torna-a diferente, aproxima-a a distintos sectores
e agentes, e permite que a vasta informação que possui lhe dê uma visão
mais completa do sector e do mercado.
A visão do sistema que possui enriquece o cliente.
Conhece e relaciona-se com todos,
dia-a-dia, viajando, visitando feiras,
indo a eventos e pontos de venda.
Um conhecimento mais global que
lhe permite assessorar e acompanhar
o seu cliente utilizando as melhores
ferramentas para a sua estabilidade e
a dos seus clientes. Esta seria outra
razão importante.
A Fidancia também colabora em projectos com outras empresas consultoras de marketing e comunicação, Escolas e Centros docentes, dá palestras,
conferencias e facilita convénios
de estágio profissional a alunos.
As Escolas são tanto de
Desenho de formação
de jovens criadores
e futuros profissionais do sector,
como Escolas de
Gestão Empresarial e Comércio
Internacional de
Espanha, França,
Alemanha, Itália,
etc.… Nesta época
de fim do ano escolar, vejo o esforço que
a Fidancia realiza neste
sentido, para fornecer a
estes jovens equipamentos
informáticos, a infra-estrutura
adequada e o espaço. Eu, que conheço o mundo do estágio profissional Escola-Empresa, acho que é outra
das razões para elogiar a Fidancia.
O conhecimento do sector, neste momento, torna-a realista-optimista e
este termo, utilizado previamente, está
extraído dum artigo do Francesc Miralles publicado a 15 de Fevereiro de
2009 no “El País Semanal”. “O escafandro do optimista” viria a garantir, na
opinião dele, que o optimista que projecta os seus sonhos desde o realismo,
garante uma feliz travessia ao êxito. O
importante é conhecer os objectivos
e também os recursos com os que se
conta para alcançá-los. É necessário
a análise e para isso, a Fidancia pode
ajudar a realizá-la. Como se explica “A
lei da atracção funciona sempre que o
íman seja o suficientemente potente
para capturar o metal escolhido”.
O Francesc Miralles no “O escafandro
do optimista” cita a Thomas A. Edison
(o que ele denomina empreendedores
imunes ao desânimo) que queimou
dezenas de milhares de lâmpadas até
conseguir que se fizesse luz. O Miralles
diz que o facto de que finalmente conseguisse está intimamente relacionado
com a convicção de que a genialidade
é 1% de inspiração e 99% de transpiração. Miralles continua: “No entanto,
há mais uma variável que distingue o
optimista que alcança os seus objectivos: a capacidade de superar o que
em cada época parecia possível e razoável”. Esta poderia adicionar-se às
anteriores razões, a Fidancia apoia e
considera os projectos com um ponto de vista optimista-realista com os
seus clientes.
A Fidancia está-se a adaptar constantemente e apostou pelo líder mundial
na gestão empresarial, a base de dados Oracle e o software de gestão e
Finanças JD Edwards com o objectivo
de responder aos problemas actuais
e antecipar-se aos futuros (Fidancia
news 3).
Como em todos os reptos teve que
lutar
com
força, e continua a lutar, para o melhoramento e a fase 2 do projecto,
para adaptar-se às novas circunstâncias. A equipa humana da Fidancia e
da Consultoria QUALITA continuam a
trabalhar para que uma vez que esteja implementado o novo programa, se
consigam os melhores resultados. Uma
parte essencial do projecto é a comunicação com o cliente, com os usuários
via Internet e a possibilidade de que
todos os clientes, fabricantes, distribuidores e agentes possam obter a informação através da página web. Aqui
reside a inovação e a mudança, apesar
das dificuldades. Desde aqui aproveito
para reconhecer e agradecer o esforço da equipa humana da Fidancia na
meta por conseguir alcançar o êxito
do projecto e agradecer também aos
clientes pela compreensão. Sempre se
disse que os optimistas vivem mais e
melhor, e eu, pessoalmente, acho que
os realistas também. A Tecnologia na
Fidancia é analogamente outra razão
de futuro.
E agora, sem dúvida, o valor mais importante é a equipa da Fidancia composta por mais de 50 pessoas de diferentes idades, línguas, culturas e raças,
de todos os continentes, à excepção
da Oceânia. A equipa da Fidancia é
uma equipa, na sua maioria jovem, que
está em constante evolução, tal como
a própria empresa, no seu repto de
adaptação e flexibilidade. Aproveito
também o espaço para falar de uma
pessoa sábia, que aparece na Fidancia
News Nº 1 e que foi a primeira pessoa
contratada pela empresa, Pilar Crispigni. Tomo a liberdade de lhe dizer desde
aqui: Obrigado pelo teu trabalho e a tua
dedicação à empresa e também pelo
teu esforço na formação das equipas
e, a nível pessoal, obrigado pela tua
amizade. Penso que tem outros planos
pessoais e iniciará uma nova etapa na
sua vida.
Devo confessar que neste momento
é importante falar do futuro da organização da empresa, o que
representa na minha opinião
um dos reptos mais importante aos que se
enfrenta Fidancia,
os seus clientes e
muitas das empresas nestes
momentos.
Confesso que
sou influenciada pela visão que expõe
o Juan Carrión (Doutor
em Bussiness
Management,
Economista, Engenheiro Informático e professor da
Escola de Marketing de
Madrid ESIC) no seu novo
livro “Culturas inovadoras 2.0”
publicado em Fevereiro deste ano
na Editorial Lid
e que tomo a liberdade de partilhar com
vocês, porque a mim, fez-me pensar. O
seu blog www.juancarrion.wordpress.
com recolhe a entrevista realizada pela
Lola Salado e que volto a transcrever
parcialmente em seguida.
A opinião dele, que comparto, é que as
empresas do futuro serão comunidades criativas. Não existirão superiores
nem subordinados, trabalhar-se-á pelos valores e não só pelo dinheiro e o
objectivo fundamental não será maximizar o benefício, mas o talento. Utópico? Espero poder vê-lo.
Ele acredita, que actualmente, são poucas as empresas que são comunidades
criativas. Na actualidade encontramonos no passo prévio, no ponto evolutivo
que ele denomina culturas inovadoras
2.0, no passo de uma cultura Neandertal a outra: a Cro-magnon. As empresas do “Cro-magnon” estão caracterizadas pela sua flexibilidade, por serem
capazes de se antecipar e adaptar às
mudanças do seu entorno. Nas em-
presas 2.0, as pessoas e o seu talento
são muito importantes, e a liberdade é
uma máxima que, obviamente, exige
responsabilidade. A liderança também
está num segundo grau, integrada por
pessoas que conseguem superar o seu
próprio eu para poder viver e liderar
desde o nós. Carrión acha que 2% das
organizações deram o passo evolutivo
e que cerca de 20% o farão nos próximos anos.
O autor acha que a liberdade é fundamental para criar culturas inovadoras.
As pessoas precisam de certos espaços de liberdade para dialogar, reflectir,
aprender, sintetizar, criar e inovar, mas
o sistema empresarial não está planificado assim.
Por isso, as empresas não podem ser
realmente inovadoras. Como diz o Koldo Saratxaga: “A empresa é um dos
escassos redutos de ditadura que
ficam nas sociedades democráticas
e está a pedir urgentemente transformar-se num espaço de liberdade e de
bem-estar”. Em ditaduras, com níveis
mínimos de liberdade e bem-estar, é
difícil que surja a inovação.
Carrión diz que deveríamos questionarnos muitos planeamentos empresariais
procedentes daqueles tempos, por
uma simples razão: esquecem a humanidade do homem, e isso é esquecer
muito… Portanto, teremos que evoluir
para modelos baseados na liberdade,
mas que em compensação exijam algo
importante aos profissionais: responsabilidade. Aí reside o segredo e o desafio. Por outro lado, aparece o medo,
que não ajuda nada a que as pessoas
mostrem o melhor de si mesmas e realizem grandes contribuições. Por isso,
as culturas baseadas no medo não são
um bom campo de cultivo para a inovação.
O problema é que para desenvolver
este tipo de culturas fazem falta líderes muito especiais… Especiais como?
Pergunta a entrevistadora.
Volto a transcrever a resposta do Juan
Carrión:
“Muito especiais. A qualidade da liderança é um tema central no que diz respeito à criação de uma cultura inovadora, porque actualmente a única forma
de conseguir vantagens competitivas
é criar um ambiente de trabalho que
atrai, retém e leve a inovar. E o que realmente atrai, retém e leva a inovar são
os líderes de segundo grau; mais centrados em criar contextos de qualidade
que em mostrar o seu poder, dominar e
controlar. Pessoas que lograram superar o seu próprio eu e transcenderam
ao nós. Parece fácil, mas não é …”
Aqui está o desafio da Fidancia, Olivier,
já sabes, desejo-te todo o êxito. Esta
será a última razão para escolher a
nova Fidancia e todas aquelas empresas que procuram inovação e produtividade.
Nines López, advogada e professora de
Organização Industrial e Legislação.
[email protected]
Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos
02
streetwear marketing
magazine
Sneaker
Freaker
15
x 21 formato da
Sneaker
Freaker,
revista de colecção
iniludível para quem se interesse por
descobrir e conhecer o que se está
a passar no mundo dos Ténis (Sneakers).
