Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Etec “JORGE STREET”
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM
MANUTENÇÃO
AUTOMOTIVA
ManutençãT
MCI4T
Derek Weber
Afonso Ramineli
Felippe Acaccio
Diego Sebastiani
Davi da Silva
Adeildo Ferreira
Leandro de Souza
Rafael Pereira
Orientador:
Prof.°Milton Merizio
São Caetano do Sul / SP
2014
1
MCI4T
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado como pré-requisito
para obtenção do Diploma de
Técnico em MANUTENÇÃO
AUTOMOTIVA
___________________.
São Caetano do Sul / SP
2014
2
Agradecimentos
Agradecemos primeiramente a Deus pela nossa união e paciência para
a execução do trabalho,aos familiares pelo apoio e incentivo.
Também agradecemos aos professores pela ajuda na execução deste
projeto.
Agradecemos principalmente a todos que nos patrocinaram de forma
explicita ou anônima.
PATROCÍNIO :
3
Resumo
O projeto é uma bancada didática em que é utilizado um motor ciclo Otto em
corte alimentado por um motor elétrico gerando o movimento dos pistões
partindo do movimento dos pistões e do comando de válvulas usaremos um
circuito de leds coloridos para exemplificar o ciclo de quatro tempo do motor.
Palavras-chave: Motor Tempos Didático
4
Resume
The project is a learning workbench where Otto cycle engine cutaway powered
by an electric motor generating the motion of the pistons is used .
starting the motion of the pistons and the valve command will use a circuit
colored to exemplify the four-cycle engine LEDs time
Key-Words: Engine, Cycle, Didactic
5
Índice de Imagens
1.Motor de ciclo Otto
2.Os quatro tempos do Motor
3.Reação de combustão
4.Ciclo de admissão
5.Ciclo de compressão
6.Ciclo de combustão
7.Ciclo de escape
8.Correia dentada
9.Motor ap 1.8
10.Bancada com motor em corte
11.placa de circuito impresso
12.Motor com leds em funcionamento
13.bancada com motor instalado
6
Sumário
1.
2.
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
3.
3.1.
3.2.
3.2.1.
3.2.2.
3.2.3.
3.3.
3.3.1.
3.3.2.
3.3.3.
3.3.4.
3.4.
3.5.
3.5.1
3.6
4.
5.
6.
Introdução.........................................................................
........
Tema
e
delimitação..................................................................
Objetivos...........................................................................
........
Justificativa........................................................................
.......
Metodologia.......................................................................
.......
Aspectos
gerais........................................................................
Fundamentação
teórica............................................................
Definição
básica
de
motor........................................................
Motor
de
quatro
tempos............................................................
O
que
é
combustão...................................................................
Alimentação......................................................................
.........
Ignição...............................................................................
.......
O
ciclo
do
motor........................................................................
1°
tempo
admissão...................................................................
2°tempo
compressão................................................................
3°tempo
combustão..................................................................
4°tempo
escape........................................................................
Correia
sincronizadora..............................................................
Principais
características
do
motor
AP......................................
Características..................................................................
........
Cabeçote
do
motor....................................................................
Motor
elétrico.............................................................................
Sensores
de
fim
de
curso..........................................................
Peças
e
8
9
9
9
9
9
10
10
12
12
13
13
13
13
14
15
16
16
18
18
19
21
22
22
7
valores.........................................................................
Planejamento
do
projeto...........................................................
Execução
do
projeto..................................................................
Protegendo
o
meio
ambiente....................................................
Funcionamento
da
bancada......................................................
Conclusão.........................................................................
........
Referências
e
bibliografia..........................................................
7.
7.1
7.2.
7.3.
8.
23
24
27
27
29
30
1.INTRODUÇÃO
Decidido em atuar na base didática, as idéias se basearam em suprir
as dificuldades de compreensão das explicações teóricas onde idealizamos 4
projetos:
Painel didático de freios: Pela Dificuldade de Compreensão da matéria,
idealizamos fazer um painel com peças do sistema em corte. Simulador de
manutenção, troca de peça e um maior auxilio didático em aula.
Bancada Explicativa de Suspensão: Para auxiliar aula, faríamos uma
bancada que simularia o funcionamento de um suspensão em diferentes
8
situações. Utilizando uma esteira para movimentos e elevadores hidráulicos
para imperfeições e avarias na pista.
