PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM “DIREITO PÚBLICO” PÓS – GRADUAÇÃO E EXTENSÃO Paracatu – MG 2008 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO ............................................................................................... 2 2 NOME DO CURSO E ÁREA DO CONHECIMENTO ................................................. 2 3 JUSTIFICATIVA ................................................................................................ 2 4 HISTÓRICO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO ....................................... 2 5 OBJETIVOS ...................................................................................................... 4 5.1 OBJETIVO GERAL .......................................................................................... 4 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................. 4 6 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ..................................................................... 4 7 CONCEPÇÃO DO PROGRAMA ............................................................................ 6 8 PÚBLICO ALVO................................................................................................. 6 9 COORDENAÇÃO ................................................................................................ 6 10 CARGA HORÁRIA TOTAL ................................................................................ 7 11 PERÍODO E PERIODICIDADE.......................................................................... 7 12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................................................... 8 12.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS .................................................................... 8 12.2 DISCIPLINAS OPTATIVAS ......................................................................... 14 13 CORPO DOCENTE ......................................................................................... 16 14 METODOLOGIA ............................................................................................ 16 15 INTERDISCIPLINARIDADE ........................................................................... 16 16 ATIVIDADES COMPLEMENTARES.................................................................. 17 17 TECNOLOGIA E RECURSO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO ..................................... 17 18 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA .......................................................................... 17 18.1 INSTALAÇÕES GERAIS .............................................................................. 17 18.2 ESPAÇO FÍSICO ........................................................................................ 18 18.3 ATENDIMENTO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS OU COM MOBILIDADE REDUZIDA .......................... 19 18.4 NORMAS, PROCEDIMENTOS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA ............... 19 18.5 EQUIPAMENTOS – RECURSOS AUDIOVISUAIS .......................................... 20 18.6 BIBLIOTECA .............................................................................................. 21 18.6.1 ESPAÇO FÍSICO ..................................................................................... 21 18.6.2 ACERVO ................................................................................................. 21 18.6.3 IMPLEMENTAÇÕES DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO NO ÂMBITO DO CURSO .................................................................. 22 18.6.4 ORGANIZAÇÃO E SERVIÇOS ................................................................... 22 18.7 EQUIPAMENTOS E LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA ................................ 24 19 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ............................. 25 20 SISTEMA DE AVALIAÇÃO ............................................................................. 25 21 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......................................................... 26 22 CERTIFICAÇÃO ............................................................................................ 26 2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIREITO PÚBLICO 1 APRESENTAÇÃO O presente curso de Pós-Graduação lato sensu foi planejado e estruturado em conformidade com a Resolução CES/CNE n.° 1, de 8 de junho de 2007, que estabelece as normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação no Brasil. 2 NOME DO CURSO E ÁREA DO CONHECIMENTO Nome do Curso: Pós-Graduação lato - sensu em Direito Público. Área de Concentração: Direito Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. Modalidade de Oferta: Presencial 3 JUSTIFICATIVA A relevância deste curso é conceder à comunidade do noroeste mineiro e regiões vizinhas a possibilidade de se atualizarem no conhecimento do Direito Público. Apresentar colocações em uma perspectiva mais avançada em comparação com o nível da graduação, com vistas ao aprofundamento e desenvolvimento prático da atividade do Direito Público. O aprofundamento do conhecimento do Direito Público, foco deste curso, também trará consigo uma nova percepção e uma nova filosofia já utilizada nos maiores centros do país que é a abordagem profissionalizante em cursos de Pós-Graduação, procurando aliar o conhecimento teórico-reflexivo ao conhecimento prático-empírico. A origem da criação do programa é justamente a carência a ser suprida na área Jurídica e do Magistério Superior, no conhecimento profissional do Direito Público, trazendo grande desenvolvimento sob o ponto de vista da advocacia para toda região devido aos novos conhecimentos adquiridos. 4 HISTÓRICO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO A família Costa Rabelo, que tem suas raízes profundas nesta Terra, trazendo em seu sangue os dons dos seus antepassados, dotou Paracatu e região de uma grande Instituição de ensino que atua em todos os níveis: ensino de idiomas, básico (fundamental e médio) e superior. 