O Simon Wood (Woody) nem imaginar a aventura que começava. Criou
a revista para impulsionar a sua empresa de desenho e ensinar aos outros o que podia chegar a fazer. Isto
sucedia no ano 2002, em Melbourne,
Austrália. Actualmente, edita 50.000
exemplares cada quatro meses e estes são distribuídos em 33 países. É
uma ferramenta de consulta imprescindível para os que marcam as tendências no mundo dos ténis, a Sneakers não te informa apenas acerca
dos novos desenhos ou das últimas
tendências, introduz-te nelas. Difíceis
de encontrar já que se esgotam rapidamente, os números da Sneaker
Freaker distribuem-se através das
lojas que vendem o produto ou nos
locais impulsionadores de novas linhas, hotéis, restaurantes, clubes
desportivos, etc.…
A Sneaker Freaker Spain é a única
revista dedicada ao mundo dos ténis
em espanhol. Com uma tiragem de
15.000 exemplares pretende transformar-se no núcleo dum universo
que ainda não chegou ao topo nos
países de fala hispana. A base da sua
distribuição é constituída por lojas
que, pela sua filosofia ou localização,
contribuem para a visibilidade da revista, e a prioridade é focalizá-la em
lojas com orientação a comunidade
(ou seja, aquelas que agrupam os coleccionistas e os amantes dos ténis).
Ao outro lado do Atlântico, a Sneaker
***
blogs
Freaker Spain já esta
nos pontos estratégicos de Nova Iorque,
Los Angeles, San Francisco
ou Boston.
Lacoste, Converse, Adidas, Reebok,
Chanel, Nike, Puma, Yohji Yamamoto, Royal Elastics, Fila, Fred Perry,
Clae, Pointer, Encap, Gucci, Prada,
Skytop, L.A. Gear,
Louis Vuitton, KSwiss, New Balance,
Vans, Glove, Onisuka
Tiger, Le Coq Sportif,
Dolce & Gabbana,
Alife, ACG, Supra,
Munich…são muitas
as marcas que estão
presentes em cada
número. Notícias sobre eventos, os ténis
mais procurados, novas tecnologias, fusões entre desenhadores independentes
e marcas pioneiras,
histórias do passado e futuro próximo, são alguns dos temas mais destacados. A Sneaker Freaker é uma
revista imprescindível para os fanáticos dos ténis, para profissionais do
sector, têxtil, comunicação, arquitectura, cinema, música… e sobretudo
para quem queira saber sempre mais
A
Reversible é uma empresa
constituída em Barcelona que
se dedica à distribuição, publicação, organização de eventos e
actividades relacionadas estritamente
com o âmbito da cultura urbana contemporânea.
O sócio fundador e director comercial
da Reversible, Nacho Puig.
sobre a evolução da cultura street.
Responsáveis e editores desta nova
aventura :
www.sneakerfreaker.es
[email protected]
www.wearereversible.com
Heidi Laas
[email protected]
www.frank151.com
de cultura urbana, na que
Visite o blogue da pequena revista tudo o que está relacionade
poderá descobrir as últimas notícias
artistas, músicos, eventos, este
do com o mundo street. Marcas,
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Blogue lançado
Dedicado ao mundo dos sneakersem 2004 e desenvolvido em espanhol em 2009.
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Blog
Recolhe temas como o graffiti, a ue dum colectivo brasileiro
street art, a música, a moda
e o desenho, com fotos e vídeos para
ilustrar cada secção.
www.snpstr.free.fr
Criado em Fevereiro de 2008 por Alexandre Thak.
tendências e o desenho.
Blogue especializado nas culturas urbanas, a arte, a música, as novas
s.
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O Guillotine esmiúça cada dia com s / Toys.
tendências actuais, de Paris a Tóqu paixão, as
io, passando por Nova Iorque e Berlim.
Heidi Laas. Apesar de seres muito
jovem, não estás ao princípio da tua
aventura empresarial. Como começou
tudo?
Nacho Puig. Grande pergunta. Tudo
começou mais ou menos aos 16 anos.
Foi no colégio (San Ignacio de SarriáBarcelona) onde começaram as inquietações pelos desportos, por uma
maneira de vestir, pela cena do surf,
do skate, do snowbord. Sim, foi assim.
Aos 15 ou 16 anos comecei a praticar
surf. Comprei a minha primeira tábua
de surf em Taktik, uma loja que agora é
um dos nossos clientes, e também fui
cliente assíduo da “La General Surfera”
onde trabalhava ás Sextas-feiras e aos
Sábados. Fazia as campanhas do Natal
e colaborava com eles em pequenos
eventos de skate que organizávamos
no bairro para patrocinar os miúdos.
Certo dia um dos representantes que
frequentava a loja ofereceu-me uma
colaboração, e foi aos 17 ou 18 anos
que consegui a minha primeira marca
como representante.
HL. Começaste de adolescente. Continuas a praticar Surf?
NP. Sim, continuo a surfar, a viajar….
HL. Desde então mudaram as coisas.
Tu e o teu sócio, o Carlos, formam
uma boa equipa e criaram a Reversible, onde distribuem marcas canadenses e americanas no sul da Europa,
editam duas revistas (uma americana
e outra australiana) e agora são consultores. A Reversible foi eleita para
orquestrar uma ambiciosa campanha
de promoção e difusão para celebrar
o décimo aniversário da Levi’s Engineered Jeans com uma série de eventos
que se celebraram no passado mes
de Junho em Barcelona, Madrid e Lisboa. Como nasce o projecto?
NP. A nossa colaboração aparece
através dum amigo do meu sócio Carlitos (Carlos San Mamés) que trabalha
na Levi´s e pela loja de sneakers do
Carlos, plataforma básica para tudo o
que fazemos dentro do sector sneaker
e streetwear. Fomos vê-los aos seus
escritórios com o nosso projecto, que
consistia em criar uma plataforma de
comunicação dirigida ao nosso target,
aportando a realidade do que se estava
a passar fora de Espanha. Apresentámos o projecto, e viram que muitos dos
seus produtos encaixavam no nosso
target de consumidor e de leitor. Surgiu a ideia de apoiar uma campanha de
marketing que eles tinham de uma forma especial. E, assim começou tudo.
(ver fotos 1 e 2)
www.vimeo.com/4709707
www.vimeo.com/4527324
www.vimeo.com/4416239
HL. Como começaram a desenvolver
as linhas Frank 151 na Europa?
NP. O Mike e o Stephen Malbon, além
de editarem o Frank Book, criaram
uma plataforma de comunicação e
marketing, e também os bonés Frank
Caps vinculados à network que eles
têm nos EUA. Nós trabalhámos durante um ano na publicação do primeiro
número do Frank Book em espanhol
preparando um best of dos melhores
conteúdos dos últimos anos. No que
diz respeito aos bonés aproveitámos a
sinergia para criar uma campanha de
marketing, e posicionar o produto nas
melhores lojas da Europa.
HL. Como é que nasce a ideia de lançar a Sneaker Freaker Spain?
NP. É uma ideia que tinha o Carlitos
há já muito tempo, quando começou
com a loja sneaker. Ele já era cliente
da Sneaker Freaker desde o princípio.
Ia comprando edições na Austrália e
nos EUA, e viu que realmente fazia
falta neste mercado porque o resto das
revistas informavam sobre o mundo
dos ténis mas, sem estar especializadas. Puseram-se em contacto com a
Sneaker Freaker internacional precisamente quando me incorporei e, acabámos por negociar juntos.
HL. No próximo mês de Julho inaugu-
Reversible
ra-se a nova feira The Brandery em
Barcelona onde vocês têm um papel
muito importante. O que é que vai
acontecer?
NP. Graças ao apoio da Fira Barcelona,
da câmara e da agência XXL, lançamos a princípios de Julho a plataforma
Outerspace na que trabalhamos há
tempos. Implicámos todas as pessoas
e peças fundamentais do nosso sector,
tanto a nível nacional como internacional. Entendemos a situação actual, e o
que queremos construir entre todos é
uma feira que funcione, que seja rentável para todas as marcas, para as
lojas e também para a plataforma de
meios que nos vai apoiar. Confirmo
que vai ser algo muito especial, dirigido à evolução urbana das marcas,
aos survivals que depois de tudo o que
aconteceu nos diferentes mercados
continuam a estar na primeira linha, e
às marcas que começaram à pouco e
que rapidamente se desenvolveram e
consolidaram. Diferenciámos três espaços: o Sneaker Show dedicado ao
mundo sneaker, o Week After um dos
espaços mais exclusivo que apresenta
“referentes” que servem de inspiração
criativa à maioria das marcas e Street o
espaço mais dinâmico e amplo da feira,
onde vão conviver as melhores marcas
da cultura urbana americana, europeia
e japonesa.
HL. O que é que te insinua a palavra
moda, ou a frase “está na moda”? Alta
costura, passarelas, glamour?
NP. Sugere-me estilo ligado à mulher
mais do que ao homem e um pouco de
confusão.
HL. Como vês a venda online em 5
anos?
NP. Se tudo continua como agora, um
boom. Deverá ser controlado de alguma forma. Continuo a pensar que num
ano ou dois vai ser uma oportunidade
para muita gente.
HL. E a Reversible?
NP. Aqui cada semana é como se tivesse passado um ano, por isso não
faço ideia do que sucederá no próximo
ano. O que sei é que continuaremos a
lutar.
HL. Que poderá trazer Fidancia á sua
empresa?
NP. Um parceiro sólido para gerir os
pagamentos de todos os nossos clientes. Vantagens muito claras ao poder
vender em diferentes países e ter um
único interlocutor para o pagamento. A
relação é directa e transparente. Mais
que um gestor de pagamentos, que
nunca me gostou esse termo, definiria
a Fidancia como “consulting de moda”.