Motor em corte com funcionamento auto explicativo do ciclo de quatro
tempos: Os cortes q permitem a visão do cilindro e câmara de combustão e
seus componentes, serão usados para mostrar com auxilio de leds coloridos os
quatro tempos de motor em funcionamento emulado por um motor elétrico.
2.TEMA E DELIMITAÇÃO
Delimitando-se
a
um
projeto
de
exposição
didática
propomos
desenvolver uma bancada que auxilie a aprendizagem de forma simples e de
fácil entendimento para promover maior compreensão na aula.
O tema foi escolhido com bases nas aulas de motores a combustão
interna, na qual foi o foco deste projeto.
Será desenvolvido uma bancada que demonstre os quatro tempos de
um motor a combustão interna sem a periculosidade de fluidos inflamáveis.
2.1.Objetivos – geral e específico(s)
9
Como objetivo geral, pretendemos produzir um elemento didático para
uso em laboratório com a finalidade de demonstrar visualmente e forma precisa
o ciclo de funcionamento dos quatro tempos de um motor de ciclo otto.
Como objetivo especifico pretendemos aplicar e desenvolver os
conhecimentos para promover tal mecanismo didático.
2.2.Justificativa
Este projeto foi definido para facilitar as aulas de motores a combustão
interna e fazer com que os alunos tenham a melhor compreensão possível do
ciclos de funcionamento do motor.
O tema especifico foi escolhido pelo grupo devido a dificuldade de
compreensão do ciclo.Isso resultou um estudo e maior capacitação de
aprendizagem para executarmos este projeto e melhorar a compreensão do
tema para alunos futuros.
2.3.Metodologia
Com a idéia do projeto definida, a escola cedeu um bloco de motor AP
1.8litros do qual se tornou a base e ponto de partida do projeto.Assim
pesquisamos sobre o motor que temos em mão, formas de fazer os cortes,e
como fazer a montagem do circuito de leds dentro da câmara de combustão
para gerar o efeito desejado.
O motor AP se constitui por bloco em ferro e cabeçote de alumínio
SOHC (Single Overhead camshaft - comando de válvulas simples no cabeçote)
de 8 válvulas com estas informações definimos o numero de leds 5 por cilindro
uma cor diferente para cada um dos
quatro tempos e o led extra que
representa a vela de ignição.
10
Usamos os métodos básicos de pesquisa na internet de acordo com a
necessidade gerada pelo desenvolvimento do projeto. Pois procuramos colocar
em prática todo o conhecimento adquirido em sala de aula e conseguirmos o
resultado mais preciso e simples possível.
2.4.Aspectos Gerais
O Ciclo
de
Otto é
um ciclo
termodinâmico,
que
idealiza
o
funcionamento de motores de combustão interna de ignição por centelha. Foi
definido
por Beau
de
Rochas e
engenheiro alemão Nikolaus
implementado
Otto em 1876,
e
com
sucesso
posteriormente
pelo
por Étienne
Lenoir e Rudolf Diesel.
Motores baseados neste ciclo equipam a maioria dos automóveis de
passeio atualmente. Para esta aplicação, é possível construir motores a quatro
tempos mais eficientes e menos poluentes em comparação aos motores a dois
tempos, apesar do maior número de partes móveis, maior complexidade, peso
e volume, comparando motores de mesma potência.
11
Figura 1-Motor ciclo Otto
3.FUNDAMENTÇÃO TEÓRICA
3.1.Definição básica de Motor
Podemos definir motor como sendo um mecanismo que transforma
qualquer espécie de energia em energia mecânica.
12
3.2.Motor de quatro tempos
Para processar a transformação de energia, o êmbolo (pistão) do motor
é submetido a quatro fases (tempos) distintas que deram origem ao termo
quatro tempos conforme abaixo.
Figura 2- Os quatro tempos do Motor de ciclo Otto
3.2.1.O que é combustão?
Combustão é uma reação química rápida entre substâncias, uma delas
quase sempre o oxigênio, e geralmente acompanhada pela geração de calor e
luz em forma de chama. O processo começa quando o sistema alcança a
temperatura de ignição, prossegue espontaneamente e cessa quando é
alcançado o equilíbrio entre a energia calorífica total dos reagentes e dos
produtos
Ignição por faísca ’’ciclo’’ (volume constante), tem por finalidade
fornecer:
13
Figura 3 - Reação de Combustão
3.2.2.Alimentação
Uma mistura ar + combustível na quantidade exata para o motor no
cilindro, no momento adequado do ciclo de combustão (admissão).
