REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS
BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE
PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
Localização do Projecto:
Requerente:
Fase:
Data:
Rua da Saudade, 2480-331 Porto de Mós
Câmara Municipal de Porto de Mós
Projecto de Execução
Dezembro de 2014
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
ÍNDICE GERAL
ÍNDECE GERAL
DOCUMENTO
REV
DATA
1.
Memória Descritiva e Justificativa
00
2014-12-08
2.
Cálculos Justificativos
00
2014-12-08
3.
Condições Técnicas Gerais
00
2014-12-08
4.
Condições Técnicas Especiais
00
2014-12-08
5.
Lista de Aparelhos de Iluminação
00
2014-12-08
6.
Lista de Quantidades
00
2014-12-08
7.
Peças Desenhadas
Lista de Peças Desenhadas
00
2014-12-08
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICAVA
00
2014-12-08
Rev
Data
Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
ÍNDICE
1.
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................................................. 5
2.
OBJECTIVOS ............................................................................................................................................................... 5
3.
DADOS DO PROJECTO ................................................................................................................................................. 5
3.1.
DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO.............................................................................................................................................. 5
3.2.
CLASSIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO ....................................................................................................................................... 5
3.3.
INSTALAÇÕES PROJECTADAS ...................................................................................................................................... 5
3.4.
DISPOSIÇÕES REGULAMENTARES E NORMATIVAS........................................................................................................ 6
3.5.
CLASSIFICAÇÃO DE LOCAIS ......................................................................................................................................... 6
3.6.
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ...................................................................................................................................... 7
4.
BALANÇO DE POTÊNCIAS E SOLUÇÃO DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA ........................................................................... 7
4.1.
BALANÇO DE POTÊNCIAS ............................................................................................................................................ 7
4.2.
ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA ......................................................................................................................................... 8
5.
NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO ............................................................................................................................................... 8
6.
DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES............................................................................................... 8
6.1.
GENERALIDADES ......................................................................................................................................................... 8
6.2.
DIMENSIONAMENTO CONTRA SOBRECARGAS .............................................................................................................. 9
6.3.
DIMENSIONAMENTO À QUEDA DE TENSÃO ................................................................................................................. 11
6.4.
CÁLCULO DA CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO ........................................................................................................... 12
6.5.
CÁLCULO DO CONDUTOR DE PROTECÇÃO.................................................................................................................. 12
6.6.
DIMENSIONAMENTO DAS PROTECÇÕES AO CURTO-CIRCUITO ..................................................................................... 13
6.7.
PROTECÇÃO CONTRA CURTO-CIRCUITOS................................................................................................................... 13
6.8.
PROTECÇÃO DE DISPOSITIVOS DIFERENCIAIS ............................................................................................................. 14
6.9.
PROTECÇÃO DE CONDUTORES EM PARALELO ............................................................................................................ 15
6.10.
SELECTIVIDADE E COORDENAÇÃO ............................................................................................................................. 15
6.11.1 SELECTIVIDADE ENTRE DISPOSITIVOS DIFERENCIAIS .................................................................................................. 15
6.11.2 SELECTIVIDADE ENTRE DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO CONTRA SOBREINTENSIDADES ................................................ 16
6.11.3 COORDENAÇÃO OU FILIAÇÃO ..................................................................................................................................... 16
7.
PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS ................................................................................................................ 16
7.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 16
7.2.
PROTECÇÃO CONTRA CONTACTOS DIREITOS ............................................................................................................. 16
7.3.
PROTECÇÃO CONTRA CONTACTOS INDIRECTOS ......................................................................................................... 17
8.
REDE DE TERRAS E LIGAÇÕES EQUIPOTÊNCIAIS ......................................................................................................... 19
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Fase:
Rev.
Execução
00
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
8.1.
ESTABELECIMENTO DO ELÉCTRODO DE TERRA .......................................................................................................... 19
8.2.
LIGAÇÃO EQUIPOTENCIAL PRINCIPAL......................................................................................................................... 19
9.
CONCEPÇÃO DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE BAIXA TENSÃO ........................................................................ 20
9.1.
DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ....................................................................................................................................... 20
9.2.
CORTES DE ENERGIA................................................................................................................................................. 20
9.3.
CONTAGENS DE ENERGIA .......................................................................................................................................... 20
9.4.
PORTINHOLA............................................................................................................................................................. 21
9.5.
QUADROS ELÉCTRICOS ............................................................................................................................................. 21
9.5.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 21
9.5.2.
ESPECIFICAÇÃO GERAL ............................................................................................................................................. 21
9.5.3.
NORMAS DE CONSTRUÇÃO ....................................................................................................................................... 23
9.5.4.
CONDIÇÕES DE SERVIÇO ........................................................................................................................................... 23
9.5.5.
BARRAMENTOS......................................................................................................................................................... 23
9.5.6.
APARELHAGEM E EQUIPAMENTO DOS QUADROS........................................................................................................ 23
9.6.
CANALIZAÇÕES ......................................................................................................................................................... 25
9.6.1.
CABOS E CONDUTORES ............................................................................................................................................. 25
9.6.2.
TUBOS E CAIXAS ....................................................................................................................................................... 25
9.6.3.
CANALIZAÇÕES ENTERRADAS.................................................................................................................................... 26
9.7.
ILUMINAÇÃO NORMAL............................................................................................................................................... 26
9.8.
ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA .................................................................................................................................... 27
9.9.
TOMADAS E APARELHAGEM DE COMANDO ................................................................................................................ 27
9.10.
CAMINHOS DE CABOS ............................................................................................................................................... 28
10.
CENTRAL DE SEGURANÇA ......................................................................................................................................... 28
10.1.
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................ 28
10.2.
CONDIÇÕES AMBIENTAIS EXIGÍVEIS............................................................................................................................ 28
10.3.
ISOLAMENTO ACÚSTICO E CONTRA VIBRAÇÕES ......................................................................................................... 28
10.4.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS .................................................................................................................................. 29
10.5.
QUADRO DE COMANDO E CONTROLO......................................................................................................................... 29
10.6.
QUADRO REMOTO DO GRUPO .................................................................................................................................... 32
10.7.
ARRANQUE DO GRUPO .............................................................................................................................................. 33
10.8.
PARAGEM DO GRUPO ................................................................................................................................................ 33
10.9.
SELECÇÃO DO MODO DE FUNCIONAMENTO ................................................................................................................ 33
10.10. BASE DE ASSENTAMENTO ......................................................................................................................................... 34
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
10.11. DEPÓSITO DIÁRIO...................................................................................................................................................... 34
10.12. SISTEMAS AUXILIARES .............................................................................................................................................. 34
10.12.1. SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO ..................................................................................................................................... 34
10.12.2. SISTEMA DE PRÉ AQUECIMENTO................................................................................................................................ 35
10.12.3. ISOLAMENTO ACÚSTICO E CONTRA VIBRAÇÕES ......................................................................................................... 35
10.12.4. SISTEMA DE ADMISSÃO ............................................................................................................................................ 35
10.12.5. SISTEMA DE COMBUSTÍVEL ....................................................................................................................................... 35
10.12.6. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO....................................................................................................................................... 36
10.12.7. SISTEMA DE ARRANQUE ............................................................................................................................................ 36
10.12.8. SISTEMA DE ESCAPE ................................................................................................................................................. 36
10.12.9. CIRCUITOS AUXILIARES ............................................................................................................................................. 37
11.
VÁRIOS ..................................................................................................................................................................... 37
11.1.
LOCAIS AFECTOS A SERVIÇOS ELÉCTRICOS ............................................................................................................... 37
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
1.
INTRODUÇÃO
A presente Memória Descritiva e Justificativa diz respeito ao Projecto de Licenciamento das Instalações
Eléctricas de Baixa Tensão do Tipo C relativo À Reabilitação/Ampliação das Escolas Básicas do 1º Ciclo e PréEscolar de Porto de Mós para Centro Escolar sito na Rua da Saudade, 2080-331 Porto de Mó, requerido pelo
Município de Porto de Mós.
Para a elaboração deste projecto serviram de base os elementos fornecidos pela Arquitectura e os projectos
das outras especialidades para a devida coordenação.
2.
OBJECTIVOS
O objectivo deste projecto tem por base definir as condições para a execução das Instalações Eléctricas de
Baixa Tensão, de forma a garantir o seu funcionamento e segurança tendo em conta a utilização prevista. Os
princípios fundamentais são garantir a segurança das pessoas, dos animais e dos bens, definir a concepção da
instalação eléctrica e fazer uma selecção adequada dos equipamentos a utilizar.
Procurou-se também utilizar soluções que assegurem condições de funcionamento e segurança adequadas ao
tipo de utilização, bem como uma exploração facilitada e flexibilidade na exploração futura.
3.
DADOS DO PROJECTO
3.1.
DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO
O edifício possui 2 pisos e uma cobertura destinados a um Centro Escolar. Os pisos são compostos por
salas de aula, instalações sanitárias, gabinetes e áreas técnicas.
3.2.
CLASSIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
O imóvel em causa está inserido no Grupo dos Estabelecimentos Recebendo Público, no subgrupo dos
Edifícios Escolares.
O efectivo previsto é de 417 pessoas e será classificado como um edifício de 3º Categoria.
3.3.
INSTALAÇÕES PROJECTADAS
As instalações projectadas incluem:
 Quadros eléctricos e respectivas alimentações;
 Rede de terras e ligações equipotenciais;
 Caminhos de cabos;
 Circuitos e equipamentos de iluminação normal;
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
 Circuitos e equipamentos de iluminação de segurança;
 Circuitos e equipamentos de tomadas e alimentação de equipamentos específicos;
 Central de Segurança;
3.4.
DISPOSIÇÕES REGULAMENTARES E NORMATIVAS
O projecto foi elaborado de acordo com os Regulamentos e Normas seguintes:
 Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão (RTIEBT), Dec. Lei 226/2005 de 28 de
Dezembro e Portaria 949-A/2006 de 11 de Setembro;
 Normas Portuguesas aplicáveis, Normas e recomendações técnicas da CEI e Normas Europeias;
 Normas da empresa distribuidora de energia eléctrica, EDP;
 Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios, Dec. Lei 220/2008 de 12 de
Novembro;
 Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios, Portaria 1532/2008 de
Dezembro;
 Outras Normas e Legislações referidas ao longo desta Memória Descritiva.
3.5.
CLASSIFICAÇÃO DE LOCAIS
De acordo com R.T.I.E.B.T. secções 320.2 a 323.2, os diversos locais do edifício são classificados em
função das influências externas que englobam as condições ambientais, condições de utilização e o tipo de
construção do edifício, 3 categorias respectivamente: categoria A - Ambientes, B - Utilizações e C Construção.
Na tabela abaixo são classificados os diversos locais do edifício:
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Fase:
Rev.
Execução
00
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PARA CENTRO ESCOLAR
Altitu de
Presença de água
Presença de corpos
Es tra nhos
Presença de Substân cias
corros ivas ou polu entes
Acções m ecânicas Im pa ctos
Acções m ecânicas Vibraç ões
Presença de flora e bolores
Presença de fauna
Infl.Electrom ag.
Electrostáticas e Ionizantes
R adiações Solares
Efeitos Sís m icos
D esca rgas Atm osféricas,
N ivel Cerá unico
M ovim entos do ar
Ventos
Com petência das pessoa s
R esistência eléctrica do
corpo Hu m ano
Ev acuação de pessoas em
ca so de em ergênc ia
N atureza dos produtos
tratados e arm azenados
M ate rias de construç ão
AA7
AB7
AC1
AD4
AE3
AF1
AG2
AH1
AJ1
AK1
AL2
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
44
07
Exterior desprotegido
AA8
AB8
AC1
AD5
AE5
AF1
AG2
AH1
AJ1
AK2
AL2
AM1
AN3
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB2
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
55
07
Arrumos/Arrecadações/Economatos
AA4
AB4
AC1
AD2
AE3
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE2
CA1
CB1
41
04
Corredores e Halls
AA4
AB4
AC1
AD1
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
20
04
Cozinha
AA4
AB4
AC1
AD4
AE3
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1 BE2/BE4
CA1
CB1
44
04
Copa
AA4
AB4
AC1
AD4
AE3
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1 BE2/BE4
CA1
CB1
44
04
Lixos e Despensas
AA4
AB4
AC1
AD4
AE3
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1 BE2/BE4
CA1
CB1
44
04
Sala Segurança
AA4
AB4
AC1
AD1
AE2
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA4/BA5
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
30
07
Àres afectas a serviços eléctricos
AA4
AB4
AC1
AD1
AE2
AF1
AG2
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA4/BA5
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
30
07
Sala Grupo Gerador
AA4
AB4
AC1
AD1
AE3
AF1
AG2
AH2
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA4/BA5
BB1
BC2
BD1
BE2
CA1
CB1
40
07
Instalações Saniárias
AA4
AB4
AC1
AD2
AE2
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
40
04
Balneários - Volume 0
AA4
AB4
AC1
AD7
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB3
BC3
BD1
BE1
CA1
CB1
27
04
Balneários - Volume 1
AA4
AB4
AC1
AD5
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB3
BC3
BD1
BE1
CA1
CB1
25
04
Balneários - Volume 2
AA4
AB4
AC1
AD5
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB3
BC3
BD1
BE1
CA1
CB1
25
04
Balneários - Volume 3
AA4
AB4
AC1
AD5
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB3
BC3
BD1
BE1
CA1
CB1
25
04
Balneários - Vol. Exterior
AA4
AB4
AC1
AD2
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
21
04
Gabinetes/Salas Professores
AA4
AB4
AC1
AD1
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
20
04
Salas Actividaes e Polivalentes JI
AA4
AB4
AC1
AD1
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA2
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
30
04
Salas Aula, Biblioteca
AA4
AB4
AC1
AD1
AE1
AF1
AG1
AH1
AJ1
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1
AQ1
AR1
AS1
BA1
BB1
BC2
BD1
BE1
CA1
CB1
20
04
DEPENDÊNCIAS
3.6.
Ambiente
Utilização
Es tru tura dos edíficis
Condições Clim áticas
Exterior abrigado
Contacto das pes soas c om
o potencial terra
Te m peratura Am biente
Acções m ecânicas - Outras
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
IP
IK
Construção
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Todos os equipamentos e materiais a ser utilizados nas instalações deverão ser devidamente certificados e
em conformidade com as Normas CE.
Todos os materiais e equipamentos a utilizar nas instalações devem possuir e conservar as suas
características eléctricas, mecânicas, químicas e físicas adequadas às condições de funcionamento e não
devem provocar nas instalações danos de qualquer natureza nem causar perturbações nas instalações
vizinhas.
Em função da classificação de locais, os índices de protecção dos equipamentos deverão estar de acordo
com as partes 512.2 e 522 das RTIEBT. O grau de protecção IP é definido de acordo com a Norma NP EN
60529, o grau de protecção IK é definido de acordo com a EN 50102.
Os equipamentos deverão ser ainda ser seleccionados de acordo com as classificações de locais, com a
sua utilização e modo de instalação.
4.
BALANÇO DE POTÊNCIAS E SOLUÇÃO DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA
4.1.
BALANÇO DE POTÊNCIAS
Com base nas potências dos aparelhos de utilização e das potências de equipamentos específicos
determinou-se a potência instalada de 180,70kVA.
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Fase:
Rev.
Execução
00
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
4.2.
ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA
A alimentação de energia será feita em Baixa Tensão a partir da rede de distribuição pública da EDP através
de ramal subterrâneo à profundidade mínima de 0,6m e que termina na portinhola deixada para o efeito junto da
entrada do edifício.
5.
NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO
Para o presente projecto foram considerados os seguintes níveis de iluminação:
Área ou finalidade do espaço
Nível Médio de Iluminação (lux)
Gabinetes e Salas de Aula
450 a 500
Circulações Interiores Verticais e Horizontais
150 a 200
Exteriores
30
Instalações Sanitárias
75-100
Áreas Técnicas e Arrumos
100 a 150
Biblioteca
500
O estudo luminotécnico das várias áreas teve em conta os valores recomendados pela CIE - Comissão
Electrotécnica de Iluminação e, os fins a que as mesmas se destinam.
6.
DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES
6.1.
GENERALIDADES
As secções atribuídas às canalizações destinadas às alimentações de quadros, estão dimensionadas de
acordo com o modo de instalação das canalizações e respectivos factores de correcção. As intensidades de
corrente de serviço indicadas são as correspondentes à carga prevista a alimentar, as correntes de curtocircuito e as quedas de tensão são as máximas previstas.
Os cálculos relativos ao dimensionamento das canalizações destinadas às alimentações dos principais
quadros, encontram-se resumidas no Quadro de Dimensionamento Canalizações em anexo.
O dimensionamento das canalizações foi feito tendo em conta:
 Corrente máxima admissível nos cabos (Iz);
 Modo de Instalação das canalizações;
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Fase:
Rev.
Execução
00
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
 Os factores de correcção em função da temperatura máxima previsível de funcionamento e da
proximidade de várias canalizações;
 A queda de tensão máxima admissível em função do comprimento e utilização dos circuitos;
 Das solicitações electromecânicas susceptíveis de se produzirem em caso de curto-circuito.
As secções atribuídas às canalizações das instalações finais de utilização não devem ser inferiores aos
seguintes valores para condutores em cobre:
 Circuitos de iluminação – 1,5mm2.
 Tomadas e alimentação de equipamentos – 2,5mm2.
Em todas as canalizações as secções dos condutores de neutro são iguais às secções dos condutores de
fase.
6.2.
DIMENSIONAMENTO CONTRA SOBRECARGAS
As canalizações estão permanentemente sujeitas a sobreintensidades por vários factores resultantes da sua
utilização, estas sobreintensidades podem ser sobrecargas ou curto-circuitos. Deste modo as canalizações têm
de ser dimensionadas de modo a que nenhum destes fenómenos ponha em causa as canalizações bem como
a segurança das pessoas e bens.
Deste modo a corrente máxima admissível nas canalizações são determinadas em função do modo de
instalação conforme quadro 52H das RTIEBT, as quais são ainda afectadas pelos respectivos coeficientes de
correcção. O modo de instalação, as tabelas de correntes máximas admissíveis e respectivos coeficientes de
correcção são os indicados no Quadro de Dimensionamento Canalizações em anexo.
Para o dimensionamento das várias canalizações, as características de funcionamento dos aparelhos de
protecção das canalizações devem satisfazer, simultaneamente às duas seguintes condições:
1)
≤
≤
2)
≤ 1,45 ×
Em que:
 IB – É a corrente de serviço em A;
 IN – É a corrente estipulada do dispositivo de protecção em A;
 Iz – É a corrente máxima admissível na canalização em A;
 I2 – É a corrente convencional de funcionamento do dispositivo de protecção em A;
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Nota: Para os fusíveis I2 é a corrente convencional de fusão e para os disjuntores a corrente convencional
de disparo.
Na prática a segunda equação vem:
×
≤ 1,45 ×
Em que K2 Depende da natureza do dispositivo de protecção e toma os seguintes valores:
Para fusíveis:
 K2=1,6 para In  16A
 K2=1,9 para 4A < In < 16A
 K2=2,1 para In  4A
Para disjuntores:
 K2=1,45 para disjuntores modulares (EN 60898)
 K2=1,3 para outros
A corrente de serviço é calculada pelas seguintes expressões:
=
,
√3 ×
=
,
á
á
Em que:
 S – É a potência aparente VA.
 U – É a tensão composta na Instalação (400V).
 UN – É a tensão simples da instalação (230V).
Para o dimensionamento das canalizações de alimentação aos equipamentos de climatização e elevadores
consideram-se, para além destas, as seguintes condições:
=
+
3
×
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Em que:
 IEQ - É a intensidade de corrente equivalente em regime de arranques sucessivos, para
efeitos
de
dimensionamento das canalizações em A;
 IN - É a intensidade de corrente nominal do motor em A;
 IA - É a intensidade de corrente de arranque do motor em A.
6.3.
DIMENSIONAMENTO À QUEDA DE TENSÃO
No cálculo das canalizações à queda de tensão são respeitados os limites regulamentares de queda de
tensão admissível, cujo valor desde a origem da instalação de utilização até ao aparelho de utilização
electricamente mais afastado (suponho ligados todos os aparelhos de utilização que possam funcionar
simultaneamente) nunca deve exceder os seguintes valores de queda de tensão:
 1,5% para o troço da instalação entre os ligadores da saída da portinhola e a origem da instalação
eléctrica (de utilização), no caso das instalações individuais.
 3,0% Para os circuitos de iluminação;
 5,0% Para outros usos.
A queda de tensão em volts em qualquer troço da instalação é calculada da seguinte forma:
( ) = √3 ×
( ) = 2×

