METODOLOGIA DE QUALIFICAÇÃO DE DADOS
DOS PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À
SAÚDE: UMA EXPERIÊNCIA NA ANS
Marizélia Leão Moreira1, Celina Maria de Oliveira Perez2, José Avelino Placca3, Leonardo
Silva Vidal4
1,2,3,4
Coordenação de Informações, Diretoria de Normas e Habilitações de Produtos, Agência Nacional de
Saúde Suplementar - ANS, Brasil
Resumo – O presente artigo tem por objetivo apresentar a metodologia de qualificação dos dados dos
sistemas aplicativos de habilitação e manutenção de planos privados de saúde e de acompanhamento da
assistência prestada a beneficiários de Planos Privados de Assistência à Saúde, geridos pela Diretoria de
Normas e Habilitação de Produtos (DIPRO) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
A Metodologia de Qualificação de Dados se baseia na informação em si e na análise do processo de
acesso à informação, particularmente no que tange à precisão dos dados.
A aplicação dessa Metodologia garantiu ao Sistema de Informações de Produtos (SIP) responder pelos
indicadores da dimensão de Atenção a Saúde, do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar, dando
às operadoras a transparência do processo e à área Técnico-Assistencial subsidio para o aprimoramento do
acompanhamento da assistência prestada.
A expansão da metodologia para os demais sistemas da DIPRO vem proporcionando diversas
oportunidades de integração com as áreas internas e externas, no compartilhamento de responsabilidades,
promovendo a busca constante das ferramentas de análise de dados e recursos tecnológicos disponíveis.
Palavras-chave: Sistema de Informação, Qualificação de Dados.
Abstract – This work describes a proposal for a methodology for data qualification of information systems
regarding habilitation and maintenance of private health care plans and monitoring health care quality for
beneficiaries under responsibility of Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos (DIPRO) of Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
The proposed Qualification Methodology is focused on the information and on the analysis of data access
process with special attention to data precision. The application of this methodology allowed the Sistema de
Informações de Produtos (SIP) provide the indicators for Atenção à Saúde dimension of the Programa de
Qualificação da Saúde Suplementar, allowing a transparent view of the process for private operators and
support for Técnico-Assistencial area to improve health care quality monitoring.
The application of the Qualification Methodology on other DIPRO´s information systems has provided
several opportunities for integration of internal and external areas with responsibilities sharing, promoting a
steady search for data analysis tools and available technological resources.
Key-words: Information Systems, Data Qualification.
Introdução
A ANS – Agência Nacional de Saúde
Suplementar - é uma autarquia sob regime
especial vinculada ao Ministério da Saúde e
responsável pela regulação, normatização,
controle e fiscalização das atividades que
garantam a assistência suplementar à saúde .
A ANS tem por “finalidade institucional promover
a defesa do interesse público na assistência
suplementar à saúde, regulando as operadoras
setoriais, inclusive quanto às suas relações com
prestadores e consumidores, contribuindo para o
desenvolvimento das ações de saúde no País”
[01].
A Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos
(DIPRO) tem no escopo de suas atividades o
Registro
e
Cadastro,
o
monitoramento
econômico-financeiro e o acompanhamento da
assistência prestada por Planos Privados de
Assistência à Saúde. Para o desenvolvimento
dessas atividades, a DIPRO demanda o
desenvolvimento de aplicativos que dêem suporte
a tais tarefas que coletam regularmente dados
das operadoras de planos de saúde.
O desenvolvimento dos aplicativos e sistemas
está a cargo da Diretoria de Desenvolvimento
Setorial (DIDES).
A definição dos requisitos está a cargo das áreas
internas da DIPRO. É grande o volume de
informações necessárias ao registro de um plano
1
de saúde, autorizações de aumento de
mensalidade ou ainda utilizadas como critérios de
avaliação da assistência prestada, sendo de
suma importância para a DIPRO dispor de dados
qualificados.
A qualidade dos dados utilizados por uma
organização vem sendo considerada como fator
crítico de sucesso das ações empreendidas em
processos de gestão do conhecimento.
