nº 142/ 2011 SETEMBRO/OUTUBRO EDA informa nº 142 / setembro outubro 04 GPM2+ Implementação do projecto 06 Fomos Visitar Auditoria 10 Quem é Quem Pedro Fernandes iguel, iremos M o ã S m e , o n a e Est meira vez, ri p la e p , ir g atin e energias d o ã ç a tr e n e p uma em dos 50%. renováveis da ord 14 Os Nossos Clientes NAV 16 Formação Primeiros Socorros 18 Comissão Trabalhadores 22 Reformas 24 Nascimentos 26 Aniversários Novembro e Dezembro FICHA TÉCNICA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Director Emanuel Fernandes Coordenadora Editorial Cláudia Fontes Edição e Design Novabase (Rui Goulart) Colaboradores Ana Paula Pereira; António Melo; Joana Almeida; Luís Miguel Martins; Teodomiro Silveira Propriedade Electricidade dos Açores, S.A. Impressão Nova Gráfica Tiragem 1500 2 Editorial Em 2012, Portugal terá uma das mais graves recessões da sua história, que se prolongará, pelo menos, por 2013. Todos vamos ficar mais pobres! Uns mais do que outros! O Estado, as empresas e as famílias têm de reaprender a viver com menos! Não existe liquidez nos mercados financeiros, os bancos não emprestam dinheiro, as empresas adiam investimentos, o desemprego aumenta e o consumo público diminui. As Instituições Europeias são lentas a tomar decisões e os Países, mais expostos ao crédito, vêem as suas economias a ser duramente atingidas por juros muito elevados. É neste período de incertezas, de descontentamento e até de desilusão que nos temos de enquadrar. Racionalizar custos, evitar desperdícios e utilizar bem aquilo que nos sobra para continuarmos a investir, neste período tão crítico para a nossa economia, é o que podemos fazer. Há que ser realista e não ter receio de refazer projectos e de readaptar o que planeámos às novas condições do mercado e aos recursos financeiros que estão à nossa disposição. Nos próximos anos é de prever uma redução significativa no consumo da electricidade. O Governo dos Açores e as Câmaras Municipais já deram ordens para reduzir a iluminação pública, tendo em consideração a segurança das pessoas. Por outro lado, com a baixa do rendimento das famílias e a subida significativa da factura eléctrica, é de prever que a queda no consumo doméstico se acentue, ainda mais, nos próximos anos. Vamos iniciar, muito em breve, uma forte campanha promocional da tarifa tri-horária, com o propósito de transferir uma parte do consumo da electricidade para o período do vazio. Esta tarifa é melhor para as famílias que gastam menos, é boa para a EDA que preenche mais o vazio e poupa no consumo de combustíveis fósseis e é boa para o ambiente. Como é do vosso conhecimento, o Parque Eólico dos Graminhais, em São Miguel, entrou em fase de testes e a ampliação do Parque Eólico da Serra do Cume, na ilha Terceira, está praticamente concluída. Contamos ter no início do próximo ano estas duas infra-estruturas em pleno funcionamento. Seguir-se-á o novo Parque Eólico do Faial e a ampliação dos Parques Eólicos do Pico, de São Jorge e de Santa Maria. Este ano, em São Miguel, iremos atingir, pela primeira vez, uma penetração de energias renováveis da ordem dos 50%. É um marco histórico para a nossa empresa. Com a entrada na rede do Parque Eólico dos Graminhais e o possível aumento da produção da Central Geotérmica da Ribeira Grande, proveniente do furo CL8, que se efectuará no início de 2012, teremos uma nova subida da penetração das energias EDA informa renováveis nesta ilha. Em 2014 é de prever que esteja concluída a ampliação da Central Geotérmica do Pico Vermelho, com mais cerca de 5 MW, e, em 2015, a Central de co-incineração da Associação dos Municípios de São Miguel, com cerca de 4 MW no vazio e 8 MW fora deste período.Tratase de um grande desafio que temos de vencer e que obriga a um atempado planeamento, de forma a poder acomodar nesta ilha tanta energia renovável. Daí o estudo, que estamos a desenvolver, para a armazenagem de energia, provavelmente através de uma hídrica reversível, de forma a deslocar uma parte da produção de energia renovável excedentária para os períodos de maior procura. Será um investimento elevado, mas absolutamente necessário se quisermos ultrapassar a barreira dos 60% de penetração de energia renovável em São Miguel. Nas outras ilhas o desafio, nos próximos anos, será o de acomodar o aumento significativo da produção eólica, sem por em causa a qualidade do serviço prestado aos consumidores, ou seja, garantindo os actuais padrões de frequência e de tensão da rede. É, pois, fundamental abrir uma área de debate interna de forma que as diversas especialidades de engenharia possam dialogar entre si para tomarmos as decisões mais acertadas. É verdade que os tempos que atravessamos são difíceis, mas também é verdade que o Grupo EDA tem capacidade e solidez suficiente para os arrostar com segurança. DUARTE PONTE PCA EDA 3 nº 142 / setembro outubro Chegou o GPM2+ Dia 6 de Setembro de 2011 a EDA gravou mais um marco na sua história: arranque do projeto de implementação dos módulos de PM e PS da SAP e de Mobilidade. Este projeto foi batizado de GPM2+, representando o objetivo da EDA em disponibilizar aos seus colaboradores meios mais eficazes de desempenharem as suas funções operacionais, nomeadamente nas áreas de investimento (IM), manutenção (PM) e gestão de projetos (PS). Muitas destas funcionalidades estarão igualmente disponíveis através de terminais móveis que acompanharão as equipas no terreno. Adicionalmente, a implementação 4 dos módulos PS, PM e da Mobilidade irão permitir a gestão integrada da informação em tempo real com os restantes módulos já implementados, nomeadamente Gestão de Materiais, Vendas e Distribuição, Recursos Humanos, Financeira, Gestão de Ativos e Controlling. Simultaneamente, pela incorporação e integração dos atuais processos de negócio de PM e PS no SAP ERP 6.0, o Grupo EDA prossegue