× ×
×
×

×
×
+
+
×
×
,
,
á
á
Em que:
 IB – É a corrente de serviço em A;
 L – É o comprimento da canalização em metros;
 ρ – É a resistividade dos condutores à temperatura em serviço normal (0,0225Ω.mm2/m para o cobre
e 0,036Ω.mm2/m para o alumínio);
 S – É a secção da alma condutora em mm2;
 X – É a reactância linear dos condutores em Ω/m;
 Cosφ – É o factor de potência do circuito.
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Para a reactância linear foi considerado os valores de 0,00008 Ω/m para os cabos multicondutores e
0,00012 Ω/m para os cabos monocondutores.
A queda de tensão expressa em percentagem é calculada da seguinte forma:
∆ (%) = 100 ×
Em que:
 u – É a queda de tensão em V resultante das expressões anteriores;
 U – É 400V para circuitos trifásicos e 230V para circuitos monofásicos.
6.4.
CÁLCULO DA CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO
De forma a dimensionar o poder de corte dos aparelhos de protecção a instalar nos quadros eléctricos,
serão calculadas as correntes de curto-circuito na instalação.
O cálculo foi realizado tendo por base um curto-circuito trifásico simétrico (situação em que se
desenvolvem as correntes de curto-circuitos mais elevadas), utilizando a seguinte fórmula:
=
√3 ×
=
+
Em que:
 ICC3F – É a corrente de curto-circuito trifásico simétrico em A.
 ZCC - Impedância da malha de defeito em Ω.
 UC = Tensão nominal composta.
As correntes de curto-circuito presumíveis são as indicadas nos esquemas unifilares dos quadros
eléctricos.
6.5.
CÁLCULO DO CONDUTOR DE PROTECÇÃO
O condutor de protecção é determinado em função da secção dos condutores de fase tendo em conta as
seguintes secções mínimas:
Secção dos Condutores de Fase da Instalação SF
(mm2)
Secção dos Condutores de Protecção SPE
(mm2)
SF ≤ 16
SPE=SF
16 ≤ SF ≤ 35
SPE=16
SF>35
SPE=SF/2
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Por outro lado há necessidade de verificar este valor tendo em conta o comportamento térmico da
canalização em caso de curto-circuito.
Então a secção do condutor de protecção poderá ser calculada do seguinte modo:
S=
I
× √t
K
Em que:
 S – É a secção do condutor de protecção em mm2.
 ICC – É a corrente de curto-circuito em A.
 t – É o tempo de actuação do dispositivo de corte em s, para o qual consideramos 2s.
 K - É um factor cujo valor depende da natureza do metal do condutor de protecção, do isolamento e de
outros componentes do condutor, bem como das temperaturas inicial e final; para a determinação do
valor de K recorreu-se às tabelas das R.T.I.E.B.T.
Os condutores de protecção que não façam parte das canalizações de alimentação como os condutores de
ligações equipotenciais suplementares não devem ter uma secção inferior a:
 2,5 mm2, se de cobre e com protecção mecânica;
 4 mm2, se de cobre e sem protecção mecânica;
6.6.
DIMENSIONAMENTO DAS PROTECÇÕES AO CURTO-CIRCUITO
Regra geral os dispositivos de protecção contra sobrecargas garantem também a protecção contra curtocircuitos, para tal os dispositivos de protecção devem obedecer à seguinte condição:
. . .≥
Esta regra não implica a observância dos pontos abaixo descritos onde são feitas outras considerações
relativamente ao P.D.C. dos dispositivos de protecção.
O método de cálculo da corrente de curto-circuito é demonstrado no ponto 6.4.
6.7.
PROTECÇÃO CONTRA CURTO-CIRCUITOS
Todos os dispositivos que garantem a protecção contra curto-circuitos devem satisfazer simultaneamente
às seguintes condições:
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 O poder de corte do dispositivo não deve ser inferior à corrente de curto-circuito presumida no ponto


em que o dispositivo de protecção for instalado, excito se exista a montante um dispositivo com poder
de corte aproximado.
Neste caso as características dos dois dispositivos devem ser coordenadas para que a energia que o
dispositivo situado a montante deixa passar, não seja superior às energias suportáveis pelo dispositivo
situado a jusante, e pelas canalizações protegidas.
O tempo de corte da corrente resultante de um curto-circuito que se origine em qualquer ponto da
instalação não deve ser superior ao tempo necessário para elevar a temperatura dos condutores até ao
seu limite admissível.
Para os curto-circuitos de duração superior a 5 segundos, o tempo necessário para que a corrente de curtocircuito eleve a temperatura dos condutores à temperatura máxima admissível em regime normal até ao valor
limite pode ser calculado do seguinte modo:
√t = K ×
S
I
Em que:
 S – É a secção do condutor de protecção em mm2.
 ICC – É a corrente de curto-circuito em A.
 t – É o tempo de actuação do dispositivo de corte em s, para o qual consideramos 2s.
 K - É um factor cujo valor depende da natureza do metal do condutor de protecção, do isolamento e de
outros componentes do condutor, bem como das temperaturas inicial e final; para a determinação do
valor de K recorreu-se às tabelas das RTIEBT.
6.8.
PROTECÇÃO DE DISPOSITIVOS DIFERENCIAIS
Os dispositivos de protecção diferencial poderão ser do tipo Interruptor Diferencial ou Disjuntor Diferencial,
embora do ponto de vista económico, para a segunda solução, seja mais vantajoso associar um
Disjuntor+Diferencial.
Quando um dispositivo de protecção diferencial estiver incorporado ou combinado com um dispositivo de
protecção contra as sobreintensidades, as características desse conjunto (poder de corte e características de
funcionamento em função da corrente estipulada) devem garantir a protecção contra sobrecargas e protecção
contar curto-circuitos.
Quando um dispositivo diferencial não estiver incorporado nem combinado com um dispositivo de
protecção contra as sobreintensidades, devem-se verificar, simultaneamente, as condições seguintes:
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 A protecção contra as sobreintensidades deve ser garantida por dispositivos de protecção adequados,


(com base nos dados ou tabelas de coordenação entre fusíveis ou disjuntores versos Interruptores
diferenciais do fabricante) satisfazendo às regras indicadas na secção 473 das R.T.I.E.B.T.;
O dispositivo diferencial deve poder suportar, sem danos, as solicitações térmicas e mecânicas
(correntes de curto-circuito presumida no ponto da instalação) susceptíveis de ocorrerem em caso de
curto-circuito a jusante do local em que estiver instalado;
O dispositivo diferencial não deve ser danificado nas condições de curto-circuito, ainda que dispare
em consequência de um desequilíbrio de correntes ou do escoamento de uma corrente para a terra.
Sempre que se recorra a disjuntores diferenciais, o poder de corte será o do próprio disjuntor
6.9.
PROTECÇÃO DE CONDUTORES EM PARALELO
Um mesmo dispositivo de protecção protege contra curto-circuitos, vários condutores em paralelo, desde
que as características de funcionamento do dispositivo e o modo de colocação dos condutores, obedeça ao
estipulado nos pontos anteriores.
Quando um dispositivo de protecção proteger vários condutores em paralelo, o valor da corrente máxima
admissível na canalização considerado é a soma das correntes admissíveis nos diferentes condutores, visto
que a corrente transportada por cada um deles é sensivelmente a mesma.
6.10. SELECTIVIDADE E COORDENAÇÃO
6.11.1 SELECTIVIDADE ENTRE DISPOSITIVOS DIFERENCIAIS
De modo a garantir-se uma boa exploração do edifício e uma maior continuidade de serviço, deverão ser
tomadas medidas de modo a garantir selectividade entre estes dispositivos quando colocados em série, de
forma a manter a alimentação às partes da instalação não afectadas pelo eventual defeito.
Esta selectividade pode ser obtida por selecção e por instalação dos dispositivos diferenciais, os quais,
garantindo a protecção requerida às diferentes partes da instalação, desligam, apenas, a alimentação das
partes da instalação a jusante do dispositivo colocado a montante do defeito e nas suas imediações.
Para que seja garantida a selectividade entre dois dispositivos diferenciais colocados em série, devem
ser satisfeitas, simultaneamente, as condições seguintes:
 A característica de não funcionamento tempo/corrente do dispositivo colocado a montante deve
situar-se acima da característica de funcionamento tempo/corrente do dispositivo colocado a jusante;
 A corrente diferencial-residual de funcionamento estipulada do dispositivo colocado a montante deve
ser superior à do dispositivo colocado a jusante.
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Para os dispositivos diferenciais que satisfaçam às regras indicadas nas Normas EN 61008 e EN 61009,
a corrente diferencial-residual de funcionamento estipulada do dispositivo colocado a montante não deve
ser inferior a três vezes a do dispositivo colocado a jusante.
Para garantir a selectividade pode também ligar-se em série, dispositivos diferenciais do tipo S com
dispositivos diferenciais do tipo geral.
6.11.2 SELECTIVIDADE ENTRE DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO CONTRA SOBREINTENSIDADES
De modo a garantir-se uma boa exploração do edifício e uma maior continuidade de serviço, deverão ser
tomadas medidas de modo a que seja colocada fora de serviço apenas a parte da instalação onde ocorrer o
defeito.
A selectividade entre dispositivos de protecção contra sobreintensidades será obtida por comparação
das suas curvas características de funcionamento, verificando que o tempo de actuação do dispositivo
colocado a montante é superior ao do dispositivo colocado a jusante. Estas curvas de funcionamento serão
sempre as fornecidas pelos fabricantes dos dispositivos em causa.
6.11.3 COORDENAÇÃO OU FILIAÇÃO
Para uma optimização económica da instalação recorre-se à técnica de coordenação entre dispositivos
de protecção. Esta técnica permite a utilização de dispositivos de protecção contra sobreintensidades com
P.D.C. inferior à corrente de curto-circuito presumida no seu ponto de instalação, recorrendo à associação
de no mínimo 2 dispositivos de protecção contra sobreintensidades que cumpram o estipulado no ponto
6.7. Para esta optimização dever-se-á recorrer às tabelas dos fabricantes dos dispositivos em questão.
7.
PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS
7.1.
GENERALIDADES
De modo a assegurar uma protecção adequada de pessoas contra os choques eléctricos, foram tomadas
medidas de protecção contra contactos directos e indirectos.
Assim, a protecção de pessoas contra choques eléctricos será assegurada pelas seguintes medidas:
 Protecção contra contactos directos;
 Protecção contra contactos indirectos.
7.2.
PROTECÇÃO CONTRA CONTACTOS DIREITOS
As partes activas dos materiais ou aparelhos eléctricos serão integrados com protecção contra contactos
directos, de forma a satisfazer a secção 412 do RTIEBT, nomeadamente são considerados os seguintes tipos
de protecção contra contactos directos:
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 Protecção por isolamento das partes activas.
 Protecção por meio de barreiras ou de invólucros.
 Protecção por meio de obstáculos.
 Protecção por fora de alcance.
7.3.
PROTECÇÃO CONTRA CONTACTOS INDIRECTOS
A protecção contra os contactos indirectos, será assegura pelas seguintes medidas:
 Protecção por corte automático da alimentação;
 Protecção por utilização de equipamentos da classe II ou por isolamento equivalente.
Na medida de protecção por corte automático da alimentação, solução a adoptar no esquema de ligações è
terra TT, optou-se como solução pela ligação à terra de todas as massas metálicas normalmente sem tensão,
como por exemplo estruturas resistentes metálicas ou as armaduras do betão armado, as canalizações
metálicas, as partes metálicas dos equipamentos, etc.
Estas ligações devem ser efectuadas através dos condutores de protecção dos circuitos de utilização e
ligadas ao barramento de terra dos respectivos quadros, onde existem dispositivos sensíveis à corrente
diferencial destinados a separar a alimentação do circuito ou equipamento sempre que surgir um defeito entre
uma parte activa e uma massa.
Serão também realizadas ligações equipotenciais suplementares sempre que não seja possível efectuar as
ligações indicadas anteriormente.
A tensão de contacto em qualquer massa ou elemento condutor estranho à instalação eléctrica não deve ser
superior a 25V.
Os aparelhos de corte sensíveis à corrente diferencial têm as sensibilidades representadas nas peças
desenhadas.
Os Quadros Eléctricos com invólucros da classe I de isolamento deverão ser dotados de isolamento
suplementar /equivalente obedecendo às RTIEBT.
Para as instalações de segurança adoptou-se o esquema de ligações à terra IT, esta solução garante que
não existe um corte de alimentação ao primeiro defeito.
No esquema IT todas as partes activas são isoladas da terra ou ligadas a esta por meio de uma impedância
de valor suficientemente elevado por forma que, na ocorrência de um primeiro defeito, o potencial das massas
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não seja elevado a um potencial perigoso. Todas as massas metálicas simultaneamente acessíveis da
instalação serão interligadas ao condutor de protecção.
Para a realização da instalação de segurança segundo o esquema IT recorresse a um transformador de
isolamento associado a um controlador Permanente de Isolamento, CPI, que monitoriza constantemente a rede.
Serão também instalados detectores de defeito com a finalidade de se saber de uma maneira mais rápida qual a
saída em defeito.
Na ocorrência de um primeiro defeito a corrente de defeito daí resultante é muito baixa, resultando num
potencial baixo e não perigoso nas massas metálicas, este defeito será sinalizado pelo CPI a fim de que se
proceda à sua eliminação com a maior brevidade possível. No caso de ocorrer um segundo defeito antes do
primeiro ser eliminado tudo se passa como se houve-se um curto-circuito, e consequentemente dando lugar á
actuação dos dispositivos de protecção contra sobreintensidades. Uma vez queque é sempre possível que
surja um defeito franco de uma fase à terra, torna-se necessário que todo o equipamento usado no esquema IT
seja preparado para suportar a tensão composta da instalação.
A obrigatoriedade do corte ao segundo defeito impõe que sejam calculadas as distâncias máximas dos
circuitos a jusante do dispositivo de protecção contra sobreintensidades, de modo a este actuar antes de serem
excedidos os valores de tensão de contacto máximos admissíveis.
Os comprimentos máximos dos circuitos é dado por:
Lmáx =
0,8 × U × √3 × S
2 × ρ × (1 + m) × I
Em que:
 ρ – É a resistividade, 0,027 Ω.mm2/m para o cobre;
 Uo- É a tensão composta entre fases se o neutro não for distribuído e a tensão simples se o neutro for
distribuído.
 SF – É a secção do condutor activo em mm2.
 m – É a relação entre a secção do condutor de fase e o condutor de protecção;
 Id - É a corrente de funcionamento do dispositivo de protecção contra sobreintensidades.
A utilização do esquema de ligações á terra obriga a que exista pessoal qualificado para vigilância
permanente do isolamento.
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8.
REDE DE TERRAS E LIGAÇÕES EQUIPOTÊNCIAIS
8.1.
ESTABELECIMENTO DO ELÉCTRODO DE TERRA
O eléctrodo de terra será constituído por um anel fechado em fita de aço galvanizado revestida a cobre
(70um) com 30 x 3,5mm de secção colocado no perímetro do edifício enterrado a uma profundidade mínima
de 0,8m de modo a obter uma resistência de terra inferior ou igual a 1.
Da malha de terras serão feitas interligações ao ferro das fundações por meio de acessórios de aperto
mecânico adequados.
O sistema de terras será ainda constituído pelo Terminal Principal de Terras para a correcta implementação
do sistema de terras. As interligações entre a malha de terras e as barras colectoras serão executadas em cabo
do tipo XV com a secção indicada nas peças desenhadas protegido por tubo de PEAD de diâmetro adequado.
A partir dos diversos quadros eléctricos a rede de terras de protecção será constituída pelo condutor de
protecção existente em todos os circuitos, que terá sempre secção igual à dos condutores neutros e
isolamento de cor verde/amarela.
Os condutores de protecção devem cumprir o estabelecido no nº 543 das R.T.I.E.B.T.
As ligações entre os circuitos de terras principais e, entre estes e as derivações devem ser efectuadas de
modo a que ofereçam o mínimo de resistência eléctrica, assegurem um bom contacto e não sejam
deterioradas facilmente por acções corrosivas.
8.2.
LIGAÇÃO EQUIPOTENCIAL PRINCIPAL
Serão ligadas à ligação equipotencial principal os seguintes elementos:
 O condutor principal de protecção;
 O condutor principal de terra ou o terminal principal de terra;
 Canalizações metálicas de alimentação do edifício situadas no interior como por exemplo as
canalizações de água;
 Os elementos metálicos da construção e canalizações do sistema de AVAC.
Os condutores das ligações equipotenciais principais devem satisfazer às regras indicadas na secção 54
das RTIEBT.
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9.
CONCEPÇÃO DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE BAIXA TENSÃO
9.1.
DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
A distribuição de energia pode ser considerada em função da sua especificidade 2 sistemas diferentes, a
saber:
 Rede Normal – A partir da rede de distribuição pública de energia em Baixa Tensão;
 Rede de Segurança – A partir do transformador de isolamento de segurança e do grupo electrogéneo
de segurança;
9.2.
CORTES DE ENERGIA
Estão previstos os seguintes cortes de energia:
 Cortes Parciais.
 Corte Geral.
Os cortes parciais de energia serão feitos por actuação no interruptor de entrada junto de cada quadro
podendo deste modo fazer-se o corte de energia em apenas algumas áreas do edifício.
O corte geral da rede Normal é feito por actuação directa do interruptor de entrada do QE, ou por acção em
botoneira (de dupla sinalização) de disparo colocada junto da entrada do edifício e na sala de segurança.
Esta botoneira irá actuar na bobine de emissão de corrente acoplada ao interruptor de corte geral no QE.
O corte geral da rede de Segurança é feito por actuação directa no disjuntor de saída do Grupo de
Segurança, ou por acção em botoneira de disparo colocada junto da entrada do edifício na portaria e na sala de
segurança.
Esta botoneira irá actuar na bobine (de dupla sinalização) de emissão de corrente acoplada ao disjuntor de
protecção no Grupo de Segurança.
Existe uma botoneira para o corte geral da rede normal e outra para o corte do grupo. Estão também
previstos cortes gerais para quadros de AVAC do sistema Central.
9.3.
CONTAGENS DE ENERGIA
Para o edifício está previsto o seguinte tipo de contagem:
 Contagem indirecta
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Para o QE do edifício e face à potência em jogo a contagem de energia será feita de forma indirecta através
de transformadores de intensidade instalados em caixa própria para o efeito. A caixa para alojar os
transformadores de intensidade deverá ser da classe II de isolamento, ter as dimensões adequadas à instalação
dos transformadores de intensidade, IP54 e IK07. O local de instalação do contador deve ser facilmente
acessível pela EDP.
A altura dos visores dos contadores de energia deve ficar entre os 1,1m e os 1,7m.
9.4.
PORTINHOLA
A portinhola a instalar será uma do tipo P400 equipada com bases de fusíveis, deverá ser da classe II de
isolamento, IP55 e IK10, deverá ainda estar de acordo com a norma EN 60439, e especificações da empresa
distribuidora.
9.5.
QUADROS ELÉCTRICOS
9.5.1. GENERALIDADES
No presente projecto entende-se por “Quadro Eléctrico” o conjunto de equipamentos, convenientemente
agrupados, incluindo suas estruturas de suporte e invólucro, destinado a proteger, a comandar ou a
controlar instalações eléctricas. Poderá eventualmente utilizar-se o termo “ Conjunto Cablado” conforme
definido na IEC 60439-1.
De um modo geral, os Quadros Eléctricos são para montagem saliente, instalados no interior de salas
técnicas, ou no interior de armários técnicos próprios para o efeito criados pela Arquitectura.
Os quadros serão da classe II de isolamento com invólucro isolante, com os graus de protecção
indicados e respeitando o esquema unifilar proposta nas peças desenhadas.
Os quadros eléctricos de outras empreitadas excluídos deste projecto como por exemplo, quadros de
AVAC, devem possuir protecção contra contactos indirectos.
9.5.2. ESPECIFICAÇÃO GERAL
A distribuição da aparelhagem nos quadros deverá ser criteriosa e simétrica.
A entrada dos cabos e da tubagem nos quadros deve ser realizada por meio de bucins ou boquilhas com
contra porcas, de acordo com a canalização.
Todos os invólucros possuíram porta e serão sempre equipados com espelhos munidos de obturadores
e dos tapa obturadores necessários.
Em caso algum poderá haver acesso às partes em tensão sem a abertura ou desmontagem da porta
interior, sendo esta abertura possível apenas com recurso a ferramenta ou chave adequada.
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No caso de uma porta puder ser aberta sem ajuda de um utensílio, deve existir um segundo ecrã com
código IP não inferior a IP2X que só possa ser retirado utilizando uma chave ou ferramenta.
Todos os circuitos de saída ligarão a uma régua de bornes convenientemente dimensionados e
identificados. Deverá ser tida especial atenção ao disposto nos artigos 514 das RTIEBT.
Todos os circuitos que encaminhem informação para o exterior do quadro, fá-lo-ão por intermédio de
placas de bornes providas de identificação. Todos os circuitos de saída e entrada dos quadros devem ser
identificados de forma bem visível e indelével.
Todos os quadros sempre que se tornar necessário, deverão ser providos de calhas plásticas auto
extinguíveis apropriadas para fixação e encaminhamento dos condutores.
Os quadros deverão ser dotados de barramento de terra devidamente identificado, ao qual serão ligados
os condutores de protecção da instalação e da massa do quadro.
Na porta de todos os quadros deve ser afixada de forma indelével as características eléctricas do quadro
em questão.
Os índices de protecção dos quadros deverão estar de acordo com as características do local de
instalação, de acordo com a indicação expressa nas peças desenhadas.
Nos quadros destinados à habitação não é permitida a aplicação de fusíveis na protecção de circuitos
contra sobreintensidades excepto na protecção de equipamentos de sinalização e medição.
Os disjuntores serão do tipo magneto-térmico com a intensidade nominal e curvas características
indicadas nas peças desenhadas.
O P.D.C. dos disjuntores deverá estar de acordo com a corrente de curto-circuito presumível para o local
tendo também em conta as condições de selectividade e coordenação.
Os disjuntores devem satisfazer às Normas EN 60898, EN 60947-1, EN 60947-2 e EN 61009.
Os fusíveis apenas garantem a protecção contra os curto-circuitos, estes podem ser do tipo gG ou aM
sendo que os fusíveis do tipo aM não garantem protecção contra sobrecargas.
O fusível é composto por todas as partes que formam o conjunto do dispositivo de protecção,
nomeadamente, a base e o elemento de substituição.
Os fusíveis do tipo gG devem satisfazer à Norma EN 60269.
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9.5.3. NORMAS DE CONSTRUÇÃO
Os Quadros Eléctricos deverão ser construídos de acordo com o disposto nas R.T.I.E.B.T., com as
recomendações e instruções da Norma EN 60439, recomendações e instruções dos fabricantes e as boas
regras da arte.
9.5.4. CONDIÇÕES DE SERVIÇO