3 No ano de 1995, inaugurou o centro de idiomas CCAA e em 17 de fevereiro de 1997, o Colégio Atenas iniciou suas atividades em todos os níveis. Em 2000, a família Costa Rabelo deu início ao projeto da Faculdade Atenas, que exigiu a construção de mais uma edificação, com instalações adequadas à Faculdade. Recebeu então, em setembro de 2001, a comissão avaliadora do MEC. Em seguida, foi publicada a Portaria do Ministério da Educação autorizando o funcionamento do curso de Direito e o credenciamento da Faculdade Atenas, pelo então Ministro da Educação Paulo Renato de Souza, em 31 de maio de 2002. O primeiro vestibular aconteceu em 13 de julho de 2002 e o início das aulas em 5 de agosto de 2002. Em dezembro de 2002, deu sequência a expansão da Faculdade, iniciada pela compra do terreno e a posterior construção das dependências do novo campus. Em 08 de outubro de 2005, teve início o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Empresarial da Faculdade Atenas, todo estruturado em conformidade com a Resolução CES/CNE n.° 1, de 3 de abril de 2001. No dia 20 de dezembro de 2005, o curso de Medicina foi autorizado pelo Ministro da Educação, Fernando Haddad, e suas atividades iniciadas em 6 de fevereiro de 2006. Neste momento, inaugurava-se também as modernas instalações do novo campus da Faculdade Atenas, com infra-estrutura necessária ao pleno desenvolvimento didáticopedagógico, permitindo a implantação de novos cursos de extensão, graduação e PósGraduação. No dia 27 de setembro de 2006, foram autorizados três novos cursos, sendo: Nutrição, Administração e Sistemas de Informação, tendo o início de suas aulas em fevereiro de 2007. No dia 02 de agosto de 2007, foi autorizado o curso de Educação Física nas modalidades licenciatura e bacharelado, iniciando suas atividades no mesmo mês. E, finalmente, em fevereiro de 2008, terão início os novos cursos de PósGraduação Lato Sensu da Faculdade Atenas, agora nas áreas de Direito Público, Gestão Empresarial e Saúde da Família, todos estruturados conforme a Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007. O compromisso da Faculdade Atenas é com a coletividade na qual estamos inseridos, e, tudo faremos, com a bênção de Deus, para que a nossa instituição continue sempre focada nos anseios e necessidades da sociedade. Acreditamos que a Faculdade Atenas ainda há de escrever muitas páginas de sucesso na história de Paracatu e do Brasil, porque, a cada ano, se consolida como grande propulsora da educação de qualidade nos cursos já existentes e nos diversos outros que certamente virão. 4 5 OBJETIVOS 5.1 OBJETIVO GERAL Formar profissionais com excelente base técnica e sólidos conhecimentos jurídicos, comprometidos com a ética profissional, o Estado de Direito e os deveres da cidadania, sob orientação de um corpo docente altamente qualificado. 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos do curso são: a) Preparar profissionais e operadores jurídicos para o início da carreira docente no campo do Direito Público; b) Preparar os participantes para o gerenciamento e direção de atividades ligadas a esses ramos de atividade; c) Transmitir os conhecimentos em Direito Público que o advogado tanto necessita para seu adequado desempenho profissional. d) Demonstrar a aplicabilidade do Direito Público a casos concretos. e) Proporcionar aos participantes uma visão ampla e específica do Direito Público, e sua inserção no contexto jurídico, bem como preparar, reciclar e aprofundar os conceitos desta área que de há muito ultrapassou os limites funcionais, transformando-se em elemento de projeção e sucesso na trajetória profissional e na promoção da cidadania. 6 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Serão colocadas em foco as competências (habilidades) a serem desenvolvidas/adquiridas como consequência do curso. São sinônimos de competência: a) Resultado; b) Objetivo final; c) meta do conteúdo; d) Objetivo de desempenho. As competências dirão aos alunos quais habilidades primárias eles aprenderão no curso, podendo ser definida como uma perícia ou habilidade maior para realizar uma tarefa ou resolver um problema, de maneira efetiva e eficiente, assim como serão apresentadas em cada unidade de maneira palpável e mensurável, dizendo aos alunos o que eles serão capazes de fazer como resultado de dada experiência, portanto, a 5 competência do aluno será demonstrada por algum tipo de atividade que o professor irá exigir que o aluno execute. O conhecimento prévio das competências que serão desenvolvidas através do curso oferecendo aos alunos uma noção clara e precisa do que irão aprender. Cada professor de cada unidade nomeará as competências a serem desenvolvidas pela unidade. O trabalho de Benjamim Bloom, iniciado na década de 50 nos Estados Unidos é instrutivo quando se formula os objetivos para cada unidade. Bloom dividiu o conhecimento em um esquema hierárquico. Dentre as publicações de Bloom, a mais útil é o seu trabalho “Taxonomy of Educational Objectives: cognitive domain”. A taxonomia de Bloom é facilmente compreensível e é provavelmente a classificação educativa de maior uso na atualidade. Segundo Benjamin Bloom é possível identificar três domínios de atividades educacionais, ou seja: cognitivo, psicomotor e afetivo. As habilidades podem ser classificadas segundo cada um desses tipos de domínio. O domínio cognitivo refere-se ao desenvolvimento no cérebro (conhecimento); o afetivo é para desenvolver as áreas dos sentimentos e emocionais (atitudes), enquanto que o psicomotor refere-se ao desenvolvimento físico ou manual. Esta taxonomia dos comportamentos do aprendizado pode ser imaginada como sendo o conjunto dos objetivos de um processo de treinamento. Assim, ao final de cada unidade o aluno deve ter adquirido novas capacidades, conhecimentos ou atitudes. Os três domínios possuem subdivisões que vão desde o comportamento mais simples até o mais complexo. O domínio cognitivo envolve o conhecimento e o desenvolvimento de capacidades intelectuais, incluindo a lembrança e memorização. Categorias principais do domínio cognitivo: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação. O domínio afetivo inclui a maneira na qual nós lidamos emocionalmente com coisas, como sentimentos, valores, apreciação, entusiasmo, motivações e atitudes. As cinco categorias principais são: receber, responder, estimar, organizar, caracterizar. No domínio psicomotor inclui o movimento físico, coordenação e o uso de áreas de habilidades motoras do cérebro. O desenvolvimento destas habilidades requer prática e é medido em termos de velocidade, precisão, distância, procedimento. As seis categorias principais listadas em ordem são: percepção, estar preparado para agir, resposta orientada, resposta complexa, adaptação, originar. Assim sendo e considerando o perfil dos especialistas e seu papel na sociedade e nas instituições, as atividades curriculares buscaram enfatizar a necessidade de atualização e de aperfeiçoamento profissional, possibilitando o acompanhamento das inovações nas diversas áreas jurídicas, adotando uma metodologia que consiste em: a) Habilitação para docência superior; 6 b) Complementação ou atualização do conhecimento pré-existente; c) Formação humanística e atitudinal com ênfase para as áreas do Direito Público. Portanto, o profissional egresso do curso estará habilitado a: a) Lecionar nas Instituições de Ensino Superior; b) Reciclar seu conhecimento, tornando-se, assim, um profissional mais atrativo para o mercado de trabalho; c) Atuar de modo mais ativo, através de uma prestação de serviço especializado, na comunidade de um modo geral, tendo em vista o desenvolvimento de uma visão critica e sistêmica voltada à concepção de soluções adequadas às necessidades da sociedade. 