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Cancro. Ordem dos Médicos diz que há hospitais a negar fármacos
inovadores por falta de dinheiro
Por Marta F. Reis, publicado em 4 Fev 2012 - 03:10 | Actualizado há 1 hora 4 minutos
Partilha de risco com farmacêuticas seria uma solução, diz presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia
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Idaho National Laboratory no Flickr
A Ordem dos Médicos (OM) tem tido conhecimento de restrições ao acesso a novas moléculas para tratamentos oncológicos, aprovadas pelo Infarmed, que alguns
hospitais não incluem nas suas terapêuticas por serem demasiado caros. O presidente do Colégio de Oncologia da OM, Jorge Espírito Santo, disse ontem ao i que as
situações têm sido reportadas em diferentes unidades do Serviço Nacional de Saúde, sobretudo desde o início do ano, quando passaram a só estar autorizadas despesas
inscritas nos orçamentos das unidades. “As decisões, como ficam ao critério das instituições e das comissões de farmácia, começam a ser díspares”, alerta, num balanço
a propósito do Dia Mundial Contra o Cancro, que se assinala hoje. “São precisas orientações nacionais.”
Joaquim Abreu de Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, não conhece os casos mas admite que possam prender-se com o facto de alguns fármacos
inovadores terem benefícios marginais para os custos que representam.
hospitais não incluem nas suas terapêuticas por serem demasiado caros. O presidente do Colégio de Oncologia da OM, Jorge Espírito Santo, disse ontem ao i que as
situações têm sido reportadas em diferentes unidades do Serviço Nacional de Saúde, sobretudo desdePaís:
o início
do ano, quando passaram a só estar autorizadas despesas
Portugal
inscritas nos orçamentos das unidades. “As decisões, como ficam ao critério das instituições e das comissões de farmácia, começam a ser díspares”, alerta, num balanço
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a propósito do Dia Mundial Contra o Cancro, que se assinala hoje. “São precisas orientações nacionais.”
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Joaquim Abreu de Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, não conhece os casos mas admite que possam prender-se com o facto de alguns fármacos
terem benefícios marginais para os custos
que representam.
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“Não quer dizer que não possam existir situações isoladas de injustiça, mas face às restrições que vivemos, talvez a indústria pudesse partilhar o risco num medicamento
que, por exemplo, só funciona em 30% dos casos.” A ideia seria, por exemplo, cobrar pelos doentes em que a medicação é útil. Abreu de Sousa defende que nem
sempre é preciso “o último grito” para fazer medicina de qualidade e que os indicadores para Portugal são positivos. “O cancro da mama tem uma sobrevida cinco anos
superior à que existe em Inglaterra ou na Bélgica.”
Ainda assim, o médico do IPO do Porto admite que há problemas a resolver, sobretudo na organização. “Um exemplo concreto é uma doente com cancro da mama ser
operada num hospital periférico e ser enviada para fazer radioterapia três meses depois. Perdeu-se o timing ideal, quatro a oito semanas após a operação”, diz o
especialista, que assiste todas as semanas a situações do género no IPO do Porto. “É importante que a sequência de tratamento seja seguida com rigor e em Portugal
teremos uma percentagem significativa de doentes que fazem bem alguma etapa mas depois há descoordenação. É a desfragmentação do tratamento que temos a todo o
custo de evitar.”
PLANEAR Espírito Santo e Abreu de Sousa concordam que a organização e referenciação dos cuidados deverão ser prioridades do novo Programa para as Doenças
Oncológicas, criado junto com outros oito no início de Janeiro e o único que ontem ainda não tinha director nomeado. O planeamento é necessário pelo previsível
aumento dos casos anuais, com o envelhecimento mas, também, à medida que aumenta a sobrevida à doença. Para Espírito Santo, mais do que a aposta em megacentros ou eventual fusão dos IPO, proposta na reforma hospitalar, devem ser definidos centros de referência que se articulem entre si. “Em Portugal há 50 ou 60
hospitais a tratar cancro, o que é muito. Terão de ser calculados em função das necessidades e do envelhecimento da população.” O presidente do colégio de oncologia
alerta ainda, embora os indicadores sugiram qualidade, que nunca houve uma auditoria aos serviços oncológicos a nível nacional. “Portugal surge dentro da média na
OCDE, o que são resultados bons porque trabalhamos em condições diferentes de outros países europeus, com carência de recursos especializados, falhas de
organização e subfinanciamento.”
Em relação ao número de oncologistas, hoje 140, Espírito Santo diz que serão necessários mais 100 para que o país se aproxime do rácio de um especialista por cada
100 novos casos, carência que ainda vai demorar a ser resolvida uma vez que só nos últimos três anos foram reforçadas as vagas para esta especialidade (25 a 27 por
ano). Em termos de financiamento, o coordenador da unidade de oncologia do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo defende que o cancro deveria passar a ter uma linha
especial como acontece com o VIH, deixando de estar sujeito ao financiamento corrente das unidades, ligado à produção e tipologia.
“Tenho de tratar um cancro da mama da mesma forma que o hospital de Bragança ou o IPO, não faz sentido um financiamento diferente”, diz Espírito Santo, apelando
para que esta seja uma das propostas no novo programa. O último plano oncológico cessou em 2010 e o médico defende que a nova estratégia não deverá falhar no
mesmo ponto que as últimas quatro: “É perigoso fazer um plano à pressa e fechado num gabinete. É preciso que o plano reflicta a comunidade oncológica e envolva os
actores.”
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