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Planejamento Estratégico do Conselho
Regional de Desenvolvimento Campos de
Cima da Serra
Dezembro de 2009
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Sumário
INTRODUÇÃO....................................................................................................................................3
1. ASPECTOS HISTÓRICO-CULTURAIS.........................................................................................5
2. ASPECTOS DEMOGRÁFICOS......................................................................................................9
2.1 População urbana e rural.......................................................................................................9
2.2 Estratificação da população por idade.................................................................................11
2.3 Densidade demográfica.......................................................................................................13
2.4 Taxa de urbanização............................................................................................................13
2.5 Taxa média de crescimento populacional............................................................................14
3. GESTÃO ESTRUTURAL.............................................................................................................16
3.1 Abastecimento de água........................................................................................................16
3.2 Destino do lixo....................................................................................................................18
3.3 Esgoto sanitário...................................................................................................................19
3.4 Consumo de energia............................................................................................................21
3.5 Número de consumidores de energia..................................................................................22
3.6 Frota dos meios de transporte.............................................................................................24
4. GESTÃO ECONÔMICA...............................................................................................................28
4.1 Cultura permanente.............................................................................................................28
4.2 Cultura temporária..............................................................................................................44
4.3 Efetivo do rebanho..............................................................................................................59
4.4 Produção de origem animal.................................................................................................62
4.5 Extração vegetal..................................................................................................................64
4.6 Mercado de trabalho............................................................................................................65
4.7 Exportações.........................................................................................................................67
4.8 Importações.........................................................................................................................69
4.9 Balança comercial...............................................................................................................70
4.10 Valor Adicionado Bruto - VAB.........................................................................................70
4.11 PIB.....................................................................................................................................71
4.12 Despesas realizadas...........................................................................................................72
4.13 Receitas arrecadadas estaduais..........................................................................................74
4.14 Receitas Arrecadadas federais...........................................................................................76
5. GESTÃO SOCIAL.........................................................................................................................81
5.1 Educação Infantil................................................................................................................81
5.2 Ensino Superior...................................................................................................................84
5.3 Ensino Especial...................................................................................................................84
5.4 Ensino de Jovens e Adultos.................................................................................................87
5.5 Ensino Fundamental............................................................................................................89
5.6 Ensino Médio....................................................................................................................101
5.7 Saúde.................................................................................................................................111
5.8 Justiça................................................................................................................................112
5.9 Política...............................................................................................................................114
6. GESTÃO INSTITUCIONAL.......................................................................................................117
6.1 Estabelecimentos bancários...............................................................................................117
6.2 Movimentações bancárias ................................................................................................118
6.3 Venda de combustível........................................................................................................119
6.4 Índice de Desenvolvimento Econômico - IDESE.............................................................120
ANEXOS..........................................................................................................................................124
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INTRODUÇÃO
O presente relatório apresenta informações necessárias para o Planejamento
Estratégico Regional do Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE) Campos de
Cima da Serra.
Esse, é fruto de um acordo realizado entre o Corede e a Universidade de Caxias do
Sul, através do Instituto de Administração Municipal (IAM). Este trabalho foi coordenado
pelo Professor Moisés Waismann do Curso de Ciências Econômicas da UCS, tendo a
colaboração técnica da licenciada em Geografia Daniela Federle Catuzzo, auxiliando,
principalmente, na organização e elaboração do trabalho. O estudo também contou com a
participação dos bolsistas David Gustavo Dalponte, Glauber Valdomiro Pereira Dutra,
João Paulo Susin Granzoto, Juliano Sonda Sônego e Tatiana Pinheiro Cunha, que
auxiliaram na coleta, organização e sistematização dos dados, o Geógrafo Rodrigo Rocha
Souza colaborou na elaboração do relatório final.
Os dados utilizados no relatório foram obtidos na Fundação de Economia e
Estatística (FEE), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Relação
Anual de Informações Sociais (RAIS). Após a coleta dos dados, os mesmos passaram por
tratamentos e foram inseridos em um banco de dados do BrOffice, a partir daí, foram
elaboradas tabelas e gráficos para a melhor visualização, descrição e análise dos dados.
O estudo aborda diferentes dados referentes aos aspectos demográficos,
econômicos e sociais do Corede Campos de Cima da Serra. Inicialmente, é feito uma
abordagem histórico cultural do Corede, bem como são apresentados dados físicos
naturais.
No segundo capítulo, são apresentados os dados demográficos que abordam a
evolução da população urbana e rural, a estratificação por idade, entre outros aspectos
demográficos.
No capítulo seguinte, são apresentados dados referentes a gestão estrutural do
Corede, em que são abordados dados de saneamento básico nos domicílios, consumo e
número de consumidores de energia e a frota dos meios de transportes.
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O Capítulo 4, aborda os dados referentes a gestão econômica retratando os três
setores da economia, ou seja, o setor primário, secundário e terciário em relação a área
destinada a colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio e valor da
produção. Também são apontados dados referentes ao mercado de trabalho,
exportações, importações, valor adicionado bruto, PIB, finanças públicas, entre outros.
Em seguida, no quinto capítulo, são abordados temas referentes a gestão social,
portanto referente à educação no Ensino Fundamental, Médio, Superior, Educação de
Jovens e Adultos e Educação Especial. Ainda são apresentados dados referentes à
saúde, justiça e política.
Por fim, o último capítulo, aborda a parte institucional do Corede, apresentando
dados referentes às movimentações bancárias.
Nesse relatório, optou-se por apresentar os dados no formato de tabelas e de
gráficos seguidos de uma análise. Sendo que estes são parte fundamental para a
elaboração do planejamento estratégico regional do Corede pois, através desse estudo,
tem-se uma dimensão da situação da região em estudo.
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1. ASPECTOS HISTÓRICO-CULTURAIS
A região do Corede Campos de Cima da Serra, é composta pelos seguintes municípios do Rio Grande do Sul: André da Rocha, Bom Jesus, Campestre da Serra, Esmeralda, Ipê, Monte Alegre dos Campos, Muitos Capões, Pinhal da Serra, São José dos Ausentes e Vacaria (Figura 1). A região iniciou sua colonização a partir do ano de 1726 quando
os portugueses descobriram grandes quantidades de gado, trazidos para criarem-se soltos, pelos missionários jesuítas espanhóis no ano de 1692. A partir da descoberta deste
gado, iniciou-se um intenso comércio com o centro do país, através do “caminho das tropas”, cujo principal objetivo era abastecer a extração de ouro nas “minas gerais”.
O Campos de Cima da Serra está localizado no extremo nordeste do estado do Rio
Grande do Sul, possui uma área de 10.403.9 km² e uma população de 99.378 habitantes
em 2008 (FEE, 2009). Caracteriza-se por vastos campos e seu ponto mais alto alcança a
altitude de 1.403m, a maior do estado, fazendo com que esta região esteja entre as que
possuem as mais baixas temperaturas do país.
Figura 1: Região dos Campos de Cima da Serra
Fonte: Fundação de Economia e estatística – FEE, 2009.
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A partir de uma pesquisa histórica e uma análise situacional preliminar verificou-se
que o Corede Campos de Cima da Serra percorre com maior dificuldade o seu processo
de desenvolvimento, principalmente se comparado ao contexto da macro-região, a qual
faz parte ainda a região do Corede Serra e a região do Corede Hortênsias.
Após o ciclo de extração da madeira, que perdurou desde o início do século até a
década de 1970, e após o ciclo da pecuária que teve seu declínio a partir dos anos de
1980, a região projetou seu desenvolvimento econômico basicamente através da
introdução da fruticultura, produção de grãos e transportes rodoviários. O setor industrial
encontra-se ainda pouco desenvolvido, principalmente em relação com o beneficiamento
dos produtos primários produzidos no território.
A cultura da maçã apresenta destaque especial no que diz respeito ao valor da
produção. Em relação à produção de grãos destaca-se a soja, o milho e o trigo, sendo
este setor o que emprega os maiores níveis tecnológicos de produção, no entanto o
produto final é de baixo valor agregado, comercializado in natura sem, portanto, a geração
de emprego para o seu beneficiamento e corroborando com isso para uma baixa
distribuição de renda.
Com potencial já identificado, a atividade turística aparece como um possível
indutor do desenvolvimento. Aspectos ligados a história e a cultura regional potencializam
o turismo, em conjunto com a exuberante natureza preservada. Cabe ressaltar que a
região faz parte do trade turístico da Serra Gaúcha, com alta atividade, mas no qual os
Campos de Cima da Serra ainda se encontra abaixo de seu potencial comparado ao
trade.
Os altos níveis de migração traz a tona à contabilidade do capital-social da região,
no momento em que confrontamos o grande número de jovens, concluintes do segundo
grau, que migram para os centros maiores a procura de oportunidades, em detrimento a
cerca de aproximadamente 12.000 pessoas, oriundas de outras regiões do estado, que
todos os anos chegam para trabalhar na colheita da maçã, principalmente no município
de Vacaria, representando estes, mais de 20% do total de habitantes do município.
Uma grande parte destes trabalhadores ao final da colheita, alguns permanecem
na cidade, aumentando a periferia no entorno da zona urbana. Deste modo podemos
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constatar que todos os anos a região perde grande parte de seu capital-social qualificado,
e em contra partida acolhe uma mão de obra com baixo grau de especialização e renda.
Percebe-se deste modo que o modelo não demonstra ser suficiente a ponto de reduzir o
constante processo de migração social para outras regiões do estado, principalmente
para a região Metropolitana de Porto Alegre e Serra (RUMOS-2015, 2005).
Conforme o estudo científico denominado Rumos-2015 (2005), a região possui
ainda um baixo grau de “governança” do território, minimizado em parte pela instituição de
seu Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE), no ano de 2006. Questões de
planejamento e coordenação de ações para o desenvolvimento de projetos de interesse
regional encontram-se em processo inicial.
Por possuir as nascentes de duas bacias hidrográficas e diversidade ambiental
rara, questões ligadas ao meio-ambiente e ao uso da terra ganham especial importância.
Tais características estimularam iniciativas de preservação do meio ambiente, como por
exemplo, a proposta de formação de um “refúgio de vida silvestre”, que percorre a
extensão leste e norte do território, cabe ressaltar que esta proposta é proveniente de
compensações ambientais, pelo impacto da construção de usinas hidroelétrica na região.
No setor energético, encontra-se instalada uma usina hidroelétrica de grande porte,
localizada no município de Pinhal da Serra, com capacidade de geração de 690
megawatts de energia. Encontra-se também em fase de acordos, por compensações
ambientais, a construção de mais uma grande usina hidroelétrica, entre os municípios de
Vacaria e Bom Jesus.
Ainda neste setor, está prevista a exploração de um parque eólico no município de
São José dos Ausentes, com capacidade de geração de 300 megawatts, bem como o
andamento de diversos processos de concessões para a instalação de Pequenas
Centrais Hidroelétricas, conhecidas por PCHs. Verifica-se, no entanto que a região não
possui a densidade organizacional necessária para efetuar uma discussão aprofundada a
cerca do tema, seja as relacionadas às compensações ambientais e econômicas
necessárias, ou as relacionadas aos impactos gerados por estes empreendimentos no
meio ambiente. Os conflitos oriundos das relações produtivas com o meio ambiente têm
importância especial neste cenário, pois instiga as populações a refletirem sobre os
impactos que ambos auferem na qualidade de vida das pessoas.
8
No conjunto dos dez municípios que compõem a região, Vacaria posiciona-se como
cidade pólo regional do Corede Campos de Cima da Serra, possuindo 60% dos
habitantes do território. Na cidade de Vacaria cruzam-se as BRs 116 e 285, também, a
cidade faz parte do trajeto da rede ferroviária federal. O sistema logístico aguarda o
término da construção de um Aeroporto Regional de Cargas, no entanto não se verifica a
produção de bens que justifiquem esta modalidade de transporte para a região. Por outro
lado argumenta-se que um aeroporto de cargas pode agregar a malha rodoviária e
ferroviária para formação de um centro de distribuição e logística, multimodal, para
atendimento do Mercosul.
No que se refere ao seu desenvolvimento econômico, a região se depara com um
dilema, qual seja encontrar formas produtivas que garantam a sustentabilidade do território e concomitantemente contribuam com a perspectiva de diminuição dos índices de migração do capital-social para outras regiões, através da geração de novas oportunidades
de trabalho, qualificação profissional e desenvolvimento social.
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2. ASPECTOS DEMOGRÁFICOS
Esse capítulo, referente aos aspectos demográficos, aponta dados referentes a
população total, população rural e urbana, densidade demográfica e taxa de urbanização
no Corede Campos de Cima da Serra, para o período de 2000 até 2008, quando os dados
estavam disponíveis.
Os dados referentes a população são apresentados conforme o sexo, masculino e
feminino, e conforme a faixa etária de 0 a 69 anos subdivididas de cinco em cinco anos e
outra que é referente as pessoas com mais de 70 anos.
2.1 População urbana e rural
A tabela 01 mostra a evolução da população rural e urbana, com os valores
absolutos e a sua variação, tendo como base o ano de 2000, no período que vai até
2008. Neste estudo população urbana são consideradas as pessoas moradoras nas
cidades, vilas ou áreas urbanas isoladas, cujos limites são definidos por lei municipal,
enquanto que, a população rural abrange pessoas moradoras fora dos limites das áreas
urbanas, inclusive nos aglomerados rurais (povoados, núcleos, etc.).
Tabela 01 – População rural, urbana e total em valores absolutos e variação.
Ano
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Rural
24.141
23.805
23.739
23.503
22.642
22.351
22.057
20.581
Variação
100,00
98,61
99,72
99,01
96,34
98,71
98,68
93,31
Urbana
69.485
70.461
71.028
71.750
74.447
75.102
75.734
78.797
Variação
100,00
101,40
100,80
101,02
103,76
100,88
100,84
104,04
Total
93.626
94.266
94.767
95.253
97.089
97.453
97.791
99.378
Variação
100,00
100,68
100,53
100,51
101,93
100,37
100,35
101,62
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Conforme a tabela acima pode-se observar que a população total em 2008 era de
10
99.378 habitantes o que representa um acréscimo de 6,14% tendo como base o ano de
2000. Na população rural, tomando como base o ano de 2000, há uma redução de
14,75% em comparação ao ano de 2008, reduzindo o número de habitantes para 20.581.
A população urbana cresceu, de 2000 a 2008 em torno de 13,40%, chegando a 78.797.
A figura 01 representa graficamente a distribuição em percentual da população
entre as áreas rurais e urbanas no período 2000 a 2008.
Figura 02 - Distribuição (%) da população entre áreas rurais e urbanas (20002008).
100.000
90.000
80.000
70.000
60.000
74%
75%
75%
75%
77%
77%
77%
79%
50.000
Urbana
Rural
40.000
30.000
20.000
10.000
26%
25%
25%
25%
23%
23%
23%
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
21%
0
2007
2008
Na figura 01 observa-se que 25,78% da população se concentrava na área rural no
ano 2000 e que no ano de 2008 a concentração da população na área rural decresceu
para 20,71% evidenciando um êxodo rural. Na área urbana percebe-se uma concentração
da população. No ano de 2000, 74% dos habitantes viviam nas cidades, em 2008 sobe
para 79%.
11
2.2 Estratificação da população por idade
A tabela 02 apresenta população total, estratificadas em 14 faixas de idade, com
intervalos de quatro anos, no Corede Campos de Cima da Serra nos anos de 2000 até
2008.
Tabela 2 - População total por idade entre 2000 e 2008
2000
2001
2002
2003
de 0 a 04 anos
8.383
8.248
8.142 7.942
de 05 a 09 anos
8.434
8.496
8.501 8.526
de 10 a 14 anos
8.348
8.183
8.196 8.223
de 15 a 19 anos
8.646
8.493
8.306 8.097
de 20 a 24 anos
7.298
7.501
7.686 7.803
de 25 a 29 anos
6.507
6.544
6.631 6.743
de 30 a 34 anos
6.970
6.866
6.720 6.599
de 35 a 39 anos
7.114
7.105
7.147 7.125
de 40 a 44 anos
6.288
6.499
6.595 6.739
de 45 a 49 anos
5.503
5.633
5.753 5.867
de 50 a 54 anos
4.744
4.883
4.964 5.067
de 55 a 59 anos
3.906
4.031
4.116 4.233
de 60 a 64 anos
3.314
3.375
3.379 3.436
de 65 a 69 anos
2.717
2.768
2.824 2.856
de 70 e mais anos
4.341
4.514
4.660 4.830
Total
92.513 93.139 93.620 94.086
2004
7.723
8.505
8.306
7.932
7.805
6.877
6.529
7.036
6.876
5.986
5.175
4.345
3.207
2.888
4.993
94.183
2005
7.479
8.427
8.419
7.847
7.717
7.011
6.492
6.913
6.985
6.123
5.280
4.462
3.605
2.908
5.165
94.833
2006
2007
7.233
0
8.286
0
8.546
0
7.831
0
7.578
0
7.115
0
6.506
0
6.779
0
7.079
0
6.267
0
5.396
0
4.572
0
3.713
0
2.922
0
5.331
0
95.154
0
2008
7.270
7.939
8.483
7.842
7.532
7.508
6.728
6.560
7.030
6.597
5.621
4.805
3.905
3.023
5.808
96.651
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Neste período ocorre um crescimento da população total da região estudada,
porém este movimento não acontece de forma igual para todas as faixas etárias. Na
medida em que as faixas etárias se aproximam dos 45 anos, existe uma tendência da
população diminuir, proporcionalmente ao total da população, este movimento ocorre para
todos os anos estudados, indicando um movimento de saída da população adulta em
busca de outras condições de vida. Já na faixa etária de 70 ou mais ocorre um
crescimento da população,comprova-se que há um retorno após estas conquistas.
Na figura 03 pode-se observar a variação da população total por faixa etária de
idade, do ano de 2008, tendo como base o ano de 2000.
Figura 03 – Variação da população total por faixa de idade de 2008 comparada com 2000
12
135
134
130
125
123
120
120
118
118
115
115
112
111
110
105
103
102
100
97
94
95
92
91
90
87
de 70 e mais anos
de 65 a 69 anos
de 60 a 64 anos
de 55 a 59 anos
de 50 a 54 anos
de 45 a 49 anos
de 40 a 44 anos
de 35 a 39 anos
de 30 a 34 anos
de 25 a 29 anos
de 20 a 24 anos
de 15 a 19 anos
de 10 a 14 anos
de 05 a 09 anos
de 0 a 04 anos
85
Fonte dos dados brutos tabela 02.
Verifica-se que a população total no ano de 2000 houve um crescimento
populacional ao longo desses anos. Assim, a população total passou de 92.513 em 2000
para 96.651 em 2008. Durante o período analisado de 2000 a 2008 observa-se que a
população idosa compreendida nos intervalos [60 a 64 anos]; [65 a 69 anos] e [70 e mais
anos] sempre manteve uma tendência de crescimento o que aponta para um crescimento
da população idosa.
Os dados revelam que nas faixas etárias [0 a 04 anos] tiveram um decréscimo
durante o período de 2000 á 2008. No intervalo [05 a 10 anos] de 2000 à 2004 a
população cresceu, mas a partir do ano 2005 até 2008 a população decresceu nesta faixa
etária em comparação ao ano 2000. Nas faixas [15 a 19 anos] a população decresceu ao
longo dos anos analisados. Já no que se refere da faixa etária [ 25 a 29 anos] os dados
da tabela acima acusam um crescimento no ano de 2008 em relação ao ao 2000.
13
De [40 a 44 anos], [45 a 49 anos], [50 a 54 anos ], [60 a 64 anos], [65 a 69
anos] e [70 e mais anos] a população cresceu consideravelmente comparando o
ano de 2008 ao ano 2000.Pode-se concluir que houve um aumento da população
idosa. De uma forma geral a partir da tabela 02 pode-se afirmar que a população total em
2008 registrou um aumento aproximadamente de 4,47% em relação ao ano 2000 com
destaque para a faixa etária dos 70 anos e mais que representou cerca de 33,79% de
aumento neste período.
2.3 Densidade demográfica
Densidade demográfica é a medida expressa pela relação entre a população e a
superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros
seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressa em habitantes por quilômetro
quadrado.
Durante o período de 2000 a 2007, a densidade demográfica no Campos de Cima
da Serra não apresenta quaisquer valor. Salienta-se que o motivo deriva da falta de dados
referente a este período. No entanto já em 2008 a densidade demográfica no Campos de
Cima da Serra foi de 73 habitantes por quilometro quadrado.
2.4 Taxa de urbanização
A tabela 03 apresenta a Taxa de Urbanização no Campos de Cima da Serra. Essa
taxa indica a percentagem da população da área urbana em relação à população total.
Assim na tabela abaixo pode-se observar a taxa de Urbanização no Campos de Cima da
Serra durante o período de 2000 á 2008.
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Tabela 3 – Taxa de Urbanização no
Campos de Cima da Serra
Ano
Taxa de Urbanização %
2000
39,71
2001
43,95
2002
44,20
2003
44,59
2004
44,97
2005
43,40
2006
45,75
2007
2008
41,99
Fonte: Fundação de Economia e
Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Na tabela 03 nota-se que no ano 2000 a taxa de urbanização era de 39,71%. No
ano seguinte houve um acréscimo para 43,95% e assim se estendeu ao longo dos anos.
Em 2006 a taxa de urbanização foi de 45,75%, já, no ano de 2008 foi de 41,99%,
ocasionando uma redução. porém em relação ao ano de 2000, manteve-se um
crescimento. A taxa de urbanização indica que houve conforme descrito anteriormente um
crescimento urbano em detrimento ao rural.
2.5 Taxa média de crescimento populacional
A tabela 04 ilustra a taxa média de crescimento populacional no Corede Campos
de Cima da Serra a população total no Corede Campos de Cima da Serra. Neste sentido,
é apresentado os dados referentes ao período de 2001 a 2008.
15
Tabela 4 – Taxa média de crescimento populacional no
Corede Campos de Cima da Serra
Ano
Taxa de crescimento
2000
2001
1,01
2002
1,01
2003
1,01
2004
1,02
2005
1
2006
1
2007
2008
1,02
Figura 04 – Taxa média de crescimento populacional
110,00
104,63
103,88
105,23
105,35
100,00
100,00
90,00
Ano 2000
Ano 2008
80,00
70,00
69,33
60,00
Comercial
Industrial
Residencial
Rural
Setor público
Outros
Na tabela 04 verifica-se que no ano 2001 a taxa de crescimento era de 0,68%. Nos
anos seguintes houve um decréscimo chegando a 0,35% no ano de 2006. No ano de
2004 ocorreu um pico de crescimento chegando a 1,93% a mesma retomada houve em
2008 atingindo 1,62%. Verifica-se que a taxa média de crescimento populacional não tem
uma relação crescimento constante.