Sócio fundador da Reversible e director de arte dos projectos criativos da
empresa, Carlos San Mamés.
S
ócio fundador da Reversible e
director de arte dos projectos
criativos da empresa, Carlos
San Mamés.
Heidi Laas. Há 13 anos criaste em
Barcelona as lojas tattoo. Qual é a tua
trajectória profissional?
Carlos San Mamés. Sempre fiz de
tudo. Quando trabalhei em lojas de
roupa comecei a
conhecer mais de
perto o mundo das
tatuagens, estoute a falar dos anos
90, uma época em
que as tatuagens
eram outra coisa e
estavam focalizadas noutras pessoas, mas comecei a
interessar-me pelo
assunto e descobri um mundo quase
sectário, muito fechado, desde o próprio tatuador até ao cliente. Já nesse
meio conheci pessoas que jamais pensaria que se tatuam e estabeleci muito
boas relações dentro desse mundo;
desde então o universo das tatuagens
sempre esteve presente na minha vida
e é por isso que há 13 anos abri o meu
primeiro estúdio profissional na rua
Tallers. Fi-lo com a ideia de alterar o
conceito de loja que conhecia e darlhe um ar mais próximo das pessoas,
e também para que as pessoas conhecessem este mundo também a nível
internacional.
Resumindo, é um mundo de que sempre gostei, tive a oportunidade de abrir
o meu próprio estúdio e assim o fiz.
HL. Os teus conhecimentos em lemas, símbolos e cores dos movimentos punk, heavy metal, skaters com um
grande etc. que adquiriste através das
tatuagens deram-te uma grande bagagem para poder decifrar, criar e dirigir
projectos. A equipa criativa da Reversible é singular?
CSM. A equipa da Revesible é formada
por pessoas muito diferentes, e cada
uma delas têm gostos musicais e hobbies diferentes entre si. Essa variedade de interesses, atitudes e conhecimentos ajuda a que a criatividade que
levamos a cabo na empresa seja mais
fácil e dinâmica, sobretudo porque com
a bagagem de todos conseguimos ter
uma visão mais ampla e panorâmica
dos nossos projectos.
HL. Na capa da Sneaker Freaker Nº
4 aparecem uns ténis do Louis Vuitton. A que público querem chegar as
primeiras linhas como Chanel, Gucci,
Louis Vuitton…?
CSM. A coleccionistas e pessoas interessadas nas tendências no mundo
da moda de alta gama. Se as grandes
marcas da alta gama da moda actual
decidem fazer uma linha de ténis é
porque viram as possibilidades de futuro desse mercado e a sua capacidade
de expansão e crescimento.
HL. Precisam do reconhecimento deste sector? Ou é o sector que reclama
linhas de luxo? Luxo que não é só o
preço que se paga pela distinção que
dá a marca mas o luxo de ter a sola
dos teus ténis cosida com fio de seda
como o faz a Chanel.
CSM. É uma mistura de ambas coisas. As marcas da gama alta da moda
decidiram ir à procura da cumplicidade de um público mais jovem, urbano
e moderno, que se sente identificado
com este novo tipo de produto que
oferecem, como por exemplo os ténis
do Louis Vuitton com o Kanye West,
um artista que provém do mundo da
música. Artistas como o Pharell Williams, o Kanye West ou o Jay-Z mostram
muitos dos produtos destas marcas
nos seus videoclipes, e todos eles são
ícones que criam tendências por si
mesmos, é natural que o público tenha
reparado nestas marcas.
Por sua vez, o sector dos ténis precisava de inovações e mudanças de
direcção que apresentem reptos e
tragam novidades técnicas, estéticas
1
2
e conceptuais. O que é óbvio, como te
dizia, é que se grandes marcas como
a Chanel ou a Louis Vuitton decidem
criar uma linha de calçado é porque
vêem futuro neste sector.
HL. Porque é que gostas tanto de jogar com os logótipos mais emblemáticos das grandes marcas?
CSM. Porque desorienta as pessoas e
fomenta a curiosidade do consumidor.
HL. Quais são as tuas preferências
artísticas?
CSM. Sou muito ecléctico, gosto um
pouco de todo. E ainda que a verdade
seja que me considero coleccionista
de muitos nomes, o meu preferido é
Kaws.
HL. Constou-me que gostas muito de
ir ao Japão. Uma palavra para definir o
país do sol nascente?
CSM. Transformação constante.
HL. Qual é o teu “souvenir” japonês?
CSM. Só um...??
HL. Muito obrigado
www.wearereversible.com
www.thetwistedoriginals.com
www.thebrandery.com
www.outerspaceshow.com
Heidi Laas
[email protected]
Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos
04
book
Frank151,
mais
que
uma marca
A
Frank 151 mais do que uma
marca consolidada transformou-se num ícone cultural.
Graças a uma rede de peritos e jovens que marcam tendências como
Dj´s, músicos, artistas, promotores,
desenhadores, estilistas, skaters, snowboarders, que nos falam verdadeiramente da corrente a que pertencem,
o Frank Book oferece-nos uma ampla imagem do movimento ou cultura
popular à qual se dedica cada número
de forma singular. O tema é abordado
desde diferentes perspectivas, desde
a música, às manifestações artísticas
ou à forma de vestir. A Frank 151 não
edita apenas este livro, conta também
com um blogue, uma loja online, um
programa de rádio, uma página Web
com notícias, links e downloads. Para
lançar cada livro realizam-se eventos
e festas nas quais participam, como é
de esperar, todos aqueles implicados
na constituição de inovações.
*Frank Distro League (FDL) Em cada
cidade existe uma equipa de pessoas
com actividades definidas: Dj´s locais,
músicos, promotores, músicos, atletas, desenhadores, etc. Cada equipa
tem o seu próprio logótipo que dá
uma identidade única a cada cidade.
*Flagship Retail Network (FRN) Rede
global de distribuidores para a “Verge
Culture”. São os melhores distribuidores nas categorias de música, roupa,
skate, arte, brinquedos, etc.
*“Verge Culture” Reúne os que marcam tendências e os líderes de opinião das correntes artísticas.
Eva Pujadas. De onde surgiu a ideia?
Como começou a aventura Frank
151?
Mike Malbon. Há dez anos que o Stephen Malbon começou o Frank 151
como um projecto de arte enquanto
frequentava a escola de desenho em
Atlanta, GA. Trabalhava durante se-
manas, a preparar o primeiro capítulo
do Frank Book no apartamento 151.
EP. É verdade que o nome está
inspirado no de Benjamín Franklin?
Porquê?
MM. Sempre acreditámos que os
bons exemplos são difíceis de encontrar. De facto, tivemos que viajar
ao passado mais de dois séculos
para encontrar alguém que verdadeiramente personificara o espírito
do Frank 151. Como inventor, editor,
diplomático e “homem do mundo”,
Benjamin Franklin foi o protótipo de
talento polifacético e um porta-voz
ideal para uma empresa que permaneceu como uma força pioneira desde o seu início.
Como talvez um dos homens com
mais referência nas citações de história, adoptámos uma das muitas
frases do Franklin como o lema do
Frank151:
“Se não te queres perder no esquecimento assim que estiveres morto e
corrompido, escreve coisas dignas de
serem lidas, ou faz coisas dignas de
serem escritas.”
EP. O Frank é conhecido mundialmente? Onde?
MM. Originalmente distribuído unicamente entre amigos e família, o Frank
Book cresceu até alcançar uma circulação de 150,000 cópias a nível
mundial. Pode-se ler cada edição do
Frank Book nos cinco continentes,
com muita distribuição na América
do Norte, Europa, Japão e Austrália.
A distribuição mundial está facilitada pelas nossas sucursais em Los
Angeles, Barcelona, Paris e Japão
e rapidamente abriremos escritórios
Frank151 na Alemanha e no Brasil.
EP. Qual é a diferença entre cada
número?
MM. Para cada capítulo do Frank
Book, decidimos um tema único e seleccionamos um Curador Convidado
que achamos que representa melhor
esse tema. Existem capítulos que se
focam em tudo, desde o desporto
até às Ilhas Samoa e a camuflagem;
apareceram Curadores Convidados
como Lenny Kravitz, Jason Lee, Rohan Marley e De La Soul.
A apresentação trimestral do Book
dá-nos a oportunidade de passar
muito tempo a trabalhar com o Curador Convidado, assim podemos capturar as matizes mais importantes dos
seus interesses e estilo de vida.
EP. Qual é a sua loja preferida?
MM. As minhas lojas preferidas são
no Hall of Fame LA, Fitted Hawaii,
Patta, Colette, Syndicated, Hetic,
Trust Nobody e Atmos, para não falar
de mais.
Distro League, inclusive a linha conhecida de bonés Frank New Era.
Votada como o “Melhor Cabeleireiro
Masculino” em 2007 pelo New York
Magazine, os empregados do cabeleireiro são tão dedicados e experientes
como a equipa editorial que trabalha
entre bastidores para o Frank Book.
EP. Se alguém está interessado
em encontrar uma edição antiga do
Frank 151, onde é que a pode encontrar?
MM. Edições antigas seleccionadas
do Frank Book estão disponíveis em
Frank’s Chop Shop ou na nossa loja
virtual www.frank151.com/store
navalha de barbeiro ou um relógio de
bolso, coisas que estão vinculadas à
experiência Chop Shop. A nossa FDL
Team Series provém da rede de dis-
Abaixo, no sentido
dos ponteiros do
relógio: Benjamin
Franklin; Mike Malbon; campa Frank
Tuff Gong curado
por Rowan Marley;
Steven Malbon;
campa Frank Miami;
interior do ChopShop.
