PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO “PLANOS DE MANEJO DAS FLORESTAS NACIONAIS DO CREPORI, JAMANXIM E AMANA, LOCALIZADAS NO ESTADO DO PARÁ” RELATÓRIO DO MEIO FÍSICO DA FLONA DO AMANA 03PND0207R03 CONSÓRCIO SENOGRAFIA/STCP CURITIBA/PR JUNHO/2009 CONTEÚDO Pág. 1 – INTRODUÇÃO.............................................................................................................. 1.1 2 – MÉTODOS .................................................................................................................... 2.1 3 – DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO................................................................................ 3.1 3.1 – CLIMA ................................................................................................................... 3.1 3.1.1 – Principais Sistemas Atmosféricos Atuantes.................................................... 3.2 3.1.2 – Parâmetros Climáticos ................................................................................... 3.3 3.1.2.1 – Precipitação Pluviométrica .................................................................. 3.3 3.1.2.2 – Temperatura ........................................................................................ 3.5 3.1.2.3 – Umidade Relativa ................................................................................ 3.8 3.1.2.4 – Síntese dos Parâmetros Climáticos..................................................... 3.8 3.2 – Hidrografia ............................................................................................................ 3.9 3.2.1 – Contextualização Hidrográfica ....................................................................... 3.9 3.2.2 – Bacia Hidrográfica do Rio Tapajós ............................................................... 3.11 3.2.3 – Hidrografia da Floresta Nacional do Amana ................................................. 3.13 3.2.3.1 – Bacia Hidrográfica do Rio Amana ...................................................... 3.19 3.2.3.2 – Bacia Hidrográfica do Rio Parauari.................................................... 3.20 3.2.3.3 – Contribuintes da Bacia do Tapajós .................................................... 3.20 3.2.4 – Qualidade da Água ...................................................................................... 3.21 3.3 – Geologia.............................................................................................................. 3.23 3.3.1 – Contextualização Regional........................................................................... 3.23 3.3.2 – Geologia da Floresta Nacional do Amana .................................................... 3.25 3.3.3 – Mapeamento Metalogenético ....................................................................... 3.31 3.3.3.1 – Exploração de Minérios (baseado no relatório da Socioeconomia).... 3.32 3.3.3.2 – Situação dos Garimpos na FLONA do Amana ................................... 3.43 3.3.4 – Hidrogeologia............................................................................................... 3.52 i 3.4 – Geomorfologia..................................................................................................... 3.55 3.4.1 – Contextualização Regional........................................................................... 3.55 3.4.2 – Compartimentação Geomorfológica da Floresta Nacional do Amana........... 3.58 3.4.2.1 – Geomorfologia da FLONA do Amana................................................. 3.60 3.4.2.2 – Clinografia ......................................................................................... 3.62 3.4.2.3 – Hipsometria ....................................................................................... 3.67 3.5 – Solos ................................................................................................................... 3.69 3.5.1 – Contextualização Regional........................................................................... 3.69 3.5.2 – Distribuição de Solos na Floresta Nacional do Amana ................................. 3.72 3.5.2.1 – Argissolos Vermelho-Amarelos .......................................................... 3.75 3.5.2.2 – Latossolos Amarelos ......................................................................... 3.76 3.5.2.3 – Argissolos Amarelos .......................................................................... 3.77 3.5.2.4 – Argissolos Vermelho .......................................................................... 3.78 3.5.2.5 – Gleissolos Háplico ............................................................................. 3.78 4 – CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DOS SÍTIOS DE AMOSTRAGEM DA FLONA DO AMANA .................................................................................................................4.1 4.1 – Sítio 1: Igarapé Montanha ..................................................................................... 4.2 4.1.1 – Principais Impactos e Pressões Ocorrentes no Sítio 1 ...................................4.3 4.1.2 – Recomendações ............................................................................................4.4 4.2 – Sítio 2: Igarapé Porquinho..................................................................................... 4.4 4.2.1 – Principais Impactos e Pressões Sobre o Sítio 2 .............................................4.5 4.2.2 – Recomendações ............................................................................................4.5 4.2.1.1 – Recuperação das Áreas Afetadas pelos Garimpos no Igarapé Porquinho...............................................................................4.5 4.2.1.2 – Recuperação da Qualidade Hídrica do Igarapé Porquinho ..................4.5 4.2.1.3 – Programa de Ajuste de Conduta dos Garimpeiros e Posseiros da Região............................................................................................4.6 4.3 – Sítio 3: Platôs Centrais da FLONA do Amana........................................................ 4.6 4.3.1 – Principais Impactos e Pressões Sobre o Sítio 3 .............................................4.8 ii 4.3.2 – Recomendações ............................................................................................ 4.9 4.3.2.1 – Programa de Uso Público: Sobrevôo dos Platôs ................................ 4.9 4.4 – Sítio 4: Região do Garimpo São Pedro ................................................................. 4.9 4.5 – Sítio 5: Sul da FLONA ..........................................................................................4.11 4.5.1 – Principais Impactos e Pressões .................................................................. 4.12 4.5.2 – Recomendações .......................................................................................... 4.13 4.6 – Sítio 6: Bacia de Contribuição do Tapajós ........................................................... 4.13 4.7 – Impactos sobre os Fatores do Meio Físico Observados em Campo.................... 4.14 5 – ZONA DE AMORTECIMENTO PRELIMINAR............................................................... 5.1 5.1 – Hidrografia da Zona de Amortecimento Preliminar ................................................ 5.1 5.2 – Geologia da Zona de Amortecimento Preliminar ................................................... 5.2 5.3 – Geomorfologia da Zona de Amortecimento Preliminar .......................................... 5.4 5.4 – Solos da Zona de Amortecimento Preliminar......................................................... 5.4 5.5 – Recomendações Preliminares de Uso para a Zona de Amortecimento Voltados para o Meio Físico ................................................................................................ 5.4 6 – DOCUMENTOS CONSULTADOS................................................................................. 6.1 iii LISTA DE TABELAS Pág. Tabela 2.01 – Temas Utilizados para o Diagnóstico do Meio Físico..................................... 2.2 Tabela 2.02 – Dados Sobre as Estações de Coleta de Informações ................................... 2.3 Tabela 3.01 – Porcentagem de Área Ocupada pelas Bacias Hidrográficas do Pará .......... 3.10 Tabela 3.02 – Áreas das Principais Sub-bacias na FLONA do Amana............................... 3.15 Tabela 3.03 – Concentrações Médias de Mercúrio em Amostras de Cabelo de Populações Ribeirinhas do Tapajós, PA, no Período de 1994 a 1996 ......... 3.21 Tabela 3.04 – Unidades Geológicas e Litologias da FLONA do Amana Segundo o Projeto RADAM .......................................................................................... 3.26 Tabela 3.05 – Unidades Geológicas e Litologias da FLONA do Amana Segundo o IBAMA ........................................................................................................ 3.31 Tabela 3.06 – Produção Mineral em Garimpos Dentro da FLONA..................................... 3.34 Tabela 3.07 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante por Ano ............... 3.41 Tabela 3.08 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Área por Categoria do Solicitante............... 3.41 Tabela 3.09 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo o Solicitante, por Categoria ........................... 3.42 Tabela 3.10 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Fase , por Categoria................................... 3.42 Tabela 3.11 – Garimpos Visitados Durante a Campanha de Campo da AER e Respectivas Fases de Requerimento no Ponto do Garimpo e Entorno Imediato...................................................................................................... 3.47 Tabela 3.12 – Compartimentação Geomorfológica da FLONA do Amana.......................... 3.60 Tabela 3.13 – Unidades Geomorfológicas da FLONA do Amana segundo a EMBRAPA ... 3.62 Tabela 3.14 – Solos da FLONA do Amana ........................................................................ 3.72 Tabela 4.01 – Pontos Analisados no Sítio 1 (Igarapé Montanha)......................................... 4.2 Tabela 4.02 – Pontos Analisados no Sítio 2 (Igarapé Porquinho) ........................................ 4.4 Tabela 4.03 – Pontos Analisados no Sítio 3 (Platôs Centrais) ............................................. 4.8 Tabela 4.04 – Pontos Analisados no Sítio 4 (São Pedro)..................................................... 4.9 iv Tabela 4.05 – Pontos Analisados no Sítio 5 (Sul da FLONA) .............................................4.11 Tabela 5.01 – Unidades Geológicas e Litologias da Zona de Amortecimento da FLONA do Amana segundo o IBAMA ........................................................... 5.2 v LISTA DE FIGURAS Pág. Figura 3.01 – Clima da Região de Estudo Contextualizado no Âmbito do Brasil ................. 3.1 Figura 3.02 – Mapa de Precipitação Pluviométrica Para o Estado do Pará ......................... 3.4 Figura 3.03 – Média Mensal de Precipitação Pluviométrica................................................. 3.5 Figura 3.04 – Distribuição de Temperaturas Médias Anuais ................................................ 3.6 Figura 3.05 – Médias Mensais de Temperatura nas Estações Analisadas........................... 3.7 Figura 3.06 – Médias Mensais de Temperaturas Máximas e Mínimas nas Estações Analisadas ..................................................................................... 3.7 Figura 3.07 – Umidade Relativa nas Estações de Jacareacanga (Azul) e Altamira (Roxo) para o Período Analisado ..................................................... 3.8 Figura 3.08 – Região Hidrográfica Amazônica..................................................................... 3.9 Figura 3.09 – Bacias Hidrográficas da Região Tapajós...................................................... 3.10 Figura 3.10 – Mapeamento Hidrográfico da Área da Floresta Nacional do Amana ............ 3.13 Figura 3.11 – Mosaico de Mapeamentos Hidrográficos nas Escalas 1:500.000 e 1:250.000 da Região Amazônica ................................................................. 3.14 Figura 3.12 – Modelo tipo Hillshade Elaborado a Partir de um Modelo SRTM, Evidenciando Divisores Topográficos nos Sentidos SSW-NNE e E-W......... 3.16 Figura 3.13 – Bacias Hidrográficas no Contexto da Floresta Nacional do Amana ............. 