3ª Série – 2014
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS – Questões de 01 a 30
1)
Se 𝐴 = [−1,1] e 𝐵 = [1,3], então o gráfico de 𝐴 × 𝐵 é:
a)
b)
c)
d)
e)
2)
Uma faixa vertical.
Um conjunto de quatro pontos.
Uma região quadrada.
Uma região retangular não quadrada.
A reunião de duas retas horizontais.
Se 𝐴 = {0,1,2} e 𝐵 = {0,2,4,5}, então o número de elementos distintos do
conjunto(𝐴 × 𝐵) ∪ (𝐵 × 𝐴) é:
a)
b)
c)
d)
e)
4
8
12
20
24
Texto para as questões 03 e 04
Um cabelereiro cobra R$12,00 pelo corte para clientes com hora marcada e
R$10,00 sem hora marcada. Ele atende por dia um número fixo de 6 clientes
com hora marcada e um número variável x de clientes sem hora marcada.
3)
Qual a quantia arrecada num dia em que foram atendidos 16 clientes?
a)
b)
c)
d)
e)
4)
R$192,00
R$160,00
R$172,00
R$180,00
R$176,00
Qual foi o número de clientes num dia em que foram arrecadados R$212,00?
a)
b)
c)
d)
e)
18
20
21
22
23
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GABARITO 1
1
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LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
5)
Um fabricante vende um produto por R$ 0,80 a unidade. O custo total do produto
consiste numa taxa fixa de R$ 40,00 mais o custo de produção de R$ 0,30 por
unidade. Qual é o número de unidades que o fabricante deve vender para não
ter nem lucro nem prejuízo?
a)
b)
c)
d)
e)
6)
3ª Série – 2014
160
140
120
100
80
(Cescem) Dizemos que uma função real é par se 𝑓(𝑥) = 𝑓(– 𝑥), ∀𝑥 e que é
ímpar se 𝑓(𝑥) = – 𝑓(– 𝑥). Das afirmativas que seguem, indique qual a falsa.
a)
b)
c)
d)
e)
O produto de duas funções ímpares é uma função ímpar.
O produto de duas funções pares é uma função par.
A soma de duas funções ímpares é uma função ímpar.
A soma de duas funções pares é uma função par.
Alguma das afirmações anteriores é falsa.
Texto para as questões 07 e 08
Um rapaz desafia seu pai para uma corrida de 100 m. O pai permite que o filho
comece a corrida 30 m à sua frente. Um gráfico simplificado dessa corrida está
representado abaixo:
7)
A que distância do início o pai alcançou seu filho?
a)
b)
c)
d)
e)
2
menos de 40 m
entre 40m e 50 m
cerca de 60m
cerca de 70 m
entre 70 e 75 m
GABARITO 1
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8)
Em que momento depois do início da corrida ocorreu a ultrapassagem?
a)
b)
c)
d)
e)
9)
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
5s
7s
Cerca de 7,5 s
Cerca de 9,5 s
10,5 s
Observe com atenção o gráfico da função representado na figura a seguir.
É possível afirmar que:
a)
b)
c)
d)
e)
No intervalo (−∞, −1) a função é decrescente e no intervalo (0,1) a função
é crescente.
No intervalo (−∞, −1) ∪ (0, +∞) a função é crescente e no intervalo (−1,0)
a função é decrescente.
No intervalo (−1,0) a função é crescente e no intervalo (0,1) a função é
decrescente.
No intervalo (−∞, −1) ∪ (0, +∞) a função é decrescente e no intervalo
(−1,0) a função é crescente.
No intervalo (−∞, 0) ∪ (1, +∞) a função é crescente.
10) (UNITAU) O módulo de 𝑧 = 1/𝑖 36 é:
a)
b)
c)
d)
e)
3.
1.
2.
1/36.
36.
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GABARITO 1
3
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Texto pra as questões 11 a 13
Em uma fábrica de roupas, o custo para a produção de um determinado tipo de
camisa é calculado a partir de um valor fixo de R$ 480,00 e mais R$ 30,00 por
unidade produzida. Nessa fábrica são produzidos lotes de, no máximo, 1000
camisas, sendo que cada lote é vendido com um lucro de 30% sobre valor do
custo.
11) Qual o custo para a produção de um lote com 600 camisas?
a)
b)
c)
d)
e)
R$ 18.420,00
R$ 18.460,00
R$ 18.480,00
R$ 18.520,00
R$ 18.540,00
12) Por quanto será vendido um lote de 840 camisas?
a)
b)
c)
d)
e)
R$ 25.684,00
R$ 25.984,00
R$ 33.374,00
R$ 33.384,00
R$ 35.684,00
13) Considere x (x ≤ 1000) a quantidade de camisas produzidas. Qual a sentença
matemática que representa a função Lucro, L(x), supondo a venda de todo o
lote produzido?
a)
b)
c)
d)
e)
𝐿(𝑥) = 1,3(480 + 30𝑥)
𝐿(𝑥) = 0,3(480 + 30𝑥)
𝐿(𝑥) = 0,7(480 + 30𝑥)
𝐿(𝑥) = 1,3(480 − 30𝑥)
𝐿(𝑥) = 0,3(480 − 30𝑥)
14) (UEL) A forma algébrica do número complexo 𝑧 = (1 + 3𝑖)/(2 − 𝑖) é
a)
b)
c)
d)
e)
4
1/2 - 3i
5/3 + (7i/3)
-1/5 + (7i/5)
-1/5 + 7i
3/5 + (4i/5)
GABARITO 1
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15) (UNIFESP) Considere, no plano complexo, conforme a figura, o triângulo de
vértices 𝑧1 = 2, 𝑧2 = 5 e 𝑧3 = 6 + 2𝑖.
A área do triângulo de vértices 𝑤1 = 𝑖𝑧1 , 𝑤2 = 𝑖𝑧2 ‚ e 𝑤3 = 2𝑖𝑧3 é:
a)
b)
c)
d)
e)
8.
6.
4.
3.
2.