7 CONCEPÇÃO DO PROGRAMA O aspecto fundamental que norteia a criação do curso pode ser sintetizado na busca de uma melhor qualificação do profissional que atua no direito público. Uma melhor qualificação repercute no nível social por um atendimento norteado no critério da competência, abandonando todo tipo de improvisação resultante da não especialização. A Faculdade Atenas, tendo por meta básica a evolução da sociedade de mercado, presta serviço à sociedade do Noroeste de Minas qualificando os profissionais no ramo do Direito por acreditar que uma educação de alto nível é o instrumento imprescindível no alcance da justiça social. O nosso curso de especialização é centrado na escolha de um corpo docente altamente qualificado, oferecendo aos alunos um ambiente de estudo compatível para o aprendizado. 8 PÚBLICO ALVO Graduados em Direito (Advogados, Magistrados, Membros do Ministério Público, Assessores, Professores Universitários e Consultores Jurídicos) e em outras Ciências Sociais Aplicadas (Ciências Sociais, Ciências Econômicas, Administração Pública e outras), bem como profissionais com atuação relacionada ao Direito Público. 9 COORDENAÇÃO O curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Público da Faculdade Atenas será coordenado pelo professor José Querino Tavares Neto, pós-doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra sob a supervisão do Doutor José Joaquim Gomes Canotilho (2007), Graduado em Ciências Sociais (1988), em Direito (1993), 7 Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (1997), Doutor em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001). Atualmente é professor adjunto da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, professor titular da Universidade de Ribeirão Preto, do Mestrado em Direito da UNAERP, do mestrado em Direito da UFG e do Mestrado em Desenvolvimento Regional das Faculdades ALFA, professor e consultor do Curso de Direito da Faculdade Atenas. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Teoria Política Clássica, Direito Constitucional, atuando principalmente nos seguintes temas: Poder, Direito Constitucional, Estado, religião e avaliação. É líder do grupo de pesquisa Estado, Governo e Sociedade que se reúne regulamente na UFG para debate e atualização teórica sobre os mais diversos temas relacionados da temática do grupo. Sua pesquisa atual concentra-se numa análise da proposta de (re) visitar as perspectivas jurídico-políticas do poder na Constituição Brasileira, ressaltando os reflexos do poder na redefinição da carta política brasileira no que tange a sua desfiguração em face da inserção na sociedade global. É ainda Coordenador do Curso de Especialização em Constituição, Direitos Humanos e Democracia, realizado na UNAERP, a partir de convênio com o Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos da Universidade de Coimbra. Pesquisador da FUNADESP. 10 CARGA HORÁRIA TOTAL O curso de Pós-Graduação lato sensu da Faculdade Atenas terá uma carga horária de 360 horas aulas em disciplinas obrigatórias e 40 horas aula em disciplinas optativas, totalizando 400 horas aulas, que serão cumpridas dentro do programa previsto na Organização Curricular. 11 PERÍODO E PERIODICIDADE O curso de especialização em Direito Público da Faculdade Atenas ocorrerá no período de 16 de fevereiro de 2008 a 29 de março de 2010, sendo que as aulas acontecerão aos sábados das 07h30 às 11h50 e das 13h00 às 18h00, quinzenalmente1. Ressalta-se que no período de 16 de fevereiro de 2008 a 01 de agosto de 2009, os alunos estarão cursando as disciplinas obrigatórias. Já de 15 de agosto a 26 de setembro do mesmo ano, os alunos que optarem por cursarem as disciplinas optativas, irá cursá-las. Finalmente, o período restante, ou seja, de 28 de setembro de 2009 a 04 de abril de 2010 os alunos passarão elaborando o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 1 Em virtude de feriados, este prazo pode ser flexibilizado. 8 12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 12.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Direito Constitucional Carga horária: 60h EMENTA Princípio da supremacia da Constituição e outros princípios constitucionais. Controle da constitucionalidade das leis e atos normativos do Poder Público. Controles difuso e concentrado de constitucionalidade. Ação direta de inconstitucionalidade contra atos omissivos constitucionalidade. e comissivos Arguição de do Poder Público. descumprimento de Ação declaratória de preceito fundamental. Direitos e garantias individuais. “Bill of Rights”. Nacionais e estrangeiros em face dos direitos individuais. Garantias da magistratura e impedimentos impostos aos juízes. Processo legislativo e inovações da Emenda Constitucional 45/2004. BIBLIOGRAFIA BARROSO, Luís Roberto. O Controle de Constitucionalidade no Direito Brasileiro. Saraiva 2004. MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 10. ed. São Paulo: Atlas , 2004. MOTTA Sylvio, e DOUGLAS, William. Direito Constitucional. 13. ed. Impetus, 2004. 9 Direito Administrativo Carga horária: 60h EMENTA Administração Pública como organização na estrutura governamental e como função estatal. Função administrativa material, subjetiva e formalmente considerada. Administração Pública Brasileira. Administração direta e indireta. Colaboradores da Administração Pública. Agências Reguladoras. Fato e ato administrativo. Conceito e espécies. Suporte fático-administrativo. Elementos, existência, validade e eficácia. Nulidade, anulabilidade e irregularidade. Legitimidade para argüir. Aproveitamento e convalidação. Poder vinculado e poder discricionário. Revogação do ato administrativo. Servidores públicos. Regime jurídico. Estatuto. Cargos em comissão e funções de confiança. Contrato administrativo de trabalho. Responsabilidade civil do Estado. BIBLIOGRAFIA MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 20. ed. São Paulo:Malheiros, 2006. PIETRO, Sylvia Zanella de. Direito Administrativo. 18. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2005. SOUZA, Flávio Roberto de. Direito Jurisprudência. Espaço Jurídico, 2004. Administrativo na Doutrina e na SILVA, Reinaldo Oliveira da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thonsom, 2001. MOTTA, Fernandes C. Prestes. Teoria Geral de Administração: Uma Introdução. 7. ed. São Paulo: Pioneira, 1979. 10 Direito Tributário Carga horária: 60h EMENTA Direito Tributário. Sistema Tributário Nacional. Competência tributária. Repartição de competência tributária. Limitações constitucionais ao poder de tributar. Tributos. Conceito, classificação e espécies de tributos. Funções fiscal, parafiscal e extra-fiscal do tributo. Legislação tributária. Delegação no campo tributário. Normas complementares da legislação tributária. Vigência e aplicação da legislação tributária. Interpretação e integração da Legislação tributária. Obrigação tributária. Conceito, espécies e elementos. Fato gerador e sujeitos da obrigação tributária. Sucessão e substituição tributária. Capacidade Sucessores, substitutos tributários tributário. Constituição do crédito tributária. e terceiros tributário. Solidariedade na Tipos relação e seus efeitos. tributária. Crédito de lançamento. Suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Extinção do crédito tributário. Exclusão do crédito tributário. Garantias e privilégios do crédito tributário. Correção monetária do crédito tributário. Administração tributária. Fiscalização e Dívida ativa. Certidões negativas. Impostos federais. Tipologia dos impostos federais. Outras imposições tributárias: taxas federais, contribuições de melhoria, etc. Distribuição das receitas tributárias. Direito processual tributário. Ações judiciais de natureza tributária. BIBLIOGRAFIA MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 14 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1998. ATALIBA, Geraldo. Sistema Constitucional Tributário Brasileiro. São Paulo: RT. 1968. CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de Direito Constitucional Tributário. 16. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2001. COÊLHO, Sacha Calmon Navarro. Comentários à Constituição de 1988 – Sistema Tributário. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1990. BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. Atualizado por Misabel de Abreu Machado Derzi. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2001. --------------Limitações ao Poder de Tributar. Atualizado por Mizabel Abreu Machado Derzi. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. 11 Direito Processual Civil Carga horária: 60h EMENTA Jurisdição estatal e arbitragem. Ação. Condições e elementos e da ação. Classificação das ações. Espécies de ações. Concurso e cumulação de ações. Processo e procedimento. Procedimento comum e procedimentos especiais. Formação, suspensão e extinção do processo. procedimento ordinário. Pressupostos processuais. Procedimento sumário e Petição inicial. Contestação, exceção e reconvenção. Reconvenção, ação dúplice e pedido contraposto. Revelia. Providências preliminares. Declaração incidente. Audiência de conciliação, instrução e julgamento. Antecipação da tutela. Sentença. Requisitos da sentença. Efeitos da sentença. Sentença terminativa e definitiva. Sentença líquida e ilíquida. Embargos de declaração. Coisa julgada formal e coisa julgada material. Limites objetivos e subjetivos da coisa julgada. Recurso. “reformatio in Pressupostos recursais. pejus”. Liquidação de Tipologia recursal. Proibição de sentença. Modalidades de liquidação. Procedimento na liquidação de sentença. Execução em geral. Título executivo judicial e título executivo extrajudicial. Espécies de execução. Execução contra a Fazenda Pública. Ação de execução fiscal. Embargos do devedor. Embargos à execução. Embargos à arrematação e à adjudicação. Embargos de terceiro. Processo cautelar. Medida cautelar ex officio. Defesa no processo cautelar. Procedimentos cautelares nominados e inominados. Ação monitória. BIBLIOGRAFIA THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. 37. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2001. MOREIRA, José Carlos Barbosa. Comentários ao Código de Processo Civil. 11. ed. São Paulo: Forense, 2003. CALAMANDREI, Piero. Instituições de Direito Processual Civil. 2. ed. Campinas: Bookseller, 2003. CARNELUTTI, Francesco. Sistema de Direito Processual Civil. São Paulo: Classic Book, 2000. ALVIM, José Eduardo Carreira. Elementos da Teoria Geral do Processo. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1997. 12 Direito Penal Carga horária: 60h EMENTA Teoria do crime. Ação, tipicidade, antijuridicidade e culpabilidade. Condições de punibilidade. Causas de justificação e de exculpação. Concurso de crimes e concurso de pessoas. Cominação, aplicação e execução das penas. Modalidades de penas. Pena e medida de segurança. Suspensão condicional da pena e livramento condicional. Efeitos da condenação. Crimes contra a pessoa. Crimes contra o patrimônio. Crimes contra a administração pública. Crimes resultantes de preconceito de raça ou cor. Crimes contra os portadores de deficiência. Crimes de responsabilidade. Crimes contra o meio ambiente, a flora e a fauna. Crimes contra os índios. Crimes contra o sistema financeiro, a ordem econômica e as relações de consumo. Crimes contra a previdência social e a ordem tributária. Crimes de tóxicos. Crimes políticos. Abuso de autoridade. BIBLIOGRAFIA MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. 17. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2001. JESUS, Damásio E. de. Direito Penal. 23. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. DELMANTO, Celso. Código Penal Comentado. 5. ed. Saraiva, 1984. FOUCALT, Michel. Vigiar e punir. 32. ed. Rio de Janeiro: Vozes, [200_?]. BITTENCOURT, Cezar Alternativas. 1983. Roberto. Falência da Pena de Prisão: Causas e CERNICCHIARO, Luiz Vicente. Estrutura do Direito Penal. 