EP. Qual é o seu prato preferido?
Stephen Malbon. O meu prato preferido é a truta, ostras cruas, soufflé de
abóbora e pão de milho.
Mike Malbon. Qualquer coisa que seja
“soul food” (cozinha tradicional do sul
dos Estados Unidos) ou barbecue. A
nossa família também fabrica um molho barbecue incrível. www.malbonbrothersbbq.com
EP. Frank151 é uma empresa familiar, é fácil ou difícil tomar decisões criativas e de negócios entre
irmãos?
MM. Trabalhar perto do Stephen é
positivo no geral. Em muitos aspectos
pensamos da mesma maneira, mas
quando não estamos de acordo sobre
alguma coisa não temos medo de comunicá-lo um ao outro. Como somos
da mesma família, temos a mesma
ética de trabalho e uma visão criativa
similar, então afinal podemos trabalhar juntos para garantir que oferecemos o melhor produto possível.
EP. Queremos saber mais sobre a
sua barbearia “Chop Shop”
MM. Frank’s Chop Shop abriu as portas em 2006 como uma extensão da
marca Frank151. É “uma barbearia
para o cavalheiro moderno” oferecendo cortes profissionais de alta qualidade, aparado, e barba com navalha
de barbeiro. O Chop Shop é onde se
pode encontrar o último capítulo do
Frank Book e também comprar o
Frank151 e a mercadoria do Frank
streetwear tradeshows
16 - 19 June // WHITE // Firenze // www.pittimmagine.com
***
EP. A respeito dos bonés
da New Era, como é que são criados
os desenhos dos bonés Frank 151?
Onde é que os podemos adquirir?
MM. Lançámos a nossa linha do boné
New Era na primavera de 2007 através do Frank’s Chop Shop e teve
muito êxito. A distribuição dos bonés
cresceu aproximadamente 700 lojas
a nível mundial durante as nossas
três últimas temporadas. Os estilos
de boné são inspirados por três segmentos do Frank151 Media Group. O
boné Frank “F” está relacionado com
capítulos específicos do Frank Book
e inclui cores, tecidos e detalhes exclusivos correspondentes ao referido
capitulo. Os bonés do Frank’s Chop
Shop são adornados com ferramentas do sector, com um gráfico de uma
O
discurso da Crooks & Castles
é forte e bastante irónico. Critica abertamente o sistema
que a rodeia, com uma perspectiva
própria, a das ruas. A marca argumenta que as grandes fortunas se criam
mediante calotes, roubos e afins. Daí a
razão do seu nome; Crooks que engloba os criminosos, chulos e caloteiros e
Castles simboliza as grandes fortunas,
impérios, ou seja, os castelos. Dennos
Calvero e Robert Panlilio montaram
o seu projecto no ano 2002. Constituído por profissionais de diferentes
sectores têm todos um estilo claro no
que respeita as aspecto gráfico nos
seus desenhos. Com a justificação de
que roubar ao ladrão te exime da cul-
entrevista
tribuição do Frank151, que está organizada como um clube desportivo.
www.frank151.com
www.chopshopstore.com
www.wearereversible.com
.....................................................................
Eva Pujadas
[email protected]
20 - 22 July // PROJECT GLOBAL // New York // www.projectshow.com
26 - 28 June // (CAPSULE) // Paris // www.capsuleshow.com
02 - 03 August // MARGIN // London // www.margin.tv
30 June - 01 July // GENESIS // Philadelphia // www.genesisexpo.com
August // 2 BE CONFIRMED // London // www.2beconfirmed.com
01 - 03 July // BREAD&BUTTER // Berlin // www.breadandbutter.com
31 August - 03 September // S.L.A.T.E. // Las Vegas // www.magiconline.com
07 - 09 July // THE BRANDERY // Barcelona // www.thebrandery.com
31 August - 02 September // POOL // Las Vegas // www.pooltradeshow.com
11 - 12 July // BRIGHT // Frankfurt // www.brighttradeshow.com
01 - 02 September // (CAPSULE) // Las Vegas // www.capsuleshow.com
20 - 21 July // (CAPSULE) // New York // www.capsuleshow.com
01 - 03 September // PROJECT GLOBAL // Las Vegas // www.projectshow.com
22 - 23 July // AGENDA // Huntington Beach // www.agendashow.com
September // TRAFIK // South Miami Beach // www.trafiktradeshow.com
pa captam elementos já idealizados
por grandes marcas ou outros autores
adicionando-lhes o seu próprio toque
ou ingrediente oferecendo assim novos produtos. Provocadores, Crooks &
Castles, não é mais do que o resultado do que vivemos. Um mundo no
qual há um constante fluxo de mercadorias, onde a Internet brinda intercâmbios infinitos e qualquer símbolo
pode ser reinterpretado. Vemo-lo nas
ruas e logo, na roupa.
Durante os anos 80 e 90 os criadores
viveram e formaram parte da vida nas
ruas de Los Angeles. Como os gangs
dominavam a cena, não restava mais
opção do que adaptar-se a esse ambiente. Alguns tentaram fugir desta
Ferran
López
F
errán López Mercader
(1981 Mataró- Barcelona), responsável pelo
Departamento de Informática
da Fidancia.
Faz parte da geração mais
jovem da empresa. Perito
em novas tecnologias, desempenha um papel chave
na mudança de software
(Oracle) da empresa.
Trabalhou na implantação do novo sistema informático e fez a supervisão da
migração tanto de dados como
de processos do anterior sistema para o novo.
Heidi Laas. Que conselho darias a um departamento de empresa que
vai enfrentar uma alteração de software?
Ferrán López Mercader.
Sobretudo e antes de tudo
paciência, uma alteração é
sempre difícil. Na vida as
grandes mudanças costumam criar
influência e outros utilizaram-na para
fazer da rua o seu próprio negócio.
Admirando os que nunca deixaram
de perseguir a forma de obter o seu
próprio “Castles” (castelo), os fundadores da marca dedicaram a sua
linha a todos os bandidos dispostos
a tornarem-se ricos algum dia. As
pistas aos logótipos de marcas como
Versace ou Gucci dão mostra disso.
todo o tipo de medos. Os usuários temem não estar preparados, por isso
é importante implicá-los para que
desde o princípio conheçam o novo
software, tragam todos os conhecimentos do trabalho diário e vejam,
que apesar de ao princípio lhes poder
causar mais dores de cabeça que outra coisa, a longo prazo vai supor um
benefício importante tanto para eles
como para a empresa. Por último é
importante ter em conta que nenhum
software se adaptará 100% à nossa
maneira de trabalhar e é neste ponto onde o pessoal será indispensável
para cobrir as carências que todo o
sistema tem e conseguir que no final
a mudança seja um êxito.
HL. Que música ouves quando te
submerges no “código”?
FLM. Apesar de não estar fechado
num estilo musical, normalmente
ouço muita música negra, r&b, soul,
jazz, e sobretudo rap. Mas sempre
está tudo muito ligado ao meu estado anímico.
HL. Quando começaste a identificarte com o mundo street?
FLM. A primeira vez que ouvi hip hop
tinha 11 anos. Ouvia uma ou outra
canção de grupos americanos como
Public Enemy ou Beasty Boys, e
apesar de não entender nada do que
diziam gostava do ritmo que tinha. E
um dia, o meu primo emprestou-me
uma cassete com canções de rap em
espanhol, o grupo era o El club de
Impulsionado por famosos músicos
da indústria do rap, como o Jay-Z, o
Kanye West, o Nas ou o Rick Ross,
a Crooks & Castles iniciou a sua actividade rapidamente. Hoje, a colecção
está visível na sua flagship store da
8021 Melrose Avenue em Los Angeles, e em lojas selectivas (Trust Nobody em Barcelona, CLVII em Paris e
Berlim) com uma afinidade à marca
explícita. Celebridades e ícones do
mundo do cinema, música e desporto
que preferem uma moda mais urbana
vestem roupa deles criando oferta e
procura do produto. Reversible é responsável pela distribuição e promoção
da marca a partir de Barcelona, base
para o sul da Europa, onde depois de
los poetas violentos e adorei, achava
incrível as coisas que se podiam chegar a dizer em 3 minutos de canção e
isso porque na minha idade não fazia
ideia do que significava metade das
coisas. A partir daí comecei a procurar outros grupos que, foi no dia em vi
pela primeira vez que não se tratava
só de um tipo de música, mas dum
estilo de vida no qual aparte a música, existia o breackdance e o graffiti,
e que as pessoas desta onda tinham
uma forma de vestir totalmente diferente da que eu conhecia, bonés,
ténis, t-shirts de equipas da NBA e
calças largas, bom calças 2 ou o 3
números acima do teu porque naqueles tempos não existia roupa rap.
www.youtube.com/
watch?v=nXD0nk4nKAg
www.beastieboys.com
HL. O que é mais importante uns ténis ou um boné?
FLM. Uns bons ténis, todos reparamos no calçado, um boné é prescindível, uns ténis não são só para ir a
condizer.
HL. A que marcas és fiel?
FLM. Pois dependendo para que
roupa gosto mais de uma marca que
outra, se tenho que escolher, escolho
DC Shoes para ténis, Carhartt para
calças, Ecko para t-shirts e Adidas
Originals para blusas e casacos. Mas
tenho que reconhecer que sou um
autêntico viciado na roupa e que se
vejo alguma que goste não olho a
marca
NY abrirá loja para ser seguida de Paris e Milão.