16
3. GESTÃO ESTRUTURAL
Abaixo seguem as informações referentes à gestão estrutural do Corede Campos
de Cima da Serra. São apresentados dados sobre saneamento básico nos domicílios
rurais e urbanos, energia e quantidade de veículos.
Os dados sobre saneamento básico se subdividem em abastecimento de água,
destino do lixo e esgoto sanitário. Sendo que para estas variáveis, as informações obtidas
são somente do ano de 2000, o que não permitiu realizar uma análise histórica dos
dados.
Em relação a energia, as informações disponibilizadas referem-se ao consumo de
energia e ao número de consumidores nos seguintes seguimentos: comercial, industrial,
residencial, rural e setor público. Esses dados foram disponibilizados para os anos de
2000 até o ano de 2008.
Quanto a quantidade de veículos no Corede, os dados disponibilizados permitiram
a realização de uma análise histórica para verificar o seu crescimento ou não. Sendo que
os dados também foram subdivididos em diversas variáveis como, por exemplo,
automóvel, caminhão, caminhonete, microônibus, ônibus, reboque, trator, entre outras
variáveis.
3.1 Abastecimento de água
A tabela 05, ilustra o total de domicílios particulares permanentes por
abastecimento de água, são apresentados os dados do ano de 2000, referentes ao total
de domicílios, bem como os pertencentes a área rural e urbana, em números absolutos e
em percentuais
A tabela 05, demonstra como é elevada a correlação de dependência de poços ou
nascentes na área rural, bem como a utilização de rede geral na área urbana.
17
Tabela 5 – Total de domicílios particulares permanentes por
abastecimento de água do Corede Campos de Cima da Serra
no ano de 2000
Rural
Urbano
Total
Poço ou nascente
5.885
589
6.474
Rede geral
856
19.753
20.609
Outra forma
204
218
422
Total
6.945
20.560
27.505
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 05 – Domicílios particulares permanentes por abastecimento de água (%) em
2000.
Domicílios particulares permanentes por abastecimento de água em 2000
120
100
95,85
90,9
80
60
48,34
51,66
Rural
Urbano
40
20
9,1
4,15
0
Poço ou nascente
Rede geral
Outra forma
Observa-se que 74,75% dos domicílios particulares estão localizados nas cidades,
e que estes concentram 95,85% da rede geral instalada dos municípios Na parte rural
esta localizado apenas 25,25% dos domicílios, concentrando o abastecimento com poço
ou nascente em 90,90%. Existem ainda 422 domicílios do COREDE que utiliza outra
forma de abastecimento.
18
3.2 Destino do lixo
Na tabela 06 demostra-se o total de domicílios particulares permanentes por
destino do lixo no Corede Campos de Cima da Serra referente ao ano de 2000. Entendese por domicílio o local estruturalmente separado e independente que se destina a servir
de habitação a uma ou mais pessoas, ou que esteja sendo utilizado como tal.
Tabela 6 – Total de domicílios particulares permanentes por destino do lixo
no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000
Rural
Urbano
Total
Coletado
1.193
19.926
21.119
Enterrado
1.197
85
1.282
Jogado
583
106
689
Queimado
3.543
429
3.972
Outro destino
429
14
443
Total
6.945
20.560
27.505
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Em números absolutos nas áreas rurais a maior parte da destinação de resíduos é
queimado, enquanto nas áreas urbanas o que prevalece é a Coleta como destinação de
resíduos.
Figura 06 – Domicílios particulares permanentes por destino do lixo (%) em 2000.
120
94,35
100
93,37
84,62
96,84
89,2
80
Rural
Urbano
60
40
15,38
20
5,65
6,63
10,8
3,16
0
Coletado
Enterrado
Jogado
Queimado
Outro destino
19
Os dados da Figura 06, apresentam que 74,75% do destino do lixo ocorre na
região urbana e que destes, 94,35% são coletados, mostrando uma consciência da
população urbana com meio-ambiente e a participação do poder público para a realização
da mesma. Já na parte rural, o destino do lixo por meio da coleta apresenta um percentual
baixo, devido a dificuldade de acesso e da grande expansão de área, ocasionando a
eliminação do lixo por outros meios. Reflete ainda as condições do meio rural, na questão
ambiental.
3.3 Esgoto sanitário
Os dados sobre o tipo de esgotamento sanitário é apresentado na tabela 07 que
mostra o total de domicílios particulares divididos em urbanos e rurais no Corede Campos
de Cima da Serra no ano de 2000. O entendimento de domicílio particular refere-se ao
relacionamento entre seus ocupantes é ditado por laços de parentesco, de dependência
doméstica ou por normas de convivência.
Tabela 7 -Total de domicílios particulares permanentes por tipo de esgotamento
sanitário no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000
Rural
Urbano
Total
Fossa rudimentar
3.296
2.120
5.416
Fossa séptica
1.121
2.713
3.834
Rede geral de esgoto ou pluvial
159
14.308
14.467
Rio, lago ou mar
229
410
639
Sem banheiro
761
385
1.146
Vala
1.242
560
1.802
Outro escoadouro
137
64
201
Total
6.945
20.560
27.505
Fonte: Fundação de Econom ia e Es tatís tica – FEE. Dis ponível em : <www.fee.tche.rs >.
Aces s o em : 06/10/2009.
Conforme a tabela 07 os dados relevam que o meio mais utilizado pela população
urbana é a rede geral de esgoto ou pluvial totalizando 69,59% do meio de esgotamento
20
sanitário domiciliar. Verifica-se que o mesmo é pouco utilizado pela população rural,
sendo que o meio mais utilizado é a fossa rudimentar, representando um total de 47,46%.
A Tabela 07 também apresenta a informação que a área rural utiliza variadas
formas de esgotamento, como a vala, representando 17,88%, a fossa séptica com
16,14%, e a não utilização de banheiros com uma percentagem considerável de 10,96%.
Figura 07 – Tipo de esgotamento Sanitário e sua ocorrência em áreas rurais e urbanas no
ano de 2000
120
98,9
100
80
60
40
70,76
64,16
60,86
66,4
68,92
68,16
Rural
39,14
35,84
29,24
33,6
31,08
31,84
Urbano
20
1,1
0
Fossa séptica
Rio, lago ou mar
Fossa rudimentar
Rede geral de esgoto ou pluvial
Sem banheiro
Vala
Outro escoadouro
Nota-se na figura 07, que o principal comparativo é no item da rede geral de esgoto
ou pluvial, representando para o meio rural apenas 1,1% enquanto para o meio urbano
98,9%, onde no mesmo há um planejamento do poder público que atua de melhor forma
preocupando-se com o saneamento básico da população. É relevante salientar que no
meio rural o saneamento básico é efetuado pelos proprietários dos domicílios, tento uma
pequena participação do poder público, devido a este fato a utilização de outros meios
torna-se uma realidade.
21
3.4 Consumo de energia
A tabela 8 apresenta o consumo de energia em MWh no Corede Campos de Cima
da Serra referente aos anos de 2000 a 2008. Para tanto, é analisado o consumo
Comercial, Industrial, Residencial, Rural, Setor público e Outros.
Tabela 8 – Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Comercial
33.981 26.526
30.862 32.222 35.525 32.077 32.611
Industrial
19.517 21.381
21.314 24.235 25.428 25.598 22.987
Residencial
35.390 33.914
35.082 36.628 37.172 37.364 37.625
Rural
15.643 16.632
19.178 21.353 26.502 27.061 27.954
Setor público
13.574 14.044
14.085 13.755 13.730 14.225 13.796
Outros
70
49
35
33
20
23
20
Total
118.175 112.546 120.556 128.226 138.377 136.348 134.993
2007
35.328
28.382
39.585
30.488
13.720
26
147.529
2008
39.368
29.528
40.445
32.466
14.221
45
156.073
Fonte: Fundação de Econom ia e Es tatís tica – FEE. Dis ponível em : <www.fee.tche.rs >. Aces s o em : 06/10/2009.
Percebe-se a partir da tabela 08, que o consumo de energia elétrica em MWh no
Corede Campos de Cima da Serra, cresceu gradativamente no período analisado. Assim
no ano 2000 o consumo total que era de 118.1175 passou para 156.073 no ano 2008,
representando um crescimento percentual de 32,07%. Na classe Comercial o consumo
aumentou de 33.981 em 2000 para 39.368 no ano 2008, equivalente a 15,85%. Na classe
industrial, o consumo de energia elétrica em MWh passou de 19.517 no ano 2000 para
29.528 em 2008, aumentando 51,29%. Destaca-se um crescimento considerável
principalmente no período de 2007 a 2008.
A classe Residencial no ano de 2000 apresentava um consumo de 35.390
ocorrendo um aumento de 14,29% em relação ao ano de 2008. Já a classe Rural dobrou
o consumo de energia elétrica no ano de 2008 de 32.466 em comparação ao ano 2000
com 15.643. No setor público houve um ligeiro aumento, passando de 13.574 no ano
2000 para 14.221 no ano 2008. Conforme nos demonstra a tabela 08 a única classe que
apresentou um decréscimo foi na classificada como outros em que o consumo de energia
era de 70 no ano 2000 e caiu para 45 no ano 2008.
A Tabela 9 demonstra o Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos
de Cima da Serra desde ano 2000 a 2008. Este consumo refere-se ao total de energia
22
elétrica consumida, por classes e total, durante o ano de referência.
Tabela 9 – Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra com base 100 no
ano de 2000, de 2000 a 2008
Variável
Ano 2000 2002
2002
2003
2004
2005
2006
2007 Ano 2008
Comercial
100,00 78,06
90,82
94,82 104,54
94,40
95,97 103,96
115,85
Industrial
100,00 109,55 109,21 124,17 130,29 131,16 117,78 145,42
151,29
Residencial
100,00 95,83
99,13 103,50 105,04 105,58 106,32 111,85
114,28
Rural
100,00 106,32 122,60 136,50 169,42 172,99 178,70 194,90
207,54
Setor público
100,00 103,46 103,76 101,33 101,15 104,80 101,64 101,08
104,77
Outros
100,00 70,00
50,00
47,14
28,57
32,86
28,57
37,14
64,29
Total
100,00 95,24 102,01 108,51 117,09 115,38 114,23 124,84
132,07
Fonte: tabela 08
Conforme observa-se na acima, de forma geral o total de consumo de energia
elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra apresentou um aumento no ano
de 2000 a 2008 que foi de 32,07%.
3.5 Número de consumidores de energia
A tabela 10 apresenta o número de consumidores de energia elétrica no Corede
Campos de Cima da Serra do ano 2000 à 2008. Assim, é feita a análise do Comercial,
Industrial, Residencial, Rural, Setor público e Outros.
Tabela 10 – Número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos
setores, entre 2000 e 2008
2000
2001
2002
2003
2004
2005
Comercial
2.264 2.345
2.408 2.426
2.464 2.490
Industrial
438
481
509
537
532
524
Residencial
20.994 21.059 21.800 23.042 23.393 23.786
Rural
4.186 5.084
5.247 4.864
5.056 5.288
Setor público
377
388
411
400
412
430
Outros
4
4
5
6
5
8
Total
28.263 29.361 30.380 31.275 31.862 32.526
de Cima da Serra por
2006
2.522
521
24.709
5.542
449
5
33.748
2007
2.589
538
25.469
5.950
467
5
35.018
2008
2.709
373
26.458
6.261
492
5
36.298
23
A análise dos dados apresentados na tabela 10 evidenciam um aumento do
consumidores de energia elétrica. Observa-se que no ano 2000 o total de numero de
consumidores de energia elétrica era de 28.263 e que no ano seguinte aumentou para
para 29.361. No ano 2008 o numero de consumidores de energia elétrica no Corede
Campos de Cima da Serra envolvendo todas as classes analisados havia crescido para
36.298 . Nota-se que um dos impulsionadores deste aumento foi a classe Residencial que
no ano 2000 o número de consumidores de energia elétrica era de 20.994 e que em 2008
passou para 26.458, com um percentual crescente de 26,03%.
A tabela 11, caracteriza a variação anual do consumo de energia em MWh no
Corede Campos de Cima da Serra.
Tabela 11 – Número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a
2008
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Comercial
100,00 103,58 102,69 100,75 101,57 101,06 101,29 102,66
104,63
Industrial
100,00 109,82 105,82 105,50
99,07
98,50
99,43 103,26
69,33
Residencial
100,00 100,31 103,52 105,70 101,52 101,68 103,88 103,08
103,88
Rural
100,00 121,45 103,21
92,70 103,95 104,59 104,80 107,36
105,23
Setor público
100,00 102,92 105,93
97,32 103,00 104,37 104,42 104,01
105,35
Outros
100,00 100,00 125,00 120,00
83,33 160,00
62,50 100,00
100,00
Total
100,00 103,88 103,47 102,95 101,88 102,08 103,76 103,76
103,66
Figura 08 – Variação anual do número de consumidores de energia elétrica.
104,63
110,00
103,88
105,23
105,35
100,00
100,00
Ano 2000
90,00
80,00
70,00
Ano 2008
69,33
60,00
Comercial
Industrial
Residencial
Rural
Setor público
Outros
A Figura 08 apresenta que na classe Comercial o número de consumidores de
energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra aumentou 4,63% em 2008
comparado ao ano de 2007. No industrial houve um decréscimo no de 32,86% no ano
24
2008 em comparação ao ano 2007. O mesmo não ocorreu com a classe Residencial em
que o número de consumidores de energia elétrica se manteve estável com um pequeno
aumento de 0,78% no ano 2008 em comparação ao ano de 2007. Na classe rural houve
um decréscimo de 1,98% no ano 2008 em relação ao ao 2007, aproximando-se da média
dos anos anteriores.
De forma geral percebe-se que o número de consumidores de energia elétrica no
Corede ao longo de 2007 a 2008, manteve-se estagnado com um mínimo decréscimo de
0,10%.
3.6 Frota dos meios de transporte
A tabela 12 ilustra o total da frota por meios de transporte no Corede Campos de
cima da Serra ano período de 2001 a 2008
Tabela 12 – Total da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima da Serra
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Automóvel
13.727
14.690
15.767
16.730
17.510 18.110
19.425
Bonde
Caminhão
1.831
1.937
2.046
2.140
2.227
2.297
2.418
Caminhão Trator
749
782
720
762
699
704
721
Caminhonete
346
747
1.008
1.160
1.640
1.815
2.796
Camioneta
2.774
2.613
2.635
2.678
2.351
2.332
1.676
Chassi plataforma
0
0
1
2
4
4
3
Ciclomotor
4
4
4
4
4
4
4
Microônibus
100
103
110
117
124
129
149
Motocicleta
1.165
1.317
1.523
1.748
1.972
2.243
2.949
Motoneta
100
131
176
223
307
345
484
Ônibus
257
305
350
391
422
444
487
Quadriciclo
1
1
1
1
1
1
1
Reboque
191
202
210
233
257
270
299
Semi-Reboque
853
956
986
1.027
1.042
1.047
1.062
Side-Car
Outros
Trator esteira
Trator Rodas
2
7
7
7
8
9
Triciclo
3
4
7
Utilitário
3
5
6
11
16
18
34
2008
20.558
2.469
668
3.785
1.044
3
4
167
3.499
565
495
1
332
1.062
15
10
11
64
Fonte: Departam ento Nacional de Trâns ito. Dis ponível em : <www.denatran.gov.br>. Aces s o em : 28/10/2009
25
A tabela 13 demonstra a frota dos meios de transporte no Campos de Cima da Serra no
ano de 2001 à 2008.
Tabela 13 – Variação da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima da Serra, de 2001
(base 100) a 2008.
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Automóvel
100,00
107,02
114,86 121,88 127,56 131,93
141,51
149,76
Bonde
Caminhão
100,00
105,79
111,74 116,88 121,63 125,45
132,06
134,84
Caminhão Trator
100,00
104,41
96,13 101,74
93,32
93,99
96,26
89,19
Caminhonete
100,00
215,89
671,96 335,26 473,99 524,57
808,09 1093,93
Camioneta
100,00
94,20
94,99
96,54
84,75
84,06
60,42
37,64
Chassi plataforma
Ciclomotor
100,00
100,00
100,00 100,00 100,00 100,00
100,00
100,00
Microônibus
100,00
103,00
110,00 117,00 124,00 129,00
149,00
167,00
Motocicleta
100,00
113,05
130,73 150,04 169,27 195,53
253,13
300,34
Motoneta
100,00
131,00
176,00 223,00 307,00 345,00
484,00
565,00
ônibus
100,00
118,68
136,19 152,14 164,20 172,76
189,49
192,61
Quadriciclo
100,00
100,00
100,00 100,00 100,00 100,00
100,00
100,00
Reboque
100,00
105,76
109,95 121,99 134,55 141,36
156,54
173,82
Semi-Reboque
100,00
112,08
115,59 120,40 122,16 122,74
124,50
124,50
Side-Car
Outros
Trator esteira
Trator Rodas
Triciclo
Utilitário
100,00
166,67
200,00 366,67 533,33 600,00
1133,33 2133,33
Pode-se afirmar a partir das tabelas acima que o numero de automóvel cresceu
49,76% do ano 2001 até 2008. Em 2001 o número de automóvel era de 13.727 e em
2008 esse número aumentou para 20.558. A frota de caminhão também cresceu de 1.831
no ano 2001 para 2.469 no ano 2008 totalizando um aumento de 34,84%. Houve também
um acréscimo 92,61% no numero de ônibus no período analisado. O numero de
motocicleta triplicou durante o período em estudo, passando de 1.165 em 2001 para
3.499 no ano 2008. Alguns itens analisados não apresentam significância nos dados
apresentados, é o caso do side-car, trator esteira, bonde etc. O semi- reboque por sua vez
apresentou um crescimento de 24,50% no ano 2008 em comparação ao ano 2001.
Correlação
entre
camioneta
e
camionete,
onde
enquanto
uma
reduz
significativamente sua frota, mais de 62%. A outra aumenta numa grande proporção, mais
26
de 1000%, no período de 2001 a 2008. Pode-se constatar uma migração de segmento de
transporte.
Figura 09 - Variação da frota dos meios de transporte no Campos de Cima da Serra no
ano de 2001 à 2008.
Meio de transporte
2500,00
2133,33
2000,00
1500,00
1093,93
1000,00
565,00
500,00
300,34
149,76 134,84
89,19
37,64
100,00
192,61
167,00
100,00
173,82
124,50
Utilitário
Semi-Reboque
Reboque
Quadriciclo
ônibus
Motoneta
Motocicleta
Microônibus
Ciclomotor
Camioneta
Caminhonete
Caminhão Trator
Caminhão
Automóvel
0,00
Fonte: tabela 12
Pode-se observar que que houve um crescimento ao longo dos anos no que se
refere a frota de meios de transporte no Corede Campo de Cima da Serra, no entanto
27
alguns meios de transporte não apresentaram um crescimento considerado significativo.
No ano 2008 a frota dos meios de transportes aumentou 57,24% em comparação ao ano
2001, passando de 22.101 meios de transportes para 34.752, uma adição de 12.651
meios de transportes. Nota-se uma vasta ampliação do mercado e do poder aquisitivo da
população. Salienta-se por meio dos dados acima a importância de prevenir situações de
conflito devido ao excesso da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima
da Serra, através de um planejamento urbano que comporte este crescimento nas suas
devidas proporções.
28
4. GESTÃO ECONÔMICA
Com relação a gestão econômica, são apresentados dados referentes aos setores
da economia, mercado de trabalho, comércio exterior, Valor Adicionado Bruto (VAB), PIB
e finanças públicas.
No que se refere aos setores da economia, no setor primário, os dados estudados
se referem a área destinada à colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento
médio e valor da produção para as culturas permanentes e temporárias. Também, são
apresentados dados referentes ao efetivo de cabeças por tipo de rebanho.
Quanto ao mercado de trabalho, as informações referem-se ao número de
estabelecimentos e a quantidades de empregados nos grandes setores do IBGE. É
importante lembrar, que esses dados se referem somente ao mercado de trabalho formal.
Outro tópico que é apresentado informações do comércio exterior, são
apresentados dados da evolução das exportações e importações no Corede Campos de
Cima da Serra.
Ainda são abordados dados referentes ao Valor Adicionado Bruto, PIB e PIB per
capita, em que realizou-se uma análise da evolução desses dados.
Quanto as finanças públicas, é apresentado os dados e sua análise da evolução
das despesas realizadas e a evolução das receitas arrecadas. Sendo que as receitas
arrecadadas são subdivididas em federais, estaduais e municipais.
4.1 Cultura permanente
A tabela 14 ilustra o total de área destinada a colheita em ha de cultura permanente
no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2001 à 2007.
29
Tabela 14 – Total da área destinada a colheita em há da cultura permanente no Corede Campos
de Cima da Serra no período de 2001 a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
154
153
144
145
117
145
145
Erva mate
100
105
123
123
125
165
165
Figo
24
24
24
16
15
15
15
Goiaba
Laranja
133
129
129
107
107
98
98
Limão
5
5
3
3
3
3
3
Maçã
9.576
9.546
9.511
9.220 10.229 10.524
11.678
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
9
8
8
8
9
1
1
15
15
17
17
69
17
17
Pêra
Pêssego
237
237
237
237
211
251
281
Tangerina
45
45
45
46
46
46
44
Tungue
3
3
0
0
0
0
0
Uva
799
815
1.045
1.230
1.262
1.466
193
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Nota-se que a maça, entre os 19 itens analisados, é a que possui maior área
destinada a colheita em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da
Serra e continua crescendo ao longo dos anos, atingindo mais de 20% de crescimento
entre 2001 e 2007.
Dos 19 itens 7 não apresentam informações. Ainda a tabela 14 revela que a área
destinada a colheita em hectares da cultura permanente da uva decresceu drasticamente
no ano de 2007, na qual era de 193 em comparação ao ano 2006 que era de 1466 um
redução de 86,83%. Outra área de colheita que decresceu foi a da noz, onde no ano de
2005 tinha uma área equivalente a 9 hectares no ano seguinte caiu para 1 hectare,
representando uma diminuição de 88,89%.