2. ed. José Bushatsky Editor, 1973. HUNGRIA, Nelson. Comentários ao Código Penal. Atualizado por Heleno Fragoso. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1981. LYRA, Roberto. Comentários ao Código Penal. Forense, 1958, v. 3. PIERANGELLI, José Henrique. Códigos Penais do Brasil: Evolução Histórica. Atualizado por Eugênio Raúl Zafaroni. São Paulo: Jolovi, 1980. 13 Direito Processual Penal Carga horária: 60h EMENTA Inquérito policial. Ação penal pública. Ação penal privada. Ação civil. Ação penal originária. Jurisdição e competência. Exceções. Conflitos de competência. Medidas assecuratórias. Prova. Ônus probatório. Instrução probatória no inquérito e no processo penal. Sujeitos da relação processual. Prisão e liberdade provisória. Forma e lugar dos atos processuais. Prazos processuais. Comunicação dos atos processuais. Nulidades. Sentença. Fixação da pena. Recursos. “Habeas corpus” e mandado de segurança em matéria penal. Revisão Criminal. Procedimento comum ou ordinário. Procedimento sumário. Juizados Especiais Criminais. Procedimentos especiais. Do júri popular. Execução penal. Incidentes da execução. BIBLIOGRAFIA TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Processo Penal. 28. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. TORNAGHI, Hélio. Instituições de Processo Penal. Rio de Janeiro: Forense, 1959. CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. 13. ed.São Paulo: Saraiva, 2006. RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. 11. ed. Rio de Janeiro, Lumen Juris, 2006. CÂMARA LEAL, A. Luiz da. Comentários ao Código de Processo Penal Brasileiro. Freitas Bastos, 1942. GOMES, Luiz Flávio et al. Juizados Especiais Criminais. Revista dos Tribunais, 1996. GRINOVER, Ada Pellegrini. Eficácia e Autoridade da Sentença Penal. Forense, 1981. ------------1990. Novas Tendências do Direito Processual. Forense Universitária, 14 12.2 DISCIPLINAS OPTATIVAS Metodologia do Trabalho Científico e da Pesquisa Carga horária: 20h Científica EMENTA Ciência. Método e técnica. Ciência pura e aplicada. Tipos de explicação científica. Bases do raciocínio científico, teoria, hipótese, dedução, indução, análise e síntese. Pesquisa científica. Tipos de pesquisa. O processo de pesquisa e seu significado. Problemas de pesquisa e sua formulação. Fases da pesquisa. Redação de textos científicos. Normatização de textos técnico-científicos. BIBLIOGRAFIA _____. NBR 10520: Apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002. _____. NBR 10524: Preparação de folha de rosto. Rio de Janeiro, 1988. _____. NBR 12225: Apresentação de lombada. Rio de Janeiro, 2003. _____. NBR 14724: Trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro, 2003. _____. NBR 6023: Referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 2002. _____. NBR 6024: Numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. _____. NBR 6027: Sumário. Rio de Janeiro, 2003. _____. NBR 6028: Resumos. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Artigo em publicação periódica científica impressa. Rio de Janeiro, 2003. GALLIANO, A. Guilherme. O Método Científico: Teoria e Prática. São Paulo: HABRA Ltda - 1986. GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5. ed. São Paulo: Atlas 1999. 15 Metodologia do Ensino Superior Carga horária: 20h EMENTA Reflexão sobre o processo educacional no Ensino Superior e sua importância no contexto social, considerando o significado e o valor da metodologia no fazer docente. Visão histórica e pressupostos epistêmicos-metodológicos da didática. O trabalho humano e as relações sociais da educação: as bases sociais e epistemológicas da formação e profissionalização. BIBLIOGRAFIA LOWMAN, Joseph. Dominando as técnicas de ensino. Tradução de Harue Ohara Avritscher. São Paulo: Atlas, 2004. IBAIXE, Carmensita de Souza Bueno; SOLANOWSKI, Marl; IBAIXE JUNIOR, João. Preparando aulas. Manual prático para professores. Passos para formação do educador. São Paulo: Madras, 2006. BERBEL, Neusi Aparecida Navas; GIANNASI, Maria Júlia. Metodologia da problematização aplicada em curso de educação continuada e a distância. Londrina: UEL, 1999. BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA,Adair Martins. Estratégias de ensino aprendizagem. 26. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 16 13 CORPO DOCENTE TABELA 1 – Corpo docente da Pós-Graduação Lato sensu Direito Público Mestre Doutor Mestre Mestre Mestre Regime de trabalho Horista Horista Integral Horista Horista - Direito Processual Penal Mestre Horista - Metodologia do Trabalho Científico e da Pesquisa Científica - Metodologia do Ensino Superior Especialista Integral Nome do Docente Hudson Couto Ferreira Freitas Leonardo Militão Abrantes Carlos Eduardo Nascimento Tâmara Márcia Melo Helvécio Damis de Oliveira Cunha Fernando Laércio Alves da Silva Delander da Silva Neiva Marcos Spagnuollo de Souza Disciplina - Direito Direito Direito Direito Direito Constitucional Administrativo Tributário e Econômico Processual Civil Penal Titulação Doutor Integral 14 METODOLOGIA O curso utilizará os diferentes métodos pedagógicos envolvidos no ensino jurídico, como, por exemplo, aulas expositivas, debates e seminários, trabalhos e estudos dirigidos, provas e práticas simuladas, análises de casos específicos. Serão também utilizados recursos audiovisuais. 15 INTERDISCIPLINARIDADE A interdisciplinaridade se realiza como uma forma de ver e sentir o mundo. De estar no mundo. De perceber, de entender as múltiplas implicações que se realizam, ao analisar um acontecimento, um aspecto da natureza, os fenômenos sociais, naturais ou culturais. Entender o mundo de forma holística, em sua rede infinita de relações e em sua total complexidade. Ao adotar a interdisplinaridade como metodologia no desenvolvimento do currículo de pós-graduação, não significa o abandono das disciplinas nem supõe para o professor uma “pluri-especialização” difícil de imaginar, com o risco do sincretismo e da superficialidade. A interdisciplinaridade objetiva uma maior consciência da realidade, para que os fenômenos complexos sejam observados, vistos, entendidos e descritos por uma confrontação de olhares plurais. Daí a necessidade de um trabalho de equipe realmente pluridisciplinar. 