a sua estratégia de uniformização e simplificação da utilização de ferramentas informáticas do seu parque tecnológico. O projeto tem uma duração prevista de 28 semanas e conta com a participação de uma vasta equipa de consultores de várias empresas que em conjunto representam a equipa implementadora: Grupo Portugal Telecom com a participação das empresas PT-Sistemas de Informação e PT-Prime, Indra Portugal e Indience para a componente de Mobilidade. Mas um projeto desta natureza não se constrói apenas com consultores; mais importantes ainda são as equipas de colaboradores da EDA, que com a sua participação, forte conhecimento do negócio e enorme disponibilidade dão a conhecer os seus processos e colaboram ativamente no desenho de toda a solução. EDA informa Sponsorship Maria de Fátima A. Bicudo C. Guimarães Jaime Carvalho de Medeiros Controlo do Programa Gestor do Programa – D.ORSIF (Madalena Pacheco) Equipa Técnica de Suporte – ORSIF/SITIC (Aires Ferreira); ORSIF/ORGEP (Carlos Sousa) Projeto: Implementação de PM e Mobilidade Gestor de Projeto: ORSIF (Luís Vieira) Responsável Equipa: Bruno Cardoso Utilizadores chave: EPROD – Carlos Dias, José Oliveira EDIST – Bruno Cardoso, Eduardo Rocha GESIS – Alfredo Martins, Barreira Gomes CINFE – Gouveia Fernandes COMEL – Ana Gonçalves Projeto: Implementação de PS Gestor de Projeto: ORSIF (Henrique Wallenstein) Responsável Equipa: Gouveia Fernandes Utilizadores chave: CINFE – Gouveia Fernandes, Horácio Silva, Paulo André, Dina Morgado PLAIN – Filipe Mendonça, Carlos Anselmo Projetos: Implementação de PS, PM e Mobilidade Utilizadores Suporte: APROV (SAP MM) – Vitor Costa, Costa Matos, João Melo EDIST (SAP FI) – Ana Cristina Sousa EDIST – Gervásio Leite EPROD (SAP FI) – Matilde Fontes PLCOR – Luís Plácido, Cristóvão Coutinho, Elisabete Teixeira, João Torres GACON – Manuela Furtado, Cláudio Torres FISEG – Luís Filipe Silva GRHUM – Ricardo Soares GQAMB – Paula Soares COMEL – Ana Gonçalves PLAIN – Filipe Mendonça, Carlos Anselmo AUDIT – Conceição Arruda CINFE – Rute Fonseca SEGMA – Marco Silveira, Rui Correia, Carlos Pereira EEG – David Estrela SOGEO – Bárbara Arruda, Valdemar Pereira 5 nº 142 / setembro outubro Fomos Visitar… A Coordenação da Auditoria está a cargo, há relativamente pouco tempo, da Dra. Conceição Arruda, anteriormente ligada à FISEG. Como foi esta transição de área e de funções? Foi em resposta a um desafio que me foi colocado pela Comissão Executiva, ao qual acedi com vontade e entusiasmo, apesar de gostar das funções que então desempenhava naquela estrutura. Todas as mudanças exigem um esforço adicional mais ainda quando se trata de uma área tão abrangente, exigente a transversal a toda a empresa como a AUDIT, mas que a colaboração dos restantes membros do Gabinete tem vindo a facilitar. A Auditoria conta com quantos colaboradores? Quem são? Neste momento somos 3 colaboradores no Gabinete de Auditoria Interna: Eu própria, o Eng.º José António Cabral e o Eng.º Duarte Viveiros. Como está organizada esta área? Quais são vossas funções? O Gabinete de Auditoria Interna tem apenas uma unidade organizativa. 6 Temos como missão proporcionar um serviço independente e objectivo, directamente dependente do Sr. Presidente do Conselho de Administração, destinado a acrescentar valor e melhorar as operações da organização, através de uma abordagem sistemática e disciplinada de atuação, de forma a avaliar a eficácia da gestão do risco e do controlo interno desenvolvido por cada uma das estruturas da organização, aos processos que lhe são inerentes verticalmente e aos processos transversais, nos quais intervenha. Com este objetivo as nossas principais funções são: • Controlar os processos de cada área da organização, garantindo que as actividades estão de acordo com as normas e regulamentos internos em vigor, bem como com o quadro legal vigente para o setor; • Identificar e gerir riscos internos e/ou externos; • Efetuar auditorias aos sistemas de gestão da qualidade, ambiente e energia quando implementados na organização. Quais são os principais desafios que se colocam a esta área? Os nossos desafios são muitos e muito exigentes. Passam fundamentalmente por determinar se o conjunto de processos de gestão do risco e do controlo interno, em conformidade com o que foi estipulado pela gestão de cada EDA informa Auditoria estrutura, se encontra em funcionamento, é adequado, e se está organizado de modo a assegurar: • Que os riscos são devidamente identificados e geridos; • A existência de uma interação entre a gestão das diversas estruturas, conforme necessário; • Que a informação relevante, de natureza financeira, de gestão e de operação, é transmitida de forma exacta, fidedigna e oportuna; • Que as atividades dos colaboradores estão de acordo com as políticas, normas, procedimentos, leis e regulamentos aplicáveis; • Que os recursos são adquiridos de forma económica, utilizados com eficiência e são devidamente protegidos; • Que os programas, planos e objetivos são alcançados; • Que se encoraja a qualidade e o aperfeiçoamento contínuo dos processos de controlo interno da organização; • Que a legislação ou regulamentos com impacte para a organização, são devidamente reconhecidos e respeitados. Tendo a EDA uma dimensão relativamente grande e a área uma dimensão pequena, sentem constrangimentos no desempenho das vossas funções, ou sentem que toda a empresa facilita as vossas tarefas? Como forma de colmatar as dificuldades sentidas pelo facto de a equipa na verdade ser bastante pequena, procuramos fazer um planeamento das auditorias a realizar de forma criteriosa e ajustada às prioridades da empresa. Para além disso, e apesar de pequena, a equipa tem reconhecida competência, empenho e profissionalismo o que associado à boa cooperação dos responsáveis e colaboradores das estruturas envolvidas, tem