A tabela 15 ilustra a variação do total de área destinada a colheita em hectares da
cultura permanente do Corede Campos de Cima da Serra,tendo como referência o ano de
2001 como base fixa.
30
Tabela 15 – Variação do total da área destinada a colheita em há da cultura permanente no
Corede Campos de Cima da Serra no período de 2001 (base 100) a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
100,00
99,35
93,51
94,16
75,97
94,16
94,16
Erva mate
100,00
105,00
123,00 123,00 125,00 165,00
165,00
Figo
100,00
100,00
100,00
66,67
62,50
62,50
62,50
Goiaba
Laranja
100,00
96,99
96,99
80,45
80,45
73,68
73,68
Limão
100,00
100,00
60,00
60,00
60,00
60,00
60,00
Maçã
100,00
99,69
99,32
96,28 106,82 109,90
121,95
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
100,00
88,89
88,89
88,89 100,00
11,11
11,11
100,00
100,00
113,33 113,33 460,00 113,33
113,33
Pêra
Pêssego
100,00
100,00
100,00 100,00
89,03 105,91
118,57
Tangerina
100,00
100,00
100,00 102,22 102,22 102,22
97,78
Tungue
100,00
100,00
Uva
100,00
102,00
130,79 153,94 157,95 183,48
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Conforme a tabela 15 o total da área destinada a colheita em hectares da cultura
permanente do Caqui decresceu 5,84% no ano de 2007 em relação ao ano 2001 outras
áreas que tiveram redução acima de 25% foram figo, laranja e limão. Verifica-se que a
área de colheita de tunque foi extinta do ano de 2002 para 2003.
31
Figura 10 – Área destinada à colheita da cultura permanente. Comparação 2001 (base
100) com 2007.
Área destinada à colheita da cultura permanente
180,00
165,00
160,00
140,00
121,95
120,00
100,00
113,33
118,57
97,78
94,16
80,00
73,68
62,50
60,00
60,00
40,00
20,00
11,11
0,00
Caqui
Erva mate
Figo
Laranja
Limão
Maçã
Noz
Pêra
Pêssego Tangerina
Nas áreas destinadas à colheita da cultura permanente, comprova-se o
crescimento em algumas áreas. A erva mate cresceu em em 65% no ano de 2007 em
relação ao ano 2001, a maça obteve o crescimento de 21,95% em 2007 tendo como base
o ano 2001, o pêssego teve um acréscimo de 18,57% de 2007 a 2001, já a pera cresceu
13,33 % no ano 2007 comparado ao ano 2001.
32
A tabela 16 expressa a área colhida em hectares da cultura permanente no Corede
Campos de Cima da Serra do ano 2001 à 2007.
Tabela 16 – Total da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos de
Cima da Serra de 2001 a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
144
143
144
145
117
145
145
Erva mate
100
105
123
123
125
165
165
Figo
24
24
24
16
15
15
15
Goiaba
Laranja
133
129
129
107
107
98
98
Limão
5
5
3
3
3
3
3
Maçã
9.546
9.546
9.511
9.220 10.229 10.524
11.678
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
9
8
8
8
9
1
1
15
15
17
17
69
17
17
Pêra
Pêssego
192
212
212
212
211
10
281
Tangerina
45
45
45
46
46
44
Tungue
99
67
86
73
69
98
70
Uva
799
815
1.045
1.230
1.262
1.466
1.446
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
A cultura permanente da maçã é que tem maior representatividade entre os 19
itens analisados. Pode-se observar que o total da área colhida em hectares da cultura
permanente da maçã foi de 9546 em 2001 e 11678 em 2008 a tabela também mostra um
crescimento na área colhida da uva, passando de 799 em 2001 para 1446 em 2007,
representando um crescimento de 80,98%.
A tabela 17 ilustra a variação do total da área colhida em hectares da cultura
permanente no Corede Campos de Cima Cima da Serra a partir do ano 2001 (base 100)
à 2007.
33
Tabela 17 – Variação do total da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos
de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
100,00
Azeitona
100,00
Banana
100,00
Caqui
100,00
99,31
100,00
100,69
81,25
100,69
100,69
Erva mate
100,00
105,00
123,00
123,00
125,00
165,00
165,00
Figo
100,00
100,00
100,00
66,67
62,50
62,50
62,50
Goiaba
100,00
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
Laranja
100,00
96,99
96,99
80,45
80,45
73,68
73,68
Limão
100,00
100,00
60,00
60,00
60,00
60,00
60,00
Maçã
100,00
100,00
99,63
96,58
107,15
110,25
122,33
Mamão
100,00
Manga
100,00
Marmelo
100,00
Noz
100,00
88,89
88,89
88,89
100,00
11,11
11,11
100,00
100,00
113,33
113,33
460,00
113,33
113,33
Pêra
Pêssego
100,00
110,42
110,42
110,42
109,90
5,21
146,35
Tangerina
100,00
100,00
100,00
102,22
102,22
0,00
97,78
Tungue
100,00
67,68
86,87
73,74
69,70
98,99
70,71
Uva
100,00
102,00
130,79
153,94
157,95
183,48
180,98
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Conforme a tabela 17 comprova-se o crescimento dos seguintes itens: uva, erva
mate, pêssego, maçã, pêra e caqui. Os mesmos assumem um papel importante da
cultura permanente mostrando-se as principais escolhas do cultivo no Corede Campos de
Cima da Serra. Nota-se também a decadência dos seguintes itens: tangerina, laranja,
tungue, figo, limão, noz e goiaba. Nos itens relacionados verifica-se uma variação
negativa das áreas colhidas tendo a base do ano de 2001 comparado com o ano de 2007.
34
Figura 11 – Variação de 2001 a 2007 (Base 100 ano de 2001) da área colhida da cultura
permanente.
Área colhida da cultura permanente
200,00
180,98
180,00
165,00
160,00
146,35
140,00
122,33
120,00
100,00
113,33
100,69
97,78
80,00
73,68
62,50
70,71
60,00
60,00
40,00
20,00
11,11
Uva
Tungue
Tangerina
Pêssego
Pêra
Noz
Maçã
Limão
Laranja
Figo
Erva mate
Caqui
0,00
Conforme a Figura 11, verifica-se que dos doze itens acima o crescimento ocorreu
em 50% dos mesmos. A uva atingiu 180% da área colhida em hectares da cultura
permanente no Corede de Campos de Cima da Serra em 2007, tendo como base 2001 do
total. A erva mate foi a segunda a atingir o crescimento de 165%, já o pêssego se destaca
sendo o terceiro alcançando 146,35%.
A tabela 18 demonstra o total da quantidade produzida em toneladas da cultura
35
permanente no Corede Campos de Cima da Serra. Compreende-se por quantidade
produzida, a produção obtida de cada produto no ano de referência da pesquisa.
Tabela 18 - Total da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no Corede
Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
1.320
1.343
1.514
1.435
1.239
1.435
610
Erva mate
1.033
890
1.097
1.097
1.073
1.992
1.992
Figo
168
168
157
71
66
66
66
Goiaba
Laranja
1.842
1.595
1.610
1.354
1.354
1.206
1.176
Limão
56
33
33
35
35
35
35
Maçã
223.775 254.765 250.950 242.350 199.178 222.514
344.240
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
14
12
12
12
57
1
1
Pêra
119
114
123
148
572
148
148
Pêssego
2.268
2.530
2.530
2.560
1.925
2.995
2.015
Tangerina
230
233
248
293
293
283
271
Tungue
6
6
Uva
9.486
11.395
11.153 20.991 11.760 18.029
20.923
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Observa-se a partir da análise da tabela 18 que a maçã é o item com maior
representatividade no que tange a quantidade produzida em tonelada da cultura
permanente no Corede Campos de Cima da Serra. Atingindo 344.240 toneladas em 2007,
mostrando um crescimento de 54,70% comparado ao ano de 2006.
A tabela 19 expressa a variação do total produzido em hectares da cultura
permanente no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2001 a 2007.
36
Tabela 19 – Variação do total da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no
Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
100,00
101,74
114,70 108,71
93,86 108,71
46,21
Erva mate
100,00
86,16
106,20 106,20 103,87 192,84
192,94
Figo
100,00
100,00
93,45
42,26
39,29
39,29
39,29
Goiaba
Laranja
100,00
86,59
87,41
73,51
73,51
65,47
63,84
Limão
100,00
58,93
58,93
62,50
62,50
62,50
62,50
Maçã
100,00
113,85
112,14 108,30
89,01
99,44
153,83
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
100,00
85,71
85,71
85,71 407,14
7,14
7,14
Pêra
100,00
95,80
103,36 124,37 480,67 124,37
124,37
Pêssego
100,00
111,55
111,55 112,87
84,88 132,05
88,84
Tangerina
100,00
101,30
107,83 127,39 127,39 123,04
117,83
Tungue
100,00
100,00
Uva
100,00
120,12
117,57 221,28 123,97 190,06
220,57
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Os dados da Tabela 19 comprovam que dos onze itens menos de 50% obtiveram
crescimento da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no Corede
Campos de Cima da Serra. Verifica-se que os que os cinco itens que atingiram o
crescimento foram: a erva mate, maçã, pêra, tangerina, sendo que, a uva foi a que mais
obteve uma variação de crescimento atingindo 220,57 no ano de 2007, tendo como base
o ano de 2001.
37
Figura 12 – Variação da Quantidade produzida da cultura permanente em 2007 com ano
base 2001.
250,00
220,57
200,00
192,94
153,83
150,00
124,37
100,00
88,84
63,84
50,00
117,83
62,50
46,21
39,29
7,14
0,00
Caqui Erva mate
Figo
Laranja
Limão
Maçã
Noz
Pêra
PêssegoTangerina
Uva
Conforme a Figura 12, comprova-se o crescimento dos seguintes itens: uva, erva
mate, maçã, pêra e tangerina. Nas unidades relacionadas verifica-se uma variação
negativa das áreas colhidas tendo a base do ano de 2001 comparado com o ano de 2007.
O decréscimo é caracterizado pelos seguintes itens: pêssego, laranja, limão, caqui, figo e
noz, este redução em itens representa mais de 50%, totalizando seis de onze verificados
no Corede Campos de Cima da Serra.
A tabela 20 ilustra o rendimento médio da cultura permanente em Kg/ha no Corede
Campos de cima da Serra. Entende-se por cultura permanente as culturas de longo ciclo
vegetativo, que permitem colheitas sucessivas sem necessidade de novo plantio.
38
Tabela 20 – Rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos de Cima da
Serra de 2001 a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
5.825
5.925
6.550
6.400
5.700
6.400
5.150
Erva mate
4.250
3.903
2.550
2.550
2.560
2.940
2.940
Figo
4.657
4.400
4.050
2.750
2.250
2.250
2.250
Goiaba
Laranja
12.000
10.200
10.500 10.500 10.500 10.100
9.500
Limão
5.600
5.600
3.300
3.500
3.500
3.500
3.500
Maçã
18.200
22.410
20.325
1.980 15.718 15.100
23.000
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
350
257
257
257
800
100
100
5.000
4.500
4.700
5.200
5.300
5.200
5.200
Pêra
Pêssego
7.200
7.300
7.550
7.600
7.175
8.800
6.850
Tangerina
3.716
3.716
4.316
4.516
4.516
4.316
3.716
Tungue
200
200
Uva
9.177
10.530
9.620 11.900
8.233 10.351
10.377
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
A partir da análise da tabela 20 pode-se refletir um dado de extrema importância, a
redução de rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos de
Cima da Serra. Em 2001 o rendimento totalizava 76.175 kg/ha e ao longo dos anos
chegou a 57.153kg/ha. Já no último ano de pesquisa os dados comprovam uma
recuperação, acumulando 72.583 kg/ha em 2007.
A tabela 21 apresenta de forma real a variação do rendimento médio da cultura
permanente em kg/há de 19 itens no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2001
(base 100) à 2007.
39
Tabela 21 – Variação do rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos
de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
100,00
101,72
112,45 109,87
97,85 109,87
88,41
Erva mate
100,00
91,84
60,00
60,00
60,24
69,18
69,18
Figo
100,00
94,48
86,96
59,05
48,31
48,31
48,31
Goiaba
100,00
Laranja
100,00
85,00
87,50
87,50
87,50
84,17
79,17
Limão
100,00
100,00
58,93
62,50
62,50
82,97
62,50
Maçã
100,00
123,13
111,68
10,88
86,36
82,97
126,37
Mamão
100,00
Manga
100,00
Marmelo
100,00
Noz
100,00
73,46
73,46
73,46 228,57
28,57
28,57
100,00
90,00
94,00 104,00 106,00 104,00
104,00
Pêra
Pêssego
100,00
101,39
104,86 105,56
99,65 122,22
95,14
Tangerina
100,00
100,00
116,15 121,53 116,15 116,15
100,00
Tungue
100,00
100,00
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
Uva
100,00
114,74
104,84 129,67
89,71 112,79
113,08
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Os dados aferem que a maçã teve maior representatividade entre todos outros
produtos analisados.
Assim sendo, em 2001 o rendimento médio da cultura permanente da maçã que
era de 18.200 e passou para 23.000 em 2007, representando um crescimento de 26,37%.
Sete itens pesquisados, como é o caso do abacate os dados não expressam significância.
Em relação ao limão, comparando o ano 2001 a 2007, observa-se que houve um
decréscimo deste item, visto que no ano 2001 o rendimento médio da cultura permanente
era de 5.600 e em 2007 foi para 3.500 uma redução de 37,50%. O mesmo pode-se aferir
do pêssego, caqui, laranja, erva mate e noz, que os dados de 2007 revelam um
decréscimo em relação ao ano 2001. Já o tungue foi extinto no ano de 2002 para 2003.
40
Figura 13 – Variação do rendimento médio da cultura permanente em 2007 com ano base
2001.
140,00
126,37
120,00
113,08
104,00
100,00
100,00
95,14
88,41
79,17
80,00
69,18
62,50
60,00
48,31
40,00
28,57
20,00
Uva
Tungue
Tangerina
Pêssego
Pêra
Noz
Maçã
Limão
Laranja
Figo
Erva mate
Caqui
0,00
Os dados demonstram que o rendimento médio da cultura permanente em kg/ha
do Caqui no ano 2007 caíram em 11,59% em relação ao ao 2001. O mesmo pode-se
observar que outros itens como erva mate, figo, laranja, limão noz e pêssego
apresentaram uma queda no ano de 2007 em relação ao ano de 2001. A queda mais
acentuada foi da noz que decresceu 71,43% no ano de 2007 em relação ao ano de 2001.
A maçã foi o item com maior crescimento. Assim no ano de 2007 o rendimento
médio de cultura permanente da maçã aumentou 26,37% em relação ao ano de 2001.
A tabela 22 expressa o total do valor da produção em R$ mil da cultura no Corede
Campos de Cima da Serra. Podemos extrair destes dados o retorno financeiro que cada
produto proporcionou ao longos dos anos analisados para esta região.
41
Tabela 22 – Total do valor da produção em R$ mil da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de
2001 a 2007
Cultura permanente2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
1.328,08
1.268,09
1.423,04
1.231,58
965,82
1.247,99
706,00
Erva mate
340,17
276,99
267,94
219,34
209,30
610,59
480,00
Figo
100,96
108,20
115,38
72,72
79,58
80,45
80,00
Goiaba
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Laranja
1.643,40
933,40
1.044,84
699,07
654,05
799,34
593,00
Limão
48,15
79,35
25,64
29,32
30,52
31,97
22,00
Maçã
185.271,90 193.397,69 220.243,95 177.148,11 135.100,98 278.180,96 306.449,00
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
26,41
34,62
38,46
34,02
82,85
3,09
3,00
Pêra
198,82
210,63
228,20
265,08
733,63
222,78
219,00
Pêssego
3.030,50
3.302,23
3.690,92
3.142,29
2.560,61
3.167,43
3.400,00
Tangerina
12.640,79
11.730,21
10.418,94
9.547,68
8.897,29
8.415,19
8.123,00
Tungue
1,55
1,44
Uva
14.492,33
13.571,03
17.407,21
32.758,85
16.384,00
20.013,29
17.159,00
Pode-se aferir que a maçã foi a que teve maior valor de produção entre todos os
itens analisados, totalizando um crescimento de 65,41% partindo de R$ 185.271,90 em
2001 para R$ 306.449,00 em 2007. Verifica-se que o total do valor da produção em reais
da cultura permanente do Corede Campos de Cima da Serra atingiu um valor de R$
219.123,03 em 2001. Já em 2007 obteve um acréscimo de 53,90% chegando a um valor
de R$ 337.234,00. Um dado importante a ser analisado é que desde valor 90,87% é
representado pela maçã.
A tabela 23 expressa a variação do total do valor da produção em R$ mil da cultura
no Corede Campos de Cima da Serra, demonstrando a variação no período de 2001 a
2007.
Tabela 23 – Variação do total do valor da produção em R$ mil da cultura permanente no Corede
Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura permanente
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacate
Azeitona
Banana
Caqui
100,00
95,48
107,15
92,73
72,72
93,97
53,16
Erva mate
100,00
81,43
78,77
64,48
61,53
179,49
141,10
Figo
100,00
107,16
114,28
72,02
78,81
79,68
79,23
Goiaba
Laranja
100,00
56,80
63,58
42,54
39,80
48,64
36,08
Limão
100,00
164,78
53,25
60,89
63,39
66,40
45,69
Maçã
100,00
104,39
118,88
95,61
72,92
150,15
165,40
Mamão
Manga
Marmelo
Noz
100,00
131,12
145,65
128,81
313,73
11,72
11,36
Pêra
100,00
105,94
114,77
133,32
368,98
112,05
110,15
Pêssego
100,00
108,97
121,79
103,68
84,49
104,52
112,19
Tangerina
100,00
92,80
82,42
75,53
70,38
66,57
64,26
Tungue
100,00
92,88
Uva
100,00
93,64
120,11
226,03
113,05
138,09
118,40
42
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
O item que obteve maior valor produzido em reais foi a maçã alcançando uma
variação positiva de 65,40%, o resultado comprova o investimento realizado pelo produtor
tanto na ampliação de área quanto a de produção, verificada nas tabelas anteriores.
Relacionando o valor de produção em reais com a quantidade produzida pode-se
afirmar que os os seguintes produtos: laranja, limão, caqui, figo e noz, tiveram uma
correlação decrescente de todos os dados pesquisados. Em cima deste fato uma exceção
foi com o item pêssego, onde, obteve redução de quantidade produzida, porém um
crescimento no valor produzido em reais, totalizando um aumento de 12,19% no período
de 2001 a 2007.
43
Figura 14 – Variação do valor da produção da cultura permanente em 2007 com ano base
2001.
Valor da produção da cultura permanente
180,00
165,40
160,00
141,10
140,00
118,40
120,00
110,15
112,19
100,00
79,23
80,00
64,26
60,00
53,16
45,69
36,08
40,00
20,00
11,36
0,00
Caqui Erva mate
Figo
Laranja
Limão
Maçã
Noz
Pêra
PêssegoTangerina
Uva
A figura acima revela que dos onze itens pesquisados cinco apresentaram
resultado positivo, entre eles: erva mate, maçã, pêra, pêssego e uva. Mais de 50% dos
produtos tiveram resultado negativo, entre eles estão: o caqui, figo, laranja, limão, noz e
tangerina.
44
4.2 Cultura temporária
A tabela 24 expressa o total da área destinada a colheita em hectares da cultura
temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir de 2001 a 2007. Diz-se que
área destinada a colheita é a área total destinada à colheita de cada produto agrícola na
data de referência da pesquisa. Representa a área ocupada por pés (plantas) em idade
produtiva, que tiveram ou não suas produções colhidas
Tabela 24 – Total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária no Corede Campos de
Cima da Serra de 2000 a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
599
799
722
636
627
660
666
Amendoim
34
33
28
24
24
23
23
Arroz
89
83
57
35
1
10
0
Aveia
6.760
3.810
3.520
7.735
7.330
7.600
6.450
Batata Doce
53
52
40
30
30
21
21
Batata Inglesa
3.177
3.725
3.618
4.140
4.438
4.595
4.197
Cana de Açúcar
24
17
14
14
15
15
12
Cebola
412
411
347
356
352
444
461
Centeio
Cevada
5.000
3.330
2.700
3.280
2.565
3.130
1.400
Ervilha
17
217
94
94
64
64
64
Fava
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
Feijão
8.095
6.815
5.428
4.618
3.525
3.730
3.890
Fumo
25
25
17
15
31
39
27
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
178
148
155
155
160
165
165
Melancia
7
7
7
7
5
1
3
Melão
3
3
3
3
2
2
2
Milho
48.600
41.200
54.000
54.750
60.880
64.480
65.580
Soja
60.200
80.550
91.000
105.000
114.700
115.300
116.600
Sorgo
30
30
20
10
0
20
20
Tomate
108
101
85
115
112
108
68
Trigo
13.720
17.180
30.070
36.950
38.000
37.750
40.100
Triticale
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Os dados evidenciam que a soja obteve o maior crescimento partindo de 60.200 no
45
ano de 2001 chegando a 116.600 em 2007, representando um aumento de 93,69%. Outro
destaque por volume é o milho onde em 2001 apresentava 48.600 hectares passando a
65.580 hectares em 2007, com um crescimento de 34,94% nos respectivos anos.
A tabela 25 ilustra de forma real a variação do total da área destinada à colheita em
hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra a partir de 2001
(base 100) a 2007.