17 16 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares são práticas acadêmicas, facultativa para os do curso de Pós-Graduação da Faculdade Atenas. Essas atividades são apresentadas sob múltiplos formatos com o objetivo de: a) complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente; b) ampliar os horizontes do conhecimento bem como de sua prática para além da sala de aula; c) favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais; d) favorecer a tomada de iniciativa nos alunos. As atividades complementares serão divididas em atividades fora do campus, palestras, seminários e pesquisa. 17 TECNOLOGIA E RECURSO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO A tecnologia a ser utilizada no Curso de Pós-Graduação lato sensu da Faculdade Atenas será aquela permitida pelos principais recursos existentes em informática, tais como computadores de última geração, internet, data show, etc. Também poderá ser usado retroprojetores, televisores, DVD´s e Vídeo Cassete. 18 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA 18.1 INSTALAÇÕES GERAIS A Faculdade Atenas possui modernas instalações, destacando-se pela funcionalidade e conforto oferecidos aos seus discentes e docentes. Acrescenta-se, ainda, que a Faculdade possui laboratórios de informática com máquinas de última geração, ligados à internet rápida e várias salas de aula, munidas de farta iluminação, tanto interna quanto externa, dimensões compatíveis com a capacidade instalada de alunos, isolamento adequado de ruídos externos com boa audição interna, mobiliário adequado e suficiente e com rigorosa limpeza diária. Para eventos culturais, técnicos e científicos a faculdade conta com a sala de multimeios com capacidade para cem pessoas, dotada de recursos audiovisuais. É dotada ainda de lanchonete, reprografia/livraria, áreas de convivência, estacionamento interno e externo, portaria, ampla área para administração, áreas de circulação, biblioteca, salas de estudo em grupo e individuais, videoteca e outras. 18 Para as atividades de ensino, a Faculdade disponibiliza ampla sala de professores e gabinetes individuais de trabalho, onde se desenvolvem os trabalhos de planejamento, pesquisa e criação de várias atividades desenvolvidas, bem como o planejamento das aulas, correções de avaliações e diligências afins. Os horários de funcionamento dos ambientes da Faculdade Atenas estendemse de 7h15min. às 23h30min. A expansão da Instituição vem ocorrendo dentro de um programa de crescimento e desenvolvimento de seus cursos. 18.2 ESPAÇO FÍSICO A Faculdade Atenas possui a sua disposição dois campis: O campus I, localizado da Rua João Gonçalves de Carvalho, n.° 114, Bairro Santa Lúcia compostos dos seguintes ambientes: Tabela 2 – Campus I AMBIENTE Sala dos Professores Salas de Aula Salas de Aula Salas de Aula Salas de Aula Sala do Diretor Geral Tecnologia Pátio Lanchonete Secretaria Escolar Tesouraria Sala de Coordenadores Núcleo de Apoio Psicopeagógico Banheiros Sauna Piscina Quadra Poliesportiva Academia Laboratório de Informática Biblioteca Salas Administrativas CARACTERÍSTICAS QUANT. ÁREA (M2) 1 50 9 50 cada 3 70 cada 1 100 2 55 cada 1 12 1 20 1 400 1 100 1 25 1 15 1 20 1 15 Vários 60 1 09 1 225 1 532 1 252 1 50 1 252 Várias 250 ALUNOS / TURMA X 50 50 50 50 X X X X X X X X X X X X X 19 X X O campus II com 180.000 m2, localizado na Rua Avelino Euridamas de Barros, n. 60, Bairro Lavrado, distante dois quilômetros do centro da cidade, onde funcionam os cursos de graduação em Direito, Administração, Sistemas de Informação, Medicina, Nutrição e Educação Física e os cursos de extensão e Pós – Graduação. Neste campus funcionará também os demais cursos constantes no Plano de Desenvolvimento Institucional, aprovado pelo MEC. 19 Tabela 3 – Campus II AMBIENTE Estacionamento Externo Estacionamento Interno Portaria Administração COPEVE Diretoria Acadêmica Biblioteca Sala de Multimeios Laboratório Salas de Aula Sala dos Professores Gabinetes de Professores, Monitoria e Estudos Lanchonete Áreas de Convivência Banheiros Núcleo de Práticas Jurídicas CARACTERÍSTICAS QUANT. ÁREA (M2) 1 500 vagas 1 1000 vagas 1 60 1 400 1 70 1 100 1 800 1 100 9 873 19 70 cada 1 70 ALUNOS / TURMA X X X X X X X 100 X 50 X 09 Total: 70 X 2 2 Vários 1 200 141 200 X X X X X A programação de expansão das instalações prevê a construção de mais salas de aulas, sala para recepção, banheiros, praça da alimentação, laboratórios, gabinetes de professores e auditório. Existem plantas e maquetes da expansão que podem ser consultadas, in loco, e indicam as etapas do crescimento. 18.3 ATENDIMENTO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS OU COM MOBILIDADE REDUZIDA A Faculdade Atenas imbuída da mais alta visão democrática e da igualdade social proporciona em todas as estruturas (física e mobiliária), condições necessárias para o acesso de portadores de necessidades especiais, ou seja, rampas com inclinação adequadas, instalações sanitárias apropriadas, vagas especiais em estacionamentos, bebedouros e orelhões em altura adequada e outros. Desta forma damos acessibilidade e atendimento prioritário e diferenciado para os portadores de necessidades educacionais especiais ou com mobilidade reduzida. 18.4 NORMAS, PROCEDIMENTOS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA A Faculdade Atenas tem, constituída e em funcionamento, nos seus campi, a sua Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A CIPA tem atuado dentro de suas atribuições, reunindo-se mediante o seu calendário para discutir questões de saúde e segurança, encaminhando solicitações de providências à direção administrativa do campus. 20 Dentre as preocupações da CIPA estão as relativas aos equipamentos de proteção e segurança, extintores, material antiderrapante em rampas, corrimãos, faixas de segurança, velocidade dos carros, estacionamento, iluminação e outros. É verificado também, o uso de EPI/EPC – Equipamento de Proteção Individual e Coletiva, quando a atividade funcional assim o exige. Recomendação especial é dada, tanto para ser evitada a LER/DORT, haja vista, especialmente, a intensa utilização de equipamento de informática, quanto a prevenção de doenças e uso de drogas. Integram o conjunto de medidas e providências quanto a segurança e saúde dos trabalhadores no campus, os documentos PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e PCMSO – Programa de Controle de Saúde Ocupacional. Todos os laboratórios possuem manual de biossegurança que contém um conjunto de estudos e procedimentos que visam a evitar ou controlar os eventuais problemas suscitados por pesquisas biológicas e/ou por suas aplicações. Como eletrônicas que equipamentos somente de admitem segurança, encontram-se o de acesso pessoal instalados autorizado, catracas mediante apresentação de crachá identificador e carteira de estudante. Não obstante, câmeras de segurança estão espalhadas por toda a instituição. Ainda, distribuídos em locais estratégicos temos extintores, caminhão pipa, constituído como uma brigada de incêndio, para eventuais necessidades, ventiladores, luzes de segurança, sirenes de segurança, exaustores, capelas, chuveiros, lava olhos, iluminação e outros equipamentos. O sistema de vigilância permanente (24 horas) é composto de profissionais treinados, equipados com rádio de transmissão e cães para facilitar a ronda no campus II que possui 18 hectares. De acordo com o local de aulas ou de trabalho, a Faculdade disponibiliza os equipamentos de proteção individual e coletiva. 