3.17 Figura 3.14 – Quantidade de Mercúrio Total em Populações Expostas da Amazônia........ 3.22 Figura 3.15 – Mapa Geológico do Projeto RADAM............................................................ 3.24 Figura 3.16 – Carta Geológica Integrada – CPRM ............................................................ 3.25 Figura 3.17 – Mapa Geológico da FLONA do Amana – Projeto RADAM ........................... 3.27 Figura 3.18 – Mapa Geológico da FLONA do Amana – CPRM.......................................... 3.28 Figura 3.19 – Mapa Geológico da FLONA do Amana – IBAMA ......................................... 3.29 Figura 3.20 – Carta Metalogenética (CPRM)..................................................................... 3.32 Figura 3.21 – Requerimentos Solicitados ao DNPM, na FLONA do Amana, 1984-2008.... 3.35 Figura 3.22 – Fase dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana ......... 3.35 Figura 3.23 – Mapa de Fase dos Requerimentos Efetuados ao DNPM para a FLONA do Amana ....................................................................................... 3.36 vi Figura 3.24 – Área, em Hectares, dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA ... 3.37 Figura 3.25 – Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Substância ................................................................................ 3.37 Figura 3.26 – Mapa de Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Substância ................................................................................ 3.38 Figura 3.27 – Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo o Uso ........................................................................................... 3.39 Figura 3.28 – Distribuição Percentual dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante .............................. 3.39 Figura 3.29 – Mapa dos Requerimentos Efetuados ao DNPM para a FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante........................................... 3.40 Figura 3.30 – Pistas de Pouso Mapeadas na FLONA do Amana....................................... 3.45 Figura 3.31 – Garimpos Ativos e Inativos Mapeados na FLONA do Amana ...................... 3.46 Figura 3.32 – Domínios Hidrogeológicos do Brasil ............................................................ 3.53 Figura 3.33 – Domínios Hidrogeológicos na FLONA do Amana e Entorno ........................ 3.54 Figura 3.34 – Mapa Geomorfológico do Projeto RADAM .................................................. 3.56 Figura 3.35 –Mapa Hipsométrico Regional........................................................................ 3.58 Figura 3.36– Mapa de Unidades Morfoestruturais e Morfoclimáticas ................................ 3.59 Figura 3.37 – Mapa Geomorfológico da FLONA do Amana (RADAMBRASIL) .................. 3.61 Figura 3.38 – Mapa Geomorfológico da FLONA do Amana – EMBRAPA .......................... 3.63 Figura 3.39 – Mapa Clinográfico da FLONA do Amana ..................................................... 3.65 Figura 3.40 – Mapa Hipsométrico da Floresta Nacional do Amana ................................... 3.68 Figura 3.41 – Mapa de Solos da Região Amazônica ......................................................... 3.70 Figura 3.42– Mapa do Levantamento Exploratório de Solos do Projeto RADAM............... 3.72 Figura 3.43 – Mapa de Solos da FLONA do Amana .......................................................... 3.73 Figura 4.01 – Mapa de Localização dos Sítios de Amostragem da AER ............................. 4.1 vii LISTA DE FOTOS Pág. Foto 3.01 – Aspectos do Rio Tapajós Entre as Sedes Municipais de Itaituba e Jacareacanga ..................................................................................................3.11 Foto 3.02 – Confluência do Rio Jamanxim com o Rio Tapajós .......................................... 3.12 Foto 3.03 – Bacia do Rio Amana....................................................................................... 3.19 Foto 3.04 – Igarapé Montanha (Contribuinte do Rio Tapajós)............................................ 3.21 Foto 3.05 – Condições de Higiene nos Garimpos ............................................................. 3.50 Foto 3.06 – Processo de Desmonte nos Garimpos JML e Cara-Preta............................... 3.51 Foto 3.07 – Caixa Resumidora Garimpo JML.................................................................... 3.52 Foto 4.01 – Elementos Do Meio Físico Presentes na Paisagem do Sítio 1 ......................... 4.3 Foto 4.02 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 3 (Platôs Centrais da FLONA do Amana)............................................................................................ 4.7 Foto 4.03 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 4 (Garimpo São Pedro) ............. 4.10 Foto 4.04 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 5 (Sul da FLONA)...................... 4.12 Foto 4.05 – Utilização do Fogo para Limpeza do Terreno na Bacia do Igarapé do Preto no Entorno da FLONA .................................................................................... 4.13 Foto 4.06 – Imagens do Comprometimento do Meio Físico Associado à Atividade Garimpeira ...................................................................................... 4.15 viii LISTA DE ANEXOS ANEXO 3.01 – MAPA DA SITUAÇÃO DA EXPLORAÇÃO MINERÁRIA NA FLONA DO AMANA ANEXO 3.02 – FASES DAS SOLICITAÇÕES JUNTO AO DNPM DOS GARIMPOS MAPEADOS NA FLONA DO AMANA ix 1 – INTRODUÇÃO 1 – INTRODUÇÃO A Floresta Nacional do Amana, objeto deste estudo, está localizada nos municípios de Jacareacanga e de Itaituba, no Estado do Pará, sendo límitrofe com o estado do Amazonas através do município de Maués. Foi criada pelo Decreto S/N, de 13 de fevereiro de 2006, com uma área de 540.417,17ha. Seus objetivos básicos são a promoção do manejo de uso múltiplo sustentável dos recursos florestais, a manutenção e a proteção dos recursos hídricos e da biodiversidade, bem como o apoio ao desenvolvimento de métodos de exploração sustentável dos recursos naturais. O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei 9.985/00) que regulamenta essas e outras Unidades expressa a necessidade da elaboração de um Plano de Manejo. Para tanto, os levantamentos do meio físico condizentes com clima, hidrografia, geologia, geomorfologia e solos, são essenciais para embasar a gestão da UC e resultarão em uma ferramenta de apoio com caráter de orientação estratégica, visando subsidiar o Plano de Manejo da FLONA. Conforme Termo de Referência contratado, todos os dados referentes ao meio físico são de bases secundárias, ou seja, não houve levantamento primário das informações, a não ser os dados coletados pela Avaliação Ecológica Rápida, por meio das fichas de campo. Além da caracterização física, o relatório inclui os mapeamentos temáticos, elaborados com o intuito de fornecer as informações espaciais dos respectivos temas, a fim de direcionar e planejar a etapa de zoneamento da Floresta Nacional do Amana. O presente diagnóstico tem por objetivos: - Descrever a evolução geológica regional visando à compreensão da distribuição estratigráfica atual e a análise das características da litologia e da tectonia regionais; - Caracterizar a morfogênese regional, os principais níveis hipsométricos, declividade mais representativa; - Caracterizar o clima e a hidrografia da região abrangida pela Floresta Nacional do Amana; Identificar os condicionantes de paisagem pelos sistemas de drenagem, nascentes e principais cursos d’água; e, Descrever as características físicas dos solos tais como textura, estrutura, densidade, permeabilidade, declividade e outras julgadas significativas para a conservação e manejo. 1.1 2 – MÉTODOS 2 – MÉTODOS A elaboração do presente Relatório Temático foi composta por três fases principais: (1) pesquisa bibliográfica e cartográfica; (2) confecção de documentos cartográficos e análise dos dados coletados e produzidos; (3) redação do relatório. O material bibliográfico consultado abrange livros, periódicos e relatórios de estudos específicos efetuados em nível estadual, nacional e internacional. As pesquisas foram efetuadas nas bibliotecas do Instituto de Geociências e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, na biblioteca da Universidade da Região de Joinville e em sítios específicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. (CPRM), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Departamento Nacional de Pesquisa Minerária (DNPM) de Itaituba, Governo do Estado do Pará, entre outros, na Internet. É importante ressaltar a escassez de bibliografia específica dos temas hidrografia, geomorfologia e pedologia (solos) para a área da Floresta Nacional do Amana e entorno. Há disponibilidade de informações relacionadas ao tema geologia, sendo, porém, em geral referentes a projetos específicos e não a levantamentos sistemáticos oficiais. O material cartográfico foi recolhido principalmente na forma digital, nos formatos pdf, dgn e shp, conforme disponibilidade. Foi utilizado para compor a base cartográfica digital da área de estudo a carta topográfica Tapajós (SB-21) do IBGE, na escala 1:1.000.000. A área abrangida pela Floresta Nacional Amana inclui trechos das cartas topográficas do IBGE na escala 1:250.000 SB-21-V-D, SB-21-X-C, SB-21-Y-B, SB-21-Y-D e SB-21-Z-A. No entanto, tais cartas não se encontram disponíveis em formatos vetoriais, o que impossibilita sua utilização para compor a base cartográfica digital de trabalho. Toda a produção cartográfica foi efetuada em ambiente SIG com o programa ArcGIS 9.1. Para a representação do relevo utilizou-se o modelo de elevação gerado pelo Shuttle Radar Topography Mission – SRTM1 no ano 2000, com base em um sistema de radar modificado embarcado no ônibus espacial Endeavour. Este material é disponibilizado na forma de recortes que coincidem com folhas topográficas na escala 1:250.000. Para melhor entendimento da compartimentação topográfica regional, elaborou-se um mosaico composto por 15 folhas SRTM: SB-21-V-B, SB-21-V-D, SB-21-X-A, SB-21-X-B, SB-21-X-C, SB-21-XD, SB-21-Y-B, SB-21-Y-D, SB-21-Z-A, SB-21-Z-B, SB-21-Z-C, SB-21-Z-D, SC-21-V-B, SC21-X-A, SC-21-X-B. Deve-se observar que as altitudes representadas no modelo SRTM consideram o topo do dossel das florestas e não a superfície do terreno. Em áreas com elementos arbóreos altos, como no caso da Floresta Amazônica, são significativas as diferenças entre as altitudes reais e aquelas representadas no modelo. Para melhor entendimento das reais elevações de uma área, deve-se subtrair do modelo a altura média das árvores nela contidas. Não se elaborou um modelo digital do terreno (MDT) convencional da área pesquisada, pois a eqüidistância das curvas de nível (100 m) da base cartográfica digital disponibilizada (1:1.000.000) impossibilita a geração de um modelo com o detalhamento necessário. A visualização da topografia do terreno foi, no entanto, possibilitada pela geração de um modelo hillshade a partir do modelo SRTM. 1 Disponível em: http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br/download/index.htm 2.1 Os mapeamentos temáticos referentes à Geologia, Geomorfologia, Pedologia e Hidrografia, que contemplam a área da Floresta Nacional do Amana e entorno, estão em diferentes escalas, prevalecendo os mapeamentos na escala 1:250.000, conforme detalhado na Tabela 2.01. Tabela 2.01 – Temas Utilizados para o Diagnóstico do Meio Físico TEMA ESCALA FONTE HIDROGRAFIA 1:250.000 RADAMBRASIL GEOLOGIA 1:250.000 SISCOM/IBAMA GEOMORFOLOGIA 1:250.000 ZEE BR-163 PEDOLOGIA 1:250.000 ZEE BR-163 2 Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 Além dos arquivos utilizados e descritos na Tabela 2.01, foram pesquisados e trabalhados outros mapeamentos que serviram de suporte para os diferentes temas. Para a Zona de Amortecimento da FLONA do Amana, na porção inserida no município de Maués, foram utilizados dados de solos, geologia e geomorfologia do Projeto RADAMBRASIL (1:1.000.000). O tema Geologia é encontrado em mapas nas escalas 1:5.000.000, 1:2.500.000, 1:1.000.000, 1:500.000 e 1:250.000. O tema Geomorfologia é encontrado na escala 1:1.000.000 e 1:250.000. O tema Solos é encontrado somente na escala 1:1.000.000 e 1:250.000, enquanto que o tema Hidrografia está disponível nas escalas 1:2.500.000, 1:1.000.000, 1:500.000 e 1:250.000, sendo as duas últimas escalas intercaladas e em alguns casos não contínuas para toda a região amazônica. Os temas Geologia e Geomorfologia foram discutidos à luz de mapeamentos na escala 1:250.000 disponibilizados pelo IBAMA e EMBRAPA, respectivamente. A base cartográfica utilizada para esse trabalho, a exceção dos mapeamentos temáticos, foi encaminhada pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Face à grande variedade de escalas dos mapas referentes aos temas estudados, adotou-se os mapeamentos na escala 1:250.000 como base de trabalho, mesmo que não sejam provenientes de uma única fonte, esses mapeamentos serão os que darão suporte para o zoneamento e planejamento da Unidade de Conservação. Cabe destacar que o projeto RADAM também foi estudado e integra o presente documento, pois foi um esforço pioneiro do governo brasileiro na década de 70 para a pesquisa de recursos naturais, sendo organizado pelo Ministério de Minas e Energia através do Departamento Nacional da Produção Mineral - DNPM, com recursos do PIN - Plano de Integração Nacional e constitui-se, até hoje, em um estudo que integra vários temas do meio físico em escala e métodos similares. Para a caracterização climática da região da FLONA, foram considerados alguns parâmetros que permitem a análise da dinâmica climática. Esses parâmetros dizem respeito a: temperatura, precipitação, umidade relativa e insolação. 