Tabela 25 – Variação do total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária no Corede
Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
100,00
133,39
128,88
106,18
104,67
110,18
111,19
Amendoim
100,00
97,06
82,35
70,59
70,59
67,65
67,65
Arroz
100,00
93,26
64,04
39,33
11,24
11,24
0,00
Aveia
100,00
56,36
52,07
114,42
114,35
112,43
95,41
Batata Doce
100,00
98,11
75,47
56,60
56,60
39,62
39,62
Batata Inglesa
100,00
117,25
113,88
130,31
139,69
144,63
132,11
Cana de Açúcar
100,00
70,83
58,33
58,33
62,50
62,50
50,00
Cebola
100,00
99,76
84,22
86,41
85,44
107,77
111,89
Centeio
Cevada
100,00
66,60
54,00
65,60
51,30
62,60
28,00
Ervilha
100,00
1276,47
552,94
552,94
376,47
376,47
376,47
Fava
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
Feijão
100,00
84,19
66,81
57,05
43,55
46,08
48,05
Fumo
100,00
100,00
68,00
60,00
124,00
156,00
108,00
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
100,00
83,15
87,08
87,08
89,89
92,70
92,70
Melancia
100,00
100,00
100,00
100,00
71,43
14,29
42,86
Melão
100,00
100,00
100,00
100,00
66,67
66,67
66,67
Milho
100,00
84,77
111,11
112,65
125,27
132,67
134,94
Soja
100,00
133,80
151,16
174,42
190,53
191,53
193,69
Sorgo
100,00
100,00
66,67
33,33
0,00
66,67
66,67
Tomate
100,00
13,89
78,70
109,26
103,70
100,00
62,96
Trigo
100,00
125,22
219,17
269,31
276,97
275,15
292,27
Triticale
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
É importante observar na tabela 25 a variação negativa das seguintes colheitas: o
46
arroz, tendo uma área de 89 hectares em 2001 apresentando em 2007 a extinção do
mesmo; a cevada obteve uma redução de 72% da área destinada a colheita reduzindo-se
a 1.400 hectares; a batata doce nos últimos seis anos acumulou uma redução de 60,38%;
a melancia diminuiu a área em 57,14%; o feijão de 2001 a 2007 obteve uma variação
negativa de 51,95%; e por último a cana de açúcar com a perda de 50% da área
destinada à colheita do cultivo temporária no Corede Campos de Cima da Serra.
Figura 15 – Variação da área destinada à colheita da cultura temporária de 2001 (ano
base) à 2007.
400,00
376,47
350,00
292,27
300,00
250,00
193,69
200,00
150,00
134,94
132,11
111,89
111,19
108,00
92,70
95,41
100,00
67,65
66,67
50,00
39,62
50,00
48,05
66,6762,96
42,86
28,00
Trigo
Tomate
Sorgo
Soja
Milho
Melão
Melancia
Mandioca
Fumo
Feijão
Ervilha
Cevada
Cebola
Cana de Açúcar
Batata Inglesa
Batata Doce
Aveia
Amendoim
Alho
Arroz
0,00
0,00
A figura 15 apresenta vinte produtos ocorrendo variações ao longo dos anos de
2001 a 2007. Observa-se que o trigo apresentou um crescimento. Assim, o total da área
destinada à colheita em hectares da cultura temporária praticamente duplicou,
47
apresentando um crescimento de 192,27% em comparação ao ano base. O produto que
mais obteve crescimento foi a ervilha com 276,47% em relação aos anos analisados.
A tabela 26 demonstra o total de área colhida em hectares da cultura temporária no
Corede Campos de Cima da Serra desde o ano 2001 à 2007. Entende-se por área colhida
a parcela da área plantada de cada produto agrícola efetivamente colhida na data de
referência da pesquisa. Em se tratando das culturas permanentes, corresponde à área
ocupada com pés em produção no ano de referência da pesquisa. No caso de culturas
temporárias de curta e média duração e não ocorrendo perda de área por fatores
adversos de ordem climática, patogênica ou econômica, corresponde à área plantada.
Para culturas temporárias de longa duração, corresponde à área em que foi colhida a
produção.
Tabela 26 – Total da área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de
2001 a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
599
799
772
636
627
660
666
Amendoim
34
33
28
24
24
23
23
Arroz
89
83
57
35
10
10
S/I
Aveia
6.760
3.810
3.520
7.735
7.730
7.600
6.450
Batata Doce
53
52
40
30
30
21
21
Batata Inglesa
3.177
3.725
3.618
4.140
4.438
4.595
4.197
Cana de Açúcar
24
17
14
14
15
15
12
Cebola
412
363
347
356
352
444
461
Centeio
Cevada
5.000
3.330
1.500
3.280
2.565
3.130
1.400
Ervilha
17
217
94
94
64
64
64
Fava
Feijão
8.095
6.815
5.408
4.618
3.465
3.730
3.890
Fumo
25
25
17
15
31
39
27
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
178
110
155
155
160
165
165
Melancia
7
7
7
7
5
1
3
Melão
3
3
3
3
2
2
2
Milho
48.600
41.200
54.000
54.750
60.880
64.480
65.180
Soja
60.200
80.550
91.000
105.000
112.450
115.300
116.600
Sorgo
30
30
20
10
S/I
20
20
Tomate
108
15
85
118
112
108
68
Trigo
13.720
4.700
30.070
36.950
38.000
37.750
40.100
Triticale
-
48
A partir da análise do total da área em hectares da cultura temporária no Corede
Campos de Cima da Serra pode-se aferir que o a soja juntamente com o milho e o trigo
tem aumentado suas áreas de cultura temporária, conforme retrata a tabela 26. Pode-se
analisar que estes três itens correspondem em área colhida em hectares o valor de
221.880, de um total de 239.349, representando 92,70% dos produtos analisados.
A tabela 27 retrata a variação do total da área colhida em hectares da cultura
temporária no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano de 2001 (base 100) à
2007.
Tabela 27 – Variação do total da área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da
Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
100,00
133,39
128,88
106,18
104,67
110,18
111,19
Amendoim
100,00
97,06
82,35
70,59
70,59
67,65
67,65
Arroz
100,00
93,26
64,04
39,33
11,24
11,24
0,00
Aveia
100,00
56,36
52,07
114,42
114,35
112,43
95,41
Batata Doce
100,00
98,11
75,47
56,60
56,60
39,62
39,62
Batata Inglesa
100,00
117,25
113,88
130,31
139,69
144,63
132,11
Cana de Açúcar
100,00
70,83
58,33
58,33
62,50
62,50
50,00
Cebola
100,00
88,11
84,22
86,41
85,44
107,77
111,89
Centeio
Cevada
100,00
66,60
30,00
65,60
51,30
62,60
28,00
Ervilha
100,00
1276,47
552,94
552,94
376,47
376,47
376,47
Fava
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Feijão
100,00
84,19
66,81
57,05
42,80
46,08
48,05
Fumo
100,00
100,00
68,00
60,00
124,00
156,00
108,00
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
100,00
61,80
87,08
87,08
89,89
92,70
92,70
Melancia
100,00
100,00
100,00
100,00
71,43
14,29
42,86
Melão
100,00
100,00
100,00
100,00
66,67
66,67
66,67
Milho
100,00
84,77
111,11
112,65
125,27
132,67
134,12
Soja
100,00
133,80
151,16
174,42
186,79
191,53
193,69
Sorgo
100,00
100,00
66,67
33,33
0,00
66,67
66,67
Tomate
100,00
13,89
78,70
109,26
103,70
100,00
62,96
Trigo
100,00
34,26
219,17
269,31
276,97
275,15
292,27
Triticale
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Pode-se constatar que o a maioria dos produtos apresentam alguma variação entre
49
um ano e outro. Neste sentido, o item que teve uma maior oscilação foi a ervilha. Por
exemplo no ano de 2002 o total da área colhida em hectare da cultura temporária da
ervilha era mais do que o quíntuplo em relação ao ano base. Já em 2007 o mesmo item
representava um pouco mais do o triplo em relação ao ano base no caso 2001.
Figura 16 – Variação da Área colhida da cultura temporária no Corede Campos de Cima
da Serra a partir do ano de 2001 à 2007.
400,00
376,47
350,00
292,27
300,00
250,00
193,69
200,00
150,00
134,12
132,11
111,89
111,19
108,00
92,70
95,41
100,00
67,65
66,67
50,00
39,62
50,00
48,05
66,6762,96
42,86
28,00
Trigo
Tomate
Sorgo
Soja
Milho
Melão
Melancia
Mandioca
Fumo
Feijão
Ervilha
Cevada
Cebola
Cana de Açúcar
Batata Inglesa
Batata Doce
Aveia
Amendoim
Alho
Arroz
0,00
0,00
A figura acima apresenta vinte produtos que ao longo dos anos de 2001 a 2007
apresentaram variações. Os dados revelaram que oito itens pesquisados apresentaram
50
resultado positivo, entre eles: alho, batata inglesa, cebola, ervilha, fumo, milho, soja e
trigo. 60% dos produtos tiveram resultado negativo, entre eles estão: amendoim, aveia,
batata doce, cana de açúcar, cevada, feijão, mandioca, melancia, melão, sorgo, tomate.
Sendo que o arroz foi extinto no passar dos anos de 2001 a 2007 período da pesquisa.
A tabela 28 demonstra o total da quantidade produzida em toneladas da cultura
temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir do ano de 2001 a 2007.
Compreende-se por quantidade produzida, a produção obtida de cada produto agrícola no
ano de referência da pesquisa.
Tabela 28 – Total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima
da Serra de 2001 a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
4.334
5.869
6.910
5.801
5.648
6.140
6.717
Amendoim
34
33
30
25
28
24
24
Arroz
151
141
93
56
2
12
0
Aveia
10.965
6.784
6.664
19.110
18.351
17.749
14.375
Batata Doce
798
703
547
408
400
265
265
Batata Inglesa
50.893
68.843
70.960
63.110
82.022
100.010
111.540
Cana de Açúcar
502
367
292
282
302
302
236
Cebola
3.387
3.180
3.133
3.665
3.633
4.613
6.077
Centeio
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
S/I
Cevada
12.445
7.847
6.923
8.956
7.530
7.785
3.875
Ervilha
46
405
163
169
109
109
109
Fava
Feijão
15.195
11.088
9.040
4.801
2.136
4.346
5.991
Fumo
71
71
47
31
37
68
54
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
2.634
2.184
2.304
2.289
2.494
2.529
2.529
Melancia
53
59
59
52
39
20
30
Melão
5
5
5
5
4
4
4
Milho
262.430
160.335
286.180
145.426
96.585
292.038
351.364
Soja
145.272
165.575
252.860
169.099
130.147
289.874
304.800
Sorgo
60
60
40
15
0
36
36
Tomate
3.998
5.073
3.507
5.072
3.870
4.276
2.676
Trigo
34.769
40.346
75.192
95.934
81.516
95.835
100.656
Triticale
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Observa-se por meio dos dados acima que no ano de 2001 o total da quantidade
51
produzida em toneladas da cultura temporária somava 548.042, verifica-se um
crescimento considerável ao longo dos seis anos seguintes chegando a 911.358 em 2007,
este aumento representa 66,29%. É importante salientar que os quatro principais
produtos, trigo, batata inglesa, soja e milho, correspondem 95,28% do total da quantidade
produzida, somando 868.360 toneladas.
A tabela 29 ilustra a variação do total da quantidade produzida em toneladas da
cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir do ano 2001 a 2007.
Tabela 29 – Variação do total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede
Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
100,00
135,42
159,44
133,85
130,32
141,67
154,98
Amendoim
100,00
97,06
88,24
73,53
82,35
70,59
70,59
Arroz
100,00
93,38
61,59
37,09
1,32
7,95
0,00
Aveia
100,00
61,87
60,78
174,28
167,36
161,87
131,10
Batata Doce
100,00
88,10
68,55
51,13
50,13
33,21
33,21
Batata Inglesa
100,00
135,27
139,43
124,01
161,17
196,51
219,17
Cana de Açúcar
100,00
73,11
58,17
56,18
60,16
60,16
47,01
Cebola
100,00
93,89
92,50
108,21
107,26
136,20
179,42
Centeio
Cevada
100,00
63,05
55,63
71,96
60,51
62,56
31,14
Ervilha
100,00
880,43
354,35
367,39
236,96
236,96
222,45
Fava
Feijão
100,00
72,97
59,49
31,60
14,06
28,60
39,43
Fumo
100,00
100,00
66,20
43,66
52,11
95,77
76,06
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
100,00
82,92
87,47
86,90
94,68
96,01
96,01
Melancia
100,00
111,32
111,32
98,11
73,58
37,74
56,60
Melão
100,00
100,00
100,00
100,00
80,00
80,00
80,00
Milho
100,00
61,10
109,05
55,42
36,80
111,28
133,89
Soja
100,00
113,98
174,06
116,40
89,59
199,54
209,81
Sorgo
100,00
100,00
66,67
25,00
0,00
60,00
60,00
Tomate
100,00
126,89
87,72
126,86
96,80
106,95
66,93
Trigo
100,00
162,89
216,26
275,92
234,45
275,63
289,50
Triticale
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
É importante observar na tabela 29 a variação negativa de doze produtos, sendo os
de maior representatividade; o feijão que obteve uma subtração de 60,57% reduzindo-se
a 5.991 toneladas. A cana de açúcar de 2001 a 2007 obteve uma variação negativa de
52
52,99%. Por último o arroz com a perda de 100% da quantidade produzida em toneladas
da cutura temporária no Corede Campos de Cima da Serra.
Figura 17 -Quantidade produzida da cultura temporária.
350,00
300,00
289,50
250,00
222,45
219,17
209,81
200,00
179,42
154,98
150,00
133,89
131,10
96,01
100,00
80,00
76,06
70,59
47,01
50,00
66,93
60,00
56,60
33,21
39,43
31,14
Trigo
Tomate
Sorgo
Soja
Milho
Melão
Melancia
Mandioca
Fumo
Feijão
Ervilha
Cevada
Cebola
Cana de Açúcar
Batata Inglesa
Batata Doce
Aveia
Amendoim
Alho
Arroz
0,00
0,00
Entre os 20 itens analisados o trigo é que apresenta maior evolução no total da
quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da
Serra. Neste sentido o crescimento foi de 189,50% em relação ao ano base. Outros
53
produtos que se destacaram foram: o alho com um crescimento de 154,98%, a aveia com
um aumento de 131,10%, a batata inglesa com 219,17%, a cebola com 179,42%, a
ervilha com 222,45%, o milho com 133,89%, a soja com 209,81% e o trigo com 289,50%.
Entende-se por rendimento médio a razão entre a quantidade produzida e a área
colhida de cada produto agrícola no ano de referência da pesquisa. A tabela 30 apresenta
esses dados.
Tabela 30 – Rendimento médio da cultura temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra de 2001
a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
7.030
6.751
6.573
7.000
6.200
6.200
6.500
Amendoim
810
810
750
750
770
550
550
Arroz
1.170
970
968
893
200
120
0
Aveia
1.161
1.125
1.185
1.391
1.190
1.021
1.120
Batata Doce
13.400
12.800
10.400
11.100
10.700
7.900
7.900
Batata Inglesa
12.003
12.756
14.407
12.267
11.754
13.304
16.188
Cana de Açúcar
12.600
12.600
12.600
12.100
12.100
12.100
9.800
Cebola
7.100
7.150
7.000
7.150
6.350
7.000
9.300
Centeio
Cevada
1.330
1.080
1.450
1.500
1.770
1.552
1.350
Ervilha
1.400
1.347
1.450
1.550
1.520
1.520
1.520
Fava
Feijão
1.560
1.374
1.499
1.142
597
1.158
1.398
Fumo
500
500
500
408
533
736
797
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
11.800
11.800
12.100
11.800
12.900
12.400
12.400
Melancia
2.900
3.500
3.500
2.800
1.500
2.000
1.000
Melão
300
300
300
300
200
200
200
Milho
4.500
3.827
4.550
2.645
1.469
4.110
4.916
Soja
1.996
1.828
2.360
1.454
939
1.986
2.230
Sorgo
200
200
200
150
0
180
180
Tomate
20.000
22.700
19.300
17.302
17.400
18.800
18.800
Trigo
1.750
1.666
2.070
2.480
2.439
2.040
2.046
Triticale
-
Nota-se que ocorre um rendimento negativo de 5,13% na média da cultura
temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra. Tendo no ano de 2001 a
quantidade de 103.510 kg/ha, passando para 98.195 kg/ha em 2007.
Entre os 27 produtos analisados verifica-se que sete não apresentaram nenhum
dado. Podemos citá-los: abacaxi, cebola, fava, girassol, linho, mamona e triticale.
54
A tabela 31 expressa de forma efetiva a variação do rendimento médio da cultura
temporária em kg/há no Rio Grande do Sul desde o ano 2001 à 2007.
Tabela 31 – Variação do rendimento médio da cultura temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da
Serra de 2001 (ano base) a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
100,00
96,03
93,50
99,57
88,19
88,19
92,46
Amendoim
100,00
100,00
92,59
92,59
95,06
67,90
67,90
Arroz
100,00
82,91
82,65
76,35
17,23
10,26
0,00
Aveia
100,00
103,20
102,07
119,84
102,50
87,94
96,47
Batata Doce
100,00
104,69
77,61
82,84
79,85
58,96
58,96
Batata Inglesa
100,00
106,27
120,03
102,20
97,92
110,84
134,87
Cana de Açúcar
100,00
100,00
100,00
96,03
96,03
96,03
77,78
Cebola
100,00
100,70
98,59
100,70
89,44
98,59
130,99
Centeio
Cevada
100,00
81,20
109,02
112,78
133,08
116,69
101,50
Ervilha
100,00
96,19
103,57
110,71
108,57
108,57
108,57
Fava
Feijão
100,00
88,07
96,05
73,17
38,28
74,23
89,61
Fumo
100,00
100,00
100,00
81,66
106,66
147,12
159,32
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
100,00
100,00
102,54
100,00
105,08
105,08
105,08
Melancia
100,00
120,69
120,69
96,55
51,72
68,97
34,48
Melão
100,00
100,00
100,00
100,00
66,67
66,67
66,67
Milho
100,00
85,04
101,11
58,78
32,64
91,33
109,24
Soja
100,00
109,19
118,24
72,85
47,02
99,49
111,72
Sorgo
100,00
100,00
100,00
75,00
0,00
90,00
90,00
Tomate
100,00
113,50
96,50
86,51
87,00
94,00
94,00
Trigo
100,00
80,80
118,29
141,71
139,37
116,55
116,89
Triticale
-
Os dados aferem que o fumo teve a maior variação positiva entre todos outros
produtos analisados. Assim sendo, em 2001 o rendimento médio da cultura permanente
do fumo, que era de 500, passou para 797 em 2007, representando um crescimento de
mais de 59%. Já o arroz obteve a maior variação negativa, proporcionando uma redução
de 100% nos anos pesquisados.
Em relação a cevada, comparando o ano 2001 a 2007, observa-se que houve uma
estabilidade deste item, visto que no ano 2001 o rendimento médio da cultura permanente
55
era de 1330 e em 2007 foi para 1335 uma crescimento de apenas 1,50%.
Figura 18 – Variação do rendimento médio da cultura temporária em 2007 com
relação a 2001.
180,00
159,32
160,00
140,00
134,87
130,99
120,00
108,57
101,50
96,47
100,00 92,46
116,89
111,72
109,24
105,08
94,00
90,00
89,61
77,78
80,00
67,90
66,67
58,96
60,00
40,00
34,48
20,00
Trigo
Tomate
Sorgo
Soja
Milho
Melão
Melancia
Mandioca
Fumo
Feijão
Ervilha
Cevada
Cebola
Cana de Açúcar
Batata Inglesa
Batata Doce
Aveia
Amendoim
Alho
Arroz
0,00
0,00
A análise dos dados acima no período de 2001 a 2007, evidenciam que dos 20
produtos 9 apresentaram um resultado positivo. Destes apenas 33,33% tiveram um
desempenho acima de 30% no rendimento médio da cultura temporária em kg/há no Rio
Grande do Sul. Entre eles se encontram: fumo, batata inglesa e cebola. Os resultados
negativos representam 55% dos produtos pesquisados, tendo maior relevância negativa
os itens: amendoim, arroz, batata doce, melancia e melão, obtendo um decréscimo acima
de 30%.
56
A tabela 32 caracteriza o total do valor da produção da cultura temporária no
Corede Campos de Cima da Serra com base no Índice Nacional do Preço ao Consumidor
o INPC, a partir do ano 2001 a 2007.
Tabela 32 – Total do valor da produção em R$ da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com base
INPC de 2001 a 2007
Cultura temporária
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
65.316
92.576
37.050
23.613
32.829
29.465
25.539
Amendoim
2.336
2.350
2.401
2.165
1.164
1.951
1.897
Arroz
93
59
128
115
19
32
27
Aveia
185
164
379
340
184
161
171
Batata Doce
3.041
4.084
7.469
5.682
5.680
5.801
5.226
Batata Inglesa
30.072
31.124
23.167
18.101
13.712
14.634
10.217
Cana de Açúcar
1.535
1.969
2.845
1.724
1.134
2.554
4.183
Cebola
26.659
24.356
22.303
16.162
15.377
26.541
14.757
Centeio
Cevada
95
166
12
175
522
125
29
Ervilha
996
1.534
1.319
1.130
1.205
761
816
Fava
5
4
4
16
45
52
56
Feijão
3.234
6.439
6.137
5.480
2.954
3.850
2.956
Fumo
6.800
6.258
6.058
6.689
5.049
6.822
6.351
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
7.301
9.816
13.555
10.169
5.239
8.354
5.051
Melancia
674
447
542
504
354
429
367
Melão
1.173
1.535
1.596
1.548
1.141
851
781
Milho
78.375
118.651
145.623
106.276
19.211
62.733
92.691
Soja
3.885
5.400
8.972
10.020
2.940
11.523
16.751
Sorgo
0
0
0
0
0
0
0
Tomate
59.574
66.049
70.875
52.179
48.499
46.217
62.381
Trigo
679
2.014
3.810
3.124
2.585
4.871
3.874
Triticale
0
0
0
0
21
4
17
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Os dados da tabela 32 elucidam que ocorreu uma redução no total do valor da
produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 12,97% do ano
de 2001 a 2007, onde obtinha o valor de 292.028 e fechou com o valor de 254.138. Notase que o pior desempenho foi no ano de 2005, no qual totalizou 159.864 do valor
produzido, este montante representa uma redução de mais de 45%, tendo como base o
57
ano de 2001.
Visualiza-se na tabela 33 o total do valor da produção da cultura temporária no
Corede Campos de Cima da Serra com base no Índice Nacional do Preço ao Consumidor
o INPC, a partir do ano 2001 a 2007.