18.5 EQUIPAMENTOS – RECURSOS AUDIOVISUAIS Os recursos auxiliares são instrumentos e/ou aparelhos de propriedade da Faculdade Atenas que visa auxiliar a exposição ou o trabalho de discentes e docentes. São eles: Computadores, vídeos, retro – projetores, slides, data show, aparelhos de acesso a internet, manequins, TVs, laboratórios, dentre outros. O agendamento e a concessão de uso dos recursos auxiliares são regulamentados por uma portaria expedida pelo Conselho Superior- COSUP da Faculdade. 21 Tabela 4 – Equipamentos e Recursos Audiovisuais EQUIPAMENTO QUANTIDADE Retroprojetor Data show Projetor de slides Vídeo DVD TV “14” TV “29” Máquina Fotográfica Câmeras de filmagem 08 10 01 07 09 02 08 02 Várias 18.6 BIBLIOTECA 18.6.1 ESPAÇO FÍSICO Tabela 5 – Espaço Físico da Biblioteca ÁREA (M2) AMBIENTE Recepção e administração Espaço para acervo Espaço para estudo em grupo e 10 cabines individuais com computadores Sala com 48 cabines para estudo individual Espaço para estudo em grupo e salas de reuniões Espaço para circulação Total 100 140 70 70 210 210 800 18.6.2 ACERVO Tabela 6 – Acervo da Biblioteca – Livros e Periódicos LIVROS ÁREA Generalidades, Ciência e conhecimentos Filosofia e psicologia Ciências Sociais Matemática e ciências naturais Ciências aplicadas, medicina e tecnologia Arte, recreação e esportes Linguagem, lingüística e literatura Geografia, biografia e história Total PERÍODICOS POR TÍTULO NACIONAIS ESTRANGEIROS TÍT. VOL. TÍT. VOL. TÍT. VOL. 247 847 11 27 00 00 262 6611 547 13554 03 166 03 3578 00 02 00 03 138 688 01 01 00 00 636 1763 62 200 17 413 63 183 01 01 00 00 92 205 - - - - 37 41 - - - - 8086 17828 245 3811 19 416 22 Tabela 7 – Acervo da Biblioteca – DVD e VHS TÍTULO ÁREA DVD 260 10 270 Generalidades, Ciência e conhecimentos Filosofia e psicologia Ciências Sociais Matemática e ciências naturais Ciências aplicadas, medicina e tecnologia Arte, recreação e esportes Linguagem, lingüística e literatura Geografia, biografia e história Total VHS 181 31 214 18.6.3 IMPLEMENTAÇÕES DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO NO ÂMBITO DO CURSO A política de expansão e atualização do acervo de livros, periódicos e outros tipos de materiais, abrangem todas as modalidades de aquisição, sendo feita através de compra, doação e permuta. A aquisição é planejada, sendo feita com base na matriz curricular e nas necessidades de cada curso. A listagem de aquisição de obras é elaborada pela coordenadoria da biblioteca, coordenadores de cursos e professores. Os livros das disciplinas pertencentes à bibliografia básica são adquiridos na proporção de 1 volume para cada 4 alunos e os livros da bibliografia complementar na proporção de 1 volume para cada 10 alunos. A faculdade tem como meta investir no mínimo 1% (um por cento) de sua receita bruta na atualização do acervo. A aquisição pressupõe a observação de alguns critérios para a seleção dos documentos a serem incorporados ao acervo, como: grau de atualização da obra em relação aos programas de ensino, e de pesquisa realizados pela Faculdade; autoridade do autor e/ou editor; citação em fontes de informação; número de exemplares a serem adquiridos em relação ao número de discentes do curso; áreas de concentração dos cursos da IES e custo da obra em relação à disponibilidade financeira da instituição. 18.6.4 ORGANIZAÇÃO E SERVIÇOS A biblioteca constitui-se em um dos setores mais importantes no contexto de uma instituição de ensino superior, ao servir de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, através do tratamento, recuperação e disseminação das informações produzidas pela humanidade. O acervo, constituído de documentos em vários formatos, é a base para que a comunidade acadêmica possa realizar pesquisas e estudos propostos, cobrindo as 23 diversas áreas e subáreas do conhecimento, em especial as áreas cujos cursos são ministrados na Faculdade. Visando adequar-se à política de educação superior proposta pelo MEC, novos projetos têm sido desenvolvidos, culminando com a implantação de novos serviços, com a finalidade de otimizar os serviços e garantir a qualidade do atendimento aos usuários em geral. O objetivo da instituição é abranger todas as áreas do conhecimento jurídico, por esta razão, visa atender a bibliografia básica e complementar, além de outras obras pertinentes ao curso, mantendo um acervo que atenda as necessidades do corpo discente e docente da Faculdade. A biblioteca possui vários computadores ligados em rede e na internet, todas as rotinas são informatizadas, opera com o programa Arches Lib de gerenciamento de bibliotecas, dispõe de coordenador, Bibliotecárias e auxiliares e funciona de segunda à sexta de 07h15min às 23h e aos sábados de 08h as 12h. O hall de entrada conta com espaço destinado à recepção e armário com chaves tipo guarda-volumes. O acervo é disposto em prateleira, o acesso é livre, a entrada e saída dos usuários são acompanhadas por funcionários e os materiais emprestados são controlados através do sistema portaria de leitora de códigos de barras e sistema eletrônico de 3M. O processamento técnico do acervo é informatizado, abrange todas as rotinas e operações do setor, dentre elas: controle do acervo, empréstimo e devolução, cadastro de usuários, pesquisa bibliográfica, aquisição de obras e registro, catalogação, classificação, indexação do acervo, listas de duplicatas, etc. As obras são catalogadas e classificadas pela AACR2, CDU e CUTTER. Quanto à organização do acervo, bem como as formas de acesso ao mesmo, são realizadas orientações aos alunos visando informar sobre o funcionamento da biblioteca, otimizado e estimado o seu uso. O acesso à base de dados que contém o acervo da