Em empresas que adotam políticas de CRM
(Customer Relationship Management) ou Gestão
de Relacionamento com o Cliente, a negligência
sobre a qualidade da informação pode levar ao
insucesso, até mesmo os programas de CRM
criteriosamente planejados e elaborados.
O Instituto de Data Warehousing estima que a má
qualidade dos dados custa às empresas dos EUA
mais de US$ 600 bilhões por ano [02]. Mais
prejudicial ainda é o fato de o nível gerencial
freqüentemente não ter consciência sobre a
situação, subestimando as atividades que
causam essa perda.
Uma qualidade de dados ruim significa que a
informação pode ser imprecisa, incompleta,
redundante ou fictícia.
Este artigo descreve a metodologia estabelecida
pela DIPRO para a Qualificação de Dados e os
resultados alcançados. Para tanto, o artigo está
dividido nas seguintes seções: a seção 2
descreve brevemente o trabalho correlato da
área; a seção 3 descreve a metodologia proposta;
a seção 4 comenta os resultados alcançados até
então e, finalmente, a seção 5 exibe uma
conclusão acerca do modelo proposto.
Trabalho Correlato
Richard Wang em [03] definiu uma lista de
critérios provenientes de fontes diversas voltada
para a avaliação da qualidade da informação da
fonte de dados individualmente. Esse trabalho
serviu de base para outros subseqüentes
direcionados para integração de dados [04], [05].
Segundo [06], a qualidade da informação é
influenciada por três fatores principais: a
percepção do usuário, a informação em si e o
processo para acesso à informação. As classes
de critérios de qualidade relacionadas a cada um
desses fatores podem ser denominadas critérios
de sujeito, critérios de objeto e critérios de
processo.
Neste tópico, serão apresentadas as definições
dos critérios de qualidade apresentados por [05].
Porém, dar-se-á atenção especial aos critérios de
processo, já que estes serão bastante utilizados
no decorrer do trabalho.
Os critérios de sujeito representam percepção do
usuário em relação aos dados já integrados,
provenientes de diversas fontes. É importante
ressaltar que o usuário tem visão apenas do
esquema
integrado
dos
dados,
ficando
transparente para o mesmo o fato de estar
acessando várias fontes independentes.
Os escores de critérios de objeto podem ser
determinados a partir de uma análise cuidadosa
da informação. Avaliar critérios de objeto não
deverá ser muito caro, nem consumir muito
tempo, especialmente se os métodos forem
aplicados regularmente para manter os escores
atualizados. São eles: Completude: quociente
entre o número de itens retornados e o número
de itens no mundo real; Suporte ao Usuário:
quantidade e utilidade do suporte on line em
relação à informação, por meio de texto, e-mail
etc.; Documentação: quantidade e utilidade de
documentos com meta e informações; Preço:
quantidade paga pela informação em moeda
corrente; Confiabilidade: grau no qual o usuário
pode confiar na informação; Segurança: grau no
qual a informação é passada com segurança da
fonte de dados para o usuário e vice-versa;
Atualidade:
idade
da
informação
e
Verificabilidade: grau de facilidade em que a
informação pode ser verificada como correta ou
não.
Na última classe se encontram os critérios que
avaliam o processo de integração em si. Esse
fator está relacionado com a qualidade das
consultas enviadas às fontes de dados. Um
exemplo de critério de qualidade representado
por essa classe seria tempo de resposta.
Esses critérios são os mais tangíveis e mais
fáceis de gerenciar dentre os três. Isso ocorre
porque os mesmos correspondem a valores
discretos e precisos. Além disso, pelo fato de
esses critérios não terem nenhuma relação direta
com a percepção do usuário, podem ser extraídos
de forma mais abundante e controlada.
• Precisão: também chamado de corretude,
consiste no quociente entre o número de
valores corretos na fonte e o número total de
valores na fonte. O resultado dessa divisão é
também denominado taxa de erros da fonte.
• Volume de dados: pode ser definido como o
tamanho do resultado de uma consulta em
bytes.
• Disponibilidade: é medida pela percentagem
de tempo em que uma determinada fonte
está acessível no momento em que uma
consulta é submetida à mesma.
• Representação Consistente: indica se os
dados são sempre apresentados da mesma
maneira e são compatíveis com dados
previamente consultados.