Tabela 33 – Variação do total do valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com
base INPC de 2001 (ano base) a 2007
Cultura temporária 2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Abacaxi
Alho
100,00
141,74
56,72
36,15
50,26
45,11
39,1
Amendoim
100,00
100,6
102,78
92,68
49,83
83,53
81,2
Arroz
100,00
63,47
137,56
123,34
19,88
34,31
28,97
Aveia
100,00
88,97
205,3
184,02
99,67
87,05
92,51
Batata Doce
100,00
134,29
245,58
186,81
186,77
190,72
171,83
Batata Inglesa
100,00
103,5
77,04
60,19
45,6
48,66
33,98
Cana de Açúcar
100,00
128,32
185,37
112,35
73,87
166,4
272,57
Cebola
100,00
91,36
83,66
60,62
57,68
99,56
55,35
Centeio
Cevada
100,00
175,09
12,18
184,45
551,07
131,71
30,61
Ervilha
100,00
154,02
132,49
113,44
120,98
76,45
81,96
Fava
100,00
92,88
82,53
352,39
959,11
1106,67
1201,74
Feijão
100,00
199,09
189,77
169,45
91,35
119,06
91,4
Fumo
100,00
92,03
89,08
98,37
74,25
100,31
93,39
Girassol
Linho
Mamona
Mandioca
100,00
134,45
185,67
139,3
71,76
114,43
69,19
Melancia
100,00
66,34
80,44
74,82
52,55
63,65
54,44
Melão
100,00
130,89
136,1
132,02
97,32
72,56
66,6
Milho
100,00
151,39
185,8
135,6
24,51
80,04
118,27
Soja
100,00
139
230,94
257,94
75,68
296,61
431,19
Sorgo
Tomate
100,00
110,87
118,97
87,59
81,41
77,58
104,71
Trigo
100,00
296,69
561,31
460,16
380,76
717,64
570,72
Triticale
-
Os dados demonstram que a fava teve a maior variação positiva entre todos outros
produtos analisados. Obtendo de 2001 a 2007 uma variação positiva no valor da
produção média, de 1101,74%. Outros dois produtos que se destacam em uma variação
positiva são: o trigo com mais de 470% e a soja com mais de 330%. Verifica-se um
decréscimo de variação principalmente nos itens: alho, arroz, batata inglesa, cebola,
58
cevada e milho.
Figura 19 – Variação do valor da produção da cultura temporária em 2007 em relação a
2001.
1400
1201,74
1200
1000
800
570,72
600
431,19
400
272,57
171,83
200
92,51
81,2
39,1
55,35
33,98
28,97
91,4 93,39
81,96
30,61
118,27
104,71
69,19 54,44 66,6
Trigo
Tomate
Soja
Milho
Melão
Melancia
Mandioca
Fumo
Feijão
Fava
Ervilha
Cevada
Cebola
Cana de Açúcar
Batata Inglesa
Batata Doce
Aveia
Arroz
Amendoim
Alho
0
Entre os 20 itens analisados a fava é que apresenta maior evolução no valor da
produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra. Neste sentido o
crescimento foi de 1101,74% em relação ao ano base. Outros produtos que se
destacaram foram: o trigo com um crescimento de 470,72%, a soja com um aumento de
331,19%, a cana de açúcar com 172,57% e a batata doce com 71,83%. Nota-se que 65%
dos produtos analisados tiveram um rendimento negativo comparado com o ano base de
59
2001. Os principais destaques foram: o alho, o arroz, a batata inglesa, a cebola, a cevada,
a mandioca, a melancia e o melão com mais de 30%.
4.3 Efetivo do rebanho
A tabela 33 elenca o total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos
de Cima da Serra.
Tabela 33 – Total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Asininos
22
26
18
10
5
5
5
5
Bovinos
419.077
349.785 348.646 379.616 372.752 350.402
362.085 357.516
Bubalinos
1.630
1.635
1.504
1.205
1.140
969
971
767
Caprinos
731
648
669
614
537
336
362
351
Codornas
813
891
773
958
1.030
1.095
1.222
1.296
Coelhos
748
719
1.050
1.058
984
1.202
1.273
1.033
Eqüinos
14.068
12.045
12.156
12.560
12.283
10.937
10.949
10.796
Galinhas
425.800
406.094 422.756 323.496 383.176 327.905
321.005 315.950
Galos, Frangas,
Frangos e Pintos
1.438.000 1.439.619 664.898 698.174 615.092 596.861
614.216 551.414
Muares
665
753
669
459
246
132
129
124
Ovinos
57.579
40.043
39.892
27.998
28.122
27.641
28.193
30.244
Suínos
62.550
90.232
73.011
70.373
67.856
65.129
63.377
54.444
Total
2.421.683 2.342.490 1.566.042 1.516.521 1.483.223 1.382.614 1.403.787 1.323.940
De forma geral percebe-se que houve um decréscimo no total de cabeças do
efetivo do rebanho desde o ano de 2000 a 2007. Sendo assim, os 13 itens analisados em
2000 totalizavam um efetivo de 2.421.683, e, em 2007 de 1.323.940, representando um
decréscimo expressivo de 45,33%. Nota-se que o efetivo relacionado (bovinos; galinhas;
galos, frangas, frangos e pintos) representa 92,52%, totalizando 1.224.880 de cabeças do
efetivo do rebanho. Esse dado representa uma segmentação no efetivo de rebanho.
A tabela 34 ilustra a variação no total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede
Campos de Cima de Serra até o ano de 2007, utilizando o ano de 2000 como base.
60
Tabela 34 – Variação do total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima da Serra de
2001 (ano base) a 2007
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Asininos
100,00
84,62
81,82
45,45
22,73
22,73
22,73
22,73
Bovinos
100,00
83,47
83,19
90,58
88,95
83,61
86,40
85,31
Bubalinos
100,00
100,31
92,27
73,93
69,94
59,45
59,57
47,06
Caprinos
100,00
88,65
91,52
83,99
73,46
45,96
49,52
48,01
Codornas
100,00
109,59
95,08
117,84
126,69
134,69
150,31
159,41
Coelhos
100,00
96,12
140,37
141,44
131,55
160,70
170,19
138,10
100,00
85,62
86,41
89,28
87,31
77,74
77,83
76,74
Eqüinos
Galinhas
100,00
95,37
99,28
75,97
89,99
77,01
75,39
74,20
Galos, Frangas,
100,00
100,11
46,24
48,55
42,77
41,51
42,71
38,35
Frangos e Pintos
Muares
100,00
113,23
100,60
69,02
36,99
19,85
19,40
18,65
Ovinos
100,00
69,54
69,28
48,63
48,84
48,01
48,96
52,53
Suínos
100,00
144,26
116,72
112,51
108,48
104,12
101,32
87,04
Total
100,00
96,73
64,67
62,62
61,25
57,09
57,97
54,67
A pesquisa demonstra que as codornas obtiveram a maior variação positiva entre
todos os rebanhos analisados. Obtendo de 2000 a 2007 uma variação positiva no total de
mais de 59%. Outro item que destacou-se em uma variação positiva foram os coelhos
com mais de 38%. Verifica-se um enorme decréscimo de variação. Diante do total de
cabeças do efetivo do rebanho do Corede Campos de Cima da Serra, representado por
12 itens, 83,33% apresentaram uma variação negativa.
61
Figura 20 – Variação do total de cabeças do efetivo de rebanho no ano de 2007 com
relação à 2000.
180,00
159,41
160,00
138,10
140,00
120,00
100,00
87,04
85,31
76,74
80,00
60,00
47,06
74,20
52,53
48,01
38,35
40,00
22,73
18,65
20,00
Suínos
Ovinos
Muares
Galos, Frangas, Frangos e Pintos
Galinhas
Eqüinos
Coelhos
Codornas
Caprinos
Bubalinos
Bovinos
Asininos
0,00
A figura 20 demonstra que houve um decréscimo na maioria dos itens analisados
em relação ao ano base. Destaca-se com saldo demasiadamente negativo os seguintes
itens: asininos (77,27%); bubalinos (52,94%); caprinos (51,99%); galos, frangas, frangos e
pintos (61,65%); muares (81,35%), e ovinos (47,47%).
62
4.4 Produção de origem animal
Vários produtos são considerados nesta análise, entre os produtos encontra-se a lã, leite,
mel de abelha, ovinos tosquiados, ovos de codorna, ovos de galinha e vacas ordenhadas.
Abaixo seguem os conceitos, que permitem uma melhor compreensão da pesquisa:
 Produção de lã - é a quantidade total de lã bruta obtida de ovinos tosquiados
durante o ano-base da pesquisa. Considera-se a lã, independentemente de sua
classificação: lã de velo, lã de garreio ou lã de cordeiro.
 Produção de leite - é a quantidade total de leite produzido pelas vacas
ordenhadas durante o ano-base da pesquisa.
 Produção de mel de abelha - é a quantidade total de mel de abelha produzido,
somente de abelhas criadas em apiários, durante o ano-base da pesquisa.
 Produção de ovos de codorna - é a quantidade total de ovos de codorna
produzidos durante o ano-base da pesquisa.
 Produção de ovos de galinha - é a quantidade total de ovos de galinha
produzidos durante o ano-base da pesquisa.
 Ovinos tosquiados - são os ovinos de qualquer idade ou sexo, pertencentes ao
rebanho do município, que foram tosquiados durante o ano-base da pesquisa para
fins de produção de lã.
 Vacas ordenhadas - são as vacas mestiças ou de raça (de corte, de leite ou de
dupla aptidão) existentes no município e que foram ordenhadas em algum período
do ano-base da pesquisa, com a finalidade de produção de leite, quer seja para
autoconsumo, para transformação em queijos, manteiga, etc., ou para venda.
Nesse sentido a tabela 35 apresenta o total da quantidade produzida de produção
de origem animal no Corede Campos de Cima da Serra entre os anos de 2000 e 2002.
63
Tabela 35 – Total da quantidade produzida de produção de origem animal no
Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2002
Produção de origem animal
Unidade
2000
2001
2002
Lã
kg
119.292
87.548
83.143
Leite
mil litros
32.578
23.593
35.099
Mel de Abelha
kg
213.930 230.770
239.072
Ovinos Tosquiados
cabeças
38.110
33.786
30.916
Ovos de Codorna
mil dúzias
5
9
28
Ovos de Galinha
mil dúzias
2.678
6.304
6.569
Vacas Ordenhadas
cabeças
41.580
36.449
31.513
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Pode-se observar que os sete itens descritos na tabela 35, dois deles apresentam
uma correlação de desempenho positivo, os mesmos são: os ovos de codorna e os ovos
de galinha. A análise realizada nos demais deve ser feita individualmente pela grande
distinção das categorias. Na tabela abaixo pode-se verificar a variação dos mesmos.
Tabela 36 – Variação do total da quantidade produzida de produção de origem
animal no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base) a 2002
Produção de origem animal
Unidade
2000
2001
2002
Lã
kg
100,00
73,39
69,70
Leite
mil litros
100,00
72,42
107,74
Mel de Abelha
kg
100,00
107,87
111,75
Ovinos Tosquiados
cabeças
100,00
88,65
81,12
Ovos de Codorna
mil dúzias
100,00
180,00
560,00
Ovos de Galinha
mil dúzias
100,00
235,40
245,29
Vacas Ordenhadas
cabeças
100,00
87,66
75,79
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Os dados acima informam que dos sete itens mais da metade tiveram um resultado
crescente. Os que mais se destacaram foram: os ovos de codorna e os ovos de galinha
com uma variação positiva de 460% e 145,29%, respectivamente. Já os principais
resultados negativos foram verificados nos seguintes produtos: lã com uma redução de
mais de 30%, resultando em uma perda de 36.149 Kg de 2000 a 2002; as vacas
ordenhadas com uma redução de quase 25%, ocasionando uma queda de produção de
10.067 cabeças.
64
4.5 Extração vegetal
Na tabela 36 pode-se observar a quantidade produzida de extração vegetal no
Corede Campos de Cima da Serra.
Tabela 36 – Total da quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra de
2000 a 2006
Unidade
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Carvão Vegetal
t
16
6
2
1
3
1
1
Erva Mate Cancheada
t
25
72
129
89
124
143
114
Lenha
m³
56.170
38.874 38.013
4.030 15.186
15.796
15.895
Madeira em Tora
m³
9.140
5.703
7.288
2.082
4.504
490
460
Palmito
200
220
230
0
195
50
50
Pinhão
t
87
81
85
10
72
93
95
Pinheiro Brasileiro –
Madeira em Tora
m³
50
50
Pinheiro Brasileiro –
Nó de Pinho
m³
-
A tabela 36 indica que a erva mate cancheada, a lenha e a madeira em tora estão
entre os 9 itens analisados que mais contribuíram para o incremento do
total da
quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra.
A tabela 37 ilustra a quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos
de Cima da Serra.
Tabela 37 – Variação do total da quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000
Unidade
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Carvão Vegetal
t
100,00
37,50
12,50
6,25
18,75
6,25
6,25
Erva Mate Cancheada
t
100,00
288,00 516,00 356,00 496,00
572,00
456,00
Lenha
m³
100,00
69,21
67,67
7,17
27,04
28,12
28,30
Madeira em Tora
m³
100,00
62,40
79,74
22,78
49,28
5,36
5,03
Palmito
100,00
110,00 115,00
0,00
97,50
25,00
25,00
Pinhão
t
100,00
93,10
97,7
11,49
82,76
106,90
109,20
Pinheiro Brasileiro –
Madeira em Tora
m³
100,00
Pinheiro Brasileiro –
Nó de Pinho
m³
100,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Pode-se aferir que o pinhão é um dos itens que vem mantendo a tendência de
65
crescimento conforme os dados apresentados desde ano 2000 até 2006.
Constata-se a partir da análise que a quantidade produzida de extração vegetal
referente a erva mate cancheada quadruplicou no ano de 2006 em relação ao ano base
(2000).
4.6 Mercado de trabalho
Os Estabelecimentos tratados nesta parte são divididos pelos Grandes Setores:
são estes, os setores de Indústria, Construção Civil, Comércio, Serviços, Agropecuária, e
outros.
A tabela 38 apresenta o total de estabelecimentos, divididos p no Corede Campos
de Cima da Serra entre os anos de 2000 e 2008.
Tabela 38 – Total de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008.
Grandes Setores
2000
2001
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Indústria
564
574
619
620
617
612
618
603
588
132
124
130
121
107
121
129
115
119
Construção Civil
Comércio
1.838
1.980 2.114 2.155 2.205 2.233 2.249 2.280 2.351
Serviços
1.325
1.391 1.499 1.560 1.637 1.679 1.647 1.699 1.715
Agropecuária
720
754
812
832
879
872
890
891
954
Outro/Ignorado
1
0
0
0
0
0
0
0
0
Total
4.580
4.823 5.174 5.288 5.445 5.517 5.533 5.588 5.727
Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em:
19/11/2009.
No número absoluto de estabelecimentos todos estabelecimentos apresentaram
aumento de número de estabelecimentos, à exceção de estabelecimentos ligados à
construção civil que decresceu no período. Entre os que aumentaram de número destacase os setores de comércio e serviços, ambos com crescimento no período analisado em
2000, 1838 estabelecimentos vinculados a Comércio e em 2008 este número passa para
2351. A variação entre os estabelecimentos de Serviços parte de 1325 estabelecimentos
em 2000 para 1715 em 2008. Agropecuária também mostrou contínuo crescimento nesse
período. O setor de indústria apresentou crescimento até 2003 e decaiu a partir daí, mas
ainda obtém valor maior que em 2000.
66
A tabela 39 expressa a variação do número total de estabelecimentos no Corede
Campos de Cima da Serra tendo como base 100 o ano de 2000.
Tabela 39 – Variação no total de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base)
a 2008
Grandes Setores
2000
2001
2002
2003
2004
2005 2006
2007
2008
Indústria
100 101,77 109,75 109,93 109,4 108,51 109,57 106,91 104,26
Construção Civil
100
93,94 98,48
91,67 81,06 91,67 97,73 87,12 90,15
Comércio
100 107,73 115,02 117,25 119,97 121,49 122,36 124,05 127,91
Serviços
100 104,98 113,13 117,74 123,55 126,72 124,45 128,23 129,43
Agropecuária
100 104,72 112,78 115,56 122,08 121,11 123,61 123,75 132,5
Outro/Ignorado
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Total
100 105,31 112,97 115,46 118,89 120,46 120,81 122,01 125,04
Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em:
19/11/2009.
Com a tabela 39 fica claro que os setores Agropecuária (32,5 %), Serviços
(29,43%) e Comércio (27,91%) foram os que mais cresceram no período. Fica evidente
também a variação negativa do setor de construção Civil que possui hoje 90,15% do que
possuía em 2000, sofrendo portanto uma redução de 9,85% entre 2000 e 2008 no número
de estabelecimentos. No total o número de estabelecimentos no Corede Campos de Cima
da Serra Cresceu 25,04% entre 2000 e 2008.
A tabela 40 apresenta o número total de empregos no Corede Campos de Cima da
Serra por Grandes Setores e Total entre os anos de 2000 e 2008.
Tabela 40 – Total de empregos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008
Grandes Setores
2000
2001
2002
2003
2004 2005 2006 2007 2008
Indústria
2.473
3.988 4.234
4.516 4.527 5.115 5.283 5.352 5.387
773
692 2.675
2.506 1.824
863
319
391
431
Construção Civil
Comércio
4.212
4.429 4.652
4.932 4.867 5.500 5.651 5.700 5.713
Serviços
3.014
3.126 3.299
3.534 3.541 3.997 4.095 4.142 4.248
Agropecuária
4.530 10.322 11.991 13.796 14.568 12.791 12.040 13.424 14.605
Outro/Ignorado
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Total
15.002 22.557 26.851 29.284 29.327 28.266 27.388 29.009 30.384
Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em:
19/11/2009.
67
O setor que mais emprega no Corede Campos de Cima da Serra é o setor
agropecuário, seguido pelos setores de Comércio, Indústria e Serviços. Todos os setores
apresentaram crescimento neste período à exceção do setor de Construção Civil que é o
que menos emprega e ainda em 2008 decresceu em relação ao ano de 2000 em Total de
empregos. Em números absolutos o setor Agropecuário se destaca pois em 2000 possuía
4530 empregos este número no ano seguinte subiu para 10322 em 2001 e 14605 em
2008, crescimento evidenciado também na tabela seguinte.
A Tabela 41 apresenta a variação de 2000 à 2008 por setor e total do total de
empregos por setor e total no Corede Campos de Cima da Serra tendo como base 100 o
ano de 2000.
Tabela 41 – Variação do total de empregos no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base) a 2008
Grande Setores
2000
2001
2002
2003
2004
2005 2006
2007
2008
Indústria
100,00 161,26 171,21 182,61 183,06 206,83 213,63 216,42 217,83
100,00
89,52 346,05 324,19 235,96 111,64 41,27 50,58 55,76
Construção Civil
Comércio
100,00 105,15 110,45 117,09 115,55 130,58 134,16 135,33 135,64
Serviços
100,00 103,72 109,46 117,25 117,49 132,61 135,87 137,43 140,94
Agropecuária
100,00 227,86 264,70 304,55 321,59 282,36 265,78 296,34 322,41
Outro/Ignorado
100,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Total
100,00 150,36 178,98 195,20 195,49 188,41 182,56 193,37 202,53
Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em:
19/11/2009.
Pela Tabela acima é possível identificar o crescimento de 127% no número de
empregos no setor Agropecuário entre 2000 e 2001 e um crescimento de 2000 à 2008 de
222%. O número de empregos na Construção Civil por outro lado caiu no ano de 2008
representa 55,76% do que havia em 2000 uma queda de 44,24% no período. Outro setor
que se destaca é o da Indústria que cresceu no período 117,83%. No total o crescimento
de empregos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008 foi 102,53%.
4.7 Exportações
A Tabela 42 apresenta a Balança Comercial no Campos de Cima da Serra, bem
68
como as Exportações e Importações no período de 2000 a 2007 bem como suas
variações tendo como base 100 o ano de 2000.
Tabela 42 - Balança comercial no Corede Campos de Cima da Serra e variações (base 100 no ano de
2000) no período entre 2000 e 2001
Saldo
Balança
Ano
Exportações
Variação
Importações
Variação
Variação
Comercial
2000
18.696.891
100,00
5.211.241
100,00 13.485.651
100,00
2001
15.823.413
84,63
3.983.411
76,44 11.840.002
87,8
2002
17.464.450
93,41
2.883.539
55,33 14.580.911
108,12
2003
21.546.749
115,24
2.644.904
50,75 18.901.844
140,16
2004
40.526.609
216,76
2.660.663
51,06 37.865.946
280,79
2005
22.592.230
120,83
3.252.799
62,42 19.339.431
143,41
2006
18.106.124
96,84
2.354.181
45,18 15.751.943
116,81
2007
38.497.177
205,90
6.597.260
126,60 31.899.917
236,55
Fonte:Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Disponível em:
<http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sistema/balanca/>. Acesso em: 18/11/2009.
OBS: Dados não disponíveis das cidades: André da Rocha, Esmeralda, Monte Alegre dos Campos,
Pinhal da Serra e São José Dos Ausentes.
Quanto às exportações pode se afirmar os anos de 2004 e 2008 marcaram ápices
nos valores exportados possuindo oscilações mas sempre tendendo ao crescimento
resultando numa variação positiva de 2000-2007 em 105,9% nas exportações.
69
Figura 21 – Variação do Saldo da Balança Comercial.
400
350
300
250
Exportação
Importação
Saldo Balança Comercial
200
150
100
50
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Os dados da figura 21 pode-se observar o comportamento das exportações no
Corede Campos de Cima da Serra, apresentando oscilações/ variações de uma forma
geral positiva.
4.8 Importações
De acordo com a Tabela 42 às importações tiveram valores absolutos menores que
2000 ao longo de todo o período analisado a exceção do último ano 2007 onde
apresentou um resultado superior ao de 2000. Apesar de terminar o período entre 2000 e
2007 com crescimento de 26,6% nas importações, é necessário a ressalva de que
durante os anos de 2001 a 2006 o padrão foi oscilante e não de crescimento e sempre
abaixo do número obtido em 2000.
70
4.9 Balança comercial
A tabela 42 ilustra um saldo positivo da balança comercial no Corede Campos de
Cima da Serra. Salienta-se que no ano de 2007 o saldo aumentou 236,55% em relação
ao ano base (2000).
4.10 Valor Adicionado Bruto - VAB
A tabela 43 ilustra o Valor Adicionado Bruto (VAB) no Corede Campos de Cima da
Serra a partir do ano 2000 a 2005.