16) (FGV) Seja o número complexo 𝑧 = (𝑥 − 2𝑖)2 , no qual x é um número real. Se o
argumento principal de z é 90°, então 1/z é igual a
a)
b)
c)
d)
e)
-i/8
-8i
4i
-1 + 4i
4–i
17) (UEL) Seja o número complexo 𝑧 = 2. 𝑖 342 /(1 − 𝑖)2 . A imagem de z no plano
complexo é um ponto do plano que pertence ao
a)
b)
c)
d)
e)
eixo imaginário.
eixo real.
2º quadrante.
3º quadrante.
4º quadrante.
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GABARITO 1
5
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18) (FEI) Se 2𝑖/𝑧 = 1 + 𝑖, então o número complexo z é:
a)
b)
c)
d)
e)
1 - 2i
-1 + i
1-i
1+i
-1 + 2i
19) (UNITAU) O valor de b para o qual o polinômio 𝑃(𝑥) = 15𝑥16 + 𝑏𝑥15 + 1 é
divisível por x-1 é:
a)
b)
c)
d)
e)
-16.
16.
15.
32.
64.
20) (ITA) A divisão de um polinômio 𝑃(𝑥) por 𝑥 2 − 𝑥 resulta no quociente 6𝑥 2 + 5𝑥 3
e resto −7𝑥. O resto da divisão de 𝑃(𝑥) por 2𝑥 +1 é igual a:
a)
b)
c)
d)
e)
1
2
3
4
5
21) (FUVEST) Seja 𝑝(𝑥) um polinômio divisível por 𝑥 − 3. Dividindo 𝑝(𝑥) por 𝑥 − 1
obtemos quociente 𝑞(𝑥) e resto 𝑟 = 10. O resto da divisão de 𝑞(𝑥) por 𝑥 − 3 é:
a)
b)
c)
d)
e)
-5
-3
0
3
5
22) (UEL) O polinômio p tem grau 4n+2 e o polinômio q tem grau 3n-1, sendo n
inteiro e positivo. O grau do polinômio p.q é sempre
a)
b)
c)
d)
e)
6
igual ao máximo divisor comum entre 4n + 2 e 3n -1.
igual a 7n + 1.
inferior a 7n + 1.
igual a 12n2 + 2n + 2.
inferior a 12n2 + 2n + 2.
GABARITO 1
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23) (UEL) Se o resto da divisão do polinômio 𝑝 = 𝑥 4 − 4𝑥 3 − 𝑘𝑥 − 75 por (𝑥 − 5) é
10, o valor de k é
a)
b)
c)
d)
e)
-5
-4
5
6
8
24) (FUVEST) Os gráficos de duas funções polinomiais P e Q estão representados
na figura seguinte.
Então, no intervalo [-4, 8], P(x) Q(x) < 0 para:
a)
b)
c)
d)
e)
-2<x<4
- 2 < x < - 1 ou 5 < x < 8
- 4 x ≤ - 2 ou 2 < x < 4
- 4 x ≤ - 2 ou 5 < x ≤ 8
-1<x<5
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GABARITO 1
7
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25) (UFG) Uma pista retangular para caminhada mede 100 por 250 metros. Desejase marcar um ponto P, conforme figura a seguir, de modo que o comprimento
do percurso ABPA seja a metade do comprimento total da pista.
A distância entre os pontos B e P é
a)
b)
c)
d)
e)
101 m
102 m
103 m
104 m
105 m
26) (FUVEST) Um lateral L faz um lançamento para um
atacante A, situado 32m à sua frente em uma linha
paralela à lateral do campo de futebol. A bola,
entretanto, segue uma trajetória retilínea, mas não
paralela à lateral e quando passa pela linha de meio
do campo está a uma distância de 12m da linha que
une o lateral ao atacante. Sabendo-se que a linha de
meio do campo está à mesma distância dos dois
jogadores, a distância mínima que o atacante terá
que percorrer para encontrar a trajetória da bola será
de:
a)
b)
c)
d)
e)
8
18,8m
19,2m
19,6m
20m
20,4m
GABARITO 1
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27) Em um triângulo de base 12 m e altura 10 m está inscrito um retângulo cuja
base é o dobro da altura. Sabendo que a base o retângulo está sobre a base do
triângulo, a medida da base do retângulo é igual a
a)
b)
c)
d)
e)
3,5 m
3,75 m
7m
7,5 m
8,5 m
28) Sendo, na figura, AB=5 m, BC = raio = 3,5 m e AD = 6 m, a corda DE, em metros,
mede
a)
b)
c)
d)
e)
5m
4m
3m
2m
1m
29) ABC é um triângulo no qual AB = 18 cm. Sobre AB marca-se o ponto Q tal que
AQ=6 cm. Por Q traça-se uma paralela ao lado BC, que intercepta AC em P. A
medida de AP é
a)
b)
c)
d)
e)
8 cm
8,5 cm
9 cm
9,5 cm
10 cm
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GABARITO 1
9
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3ª Série – 2014
30) (UNIRIO) Dado um triângulo retângulo cujos catetos medem 2cm, construímos
um segundo triângulo retângulo onde um dos catetos está apoiado na
hipotenusa do primeiro e o outro cateto mede 2cm. Construímos um terceiro
triângulo com um dos catetos medindo 2cm e o outro apoiado na hipotenusa do
segundo triângulo. Se continuarmos a construir triângulos sempre da mesma
forma, a hipotenusa do 15 triângulo medirá:
a)
b)
c)
d)
e)
10
15 cm.
15√2 cm.
14 cm.
8 cm.
8√2 cm.
GABARITO 1
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LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS – Questões de 31 a 60
Leia o fragmento de um discurso do ex-presidente estadunidense George W. Bush
e responda às questões 31 e 32:
“Today, our fellow citizens, our way of life, our very freedom came under
attack in a series of deliberate and deadly terrorist acts.
The victims were in airplanes or in their offices -- secretaries, businessmen
and women, military and federal workers. Moms and dads. Friends and
neighbors.
Thousands of lives were suddenly ended by evil, despicable acts of terror.
The pictures of airplanes flying into buildings, fires burning, huge structures
collapsing, have filled us with disbelief, terrible sadness and a quiet, unyielding
anger.