• Tempo de Resposta: é o tempo total que se
leva desde a submissão das consultas até o
completo recebimento dos resultados.
• Latência: indica o tempo que se leva até que a
consulta seja realmente processada.
2
A Tabela 1 resume os critérios de processo acima
apresentados, junto com o método utilizado para
se avaliar cada um deles.
Classe
Critério de QI
Método de Avaliação
Precisão
Avaliação Contínua
Volume de Dados
Avaliação Contínua
Disponibilidade
Avaliação Contínua
Latência
Avaliação Contínua
Tempo de Resposta
Avaliação Contínua
Representação
Avaliação Contínua
Critérios
de
Processo
Consistente
Tabela 1 - Classificação de Critérios de
Processo
Metodologia
Na elaboração da Metodologia de Qualificação
dos Dados sobre Planos Privados de Assistência
à Saúde, analisou-se o processo matricial de
responsabilização dos usuários, a instância
decisória do Comitê Gerencial, o grau de
complexidade, características específicas e
estágio de implantação de cada sistema.
A Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos
(DIPRO) conta com uma Coordenação de
Informações
(CIPRO)
responsável
pela
padronização das informações que subsidiam as
atividades das três áreas da DIPRO: Estrutura e
Operação, Econômica e Financeira e TécnicoAssistencial dos Planos de Saúde.
A responsabilização pelos aplicativos é definida
num processo matricial, sendo responsável
exclusivo quando a funcionalidade do aplicativo
atende exclusivamente a uma das áreas, principal
e secundário quando são coletados e tratados
dados de interesse de mais de uma área. Nesse
caso identifica-se como principal a área
responsável pela operação do aplicativo.
Em geral, as decisões sobre coleta e tratamento
de dados ocorrem no Comitê Gerencial, com
participação dos responsáveis pelas três áreas e
coordenação da CIPRO.
Exemplificando: o sistema de Registro de Planos
(RPS) tem a área de Estrutura e Operação como
responsável principal e as áreas: EconômicoFinanceira, como secundária por responder pela
operação da Nota Técnica de Registro de
Produtos; e a Técnico-Assistencial por colaborar
no item rede assistencial. Já o Sistema de
Informações de Produtos (SIP) tem a área
Técnico-Assistencial como responsável principal
e as outras duas como responsáveis secundários.
A DIPRO gerencia atualmente 40 aplicativos
disponíveis para operadoras, áreas internas da
DIPRO, intrans e sítio ANS, agrupados em nove
macroprocessos ou sistemas: Registro e
Cadastro de Planos de Saúde, Nota Técnica de
Registro de Produtos, Rede de prestação de
Serviços, Aumento de Mensalidades, Controle de
Processos de Doenças e Lesões Preexistentes,
Coordenador Médico, Rol de Procedimentos e
Sistema de Informações de Produtos.
Os sistemas se diferem pela especificidade do
objeto de que tratam, pelo volume de dados
recebidos, pela complexidade de integrações à
bases de dados externas à DIPRO e
principalmente pelo estágio atual de implantação.
Pela recente história da ANS e quantidade de
aplicativos implantados nesse período, os
mesmos contam com diferentes recursos
tecnológicos.
O mapeamento e análise dos aplicativos, que
compõem o Sistema de Informação gerido na
Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos
(SISDIPRO), possibilitaram a elaboração de uma
Metodologia específica de Qualificação dos
Dados de Planos de Saúde que apresentamos a
seguir.
Resultados
A Metodologia de Qualificação dos Dados do
SISDIPRO se baseia principalmente em dois dos
fatores apresentados em Trabalhos Correlatos,
na informação em si, dada pelo objeto e na
análise do processo de acesso à informação,
particularmente no que tange a precisão dos
dados.
A Metodologia compreende quatro etapas:
tipificação do aplicativo, tipos de validações,
enquadramento dos tipos de validações por
sistema e a retroalimentação do processo.
Tipos de Sistemas
Inicialmente se avaliou a natureza dos dados
coletados e sua potencialidade de integração a
outros dados do próprio aplicativo ou a externos,
identificando o grau de complexidade das
validações necessárias para obter informações
fidedignas.