Crooks & Castles estará presente em
colaboração com o Stéréo Panda, de
26 a 28 de Junho no Carrossel do
Louvre em Paris e de 7 a 9 de Luglio a The Brandery (Outerspace) em
Barcelona
www.crooksncastles.com
www.wearereversible.com
www.underlelouvre.com
www.stereopanda.com
.....................................................................
Thanh Xuân Pham
[email protected]
marcas.
HL. Surf em Tarifa?
FLM. Adoro o Snow e pratiquei o
kit-surf e gostaria de experimentar o
surf, e que cidade melhor para isso
que Tarifa.
HL. Sabes decifrar a linguagem dos
graffitis?
Não nos enganemos, há graffitis por
aí, que nem o próprio graffiter sabe o
que põe, um graffiti deveria poder ser
legível por todos porque a finalidade
afinal é essa. Há estilos que custam
mais a perceber, sobretudo se o graffiter é da velha escola.
HL. A tatuagem que tens no braço, o
que significa?
FLM. Pois, significa mais pelo que
representa, para mim tem o significado de quando a fiz. Em si mesma
é uma mistura algo estranha de uma
espiral, a estrela do caos, e um ying
yang. Fi-la numa etapa de grande
mudança na minha vida, e acho que
estes três símbolos a representam
perfeitamente.
HL. A tua próxima viagem…
FLM. Paris
HL. Muito obrigado
[email protected]
www.fidancia.com
.....................................................................
Heidi Laas
[email protected]
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06
web
dialogue-fd.com
A
agência de comunicação Dialogue Fashion Development
lançará proximamente uma
nova versão da sua página web. Prática e divertida foi criada como uma
autêntica ferramenta de trabalho
para a imprensa. O desenho refinado
foi concebido como um espaço expositivo para recriar e enaltecer os
universos de cada marca. Concebida
como uma web muito visual e intuitiva, permite navegar e submergir-se
no mundo de cada cliente. Através da
nova página web, os estilistas poderão fazer as suas shoppings online,
ver todos os vídeos dos desfiles, os
making off das campanhas publicitárias, consultar a informação sobre a
empresa e sobre a colecção, assim
como estar actualizado com todas
as novidades relativas a cada cliente:
Abertura de loja, lançamento de uma
nova linha, colaboração com artistas.
Procurando sempre um resultado
mais aperfeiçoado, a Dialogue continuará o desenvolvimento da sua página web no que diz respeito a novas
e inovadoras funcionalidades.
www.dialogue-fd.com
Nathalie Betran
[email protected]
How to make a hat vimeo.com/5090477
showroom dialogue
Mühlbauer
A
tendências
OUTONO-INVERNO 2009-2010
Esta temporada é tudo permitido. Colecções que nos dão uma lição de como
misturar diferentes estilos de roupa como o grunge, metal, hip hop, funky, rock,
folk…. Uma composição de tecidos e estampados que combinam o clássico
com o actual, a moda urbana com tendências dandy, o feminino com o masculino, o passado com o actual. Blaser inglês, coletes, calças, leggins rock n’ roll,
silhuetas acentuadas, vestidos sinuosos, decotes em V, casacos envolventes,
tecidos ligeiros, estampados geométricos, pregas, franzidos, folhos, saltos altos de vertigem, botas country… um sem fim de possibilidades para conseguir
o seu próprio estilo.
Jessica Giménez · jessica dialogue-fd.com
Ona Villier · ona dialogue-fd.com
BRUNO PREMI www.brunopremi.it
NOTIFY www.notifyjeans.com
BRUNO VASSARI www.brunovassari.com
PIANURASTUDIO www.pianurastudio.it
CASADEI www.casadei.com
TARA JARMON www.tarajarmon.fr
DOGGIDOG www.doggidog.com
TWIN-SET www.twin-set.it
MÜHLBAUER www.muehlbauer.at
SCEE BY TWIN-SET www.scee.twin-set.it
Mühlbauer conta com mais
de um século de história a
vestir as cabeças de várias
gerações com um leque de produtos muito variado o qual inclui modelos clássicos e outros mais atrevidos. Soube como adaptar-se tanto
às necessidades das várias épocas
como à queda e a recuperação deste acessório. Duas colecções para
cada temporada. A “Classic Collection” inclui os best-sellers da marca
e da coleção de temporada de Klaus
Muhlbauer e a sua irmã Marlies, que
já são a quarta geração da família,
e projectam toda a sua criatividade.
São os virtuosos da mistura de estilo
e de estampados, têm como máxima
escolher todos os materiais com muito cuidado. Os seus designs conseguiram atrair clientes cada vez mais
novos e trendys. Hoje os seus produtos encontram-se nas lojas de moda
internacionais mais exclusivas.
www.muehlbauer.at
vimeo.com/5090477
Nathalie Betran
[email protected]
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08
showroom
Samurai
s2one
S
2one parte dos ideais samurais onde a espada é a própria mente, e onde a reflexão
introspectiva serve para encontrar
a verdadeira força. Enfatiza com o
poder da mente e com a crença de
que de tudo o que projecta a mente
acaba por se realizar. Para o seu fundador Julien Soone, é muito importante a inovação, surpreender com
novos desenhos, e superar sempre
os nossos limites para assim tornar
realidade os nossos sonhos.
Em 1995, Julien lançou a marca de
roupa 313 Bullrotwear que rapidamente chegou a posicionar-se na Europa como uma importante empresa
graças aos seus desenhos com referências ao mundo e tradições asiáticas e esmero nos acabamentos.
Onze anos depois, Soone associa-se
com Lars Veltine e lançam S2one,
uma nova marca que lhes permitirá unir os seus respectivos mundos
criativos e conjugar os seus talentos.
A sua página web www.ins2one.com
mostra todo um universo gráfico inspirado em cenas e ambientes misteriosos do afastado Oriente que se
reflectem no design das roupas. Apesar de alguns desenhos recriarem
tradições orientais ancestrais, a roupa é dirigida aos “samurais actuais”, a
jovens amantes da moda streetwear,
seguros de si mesmos e valentes.
Jordi Muñoz, dono da Action Factory, empresa enraizada no mundo
do Streetwear e distribuidora de
marcas como S2one.
Heidi Laas. Distribuis diferentes
marcas desde Action Factory. Desde quando é que estás na cultura
street?
Jordi Muñoz. Criamos Action Factory há quatro anos com
um objectivo muito claro,
o de promover a cultura
streetwear no mercado
espanhol. Em países como
EUA, UK ou a Alemanha é
cultura urbana de que tanto gostamos.
HL. As marcas inspiram-se em aspectos culturais como a arte, a música ou o desporto, por exemplo,
S2one tem não só como lema “tudo
aquilo que cria a mente pode executar-se” mas que também te envolve
de certo misticismo. O que
é que procura o consumidor: identificar-se com a
filosofia da marca ou procura produto?
JM. É assim, quando alguém compra uma t-shirt,
por exemplo, do Freshjive
mas cada dia ocupamos um lugar
mais importante. A feira do BBB ajudou muito a introduzir este movimento
no nosso mercado, e provavelmente
já estamos à frente de países como a
França ou a Bélgica. Prefiro não falar de número de vendas, mas posso
confirmar que no norte da Europa a
corrente streetwear está
mais difun-
Agenda, Pool ou Project nos EUA,
Bright na Alemanha, ou BBB, agora
em Berlim, etc... E consumindo informação através da Internet. Mas a verdade é que sou um viciado no mundo
da cultura streetwear e esta paixão
faz-me estar sempre à última.
Fidancia é para nós uma parte cada
vez mais importante da nossa estrutura, concretamente para a Action
Factory encarregam-se da gestão
Imagens da campanha. Abaixo,
Jordi Muñoz.
um movimento comercial e
cultural importante, o público identifica-se com as
marcas e o que representam. Conhecem os artistas
e designers que há atrás
de cada marca. A moda é volúvel,
ou seja, as marcas fashion crescem
rápido mas também desaparecem
muito depressa, o mundo do street é
mais antigo, perdura mais no tempo,
já que não vendemos só moda, mas
também se transmite filosofia com
cada roupa.
Hoje em dia distribuímos Fenchurch, Vicelona, Freshjive, Soone, Clae
e Fly53, todas elas envolvidas nesta
ou Vicelona, não só está à procura
de um desenho bonito ou um logótipo comercial, procura um artigo original e exclusivo, uma roupa que o fará
especial, que o fará único.
HL. A nível europeu que lugar ocupa
Espanha relativamente ao consumo
da cultura street?
JM. A streetwear em Espanha está
ainda em fase de desenvolvimento,
Mark & Vaughn Bodé
(MTN Colors Lim. Ed. 2009)
MONTANA COLORS ***** todo um Mundo... por
descobrir. A sua historia, o seu projecto, a sua
difusão e a capacidade de superação. Os reis do
spray e do marker.
Nesta ocasião, duas edições envolvidas por um
sentimento especial. Uma homenagem a Vaughn
Bodé (pai do Mark), falecido em 1975
www.markbode.com/site/vaughnbodetwo.hml
www.markbode.com/site/bodestudio.html
Recipientes MTN para coleccionistas. Inclui uma
litografia do artista. Tudo numa caixa individual
assinada pelo próprio autor. Edições de apenas
250 unidades. Preço: 12 €/ unid.. Podes adquirilo através Montana Shops & Galleries www.montanacolors.com ou da loja on-line www.sprayplanet.com, www.montanacolors.ru, www.youtube.
comwatch?gl=ES&hl=es&v=mR4BeSC37Ko
dida que no sul e
que pouco a pouco entrará forte no nosso mercado.
