1 Planejamento Estratégico do Conselho Regional de Desenvolvimento Campos de Cima da Serra Dezembro de 2009 2 Sumário INTRODUÇÃO....................................................................................................................................3 1. ASPECTOS HISTÓRICO-CULTURAIS.........................................................................................5 2. ASPECTOS DEMOGRÁFICOS......................................................................................................9 2.1 População urbana e rural.......................................................................................................9 2.2 Estratificação da população por idade.................................................................................11 2.3 Densidade demográfica.......................................................................................................13 2.4 Taxa de urbanização............................................................................................................13 2.5 Taxa média de crescimento populacional............................................................................14 3. GESTÃO ESTRUTURAL.............................................................................................................16 3.1 Abastecimento de água........................................................................................................16 3.2 Destino do lixo....................................................................................................................18 3.3 Esgoto sanitário...................................................................................................................19 3.4 Consumo de energia............................................................................................................21 3.5 Número de consumidores de energia..................................................................................22 3.6 Frota dos meios de transporte.............................................................................................24 4. GESTÃO ECONÔMICA...............................................................................................................28 4.1 Cultura permanente.............................................................................................................28 4.2 Cultura temporária..............................................................................................................44 4.3 Efetivo do rebanho..............................................................................................................59 4.4 Produção de origem animal.................................................................................................62 4.5 Extração vegetal..................................................................................................................64 4.6 Mercado de trabalho............................................................................................................65 4.7 Exportações.........................................................................................................................67 4.8 Importações.........................................................................................................................69 4.9 Balança comercial...............................................................................................................70 4.10 Valor Adicionado Bruto - VAB.........................................................................................70 4.11 PIB.....................................................................................................................................71 4.12 Despesas realizadas...........................................................................................................72 4.13 Receitas arrecadadas estaduais..........................................................................................74 4.14 Receitas Arrecadadas federais...........................................................................................76 5. GESTÃO SOCIAL.........................................................................................................................81 5.1 Educação Infantil................................................................................................................81 5.2 Ensino Superior...................................................................................................................84 5.3 Ensino Especial...................................................................................................................84 5.4 Ensino de Jovens e Adultos.................................................................................................87 5.5 Ensino Fundamental............................................................................................................89 5.6 Ensino Médio....................................................................................................................101 5.7 Saúde.................................................................................................................................111 5.8 Justiça................................................................................................................................112 5.9 Política...............................................................................................................................114 6. GESTÃO INSTITUCIONAL.......................................................................................................117 6.1 Estabelecimentos bancários...............................................................................................117 6.2 Movimentações bancárias ................................................................................................118 6.3 Venda de combustível........................................................................................................119 6.4 Índice de Desenvolvimento Econômico - IDESE.............................................................120 ANEXOS..........................................................................................................................................124 3 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta informações necessárias para o Planejamento Estratégico Regional do Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE) Campos de Cima da Serra. Esse, é fruto de um acordo realizado entre o Corede e a Universidade de Caxias do Sul, através do Instituto de Administração Municipal (IAM). Este trabalho foi coordenado pelo Professor Moisés Waismann do Curso de Ciências Econômicas da UCS, tendo a colaboração técnica da licenciada em Geografia Daniela Federle Catuzzo, auxiliando, principalmente, na organização e elaboração do trabalho. O estudo também contou com a participação dos bolsistas David Gustavo Dalponte, Glauber Valdomiro Pereira Dutra, João Paulo Susin Granzoto, Juliano Sonda Sônego e Tatiana Pinheiro Cunha, que auxiliaram na coleta, organização e sistematização dos dados, o Geógrafo Rodrigo Rocha Souza colaborou na elaboração do relatório final. Os dados utilizados no relatório foram obtidos na Fundação de Economia e Estatística (FEE), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Após a coleta dos dados, os mesmos passaram por tratamentos e foram inseridos em um banco de dados do BrOffice, a partir daí, foram elaboradas tabelas e gráficos para a melhor visualização, descrição e análise dos dados. O estudo aborda diferentes dados referentes aos aspectos demográficos, econômicos e sociais do Corede Campos de Cima da Serra. Inicialmente, é feito uma abordagem histórico cultural do Corede, bem como são apresentados dados físicos naturais. No segundo capítulo, são apresentados os dados demográficos que abordam a evolução da população urbana e rural, a estratificação por idade, entre outros aspectos demográficos. No capítulo seguinte, são apresentados dados referentes a gestão estrutural do Corede, em que são abordados dados de saneamento básico nos domicílios, consumo e número de consumidores de energia e a frota dos meios de transportes. 4 O Capítulo 4, aborda os dados referentes a gestão econômica retratando os três setores da economia, ou seja, o setor primário, secundário e terciário em relação a área destinada a colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio e valor da produção. Também são apontados dados referentes ao mercado de trabalho, exportações, importações, valor adicionado bruto, PIB, finanças públicas, entre outros. Em seguida, no quinto capítulo, são abordados temas referentes a gestão social, portanto referente à educação no Ensino Fundamental, Médio, Superior, Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial. Ainda são apresentados dados referentes à saúde, justiça e política. Por fim, o último capítulo, aborda a parte institucional do Corede, apresentando dados referentes às movimentações bancárias. Nesse relatório, optou-se por apresentar os dados no formato de tabelas e de gráficos seguidos de uma análise. Sendo que estes são parte fundamental para a elaboração do planejamento estratégico regional do Corede pois, através desse estudo, tem-se uma dimensão da situação da região em estudo. 5 1. ASPECTOS HISTÓRICO-CULTURAIS A região do Corede Campos de Cima da Serra, é composta pelos seguintes municípios do Rio Grande do Sul: André da Rocha, Bom Jesus, Campestre da Serra, Esmeralda, Ipê, Monte Alegre dos Campos, Muitos Capões, Pinhal da Serra, São José dos Ausentes e Vacaria (Figura 1). A região iniciou sua colonização a partir do ano de 1726 quando os portugueses descobriram grandes quantidades de gado, trazidos para criarem-se soltos, pelos missionários jesuítas espanhóis no ano de 1692. A partir da descoberta deste gado, iniciou-se um intenso comércio com o centro do país, através do “caminho das tropas”, cujo principal objetivo era abastecer a extração de ouro nas “minas gerais”. O Campos de Cima da Serra está localizado no extremo nordeste do estado do Rio Grande do Sul, possui uma área de 10.403.9 km² e uma população de 99.378 habitantes em 2008 (FEE, 2009). Caracteriza-se por vastos campos e seu ponto mais alto alcança a altitude de 1.403m, a maior do estado, fazendo com que esta região esteja entre as que possuem as mais baixas temperaturas do país. Figura 1: Região dos Campos de Cima da Serra Fonte: Fundação de Economia e estatística – FEE, 2009. 6 A partir de uma pesquisa histórica e uma análise situacional preliminar verificou-se que o Corede Campos de Cima da Serra percorre com maior dificuldade o seu processo de desenvolvimento, principalmente se comparado ao contexto da macro-região, a qual faz parte ainda a região do Corede Serra e a região do Corede Hortênsias. Após o ciclo de extração da madeira, que perdurou desde o início do século até a década de 1970, e após o ciclo da pecuária que teve seu declínio a partir dos anos de 1980, a região projetou seu desenvolvimento econômico basicamente através da introdução da fruticultura, produção de grãos e transportes rodoviários. O setor industrial encontra-se ainda pouco desenvolvido, principalmente em relação com o beneficiamento dos produtos primários produzidos no território. A cultura da maçã apresenta destaque especial no que diz respeito ao valor da produção. Em relação à produção de grãos destaca-se a soja, o milho e o trigo, sendo este setor o que emprega os maiores níveis tecnológicos de produção, no entanto o produto final é de baixo valor agregado, comercializado in natura sem, portanto, a geração de emprego para o seu beneficiamento e corroborando com isso para uma baixa distribuição de renda. Com potencial já identificado, a atividade turística aparece como um possível indutor do desenvolvimento. Aspectos ligados a história e a cultura regional potencializam o turismo, em conjunto com a exuberante natureza preservada. Cabe ressaltar que a região faz parte do trade turístico da Serra Gaúcha, com alta atividade, mas no qual os Campos de Cima da Serra ainda se encontra abaixo de seu potencial comparado ao trade. Os altos níveis de migração traz a tona à contabilidade do capital-social da região, no momento em que confrontamos o grande número de jovens, concluintes do segundo grau, que migram para os centros maiores a procura de oportunidades, em detrimento a cerca de aproximadamente 12.000 pessoas, oriundas de outras regiões do estado, que todos os anos chegam para trabalhar na colheita da maçã, principalmente no município de Vacaria, representando estes, mais de 20% do total de habitantes do município. Uma grande parte destes trabalhadores ao final da colheita, alguns permanecem na cidade, aumentando a periferia no entorno da zona urbana. Deste modo podemos 7 constatar que todos os anos a região perde grande parte de seu capital-social qualificado, e em contra partida acolhe uma mão de obra com baixo grau de especialização e renda. Percebe-se deste modo que o modelo não demonstra ser suficiente a ponto de reduzir o constante processo de migração social para outras regiões do estado, principalmente para a região Metropolitana de Porto Alegre e Serra (RUMOS-2015, 2005). Conforme o estudo científico denominado Rumos-2015 (2005), a região possui ainda um baixo grau de “governança” do território, minimizado em parte pela instituição de seu Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE), no ano de 2006. Questões de planejamento e coordenação de ações para o desenvolvimento de projetos de interesse regional encontram-se em processo inicial. Por possuir as nascentes de duas bacias hidrográficas e diversidade ambiental rara, questões ligadas ao meio-ambiente e ao uso da terra ganham especial importância. Tais características estimularam iniciativas de preservação do meio ambiente, como por exemplo, a proposta de formação de um “refúgio de vida silvestre”, que percorre a extensão leste e norte do território, cabe ressaltar que esta proposta é proveniente de compensações ambientais, pelo impacto da construção de usinas hidroelétrica na região. No setor energético, encontra-se instalada uma usina hidroelétrica de grande porte, localizada no município de Pinhal da Serra, com capacidade de geração de 690 megawatts de energia. Encontra-se também em fase de acordos, por compensações ambientais, a construção de mais uma grande usina hidroelétrica, entre os municípios de Vacaria e Bom Jesus. Ainda neste setor, está prevista a exploração de um parque eólico no município de São José dos Ausentes, com capacidade de geração de 300 megawatts, bem como o andamento de diversos processos de concessões para a instalação de Pequenas Centrais Hidroelétricas, conhecidas por PCHs. Verifica-se, no entanto que a região não possui a densidade organizacional necessária para efetuar uma discussão aprofundada a cerca do tema, seja as relacionadas às compensações ambientais e econômicas necessárias, ou as relacionadas aos impactos gerados por estes empreendimentos no meio ambiente. Os conflitos oriundos das relações produtivas com o meio ambiente têm importância especial neste cenário, pois instiga as populações a refletirem sobre os impactos que ambos auferem na qualidade de vida das pessoas. 8 No conjunto dos dez municípios que compõem a região, Vacaria posiciona-se como cidade pólo regional do Corede Campos de Cima da Serra, possuindo 60% dos habitantes do território. Na cidade de Vacaria cruzam-se as BRs 116 e 285, também, a cidade faz parte do trajeto da rede ferroviária federal. O sistema logístico aguarda o término da construção de um Aeroporto Regional de Cargas, no entanto não se verifica a produção de bens que justifiquem esta modalidade de transporte para a região. Por outro lado argumenta-se que um aeroporto de cargas pode agregar a malha rodoviária e ferroviária para formação de um centro de distribuição e logística, multimodal, para atendimento do Mercosul. No que se refere ao seu desenvolvimento econômico, a região se depara com um dilema, qual seja encontrar formas produtivas que garantam a sustentabilidade do território e concomitantemente contribuam com a perspectiva de diminuição dos índices de migração do capital-social para outras regiões, através da geração de novas oportunidades de trabalho, qualificação profissional e desenvolvimento social. 9 2. ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Esse capítulo, referente aos aspectos demográficos, aponta dados referentes a população total, população rural e urbana, densidade demográfica e taxa de urbanização no Corede Campos de Cima da Serra, para o período de 2000 até 2008, quando os dados estavam disponíveis. Os dados referentes a população são apresentados conforme o sexo, masculino e feminino, e conforme a faixa etária de 0 a 69 anos subdivididas de cinco em cinco anos e outra que é referente as pessoas com mais de 70 anos. 2.1 População urbana e rural A tabela 01 mostra a evolução da população rural e urbana, com os valores absolutos e a sua variação, tendo como base o ano de 2000, no período que vai até 2008. Neste estudo população urbana são consideradas as pessoas moradoras nas cidades, vilas ou áreas urbanas isoladas, cujos limites são definidos por lei municipal, enquanto que, a população rural abrange pessoas moradoras fora dos limites das áreas urbanas, inclusive nos aglomerados rurais (povoados, núcleos, etc.). Tabela 01 – População rural, urbana e total em valores absolutos e variação. Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Rural 24.141 23.805 23.739 23.503 22.642 22.351 22.057 20.581 Variação 100,00 98,61 99,72 99,01 96,34 98,71 98,68 93,31 Urbana 69.485 70.461 71.028 71.750 74.447 75.102 75.734 78.797 Variação 100,00 101,40 100,80 101,02 103,76 100,88 100,84 104,04 Total 93.626 94.266 94.767 95.253 97.089 97.453 97.791 99.378 Variação 100,00 100,68 100,53 100,51 101,93 100,37 100,35 101,62 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela acima pode-se observar que a população total em 2008 era de 10 99.378 habitantes o que representa um acréscimo de 6,14% tendo como base o ano de 2000. Na população rural, tomando como base o ano de 2000, há uma redução de 14,75% em comparação ao ano de 2008, reduzindo o número de habitantes para 20.581. A população urbana cresceu, de 2000 a 2008 em torno de 13,40%, chegando a 78.797. A figura 01 representa graficamente a distribuição em percentual da população entre as áreas rurais e urbanas no período 2000 a 2008. Figura 02 - Distribuição (%) da população entre áreas rurais e urbanas (20002008). 100.000 90.000 80.000 70.000 60.000 74% 75% 75% 75% 77% 77% 77% 79% 50.000 Urbana Rural 40.000 30.000 20.000 10.000 26% 25% 25% 25% 23% 23% 23% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 21% 0 2007 2008 Na figura 01 observa-se que 25,78% da população se concentrava na área rural no ano 2000 e que no ano de 2008 a concentração da população na área rural decresceu para 20,71% evidenciando um êxodo rural. Na área urbana percebe-se uma concentração da população. No ano de 2000, 74% dos habitantes viviam nas cidades, em 2008 sobe para 79%. 11 2.2 Estratificação da população por idade A tabela 02 apresenta população total, estratificadas em 14 faixas de idade, com intervalos de quatro anos, no Corede Campos de Cima da Serra nos anos de 2000 até 2008. Tabela 2 - População total por idade entre 2000 e 2008 2000 2001 2002 2003 de 0 a 04 anos 8.383 8.248 8.142 7.942 de 05 a 09 anos 8.434 8.496 8.501 8.526 de 10 a 14 anos 8.348 8.183 8.196 8.223 de 15 a 19 anos 8.646 8.493 8.306 8.097 de 20 a 24 anos 7.298 7.501 7.686 7.803 de 25 a 29 anos 6.507 6.544 6.631 6.743 de 30 a 34 anos 6.970 6.866 6.720 6.599 de 35 a 39 anos 7.114 7.105 7.147 7.125 de 40 a 44 anos 6.288 6.499 6.595 6.739 de 45 a 49 anos 5.503 5.633 5.753 5.867 de 50 a 54 anos 4.744 4.883 4.964 5.067 de 55 a 59 anos 3.906 4.031 4.116 4.233 de 60 a 64 anos 3.314 3.375 3.379 3.436 de 65 a 69 anos 2.717 2.768 2.824 2.856 de 70 e mais anos 4.341 4.514 4.660 4.830 Total 92.513 93.139 93.620 94.086 2004 7.723 8.505 8.306 7.932 7.805 6.877 6.529 7.036 6.876 5.986 5.175 4.345 3.207 2.888 4.993 94.183 2005 7.479 8.427 8.419 7.847 7.717 7.011 6.492 6.913 6.985 6.123 5.280 4.462 3.605 2.908 5.165 94.833 2006 2007 7.233 0 8.286 0 8.546 0 7.831 0 7.578 0 7.115 0 6.506 0 6.779 0 7.079 0 6.267 0 5.396 0 4.572 0 3.713 0 2.922 0 5.331 0 95.154 0 2008 7.270 7.939 8.483 7.842 7.532 7.508 6.728 6.560 7.030 6.597 5.621 4.805 3.905 3.023 5.808 96.651 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Neste período ocorre um crescimento da população total da região estudada, porém este movimento não acontece de forma igual para todas as faixas etárias. Na medida em que as faixas etárias se aproximam dos 45 anos, existe uma tendência da população diminuir, proporcionalmente ao total da população, este movimento ocorre para todos os anos estudados, indicando um movimento de saída da população adulta em busca de outras condições de vida. Já na faixa etária de 70 ou mais ocorre um crescimento da população,comprova-se que há um retorno após estas conquistas. Na figura 03 pode-se observar a variação da população total por faixa etária de idade, do ano de 2008, tendo como base o ano de 2000. Figura 03 – Variação da população total por faixa de idade de 2008 comparada com 2000 12 135 134 130 125 123 120 120 118 118 115 115 112 111 110 105 103 102 100 97 94 95 92 91 90 87 de 70 e mais anos de 65 a 69 anos de 60 a 64 anos de 55 a 59 anos de 50 a 54 anos de 45 a 49 anos de 40 a 44 anos de 35 a 39 anos de 30 a 34 anos de 25 a 29 anos de 20 a 24 anos de 15 a 19 anos de 10 a 14 anos de 05 a 09 anos de 0 a 04 anos 85 Fonte dos dados brutos tabela 02. Verifica-se que a população total no ano de 2000 houve um crescimento populacional ao longo desses anos. Assim, a população total passou de 92.513 em 2000 para 96.651 em 2008. Durante o período analisado de 2000 a 2008 observa-se que a população idosa compreendida nos intervalos [60 a 64 anos]; [65 a 69 anos] e [70 e mais anos] sempre manteve uma tendência de crescimento o que aponta para um crescimento da população idosa. Os dados revelam que nas faixas etárias [0 a 04 anos] tiveram um decréscimo durante o período de 2000 á 2008. No intervalo [05 a 10 anos] de 2000 à 2004 a população cresceu, mas a partir do ano 2005 até 2008 a população decresceu nesta faixa etária em comparação ao ano 2000. Nas faixas [15 a 19 anos] a população decresceu ao longo dos anos analisados. Já no que se refere da faixa etária [ 25 a 29 anos] os dados da tabela acima acusam um crescimento no ano de 2008 em relação ao ao 2000. 