A seguir, classificaram-se os sistemas do
SISDIPRO em três grandes grupos:
a) Sistemas cujos dados de entradas são
originados na própria DIPRO. (TIPO I).
b) Sistemas cujos dados enviados pelas
operadoras são utilizados na ANS. (TIPO
II);
c) Sistemas cujos dados enviados pelas
operadoras subsidiam a geração de
novos dados e indicadores (TIPO III);
Tipos de Validações
Em função das características dos sistemas
aplicativos da DIPRO, bem como dos objetivos de
3
cada sistema, identificamos as seguintes
validações passíveis de serem aplicadas aos
mesmos:
a) crítica primária: realizada na interface do
aplicativo e implementadas por meio de:
• regras de validação de campos
ou de conjunto de campos;
• validação com tabelas internas
definidas em normativos ou de
âmbito geral.
b) crítica secundária: realizada na recepção
de arquivos enviados pela operadora e
implementada por meio de:
• regras
de
validação
e
consistência que se utilizam de
dados armazenados na base de
dados da ANS.
c) crítica terciária: realizada em momento
posterior à recepção dos dados enviados
pela
operadora
e
implementada
mediante:
• cruzamentos com bases de
dados externas à ANS.
d) crítica
quaternária:
realizada
em
momento posterior à recepção do dado
enviado pela operadora, implementada
mediante:
• cruzamentos com tabelas de
históricos ou perfil da operadora.
e) análise estatística: realizada após a
incorporação dos dados enviados pela
operadora e implementada com utilização
de:
• ferramentas
estatísticas
que
permitam verificar a distribuição e
evolução dos dados enviados
confrontados com padrões de
regularidade.
O resultado da aplicação das críticas primárias é
dado às operadoras no momento da entrada do
dado, ou antes da geração do arquivo a ser
transmitido para a ANS. O resultado da aplicação
das críticas secundárias e terciárias é repassado
à
operadora
em
relatório
específico,
disponibilizado com recurso de senha, no sítio da
ANS, logo após o recebimento do arquivo.
As validações por aplicação das críticas
quaternárias e por análise estatística classifica o
dado em duas situações: liberado ou em análise.
Independentemente da origem de propositura da
regra de validação, a crítica e ordem cronológica
de aplicação são autorizadas pelo responsável,
exclusivo ou principal e coordenação de
informação da DIPRO, após apreciação do
Comitê Gerencial, conforme o caso. Num primeiro
momento, as críticas propostas são aplicadas por
ferramentas estatísticas. Uma vez validadas, são
incorporadas aos sistemas em produção.
Tipo de Sistema x Tipos de Validações
A identificação do conjunto de validações mais
adequadas depende do tipo de sistema. A
definição de que tipos de validações são
aplicáveis a cada tipo de sistema constitui a
plataforma básica da Metodologia de Qualificação
do SISDIPRO.
Sistemas com dados que refletem o histórico de
atuação ou que refletem ações realizadas dentro
de um conjunto diverso de possibilidades
suportam um conjunto de validações mais
complexo. Sistemas de dados cadastrais que
sofrem pouca ação de manutenção são
suscetíveis a validações mais simples.
O esquema abaixo reflete o cruzamento das
validações possíveis com os tipos de sistemas
existentes na DIPRO.
Crítica primária: realizada na interface
do aplicativo
SISTEMAS
TIPO I
SISTEMAS
TIPO II
SISTEMAS
TIPO III
Crítica secundária: realizada na recepção
de arquivos ou formulários
Crítica terciária: realizada através de
cruzamento com tabelas internas
Crítica quaternária: realizada através do
cruzamento com tabelas externas
Análise Estatística: geração de
indicadores de normalidade
Diagrama 1 – Mapeamento sistemas x validações
Retroalimentação do processo
A situação de dado em análise é informada à
operadora, com o recurso de senha, pelo sítio da
ANS. A operadora reenvia um novo arquivo
quando identifica erro no dado enviado
anteriormente ou confirma o dado. Neste caso, o
dado é liberado pelo responsável do sistema,
depois de constatada sua validade.