HL. A Action Factory é uma referência da distribuição de marcas street em Espanha e Portugal. Por que
meios conseguem estar actualizados em relação às últimas tendências urbanas?
JM. Suponho que visitando feiras
internacionais de streewear como a
de cobranças e de verificar a
solvência dos nossos clientes,
isto permite que estejamos
mais centrados no nosso core
business, nas vendas e no marketing, sabendo que temos
uma empresa com experiência
e boa imagem no nosso mercado encarregando-se do demais.
www.youtube.com/
watch?v=7qhwtJ8d4Ls&NR=1
www.action-factory.com
www.ins2one.com
Heidi Laas
[email protected]
videolinks
www.blublu.org/sito/video/muto.htm
mais.uol.com.br/view/1xu2xa5tnz3h/grafite-em-sao-paulo--nunca04023868D4A98326?types=A&
www.alexandreorion.com/ossario/video.html
www.coolhunting.com/archives/2009/03/pixao.php
www.youtube.com/watch?v=aPOHxkfFsyg
www.youtube.com/watch?v=EkUbYBo5xgs
www.youtube.com/watch?v=3SNYtd0Ayt0
www.youtube.com/watch?v=3RA6TmDtvCQ
www.youtube.com/watch?v=CS3zMVxRc4A&feature=SeriesPlayList&p=
46D2BFCFD141028E
www.youtube.com/watch?v=f2IIY8CKbqw
www.youtube.com/watch?v=PH6xCT2aTSo
www.youtube.com/watch?v=j65vFOVgxPg
www.youtube.com/watch?v=Drd3z5zg0ek
www.ekosystem.org
www.littlebiglove.com/
E
sta grande aventura começou
em inícios dos anos 20 graças ao empenho e esforço de
uma família que unida acreditou num
projecto cuja trajectória, naqueles
tempos incalculável, foi sólida e vertiginosa. Rapidamente E.Koch Cap
Co, empresa do Ehrardt Koch e dos
seus familiares, passou rapidamente
de 0 a 60.000 peças. Nasceram os
modelos “flipper” e “newsboy” e a
empresa passou a chamar-se New
Era Company.
Quando em 1932 o basebol está no
auge dentro do colectivo popular,
Harold, o filho de Ehhardt vê uma
grande oportunidade para introduzirse no mercado dos bonés desportivos, convencendo assim o seu pai a
desenhar uma versão NEW ERA de
bonés para basebol iniciando assim
uma competição entre as diferentes
empresas para obter a fabricação
dos bonés das diferentes equipas.
Nasceu o lema da marca “quality first,
quantity will follow” (qualidade em
primeiro lugar, e a quantidade virá).
Durante os anos quarenta a New
Era começa a fabricar bonés sem
marca para diferentes empresas e
transforma-se no produtor de bonés para uma ampla lista de campeonatos, algumas universidades e
equipas canadianas. Imersos na segunda guerra mundial surgiram problemas de abastecimento de tecidos
de cores baseando a sua produção
em tecido cru que conseguiram no
mercado negro e que posteriormente
tingiam nas cores solicitadas. Algo
importante que também é introduzido
nesta década, é o boné de “tamanho
ajustável” que foi muito bem recebido
e que se viu reflectido no seu número
de pedidos.
Graças ao trabalho do Harold os bonés feitos à medida são modernizados, redesenhados e denominados
5950 (AKA “Brooklyn Style). Durante os anos 50, New Era foi a única
empresa independente, produtora de
bonés que fornecia equipas de grandes campeonatos.
Nos anos 60 o Harold e o David
Koch decidem abandonar a produção para outras marcas importantes
como a McAuliffe, Stall e Dean para
confiar nas suas próprias criações e
fornecer a cerca de 10 equipas de
basebol importantes.
69 New Era produz uma série de bonés especiais para os astronautas do
Apolo 11, que foram os primeiros a
aterrar na lua. Para eles realizaram
bonés únicos e feitos à mão.
http://images.google.es/images?hl=
es&q=baseball+dean&gbv=2&aq=f
&oq=
http://images.google.es/images?gb
v=2&hl=es&sa=1&q=baseball+stall
&aq=f&oq=
Em 1974, 20 das 24 equipas profissionais de basebol têm contratos
com a New Era. Nos anos oitenta, e
sob a liderança de David Koch (neto
do fundador), sendo a New Era já
uma marca consolidada, produz para
equipas universitárias de basebol,
(MLB), ténis, golfe, e pedidos especiais para o exército.
http://images.google.es/images?gb
v=2&hl=es&sa=1&q=mlb+baseball
&aq=f&oq=
Em 1996, Spike Lee pede pessoalmente à New Era um boné vermelho
dos NY Yankees, começando assim
uma duradoira amizade além duma
tendência de moda. No ano seguinte,
Lee realizou o primeiro anúncio para
a televisão da New Era, para quem
continua a dirigir os anúncios. Aparece o seu novo logo “Flag” (bandeira)
que a partir desse momento aparecia
em todos os seus produtos.
http://video.google.es/
videosearch?hl=es&q=Spike%20
Lee%20New%20
Era&um=1&ie=UTF8&sa=N&tab=iv#
00 Transforma-se numa das empresas mais importantes e de rápido crescimento na fabricação de
bonés nos Estados Unidos. A New
Era é uma marca ícone utilizada
não só por desportistas, mas por
músicos, gurus da moda e celebridades cujas colaborações com
prestigiadas marcas de moda permitiram à New Era subir às passarelas de Paris.
H
eidi Laas. Acha que cada
movimento social e cultural
pode encontrar um boné
New Era que encaixe com as suas
afirmações?
Samantha Fogden. No New Era fazemos produtos que permitem que
os nossos consumidores expressem
totalmente a sua própria personalidade e estilo. Centramo-nos em criar
produtos que sejam inspirados, desenhados e feitos para adaptar-se às
suas vidas. O New Era é conhecido
pela maioria como uma empresa de
bonés; mas tentamos fazer o mesmo
com a nossa linha de roupa
HL. Como é que faz o New Era para
se informar acerca do que se está a
passar em cada país, cidade ou bairro para poder propor a oferta exacta
para cada mercado?
SF. Assim como seguimos produzindo bonés inovadores para uma
variedade de mercados, também
procuramos ampliar a nossa marca a
sectores que sejam relevantes para
nós e para os nossos consumidores.
A promoção de produtos é um impulso-chave no reconhecimento da
marca, pelo que trabalhamos com um
amplo portefólio de músicos, atletas
e ícones da moda que influenciam os
nossos diversos consumidores através do mercado europeu.
HL. Todos sabemos que as vendas
on-line permitem contacto directo
com os seus consumidores, ao contrário das revistas, blogs, eventos e
festas que servem como intermediá-
rios entre o New Era e o consumidor
final. Então, que parte ocupa a venda on-line dentro das suas vendas
totais, à parte da sua produção para
outras marcas, clubes ou equipas
desportivos?
SF. A nossa Web tem um papel integral nas nossas vendas totais, tanto
é assim que rivaliza com os nossos
pontos de venda graças a uma enorme selecção de produtos que se
oferecem ao consumidor. A Internet
é uma ferramenta poderosa de informação e acesso e as pessoas podem
pedir produtos a partir de qualquer
parte do mundo, o que não tinha sido
possível há uns anos. A nossa loja
representa uma porção considerável
das nossas vendas totais cada ano e
continua a proporcionar vitalidade à
nossa presença on-line propagando
uma mensagem consistente. O New
Era ajusta-se.
HL. Pode qualquer pessoa criar ou
personalizar um modelo dos seus
bonés?
SF. O modelo NE. 59FIFTY é o ícone
verdadeiro do New Era, é um produto desejável com uma qualidade incomparável pelo que o New Era só
trabalha com o melhor das marcas,
licenças e celebridades para propagar a sua filosofia através das suas
ideias e desenho.
HL. Se falamos do mercado europeu, que país se destaca no desenvolvimento comercial do New Era?
SF. Não há um país específico mas
a Europa no geral está a crescer
muito em novos mercados, com incrementos nas vendas e visibilidade
da marca.
HL. Como vê o mercado nos próximos dez anos?
SF. Esperamos continuar com a tradição de êxito de 89 anos de negócios
por parte da New Era demonstrando
que o grande rendimento da marca
radica no seu universal, ainda que
muito pessoal, atractivo. Entramos
nos próximos dez anos com uma experiência de venda como nenhuma
outra. A nossa marca mostra-se de
maneiras poderosas, tanto nos pontos de venda dos nossos distribuidores a nível global como nas nossas
sedes nos EUA, Canadá, Europa e
Ásia. A identidade do New Era está
a criar raízes em pessoas por todo o
mundo.
HL. Conta-nos alguma coisa sobre o
New Era que não saibamos.
SF. Utilizam-se 2,2 milhões de jardas
de material por ano para fabricar bonés só nos EUA.
www.neweracap.com
Heidi Laas
[email protected]
empresa
New Era,
bonés
com historia
au
Grand
Palais
Microbo www.microbo.com
M
uito antes de chegar à Europa, o movimento TAG “Tag
and Graff” - Tag (rubrica do
autor) e Graff (pintada) nasce nos
princípios dos anos 60 em Filadélfia
e constitui um dos quatro elementos
básicos do Hip Hop. Muito cedo, o
movimento expande-se e chega aos
bairros populares mais desfavorecidos de Nova Iorque como o Bronx,
Queens e Brooklyn, onde os adolescentes pintam o seu nome nas paredes para afirmar a sua identidade, alcançar o reconhecimento dos outros
e marcar o seu próprio território na
selva urbana.