These acts of mass murder were intended to frighten our nation into chaos
and retreat. But they have failed. Our country is strong. A great people has been
moved to defend a great nation.
Terrorist attacks can shake the foundations of our biggest buildings, but they
cannot touch the foundation of America”.
31) É possível afirmar que o discurso acima se refere
a)
b)
c)
d)
e)
à Guerra do Iraque, iniciada logo após os atentados terroristas de 11 de
setembro.
à forte crise econômica existente naquela época.
a medidas impopulares que o presidente teve de adotar naquela época.
a um atentado à bomba durante uma competição de atletismo.
aos Atentados Terroristas de 11 de setembro.
32) Os termos que representam bem o sentimento do povo americano em relação
à situação, são:
a)
b)
c)
d)
e)
conformismo e esperança
tristeza e raiva
persistência e conformismo
esperança e carinho
fé e alegria
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GABARITO 1
11
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3ª Série – 2014
33) Leia o texto abaixo:
[…] Randy Schekman, a US biologist who won the Nobel prize in physiology
or medicine this year and receives his prize in Stockholm on Tuesday, said his
lab would no longer send research papers to the top-tier journals, Nature, Cell
and Science.
Schekman said pressure to publish in "luxury" journals
encouraged researchers to cut corners and pursue trendy fields of science
instead of doing more important work.[…]
Disponível em: http://www.theguardian.com (fragmento).
Acesso em 28 nov. 2013.
No texto, Randy Schekman, vencedor do prêmio Nobel em medicina,
a)
b)
c)
d)
e)
não irá mais enviar artigos de pesquisa para alguns periódicos de
excelência.
não irá receber o prêmio Nobel que será entregue em Estocolmo.
continuará a divulgar suas pesquisas nos periódicos Nature, Cell e
Science.
continuará desenvolvendo pesquisas em áreas que estão em destaque.
continuará desenvolvendo pesquisa apenas nos Estados Unidos.
34) Leia o texto abaixo:
Jane Austen Portrait Sold for $270,000
A watercolor portrait of Jane Austen commissioned in 1869 and retained by
the Austen family fetched $270,600 at auction at Sotheby’s in London on
Tuesday.
Disponível em: http://artsbeat.blogs.nytimes.com. Acesso em: 9 dez. 2013.
No fragmento, os vocábulos em destaque correspondem, respectivamente, às
preposições que indicam:
a)
b)
c)
d)
e)
12
posse – tempo – voz passiva – lugar – lugar – lugar – tempo.
voz passiva – tempo – posse – lugar – lugar – lugar – tempo.
lugar – lugar – lugar – voz passiva – tempo – posse – tempo.
tempo – tempo – lugar – lugar – lugar – posse – voz passiva.
lugar – tempo – lugar – tempo – lugar – voz passiva – posse
GABARITO 1
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35) Leia o texto abaixo:
The most surprising thing in the recent coverage of the Royal College of
Physicians and Surgeons of Canada study, which notes that as many as one in
six newly graduated medical specialists can’t find a job, is that anyone finds
these results startling. They’re not if you’ve been paying attention. The die was
cast about fifteen years ago, when the medical schools of the country
convinced the provincial Ministers of Health at the time that Canada faced a
dramatic shortage of physicians that could only be addressed by a massive ramp
up in domestic medical school capacity. The result was an almost doubling of
first year entry numbers, from about 1,575, to around 3,000 per year. Once you
consider this fact, the arithmetic is breathtakingly easy, and the startle factor
disappears.
http://www.theglobeandmail.com
O texto acima trata da
a)
b)
c)
d)
e)
grande quantidade de médicos recém-formados no Canadá empregados
após o aumento do número de vagas para estudo na área há quinze anos.
dificuldade de um entre seis médicos recém-formados no Canadá acharem
um emprego devido ao aumento do número de vagas para estudo na área
há quinze anos.
possibilidade de formar apenas um em cada seis estudantes de medicina
no Canadá devido à diminuição do número de vagas na área há quinze
anos.
possibilidade de convencer o Ministério da Saúde em diminuir o número de
vagas nas Universidades de Medicina do Canadá devido à fraca demanda
da população nessa área.
possibilidade de negociar a distribuição de vagas nas Faculdades de
Medicina do Canadá devido à qualidade de ensino dessas instituições.
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GABARITO 1
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36) (UFRS-RS) Leia o texto abaixo, extraído do romance Memórias de um Sargento
de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida.
“Desta vez porém Luizinha e Leonardo, não é dizer que vieram de braço, como
este último tinha querido quando foram para o Campo, foram mais adiante do
que isso, vieram de mãos dadas muito familiar e ingenuamente. E ingenuamente
não sabemos se se poderá aplicar com razão ao Leonardo.”
Considere as afirmações abaixo sobre o comentário feito em relação à palavra
ingenuamente na última frase do texto:
I.
O narrador aponta para a ingenuidade da personagem frente à vida e às
experiências desconhecidas do primeiro amor.
II. O narrador, por saber quem é Leonardo, põe em dúvida o caráter da
personagem e as suas intenções.
III. O narrador acentua o tom irônico que caracteriza o romance.
Quais estão CORRETAS?
a)
b)
c)
d)
e)
Apenas I
Apenas II
Apenas III
Apenas II e III
I, II e III
37) Vários autores afirmam que a diferença entre Realismo e Naturalismo é muito
sutil.
Um dos trechos a seguir é claramente naturalista. Assinale a alternativa em que
ele aparece.
a)
b)
c)
d)
e)
14
a) “Desesperado, deixou o cravo, pegou do papel escrito e rasgou-o. Nesse
momento, a moça, embebida no olhar do marido, começou a cantarolar à
toa, inconscientemente, uma cousa nunca antes cantada nem sabida...”
“Enfim chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis
despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos.”
“Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviamse amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se
grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro do café
aquecia, suplantando todos os outros...”
“Foi por esse tempo que eu me reconciliei outra vez com o Cotrim, sem
chegar a saber a causa do dissentimento. Reconciliação oportuna, porque
a solidão pesava-me, e a vida era para mim a pior das fadigas, que é a
fadiga sem trabalho.”