Tabela 43 – Valor Adicionado Bruto no Corede Campos de Cima da Serra
entre 2000 e 2005
Ano
Agropecuária
Indústria
Serviços
2000
436.457,31
193.408,71
149.469,84
2001
515.120,46
177.340,82
144.118,13
2002
367.814,88
136.647,77
133.289,41
2003
486.043,68
151.261,49
142.004,97
2004
306.861,81
252.167,00
136.215,60
2005
219.983,17
205.263,72
145.695,78
A tabela 44 demonstra a variação do Valor Adicionado Bruto da agropecuária,
indústria, e serviços de 2000 a 2005 tendo como base 100 o ano de 2000.
Tabela 44 – Variação do Valor Adicionado Bruto da Agropecuária,
Indústria e Serviços entre 2000 (ano base) e 2005
Ano
Agropecuária
Indústria
Serviços
2000
100,00
100,00
100,00
2001
118,02
91,69
96,42
2002
84,27
70,65
89,17
2003
111,36
78,21
95,01
2004
70,31
130,38
91,13
2005
50,4
106,13
97,48
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A partir da análise das tabelas, observa-se que o VAB da agropecuária caiu pela
71
metade no ano de 2005 em relação ao ano 2000. A indústria por sua vez cresceu 6,13%
em 2005 em relação ao ano base (2000) do respectivo setor. Os Serviços se mantiveram
constantes ao longo do período e ao final de 2005 seu valor acusou uma queda de 2,52%
em relação ao ano de 2000.
4.11 PIB
A tabela 45 ilustra o Produto Interno Bruto (PIB) no Corede Campos de Cima da
Serra a partir do ano 2000 á 2006. O PIB ilustra a soma (em valores monetários) de todos
os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países,
estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc).
Tabela 45 – PIB no Corede Campos de
Cima da Serra de 2000 a 2006 com
variação (ano base 2000).
PIB
PIB base 100
2000
1.112.979,55
100,00
2001
1.177.262,65
105,78
2002
1.120.874,25
100,71
2003
1.301.835,45
116,97
2004
1.072.979,18
96,41
2005
974.424,81
87,55
2006
1.124.576,00
101,04
Fonte: Fundação de Economia e Estatística –
FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Conforme a tabela 45 o PIB no Corede Campos de Cima da Serra apesar de
períodos de maior variação se manteve 01,04% maior em 2006 do que no ano de 2000.
Neste período se destacam os anos de 2003 com o maior PIB do Período e 2005 com o
menor PIB no período.
A tabela 46 apresenta o PIB per capita no Corede Campos de Cima da Serra de
2000 a 2006 com variação (ano base 2000).
72
Tabela 46 – PIB no Corede Campos de Cima da Serra de
2000 a 2006 com variação (ano base 2000)
PIB per capita PIB per capita
2000
13.776,97
100,00
2001
17.570,68
134,26
2002
14.654,52
120,56
2003
19.410,47
179,70
2004
22.951,46
232,24
2005
17.901,77
194,91
2006
25.357,00
291,80
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE.
Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
De acordo com a tabela 46 o PIB per capita apresentou variação positiva e
crescimento oscilante resultando num aumento de191,8% no de 2006 em relação ao ano
de 2000.
4.12 Despesas realizadas
A tabela 47, elenca o total de despesas realizadas e receitas arrecadadas no
Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 A 2007.
Tabela 47 – Total de despesas realizadas no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2007
Ano
Correntes
%
De Capital
%
Total
2000
65.317.339,30
100,00
9.317.444,61
100,00 74.634.783,92
2001
66.484.761,54
98,24
11.541.386,57
123,87 78.026.148,11
2002
68.230.112,70
100,00
17.090.945,78
183,43 85.321.058,49
2003
75.214.461,76
102,63
12.716.314,52
136,48 87.930.776,28
2004
80.265.370,31
113,13
13.187.075,01
141,53 93.452.445,32
2005
87.580.972,06
120,73
10.897.647,57
116,96 98.478.619,63
2006
96.579.579,18
131,73
13.653.506,11
146,54 110.233.085,29
2007
105.609.645,00
145,27
19.460.237,00
208,86 125.069.882,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
%
100,00
104,54
114,32
117,81
125,21
131,95
147,70
167,58
73
Figura 22 - Total de despesas realizadas.
400,00
350,00
300,00
250,00
Correntes
200,00
De capital
150,00
Total
100,00
50,00
0,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Ano 2006
Ano 2007
Em 2007 o total das despesas realizadas obteve um aumento significativo em
relação ao ano de 2000. Assim sendo, as despesas total realizadas em 2000 foram de
45.643.629 e 125.069 em 2007.
Tabela 48 – Total de receitas arrecadadas no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2007
Ano
Correntes
%
De Capital
%
Total
%
2000
72.873.889,72
100,00
1.342.223,74
100,00 74.216.113,45
100,00
2001
80.731.592,24
110,78
1.188.103,67
88,52 81.919.695,91
110,38
2002
91.772.560,73
113,68
4.138.716,54
348,35 95.911.277,27
117,08
2003
96.512.167,29
105,16
1.631.448,74
39,42 98.143.616,03
102,33
2004
100.735.471,69
104,38
1.492.633,80
91,49 102.228.105,49
104,16
2005
111.226.127,91
110,41
3.115.393,55
208,72 114.341.521,46
111,85
2006
116.216.841,09
104,49
3.143.964,02
100,92 119.360.805,11
104,39
2007
131.209.320,00
112,9
5.172.434,00
164,52 136.381.754,00
114,26
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 23 – Total de receitas arrecadadas no Corede Campos de Cima da Serra
700,00
600,00
500,00
400,00
Correntes
300,00
De capital
200,00
100,00
0,00
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007
Total
74
Em relação as receitas arrecadadas, percebe-se um aumento no total de receitas
arrecadas desde o ano 2000 (total receitas arrecadadas no período 45.387.587) á 2007
(total receitas arrecadadas no período 136.381.754).
4.13 Receitas arrecadadas estaduais
A tabela 49 apresenta o total de tributos (ICMS, IPVA, ITBI) estaduais no Corede
Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 á 2008. Entende-se por:
 Imposto sobre circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de
transporte e de comunicações (ICMS) - é um tributo estadual, incidente sobre a
entrada ou a saída de mercadorias, bem como sobre o início dos serviços de
transporte interestadual ou intermunicipal, as comunicações e o fornecimento de
alimentação, bebidas e outras mercadorias, incluídos os serviços.
 Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA) - é um tributo
estadual, tendo como fato gerador a propriedade de veículos automotores.
 Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI) - é um tributo estadual,
incidente sobre a transmissão de bens imóveis e de direitos a ele relativos. É
gerado por contrato de compra e venda, doação e ato de arrematação ou
transmissão por óbito. A Constituição de 1988 extinguiu este imposto, criando o
ITCD no âmbito estadual e o ITIBI no municipal. A presença do ITBI estadual após
1988 é explicada pela existência de valores referentes a fatos geradores anteriores
à referida alteração.
75
Tabela 49 – Total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da Serra em R$
no período de 2000 a 2008
Ano
ICMS
IPVA
ITBI
Arrecadação Total
2000
27.560.423,79 4.933.567,83
17.550,64
32.511.542,26
2001
27.903.963,50 6.127.985,58
31.074,06
34.063.023,15
2002
27.103.253,04 5.596.605,53
58.114,25
32.757.972,82
2003
32.772.778,53 6.011.946,99
30.581,83
38.815.307,36
2004
40.358.333,71 5.972.905,50
73.890,91
46.405.130,12
2005
29.284.663,23 5.970.464,68
16.449,73
35.271.577,63
2006
20.513.653,74 6.537.913,67
12.859,85
27.064.427,26
2007
23.290.531,13 7.166.503,37
13.951,68
30.470.986,18
2008
35.741.804,00 7.737.943,00
28.554,00
43.508.301,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Em 2008 a arrecadação do ICMS dobrou em relação ao ano 2000. O IPVA também
apresenta uma postura de crescimento no ano 2008 em relação ao ano 2000. O mesmo
pode-se dizer do ITBI que no ano 2000 foi de 10.275 R$ e de 28.554 R$ no ano de 2008.
Tabela 50 – Total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da Serra em R$
Ano
ICMS
IPVA
ITBI
Arrecadação Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
101,25
124,21
177,05
104,77
2002
98,34
113,44
331,12
100,76
2003
118,91
121,86
174,25
119,39
2004
146,44
121,07
421,02
142,73
2005
106,26
121,02
93,73
108,49
2006
74,43
132,52
73,27
83,25
2007
84,51
145,26
79,49
93,72
2008
129,69
156,84
162,69
133,82
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
76
Figura 24 – Variação dos Tributos Estaduais.
Tributos Estaduais
700,00
600,00
500,00
400,00
300,00
ICMS
IPVA
ITBI
200,00
100,00
0,00
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008
A figura 24 ilustra o total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 á 2008.
Percebe-se uma certa constância em relação a variação de cada um dos tributos
analisados.
4.14 Receitas Arrecadadas federais
A tabela 51 elenca o total de tributos federais (IPI, IRPJ e Receita previdenciária)
no Corede Campos de Cima da Serra a parir do ano 2000 á 2008.
Observa-se que em a Receita previdenciária foi a que mais arrecadou no período
de 2008 em relação ao demais tributos.
A tabela 51 ilustra o total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra
do ano de 2000 à 2008.
77
Tabela 51 – Total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ de 2000
a 2008
IPI
IRPJ
Receita Previdenciária Total das receitas
2000
6.312.870,51 3.165.389,07
9.478.259,58
2001
6.125.157,43 3.209.271,44
10.724.764,09
2002
6.091.892,99 4.217.500,19
10.309.393,18
2003
9.406.142,10 5.239.641,88
14.645.783,98
2004
10.081.241,34 5.752.054,90
15.833.296,24
2005
9.417.514,57 7.177.385,57
16.594.900,15
2006
7.578.400,22 7.037.892,12
14.616.292,34
2007
8.216.566,63 7.319.368,05
61.889.623,03
77.425.557,70
2008
7.882.700,00 9.259.096,00
65.990.049,00
105.371.845,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso
em: 06/10/2009.
Tabela 52 – Variação do total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em
R$ no período de 2000 (ano base) a 2008.
IPI
IRPJ
Receita Previdenciária Total das receitas
2000
100,00
100,00
100,00
2001
97,03
101,39
113,15
2002
96,50
133,24
108,77
2003
149,00
165,53
154,52
2004
159,69
181,72
167,05
2005
149,18
226,75
175,08
2006
120,05
222,34
154,21
2007
130,16
231,23
816,88
2008
124,87
292,51
1111,72
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso
em: 06/10/2009.
Figura 25 - Total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em R$.
Tributos Federais
600,00
600
500,00
500
400,00
400
300,00
300
200,00
200
100,00
100
IPI
IRPJ
Receita Previdenciária
0,00
0
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008
78
A análise da figura 25 demonstra uma clara evolução no que tange a arrecadação
do IRPJ. Assim sendo, em 2000 a arrecadação correspondia á 2,0% e em 2008 foi de
12%.
5.10.5 Tributos municipais arrecadados
A tabela 53 demonstra o total de tributos municipais ( IPTU, ISSQN, ITIBI) no
Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2007.
Tabela 53 – Total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da
Serra em R$ no período de 2000 a 2007
IPTU
ISSQN
ITIBI
Total
2000
1.909.607,39
896.089,07
849.728,93 3.655.425,39
2001
2.255.383,58 1.632.600,28 1.281.267,74 5.169.251,61
2002
2.206.366,99 3.060.962,68 1.333.305,35 6.600.635,02
2003
2.515.920,58 4.173.240,40 1.544.729,33 8.233.890,31
2004
2.836.547,87 4.465.010,85 1.213.361,91 8.514.920,63
2005
3.225.280,82 4.146.538,13 1.067.002,98 8.438.821,94
2006
2.952.144,25 3.809.808,01 1.208.063,35 7.970.015,61
2007
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Dis ponível em:
<www.fee.tche.rs >. Acess o em: 06/10/2009.
O total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra aumentou
significativamente, nos períodos analisados. Assim, em 2000 o total foi de de 2.235.511 e
em 2008 foi de 9.771.539.
Entende-se que :
 O Imposto predial e territorial urbano (IPTU) - é um tributo municipal, incidente
sobre a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel localizado na zona
urbana do município,
 Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) - é um tributo municipal,
incidente exclusivamente sobre serviços relacionados ao trabalho e a atividades
legalmente consideradas como de prestação de serviços por empresas ou
profissionais autônomos,
 Imposto sobre transmissão "inter vivos" de bens imóveis e de direitos reais
79
sobre imóveis (ITIBI) - é um tributo municipal, incidente sobre a transmissão a
qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis e de direitos reais sobre os
mesmos, exceto os de garantia, bem como sobre a cessão de direito.
A tabela 54 elenca de forma efetiva o total de tributos municipais no Corede Campos de
Cima da Serra, durante o período de 2000 á 2007.
Tabela 54 – Variação do total de tributos municipais no Corede Campos
de Cima da Serra em R$ no período de 2000 a 2007
IPTU
ISSQN
ITIBI
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
118,11
182,19
150,79
141,41
2002
115,54
341,59
156,91
180,57
2003
131,75
465,72
181,79
225,25
2004
148,54
498,28
142,79
232,94
2005
168,90
462,74
125,57
230,86
2006
154,59
425,16
142,17
218,03
2007
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 26 - Total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra
Tributos Municipais
1000,00
900,00
800,00
700,00
600,00
IPTU
500,00
ISSQN
ITIBI
400,00
300,00
200,00
100,00
0,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Ano 2006
Ano 2007
Constata-se um certa constância no total de tributos municipais no Rio Grande do
80
Sul. Nos anos analisados apenas o ano 2000 teve menor representatividade no total de
tributos.
81
5. GESTÃO SOCIAL
Neste capítulo, são abordados dados referentes a gestão social no Corede
Campos de Cima da Serra, portanto são apresentados e analisados dados sobre
educação, saúde e política.
Na educação, são abordados dados referentes ao Ensino Fundamental, Ensino
Médio, Ensino Superior, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos. As variáveis
apresentadas referem-se as matrículas iniciais, número de concluintes, número de
estabelecimentos, taxa de abandono, taxa de aprovação, taxa de reprovação e taxa de
distorção de idade série. Sendo que para alguns dos níveis de educação não são
abordadas todas as variáveis citadas acima.
Quando a saúde, são apresentados dados de mortalidade infantil, de nascimentos,
quantidade de hospitais e leitos, número de casamentos, separações judiciais, entre
outros dados.
Em relação a política, os dados disponíveis para análise referem-se a quantidade
de eleitores analfabetos, menores, homens e mulheres.
5.1 Educação Infantil
A tabela 55 apresenta o total de matriculas iniciais na Educação Infantil no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 55 – Total de matrículas iniciais na Educação Infantil no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2006
Ano
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
555
980
112
1.647
2001
554
949
280
1.783
2002
605
1.061
347
2.013
2003
602
1.154
384
2.140
2004
581
1.383
500
2.464
2005
540
1.532
560
2.632
2006
533
1.455
480
2.468
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso
em: 06/10/2009.
82
De uma forma geral, pode-se aferir à crescente no total de matriculas iniciais na
educação infantil. As matriculas municipal demonstram claramente isso, mas é a nível
particular que se percebe ainda mais este comportamento.
A tabela 56 demonstra de forma real o total de matriculas iniciais na educação
infantil, tendo como base o ano 2000.
Tabela 56 – Variação do total de matrículas iniciais na Educação Infantil no período de 2000
(ano base) a 2006.
Ano
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
99,82
96,84
250,00
108,26
2002
109,01
108,27
309,82
122,22
2003
108,47
117,76
342,86
129,93
2004
104,69
141,12
446,43
149,61
2005
97,30
156,33
500,00
159,81
2006
96,04
148,47
428,57
147,43
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso
em: 06/10/2009.
Figura 27 - Total de matriculas iniciais na educação infantil.
600,00
500,00
400,00
300,00
200,00
Estadual
Municipal
Particular
100,00
0,00
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006
A tabela 57 aponta um crescimento no total de matriculas iniciais na educação
infantil. Constata-se que que a nível particular este crescimento foi mais expressivo do
que os demais variáveis analisados. De forma geral, no ano de 2005 o total de matriculas
iniciais na educação infantil foi de 59,81%.
83
Tabela 57 – Total de estabelecimentos na Educação Infantil no Corede Campos de Cima da Serra no
período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
19
0
30
3
52
2001
18
0
29
8
55
2002
19
0
32
11
62
2003
19
0
30
11
60
2004
19
0
38
18
75
2005
19
0
41
19
79
2006
19
0
40
17
76
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Conforme a tabela 57 a nível particular o total de estabelecimentos na educação
infantil registrou um aumento considerável comparando o ano de 2000 e 2006. Assim
sendo, no ano 2006 o total de estabelecimentos particular na educação infantil
representava mais do que o quíntuplo do que o ano 2000.
Figura 28 – Estabelecimentos na Educação Infantil no ano de 2006.
Estabelecimentos na Educação Infantil no ano de 2006
17
19
Estadual
Municipal
Particular
40
A Figura 28, demonstra o total de estabelecimentos na educação infantil desde
2000 á 2006 a nível Estadual, Federal, Municipal e Particular.
84
5.2 Ensino Superior
A tabela 58 apresenta o total de matrículas no Ensino Superior no Corede Campos
de Cima da Serra no período de 2000 á 2002.
Tabela 58 – Total de matrículas no Ensino
Superior no Corede Campos de Cima da Serra no
período de 2000 a 2002
Universidade
Variação
2000
1.112
100,00
2001
1.263
113,58
2002
1.223
109,98
Fonte: Fundação de Economia e Estatística –
FEE. Disponível em: <www.fee.tche.br>. Acesso
em: 06/10/2009.
O ano de 2002 apresenta um crescimento de 9,98% no total de matriculas no
Ensino Superior, mais precisamente na Universidade. No ano anterior esse numero foi
maior, atingindo 13,58%.
5.3 Ensino Especial
A tabela 59 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino especial no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 59 – Total de matrículas iniciais no Ensino Especial no Corede
Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Municipal
Particular
Total
2000
30
197
2001
60
191
2002
41
184
2003
39
201
2004
44
203
2005
41
157
2006
43
159
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
227
251
225
240
247
198
202
85
Percebe-se uma certa oscilação nos três níveis que registram matriculas iniciais no
ensino especial no Corede Campos de Cima da Serra. Mas, de uma forma geral
comparando o total registrado no ano 2006 houve um decréscimo em relação ao ano
2000.
A tabela 60 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino especial a partir do ano
2000 a 2006.
Tabela 60 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Especial no período de 2000 (ano base) a 200
Estadual
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
200,00
96,95
110,57
2002
136,67
93,40
99,12
2003
130,00
102,03
105,73
2004
146,67
103,05
108,81
2005
136,67
79,70
87,23
2006
143,33
80,71
88,99
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 29 - Total de matriculas iniciais no ensino especial.
Total de matrículas no ensino especial
200,00
150,00
Estadual
Particular
100,00
50,00
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006
Pode-se observar que o total de matrículas oscilou entre todos os níveis que
registram matriculas. Mas a nível estadual no ano de 2001 houve um aumento
significativo.
A tabela 61 ilustra o total de estabelecimentos no ensino especial no Corede
Campos de Cima da Serra.
86
Tabela 61 – Total de estabelecimentos no Ensino Especial no Corede Campos
de Cima da Serra entre 2000 e 2006.
Estadual
Municipal
Particular
Total
2000
4
98
2
104
2001
4
2
6
2002
4
2
6
2003
4
2
6
2004
4
2
6
2005
4
2
6
2006
4
2
6
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Percebe-se que no ano 2000 a nível municipal houve uma representativa
significativa no total de estabelecimentos no ensino especial no Corede Campos de Cima
da Serra.
A tabela 62 ilustra o total de estabelecimentos no ensino especial a nível Estadual,
Municipal e Particular a partir do ano 2000 á 2006.
Tabela 62 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino
Especial entre 2000 (ano base) a 2006.
Estadual Municipal Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
100,00
0,00
100,00
5,77
2002
100,00
0,00
100,00
5,77
2003
100,00
0,00
100,00
5,77
2004
100,00
0,00
100,00
5,77
2005
100,00
0,00
100,00
5,77
2006
100,00
0,00
100,00
5,77
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A tabela 62 ilustra que em 2001 que o total de estabelecimentos no ensino especial
foi de maior representatividade. A nível particular houve uma certa constância nos
períodos analisados
87
5.4 Ensino de Jovens e Adultos
A tabela 63 caracteriza o total de matriculas no ensino de jovens e adultos no
Corede Campos de Cima da Serra, no período de 2000 á 2006.
Tabela 63 – Total de matrículas iniciais no Ensino de Jovens e Adultos no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
356
72
428
2001
923
9
932
2002
502
644
1.146
2003
729
255
984
2004
1.055
129
1.184
2005
1.059
102
1.161
2006
1.089
129
1.218
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Pode-se aferir que o maior numero de matriculas são registrados a nível Estadual e
Municipal, apresentando ano com grande numero de matriculas e anos com menos
matriculas.
A tabela 64 caracteriza o total de matriculas iniciais no ensino de jovens e adultos a
partir do ano 2000 á 2006.
Tabela 64 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino de Jovens e Adultos no período
de 2000 (ano base) a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
259,27
12,5
217,757
2002
141,011
894,445
267,757
2003
204,775
354,167
229,907
2004
296,348
179,1667
276,636
2005
297,472
141,667
271,262
2006
356,05
179,167
284,58
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
88
Figura 30 - Total de matriculas iniciais no ensino de jovens e adultos.
1000
900
800
700
600
Estadual
500
Municipal
400
300
200
100
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Pode-se observar que a partir da análise dos dados que nível estadual e municipal
tem maior concentração de matriculas no ensino de jovens e adultos.
A tabela 65, ilustra o total de estabelecimentos no ensino de jovens e adultos no
Corede Campos de Cima da Serra.
89
Tabela 65 – Total de estabelecimentos no Ensino de Jovens e Adultos no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
3
3
6
2001
3
3
6
2002
5
5
10
2003
6
3
9
2004
9
1
10
2005
7
1
8
2006
2
1
3
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Conforme a tabela 65 a maior concentração de estabelecimentos no ensino de
jovens e adultos é a nível estadual e municipal. Com destaque ao ano de 2002 e 2004
que o total foi de 10 no Corede Campos de Cima de Serra.