13 De [40 a 44 anos], [45 a 49 anos], [50 a 54 anos ], [60 a 64 anos], [65 a 69 anos] e [70 e mais anos] a população cresceu consideravelmente comparando o ano de 2008 ao ano 2000.Pode-se concluir que houve um aumento da população idosa. De uma forma geral a partir da tabela 02 pode-se afirmar que a população total em 2008 registrou um aumento aproximadamente de 4,47% em relação ao ano 2000 com destaque para a faixa etária dos 70 anos e mais que representou cerca de 33,79% de aumento neste período. 2.3 Densidade demográfica Densidade demográfica é a medida expressa pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressa em habitantes por quilômetro quadrado. Durante o período de 2000 a 2007, a densidade demográfica no Campos de Cima da Serra não apresenta quaisquer valor. Salienta-se que o motivo deriva da falta de dados referente a este período. No entanto já em 2008 a densidade demográfica no Campos de Cima da Serra foi de 73 habitantes por quilometro quadrado. 2.4 Taxa de urbanização A tabela 03 apresenta a Taxa de Urbanização no Campos de Cima da Serra. Essa taxa indica a percentagem da população da área urbana em relação à população total. Assim na tabela abaixo pode-se observar a taxa de Urbanização no Campos de Cima da Serra durante o período de 2000 á 2008. 14 Tabela 3 – Taxa de Urbanização no Campos de Cima da Serra Ano Taxa de Urbanização % 2000 39,71 2001 43,95 2002 44,20 2003 44,59 2004 44,97 2005 43,40 2006 45,75 2007 2008 41,99 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Na tabela 03 nota-se que no ano 2000 a taxa de urbanização era de 39,71%. No ano seguinte houve um acréscimo para 43,95% e assim se estendeu ao longo dos anos. Em 2006 a taxa de urbanização foi de 45,75%, já, no ano de 2008 foi de 41,99%, ocasionando uma redução. porém em relação ao ano de 2000, manteve-se um crescimento. A taxa de urbanização indica que houve conforme descrito anteriormente um crescimento urbano em detrimento ao rural. 2.5 Taxa média de crescimento populacional A tabela 04 ilustra a taxa média de crescimento populacional no Corede Campos de Cima da Serra a população total no Corede Campos de Cima da Serra. Neste sentido, é apresentado os dados referentes ao período de 2001 a 2008. 15 Tabela 4 – Taxa média de crescimento populacional no Corede Campos de Cima da Serra Ano Taxa de crescimento 2000 2001 1,01 2002 1,01 2003 1,01 2004 1,02 2005 1 2006 1 2007 2008 1,02 Figura 04 – Taxa média de crescimento populacional 110,00 104,63 103,88 105,23 105,35 100,00 100,00 90,00 Ano 2000 Ano 2008 80,00 70,00 69,33 60,00 Comercial Industrial Residencial Rural Setor público Outros Na tabela 04 verifica-se que no ano 2001 a taxa de crescimento era de 0,68%. Nos anos seguintes houve um decréscimo chegando a 0,35% no ano de 2006. No ano de 2004 ocorreu um pico de crescimento chegando a 1,93% a mesma retomada houve em 2008 atingindo 1,62%. Verifica-se que a taxa média de crescimento populacional não tem uma relação crescimento constante. 16 3. GESTÃO ESTRUTURAL Abaixo seguem as informações referentes à gestão estrutural do Corede Campos de Cima da Serra. São apresentados dados sobre saneamento básico nos domicílios rurais e urbanos, energia e quantidade de veículos. Os dados sobre saneamento básico se subdividem em abastecimento de água, destino do lixo e esgoto sanitário. Sendo que para estas variáveis, as informações obtidas são somente do ano de 2000, o que não permitiu realizar uma análise histórica dos dados. Em relação a energia, as informações disponibilizadas referem-se ao consumo de energia e ao número de consumidores nos seguintes seguimentos: comercial, industrial, residencial, rural e setor público. Esses dados foram disponibilizados para os anos de 2000 até o ano de 2008. Quanto a quantidade de veículos no Corede, os dados disponibilizados permitiram a realização de uma análise histórica para verificar o seu crescimento ou não. Sendo que os dados também foram subdivididos em diversas variáveis como, por exemplo, automóvel, caminhão, caminhonete, microônibus, ônibus, reboque, trator, entre outras variáveis. 3.1 Abastecimento de água A tabela 05, ilustra o total de domicílios particulares permanentes por abastecimento de água, são apresentados os dados do ano de 2000, referentes ao total de domicílios, bem como os pertencentes a área rural e urbana, em números absolutos e em percentuais A tabela 05, demonstra como é elevada a correlação de dependência de poços ou nascentes na área rural, bem como a utilização de rede geral na área urbana. 17 Tabela 5 – Total de domicílios particulares permanentes por abastecimento de água do Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000 Rural Urbano Total Poço ou nascente 5.885 589 6.474 Rede geral 856 19.753 20.609 Outra forma 204 218 422 Total 6.945 20.560 27.505 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 05 – Domicílios particulares permanentes por abastecimento de água (%) em 2000. Domicílios particulares permanentes por abastecimento de água em 2000 120 100 95,85 90,9 80 60 48,34 51,66 Rural Urbano 40 20 9,1 4,15 0 Poço ou nascente Rede geral Outra forma Observa-se que 74,75% dos domicílios particulares estão localizados nas cidades, e que estes concentram 95,85% da rede geral instalada dos municípios Na parte rural esta localizado apenas 25,25% dos domicílios, concentrando o abastecimento com poço ou nascente em 90,90%. Existem ainda 422 domicílios do COREDE que utiliza outra forma de abastecimento. 18 3.2 Destino do lixo Na tabela 06 demostra-se o total de domicílios particulares permanentes por destino do lixo no Corede Campos de Cima da Serra referente ao ano de 2000. Entendese por domicílio o local estruturalmente separado e independente que se destina a servir de habitação a uma ou mais pessoas, ou que esteja sendo utilizado como tal. Tabela 6 – Total de domicílios particulares permanentes por destino do lixo no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000 Rural Urbano Total Coletado 1.193 19.926 21.119 Enterrado 1.197 85 1.282 Jogado 583 106 689 Queimado 3.543 429 3.972 Outro destino 429 14 443 Total 6.945 20.560 27.505 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Em números absolutos nas áreas rurais a maior parte da destinação de resíduos é queimado, enquanto nas áreas urbanas o que prevalece é a Coleta como destinação de resíduos. Figura 06 – Domicílios particulares permanentes por destino do lixo (%) em 2000. 120 94,35 100 93,37 84,62 96,84 89,2 80 Rural Urbano 60 40 15,38 20 5,65 6,63 10,8 3,16 0 Coletado Enterrado Jogado Queimado Outro destino 19 Os dados da Figura 06, apresentam que 74,75% do destino do lixo ocorre na região urbana e que destes, 94,35% são coletados, mostrando uma consciência da população urbana com meio-ambiente e a participação do poder público para a realização da mesma. Já na parte rural, o destino do lixo por meio da coleta apresenta um percentual baixo, devido a dificuldade de acesso e da grande expansão de área, ocasionando a eliminação do lixo por outros meios. Reflete ainda as condições do meio rural, na questão ambiental. 3.3 Esgoto sanitário Os dados sobre o tipo de esgotamento sanitário é apresentado na tabela 07 que mostra o total de domicílios particulares divididos em urbanos e rurais no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000. O entendimento de domicílio particular refere-se ao relacionamento entre seus ocupantes é ditado por laços de parentesco, de dependência doméstica ou por normas de convivência. Tabela 7 -Total de domicílios particulares permanentes por tipo de esgotamento sanitário no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2000 Rural Urbano Total Fossa rudimentar 3.296 2.120 5.416 Fossa séptica 1.121 2.713 3.834 Rede geral de esgoto ou pluvial 159 14.308 14.467 Rio, lago ou mar 229 410 639 Sem banheiro 761 385 1.146 Vala 1.242 560 1.802 Outro escoadouro 137 64 201 Total 6.945 20.560 27.505 Fonte: Fundação de Econom ia e Es tatís tica – FEE. Dis ponível em : <www.fee.tche.rs >. Aces s o em : 06/10/2009. Conforme a tabela 07 os dados relevam que o meio mais utilizado pela população urbana é a rede geral de esgoto ou pluvial totalizando 69,59% do meio de esgotamento 20 sanitário domiciliar. Verifica-se que o mesmo é pouco utilizado pela população rural, sendo que o meio mais utilizado é a fossa rudimentar, representando um total de 47,46%. A Tabela 07 também apresenta a informação que a área rural utiliza variadas formas de esgotamento, como a vala, representando 17,88%, a fossa séptica com 16,14%, e a não utilização de banheiros com uma percentagem considerável de 10,96%. Figura 07 – Tipo de esgotamento Sanitário e sua ocorrência em áreas rurais e urbanas no ano de 2000 120 98,9 100 80 60 40 70,76 64,16 60,86 66,4 68,92 68,16 Rural 39,14 35,84 29,24 33,6 31,08 31,84 Urbano 20 1,1 0 Fossa séptica Rio, lago ou mar Fossa rudimentar Rede geral de esgoto ou pluvial Sem banheiro Vala Outro escoadouro Nota-se na figura 07, que o principal comparativo é no item da rede geral de esgoto ou pluvial, representando para o meio rural apenas 1,1% enquanto para o meio urbano 98,9%, onde no mesmo há um planejamento do poder público que atua de melhor forma preocupando-se com o saneamento básico da população. É relevante salientar que no meio rural o saneamento básico é efetuado pelos proprietários dos domicílios, tento uma pequena participação do poder público, devido a este fato a utilização de outros meios torna-se uma realidade. 21 3.4 Consumo de energia A tabela 8 apresenta o consumo de energia em MWh no Corede Campos de Cima da Serra referente aos anos de 2000 a 2008. Para tanto, é analisado o consumo Comercial, Industrial, Residencial, Rural, Setor público e Outros. Tabela 8 – Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Comercial 33.981 26.526 30.862 32.222 35.525 32.077 32.611 Industrial 19.517 21.381 21.314 24.235 25.428 25.598 22.987 Residencial 35.390 33.914 35.082 36.628 37.172 37.364 37.625 Rural 15.643 16.632 19.178 21.353 26.502 27.061 27.954 Setor público 13.574 14.044 14.085 13.755 13.730 14.225 13.796 Outros 70 49 35 33 20 23 20 Total 118.175 112.546 120.556 128.226 138.377 136.348 134.993 2007 35.328 28.382 39.585 30.488 13.720 26 147.529 2008 39.368 29.528 40.445 32.466 14.221 45 156.073 Fonte: Fundação de Econom ia e Es tatís tica – FEE. Dis ponível em : <www.fee.tche.rs >. Aces s o em : 06/10/2009. Percebe-se a partir da tabela 08, que o consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra, cresceu gradativamente no período analisado. Assim no ano 2000 o consumo total que era de 118.1175 passou para 156.073 no ano 2008, representando um crescimento percentual de 32,07%. Na classe Comercial o consumo aumentou de 33.981 em 2000 para 39.368 no ano 2008, equivalente a 15,85%. Na classe industrial, o consumo de energia elétrica em MWh passou de 19.517 no ano 2000 para 29.528 em 2008, aumentando 51,29%. Destaca-se um crescimento considerável principalmente no período de 2007 a 2008. A classe Residencial no ano de 2000 apresentava um consumo de 35.390 ocorrendo um aumento de 14,29% em relação ao ano de 2008. Já a classe Rural dobrou o consumo de energia elétrica no ano de 2008 de 32.466 em comparação ao ano 2000 com 15.643. No setor público houve um ligeiro aumento, passando de 13.574 no ano 2000 para 14.221 no ano 2008. Conforme nos demonstra a tabela 08 a única classe que apresentou um decréscimo foi na classificada como outros em que o consumo de energia era de 70 no ano 2000 e caiu para 45 no ano 2008. A Tabela 9 demonstra o Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra desde ano 2000 a 2008. Este consumo refere-se ao total de energia 22 elétrica consumida, por classes e total, durante o ano de referência. Tabela 9 – Consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra com base 100 no ano de 2000, de 2000 a 2008 Variável Ano 2000 2002 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Ano 2008 Comercial 100,00 78,06 90,82 94,82 104,54 94,40 95,97 103,96 115,85 Industrial 100,00 109,55 109,21 124,17 130,29 131,16 117,78 145,42 151,29 Residencial 100,00 95,83 99,13 103,50 105,04 105,58 106,32 111,85 114,28 Rural 100,00 106,32 122,60 136,50 169,42 172,99 178,70 194,90 207,54 Setor público 100,00 103,46 103,76 101,33 101,15 104,80 101,64 101,08 104,77 Outros 100,00 70,00 50,00 47,14 28,57 32,86 28,57 37,14 64,29 Total 100,00 95,24 102,01 108,51 117,09 115,38 114,23 124,84 132,07 Fonte: tabela 08 Conforme observa-se na acima, de forma geral o total de consumo de energia elétrica em MWh no Corede Campos de Cima da Serra apresentou um aumento no ano de 2000 a 2008 que foi de 32,07%. 3.5 Número de consumidores de energia A tabela 10 apresenta o número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2000 à 2008. Assim, é feita a análise do Comercial, Industrial, Residencial, Rural, Setor público e Outros. Tabela 10 – Número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos setores, entre 2000 e 2008 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Comercial 2.264 2.345 2.408 2.426 2.464 2.490 Industrial 438 481 509 537 532 524 Residencial 20.994 21.059 21.800 23.042 23.393 23.786 Rural 4.186 5.084 5.247 4.864 5.056 5.288 Setor público 377 388 411 400 412 430 Outros 4 4 5 6 5 8 Total 28.263 29.361 30.380 31.275 31.862 32.526 de Cima da Serra por 2006 2.522 521 24.709 5.542 449 5 33.748 2007 2.589 538 25.469 5.950 467 5 35.018 2008 2.709 373 26.458 6.261 492 5 36.298 23 A análise dos dados apresentados na tabela 10 evidenciam um aumento do consumidores de energia elétrica. Observa-se que no ano 2000 o total de numero de consumidores de energia elétrica era de 28.263 e que no ano seguinte aumentou para para 29.361. No ano 2008 o numero de consumidores de energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra envolvendo todas as classes analisados havia crescido para 36.298 . Nota-se que um dos impulsionadores deste aumento foi a classe Residencial que no ano 2000 o número de consumidores de energia elétrica era de 20.994 e que em 2008 passou para 26.458, com um percentual crescente de 26,03%. A tabela 11, caracteriza a variação anual do consumo de energia em MWh no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 11 – Número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2008 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Comercial 100,00 103,58 102,69 100,75 101,57 101,06 101,29 102,66 104,63 Industrial 100,00 109,82 105,82 105,50 99,07 98,50 99,43 103,26 69,33 Residencial 100,00 100,31 103,52 105,70 101,52 101,68 103,88 103,08 103,88 Rural 100,00 121,45 103,21 92,70 103,95 104,59 104,80 107,36 105,23 Setor público 100,00 102,92 105,93 97,32 103,00 104,37 104,42 104,01 105,35 Outros 100,00 100,00 125,00 120,00 83,33 160,00 62,50 100,00 100,00 Total 100,00 103,88 103,47 102,95 101,88 102,08 103,76 103,76 103,66 Figura 08 – Variação anual do número de consumidores de energia elétrica. 104,63 110,00 103,88 105,23 105,35 100,00 100,00 Ano 2000 90,00 80,00 70,00 Ano 2008 69,33 60,00 Comercial Industrial Residencial Rural Setor público Outros A Figura 08 apresenta que na classe Comercial o número de consumidores de energia elétrica no Corede Campos de Cima da Serra aumentou 4,63% em 2008 comparado ao ano de 2007. No industrial houve um decréscimo no de 32,86% no ano 24 2008 em comparação ao ano 2007. O mesmo não ocorreu com a classe Residencial em que o número de consumidores de energia elétrica se manteve estável com um pequeno aumento de 0,78% no ano 2008 em comparação ao ano de 2007. Na classe rural houve um decréscimo de 1,98% no ano 2008 em relação ao ao 2007, aproximando-se da média dos anos anteriores. De forma geral percebe-se que o número de consumidores de energia elétrica no Corede ao longo de 2007 a 2008, manteve-se estagnado com um mínimo decréscimo de 0,10%. 3.6 Frota dos meios de transporte A tabela 12 ilustra o total da frota por meios de transporte no Corede Campos de cima da Serra ano período de 2001 a 2008 Tabela 12 – Total da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima da Serra 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Automóvel 13.727 14.690 15.767 16.730 17.510 18.110 19.425 Bonde Caminhão 1.831 1.937 2.046 2.140 2.227 2.297 2.418 Caminhão Trator 749 782 720 762 699 704 721 Caminhonete 346 747 1.008 1.160 1.640 1.815 2.796 Camioneta 2.774 2.613 2.635 2.678 2.351 2.332 1.676 Chassi plataforma 0 0 1 2 4 4 3 Ciclomotor 4 4 4 4 4 4 4 Microônibus 100 103 110 117 124 129 149 Motocicleta 1.165 1.317 1.523 1.748 1.972 2.243 2.949 Motoneta 100 131 176 223 307 345 484 Ônibus 257 305 350 391 422 444 487 Quadriciclo 1 1 1 1 1 1 1 Reboque 191 202 210 233 257 270 299 Semi-Reboque 853 956 986 1.027 1.042 1.047 1.062 Side-Car Outros Trator esteira Trator Rodas 2 7 7 7 8 9 Triciclo 3 4 7 Utilitário 3 5 6 11 16 18 34 2008 20.558 2.469 668 3.785 1.044 3 4 167 3.499 565 495 1 332 1.062 15 10 11 64 Fonte: Departam ento Nacional de Trâns ito. Dis ponível em : <www.denatran.gov.br>. Aces s o em : 28/10/2009 25 A tabela 13 demonstra a frota dos meios de transporte no Campos de Cima da Serra no ano de 2001 à 2008. Tabela 13 – Variação da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima da Serra, de 2001 (base 100) a 2008. 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Automóvel 100,00 107,02 114,86 121,88 127,56 131,93 141,51 149,76 Bonde Caminhão 100,00 105,79 111,74 116,88 121,63 125,45 132,06 134,84 Caminhão Trator 100,00 104,41 96,13 101,74 93,32 93,99 96,26 89,19 Caminhonete 100,00 215,89 671,96 335,26 473,99 524,57 808,09 1093,93 Camioneta 100,00 94,20 94,99 96,54 84,75 84,06 60,42 37,64 Chassi plataforma Ciclomotor 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Microônibus 100,00 103,00 110,00 117,00 124,00 129,00 149,00 167,00 Motocicleta 100,00 113,05 130,73 150,04 169,27 195,53 253,13 300,34 Motoneta 100,00 131,00 176,00 223,00 307,00 345,00 484,00 565,00 ônibus 100,00 118,68 136,19 152,14 164,20 172,76 189,49 192,61 Quadriciclo 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Reboque 100,00 105,76 109,95 121,99 134,55 141,36 156,54 173,82 Semi-Reboque 100,00 112,08 115,59 120,40 122,16 122,74 124,50 124,50 Side-Car Outros Trator esteira Trator Rodas Triciclo Utilitário 100,00 166,67 200,00 366,67 533,33 600,00 1133,33 2133,33 Pode-se afirmar a partir das tabelas acima que o numero de automóvel cresceu 49,76% do ano 2001 até 2008. Em 2001 o número de automóvel era de 13.727 e em 2008 esse número aumentou para 20.558. A frota de caminhão também cresceu de 1.831 no ano 2001 para 2.469 no ano 2008 totalizando um aumento de 34,84%. Houve também um acréscimo 92,61% no numero de ônibus no período analisado. O numero de motocicleta triplicou durante o período em estudo, passando de 1.165 em 2001 para 3.499 no ano 2008. Alguns itens analisados não apresentam significância nos dados apresentados, é o caso do side-car, trator esteira, bonde etc. O semi- reboque por sua vez apresentou um crescimento de 24,50% no ano 2008 em comparação ao ano 2001. Correlação entre camioneta e camionete, onde enquanto uma reduz significativamente sua frota, mais de 62%. A outra aumenta numa grande proporção, mais 26 de 1000%, no período de 2001 a 2008. Pode-se constatar uma migração de segmento de transporte. Figura 09 - Variação da frota dos meios de transporte no Campos de Cima da Serra no ano de 2001 à 2008. Meio de transporte 2500,00 2133,33 2000,00 1500,00 1093,93 1000,00 565,00 500,00 300,34 149,76 134,84 89,19 37,64 100,00 192,61 167,00 100,00 173,82 124,50 Utilitário Semi-Reboque Reboque Quadriciclo ônibus Motoneta Motocicleta Microônibus Ciclomotor Camioneta Caminhonete Caminhão Trator Caminhão Automóvel 0,00 Fonte: tabela 12 Pode-se observar que que houve um crescimento ao longo dos anos no que se refere a frota de meios de transporte no Corede Campo de Cima da Serra, no entanto 27 alguns meios de transporte não apresentaram um crescimento considerado significativo. No ano 2008 a frota dos meios de transportes aumentou 57,24% em comparação ao ano 2001, passando de 22.101 meios de transportes para 34.752, uma adição de 12.651 meios de transportes. Nota-se uma vasta ampliação do mercado e do poder aquisitivo da população. Salienta-se por meio dos dados acima a importância de prevenir situações de conflito devido ao excesso da frota de meios de transporte no Corede Campos de Cima da Serra, através de um planejamento urbano que comporte este crescimento nas suas devidas proporções. 