2 O ZEE da BR-163 considerou o Estado do Pará, portanto Maués, que tem porção do seu território na Zona de Amortecimento da FLONA, não possui mapeamento nessa escala. 2.2 Para o presente estudo, foram utilizadas médias mensais das variáveis citadas na Tabela 2.02 contidas na base de dados das estações climáticas. Estes dados contêm médias de diferentes períodos e estão bem fragmentados. Associados a essa condição de análise por estações foram utilizados os mapeamentos climatológicos produzidos pelo Núcleo de Meteorologia do SECTAM, os quais contaram com um período amostral maior do que os elencados nas duas estações utilizadas: Altamira e Jacareacanga. Tabela 2.02 – Dados Sobre as Estações de Coleta de Informações ESTAÇÃO Jacareacanga Altamira MUNICÍPIO DADOS INTERVALO DE DADOS Jacareacanga Precipitação Temperatura Média Temperatura Máxima Temperatura Mínima Umidade Relativa 2000 - 2004 Altamira Precipitação Temperatura Média Temperatura Máxima Temperatura Mínima Umidade Relativa 2000 - 2004 Obs: os anos de 2000 e 2004 apresentam falha na coleta de dados nas estações. Fonte: organização Consórcio Senografia – STCP, 2008. 2.3 3 – DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO 3 – DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO 3.1 – CLIMA Na região Norte, o clima é caracterizado por dois períodos distintos, um chuvoso e outro seco, apresentando homogeneidade na distribuição da temperatura. O Estado do Pará, inserido no contexto amazônico, é condicionado por sua localização nas proximidades do Equador. O clima equatorial quente e úmido, com ventos constantes e abundante pluviosidade ocorre de forma predominantemente pelo Estado, sendo que o índice pluviométrico é menor entre os meses de julho a outubro, quando há maior insolação. Em termos de temperatura, o Pará não registra mudanças bruscas, tendo médias anuais oscilando de 24 ºC a 26 ºC, enquanto a umidade relativa do ar é de 80%1. As reflexões desse clima sobre a comunidade paraense são visíveis quando, por exemplo, do período chuvoso, são incorporados ao folclore da cidade de Belém e manifestados na tradicional "chuva das duas" (alusão à chuva que cai no início da tarde, geralmente após as 14 horas). A Figura 3.01 apresenta a distribuição dos climas pelo Brasil, contextualizando o Estado do Pará e a região da FLONA, segundo a Classificação de Köppen. Figura 3.01 – Clima da Região de Estudo Contextualizado no Âmbito do Brasil Detalhe do Clima da Região Clima quente e úmido com 1 ou 2 meses secos Fonte: Mapa de Clima do Brasil, IBGE, acessado em 01/03/2008 Outra classificação utilizada é a de Stralher, que caracteriza o clima de acordo com o controle e influência de massas de ar, sendo que na região em estudo caracteriza-se pelo clima equatorial úmido de convergência de alísios. Nesse sentido, Mendonça (2001) coloca que “o clima da região norte do Brasil (...) é controlado por sistemas atmosféricos equatoriais e tropicais, sendo denominado genericamente de Clima Equatorial Úmido da FIT por Monteiro (1968)”. 1 (http://www.istoeamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=706&Itemid=235). 3.1 3.1.1 – Principais Sistemas Atmosféricos Atuantes Os fenômenos meteorológicos de meso e grande escalas atuam na região influenciando o comportamento dos parâmetros climáticos. Dentre os sistemas e fenômenos de maior destaque estão os elencados a seguir: • Convergência Intertropical A Convergência Intertropical ocorre na região de contato entre os hemisférios Norte e Sul. Funciona aquecendo a atmosfera tropical e variando em termos de intensidade e posição. É importante na determinação do tempo e do clima, especialmente no que tange os aspectos de pluviosidade, determinando a abundância ou o déficit das chuvas na região Norte do Nordeste brasileiro. Esta zona constitui-se de uma banda de nuvens formadas a partir da confluência dos ventos alísios dos hemisférios Norte e Sul. A ascensão do ar produz uma faixa de calmaria denominada de doldrum, zona de chuvas fortes e trovoadas. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) muda sazonalmente de posição, deslocando-se para o Norte durante os meses de junho a setembro (inverno no Hemisfério Sul) e direcionando-se mais ao sul, próximo da linha equatorial, nos meses de dezembro a fevereiro (verão no Hemisfério Sul). A posição da ZCIT oscila ao longo do ano na direção Norte-Sul, mas sua intensidade e alcance latitudinal variam de um ano para outro. • Linhas de Instabilidade As linhas de instabilidade são bandas de nuvens organizadas linearmente, que se formam a partir da grande radiação solar incidente sobre a região tropical e da conseqüente formação de nuvens. A penetração da brisa marítima no continente contribui para a formação das Linhas. Com a aproximação da ZCIT, esse sistema meteorológico de meso escala é incrementado nos meses de fevereiro e março, influenciando as chuvas no Norte e no Nordeste e regiões adjacentes. • Massas de Ar São duas as principais massas de ar a influenciar o sistema atmosférico da região: a Massa Equatorial Atlântica e a Massa Equatorial Continental. A primeira constitui-se dos ventos de alísios de Nordeste provenientes do Atlântico. Possui duas correntes, sendo uma inferior úmida carregada de evaporação do oceano e outra superior quente e seca. Ambas são separadas pela inversão de temperatura. Sua origem é o oceano Atlântico. Os ventos alísios, que são gerados pela rotação da terra, e a passagem de centros de alta pressão sobre o oceano fazem com que os ventos tenham sua direção voltada para o continente. Os valores acumulados de precipitação são baixos, pois esta massa de ar não causa chuvas significativas. A segunda massa de ar é a Equatorial Continental (mEc). Ela é formada sobre o continente aquecido, na Amazônia Central onde dominam as calmarias e os ventos fracos do regime depressionário (NIMER, 1979). A atuação da zona de convergência intertropical (ZCIT) atua como fomentadora dessa massa de ar. O encontro dos ventos alísios do hemisfério Norte com os alísios do hemisfério Sul dar-se-á na ZCIT onde há a formação de instabilidades. O alto calor produzido associado à alta umidade da região de formação provoca o surgimento de nuvens de instabilidade que associadas às instabilidades geradas da ZCIT ocasiona uma grande área de nebulosidade e alta temperatura, que é a massa equatorial continental. Sua atuação é mais significativa na região nordeste do Maranhão durante os meses de verão. A massa de ar provoca valores elevados de precipitação acumulada. 3.2 Cabe salientar que as outras massas de ar também contribuem para a dinâmica espacial dos sistemas atmosféricos. • El Niño O fenômeno El Niño constitui-se no aquecimento das águas do oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental, alterando o padrão normal da circulação atmosférica. É um fenômeno natural com periodicidade variável. O El Niño tem grande impacto no comportamento climático da Amazônia. Com o deslocamento da Célula de Walker (circulação de grande escala que ascende no Pacífico oeste e descende no Pacífico leste) para Leste, essas regiões ficam sob influência do ramo descendente de sua circulação, causando uma diminuição da atividade convectiva e conseqüentemente da chuva. 3.1.2 – Parâmetros Climáticos 3.1.2.1 – Precipitação Pluviométrica As chuvas tropicais, freqüentes na região de estudo, ocorrem, em geral, no fim da tarde ou início da noite, quando, pelo forte aquecimento diurno, a radiação telúrica2 se intensifica e, conseqüentemente, as correntes convectivas duram poucos minutos, raramente ultrapassando uma hora, sob céu quase ou completamente encoberto por pesados e grossos cúmulos-nimbos. No período das chuvas, a precipitação ocorre de forma mais prolongada. Por sua característica de grande variabilidade, a precipitação pluvial na região é o elemento meteorológico com maior importância para a subdivisão dos climas. Predominam as chuvas do tipo convectivas, em forma de pancadas e de curta duração, estando assim associadas às nuv ens cumulus e cumulunimbus (Núcleo de Meteorologia do SEMA). Associadas a precipitação está a atuação das linhas de instabilidade e da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Segundo o site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, são três os mecanismos que provocam chuva na Amazônia: a convecção diurna, as linhas de instabilidades e os aglomerados convectivos associados aos sistemas frontais (Molion, 1993 in http://www.sds.am.gov.br/programas_02.php?cod=2312). Para a região da FLONA, conforme apresentado na Figura 3.02, os índices de precipitação estão entre 2000 a 2500 mm/ano (média anual), sendo que o trimestre com menores índices é junho-julho-agosto e o trimestre com maiores índices é dezembro-janeiro-fevereiro. 2 Relativo a radiação incidente sobre a terra. 3.3 Figura 3.02 – Mapa de Precipitação Pluviométrica Para o Estado do Pará Legenda: o círculo preto indica a localização aproximada da FLONA do Amana Fonte: Núcleo de Meteorologia do SEMA, acessado em 01/03/08 Para ilustrar o regime pluviométrico da região, foram utilizadas duas estações meteorológicas: Jacareacanga e Altamira. Observando a distribuição da precipitação média por meses (Figura 3.03), são identificados dois períodos distintos. Um relacionado à estação chuvosa que tem seu início marcado em meados do mês de dezembro e seu fim em meados de maio. Esse período possui um total médio de precipitação pluviométrica de 1244mm (Altamira) e 1433,7mm (Jacareacanga), perfazendo cerca de 65% do total das precipitações anuais, considerando o período analisado. 3.4 O outro período condiz com a estação seca. Com início em julho, permanece até meados de outubro, apresentando uma média de 211,4mm (Altamira) e 255,7 mm (Jacareacanga). Figura 3.03 – Média Mensal de Precipitação Pluviométrica 400,0 A 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 400,0 B 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Legenda: (A) Jacareacanga e (B) Altamira Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 Além dos dois períodos distintos, há dois outros períodos de transição, sendo o chuvososeco em meados de junho, e seco-chuvoso em meados de novembro. O total médio anual para o período analisado é de 1.948,1 mm para a estação de Altamira e 2.093,6mm para Jacareacanga. Apesar da sazonalidade do regime de chuvas da região, os valores quantitativos para cada ano podem ser bem distintos dos valores da média. Esses valores dependem principalmente da intensidade de chuvas durante a estação chuvosa, período no qual ocorre maior variabilidade das médias mensais de um ano para outro. 