3.2.3. Ignição
Fornecer uma centelha dentro do cilindro ao aproximar-se o fim de curso
de compressão a fim de inflamar a mistura ar +combustível.
3.3.O ciclo do motor
O ciclo do motor é composto por quatro tempos admissão, compressão,
explosão e escape.
3.3.1.1 º Tempo – Admissão
O pistão se encontra no ponto morto superior ( PMS) , e vai iniciar seu
curso descendente .Abre-se então a válvula de admissão e a medida que o
14
pistão desce , por depressão obriga a mistura AR + COMBUSTIVEL , encher o
espaço que ele desocupa até o fim do seu curso , no ponto morto inferior (PMI).
O pistão aspira AR + COMBUSTIVEL através da válvula de admissão . O eixo
de manivelas efetua meia volta .
Figura 4 - Ciclo de Admissão
3.3.2. 2 º Tempo – Compressão:
Chegando ao PMI o pistão inicia o curso de retorno . Agora ele começa
a subir fechando-se então a válvula de admissão ,também a válvula de escape
fica fechada . A mistura AR + COMBUSTIVEL é comprimida até ser reduzida
apenas ao volume compreendido entre o ponto morto superior e a parte
superior do cilindro (cabeçote).
Como resultado da compressão a mistura se aquece e as moléculas do
combustível ficam mais próximas das moléculas do ar .Os dois fatos melhoram
a combustão . O eixo de manivelas executa outra meia volta completando o
primeiro giro (volta completa)
15
Figura 5 - Ciclo de Compressão
3.3.3 3 º Tempo – Combustão\Explosão
Quando a mistura AR + COMBUSTÍVEL está fortemente comprimida
dentro do cilindro a vela faz saltar uma faísca bem no meio da mistura . Esta se
incendeia , formam-se os gases da combustão que empurram violentamente o
pistão para baixo do (PMS) ao (PMI) , uma vez que as válvulas estão fechadas.
O eixo de manivelas executa outra meia volta.
Figura 6 - Ciclo de Combustão
16
3.3.4. 4 º Tempo – Escapamento
O pistão sobe novamente desde o ponto morto inferior até o superior
Mas durante esse curso abre-se a válvula de escapamento , o pistão subindo
expulsa todos os gases da combustão que se encontra dentro do cilindro .É a
fase de escapamento dos gases ,quando o pistão atinge o (PMS) , fecha-se a
válvula de escapamento , assim o ciclo recomeça.
Figura 7 - Ciclo de Escape
3.4. A correia sincronizadora (“Dentada”)
Tem a função de manter o sincronismo entre o comando de válvulas e o
virabrequim, mantendo um perfeito funcionamento do motor e garantindo a
correta queima de combustível.
Graças ao uso de novos materiais, produzimos correias em diferentes
estruturas e perfis de dentes, adequadas para atender as performances dos
motores mais modernos, submetidas a condições como:
Alta pressão de injeção do combustível, onde em algumas aplicações
superam os 2000 bar.
Motores multi-válvulas: dupla árvore de manivela com maiores
solicitações.
17
Motores com potência elevada e temperatura de funcionamento superior
a 120°C.
Redução do ruído.
Tolerâncias dimensionais estreitas
Variação contida das dimensões da correia em funcionamento
Alta resistência contra a abrasão do tecido
Duração/percurso mais longo
Estruturas: Cloropreno é um tipo de correia de primeira geração,
geralmente não é submetida a grandes stress do tipo temperaturas superiores
a 70°C ou altas cargas de trabalho.
HSN estrutura caracterizada por uma ótima resistência às altas
temperaturas até a 130°C e cargas pulsantes.
HNBR (borracha sintética nitrílica hidrogenada) de alta tecnologia
incorporada. São correias produzidas com um elastômero de última geração,
ou seja, de matéria prima bem mais resistente ao calor e ao ozônio e ideal para
operar em altas temperaturas.
HT correias com tecido revestido por uma película de PTFE, material
altamente resistente contra a abrasão, projetada para reduzir ao mínimo o
desgaste do tecido na superfície e nas laterais dos dentes. Esta estrutura
garante a máxima duração de vida da correia nos motores com altas pressões
de injeção.
Como ler o código Dayco de uma correia sincronizadora ("dentada")?