28 4. GESTÃO ECONÔMICA Com relação a gestão econômica, são apresentados dados referentes aos setores da economia, mercado de trabalho, comércio exterior, Valor Adicionado Bruto (VAB), PIB e finanças públicas. No que se refere aos setores da economia, no setor primário, os dados estudados se referem a área destinada à colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio e valor da produção para as culturas permanentes e temporárias. Também, são apresentados dados referentes ao efetivo de cabeças por tipo de rebanho. Quanto ao mercado de trabalho, as informações referem-se ao número de estabelecimentos e a quantidades de empregados nos grandes setores do IBGE. É importante lembrar, que esses dados se referem somente ao mercado de trabalho formal. Outro tópico que é apresentado informações do comércio exterior, são apresentados dados da evolução das exportações e importações no Corede Campos de Cima da Serra. Ainda são abordados dados referentes ao Valor Adicionado Bruto, PIB e PIB per capita, em que realizou-se uma análise da evolução desses dados. Quanto as finanças públicas, é apresentado os dados e sua análise da evolução das despesas realizadas e a evolução das receitas arrecadas. Sendo que as receitas arrecadadas são subdivididas em federais, estaduais e municipais. 4.1 Cultura permanente A tabela 14 ilustra o total de área destinada a colheita em ha de cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2001 à 2007. 29 Tabela 14 – Total da área destinada a colheita em há da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2001 a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 154 153 144 145 117 145 145 Erva mate 100 105 123 123 125 165 165 Figo 24 24 24 16 15 15 15 Goiaba Laranja 133 129 129 107 107 98 98 Limão 5 5 3 3 3 3 3 Maçã 9.576 9.546 9.511 9.220 10.229 10.524 11.678 Mamão Manga Marmelo Noz 9 8 8 8 9 1 1 15 15 17 17 69 17 17 Pêra Pêssego 237 237 237 237 211 251 281 Tangerina 45 45 45 46 46 46 44 Tungue 3 3 0 0 0 0 0 Uva 799 815 1.045 1.230 1.262 1.466 193 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Nota-se que a maça, entre os 19 itens analisados, é a que possui maior área destinada a colheita em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra e continua crescendo ao longo dos anos, atingindo mais de 20% de crescimento entre 2001 e 2007. Dos 19 itens 7 não apresentam informações. Ainda a tabela 14 revela que a área destinada a colheita em hectares da cultura permanente da uva decresceu drasticamente no ano de 2007, na qual era de 193 em comparação ao ano 2006 que era de 1466 um redução de 86,83%. Outra área de colheita que decresceu foi a da noz, onde no ano de 2005 tinha uma área equivalente a 9 hectares no ano seguinte caiu para 1 hectare, representando uma diminuição de 88,89%. A tabela 15 ilustra a variação do total de área destinada a colheita em hectares da cultura permanente do Corede Campos de Cima da Serra,tendo como referência o ano de 2001 como base fixa. 30 Tabela 15 – Variação do total da área destinada a colheita em há da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2001 (base 100) a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 100,00 99,35 93,51 94,16 75,97 94,16 94,16 Erva mate 100,00 105,00 123,00 123,00 125,00 165,00 165,00 Figo 100,00 100,00 100,00 66,67 62,50 62,50 62,50 Goiaba Laranja 100,00 96,99 96,99 80,45 80,45 73,68 73,68 Limão 100,00 100,00 60,00 60,00 60,00 60,00 60,00 Maçã 100,00 99,69 99,32 96,28 106,82 109,90 121,95 Mamão Manga Marmelo Noz 100,00 88,89 88,89 88,89 100,00 11,11 11,11 100,00 100,00 113,33 113,33 460,00 113,33 113,33 Pêra Pêssego 100,00 100,00 100,00 100,00 89,03 105,91 118,57 Tangerina 100,00 100,00 100,00 102,22 102,22 102,22 97,78 Tungue 100,00 100,00 Uva 100,00 102,00 130,79 153,94 157,95 183,48 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela 15 o total da área destinada a colheita em hectares da cultura permanente do Caqui decresceu 5,84% no ano de 2007 em relação ao ano 2001 outras áreas que tiveram redução acima de 25% foram figo, laranja e limão. Verifica-se que a área de colheita de tunque foi extinta do ano de 2002 para 2003. 31 Figura 10 – Área destinada à colheita da cultura permanente. Comparação 2001 (base 100) com 2007. Área destinada à colheita da cultura permanente 180,00 165,00 160,00 140,00 121,95 120,00 100,00 113,33 118,57 97,78 94,16 80,00 73,68 62,50 60,00 60,00 40,00 20,00 11,11 0,00 Caqui Erva mate Figo Laranja Limão Maçã Noz Pêra Pêssego Tangerina Nas áreas destinadas à colheita da cultura permanente, comprova-se o crescimento em algumas áreas. A erva mate cresceu em em 65% no ano de 2007 em relação ao ano 2001, a maça obteve o crescimento de 21,95% em 2007 tendo como base o ano 2001, o pêssego teve um acréscimo de 18,57% de 2007 a 2001, já a pera cresceu 13,33 % no ano 2007 comparado ao ano 2001. 32 A tabela 16 expressa a área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2001 à 2007. Tabela 16 – Total da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 144 143 144 145 117 145 145 Erva mate 100 105 123 123 125 165 165 Figo 24 24 24 16 15 15 15 Goiaba Laranja 133 129 129 107 107 98 98 Limão 5 5 3 3 3 3 3 Maçã 9.546 9.546 9.511 9.220 10.229 10.524 11.678 Mamão Manga Marmelo Noz 9 8 8 8 9 1 1 15 15 17 17 69 17 17 Pêra Pêssego 192 212 212 212 211 10 281 Tangerina 45 45 45 46 46 44 Tungue 99 67 86 73 69 98 70 Uva 799 815 1.045 1.230 1.262 1.466 1.446 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A cultura permanente da maçã é que tem maior representatividade entre os 19 itens analisados. Pode-se observar que o total da área colhida em hectares da cultura permanente da maçã foi de 9546 em 2001 e 11678 em 2008 a tabela também mostra um crescimento na área colhida da uva, passando de 799 em 2001 para 1446 em 2007, representando um crescimento de 80,98%. A tabela 17 ilustra a variação do total da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima Cima da Serra a partir do ano 2001 (base 100) à 2007. 33 Tabela 17 – Variação do total da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate 100,00 Azeitona 100,00 Banana 100,00 Caqui 100,00 99,31 100,00 100,69 81,25 100,69 100,69 Erva mate 100,00 105,00 123,00 123,00 125,00 165,00 165,00 Figo 100,00 100,00 100,00 66,67 62,50 62,50 62,50 Goiaba 100,00 S/I S/I S/I S/I S/I S/I Laranja 100,00 96,99 96,99 80,45 80,45 73,68 73,68 Limão 100,00 100,00 60,00 60,00 60,00 60,00 60,00 Maçã 100,00 100,00 99,63 96,58 107,15 110,25 122,33 Mamão 100,00 Manga 100,00 Marmelo 100,00 Noz 100,00 88,89 88,89 88,89 100,00 11,11 11,11 100,00 100,00 113,33 113,33 460,00 113,33 113,33 Pêra Pêssego 100,00 110,42 110,42 110,42 109,90 5,21 146,35 Tangerina 100,00 100,00 100,00 102,22 102,22 0,00 97,78 Tungue 100,00 67,68 86,87 73,74 69,70 98,99 70,71 Uva 100,00 102,00 130,79 153,94 157,95 183,48 180,98 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela 17 comprova-se o crescimento dos seguintes itens: uva, erva mate, pêssego, maçã, pêra e caqui. Os mesmos assumem um papel importante da cultura permanente mostrando-se as principais escolhas do cultivo no Corede Campos de Cima da Serra. Nota-se também a decadência dos seguintes itens: tangerina, laranja, tungue, figo, limão, noz e goiaba. Nos itens relacionados verifica-se uma variação negativa das áreas colhidas tendo a base do ano de 2001 comparado com o ano de 2007. 34 Figura 11 – Variação de 2001 a 2007 (Base 100 ano de 2001) da área colhida da cultura permanente. Área colhida da cultura permanente 200,00 180,98 180,00 165,00 160,00 146,35 140,00 122,33 120,00 100,00 113,33 100,69 97,78 80,00 73,68 62,50 70,71 60,00 60,00 40,00 20,00 11,11 Uva Tungue Tangerina Pêssego Pêra Noz Maçã Limão Laranja Figo Erva mate Caqui 0,00 Conforme a Figura 11, verifica-se que dos doze itens acima o crescimento ocorreu em 50% dos mesmos. A uva atingiu 180% da área colhida em hectares da cultura permanente no Corede de Campos de Cima da Serra em 2007, tendo como base 2001 do total. A erva mate foi a segunda a atingir o crescimento de 165%, já o pêssego se destaca sendo o terceiro alcançando 146,35%. A tabela 18 demonstra o total da quantidade produzida em toneladas da cultura 35 permanente no Corede Campos de Cima da Serra. Compreende-se por quantidade produzida, a produção obtida de cada produto no ano de referência da pesquisa. Tabela 18 - Total da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 1.320 1.343 1.514 1.435 1.239 1.435 610 Erva mate 1.033 890 1.097 1.097 1.073 1.992 1.992 Figo 168 168 157 71 66 66 66 Goiaba Laranja 1.842 1.595 1.610 1.354 1.354 1.206 1.176 Limão 56 33 33 35 35 35 35 Maçã 223.775 254.765 250.950 242.350 199.178 222.514 344.240 Mamão Manga Marmelo Noz 14 12 12 12 57 1 1 Pêra 119 114 123 148 572 148 148 Pêssego 2.268 2.530 2.530 2.560 1.925 2.995 2.015 Tangerina 230 233 248 293 293 283 271 Tungue 6 6 Uva 9.486 11.395 11.153 20.991 11.760 18.029 20.923 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Observa-se a partir da análise da tabela 18 que a maçã é o item com maior representatividade no que tange a quantidade produzida em tonelada da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra. Atingindo 344.240 toneladas em 2007, mostrando um crescimento de 54,70% comparado ao ano de 2006. A tabela 19 expressa a variação do total produzido em hectares da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2001 a 2007. 36 Tabela 19 – Variação do total da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 100,00 101,74 114,70 108,71 93,86 108,71 46,21 Erva mate 100,00 86,16 106,20 106,20 103,87 192,84 192,94 Figo 100,00 100,00 93,45 42,26 39,29 39,29 39,29 Goiaba Laranja 100,00 86,59 87,41 73,51 73,51 65,47 63,84 Limão 100,00 58,93 58,93 62,50 62,50 62,50 62,50 Maçã 100,00 113,85 112,14 108,30 89,01 99,44 153,83 Mamão Manga Marmelo Noz 100,00 85,71 85,71 85,71 407,14 7,14 7,14 Pêra 100,00 95,80 103,36 124,37 480,67 124,37 124,37 Pêssego 100,00 111,55 111,55 112,87 84,88 132,05 88,84 Tangerina 100,00 101,30 107,83 127,39 127,39 123,04 117,83 Tungue 100,00 100,00 Uva 100,00 120,12 117,57 221,28 123,97 190,06 220,57 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados da Tabela 19 comprovam que dos onze itens menos de 50% obtiveram crescimento da quantidade produzida em toneladas da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra. Verifica-se que os que os cinco itens que atingiram o crescimento foram: a erva mate, maçã, pêra, tangerina, sendo que, a uva foi a que mais obteve uma variação de crescimento atingindo 220,57 no ano de 2007, tendo como base o ano de 2001. 37 Figura 12 – Variação da Quantidade produzida da cultura permanente em 2007 com ano base 2001. 250,00 220,57 200,00 192,94 153,83 150,00 124,37 100,00 88,84 63,84 50,00 117,83 62,50 46,21 39,29 7,14 0,00 Caqui Erva mate Figo Laranja Limão Maçã Noz Pêra PêssegoTangerina Uva Conforme a Figura 12, comprova-se o crescimento dos seguintes itens: uva, erva mate, maçã, pêra e tangerina. Nas unidades relacionadas verifica-se uma variação negativa das áreas colhidas tendo a base do ano de 2001 comparado com o ano de 2007. O decréscimo é caracterizado pelos seguintes itens: pêssego, laranja, limão, caqui, figo e noz, este redução em itens representa mais de 50%, totalizando seis de onze verificados no Corede Campos de Cima da Serra. A tabela 20 ilustra o rendimento médio da cultura permanente em Kg/ha no Corede Campos de cima da Serra. Entende-se por cultura permanente as culturas de longo ciclo vegetativo, que permitem colheitas sucessivas sem necessidade de novo plantio. 38 Tabela 20 – Rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 5.825 5.925 6.550 6.400 5.700 6.400 5.150 Erva mate 4.250 3.903 2.550 2.550 2.560 2.940 2.940 Figo 4.657 4.400 4.050 2.750 2.250 2.250 2.250 Goiaba Laranja 12.000 10.200 10.500 10.500 10.500 10.100 9.500 Limão 5.600 5.600 3.300 3.500 3.500 3.500 3.500 Maçã 18.200 22.410 20.325 1.980 15.718 15.100 23.000 Mamão Manga Marmelo Noz 350 257 257 257 800 100 100 5.000 4.500 4.700 5.200 5.300 5.200 5.200 Pêra Pêssego 7.200 7.300 7.550 7.600 7.175 8.800 6.850 Tangerina 3.716 3.716 4.316 4.516 4.516 4.316 3.716 Tungue 200 200 Uva 9.177 10.530 9.620 11.900 8.233 10.351 10.377 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A partir da análise da tabela 20 pode-se refletir um dado de extrema importância, a redução de rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra. Em 2001 o rendimento totalizava 76.175 kg/ha e ao longo dos anos chegou a 57.153kg/ha. Já no último ano de pesquisa os dados comprovam uma recuperação, acumulando 72.583 kg/ha em 2007. A tabela 21 apresenta de forma real a variação do rendimento médio da cultura permanente em kg/há de 19 itens no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2001 (base 100) à 2007. 39 Tabela 21 – Variação do rendimento médio da cultura permanente em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 100,00 101,72 112,45 109,87 97,85 109,87 88,41 Erva mate 100,00 91,84 60,00 60,00 60,24 69,18 69,18 Figo 100,00 94,48 86,96 59,05 48,31 48,31 48,31 Goiaba 100,00 Laranja 100,00 85,00 87,50 87,50 87,50 84,17 79,17 Limão 100,00 100,00 58,93 62,50 62,50 82,97 62,50 Maçã 100,00 123,13 111,68 10,88 86,36 82,97 126,37 Mamão 100,00 Manga 100,00 Marmelo 100,00 Noz 100,00 73,46 73,46 73,46 228,57 28,57 28,57 100,00 90,00 94,00 104,00 106,00 104,00 104,00 Pêra Pêssego 100,00 101,39 104,86 105,56 99,65 122,22 95,14 Tangerina 100,00 100,00 116,15 121,53 116,15 116,15 100,00 Tungue 100,00 100,00 S/I S/I S/I S/I S/I Uva 100,00 114,74 104,84 129,67 89,71 112,79 113,08 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados aferem que a maçã teve maior representatividade entre todos outros produtos analisados. Assim sendo, em 2001 o rendimento médio da cultura permanente da maçã que era de 18.200 e passou para 23.000 em 2007, representando um crescimento de 26,37%. Sete itens pesquisados, como é o caso do abacate os dados não expressam significância. Em relação ao limão, comparando o ano 2001 a 2007, observa-se que houve um decréscimo deste item, visto que no ano 2001 o rendimento médio da cultura permanente era de 5.600 e em 2007 foi para 3.500 uma redução de 37,50%. O mesmo pode-se aferir do pêssego, caqui, laranja, erva mate e noz, que os dados de 2007 revelam um decréscimo em relação ao ano 2001. Já o tungue foi extinto no ano de 2002 para 2003. 40 Figura 13 – Variação do rendimento médio da cultura permanente em 2007 com ano base 2001. 140,00 126,37 120,00 113,08 104,00 100,00 100,00 95,14 88,41 79,17 80,00 69,18 62,50 60,00 48,31 40,00 28,57 20,00 Uva Tungue Tangerina Pêssego Pêra Noz Maçã Limão Laranja Figo Erva mate Caqui 0,00 Os dados demonstram que o rendimento médio da cultura permanente em kg/ha do Caqui no ano 2007 caíram em 11,59% em relação ao ao 2001. O mesmo pode-se observar que outros itens como erva mate, figo, laranja, limão noz e pêssego apresentaram uma queda no ano de 2007 em relação ao ano de 2001. A queda mais acentuada foi da noz que decresceu 71,43% no ano de 2007 em relação ao ano de 2001. A maçã foi o item com maior crescimento. Assim no ano de 2007 o rendimento médio de cultura permanente da maçã aumentou 26,37% em relação ao ano de 2001. A tabela 22 expressa o total do valor da produção em R$ mil da cultura no Corede Campos de Cima da Serra. Podemos extrair destes dados o retorno financeiro que cada produto proporcionou ao longos dos anos analisados para esta região. 41 Tabela 22 – Total do valor da produção em R$ mil da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura permanente2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 1.328,08 1.268,09 1.423,04 1.231,58 965,82 1.247,99 706,00 Erva mate 340,17 276,99 267,94 219,34 209,30 610,59 480,00 Figo 100,96 108,20 115,38 72,72 79,58 80,45 80,00 Goiaba 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Laranja 1.643,40 933,40 1.044,84 699,07 654,05 799,34 593,00 Limão 48,15 79,35 25,64 29,32 30,52 31,97 22,00 Maçã 185.271,90 193.397,69 220.243,95 177.148,11 135.100,98 278.180,96 306.449,00 Mamão Manga Marmelo Noz 26,41 34,62 38,46 34,02 82,85 3,09 3,00 Pêra 198,82 210,63 228,20 265,08 733,63 222,78 219,00 Pêssego 3.030,50 3.302,23 3.690,92 3.142,29 2.560,61 3.167,43 3.400,00 Tangerina 12.640,79 11.730,21 10.418,94 9.547,68 8.897,29 8.415,19 8.123,00 Tungue 1,55 1,44 Uva 14.492,33 13.571,03 17.407,21 32.758,85 16.384,00 20.013,29 17.159,00 Pode-se aferir que a maçã foi a que teve maior valor de produção entre todos os itens analisados, totalizando um crescimento de 65,41% partindo de R$ 185.271,90 em 2001 para R$ 306.449,00 em 2007. Verifica-se que o total do valor da produção em reais da cultura permanente do Corede Campos de Cima da Serra atingiu um valor de R$ 219.123,03 em 2001. Já em 2007 obteve um acréscimo de 53,90% chegando a um valor de R$ 337.234,00. Um dado importante a ser analisado é que desde valor 90,87% é representado pela maçã. A tabela 23 expressa a variação do total do valor da produção em R$ mil da cultura no Corede Campos de Cima da Serra, demonstrando a variação no período de 2001 a 2007. Tabela 23 – Variação do total do valor da produção em R$ mil da cultura permanente no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura permanente 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacate Azeitona Banana Caqui 100,00 95,48 107,15 92,73 72,72 93,97 53,16 Erva mate 100,00 81,43 78,77 64,48 61,53 179,49 141,10 Figo 100,00 107,16 114,28 72,02 78,81 79,68 79,23 Goiaba Laranja 100,00 56,80 63,58 42,54 39,80 48,64 36,08 Limão 100,00 164,78 53,25 60,89 63,39 66,40 45,69 Maçã 100,00 104,39 118,88 95,61 72,92 150,15 165,40 Mamão Manga Marmelo Noz 100,00 131,12 145,65 128,81 313,73 11,72 11,36 Pêra 100,00 105,94 114,77 133,32 368,98 112,05 110,15 Pêssego 100,00 108,97 121,79 103,68 84,49 104,52 112,19 Tangerina 100,00 92,80 82,42 75,53 70,38 66,57 64,26 Tungue 100,00 92,88 Uva 100,00 93,64 120,11 226,03 113,05 138,09 118,40 42 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. O item que obteve maior valor produzido em reais foi a maçã alcançando uma variação positiva de 65,40%, o resultado comprova o investimento realizado pelo produtor tanto na ampliação de área quanto a de produção, verificada nas tabelas anteriores. Relacionando o valor de produção em reais com a quantidade produzida pode-se afirmar que os os seguintes produtos: laranja, limão, caqui, figo e noz, tiveram uma correlação decrescente de todos os dados pesquisados. Em cima deste fato uma exceção foi com o item pêssego, onde, obteve redução de quantidade produzida, porém um crescimento no valor produzido em reais, totalizando um aumento de 12,19% no período de 2001 a 2007. 43 Figura 14 – Variação do valor da produção da cultura permanente em 2007 com ano base 2001. Valor da produção da cultura permanente 180,00 165,40 160,00 141,10 140,00 118,40 120,00 110,15 112,19 100,00 79,23 80,00 64,26 60,00 53,16 45,69 36,08 40,00 20,00 11,36 0,00 Caqui Erva mate Figo Laranja Limão Maçã Noz Pêra PêssegoTangerina Uva A figura acima revela que dos onze itens pesquisados cinco apresentaram resultado positivo, entre eles: erva mate, maçã, pêra, pêssego e uva. Mais de 50% dos produtos tiveram resultado negativo, entre eles estão: o caqui, figo, laranja, limão, noz e tangerina. 