3.1.2.2 – Temperatura A temperatura corresponde à quantidade de energia absorvida pela atmosfera após a propagação do calor absorvido pelo planeta nas porções sólidas e líquidas. Segundo Ayoade (1983), a temperatura é a condição que determina o fluxo de calor que passa de uma substância a outra, sendo determinada pelo balanço entre a radiação que entra e a que sai e pela sua transformação em calor latente (evapotranspiração) e sensível (aquecimento). Para a região da FLONA, as temperaturas médias anuais giram em torno de 25 e 26°C (graus centígrados), conforme apresentado na Figura 3.04. 3.5 Figura 3.04 – Distribuição de Temperaturas Médias Anuais Fonte: SEMA, 2008 Essa média é confirmada se analisados os parâmetros das estações próximas da região de estudo como Jacareacanga (25,9°C) e Altamira (26,3°C). Nas Figuras 3.05 e 3.06 são apresentadas, para cada mês do ano, os valores médios das temperaturas, observados nas estações de Jacareacanga e Altamira, respectivamente. O regime térmico na região não é marcado por grandes oscilações como ocorre com a precipitação, sendo que as temperaturas menos elevadas ocorrem nos meses do período chuvoso. As temperaturas variam pouco em termos de médias, porém a variação diária é mais sentida. A amplitude térmica mensal apresenta pequena variabilidade girando em torno de 2 °C (considerando as médias mensais anuais). As temperaturas são mais elevadas de setembro a novembro, decaindo a partir do mês de dezembro. Este fato coincide com a época de menores índices pluviométricos. 3.6 Figura 3.05 – Médias Mensais de Temperatura nas Estações Analisadas 29,0 A 28,0 27,0 26,0 25,0 24,0 23,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez B 29,0 28,0 27,0 26,0 25,0 24,0 23,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Legenda: (A) Jacareacanga e (B) Altamira Fonte: Dados do SEMA, elaborado pelo Consórcio Senografia-STCP Figura 3.06 – Médias Mensais de Temperaturas Máximas e Mínimas nas Estações Analisadas 36,0 A 34,0 32,0 30,0 Temp. Max 28,0 Temp. Min 26,0 24,0 22,0 20,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov 36,0 Dez B 34,0 32,0 30,0 Temp. Máx. 28,0 Temp. Mín. 26,0 24,0 22,0 20,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Legenda: (A) Jacareacanga e (B) Altamira Fonte: Dados do SEMA, elaborado pelo Consórcio Senografia-STCP 3.7 3.1.2.3 – Umidade Relativa A umidade atmosférica é um parâmetro essencial do ciclo hidrológico. Ela é a fonte das precipitações e controla em grande parte a taxa de evaporação do solo e reservatórios, como também a transpiração dos vegetais. O grau de umidade relativa do ar é expresso em porcentagem, e corresponde à relação entre a quantidade de vapor d'água presente na atmosfera e a quantidade de vapor d'água no mesmo volume de ar se este estivesse saturado de umidade. A umidade relativa apresenta uma variação anual e uma variação diurna; na Amazônia ela é, em média, maior durante a parte mais fria do ano, e menor durante a parte mais quente. Os dados de umidade relativa do ar traduzem que a média mensal anual é de 88% e 82% em Jacareacanga e Altamira respectivamente, sendo o mês com maior índice o mês de fevereiro (Altamira) e março (Jacareacanga), e a mais baixa em setembro (Figura 3.07). Figura 3.07 – Umidade Relativa nas Estações de Jacareacanga (Azul) e Altamira (Roxo) para o Período Analisado 92 90 88 86 84 82 80 78 76 74 72 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Legenda: (Azul) Jacareacanga e (Roxo) Altamira Fonte: Dados do SEMA, elaborado pelo Consórcio Senografia-STCP A região estudada pode ser caracterizada como de clima úmido, sendo que, apenas em Altamira, nos meses de Setembro, Outubro e Dezembro os índices de Umidade estiveram abaixo de 80%. 3.1.2.4 – Síntese dos Parâmetros Climáticos As condições climáticas da região indicam uma temperatura do ar elevada, com média anual de 25,6º. A umidade relativa é superior a 80%, em quase todos os meses do ano (SEMA, 2008). Com relação à precipitação pluviométrica, observa-se que os índices anuais estão em torno de 2.000mm, com distribuição irregular ao longo dos meses. 3.2 – Hidrografia 3.2.1 – Contextualização Hidrográfica 3.8 Segundo a compartimentação hidrográfica do Brasil3, determinada pela Resolução do Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) no 32 de 15/10/2003, a Floresta Nacional do Amana está inserida na Região Hidrográfica Amazônica, que é constituída pela bacia hidrográfica do rio Amazonas situada em território nacional, pelas bacias hidrográficas dos rios existentes na Ilha de Marajó, além das bacias hidrográficas dos rios situados no Estado do Amapá que deságuam no Atlântico Norte. Esta região hidrográfica possui uma área total de 3.870.000 km², o equivale a 45,5% do território do país (Figura 3.08). Figura 3.08 – Região Hidrográfica Amazônica Fonte: ANA, 2008 Segundo a Agência Nacional de Água (ANA), A bacia hidrográfica do rio Amazonas é constituída pela mais extensa rede hidrográfica do globo terrestre, ocupando uma área total da ordem de 6.110.000 km², desde suas nascentes nos Andes Peruanos até sua foz no oceano Atlântico (na região norte do Brasil). Esta bacia continental se estende sobre vários países da América do Sul: Brasil (63%), Peru (17%), Bolívia (11%), Colômbia (5,8%), Equador (2,2%), Venezuela (0,7%) e Guiana (0,2%). (...) Em termos de recursos hídricos, a contribuição média da bacia hidrográfica do rio Amazonas, em território brasileiro, é da ordem de 133.000 m³/s (73% do total do País). Adicionalmente, a contribuição de territórios estrangeiros para as vazões da região hidrográfica é da ordem de 76.000 m³/s. (http://www.ana.gov.br/mapainicial/pgMapaA.asp) Ainda conforme a compartimentação hidrográfica do Brasil, o Estado do Pará está inserido nos contextos da Região Hidrográfica Amazônica e da Região Hidrográfica do TocantinsAraguaia. Já no contexto estadual, a proposta idealizada pelo Núcleo de Hidrometeorologia/SEMA4 divide o Estado do Pará em sete regiões hidrográficas, estando a Floresta Nacional do Amana inserida na Região Tapajós. 3 4 Informação disponível em http://www.ana.gov.br/ Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente. 3.9 A Região Tapajós, com 221.992,97 km² (SEMA, 2008), ocupa 17,7% da área total do estado (Tabela 3.01), sendo dividida em sete bacias hidrográficas, referentes aos rios Arapium, Novo, Crepori, Cururú, Jamanxim, Mururá/Andirá e Tapajós (Figura 3.09). As bacias desta Região Hidrográfica fazem parte da bacia hidrográfica do rio Tapajós, com exceção da bacia do rio Mururá/Andirá. Tabela 3.01 – Porcentagem de Área Ocupada pelas Bacias Hidrográficas do Pará REGIÃO HIDROGRÁFICA ÁREA OCUPADA NO ESTADO (%) Calha Norte 21,5 Tapajós 17,7 Baixo Amazonas 3,0 do Xingu 25,1 Portel / Marajó 10,8 Costa Atlântica/Nordeste 12,0 Tocantins/Araguaia 9,9 TOTAL 100,0 Fonte: SEMA, 2008 Figura 3.09 – Bacias Hidrográficas da Região Tapajós Bacia do Rio Arapium Bacia do Rio Jamaxim Bacia do Rio Tapajós Bacia do Rio Cururú Bacia do Rio Mururá/Andirá Bacia do Rio Novo Bacia do Rio Crepori Fonte: SEMA5, 2008, Sem escala 5 Disponível em: http://www.para30graus.pa.gov.br/Rec_Tapajos.htm 3.10 3.2.2 – Bacia Hidrográfica do Rio Tapajós A bacia do rio Tapajós drena uma área de 460.200km², estendendo-se pelos estados de Mato Grosso, Pará e Amazonas6. O rio Tapajós é formado pela confluência dos rios Teles Pires e Juruena, no ponto de divisa entre os três estados, e tem sua foz no rio Amazonas, nas proximidades de Santarém. Por ele são transportados, principalmente, madeira e granéis líquidos (inflamáveis), sendo os principais portos Santarém (PA) e Itaituba (PA). O rio Juruena possui suas nascentes nas encostas da Serra dos Parecis (divisor de águas entre as bacias do Amazonas e do Paraguai-Paraná), em altitudes próximas a 700m. Antes de sua confluência com o rio Arinos, recebe vários tributários. Cerca de 425km a jusante recebe como afluente em sua margem direita o rio Capitão Teles Pires, passando então a receber a denominação de rio Tapajós. A declividade média do rio Tapajós é inferior à de seus afluentes, apresentando um leito irregular e grande número de ilhas (Foto 3.01). Foto 3.01 – Aspectos do Rio Tapajós Entre as Sedes Municipais de Itaituba e Jacareacanga A B C D Legenda: (A) Rio Tapajós; (B) Ilhas fluviais; (C) Uso do solo nas proximidades da sede de Itaituba; (D) Utilização do rio para Navegação Fotos: Consórcio Senografia- Consórcio Senografia-STCP, 2008 6 http://www.transportes.gov.br/bit/hidro/detriotapajos.htm 3.11 A ocorrência de ilhas torna-se mais freqüente no terço inferior do rio, onde as declividades médias são de 9,6cm/km7. Segundo o Ministério dos Transportes, em “seus últimos 100km o rio forma um largo estuário, onde a distância entre as margens chega a alcançar 18km, afunilando-se na foz, no rio Amazonas, desaguando através de um canal de apenas 1.124m de largura”. Segundo registros, a influência da maré na foz do rio Tapajós provoca uma oscilação em seu nível de aproximadamente 0,40m. Em termos de navegabilidade, o rio Tapajós apresenta dois trechos distintos, o baixo e o médio curso. O trecho conhecido como Baixo Tapajós, situado entre São Luís de Tapajós e a sua foz em Santarém, em percurso de 345 km, é navegável o ano todo. Possui uma vazão média em Itaituba de 11.800 m3/s. Entre os municípios de São Luís do Tapajós e Buburé, no Estado do Pará, ocorre a zona das corredeiras de São Luís, onde o rio Tapajós tem sua navegação impossibilitada em trecho de aproximadamente 28 km. A montante de Buburé, próximo à foz do rio Jamanxim (Foto 3.02), principal afluente da margem direita do rio Tapajós, há um trecho com cerca de 170 km em boa condição de navegabilidade. Os 147 km seguintes, onde se localiza a cidade de Jacareacanga, apresenta condições razoáveis de navegação até a cachoeira do Chacorão. Foto 3.02 – Confluência do Rio Jamanxim com o Rio Tapajós Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008. São observadas variações sazonais no rio Tapajós. No período de verão ocorre uma redução no volume de água do rio, o que leva à formação de inúmeras praias, especialmente nas proximidades de Santarém. Estas constituem elemento atrativo para o turismo, associado também ao encontro das águas claras do rio Tapajós com as águas barrentas do rio Amazonas. Aspecto importante diz respeito à conformação física dos contribuintes do rio Tapajós. Os rios, córregos e igarapés da região atravessam relevos movimentados, o que proporciona a existência de inúmeras corredeiras e afloramentos rochosos. Com relação à distribuição de seus afluentes, observa-se que em território paraense os afluentes da margem esquerda apresentam comprimentos pequenos, que variam em média entre 30 e 40 km na proximidade da Floresta Nacional do Amana. Quanto aos rios da margem direita, observa-se no mesmo trecho da bacia do rio Tapajós que estes são mais extensos e possuem maior quantidade de afluentes do que os da margem esquerda. O rio Tapajós e seus afluentes têm um papel importante na rede de transporte fluvial regional, particularmente na região produtora de ouro com o mesmo nome, e como elo de ligação entre o Baixo Amazonas e a zona agrícola do Centro-Oeste brasileiro. A região da 7 http://www.transportes.gov.br/bit/hidro/detriotapajos.htm 3.12 Floresta Nacional do Amana está situada no terço médio da bacia do rio Tapajós, que neste trecho encontra-se encaixado em estruturas do embasamento cristalino do Escudo Brasileiro, apresentando assim condições de difícil navegabilidade. 3.2.3 – Hidrografia da Floresta Nacional do Amana A contextualização cartográfica da hidrografia da FLONA do Amana diz respeito a mapeamentos nas escalas 1:2.500.000, 1:1.000.000, 1:500.000 e 1:250.000. Os mapeamentos nas duas últimas escalas apresentam-se de modo descontínuo e por vezes intercalado, contemplando toda a região amazônica. Neste contexto, a Floresta Nacional do Amana encontra-se situada em meio a um mosaico de mapeamentos hidrográficos ora na escala 1:500.000, ora na escala 1:250.000 (Figuras 3.10 e 3.11). Figura 3.10 – Mapeamento Hidrográfico da Área da Floresta Nacional do Amana Legenda: (A) Escala 1:1.000.000; (B) Escala 1:250.000. Fonte: (A) IBGE, Carta do Brasil ao Milionésimo e (B) Dados Fornecidos pelo SBF. 3.13 Figura 3.11 – Mosaico de Mapeamentos Hidrográficos nas Escalas 1:500.000 e 1:250.000 da Região Amazônica Em destaque a FLONA do Amana, inserida no contexto da folha topográfica SB-21, de escala 1:1.000.000, com subdivisões referentes às folhas na escala 1:250.000. Fonte: Dados fornecidos pelo Serviço Florestal Brasileiro, 2008. 