Os códigos dos produtos Dayco, são códigos inteligentes, pois visam
facilitar a sua compreensão com relação ao item:
173 SHPN 180 H
18
173 = n° de dentes
SHPN – perfil dos dentes desenvolvido de acordo com a polia
180 = largura da correia (em 1/10mm)
H = HNBR (material de alta temperatura)
Figura 8 - Correia dentada
3.5.Principais Características do motor AP
Volkswagen AP (AP, sigla para alta performance, ou alta potência) é
um motor de combustão interna de 4 cilindros em linha, refrigerado a água,
com bloco em ferro fundido . O VW AP foi comercializado em três cilindradas
diferentes: 1.6, 1.8 e 2.0 apenas na configuração Cross Flow.
3.5.1.Características
Com um cabeçote de alumínio e comando de válvulas no cabeçote, esse
motor passou a equipar alguns automóveis da Volkswagen no Brasil a partir de
1984. Trata-se de uma evolução dos motores VW MD, apresentados no VW
Passat em 1974, sendo este uma versão brasileira do motor Audi 827.
19
O motor Audi 827 foi concebido pela equipe de Ludwig Kraus, um antigo
engenheiro de competições da Mercedes-Benz. Kurt Lotz, o então diretor geral
do grupo Volkswagen, solicita o projeto de um novo motor com comando de
válvulas no cabeçote, de construção simples, porém robusta, baseado no
conceito do “Mitteldruckmotor” (motor de taxa de compressão intermediária
entre o ciclo Otto e o ciclo Diesel). O projeto fora confiado ao engenheiro Fritz
Hauk, outro especialista em motores de alta performance.
De 1984 a 1987 foram oferecidas apenas duas versões, a AP-600 e a
AP-800, respectivamente com 1,6 e 1,8 litros de cilindrada. Em 1988, foi
introduzida a versão AP-2000, de 2 litros, motivo pelo qual as versões de
menor deslocamento foram rebatizadas de AP-1600 e AP-1800.
No
Brasil,
o
Volkswagen
AP
equipou
os
seguintes
veículos: Passat, Santana, Santana
Quantum, Gol, Parati, Voyage,Saveiro, Apollo, Logus, Pointer, Polo
Classic e
Van. Também equiparam alguns veículos Ford:
Del Rey, Belina, Pampa,Escort, Verona, Versailles e Royale, em virtude
da joint-venture com a VW chamada Autolatina.
A Gurgel também utilizou o motor VW AP no jipe Carajás, nas versões:
Gasolina, Álcool 1.8 com 97 cv (ambos usados no VW Santana); ou Diesel 1.6
com 50 cv (usado na VW Kombi Diesel).
3.6.Cabeçote do motor
O cabeçote constitui a parte superior do motor, resultando no
fechamento da parte superior dos cilindros do bloco.
Normalmente os cabeçotes de motores resfriados a água, são
fabricados em ferro fundido, e em circunstâncias especiais, que exige pouco
peso, são fabricados em alumínio. A figura abaixo ilustra o cabeçote de um
motor de quatro tempos .
20
Atualmente, quase todos os motores apresentam as válvulas no
cabeçote. No cabeçote dos motores de quatro tempos existe para cada cilindro,
uma válvula de descarga, uma válvula de admissão, uma câmara de
combustão, um coletor de admissão e um coletor de descarga. Dependendo da
arquitetura do motor poderemos ter mais que uma válvula de descarga e de
admissão instaladas no cabeçote
Figura 9 - Motor Ap 1.8
21
4.MOTOR ELÉTRICO
Um motor elétrico é uma máquina destinada a transformar energia
elétrica em mecânica. É o mais usado de todos os tipos de motores, pois
combina as vantagens da energia elétrica - baixo custo, facilidade de
transporte, limpeza e simplicidade de comando – com sua construção simples,
custo reduzido, grande versatilidade de adaptação às cargas dos mais diversos
tipos e melhores rendimentos.
A maioria de motores elétricos trabalha pela interação entre
campos eletromagnéticos,
mas
existem
motores
baseados
em
outros
fenômenos eletromecânicos, tais como forças eletrostáticas. O princípio
fundamental em que os motores eletromagnéticos são baseados é que há
uma força
mecânica em
todo
o
fio
quando
está
conduzindo corrente
elétrica imersa em um campo magnético. A força é descrita pela lei da força de
Lorentz e é perpendicular ao fio e ao campo magnético. Em um motor giratório,
há um elemento girando, o rotor. O rotor gira porque os fios e o campo
magnético são arranjados de modo que um torque seja desenvolvido sobre a
linha central do rotor.