O Tag, simples rubrica do autor (alcunha ou pseudónimo do autor ao
qual adicionavam um número que
costumava corresponder ao número
da rua na que vivia),
começa a dar-se a
conhecer ao grande
público quando o “New York Times”
publica a 21 de Julho de 1971 uma
entrevista realizada a Taki183, um
dos graffiters pioneiros daquela época. Com o desejo de fazer pinturas
cada vez mais criativas e estéticas, os
jovens foram-se transformando em
virtuosos da caligrafia e especialistas
em pintar formas e cores chocantes
que tinham como propósito imitar a
velocidade caótica da rede ferroviária urbana. Pouco a pouco, começa a
ganhar mais relevância realizar obras
belas e chocantes que ser o graffiter mais activo ou o que arrisca mais
para executar uma pintura. Muito rapidamente, nascem estilos de graffiti
muito determinados e grupos de graffiters (que costumam constituir-se
guía
LeCool
C
REVOLUTION
riada em 2003 por René
Lönngren, a Le Cool é uma
agenda cultural e alternativa
on-line, que anuncia semanalmente
os eventos originais que acontecem
nas principais cidades europeias.
Seguindo este conceito, a Le Cool
criou também guias turísticos alternativos para Barcelona, Amesterdão,
Londres, Madrid e Lisboa.
Com um formato visual e um estilo
muito pessoal, a Le Cool impõe-se
hoje como um referente na comunicação dos eventos e descobrimentos
culturais.
Thanh xuân Pham. Como surgiu a
Ecko em
Who’s Next
C
Shuck www.tagaugrandpalais.com
Other www.tagaugrandpalais.com
exposição
feira
ideia de criar a Le Cool e como evoluiu desde a sua criação?
René Lönngren. A nossa empresa
editorial foi criada em 2003 com uma
ideia muito simples – compartilhar
Barcelona com os nossos amigos do
modo como a vivíamos nós. Somos
pessoas interessadas em conhecer
tudo, desde as esplanadas dos hotéis de cinco estrelas até aos sítios
underground que são um bocadinho
estranhos, únicos e por vezes até um
pouco “chungas”.
Se olhamos para atrás até 2002,
quando pensava começar outra empresa, queria criá-la baseada na mi-
por etnias) que se unem para realizar
obras espectaculares.
O graffiti “nova-iorquino” caracterizase por formas relativamente bem definidas onde a criatividade individual
se expressa num âmbito codificado
e que implica pertencer a toda uma
cultura (vocabulário, sítios, preocupações, gostos musicais, etc…).
Inspira-se em diversas fontes como
por exemplo a banda desenhada, as
tatuagens ou os cartazes.
Muitos artistas graffiters preferem
especializar-se em desenhos puramente figurativos ou abstractos em
vez de letras. Os estilos mais frequentes de tipografia são o “Bubble”
(estilo globo), o “cromado” (prateado), o “Block Letter” (letras quadra-
***
nha paixão “estar no sítio certo à hora
certa”, que acabou por se tornar a essência da Le Cool magazine.
TXP. Madrid, Amesterdao, Londres,
Istambul, Moscovo… a Le Cool agora existe em muitas cidades. Qual é
o requisito para que uma cidade tenha a sua própria Le Cool?
RL. A “visão-guia” da Le Cool é “Knowledge for Better Living”, ou seja,
possuir o conhecimento para viver
melhor. O nosso objectivo é ajudar a
enriquecer a vida das pessoas, guiando-as por experiências únicas e relevantes, marcando assim a diferença
frente aos nossos leitores. Tendo em
conta este pensamento, temos uma
perspectiva muito aberta sobre o que
uma cidade precisa para que uma
das nossas revistas a beneficie. Os
pontos-chave são que a cidade tenha
uma vida cultural activa e que haja a
necessidade de um filtro, de um bom
amigo que possa ajudar a encontrar
essas experiências únicas e interessantes. Actualmente estamos a
ampliar a nossa rede através de editoriais independentes e de empresários nas cidades onde lançaremos a
Le Cool como uma franchising.
das e compactas) ou o “Wildstyle”
que se caracteriza por letras ilegíveis,
entrelaçadas, decorativas, unicamente entendido pelos especialistas em
graffiti.
No início dos anos 80, o “fenómeno”
graffiti dá um salto até às galerias
de arte e confirma o talento de um
jovem artista nascido em Brooklyn,
Jean-Michel Basquiat cujas pinturas
e escritos tinham muita carga poética e filosófica. www.youtube.com/
watch?v=foerFJqupYM
Este movimento de rebelião juvenil
rapidamente atravessa o atlântico
e encontra eco em muitas cidades
europeias. A exposição “Le Tag au
Grand Palais”, promovida pelo arquitecto e coleccionador francês AlainDominique Gallizia nasce com a vontade de constituir um fundo histórico
TXP. Acha que há cidades especializadas nalgum tipo de evento?
RL. Mais do que cidades especializadas nalgum tipo de evento, diria que
se podem ver claramente as tendências nos movimentos culturais
de qualquer cidade, seja em
arte, música ou qualquer outro
género.
TXP. Como descreveria os
leitores da Le Cool? Acha
que variam de cidade para
cidade?
RL. Os nossos leitores geralmente têm entre 20 e 40
anos de idade, têm uma vida
activa e principalmente são pessoas
abertas a experiências únicas. No
geral, vemos que os nossos leitores
são bastante similares em todas as
cidades que têm a Le Cool, mas sem
dúvida que existem pequenas diferenças.
TXP. Pode contar-nos o seu próximo
projecto? Alguma próxima abertura?
RL. Este ano veremos novos lançamentos da Le Cool em várias cidades,
incluindo o nosso primeiro lançamento fora da Europa. Também teremos
desta arte urbana tão efémera. 150
Artistas do TAG (Tag and Graf)
de todo o mundo, entre os quais algumas lendas vivas nova-iorquinas
(como Taki 183, Crash, Toxic) assim
como do panorama graffiter mais recente que não tinham exposto nunca
as suas obras entraram pela porta
grande de uma instituição cultural o
passado mês de Abril.
Trabalharam todos a temática do
amor assinando à esquerda da tela e
pintando a sua obra à direita.
www.tagaugrandpalais.com
.....................................................................
Nathalie Betran
[email protected]
No centro, estudio onde se realizaram as obras.
À direita, espaço da exposiçao.
riada em 1993, a empresa
Ecko Unlt seduz desde sempre uma clientela em perpétuo movimento: os jovens dos15 aos
24 anos.
A marca assemelha-se muito ao
seu fundador Marc Ecko… Começou como gráfico, mas com o olhar
sempre posto em novos horizontes,
lançou a sua primeira linha de t-shirts
aos 25 anos.
Quem não se lembra dessas seis tshirts estampadas com sprays? Desde a sua criação, e com o rinoceronte
como logótipo para simbolizar a sua
força, Ecko abre caminho…
Agora considerada como uma referência do mundo streetwear nos Estados Unidos e depois na Europa, a
marca Ecko sempre conseguiu diferenciar-se graças aos seus grafismos
criativos. Inovador, o Marc Ecko inspira-se no mundo artístico
que o rodeia e não hesita
em lançar uma linha à
imagem dos super-heróis da Marvel, se lhe
apetece…
Em 1998, o criador
decide
dedicar-se
também ao calçado e
em 2007 assina uma
licença de exploração
uma nova experiência na página web,
que fará com que os nossos leitores
desfrutem ainda mais da sua cidade.
Temos vários projectos de “Custom
Publishing” para clientes, como for-
evento
O
necedores de conteúdo para a web
e o telemóvel e também revistas e
livros. Todos contam uma história.
TXP. Qual é o seu prato preferido?
RL. Adoro a comida em geral, desde que seja preparada com carinho
e acompanhada por um bom vinho.
Sempre me deixo levar pelos caprichos!
www.lecool.com
www.lecoolbook.com
....................................................................
Thanh Xuân Pham
[email protected]
de calçado com a empresa Skechers
USA situada em Los Angeles. Em
2008, começa-se a distribuir na Europa
Os seus clientes? Os adolescentes,
apesar de começar a estrear números de calçado a partir do 18 em Outubro de 2008, permitindo aos mais
pequenos dar os seus primeiros passos na Ecko! Apesar de a marca se
ter dado a conhecer e ter começado
a ser uma referência nos primeiros
tempos pelo seu calçado masculino,
actualmente, com uma média de 300
peças, 30% são dedicados ao homem
com o nome da Ecko Unltd, 30% às
crianças através da Ecko kids e 40%
à mulher via Ecko red.
Vendido da Inglaterra à Áustria e de
Portugal ao Benelux, a França representa uma dos seus
três principais mercados.
De
facto, conseguiu
estar presente em armazéns de referência tais como o Citadium ou o
Spartoocom. Também se pode encontrar em lojas de desporto, calçado
ou em multimarcas streetwear.
Assim, Ecko continua a sua conquista e apresentará a sua nova colecção
na feira Who’s Next que terá lugar de
3 a 6 de Setembro no Pavilhão 1 da
Porte de Versailles.
Fiel reflexo do seu logótipo, o Ecko
continua a mostrar-nos a sua potência!