“E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a
perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo;
mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas,
acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o
equilíbrio da vida.”
GABARITO 1
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38) Leia os textos para responder a questão.
TEXTO I
O CAÇADOR
Pela margem do grande rio caminha Jaguarê, o jovem caçador. O arco
pende-lhe ao ombro, esquecido e inútil. As flechas dormem no coldre da
uiraçaba. Os veados saltam das moitas de ubaia e vêm retouçar na grama,
zombando do caçador.
Jaguarê não vê o tímido campeiro, seus olhos buscam um inimigo capaz de
resistir-lhe ao braço robusto.
O rugido do jaguar abala a floresta; mas o caçador também despreza o
jaguar, que já cansou de vencer.
Ele chama-se Jaguarê, o mais feroz jaguar da floresta; os outros fogem
espavoridos quando de longe o pressentem.
Não é esse o inimigo que procura, porém outro mais terrível para vencê-la
em combate de morte e ganhar nome de guerra. Jaguarê chegou à idade em
que o mancebo troca a fama do caçador pela glória do guerreiro.
Para ser aclamado guerreiro por sua nação é preciso que o jovem caçador
conquiste esse título por uma grande façanha.
TEXTO II
“Buscar as raízes da nossa história e valorizar o passado era, como já
vimos, um modo de sublinhar a ruptura com a ex-mãe-pátria. A influência de
Portugal, depois de três séculos de colonização, era profunda e radicada, e não
era fácil, de um momento para outro, definir uma identidade própria (...). O
processo de diferenciação assumiu o peso de um projeto político, já que o
Romantismo exerceu, no âmbito cultural, o mesmo papel que a independência
desenvolveu no âmbito político.
(...)
Quanto a José de Alencar, (...) particularmente crítico em relação às
interpretações arbitrárias dos costumes aborígenes, devemos acrescentar que
ele não escapa à tendência geral de idealização do autóctone. Os vários
estudiosos de sua obra sublinharam, frequentemente, que nela o índio aparece
como uma figura mais lendária do que histórica.”
(OLIVEIRA, Vera Lúcia de. Poesia, mito e história do Modernismo brasileiro. São Paulo: UNESP;
Blumenau: FURB, 2002. A reabilitação romântica do índio. P. 48-50. – fragmento.)
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15
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Relacione os textos e, sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.
a)
b)
c)
d)
e)
Dada a sua criticidade em relação aos costumes aborígenes, José de
Alencar os representa da forma como são e como vivem, o que é
comprovado pelo texto I, quando Jaguaré sai a caçar.
Segundo o texto II, o Romantismo está para a cultura assim como a
independência está para a política. Em ambos os casos, a figura dos heróis
tem suma importância, como aquilo que Jaguaré procura ser.
Pode-se inferir dos textos I e II que a consciência nacional proposta no
período passa pela idealização do indígena como herói, tendência à qual
José de Alencar se opõe.
A influência portuguesa era enorme, e precisava ser afastada. Porém, mais
do que a figura do índio, o texto II mostra que o indivíduo do interior
(sertanejo, gaúcho...) também precisava ser valorizado.
Jaguaré vive um rito de passagem, que José de Alencar, “particularmente
crítico em relação às interpretações arbitrárias dos costumes aborígenes”,
questiona em sua própria obra.
39) Após a leitura atenta dos textos I e II, assinale a alternativa CORRETA.
TEXTO I
“ - és filho de uma pisadela e de um beliscão; mereces que um pontapé te acabe a
casta. (...) O menino suportou tudo com coragem de mártir, apenas abriu
ligeiramente a boca quando foi levantado pelas orelhas: mal caiu, ergueu-se,
embarafustou pela porta fora, e em três pulos estava dentro da loja do padrinho, e
atracando-se-lhe às pernas.”
(Manuel A. de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias)
TEXTO II
“- Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo
fim, isto é,se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Eu
não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a
campa foi outro berço; (...) Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs
no intróito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.”
(Machado de Assis: "Memórias Póstumas de Brás Cubas).
a)
b)
c)
d)
e)
16
Apesar de ambos os romances intitularem-se ‘memórias’, o primeiro não é
contado em 1ª pessoa e relata a vida do protagonista depois que se torna
sargento de milícias; já o texto de Machado traz um “defunto autor”.
Manuel de Almeida aproxima-se da linguagem coloquial falada no Brasil de
seu tempo, enquanto Machado de Assis, não.
O texto de Manuel de Almeida, considerado precursor do Realismo em
nossas letras, e o de Machado traduz o cientificismo dominante na época.
No texto I, o autor descreve a forma de tratar as crianças na nobreza no Rio
de Janeiro de D. João VI.
É característica notória da obra de Machado a ironia, traço que não é
apresentado no texto II.
GABARITO 1
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40) (FUVEST) Leia o fragmento para responder a questão:
Sua história tem pouca coisa de notável. Fora Leonardo algibebe¹ em Lisboa,
sua pátria; aborrecera-se, porém do negócio, e viera ao Brasil. aqui chegando,
não se sabe por proteção de quem, alcançou o emprego de que o vemos
empossado, o que exercia, como dissemos, desde tempos remotos. Mas viera
com ele no mesmo navio, não sei fazer o quê, uma certa Maria de hortaliça,
quitandeira das praças de Lisboa, saloia² rechonchuda e bonitona. O Leonardo,
fazendo-se-lhe justiça, não era nesse tempo de sua mocidade mal apessoado,
e sobretudo era maganão³. Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda
do navio, o Leonardo fingiu que passava distraído junto dela, e com o ferrado
sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria, como se já
esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe
também em ar de disfarce um tremando beliscão nas costas da mão esquerda.
Era isto uma declaração em forma, segundo os usos da terra: levaram o resto
do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela
e beliscão, com a diferença d serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia
seguinte estavam os dois amantes tão extremosos e familiares, que pareciam
sê-lo de muitos anos.
(Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias)
Glossário:
1 - algibebe: mascate, vendedor ambulante.
2 - saloia: aldeã das imediações de Lisboa.
3 - maganão: brincalhão, jovial, divertido.