Tensões Nominais: .................................................................................................... 230/400V – 50Hz
Temperatura máxima admitida no interior: ....................................................................................... 40ºC
Regime de Neutro na instalação normal: ............................................................................................ TT
Regime de Neutro nas instalações de segurança ................................................................................. IT
9.5.5. BARRAMENTOS
Os barramentos serão normalizados, em barra de cobre electrolítico de aplicação em electrotecnia do
tipo CU-ETP (99,9%), dimensionados segundo o indicado na norma IEC 61439-1.
O número de barramentos será coerente com o número de fases, neutro e condutor de protecção, em
função das correntes estipuladas de emprego: Ie (em invólucro IP< 30, a temperatura < 25ºC) ou
correntes térmicas: Ithe (em invólucros IP > 30 e temperatura interna do invólucro < 50ºC). Mais ainda,
deverão apresentar-se as respectivas correntes de crista: Ipk, segundo o art.º 9.3.3 da mesma norma, na
garantia da resistência aos esforços electrodinâmicos gerados num curto-circuito simétrico.
Assim como, as correntes de curta duração admissível: Icw(1s). Exigências comuns para as estruturas
de apoio aos referidos barramentos, em concreto o número e a distâncias entre estes.
No que se refere ao material que os constituem estes devem ser em termoplástico autoextiguível de
classificação V0, relativamente ao grau de contaminação estes devem ter no mínimo um grau de
contaminação 3, para aplicações industriais, segundo a mesma norma de referência.
9.5.6. APARELHAGEM E EQUIPAMENTO DOS QUADROS
INTERRUPTORES GERAIS DOS QUADROS
Estes interruptores são estabelecidos nos quadros e são destinados ao comando e seccionamento de
circuitos de potência bem como em colocar fora de tensão toda a instalação de utilização a jusante do
interruptor.
Deverão permitir em permanência a sua intensidade nominal, devendo suportar as correntes de curtocircuito previstas até à actuação dos disjuntores de protecção.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Estes interruptores serão de actuação por manípulo, com as posições de "ligado" e "desligado"
facilmente identificáveis.
Estes interruptores deverão ser montados isoladamente na primeira fila de aparelhagem de cada quadro.
FUSÍVEIS
Os fusíveis a instalar serão de alto poder de corte, de acordo com a norma DIN 43620 e VDE 0660.
DISJUNTORES
Serão do tipo magneto-térmico com a intensidade nominal e curva de disparo indicada nas peças
desenhadas, com poder de corte adequado à corrente de curto-circuito calculada para o quadro.
Quando indicado, serão equipados com acessório para a função de protecção diferencial.
Os disjuntores terão características de poder de corte, conforme as intensidades de corrente de curtocircuito do quadro onde sejam instalados (indicado nas peças desenhadas).
INTERRUPTORES E DISJUNTORES DIFERENCIAIS
Os interruptores e disjuntores diferenciais de características indicadas nos quadros, sensíveis às
correntes homopolares, destinam-se a desligar os circuitos com tensões de contacto perigosas.
Deverão suportar sem danos as correntes de curto-circuito previstas nos quadros até à actuação dos
disjuntores de protecção.
SINALIZADORES
Os sinalizadores de tensão a estabelecer nos quadros serão equipados com lâmpadas de néon para
220V/50Hz.
A sua protecção contra defeitos far-se-á através de fusíveis de calibre apropriado.
Este aparelho de protecção não deverá ser instalado junto do interruptor de corte geral.
RÉGUA DE BORNES
Bornes de ligação com corpo isolante não inflamável, insensíveis as variações térmicas.
Todos os bornes deverão ser marcados de modo a permitir uma referenciação simples.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
BUCINS
Os bucins a estabelecer nos quadros devem ser em Polímero.
9.6.
CANALIZAÇÕES
Todas as canalizações devem ser protegidas por caminhos de cabos ou tubos de diâmetro adequado.
Não é permitido em caso algum a derivação de circuitos nos aparelhos de iluminação, devendo para tal
serem utilizadas caixas de derivação ou de aplique de duplo fundo, equipados com os bornes necessários e
adequados às ligações a efectuar, é excepção a esta regra os aparelhos que já estejam preparados para fazer
derivação para outros aparelhos.
9.6.1.
CABOS E CONDUTORES
Todos os cabos e condutores a aplicar serão absolutamente novos, com comprimentos correctamente
realizados, não sendo permitidas torçadas ou emendas de condutores.
As secções nominais dos condutores não poderão ser inferiores a 1,5 mm2 para a iluminação e 2,5
mm2 para tomadas de corrente e forca motriz. As secções de todos os condutores devem ser devidamente
dimensionadas entendendo-se estes valores como mínimos, não sendo permitido em caso algum, a sua
diminuição.
As cores para identificação dos condutores ao longo de toda a canalização e a sua ordem deverão ser
sempre de acordo com o estipulado ma norma HD 308.S2.
De um modo geral todos os cabos são não propagadores de chama de acordo com a Norma IEC 603321 incluindo os cabos com bainha em PVC.
9.6.2.
TUBOS E CAIXAS
Os tubos a utilizar serão de material isolante termoplástico, rígidos ou maleáveis, de diâmetro interior
adequado.
Todos os tubos devem ser marcados de forma indelével e bem legível com a identificação do fabricante,
referência do tubo, diâmetro nominal e data de fabrico (ano/mês).
Sempre que o comprimento ou sinuosidade dos troços possa dificultar o enfiamento dos condutores ou
cabos, serão intercaladas na tubagem caixas de passagem com características adequadas ao tipo e local de
montagem.
Este ponto engloba todo o tipo de caixas (derivação, aparelhagem, passagem e terminais) a utilizar nas
instalações eléctricas.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Assim de um modo geral todas as caixas serão em material isolante termoplástico não higroscóspico,
resistente à propagação de chama, de boa rigidez mecânica, para utilização sob temperaturas entre -5°C e
+40°C e com índices de protecção apropriados em função da classificação de locais
As ligações dos condutores serão sempre efectuadas no interior das caixas, por meio de placas de
bornes, de modelo adequado e devidamente dimensionadas para a secção e quantidades de condutores a
ligar, tendo sempre em atenção que para secções nominais iguais ou inferiores a 4mm2 cada borne não
poderá comportar mais do que 4 condutores, ou 2 condutores de secções nominais iguais ou contíguas na
escala das secções normalizadas, para secções nominais superiores a 4mm². Para secções nominais não
contíguas e superiores a 4mm², cada condutor deverá ser apertado por dispositivo de aperto independente.
Não será permitida nas caixas de derivação a realização de ligações entre condutores por meio de
torçadas (tórix).
As caixas terminais para equipamentos terão as dimensões em função da intensidade nominal do
respectivo aparelho e da capacidade de ligação.
9.6.3.
CANALIZAÇÕES ENTERRADAS
A tubagem enterrada será constituída por tubos em Polietileno de Alta Densidade (PEAD), segundo a
EN50086-2-4 de dupla parede, sendo a parede exterior corrugada e a parede interior lisa. As uniões entre
tubagens serão efectuadas por uma união dupla em polietileno permitindo o eficaz isolamento da tubagem.
As canalizações enterradas devem ficar enterradas à profundidade mínima de 0,6m e dispor de uma
sinalização não degradável colocada pelo menos a 10 cm acima destas. Deve-se ainda ter em conta a
secção 521.9.6 das RTIEBT.
Os tubos de PEAD podem ser fornecido duas formas, uma rígida em troços rectos e outra curva em
rolos. Na forma recta a parede interior e exterior serão de PEAD enquanto na forma curva a parede interior
será em PEBD e a parede exterior em PEAD.
Os tubos a utilizar devem possuir os graus de protecção IP66 e IK08 respectivamente de acordo com as
Normas EN60529 e EN 50102.
Os tubos em PEAD serão da classe N, 450Newton, deverão possuir de forma indelével a marca,
diâmetro nominal, norma e data de fabrico (ano/mês).
9.7.
ILUMINAÇÃO NORMAL
Nas peças desenhadas estão definidos os pontos de luz nos diversos locais.
Para a iluminação normal foram considerados aparelhos de iluminação próprios para lâmpadas
fluorescentes e incandescentes, em montagem saliente e encastrada.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
No cálculo dos níveis luminosos teve-se em conta um coeficiente de depreciação de 1,25 relativamente aos
valores de iluminação recomendado, para compensação do envelhecimento e acumulação de poeiras.
O comando dos circuitos de iluminação é feito localmente por interruptores ou por actuação nos
interruptores dos circuitos de alimentação nos respectivos quadros.
Nas instalações sanitárias o comando de iluminação será feito através de detectores de
presença/movimento.
9.8.
ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA
De acordo com as RTIEBT o edifício será dotado de iluminação de segurança de circulação, que deve
permitir em caso de avaria da iluminação normal, a evacuação segura e fácil do público para o exterior e a
execução de manobras respeitantes à segurança e à intervenção dos meios de socorro.
Tratando-se de um edifício da 3ª categoria a iluminação de segurança será do tipo C.
Assim optou-se por uma iluminação de segurança constituída por blocos autónomos do tipo permanente e
não permanente, com lâmpadas fluorescentes, com autonomia mínima de 1,5 hora e preparados para
telecomando.
Nas peças desenhadas está indicado a localização dos blocos autónomos. A localização e tipo tiveram
em conta o Projecto de Segurança Contra Incêndios.
9.9.
TOMADAS E APARELHAGEM DE COMANDO
A aparelhagem de comando normal serão próprias para montagem embebida ou saliente, serão de 10A /
250V. De um modo geral os interruptores e comutadores serão instalados a 1,2m do pavimento acabado.
As tomadas serão próprias para montagem embebida ou saliente dependendo do local de instalação. De um
modo geral as tomadas serão instalados a 0,3m do pavimento acabado, á excepção das zonas técnicas que
poderão ser instaladas a 1,2m do pavimento acabado. As tomadas serão do tipo com alvéolos protegidos.
Nos locais sem riscos especiais a aparelhagem de comando e tomadas serão de montagem encastrada
instalados em caixas de aparelhagem e possuíram índices de protecção mínimosIP20 e IK04.
Nas áreas técnicas as tomadas e aparelhagem de comando serão de montagem saliente ou encastrada
garantindo no mínimo IP44. As tomadas monofásicas serão de 16A/250V e as tomadas trifásicas serão de
16A/250V ou 32A/400V consoante o caso.
Nas zonas exteriores desprotegidas as tomadas e aparelhagem de comando será de montagem saliente
garantindo no mínimo IP45.
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
9.10. CAMINHOS DE CABOS
Os caminhos de cabos a instalar serão do tipo chapa de aço galvanizado a quente, estes serão
acompanhados ao longo de todo o seu trajecto por um condutor de cobre nu de 6mm2 interligado todas as
partes metálicas através de ligadores bi-metálicos adequados.
O suporte dos caminhos de cabos será realizado aos tectos ou às paredes, em função da localização e
funcionalidade. Para suspensão ao tecto, a fim de evitar esforços de tracção dos cabos, deve um dos lados do
caminho de cabos ficar completamente livre, pelo que se recomenda a instalação de pendurais de tecto.
Os acessórios de montagem, constituídos por perfis de aço com uma galvanização igual ou superior ao do
caminho de cabos, serão escolhidos tendo em conta o peso total que os diversos troços do caminho de cabos
irão suportar, bem como a distância entre suportes.
10.
CENTRAL DE SEGURANÇA
10.1. INTRODUÇÃO
Está prevista a instalação de um Grupo Electrogéneo a diesel accionado por um motor de combustão
interna com uma potência em serviço contínuo de 68kVA destinado a alimentar as instalações de segurança.
O grupo electrogéneo ficará alojado em área técnica própria para o efeito junto da portaria conforme peças
desenhadas. O acesso será condicionado a pessoas instruídas ou qualificadas respectivamente BA4 ou BA5.
10.2. CONDIÇÕES AMBIENTAIS EXIGÍVEIS




Temperatura mínima de funcionamento .......................................................................................... 0°C
Temperatura máxima de funcionamento ........................................................................................ 40°C
Humidade média anual ................................................................................................................. 80%
Humidade máxima admissível ....................................................................................................... 95%
10.3. ISOLAMENTO ACÚSTICO E CONTRA VIBRAÇÕES
Todos os equipamentos incluídos na presente empreitada, susceptíveis de originar ruídos e vibrações,
deverão ter um funcionamento optimizado em termos daquelas perturbações.
Para minimizar, na origem, a produção de ruídos e vibrações, todos os equipamentos deverão ser
instalados tendo em conta o seu adequado isolamento ou tratamento acústicos, de modo a que se não criem
situações de incomodidade em termos de vizinhança.
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
No que se refere à relação com o exterior, o condicionamento acústico a estabelecer limitará a emissão de
ruídos sendo a diferença entre o nível sonoro contínuo, equivalente ao ruído proveniente dos equipamentos e o
nível sonoro a que corresponde a probabilidade 0,95 de ser excedido, do ruído de fundo, não exceda 5 dB (A),
(Veja-se no Decreto-Lei 9/2009, de 17 de Janeiro).
Para permitir uma redução e controlo destes problemas, deverão ser fornecidos, para além dos trabalhos
descritos adiante:
 Os maciços dos equipamentos;
 Os pesos pontuais e por m2 das cargas a instalar;
 Montar de ligações flexíveis em todas as tubagens;
 Montagem de tubagens nas travessias livres com folga mínima de 2cm e isolá-las com materiais
convenientes;
 Montagem de suspensões anti-vibráteis e os dispositivos convenientes que permitam a livre dilatação
das tubagens.
10.4. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
O Grupo Electrogéneo terá as seguintes características principais:




Tensão .................................................................................................................... 400/230V – 50Hz
Potência ........................................................................................................ 68 KVA(LTP) / cos  0,8
Velocidade ....................................................................................................................... 1500 r.p.m.
Combustível .......................................................................................................................... Gasóleo
10.5. QUADRO DE COMANDO E CONTROLO
O quadro de comando e controlo será acoplado ao chassis do grupo de emergência, estando incluídos
todos os acessórios de fixação e suporte. Este destina-se a alojar todo o equipamento de comando e protecção
directamente relacionado com o funcionamento do Grupo tais como:
 Automatismo de arranque e paragem;
 Sinalização do estado de funcionamento;
 Sinalização de alarmes e disparos das protecções mecânicas e eléctricas;
 Selector do modo de funcionamento (automático, manual, ensaio e paragem);
 Potenciómetros para ajuste da frequência e da tensão;
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 Aparelhos de medida;
 Disjuntor de protecção do alternador;
 Equipamento de alimentação, comando e protecção dos sistemas auxiliares necessários ao
funcionamento do grupo.
O quadro deve incorporar os seguintes elementos mínimos:
 Painel principal;
 Sinalizações;
 Equipamentos de medida;
 Equipamento de controlo;
 Esquema sinóptico;
 Painel auxiliar.
Os requisitos mínimos para cada um destes elementos são os a seguir indicados.
PAINEL PRINCIPAL
Recebe e distribui a energia eléctrica produzida pelo Grupo e incorpora os seguintes equipamentos,
convenientemente dimensionados para a potência do grupo a proteger:
 Um disjuntor tetrapolar de protecção do alternador, equipado com relés térmicos e electromagnéticos
com actuação manual pela frente do quadro, com curva de disparo tipo G;
 Disjuntores tetrapolares para protecção das saídas, equipados com relés térmicos, e
electromagnéticos com actuação manual pela frente do quadro bem como bobines de disparo;
 Tomada alimentada da bateria de arranque para gambiarra, respectiva ficha com 10 m de cabo e
gambiarra para fixação em suporte;
 Autómato programável com processador individual que controlará as funções e sinalizações do
automatismo. Todos os circuitos de saída do autómato serão feitos através de relés de interface.
 Iluminação interior do painel;
 Painel de relés de automatismo;
 Potenciómetros de ajuste de velocidade e tensão;
 Comutador selector do tipo de funcionamento do grupo.
SINALIZAÇÕES
Deverão ser previstas as seguintes sinalizações ópticas:
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
 Rede presente;
 Grupo pronto para arranque;
 Grupo em marcha;
 Grupo desligado;
 Falha de arranque;
 Falta de pressão de óleo;
 Sobreaquecimento (água e óleo);
 Colmatação dos filtros de ar;
 Falta de combustível no reservatório diário;
 Depósito de combustível no nível mínimo;
 Sobrevelocidade;
 Sobreaquecimento de estator.
Dos alarmes ópticos anteriores, conduzirão a alarmes acústicos os seguintes:
 Sobrevelocidade;
 Falta de pressão de óleo;
 Sobreaquecimento de água e de óleo;
 Sobreaquecimento de estator;
 Falta de combustível.
Dever-se-ão prever sistemas de cancelamento do alarme acústico não inibindo, no entanto, alarmes
acústicos posteriores.
EQUIPAMENTOS DE MEDIDA
Serão instalados equipamentos de medida de elevada precisão do tipo encastrado sobre a face dianteira do
quadro.
Os aparelhos de medida a considerar são:
 Voltímetro e comutador;
 Amperímetros;
 Fasímetro;
 Frequencímetro;
 2 Contadores de Horas;
 Amperímetro e voltímetro da bateria;
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
 Wattímetro.
10.6. QUADRO REMOTO DO GRUPO
Destina-se a repetir todos os comandos e sinalizações fundamentais presentes no quadro local, de modo a
permitir a monitorização e operação remota do grupo a partir da sala de segurança. Na sala de segurança será
instalado um painel remoto do grupo. Será prevista a opção de interligação via Ethernet de todas as funções a
seguir descriminadas.
Deverá permitir as seguintes funções:
 Sinalização do estado de funcionamento;
 Sinalização de alarmes e disparos das protecções mecânicas e eléctricas;
 Selector do modo de funcionamento (automático, manual, ensaio e paragem).
Deverão ser previstas as seguintes sinalizações ópticas:
 Rede presente;
 Grupo pronto para arranque;
 Grupo em marcha;
 Grupo desligado;
 Falha de arranque;
 Falta de pressão de óleo;
 Sobreaquecimento (água e óleo);
 Colmatação dos filtros de ar;
 Falta de combustível no reservatório diário;
 Depósito de combustível no nível mínimo;
 Sobrevelocidade;
 Sobreaquecimento de estator.
Dos alarmes ópticos anteriores, conduzirão a alarmes acústicos os seguintes:
 Sobrevelocidade;
 Falta de pressão de óleo;
 Sobreaquecimento de água e de óleo;
 Sobreaquecimento de estator;
 Falta de combustível.
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MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
Dever-se-ão prever sistemas de cancelamento do alarme acústico não inibindo, no entanto, alarmes
acústicos posteriores.
10.7. ARRANQUE DO GRUPO
O grupo deverá entrar automaticamente em funcionamento sempre que se detectem, na rede, variações de
tensão superiores a 5% do valor nominal, durante um intervalo de tempo igual ou superior a um valor préestabelecido.
Este tempo de espera, regulável na gama dos 0 a 20 segundos, permitirá evitar o arranque intempestivo do
grupo em caso de perturbações de curta duração que ocorram na Rede Pública.
Após atingir o regime nominal de funcionamento, o Grupo envia um sinal a inversor automático, autorizando
a comutação automática Rede/Grupo.
Admitem-se 5 tentativas consecutivas de arranque em modo automático.
10.8. PARAGEM DO GRUPO
Em caso de retorno de energia da rede aos valores nominais e após temporização idêntica à utilizada para a
ordem de arranque automático, o Grupo autoriza a comutação automática do inversor para a alimentação pela
rede.
O Grupo continuará ainda a funcionar durante algum tempo para permitir ao sistema de refrigeração e ao
sistema de lubrificação, a redução da temperatura para valores próximos ao do regime em vazio.
Finda esta fase, o Motor Diesel recebe ordem de paragem.
10.9. SELECÇÃO DO MODO DE FUNCIONAMENTO
Mediante o posicionamento do selector de modo de funcionamento, situado no painel de comando do
Quadro de Grupo, o Grupo poderá, para além do modo de arranque e paragem já referidos, funcionar por
comando manual, devendo, para isso, colocar-se o selector na posição respectiva e accionar as botoneiras
“Arranque” ou “Paragem”.
Existirá ainda, a posição ensaio que simula uma ordem automática de arranque do Grupo permitindo testar
todo o automatismo de arranque.
Para permitir a colocação do Grupo fora de serviço, existe no selector de funcionamento a posição
“paragem” que não permite o arranque do Grupo.
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10.10. BASE DE ASSENTAMENTO
O conjunto Motor Diesel / Alternador será instalado sobre uma base construída com perfis metálicos que
garantam uma rigidez suficiente para suportar o peso da máquina e para manter o perfeito alinhamento dos
eixos. Estes perfis serão assentes em maciço de betão e apoios antivibráticos.
10.11. DEPÓSITO DIÁRIO
O grupo terá associado na base um depósito diário de combustível, construído em chapa de aço com
2mm de espessura no mínimo pintado com tinta anti-corrosiva.
O depósito será equipado com indicador de nível, indicando nível mínimo e nível máximo, de forma
contínua.
O depósito será ainda dotado de respiradouro, válvula para esvaziamento e válvula de isolamento.
A capacidade dos depósitos será de 225 Litros o que face ao consumo previsto de 15 L/hora tem-se
uma autonomia aproximada de 15 horas.
Será ainda previsto um tanque de retenção com a capacidade do combustível do depósito diário mais a
capacidade de óleo do motor.
10.12. SISTEMAS AUXILIARES
10.12.1.SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO
O grupo será acoplado um radiador de alta capacidade que se manterá em funcionamento mesmo após
a paragem do motor, de forma a garantir os valores de temperatura admissíveis na máquina.
O ar quente será extraído para o exterior através de grelhas colocadas na fachada da sala técnica.
O sistema será dimensionado para manter a temperatura do motor dentro dos limites normais de
funcionamento exigidos pelo fabricante em qualquer regime de funcionamento.
Todos os acessórios de fixação e suporte terão tratamento anti-corrosivo. Todas as tubagens possuíram
ligações flexíveis de características adequadas.
O sistema de refrigeração compreende:
 Radiador instalado na base do grupo, incorporando tanque de expansão e será fornecido com
grelha de protecção na saída de ar;
 Ventilador soprante com protecções;
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
Bomba de água centrífuga accionada pelo motor diesel através de engrenagens;
 Dispositivo de paragem de motor por baixo nível de refrigerante montado no tanque de expansão;
 Anticongelante para primeiro enchimento do circuito;
 Resistência de aquecimento da água de refrigeração;
10.12.2.SISTEMA DE PRÉ AQUECIMENTO
O grupo será provido de um sistema de pré aquecimento do bloco do motor de modo a garantir que no
arranque o motor tem uma temperatura próxima da de funcionamento.
10.12.3.ISOLAMENTO ACÚSTICO E CONTRA VIBRAÇÕES
Para evitar a propagação das vibrações resultantes do funcionamento do grupo serão utilizados apoios e
ligações elásticas em todos os órgãos sujeitos a vibrações nomeadamente:
 Bases de apoios antivibráticos para a base de assentamento do grupo;
 Suspensões elásticas para tubagem de escape;
 Ligações flexíveis na tubagem de água e de combustível;
10.12.4.SISTEMA DE ADMISSÃO
O sistema de admissão será composto por:
 Filtro de ar modular adequado a cada grupo.
 Indicador de serviço para mudança de filtro.
10.12.5.SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
O sistema de combustível de cada grupo será composto por:
 Filtro de combustível no primário e no secundário;
 Depósito diário na base de cada grupo;
 Indicador de nível;
 Tampão de enchimento com respiradouro e filtro;
 Tampão de drenagem;
 Tubagem de alimentação e retorno de combustível.
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10.12.6.SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
O sistema de lubrificação de cada grupo deve servir o grupo inteiro e será composto por:
 Cárter de óleo;
 Dois filtros de óleo;
 Bomba de circulação de óleo de engrenagens accionada pelo motor;
 Óleo lubrificante para primeiro enchimento.
10.12.7.SISTEMA DE ARRANQUE
Será composto por:
 Motor de arranque de 24 Vcc;
 Baterias de arranque, com suporte e cabos;
 Alternador de carga;
 Carregador de baterias.
10.12.8.SISTEMA DE ESCAPE
O sistema de escape do grupo incluirá um colector de escape silencioso, todas as tubagens até ao
exterior da sala técnica incluindo acessórios de fixação e suporte devidamente dimensionados, providos de
apoios antivibráticos.
Todas as tubagens de escape serão isoladas termicamente.
Será instalado um silenciador de escape com atenuação que garanta a insonorização da sala dos grupos
de acordo com os princípios enunciados nesta Memória Descritiva e Justificativa.
A forma cilíndrica do silenciador será construída em folha de aço com tratamento anti-corrosão. O tubo
de exaustão de gás interior será também em folha de aço microperfurada e o espaço entre os dois tubos
será preenchido com material resistente ao calor como por exemplo lã de rocha.
A temperatura dos gases de escape não poderá ser superior a 500ºC.
Todas as tubagens flangeadas e respectivos suportes serão pintados com tinta de alumínio resistente ao
calor.
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10.12.9.CIRCUITOS AUXILIARES
Todas as canalizações de sistemas auxiliares deverão ser devidamente dimensionadas de acordo com
as R.T.I.E.B.T. e o tipo de arranque de sistemas a alimentar.
11.
VÁRIOS
11.1. LOCAIS AFECTOS A SERVIÇOS ELÉCTRICOS
Os locais afectos a serviços eléctricos devem ser dotados de meios adequados de extinção de incêndios de
acordo com a secção 801.2.1.4.2.2. Assim as salas técnicas destinadas a serviços eléctricos deve ser dotadas de
extintor de CO2 de capacidade adequada.
Final da Memória Descritiva e Justificativa
Lisboa, 08 de Dezembro de 2014
O TÉCNICO RESPONSÁVEL
__________________________________
Ricardo Jorge Espinho Dias
(OET N.º 18981)
Pág. 37/37
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CALCULOS JUSTIFICATIVOS
DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES
00
2014-12-08
Rev
Data
Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
Pág. 1/3
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES
DESIGNAÇÃO
CARGA
PROTEÇÃO
DESTINO
Pot.
(kVA)
ALIM. T
/M
IB
(A)
Portinhola
QE
180,7
T
QE
QINV
68,0
T
QE
QCOZ
40,0
QE
QP0.1
10,0
QE
QP0.2
QE
QP0.3
QE
QE
CANALIZAÇÃO
Cabo / Condutor
L
(m)
IZ
(A)
Fc1
Fc2
Fc3
52-C30
4x[XV(0,6/1kV)-R 1x185]
185
25
434
1,00
1,00
52-C11
XZ1(frs,zh) 4x50 + H07V-R 1G25
50
6
192
1,00
0,72
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 4x35 + H07V-R 1G16
35
40
158
1,00
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
40
100
1,00
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
20
100
41,6
D
52-C30
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
45
113
20
26,0
B
52-C4
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
15
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
6
D
50
65,0
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 4x25 + H07V-R 1G16
25
45
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
25
Tipo
I2
(A)
Mét.
Refª
QUADRO
261,9
F
315
488,3
D
98,6
D
125
162,5
E
T
58,0
D
63
81,9
T
14,5
D
32
41,6
10,0
T
14,5
D
32
15,0
T
21,7
D
32
QELEV
5,0
T
7,2
D
QP1
10,0
T
14,5
D
QE
QP1.1
30,0
T
43,5
QE
QP1.2
15,0
T
21,7
ORIGEM
QUEDA TENSÃO e Icc
Secção
(mm2)
In
(A)
F
I'Z
(A)
1,45 . I'Z
(A)
0,80
0,80
347,20
503,44
20
1,00
0,72
138,24
200,45
30
0,72
1,00
0,72
113,76
164,95
0,72
1,00
0,72
72,00
104,40
1,00
0,72
1,00
0,72
72,00
1,00
1,00
0,80
0,80
90,40
48
1,00
0,72
1,00
0,72
113
1,00
0,72
1,00
0,72
127
1,00
0,72
1,00
113
1,00
0,72
1,00
Parcial
TA (ºC)
(%)
Total
(%)
Pdc (kA)
0,83
0,83
20
0,19
1,03
15
30
1,02
1,86
10
30
0,52
1,36
6
104,40
30
0,26
1,10
6
131,08
20
0,88
1,72
10
34,56
50,11
30
0,25
1,09
6
81,36
117,97
30
0,08
0,91
10
0,72
91,44
132,59
30
1,17
2,00
6
0,72
81,36
117,97
30
0,49
1,32
6
QE
QAT
5,0
T
7,2
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 5G16
16
55
113
1,00
0,72
1,00
0,72
81,36
117,97
30
0,36
1,19
6
QE
Q.E.AVAC.01
70,0
T
101,4
D
125
162,5
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-R 4x70 + H07V-R 1G35
70
55
246
1,00
0,72
1,00
0,72
177,12
256,82
30
1,38
2,22
6
QE
QREGA
2,0
T
2,9
D
20
26,0
D
52-C30
XV(0,6/1kV)-U 5G4
4
20
53
1,00
1,00
0,80
0,80
42,40
61,48
20
0,20
1,03
6
QINV
QGSEG
68,0
T
98,6
D
125
162,5
E
52-C11
XZ1(frs,zh) 4x50 + H07V-R 1G25
50
6
192
1,00
1,00
1,00
1,00
192,00
278,40
30
0,19
0,19
5
QGE
QINV
68,0
T
98,6
D
125
162,5
E
52-C11
XZ1(frs,zh) 4x50 + H07V-R 1G25
50
45
192
1,00
0,77
1,00
0,77
147,84
214,37
30
1,44
1,44
5
QGSEG
QBI.1
25,0
T
36,2
D
50
65,0
D
52-C30
XZ1(frs,zh) 4x25 + H07V-R 1G16
25
55
144
1,00
1,00
0,80
0,80
115,20
167,04
20
1,19
2,63
5
QGSEG
QBI.2
25,0
T
36,2
D
50
65,0
D
52-C30
XZ1(frs,zh) 4x25 + H07V-R 1G16
25
55
144
1,00
1,00
0,80
0,80
115,20
167,04
20
1,19
2,63
5
QGSEG
QB.PLUV
2,0
T
2,9
D
16
20,8
D
52-C30
XZ1(frs,zh) 5G6
6
60
66
1,00
1,00
0,80
0,80
52,80
76,56
20
0,40
1,85
5
QGSEG
QVENT
20,0
T
29,0
D
32
41,6
E
52-C11
XZ1(frs,zh) 5G16
16
40
100
1,00
0,72
1,00
0,72
72,00
104,40
30
1,05
2,49
5
QGSEG
QSEG.P1
2,0
T
2,9
D
32
41,6
E
52-C11
XZ1(frs,zh) 5G10
10
10
75
1,00
0,72
1,00
0,72
54,00
78,30
30
0,04
1,48
5
QCOZ
Q.E.AVAC.05
1,5
T
2,2
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
6
75
1,00
0,72
1,00
0,72
54,00
78,30
30
0,03
1,89
5
QP0.1
Q.E.AVAC.06
1,5
T
2,2
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
3
75
1,00
0,72
1,00
0,72
54,00
78,30
30
0,02
1,37
5
QP0.2
Q.E.AVAC.07
1,5
T
2,2
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
3
75
1,00
0,72
1,00
0,72
54,00
78,30
30
0,02
1,11
5
QP0.3
Q.E.AVAC.08
6,0
T
8,7
D
32
41,6
B
52-C4
XV(0,6/1kV)-R 5G10
10
15
66
1,00
0,72
1,00
0,72
47,52
68,90
30
0,18
1,90
5
QP1
Q.E.AVAC.03
2,5
T
3,6
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
3
54
1,00
0,72
1,00
0,72
38,88
56,38
30
0,03
0,94
5
QP1.1
Q.E.AVAC.02
20,0
T
29,0
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
3
54
1,00
0,72
1,00
0,72
38,88
56,38
30
0,20
2,20
5
QP1.2
Q.E.AVAC.04
2,0
T
2,9
D
32
41,6
E
52-C11
XV(0,6/1kV)-U 5G6
6
3
54
1,00
0,72
1,00
0,72
38,88
56,38
30
0,02
1,34
5
Potência Própria QE (kVA)
5,0
Ku
0,65
Total
180,7
Pág. 2/3
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES
NOTAS:
. As quedas de tensão indicadas são as máximas previstas
LEGENDA:
. T / M - Alimentação T (Trifásica) ou M (Monofásica)
. IB - Intensidade da corrente de serviço
. Tipo - Tipo de proteção utilizada, F (Fusível); D (Disjuntor)
. In - Intensidade da corrente nominal do aparelho de proteção
. I2 - Intensidade de corrente convencional de funcionamento
. Mét. Refª - Método de referência de acordo com o modo de instalação
. QUADRO - Quadro de correntes máximas admissíveis das R.T.I.E.B.T.
. L - Comprimento da canalização
. Iz - Intensidade de corrente máxima admissível na canalização
. Fc1 - Fator de correção em função da temperatura
. Fc2 - Fator de sorreção para agrupamento de circuitos
. Fc3 - Fator de correção em função da resistividade térmica do solo
. F - Fator de correção total
. I'Z - Intensidade de corrente máxima admissível na canalização corrigida
. 1,45.I'z - Valor limite termico da canalização
. Ku - Coeficiente de Utilização
Pág. 3/3
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
00
2014-12-08
Rev
Data
Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
Pág. 1/9
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
ÍNDICE
1.
INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................ 3
2.
ÂMBITO DOS TRABALHOS ............................................................................................................................... 3
3.
COORDENAÇÃO COM OUTRAS EMPREITADAS..................................................................................................... 4
4.
DISPOSIÇÕES REGULAMENTARES .................................................................................................................... 4
5.
APRESENTAÇÃO DE PREÇOS ........................................................................................................................... 5
6.
ELEMENTOS TÉCNICOS ................................................................................................................................... 5
7.
GARANTIAS................................................................................................................................................... 5
8.
ELEMENTOS A FORNECER PELO EMPREITEIRO APÓS ADJUDICAÇÃO ...................................................................... 6
9.
OBRIGAÇÕES COMPLEMENTARES DO EMPREITEIRO ............................................................................................ 6
10.
ELEMENTOS A FORNECER PELO EMPREITEIRO ANTES DA RECEPÇÃO PROVISÓRIA................................................... 7
11.
ENSAIOS E MEDIÇÕES..................................................................................................................................... 7
12.
RECEPÇÃO PROVISÓRIA.................................................................................................................................. 7
13.
SEGURANÇA DA OBRA .................................................................................................................................... 8
14.
LIMPEZA DA OBRA ......................................................................................................................................... 8
15.
TRABALHOS ADICIONAIS ................................................................................................................................. 8
16.
DIRECÇÃO TÉCNICA / PESSOAL AFECTO AO EMPREITEIRO .................................................................................... 8
17.
TRABALHOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ................................................................................................................. 8
18.
DIRECÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA OBRA................................................................................................................ 8
Pág. 2/9
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
1.
INTRODUÇÃO
O objecto da presente empreitada diz respeito ao fornecimento e montagem das Instalações Eléctricas destinadas
ao Centro Escolar de Porto de Mós, para que as mesmas fiquem de acordo com a legislação vigente e satisfaçam
as exigências de bom funcionamento do referido espaço.
2.
ÂMBITO DOS TRABALHOS
Consideram-se incluídos no âmbito da presente empreitada todos os trabalhos mencionados nas peças escritas e
desenhadas.
O Projecto de Execução é constituído pelas Peças Desenhadas, Memória Descritiva e Justificativa, Condições
Técnicas Gerais, Condições Técnicas Especiais e Mapa de Medições. Fazem parte dos trabalhos tudo o que for
definido numa das partes atrás referidas mesmo que não esteja nas outras.
Assim, refere-se os principais trabalhos incluídos na empreitada:

Fornecimento de todos os elementos inerentes aos trabalhos de apoio de construção civil.

Fornecimento dos desenhos de execução.

Fornecimento e montagem das Instalações definidas neste Projecto, nomeadamente:
 Quadros eléctricos e respectivas alimentações.
 Circuitos e equipamentos de iluminação normal e de segurança.
 Circuitos e equipamentos de tomadas e alimentações específicas.
 Rede de terras e ligações equipotenciais.
 Alimentações a equipamentos específicos.
 Aparelhagem de comando e tomadas.
 Caminhos de cabos, caixas e tubagem.
 Sistema de Chamadas de emergência.
 Sistema de Informação horária.
 Sistema Automático de Detecção de Incêndio.
 Sistema Automático de Detecção de Gás.
 Sistema Automático de Detecção de Intrusão.
 Grupo Electrogéneo de Segurança.
 Trabalhos de desmontagem e montagem do sistema de painéis solares fotovoltaicos existentes.
 Trabalhos complementares da empreitada.
Pág. 3/9
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS

Fornecimento de telas finais e manuais de instrução em português.

Testes, ensaios e vistorias.

Treino do pessoal do Dono de Obra.

Manutenção e conservação gratuitas durante o período de garantia.
As instalações atrás indicadas serão entregues completamente equipadas, devidamente ensaiadas, prontas a
funcionar e convenientemente ligadas às respectivas redes.
Todos os encargos de ligação às redes dos Operadores de Energia e de Telecomunicações serão suportados pelo
adjudicatário, que posteriormente será reembolsado pelo Dono da Obra, mediante a apresentação dos respectivos
recibos devidamente justificados e discriminados.
O preço da empreitada incluirá a execução de todos os trabalhos que constam das peças escritas e desenhadas,
incluindo a abertura e tapamento de roços.
3.
COORDENAÇÃO COM OUTRAS EMPREITADAS
O adjudicatário deverá apresentar à Fiscalização um plano de trabalhos e a listagem de trabalhos de apoio de
outros empreiteiros, nomeadamente:
4.

Construção Civil.

Rede de Água e Serviço de Incêndio

Instalações de Climatização (Ventilação e Ar Condicionado).

Elevadores.

Instalações de Telecomunicações.

Instalações de Segurança.

Rede de Águas.

Rede de Esgotos.
DISPOSIÇÕES REGULAMENTARES
Para além do cumprimento das “CONDIÇÕES TÉCNICAS” estabelecidas neste capítulo, o empreiteiro executará as
suas instalações de acordo com as disposições regulamentares em vigor à data de execução.
Adjudicatário obriga-se a executar toda a empreitada de acordo com a seguinte:
Pág. 4/9
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS

Proposta do adjudicatário, incluindo os documentos que dela façam parte.

Caderno de Encargos e peças desenhadas.

Informação dada pelo Dono da Obra ou seu representante, esclarecendo questões do projecto ou alterandoo.

Desenhos de preparação.

Planeamento de execução dos trabalhos.
Todos os trabalhos desta empreitada deverão ser executados segundo as boas regras da arte e em conformidade
com as peças escritas e desenhadas.
5.
APRESENTAÇÃO DE PREÇOS
A empreitada será realizada em regime de preço fixo. Com a proposta devem ser apresentados todos os preços
unitários, compostos para os materiais e equipamentos.
A proposta deve ser acompanhada por uma memória descritiva que permita ajuizar sobre os materiais propostos,
acompanhadas sempre de catálogos técnicos do material e de todos os equipamentos com indicação das suas
marcas e características técnicas fundamentais.
A proposta deve apresentar o prazo de entrega das instalações completas conforme projecto e prontas a funcionar,
prazo de validade da proposta, planeamento de obra detalhado e organigrama financeiro.
Estes preços incluirão todos os encargos relativos a custos, transporte, montagem, administração e lucro.
6.
ELEMENTOS TÉCNICOS
Deverão ser fornecidos catálogos técnicos em português com as características de todos os equipamentos
propostos.
Todos os elementos propostos deverão ser submetidos à aprovação da fiscalização e arquitectura.
7.
GARANTIAS
O prazo de garantia das instalações será, no seu conjunto, de dois anos, desde que, durante este período, o
funcionamento da instalação não tenha merecido quaisquer reparos. Qualquer componente que venha a ser
substituído ao abrigo desta garantia, terá automaticamente igual período de garantia a partir da data da sua
substituição.
Pág. 5/9
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
O empreiteiro terá de fornecer garantia de fornecimento das peças de reserva por um período nunca inferior a 10
anos.
Durante o período de garantia, é obrigação do empreiteiro proceder a execução de todas as tarefas de manutenção
de rotina preventiva, bem como quaisquer intervenções de emergência e reparação sem qualquer custo para o
Dono de Obra.
8.
ELEMENTOS A FORNECER PELO EMPREITEIRO APÓS ADJUDICAÇÃO
Após a recepção da encomenda e antes de iniciar os trabalhos, o empreiteiro terá de fornecer:

Desenhos de preparação com implementação dos equipamentos e traçados definitivos.

Desenhos devidamente cotados de todos os quadros eléctricos não podendo dar inicio à sua construção
sem que os desenhos tenham sido aprovados previamente pela fiscalização.

Desenho com a marcação de todas as furações, aberturas, caleiras, maciços, etc., para execução da
presente empreitada.

Planeamento pormenorizado dos trabalhos a realizar.

Planeamento financeiro da obra.

Adjudicatário deverá apresentar à aprovação da Direcção e Fiscalização da Obra amostras de todos os
materiais propostos.
Todos os elementos acima referidos só podem ser utilizados em obra após aprovação pela Direcção e Fiscalização
da Obra.
9.
OBRIGAÇÕES COMPLEMENTARES DO EMPREITEIRO
Compete ao empreiteiro estabelecer os contactos necessários com o Distribuidor local de energia da área, no
sentido de procurar as melhores condições de execução para as entradas de energia e de telefones linhas de rede,
bem como as vistorias e aprovações que forem pertinentes para essas entidades, mantendo a Fiscalização a par
das soluções encontradas, a fim desta poder, com oportunidade, emitir o seu parecer.
O empreiteiro deverá tomar a iniciativa de pedir a presença da Fiscalização após a execução dos seguintes
trabalhos:

Marcação de roços;

Colocação de tubagem, caminhos de cabos e caixas (antes de tapar);

Enfiamento e ligação de caixas e aparelhagem.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
A Fiscalização reserva-se o direito de mandar destapar tubagens que sem a sua aprovação tenham sido
embebidas, sem que daí advenham quaisquer encargos para o proprietário.
10.
ELEMENTOS A FORNECER PELO EMPREITEIRO ANTES DA RECEPÇÃO PROVISÓRIA

Três cópias de peças desenhadas das instalações e montagens definitivamente realizadas, incluindo
esquemas completos de todas as instalações.

Dois CD`s com as telas finais.

Três exemplares do manual de condução e manutenção, em Língua Portuguesa, dos equipamentos e
instalações. Neste manual, o empreiteiro deverá incluir uma listagem de peças sobressalentes.

11.
Mapas de Ensaios.
ENSAIOS E MEDIÇÕES
Depois de concluídos todos os trabalhos, deverão ser efectuados os ensaios considerados necessários pela
Fiscalização. Para tal o empreiteiro submeterá à aprovação da Fiscalização o respectivo plano de ensaios, no qual
deverão ser previstas as medidas adequadas, entre as quais:

Níveis de iluminação e comandos da iluminação.

Resistências de isolamento.

Medição das intensidades de corrente.

Tensões na entrada dos quadros eléctricos.

Teste de relés diferenciais.

Medição da resistência de terra e continuidade da rede de terras e ligações equipotenciais.
O empreiteiro deverá apresentar toda a aparelhagem e equipamento necessário à execução dos ensaios e
medições, o qual deverá ser homologado para o efeito e disponibilizar pessoal qualificado para a realização de
ensaios e medições.
12.
RECEPÇÃO PROVISÓRIA
A recepção provisória será feita a pedido do empreiteiro e desde que a Direcção e Fiscalização da Obra dê o seu
parecer favorável.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
13.
SEGURANÇA DA OBRA

Todos os elementos envolvidos na empreitada terão obrigatoriamente de trabalhar com protecção adequada
e segundo as normas que lhe sejam aplicadas.