Encontro iniludível!
[email protected]
www.marceckoenterprises.com
www.whosnext.com
.....................................................................
Charlotte Fortunet Arcamone
[email protected]
Under
le Louvre
Savoir-Faire das marcas e a
capacidade de Under le Louvre em dá-las a conhecer:
uma combinação explosiva...
Under le Louvre, um acontecimento
criado pela WSN Développement,
dedica-se aos criadores de Moda.
O seu conceito? Apresentar as précolecções, edições limitadas, colaborações com artistas, exposições
dedicadas ao lançamento de novas
linhas das marcas Premium a um público de espertos e líderes de opinião
internacionais.
Abertura à comunicação e à mistura
de universos!
Organizado de 26 a 28 de Junho,
durante a semana dos desfiles de
Homem, o Under le Louvre terá lugar, como indica o seu nome, no
Carrossel do Louvre e apresentará
uma centena de marcas internacio-
nais. Entre elas, Yazbukez, Williot,
Andrea Crews, Feiyue, Issey Miyake
relógios, a colaboração Stereo Panda
/ Crooks & Castles, Mélissa, Robert
Clergerie e muitas outras, apresentarão em primícia novidades que darão
muito que falar.
Evento cultural e colectivo antes de
mais, o Under le Louvre pretende eliminar as barreiras entre a marca e a
cultura…De facto, o Under le Louvre
aproxima as marcas aos selos discográficos, aos cinemas Mk2, assim
como aos especialistas em Web interactivo, novas tecnologias, bloggers,
… e aos meios de comunicação…
tudo apoiado por uma emissora de
rádio e uma programação de eventos, entre eles os famosos « under »
concertos no Olympia de Paris…
Frente aos mercados em constante
evolução e com a intenção de cen-
tralizar conhecimentos e de participar em novas perspectivas cívicas, o
Under le Louvre organiza seminários
sobre as grandes orientações futuras
como podem ser o desenvolvimento
sustentável, o duo live/online, e também o consumo inteligente. Estes
seminários serão transmitidos pela
emissora online awdio.com.
Resumindo, se procuras novidades e
mistura de estilos, o Under le Louvre
espera por ti !
Sexta-feira 26 de Junho, Carrossel
do Louvre!
www.underlelouvre.com
Carrousel du Louvre - París
........................................................
.........................................
Charlotte Fortunet Arcamone
[email protected]
Recomendamos-te a leitura simultânea em www.fidancia.com/fidancianews para links e vídeos
12
junho
monday
1
tuesday
8
wednesday
2
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Pitti Uomo
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friday
thursday
3
saturday
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sunday
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18
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Firenze // 16 - 19 // www.pittimmagine.com
25
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White
Tranoï Homme
27
Paris // 25 - 28 // www.tranoi.com
Rendez-vous Homme
28
Paris // 25 - 28 // www.rendez-vous-paris.com
julho
monday
29
Under le Louvre
1
Milano // 21 - 23 // www.whiteshow.it
Paris // 26 - 28 // www.underlelouvre.com
2
1
tuesday
wednesday Bread & Butter
30
6
28
7
The Brandery
4
3
Berlin // 01 - 03 // www.breadandbutter.com
8
8
4
Paris // 04 - 06 // www.playtimeparis.com
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10
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9
5
saturday Playtimesunday
friday
1
12
Barcelona // 07 - 09 // www.thebrandery.com
Before by July
Paris // 05 - 07 // www.pretparis.com
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Simm
Madrid // 16 - 18 // www.simm.ifema.es
20
16
boutique
S
Alife,
o templo
do sneaker
urbano
e está à procura do último
sneaker em edição limitada,
encontrámo-lo!
É no Loweer East Side de Nueva York que descobrimos o templo
do sneaker urbano : Alife Rivington
Club: três palavras que convidam a
sonhar…
Sem nenhum letreiro exterior e com
uma campainha quase escondida,
esta loja cultiva o seu enigmatismo…
Com um chão de tapete púrpura,
as colecções podem-se contemplar
desde o sofá de pele de avestruz
verde. Os sapatos são apresentados
separadamente em recantos encaixados na parede e iluminados como
peças de colecção.
Aqui está o templo que transforma o
sneaker num verdadeiro produto de
luxo! E de certeza que aqui encontrará o sneaker dos seus sonhos, têm
todas as melhores edições limitadas
do mercado…Além de propor-lhe
modelos que não se conseguem em
lado nenhum, têm stocks mas não fa-
zem repetições....
Um bom conselho: Não pense muito !!
Os donos da Alife conhecem muito
bem o seu negócio. Juntaram-se há
dez anos com a vontade de criar uma
loja pouco convencional. Há menos
de um ano que Rob Cristofaro, Arnaud De Le Colle e Treis Hill lançaram a sua própria colecção « made
in USA » e que a distribuem nas suas
5 lojas próprias Alife, de Nova York a
Tokyo passando por Vancouver.
Podem-se encontrar jogos em edições muito limitadas, bonés ou também comprar fotografias, sem esquecer as exposições temporárias. Estas
lojas transformaram-se nas verdadeiras plataformas para dar a conhecer
o trabalho de artistas : livros, toys,
t-shirt, skateboards, músicos… Colaborando com Irak, Ryan McGuiness,
Shepard Fairey ou Krink…Todos
os aspectos relativos a esta cultura
estão reflectidos! O segredo do seu
merchandising ? Renovam os mode-
21
22
28
29
setembro
monday
31
1
7
los a cada duas semanas para surpreender sempre os seus clientes.
Segundo Cristofer Vidal, encarregado da loja Rivington Club e ajudante
das compras, o estilo Alife define-se
em 5 palavras : Alife Style Like No
Other**
* sneaker : ténis
**O estilo Alife não há igual
The Rivington Club :
158 Rivington Street, NY, NY 10002
tel. 212 · 375 · 8128
Alife Rivington Club :
178 Orchard Street, NY, NY 10002
tel. 616 · 654 · 0628
Alife Tokyo :
3-5-10 Jingumae – shibuya-ku,
Tokyo 150-0001 – Japan
[email protected]
www.alifenyc.com
.....................................................................
Charlotte Fortunet Arcamone
[email protected]
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1
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3
Who’s Next
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Première Classe saturday
friday
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outubro
monday
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Tranoï Femme
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Paris // 03 - 06 // www.tranoi.com
31 Paris
Prêt-à-Porter
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wednesday
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Moda Calzado
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Rendez-Vous Femme
friday
Paris // 01 - 04 // www.rendez-vous-paris.com
saturday
Première Classe
30
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Paris // 02 - 05 // www.premiere-classe.com
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2
Madrid // 24 - 26 // www.modacalzado.ifema.es
Paris // 01 - 04 // www.workshopfashionagency.com
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Pasarela Cibeles
Workshop Paris
tuesday
sunday
Madrid // 18 - 22 // www.cibeles.ifema.es/ferias/cibeles
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6
Paris // 04 - 07 // www.pretparis.com
11
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Micam
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5
Paris // 03 - 06 // www.whosnext.com
Milano // 16 - 18 // www.micamonline.com
16
2
Paris // 03 - 06 // www.premiere-classe.com
2
8
Premium
Berlin // 18 - 20 // www.premiumexhibitions.com
wednesday
tuesday
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3
Esparguete com sépia & gambas
ao estilo Big Fish
4
sunday
Ingredientes (para uma pessoa) :
Preparação :
100 gr de esparguete
Fritar o alho numa frigideira até dourar e introduzir a sépia cortada, o tomate, o vinho e as gambas, deixar até
estar macio.
1 sépia limpa e cortada
4 gambas descascadas
1
Paris sur Mode
Paris // 02 - 05 // www.parissurmode.com
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receita
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1 dente de alho
4 colheres de azeite
6 tomates cherry
100 cl de vinho branco
Salsa
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1413
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16
17
18
Sal
Pimenta
Pimentão doce
WSN & PC in Dubai
Depois, adicionar a massa cozida,
a salsa, o sal, a pimenta e misturar
tudo.
Servir num prato e decorar com o pimentão.
Agradecimentos ao restaurante
Big Fish, Barcelona.
www.bigfish.cat
Dubai // 11 - 13 // www.whosnext.com // www.premiere-classe.com
tradeshows moda verão 09
14
Reach www.tagaugrandpalais.com
Illies www.tagaugrandpalais.com
BO130 www.bo130.org
Jaya www.tagaugrandpalais.com
Dead www.tagaugrandpalais.com
Pax Paloscia
“When he’s gone”
www.addictgalerie.com
WK Interact
“Twisted Head”
www.addictgalerie.com
Phase2 www.tagaugrandpalais.com
Phase2 www.tagaugrandpalais.com
Zedz www.zedz.org/
Nunca “Free”
www.galerielefeuvre.com
www.fidancia.com
Fenx www.tagaugrandpalais.com
L’Atlas www.tagaugrandpalais.com
INTERNATIONAL
ITALY
FRANCE
SPAIN & PORTUGAL
Philippe Aguettaz
Sales Manager
[email protected]
Mobile: +33 678 311 567
Fax: +33 147 338 705
Laura Scianna
Sales Manager
[email protected]
Mobile: +39 340 8151 693
Fax: +39 053 6921 587
Nadia Feddoul
Sales Manager
[email protected]
Mobile: +33 678 311 431
Fax: +33 147 338 705
Jordi Campoy
Sales Manager
[email protected]
Mobile: +34 626 653 546
Fax: +34 932 44 8481
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