facilitado o desempenho das nossas tarefas. Como avalia, actualmente, o serviço prestado pela Auditoria? Corresponde às expectativas? É difícil ser juiz em causa própria, mas avalio-o como positivo e penso que tem correspondido às expectativas. Procuramos sempre desempenhar as nossas funções de forma ética e profissional, e no exercício da nossa actividade detetar oportunidade de melhorias que possam acrescentar valor e trazer mais-valia a cada uma das estruturas envolvidas em particular e à empresa em geral. CLÁUDIA FONTES SADMI 7 Direcção com novo Presidente No passado dia 12 de Outubro, foi eleito o novo Presidente da Direção da Fundação Engenheiro José Cordeiro. O fundador Electricidade dos Açores, S.A., designou o seu novo Presidente, o Professor Doutor Duarte Ponte, que irá completar o mandato em curso relativo ao triénio 2010-12, na sequência da renúncia Dr. Roberto Amaral. A direcção, recorde-se, integra ainda, pela EEG, o Eng. Francisco Manuel Sousa Botelho e, pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, o presidente desta edilidade, Dr. António Fernando Raposo Cordeiro. Novos Bolseiros No passado dia 12 de Outubro a Direcção da Fundação Engenheiro José Cordeiro reuniu, tendo decidido atribuir duas bolsas de estudo a jovens que se têm destacado nos seus estudos superiores. Para o efeito e após a apreciação das diferentes candidaturas, em número de nove, as bolsas foram atribuídas ao jovem micaelense, Crispim Cabral de Melo Borges da Ponte, natural de Ponta Delgada, filho de Vítor Jorge Almeida Borges da Ponte e de Ana Margarida Teixeira Cabral de Melo, actualmente 8 Crispim Cabral de Melo Borges da Ponte Eng.º Francisco Rui Carvalho e Grilo Gonçalves a frequentar o 1º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica no Instituto Superior Técnico de Lisboa. A Fundação Engº José Cordeiro também renovou a bolsa de estudo ao Eng.º Francisco Rui Carvalho e Grilo Gonçalves, natural da freguesia da Sé, Coimbra, funcionário da EDA, filho de José Alves Grilo Gonçalves e de Maria Laurinda Gomes de Carvalho Grilo Gonçalves, por pretender realizar o Doutoramento em Sistemas Sustentáveis de Energia pela Universidade do Porto, em colaboração com o Massachussets Institute of Technology, programa que visa a qualificação avançada na área dos sistemas de energia numa perspectiva sistémica, incluindo a análise da procura, da oferta, das energias renováveis, das tecnologias de conversão e dos seus impactos económicos e ambientais. Aos novos bolseiros a Fundação Engenheiro José Cordeiro deseja muitos sucessos académicos. LUÍS MIGUEL MARTINS SADMI EDA informa EDA colabora com campanha SOS Cagarro 2011 A Direcção Regional dos Assuntos do Mar é a entidade responsável pela dinamização, a nível regional, da Campanha SOS Cagarro. Neste sentido, pediu a colaboração preciosa dos parceiros, para que a iniciativa fosse um exemplo de sucesso de participação cívica no âmbito da conservação da Natureza. Como entre 01 de Outubro e 15 de Novembro os cagarros juvenis saem dos ninhos para o primeiro voo transoceânico e, ao serem atraídos por luzes artificiais, ficam encadeados e desorientam-se, correndo elevados riscos de atropelamento junto das estradas ou zonas fortemente iluminadas, foi solicitada à EDA uma colaboração no sentido de reduzir a iluminação ou o horário da mesma, em locais identificados como críticos. A EDA, empresa com fortes preocupações ambientais, acedeu ao pedido, contribuindo assim, nas várias ilhas, para a diminuição do impacto da iluminação nas aves durante a época da campanha. Em 2011 celebram-se 20 anos a salvar cagarros nos Açores! 9 nº 142 / setembro outubro Quem é Quem Pedro Fernandes É natural do norte de Portugal. Como descreve a sua zona e a sua infância? O norte de Portugal particularmente a cidade de Viana do castelo de onde sou natural, fica no coração de qualquer visitante pela beleza da sua paisagem e pela qualidade de vida que todos lhe reconhecem. Passei nessa cidade uma infância e juventude feliz. Um lugar grande onde pude construir o meu espaço pessoal e ao mesmo tempo pequeno para que todos os jovens se conhecessem e se tornassem bons amigos. Os tempos de escola e adolescência foram tranquilos, sempre com os seus objetivos definidos, ou foi um aluno mais rebelde? Os tempos de adolescência foram tranquilos. Os tempos de escola menos. Os meus objetivos académicos foram cedo definidos. Recordo que desde sempre gostava de montar e desmontar brinquedos, construir carrinhos de rolamentos… Para surpresa de todos, com dezasseis anos desmontei sozinho o motor de uma moto e voltei a montar peça por peça reparando a avaria. Contudo, tive dificuldade com as disciplinas mais abstratas ou meramente descritivas (história, geografia, filosofia). Depois de dar entrada no ISEP as maiores dificuldades desapareceram e senti que o curso de engenharia mecânica tinha sido a opção certa. A sua vinda para os Açores mais precisamente São Jorge, está relacionada com a EDA, ou a oportunidade de trabalho surgiu depois? A minha vinda para os Açores aconteceu em 2000. Depois de concluir o curso surgiram algumas oportunidades de trabalho em empresas que recusei uma vez que me senti motivado para o ensino. E foi como professor que exerci a minha atividade. Em Setembro de 2000 surgiu a oportunidade de trabalhar em horário completo na EBS de Velas. Nesse mesmo ano fui convidado para trabalhar também na escola Profissional da ilha de São Jorge, lecionando a disciplina de mecanotecnia. A oportunidade de trabalho na EDA surgiu alguns anos mais tarde em 2010. Está na EDA há pouco mais de um ano. Como foi o seu percurso profissional até chegar à nossa empresa? Comecei com 17 anos a trabalhar numa oficina de preparação de motores para competição (motos e karts). Depois fui condutor de máquinas na Marinha de Guerra Portuguesa. Após a conclusão