3.14 Observa-se que os setores extremo norte e extremo sul da Unidade de Conservação encontram-se mapeados na escala 1:250.000, enquanto que o restante de sua área está mapeado na escala 1:500.000. O mapeamento da hidrografia na escala 1:1.000.000 produzido pelo IBGE para a Carta do Brasil ao Milionésimo, apesar de coerente com os mapeamentos efetuados pelo Projeto RADAM em mesma escala dos demais temas relacionados ao meio físico, não foi adotado como base de análise hidrográfica. Optou-se por utilizar o mosaico nas escalas 1:500.000 e 1:250.000, dada a maior densidade dos elementos hidrográficos mapeados. A análise da rede hidrográfica da FLONA do Amana revela a existência um grande divisor topográfico no sentido NNE-SSW, que acompanha toda a divisa leste da FLONA, porém não junto a esta, mas deslocado cerca de sete quilômetros para oeste. Este importante marco topográfico constitui o divisor que separa os rios de menor extensão que fluem para leste, em direção ao rio Tocantins, daqueles que fluem para nordeste e oeste e pertencem às bacias hidrográficas dos rios Amana e Parauari. Estes dois rios unem-se a cerca de 47 km a noroeste da FLONA, formando o rio Marués-Açú, que, após unir-se ao rio Maués-Mirim, entra no contexto da planície do rio Amazonas, dominada por um infinidade de igarapés, canais interconectados e lagoas. A observação de um modelo do tipo hillshade confeccionado a partir de um modelo SRTM evidencia como a compartimentação topográfica condiciona a geometria da rede hidrográfica em termos de variações de padrões e propriedades (LIMA, 1995) (Figura 3.12). Em termos de divisão hidrográfica, a Unidade de Conservação contém em seus limites áreas de três sub-bacias principais, referentes aos rios Tapajós, Parauari e Amana. A subbacia do rio Tocantins possui área de 1.549,9 km² ou 154.990,3 hectares, que correspondem a 28,7% da área total da FLONA. A sub-bacia do rio Parauari apresenta área de 1.043,6 km² ou 104.361,4 hectares, que correspondem a 19,3%. A maior sub-bacia, do rio Amana, compreende uma área de 2.814 km² ou 281.396,3 hectares, que correspondem a 52% da área total da Floresta Nacional do Amana (Tabela 3.02; Figura 3.13). Tabela 3.02 – Áreas das Principais Sub-bacias na FLONA do Amana SUB-BACIA HA km² % Tapajós 154990,3 1549,9 28,7 Parauari 104361,4 1043,6 19,3 Amana 281396,3 2814,0 52,0 Total 540748,0 5407,5 100,0 Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008. 3.15 Figura 3.12 – Modelo tipo Hillshade Elaborado a Partir de um Modelo SRTM, Evidenciando Divisores Topográficos nos Sentidos SSW-NNE e E-W Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir do modelo SRTM (INPE, 2008) 3.16 400000 450000 500000 Igara pé U Ig ar ap é BR J Rio 23 Nam Rio Mer iti Igarapé da u taí Legenda Localidades Hidrografia Montanha 0 R_ 9450000 Rio Amaná bi Pedra do Barco Iga rap é ® Francês PARNA da Amazônia Estradas e Acessos 9450000 Sa Pr ata 0 ap é 23 ca ia Igar pu Cobras uba ong G ra nd e M Rio Borba Figura 3.13 - MAPA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS rubu tu B Km-180 - Nova Esperança São Vicente Divisão Municipal FLONA do Amana Prainha do Andrade Praia Chique ho izin uta éJ rap Iga Unidades de Conservação Ja pu é Aç aí ra pé Igar ap Zona de Amortecimento Ig a Bacias Hidrográficas Jatobal Igarapé Pitinga Vira-Sebo Bacia do rio Amana Jatobá Jacaré Peruano Bacia do rio Parauari BR2 3 0 do Igarapé FLONA de Itaiutuba II Santa Branca pé P Igarapé Mu tum Contribuintes do Tapajós a ar Ig Morcego pé ra Iga o ret Boca do Rato M é Pu tic a gu on Itaituba ba I ga Maués l Amazonas Igarap Boca do Rato r ap Boca da Missão éd i ss aM Igapo-Açú Trindade Campinho FLONA de Itaituba I 9400000 9400000 ão Santo Antônio ata lha r ap I ga éd Igara o Rio Ratinho Jutaí Tor rã 0 5 10 20 30 km DADOS TÉCNICOS Pau Rosa Ig ar ap é ob al B Coatá Gran de rap é Caataquara i nd oP a do Pinto aloc pé M Igarapé Igarapé Centrinho Pu ç ú Igarapé do Ponta do Bacabalinho Ig a Igarapé Bacabal Rabelo Ri o Penedo Bacabazinho Lajinha Pará R 23 0 tão Ra éB Curuçá Sol Nascente o Ri Iga rap Ce nt MERIDIANO CENTRAL: 57° WGr DATUM HORIZONTAL: SAD-69 DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC APA Tapajós São Francisco rin Preciosa ho Pindobal Vila Mamãe Ana PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANVERSA DE MERCATOR - UTM. ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL. ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE. Pindaba Velha Bom Futuro 9350000 9350000 um RR C oC éd O rap Iga LOCALIZAÇÃO EA Guiana AP NO Rurópolis A TL arú di Igarap é i ar Limãozi nho é ap ar Ig do m Li ão Nova Brasília gara I Vila Porto Rico Nova Olinda São Martins as T r op a s Igarapé Ponte Em ba úb a 450000 PA BA Itaituba Novo Progresso Apuí s ICMBIO - INSTITUTO FLONA do Crepori CHICO MENDES DE Matraca Igar Segura Amada Amante I Prainha PI BA Vila São José TI Sai-Cinza 400000 iá Go CONSERVAÇÃO DA ap é BIODIVERSIDADE Pr eto Parafuso ac u TI Munduruku pé MT Sabá Preto DATA: LOCALIZAÇÃO: ABRIL/2009 Rio P Igarapé Jacareacanga do Buriti o zinh Igarapé Muiuçu Rio d iu çu Buiuçu M ap é Igar São Sebastião TO Samaúma Ig ar ap é Pará Jacareacanga Cantagalo RO Fortaleza Maués MA BRASIL galo o Ri u ra Pa Cachoeirinha PA AM C anta rú ba Libertadores Maués Trairão Amazonas AM Igarapé U Rio Jacareacanga Borba 500000 ESCALA: PARÁ PRODUZIDO POR: 1:650.000 3.2.3.1 – Bacia Hidrográfica do Rio Amana A bacia hidrográfica do rio Amana possui área total de 552.455,8 hectares (5.524,5 km²), estando 281.396,3 hectares (2.814 km²), ou 50,1% da área total da bacia inseridos no contexto da Floresta Nacional do Amana. O rio Amana, cujo nome de origem indígena significa “água que vem do céu”, tem suas nascentes no interior da FLONA e possui extensão total de aproximadamente 165 km até seu ponto de confluência com o rio Parauari, quando juntos dão origem ao rio Marués-Açú. Nos primeiros 48 km de percurso desde suas nascentes, o rio Amana apresenta trajeto predominantemente retilíneo, passando então a estar sujeito a forte controle estrutural, quando adquire padrão retangular até ao seu km 90, quando muda para o padrão retangular nos próximos 5 km seguintes, indicando forte controle estrutural. Neste segmento, o rio que seguia percurso no sentido SSW-NNE, passa subitamente a seguir percurso no sentido SSE-NNW. A partir do km 95 o rio Amana adquire a característica de rio caudaloso e meandrante, quando passa paulatinamente a apresentar uma ampla planície de inundação. A partir do km 110 o rio Amana deixa os limites da FLONA, sem apresentar novas mudanças até sua foz (Fotos 3.03). Foto 3.03 – Bacia do Rio Amana A B C D Legenda: (A) Sinuosidade do Rio Amana; (B) Aspectos da rochosidade; (C) Queda d'água em afluente do rio Amana; (D) Cachoeira Salto (Rio Amana) Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008 3.19 3.2.3.2 – Bacia Hidrográfica do Rio Parauari A bacia hidrográfica do rio Parauari possui área total de 1.032.423 hectares (10.324,23 km²), estando 104.361,4 hectares (1.043,6 km²), ou 10,1% da área total da bacia inseridos na Floresta Nacional do Amana. O rio Parauari tem seu percurso total dentro do estado do Amazonas e somente pequena parte de seus tributários com nascentes no interior da FLONA. Suas nascentes localizam-se a cerca de 22 km do vértice extremo sudoeste da FLONA do Amana. Possui extensão total de aproximadamente 275 km até seu ponto de confluência com o rio Amana, quando juntos dão origem ao rio Marués-Açú. Nos primeiros 24 km de percurso a partir de suas nascentes o rio Parauari apresenta trajeto predominantemente retilíneo no sentido SW-NE, quando passa a estar sujeito a forte controle estrutural até seu km 62, apresentando neste segmento padrão retangular. Deste ponto em diante o rio assume percurso no sentido SSE-NNW em trajeto retilíneo até o km 130, quando adquire a característica de rio caudaloso e meandrante, mantendo essa característica, em ampla planície de inundação, até seu encontro com o rio Amana. Observa-se que entre os km 62 e 90 os afluentes de ambas as margens do rio Parauari apresentam trajeto em ângulos próximos a 90o com relação ao curso d’água principal, o que representa forte evidência de controle estrutural da rede hidrográfica da área. 3.2.3.3 – Contribuintes da Bacia do Tapajós Os afluentes da margem esquerda do rio Tapajós inseridos na FLONA do Amana apresentam cursos com cumprimentos curtos se comparados aos tributários do mesmo rio em sua margem direita no mesmo paralelo. O curso dos tributários do Tapajós sofrem influência direta da ocupação estabelecida ao longo da Transamazônica e da própria rodovia que em muitos pontos como no trecho conhecido como cintura fina (fora da área de entorno da FLONA), impacta as margens dos rios e a qualidade da água com o aumento dos níveis de sedimentação. A ocupação humana, ao longo da BR.230, caracteriza-se basicamente por um sistema alternado entre pecuária e agricultura de subsistência, por vezes entremeada por entrepostos de apoio. O sistema de ocupação é o tipicamente observado para a região Amazônica, onde o corte e a derrubada da vegetação é sucedido de sua queima para fins de estabelecimento de pastagens. Como regra, as áreas naturais da região próxima à rodovia sofrem constantes perturbações pela ação antrópica, sendo freqüentes áreas com retirada de madeiras e florestas com subbosque alterado pela entrada do gado, influenciando na dinâmica hidrográfica do entorno da FLONA. Quanto aos padrões hidrológicos desta região, as condições alternam-se entre a presença de pequenos igarapés até extensas áreas alagadas pelos aterros criados pelo traçado da rodovia. A Foto 3.04 apresenta o Igarapé Montanha, contribuinte da margem esquerda do Tapajós e que faz a divisa entre o Parque Nacional da Amazônia e a FLONA. 3.20 Foto 3.04 – Igarapé Montanha (Contribuinte do Rio Tapajós) Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 3.2.4 – Qualidade da Água Apesar de não ter sido realizada análise da qualidade da água dos rios inseridos na Unidade de Conservação, optou-se por apresentar os dados históricos produzidos por estudos já realizados na região. A atividade de garimpagem é uma das mais importantes fontes poluidoras dos rios da região, com lançamento de quantidades expressivas de mercúrio nos cursos fluviais. Segundo estudos publicados em 2000 na Revista Brasileira de Medicina Tropical, a população ribeirinha da região do rio Tapajós possui economia intimamente ligada à atividade de pesca, tendo nela sua principal fonte de alimentação. Em virtude da alta concentração de garimpos na região, que utilizam o mercúrio no processo de extração e amalgamação do minério de ouro, os peixes da região apresentam teores de mercúrio acima do recomendável para consumo humano. Esse processo de contaminação é histórico, sendo identificado desde 1992, com amostragem de peixes da região de Jacareacanga a Itaituba, cujos valores de mercúrio total eram superiores ao limite de referência da Organização Mundial de Saúde, de 500µg/g. Segundo os estudos realizados, a concentração média de mercúrio se manteve estável entre as comunidades ao longo dos anos (Tabela 3.03 e Figura 3.14), sugerindo que a exposição ao mercúrio se mantém. Destaca-se a comunidade de São Luis do Tapajós, a jusante da Unidade de Conservação, que apresentava os maiores índices de contaminação. Tabela 3.03 – Concentrações Médias de Mercúrio em Amostras de Cabelo de Populações Ribeirinhas do Tapajós, PA, no Período de 1994 a 1996 Legenda: Barreiras: comunidade de pescadores situada a jusante de Itaituba;São Luís do Tapajós: 40km a montante da cidade de Itaituba; ParanáMirim: situada à margem direita do Tapajós, em frente à cidade de Itaituba. 3.21 Fonte: Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2000 Figura 3.14 – Quantidade de Mercúrio Total em Populações Expostas da Amazônia Fonte: Revista Paraense de Medicina. 2006. Essa concentração de mercúrio está muitas vezes associada às espécies de peixes consumidas. Dependendo da posição na cadeia alimentar, do tamanho e da idade, os peixes possuem diferentes graus de concentração de mercúrio. Os peixes herbívoros, tais como o tambaqui, jaraqui, pirapitinga e pacu, possuem níveis menores de contaminação que os peixes carnívoros (dourada, filhote, piranha, tucunaré e pescada). 