44 4.2 Cultura temporária A tabela 24 expressa o total da área destinada a colheita em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir de 2001 a 2007. Diz-se que área destinada a colheita é a área total destinada à colheita de cada produto agrícola na data de referência da pesquisa. Representa a área ocupada por pés (plantas) em idade produtiva, que tiveram ou não suas produções colhidas Tabela 24 – Total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 599 799 722 636 627 660 666 Amendoim 34 33 28 24 24 23 23 Arroz 89 83 57 35 1 10 0 Aveia 6.760 3.810 3.520 7.735 7.330 7.600 6.450 Batata Doce 53 52 40 30 30 21 21 Batata Inglesa 3.177 3.725 3.618 4.140 4.438 4.595 4.197 Cana de Açúcar 24 17 14 14 15 15 12 Cebola 412 411 347 356 352 444 461 Centeio Cevada 5.000 3.330 2.700 3.280 2.565 3.130 1.400 Ervilha 17 217 94 94 64 64 64 Fava S/I S/I S/I S/I S/I S/I S/I Feijão 8.095 6.815 5.428 4.618 3.525 3.730 3.890 Fumo 25 25 17 15 31 39 27 Girassol Linho Mamona Mandioca 178 148 155 155 160 165 165 Melancia 7 7 7 7 5 1 3 Melão 3 3 3 3 2 2 2 Milho 48.600 41.200 54.000 54.750 60.880 64.480 65.580 Soja 60.200 80.550 91.000 105.000 114.700 115.300 116.600 Sorgo 30 30 20 10 0 20 20 Tomate 108 101 85 115 112 108 68 Trigo 13.720 17.180 30.070 36.950 38.000 37.750 40.100 Triticale Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados evidenciam que a soja obteve o maior crescimento partindo de 60.200 no 45 ano de 2001 chegando a 116.600 em 2007, representando um aumento de 93,69%. Outro destaque por volume é o milho onde em 2001 apresentava 48.600 hectares passando a 65.580 hectares em 2007, com um crescimento de 34,94% nos respectivos anos. A tabela 25 ilustra de forma real a variação do total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra a partir de 2001 (base 100) a 2007. Tabela 25 – Variação do total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 100,00 133,39 128,88 106,18 104,67 110,18 111,19 Amendoim 100,00 97,06 82,35 70,59 70,59 67,65 67,65 Arroz 100,00 93,26 64,04 39,33 11,24 11,24 0,00 Aveia 100,00 56,36 52,07 114,42 114,35 112,43 95,41 Batata Doce 100,00 98,11 75,47 56,60 56,60 39,62 39,62 Batata Inglesa 100,00 117,25 113,88 130,31 139,69 144,63 132,11 Cana de Açúcar 100,00 70,83 58,33 58,33 62,50 62,50 50,00 Cebola 100,00 99,76 84,22 86,41 85,44 107,77 111,89 Centeio Cevada 100,00 66,60 54,00 65,60 51,30 62,60 28,00 Ervilha 100,00 1276,47 552,94 552,94 376,47 376,47 376,47 Fava S/I S/I S/I S/I S/I S/I S/I Feijão 100,00 84,19 66,81 57,05 43,55 46,08 48,05 Fumo 100,00 100,00 68,00 60,00 124,00 156,00 108,00 Girassol Linho Mamona Mandioca 100,00 83,15 87,08 87,08 89,89 92,70 92,70 Melancia 100,00 100,00 100,00 100,00 71,43 14,29 42,86 Melão 100,00 100,00 100,00 100,00 66,67 66,67 66,67 Milho 100,00 84,77 111,11 112,65 125,27 132,67 134,94 Soja 100,00 133,80 151,16 174,42 190,53 191,53 193,69 Sorgo 100,00 100,00 66,67 33,33 0,00 66,67 66,67 Tomate 100,00 13,89 78,70 109,26 103,70 100,00 62,96 Trigo 100,00 125,22 219,17 269,31 276,97 275,15 292,27 Triticale Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. É importante observar na tabela 25 a variação negativa das seguintes colheitas: o 46 arroz, tendo uma área de 89 hectares em 2001 apresentando em 2007 a extinção do mesmo; a cevada obteve uma redução de 72% da área destinada a colheita reduzindo-se a 1.400 hectares; a batata doce nos últimos seis anos acumulou uma redução de 60,38%; a melancia diminuiu a área em 57,14%; o feijão de 2001 a 2007 obteve uma variação negativa de 51,95%; e por último a cana de açúcar com a perda de 50% da área destinada à colheita do cultivo temporária no Corede Campos de Cima da Serra. Figura 15 – Variação da área destinada à colheita da cultura temporária de 2001 (ano base) à 2007. 400,00 376,47 350,00 292,27 300,00 250,00 193,69 200,00 150,00 134,94 132,11 111,89 111,19 108,00 92,70 95,41 100,00 67,65 66,67 50,00 39,62 50,00 48,05 66,6762,96 42,86 28,00 Trigo Tomate Sorgo Soja Milho Melão Melancia Mandioca Fumo Feijão Ervilha Cevada Cebola Cana de Açúcar Batata Inglesa Batata Doce Aveia Amendoim Alho Arroz 0,00 0,00 A figura 15 apresenta vinte produtos ocorrendo variações ao longo dos anos de 2001 a 2007. Observa-se que o trigo apresentou um crescimento. Assim, o total da área destinada à colheita em hectares da cultura temporária praticamente duplicou, 47 apresentando um crescimento de 192,27% em comparação ao ano base. O produto que mais obteve crescimento foi a ervilha com 276,47% em relação aos anos analisados. A tabela 26 demonstra o total de área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra desde o ano 2001 à 2007. Entende-se por área colhida a parcela da área plantada de cada produto agrícola efetivamente colhida na data de referência da pesquisa. Em se tratando das culturas permanentes, corresponde à área ocupada com pés em produção no ano de referência da pesquisa. No caso de culturas temporárias de curta e média duração e não ocorrendo perda de área por fatores adversos de ordem climática, patogênica ou econômica, corresponde à área plantada. Para culturas temporárias de longa duração, corresponde à área em que foi colhida a produção. Tabela 26 – Total da área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 599 799 772 636 627 660 666 Amendoim 34 33 28 24 24 23 23 Arroz 89 83 57 35 10 10 S/I Aveia 6.760 3.810 3.520 7.735 7.730 7.600 6.450 Batata Doce 53 52 40 30 30 21 21 Batata Inglesa 3.177 3.725 3.618 4.140 4.438 4.595 4.197 Cana de Açúcar 24 17 14 14 15 15 12 Cebola 412 363 347 356 352 444 461 Centeio Cevada 5.000 3.330 1.500 3.280 2.565 3.130 1.400 Ervilha 17 217 94 94 64 64 64 Fava Feijão 8.095 6.815 5.408 4.618 3.465 3.730 3.890 Fumo 25 25 17 15 31 39 27 Girassol Linho Mamona Mandioca 178 110 155 155 160 165 165 Melancia 7 7 7 7 5 1 3 Melão 3 3 3 3 2 2 2 Milho 48.600 41.200 54.000 54.750 60.880 64.480 65.180 Soja 60.200 80.550 91.000 105.000 112.450 115.300 116.600 Sorgo 30 30 20 10 S/I 20 20 Tomate 108 15 85 118 112 108 68 Trigo 13.720 4.700 30.070 36.950 38.000 37.750 40.100 Triticale - 48 A partir da análise do total da área em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra pode-se aferir que o a soja juntamente com o milho e o trigo tem aumentado suas áreas de cultura temporária, conforme retrata a tabela 26. Pode-se analisar que estes três itens correspondem em área colhida em hectares o valor de 221.880, de um total de 239.349, representando 92,70% dos produtos analisados. A tabela 27 retrata a variação do total da área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano de 2001 (base 100) à 2007. Tabela 27 – Variação do total da área colhida em hectares da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 100,00 133,39 128,88 106,18 104,67 110,18 111,19 Amendoim 100,00 97,06 82,35 70,59 70,59 67,65 67,65 Arroz 100,00 93,26 64,04 39,33 11,24 11,24 0,00 Aveia 100,00 56,36 52,07 114,42 114,35 112,43 95,41 Batata Doce 100,00 98,11 75,47 56,60 56,60 39,62 39,62 Batata Inglesa 100,00 117,25 113,88 130,31 139,69 144,63 132,11 Cana de Açúcar 100,00 70,83 58,33 58,33 62,50 62,50 50,00 Cebola 100,00 88,11 84,22 86,41 85,44 107,77 111,89 Centeio Cevada 100,00 66,60 30,00 65,60 51,30 62,60 28,00 Ervilha 100,00 1276,47 552,94 552,94 376,47 376,47 376,47 Fava 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Feijão 100,00 84,19 66,81 57,05 42,80 46,08 48,05 Fumo 100,00 100,00 68,00 60,00 124,00 156,00 108,00 Girassol Linho Mamona Mandioca 100,00 61,80 87,08 87,08 89,89 92,70 92,70 Melancia 100,00 100,00 100,00 100,00 71,43 14,29 42,86 Melão 100,00 100,00 100,00 100,00 66,67 66,67 66,67 Milho 100,00 84,77 111,11 112,65 125,27 132,67 134,12 Soja 100,00 133,80 151,16 174,42 186,79 191,53 193,69 Sorgo 100,00 100,00 66,67 33,33 0,00 66,67 66,67 Tomate 100,00 13,89 78,70 109,26 103,70 100,00 62,96 Trigo 100,00 34,26 219,17 269,31 276,97 275,15 292,27 Triticale Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se constatar que o a maioria dos produtos apresentam alguma variação entre 49 um ano e outro. Neste sentido, o item que teve uma maior oscilação foi a ervilha. Por exemplo no ano de 2002 o total da área colhida em hectare da cultura temporária da ervilha era mais do que o quíntuplo em relação ao ano base. Já em 2007 o mesmo item representava um pouco mais do o triplo em relação ao ano base no caso 2001. Figura 16 – Variação da Área colhida da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano de 2001 à 2007. 400,00 376,47 350,00 292,27 300,00 250,00 193,69 200,00 150,00 134,12 132,11 111,89 111,19 108,00 92,70 95,41 100,00 67,65 66,67 50,00 39,62 50,00 48,05 66,6762,96 42,86 28,00 Trigo Tomate Sorgo Soja Milho Melão Melancia Mandioca Fumo Feijão Ervilha Cevada Cebola Cana de Açúcar Batata Inglesa Batata Doce Aveia Amendoim Alho Arroz 0,00 0,00 A figura acima apresenta vinte produtos que ao longo dos anos de 2001 a 2007 apresentaram variações. Os dados revelaram que oito itens pesquisados apresentaram 50 resultado positivo, entre eles: alho, batata inglesa, cebola, ervilha, fumo, milho, soja e trigo. 60% dos produtos tiveram resultado negativo, entre eles estão: amendoim, aveia, batata doce, cana de açúcar, cevada, feijão, mandioca, melancia, melão, sorgo, tomate. Sendo que o arroz foi extinto no passar dos anos de 2001 a 2007 período da pesquisa. A tabela 28 demonstra o total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir do ano de 2001 a 2007. Compreende-se por quantidade produzida, a produção obtida de cada produto agrícola no ano de referência da pesquisa. Tabela 28 – Total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 4.334 5.869 6.910 5.801 5.648 6.140 6.717 Amendoim 34 33 30 25 28 24 24 Arroz 151 141 93 56 2 12 0 Aveia 10.965 6.784 6.664 19.110 18.351 17.749 14.375 Batata Doce 798 703 547 408 400 265 265 Batata Inglesa 50.893 68.843 70.960 63.110 82.022 100.010 111.540 Cana de Açúcar 502 367 292 282 302 302 236 Cebola 3.387 3.180 3.133 3.665 3.633 4.613 6.077 Centeio S/I S/I S/I S/I S/I S/I S/I Cevada 12.445 7.847 6.923 8.956 7.530 7.785 3.875 Ervilha 46 405 163 169 109 109 109 Fava Feijão 15.195 11.088 9.040 4.801 2.136 4.346 5.991 Fumo 71 71 47 31 37 68 54 Girassol Linho Mamona Mandioca 2.634 2.184 2.304 2.289 2.494 2.529 2.529 Melancia 53 59 59 52 39 20 30 Melão 5 5 5 5 4 4 4 Milho 262.430 160.335 286.180 145.426 96.585 292.038 351.364 Soja 145.272 165.575 252.860 169.099 130.147 289.874 304.800 Sorgo 60 60 40 15 0 36 36 Tomate 3.998 5.073 3.507 5.072 3.870 4.276 2.676 Trigo 34.769 40.346 75.192 95.934 81.516 95.835 100.656 Triticale Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Observa-se por meio dos dados acima que no ano de 2001 o total da quantidade 51 produzida em toneladas da cultura temporária somava 548.042, verifica-se um crescimento considerável ao longo dos seis anos seguintes chegando a 911.358 em 2007, este aumento representa 66,29%. É importante salientar que os quatro principais produtos, trigo, batata inglesa, soja e milho, correspondem 95,28% do total da quantidade produzida, somando 868.360 toneladas. A tabela 29 ilustra a variação do total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra, a partir do ano 2001 a 2007. Tabela 29 – Variação do total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (base 100) a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 100,00 135,42 159,44 133,85 130,32 141,67 154,98 Amendoim 100,00 97,06 88,24 73,53 82,35 70,59 70,59 Arroz 100,00 93,38 61,59 37,09 1,32 7,95 0,00 Aveia 100,00 61,87 60,78 174,28 167,36 161,87 131,10 Batata Doce 100,00 88,10 68,55 51,13 50,13 33,21 33,21 Batata Inglesa 100,00 135,27 139,43 124,01 161,17 196,51 219,17 Cana de Açúcar 100,00 73,11 58,17 56,18 60,16 60,16 47,01 Cebola 100,00 93,89 92,50 108,21 107,26 136,20 179,42 Centeio Cevada 100,00 63,05 55,63 71,96 60,51 62,56 31,14 Ervilha 100,00 880,43 354,35 367,39 236,96 236,96 222,45 Fava Feijão 100,00 72,97 59,49 31,60 14,06 28,60 39,43 Fumo 100,00 100,00 66,20 43,66 52,11 95,77 76,06 Girassol Linho Mamona Mandioca 100,00 82,92 87,47 86,90 94,68 96,01 96,01 Melancia 100,00 111,32 111,32 98,11 73,58 37,74 56,60 Melão 100,00 100,00 100,00 100,00 80,00 80,00 80,00 Milho 100,00 61,10 109,05 55,42 36,80 111,28 133,89 Soja 100,00 113,98 174,06 116,40 89,59 199,54 209,81 Sorgo 100,00 100,00 66,67 25,00 0,00 60,00 60,00 Tomate 100,00 126,89 87,72 126,86 96,80 106,95 66,93 Trigo 100,00 162,89 216,26 275,92 234,45 275,63 289,50 Triticale Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. É importante observar na tabela 29 a variação negativa de doze produtos, sendo os de maior representatividade; o feijão que obteve uma subtração de 60,57% reduzindo-se a 5.991 toneladas. A cana de açúcar de 2001 a 2007 obteve uma variação negativa de 52 52,99%. Por último o arroz com a perda de 100% da quantidade produzida em toneladas da cutura temporária no Corede Campos de Cima da Serra. Figura 17 -Quantidade produzida da cultura temporária. 350,00 300,00 289,50 250,00 222,45 219,17 209,81 200,00 179,42 154,98 150,00 133,89 131,10 96,01 100,00 80,00 76,06 70,59 47,01 50,00 66,93 60,00 56,60 33,21 39,43 31,14 Trigo Tomate Sorgo Soja Milho Melão Melancia Mandioca Fumo Feijão Ervilha Cevada Cebola Cana de Açúcar Batata Inglesa Batata Doce Aveia Amendoim Alho Arroz 0,00 0,00 Entre os 20 itens analisados o trigo é que apresenta maior evolução no total da quantidade produzida em toneladas da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra. Neste sentido o crescimento foi de 189,50% em relação ao ano base. Outros 53 produtos que se destacaram foram: o alho com um crescimento de 154,98%, a aveia com um aumento de 131,10%, a batata inglesa com 219,17%, a cebola com 179,42%, a ervilha com 222,45%, o milho com 133,89%, a soja com 209,81% e o trigo com 289,50%. Entende-se por rendimento médio a razão entre a quantidade produzida e a área colhida de cada produto agrícola no ano de referência da pesquisa. A tabela 30 apresenta esses dados. Tabela 30 – Rendimento médio da cultura temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 7.030 6.751 6.573 7.000 6.200 6.200 6.500 Amendoim 810 810 750 750 770 550 550 Arroz 1.170 970 968 893 200 120 0 Aveia 1.161 1.125 1.185 1.391 1.190 1.021 1.120 Batata Doce 13.400 12.800 10.400 11.100 10.700 7.900 7.900 Batata Inglesa 12.003 12.756 14.407 12.267 11.754 13.304 16.188 Cana de Açúcar 12.600 12.600 12.600 12.100 12.100 12.100 9.800 Cebola 7.100 7.150 7.000 7.150 6.350 7.000 9.300 Centeio Cevada 1.330 1.080 1.450 1.500 1.770 1.552 1.350 Ervilha 1.400 1.347 1.450 1.550 1.520 1.520 1.520 Fava Feijão 1.560 1.374 1.499 1.142 597 1.158 1.398 Fumo 500 500 500 408 533 736 797 Girassol Linho Mamona Mandioca 11.800 11.800 12.100 11.800 12.900 12.400 12.400 Melancia 2.900 3.500 3.500 2.800 1.500 2.000 1.000 Melão 300 300 300 300 200 200 200 Milho 4.500 3.827 4.550 2.645 1.469 4.110 4.916 Soja 1.996 1.828 2.360 1.454 939 1.986 2.230 Sorgo 200 200 200 150 0 180 180 Tomate 20.000 22.700 19.300 17.302 17.400 18.800 18.800 Trigo 1.750 1.666 2.070 2.480 2.439 2.040 2.046 Triticale - Nota-se que ocorre um rendimento negativo de 5,13% na média da cultura temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra. Tendo no ano de 2001 a quantidade de 103.510 kg/ha, passando para 98.195 kg/ha em 2007. Entre os 27 produtos analisados verifica-se que sete não apresentaram nenhum dado. Podemos citá-los: abacaxi, cebola, fava, girassol, linho, mamona e triticale. 54 A tabela 31 expressa de forma efetiva a variação do rendimento médio da cultura temporária em kg/há no Rio Grande do Sul desde o ano 2001 à 2007. Tabela 31 – Variação do rendimento médio da cultura temporária em kg/ha no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (ano base) a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 100,00 96,03 93,50 99,57 88,19 88,19 92,46 Amendoim 100,00 100,00 92,59 92,59 95,06 67,90 67,90 Arroz 100,00 82,91 82,65 76,35 17,23 10,26 0,00 Aveia 100,00 103,20 102,07 119,84 102,50 87,94 96,47 Batata Doce 100,00 104,69 77,61 82,84 79,85 58,96 58,96 Batata Inglesa 100,00 106,27 120,03 102,20 97,92 110,84 134,87 Cana de Açúcar 100,00 100,00 100,00 96,03 96,03 96,03 77,78 Cebola 100,00 100,70 98,59 100,70 89,44 98,59 130,99 Centeio Cevada 100,00 81,20 109,02 112,78 133,08 116,69 101,50 Ervilha 100,00 96,19 103,57 110,71 108,57 108,57 108,57 Fava Feijão 100,00 88,07 96,05 73,17 38,28 74,23 89,61 Fumo 100,00 100,00 100,00 81,66 106,66 147,12 159,32 Girassol Linho Mamona Mandioca 100,00 100,00 102,54 100,00 105,08 105,08 105,08 Melancia 100,00 120,69 120,69 96,55 51,72 68,97 34,48 Melão 100,00 100,00 100,00 100,00 66,67 66,67 66,67 Milho 100,00 85,04 101,11 58,78 32,64 91,33 109,24 Soja 100,00 109,19 118,24 72,85 47,02 99,49 111,72 Sorgo 100,00 100,00 100,00 75,00 0,00 90,00 90,00 Tomate 100,00 113,50 96,50 86,51 87,00 94,00 94,00 Trigo 100,00 80,80 118,29 141,71 139,37 116,55 116,89 Triticale - Os dados aferem que o fumo teve a maior variação positiva entre todos outros produtos analisados. Assim sendo, em 2001 o rendimento médio da cultura permanente do fumo, que era de 500, passou para 797 em 2007, representando um crescimento de mais de 59%. Já o arroz obteve a maior variação negativa, proporcionando uma redução de 100% nos anos pesquisados. Em relação a cevada, comparando o ano 2001 a 2007, observa-se que houve uma estabilidade deste item, visto que no ano 2001 o rendimento médio da cultura permanente 55 era de 1330 e em 2007 foi para 1335 uma crescimento de apenas 1,50%. Figura 18 – Variação do rendimento médio da cultura temporária em 2007 com relação a 2001. 180,00 159,32 160,00 140,00 134,87 130,99 120,00 108,57 101,50 96,47 100,00 92,46 116,89 111,72 109,24 105,08 94,00 90,00 89,61 77,78 80,00 67,90 66,67 58,96 60,00 40,00 34,48 20,00 Trigo Tomate Sorgo Soja Milho Melão Melancia Mandioca Fumo Feijão Ervilha Cevada Cebola Cana de Açúcar Batata Inglesa Batata Doce Aveia Amendoim Alho Arroz 0,00 0,00 A análise dos dados acima no período de 2001 a 2007, evidenciam que dos 20 produtos 9 apresentaram um resultado positivo. Destes apenas 33,33% tiveram um desempenho acima de 30% no rendimento médio da cultura temporária em kg/há no Rio Grande do Sul. Entre eles se encontram: fumo, batata inglesa e cebola. Os resultados negativos representam 55% dos produtos pesquisados, tendo maior relevância negativa os itens: amendoim, arroz, batata doce, melancia e melão, obtendo um decréscimo acima de 30%. 56 A tabela 32 caracteriza o total do valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com base no Índice Nacional do Preço ao Consumidor o INPC, a partir do ano 2001 a 2007. Tabela 32 – Total do valor da produção em R$ da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com base INPC de 2001 a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 65.316 92.576 37.050 23.613 32.829 29.465 25.539 Amendoim 2.336 2.350 2.401 2.165 1.164 1.951 1.897 Arroz 93 59 128 115 19 32 27 Aveia 185 164 379 340 184 161 171 Batata Doce 3.041 4.084 7.469 5.682 5.680 5.801 5.226 Batata Inglesa 30.072 31.124 23.167 18.101 13.712 14.634 10.217 Cana de Açúcar 1.535 1.969 2.845 1.724 1.134 2.554 4.183 Cebola 26.659 24.356 22.303 16.162 15.377 26.541 14.757 Centeio Cevada 95 166 12 175 522 125 29 Ervilha 996 1.534 1.319 1.130 1.205 761 816 Fava 5 4 4 16 45 52 56 Feijão 3.234 6.439 6.137 5.480 2.954 3.850 2.956 Fumo 6.800 6.258 6.058 6.689 5.049 6.822 6.351 Girassol Linho Mamona Mandioca 7.301 9.816 13.555 10.169 5.239 8.354 5.051 Melancia 674 447 542 504 354 429 367 Melão 1.173 1.535 1.596 1.548 1.141 851 781 Milho 78.375 118.651 145.623 106.276 19.211 62.733 92.691 Soja 3.885 5.400 8.972 10.020 2.940 11.523 16.751 Sorgo 0 0 0 0 0 0 0 Tomate 59.574 66.049 70.875 52.179 48.499 46.217 62.381 Trigo 679 2.014 3.810 3.124 2.585 4.871 3.874 Triticale 0 0 0 0 21 4 17 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados da tabela 32 elucidam que ocorreu uma redução no total do valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra de 12,97% do ano de 2001 a 2007, onde obtinha o valor de 292.028 e fechou com o valor de 254.138. Notase que o pior desempenho foi no ano de 2005, no qual totalizou 159.864 do valor produzido, este montante representa uma redução de mais de 45%, tendo como base o 57 ano de 2001. Visualiza-se na tabela 33 o total do valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com base no Índice Nacional do Preço ao Consumidor o INPC, a partir do ano 2001 a 2007. Tabela 33 – Variação do total do valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra com base INPC de 2001 (ano base) a 2007 Cultura temporária 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Abacaxi Alho 100,00 141,74 56,72 36,15 50,26 45,11 39,1 Amendoim 100,00 100,6 102,78 92,68 49,83 83,53 81,2 Arroz 100,00 63,47 137,56 123,34 19,88 34,31 28,97 Aveia 100,00 88,97 205,3 184,02 99,67 87,05 92,51 Batata Doce 100,00 134,29 245,58 186,81 186,77 190,72 171,83 Batata Inglesa 100,00 103,5 77,04 60,19 45,6 48,66 33,98 Cana de Açúcar 100,00 128,32 185,37 112,35 73,87 166,4 272,57 Cebola 100,00 91,36 83,66 60,62 57,68 99,56 55,35 Centeio Cevada 100,00 175,09 12,18 184,45 551,07 131,71 30,61 Ervilha 100,00 154,02 132,49 113,44 120,98 76,45 81,96 Fava 100,00 92,88 82,53 352,39 959,11 1106,67 1201,74 Feijão 100,00 199,09 189,77 169,45 91,35 119,06 91,4 Fumo 100,00 92,03 89,08 98,37 74,25 100,31 93,39 Girassol Linho Mamona Mandioca 100,00 134,45 185,67 139,3 71,76 114,43 69,19 Melancia 100,00 66,34 80,44 74,82 52,55 63,65 54,44 Melão 100,00 130,89 136,1 132,02 97,32 72,56 66,6 Milho 100,00 151,39 185,8 135,6 24,51 80,04 118,27 Soja 100,00 139 230,94 257,94 75,68 296,61 431,19 Sorgo Tomate 100,00 110,87 118,97 87,59 81,41 77,58 104,71 Trigo 100,00 296,69 561,31 460,16 380,76 717,64 570,72 Triticale - Os dados demonstram que a fava teve a maior variação positiva entre todos outros produtos analisados. Obtendo de 2001 a 2007 uma variação positiva no valor da produção média, de 1101,74%. Outros dois produtos que se destacam em uma variação positiva são: o trigo com mais de 470% e a soja com mais de 330%. Verifica-se um decréscimo de variação principalmente nos itens: alho, arroz, batata inglesa, cebola, 58 cevada e milho. Figura 19 – Variação do valor da produção da cultura temporária em 2007 em relação a 2001. 