do curso foi como professor que dei continuidade ao meu percurso profissional. Penso que parte do insucesso que senti durante o meu percurso escolar se deveu à postura de alguns professores que se limitavam a trabalhar de um modo expositivo. Como 10 aluno sempre preferi as aulas com cariz prático tendo como professor concretizado este objetivo transformando as minhas aulas em oficinas de realização práticas. Foi dentro deste espírito que participei com um grupo de alunos em 2009, no projeto “Olimpíadas Solares” realizado no museu da electricidade em Lisboa, tendo obtido o 5º.lugar a nível nacional na corrida de carros fotovoltaicos. EDA informa CLÁUDIA FONTES SADMI Como tem sido a adaptação à empresa, às pessoas, ao trabalho? Sente muitas diferenças de ritmo? A adaptação à empresa tem sido muito boa. Na relação com as pessoas procuro estar sempre atento usando a capacidade de escuta e respeito, mantendo-me firme quando me parece ser necessário. Quanto ao trabalho, sinto prazer no que realizo. Já é pai de dois filhos, um com apenas cinco meses. Os Açores são um local por excelência para os educar? Viana do Castelo foi por excelência o local onde os meus pais me educaram; São Jorge será por excelência o local onde os meus filhos serão educados. Quais os principais valores que defende na vida e que quer incutir nos seus filhos? Os principais valores que defendo na vida e que quero incutir nos meus filhos são os mesmos que de geração em geração chegaram até mim; a honestidade, o respeito pelo outro e a ambição de ser feliz. Que atividades gosta de desenvolver nos seus tempos livres? Os meus tempos livres são passados maioritariamente com a família, dando muita atenção aos meus filhos. Brinco muito com a Mariana para que se afaste da TV e do PC. Gosto de preparar uma boa jantarada para os amigos. Cuido da minha plantação de malaguetas (habanero e jolokia). No campo desportivo gosto de jogar futsal, o que faço com alguma regularidade. Sente-se motivado nesta etapa da sua vida, ou acha que é apenas um momento de passagem para algo? Ao casar em 2007 com uma açoriana de São Jorge assumi um compromisso. Hoje a minha vida é aqui com a minha família. 11 nº 142 / setembro outubro Os Estagiários e a EDA Fábio Mendes Jorge Ricardo (5º estágio na EDA) (1º estágio) “Sou jovem (…) estou cá há muito tempo. Já conheço bem o trabalho” “Cumpro as tarefas e gosto da área em que a empresa está inserida” O primeiro dia de estágio para muitos é motivo de algum nervosismo, ou não seria o “primeiro dia do resto das suas vidas”. A EDA é uma empresa que se preza por apostar na criatividade e inovação e nada melhor que aliar estas componentes com a recepção de estagiários e, por conseguinte, de novas ideias. Para quem chega pela primeira vez à EDA para iniciar o seu estágio, depara-se com uma recepção calorosa. Segundo Jorge Ricardo (estagiário Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho, em São Miguel) o “acolhimento foi espectacular, sempre ajudaram em tudo (…) mesmo os restantes departamentos”. Nota-se, assim, a união entre as diversas áreas de trabalho, nesta empresa. do cargo” afirma Fábio Mendes (estagiário da Produção, em São Jorge). Por outro lado há quem ajude estes novos e “temporários” membros a instalarem-se e os ajude com a falta de experiência que lhes é natural. Jorge Ricardo (1º estágio) A ansiedade instala-se, “tinha medo de não estar à altura 12 Fábio Mendes (5º estágio na EDA) Apesar de antes do estágio terem tido muito pouco contacto com a empresa, a mesma ideia estava presente em cada um deles: “sabia que era uma boa empresa e que tinha perspectivas para o futuro”, afirma Renato Medeiros (estagiário Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho). Renato Medeiros (2º estágio na EDA) O ambiente de trabalho favorece a aprendizagem dos estagiários, aguçando as suas técnicas de acordo com as normas da empresa, mas deixando sempre um espaço para que estes também possam dar o seu contributo. Desta EDA informa Renato Medeiros Joana Almeida (2º estágio na EDA) “Aprendo rápido e gosto de ser inovador” forma, favorece-se o companheirismo na empresa e a integração dos estagiários. Estes sentem que fazem parte da “família”, sentem o apoio dos colegas e orientadores, “vestem a camisola” e consideram mesmo que fazem amigos na EDA. Quase a terminarem a sua passagem pela EDA, estes três estagiários concordam que esta experiência foi uma maisvalia na sua evolução profissional, “foi bom, foi um passo grande (…) aprendi muito mais do que sabia” (Fábio Mendes). Para o Renato um dos momentos mais marcantes da sua passagem pela EDA prende-se com a necessidade de, no exercício da sua função, “visitar” a EDA nas restantes ilhas e de ter sido muito bem acolhido por esses colegas que não o conheciam até então. Estes três estagiários concluíram o estágio no dia 31 de Agosto de 2011 e, apesar de todos eles manifestarem gosto em permanecerem na empresa, nenhum deles permaneceu. Contudo “fico com saudades” (Renato Medeiros). Eu própria, como estagiária, partilho da opinião destes meus colegas. A EDA não se limita a aceitar estagiários. A EDA, mais concretamente os seus operacionais que acumulam a função de orientadores de estágios, acolhem os estagiários de forma a integrá-los o melhor possível na equipa e preocupam-se com a aprendizagem que os seus estagiários retiram da sua passagem pela empresa. Como prova do bom ambiente e trabalho desenvolvidos ao longo do estágio é o facto de alguns estagiários, após concluírem o seu estágio, regressarem a “visitar” os seus antigos colegas. Facto que tenho presenciado ao longo do meu estágio. JOANA ALMEIDA Estagiária de Psicologia Organizacional 13 nº 142 / setembro outubro Os Nossos Clientes NAV Introdução A NAV Portugal é uma entidade pública empresarial, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, cujo