A maioria de motores magnéticos são giratórios, mas existem
também os tipos lineares. Em um motor giratório, a parte giratória (geralmente
no interior) é chamada de rotor, e a parte estacionária é chamada de estator. O
motor é constituído de eletroímãs que são posicionados em ranhuras do
material ferromagnético que constitui o corpo do rotor e enroladas e
adequadamente dispostas em volta do material ferromagnético que constitui o
estator.
A tarefa reversa, aquela de converter o movimento mecânico na
energia elétrica, é realizada por um gerador ou por um dínamo. Em muitos
casos os dois dispositivos diferem somente em sua aplicação e detalhes
menores de construção.
22
5.SENSORES DE FIM DE CURSO
Sensores de fim de curso são sensores que servem para indicar
que um motor ou a estrutura ligada ao seu eixo (um robô, por exemplo)
chegaram ao fim do seu campo de movimento. São sensores simples de
trabalhar, principalmente na programação, já que funcionam de modo similar a
uma chave liga/desliga.
Como funciona?
Os sensores de fim curso geralmente tem uma estrutura similar a
da imagem abaixo. Quando a haste do sensor é empurrada, os terminais do
sensor ficam em curto. Com isso pode-se ler se o sensor foi acionado com um
micro controlador e depois enviar um sinal para o motor para que este pare ou
inverta seu giro.
6.PEÇAS E VALORES
Bloco do motor-cedido pela escola
cabeçote- 130,00R$
leds, cabeamento, sensores- 80,00R$
motor elétrico- doação
bancada- reciclagem
material de acabamento-reaproveitamento/reciclagem-60,00R$
correias- Patrocínio Renalle
peças periféricas do motor-Patrocínio Renalle
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ferramentas- Etec Jorge Street, Integrantes do grupo
outros gastos-60,00R$
Gastos totais= 330,00R$
7.PLANEJAMENTO DO PROJETO
O projeto foi planejado visando oferecer a melhor representação dos
tempos do motor em benefício das aulas de motor a combustão interna.
Contudo o objetivo secundário foi desafiar nossos conhecimentos e
habilidades,de forma construtiva para compartilhar conhecimentos e criarmos
soluções aos problemas do projeto.
A bancada foi desenhada e projetada a partir do material que tínhamos a
disposição para evitar grandes gastos e reaproveitar o máximo de material em
pró do meio-ambiente.
Decidimos não utilizar nenhum tipo de fluido para manter a simplicidade
e evitar riscos ao uso de inflamáveis.
24
Figura 10 - Bancada com o motor em corte
7.1.Desenvolvimento da bancada - execução do projeto
O projeto foi separado em quatro partes. Estrutura, motor,elétrica e
acabamento.
A estrutura foi feita a partir de cantoneiras cedidas pela escola,assim
como as rodas. A estrutura foi toda soldada em MIG para maior resistência e
durabilidade,os suportes do motor foram feitos a partir de duas barras soldadas
paralelamente, e a bancada recebeu a furação necessária para as adaptações
necessárias.
O motor foi cortado com uma lixadeira e discos curtos,e recebeu
acabamento na fresa para eliminar rebarbas, após o corte o motor que já se
encontrava completamente desmontado foi limpo e remontado. A cabeça dos
pistões receberam pedaços de espelhos para auxiliar no brilho dos leds.
Largura corte do bloco do motor =59mm
Altura do corte do bloco do motor =53mm
O funcionamento da parte eletrônica do projeto funciona-se baseado em
um sistema de contador por modulação de pulsos.
O pressionar o botão de “start” o motor elétrico e o acionamento do
primeiro tempo do motor e um sensor acoplado ao motor emite um pulso ao ser
finalizado cada meia volta do motor que envia um pulso que vai para entrada
do CI 555 que por sua vez processa esse sinal e envia para o contador feito
pelo CI TTL 7474 que passa para a próxima linha de circuito ou de “tempo” o e
assim sucessivamente até se completar os quatros tempos e retornar ao inicio
reiniciando o processo.
Os tempos são representados no motor por leds de alto brilho que serão
dispostos de forma a em que quando o led do cilindro um acenda e os outros
ascendam por estarem ligados em serie com ele do primeiro tempo e assim
sucessivamente.