1400 1201,74 1200 1000 800 570,72 600 431,19 400 272,57 171,83 200 92,51 81,2 39,1 55,35 33,98 28,97 91,4 93,39 81,96 30,61 118,27 104,71 69,19 54,44 66,6 Trigo Tomate Soja Milho Melão Melancia Mandioca Fumo Feijão Fava Ervilha Cevada Cebola Cana de Açúcar Batata Inglesa Batata Doce Aveia Arroz Amendoim Alho 0 Entre os 20 itens analisados a fava é que apresenta maior evolução no valor da produção da cultura temporária no Corede Campos de Cima da Serra. Neste sentido o crescimento foi de 1101,74% em relação ao ano base. Outros produtos que se destacaram foram: o trigo com um crescimento de 470,72%, a soja com um aumento de 331,19%, a cana de açúcar com 172,57% e a batata doce com 71,83%. Nota-se que 65% dos produtos analisados tiveram um rendimento negativo comparado com o ano base de 59 2001. Os principais destaques foram: o alho, o arroz, a batata inglesa, a cebola, a cevada, a mandioca, a melancia e o melão com mais de 30%. 4.3 Efetivo do rebanho A tabela 33 elenca o total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 33 – Total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 a 2007 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Asininos 22 26 18 10 5 5 5 5 Bovinos 419.077 349.785 348.646 379.616 372.752 350.402 362.085 357.516 Bubalinos 1.630 1.635 1.504 1.205 1.140 969 971 767 Caprinos 731 648 669 614 537 336 362 351 Codornas 813 891 773 958 1.030 1.095 1.222 1.296 Coelhos 748 719 1.050 1.058 984 1.202 1.273 1.033 Eqüinos 14.068 12.045 12.156 12.560 12.283 10.937 10.949 10.796 Galinhas 425.800 406.094 422.756 323.496 383.176 327.905 321.005 315.950 Galos, Frangas, Frangos e Pintos 1.438.000 1.439.619 664.898 698.174 615.092 596.861 614.216 551.414 Muares 665 753 669 459 246 132 129 124 Ovinos 57.579 40.043 39.892 27.998 28.122 27.641 28.193 30.244 Suínos 62.550 90.232 73.011 70.373 67.856 65.129 63.377 54.444 Total 2.421.683 2.342.490 1.566.042 1.516.521 1.483.223 1.382.614 1.403.787 1.323.940 De forma geral percebe-se que houve um decréscimo no total de cabeças do efetivo do rebanho desde o ano de 2000 a 2007. Sendo assim, os 13 itens analisados em 2000 totalizavam um efetivo de 2.421.683, e, em 2007 de 1.323.940, representando um decréscimo expressivo de 45,33%. Nota-se que o efetivo relacionado (bovinos; galinhas; galos, frangas, frangos e pintos) representa 92,52%, totalizando 1.224.880 de cabeças do efetivo do rebanho. Esse dado representa uma segmentação no efetivo de rebanho. A tabela 34 ilustra a variação no total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima de Serra até o ano de 2007, utilizando o ano de 2000 como base. 60 Tabela 34 – Variação do total de cabeças do efetivo de rebanhos no Corede Campos de Cima da Serra de 2001 (ano base) a 2007 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Asininos 100,00 84,62 81,82 45,45 22,73 22,73 22,73 22,73 Bovinos 100,00 83,47 83,19 90,58 88,95 83,61 86,40 85,31 Bubalinos 100,00 100,31 92,27 73,93 69,94 59,45 59,57 47,06 Caprinos 100,00 88,65 91,52 83,99 73,46 45,96 49,52 48,01 Codornas 100,00 109,59 95,08 117,84 126,69 134,69 150,31 159,41 Coelhos 100,00 96,12 140,37 141,44 131,55 160,70 170,19 138,10 100,00 85,62 86,41 89,28 87,31 77,74 77,83 76,74 Eqüinos Galinhas 100,00 95,37 99,28 75,97 89,99 77,01 75,39 74,20 Galos, Frangas, 100,00 100,11 46,24 48,55 42,77 41,51 42,71 38,35 Frangos e Pintos Muares 100,00 113,23 100,60 69,02 36,99 19,85 19,40 18,65 Ovinos 100,00 69,54 69,28 48,63 48,84 48,01 48,96 52,53 Suínos 100,00 144,26 116,72 112,51 108,48 104,12 101,32 87,04 Total 100,00 96,73 64,67 62,62 61,25 57,09 57,97 54,67 A pesquisa demonstra que as codornas obtiveram a maior variação positiva entre todos os rebanhos analisados. Obtendo de 2000 a 2007 uma variação positiva no total de mais de 59%. Outro item que destacou-se em uma variação positiva foram os coelhos com mais de 38%. Verifica-se um enorme decréscimo de variação. Diante do total de cabeças do efetivo do rebanho do Corede Campos de Cima da Serra, representado por 12 itens, 83,33% apresentaram uma variação negativa. 61 Figura 20 – Variação do total de cabeças do efetivo de rebanho no ano de 2007 com relação à 2000. 180,00 159,41 160,00 138,10 140,00 120,00 100,00 87,04 85,31 76,74 80,00 60,00 47,06 74,20 52,53 48,01 38,35 40,00 22,73 18,65 20,00 Suínos Ovinos Muares Galos, Frangas, Frangos e Pintos Galinhas Eqüinos Coelhos Codornas Caprinos Bubalinos Bovinos Asininos 0,00 A figura 20 demonstra que houve um decréscimo na maioria dos itens analisados em relação ao ano base. Destaca-se com saldo demasiadamente negativo os seguintes itens: asininos (77,27%); bubalinos (52,94%); caprinos (51,99%); galos, frangas, frangos e pintos (61,65%); muares (81,35%), e ovinos (47,47%). 62 4.4 Produção de origem animal Vários produtos são considerados nesta análise, entre os produtos encontra-se a lã, leite, mel de abelha, ovinos tosquiados, ovos de codorna, ovos de galinha e vacas ordenhadas. Abaixo seguem os conceitos, que permitem uma melhor compreensão da pesquisa: Produção de lã - é a quantidade total de lã bruta obtida de ovinos tosquiados durante o ano-base da pesquisa. Considera-se a lã, independentemente de sua classificação: lã de velo, lã de garreio ou lã de cordeiro. Produção de leite - é a quantidade total de leite produzido pelas vacas ordenhadas durante o ano-base da pesquisa. Produção de mel de abelha - é a quantidade total de mel de abelha produzido, somente de abelhas criadas em apiários, durante o ano-base da pesquisa. Produção de ovos de codorna - é a quantidade total de ovos de codorna produzidos durante o ano-base da pesquisa. Produção de ovos de galinha - é a quantidade total de ovos de galinha produzidos durante o ano-base da pesquisa. Ovinos tosquiados - são os ovinos de qualquer idade ou sexo, pertencentes ao rebanho do município, que foram tosquiados durante o ano-base da pesquisa para fins de produção de lã. Vacas ordenhadas - são as vacas mestiças ou de raça (de corte, de leite ou de dupla aptidão) existentes no município e que foram ordenhadas em algum período do ano-base da pesquisa, com a finalidade de produção de leite, quer seja para autoconsumo, para transformação em queijos, manteiga, etc., ou para venda. Nesse sentido a tabela 35 apresenta o total da quantidade produzida de produção de origem animal no Corede Campos de Cima da Serra entre os anos de 2000 e 2002. 63 Tabela 35 – Total da quantidade produzida de produção de origem animal no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2002 Produção de origem animal Unidade 2000 2001 2002 Lã kg 119.292 87.548 83.143 Leite mil litros 32.578 23.593 35.099 Mel de Abelha kg 213.930 230.770 239.072 Ovinos Tosquiados cabeças 38.110 33.786 30.916 Ovos de Codorna mil dúzias 5 9 28 Ovos de Galinha mil dúzias 2.678 6.304 6.569 Vacas Ordenhadas cabeças 41.580 36.449 31.513 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se observar que os sete itens descritos na tabela 35, dois deles apresentam uma correlação de desempenho positivo, os mesmos são: os ovos de codorna e os ovos de galinha. A análise realizada nos demais deve ser feita individualmente pela grande distinção das categorias. Na tabela abaixo pode-se verificar a variação dos mesmos. Tabela 36 – Variação do total da quantidade produzida de produção de origem animal no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base) a 2002 Produção de origem animal Unidade 2000 2001 2002 Lã kg 100,00 73,39 69,70 Leite mil litros 100,00 72,42 107,74 Mel de Abelha kg 100,00 107,87 111,75 Ovinos Tosquiados cabeças 100,00 88,65 81,12 Ovos de Codorna mil dúzias 100,00 180,00 560,00 Ovos de Galinha mil dúzias 100,00 235,40 245,29 Vacas Ordenhadas cabeças 100,00 87,66 75,79 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados acima informam que dos sete itens mais da metade tiveram um resultado crescente. Os que mais se destacaram foram: os ovos de codorna e os ovos de galinha com uma variação positiva de 460% e 145,29%, respectivamente. Já os principais resultados negativos foram verificados nos seguintes produtos: lã com uma redução de mais de 30%, resultando em uma perda de 36.149 Kg de 2000 a 2002; as vacas ordenhadas com uma redução de quase 25%, ocasionando uma queda de produção de 10.067 cabeças. 64 4.5 Extração vegetal Na tabela 36 pode-se observar a quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 36 – Total da quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2006 Unidade 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Carvão Vegetal t 16 6 2 1 3 1 1 Erva Mate Cancheada t 25 72 129 89 124 143 114 Lenha m³ 56.170 38.874 38.013 4.030 15.186 15.796 15.895 Madeira em Tora m³ 9.140 5.703 7.288 2.082 4.504 490 460 Palmito 200 220 230 0 195 50 50 Pinhão t 87 81 85 10 72 93 95 Pinheiro Brasileiro – Madeira em Tora m³ 50 50 Pinheiro Brasileiro – Nó de Pinho m³ - A tabela 36 indica que a erva mate cancheada, a lenha e a madeira em tora estão entre os 9 itens analisados que mais contribuíram para o incremento do total da quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra. A tabela 37 ilustra a quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 37 – Variação do total da quantidade produzida de extração vegetal no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 Unidade 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Carvão Vegetal t 100,00 37,50 12,50 6,25 18,75 6,25 6,25 Erva Mate Cancheada t 100,00 288,00 516,00 356,00 496,00 572,00 456,00 Lenha m³ 100,00 69,21 67,67 7,17 27,04 28,12 28,30 Madeira em Tora m³ 100,00 62,40 79,74 22,78 49,28 5,36 5,03 Palmito 100,00 110,00 115,00 0,00 97,50 25,00 25,00 Pinhão t 100,00 93,10 97,7 11,49 82,76 106,90 109,20 Pinheiro Brasileiro – Madeira em Tora m³ 100,00 Pinheiro Brasileiro – Nó de Pinho m³ 100,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se aferir que o pinhão é um dos itens que vem mantendo a tendência de 65 crescimento conforme os dados apresentados desde ano 2000 até 2006. Constata-se a partir da análise que a quantidade produzida de extração vegetal referente a erva mate cancheada quadruplicou no ano de 2006 em relação ao ano base (2000). 4.6 Mercado de trabalho Os Estabelecimentos tratados nesta parte são divididos pelos Grandes Setores: são estes, os setores de Indústria, Construção Civil, Comércio, Serviços, Agropecuária, e outros. A tabela 38 apresenta o total de estabelecimentos, divididos p no Corede Campos de Cima da Serra entre os anos de 2000 e 2008. Tabela 38 – Total de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008. Grandes Setores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Indústria 564 574 619 620 617 612 618 603 588 132 124 130 121 107 121 129 115 119 Construção Civil Comércio 1.838 1.980 2.114 2.155 2.205 2.233 2.249 2.280 2.351 Serviços 1.325 1.391 1.499 1.560 1.637 1.679 1.647 1.699 1.715 Agropecuária 720 754 812 832 879 872 890 891 954 Outro/Ignorado 1 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 4.580 4.823 5.174 5.288 5.445 5.517 5.533 5.588 5.727 Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em: 19/11/2009. No número absoluto de estabelecimentos todos estabelecimentos apresentaram aumento de número de estabelecimentos, à exceção de estabelecimentos ligados à construção civil que decresceu no período. Entre os que aumentaram de número destacase os setores de comércio e serviços, ambos com crescimento no período analisado em 2000, 1838 estabelecimentos vinculados a Comércio e em 2008 este número passa para 2351. A variação entre os estabelecimentos de Serviços parte de 1325 estabelecimentos em 2000 para 1715 em 2008. Agropecuária também mostrou contínuo crescimento nesse período. O setor de indústria apresentou crescimento até 2003 e decaiu a partir daí, mas ainda obtém valor maior que em 2000. 66 A tabela 39 expressa a variação do número total de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra tendo como base 100 o ano de 2000. Tabela 39 – Variação no total de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base) a 2008 Grandes Setores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Indústria 100 101,77 109,75 109,93 109,4 108,51 109,57 106,91 104,26 Construção Civil 100 93,94 98,48 91,67 81,06 91,67 97,73 87,12 90,15 Comércio 100 107,73 115,02 117,25 119,97 121,49 122,36 124,05 127,91 Serviços 100 104,98 113,13 117,74 123,55 126,72 124,45 128,23 129,43 Agropecuária 100 104,72 112,78 115,56 122,08 121,11 123,61 123,75 132,5 Outro/Ignorado 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 100 105,31 112,97 115,46 118,89 120,46 120,81 122,01 125,04 Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em: 19/11/2009. Com a tabela 39 fica claro que os setores Agropecuária (32,5 %), Serviços (29,43%) e Comércio (27,91%) foram os que mais cresceram no período. Fica evidente também a variação negativa do setor de construção Civil que possui hoje 90,15% do que possuía em 2000, sofrendo portanto uma redução de 9,85% entre 2000 e 2008 no número de estabelecimentos. No total o número de estabelecimentos no Corede Campos de Cima da Serra Cresceu 25,04% entre 2000 e 2008. A tabela 40 apresenta o número total de empregos no Corede Campos de Cima da Serra por Grandes Setores e Total entre os anos de 2000 e 2008. Tabela 40 – Total de empregos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008 Grandes Setores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Indústria 2.473 3.988 4.234 4.516 4.527 5.115 5.283 5.352 5.387 773 692 2.675 2.506 1.824 863 319 391 431 Construção Civil Comércio 4.212 4.429 4.652 4.932 4.867 5.500 5.651 5.700 5.713 Serviços 3.014 3.126 3.299 3.534 3.541 3.997 4.095 4.142 4.248 Agropecuária 4.530 10.322 11.991 13.796 14.568 12.791 12.040 13.424 14.605 Outro/Ignorado 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 15.002 22.557 26.851 29.284 29.327 28.266 27.388 29.009 30.384 Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em: 19/11/2009. 67 O setor que mais emprega no Corede Campos de Cima da Serra é o setor agropecuário, seguido pelos setores de Comércio, Indústria e Serviços. Todos os setores apresentaram crescimento neste período à exceção do setor de Construção Civil que é o que menos emprega e ainda em 2008 decresceu em relação ao ano de 2000 em Total de empregos. Em números absolutos o setor Agropecuário se destaca pois em 2000 possuía 4530 empregos este número no ano seguinte subiu para 10322 em 2001 e 14605 em 2008, crescimento evidenciado também na tabela seguinte. A Tabela 41 apresenta a variação de 2000 à 2008 por setor e total do total de empregos por setor e total no Corede Campos de Cima da Serra tendo como base 100 o ano de 2000. Tabela 41 – Variação do total de empregos no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 (ano base) a 2008 Grande Setores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Indústria 100,00 161,26 171,21 182,61 183,06 206,83 213,63 216,42 217,83 100,00 89,52 346,05 324,19 235,96 111,64 41,27 50,58 55,76 Construção Civil Comércio 100,00 105,15 110,45 117,09 115,55 130,58 134,16 135,33 135,64 Serviços 100,00 103,72 109,46 117,25 117,49 132,61 135,87 137,43 140,94 Agropecuária 100,00 227,86 264,70 304,55 321,59 282,36 265,78 296,34 322,41 Outro/Ignorado 100,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Total 100,00 150,36 178,98 195,20 195,49 188,41 182,56 193,37 202,53 Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Disponível em: <www.mte.gov.br>. Acesso em: 19/11/2009. Pela Tabela acima é possível identificar o crescimento de 127% no número de empregos no setor Agropecuário entre 2000 e 2001 e um crescimento de 2000 à 2008 de 222%. O número de empregos na Construção Civil por outro lado caiu no ano de 2008 representa 55,76% do que havia em 2000 uma queda de 44,24% no período. Outro setor que se destaca é o da Indústria que cresceu no período 117,83%. No total o crescimento de empregos no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008 foi 102,53%. 4.7 Exportações A Tabela 42 apresenta a Balança Comercial no Campos de Cima da Serra, bem 68 como as Exportações e Importações no período de 2000 a 2007 bem como suas variações tendo como base 100 o ano de 2000. Tabela 42 - Balança comercial no Corede Campos de Cima da Serra e variações (base 100 no ano de 2000) no período entre 2000 e 2001 Saldo Balança Ano Exportações Variação Importações Variação Variação Comercial 2000 18.696.891 100,00 5.211.241 100,00 13.485.651 100,00 2001 15.823.413 84,63 3.983.411 76,44 11.840.002 87,8 2002 17.464.450 93,41 2.883.539 55,33 14.580.911 108,12 2003 21.546.749 115,24 2.644.904 50,75 18.901.844 140,16 2004 40.526.609 216,76 2.660.663 51,06 37.865.946 280,79 2005 22.592.230 120,83 3.252.799 62,42 19.339.431 143,41 2006 18.106.124 96,84 2.354.181 45,18 15.751.943 116,81 2007 38.497.177 205,90 6.597.260 126,60 31.899.917 236,55 Fonte:Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Disponível em: <http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sistema/balanca/>. Acesso em: 18/11/2009. OBS: Dados não disponíveis das cidades: André da Rocha, Esmeralda, Monte Alegre dos Campos, Pinhal da Serra e São José Dos Ausentes. Quanto às exportações pode se afirmar os anos de 2004 e 2008 marcaram ápices nos valores exportados possuindo oscilações mas sempre tendendo ao crescimento resultando numa variação positiva de 2000-2007 em 105,9% nas exportações. 69 Figura 21 – Variação do Saldo da Balança Comercial. 400 350 300 250 Exportação Importação Saldo Balança Comercial 200 150 100 50 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Os dados da figura 21 pode-se observar o comportamento das exportações no Corede Campos de Cima da Serra, apresentando oscilações/ variações de uma forma geral positiva. 4.8 Importações De acordo com a Tabela 42 às importações tiveram valores absolutos menores que 2000 ao longo de todo o período analisado a exceção do último ano 2007 onde apresentou um resultado superior ao de 2000. Apesar de terminar o período entre 2000 e 2007 com crescimento de 26,6% nas importações, é necessário a ressalva de que durante os anos de 2001 a 2006 o padrão foi oscilante e não de crescimento e sempre abaixo do número obtido em 2000. 70 4.9 Balança comercial A tabela 42 ilustra um saldo positivo da balança comercial no Corede Campos de Cima da Serra. Salienta-se que no ano de 2007 o saldo aumentou 236,55% em relação ao ano base (2000). 4.10 Valor Adicionado Bruto - VAB A tabela 43 ilustra o Valor Adicionado Bruto (VAB) no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 a 2005. Tabela 43 – Valor Adicionado Bruto no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2005 Ano Agropecuária Indústria Serviços 2000 436.457,31 193.408,71 149.469,84 2001 515.120,46 177.340,82 144.118,13 2002 367.814,88 136.647,77 133.289,41 2003 486.043,68 151.261,49 142.004,97 2004 306.861,81 252.167,00 136.215,60 2005 219.983,17 205.263,72 145.695,78 A tabela 44 demonstra a variação do Valor Adicionado Bruto da agropecuária, indústria, e serviços de 2000 a 2005 tendo como base 100 o ano de 2000. Tabela 44 – Variação do Valor Adicionado Bruto da Agropecuária, Indústria e Serviços entre 2000 (ano base) e 2005 Ano Agropecuária Indústria Serviços 2000 100,00 100,00 100,00 2001 118,02 91,69 96,42 2002 84,27 70,65 89,17 2003 111,36 78,21 95,01 2004 70,31 130,38 91,13 2005 50,4 106,13 97,48 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A partir da análise das tabelas, observa-se que o VAB da agropecuária caiu pela 71 metade no ano de 2005 em relação ao ano 2000. A indústria por sua vez cresceu 6,13% em 2005 em relação ao ano base (2000) do respectivo setor. Os Serviços se mantiveram constantes ao longo do período e ao final de 2005 seu valor acusou uma queda de 2,52% em relação ao ano de 2000. 4.11 PIB A tabela 45 ilustra o Produto Interno Bruto (PIB) no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 á 2006. O PIB ilustra a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). Tabela 45 – PIB no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2006 com variação (ano base 2000). PIB PIB base 100 2000 1.112.979,55 100,00 2001 1.177.262,65 105,78 2002 1.120.874,25 100,71 2003 1.301.835,45 116,97 2004 1.072.979,18 96,41 2005 974.424,81 87,55 2006 1.124.576,00 101,04 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela 45 o PIB no Corede Campos de Cima da Serra apesar de períodos de maior variação se manteve 01,04% maior em 2006 do que no ano de 2000. Neste período se destacam os anos de 2003 com o maior PIB do Período e 2005 com o menor PIB no período. A tabela 46 apresenta o PIB per capita no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2006 com variação (ano base 2000). 