Capital Estatutário é detido na totalidade pelo Estado, e tem como missão a prestação de serviços de Tráfego Aéreo nas Regiões de Informação de Voo (RIV) sob responsabilidade Portuguesa – Lisboa e Santa Maria, garantindo o cumprimento da regulamentação nacional e internacional nas melhores condições de Segurança, optimizando Capacidades, privilegiando a Eficiência e sem descurar preocupações Ambientais. É ainda objecto da sua missão, oferecer aos seus clientes um serviço de elevada qualidade e eficiência, criando valor para o Estado, na qualidade de detentor do seu capital estatutário, e assegurando elevados níveis de qualificação profissional e motivação dos seus colaboradores. Qual a importância da NAV no panorama regional? É de acordo com este enquadramento e as características específicas do Arquipélago dos Açores, que têm no transporte aéreo um relevante meio de desenvolvimento socioeconómico, e tirando partido da localização privilegiada da ilha de Santa Maria no meio do Atlântico, que a NAV Portugal tem seguido uma estratégia de evolução contínua de todos os sistemas, equipamentos e respectivas infra-estruturas, com vista a aumentar de forma consistente, os já elevados padrões de qualidade de serviço alcançados que nos colocam, como empresa, mas também como país, e como região, na vanguarda tecnológica e da qualidade como prestador de serviço de Navegação Aérea no Atlântico Norte. JOSÉ DE SOUSA Director de Operações da Região Atlântica 14 Quais os principais serviços da NAV nos Açores? Na Região Autónoma dos Açores, concretamente na ilha de Santa Maria, está situado o Centro de Controlo Oceânico. Para além deste importante Centro, responsável pela prestação dos Serviços de Trafego Aéreo na Região de Informação de Voo de Santa Maria (um espaço aéreo no Atlântico Norte equivalente a cerca de 55 EDA informa vezes a área de Portugal Continental e que envolve o Arquipélago dos Açores), a NAV Portugal tem ainda outras infra-estruturas com Serviços de tráfego Aéreo a funcionar nas Torres de Controlo dos Aeroportos de Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores. Para a concretização da sua missão de Controlo de Tráfego Aéreo a NAV Portugal possui um vasto conjunto de equipamentos e instalações técnicas (estações radar, rádio-ajudas e comunicações) em várias ilhas do arquipélago. De que forma é que a NAV se adapta às constantes necessidades/exigências do sector? A introdução de novas funcionalidades e a melhoria contínua dos sistemas de apoio à navegação aérea, com um plano de investimentos adequado às exigências do serviço que prestamos, em particular no Arquipélago dos Açores, que tem no transporte aéreo um factor crucial para o seu desenvolvimento, contribuem de forma decisiva para aumentar cada vez mais a segurança da navegação área aumentando a produtividade, reforçando a segurança e dotando a Região com a capacidade necessária para lidar com o aumento de trafego previsto para os próximos anos. Qual a importância da EDA no desenvolvimento da vossa actividade? A EDA, na sua qualidade de fornecedor de energia eléctrica, tem um papel vital no sucesso da nossa actividade, assegurando na totalidade a alimentação dos sistemas e equipamentos fundamentais ao nosso desempenho e ao apoio da navegação aérea no arquipélago. A EDA será sempre um parceiro institucional importante no desenvolvimento da nossa actividade. Que opinião têm sob os serviços prestados e o relacionamento com a empresa? A rede eléctrica é habitualmente estável, condição essencial para a nossa actividade, e o serviço prestado é eficiente. O relacionamento institucional também é bom. 15 nº 142 / setembro outubro Formação Primeiros Socorros NOTA DA ENTIDADE FORMADORA A COMPETIR – Formação e Serviços, S.A. é uma empresa de formação com 18 anos de experiência, acreditada pela DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho) nos seguintes domínios: diagnóstico de necessidades de formação; planeamento de intervenções ou actividades formativas; concepção de intervenções, programas, instrumentos e suportes formativos; organização e promoção de intervenções ou actividades formativas; desenvolvimento/ execução de intervenções ou actividades formativas; acompanhamento e avaliação de intervenções ou actividades formativas. A COMPETIR - Açores está integrada no Grupo COMPETIR e estamos no mercado açoriano desde 2008. Com 16 uma equipa multidisciplinar e uma bolsa de formadores num processo de melhoria contínua, o nosso enfoque de actuação são as pessoas. Num contexto concorrencial cada vez mais acentuado, a nossa missão é desenvolver o capital humano, promovendo o conhecimento para acrescentar valor às organizações. Actualmente, no âmbito da valorização profissional, as organizações devem tomar consciência de que as pessoas fazem a diferença, sendo necessário cada vez mais apostar nas suas potencialidades. A concretização de parcerias com entidade públicas e privadas na Região e a apresentação de projectos formativos a diferentes programas já nos permitiram realizar mais de 150 acções de formação, envolvendo mais de 1500 formandos, distribuídos pelas Ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial e tendo por base cerca de 45 cursos devidamente homologados ao abrigo do quadro legal regional. Neste contexto, foi com grande satisfação que preparámos e levámos a cabo, durante o mês de Setembro, em Ponta Delgada, 3 acções de formação em “Primeiros Socorros” destinadas a 30 colaboradores da EDA. Nos dias 6 e 7 de Outubro, terá lugar, em Angra do Heroísmo, a quarta e última acção decorrente desta parceria entre a COMPETIR e a empresa de electricidade dos Açores. No entanto, e tendo em conta o feedback muito positivo de todos os participantes, fica aqui o nosso repto no sentido de aprofundarmos esta relação e, porventura, estendê-la a EDA informa NOTA