Neste excerto, o modo pelo qual é relatado o início do relacionamento entre
Leonardo e Maria
a)
b)
c)
d)
e)
manifesta os sentimentos antilusitanos do autor, que enfatiza a grosseria
dos portugueses em oposição ao refinamento dos brasileiros.
revela os preconceitos sociais do autor, que retrata de maneira cômica as
classes populares, mas de maneiras respeitosa a aristocracia e o clero.
reduz as relações amorosas a seus aspetos sexuais e fisiológicos,
conforme os ditames do Naturalismo.
opõe-se ao tratamento idealizante e sentimental das relações amorosas,
dominante do Romantismo.
evidencia a brutalidade das relações inter-raciais, própria do contexto
colonial escravista.
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41) (UFSC/Modificada) Leia o fragmento abaixo:
Fora Leonardo algibebe em Lisboa, sua pátria; aborrecera-se porém do
negócio, e viera ao Brasil. Aqui chegando, não se sabe por proteção de quem,
alcançou o emprego de que o vemos empossado, e que exercia [...] desde
tempos remotos. Mas viera com ele no mesmo navio, não sei fazer o quê, uma
certa Maria da hortaliça, quitandeira das praças de Lisboa, saloia rechonchuda
e bonitona. [...] Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o
Leonardo fingiu que passava distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão
assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria, como se já esperasse
por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar
de disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma
declaração em forma, segundo os usos da terra: levaram o resto do dia de
namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela e beliscão,
com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte
estavam os dois amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de
muitos anos.
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram
os dois morar juntos; e daí a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da
pisadela e do beliscão; sete meses depois teve a Maria um filho, formidável
menino de quase três palmos de comprido, gordo e vermelho, cabeludo,
esperneador e chorão; o qual, logo depois que nasceu, mamou duas horas
seguidas sem largar o peito. E este nascimento é certamente de tudo o que
temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o
1herói desta história.
ALMEIDA, M. A. Memórias de um Sargento de Milícias. 3. ed. São Paulo: FTD, 1996. p. 16-17.
Com base no trecho acima e no romance Memórias de um Sargento de Milícias
e levando em consideração o contexto do Romantismo brasileiro, pode-se
afirmar que
a)
b)
c)
d)
e)
18
o namoro entre Leonardo e Maria respeita os cânones do amor romântico,
que é puro, ingênuo e até infantil.
Leonardo-Pataca, o pai, emprega-se no Brasil como meirinho, profissão
que lhe vale o respeito de Maria e que, por duas vezes, impede que ele seja
preso pelo major Vidigal.
mesmo pertencendo temporalmente ao Romantismo brasileiro, Memórias
de um Sargento de Milícias apresenta várias características que o
diferenciam de outros romances urbanos do período, como o fato de a obra
enfocar o cotidiano da classe baixa.
já ao nascer, Leonardo é chamado pelo narrador de “herói” (ref. 1), o que
prenuncia importantes características que marcarão mais tarde o caráter
desse personagem: nobreza, coragem e alto valor moral.
a relação entre Maria e Leonardo é marcada por sucessivas traições do
marido à esposa. Por fim, Maria foge com o capitão de um navio, levando
consigo o filho do casal.
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42) (ENEM)
Capítulo III
Um criado trouxe o café. Rubião pegou na xícara e, enquanto lhe deitava açúcar,
ia disfarçadamente mirando a bandeja, que era de prata lavrada. Prata, ouro,
eram os metais que amava de coração; não gostava de bronze, mas o amigo
Palha disse-lhe que era matéria de preço, e assim se explica este par de figuras
que aqui está na sala: um Mefistófeles e um Fausto. Tivesse, porém, de
escolher, escolheria a bandeja, - primor de argentaria, execução fina e acabada.
O criado esperava teso e sério. Era espanhol; e não foi sem resistência que
Rubião o aceitou das mãos de Cristiano; por mais que lhe dissesse que estava
acostumado aos seus crioulos de Minas, e não queria línguas estrangeiras em
casa, o amigo Palha insistiu, demonstrando-lhe a necessidade de ter criados
brancos. Rubião cedeu com pena. O seu bom pajem, que ele queria pôr na sala,
como um pedaço da província, nem o pôde deixar na cozinha, onde reinava um
francês, Jean; foi degradado a outros serviços.
ASSIS, M. Quincas Borba. In: Obra completa. V. 1.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993. (fragmento).
Quincas Borba situa-se entre as obras-primas do autor e da literatura brasileira.
No fragmento apresentado, a peculiaridade do texto que garante a
universalização de sua abordagem reside
a)
b)
c)
d)
e)
no conflito entre o passado pobre e o presente rico, que simboliza o triunfo
da aparência sobre a essência.
no sentimento de nostalgia do passado devido à substituição da mão de
obra escrava pela dos imigrantes.
na referência a Fausto e Mefistófeles, que representam o desejo de
eternização de Rubião.
na admiração dos metais por parte de Rubião, que metaforicamente
representam a durabilidade dos bens produzidos pelo trabalho.
na resistência de Rubião aos criados estrangeiros, que reproduz o
sentimento de xenofobia.
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43) (FDV) Leia o fragmento de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de
Assis, e marque a alternativa que NÃO corresponde ao fragmento em questão:
“Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim,
isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto
o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a
adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor
defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda
é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também
contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre
este livro e o Pentateuco.”
a)
b)
c)
d)
e)
20
Dado o caráter de grandiloqüência do narrador, a diferença que distancia
as memórias de Brás Cubas do Pentateuco é que este é uma obra sagrada,
e aquela, constitui apenas o relato que um homem faz de sua vida, depois
de morto. No primeiro parágrafo, o narrador compara suas memórias com
o Pentateuco: os cinco primeiros livros do Velho Testamento, atribuídos ao
profeta Moisés, sugerindo que a diferença radical entre ambas as obras
estaria apenas no tipo de seqüência de que se utiliza.
A condição do “defunto autor” é parte da estratégia de se escrever um
romance cujo narrador-personagem tenha pleno domínio e afastamento de
sua história já completa. A referência do escritor à própria escritura é uma
das constantes desse romance, cuja elaboração é caprichosa e encenada
diante dos olhos do leitor.