3.22 3.3 – Geologia 3.3.1 – Contextualização Regional São poucos os mapas geológicos em escalas grande e média disponíveis para a região norte do Brasil. Os mapas geológicos em escalas maiores que 1:1.000.000 podem ser encontrados nas escalas 1:500.000, 1:250.000, eventualmente na escala 1:100.000 e até mesmo 1:50.000, inclusive com algumas escalas intermediárias, porém foram produzidos em geral para projetos específicos, portanto de modo descontínuo. Dentre os poucos mapas em escalas maiores do que 1:1.000.000 disponíveis para a região em que se insere a FLONA, não há nenhum mapa ou conjunto de mapas que ofereçam cobertura integral de sua área. Dentre os poucos mapas em escalas maiores do que 1:1.000.000 disponíveis para a região em que se insere a FLONA, somente o mapa disponibilizado pelo Sistema Compartilhado de Informações Ambientais (SisCom) do MMA/IBAMA (2008)8 na escala 1:250.000 oferece cobertura integral de sua área. Dentre os mapas em escala pequena existentes, destaca-se o mapeamento em escala 1:5.000.000 organizado pela CPRM em 2001. Neste mapa, a cartografia da geologia brasileira provém de mapas publicados ou inéditos, que foram compilados até 1998. A legenda adotada foi dividida em quatro sublegendas indicando diferentes tipos de rochas, as quais se relacionam a uma divisão cronoestratigráfica do tempo geológico, seguindo a tabela adotada pela International Stratigraphic Chart, publicada pela IUGS-UNESCO em 2000 (CPRM, 2001a). Neste contexto geral, a Floresta Nacional do Amana está inserida na porção centro-sul do Cráton Amazônico, que tem sua evolução ligada essencialmente ao Arqueano e ao Proterozóico. As hipóteses para evolução geológica do Cráton Amazônico polarizam-se principalmente em torno de suposições que envolvem tanto o retrabalhamento de crosta antiga como eventos de acresção (CPRM, 2001b). No modelo de retrabalhamento crustal, considera-se o Cráton Amazônico como: um conjunto de massas continentais aglutinadas no Arqueano ou Paleoproterozóico e geradas por processos geológicos ainda não totalmente esclarecidos, que teriam sido posteriormente afetadas por diversos episódios de retrabalhamento crustal e rejuvenescimento isotópico. Essas massas continentais, oriundas de processos colisionais, seriam compartimentadas em blocos crustais limitados por cinturões transcorrentes ou de cavalgamento, demarcados por anomalias magnéticas e principalmente gravimétricas e pela ocorrência de rochas granulíticas e gnáissicas de médio grau, além de granitóides e supracrustais (CPRM, 2001b, p.5). A Floresta Nacional do Amana situa-se na porção centro-sul do Cráton Amazônico, em contexto de rochas do Paleoproterozóico de idades entre 2.500 e 1.800 milhões de anos, que ocorrem em praticamente toda a extensão da FLONA, com exceção do setor extremo norte, onde ocorrem rochas também paleoproterozóicas, porém de idades entre 1.800 e 1.600 milhões de anos. Ainda em termos regionais, porém em nível de melhor detalhe, o mapa geológico produzido pelo Levantamento de Recursos Naturais do Projeto RADAM (DNPM, 1975) na escala 1:1.000.000, revela que a folha Tapajós (SB-21) está dividida em quatro grandes grupos principais de rochas: 8 Ministério do Meio Ambiente / Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis. O SisCom é um sistema desenvolvido pelo Centro de Sensoriamento Remoto deste órgão ambiental, que permite consultar Bancos de Dados Geográficos de várias instituições e do próprio IBAMA, de modo a possibilitar acesso online a informações sobre o meio ambiente. Disponível em: http://siscom.ibama.gov.br/shapes/. Acesso em outubro de 2008. 3.23 - Complexo Xingu, situado nos setores central e leste da folha, de idade pré-cambriana inferior a média, formado por migmatitos e gnaisses, granitos, adamelitos, granodioritos, sienitos e dioritos, anfibolitos e metabasitos, granulitos ácidos a intermediários, xistos e quartzitos; - Grupo Beneficente, localizado no setor sudeste da folha, de idade pré-cambriana média, composto por quartzitos epimetamórficos, metassiltitos, ardósias e subordinadamente itabiritos; - Formação Prosperança, localizada no setor leste da folha, de idade pré-cambriana superior, formada por arenitos arcosianos e arenitos ortoquartzíticos, siltitos, folhelhos e argilitos, apresentando horizontes conglomeráticos com seixos de itabiritos e vulcânicas; - Formação Barreiras, situada nos setores norte e nordeste das folha, de idade pleistocênica, composta por arenitos finos a médios, siltitos e argilitos, contendo horizontes de conglomerados e arenitos grosseiros e estratificação cruzada ocasional. Segundo este mapeamento, a Floresta Nacional do Amana está inserida principalmente no contexto do Complexo Xingu e, em menor proporção, da Formação Prosperança e do Grupo Beneficente (Figura 3.15). Figura 3.15 – Mapa Geológico do Projeto RADAM Fonte: Projeto RADAM (DNPM, 1975). A Carta Geológica Integrada produzida pela CPRM (2001c) na escala 1:500.000, compreende parte das folhas SB-21-V, SB-21-X, SB-21-Y E SB-21-Z e não inclui toda a 3.24 área da FLONA, cuja porção extremo sul não foi mapeada. Como os mapas em escalas menores, este mapeamento também evidencia o grande predomínio na área mapeada de rochas de idades paleoproterozóicas, inferiores a 1.600 milhões de anos, que em seu conjunto compõem um grande complexo ígneo-metamórfico (Figura 3.16). Figura 3.16 – Carta Geológica Integrada – CPRM Fonte: CPRM, 2001c 3.3.2 – Geologia da Floresta Nacional do Amana A diversidade geológica da Floresta Nacional do Amana pode ser analisada com base em três fontes principais: o mapa geológico da folha Tapajós (SB-21), produzido pelo Projeto RADAM (1975) na escala 1:1.000.000; o mapa geológico na escala 1:1.000.000 disponibilizado pela CPRM na internet9; o mapeamento geológico disponibilizado pelo SisCom do MMA/IBAMA (2008) na escala 1:250.000. 9 Disponível em: http://www.cprm.gov.br 3.25 As unidades geológicas e litologias da FLONA identificadas no recorte e compilação do mapeamento efetuado pelo Projeto RADAM estão apresentadas na Tabela 3.04 e Figura 3.17. Tabela 3.04 – Unidades Geológicas e Litologias da FLONA do Amana Segundo o Projeto RADAM CODIGO UNIDADE LITOLOGIA km² HA % Tma Grupo Uatumã, Granito Maloquinha granitos e granodioritos 130,1 13010,0 2,4 pEb Grupo Beneficente quartzitos, metassiltitos, ardósias 521,3 52126,5 9,6 Qa Cascalhos, areias, silte e argila aluviões 81,4 8136,6 1,5 Tp Granito Parauari granito gnaissificado 194,9 19490,3 3,6 pEx Complexo Xingu migmatitos, gnaisses, granitos, granodioritos, sienitos Tb Formação Barreiras arenitos, siltitos, argilitos, conglomerados pEp Formação Prosperança arenitos, siltitos, folhelhos, argilitos TOTAL 3287,1 93,4 1098,5 5406,7 328711,6 60,8 9344,7 1,7 109851,9 20,3 540671,6 100 Fonte: Organizado pela Consórcio Senografia-STCP com base no mapeamento geológico na escala 1:1.000.000 efetuado pelo Projeto RADAM (1975) Observa-se que, segundo este mapeamento, predominam na área da Floresta Nacional do Amana litologias do Complexo Xingu, composto por migmatitos, gnaisses, granitos, granodioritos e sienitos, que ocupam 328.711,6 hectares, ou 60,8% do total da FLONA. A segunda maior ocorrência refere-se à Formação Prosperança, composta por arenitos, siltitos, folhelhos e argilitos, em 109.851,9 hectares, ou 20,3% da área total da FLONA. Em menor proporção ocorrem litologias do Grupo Benficente (quartzitos, metasiltitos, ardósias), com 52.126,5 hectares, ou 9,6% do total; Granito gnaissificado Parauari, com 19.490,3 hectares, ou 3,6% da FLONA; Grupo Uatumã e Granito Maloquinha, compostos por granitos e granodioritos, em área de 13.010 hectares, ou 2,4% do total; Formação Barreiras, contendo arenitos, siltitos, argilitos e conglomerados, com área de 9344,7 hectares, ou 1,7% do total; e, por fim, depósitos aluvionares, concentrados no setor centronorte da FLONA e compostos por cascalhos, areias, silte e argila, em 8.136,6 hectares, ou 1,5% de sua área total (Figura 3.17). O recorte efetuado para a área da FLONA do mapa geológico da folha SB-21, disponibilizado pela CPRM (2008) na escala 1:1.000.000, revela distribuição diferenciada de litologias quando comparado ao recorte do mapa do Projeto RADAM. Predominam na FLONA complexos granitóides não ou pouco deformados, em menor proporção coberturas vulcano-sedimentares proterozóicas no setor oeste da FLONA, coberturas sedimentares proterozóicas e complexos intrusivos cálcio-alcalinos metamorfizados. Outras unidades e litologias ocorrem em baixa proporção (Figura 3.18). O mapeamento geológico disponibilizado pelo SisCom do MMA/IBAMA (2008) na escala 1:250.000 indica para a área da FLONA a ocorrência de litologias correspondentes ao Grupo Crepori, Grupo Jacareacanga, Grupo Gorotire, Formação Prosperança, Suíte Intrusiva Maloquinha e Complexo Xingu, apresentados segundo ordem de ocorrência na Tabela 3.05. Observa-se o predomínio de 37,5% de litologias da Suíte Intrusiva Maloquinha, correspondentes a alaskitos, biotita granitos, granodioritos, monzonitos e dioritos, entre outros, concentradas principalmente no setor nordeste da FLONA (Figura 3.19). 3.26 Figura 3.17 – Mapa Geológico da FLONA do Amana – Projeto RADAM Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de mapeamento do Projeto RADAM (DNPM, 1975). 3.27 Figura 3.18 – Mapa Geológico da FLONA do Amana – CPRM Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de mapeamento efetuado pela CPRM (2001). 3.28 400000 450000 500000 Igara pé U Ig ar ap é BR Igarapé da 23 Nam Rio Mer iti í Ju ta Rio Localidades Hidrografia Estradas e Acessos Montanha 0 R_ 9450000 Rio Amaná bi Pedra do Barco Iga rap é ® Legenda Francês PARNA da Amazônia Divisão Municipal 9450000 Sa Pr ata 0 ap é Figura 3.19 - MAPA DE GEOLOGIA rubu tu 23 ca ia Igar pu Cobras uba ong G ra nd e M Rio Borba B Km-180 - Nova Esperança São Vicente FLONA do Amana Zona de Amortecimento Prainha do Andrade Praia Chique ho izin uta éJ rap Iga Geologia Ja pu é Aç aí ra pé Igar ap Unidades de Conservação Ig a ALUVIOES FLUVIAIS Jatobal Igarapé Pitinga Vira-Sebo COMPLEXO XINGU Peruano FORMACAO MAECURU BR2 3 0 Igarap FLONA de Itaiutuba II Jatobá caré é do Ja Santa Branca éP o ret Igarapé Mu tum FORMACAO PROSPERANCA a ar Ig Morcego pé rap Iga M é Pu tic FORMAÇÃO BARREIRAS a gu on Itaituba GRUPO CREPORI ba I ga Maués l Amazonas Igarap Boca do Rato Boca do Rato r ap Boca da Missão éd GRUPO GOROTIRE i ss aM Igapo-Açú Trindade Campinho FLONA de Itaituba I 9400000 9400000 ão GRUPO IRIRI Santo Antônio ata lha r ap I ga éd Igara Tor rã o Rio Ratinho Jutaí SUITE INTRUSIVA MALOQUINHA rap é 0 5 10 20 30 km DADOS TÉCNICOS Pau Rosa Ig ar ap é ob al B Coatá Gran de GRUPO UATUMà Caataquara i nd oP a do Pinto aloc pé M Igarapé Igarapé Centrinho Ri o Pu ç ú Igarapé do Ponta do Bacabalinho Ig a Igarapé Bacabal Rabelo R 23 0 Penedo Bacabazinho Lajinha Pará GRUPO PARAUARI tão Ra éB Curuçá Sol Nascente o Ri Iga rap GRUPO JACAREACANGA Ce nt MERIDIANO CENTRAL: 57° WGr DATUM HORIZONTAL: SAD-69 DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC APA Tapajós São Francisco rin Preciosa ho Pindobal Vila Mamãe Ana PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANVERSA DE MERCATOR - UTM. ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL. ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE. Pindaba Velha Bom Futuro 9350000 9350000 um RR C oC éd O rap Iga LOCALIZAÇÃO EA Guiana AP NO Rurópolis A TL Borba arú Amazonas AM Igarapé U Rio di o Ri u ra Pa Cachoeirinha Igarap é i ar Limãozi nho é ap ar Ig do m Li ão Nova Brasília gara I Vila Porto Rico Nova Olinda São Martins as T r op a s Igarapé Ponte Em ba úb a 450000 PA BA Itaituba Novo Progresso Apuí s ICMBIO - INSTITUTO FLONA do Crepori CHICO MENDES DE Matraca Igar Segura Amada Amante I Prainha PI BA Vila São José TI Sai-Cinza 400000 iá Go CONSERVAÇÃO DA ap é BIODIVERSIDADE Pr eto Parafuso ac u TI Munduruku pé MT Sabá Preto DATA: LOCALIZAÇÃO: ABRIL/2009 Rio P Igarapé Jacareacanga do Buriti o zinh Igarapé Muiuçu Rio d iu çu Buiuçu M ap é Igar São Sebastião TO Samaúma Ig ar ap é Pará Jacareacanga Cantagalo RO Fortaleza Maués MA BRASIL galo Libertadores Maués PA AM C anta rú ba Jacareacanga Trairão 500000 ESCALA: PARÁ PRODUZIDO POR: 1:650.000 A segunda maior ocorrência, de 21,28% da área desta UC, refere-se a litologias do Grupo Iriri (Tabela 3.05), correspondentes a riolitos, riodacitos, andesitos, basaltos e rochas piroclásticas, concentradas nos setores noroeste e central da Unidade de conservação. A terceira maior ocorrência, de 20,18%, diz respeito a litologias do Complexo Xingu, correspondentes a granitos, granodioritos, adamelitos, gnaisses e migmatitos, entre outros, concentradas nos setores sul e centro-oeste da FLONA. Litologias correspondentes às demais unidades geológicas ocorrem em proporções menores, entre 11 e 1% da área total da FLONA (Tabela 3.05). Tabela 3.05 – Unidades Geológicas e Litologias da FLONA do Amana Segundo o IBAMA SIMBOLOGIA NOME ORIGEM IDADE IDADE MAX. MIN. M.A. M.A. LITOLOGIA km² % Suite Pm gama ma intrusiva Intrusiva Maloquinha 1680 1680 Alaskitos, biotita granitos, granodioritos, monzonitos, dioritos, 2026,74 biotita hornblenda granitos, adamelitos e tonalitos. 