DA FORMADORA CARINA SILVA outras áreas de formação com interesse para a Vossa organização porque hoje, mais do que nunca, as pessoas devem vir em primeiro lugar. Por outro lado, é pertinente sublinhar e aplaudir o esforço da EDA em proporcionar acções de formação aos seus colaboradores, indo ao encontro de uma das premissas básicas de afirmação de qualquer organização, que passa por fazer uma aposta na qualificação do seu principal activo: as pessoas. A COMPETIR - Açores orgulha-se de ajudar a contribuir para a concretização desta missão que é, no fundo, a de “Bem Formar para Melhor Competir”. De 19 a 23 de Setembro de 2011, realizaram-se, em Ponta Delgada, 3 acções de formação em “Primeiros Socorros”, com a duração de 10 horas/ cada, ministradas pela Enfermeira Carina Silva e destinadas a cerca de 30 colaboradores da EDA. Os 3 grupos de formandos mostraram estar despertos para a importância do tema e, por consequência, envolveramse no processo formativo e estiveram interessados e atentos aos conteúdos apresentados, o que muito contribuiu para que os objectivos gerais e específicos fossem facilmente atingidos e, inclusive, ultrapassados. Os Primeiros Socorros são a resposta rápida e inicial a uma emergência médica que, através da aplicação de técnicas simples e eficazes, reduzem a gravidade da situação e o sofrimento da vítima. Deste modo, todos os cidadãos deviam frequentar este curso, de forma a adquirir conhecimentos básicos mas que podem fazer toda a diferença em eventuais situações de vida ou de morte. Dado o sucesso destas intervenções formativas, é opinião da formadora, partilhada pelos formandos, que a carga horária da formação seja aumentada futuramente ou, em alternativa, que a formação dentro desta temática seja disponibilizada aos trabalhadores com maior frequência, com o objectivo de reciclar/actualizar continuamente as competências. 17 nº 142 / setembro outubro ELEIÇÃO PARA A COMISSÃO DE SEGURANÇA A Comissão de Trabalhadores vai promover as eleições para a constituição da Comissão de Segurança da EDA. Para que as eleições sejam possíveis de se realizar é necessário obtermos até 100 assinaturas, ou seja, 20% dos trabalhadores da empresa têm de subscrever para que o acto eleitoral possa decorrer. Após a obtenção das referidas assinaturas, as mesmas serão depositadas na Direcção dos Serviços do Trabalho, onde será publicada a data do acto eleitoral. Prevemos que a mesma deverá ocorrer em Fevereiro ou Março de 2011. A Comissão Eleitoral será composta pelos dois trabalhadores mais antigos e mais novos da empresa, e de acordo com o artigo 268 da Lei 35/2004. No caso da EDA S.A., as listas têm que ter 5 efectivos e 5 suplentes e podem concorrer todos os trabalhadores da EDA. Para que a lista seja aceite na Comissão Eleitoral, a mesma tem que ter a declaração de aceitação dos respectivos trabalhadores e subscrita no mínimo por 100 trabalhadores, ficando isento desta subscrição as listas apresentadas pelas organizações sindicais. O mandato tem a duração de três anos e cada trabalhador tem um crédito de 5 horas por mês, para o exercício das suas funções. Não pode este crédito ser acumulado com outros créditos que o trabalhador beneficie por integrar outras estruturas representativas dos trabalhadores. A segurança, higiene e saúde no trabalho é um dever de todos nós, pelo que solicitamos a envolvência de todos para que sejam eleitos os nossos representantes. 18 EDA informa VAMOS SER SOLIDÁRIOS NO NATAL À semelhança do ano passado, temos o intuito de promover, novamente este ano, a partilha dos trabalhadores do Grupo EDA, para contemplar uma IPSS que será sorteada em Dezembro em data a anunciar. A quantia referente a um subsídio de almoço é o contributo suficiente, se todos nós aderirmos à iniciativa para podermos fazer sorrir quem mais precisa. O ano passado a IPSS contemplada com o contributo dos colaboradores do Grupo EDA, foi a OBRA SOCIAL MADRE MARIA CLARA, da ilha do Pico. Atendendo a uma nova realidade de dificuldades financeiras para todos nós, também é nestas alturas de grandes sacrifícios que devemos contribuir com o pouco que temos. Será enviado em breve por e-mail o prospecto para autorizar o desconto no vencimento do mês de Novembro. ANTÓNIO MELO COMISSÃO DE TRABALHADORES 19 Almoço Convívio O Núcleo do GREDA da Ilha de São Jorge, organizou mais um almoço convívio com os seus associados e colaboradores do Grupo EDA, no passado dia 06 de Outubro. A ementa foi leitão assado com batatadoce, abóboras assadas em forno de lenha, salada, pão de milho, vinho e umas deliciosas sobremesas, tudo confeccionado e oferecido pelos colegas e amigos do GREDA. A todos os amigos que, de livre vontade, espírito de amizade e camaradagem, tornaram mais uma vez fosse possível realizar este almoço nas instalações da EDA, num ambiente de grande confraternização e alegria. Para quem assou o leitão, trouxe as batatas, pão, vinho, sobremesas e ajudou a concretizar mais esta iniciativa, a todos, sem excepção, o nosso muito Obrigado. 