Os relatórios de acompanhamento do envio ou
substituição
de
arquivos,
resultado
das
validações,
bem
como
o
trâmite
de
correspondências, controle de prazos, vinculação
do
protocolo
eletrônico
fornecido
pela
transmissão do arquivo ou resultado do
processamento com o protocolo de documentos
4
entregues na ANS, têm subsidiado o responsável
no relacionamento com as operadoras e na busca
pelo aprimoramento do processo de trabalho.
Discussão e Conclusões
O
desenvolvimento
da
Metodologia
de
Qualificação do SISDIPRO vem proporcionando
diversas oportunidades de integração com as
áreas internas e externas, no compartilhamento
de responsabilidades, promovendo a busca
constante das ferramentas de análise de dados e
recursos tecnológicos disponíveis.
Dentre os sistemas da DIPRO, o Sistema de
Informações de Produtos (SIP) se encontra em
fase mais avançada de aplicação dessa
metodologia.
O SIP tem por objetivo coletar e tratar dados da
assistência prestada a beneficiários de planos
privados de assistência à saúde. Por ser um
sistema do tipo III, possui os cinco conjuntos de
validações. Vale ressaltar que, por se tratar de
assistência à saúde, o volume de críticas
utilizando modelos estatísticos é maior.
Após a aplicação das críticas primárias, quando a
operadora já pode enviar os dados para a ANS, a
mesma tem acesso ao relatório gerencial com os
indicadores que são analisados pelos técnicos da
ANS, possibilitando à empresa acompanhar não
só os dados a serem enviados como os
indicadores de saúde e as taxas de incrementos
no período dos últimos 4 trimestres.
A aplicação das críticas terciária, quaternária e de
análises estatística garantiu ao SIP responder
pelos indicadores da dimensão de Atenção à
Saúde, do Programa de Qualificação da Saúde
Suplementar,
dando
às
operadoras
a
transparência necessária para acompanhar seu
desempenho.
Os demais sistemas da DIPRO já começam a
apresentar os primeiros resultados na busca de
qualificação de seus dados.
No sistema de Reajuste de Planos Coletivos,
algumas críticas quaternárias e por análise
estatísticas já validadas estão em fase de
implementação na versão em produção.
O sistema de Registro de Planos de Saúde já
incorpora em sua primeira versão crítica terciária
utilizando
o
Cadastro
Nacional
de
Estabelecimentos de Saúde
(CNES) para
validação da rede de prestadores enviada pelas
operadoras.
Agradecimentos
Aos técnicos da Diretoria de Normas e
Habilitação de Produtos, bem como aos analistas
da Gerência Geral de Informações e Sistemas
pelas valiosas contribuições ao presente trabalho.
Referências
[01] Brasil. Lei 9.961, de 28 de janeiro de 2000.
Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar e
dá
outras
providências.
Disponível
em
http://www.ans.gov.br.
[02] Drescher, S., "O que você sabe sobre o seus
dados", Itecma – Instituto de Tecnologia e Meio
Ambiente.
Disponível
em
http://www.itecma.com.br
[03] Wang, R., Kon, H. and S. Madnick, "Data
quality requirements analysis and modeling", 9th
International Conference on Data Engineering, pp.
670-677, 1998.
[04] Naumann, F., Leser, U. Quality-driven
Integration
of
Heterogeneous
Information
Systems. In Proceedings of the 25th International
Conference on Very Large Databases (VLDB’ 99)
Edinburgh, UK. pp. 447-458, 1999.
[05] Zhu, Y., Buchmann, A. Evaluating and
Selecting Web Sources as External Information
Resources of a Data Warehouse. In Proceedings
of the 3rd International Conference on Web
Information Systems Engineering (WISE’ 2002),
Singapore, 2002.
[06] Naumann, F., Rolker, C. Assessment
Methods for Information Quality Criteria. In
Proceedings of the Conference on International
Quality (IQ00) Boston, 2000.
Contatos
Marizélia Leão Moreira –
[email protected]
Celina Maria de Oliveira Perez –
[email protected]
José Avelino Placca –
[email protected]
Leonardo Silva Vidal –
[email protected]
Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos –
ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar,
Av. Augusto Severo, 84 – 12º andar – Glória
CEP 20.021-010 – Rio de Janeiro - RJ
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