O discurso argumentativo, de tipo racional e lógico, apresenta afirmações
que ultrapassam a razão e o senso comum. O fato de Brás Cubas
colocar-se como um “defunto autor” dá-nos a impressão de que este relato
seria caracterizado pela imparcialidade. Entretanto a “mania de grandeza”
compõe uma das famosas armadilhas machadianas contra a credulidade
do leitor ingênuo e romântico de sua época.
A introdução do romance é coerente com o gênero fantástico que o
romance explorará, dando as costas a qualquer plano da realidade e
vivendo da mais alucinante imaginação. Memórias póstumas de Brás
Cubas mudou o rumo da obra machadiana. Era a hora dos personagens
mais elaboradas, construídos à luz da psicologia ; da utilização de capítulos
curtos, frases curtas, contato com o leitor, numa análise apurada da
sociedade brasileira no fim do Segundo Império.
Machado mostra-se ciente do caráter inovador que a escolha de um único
ponto de vista da narração acarreta para esse romance. A comparação feita
pelo autor entre o Pentateuco e seu romance exemplifica o efeito de
desproporção e a ironia que caracterizam a ficção machadiana madura.
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44) (UEL) O trecho transcrito abaixo pertence à obra Raízes do Brasil, de Sérgio
Buarque de Holanda, escrito em 1936, e se constitui em uma análise históricosociológica da organização da sociedade brasileira.
“À frouxidão da estrutura social, à falta de hierarquia organizada devem-se
alguns dos episódios mais singulares da história das nações hispânicas,
incluindo-se nelas Portugal e Brasil. Os elementos anárquicos sempre
frutificaram aqui facilmente, com a cumplicidade ou a indolência displicente das
instituições e costumes.”
(HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 8. ed.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1975. p. 5.)
Com base nas afirmações de Holanda, assinale a alternativa que estabelece a
melhor correspondência com o romance Memórias de um sargento de milícias,
de Manuel Antônio de Almeida, escrito em 1853.
a)
b)
c)
d)
e)
Escrito no momento em que movimentos em prol da República cresciam no
Brasil, o romance faz uma crítica à estrutura social monárquica e
desorganizada e vê no regime republicano um modelo ideal a ser adotado
no país.
Juntamente com a obra As minas de prata, de José de Alencar, também
um autor romântico, o romance de Manuel Antônio de Almeida pode ser
considerado um romance histórico, na medida em que faz um traçado da
história do Brasil imperial, cuja desorganização social mostrava-se um
reflexo da incapacidade político-administrativa da época.
Embora escrito durante o Romantismo, marcado pelas idealizações e pela
visão eufórica da pátria, o romance de Manuel Antônio de Almeida
apresenta um retrato fiel da elite dirigente brasileira do século XIX, cuja falta
de estratégia na administração pública levava à anarquia social e de
valores, aspecto que o romance retrata com clareza na descrição das festas
e no comportamento imoral das personagens.
Sendo uma obra de engajamento social, o romance critica a sociedade
escravocrata brasileira do século XIX, ao mostrar o autoritarismo e a
crueldade da personagem D. Maria no tratamento rigoroso que dispensava
às suas escravas.
Ao narrar as peripécias do jovem Leonardo, o romance apresenta, com
olhar crítico e bem humorado, os costumes da sociedade brasileira da
época de D. João VI, marcada por uma certa lassidão de valores, o que
permitia às personagens transitar pelo universo da ordem e da desordem,
de acordo com as conveniências, o que reflete a falta de estruturação social
do Brasil no século XIX.
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45) (UFPR) Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida,
tem merecido atenção dos críticos literários há bem mais de um século.
Identifique, entre os trechos de críticas literárias a seguir, quais se referem a
essa obra.
1.
Essa obra é, dos seus primeiros livros, o que mais possui o ar de
modernidade a que se referiu Barreto Filho, “deslocando o interesse do
acontecimento objetivo para o estudo dos caracteres”, na linha, portanto do
romance psicológico a que se entregaria definitivamente, rompendo com a
tendência ao romanesco tão em voga.
(Adaptado de:COUTINHO, Afrânio. Estudo Crítico. p. 26.)
2.
Essa obra difere da maioria dos romances românticos, pois apresenta uma
série de procedimentos que fogem ao padrão da prosa romântica. O
protagonista não é herói nem vilão, mas um malandro simpático que leva
uma vida de pessoa comum; não há idealização da mulher, da natureza ou
do amor, sendo reais as situações retratadas; a linguagem se aproxima da
jornalística, deixando de lado a excessiva metaforização que caracteriza a
prosa romântica.
(Adaptado de: CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português
Linguagens, vol II, p. 182.)
3.
[...] o distanciamento cronológico dessa obra é de poucos anos, o que
autoriza classificá-la antes de novela de memórias que histórica. Donde o
argumento, que o escritor ouviu de um colega do “Correio Mercantil”, de
ostentar características de documento de uma fase histórica do Rio de
Janeiro, porventura ainda vigente na altura em que a narrativa foi
elaborada. Desse teor documental nasce o realismo que perpassa [...] toda
a obra: um realismo instintivo, quase de reportagem social, a que faltam
apenas arquitraves científicas para se transformar no Realismo ortodoxo da
segunda metade do século XIX.
(Adaptado de: MOISÉS, Massaud, A literatura brasileira através dos textos. p. 173.)
4.
É supérfluo encarecer o valor documental da obra. A crítica sociológica já
o fez com a devida minúcia. Essa obra nos dá, na verdade, um corte
sincrônico da vida familiar brasileira nos meios urbanos em uma fase em
que já se esboçava uma estrutura não mais puramente colonial, mas ainda
longe do quadro industrial-burguês. E, como o autor conviveu de fato com
o povo, o espelhamento foi distorcido apenas pelo ângulo da comicidade.
Que é, de longa data, o viés pelo qual o artista vê o típico, e sobretudo o
típico popular.
(Adaptado de: BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. p. 134.)