5.5 Ensino Fundamental
A tabela 66 apresenta o total de matrículas iniciais no ensino fundamental no
Corede Campos de Cima da Serra.
Tabela 66 – Total de matrículas iniciais no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima
da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
9.458
5.798
688
15.944
2001
9.336
5.991
674
16.001
2002
9.108
6.030
730
15.868
2003
8.981
6.626
768
16.375
2004
8.562
6.495
790
15.847
2005
8.080
6.964
820
15.864
2006
7.657
7.178
864
15.699
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
A análise da tabela acima ilustra que a nível Particular o total de matrículas iniciais
no ensino fundamental vem registrando um acentuado crescimento ao longo dos anos. A
nível municipal também observa-e um certo crescimento. A nível estadual há uma
90
oscilação, apresentando anos com mais matriculas e outros com um certo decréscimo.
A tabela 67 ilustra de forma real o total de matriculas inicias no ensino fundamental
no período de 2000 á 2006.
Tabela 67 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Fundamental no período de
2000 (ano base) a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
98,71
103,33
97,97
100,36
2002
96,30
104,01
106,10
99,52
2003
94,96
114,28
111,63
102,70
2004
90,53
112,02
114,83
99,39
2005
85,43
120,11
119,19
99,50
2006
80,86
123,80
125,58
98,46
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Figura31 - Total de matriculas inicias no ensino fundamental
140,00
120,00
Estadual
Municipal
Particular
100,00
Ano 2006
Ano 2005
Ano 2004
Ano 2003
Ano 2002
Ano 2001
Ano 2000
80,00
91
Constata-se que a nível particular o crescimento do ano de 2006 em relação ao
ano 2000 foi de 25,59% e que a nível municipal apresentou um crescimento de 23,80% no
ano 2006 em relação ao ano 2000.
A tabela 68 apresenta o total de concluintes no ensino fundamental no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 68 – Total de concluintes no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima
da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
805
253
79
1137
2001
896
309
84
1289
2002
911
253
83
1247
2003
934
348
91
1373
2004
748
330
103
1181
2005
706
455
104
1265
2006
12
12
24
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Os dados evidenciam que até 2005 registrou-se um crescimento em relação ao
total de concluintes no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra.
Destaca-se assim o crescimento a nível municipal.
A tabela 69 caracteriza o total de concluintes no ensino fundamental a partir do ano
2000 á 2006.
Tabela 69 – Variação do total de concluintes no Ensino Fundamental no período de
2000 (ano base) a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
111,30
122,34
106,33
113,37
2002
113,17
100,00
105,06
109,67
2003
116,02
137,55
115,19
120,76
2004
92,92
130,43
130,38
103,87
2005
87,70
179,84
131,65
111,26
2006
1,49
4,74
2,11
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
92
Figura 32 - Total de concluintes no ensino fundamental.
Concluintes no ensino fundamental
180,00
170,00
160,00
150,00
140,00
Estadual
130,00
Municipal
Particular
120,00
110,00
100,00
90,00
80,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Pode-se observar a partir da tabela que no ano 2005 a nível municipal houve um
aumento expressivo no numero de concluintes. Assim o numero de concluintes foi de
79,84% em relação ao ano 2000. Mas, de uma forma geral os dados apresentam um
crescimento no total de concluintes no ensino fundamental até 2005.
A tabela 70 caracteriza o total de estabelecimento no ensino fundamental no
Corede campos de Cima da Serra.
Tabela 70 – Total de estabelecimentos no Ensino Fundamental no Corede Campos
de Cima da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
44
87
3
134
2001
44
84
3
131
2002
44
63
3
110
2003
42
66
3
111
2004
42
52
3
97
2005
41
53
3
97
2006
40
45
3
88
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Observa-se que o a nível estadual e municipal se registra maior numero de
estabelecimentos no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra.
93
A tabela 71 demonstra o total de estabelecimento no ensino fundamental no
período de 2000 á 2006.
Tabela 71 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino Fundamental no
período de 2000 (ano base) a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
100,00
96,55
100,00
97,76
2002
100,00
72,41
100,00
82,09
2003
95,45
75,86
100,00
82,84
2004
95,45
59,77
100,00
72,39
2005
93,18
60,92
100,00
72,39
2006
90,91
51,72
100,00
65,67
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Figura 33 - Total de estabelecimento no ensino fundamental.
110,00
100,00
90,00
80,00
Estadual
Municipal
Particular
70,00
60,00
50,00
40,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Ano 2006
94
A análise da figura 33 evidência um certa constância no total de estabelecimento
no ensino fundamental. De uma maneira geral algumas das variáveis analisados
apresentaram um decréscimo refletindo desta forma no total.
A tabela 72 apresenta a taxa de abandono no ensino fundamental no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 72 – Taxa de Abandono no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
6,57
4,16
5,37
2001
5,25
4,3
4,78
2002
2003
3,4
3,8
0,4
2,53
2004
3,65
1,87
2,76
2005
4,02
2,76
3,39
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2001, 4 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2003, 5 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. As
escolas municipais, no ano de 2004, 6 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2005, 5 municípios não apresentaram dados.
Pode-se afirmar com base nos dados da tabela 72 que a nível municipal
e
estadual foram os com maior taxa de abando no ensino fundamental no Corede Campos
de Cima da Serra.
A tabela 73 demonstra ilustra a taxa de Abandono no Ensino Fundamental no
período de 2000 á 2006.
95
Tabela 73 – Variação da taxa de Abandono no Ensino Fundamental no período de 2000
(ano base) a 2006
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
88,83
88,66
88,63
2002
2003
57,53
65,29
60,23
2004
61,76
38,49
54,55
2005
68,02
474,22
202,27
2006
46,36
76,29
56,82
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Figura 34 - Taxa de abandono no ensino fundamental
110
100
90
80
Estadual
Municipal
70
60
50
40
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Ano 2006
Pode-se observar que a nível Municipal registra a maior taxa de abandono no
96
ensino fundamental. Em especial o ano 2005 foi 2005 foi a que apresentou maior taxa.
A tabela 74 caracteriza a taxa de aprovação no ensino fundamental no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 74 – Taxa de Aprovação no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
78,61
82,55
80,58
2001
79,82
84,43
98,6
87,62
2002
2003
80,5
85,06
96,9
87,49
2004
79,74
85,36
97,1
87,4
2005
76,74
82,94
98,3
85,99
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2001, apenas um município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados.
A tabela 74 evidência que a nível estadual e municipal se concentra as maiores
taxas de aprovação no ensino fundamental.
A tabela 75 expõe a taxa de aprovação no ensino fundamental a nível estadual,
federal, municipal e particular.
Tabela 75 – Variação da taxa de aprovação no Ensino Fundamental no período de 2000
(ano base) a 2005
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
112,81
115,07
99,20
112,95
2002
2003
113,78
115,91
97,48
113,63
2004
112,70
116,32
97,69
113,36
2005
108,47
100,47
98,89
115,54
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
97
Pode-se observar que a taxa de aprovação no nível Estadual, se consagra por um
crescimento ao longo dos anos. Assim em 2005 em comparação com o ano 2000 foi de
8,47%. A nível Municipal em 2005 o crescimento foi mais evidente. Assim, houve um
crescimento de 25,59% em relação ao ano 2000.
Figura 35 - Taxa de aprovação no ensino fundamental
104,00
103,00
102,00
101,00
Estadual
Municipal
Particular
100,00
99,00
98,00
97,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
A tabela 76 apresenta a taxa de distorção idade no série no ensino fundamental no
Coredes Campos de Cima da Serra.
Taxa de Distorção Idade-Série - em um sistema educacional seriado, existe uma
adequação teórica entre a série e a idade do aluno. No caso brasileiro, considera-se a
idade de sete anos como a idade adequada para ingresso no ensino fundamental, cuja
98
duração, normalmente, é de oito anos. Seguindo este raciocínio é possível identificar a
idade adequada para cada série. Este indicador permite avaliar o percentual de alunos,
em cada série, com idade superior à idade recomendada. Como o Censo Escolar obtém a
informação sobre idade por meio do ano de nascimento, se adota o seguinte critério para
identificar os alunos com distorção idade-série: considerando o Censo Escolar do ano t e
a série k do ensino fundamental, cuja a idade adequada é de i anos, então o indicador
será expresso pelo quociente entre o número de alunos que, no ano t, completam i + 2
anos ou mais (nascimento antes de t -[i + 1]), e a matrícula total na série k. A justificativa
deste critério é que os alunos que nasceram em t - [i + 1], completam i + 1 anos no ano t
e, portanto, em algum momento deste ano (de 1º de janeiro a 31 de dezembro) ainda
permaneciam com i anos e, por isso, o critério aqui adotado, considera estes alunos como
tendo idade adequada para esta série. Os que nasceram depois de t - [i + 1] completam,
no ano t, i anos ou menos
Tabela 76 – Taxa de distorção de idade série no Ensino Fundamental no Corede
Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
31,51
21,84
1,70
18,35
2001
31,51
23,51
1,9
18,97
2002
28,30
19,79
1,80
16,63
2003
26,67
19,89
1,7
16,09
2004
25,1
17,51
1,6
14,74
2005
25,37
18,73
1,7
15,27
2006
22,88
18,82
2,1
14,6
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas particulares, no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2001, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2002, 1 município não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2002, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
estaduais, no ano de 2006, 1 município não apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2006, 1 município não apresentou dados.
99
A avaliação dos alunos em cada série com idade superior à idade recomendada
ilustra que a nível municipal e estadual é que se concentra as maiores taxas.
Figura 36 - Taxa de distorção idade no Ensino Fundamental
130,00
120,00
110,00
100,00
Estadual
Municipal
90,00
Particular
80,00
70,00
60,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Ano 2006
Pode-se aferir que a avaliação que no nível municipal é que se concentra o maior
percentual de alunos, em cada série, com idade superior à idade recomendada no ensino
fundamental.
A tabela 77 caracteriza a taxa de reprovação no ensino fundamental no Corede
Campos de Cima da Serra.
100
Tabela 77 – Taxa de reprovação no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima
da Serra no período de 2000 a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
14,82
13,81
0,60
9,74
2001
14,93
12,7
1,4
9,68
2002
2003
15,54
12,99
2,7
10,41
2004
16,61
13,4
2,8
10,94
2005
19,24
15,68
1,7
12,21
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas
escolas particulares, no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas
escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2001, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas
municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas
particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados.
Observa-se que a taxa de reprovação no ensino fundamental no Corede Campos
de Cima da Serra aumentou em no nível estadual, municipal e particular.
No nível municipal houve um aumento de 4,63% no ano de 2005 em relação ao ano
2000.
A tabela 78 expressa a taxa de reprovação no Ensino Fundamental no período de
2000 á 2005.
Tabela 78 – Variação da taxa de reprovação no Ensino Fundamental no período de
2000 (ano base) a 2005
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
111,92
103,44
233,33
108,16
2002
2003
104,87
105,79
450,00
106,12
2004
124,51
109,14
466,67
118,37
2005
144,23
141,90
283,33
143,27
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Pode-se observar que tanto a nível estadual, como municipal e particular o ano de
2005 apresentou um significativo aumento em relação aos respectivos ano base.
101
Assim no ano 2000 a taxa de reprovação no estadual teve m acréscimo de 44,23%
, no municipal 41,90% e particular de 183,33%.
5.6 Ensino Médio
A tabela 79 demonstra o total de matriculas iniciais no ensino médio no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 79 – Total de matrículas iniciais no Ensino Médio no Corede Campos de Cima
da Serra no período de 2000 a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
3.487
287
3.774
2001
3.707
240
3.947
2002
3.951
283
4.234
2003
4.033
305
4.338
2004
4.097
344
4.441
2005
3.829
312
4.141
2006
1.189
1.189
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Pode-se aferir que o numero de matriculas no ano de 2006 diminuiu no Estadual
em comparação ao ano 2000. No entanto, salienta-se que no período de 2003 e 2004
houve consecutivos aumentos em relação ao ano 2000. O federal e municipal não
apresentam quaisquer resultado e o Particular apresentou um crescimento até o ano de
2005.
A tabela 80 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino médio no período de
2000 a 2006.
102
Tabela 80 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Médio no Corede
Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
106,31
83,62
104,58
2002
113,31
98,61
112,19
2003
115,66
106,27
114,94
2004
117,49
119,86
117,67
2005
109,81
108,71
109,72
2006
34,10
31,51
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Figura 37 - Total de matriculas iniciais no ensino médio
125,00
120,00
115,00
110,00
105,00
Estadual
100,00
Particular
95,00
90,00
85,00
80,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
A partir dos dados descritos na figura 37 observa-se uma maior representatividade
no total de matriculas iniciais em duas das quatro variáveis analisados. Assim o Estadual
e Particular apresentaram períodos com oscilações , hora para cima, hora para baixo. EX:
No ano 2004 no nível Estadual houve um crescimento de 17,49% em relação ao
ano base, e no período seguinte o crescimento foi de apenas 9,81%.
A tabela 81 apresenta o total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos
de Cima da Serra no período de 2000 a 2006.
103
Tabela 81 – Total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
526
79
605
2001
649
96
745
2002
676
67
743
2003
670
65
735
2004
726
86
812
2005
668
122
790
2006
Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>.
Acesso em: 06/10/2009.
Observa-se que o no Particular o numero de concluintes aumentou até o ano 2005;
conforme registra a tabela 81. No federal e municipal não apresentam quaisquer registro,
no entanto no Estadual, observa-se um crescimento ao longo dos anos no total de
concluintes no Ensino médio no Coredes Campos de Cima da Serra.
A tabela 82 descreve o total de Concluintes de forma real no Ensino médio no
período de 2000 a 2006.
Tabela 82 - Total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
123,38
121,52
123,14
2002
128,51
84,81
122,80
2003
127,38
82,27
121,48
2004
138,02
108,86
134,21
2005
127,00
154,43
130,58
2006
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <
www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
104
Figura 38 - Total de Concluintes de forma real no Ensino médio
160,00
150,00
140,00
130,00
120,00
Estadual
Particular
110,00
100,00
90,00
80,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
O crescimento no Estadual até 2005 foi de 27% em relação ao ano base. No
particular o crescimento foi de 54,43% em 2005 comparando com o ano base. Esses
crescimentos impulsionaram assim o total de concluintes no ensino médio.
A tabela 83 expressa total de estabelecimentos no Ensino Médio no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 83 - Total de estabelecimentos no Ensino Médio no Corede
Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006
Estadual
Federal
Municipal Particular
Total
2000
9
2
2001
11
2
2002
11
2
2003
15
3
2004
13
2
2005
13
2
2006
7
-
11
13
13
18
15
15
7
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <
www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A tabela 84 expressa o total de estabelecimento no Estadual, Federal, Municipal e
Particular durante o período de 2000 a 2006.
105
Tabela 84 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino Médio no
Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006
Estadual
Federal
Municipal Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
122,22
100,00
118,18
2002
122,22
100,00
118,18
2003
166,66
150,00
163,63
2004
144,44
100,00
136,36
2005
144,44
100,00
136,36
2006
77,77
63,63
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <
www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 39 - Total de estabelecimentos no ensino médio
170,00
160,00
150,00
140,00
130,00
Estadual
Particular
120,00
110,00
100,00
90,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
No Particular o total de estabelecimentos se mantiveram constante em relação ao
ano base e no estadual houve um crescimento acentuado até ao 2005 que foi de de
44,44% em relação ao ano base (2000).
A tabela 85 apresenta a taxa de abandono no Ensino Médio no Corede Campos de
Cima da Serra. Taxa de Abandono é a proporção de alunos da matrícula total na série k,
no ano t, que abandonaram a escola.
106
Tabela 85 – Taxa de abandono no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
55,7
0,4
28,05
2001
23,41
11,71
2002
15,36
3,8
9,58
2003
14,29
2
8,15
2004
14,26
3,4
8,83
2005
17,78
17,78
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou
Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram
Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram
Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou
Nas escolas estaduais, no ano de 2003, 2 municípios não apresentaram
Nas Escolas particulares,no ano de 2003, apenas 1 município apresentou
Nas escolas estaduais, no ano de 2005, 1 município não apresentou
Pode-se perceber que a partir da tabela 85 que a maior taxa de abando se
concentra no Particular mais precisamente no ano de 2005.
A tabela 86 caracteriza a taxa de aprovação no Ensino médio no Corede Campos
de Cima da Serra. A Taxa de Aprovação é a proporção de alunos da matrícula total na
série k, no ano t, que são aprovados.
107
Tabela 86 – Taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2005
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
66,76
93,2
79,98
2001
66,86
91,9
79,38
2002
75,1
89,3
82,2
2003
78,23
87,2
82,72
2004
76,02
89,4
82,71
2005
69,02
96,1
82,56
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou
dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram
dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou
dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2003, 2 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2003, apenas 1 município apresentou
dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2004, apenas 1 município apresentou
dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2005, 1 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2005, apenas 1 município apresentou
dados
A taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos acima da Serra evolui
positivamente a partir do ano 2003. No Particular essa taxa se manteve praticamente
constante de um ano em relação ao outro
A tabela 87 ilustra a taxa de aprovação no Ensino Médio no Período de 2000 a
2006.
Tabela 87 – Variação da taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos
de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
100,16
98,61
99,25
2002
112,5
95,82
102,78
2003
117,19
93,56
103,42
2004
113,88
95,92
103,41
2005
103,39
103,11
103,23
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
108
Figura 40 - Taxa de aprovação no Ensino Médio.
120,00
115,00
110,00
105,00
Estadual
Particular
100,00
95,00
90,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Observa-se a partir do quadro que há um crescimento na aprovação no ensino
médio principalmente no Estadual.
A tabela 88 ilustra a taxa de distorção idade série no Ensino médio no Corede
Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 a 2006.
Tabela 88 – Taxa de distorção idade série no Ensino Médio no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 a 2006.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
44,1
11,10
27,6
2001
44,96
6,30
25,63
2002
43,24
11,30
27,27
2003
48,39
24,2
2004
41,47
11,90
26,69
2005
36,44
9,00
22,72
2006
34,13
34,13
109
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>.
Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados.
dados
Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou
Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram
Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram
Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou
Nas Escolas estaduais,no ano de 2003, 1 município não apresentou
Nas Escolas estaduais,no ano de 2004, 1 município não apresentou
Nas Escolas particulares,no ano de 2004, apenas 1 município apresentou
Nas Escolas estaduais,no ano de 2005, 1 município não apresentou
Nas Escolas particulares,no ano de 2005, apenas 1 município apresentou
Nas escolas estaduais, no ano de 2006, 3 municípios não apresentaram
A análise da tabela 88 demonstra que a nível Estadual houve uma maior taxa de
distorção idade série, principalmente no ano 2003.
Observa-se a partir dos dados que no Estadual
no ano de 2003 houve um
crescimento vigoroso na taxa de distorção idade série em relação ao ano base. Assim,
neste período a taxa foi de 40,43% em relação ao ano 2000.
A tabela 89 caracteriza a taxa de reprovação no ensino médio no Corede Campos
de Cima da Serra a partir do ano 2000 á 2005.
110
Tabela 89 – Taxa de reprovação no Ensino Médio no Corede Campos de Cima
da Serra no período de 2000 a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
9,37
6,4
7,89
2001
11,11
8,1
9,61
2002
10,9
6,9
8,9
2003
9,07
10,8
9,94
2004
9,72
7,2
8,46
2005
13,2
3,9
8,55
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram
dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município
apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 3 municípios não
apresentaram dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 3 municípios não
apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1
município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2003, 1
município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2003,
apenas 1 município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2004,
1 município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2004,
apenas 1 município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2005,
1 município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2005,
apenas 1 município apresentou dados.
Tanto no Estadual como no Particular altas taxas de reprovação no ano de 2003.
No entanto, no Particular percebe-se um decréscimo em alguns períodos em comparação
ao ano 2000. No federal e municipal não apresentam quaisquer registro.
A tabela 90 ilustra a taxa de reprovação no Ensino médio no período de 2000 a
2005.
Tabela 90 – Variação da taxa de reprovação no Ensino Médio no período de
2000 (ano base) a 2005.
Estadual
Federal
Municipal
Particular
Total
2000
100,00
100,00
100,00
2001
118,57
126,56
121,80
2002
116,33
107,81
112,80
2003
96,80
168,75
125,98
2004
103,74
112,50
107,22
2005
140,88
60,94
108,37
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
111
Figura 41 - Taxa de reprovação no Ensino Médio.
180,00
160,00
140,00
120,00
Estadual
100,00
Particular
80,00
60,00
40,00
Ano 2000
Ano 2001
Ano 2002
Ano 2003
Ano 2004
Ano 2005
Constata-se que a taxa de reprovação no ensino médio no Estadual em 2005 foi de
81,09% em relação ao ano base (2000). No Particular o ano de 2005 registrou um
decréscimo em relação a outros períodos.
5.7 Saúde
A tabela 91 demonstra aspectos demográficos no Campos de Cima da Serra no
período de 2000 a 2007.
Tabela 91 – Demografia do Corede Campos de Cima da Serra Demografia no período de 2000 a 2007.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Mortalidade Infantil
por mil nascidos
18,94
23,70
23,41
33,13
35,00
31,83
30,49
Mortalidade Infantil
óbitos menos de 1
23,00
19,00
22,00
27,00
34,00
28,00
21,00
ano
Número de
1.709
1.544
1.486
1.467
1.501
1.475
1.445
nascidos vivos
Número de óbitos
688
630
588
653
710
640
715
2007
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
31,37
20,00
1.306
678
112
A tabela 91 ilustra aspectos referente a demografia no Campos de Cima da Serra.
Salienta-se que a mortalidade infantil por mil nascidos diminui ao longo dos anos, sendo
que em 2000 era de 232,56 e em 2007 foi de 125,47. Ressalva-se que o numero de
nascidos vivos apresentou uma diminuição, fazendo um comparativo entre o ano 2000 e
2007.
A tabela 92 apresenta a variação dos dados da Demografia no Campos de Cima da
Serra no período de 2000 a 2007.