25
Cada led tem sua cor e representa um tempo específico:
Led Vermelho representa a Explosão ou Combustão
Led Azul representa a Admissão
Led Verde representa o Escape
Led Amarelo representa a Compressão
Cada led ascenderá no memento certo e especifico em cada cilindro
como representado na tabela a seguir.
Volta/C
1
2
3
4
ilindro
180°
Explosão
Escape
Compressão
Admissão
360°
Escape
Admissão
Explosão
Compressão
540°
Admissão
Compressão
Escape
Explosão
720°
Compressão
Explosão
Admissão
Escape
Quando o cilindro um esta na posição da primeira meia volta (180°) ele
ascende o led vermelho e assim por seqüência o cilindro 2 ascende o led
verde, o cilindro 3 ascende o led amarelo e cilindro 4 ascende o led azul e após
um noivo pulso do sensor o que contabiliza outra meia volta ou 360° no total no
cilindro 1 é apagado o led vermelho e ascende o led amarelo e por
conseqüência nos outros cilindro ocorre o mesmo processo e após as 720° o
circuito se reinicia e os leds ascendem da novamente na ordem inicial
O acabamento foi feito com chapas de aço e um tampão em
madeira,para proteger os componentes eletrônicos do sistema.As chapas
cobrem a toda a lateral da bancada. A pintura foi feita com tintas em spray
preto fosco e prata metalizado para gerar contraste no visual da bancada.
Cantoneiras de parede fora convertias em acabamento para a moldura
da bancada.
26
A tampa do cabeçote foi convertida para receber uma peça transparente
para permitir a visualização do comando de válvulas.
Figura 11 - Placa de circuito impresso
Figura 12 - Motor com os led´s em funcionamento
27
7.2. PROTEGENDO O MEIO AMBIENTE
No decorrer
do progresso do acabamento procuramos as melhores
formas de economizar e fazer o melhor uso dos componentes em mão gerando
menos resíduo possível.
partes metálicas e plásticas de toda a bancada foram
recicladas e
reaproveitadas reduzindo custos e protegendo o meio ambiente.
7.3.FUNCIONAMENTO DA BANCADA
A bancada didática MCI4T foi desenvolvida para apresentar por meios
de iluminação uma apresentação lúdica e visual do funcionamento de um motor
de quatro tempos ,constituindo apenas pelo conjunto bloco/cabeçote o
virabrequim e a arvore de comando estão ligadas por uma correia
sincronizadora, e são alimentados por um motor elétrico que possibilita gerar o
movimento ao virabrequim a partir da polia de possibilitando a visualização dos
pistões e comando de válvulas em sincronia.
Ao se dar o start ativa-se o funcionamento do motor elétrico do qual gera
rotação para o virabrequim,a qual o sensor acoplado ao motor emitirá um pulso
a cada meia volta do virabrequim para a unidade central entre a mesma
comandará a troca ordenada dos leds visualizando assim os tempos do motor.
28
Figura 13 - Bancada montada com o motor instalado.
29
8. CONCLUSÃO
Partindo da visão geral do grupo com o desenvolvimento do trabalho
desenvolvemos
mais
que
apenas
uma
bancada
didática
criamos
responsabilidades e metas e fizemos o melhor para alcançar tais como um
grupo.
A bancada teve sua criação e execução com ajuda de todos os
integrantes do grupo e doação de peças pela Ranalle .Procuramos economizar
e evitar custos,isso nos levou a pensar sobre os detalhes do projeto e fez com
que novas saídas fossem descobertas,dentre elas optamos em usar o Maximo
de material reciclável possível.
Este projeto colocou em teste nossos conhecimentos concebidos em
aula ao longo do curso e fez com que trocássemos experiências e
aumentássemos nosso conhecimento geral.
30
REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA
Motor AP:
Acesso em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Volkswagen_AP
Visualizado em:16/05/2014
Motor elétrico:
Acesso em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_el%C3%A9trico
Visualizado em: 18/05/2014
Fundamentação teórica motores a combustão:
Apostila de mecânica de autos do programa estadual de qualificação
(cortesia do prof° Michel) Origem e Autor:Desconhecido
Elétrica e Eletrônica:
textos desenvolvidos pelo integrante Afonso
Correia dentada:
Acesso em:
http://www.daycoaftermarket.com/BR/PT/products-autotimingBelts.php?country=BR - Visualizado em:27/09/2014
31
Download

correia dentada