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Referem-se à obra Memórias de um sargento de milícias os trechos:
a)
b)
c)
d)
e)
1, 2, 3 apenas
2 e 4 apenas
1 e 4 apenas
2, 3, 4 apenas
1 ,2, 3, 4
Leia o texto a seguir e responda às questões de 46 a 48
Beija eu
Seja eu, seja eu,
Deixa que eu seja eu
E aceita o que seja seu
Então deita e aceita eu
Molha eu, seca eu
Deixa que eu seja o céu
E receba o que seja seu
Anoiteça, amanheça eu
Beija eu, beija eu, beija eu,
Me beija
Deixa o que seja seu
Então beba e receba
Meu corpo, no seu corpo
Eu no meu corpo
Deixa, eu me deixo
Anoiteça, amanheça
Seja eu, seja eu,
Deixa que eu seja eu
E aceita o que seja seu
Então deita e aceita eu
Molha eu, seca eu
Deixa que eu seja o céu
E receba o que seja seu
Anoiteça, amanheça eu
(Antunes, A., Monte, M. e Lindsay, A. Beija eu.
Mais. EMI, CD.) © Monte Songs Edições
Musicais © EMI Music Publishing MG Brasil
Ltda.! Rosa Celeste Empreendimentos
Artísticos Ltda.)
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46) Pode-se afirmar que o texto:
a)
b)
c)
d)
e)
apresenta a linguagem, na norma culta, usada nos variados gêneros,
inclusive na poesia do sentimento amoroso.
descreve uma personagem feminina a partir de seus sentimentos e não
pelos atributos físicos.
conta uma história de amor não correspondidodepois de longos anos de
espera.
traz poesia e linguagem subjetiva, sem a preocupação com a norma culta,
seguindo os padrões poéticos.
apresenta ao leitor uma opinião sobre determinado assunto no caso, o
amor-paixão.
47) No que diz respeito à linguagem utilizada no texto, verificam-se trechos que não
estão de acordo com a norma culta. Isto se dá porque:
a)
b)
c)
d)
e)
a autora desconhece tal norma e, inconscientemente, adota a norma rural
brasileira.
a norma culta é muito difícil e poucas pessoas a usam devido ao elevado
índice de analfabetismo no Brasil.
a linguagem utilizada no texto reflete a ignorância do público leitor deste
gênero em especial.
houve um descuido do revisor do texto e isso seria uma atribuição dos
órgãos fiscalizadores.
a linguagem utilizada no texto reflete traços de oralidade, muitas vezes
comuns ao gênero em que se insere.
48) A partir da leitura do texto, é correto afirmar que há:
a)
b)
c)
d)
e)
um pedido de desculpas do possível autor do texto.
uma ordem do autor do texto, com alto grau de superioridade.
pedidos de um dos parceiros numa declaração amorosa.
solicitações profissionais em contexto amoroso.
uma história de amor contada por alguém em tempo real.
49) No trecho "mas minha mãe botou ele por promessa", o pronome pessoal foi
empregado em registro coloquial. É o que também se verifica em:
a)
b)
c)
d)
e)
24
“ _ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear?"
“ _ E, se me permite, qual é mesmo a sua graça?"
“ _ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor?"
“ _ Me desculpe mas até parece doença, doença de pele."
“ _ (...) pois como o senhor vê eu vinguei ... pois é ...”
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50) Assinale a alternativa que corrsponde à função da linguagem predominante no
texto
Leitor:
Está fundado o Desvairismo.
*
Este prefácio, apesar de interessante, inútil.
*
Alguns dados. Nem todos. Sem conclusões. Para quem me aceita são inúteis
ambos. Os curiosos terão prazer em descobri minhas conclusões, confrontando
obras e dados. Para quem me rejeita trabalho perdido explicar o que, antes de
ler, já não aceitou.
*
Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente
me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi.
Daí a razão deste Prefácio Interessantíssimo.
Mário de Andrade
a)
b)
c)
d)
e)
Função metalinguística.
Função expressiva.
Função apelativa.
Função fática.
Função conativa.
(UFSCAR-SP) Texto para as questões de números 51 a 54.
O valor do futuro depende do que se pode esperar dele. Portanto: se você
acredita de fato em alguma forma de existência post mortem determinada pelo
que fizermos em vida, então todo cuidado é pouco: os juros prospectivos são
infinitos. O desafio é fazer o melhor de que se é capaz na vida mortal sem pôr
em risco as incomensuráveis graças do porvir. Se você acredita, ao contrário,
que a morte é o fim definitivo de tudo, então o valor do intervalo finito de duração
indefinida da vida tal como a conhecemos aumenta. Ela é tudo o que nos resta,
e o único desafio é fazer dela o melhor de que somos capazes. E, finalmente,
se você duvida de qualquer conclusão humana sobre o após-a-morte e sua
relação com a vida terrena, então você contesta o dogmatismo das crenças
estabelecidas, não abdica da busca de um sentido transcendente para o
mistério de existir e mantém uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
O desafio é fazer o melhor de que se é capaz da vida que conhecemos, mas
sem descartar nenhuma hipótese, nem sequer a de que ela possa ser, de fato,
tudo o que nos é dado para sempre.
(Eduardo Giannetti, O valor do amanhã, p. 123.)
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51) Nesse texto, o autor:
a)
b)
c)
d)
e)
oferece duas alternativas de raciocínio para o após-a-morte.
defende, de qualquer maneira, o investimento na vida física.
defende as religiões orientais que propõem a sobrevida do espírito.
fala sobre investimentos financeiros a longo prazo.
defende a ideia de correr riscos agora, sem a esperança no porvir
52) O trecho - e mantém uma janelinha aberto e bem arejado para o além - pode
ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
a)
b)
c)
d)
e)
e mantém, cada vez, uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
e mantém, tal como, uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
e mantém, também, uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
e mantém, salvo se, uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
e mantém, às vezes, uma janelinha aberta e bem arejada para o além.
53) Assinale a alternativa em que o autor faz uso de sentido não literal.
a)
b)
c)
d)
e)
"(...) todo cuidado é pouco (...)"
"(...) a morte é o fim definitivo de tudo (...)