Será da responsabilidade do empreiteiro promover o seguro de acidentes, declinando o Dono de Obra toda a
responsabilidade de pagamento de quaisquer indemnizações por perdas ou danos.
14.
LIMPEZA DA OBRA
A limpeza do estaleiro e da obra é da exclusiva responsabilidade do empreiteiro, sendo da sua responsabilidade a
remoção de lixos, entulhos e detritos relacionados com a sua empreitada.
15.
TRABALHOS ADICIONAIS
A realização de todos os trabalhos e fornecimentos não previstos neste Caderno de Encargos, terá
obrigatoriamente que ser submetida à aprovação do Dono de Obra ou seu representante.
16.
DIRECÇÃO TÉCNICA / PESSOAL AFECTO AO EMPREITEIRO
O empreiteiro nomeará um técnico competente e responsável, que será seu representante e interlocutor entre o
adjudicatário e o Dono de Obra ou seu representante, este deve manter-se na obra desde o inicio da mesma.
O Dono de Obra ou seu representante reserva-se o direito de recusar todos os elementos do pessoal que revelem
incompetência, indisciplina ou não cumprimento das normas de segurança.
17.
TRABALHOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
As Empreitadas de Instalações Especiais não incluem trabalhos de Construção Civil.
É, no entanto, obrigação do empreiteiro, o fornecimento, nos prazos estabelecidos e com o devido detalhe, de
todos os elementos necessários ao dimensionamento e execução de obras de construção civil de apoio, sendo da
sua conta as alterações ou trabalhos a mais, cuja execução venha a ser necessária como resultado de erro e
omissão daqueles elementos.
Será também da responsabilidade do empreiteiro a verificação e/ou cálculo de todas as estruturas necessárias
para implantar os equipamentos.
18.
DIRECÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA OBRA
A Direcção e Fiscalização da Obra serão desempenhadas por um delegado do Dono da Obra a designar por este.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS
Independentemente das obrigações do Adjudicatário quanto ao auto controlo de qualidade dos trabalhos, a
Direcção e Fiscalização da Obra poderá inspeccionar, em todo e qualquer tempo ou lugar, permanente ou
ocasionalmente, tudo quanto faz parte da empreitada, incluindo o modo de execução dos trabalhos e montagem,
os materiais e os equipamentos, inclusive na fase de fabrico, bem como rejeitar, no todo ou em parte, aquilo que
não esteja de acordo com as condições contratuais e com a boa prática corrente, podendo mesmo mandar
conduzir para fora do local da obra, ou inutilizar, a encargo do Adjudicatário, os materiais que não lhe ofereçam
garantia.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
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Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
ÍNDICE
1.
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................................................. 5
2.
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ..................................................................................... 5
3.
EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES..................................................................................................................................... 5
3.1.
MARCAÇÕES............................................................................................................................................................... 5
3.2.
COLOCAÇÃO DOS TUBOS ............................................................................................................................................ 6
3.3.
COLOCAÇÃO DAS CAIXAS ............................................................................................................................................ 6
3.4.
MONTAGEM DOS CABOS ............................................................................................................................................. 6
3.5.
MONTAGEM DA APARELHAGEM................................................................................................................................... 7
4.
CANALIZAÇÕES ........................................................................................................................................................... 7
4.1.
CABOS E CONDUTORES ............................................................................................................................................... 7
4.2.
TUBOS E ACESSÓRIOS ................................................................................................................................................ 8
4.3.
CAIXAS ....................................................................................................................................................................... 8
4.4.
CAMINHOS DE CABOS ................................................................................................................................................. 9
4.5.
CAIXAS DE PAVIMENTO ............................................................................................................................................. 10
4.6.
CAIXAS/CÂMARAS DE PASSAGEM.............................................................................................................................. 11
5.
QUADROS ELÉCTRICOS ............................................................................................................................................. 11
5.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 11
5.2.
ESPECIFICAÇÃO GERAL ............................................................................................................................................. 12
5.3.
NORMAS DE CONSTRUÇÃO ....................................................................................................................................... 13
5.4.
CONDIÇÕES DE SERVIÇO ........................................................................................................................................... 13
5.5.
ESQUEMA DE LIGAÇÕES À TERRA .............................................................................................................................. 13
5.6.
BARRAMENTOS......................................................................................................................................................... 13
5.7.
INTERRUPTORES GERAIS DOS QUADROS ................................................................................................................... 13
5.8.
FUSÍVEIS ................................................................................................................................................................... 14
5.9.
DISJUNTORES ........................................................................................................................................................... 14
5.10.
INTERRUPTORES E DISJUNTORES DIFERENCIAIS ........................................................................................................ 14
5.11.
CONTACTORES ......................................................................................................................................................... 15
5.12.
SINALIZADORES ........................................................................................................................................................ 15
5.13.
BUCINS ..................................................................................................................................................................... 15
6.
APARELHAGEM ......................................................................................................................................................... 15
6.1.
TOMADAS ................................................................................................................................................................. 15
6.2.
COMANDOS DE ILUMINAÇÃO ..................................................................................................................................... 16
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
6.3.
BOTONEIRAS DE CORTE ............................................................................................................................................ 16
7.
ILUMINAÇÃO ............................................................................................................................................................. 17
7.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 17
7.2.
ILUMINAÇÃO NORMAL............................................................................................................................................... 17
7.3.
ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA .................................................................................................................................... 17
8.
SISTEMA DE CHAMADAS DE EMERGÊNCIA ................................................................................................................. 18
9.
SISTEMA DE INFORMAÇÃO HORÁRIA.......................................................................................................................... 18
9.1.
CENTRAL HORÁRIA ................................................................................................................................................... 19
9.2.
SERVIDOR................................................................................................................................................................. 19
9.3.
ANTENA GPS ............................................................................................................................................................. 19
9.4.
RELÓGIOS ANALÓGICOS E CAMPAÍNHAS .................................................................................................................... 20
10.
CENTRAL DE SEGURANÇA ......................................................................................................................................... 20
10.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 20
10.2.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS .................................................................................................................................. 21
10.3.
DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS .............................................................................................................................. 21
11.
TRANSFORMADOR DE ISOLAMENTO .......................................................................................................................... 25
12.
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO (SADI) ........................................................................................ 26
12.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 26
12.2.
DETECÇÃO DE INCÊNDIOS ......................................................................................................................................... 27
12.3.
PAINEL REPETIDOR ................................................................................................................................................... 28
12.4.
BASE PARA DETECTORES .......................................................................................................................................... 29
12.5.
DETECTOR ÓPTICO DE FUMOS ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL ......................................................................................... 29
12.6.
DETECTOR TERMOVELOCIMÉTRICO ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL.................................................................................. 30
12.7.
DETECTOR ÓPTICO E TERMOVELOCIMÉTRICO ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL................................................................... 31
12.8.
BOTONEIRA DE ALARME ANALÓGICA ENDEREÇÁVEL .................................................................................................. 33
12.9.
SIRENE DE ALARME ENDEREÇÁVEL ........................................................................................................................... 33
12.10. MÓDULO DE INFORMAÇÃO COM 4 ENTRADAS ............................................................................................................ 34
12.11. MÓDULO DE INFORMAÇÃO E COMANDO COM 4 ENTRADAS E 4 SAÍDAS....................................................................... 34
13.
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INTRUSÃO (SADIR) ..................................................................................... 35
13.1.
GENERALIDADES ....................................................................................................................................................... 35
13.2.
CENTRAL DE DETECÇÃO DE INTRUSÃO ...................................................................................................................... 36
13.3.
TECLADO DE OPERAÇÃO COM TAMPA E VISOR LCD ................................................................................................... 38
13.4.
MÓDULO DE ENDEREÇAMENTO.................................................................................................................................. 39
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
13.5.
SIRENE DE ALARME PARA EXTERIOR COM FLASH ...................................................................................................... 39
13.6.
DETECTOR DE MOVIMENTOS DE DUPLA TECNOLOGIA................................................................................................. 40
14.
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE GÁS (SADG) ............................................................................................... 41
14.1.
CENTRAL DE DETECÇÃO DE GÁS ............................................................................................................................... 41
14.2.
DETECTORES DE GÁS ................................................................................................................................................ 42
14.3.
PAINÉIS ÓPTICO ACÚSTICOS (POA) ............................................................................................................................ 42
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
1.
INTRODUÇÃO
As presentes Condições Técnicas Especiais (CTE) do Projecto de Execução (PE) das Instalações Eléctricas,
relativo à Requalificação da Escola EB 2,3 de Peso da Régua, têm por base caracterizar e especificar os diversos
equipamentos integrantes das referidas instalações bem como estabelecer níveis de qualidade mínimos para os
equipamentos.
2.
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Todos os materiais e equipamentos deverão obedecer às seguintes condições:
 Regulamentos e Normas Portuguesas e Internacionais aplicáveis
 Serem adequados ao local, à sua utilização e modo de instalação
 Serem homologados por entidades certificadoras.
3.
EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES
3.1.
MARCAÇÕES
Antes do inicio de qualquer trabalho, o empreiteiro deverá proceder à marcação dos traçados e a localização dos
vários equipamentos a utilizar, atendendo nesta marcação a que:
 Deverá evitar traçados oblíquos e faltas de paralelismo dos tubos condutores e cabos;
 O corte dos tubos far-se-á sempre perpendicularmente ao seu eixo, tendo o cuidado de retirar rebarbas
desses cortes, para que as mesmas não venham a ferir o isolamento dos cabos;
 Os raios de curvatura dos tubos e condutores serão adequados aos respectivos diâmetros, não sendo
inferiores a 6 vezes o valor destes;
 Os traçados serão tais que se evite a entrada de humidade e agua nos tubos, especialmente no interior
destes;
 Os aparelhos e as caixas da mesma natureza serão colocados a mesma altura;
 Deverá ter-se em consideração o estado em que na ocasião da marcação se encontre o acabamento
dos trabalhos de construção civil, estabelecendo-se as devidas compensações para que as alturas e
distancias a respeitar resultem correctas relativamente as obras acabadas;
 Deverá haver coordenação com os trabalhos de construção civil de forma a não provocar prejuízos nem
atrasos na execução daqueles.
Os diâmetros dos tubos não poderão ser inferiores aos que se indicam nos desenhos, de modo que o enfiamento
aos condutores se faca sem ajuda de guias ou reboques.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Não são permitidas ligações no interior dos tubos, estas apenas deverão ser feitas em caixas apropriadas e por
meio de aperto mecânico.
3.2.
COLOCAÇÃO DOS TUBOS
Antes da colocação dos tubos, estes deverão ser cortados perpendicularmente ao seu eixo, tendo o cuidado de
retirar as rebarbas desses cortes para que as mesmas não venham ferir o isolamento dos cabos.
Os tubos serão colocados em roço ficando recolhidos em relação a superfície das paredes cerca de 2 cm e são
envolvidos em argamassa de cimento da com a mesma composição do reboco.
A ligação dos tubos entre si será feita por uniões de plástico apropriadas, devidamente colocadas por meio de cola
do tipo celulósico resistente a agua e a ácidos.
Para a ligação dos tubos às caixas utilizar-se-á boquilhas rígidas com batente, devidamente colocadas.
3.3.
COLOCAÇÃO DAS CAIXAS
As caixas deverão ficar instaladas de forma simétrica em relação aos elementos de construção:
 O assentamento das caixas e feito nivelando-se e aprumando-as;
 Pré-furar as caixas, no local mais indicado, sem as quebrar nem estalar;
 Os tubos serão fixos às caixas perpendicularmente às suas faces e de modo a não ficarem salientes no
interior das mesmas.
 Dentro das mesmas dependências o empreiteiro deverá ter o cuidado de colocar as caixas sempre à
mesma altura, e sempre que possível, as caixas devem ser agrupadas em conjunto.
3.4.
MONTAGEM DOS CABOS
Na montagem dos cabos eléctricos deverão observar-se todos os preceitos técnicos, tendo em atenção os raios
de curvatura e o aperto mecânico dos terminais ser eficaz.
Os cabos eléctricos quando montados à vista em paredes ou tecto ou enfiados em tubos, deverão respeitar o
paralelismo entre si, formando esteiras verticais ou horizontais.
Os cabos eléctricos serão enfiados em tubos e fixos aos elementos da construção, por meio de abraçadeiras, cuja
distância máxima entre si permitida será:
 Percurso medido na horizontal - 0,30 m
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
 Percurso medido na vertical - 0,40 m
 Distância a aparelhagem eléctrica - 0,10 m
Nas ligações dos cabos eléctricos às caixas, utilizar-se-ão bucins com sede, de dimensões adequadas ao
diâmetro dos cabos.
Os cabos eléctricos quando montados em calha ou caminho de cabos, deverão respeitar o paralelismo entre si,
formando esteiras verticais ou horizontais.
3.5.
MONTAGEM DA APARELHAGEM
A aparelhagem de manobra e tomadas de corrente, para montagem encastrada, será instalada no interior de caixas
de aparelhagem previstas para o efeito.
A aparelhagem deverá ser fixa às caixas respectivas, por meio de parafusos de latão niquelado ou cadmiado, não
sendo permitido só o uso de garras.
Apenas as caixas de aparelhagem destinadas a receber tomadas de corrente poderão ser de duplo fundo, a fim de
permitir o seguimento de circuitos.
A localização dos interruptores e comutadores dependerá do sentido de abertura das portas, competindo ao
empreiteiro executar a instalação de acordo com tal sentido.
No caso de existir no mesmo local mais do que um aparelho de manobra todos eles deverão ser instalados na
mesma prumada e deverão ter espelhos independentes.
4.
CANALIZAÇÕES
4.1.
CABOS E CONDUTORES
As secções nominais dos condutores não poderão ser inferiores a 1,5 mm2 para a iluminação e 2,5 mm2 para
tomadas de corrente e força motriz. As secções de todos os condutores devem ser devidamente dimensionadas
convenientemente entendendo-se estes valores como mínimos, não sendo permitido em caso algum, a sua
diminuição.
Os cabos a aplicar serão absolutamente novos, com comprimentos correctamente realizados, pois não serão
permitidas trocadas ou emendas de condutores.
Considera-se que as secções dos condutores de neutro são iguais às secções dos condutores de fase.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Todas as canalizações serão protegidas mecanicamente por tubos de diâmetro adequado.
Os cabos eléctricos não deverão conter irregularidades tanto no isolamento como na secção.
As cores para identificação dos condutores ao longo de toda a canalização deverão ser sempre de acordo com a
norma HD 308.S2.
Todos os circuitos deverão ser identificados pelo menos em ambas as extremidades com etiquetas de boa
qualidade e durabilidade.
Não são permitidas em caso algum emendas nos cabos e condutores.
Marca de Referência: General Cable, Cabelte, Prysmian ou equivalente.
4.2.
TUBOS E ACESSÓRIOS
A tubagem e respectivos acessórios a utilizar nas canalizações eléctricas devem ser absolutamente novos, deve
possuir de forma indelével a sua designação, diâmetro comercial, marca e referência assim como data/lote de
fabrico.
A tubagem utilizada nas instalações deve satisfazer o ensaio do fio incandescente para uma temperatura de 750ºC,
devem ainda ao arderem não emitir fumos tóxicos (isentos de halogéneos).
Todos os acessórios necessários as ligações de tubo, como curvas, uniões e boquilhas com porca serão sempre
de material idêntico ao dos tubos.
Os tubos utilizados na rede exterior enterrada, serão de material isolante em polietileno maleável. Também na rede
exterior podem ser utilizados tubos em PEAD.
Os tubos a utilizar deverão apresentar, regularmente ao longo do seu comprimento, marcas bem visíveis que
permitam identificar o fabricante, o tipo e o diâmetro nominal.
Os tubos deverão apresentar uma superfície interior sem arestas vivas, asperezas ou fissuras.
Marcas de Referência: Legrand, JSL, Politejo ou equivalente.
4.3.
CAIXAS
As caixas de derivação, de passagem, de aparelhagem e terminais serão convenientemente dimensionadas para o
número e secção dos condutores.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
As caixas de derivação, passagem, de aparelhagem e terminais devem ser de material termoplástico de parede
espessa.
As tampas das caixas serão do mesmo material e terão a largura adequada de modo a cobrir o interior das caixas
com 10 mm de sobreposição mínima.
As tampas serão fixas as caixas por meio de parafusos de latão niquelado ou cadmiado, garantindo aperto
mecânico suficiente de forma a evitar a penetração de poeiras e insectos.
As paredes laterais das caixas possuirão entradas marcadas para receber tubos ou cabos, de fácil recorte, e fundo
com castelos roscados para fixação da aparelhagem as mesmas, por meio de parafusos.
Não será permitida nas caixas de derivação a realização de ligações entre condutores por meio de torçadas (tórix).
As ligações no interior das caixas de derivação serão efectuadas por coroas de bornes convenientemente
dimensionados para a secção dos condutores a ligar, tendo em atenção que para secções nominais iguais ou
inferiores a 4 mm² cada borne não poderá comportar mais do que 4 condutores, ou 2 condutores de secções
nominais iguais ou contíguas na escala das secções normalizadas, para secções nominais superiores a 4 mm².
Para secções nominais não contíguas e superiores a 4 mm², cada condutor deverá ser apertado por dispositivo de
aperto independente.
Sempre que o comprimento ou sinuosidade dos troços possa dificultar o enfiamento dos condutores ou cabos,
serão intercaladas caixas de passagem com características adequadas ao tipo e local de montagem.
Para as instalações de segurança serão instaladas caixas de derivação resistentes ao fogo quando montadas à
vista. As caixas possuirão um IP65, serão de cor laranja RAL2003, tampa com 4 parafusos de fixação e serão
fornecidas com entradas de cabos.
Marca: Caixas de aparelhagem, derivação e terminal, Legrand, TEV2 ou equivalente.
4.4.
CAMINHOS DE CABOS
As esteiras metálicas a utilizar serão do tipo chapa de aço perfurada, instaladas suspensas à laje do tecto,
apoiadas à parede ou instaladas nos ductos verticais.
Os caminhos de cabos serão em chapa de aço perfurada, galvanizados pelo processo Sendzimir. Os caminhos de
cabos têm a espessura mínima de 0,75 mm.
A forma do caminho de cabos deve ser adaptada à instalação em causa (curvas, ângulos, mudanças de nível, etc.)
e executada em obra segundo as informações do fabricante.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
A carga admissível do sistema de caminho de cabos deve considerar as indicações do fabricante.
A flecha do caminho de cabos deve ser no máximo igual a 1/200e da distância entre apoios e deve ser testada de
acordo com a norma IEC 61537.
Os acessórios de instalação (curvas, derivações, desníveis, etc.) serão do mesmo material do caminho de cabos.
As caixas de derivação deverão ser montadas em suportes adequados e perpendicularmente ao sentido dos
caminhos de cabos.
Os sistemas de suporte do caminho de cabos devem ser assegurados por consolas, perfis, suspensões suportes,
prumos, etc. Concebidos, testados mecanicamente e fornecidos pelo fabricante do caminho de cabos. A sua
capacidade de carga deve ser testada de acordo com a norma IEC 61537. Nas subidas e descidas verticais murais
o suporte do caminho de cabos deve ser assegurado por perfis e nas aplicações murais suportado em consolas.
As esteiras deverão ser de bordos rebordeados, não cortantes.
Os caminhos de cabos metálicos deverão ser obrigatoriamente ligados à terra de protecção através de condutor
equipotencial, do tipo H07V-1G6 mm2, com as cores regulamentares verde/amarelo.
Marca : OBO BETTERMANN, modelo RKS, ou equivalente.
4.5.
CAIXAS DE PAVIMENTO
As caixas de pavimento serão próprias para encastrar no pavimento de betão incluindo caixa de encastramento
com capacidade até 12 mecanismos modulares. Serão fornecidas com todos os acessórios necessários para a
correcta instalação, incluindo placas obturadoras onde não forem utilizados mecanismos.
Principais Características:
 Resistência ao esmagamento 3000N;
 Permitem a acessibilidade a todo o tipo de correntes distribuídas pelo chão;
 Fornecidas com tampa para revestimento;
 Altura regulável de 75mm a 105mm;
 IP24 e IK08;
 Pré cortes para tubo.
Marca de Referência: Caixas de Chão para encastrar da Legrand ou equivalente.
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4.6.
CAIXAS/CÂMARAS DE PASSAGEM
A construção de qualquer tipo de caixa de passagem será feita segundo as boas regras da arte, de acordo com os
desenhos.
Quando na construção de câmaras, intervenham elementos de betão armado, o tapamento e carga desses
elementos nunca serão realizados antes de decorridos os prazos estabelecidos no Regulamento de Estruturas de
Betão Armado Pré-esforçado (REBAP).
As paredes das câmaras de passagem permanente serão executadas em alvenaria de blocos de betão ou em
alvenaria de blocos de cimento.
O assentamento de blocos de betão será feita em fiadas horizontais devidamente niveladas e as juntas de
argamassa, tanto horizontais como verticais terão cerca de 1 cm de espessura, em argamassa, de cimento e areia
ao traço 1:3.
O fundo das câmaras de passagem será constituído por uma camada de areia e enrocamento do cascalho com
0.15m de espessura.
As tampas de cobertura das câmaras de passagem permanente serão constituídas por tampas de ferro fundido,
com a indicação das especialidades que servem.
As câmaras de passagem permanente, serão devidamente rebocadas com argamassa de cimento e areia ao traço
de 1:3, com uma espessura de 2 cm, sendo bem apertado e alisado à colher.
Na ligação dos tubos para entrada de cabos nos edifícios e outros equipamentos, armários, caixas, etc., ter-se-á
em atenção o seguinte:
 Evitar a possibilidade de infiltração de humidade;
 A pendente dos tubos, sempre que possível, nunca será inferior a 5% para o lado oposto ao edifício;
 Todos os tubos permanecerão tamponados enquanto não forem utilizados, usando para o efeito os
tampões apropriados.
5.
QUADROS ELÉCTRICOS
5.1.
GENERALIDADES
No presente projecto a designação Quadro Eléctrico representa o conjunto de equipamentos convenientemente
agrupados, incluindo as suas ligações, estruturas de suporte e invólucro destinado a proteger, comandar ou a
controlar uma instalação eléctrica conforme IEC 60439.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
De um modo geral, os Quadros Eléctricos são para montagem saliente, instalados no interior de salas técnicas, ou
no interior de armários técnicos próprios para o efeito criados pela Arquitectura.
Todos os Quadros Eléctricos deverão cumprir a norma IEC 60439.
Todos os quadros eléctricos de corrente estipulada inferior ou igual a 400A terão invólucro em material isolante e
auto extinguível deverão ser da classe II de isolamento (duplo isolamento).
A aparelhagem a instalar será a que consta nos esquemas unifilares dos quadros eléctricos.
5.2.
ESPECIFICAÇÃO GERAL
O acesso a todos os componentes para manobra e manutenção deverá ser apenas pela parte frontal.
A distribuição da aparelhagem nos quadros deverá ser criteriosa e simétrica.
A entrada dos cabos e da tubagem nos quadros deve ser realizada por meio de bucins ou boquilhas com contra
porcas, de acordo com a canalização.
Todos os circuitos de saída ligarão a uma régua de bornes convenientemente dimensionados e identificados.
Deverá ser tida especial atenção ao disposto nos artigos 514 das RTIEBT.
Todas as saídas deverão ser identificadas por etiquetas de trafolite gravadas com designação a indicar pela
direcção da obra.
Os quadros deverão ser dotados de barramento de terra devidamente identificado, ao qual serão ligados os
condutores de protecção da instalação e da massa do quadro.
Todas as partes metálicas montadas no interior dos quadros devem ser protegidas por tratamento anti-corrosivo,
incluindo parafusos e demais acessórios, que serão sempre cadmiados ou de material não oxidável. A cor final
será indicada pela Direcção da Obra.
Todos os circuitos auxiliares serão executados por condutor flexível, na secção mínima de 2,5 mm², correndo em
calha plástica auto extinguível e identificados em ambas as extremidades.
Todos os condutores devem ser providos de ponteiras de diâmetro adequado, não sendo permitido condutores
descarnados sem ponteiras.
Todos os circuitos que encaminhem informação para o exterior do quadro, fá-lo-ão por intermédio de placas de
bornes providas de identificação.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Todos os quadros deverão ser providos de calhas plásticas auto extinguíveis apropriadas para fixação e
encaminhamento dos condutores internos.
A protecção dos quadros, quanto à penetração de líquidos ou poeiras deve ser adequada ao local onde serão
instalados, de acordo com a indicação expressa nas peças desenhadas.
A aparelhagem de corte, comando e protecção modular será montada a face do painel frontal do quadro eléctrico,
fixada a uma estrutura de perfis, sendo o acesso frontal a aparelhagem feito directamente, sem qualquer obstáculo.
5.3.
NORMAS DE CONSTRUÇÃO
Os Quadros Eléctricos deverão ser construídos de acordo com o disposto nas RTIEBT e com as recomendações e
instruções da Norma EN 60439-1.
5.4.
CONDIÇÕES DE SERVIÇO
Os quadros serão montados em espaço próprio, encostado à parede ou embebidos. A temperatura máxima no seu
interior será de 40°C.
5.5.
ESQUEMA DE LIGAÇÕES À TERRA
O esquema de ligações à terra utilizado é o TT (massas ligadas directamente à terra) para a instalação normal e o
IT (neutro isolado) para as instalações de segurança.
5.6.
BARRAMENTOS
Os barramentos serão construídos em barra de cobre electrolítico duro e nu, devidamente dimensionadas
conforme indicado na Memória Descritiva e Justificativa.
Da mesma forma, estes barramentos serão dimensionados de modo a suportar os esforços electrodinâmicos da
corrente de curto-circuito simétrico, indicados nos esquemas unifilares.
Os barramentos serão montados em compartimento próprio, fechado, provido de tampas amovíveis, apoiados em
suportes de isoladores em resina epoxy e equipado com protecção de material plástico transparente isolante e
auto-extinguível.
Os quadros possuirão um circuito de terra constituído por um colector geral em barra de cobre.
5.7.
INTERRUPTORES GERAIS DOS QUADROS
Estes interruptores são estabelecidos nos quadros e são destinados ao comando e seccionamento de
circuitos de potência e serão próprios para corte em carga.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Deverão permitir em permanência a sua intensidade nominal, devendo suportar as correntes de curto-circuito
previstas até à actuação dos disjuntores de protecção.
Estes interruptores serão de actuação por manípulo, com as posições de "ligado" e "desligado" facilmente
identificáveis.
Quando equipados com bobines de disparo, estas serão por emissão de tensão.
Estes interruptores deverão ser montados isoladamente na primeira fila de aparelhagem de cada quadro.
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
5.8.
FUSÍVEIS
Os fusíveis a instalar serão de alto poder de corte, de acordo com a norma DIN 43620 e VDE 0660.
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
5.9.
DISJUNTORES
Serão do tipo magneto-térmico com a intensidade nominal indicada nas peças desenhadas, com poder de corte
adequado à corrente de curto-circuito calculada para o quadro.
Quando indicado, serão equipados com acessório para a função de protecção diferencial.
Os disjuntores terão características de poder de corte, conforme as intensidades de corrente de curto-circuito do
quadro onde sejam instalados (indicado nas peças desenhadas).
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
5.10. INTERRUPTORES E DISJUNTORES DIFERENCIAIS
Os interruptores e disjuntores diferenciais de características indicadas nos quadros, sensíveis às correntes
homopolares, destinam-se a desligar os circuitos com tensões de contacto perigosas.
Deverão suportar sem danos as correntes de curto-circuito previstas nos quadros até à actuação dos disjuntores
de protecção.
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
5.11. CONTACTORES
Os contactores a instalar nos quadros devem ter a intensidade nominal mínima indicada nos esquemas nas
condições de montagem previstas.
Na selecção dos contactores deve-se atender às classes de funcionamento que deverão ser AC1 para iluminação e
tomadas, e AC3 para motores eléctricos.
Marcas de Referência: ABB ou equivalente.
5.12. SINALIZADORES
Os sinalizadores de tensão a estabelecer nos quadros serão equipados com lâmpadas de néon para 230 V 50 Hz.
A sua protecção contra defeitos far-se-á através de fusíveis de calibre apropriado.
Este aparelho de protecção não deverá ser instalado junto do interruptor de corte geral.
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
5.13. BUCINS
Os bucins a utilizar devem ser polímero de boa qualidade com porca e anel de vedação garantindo um grau de
protecção mínimo IP44.
Nota: Os equipamentos e acessórios a utilizar nos quadros devem ser sempre que possível do mesmo fabricante.
Marca de Referência: ABB ou equivalente.
6.
APARELHAGEM
6.1.
TOMADAS
Nas peças desenhadas está definida a localização das tomadas.
As tomadas a instalar, de uma forma geral, são próprias para instalação encastrada em caixa de aparelhagem e
são do tipo "Schucko", todas possuindo alvéolos protegidos - 230V-50Hz-16A, 2P+T.
As tomadas a instalar nas áreas técnicas, serão do tipo estanque, com alvéolos protegidos, com índice de
protecção mínimo IP55 - 230V-50Hz-16A, 2P+T.
Para a montagem prevêem-se diversas situações, que se enunciam:
 Usos gerais: a 0,30 m do pavimento.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
 Sobre bancadas de serviço: a 1,10 m.
 Na calha técnica sempre que esta exista.
 Locais técnicos e locais húmidos: a 1,10 m, possuindo tampa rebatível a 180º.
Marca de Referência:
 Tomadas 2P+T montagem encastrada: ABB/NIESSEN Série Zenit ou equivalente.
 Tomadas 2P+T montagem saliente: ABB/NIESSEN Série Ocean ou equivalente.
6.2.
COMANDOS DE ILUMINAÇÃO
As aparelhagens de comando normal serão próprias para montagem encastrada e será de 10 A / 240V.
De um modo geral os interruptores e comutadores serão montados a 1,2 m do pavimento.
Marca de Referência:
 Comandos para montagem encastrada: ABB/NIESSEN Série Zenit ou equivalente.
 Comandos para montagem saliente: ABB/NIESSEN Série Ocean ou equivalente.
 Detectores de Movimento/Presença: PD-C360i/6 mini da Esylux ou equivalente.
6.3.
BOTONEIRAS DE CORTE
As botoneiras de corte de energia serão do tipo “cabeça de cogumelo” de dupla sinalização com vidro quebrável
na cor vermelha RAL 3000 e deve possuir as seguintes características principais:
 Tampa com charneiras.
 Pode receber fechadura com chave.
 Classe II.
 IK 07.
 IP 44
 Equipada com 1 contacto NA+1NF.
 Botão de cabeça de cogumelo com encravamento.
 Equipada com Led’s de sinalização.
Marca de Referência: Legrand ou equivalente.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
7.
ILUMINAÇÃO
7.1.
GENERALIDADES
Nas peças desenhadas estão definidos os pontos de luz nos diversos locais.
Em anexo, apresenta-se a Lista de Aparelhos de Iluminação.
No cálculo dos níveis luminosos teve-se em conta um coeficiente de depreciação de 1,25 relativamente aos
valores de iluminação recomendado, para compensação do envelhecimento e acumulação de poeiras.
O comando dos circuitos de iluminação é feito localmente por interruptores, por actuação nos interruptores dos
circuitos de alimentação nos respectivos quadros ou por comando automático através de detectores de presença.
Os níveis de iluminação considerados são os constantes na Memória Descritiva e Justificativa.
7.2.
ILUMINAÇÃO NORMAL
Considera-se a utilização de aparelhos de iluminação próprios para lâmpadas fluorescentes e incandescentes, em
montagem saliente e encastrada.
Os pontos de luz são os indicados nas peças desenhadas com a identificação do tipo de aparelho de iluminação.
O comando dos circuitos de iluminação das zonas de circulação e de acesso ao público será feito por
interruptores/contactores nos respectivos Quadros.
Nas salas e gabinetes, os comandos de iluminação serão feitos localmente através de interruptores e
comutadores.
Nas instalações sanitárias o comando de iluminação será feito através de detectores de presença/movimento
descritos na memória descritiva.
Os aparelhos de iluminação serão equipados com 1 balastro electrónico por lâmpada no caso de aparelhos só
com uma lâmpada e 1 balastro electrónico por cada lâmpada no caso de aparelhos equipados com 2 lâmpadas.
7.3.
ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA
De acordo com as RTIEBT o edifício será dotado de iluminação de segurança, que deve permitir em caso de avaria
da iluminação normal, a evacuação segura e fácil do público para o exterior e a execução de manobras
respeitantes à segurança e à intervenção dos meios de socorro.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
A iluminação de segurança será feita com blocos autónomos permanentes e não permanentes, com 2 lâmpadas
fluorescentes de 6W ou 8W, com autonomia mínima de 1 hora, preparados para telecomando e com tempo de
carga inferior ou igual a 24 horas.
Deverão ainda ser da classe II de isolamento, possuir leds avisadores de falta de carga ou tensão e um fluxo
luminoso mínimo de 300lm.
Em anexo, apresenta-se a Lista de Aparelhos de Iluminação.
8.
SISTEMA DE CHAMADAS DE EMERGÊNCIA
O Sistema de Chamada de Emergência para Instalações Sanitárias será fornecido com todos os equipamentos
necessários à correcta montagem, nomeadamente:
 1 Central de alarmes (no posto de segurança);
 Fonte de alimentação;
 Repetidores com amplificador de linha;
 Sinalizadores de corredor com electrónica e sinalização luminosa e sonora;
 Botões de chamada/cancelamento com bezouro;
 Botões de chamada;
 Painel de chamada com cordão;
Este sistema será de fácil instalação, todos os equipamentos podem ser instalados em caixa de aparelhagem
normalizada embebida ou caixas próprias do sistema. Os terminais são de extracção e encaixe para uma fácil
instalação e ligação dos condutores unifilares com secções entre os 0,6 e 0,8mm.
Todas as linhas de chamada são monitorizadas de acordo com o princípio de circuito aberto com resistência de
fim de linha, com exigência da VDE 0834.
Contactos auxiliares para comando de equipamentos externos ou permitir que os alarmes sejam monitorizados por
outros sistemas.
Marca de Referência: ADT/TYCO ou equivalente.
9.
SISTEMA DE INFORMAÇÃO HORÁRIA
O sistema de distribuição horária será baseado na mais recente emissão codificada de sinal ou seja, no mesmo
par de condutores é transportado o sinal e também a alimentação, não sendo necessária assim qualquer fonte de
energia auxiliar aos relógios secundários da instalação, fazendo o acerto automático dos mesmos
independentemente do posicionamento dos ponteiros.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
9.1.
CENTRAL HORÁRIA
A central horária para além do controle dos relógios terá as seguintes funções adicionais:
 Sincronização dos equipamentos e sistemas interligados na rede informática TCP/IP através do servidor
NTP integrado no relógio-mãe, nomeadamente:
 Sistema de controlo de acessos
 Sistema de gestão de tempos
 Servidores e PC’s
 Relógios ligados directamente à rede Ethernet
 Distribuição de informação horária (tempo e data) aos relógios analógicos e/ou digitais, assegurando o
acerto automático.
 Recepção GPS para sincronismo da base de tempo interna.
Assim, a central horária será para montagem em bastidor, equipada com 1 linha independente de distribuição
horária com capacidade para 50 dispositivos (relógios e unidades remotas de relés) e relés locais para as funções
de interruptor horário de toques de campainhas, mantendo o relógio interno em funcionamento, e em memória a
hora e data do corte de energia, acertando automaticamente todos os relógios após o retorno da alimentação.
Marca de referência: Moser Baer - ETC12 da Infocontrol, ou equivalente.
9.2.
SERVIDOR
O Servidor integrado funcionará simultaneamente em modo cliente/servidor e em difusão, de forma a reduzir a
largura de banda utilizada e organizar uma estrutura hierárquica: os servidores dos vários sistemas sincronizam-se
em modo cliente/servidor (unicast) os PC’s e outros equipamentos menos prioritários em difusão (multicast). Para
instalação em rack de 19”. Integrará uma unidade de comando da iluminação exterior com programação
astronómica.
Marca de referência: Moser Baer - DTS 4801 da Infocontrol, ou equivalente
9.3.
ANTENA GPS
Com a finalidade de manter não só toda a instalação rigorosamente certa ao longo dos anos como também a
interligação a equipamentos informáticos, considerou-se uma antena GPS ligada á central horária que ficará
instalada na cobertura.
Marca de referência: Moser Baer - 4500 da Infocontrol, ou equivalente.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
9.4.
RELÓGIOS ANALÓGICOS E CAMPAÍNHAS
Os relógios serão circulares, com ponteiros de horas e minutos, de simples ou de dupla face, com sensor de
posicionamento automático dos ponteiros, com diâmetro nominal de 30 cm. A caixa exterior e o quadrante serão
em plástico ABS de elevada qualidade, na cor branca, com vidro acrílico de protecção. Impressão do quadrante a
preto com numeração árabe ou por traços a definir pela arquitectura.
Os relógios de dupla face, possuirão Kit de dupla face para fixação à parede.
As campainhas serão de montagem mural para interior ou exterior consoante o caso, com possibilidade de
seleccionar até 16 melodias, com amplificador integrado, duração da melodia conforme a gravação, altifalante de
10cm de diâmetro, nível de potência máxima 90 dB a 1m e De acordo com as normas europeias EN 60950, EN
55022, EN 55024, EN 60950, EN 301-489-3 e EN 300-220-3
Marca de referência Relógios:
 Moser Baer - ECO.SAM.30.210 (de 1 face) da Infocontrol, ou equivalente.
 Moser Baer - ECO.SAM.30.210 SET (de 2 faces) da Infocontrol, ou equivalente.
Marca de referência Campaínhas:
 Melodys interior da Infocontrol, ou equivalente.
 Melodys exterior da Infocontrol, ou equivalente.
10.
CENTRAL DE SEGURANÇA
10.1. GENERALIDADES
No sentido de assegurar a continuidade de alimentação ás cargas essenciais do edifício em caso de ausência de
energia da rede pública, considerou-se a instalação de um grupo electrogéneo de elevada fiabilidade incluindo os
seus órgãos de comando e controlo e por todos os sistemas, equipamentos e acessórios que possibilitem o seu
correcto funcionamento.
Para além das descrições a seguir descriminadas devem também ser tidas em conta as características e sistemas
mencionados na Memória Descritiva e Justificativa.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
10.2. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
O Grupo Electrogéneo terá as seguintes características principais:




Tensão .................................................................................................................... 400/230V – 50Hz
Potência .................................................................................. 68kVA / cos  0,85 em regime contínuo
Velocidade ....................................................................................................................... 1500 r.p.m.
Combustível .......................................................................................................................... Gasóleo
10.3. DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
Motor Diesel
Terá capacidade suficiente para accionar a alternador especificado (48 KVA – 0,85 cos ) a 1500 r.p.m.
Deverá funcionar segundo o ciclo de 4 tempos, sobrealimentado a gasóleo, arrefecido por água com radiador
acoplado e terá arranque eléctrico por bateria.
As baterias de arranque serão mantidas em carga por um carregador automático do tipo electrónico, que deverá
permitir a recarga intensiva das baterias após a realização de arranque do grupo.
Base de Assentamento
O conjunto Motor Diesel/Alternador será instalado sobre uma base construída com perfis metálicos que garantam
uma rigidez suficiente para suportar o peso da máquina e para manter o perfeito alinhamento dos eixos. Estes
perfis serão assentes em maciço de betão conforme indicações do fabricante.
Alternador
Será do tipo sem escovas, auto-excitado para a tensão de 400/230V / 50Hz / 1500r.p.m., auto-ventilado, equipado
com regulador electrónico de tensão.
Terá a potência de 48 kVA para um factor de potência de 0,85 em serviço contínuo.
A regulação de tensão deve garantir uma tolerância em regime estacionário de ± 2% para uma variação de carga
de vazio a plena carga.
Painel de Comando e Instrumentação do Grupo
O grupo electrogéneo será provido de um painel de controlo com todo o equipamento de comando e protecção
relacionado com o funcionamento do grupo.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Este painel terá um ecrã de cristais líquidos para visualização de parâmetros de operação tanto do motor como do
alternador. Possui 2 lâmpadas de aviso alarme/paragem, 3 teclas com suas lâmpadas indicadores do estado para
arranque manual, paragem manual e funcionamento em automático, teclado multifunção para navegação e
visualização dos diversos parâmetros do motor e alternador e multímetro digital.
O painel deverá permitir visualizar os seguintes parâmetros:
 Tensão da geração da linha e da fase.
 Correntes (por fase e media).
 Frequência.
 Rotações do motor.
 Tensão da bateria.
 Horas de motor.
 Pressão do óleo.
 Temperatura de água.
 Registo das 20 últimas falhas.
 Medidas num verdadeiro valor eficaz com precisão de 2%.
 Ajustes e programação armazenados na memoria no volátil, para evitar perdas perante eventuais falhas
de alimentação.
 3 Níveis de segurança mediante contra-senha para protecção dos ajustes.
 Indicações de alarme/paragem por:
 Falha de arranque.
 Alta temperatura de água alarme/paragem.
 Baixa pressão de óleo alarme/pagarem.
 Sobre velocidade.
 Alta/baixa tensão de baterias.
 Perda de detecção de velocidade do motor.
 Paragem por baixo nível de refrigerante.
Todas estas condições de alarme/paragem são anunciadas mediante o acender da correspondente lâmpada,
assim como com o texto descritivo no ecrã.
Dos alarmes ópticos anteriormente descritos, conduzirão a alarmes acústicos os seguintes:
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
 Sobrevelocidade;
 Falta de pressão de óleo;
 Sobreaquecimento de água e de óleo;
 Sobreaquecimento de estator;
 Falta de combustível.
Dever-se-ão prever sistemas de cancelamento do alarme acústico não inibindo, no entanto, alarmes acústicos
posteriores.
Possuirá ainda o seguinte:
 Controlos:
 Automático / Arranque / Paragem.
 Paragem de emergência.
 Teste de lâmpadas.
 Entradas digitais (6 no total):
 Paragem de emergência remota.
 Arranque Remoto.
 Alta temperatura da água.
 Baixa pressão de óleo.
 2 Canais programáveis em função do tipo do motor.
 O número de entradas programáveis pode variar em função da versão do painel.
 Saídas de relé (6 no total):
 Activação do motor de arranque.
 Controlo do combustível.
 Aquecedor do arranque.
 Buzina.
 Alarme geral.
 Grupo em marcha.
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Vigilância de Rede e Comando da Comutação Rede/Grupo
O equipamento electrónico de controlo e vigilância da rede trifásica e neutro será instalado no interior do painel
controlo e comando e display remoto montado na frente do armário, permitindo dar ordem de arranque ao grupo
electrogéneo, assim como controlar a comutação rede / grupo ou seja dos contactores / disjuntores / interruptores
ou comutador motorizado de 3 posições.
Características principais:
 Display electrónico para visualização de valores, ajustes e programação.
 Vigilância trifásica da rede.
 Vigilância monofásica do grupo.
 Comandos para programação e visualização.
 Leds indicadores de:
 Presença de tensão na fonte do fornecimento principal.
 Presença de tensão na fonte do fornecimento de emergência.
 Contactor / Interruptor de rede fechado.
 Contactor / Interruptor de rede aberto.
 Testes sem carga.
 Testes com carga.
 Equipamento alimentado.
 Equipamento em falha.
 Ordem de arranque a grupo electrogéneo.
 Ordens aos contactores / disjuntores / interruptores / comutador motorizado de rede/grupo (fora do
presente
alcance do fornecimento).
 Ajuste de parâmetros como:
 Alta tensão em rede.
 Histerese de alta tensão em rede.
 Baixa tensão em rede.
 Histerese de baixa tensão em rede.
 Alta tensão em grupo.
 Histerese de alta tensão em grupo.
 Baixa tensão em grupo.
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
 Histerese de baixa tensão em grupo.
 Alta frequência em rede.
 Histerese de alta frequência em rede.
 Baixa frequência em rede.
 Histerese de baixa frequência em rede.
 Alta frequência em grupo.
 Histerese de alta frequência em grupo.
 Baixa frequência em grupo.
 Histerese de baixa frequência em grupo.
 Temporizações ajustáveis:
 Retardo no arranque do grupo.
 Retardo na comutação rede/grupo.
 Retardo na volta de rede.
 Tempo de arrefecimento.
 Retardo na posição 0 perante falha da rede (para comutações que passam por posições
intermédias).
 Retardo na posição 0 na volta da rede (para comutações que passam por posições intermédias).
 Botoneira para realização de teste com carga (com comutação) ou sem carga (só o arranque do
grupo).
 Possibilidade de programação da re-transferência na volta da rede de forma manual. Esta opção
permite ao operador controlar manualmente o momento oportuno da re-transferência da carga
desde o grupo electrogéneo ao fornecimento da rede já restabelecida.
Marca de Referência: EMJ-68 AUTOMÁTICO INSONORIZADO, da Luís Carneiro ou equivalente.
11.
TRANSFORMADOR DE ISOLAMENTO
O transformador de isolamento será trifásico/trifásico com a potência de 80 KVA colocado em caixa com as
seguintes características:



Tensão no primário ..................................................................................................................... 400V
Tensão no secundário ............................................................................................................ 400V+N
Frequência ........................................................................................................................... 50-60 Hz
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CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS




Isolamento .................................................... Classe F -155ºC até 50kVA, classe H-180ºC desde 63kVA
Ligações ...................................................................................................................................... Yyn0
Enrolamentos ........................................................................................................... Classe HC-200ºC
Tensão de teste ....................................................... 4,5 kV (1 min, 50 Hz) entre enrolamentos até 5 kVA
3 kV (1 min, 50 Hz) entre enrolamentos até 6,3 kVA
3 kV (1 min, 50 Hz) entre enrolamentos e terra