72 Tabela 46 – PIB no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2006 com variação (ano base 2000) PIB per capita PIB per capita 2000 13.776,97 100,00 2001 17.570,68 134,26 2002 14.654,52 120,56 2003 19.410,47 179,70 2004 22.951,46 232,24 2005 17.901,77 194,91 2006 25.357,00 291,80 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. De acordo com a tabela 46 o PIB per capita apresentou variação positiva e crescimento oscilante resultando num aumento de191,8% no de 2006 em relação ao ano de 2000. 4.12 Despesas realizadas A tabela 47, elenca o total de despesas realizadas e receitas arrecadadas no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 A 2007. Tabela 47 – Total de despesas realizadas no Corede Campos de Cima da Serra de 2000 a 2007 Ano Correntes % De Capital % Total 2000 65.317.339,30 100,00 9.317.444,61 100,00 74.634.783,92 2001 66.484.761,54 98,24 11.541.386,57 123,87 78.026.148,11 2002 68.230.112,70 100,00 17.090.945,78 183,43 85.321.058,49 2003 75.214.461,76 102,63 12.716.314,52 136,48 87.930.776,28 2004 80.265.370,31 113,13 13.187.075,01 141,53 93.452.445,32 2005 87.580.972,06 120,73 10.897.647,57 116,96 98.478.619,63 2006 96.579.579,18 131,73 13.653.506,11 146,54 110.233.085,29 2007 105.609.645,00 145,27 19.460.237,00 208,86 125.069.882,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. % 100,00 104,54 114,32 117,81 125,21 131,95 147,70 167,58 73 Figura 22 - Total de despesas realizadas. 400,00 350,00 300,00 250,00 Correntes 200,00 De capital 150,00 Total 100,00 50,00 0,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Em 2007 o total das despesas realizadas obteve um aumento significativo em relação ao ano de 2000. Assim sendo, as despesas total realizadas em 2000 foram de 45.643.629 e 125.069 em 2007. Tabela 48 – Total de receitas arrecadadas no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2007 Ano Correntes % De Capital % Total % 2000 72.873.889,72 100,00 1.342.223,74 100,00 74.216.113,45 100,00 2001 80.731.592,24 110,78 1.188.103,67 88,52 81.919.695,91 110,38 2002 91.772.560,73 113,68 4.138.716,54 348,35 95.911.277,27 117,08 2003 96.512.167,29 105,16 1.631.448,74 39,42 98.143.616,03 102,33 2004 100.735.471,69 104,38 1.492.633,80 91,49 102.228.105,49 104,16 2005 111.226.127,91 110,41 3.115.393,55 208,72 114.341.521,46 111,85 2006 116.216.841,09 104,49 3.143.964,02 100,92 119.360.805,11 104,39 2007 131.209.320,00 112,9 5.172.434,00 164,52 136.381.754,00 114,26 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 23 – Total de receitas arrecadadas no Corede Campos de Cima da Serra 700,00 600,00 500,00 400,00 Correntes 300,00 De capital 200,00 100,00 0,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Total 74 Em relação as receitas arrecadadas, percebe-se um aumento no total de receitas arrecadas desde o ano 2000 (total receitas arrecadadas no período 45.387.587) á 2007 (total receitas arrecadadas no período 136.381.754). 4.13 Receitas arrecadadas estaduais A tabela 49 apresenta o total de tributos (ICMS, IPVA, ITBI) estaduais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 á 2008. Entende-se por: Imposto sobre circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte e de comunicações (ICMS) - é um tributo estadual, incidente sobre a entrada ou a saída de mercadorias, bem como sobre o início dos serviços de transporte interestadual ou intermunicipal, as comunicações e o fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, incluídos os serviços. Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA) - é um tributo estadual, tendo como fato gerador a propriedade de veículos automotores. Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI) - é um tributo estadual, incidente sobre a transmissão de bens imóveis e de direitos a ele relativos. É gerado por contrato de compra e venda, doação e ato de arrematação ou transmissão por óbito. A Constituição de 1988 extinguiu este imposto, criando o ITCD no âmbito estadual e o ITIBI no municipal. A presença do ITBI estadual após 1988 é explicada pela existência de valores referentes a fatos geradores anteriores à referida alteração. 75 Tabela 49 – Total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 a 2008 Ano ICMS IPVA ITBI Arrecadação Total 2000 27.560.423,79 4.933.567,83 17.550,64 32.511.542,26 2001 27.903.963,50 6.127.985,58 31.074,06 34.063.023,15 2002 27.103.253,04 5.596.605,53 58.114,25 32.757.972,82 2003 32.772.778,53 6.011.946,99 30.581,83 38.815.307,36 2004 40.358.333,71 5.972.905,50 73.890,91 46.405.130,12 2005 29.284.663,23 5.970.464,68 16.449,73 35.271.577,63 2006 20.513.653,74 6.537.913,67 12.859,85 27.064.427,26 2007 23.290.531,13 7.166.503,37 13.951,68 30.470.986,18 2008 35.741.804,00 7.737.943,00 28.554,00 43.508.301,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Em 2008 a arrecadação do ICMS dobrou em relação ao ano 2000. O IPVA também apresenta uma postura de crescimento no ano 2008 em relação ao ano 2000. O mesmo pode-se dizer do ITBI que no ano 2000 foi de 10.275 R$ e de 28.554 R$ no ano de 2008. Tabela 50 – Total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ Ano ICMS IPVA ITBI Arrecadação Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 101,25 124,21 177,05 104,77 2002 98,34 113,44 331,12 100,76 2003 118,91 121,86 174,25 119,39 2004 146,44 121,07 421,02 142,73 2005 106,26 121,02 93,73 108,49 2006 74,43 132,52 73,27 83,25 2007 84,51 145,26 79,49 93,72 2008 129,69 156,84 162,69 133,82 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 76 Figura 24 – Variação dos Tributos Estaduais. Tributos Estaduais 700,00 600,00 500,00 400,00 300,00 ICMS IPVA ITBI 200,00 100,00 0,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008 A figura 24 ilustra o total de tributos estaduais no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2008. Percebe-se uma certa constância em relação a variação de cada um dos tributos analisados. 4.14 Receitas Arrecadadas federais A tabela 51 elenca o total de tributos federais (IPI, IRPJ e Receita previdenciária) no Corede Campos de Cima da Serra a parir do ano 2000 á 2008. Observa-se que em a Receita previdenciária foi a que mais arrecadou no período de 2008 em relação ao demais tributos. A tabela 51 ilustra o total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra do ano de 2000 à 2008. 77 Tabela 51 – Total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ de 2000 a 2008 IPI IRPJ Receita Previdenciária Total das receitas 2000 6.312.870,51 3.165.389,07 9.478.259,58 2001 6.125.157,43 3.209.271,44 10.724.764,09 2002 6.091.892,99 4.217.500,19 10.309.393,18 2003 9.406.142,10 5.239.641,88 14.645.783,98 2004 10.081.241,34 5.752.054,90 15.833.296,24 2005 9.417.514,57 7.177.385,57 16.594.900,15 2006 7.578.400,22 7.037.892,12 14.616.292,34 2007 8.216.566,63 7.319.368,05 61.889.623,03 77.425.557,70 2008 7.882.700,00 9.259.096,00 65.990.049,00 105.371.845,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Tabela 52 – Variação do total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 (ano base) a 2008. IPI IRPJ Receita Previdenciária Total das receitas 2000 100,00 100,00 100,00 2001 97,03 101,39 113,15 2002 96,50 133,24 108,77 2003 149,00 165,53 154,52 2004 159,69 181,72 167,05 2005 149,18 226,75 175,08 2006 120,05 222,34 154,21 2007 130,16 231,23 816,88 2008 124,87 292,51 1111,72 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 25 - Total de tributos federais no Corede Campos de Cima da Serra em R$. Tributos Federais 600,00 600 500,00 500 400,00 400 300,00 300 200,00 200 100,00 100 IPI IRPJ Receita Previdenciária 0,00 0 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008 78 A análise da figura 25 demonstra uma clara evolução no que tange a arrecadação do IRPJ. Assim sendo, em 2000 a arrecadação correspondia á 2,0% e em 2008 foi de 12%. 5.10.5 Tributos municipais arrecadados A tabela 53 demonstra o total de tributos municipais ( IPTU, ISSQN, ITIBI) no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2007. Tabela 53 – Total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 a 2007 IPTU ISSQN ITIBI Total 2000 1.909.607,39 896.089,07 849.728,93 3.655.425,39 2001 2.255.383,58 1.632.600,28 1.281.267,74 5.169.251,61 2002 2.206.366,99 3.060.962,68 1.333.305,35 6.600.635,02 2003 2.515.920,58 4.173.240,40 1.544.729,33 8.233.890,31 2004 2.836.547,87 4.465.010,85 1.213.361,91 8.514.920,63 2005 3.225.280,82 4.146.538,13 1.067.002,98 8.438.821,94 2006 2.952.144,25 3.809.808,01 1.208.063,35 7.970.015,61 2007 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Dis ponível em: <www.fee.tche.rs >. Acess o em: 06/10/2009. O total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra aumentou significativamente, nos períodos analisados. Assim, em 2000 o total foi de de 2.235.511 e em 2008 foi de 9.771.539. Entende-se que : O Imposto predial e territorial urbano (IPTU) - é um tributo municipal, incidente sobre a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel localizado na zona urbana do município, Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) - é um tributo municipal, incidente exclusivamente sobre serviços relacionados ao trabalho e a atividades legalmente consideradas como de prestação de serviços por empresas ou profissionais autônomos, Imposto sobre transmissão "inter vivos" de bens imóveis e de direitos reais 79 sobre imóveis (ITIBI) - é um tributo municipal, incidente sobre a transmissão a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis e de direitos reais sobre os mesmos, exceto os de garantia, bem como sobre a cessão de direito. A tabela 54 elenca de forma efetiva o total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra, durante o período de 2000 á 2007. Tabela 54 – Variação do total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 a 2007 IPTU ISSQN ITIBI Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 118,11 182,19 150,79 141,41 2002 115,54 341,59 156,91 180,57 2003 131,75 465,72 181,79 225,25 2004 148,54 498,28 142,79 232,94 2005 168,90 462,74 125,57 230,86 2006 154,59 425,16 142,17 218,03 2007 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 26 - Total de tributos municipais no Corede Campos de Cima da Serra Tributos Municipais 1000,00 900,00 800,00 700,00 600,00 IPTU 500,00 ISSQN ITIBI 400,00 300,00 200,00 100,00 0,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Constata-se um certa constância no total de tributos municipais no Rio Grande do 80 Sul. Nos anos analisados apenas o ano 2000 teve menor representatividade no total de tributos. 81 5. GESTÃO SOCIAL Neste capítulo, são abordados dados referentes a gestão social no Corede Campos de Cima da Serra, portanto são apresentados e analisados dados sobre educação, saúde e política. Na educação, são abordados dados referentes ao Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Superior, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos. As variáveis apresentadas referem-se as matrículas iniciais, número de concluintes, número de estabelecimentos, taxa de abandono, taxa de aprovação, taxa de reprovação e taxa de distorção de idade série. Sendo que para alguns dos níveis de educação não são abordadas todas as variáveis citadas acima. Quando a saúde, são apresentados dados de mortalidade infantil, de nascimentos, quantidade de hospitais e leitos, número de casamentos, separações judiciais, entre outros dados. Em relação a política, os dados disponíveis para análise referem-se a quantidade de eleitores analfabetos, menores, homens e mulheres. 5.1 Educação Infantil A tabela 55 apresenta o total de matriculas iniciais na Educação Infantil no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 55 – Total de matrículas iniciais na Educação Infantil no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Ano Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 555 980 112 1.647 2001 554 949 280 1.783 2002 605 1.061 347 2.013 2003 602 1.154 384 2.140 2004 581 1.383 500 2.464 2005 540 1.532 560 2.632 2006 533 1.455 480 2.468 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 82 De uma forma geral, pode-se aferir à crescente no total de matriculas iniciais na educação infantil. As matriculas municipal demonstram claramente isso, mas é a nível particular que se percebe ainda mais este comportamento. A tabela 56 demonstra de forma real o total de matriculas iniciais na educação infantil, tendo como base o ano 2000. Tabela 56 – Variação do total de matrículas iniciais na Educação Infantil no período de 2000 (ano base) a 2006. Ano Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 99,82 96,84 250,00 108,26 2002 109,01 108,27 309,82 122,22 2003 108,47 117,76 342,86 129,93 2004 104,69 141,12 446,43 149,61 2005 97,30 156,33 500,00 159,81 2006 96,04 148,47 428,57 147,43 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 27 - Total de matriculas iniciais na educação infantil. 600,00 500,00 400,00 300,00 200,00 Estadual Municipal Particular 100,00 0,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 A tabela 57 aponta um crescimento no total de matriculas iniciais na educação infantil. Constata-se que que a nível particular este crescimento foi mais expressivo do que os demais variáveis analisados. De forma geral, no ano de 2005 o total de matriculas iniciais na educação infantil foi de 59,81%. 83 Tabela 57 – Total de estabelecimentos na Educação Infantil no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 19 0 30 3 52 2001 18 0 29 8 55 2002 19 0 32 11 62 2003 19 0 30 11 60 2004 19 0 38 18 75 2005 19 0 41 19 79 2006 19 0 40 17 76 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela 57 a nível particular o total de estabelecimentos na educação infantil registrou um aumento considerável comparando o ano de 2000 e 2006. Assim sendo, no ano 2006 o total de estabelecimentos particular na educação infantil representava mais do que o quíntuplo do que o ano 2000. Figura 28 – Estabelecimentos na Educação Infantil no ano de 2006. Estabelecimentos na Educação Infantil no ano de 2006 17 19 Estadual Municipal Particular 40 A Figura 28, demonstra o total de estabelecimentos na educação infantil desde 2000 á 2006 a nível Estadual, Federal, Municipal e Particular. 84 5.2 Ensino Superior A tabela 58 apresenta o total de matrículas no Ensino Superior no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2002. Tabela 58 – Total de matrículas no Ensino Superior no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2002 Universidade Variação 2000 1.112 100,00 2001 1.263 113,58 2002 1.223 109,98 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. O ano de 2002 apresenta um crescimento de 9,98% no total de matriculas no Ensino Superior, mais precisamente na Universidade. No ano anterior esse numero foi maior, atingindo 13,58%. 5.3 Ensino Especial A tabela 59 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino especial no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 59 – Total de matrículas iniciais no Ensino Especial no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Municipal Particular Total 2000 30 197 2001 60 191 2002 41 184 2003 39 201 2004 44 203 2005 41 157 2006 43 159 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 227 251 225 240 247 198 202 85 Percebe-se uma certa oscilação nos três níveis que registram matriculas iniciais no ensino especial no Corede Campos de Cima da Serra. Mas, de uma forma geral comparando o total registrado no ano 2006 houve um decréscimo em relação ao ano 2000. A tabela 60 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino especial a partir do ano 2000 a 2006. Tabela 60 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Especial no período de 2000 (ano base) a 200 Estadual Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 200,00 96,95 110,57 2002 136,67 93,40 99,12 2003 130,00 102,03 105,73 2004 146,67 103,05 108,81 2005 136,67 79,70 87,23 2006 143,33 80,71 88,99 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 29 - Total de matriculas iniciais no ensino especial. Total de matrículas no ensino especial 200,00 150,00 Estadual Particular 100,00 50,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Pode-se observar que o total de matrículas oscilou entre todos os níveis que registram matriculas. Mas a nível estadual no ano de 2001 houve um aumento significativo. A tabela 61 ilustra o total de estabelecimentos no ensino especial no Corede Campos de Cima da Serra. 86 Tabela 61 – Total de estabelecimentos no Ensino Especial no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2006. Estadual Municipal Particular Total 2000 4 98 2 104 2001 4 2 6 2002 4 2 6 2003 4 2 6 2004 4 2 6 2005 4 2 6 2006 4 2 6 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Percebe-se que no ano 2000 a nível municipal houve uma representativa significativa no total de estabelecimentos no ensino especial no Corede Campos de Cima da Serra. A tabela 62 ilustra o total de estabelecimentos no ensino especial a nível Estadual, Municipal e Particular a partir do ano 2000 á 2006. Tabela 62 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino Especial entre 2000 (ano base) a 2006. Estadual Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 100,00 0,00 100,00 5,77 2002 100,00 0,00 100,00 5,77 2003 100,00 0,00 100,00 5,77 2004 100,00 0,00 100,00 5,77 2005 100,00 0,00 100,00 5,77 2006 100,00 0,00 100,00 5,77 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A tabela 62 ilustra que em 2001 que o total de estabelecimentos no ensino especial foi de maior representatividade. A nível particular houve uma certa constância nos períodos analisados 87 5.4 Ensino de Jovens e Adultos A tabela 63 caracteriza o total de matriculas no ensino de jovens e adultos no Corede Campos de Cima da Serra, no período de 2000 á 2006. Tabela 63 – Total de matrículas iniciais no Ensino de Jovens e Adultos no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 356 72 428 2001 923 9 932 2002 502 644 1.146 2003 729 255 984 2004 1.055 129 1.184 2005 1.059 102 1.161 2006 1.089 129 1.218 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se aferir que o maior numero de matriculas são registrados a nível Estadual e Municipal, apresentando ano com grande numero de matriculas e anos com menos matriculas. A tabela 64 caracteriza o total de matriculas iniciais no ensino de jovens e adultos a partir do ano 2000 á 2006. Tabela 64 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino de Jovens e Adultos no período de 2000 (ano base) a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 259,27 12,5 217,757 2002 141,011 894,445 267,757 2003 204,775 354,167 229,907 2004 296,348 179,1667 276,636 2005 297,472 141,667 271,262 2006 356,05 179,167 284,58 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 88 Figura 30 - Total de matriculas iniciais no ensino de jovens e adultos. 1000 900 800 700 600 Estadual 500 Municipal 400 300 200 100 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Pode-se observar que a partir da análise dos dados que nível estadual e municipal tem maior concentração de matriculas no ensino de jovens e adultos. A tabela 65, ilustra o total de estabelecimentos no ensino de jovens e adultos no Corede Campos de Cima da Serra. 89 Tabela 65 – Total de estabelecimentos no Ensino de Jovens e Adultos no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 3 3 6 2001 3 3 6 2002 5 5 10 2003 6 3 9 2004 9 1 10 2005 7 1 8 2006 2 1 3 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Conforme a tabela 65 a maior concentração de estabelecimentos no ensino de jovens e adultos é a nível estadual e municipal. Com destaque ao ano de 2002 e 2004 que o total foi de 10 no Corede Campos de Cima de Serra. 