"os juros prospectivos são infinitos."
"Se você duvida de qualquer conclusão (...)
"O desafio é fazer o melhor (...)"
54) A alternativa em que todas as palavras grifadas são responsáveis pela coesão
do texto é:
a)
b)
c)
d)
e)
26
esperar dele, graças do porvir, elo é tudo o que nos resta.
esperar dele, que se é capaz, se você acredita.
o desafio é, graças do porvir, que a morte é o fim.
o valor do futuro, forma de existência, todo cuidado é pouco.
as incomensuráveis graças, ao contrário, valor do intervalo.
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55) Assinale a opção que apresenta a função da linguagem predominante nos
fragmentos a seguir:
(I)
Maria Rosa quase que aceitava, de uma vez, para resolver a situação, talo
embaraço em que se achavam. Estiveram um momento calados.
_Gosta de versos?
_ Gosto ...
_ Ah! ...
Pousou os olhos numa oleografia.
_ É brinde da farmácia?
_ É.
_ Bonita ...
_ Acha?
_ Acho ... Boa reprodução ...
Orígenes Lessa. O feijão e o sonho.
(II)
Sentavam-se no que é de graça; banco de praça pública.
E ali acomodados, nada os distinguia do resto do nada.
Para a grande glória de Deus.
Ele: _ Pois é.
Ela: _ Pois é o quê?
Ele: _ Eu só disse "pois é"!
Ela: _ Mas "pois é" o quê?
Ele: _ Melhor mudar de conversa porque você não me entende.
Ela: _ Entender o quê?
Ele: _ Santa Virgem, Macabéa, vamos mudar de assunto e já.
Clarice Lispector. A hora da estrela.
a)
b)
c)
d)
e)
poética
fática
referencial
emotiva
conativa
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56) Leia o texto abaixo e assinale a alternativa que corresponde à função da
linguagem que predomina nele.
O que há de comum entre um empréstimo noturno ao Brasil por um banco de
Tóquio e o penteado simulado por um computador gráfico num cabeleireiro em
Nova York? Há o seguinte: 1) são serviços; 2) são informação e comunicação,
dependendo de tecnologias avançadas como o computador, o satélite (há 1.000
deles no cosmos); 3) chegaram com a sociedade pós-industrial e a
multinacional; 4) significam a desmaterialização da economia pela informação;
5) constituem o próprio cenário pós-moderno.
Jair F. dos Santos
a)
b)
c)
d)
e)
Função Referencial.
Função conativa.
Função metalinguística.
Função expressiva.
Função apelativa.
57) Quanto à colocação pronominal, segundo preceitua a norma culta, está
CORRETA a alternativa:
a)
b)
c)
d)
e)
Em hipótese alguma mandar-Ihe-ei notícias, embora isso doa-me muito.
Assim que desceu do avião, o avistamos e não contivemo-nos de alegria.
Se esperava que tudo desse certo depois do anúncio das novas medidas
econômicas.
Assim que viram-no, saíram, se fingindo de desentendidos.
É necessário que os compreendamos para ajudá-I os.
58) Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal:
a)
b)
c)
d)
e)
28
Pensei que veria-a ontem.
Precisarei lhe contar toda a verdade.
Ele encontrará-se comigo amanhã.
Nada perturba-o mais que o barulho dos carros.
Não o encontrei naquela festa.
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59) Leia:
Poesia: Não-coisa
O que o poeta quer dizer
no discurso não cabe
e se o diz é pra saber
o que ainda não sabe.
Uma fruta uma flor
Uma fruta uma flor
Um odor que relume ...
Como dizer o sabor,
seu clarão seu perfume?
Como enfim traduzir
na lógica do ouvido
o que na coisa é coisa
e que não tem sentido?
A linguagem dispõe
de conceitos, de nomes
mas o gosto da fruta
só o sabes se a comes
só o sabes no corpo
o sabor que assimilas
e que na boca é festa
de saliva e papilas
invadindo-te inteiro
tal do mar o marulho
e que a fala submerge
e reduz a um barulho,
um tumulto de vozes
de gozos, de espasmos,
vertiginoso e pleno
como são os orgasmos
No entanto, o poeta
desafia o impossível
e tenta no poema
dizer o indizível:
subverte a sintaxe
implode a fala, ousa
incutir na linguagem
densidade de coisa
sem permitir, porém,
que perca a transparência
já que a coisa é fechada
à humana consciência.
o que o poeta faz
mais do que mencioná-Ia
é torná-Ia aparência
pura - e iluminá-Ia.
Toda coisa tem peso:
uma noite em seu centro.
O poema é uma coisa
que não tem nada dentro,
a não ser o ressoar
de uma imprecisa voz
que não quer se apagar
- essa voz somos nós.
Ferreira Gullar
Com base no texto e na temática do poema "Não-coisa", conclui-se que o autor
procurou:
a)
b)
c)
d)
e)
manter eficiente o contato comunicativo entre o emissor da mensagem e o
receptor.
explorar aspectos sintáticos, semânticos e morfológicos da língua, fazendo
com que os leitores cheguem a uma leitura mais específica e determinada.
assumir uma postura pragmática, objetiva, diante do tema desenvolvido.
destacar o processo de construção poética, ao falar sobre o papel da
própria linguagem e do poeta.
considerar fundamental para a poesia a influência dos fatos sociais.
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GABARITO 1
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MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
3ª Série – 2014
60) Leia o seguinte texto de Ubirajara Inácio de Araújo.
Todo texto é uma sequência de informações: do início até o fim, há um percurso
acumulativo delas. Às informações já conhecidas, outras novas vão sendo
acrescidas e estas depois de conhecidas, terão a si outras novas acrescidas e,
assim, sucessivamente. A construção do texto flui como um ir e vir de
informações, uma troca constante entre o dado e o novo.
É CORRETO afirmar que, nesse texto, predominam
a)
b)
c)
d)
e)
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função referencial e gênero do tipo dissertativo.
função fática e gênero de conteúdo descritivo.
função poética e gênero do tipo narrativo.
função expressiva e gênero de conteúdo épico.
função conativa e gênero de conteúdo lírico
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