Tabela 92 – Variação da Demografia no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base)
a 2007.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Mortalidade Infantil
por mil nascidos
100,00
125,13
123,6
174,92
184,79
168,06
160,98
165,63
Mortalidade Infantil
óbitos menos de 1
100,00
82,61
95,65
117,39
147,83
121,74
91,3
86,96
ano
Número de
nascidos vivos
100,00
90,35
86,95
85,84
87,83
86,31
84,55
76,42
Número de óbitos
100,00
91,57
85,46
94,91
103,2
93,02
103,92
98,55
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A partir da a análise dos dados, observa-se que em 2007 todos os itens analisados
apresentaram um diminuição em relação ao ano base 2000.
5.8 Justiça
A tabela 93 caracteriza os aspectos referente á casamento, divórcios, e separações
judiciais no Campos de Cima da Serra.
Tabela 93 – Dados de justiça do Corede Campos de Cima da Serra Demografia entre 2000 e 2007.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Número de casamentos
213
211
208
214
222
213
212
Número de divórcios
33
39
31
60
46
33
59
Número de separações judiciais
38
35
45
59
63
65
62
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
2007
245
28
34
113
Pode-se aferir com base na tabela 93 que que o numero de separações judicias em
2007 não sofreu grandes alterações em relação ao ano 2000, mas em 2005 registrou um
significativo aumento.
Já em relação ao numero de casamente registrou crescimento significativo no ano
2007 em relação ao ano 2000.
A tabela 94 elenca de forma real os dados de justiça do Corede do Campos de
Cima da Serra Demografia no período de 2000 a 2007.
Tabela 94 – Variação dos dados de justiça do Corede Campos de Cima da Serra Demografia entre 2000 (ano
base) a 2007
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Número de casamentos
100,00
99,06
97,65 100,47 104,23 100,00
99,53
115,02
Número de divórcios
100,00 118,18
93,94 181,82 139,40 100,00
178,79
84,85
Número de separações judiciais
100,00
92,11 118,42 155,26 165,79 171,05
163,16
89,47
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 42 - Dados de justiça do Corede do Campos de Cima da Serra.
200,00
180,00
160,00
Número de casamentos
140,00
120,00
Número de divórcios
Número de separações
judiciais
100,00
80,00
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007
Com base na figura 42 pode-se aferir que 2007 houve um aumento no numero de
casamentos em relação ao ano 2000, e uma diminuição de divórcios e separações
judiciais.
114
5.9 Política
A tabela 95 caracteriza o total de eleitores analfabetos e menores no Corede
Campos de Cima da Serra.
Tabela 95 – Total de eleitores analfabetos e menores no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 a 2008
Eleitores Analfabetos
Eleitores Menores
Ano
Absoluto
%
Absoluto
%
2000
3.581
100,00
2.358
100,00
2001
2002
3.359
93,80
1.577
66,88
2003
2004
2.867
80,06
1.916
81,26
2005
2006
2.804
78,30
1.865
79,09
2007
2.776
77,52
1.235
52,37
2008
2.671
74,59
1.952
82,78
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em:
<www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
115
Figura 43 - Total de eleitores analfabetos e menores no Corede Campos de Cima da
Serra.
110,00
100,00
90,00
80,00
Analfabetos
Menores
70,00
60,00
50,00
40,00
Ano 2000
Ano 2002
Ano 2004
Ano 2006
Ano 2007
Ano 2008
Em 2008 o numero de eleitores analfabetos no Corede Campos de Cima da Serra
diminuiu em relação ao ano 2000. O mesmo se observou no numero de eleitores
menores.
A tabela 96 caracteriza o total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da
Serra.
116
Tabela 96 – Total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008.
Eleitores Femininos
Eleitores Masculinos
Total
Ano
Absoluto
%
Absoluto
%
Absoluto
%
2000
34.685
100,00
34.916
100,00
75.540 100,00
2001
2002
35.038
101,02
34.838
98,71
74.812
99,11
2003
2004
34.976
99,82
34.389
101,52
74.148 101,85
2005
2006
36.157
103,38
35.367
103,79
76.193 104,43
2007
36.182
104,32
35.245
75.438
2008
37.343
103,28
36.158
78.124
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Figura 44 - Total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da Serra.
Total de eleitores por sexo
110,00
108,00
106,00
104,00
Eleitores Femininos
Eleitores Masculinos
102,00
100,00
98,00
96,00
94,00
Ano 2000
Ano 2002
Ano 2004
Ano 2006
Ano 2007
Ano 2008
Pode-se aferir que os eleitores de sexo feminino em 2006 aumentaram em 6,58%
em relação ao ano 2000, e o eleitores masculinos aumentaram apenas em 3,79 % no
mesmo período.
Total de famílias cadastradas no Bolsa família no ano de 2008 é de 4.599. Fonte:
http://www.mds.gov.br/adesao/mib/matrizview.asp?IBGE=4322509
117
6. GESTÃO INSTITUCIONAL
Na gestão institucional, são apresentados dados referentes ao número de
estabelecimentos bancários e as movimentações bancárias realizadas. Sendo que as
movimentações bancárias são subdivididas em depósito a prazo, depósito a vista do
Governo, depósito a vista privado, obrigações por recebimento, operação de crédito e
poupança.
6.1 Estabelecimentos bancários
A tabela 97 descreve o total de dependência / total de sedes no Coredes Campos
de Cima da Serra no período de 2000 a 2007.
Tabela 97 – Total de dependências/total de sedes no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2007
Ano
Bancos Comerciais
Caixa Econômica Federal Cooperativas de Crédito
2000
10
1
0
2001
10
1
0
2002
10
1
0
2003
10
1
0
2004
12
1
0
2005
13
1
0
2006
13
1
0
2007
13
1
0
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Observa-se que maior concentração refere-se a bancos comerciais que surtiu
ligeiro aumento a partir do ano 2004.
A tabela 98 mostra total de dependências/total de sedes no Corede Campos de
Cima da Serra.
118
Tabela 98 – Variação do total de dependências/total de sedes no Corede Campos de Cima da
Serra entre 2000 (ano base) e 2007.
Ano
Bancos Comerciais
Caixa Econômica Federal
Cooperativas de Crédito
2000
100,00
100,00
100,00
2001
100,00
100,00
0,00
2002
100,00
100,00
0,00
2003
100,00
100,00
0,00
2004
120,00
100,00
0,00
2005
130,00
100,00
0,00
2006
130,00
100,00
0,00
2007
130,00
100,00
0,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
6.2 Movimentações bancárias
Na tabela 99 demonstra o total das movimentações bancárias no Corede Campos
de Cima da Serra em R$
Tabela 99 – Total das movimentações bancárias no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de
2000 a 2008
Depósitos à
Depósitos a
Depósitos à Obrigações por Operações de
Vista do
Ano
Prazo
Vista Privado Recebimentos
Crédito
Poupança
Governo
2000
5.479.882,00 1.162.669,00 14.050.398,00
65.291,00
83.062.919,00
71.865.324,00
2001
1.448.532,00
919.122,00
5.645.817,00
56.143,00
42.203.519,00
40.902.525,00
2002
7.080.988,00 1.366.992,00 20.973.564,00
115.802,00
93.765.078,00
96.556.605,00
2003
7.658.875,00 2.199.907,00 21.519.530,00
60.243,00 121.680.688,00 101.511.491,00
2004
14.916.436,00 1.409.162,00 25.677.877,00
166.734,00 181.201.164,00 121.128.004,00
2005
25.146.397,00 2.009.598,00 29.450.315,00
186.721,00 204.442.374,00 133.227.492,00
2006
32.819.915,00 2.435.369,00 32.687.500,00
114.200,00 260.833.815,00 146.089.558,00
2007
40.315.001,00 3.425.280,00 44.325.908,00
242.998,00 298.206.595,00 183.804.309,00
2008
48.184.488,00 5.324.479,00 35.498.518,00
232.638,00 369.625.009,00 185.454.054,00
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A tabela 100 indica que os depósitos a prazo em 2008 aumentaram em relação ao
ano 2000, o mesmo se o observa na poupança e nas outras variáveis analisados.
119
Tabela 100 – Variação do total das movimentações bancárias no Corede Campos de Cima da Serra em
R$ no período de 2000 (ano base) a 2008.
Depósitos à
Depósitos a
Depósitos à Obrigações por Operações de
Vista do
Ano
Prazo
Vista Privado Recebimentos
Crédito
Poupança
Governo
2000
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
2001
26,43
79,05
40,18
85,99
50,81
56,92
2002
129,22
117,57
149,27
177,36
112,88
134,36
2003
139,76
189,21
153,16
92,27
146,49
141,25
2004
272,20
121,20
182,76
255,37
218,15
168,55
2005
458,89
172,84
209,60
285,98
246,13
185,38
2006
598,92
209,46
232,64
174,91
314,02
203,28
2007
735,69
294,60
315,48
372,18
359,01
255,76
2008
879,30
457,95
252,65
356,31
444,99
258,06
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
6.3 Venda de combustível
A tabela 101 ilustra a venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de
Cima da Serra.
Tabela 101 – Venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 e 2007
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Álcool hidratado
2.195.050 1.969.000 2.190.200 2.369.600 2.367.380 1.969.979 2.514.000 1.826.687
Gasolina Automotiva 13.579.150 12.405.622 13.012.045 13.555.021 15.167.417 31.756.394 15.019.154 17.539.264
Óleo Diesel
30.782.400 34.035.579 43.887.635 47.148.850 42.034.237 15.325.470 30.823.716 31.037.090
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
A gasolina automotiva apresenta maior representatividade no Corede Campos de
Cima da Serra. Assim sendo, no ano 2000 o total de venda era de 13.579.150 no ano
2007 foi de 17.539.264.
A tabela 102 caracteriza a venda total de Combustíveis por litro no Corede Campos
de Cima da Serra.
120
Tabela 102 – Variação da venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000
(ano base) a 2007
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
Álcool hidratado
100,00
89,70
99,78
107,95
107,85
89,74
114,53
83,21
Gasolina Automotiva
100,00
91,35
95,82
99,82
111,70
233,87
110,60
129,17
Óleo Diesel
100,00
110,57
142,58
153,17
136,55
49,78
100,13
100,82
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009.
Figura 45 - Venda total de Combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra.
250,00
200,00
150,00
Álcool hidratado
100,00
Gasolina Automotiva
Óleo Diesel
50,00
0,00
Ano 2001
Ano 2003
Ano 2005
Ano 2007
Ano 2000
Ano 2002
Ano 2004
Ano 2006
Pode-se observar que a venda de Óleo Diesel apresentou algumas oscilações em
sua maioria de forma positiva. No entanto em 2005 houve um decréscimo em relação ai
ano base.
A gasolina automotiva, apresentou maior representatividade no ano 2007, em que
aumentou 29,17% em relação ao ano 2000.
6.4 Índice de Desenvolvimento Econômico - IDESE
A tabela 103 caracteriza o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico –IDESE no
Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2006.
121
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO- Idese - é um índice sintético que
abrange um conjunto amplo de indicadores sociais e econômicos com o objetivo de
mensurar o grau de desenvolvimento dos municípios do Estado. O Idese é resultado da
agregação, com a mesma ponderação (0,25), de quatro blocos de indicadores: Domicílio
e Saneamento, Educação, Saúde e Renda. Cada um dos blocos, por sua vez, resulta da
agregação de diferentes variáveis.
Tabela 103 – Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede Campos de
Cima da Serra no período de 2000 a 2006.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
IDESE – Educação
0,79
0,79
0,80
0,81
0,81
0,81
0,81
IDESE – Renda
0,61
0,60
0,64
0,70
0,69
0,66
0,72
IDESE –
Saneamento e
Domicílios
0,37
0,36
0,36
0,36
0,36
0,37
0,37
IDESE – Saúde
0,85
0,84
0,85
0,85
0,84
0,84
0,85
IDESE
0,65
0,65
0,66
0,68
0,68
0,67
0,69
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Pode-se observar que o IDESE- Educação cresceu de 2000 a 2006. Em relação ao
IDESE- Saneamento e domicílios sofreu algumas oscilações ao longo desses anos.
A tabela 104 ilustra o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE a partir
do ano 2000 á 2006.
Tabela 104 – Variação do Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede
Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
IDESE – Educação
100,00
100,00
101,27
97,53 102,53
102,53 102,53
IDESE – Renda
100,00
98,36
104,92
114,75 113,11
108,20 118,03
IDESE –
Saneamento e
Domicílios
100,00
97,30
97,30
97,30
97,30
100,00 100,00
IDESE – Saúde
100,00
98,82
100,00
100,00
98,82
98,82
100,00
IDESE
100,00
100,00
98,48
104,62 104,62
103,08 106,15
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
122
Figura 46 - Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede Campos de
Cima da Serra no ano de 2006.
120,00
118,03
115,00
110,00
106,15
105,00
102,53
100,00
100,00
100,00
95,00
90,00
IDESE – Educação
IDESE – Renda
IDESE – Saúde
IDESE – Saneamento e Domicílios
IDESE
Os dados evidenciam um crescimento no IDESE – Educação e também IDESESaúde. Em 2007 o IDESE- Educação aumentou 2,53% em relação ao do ano 2000.
123
124
ANEXOS
A tabela 105 ilustra a estratificação por idade e sexo população da masculina no
Corede Campos de Cima da Serra desde o ano 2000 até 2008.
Tabela 105 – População masculina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
de 0 a 04 anos
4.314
4.311
4.249
4.138
4.003
3.850 3.692
de 05 a 09 anos
4.244
4.337
4.347
4.368
4.364
4.320 4.229
de 10 a 14 anos
4.253
4.159
4.157
4.159
4.199
4.269 4.354
de 15 a 19 anos
4.452
4.392
4.286
4.169
4.061
3.982 3.936
de 20 a 24 anos
3.709
3.867
3.946
4.004
4.012
3.976 3.916
de 25 a 29 anos
3.240
3.274
3.339
3.413
3.485
3.553 3.595
de 30 a 34 anos
3.381
3.352
3.274
3.216
3.195
3.203 3.235
de 35 a 39 anos
3.536
3.510
3.536
3.519
3.460
3.373 3.280
de 40 a 44 anos
3.093
3.215
3.270
3.356
3.437
3.506 3.562
de 45 a 49 anos
2.636
2.689
2.769
2.847
2.929
3.019 3.110
de 50 a 54 anos
2.362
2.395
2.416
2.445
2.490
2.541 2.605
de 55 a 59 anos
1.883
1.953
2.005
2.081
2.136
2.190 2.237
de 60 a 64 anos
1.644
1.628
1.621
1.650
1.689
1.747 1.814
de 65 a 69 anos
1.293
1.307
1.339
1.360
1.371
1.375 1.380
de 70 e mais anos 1.965
1.977
2.039
2.115
2.192
2.275 2.351
Total
46.005 46.366 46.593 46.840 47.023 47.179 47.296
-
2008
3.715
4.055
4.322
3.941
3.836
3.819
3.380
3.209
3.500
3.317
2.750
2.328
1.923
1.420
2.554
48.069
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Pode-se aferir a partir da tabela 105 que a população masculina no Corede
Campos de cima da Serra com idade compreendida no intervalo de [0; 4 anos] decresceu
no ano 2008 em comparação com o ano 2000. No intervalo [20; 24 anos] e [25; 29anos] a
população masculina aumentou em 2008 em comparação com o ano 2000. Já no
intervalo [35 a 39] a população masculina decresceu de 3.536 em 2000 para 3209 no ano
2008. No intervalo [40 até os 70 anos (para mais)] observa-se que a população masculina
manteve sempre uma tendencia de crescimento o que nos leva a afirmar que houve um
aumento da população idosa masculina.
A tabela que se segue, apresenta em termos reais como se manteve a população
masculina do Corede Campos de Cima da Serra.
125
Tabela 106 – Variação da população masculina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000
(ano base) e 2008
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
de 0 a 04 anos
100,00 99,93
98,49
95,92
92,79
89,24 85,58
86,11
de 05 a 09 anos
100,00 102,19 102,43 102,92 102,83 101,79 99,65
95,55
de 10 a 14 anos
100,00 97,79
97,74
97,79
98,73 100,38 102,37
101,62
de 15 a 19 anos
100,00 98,65
96,27
93,64
91,28
89,44 88,41
88,52
de 20 a 24 anos
100,00 104,26 106,39 107,95 108,17 107,20 105,58
103,42
de 25 a 29 anos
100,00 101,05 103,06 105,34 107,56 109,66 110,96
117,87
de 30 a 34 anos
100,00 99,14
96,84
95,12
94,50
94,74 95,68
99,97
de 35 a 39 anos
100,00 99,26 100,00 95,52
97,86
95,39 92,76
90,75
de 40 a 44 anos
100,00 103,94 105,72 108,50 111,12 113,35 115,16
113,16
de 45 a 49 anos
100,00 102,01 105,05 108,00 111,12 114,53 117,98
125,83
de 50 a 54 anos
100,00 101,40 102,29 103,51 105,42 107,58 110,29
116,43
de 55 a 59 anos
100,00 103,72 106,48 110,05 113,44 116,30 118,80
123,63
de 60 a 64 anos
100,00 99,03
98,60 100,36 102,74 106,27 110,34
116,97
de 65 a 69 anos
100,00 101,08 103,56 105,18 106,03 106,34 106,73
109,82
de 70 e mais anos 100,00 100,61 103,76 107,63 111,55 115,78 119,64
129,97
Total
100,00 100,78 101,28 101,82 102,21 102,55 102,81
104,49
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Os dados da tabela 106 demonstram uma tendencia de crescimento da população
masculina no Corede Campos de Cima da Serra. No entanto alguns dados emergem
atenção porque apontam uma diminuição da população jovem em relação a população
adulta/ idosa. Assim, no intervalo [0; 4 anos] decresceu no ano 2008 em comparação
com o ano 2000 cerca de 13, 89%. No intervalo, de [10;14anos] a população apenas
cresceu 1,62%. Idem a população a masculina na faixa dos[ 25; 29anos] aumentou em
2008 em comparação ao ano 2000.
A partir dos dados constata-se que a população masculina no Corede Campos de
Cima da Serra aumentou do ano 2000 a 2008 foi em torno de 4,49%.
A tabela abaixo, registra os dados referentes a população feminina no Corede
Campos de Cima da Serra do ano 2000 até 2008.
126
Tabela 107 – População feminina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008.
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
de 0 a 04 anos
4.069
3.937
3.893
3.804
3.720
3.629 3.541
3.555
de 05 a 09 anos
4.190
4.159
4.154
4.158
4.141
4.107 4.057
3.884
de 10 a 14 anos
4.095
4.024
4.039
4.064
4.107
4.150 4.192
4.161
de 15 a 19 anos
4.194
4.101
4.020
3.928
3.871
3.865 3.895
3.901
de 20 a 24 anos
3.589
3.634
3.740
3.799
3.793
3.741 3.662
3.696
de 25 a 29 anos
3.267
3.270
3.292
3.330
3.392
3.458 3.520
3.689
de 30 a 34 anos
3.589
3.514
3.446
3.383
3.334
3.289 3.271
3.348
de 35 a 39 anos
3.578
3.595
3.611
3.606
3.576
3.540 3.499
3.351
de 40 a 44 anos
3.195
3.284
3.325
3.383
3.439
3.479 3.517
3.530
de 45 a 49 anos
2.867
2.944
2.984
3.020
3.057
3.104 3.157
3.280
de 50 a 54 anos
2.382
2.488
2.548
2.622
2.685
2.739 2.791
2.871
de 55 a 59 anos
2.023
2.078
2.111
2.152
2.209
2.272 2.335
2.477
de 60 a 64 anos
1.670
1.747
1.758
1.786
1.518
1.858 1.899
1.982
de 65 a 69 anos
1.424
1.461
1.485
1.496
1.517
1.533 1.542
1.603
de 70 e mais anos 2.376
2.537
2.621
2.715
2.801
2.890 2.980
3.254
Total
46.508 46.773 47.027 47.246 47.160 47.654 47.858
48.582
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
Os dados expressam que a população feminina no Corede Campos de Cima de
Serra cresceu, assim no ao 2000 a população feminina total era de 46.508 passou para
46.773 no ano 2001, 47.027 em 2002 e 47.246 em 2003.
No ano 2008 a população feminina total manteve a tendencia de crescimento e
aumentou de 46.508 em 2000 para 48.582 neste ano. No entanto salienta-se que um
dado requer atenção visto que etária que mais cresceu foi a dos 70 anos ( e mais anos) o
que representa um aumento da população idosa.
127
Tabela 108 – Variação da população feminina no Corede Campos
base) e 2008.
2000
2001
2002
2003
2004
de 0 a 04 anos
100,00 96,76
95,67
93,49
91,42
de 05 a 09 anos
100,00 99,26
99,14
99,24
98,83
de 10 a 14 anos
100,00 98,27
98,63
99,24 100,29
de 15 a 19 anos
100,00 97,78
98,85
93,66
92,30
de 20 a 24 anos
100,00 101,25 104,21 105,85 105,68
de 25 a 29 anos
100,00 100,09 100,77 101,93 103,83
de 30 a 34 anos
100,00 97,91
96,02
94,26
92,89
de 35 a 39 anos
100,00 100,48 100,92 100,78 99,94
de 40 a 44 anos
100,00 102,79 104,07 105,88 107,64
de 45 a 49 anos
100,00 102,69 104,19 105,34 106,63
de 50 a 54 anos
100,00 104,45 106,97 110,08 112,72
de 55 a 59 anos
100,00 102,72 104,35 106,38 109,19
de 60 a 64 anos
100,00 104,61 105,27 106,95 90,90
de 65 a 69 anos
100,00 102,60 104,28 105,06 106,53
de 70 e mais anos 100,00 106,78 110,31 114,27 117,89
Total
100,00 100,57 101,12 101,59 101,40
de Cima da Serra entre 2000 (ano
2005
89,19
98,02
101,34
92,16
104,24
105,85
91,64
98,94
108,89
108,27
114,99
112,31
111,26
107,65
121,94
102,46
2006
87,02
96,83
102,37
92,87
102,03
107,74
91,14
97,79
110,08
110,12
117,17
115,42
113,71
108,29
125,42
102,90
2007
-
Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em:
06/10/2009.
2008
87,37
92,70
101,61
93,01
101,39
112,92
93,29
93,66
110,49
114,41
120,53
122,44
118,68
112,57
136,95
104,46
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Corede Campos de Cima da Serra