5.5 Ensino Fundamental A tabela 66 apresenta o total de matrículas iniciais no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 66 – Total de matrículas iniciais no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 9.458 5.798 688 15.944 2001 9.336 5.991 674 16.001 2002 9.108 6.030 730 15.868 2003 8.981 6.626 768 16.375 2004 8.562 6.495 790 15.847 2005 8.080 6.964 820 15.864 2006 7.657 7.178 864 15.699 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A análise da tabela acima ilustra que a nível Particular o total de matrículas iniciais no ensino fundamental vem registrando um acentuado crescimento ao longo dos anos. A nível municipal também observa-e um certo crescimento. A nível estadual há uma 90 oscilação, apresentando anos com mais matriculas e outros com um certo decréscimo. A tabela 67 ilustra de forma real o total de matriculas inicias no ensino fundamental no período de 2000 á 2006. Tabela 67 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 98,71 103,33 97,97 100,36 2002 96,30 104,01 106,10 99,52 2003 94,96 114,28 111,63 102,70 2004 90,53 112,02 114,83 99,39 2005 85,43 120,11 119,19 99,50 2006 80,86 123,80 125,58 98,46 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura31 - Total de matriculas inicias no ensino fundamental 140,00 120,00 Estadual Municipal Particular 100,00 Ano 2006 Ano 2005 Ano 2004 Ano 2003 Ano 2002 Ano 2001 Ano 2000 80,00 91 Constata-se que a nível particular o crescimento do ano de 2006 em relação ao ano 2000 foi de 25,59% e que a nível municipal apresentou um crescimento de 23,80% no ano 2006 em relação ao ano 2000. A tabela 68 apresenta o total de concluintes no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 68 – Total de concluintes no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 805 253 79 1137 2001 896 309 84 1289 2002 911 253 83 1247 2003 934 348 91 1373 2004 748 330 103 1181 2005 706 455 104 1265 2006 12 12 24 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados evidenciam que até 2005 registrou-se um crescimento em relação ao total de concluintes no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. Destaca-se assim o crescimento a nível municipal. A tabela 69 caracteriza o total de concluintes no ensino fundamental a partir do ano 2000 á 2006. Tabela 69 – Variação do total de concluintes no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 111,30 122,34 106,33 113,37 2002 113,17 100,00 105,06 109,67 2003 116,02 137,55 115,19 120,76 2004 92,92 130,43 130,38 103,87 2005 87,70 179,84 131,65 111,26 2006 1,49 4,74 2,11 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 92 Figura 32 - Total de concluintes no ensino fundamental. Concluintes no ensino fundamental 180,00 170,00 160,00 150,00 140,00 Estadual 130,00 Municipal Particular 120,00 110,00 100,00 90,00 80,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Pode-se observar a partir da tabela que no ano 2005 a nível municipal houve um aumento expressivo no numero de concluintes. Assim o numero de concluintes foi de 79,84% em relação ao ano 2000. Mas, de uma forma geral os dados apresentam um crescimento no total de concluintes no ensino fundamental até 2005. A tabela 70 caracteriza o total de estabelecimento no ensino fundamental no Corede campos de Cima da Serra. Tabela 70 – Total de estabelecimentos no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 44 87 3 134 2001 44 84 3 131 2002 44 63 3 110 2003 42 66 3 111 2004 42 52 3 97 2005 41 53 3 97 2006 40 45 3 88 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Observa-se que o a nível estadual e municipal se registra maior numero de estabelecimentos no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. 93 A tabela 71 demonstra o total de estabelecimento no ensino fundamental no período de 2000 á 2006. Tabela 71 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 100,00 96,55 100,00 97,76 2002 100,00 72,41 100,00 82,09 2003 95,45 75,86 100,00 82,84 2004 95,45 59,77 100,00 72,39 2005 93,18 60,92 100,00 72,39 2006 90,91 51,72 100,00 65,67 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 33 - Total de estabelecimento no ensino fundamental. 110,00 100,00 90,00 80,00 Estadual Municipal Particular 70,00 60,00 50,00 40,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 94 A análise da figura 33 evidência um certa constância no total de estabelecimento no ensino fundamental. De uma maneira geral algumas das variáveis analisados apresentaram um decréscimo refletindo desta forma no total. A tabela 72 apresenta a taxa de abandono no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 72 – Taxa de Abandono no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 6,57 4,16 5,37 2001 5,25 4,3 4,78 2002 2003 3,4 3,8 0,4 2,53 2004 3,65 1,87 2,76 2005 4,02 2,76 3,39 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. Nas escolas municipais, no ano de 2001, 4 municípios não apresentaram dados. Nas escolas municipais, no ano de 2003, 5 municípios não apresentaram dados. Nas escolas particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. As escolas municipais, no ano de 2004, 6 municípios não apresentaram dados. Nas escolas municipais, no ano de 2005, 5 municípios não apresentaram dados. Pode-se afirmar com base nos dados da tabela 72 que a nível municipal e estadual foram os com maior taxa de abando no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. A tabela 73 demonstra ilustra a taxa de Abandono no Ensino Fundamental no período de 2000 á 2006. 95 Tabela 73 – Variação da taxa de Abandono no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 88,83 88,66 88,63 2002 2003 57,53 65,29 60,23 2004 61,76 38,49 54,55 2005 68,02 474,22 202,27 2006 46,36 76,29 56,82 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 34 - Taxa de abandono no ensino fundamental 110 100 90 80 Estadual Municipal 70 60 50 40 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Pode-se observar que a nível Municipal registra a maior taxa de abandono no 96 ensino fundamental. Em especial o ano 2005 foi 2005 foi a que apresentou maior taxa. A tabela 74 caracteriza a taxa de aprovação no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 74 – Taxa de Aprovação no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 78,61 82,55 80,58 2001 79,82 84,43 98,6 87,62 2002 2003 80,5 85,06 96,9 87,49 2004 79,74 85,36 97,1 87,4 2005 76,74 82,94 98,3 85,99 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2001, apenas um município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados. A tabela 74 evidência que a nível estadual e municipal se concentra as maiores taxas de aprovação no ensino fundamental. A tabela 75 expõe a taxa de aprovação no ensino fundamental a nível estadual, federal, municipal e particular. Tabela 75 – Variação da taxa de aprovação no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2005 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 112,81 115,07 99,20 112,95 2002 2003 113,78 115,91 97,48 113,63 2004 112,70 116,32 97,69 113,36 2005 108,47 100,47 98,89 115,54 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. 97 Pode-se observar que a taxa de aprovação no nível Estadual, se consagra por um crescimento ao longo dos anos. Assim em 2005 em comparação com o ano 2000 foi de 8,47%. A nível Municipal em 2005 o crescimento foi mais evidente. Assim, houve um crescimento de 25,59% em relação ao ano 2000. Figura 35 - Taxa de aprovação no ensino fundamental 104,00 103,00 102,00 101,00 Estadual Municipal Particular 100,00 99,00 98,00 97,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 A tabela 76 apresenta a taxa de distorção idade no série no ensino fundamental no Coredes Campos de Cima da Serra. Taxa de Distorção Idade-Série - em um sistema educacional seriado, existe uma adequação teórica entre a série e a idade do aluno. No caso brasileiro, considera-se a idade de sete anos como a idade adequada para ingresso no ensino fundamental, cuja 98 duração, normalmente, é de oito anos. Seguindo este raciocínio é possível identificar a idade adequada para cada série. Este indicador permite avaliar o percentual de alunos, em cada série, com idade superior à idade recomendada. Como o Censo Escolar obtém a informação sobre idade por meio do ano de nascimento, se adota o seguinte critério para identificar os alunos com distorção idade-série: considerando o Censo Escolar do ano t e a série k do ensino fundamental, cuja a idade adequada é de i anos, então o indicador será expresso pelo quociente entre o número de alunos que, no ano t, completam i + 2 anos ou mais (nascimento antes de t -[i + 1]), e a matrícula total na série k. A justificativa deste critério é que os alunos que nasceram em t - [i + 1], completam i + 1 anos no ano t e, portanto, em algum momento deste ano (de 1º de janeiro a 31 de dezembro) ainda permaneciam com i anos e, por isso, o critério aqui adotado, considera estes alunos como tendo idade adequada para esta série. Os que nasceram depois de t - [i + 1] completam, no ano t, i anos ou menos Tabela 76 – Taxa de distorção de idade série no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 31,51 21,84 1,70 18,35 2001 31,51 23,51 1,9 18,97 2002 28,30 19,79 1,80 16,63 2003 26,67 19,89 1,7 16,09 2004 25,1 17,51 1,6 14,74 2005 25,37 18,73 1,7 15,27 2006 22,88 18,82 2,1 14,6 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas escolas particulares, no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2001, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2002, 1 município não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2002, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2006, 1 município não apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2006, 1 município não apresentou dados. 99 A avaliação dos alunos em cada série com idade superior à idade recomendada ilustra que a nível municipal e estadual é que se concentra as maiores taxas. Figura 36 - Taxa de distorção idade no Ensino Fundamental 130,00 120,00 110,00 100,00 Estadual Municipal 90,00 Particular 80,00 70,00 60,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Pode-se aferir que a avaliação que no nível municipal é que se concentra o maior percentual de alunos, em cada série, com idade superior à idade recomendada no ensino fundamental. A tabela 77 caracteriza a taxa de reprovação no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra. 100 Tabela 77 – Taxa de reprovação no Ensino Fundamental no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 14,82 13,81 0,60 9,74 2001 14,93 12,7 1,4 9,68 2002 2003 15,54 12,99 2,7 10,41 2004 16,61 13,4 2,8 10,94 2005 19,24 15,68 1,7 12,21 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 1 município não apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2000, 2 municípios não apresentaram dados. Nas escolas particulares, no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2001, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2001, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2003, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas municipais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2004, apenas 1 município não apresentou dados. Nas escolas particulares, no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados. Observa-se que a taxa de reprovação no ensino fundamental no Corede Campos de Cima da Serra aumentou em no nível estadual, municipal e particular. No nível municipal houve um aumento de 4,63% no ano de 2005 em relação ao ano 2000. A tabela 78 expressa a taxa de reprovação no Ensino Fundamental no período de 2000 á 2005. Tabela 78 – Variação da taxa de reprovação no Ensino Fundamental no período de 2000 (ano base) a 2005 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 111,92 103,44 233,33 108,16 2002 2003 104,87 105,79 450,00 106,12 2004 124,51 109,14 466,67 118,37 2005 144,23 141,90 283,33 143,27 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se observar que tanto a nível estadual, como municipal e particular o ano de 2005 apresentou um significativo aumento em relação aos respectivos ano base. 101 Assim no ano 2000 a taxa de reprovação no estadual teve m acréscimo de 44,23% , no municipal 41,90% e particular de 183,33%. 5.6 Ensino Médio A tabela 79 demonstra o total de matriculas iniciais no ensino médio no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 79 – Total de matrículas iniciais no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 3.487 287 3.774 2001 3.707 240 3.947 2002 3.951 283 4.234 2003 4.033 305 4.338 2004 4.097 344 4.441 2005 3.829 312 4.141 2006 1.189 1.189 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se aferir que o numero de matriculas no ano de 2006 diminuiu no Estadual em comparação ao ano 2000. No entanto, salienta-se que no período de 2003 e 2004 houve consecutivos aumentos em relação ao ano 2000. O federal e municipal não apresentam quaisquer resultado e o Particular apresentou um crescimento até o ano de 2005. A tabela 80 ilustra o total de matriculas iniciais no ensino médio no período de 2000 a 2006. 102 Tabela 80 – Variação do total de matrículas iniciais no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 106,31 83,62 104,58 2002 113,31 98,61 112,19 2003 115,66 106,27 114,94 2004 117,49 119,86 117,67 2005 109,81 108,71 109,72 2006 34,10 31,51 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 37 - Total de matriculas iniciais no ensino médio 125,00 120,00 115,00 110,00 105,00 Estadual 100,00 Particular 95,00 90,00 85,00 80,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 A partir dos dados descritos na figura 37 observa-se uma maior representatividade no total de matriculas iniciais em duas das quatro variáveis analisados. Assim o Estadual e Particular apresentaram períodos com oscilações , hora para cima, hora para baixo. EX: No ano 2004 no nível Estadual houve um crescimento de 17,49% em relação ao ano base, e no período seguinte o crescimento foi de apenas 9,81%. A tabela 81 apresenta o total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. 103 Tabela 81 – Total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 526 79 605 2001 649 96 745 2002 676 67 743 2003 670 65 735 2004 726 86 812 2005 668 122 790 2006 Fonte: Fundação e Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.feee.tche.br>. Acesso em: 06/10/2009. Observa-se que o no Particular o numero de concluintes aumentou até o ano 2005; conforme registra a tabela 81. No federal e municipal não apresentam quaisquer registro, no entanto no Estadual, observa-se um crescimento ao longo dos anos no total de concluintes no Ensino médio no Coredes Campos de Cima da Serra. A tabela 82 descreve o total de Concluintes de forma real no Ensino médio no período de 2000 a 2006. Tabela 82 - Total de concluintes no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 123,38 121,52 123,14 2002 128,51 84,81 122,80 2003 127,38 82,27 121,48 2004 138,02 108,86 134,21 2005 127,00 154,43 130,58 2006 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: < www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 104 Figura 38 - Total de Concluintes de forma real no Ensino médio 160,00 150,00 140,00 130,00 120,00 Estadual Particular 110,00 100,00 90,00 80,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 O crescimento no Estadual até 2005 foi de 27% em relação ao ano base. No particular o crescimento foi de 54,43% em 2005 comparando com o ano base. Esses crescimentos impulsionaram assim o total de concluintes no ensino médio. A tabela 83 expressa total de estabelecimentos no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 83 - Total de estabelecimentos no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 9 2 2001 11 2 2002 11 2 2003 15 3 2004 13 2 2005 13 2 2006 7 - 11 13 13 18 15 15 7 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: < www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A tabela 84 expressa o total de estabelecimento no Estadual, Federal, Municipal e Particular durante o período de 2000 a 2006. 105 Tabela 84 – Variação do total de estabelecimentos no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 122,22 100,00 118,18 2002 122,22 100,00 118,18 2003 166,66 150,00 163,63 2004 144,44 100,00 136,36 2005 144,44 100,00 136,36 2006 77,77 63,63 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: < www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 39 - Total de estabelecimentos no ensino médio 170,00 160,00 150,00 140,00 130,00 Estadual Particular 120,00 110,00 100,00 90,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 No Particular o total de estabelecimentos se mantiveram constante em relação ao ano base e no estadual houve um crescimento acentuado até ao 2005 que foi de de 44,44% em relação ao ano base (2000). A tabela 85 apresenta a taxa de abandono no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra. Taxa de Abandono é a proporção de alunos da matrícula total na série k, no ano t, que abandonaram a escola. 106 Tabela 85 – Taxa de abandono no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 55,7 0,4 28,05 2001 23,41 11,71 2002 15,36 3,8 9,58 2003 14,29 2 8,15 2004 14,26 3,4 8,83 2005 17,78 17,78 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou Nas escolas estaduais, no ano de 2003, 2 municípios não apresentaram Nas Escolas particulares,no ano de 2003, apenas 1 município apresentou Nas escolas estaduais, no ano de 2005, 1 município não apresentou Pode-se perceber que a partir da tabela 85 que a maior taxa de abando se concentra no Particular mais precisamente no ano de 2005. A tabela 86 caracteriza a taxa de aprovação no Ensino médio no Corede Campos de Cima da Serra. A Taxa de Aprovação é a proporção de alunos da matrícula total na série k, no ano t, que são aprovados. 107 Tabela 86 – Taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005 Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 66,76 93,2 79,98 2001 66,86 91,9 79,38 2002 75,1 89,3 82,2 2003 78,23 87,2 82,72 2004 76,02 89,4 82,71 2005 69,02 96,1 82,56 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2003, 2 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2004, 1 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2004, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2005, 1 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados A taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos acima da Serra evolui positivamente a partir do ano 2003. No Particular essa taxa se manteve praticamente constante de um ano em relação ao outro A tabela 87 ilustra a taxa de aprovação no Ensino Médio no Período de 2000 a 2006. Tabela 87 – Variação da taxa de aprovação no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 100,16 98,61 99,25 2002 112,5 95,82 102,78 2003 117,19 93,56 103,42 2004 113,88 95,92 103,41 2005 103,39 103,11 103,23 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 108 Figura 40 - Taxa de aprovação no Ensino Médio. 120,00 115,00 110,00 105,00 Estadual Particular 100,00 95,00 90,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Observa-se a partir do quadro que há um crescimento na aprovação no ensino médio principalmente no Estadual. A tabela 88 ilustra a taxa de distorção idade série no Ensino médio no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 a 2006. Tabela 88 – Taxa de distorção idade série no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 44,1 11,10 27,6 2001 44,96 6,30 25,63 2002 43,24 11,30 27,27 2003 48,39 24,2 2004 41,47 11,90 26,69 2005 36,44 9,00 22,72 2006 34,13 34,13 109 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados. dados Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 2 municípios não apresentaram Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 2 municípios não apresentaram Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou Nas Escolas estaduais,no ano de 2003, 1 município não apresentou Nas Escolas estaduais,no ano de 2004, 1 município não apresentou Nas Escolas particulares,no ano de 2004, apenas 1 município apresentou Nas Escolas estaduais,no ano de 2005, 1 município não apresentou Nas Escolas particulares,no ano de 2005, apenas 1 município apresentou Nas escolas estaduais, no ano de 2006, 3 municípios não apresentaram A análise da tabela 88 demonstra que a nível Estadual houve uma maior taxa de distorção idade série, principalmente no ano 2003. Observa-se a partir dos dados que no Estadual no ano de 2003 houve um crescimento vigoroso na taxa de distorção idade série em relação ao ano base. Assim, neste período a taxa foi de 40,43% em relação ao ano 2000. A tabela 89 caracteriza a taxa de reprovação no ensino médio no Corede Campos de Cima da Serra a partir do ano 2000 á 2005. 110 Tabela 89 – Taxa de reprovação no Ensino Médio no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 9,37 6,4 7,89 2001 11,11 8,1 9,61 2002 10,9 6,9 8,9 2003 9,07 10,8 9,94 2004 9,72 7,2 8,46 2005 13,2 3,9 8,55 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Nota: Nas escolas estaduais, no ano de 2000, 3 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2000, apenas 1 município apresentou dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2001, 3 municípios não apresentaram dados. Nas escolas estaduais, no ano de 2002, 3 municípios não apresentaram dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2002, apenas 1 município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2003, 1 município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2003, apenas 1 município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2004, 1 município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2004, apenas 1 município apresentou dados. Nas Escolas estaduais,no ano de 2005, 1 município não apresentou dados. Nas Escolas particulares,no ano de 2005, apenas 1 município apresentou dados. Tanto no Estadual como no Particular altas taxas de reprovação no ano de 2003. No entanto, no Particular percebe-se um decréscimo em alguns períodos em comparação ao ano 2000. No federal e municipal não apresentam quaisquer registro. A tabela 90 ilustra a taxa de reprovação no Ensino médio no período de 2000 a 2005. Tabela 90 – Variação da taxa de reprovação no Ensino Médio no período de 2000 (ano base) a 2005. Estadual Federal Municipal Particular Total 2000 100,00 100,00 100,00 2001 118,57 126,56 121,80 2002 116,33 107,81 112,80 2003 96,80 168,75 125,98 2004 103,74 112,50 107,22 2005 140,88 60,94 108,37 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 111 Figura 41 - Taxa de reprovação no Ensino Médio. 