37,5 Pm alfa i 1860 1600 Riolitos, riodacitos, andesitos, basaltos, rochas piroclásticas. 1150,18 21,3 1500 Granitos, granodioritos, adamelitos, gnaisses, migmatitos, anfibolitos, granulitos, dioritos, 1090,74 leptinitos, kinzigitos, tonalitos, trondjemitos, quartzitos, xistos e anfibolitos. 20,2 10,5 Grupo Iriri Efusiva Complexo Xingu Metamórfica de médio a 2660 alto grau Pm go Grupo Gorotire Sedimentar/ metassedim 1900 entar 1800 Arenitos com lentes de conglomerados, argilitos, siltitos, cherts, tufos, quartzitos, cataclasitos, milonitos e ultramilonitos. Pm beta c Grupo Crepori Intrusiva 1694 1214 Gabros, diabasios, andesitos, 315,65 monzonitos, sienitos e granofiros. 5,8 Ps pr Formação Prosperanç Sedimentar 1100 a 1100 Conglomerados, arenitos, siltitos, 198,17 folhelhos e lentes de calcário. 3,7 Aj Grupo Meta Jacareacan vulcanoga sedimentar 2600 Xistos , quartzitos , anfibolitos e metaultramofitos. 57,91 1,1 TOTAL 5404,95 Ax 2600 565,56 Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de dados da tabela de atributos do mapeamento geológico na escala 1:250.000 disponibilizado pelo IBAMA (2008). 3.3.3 – Mapeamento Metalogenético A região do Tapajós representa a mais importante província aurífera aluvionar do país. O mapeamento metalogenético efetuado pela CPRM (2001d), no mesmo recorte cartográfico da Carta Geológica Integrada, indica a ocorrência na FLONA das áreas de controle geológico (metaloctetos) I, II, IV e V (Figura 3.20). 3.31 Figura 3.20 – Carta Metalogenética (CPRM) Fonte: CPRM, 2001d. A área I ocorre no central e pontualmente no limite leste da FLONA, no alto vale do rio Amana, possui ampla distribuição de stockworks e veios relacionados a tufos e rochas piroclásticas do Grupo Iriri. A área II concentra-se no setor nordeste da FLONA, apresentando ampla distribuição de veios de quartzo com ouro e sulfetos, stockworks e zonas hidrotermais hospedados em ortognaisses do Complexo Cuiú-Cuiú. A área IV, situada no setor sul da FLONA, apresenta alta freqüência de aluviões garimpados relacionados a corpos graníticos das suítes intrusivas Parauari e Maloquinha. Já a área V, localizada no extremo sul da FLONA, possui raros veios simples e vênulas de quartzo encaixados em xistos do Grupo Jacareacanga envolvidos por granitóides da Suíte Intrusiva Parauari. Além de metais nobres, como o ouro, ocorrem também na Floresta Nacional do Amana outros minerais metálicos e gemas, concentrados principalmente no setor central. 3.3.3.1 – Exploração de Minérios (baseado no relatório da Socioeconomia) O processo de garimpagem está regulamentado pelo Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM autarquia federal vinculada ao Ministério de Minas e Energia – MME, cujos objetivos são promover o planejamento e o fomento da exploração mineral, superintender as pesquisas geológicas, minerais e de tecnologia mineral, bem como assegurar, controlar e fiscalizar o exercício das atividades de mineração em todo o território nacional. 3.32 O DNPM, controlado pelo Ministério de Minas e Energia, é o responsável pela outorga de diretos minerários como Alvarás de Pesquisa, Portarias de Lavra, Registros de Licença e de Extração, Permissões de Lavra Garimpeira, Grupamento Mineiro. Os recursos minerais constituem patrimônio da União Federal (Constituição Federal, art. 20, inciso IX) e sua exploração por terceiros depende de autorização ou concessão estatal (art. 176. § 1º). No caso da FLONA do Amana, atividade garimpeira10 prevalece sobre a mineração. Apesar da presença de empresas constatada por meio de solicitações de pesquisas junto ao DNPM e mesmo conversa com donos de garimpo locais, ainda não é observada a inclusão efetiva das mesmas na exploração mineral na FLONA. Para a caracterização das atividades minerárias na FLONA do Amana, é necessário compreender as diferentes fases existentes no Cadastro Mineiro do DNPM. Dessa forma é apresentado a seguir a definição de cada uma delas: - Disponibilidade: são áreas cujo outorgado abriu mão do direito de exploração da lavra. As ocorrências enquadradas nessa fase foram classificadas como paralisadas ou abandonadas. - Regime de Licenciamento: O licenciamento depende da obtenção, pelo interessado, de licença específica, expedida pela autoridade administrativa local, no município de situação da jazida, e da efetivação do competente registro no Departamento Nacional da Produção Mineral - DNPM, do Ministério das Minas e Energia, mediante requerimento cujo processamento será disciplinado em portaria do Diretor-Geral do DNPM. - Requerimento de Pesquisa e Autorização de Pesquisa: segundo o DNPM, autorização é onde o empreendedor tem o direito de explorar a área concedida apenas a título de identificação de reservas e viabilidade de exploração, sem aproveitamento econômico. - Lavra Garimpeira e Requerimento de Permissão de Lavra Garimpeira: a outorga da Permissão de Lavra Garimpeira para cada área individualmente é pleiteada em requerimento dirigido ao Diretor-Geral do DNPM, por intermédio de formulários padronizados. É outorgada a brasileiro ou a cooperativa de garimpeiros, autorizadas a funcionar como empresa de mineração, sob algumas condições, entre elas: a permissão vigorará pelo prazo de até cinco anos, sucessivamente renovável a critério do DNPM; o título é pessoal e, mediante anuência do DNPM, transmissível a quem satisfaça os requisitos legais, a área máxima permitida é de 50 hectares. - Concessão de Lavra: conjunto de operações coordenadas, objetivando aproveitamento industrial de jazida a começar da extração das substancias minerais úteis que contiver até o seu beneficiamento. São áreas em produção z Principais Minérios Retirados da FLONA O minério extraído da FLONA atualmente, segundo DNPM, é o ouro (tanto fino como em pepita). Nos trabalhos de campo não foi relatado nenhum outro mineral extraído da área da FLONA, apesar das solicitações junto ao DNPM indicarem bauxita (2), níquel (2) e monazita (1). z Potencial Minerário 10 Segundo o DNPM, é definido como atividade exploratória de minérios, geralmente valiosos, por meios mecânicos, pneumáticos, manuais e animais. Pode ser desenvolvida a céu aberto ou em minas escavadas na rocha. Engloba as Fases Lavra Garimpeira e Requerimento de Lavra Garimpeira. Os tipos de ocorrência que caracterizam o garimpo são indicados, a critério do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, segundo a Lei no 7.805, de 18 de julho de 1989, que instituiu o regime de permissão de lavra. 3.33 Por meio das solicitações relatadas junto ao DNPM, pela localização geográfica em que está inserida, e por já apresentar, desde a década de 70 a atividade, a FLONA do Amana caracteriza-se por ter um considerável potencial minerário para o ouro. Mesmo que o ouro de aluvião seja difícil de ser trabalhado devido a exauridão dos recursos pela atividade pretérita e atual, pesquisas na área podem indicar potencial para extração do minério por tecnologias mais avançadas alcançando as camadas subsuperficiais. Atualmente, algumas empresas tem investido em pesquisa na área da FLONA, apesar de não explorá-la atualmente. Exemplos são os garimpos Porquinho e Maranhense, onde as atividades de pesquisa e prospecção por empresas mineradoras vem ocorrendo. z Cooperativismo Apesar de não haver cooperativas de garimpeiros na FLONA, muitos donos de garimpo são filiado a AMOT. Segundo o relatório do ICMbio (2009), todos os donos de garimpo entrevistados são favoráveis a criação de cooperativas com o objetivo de regularizarem a sua situação junto aos órgãos responsáveis. z Produção Mineral A produção mineral da FLONA não possui um número absoluto, porém em amostragem realizada pelo ICMBio (2009), foram obtidos os valores apresentados na Tabela 3.06 para os garimpos visitados. Tabela 3.06 – Produção Mineral em Garimpos Dentro da FLONA GARIMPO Porquinho Coata Maranhense São Pedro Fogoió Serra Queimada 21 de julho Extração de ouro no verão (kg) 10 3 0,5 0,2 0,35 0,1 1 Extração de ouro no inverno (kg) 10 1,5 0,2 - 0,35 0,1 0,3 Fonte: Relatório do Levantamento de Informações do Garimpo da FLONA do Amana (ICMBio, 2009) Os donos relataram que não vendem o mineral para atravessadores e sim para lojas de compra em Itaituba, atingindo o preço de R$ 43,00 a R$ 52,00 o grama. z Análise das Solicitações Junto ao DNPM No período de 1984 a 2008, foram protocolados junto ao DNPM 249 requerimentos de pesquisa mineral para a FLONA do Amana. A maior parte desses documentos foi efetuada entre os anos 1993 até 1995, representando 58,83% do total dos requerimentos efetuado no período (Figura 3.21). À primeira vista, pode parecer contraditório, pois neste período a atividade garimpeira passou pela maior crise desde 1960. No entanto, ela explica-se pela lei 7805, de 1989, que instituiu que a realização de trabalhos de extração de substâncias minerais sem a competente concessão, permissão ou licença, constitui crime, sujeito a pena de reclusão e multa. Observa-se que 56,63% dos requerimentos são de permissão de lavra garimpeira (PLG), pois tal requerimento permite a lavra de forma efetiva, independentemente de prévios trabalhos de pesquisa, segundo critérios fixados pelo DNPM. Conforme já foi exposto, desde 1989 passou a ser um requerimento obrigatório, que assegura ao requerente a posse da área e o direito de exploração (Figura 3.22 e 3.23). 3.34 Figura 3.21 – Requerimentos Solicitados ao DNPM, na FLONA do Amana, 1984-2008 300 249 250 200 150 100 68 52 50 21 1 28 26 4 1 1 6 12 8 14 7 0 1984 1990 1992 1993 1994 1995 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Figura 3.22 – Fase dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana 160 141 140 120 100 80 60 42 33 40 20 19 9 5 0 Autorização de Pesquisa Disponibilidade Requerimento de lavra garimpeira Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP 3.35 Figura 3.23 – Mapa de Fase dos Requerimentos Efetuados ao DNPM para a FLONA do Amana Fonte: DNPM, 2008 3.36 Torna-se importante declarar que um dos principais problemas mencionados, tanto pelos garimpeiros como pelas instituições locais, refere-se ao pouco conhecimento, por parte dos trabalhadores, sobre a a legislação mineral e a forma de obter a PLG. A área máxima que pode ser solicitada para a Permissão de Lavra Garimpeira é de 50 hectares. Desta forma, torna-se evidente o motivo pelo qual 63,05% dos requerimentos são para áreas de 50 hectares (Figura 3.24). Figura 3.24 – Área, em Hectares, dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA 180 157 160 140 120 100 80 60 40 22 20 12 11 7 6 12 11 11 0 menos de 50 50 50-1000 1001-2000 2001-3000 3001-5000 5001-9000 9001-9999 10000 Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Entre os requerimentos solicitados evidencia-se o esperado, ou seja 75,90% são para exploração de ouro. Ademais, 22,09% requerem licença para a extração do minério de ouro juntamente com outros minérios (Figura 3.25 e 3.26). Figura 3.25 – Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Substância 200 189 150 100 55 50 2 2 1 Níquel Monazita 0 Bauxita Minério de Ouro Ouro Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Figura 3.26 – Mapa de Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, 3.37 Segundo a Substância Fonte: DNPM, 2008 3.38 Por sua vez, 69,48% dos solicitantes não declararam o uso e 26,91% para uso industrial (Figura 3.27). Figura 3.27 – Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo o Uso 200 173 180 160 140 120 100 80 67 60 40 20 7 0 Industrial Ourivesaria Não