20 EDA informa Protocolos O GREDA – Grupo Recreativo da EDA estabeleceu os seguintes protocolos em São Miguel: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Ginásio VIP Executive Top Fitness Gabinete de Estética Não + Pelo Details Place Perfumaria Nutricionista – Nuno Miguel Velho Cabral Kids e Brincadeiras – Espaço para festas de aniversários Óptica Couto Dentistas – Dr. Kátia Miotelo, Helena Moura e Pedro Lagarto Oficina de Mecânica – Andrade e Irmão e WM – Walter Medeiros Baterias Auto – Autosil Lavagem Viaturas – Auto Açoreana Pneus – Pneus Ilhéu Foto e Vídeo Livraria Sol mar Mr. Pizza Central de Petistos Hotel Talismã Restaurante Terrace Palace Bar Sports One Continuamos em contactos com outras empresas, sempre com o objectivo de conseguir um desconto financeiro, que vise beneficiar os nossos associados e trabalhadores em geral de todo o Grupo EDA. Papelaria Xavier O GREDA, no âmbito do protocolo estabelecido com a Papelaria Xavier, informa todos os trabalhadores do Grupo EDA, que beneficiarão de um desconto financeiro de 13% em todos os artigos de papelaria e de um desconto de 3% nos livros escolares, adquiridos na Papelaria Xavier, mediante a apresentação do cartão de associado do GREDA ou cartão de colaborador das empresas do Grupo EDA. TEODOMIRO SILVEIRA GREDA 21 nº 142 / setembro outubro Reformas PERCURSO PROFISSIONAL Nº Trabalhador: 274 Nome: Leonildo Garcia Vargas Estrutura Orgânica: PRESP O Eng. Leonildo Vargas formou-se em Eng. Electrotécnica na faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 1972. Terminada a Licenciatura fez um curto estágio nos Serviços Municipalizados de Angra do Heroísmo, após o qual foi contratado e nomeado Chefe dos Serviços Eléctricos em Maio de 1973. Ao longo da sua carreira profissional desempenhou vários cargos: Director Delegado dos Serviços Municipalizados; Professor na Escola Industrial de Angra do Heroísmo; Vogal da Junta Regional dos Açores; Deputado da Assembleia Regional dos Açores. Na EDA, após integração dos Serviços Municipalizados em 1982: Chefe de Departamento de Exploração da Terceira; Vereador da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e vogal do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados; Director de Exploração; Delegado do Conselho de Administração do Centro de Exploração da Terceira; Director do Centro de Exploração da Terceira; Director da Distribuição da Terceira, Graciosa e S. Jorge; Presidente do Conselho de Administração da Geoterceira. O Conselho de Administração da EDA tomou conhecimento do pedido de renúncia do senhor Eng.º Leonildo Garcia Vargas às funções de Presidente do Conselho de Administração da Geoterceira. Neste sentido deliberou, conforme proposto pela Comissão Executiva, exarar em acta um voto de louvor e reconhecimento ao senhor Eng.º Leonildo Garcia Vargas pelo empenho, dedicação e zelo, que sempre demonstrou no exercício das funções que desempenhou na EDA, para cujo desenvolvimento muito contribuiu desde a sua fundação, bem como, mais recentemente, na GEOTERCEIRA. PERCURSO PROFISSIONAL Nº Trabalhador: 567 Nome: Guilherme Manuel Rocha Sousa Estrutura Orgânica: GRHUM/PRSEG Em 08/03/1982, admitido com Contrato de Prestação de Trabalho a Prazo na Empresa de Electricidade dos Açores, E.P para desempenhar as funções de Operador de Comando. Em 09/08/1982, foi integrado no quadro permanente, com a categoria de Operador de Quadro I. Em 01/04/1985, passou para Operador Quadro II. Em 01/07/1987, passou para Electricista de Despacho I. Em 01/01/1989, passou para Electricista de Despacho II. Em 01/12/1992, passou para Técnico de Despacho. Em 01/04/2002, passou para Técnico Prevenção Segurança categoria que manteve até à situação de reformado. 22 EDA informa Admissões Renato José Goulart Rosa Empresa: EDA, SA Ilha: Pico Data: 08 de Agosto de 2011 Categoria: Operador Central Bruno Miguel Cabral Raposo Empresa: EDA, SA Ilha: São Miguel Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Auxiliar Armazém Rute Beatriz Cipriano Fonseca Empresa: EDA, SA Ilha: São Miguel Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Quadro Superior João Pedro Pereira da Silva Empresa: EDA, SA Ilha: São Miguel Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Quadro Superior Flávio Alexandre S. Quadros Empresa: EDA, SA Ilha: Graciosa Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Electricista Vitor Toledo Vaz Empresa: EDA, SA Ilha: Terceira Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Electricista Nuno Miguel Melo Nunes Empresa: EDA, SA Ilha: Terceira Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Electricista António Luís Peixoto Franco Empresa: SOGEO, SA Ilha: São Miguel Data: 12 de Setembro de 2011 Categoria: Geólogo Débora Patrícia S. Bettencourt Empresa: EDA, SA Ilha: Graciosa Data: 01 de Setembro de 2011 Categoria: Escriturária 23 nº 142 / setembro outubro Nascimentos Paulo Dinis M. Medeiros Franco Filho: Martim Araújo Franco Data: 30 de Agosto de 2011 Mário Rui Fagundo Oliveira Carreiro Filha: Sofia Jorge Carreiro Data: 8 de Agosto de 2011 Sandra da Conceição Medeiros Câmara Filha: Flor Câmara Campos Data: 1 de Setembro de 2011 24 EDA informa Romeu Aguiar Pereira Filho: Filipe Estrela Pereira Data: 19 de Setembro de 2011 Sérgio Botelho Sousa Filho: Mateus Gaspar Sousa Data: 27 de Agosto de 2011 Marco Paulo Maurício Cabral Filha: Alice de Andrade Cabral Data: 26 de Setembro de 2011 25 Aniversários NOVEMBRO Duarte Manuel Silva Matos Dário Daniel Alves Avelino Mnauel Pereira Godinho Rodrigo Alexandre Silva Sousa Carlos Duarte Baptista Martins Dulce Conceição Meneses Gaspar Nuno Brum da Silveira Carvão Carlos Artur Carvalho Borges Sousa Carlos Manuel Sousa Soares Maria Conceição Costa Pimentel V. Arruda Simão Pedro Paim Serpa Maria Noémia Raposo Sousa Luz Roberto Fernandes Silva Serpa José Manuel Meneses Carvalho Humberto Furtado Teves Teodomiro Subica Pedro Silveira Humberto Silva Nélia Maria Melo Cabral Fernando Manuel Pavão Matos Rui Miguel Moura Resendes Vitor Manuel Resendes Carreiro Gilberto José Pacheco Amaral Roberto José Oliveira Vieira Mário Jorge Moniz Pimentel Fernando Manuel Sousa Barcelos Paulo Alexandre Costa Martinho Manuel Carvalho Sousa Rui Alberto Raposo Tavares João António Goulart Furtado Pedro Manuel Rodrigues Domingos Duarte Manuel Berquó Aguiar Viveiros José Manuel Garcia do Rosário Alberto Rocha Serafim Silveira Rosa Ana Cristina Mendes Mendeiros Armando Manuel Mendes Armindo Lima Cabral Noé Caetano Martins Fagundes Débora Maria Machado Pereira Botelho Durval Manuel Sousa Ventura Adelino Maria Melo Morgado Medeiros Pedro Miguel Pacheco Brum Sousa Maria Carolina Quental M. Parreira Câmara Maria Encarnação