180,00 160,00 140,00 120,00 Estadual 100,00 Particular 80,00 60,00 40,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Constata-se que a taxa de reprovação no ensino médio no Estadual em 2005 foi de 81,09% em relação ao ano base (2000). No Particular o ano de 2005 registrou um decréscimo em relação a outros períodos. 5.7 Saúde A tabela 91 demonstra aspectos demográficos no Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2007. Tabela 91 – Demografia do Corede Campos de Cima da Serra Demografia no período de 2000 a 2007. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Mortalidade Infantil por mil nascidos 18,94 23,70 23,41 33,13 35,00 31,83 30,49 Mortalidade Infantil óbitos menos de 1 23,00 19,00 22,00 27,00 34,00 28,00 21,00 ano Número de 1.709 1.544 1.486 1.467 1.501 1.475 1.445 nascidos vivos Número de óbitos 688 630 588 653 710 640 715 2007 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 31,37 20,00 1.306 678 112 A tabela 91 ilustra aspectos referente a demografia no Campos de Cima da Serra. Salienta-se que a mortalidade infantil por mil nascidos diminui ao longo dos anos, sendo que em 2000 era de 232,56 e em 2007 foi de 125,47. Ressalva-se que o numero de nascidos vivos apresentou uma diminuição, fazendo um comparativo entre o ano 2000 e 2007. A tabela 92 apresenta a variação dos dados da Demografia no Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2007. Tabela 92 – Variação da Demografia no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2007. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Mortalidade Infantil por mil nascidos 100,00 125,13 123,6 174,92 184,79 168,06 160,98 165,63 Mortalidade Infantil óbitos menos de 1 100,00 82,61 95,65 117,39 147,83 121,74 91,3 86,96 ano Número de nascidos vivos 100,00 90,35 86,95 85,84 87,83 86,31 84,55 76,42 Número de óbitos 100,00 91,57 85,46 94,91 103,2 93,02 103,92 98,55 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A partir da a análise dos dados, observa-se que em 2007 todos os itens analisados apresentaram um diminuição em relação ao ano base 2000. 5.8 Justiça A tabela 93 caracteriza os aspectos referente á casamento, divórcios, e separações judiciais no Campos de Cima da Serra. Tabela 93 – Dados de justiça do Corede Campos de Cima da Serra Demografia entre 2000 e 2007. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Número de casamentos 213 211 208 214 222 213 212 Número de divórcios 33 39 31 60 46 33 59 Número de separações judiciais 38 35 45 59 63 65 62 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 2007 245 28 34 113 Pode-se aferir com base na tabela 93 que que o numero de separações judicias em 2007 não sofreu grandes alterações em relação ao ano 2000, mas em 2005 registrou um significativo aumento. Já em relação ao numero de casamente registrou crescimento significativo no ano 2007 em relação ao ano 2000. A tabela 94 elenca de forma real os dados de justiça do Corede do Campos de Cima da Serra Demografia no período de 2000 a 2007. Tabela 94 – Variação dos dados de justiça do Corede Campos de Cima da Serra Demografia entre 2000 (ano base) a 2007 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Número de casamentos 100,00 99,06 97,65 100,47 104,23 100,00 99,53 115,02 Número de divórcios 100,00 118,18 93,94 181,82 139,40 100,00 178,79 84,85 Número de separações judiciais 100,00 92,11 118,42 155,26 165,79 171,05 163,16 89,47 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 42 - Dados de justiça do Corede do Campos de Cima da Serra. 200,00 180,00 160,00 Número de casamentos 140,00 120,00 Número de divórcios Número de separações judiciais 100,00 80,00 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Ano 2007 Com base na figura 42 pode-se aferir que 2007 houve um aumento no numero de casamentos em relação ao ano 2000, e uma diminuição de divórcios e separações judiciais. 114 5.9 Política A tabela 95 caracteriza o total de eleitores analfabetos e menores no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 95 – Total de eleitores analfabetos e menores no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2008 Eleitores Analfabetos Eleitores Menores Ano Absoluto % Absoluto % 2000 3.581 100,00 2.358 100,00 2001 2002 3.359 93,80 1.577 66,88 2003 2004 2.867 80,06 1.916 81,26 2005 2006 2.804 78,30 1.865 79,09 2007 2.776 77,52 1.235 52,37 2008 2.671 74,59 1.952 82,78 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 115 Figura 43 - Total de eleitores analfabetos e menores no Corede Campos de Cima da Serra. 110,00 100,00 90,00 80,00 Analfabetos Menores 70,00 60,00 50,00 40,00 Ano 2000 Ano 2002 Ano 2004 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008 Em 2008 o numero de eleitores analfabetos no Corede Campos de Cima da Serra diminuiu em relação ao ano 2000. O mesmo se observou no numero de eleitores menores. A tabela 96 caracteriza o total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da Serra. 116 Tabela 96 – Total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008. Eleitores Femininos Eleitores Masculinos Total Ano Absoluto % Absoluto % Absoluto % 2000 34.685 100,00 34.916 100,00 75.540 100,00 2001 2002 35.038 101,02 34.838 98,71 74.812 99,11 2003 2004 34.976 99,82 34.389 101,52 74.148 101,85 2005 2006 36.157 103,38 35.367 103,79 76.193 104,43 2007 36.182 104,32 35.245 75.438 2008 37.343 103,28 36.158 78.124 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 44 - Total de eleitores por sexo no Corede Campos de Cima da Serra. Total de eleitores por sexo 110,00 108,00 106,00 104,00 Eleitores Femininos Eleitores Masculinos 102,00 100,00 98,00 96,00 94,00 Ano 2000 Ano 2002 Ano 2004 Ano 2006 Ano 2007 Ano 2008 Pode-se aferir que os eleitores de sexo feminino em 2006 aumentaram em 6,58% em relação ao ano 2000, e o eleitores masculinos aumentaram apenas em 3,79 % no mesmo período. Total de famílias cadastradas no Bolsa família no ano de 2008 é de 4.599. Fonte: http://www.mds.gov.br/adesao/mib/matrizview.asp?IBGE=4322509 117 6. GESTÃO INSTITUCIONAL Na gestão institucional, são apresentados dados referentes ao número de estabelecimentos bancários e as movimentações bancárias realizadas. Sendo que as movimentações bancárias são subdivididas em depósito a prazo, depósito a vista do Governo, depósito a vista privado, obrigações por recebimento, operação de crédito e poupança. 6.1 Estabelecimentos bancários A tabela 97 descreve o total de dependência / total de sedes no Coredes Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2007. Tabela 97 – Total de dependências/total de sedes no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2007 Ano Bancos Comerciais Caixa Econômica Federal Cooperativas de Crédito 2000 10 1 0 2001 10 1 0 2002 10 1 0 2003 10 1 0 2004 12 1 0 2005 13 1 0 2006 13 1 0 2007 13 1 0 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Observa-se que maior concentração refere-se a bancos comerciais que surtiu ligeiro aumento a partir do ano 2004. A tabela 98 mostra total de dependências/total de sedes no Corede Campos de Cima da Serra. 118 Tabela 98 – Variação do total de dependências/total de sedes no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 (ano base) e 2007. Ano Bancos Comerciais Caixa Econômica Federal Cooperativas de Crédito 2000 100,00 100,00 100,00 2001 100,00 100,00 0,00 2002 100,00 100,00 0,00 2003 100,00 100,00 0,00 2004 120,00 100,00 0,00 2005 130,00 100,00 0,00 2006 130,00 100,00 0,00 2007 130,00 100,00 0,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 6.2 Movimentações bancárias Na tabela 99 demonstra o total das movimentações bancárias no Corede Campos de Cima da Serra em R$ Tabela 99 – Total das movimentações bancárias no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 a 2008 Depósitos à Depósitos a Depósitos à Obrigações por Operações de Vista do Ano Prazo Vista Privado Recebimentos Crédito Poupança Governo 2000 5.479.882,00 1.162.669,00 14.050.398,00 65.291,00 83.062.919,00 71.865.324,00 2001 1.448.532,00 919.122,00 5.645.817,00 56.143,00 42.203.519,00 40.902.525,00 2002 7.080.988,00 1.366.992,00 20.973.564,00 115.802,00 93.765.078,00 96.556.605,00 2003 7.658.875,00 2.199.907,00 21.519.530,00 60.243,00 121.680.688,00 101.511.491,00 2004 14.916.436,00 1.409.162,00 25.677.877,00 166.734,00 181.201.164,00 121.128.004,00 2005 25.146.397,00 2.009.598,00 29.450.315,00 186.721,00 204.442.374,00 133.227.492,00 2006 32.819.915,00 2.435.369,00 32.687.500,00 114.200,00 260.833.815,00 146.089.558,00 2007 40.315.001,00 3.425.280,00 44.325.908,00 242.998,00 298.206.595,00 183.804.309,00 2008 48.184.488,00 5.324.479,00 35.498.518,00 232.638,00 369.625.009,00 185.454.054,00 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A tabela 100 indica que os depósitos a prazo em 2008 aumentaram em relação ao ano 2000, o mesmo se o observa na poupança e nas outras variáveis analisados. 119 Tabela 100 – Variação do total das movimentações bancárias no Corede Campos de Cima da Serra em R$ no período de 2000 (ano base) a 2008. Depósitos à Depósitos a Depósitos à Obrigações por Operações de Vista do Ano Prazo Vista Privado Recebimentos Crédito Poupança Governo 2000 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 2001 26,43 79,05 40,18 85,99 50,81 56,92 2002 129,22 117,57 149,27 177,36 112,88 134,36 2003 139,76 189,21 153,16 92,27 146,49 141,25 2004 272,20 121,20 182,76 255,37 218,15 168,55 2005 458,89 172,84 209,60 285,98 246,13 185,38 2006 598,92 209,46 232,64 174,91 314,02 203,28 2007 735,69 294,60 315,48 372,18 359,01 255,76 2008 879,30 457,95 252,65 356,31 444,99 258,06 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 6.3 Venda de combustível A tabela 101 ilustra a venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra. Tabela 101 – Venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 e 2007 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Álcool hidratado 2.195.050 1.969.000 2.190.200 2.369.600 2.367.380 1.969.979 2.514.000 1.826.687 Gasolina Automotiva 13.579.150 12.405.622 13.012.045 13.555.021 15.167.417 31.756.394 15.019.154 17.539.264 Óleo Diesel 30.782.400 34.035.579 43.887.635 47.148.850 42.034.237 15.325.470 30.823.716 31.037.090 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. A gasolina automotiva apresenta maior representatividade no Corede Campos de Cima da Serra. Assim sendo, no ano 2000 o total de venda era de 13.579.150 no ano 2007 foi de 17.539.264. A tabela 102 caracteriza a venda total de Combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra. 120 Tabela 102 – Variação da venda total de combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2007 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Álcool hidratado 100,00 89,70 99,78 107,95 107,85 89,74 114,53 83,21 Gasolina Automotiva 100,00 91,35 95,82 99,82 111,70 233,87 110,60 129,17 Óleo Diesel 100,00 110,57 142,58 153,17 136,55 49,78 100,13 100,82 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Figura 45 - Venda total de Combustíveis por litro no Corede Campos de Cima da Serra. 250,00 200,00 150,00 Álcool hidratado 100,00 Gasolina Automotiva Óleo Diesel 50,00 0,00 Ano 2001 Ano 2003 Ano 2005 Ano 2007 Ano 2000 Ano 2002 Ano 2004 Ano 2006 Pode-se observar que a venda de Óleo Diesel apresentou algumas oscilações em sua maioria de forma positiva. No entanto em 2005 houve um decréscimo em relação ai ano base. A gasolina automotiva, apresentou maior representatividade no ano 2007, em que aumentou 29,17% em relação ao ano 2000. 6.4 Índice de Desenvolvimento Econômico - IDESE A tabela 103 caracteriza o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico –IDESE no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 á 2006. 121 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO- Idese - é um índice sintético que abrange um conjunto amplo de indicadores sociais e econômicos com o objetivo de mensurar o grau de desenvolvimento dos municípios do Estado. O Idese é resultado da agregação, com a mesma ponderação (0,25), de quatro blocos de indicadores: Domicílio e Saneamento, Educação, Saúde e Renda. Cada um dos blocos, por sua vez, resulta da agregação de diferentes variáveis. Tabela 103 – Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 a 2006. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 IDESE – Educação 0,79 0,79 0,80 0,81 0,81 0,81 0,81 IDESE – Renda 0,61 0,60 0,64 0,70 0,69 0,66 0,72 IDESE – Saneamento e Domicílios 0,37 0,36 0,36 0,36 0,36 0,37 0,37 IDESE – Saúde 0,85 0,84 0,85 0,85 0,84 0,84 0,85 IDESE 0,65 0,65 0,66 0,68 0,68 0,67 0,69 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se observar que o IDESE- Educação cresceu de 2000 a 2006. Em relação ao IDESE- Saneamento e domicílios sofreu algumas oscilações ao longo desses anos. A tabela 104 ilustra o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE a partir do ano 2000 á 2006. Tabela 104 – Variação do Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede Campos de Cima da Serra no período de 2000 (ano base) a 2006. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 IDESE – Educação 100,00 100,00 101,27 97,53 102,53 102,53 102,53 IDESE – Renda 100,00 98,36 104,92 114,75 113,11 108,20 118,03 IDESE – Saneamento e Domicílios 100,00 97,30 97,30 97,30 97,30 100,00 100,00 IDESE – Saúde 100,00 98,82 100,00 100,00 98,82 98,82 100,00 IDESE 100,00 100,00 98,48 104,62 104,62 103,08 106,15 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 122 Figura 46 - Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – IDESE no Corede Campos de Cima da Serra no ano de 2006. 120,00 118,03 115,00 110,00 106,15 105,00 102,53 100,00 100,00 100,00 95,00 90,00 IDESE – Educação IDESE – Renda IDESE – Saúde IDESE – Saneamento e Domicílios IDESE Os dados evidenciam um crescimento no IDESE – Educação e também IDESESaúde. Em 2007 o IDESE- Educação aumentou 2,53% em relação ao do ano 2000. 123 124 ANEXOS A tabela 105 ilustra a estratificação por idade e sexo população da masculina no Corede Campos de Cima da Serra desde o ano 2000 até 2008. Tabela 105 – População masculina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 de 0 a 04 anos 4.314 4.311 4.249 4.138 4.003 3.850 3.692 de 05 a 09 anos 4.244 4.337 4.347 4.368 4.364 4.320 4.229 de 10 a 14 anos 4.253 4.159 4.157 4.159 4.199 4.269 4.354 de 15 a 19 anos 4.452 4.392 4.286 4.169 4.061 3.982 3.936 de 20 a 24 anos 3.709 3.867 3.946 4.004 4.012 3.976 3.916 de 25 a 29 anos 3.240 3.274 3.339 3.413 3.485 3.553 3.595 de 30 a 34 anos 3.381 3.352 3.274 3.216 3.195 3.203 3.235 de 35 a 39 anos 3.536 3.510 3.536 3.519 3.460 3.373 3.280 de 40 a 44 anos 3.093 3.215 3.270 3.356 3.437 3.506 3.562 de 45 a 49 anos 2.636 2.689 2.769 2.847 2.929 3.019 3.110 de 50 a 54 anos 2.362 2.395 2.416 2.445 2.490 2.541 2.605 de 55 a 59 anos 1.883 1.953 2.005 2.081 2.136 2.190 2.237 de 60 a 64 anos 1.644 1.628 1.621 1.650 1.689 1.747 1.814 de 65 a 69 anos 1.293 1.307 1.339 1.360 1.371 1.375 1.380 de 70 e mais anos 1.965 1.977 2.039 2.115 2.192 2.275 2.351 Total 46.005 46.366 46.593 46.840 47.023 47.179 47.296 - 2008 3.715 4.055 4.322 3.941 3.836 3.819 3.380 3.209 3.500 3.317 2.750 2.328 1.923 1.420 2.554 48.069 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Pode-se aferir a partir da tabela 105 que a população masculina no Corede Campos de cima da Serra com idade compreendida no intervalo de [0; 4 anos] decresceu no ano 2008 em comparação com o ano 2000. No intervalo [20; 24 anos] e [25; 29anos] a população masculina aumentou em 2008 em comparação com o ano 2000. Já no intervalo [35 a 39] a população masculina decresceu de 3.536 em 2000 para 3209 no ano 2008. No intervalo [40 até os 70 anos (para mais)] observa-se que a população masculina manteve sempre uma tendencia de crescimento o que nos leva a afirmar que houve um aumento da população idosa masculina. A tabela que se segue, apresenta em termos reais como se manteve a população masculina do Corede Campos de Cima da Serra. 125 Tabela 106 – Variação da população masculina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 (ano base) e 2008 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 de 0 a 04 anos 100,00 99,93 98,49 95,92 92,79 89,24 85,58 86,11 de 05 a 09 anos 100,00 102,19 102,43 102,92 102,83 101,79 99,65 95,55 de 10 a 14 anos 100,00 97,79 97,74 97,79 98,73 100,38 102,37 101,62 de 15 a 19 anos 100,00 98,65 96,27 93,64 91,28 89,44 88,41 88,52 de 20 a 24 anos 100,00 104,26 106,39 107,95 108,17 107,20 105,58 103,42 de 25 a 29 anos 100,00 101,05 103,06 105,34 107,56 109,66 110,96 117,87 de 30 a 34 anos 100,00 99,14 96,84 95,12 94,50 94,74 95,68 99,97 de 35 a 39 anos 100,00 99,26 100,00 95,52 97,86 95,39 92,76 90,75 de 40 a 44 anos 100,00 103,94 105,72 108,50 111,12 113,35 115,16 113,16 de 45 a 49 anos 100,00 102,01 105,05 108,00 111,12 114,53 117,98 125,83 de 50 a 54 anos 100,00 101,40 102,29 103,51 105,42 107,58 110,29 116,43 de 55 a 59 anos 100,00 103,72 106,48 110,05 113,44 116,30 118,80 123,63 de 60 a 64 anos 100,00 99,03 98,60 100,36 102,74 106,27 110,34 116,97 de 65 a 69 anos 100,00 101,08 103,56 105,18 106,03 106,34 106,73 109,82 de 70 e mais anos 100,00 100,61 103,76 107,63 111,55 115,78 119,64 129,97 Total 100,00 100,78 101,28 101,82 102,21 102,55 102,81 104,49 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados da tabela 106 demonstram uma tendencia de crescimento da população masculina no Corede Campos de Cima da Serra. No entanto alguns dados emergem atenção porque apontam uma diminuição da população jovem em relação a população adulta/ idosa. Assim, no intervalo [0; 4 anos] decresceu no ano 2008 em comparação com o ano 2000 cerca de 13, 89%. No intervalo, de [10;14anos] a população apenas cresceu 1,62%. Idem a população a masculina na faixa dos[ 25; 29anos] aumentou em 2008 em comparação ao ano 2000. A partir dos dados constata-se que a população masculina no Corede Campos de Cima da Serra aumentou do ano 2000 a 2008 foi em torno de 4,49%. A tabela abaixo, registra os dados referentes a população feminina no Corede Campos de Cima da Serra do ano 2000 até 2008. 126 Tabela 107 – População feminina no Corede Campos de Cima da Serra entre 2000 e 2008. 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 de 0 a 04 anos 4.069 3.937 3.893 3.804 3.720 3.629 3.541 3.555 de 05 a 09 anos 4.190 4.159 4.154 4.158 4.141 4.107 4.057 3.884 de 10 a 14 anos 4.095 4.024 4.039 4.064 4.107 4.150 4.192 4.161 de 15 a 19 anos 4.194 4.101 4.020 3.928 3.871 3.865 3.895 3.901 de 20 a 24 anos 3.589 3.634 3.740 3.799 3.793 3.741 3.662 3.696 de 25 a 29 anos 3.267 3.270 3.292 3.330 3.392 3.458 3.520 3.689 de 30 a 34 anos 3.589 3.514 3.446 3.383 3.334 3.289 3.271 3.348 de 35 a 39 anos 3.578 3.595 3.611 3.606 3.576 3.540 3.499 3.351 de 40 a 44 anos 3.195 3.284 3.325 3.383 3.439 3.479 3.517 3.530 de 45 a 49 anos 2.867 2.944 2.984 3.020 3.057 3.104 3.157 3.280 de 50 a 54 anos 2.382 2.488 2.548 2.622 2.685 2.739 2.791 2.871 de 55 a 59 anos 2.023 2.078 2.111 2.152 2.209 2.272 2.335 2.477 de 60 a 64 anos 1.670 1.747 1.758 1.786 1.518 1.858 1.899 1.982 de 65 a 69 anos 1.424 1.461 1.485 1.496 1.517 1.533 1.542 1.603 de 70 e mais anos 2.376 2.537 2.621 2.715 2.801 2.890 2.980 3.254 Total 46.508 46.773 47.027 47.246 47.160 47.654 47.858 48.582 Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. Os dados expressam que a população feminina no Corede Campos de Cima de Serra cresceu, assim no ao 2000 a população feminina total era de 46.508 passou para 46.773 no ano 2001, 47.027 em 2002 e 47.246 em 2003. No ano 2008 a população feminina total manteve a tendencia de crescimento e aumentou de 46.508 em 2000 para 48.582 neste ano. No entanto salienta-se que um dado requer atenção visto que etária que mais cresceu foi a dos 70 anos ( e mais anos) o que representa um aumento da população idosa. 127 Tabela 108 – Variação da população feminina no Corede Campos base) e 2008. 2000 2001 2002 2003 2004 de 0 a 04 anos 100,00 96,76 95,67 93,49 91,42 de 05 a 09 anos 100,00 99,26 99,14 99,24 98,83 de 10 a 14 anos 100,00 98,27 98,63 99,24 100,29 de 15 a 19 anos 100,00 97,78 98,85 93,66 92,30 de 20 a 24 anos 100,00 101,25 104,21 105,85 105,68 de 25 a 29 anos 100,00 100,09 100,77 101,93 103,83 de 30 a 34 anos 100,00 97,91 96,02 94,26 92,89 de 35 a 39 anos 100,00 100,48 100,92 100,78 99,94 de 40 a 44 anos 100,00 102,79 104,07 105,88 107,64 de 45 a 49 anos 100,00 102,69 104,19 105,34 106,63 de 50 a 54 anos 100,00 104,45 106,97 110,08 112,72 de 55 a 59 anos 100,00 102,72 104,35 106,38 109,19 de 60 a 64 anos 100,00 104,61 105,27 106,95 90,90 de 65 a 69 anos 100,00 102,60 104,28 105,06 106,53 de 70 e mais anos 100,00 106,78 110,31 114,27 117,89 Total 100,00 100,57 101,12 101,59 101,40 de Cima da Serra entre 2000 (ano 2005 89,19 98,02 101,34 92,16 104,24 105,85 91,64 98,94 108,89 108,27 114,99 112,31 111,26 107,65 121,94 102,46 2006 87,02 96,83 102,37 92,87 102,03 107,74 91,14 97,79 110,08 110,12 117,17 115,42 113,71 108,29 125,42 102,90 2007 - Fonte: Fundação de Economia e Estatística – FEE. Disponível em: <www.fee.tche.rs>. Acesso em: 06/10/2009. 2008 87,37 92,70 101,61 93,01 101,39 112,92 93,29 93,66 110,49 114,41 120,53 122,44 118,68 112,57 136,95 104,46