Arrefecimento ............................................................................................................................ ANAN
Caixa ................................................................................... Aço, tinta epoxy polyester, cinza RAL7032
Índice de protecção ..................................................................................................................... IP-23
Temperatura ambiente .......................................................................................................... ta = 30ºC
Normas ....................................................................................................................IEC/EN 60076, CE
Acessórios ...................................... Rodas e olhais de elevação. Bucins de entrada adaptadas à potência
Marca de Referência: Polylux ou equivalente.
12.
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO (SADI)
12.1. GENERALIDADES
O Sistema Automático de Detecção de Incêndios (SADI) será do tipo de endereçamento individual. Deverá possuir
duas linhas fechadas de detecção (loop) com a possibilidade de expansão.
O Sistema será composto por uma Central de Detecção de Incêndio (CDI) situada no Piso 0 em armário técnico
onde toda a informação é centralizada e um repetidor da central localizado na recepção ao nível do Piso 0.
Mediante pré-determinada temporização deverá efectuar a transmissão de alarme aos bombeiros por linha
telefónica privativa.
O ensaio e teste de todos os dispositivos deverá ser feito pelo software da própria central.
A configuração representada nas peças desenhadas e compõem-se basicamente de:
 Detectores de Incêndio.
 Botões de alarme.
 Sirenes interiores e exteriores.
 Módulos de entradas e saídas.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
12.2. DETECÇÃO DE INCÊNDIOS
De acordo com a Norma Europeia EN54-2ª Parte.
Central de Detecção de Incêndios da mais recente tecnologia da gama Sinteso, do tipo compacto.
A central de detecção de incêndios regista sinais enviados dos detectores de incêndio, botões de alarme manual e
módulos de entradas, via bus do detector ou linha de detecção e executa funções de controlo descentralizadas, via
módulos de saídas.
Equipada com 3 linhas de detecção endereçáveis em anel (loop), permite a ligação de até 252 endereços.
Capacidade de trabalhar em separado (stand-alone) ou em rede (network), opcionalmente, num total de 32
centrais e/ou painéis, através de aplicação de módulos de comunicação da Siemens.
Possibilidade de activação de secções de extinção, através dos módulos de controlo de extinção autónomos.
Activação automática da hora de Verão/Inverno.
Possuirá a capacidade de registar até 2 000 acontecimentos através de selecção de critérios.
Opcionalmente, permitirá a ligação a impressora de registo de ocorrências e deverá ter capacidade para se ligar ao
SGCP - Sistema de Gestão Centralizado de Perigos da Siemens, modelo MM8000.
Outras características:
Alimentação
Tensão operação
Consumo
Capacidade da bateria
Monitorização de bateria
Monitorização da alimentação
Série disponível
Nº de anéis (loops)
Nº de endereços
Outras características (cont.):
Entradas/saídas integradas
saídas por relé
- monitorização remota de alarme
- monitorização remota de avaria
saídas monitorizadas
- alarme
- avaria
- sirene
115/230 VAC 70 W
21 ... 28,6 VDC
Máx. 2,5A
2 x 12V 12Ah
Sim
Sim
Sinteso FDnet
3
Máx. 252
1
1
1
1
1
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Entradas/ saídas livremente programáveis
Consola de Operação
Saídas RS232, RS485
Saídas para rede (network)
Saída Ethernet RJ45
Temperatura de operação
Temperatura de armazenamento
Humidade (condensação não permitida)
Dimensões (L x A x P )
Cores
- caixa
- cobertura
Grau de Protecção (IEC 60529)
Peso ( sem bateria )
Aprovações
- VdS
- LPCB
Modelo
Marca / Fornecedor
8
integrada
2
2
1
-8 ºC … + 42 ºC
-20 ºC … + 60 ºC
 95% relativa
430 x 398 x 160 mm
Cinzento claro, RAL 7035
Branco, RAL 9010
IP30
10 660 Kg
G206109
126h/04
Sinteso FC2020-AZ/2
SIEMENS, ou equivalente
12.3. PAINEL REPETIDOR
Painel Repetidor com display indicado para operar em Sistemas Automático de Detecção de Incêndios da gama
Sinteso.
Possuirá um display alfanumérico em cristal líquido constituído por 6 linhas de 40 caracteres cada.
Poderão ser ligados até 8 painéis repetidores com ou sem display num sistema com a Central FC2020 ou
FC2030., um máximo de 16 painéis com a Central FC2040 ou ainda 50 painéis repetidores quando aplicado num
sistema com a Central FC2060.
Alimentação deverá ser suportada via FDnet.
Outras características:
Tensão operação
Fonte alimentação externa
Consumo
normal
máximo
Indicação de avarias / avisos
Temperatura operação
Temperatura armazenamento
Humidade (condensação não permitida)
Protocolo comunicação
Terminais de ligação
Cor
12 ... 32 VDC
20 ... 30 VDC / 15 ... 18 VAC
5 mA
45 mA
Selecionável via software
-8 ... +42 ºC
-20 ... +60 ºC
≤ 95% relativa
FDnet
0,8 ... 1,5 mm²
Cinzento RAL 7035
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Grau de Protecção ( IEC 60529 / IEC529 )
Dimensões (L x A x P )
Aprovações
- VdS
- LPCB
Modelo
Marca / Fornecedor
IP30
283 x 207 x 79 mm
G208011
126aq/03
Sinteso FT2011-A1
SIEMENS, ou equivalente
12.4. BASE PARA DETECTORES
Para aplicação, montagem e ligação de detectores da marca SIEMENS analógico – endereçáveis versão Sinteso.
Em conformidade com a norma EN54 e de qualidade ISO9002 e EN29002.
Serão de tipo intermutáveis e universais compatível com qualquer um dos tipos de detectores (fumos, calor e
neural).
Serão construídas em material plástico ABS, cor branca (RAL9010), design discreto e para montagem saliente.
Todas as ligações a realizar sê-lo-ão no interior da base, efectuadas por intermédio de bloco de terminais com
ligadores por encaixe DIN.
Não serão admitidas ligações por aperto ou por qualquer outro processo que não assegure a fiabilidade desejada
nomeadamente que possa dar origem a maus contactos e logo avarias intermitentes.
Quando em instalação à vista, sobre cabos ou tubagem plástica, deverá ser associada uma placa de montagem ou
base suplementar, para facilitar a entrada da instalação e melhorar o acabamento, modelo FDB291.
Outras características:
Terminais de ligação
0,2… 1,5 mm2
Terminais auxiliares
1,0… 2,5 mm2
Grau de Protecção (EN60529 / IEC529)
IP44
Cor
Branco (RAL9010)
Modelo
Sinteso FDB221
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.5. DETECTOR ÓPTICO DE FUMOS ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL
Detector óptico de fumos, para a detecção precoce de fumo, gerado por chamas e incêndios de combustão lenta.
Endereçável.
Em conformidade com a norma EN54-7 e de qualidade ISO9002 e EN29002.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Funciona com um sensor segundo o princípio da dispersão da luz.
A câmara de amostra opto-electrónica, evita a interferência de luz alheia, detectando eficazmente as partículas de
fumo escuras ou claras.
Possível seleccionar o comportamento de detecção através de parametrização.
Os detectores terão design discreto, cor branca (RAL9010) e, na sua construção, não deverão ter partes móveis
nem materiais contaminantes de qualquer tipo.
Deverão igualmente apresentar imunidade a fenómenos radioeléctricos característicos de telemóveis, sistemas de
paging ou similares, resistindo a campos até 50V/m ( melhor que a norma IEC 1000-4-3), protecção sobre
descargas eléctricas até valores de pico de 2Kv ( melhor que a norma IEC 1000- 4-4 ) e resistência a descargas
electrostáticas até 8 Kv ( melhor que a norma IEC 1000-4-2 ).
Deverão ser aplicados sobre bases salientes, universais e intermutáveis com detectores de mesma série.
Outras características:
Protocolo de comunicação
FDnet
Tensão de operação
12… 33 VDC
Corrente de operação
180… 230 µA
Ligação de indicadores de acção
2 indicadores (base sem besouro)
Temperatura de operação
-10… +60 ºC
Humidade
≤ 95%
Compatíveis com sistemas
Algorex/FDnet, SIGMASYS/FDnet
Modelo
Sinteso FDO221
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.6. DETECTOR TERMOVELOCIMÉTRICO ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL
Para detecção e alarme precoce de qualquer foco de incêndio cuja primeira manifestação seja o calor ou aumento
de temperatura.
Em conformidade com a norma EN54-5 e de qualidade ISO9002 e EN29002.
Detector de calor, para a monitorização de espaços onde é esperado um rápido aumento da temperatura em caso
de fogo, ou quando a detecção óptica se torna difícil. Endereçável.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Equipado com dois sensores de calor redundantes, para no caso de falha de um dos sensores, o detector continua
a responder correctamente. Mede a temperatura ambiente e a temperatura na câmara de detecção, de modo a que
um aumento de temperatura possa ser detectado de imediato.
Os detectores terão design discreto, cor branca (RAL9010) e na sua construção, não terão partes móveis nem
materiais contaminantes de qualquer tipo.
Deverão igualmente apresentar imunidade a fenómenos radioeléctricos característicos de telemóveis, resistindo a
campos até 50V/m ( melhor que a norma IEC 1000-4-3), protecção sobre descargas eléctricas até valores de pico
de 2Kv ( melhor que a norma IEC 1000- 4-4 ) e resistência a descargas electrostáticas até 8 Kv ( melhor que a
norma IEC 1000-4-2 ).
Deverão ser aplicados sobre bases salientes, universais e intermutáveis com detectores de mesma série.
Outras características:
Protocolo de comunicação
FDnet
Tensão de operação
12… 33 VDC
Corrente de operação
180… 230 µA
Ligação de indicadores de acção
2 indicadores (base sem besouro)
Temperatura de operação
-10… +60 ºC
Humidade
≤ 95%
Compatíveis com sistemas
Algorex/FDnet, SIGMASYS/FDnet
Modelo
Sinteso FDT221
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.7. DETECTOR ÓPTICO E TERMOVELOCIMÉTRICO ANALÓGICO ENDEREÇÁVEL
Para detecção e alarme precoce de qualquer foco de incêndio cuja primeira manifestação seja o fumo, calor ou
temperatura ou uma associação múltipla.
Em conformidade com a norma EN54-7 e de qualidade ISO9002 e EN29002.
Detector de fumos de multicritério, para a detecção precoce de incêndios devido à combustão de líquidos e
sólidos, bem como incêndios de combustão lenta ou que ardem sem chama.
Para uma rápida e fiável detecção de incêndios evitando assim alarmes falsos e possuirá um processador de sinal
tipo ASAtechnology ('Advanced Signal Analysis').
Disporá de 2 modos de funcionamento: Endereçável ou Colectivo.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Funcionará segundo o princípio da dispersão da luz e terá dois sensores, de dispersão para a frente e dispersão
para trás.
Possuirá uma câmara de amostra, evitando assim a interferência de luz alheia, que detecta eficazmente as
partículas de fumo.
Possuirá ainda dois sensores adicionais que aumentam a imunidade do detector de fumos a fenómenos
enganadores.
Deverá estar equipado com dois sensores de calor redundantes, para no caso de falha de um dos sensores, o
detector continuará a responder correctamente.
Medirá a temperatura ambiente e a temperatura na câmara de detecção, de modo a que um aumento de
temperatura possa ser detectado de imediato.
Terá design discreto, cor branca (RAL9010), sendo aplicado sobre base saliente, universal e intermutável com
detectores da mesma série.
Outras características:
Tensão de operação
12… 33 VDC
Corrente de operação
200… 280 µA
Indicadores de acção (base sem sirene)
2
Indicadores de acção (base com sirene)
1
Temperatura de operação
-25 ºC … +70 ºC
Outras características (cont.):
Temperatura de armazenamento
-30 ºC … +75 ºC
Velocidade do ar admissível
1 … 20m/s
Humidade
95% relativa
Protocolo de comunicação
Fdnet ou Colectivo
Cor
Branca (RAL 9010)
Normas
CEA4021, EN54-5,
EN54-7, EN54-17
QS Standards
Siemens Standard SN 36350
Compatíveis com sistemas
FS20 / AlgoRex / SIGMASYS
Aprovações
VdS
G204007
LCB
126ah/01
Modelo
Sinteso FDOOT221
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.8. BOTONEIRA DE ALARME ANALÓGICA ENDEREÇÁVEL
Para activação manual imediata de alarme de incêndio ou do processo de extinção.
Para aplicações em interiores e de montagem à face,
Será constituído por uma caixa de montagem com chave, de cor vermelha FDMH291-R e pela electrónica do botão
de alarme FDME221, totalmente endereçável.
A activação será do tipo directa, através de pressão sobre a placa de vidro.
Substituindo as placas de vidro utilizadas, o botão de alarme manual estará novamente pronto a actuar.
Outras características:
Protocolo de comunicação
FDnet
Temperatura de operação
-25… +70 ºC
Temperatura de armazenamento
-30… +75 ºC
Humidade
≤ 95%
Grau de Protecção
IP44
Compatíveis com sistemas
Algorex/FDnet, SIGMASYS/FDnet
Dimensões (L x A x P )
87 x 87 x 46,6
Modelo
Sinteso FDME211
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.9. SIRENE DE ALARME ENDEREÇÁVEL
Para ser utilizada em diversos sistemas de alarme (Incêndios, extinção, etc.), com funcionamento a 24V DC.
Será aplicado em interiores e exteriores de edifícios.
Caixa em plástico ABS, com base tipo “D-Deep” para aplicar em instalações com cabo em tubo á vista.
Será de cor vermelha.
Outras características:
Tensão de operação
18 … 30 VDC
Corrente de operação
68 mA - 24VDC
Flash
1W
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Frequência
60 / min.
Som
101 dB - 24VDC
Tom pré-definido
Tom Nº 3
Temperatura de operação
-10 ºC… +55 ºC
Cor
Vermelho (RAL3000)
Categoria de Protecção
IP65
Peso
0,29 kg
Dimensões
Ø93 x 121 mm
Modelo
FLASHNI 24V R/D / FL/RL/R/D
Marca / Fornecedor
SIEMENS / Fulleon, ou equivalente
12.10. MÓDULO DE INFORMAÇÃO COM 4 ENTRADAS
Para ligação de 4 contactos de abertura ou fecho, independentes e livres de potencial, para confirmação de
estados técnicos (ex: controlo de portas ou ventilação), ou para actuação de alarmes (ex: alarme de sprinkler).
Este módulo pode ser instalado dentro de uma caixa de protecção FDCH291ou FDCH292, para aplicação em zonas
desprotegidas. Disponibiliza 4 entradas para contactos livres de potencial. LED para indicação de estado.
Outras características:
Protocolo de comunicação
FDnet
Tensão de operação
12… 33VDC
Corrente de operação
0,25… 0,35 mA
Peso de linha (FDnetMK)
2
Grau de Protecção (EN60529 / IEC529)
com caixa modelo FDCH291
IP54
com caixa modelo FDCH292
IP65
Temperatura de operação
-25… +60 ºC
Temperatura de armazenamento
-25… +65 ºC
Cor
Branco (RAL9010)
Humidade
≤ 100%
Compatíveis com sistemas
Fdnet, Algorex, SIGMASYS
Modelo
Sinteso FDCI222
Marca / Fornecedor
SIEMENS, ou equivalente
12.11. MÓDULO DE INFORMAÇÃO E COMANDO COM 4 ENTRADAS E 4 SAÍDAS
Para ligação de contactos de abertura ou fecho, independentes e livres de potencial, para confirmação de estados
técnicos (ex: controlo de portas ou ventilação) e para actuação de alarmes (ex: alarme de sprinkler).
Poderá ser utilizado para o controlo descentralizado de portas, ventilação, ar condicionado, etc.
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Este módulo deverá ser instalado dentro de uma caixa de protecção modelo FDCH291, para aplicação em zonas
desprotegidas.
Disponibiliza 4 entradas para contactos livres de potencial e 4 saídas de relé livres de potencial.
Possuirá Led’s para indicação de estado das entradas e saídas.
Em conformidade com as aprovações VdS, LPCB e AFNOR e de qualidade ISO9002 e EN29002.
Outras características:
Protocolo de comunicação
FDnet
Tensão de operação
12… 33VDC
Corrente de operação
0,25… 0,35 mA
Grau de Protecção (EN60529 / IEC529)
13.
com caixa modelo FDCH291
IP54
com caixa modelo FDCH292
IP65
Temperatura de operação
-25… +60 ºC
Temperatura de armazenamento
-30… +65 ºC
Cor
Branco (RAL9010)
Humidade
≤ 100%
Compatíveis com sistemas
Fdnet, Algorex, SIGMASYS
Modelo
Sinteso FDCIO222
Marca / Fornecedor
SIEMENS
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INTRUSÃO (SADIR)
13.1. GENERALIDADES
O sistema será composto essencialmente pelos seguintes equipamentos:





Central Multifuncional de Detecção de Intrusão;
Painel de Comando;
Detectores de Infravermelhos Passivos;
Sirene Exterior com Flash;
Módulos de Endereçamento.
Os detectores de intrusão serão colocados em todas as entradas periféricas e janelas, devendo ser ligados aos
módulos de endereçamento e à central de intrusão
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Todos os equipamentos e materiais a utilizarem nas instalações serão devidamente certificados e em
conformidade com as Normas CE.
Todos os componentes electrónicos e eléctricos deverão ser montados em cartas enficháveis (“plug in”).
Todas as entradas e saídas de condutores devem terminar em placas de bornes de aperto mecânico, montadas
em calhas normalizadas.
Todas as blindagens dos cabos e condutores devem estar ligadas à terra, nas unidades e ter continuidade até ao
último dispositivo constituinte do sistema.
O armário das unidades deve estar protegido contra sabotagem.
Todas as ligações de potência (energia alterna ou contínua) deverão estar protegidas por fusíveis, devidamente
calibrados.
A unidade deverá ter a possibilidade de instalação à face ou embebida.
Todas as inscrições inseridas nas unidades (porta ou tampa) deverão ser gravadas em língua portuguesa. Poderse-á, parcial ou totalmente, utilizar simbologia, claramente perceptível.
Todo o “software” e “firmware” das unidades deverá ser em língua portuguesa.
Toda a operação/programação do sistema deverá ser efectuada por teclado, incorporado nas unidades ou ligado a
elas, remotamente; O conjunto deve incorporar um ecrã de cristal líquido, anti-reflexo e com luminosidade
reforçada, para visionamento nocturno.
O ecrã poderá ser incorporado no teclado (remoto ou aplicado na unidade).
13.2. CENTRAL DE DETECÇÃO DE INTRUSÃO
A Central de Detecção de Intrusão do tipo endereçável, terá uma aplicação típica em instalações de segurança de
pequena / média dimensão como por exemplo: bancos, escritórios, estabelecimentos comerciais, etc.
Flexibilidade
Deverá permitir a realização de instalações a cabo, via rádio e/ou hibridas. A sua impressionante capacidade e
flexibilidade será assegurada graças ao seu potente software de configuração Sylcom, que poderá ser aplicado
localmente ou remotamente.
Cobertura eléctrica multiplexada
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
A central SI220 disporá na placa da central 8 entradas de zona e 8 saídas programáveis, podendo ser expansível a
sua capacidade. A sua expansão será através de uma ligação E-bus, num único bus de 4 fios cuja topologia é
livre. Neste bus será ligado os módulos de expansão de zonas de entrads e saídas, teclados, fontes de alimentação
auxiliares, etc.
Teclados
Vários modelos de teclados serão possíveis, tais como: com LCD ou de Leds, com ou sem tampa de protecção,
de montagem vertical ou horizontal, equipados com interfonia, permitindo o acesso ao sistema por códigos dos
utilizadores e técnicos, com atribuições totalmente programáveis a título individual.
Todas as ocorrências de estado, alarme ou avaria serão afixadas em texto claro em língua portuguesa no visor de
cristal líquido LCD ou sinalizados através de LED’s, conforme o teclado de operação.
Expansão de zonas de entradas e saídas por cabo
A expansão do sistema por cabo deverá ser assegurada com a aplicação dos módulos de expansão SAT12 ou
SMT12, cada com 4 entradas e 2 saídas, eléctrica e funcionalmente programáveis, que permitirá alcancar o
número máximo de 48 zonas de entradas e 49 zonas de saídas.
Áreas e secções
A central SI220 deverá ter 6 áreas totalmente programáveis e ainda a capacidade de cada área ser subdividida em
6 secções, proporcionando uma distribuição de cobertura adaptável a qualquer necessidade. Deverá ainda ter uma
das áreas, considerada como virtual, de modo a permitir supervisionar as partes comuns das outras áreas.
Controlos horários
Deverá ter funções horárias que permitam automatizar o ligar e desligar as áreas do sistema.
Central caixa preta – “Black Box”
A central será constituída por um armário metálico (caixa preta – “Black Box”) com dimensão para alojar no seu
interior o módulo base, o módulo de alimentação, uma bateria de 7,2Ah, o transformador e módulos adicionais.
Programação
A programação da central será efectuada através de teclados ou de um PC, mediante a utilização do software
“Sylcom”, que através de diversos níveis de acesso, protegidos por password, permitirá a definição de áreas,
secções, organização de alarmes Dia/Noite, 24 horas, ataque pessoal, sabotagem, alarme discreto local,
transmissão à distância, bem como a programação horária diária / semanal / mensal / anual do ligar / desligar da
totalidade ou de partes do sistema.
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INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Outras características:
Tensão de alimentação
Consumo de corrente
Zonas de entradas:
- placa da central
- expansão
- totalidade
Zonas de saída:
- placa da central
- expansão
- totalidade
Teclados
Áreas
Partições por área
Memória de acontecimentos
Nº utilizadores
Calendários
Interface p/ PC e printer
Temperatura de funcionamento
Classe de Protecção
Peso (aprox.)
Dimensões (L x A x P)
230 VAC
máx. 210 mA
8
40 (10 módulos SAT12 ou SMT12)
48
8 ( OC: 4 x 12V/0,15A; 1 x 12V/1A; relés: 2 x 24V/2A;
1x 48V/5A )
20 (10 módulos SAT12 ou SMT12)
16 (2 módulo SMT44)
5 Fontes alimentação
49
7
6 ( 3 tipos: principal, virtual ou sub-áreas)
6
500
50 (de 4 a 6 digitos) totalmente programáveis e com
versão de código de coacção
8
Sim
0 ºC a +40 ºC
IP30
5,5 kg, sem bateria
303 x 405 x 88 mm
Marca de Referência: Siemens – Sintony SI220 ou equivalente
13.3. TECLADO DE OPERAÇÃO COM TAMPA E VISOR LCD
Para programação e operação de qualquer Central de Intrusão, da gama Sintony, ligado via E-Bus.
Disporá de um visor iluminado com 2 linhas de 16 caracteres com 5 LEDs de informação de estado, o que
permitirá uma operação simples mas completa das centrais Sintony.
O teclado estará equipado com uma tampa e a sua montagem será na vertical.
Outras características:
Tensão de funcionamento
Corrente de consumo: mínimo
Corrente de consumo: máximo
Teclas de função
12 VDC via E-Bus
34 mA
114 mA
6
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Execução
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Led’s de estado
Display LCD
Temperatura de funcionamento
Protecção da caixa
Dimensões (L x A x P)
5
2 x 16 caracteres
0 a + 55ºC
IP30
110 x 166 x 30 mm
Marca de Referência: Siemens – Sintony SAK41. ou equivalente
13.4. MÓDULO DE ENDEREÇAMENTO
Para integração nos circuitos provenientes de qualquer Central de Intrusão, da gama Sintony, via E-Bus e destinado
a assegurar o endereçamento individual dos detectores.
Para montagem saliente em caixa plástica cor creme e destinado à ligação e endereçamento de diferentes
dispositivos de alarme de modo a aumentar o número de entradas e saídas disponíveis nas Centrais Sintony.
A unidade electrónica de endereçamento terá uma capacidade para até 4 endereços distintos e 2 saídas
programáveis.
A cada entrada de endereçamento poderão ser ligados no máximo até 3 detectores com resistência de vigilância
integrada.
Funcionará a 4 condutores, sendo dois para alimentação de energia assegurada pela Central de Intrusão e os
outros dois para transmissão de dados.
Outras características:
Alimentação
Corrente de consumo: mínimo
Corrente de consumo: máximo
Zonas de entradas
Zoans de saídas
Temperatura de funcionamento
Peso (aprox.)
Classe de Protecção
Dimensões (L x A x P)
12 V DC via E-Bus
7 mA
15 mA
4
2 (OC 12VDC / 0,15A)
-10 ºC a +55 ºC
0,135 kg
IP30
135 x 86 x 27 mm
Marca de Referência: Siemens – Sintony SAT12, ou equivalente.
13.5. SIRENE DE ALARME PARA EXTERIOR COM FLASH
A sirene de alarme para exterior deverá cumprir rigorosos padrões de qualidade, de forma a ir de encontro aos
requisitos de segurança, ambientais e legislativos.
Pág. 39/42
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
A sua cobertura possuirá uma forma atractiva, com possibilidade de instalação vertical ou horizontal, de modo a
enquadrar-se na arquitectura existente.
A sua cobertura deverá ser em policarbonato de 3 mm de espessura, com alta resistência a impactos e a raios UV,
assegura-lhe uma elevada resistência e protecção.
Possuirá um flash luminoso perfeitamente visível, com lente de cor azul.
Outras características:
Caixa
Som
Protecção de circuito
Protecção contra abertura e remoção
Alimentação
Bateria Ni-Cd
Consumo em standby
Consumo em operação
Potência
Frequência
Temperatura de operação
Flash
Frequência do flash
Temporização
Homologação
Dimensões (L x A x P)
Policarbonato anti-corrosão, branco de 3
mm
Duplo piezo sonoro
Circuito temporizado, impregnado em
resina
Sim
10 a 14,5 VDC
Interna incorporada
40 mA ( com bateria Ni-Cd)
350 mA
114 db
0,5 a 3,0 kHz
- 25º a + 55ºC
1 flash incorporado, com lente Azul
50 a 60 flashes / minuto
Ajustáveis em 3, 5, 10, 20 minutos
Homologações CE, BS4737 e IS199
210 x 300 x 55 mm
Marca de Referência: Siemens – Sintony SAT12, ou equivalente
13.6. DETECTOR DE MOVIMENTOS DE DUPLA TECNOLOGIA
A concepção deste detector permitirá a sua aplicação em qualquer situação, porque utilizará dois modos de
detecção: microondas e infravermelhos.
Terá associado aos 2 modos de detecção um sofisticado processador de sinal que será o ideal para aplicação, em
particular, nas residências.
A fiabilidade no reconhecimento de intrusos será assegurada graças ao seu sofisticado processamento de sinal,
que faz uma interligação entre as secções de microondas e as de infravermelhos.
De modo a consegui-lo, ambos os modos de detecção estão sujeitos a uma análise multicriterial, e qualquer
interferência indesejada será reconhecida e suprimida pelos sistemas individualmente.
Pág. 40/42
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
Este conceito especial de protecção, também faz com que o detector seja insensível a problemas ambientais, tais
como correntes de ar, flutuações de temperatura, interferência electromagnética ou luz externa etc.
Outras características:
Tensão de operação
Corrente de consumo:
- repouso
- alarme
Contacto de relé em alarme (NC)
Tempo de abertura do relé
Contacto “tamper”
Temperatura de funcionamento
Temperatura de armazenamento
Humidade relativa (EN60721)
Protecção da caixa (EN60529, EN50102)
Dimensões (L x A x P)
8 ... 16 VDC
4,5 mA
18 mA
30 VDC / 100mA
2 a 3 segundos
30 VDC / 50 mA
-20º a + 55ºC
-20º a + 60ºC
< 95%, sem condensação
IP41
51 x 87 x 45 mm
Marca de Referência: Siemens – Sintony IRM80, ou equivalente
14.
SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE GÁS (SADG)
14.1. CENTRAL DE DETECÇÃO DE GÁS
Para organização e alimentação dos detectores de gases explosivos e processamento das informações por estes,
incluindo as sinalizações de estado, alarme e avaria e realização de comandos pré-programados.
É totalmente electrónica com capacidade 2 zonas, cada permitindo a ligação de um detector, incluindo alimentação
de socorro e bateria.
A central é equipada com um painel frontal onde todas as sinalizações de estado e operacionalidade são
apresentadas.
Encontra-se equipada com saída de alarme para comando externo e saída para actuação nas electroválvulas de
corte de gás.
Possuem ainda as seguintes características principais:





Tensão de operação: 220/230 Vac – 50/60 Hz
Zonas: 2
Saída de alarme: 12 Vdc/0,5ª - 220Vac/100W max.
Saída: 12 Vdc/0,5ª - 220Vac/100W max.
Categoria de protecção de IP545
Pág. 41/42
Fase:
Rev.
Execução
00
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PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS
 Dimensões: 355 x 260 x 85 (mm)
 Peso: 4,3 Kg
Marca de Referência: Siemens – Fidegas FICTSC02, ou equivalente
14.2. DETECTORES DE GÁS
Para análise contínua do ar e detecção de concentrações de gás natural/metano.
É do tipo electrónico compatível com centrais do tipo FICTSC0x.
O sensor é do tipo catalítico de elevada sensibilidade (0 a 100% L.E.L.), e já pré-calibrado da fábrica, facilmente
removível e encapsulado numa protecção de aço inox.
A caixa do detector possui bucins para entrada e saída de cablagem.
Possuem ainda as seguintes características principais:









Tensão de operação de 12 V DC
Consumo: 120 mA
Área de cobertura: 15 m2
Humidade relativa de 5 a 90%
Temperatura de operação de -5º a +50º C
Altura de instalação: afastado 15 a 30 cm do tecto
Categoria de protecção de IP435
Dimensões: 100 x 100 x 65 (mm)
Peso: 125 gramas
Marca de Referência: Siemens – Fidegas FIS10NAT, ou equivalente
14.3. PAINÉIS ÓPTICO ACÚSTICOS (POA)
Serão de construção robusta e no painel frontal de vidro de cor vermelho translúcido e terão as seguintes
inscrições:
“Atmosfera Perigosa - CO”
“Entrada Interdita”
Outras características:
 IP65.
 Alimentação 12 a 24 VDC.
Marca de referência: Siemens CSA5053, ou equivalente.
Pág. 42/42
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
00
2014-12-08
Rev
Data
Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
Pág. 1/5
Fase:
Rev.
Execução
00
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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
Refª
Lâmpada
Tipo
Tipo
L1
Luminária de Encastar, luz
directa
Fluorescente T5
Pot. (W)
1x49
Montagem
Temp. Cor
4000
Encastrada
Indice de
Proteção
IP20, IK04
L2
Downlight, luz direta
LED
4x2,5
4000
Encastrada
IP20, IK04
L3
Luminária de luz directa
Fluorescente T5
4x14 + 4x21
4000
Saliente
IP20, IK04
Difusor
Descrição
Modelo
Marca
-
Luminária rectangular para montagem encastrada,corpo em chapa de aço quinada e galvanizada, pintada na cor
branca, aberturas frontais para permitem a passagem de condutores termo resistentes, reflector parabólico com
lamelas transversais, em alumínio brilhante de elevada reflexão e componente de dispersão ≤3%, com intensidades
luminosas ≤1.000cd/m² para ângulo de irradiação omnidireccional acima de 65°. A óptica pode ser suspensa da
base por meio de ferrolhos próprios por efeito de charneira, sem qualquer auxílio de ferramentas. A base comporta
todo o equipamento eléctrico-electrónico completo para ligação de três (3) condutores, com balastro electrónico
classe A2, multi-potência, para uma lâmpada fluorescentes de 49W. Ìndice de restituição cromática de Ra>80%. O
rendimento da luminária é de 91%.
3911RPX/49 E
TRILUX/LTX , ou equivalente
-
Luminária circular tipo spot, para montagem encastrada em tecto falso, aro e corpo central em material de fundição,
pintada na cor branca, a montagem é feita sem auxílio de ferramentas e por meio de molas pré-tensionadas.
Dimensões de corte minimal no tecto de 68mm e profundidade mínima de 72mm. A componente óptica consiste
num módulo de 4 LEDs de elevada performance, 2.5W, de cor branco comercial 4000K, com ângulo de abertura de
30°, com feixe do tipo dispersivo, o spot pode ser orientado e ajustável nos dois eixo com um máximo de 30°.Fluxo
luminoso de 500lm e potência instalada de 12W, o tempo de vida (expectável) da fonte de luz é de aproximadamente
50.000 horas, índice de restituição cromática de Ra>80%. Inclui transformador electrónico.
SncPoint 901 LS-FL
LED500nw ET 01
TRILUX/LTX , ou equivalente
Luminária circular (diâmetro 1000mm) para montagem saliente, iluminação directa difusa e uniforme, com difusor
opalino inserido na luminária em acrílico resistente ao calor e UV, corpo cilíndrico metálico incorpora todo
Opalino em acrílico equipamento-eléctrico electrónico para quatro lâmpadas fluorescentes de 14W T5 e quatro lâmpadas fluorescentes
PL22.1012
LTS/LTX , ou equivalente
PL22.672
LTS/LTX , ou equivalente
LTS/LTX , ou equivalente
de 21W T5, balastros electrónicos classe A2, classe de isolamento I.
L4
Luminária de luz directa
Fluorescente T5
2x18 + 24x24
4000
Saliente
IP20, IK04
Luminária circular (diâmetro 675mm) para montagem saliente, iluminação directa difusa e uniforme, com difusor
opalino inserido na luminária em acrílico resistente ao calor e UV, corpo cilíndrico metálico incorpora todo
Opalino em acrílico equipamento-eléctrico electrónico para duas lâmpadas fluorescentes compactas de 18 W TC-EL e quatro lâmpadas
fluorescentes de 24W T5, balastros electrónicos classe A2, classe de isolamento I.
L5
L6
L7
Luminária de luz directa
Downlight, luz directa
Régua de Luz
Fluorescente T5
LED
Fluorescente T5
2x18 + 60
28
35
4000
4000
4000
Saliente
Encastrada
Saliente
IP20, IK04
IP20, IK04
IP20, IK04
Opalino em acrílico
Luminária circular (diâmetro 675mm) para montagem saliente, iluminação directa difusa e uniforme, com difusor
opalino inserido na luminária em acrílico resistente ao calor e UV, corpo cilíndrico metálico incorpora todo
equipamento-eléctrico electrónico para duas lâmpadas fluorescentes compactas de 18 W TC-EL e uma lâmpadas
fluorescente de 60W TR, balastros electrónicos classe A2, classe de isolamento I.
PL22.472
-
Luminária circular tipo downlight, para montagem encastrada em tecto falso, aro e corpo central em alumínio de
fundição pintada na cor branca, com dissipador de calor integrado na parte superior, a montagem é feita sem auxílio
de ferramentas e por meio de molas pré-tensionadas. Dimensões de corte minimal no tecto de 125mm e
profundidade mínima de 110mm. A componente óptica consiste num módulo LED, de cor branco comercial 4.000K,
lente de elevada eficiência com feixe do tipo intensivo-extensivo. Fluxo luminoso de 2.200lm e potência instalada de
28W, o tempo de serviço da fonte de luz de 35.000 horas para fator de degradação e mortalidade do Led de L80 e
B10 respetivamente, índice de restituição cromática de Ra>80%, rendimento da luminária de 100%. Inclui
transformador electrónico.
Ambiella C04 BR
LED2100-840 ET 01
TRILUX/LTX , ou equivalente
-
Luminária tipo régua fluorescente, para montagem saliente, de tecto e/ou parede, com base em chapa de aço
quinada, tratada e pintada por termo lacagem na cor branca, topos em plástico ABS. A luminária comporta todo o
equipamento eléctrico-electrónico, com balastro electrónico multi-potência, com factor de potência acima de 0.96,
para uma lâmpada fluorescente T5 de 35W, de acordo com o comprimento de sanca de iluminação. Índice de
Protecção IP20. Fabricado em conformidade com as normas EN60598-1 e EN60598-2-24. O rendimento da
luminária é de 96%.
RIDOS 40 135
TRILUX/LTX , ou equivalente
Pág. 2/5
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
Refª
Lâmpada
Tipo
Montagem
Indice de
Proteção
Difusor
Descrição
Modelo
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por dois perfis com 0,90m e fitas de LED e um perfil de 1,80m com fita de LED (Ver
detalhe).
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
Tipo
Pot. (W)
Temp. Cor
Marca
L8
Linha de Luz
LED
54
L9
Linha de Luz
LED
48
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por um perfil com 2,00m e fita de LED e um perfil de 1,10m (comprimento total=3,10m)
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
L10
Linha de Luz
LED
65
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por um perfil com 2,10m e fita de LED e um perfil de 2,00m (comprimento total=4,30m)
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
L11
Linha de Luz
LED
18
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por um perfil com 1,20m e fita de LED (comprimento total=1,20m)
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
L12
Linha de Luz
LED
35
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por um perfil com 1,00m e fita de LED e um perfil de 1,30m (comprimento total=2,30m)
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
L13
Linha de Luz
LED
29
4000
Saliente
IP54, IK04
Acrilico, previsto
pela arquitetura
Perfil retilíneo em alumínio anodizado na cor natural, com acessórios próprios de fixação, metálicos e/ou plásticos
com fita de LED flexivel com 72 LED's/m. inclui conversor 24VDc . Fluxo luminoso entre 1600 e 1900Lm, abertura
feixe de 120º. Constituida por um perfil com 1,90m e fita de LED (comprimento total=1,90m)
TLinea P5630 120º
15W
LTX , ou equivalente
Amatris C04 WR
LED1400nw + AI-PC
TRILUX/LTX , ou equivalente
L14
Downlight, luz directa
LED
21
4000
Encastrada
IP44, IK07
Policarbonato
Luminária circular tipo downlight, para montagem encastrada em tecto falso, aro e corpo central em alumínio de
fundição pintada na cor branca, com dissipador de calor integrado na parte superior, a montagem é feita sem auxílio
de ferramentas e por meio de molas pré-tensionadas. Dimensões de corte minimal no tecto de 120mm e
profundidade mínima de 100mm. A componente óptica consiste num módulo LED, de cor branco comercial 4.000K,
lente de elevada eficiência com feixe do tipo intensivo. Fluxo luminoso de 1.400lm e potência instalada de 21W, o
tempo de serviço da fonte de luz de 25.000 horas, índice de restituição cromática de Ra>80%, índice de protecção
IP44 com opção de difusor opalino em policarbonato, pode ser montado independentemente e em separado..
Rendimento da luminária de 100%. Inclui transformador electrónico.
L15
Luminária de luz directa
Fluorescente
Compacta
3x18
4000
Saliente
IP40, IK04
Policarbonato
opalino
Luminária circular para montagem saliente em tecto ou parede, iluminação directa difusa e uniforme, com difusor
opalino inserido na luminária em acrílico resistente ao calor e UV, o corpo cilíndrico incorpora todo equipamentoeléctrico electrónico para duas lâmpadas fluorescentes compactas de 13W TC-D, balastros electrónicos classe A2,
classe de isolamento I.
7401N/2XTCD13 E
TRILUX/LTX , ou equivalente
L16
Downlight, luz directa
Fluorescente
Compacta
IP65, IK10
Vidro opalino
Corpo em alumínio resistente à corrosão, aro em aço inoxidável, difusor em vidro opaco, corpo e acessórios de
montagem em alumínio de fundição, elementos de ligação aparafusada em aço inoxidável, junta de estanquicidade
em silicone de uma única peça, de elevada resistência, temperatura de serviço -40º a 250º C, incorpora todo
equipamento-eléctrico electrónico para uma lâmpada fluorescentes compactas de 26W TC-D, balastro electrónico
classe A2 acessório próprio para montagem de teto em betão.
LTDL 5100/1xTC26
ILMAS/LTX , ou equivalente
26
4000
Encastrada
Pág. 3/5
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
Refª
Lâmpada
Tipo
Tipo
L17
Luminária saliente luz
directa
Fluorescente T5
Pot. (W)
2x35
Montagem
Temp. Cor
4000
Saliente
Indice de
Proteção
IP66, IK08
Difusor
Descrição
Modelo
Marca
Policarbonato
transparente
Luminária industrial rectilínea do tipo estanque, corpo em poliéster reforçado a fibra de vidro na cor cinza claro, com
baixo índice de inflamabilidade, composto por uma única peça, difusor transparente em policarbonato com
microestruturas prismáticas, resistente a impactos e estável aos U.V., a fixação à base é feita por meio de fechos e
permite a abertura e suspensão do difusor por efeito de charneira. A base comporta autoportante com todo o
equipamento elétrico eletrónico completo, com balastro electrónico multi potência classe A2, para duas lâmpadas
fluorescentes T5 de 35W . O índice de protecção é de IP66, ensaiada com teste de fio incandescente a 850ºC,
resistência a choques e impactos até 6Joule, índice de protecção mecânico de IK08,. O rendimento da luminária é de
80%.
OLEVEON 235 PC E
TRILUX/LTX , ou equivalente
OLEVEON 128 PC E
TRILUX/LTX , ou equivalente
LW-06A003-NW
Ropag/LTX , ou equivalente
L18
Luminária saliente luz
directa
Fluorescente T5
28
4000
Saliente
IP66, IK08
Policarbonato
transparente
Luminária industrial rectilínea do tipo estanque, corpo em poliéster reforçado a fibra de vidro na cor cinza claro, com
baixo índice de inflamabilidade, composto por uma única peça, difusor transparente em policarbonato com
microestruturas prismáticas, resistente a impactos e estável aos U.V., a fixação à base é feita por meio de fechos e
permite a abertura e suspensão do difusor por efeito de charneira. A base comporta autoportante com todo o
equipamento elétrico eletrónico completo, com balastro electrónico multi potência classe A2, para uma lâmpadas
fluorescentes T5 de 28W . O índice de protecção é de IP66, ensaiada com teste de fio incandescente a 850ºC,
resistência a choques e impactos até 6Joule, índice de protecção mecânico de IK08,. O rendimento da luminária é de
80%.
L19
Luz indirecta bidirecional
LED
2x3
4000
Saliente
IP54, IK07
-
Aplique de parede para exterior com iluminação indirecta bidirecional (cima e baixo). Corpo em alumínio fundido na
cor cinza, equipada com 2 lâmpadas LED de 3W Cada. O índice de protecção é de IP54, classe de isolamento I.
Dimensões 130x80x180 mm
L20
Candeeiro Exterior
LED
59
4000
Exterior
IP65, IK08
vidro translúcido
Luminária decorativa exterior para montagem em coluna incluída, com redução de Ø 0,76mm. Corpo da luminária em
alumínio na cor antracite similar a DB703, resistente a intempéries, pintado por termo lacagem. Difusor em vidro
translúcido com tratamento térmico não laminado, de reflexão reduzida com fator de transmissibilidade superior a
98%. Fonte de luz composta por sistema de 6 módulos LED com fluxo luminoso de 3700lm, potência de ligação de PUBLISCA P2-AB/400059W, índice de restituição cromática superior a 70%, parâmetros de definição do LED para tempo de funcionamento
730 ET 26
de 60.000horas em L80 e B20 para degradação e mortalidade respetivamente. Compartimento de ligação elétrico
pode ser acedido sem necessidade de ferramentas, e suspenso por acessórios próprios para efeitos de manutenção,
prevista a ligação de condutores de secção até 2,5mm2, classe de isolamento I. Altura de montagem 5 metros.
E1
Iluminação de Segurança
(Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP42, IK07
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem saliente em parede com uma face, com base em ABS e difusor
transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
E2
Iluminação de Segurança
(Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP65, IK08
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem saliente em parede com uma face, com base em ABS e difusor
STAR IP65 8W M 1H30
transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
TELECOMANDO
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
Cooper , ou equivalente
E3
Iluminação de Segurança
(Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP42, IK08
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem encastrada no teto falso de dupla face, com base em ABS e
difusor transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
Cooper , ou equivalente
E4
Iluminação de Segurança
(Não Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP42, IK07
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem saliente em parede com uma face, com base em ABS e difusor
STAR 22 8W NM 1H30
transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
TELECOMANDO
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
STAR 22 8W M 1H30
TELECOMANDO
STAR 22 8W M 1H30
TELECOMANDO +
EL20KIT BR
TRILUX/LTX , ou equivalente
Cooper , ou equivalente
Cooper , ou equivalente
Pág. 4/5
Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE APARELHOS DE ILUMINAÇÃO
Refª
Lâmpada
Tipo
Tipo
Pot. (W)
Temp. Cor
Montagem
Indice de
Proteção
Difusor
Descrição
Modelo
Marca
E5
Iluminação de Segurança
(Não Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP65, IK08
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem saliente em parede com uma face, com base em ABS e difusor
STAR IP65 8W NM
transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
1H30 TELECOMANDO
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
Cooper , ou equivalente
E6
Iluminação de Segurança
(Não Permanente)
Fluorescente
8
-
Interior
IP42, IK08
Trasparente em
policarbonato
Aparelho de iluminação de segurança para montagem encastrada no teto falso de dupla face, com base em ABS e
STAR 22 8W NM 1H30
difusor transparente em policarbonato, preparado para telecomando e de acordo com a EN60598-1 e EN60598-2-22.
TELECOMANDO +
Equipado com uma lâmpada fluorescente de 8W, baterias com autonomia de 1H30min. incluindo todos os
EL20KIT BR
acessórios necessários à correcta montagem. Classe II de isolamento.Pictograma incluído.
Cooper , ou equivalente
NOTAS :
1. Todos os aparelhos de iluminação deverão ser submetidos à apreciação e aprovação da arquitetura.
2. Todos os aparelhos de iluminação serão fornecidos novos e em boas condições, equipados com lâmpadas, balastros, transformadores e demais acessórios necessários ao seu correcto funcionamento e instalação.
3. Para os aparelhos a instalar em montagem embebida, incluindo em paredes, tectos ou pavimentos de betão, o seu valor unitário deverá incluir o fornecimento das respectivas caixas para embeber e instalar na fase de betonagem.
4. A localização exacta de todos os parelhos de iluminação deverá ser confirmada em obra juntamente com a arquitetura.
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE QUANTIDADES
LISTA DE QUANTIDADES
00
2014-12-08
Rev
Data
Emissão para Execução
Descrição
R.Dias
R.Dias
R.Dias
Elaborou
Verificaou
Aprovou
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
Nº
DESIGNAÇÃO
REV.
DATA
--
Extracto de Carta Cadastral (Escala 1:2000)
--
2014-12-08
--
Extracto de Ortofotomapa (Escala 1:2000)
--
2014-12-08
ELE 0.01
Diagrama de Distribuição de Energia
00
2014-12-08
ELE 0.02
Quadros Eléctricos – Esquemas Unifilares do QE, QCOZ, QINV, QGSEG e QSEG.P1
00
2014-12-08
ELE 0.03
Quadros Eléctricos – Esquemas Unifilares do QP0.1, P0.2 e QP0.3
00
2014-12-08
ELE 0.04
Quadros Eléctricos – Esquemas Unifilares do QP1, QP1.1, QP1.2 e QAT
00
2014-12-08
ELE 1.01
Distribuição de Energia – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 1.02
Distribuição de Energia – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 2.01
Caminhos de Cabos – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 2.02
Caminhos de Cabos – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 3.01
Iluminação Normal – Planta de Implantação
00
2014-12-08
ELE 3.02
Iluminação Normal – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 3.03
Iluminação Normal – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 4.01
Iluminação de Segurança – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 4.02
Iluminação de Segurança – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 5.01
Tomadas de Uso Geral – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 5.02
Tomadas de Uso Geral – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 6.01
Alimentações Específicas – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 6.02
Alimentações Específicas – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 7.01
Rede de Terras e Ligações Equipotenciais – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 7.02
Rede de Terras e Ligações Equipotenciais – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 8.01
Sistema de Informação Horária – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 8.02
Sistema de Informação Horária – Planta do Piso 1 e Cobertura (Parcial)
00
2014-12-08
ELE 9.01
Sistema de Chamada de Emergência – Plantas Parciais do Piso 0 e Piso 1
00
2014-12-08
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Fase:
Rev.
Execução
00
REABILITAÇÃO / AMPLIAÇÃO DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO E PRÉ-ESCOLAR DE PORTO DE MÓS
PARA CENTRO ESCOLAR
INTALAÇÕES ELÉCTRICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
Nº
DESIGNAÇÃO
REV.
DATA
ELE 10.01
Sistema Automático de Detecção de Incêndio – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 10.02
Sistema Automático de Detecção de Incêndio – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 11.02
Sistema Automático de Detecção de Gás – Planta do Piso 0 e do Piso 1
00
2014-12-08
ELE 12.01
Sistema Automático de Detecção de Intrusão – Planta do Piso 0
00
2014-12-08
ELE 12.02
Sistema Automático de Detecção de Intrusão – Planta do Piso 1
00
2014-12-08
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Peças escritas - Município de Porto de Mós