Lourenço Oliveira Pedro António Chaves Sousa Tomás Américo Silveira Correia Hélder Filipe Câmara Bernardo Pedro Nunes de Medeiros Ricardo Manuel Borges Chaves Sara Raquel Costa Cardoso Manuel António Faria Pimentel Teixeira Alberto Silva Raposo Manuel José Furtado Morgado 26 1 1 2 2 3 3 3 4 4 4 4 5 5 5 7 7 8 8 8 8 9 9 9 10 10 10 11 11 11 11 11 11 12 12 12 12 13 13 13 13 13 13 13 14 14 14 14 14 14 14 15 15 15 Renato Manuel Medeiros Gaspar António Medeiros Santos Fonseca Maria Gertrudes S. Chaves Magalhães Resendes Manuel Bernardo Oliveira Toste Marcos André Moura Resendes Abílio Mota Pacheco Fernando Melo Lourenço Maria Evangelina Alves Azevedo José António Jesus Freitas Manuel José Ventura Melo Maria Manuela Leal Oliveira Ribeiro Maria Graça Medeiros Melo Caetano Francisco Machado Fagundes Nuno França Machado Ana Isabel Roque Soares Arruda Jorge Elier Silva Costa Maria Conceição M. Franco Medeiros Alves Gervásio Carlos Bermonte Amaral Leite Raquel Dowling Faria e Maia António Machado Ávila Adriana Maria Lindo Cacilhas Berta Maria Correia Almeida Melo Cabral Roberto Alfredo Moniz Rodrigues Norberto Silveira Moniz Luís Apolónio Paz Carlos Manuel Sousa Cabral Manuel Carreiro Lopes João Luís Correia Medeiros Natividade Silva Santos Andrade Elmano Abílio Sousa Gomes Carlos Emílio Azevedo Rosa Francisco José Amaral Tavares Ana Cristina A.F. Costa Santos C. Sousa Ernesto Manuel Mendonça Costa António Francisco Ferreira Jerónimo António Manuel Cordeiro Subica José Manuel Fraga Nascimento José António Machado Parracho Filipe Vítor Miguel Ponte João Guilherme Pavão Farias Gilberto Manuel Melo Sílvia Andreia Godinho Ávila Herculano Manuel Chaves Fernando Eduardo Gama Costa Matos Luís Filipe Silva Farias Valdemar Medeiros Caetano Leonel Rafael Goulart Silva Fernando José de Melo Henriques Maria Giselda Medeiros Oliveira Manuel Armando Bettencourt Silveira Celestino Manuel Silva Lourenço Camilo Manuel dos Santos Sousa José António Cunha Soares 16 16 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 18 18 19 19 19 19 19 20 20 20 21 21 22 22 23 23 23 23 23 23 23 24 24 24 25 25 25 26 26 26 27 27 27 28 28 29 30 30 30 30 30 Aniversários DEZEMBRO Roberto Manuel Ferreira Carvalho João Luís Correia Moniz António Armando Simas Brum Silveira Eduardo Manuel Amaral Pimentel Mário Jorge Bettencourt Faria Lopes Rui Filipe Silva Melo António Pimentel Amarante José Eduardo Melo Maciel Manuel Alberto Matos Pacheco Jaime Manuel Pascoal Rego José Gabriel Simas Azevedo Sandy Mary Sousa João Luís Ferreira Carreiro Fernando Correia Matoso João Duarte Silveira Brum José Luís Ferreira Correia António Conceição Sousa Lima Marco Nuno Cunha da Silveira David Luís Luís Carlos Alberto Correia Santos Maria Conceição Pires Aguiar Paulo Alexandre Alves Bairos António Diogo Silveira Paz José Manuel Santos Ferreira Cármen Maria Soares Carepa Luís Manuel Pereira da Silveira Manuel Medeiros Braga Jorge Manuel Neves Sousa Luís João Costa Borba Irina Fátima Moura Resendes Melo José António Botelho Cabral Roberto Rocha Azevedo João Pimentel Rodrigues Manuel Alexandre Ramos de Brito Subtil Danny Mendonça Nóia Filomena Fátima Medeiros S. Cordeiro Natércia da Conceição V. Vitória Janeiro Sofia Catarina Santos Ferreira José Lemos Rosa José Domingos Gomes Virgínio Santos Sário Miguel Santos Quadros José Manuel Sousa Pereira Carlos Vitorino da Silva Silveira Luís Manuel Pereira S. Borrego Nelson Duarte Nunes Resendes Rui Paulo Fernandes Medeiros João Francisco Ponte Carvalho Francisco Espínola Meneses António Manuel Paquete Braga Sara Cristina Leite Rebelo Barbosa Maria António Arruda Costa Raposo Carreiro Tiago Miguel Sousa Cruz Carlos Filipe Almeida Santos Pereira Francisco Xavier Mancebo Borges José Eduardo Andrade 1 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 6 6 6 6 6 7 8 8 9 9 10 10 10 10 10 11 11 11 11 12 12 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 15 16 16 17 17 17 17 17 Hermano Borges Medeiros Freitas Cabral Emanuel Paim Costa João Manuel Peixoto Ferreira Manuel Augusto Matias Vilaça Luís Manuel Paiva Silva António José Guilherme Melo Luís Manuel Paiva Silva Cristina de Jesus Martins Fraga Rui Manuel Canto Rocha Andrade Miguel Bettencourt Borges José Salvador Ledo Cabral Alberto Dutra Oliveira Maria Margarida Aguiar Costa Paiva João Augusto Barbosa Medeiros Maria Lucília Sousa Viveiros Manuel Pacheco Alves Manuel António Rocha Teves Manuel Carreiro Moniz Élio Manuel Picanço Carlos Alberto Oliveira Raposo Paulo Agostinho Fagundes Cota José Francisco Amaral Maiato José Carlos Amaral Raposo Flávio Alexandre Santos Quadros João Deus Pacheco Paiva Manuel Francisco Sousa Pacheco Paulo Alexandre Resendes Bettencourt Maria Natália Costa Dinis Lima Manuel Botelho Raposo João Pedro Pereira da Silva José Avelar Pimentel Manuel Bettencourt Melo João Jacinto Mendonça Medeiros Franco Armanda Margarida Almeida F. Tavares José Gabriel Brasil Costa João Dinis Silva Carlos Manuel Amaral Vitor Manuel Bettencourt Silva João Manuel Medeiros Reis João José Pacheco Duarte Felix Corvelo Nogueira Carlos Manuel Brasil Bras João Pedro Moniz Medeiros de Sousa Cabral Rui Carlos Lopes Vaz Carvalho Carlos Manuel Correia da Costa José Manuel de Oliveira Lopes João Manuel Martiins Furtado Manuel Borges Alves Silva José Rego Sousa Octávio Silva Vicente Lise Marie Vasconcelos Paula Alexandra Moniz Carreiro Alves 17 17 17 17 18 18 18 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 21 21 22 22 22 22 22 23 24 24 24 24 26 26 26 26 27 27 27 27 28 28 29 29 29 29 30 30 30 30 30 30 30 30 Fernando Silvestre Oliveira Raposo António Ferreira Toste Lourenço Rui Eduardo Canedo Reis Namorado Carvalho Silvestre Vasconcelos Pinto Pinheiro 31 31 31 31 27 nº 142/2011 Arte na EDA AMORITA MOTA Azáleas Dimensões 49 X 39 cm Técnica Óleo S/Tela Data de execução desconhecida Localização Edifício Sede EDA