biblioteca pode ser feito por terminais de computadores instalados em cabines individuais, em CD-ROM ou pela internet no sítio da instituição. Somos unidade participante e contamos com as bases do IBICT, como o CCN – Catálogo Coletivo Nacional, o COMUT – Programa de Comunicação Bibliográfica, os periódicos on line e a BIREME e suas bases MEDLINE e LILACS. No setor de referências, as consultas são realizadas na própria biblioteca e o acervo é constituído de enciclopédias de áreas diversas e especializadas, dicionários, teses, dissertações, monografias, Atlas, anuários, coleções especializadas, obras de difícil aquisição ou de edições esgotadas. No setor de periódicos, temos assinatura de jornais nacionais de circulação diária, revistas científicas do Curso, além de outras de áreas diversas. No setor de 24 videoteca e multimídia temos recursos audiovisuais como fitas de vídeo, slides, disquetes, CD, CD-ROM, DVD referentes à área do curso e outras. A biblioteca possui material com as normas da ABNT para normalização de documentação e manuais da Faculdade com as exigências específicas para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos. 18.7 EQUIPAMENTOS E LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Na Faculdade Atenas, tanto professores quanto alunos têm acesso a equipamentos de informática com acesso à Internet e impressoras. A faculdade possui mais de cento e cinqüenta computadores em toda a sua área acadêmica e administrativa, sendo que onze destes estão nas salas dos professores, onde dois deles ficam disponíveis a todos os professores e nove ficam em gabinetes de trabalho. Existem também cinqüenta e três computadores nos laboratórios, dezesseis no Núcleo de Práticas Jurídicas e quinze na biblioteca disponibilizados para utilização dos alunos. Os laboratórios de informática possuem máquinas modernas e estão instalados em salas que apresentam plenas condições para a acomodação dos equipamentos, com ventilação, iluminação e mobiliário adequados. Os laboratórios são utilizados para a disciplina de informática jurídica e para pesquisas diárias na área jurídica. As instalações destes laboratórios são os seguintes: Tabela 8 – Laboratórios de informática LABORATÓRIO Informática 1 Informática 2 ÁREA (M2) 70 70 ALUNOS TURMA 25 50 FUNCIONAMENTO 07h15min – 23h 07h15min – 23h Já os equipamentos de Informática neles instalados são: Tabela 9 – Equipamentos do laboratório 1 de informática EQUIPAMENTOS Servidor (Pentium 4) Estações (Pentium 3 e 4) Mesas Cadeiras Quadro de pincel Tela de Projeção QUANTIDADE(S) 01 27 Várias 28 01 01 25 Tabela 10 – Equipamentos do laboratório 2 de informática EQUIPAMENTOS Estações (Pentium 4) Mesas Cadeiras Quadro de pincel Tela de Projeção QUANTIDADE(S) 25 Várias 50 01 01 Os equipamentos que compõem os laboratórios serão substituídos por novos equipamentos a cada 4 anos de uso, sendo que a sua manutenção preventiva e corretiva é feita pelo Setor de Tecnologia. 19 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E DOCUMENTOS NECESSÁRIOS O critério utilizado para seleção dos alunos do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Público da Faculdade Atenas será a análise classificatória do Curriculum Vitae2 se o número de candidatos ultrapassar o número máximo de vagas disponíveis. Para se inscrever e matricular, os interessados deverão apresentar os seguintes documentos: Formulário de inscrição preenchido, Documento de Identidade, CPF, Título de Eleitor, Certificado de Reservista ou Dispensa militar (se do sexo masculino), comprovante de graduação – diploma ou certificado de colação de grau, Histórico Escolar da graduação, 01 (uma) foto 3x4; Certidão de casamento ou nascimento e curriculum vitae (acompanhado de cópia de todos os comprovantes). 20 SISTEMA DE AVALIAÇÃO Será aprovado ao final do curso de especialização o aluno que cumprir as seguintes exigências: a) Freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total de cada módulo, que será controlada mediante chamada nominal ; b) Aproveitamento de, no mínimo 60% (sessenta por cento), isto é, nota igual ou superior a 60 (sessenta) nos trabalhos e avaliações; c) Aproveitamento de, no mínimo 60% (sessenta por cento), isto é, nota igual ou superior a 60 (sessenta) no Trabalho de Conclusão de Curso. 2 Caso haja necessidade, a Coordenação Pedagógica poderá criar outras condições para o processo de seleção, como por exemplo, entrevista pessoal com o candidato. 26 21 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso da Pós-Graduação consiste em pesquisa individual, apresentada sob a forma de um Artigo Científico, em qualquer área do conhecimento do respectivo curso. O objetivo do mesmo é propiciar aos alunos a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica e/ou à elaboração de conhecimento mais complexo, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica. O acadêmico terá até 06 (seis) meses, a contar do último dia de aula do curso de Pós - Graduação, para elaborar e protocolar a entrega do Trabalho de Conclusão de Curso no setor de Pós – Graduação. Ressalta-se que tal trabalho deverá ser elaborado dentro das normas vigentes da ABNT e será sempre de caráter individual. Em caso de reprovação, ou seja, de aproveitamento inferior a 60 (sessenta) pontos, será o trabalho devolvido ao aluno no prazo de 10 (dez) dias, para que seja reformulado ou refeito, e, dentro de 30 (trinta) dias, entregue ao setor de Pós – Graduação para ser novamente avaliado. Sendo novamente reprovado, o aluno será considerado reprovado no quesito Trabalho de Conclusão de Curso. 22 CERTIFICAÇÃO O Certificado de Conclusão de Curso será emitido e registrado pela Faculdade Atenas, desde que o aluno tenha cumprido com os requisitos exigidos para aprovação e documentação previstos neste Projeto Pedagógico. Ressalta-se que o referido Certificado de Conclusão de Curso mencionará a área de conhecimento do curso e será acompanhado do respectivo histórico escolar, do qual deve constar, obrigatoriamente: I - relação das disciplinas, carga horária, nota, nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; II - período em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; III - título do trabalho de conclusão do curso e nota obtido; IV - declaração da instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da Resolução CNE.CES n.° 1, de 08 de junho de 2007; V – citação do ato legal de credenciamento da Instituição. Paracatu- MG, 08 de fevereiro de 2008.