informado Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP A maior parte dos requerimentos na FLONA do Amana é efetuada por pessoas físicas, no total são 204. Apenas 18% dos requerimentos é efetuado por pessoas jurídicas (Figura 3.28 e 3.29). Neste ponto, vale uma análise mais detalhada sobre a abrangência e a diferença nos requerimentos efetuados por pessoas físicas e jurídicas. Figura 3.28 – Distribuição Percentual dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante 250 204 200 150 100 45 50 0 Física Jurídica Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP 3.39 Figura 3.29 – Mapa dos Requerimentos Efetuados ao DNPM para a FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante Fonte: DNPM, 2008 3.40 Apesar da maior parte dos requerimentos serem efetuados por pessoas físicas, a partir de 2004 houve um crescimento nos requerimentos efetuados por empresas. As empresas estão iniciando as atividades de forma mais intensa (Tabela 3.07). Na Tabela 3.08 é possível observar, como já era esperado, que as solicitações das empresas são para áreas maiores. Acima de 3000 hectares, essas passam a representar de 40 a 60%. Tabela 3.07 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Categoria do Solicitante por Ano ANO FÍSICA JURÍDICA Distribuição % das solicitações das empresas 1984 0 1 100 1990 4 0 0 1992 21 0 0 1993 24 2 8 1994 52 0 0 2001 68 0 0 2002 1 0 0 2003 1 0 0 2004 1 5 83 2005 5 7 58 2006 4 4 50 2006 11 17 60,71 2007 10 4 29 2008 2 5 71 CATEGORIA Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Tabela 3.08 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Área por Categoria do Solicitante FÍSICA JURÍDICA Distribuição % das solicitações das empresas Menos de 50 11 1 8,33 50 157 0 0,00 50 A 1000 3 8 72,73 1001 A 2000 4 3 42,86 2001 A 3000 5 1 16,67 3001 A 5000 7 5 41,67 5001 A 9000 4 7 63,64 9001 a 9999 8 14 63,64 10000 5 6 54,55 CATEGORIA ÁREA EM HECTARES Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Conforme Tabela 3.09, identificou-se que, dos 249 requerimentos efetuados por pessoas 3.41 físicas, 170 deles, ou seja, 68,27%, são efetuados por apenas 8 pessoas. Por sua vez, quatro empresas concentram 80% do total dos requerimentos efetuados por solicitantes da categoria jurídica. Finalmente, juntas, as 10 pessoas físicas e as quatro empresas concentram 82,73% do total de requerimentos na FLONA do Amana. Tabela 3.09 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo o Solicitante, por Categoria CATEGORIA FÍSICA NOME TOTAL % Alexandre Fonseca Azevedo 37 14,86 Francieli Maria Lobato de Almeida 14 5,62 João Ivan Bezerra de Almeida 21 8,43 José Carlos Peralta 9 3,61 José Valdeci de Almeida Serra 28 11,24 José Valdecy Brandão 23 9,24 Raimunda Borges Loiola 17 6,83 Ruy Barbosa de Mendonça 21 8,43 Magellan Minerais Prospecção Geológica 19 7,63 7 2,81 SERABI Mineração Ltda 7 1,20 Recursos Minerais do Brasil 3 2,81 170 82,73 MAPEX Mineração Exportação JURÍDICA Importação TOTAL e Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP No que diz respeito aos requerimentos, observam-se diferenças entre as empresas e as pessoas físicas (Tabela 3.10). Como era esperado, a maior parte dos requerimentos efetuados pelas empresas é para autorização e requerimento de pesquisa, enquanto que as pessoas físicas solicitam o requerimento para lavra garimpeira. Os investimentos efetuados para pesquisa, normalmente bastante elevados, explicam tais diferenças. Tabela 3.10 – Distribuição Absoluta dos Requerimentos Efetuados ao DNPM na FLONA do Amana, Segundo a Fase , por Categoria CATEGORIA FASE FÍSICA JURÍDICA Disponibilidade 4 1 Requerimento de pesquisa 21 21 Autorização de pesquisa 10 23 Requerimento de lavra 19 0 Requerimento de lavra garimpeira 141 0 3.42 FASE Lavra garimpeira CATEGORIA 9 0 Fonte: DNPM (2008) adaptado por Consórcio Senografia-STCP Finalmente, a análise dos requerimentos, disponibilizados pelo DNPM, identificou que apenas 8 dos 249 solicitações ocorreram no Estado do Amazonas. As demais todas ocorreram no estado do Pará. A análise das informações identifica o ingresso das empresas nas atividades de garimpagem de ouro e comprova o que havia sido identificado no trabalho de campo e que já foi mencionado anteriormente: projetos voltados para a formalização dos garimpos, tentam garantir a posse destes aos seus respectivos ocupantes,. No ano de 1995, a CPRM lançou em Itaituba o Projeto Especial Província Mineral do Tapajós - PROMIN Tapajós, cujo objetivo foi gerar conhecimentos básicos sobre a geologia da região. No decorrer desse projeto várias empresas de mineração de ouro começaram a atuar no local. No entanto a queda do preço do ouro no mercado internacional fez com que as empresas não dessem prosseguimento aos trabalhos. A partir do ano 2000, o perfil das empresas atuantes na região alterou-se. A recuperação do preço do ouro fez com que um novo tipo de empresas mostrasse interesse para o Tapajós – as Junior Companies. São empresas cuja especialidade é a descoberta e prospecção de novos depósitos. Caso seja descoberta uma ocorrência economicamente viável, eles vendem a propriedade para uma empresa mineradora. Em geral eles financiam as suas atividades através da oferta de ações da empresa. Atualmente tais empresas procuram estabelecer contratos formais com os donos das áreas interessantes para o seu trabalho de exploração. Segundo Venturieri (2007) as cláusulas e os valores variam muito, mas em geral os contratos asseguram tanto o direito da empresa de ter acesso livre à área do garimpo quanto o direito do antigo dono da área de uma participação na produção da mina. As empresas podem a cada momento desistir da continuidade do contrato, caso os trabalhos de prospecção não confirmem a possibilidade de um depósito economicamente viável. Verifica-se que a negociação da sua área com uma empresa de exploração é hoje, para a maioria dos donos de garimpo, vislumbrada como uma forma de monetarizar um patrimônio que, para eles, devido às suas limitações financeiras e tecnológicas, está perdendo cada vez mais o seu valor. Em março de 2006 havia treze empresas trabalhando na região. Na FLONA do Amana não foi identificada a presença de nenhuma empresa atuando com mineração, apesar do requerimento e dos informantes qualificados indicarem a presença dos mesmos. O Anexo 3.01 apresenta a situação de exploração minerária dos garimpos inseridos na FLONA e o Anexo 3.02 traz a lista das solicitações para os garimpos mapeados na UC. 3.3.3.2 – Situação dos Garimpos na FLONA do Amana Para descrever a situação atual dos garimpos na FLONA do Amana foram considerados os dados levantados pela Avaliação Ecológica Rápida e pelo diagnóstico socioeconômico. Na FLONA do Amana a atividade garimpeira apresenta grande relevância, sendo a principal atividade desenvolvida atualmente, tanto em termos de contingente populacional como em termos econômicos. Estimativas levantadas em campo dão conta que há dentro da FLONA 37 garimpos e frentes de garimpagem, aproximadamente 30 pistas de pouso (Figura 3.30 e 3.31) e em torno de 2.100 pessoas. A extração mineral extrativista, em ambos os municípios de inserção da FLONA (Itaituba e Jacareacanga), formal e informal, possui tradição histórica 3.43 e continuada, envolvendo oscilação ocupacional humana. A ilegalidade da mineração artesanal do ouro foi parcialmente resolvida pela legislação com a PLG - Permissão de Lavra Garimpeira (Lei no 7.805 de 18/07/89) e com a criação das "reservas garimpeiras", fato impeditivo da simples retomada das jazidas encontradas pelos garimpeiros, tal ocorria no Brasil colonial. Porém a situação atual ainda coloca grande parte dos garimpeiros na ilegalidade, haja vista a quantidade de solicitações e autorizações de lavra contrapondo-se a realidade de exploração mineral vivenciada na FLONA e entorno. A referida lei, em seu artigo 3°, vinculou a outorga de permissão de lavra garimpeira a prévio licenciamento ambiental, concedido pelo órgão ambiental competente. O artigo 10 considera a “garimpagem a atividade de aproveitamento de substâncias minerais garimpáveis, executadas no interior de áreas estabelecidas para este fim, exercida por brasileiro, cooperativa de garimpeiros, autorizada a funcionar como empresa de mineração, sob o regime de permissão de lavra garimpeira”.O artigo 17 condiciona os trabalhos de pesquisa e lavra em áreas de conservação (Unidades de Conservação) a “prévia autorização do órgão ambiental que as administre”. Ainda no tocante à lei em comento, o artigo 18 determina que os “trabalhos de pesquisa ou lavra que causarem danos ao meio ambiente são passíveis de suspensão temporária ou definitiva, de acordo com parecer do órgão ambiental competente” e o artigo 19 determina que o “titular de autorização de pesquisa, de permissão de lavra garimpeira, de concessão de lavra, de licenciamento ou de manifesto de mina responde pelos danos causados ao meio ambiente”. Mas é no artigo 21 que a atividade garimpeira é, em tese, criminalizada, na medida em que a “realização de trabalhos de extração de substâncias minerais, sem a competente permissão, concessão ou licença, constitui crime, sujeito a penas de reclusão de três meses a três anos e multa”, não deixando de considerar o concurso da Lei dos Crimes Ambientais, que, entre outras circunstâncias, agravam a pena quando, por exemplo, a atividade garimpeira se der sem autorização em área protegida (Unidade de Conservação). Visto o exposto na Lei 7805/89, os garimpos existentes na FLONA de forma geral não apresentam formas de controle ambiental dos impactos que causam, mesmo aqueles cujo maquinário se faz presente. Também não possuem permissão de lavra garimpeira junto ao DNPM até o presente momento, o que os coloca na ilegalidade. Pelas conversas com garimpeiros e donos de garimpos, percebe-se uma motivação para mudança na tratativa ambiental, mostrando-se abertos a aplicar nas áreas garimpadas formas menos agressivas ao meio ambiente (tais como as propostas pelo projeto Cuide de Seu Tesouro). Mesmo com acesso dificultado pela distância, pouca navegabilidade dos rios (à exceção do rio Amana) e quase inexistência de estradas/ramais (o acesso por terra ocorre apenas nos garimpos Quatá/Abacate e Maranhão da Cumbica-desativado, e em estrada próxima a Comunidade Nova Esperança Km-10), a entrada para os garimpos se faz via aérea ou fluvial. Além do alto custo agregado a esse transporte, os usuários ficam restritos as condições temporais locais. 3.44 Figura 3.30 – Pistas de Pouso Mapeadas na FLONA do Amana Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 3.45 Figura 3.31 – Garimpos Ativos e Inativos Mapeados na FLONA do Amana Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 3.46 Os garimpos visitados durante o processo da AER, e utilizados para complemento do presente relatório, condizem com os apresentados na Tabela 3.11. Tabela 3.11 – Garimpos Visitados Durante a Campanha de Campo da AER e Respectivas Fases de Requerimento no Ponto do Garimpo e Entorno Imediato GARIMPO HIDROGRAFIA DIRETAMENTE AFETADA FASE DE REQUERIMENTO REQUERENTE MINÉRIO de ÁREA REQUERIDA (HA) São Pedro Rio Amana Requerimento de Pesquisa Sheilla C.M.S. Montes Minério Ouro Cara-Preta Rio Amana Requerimento Lavra Garimpeira Ruy Barbosa de Mendonça Ouro 50 JML Porquinho Requerimento de Pesquisa Ticielli Prado da Cunha Ouro 6893,5 Maranhense S/Nome Requerimento de Pesquisa Magellan Minerais Prospecções Geológicas Ltda. Minério Ouro de 8473,03 Requerimento de Pesquisa Magellan Minerais Prospecções Geológicas Ltda. Minério Ouro de 1078,76 Requerimento Lavra Garimpeira José Ribamar Leitão de Souza Ouro Requerimento de Pesquisa Mapex Mineração, Importação e Exportação Ltda. Minério Ouro 9999,6 50 de 279,8 PS: Para visualização de todos os processo para a FLONA do Amana e entorno, ver Anexo 3.01 e 3.02. Salienta-se que nem todos os solicitantes são as pessoas que trabalham nos garimpos. Fonte: DNPM, 2008 z Residências (Moradias) As moradias dos garimpeiros residentes na FLONA do Amana são variáveis conforme diferentes níveis hierárquicos assumidos pelos mesmos. O proprietário do garimpo, que geralmente detém a autorização de lavra, em geral reside em casas feitas com tábuas retiradas da própria floresta, cortadas por motoserra. Tais casas “centrais” dos garimpos apresentam pisos em geral feitos também de madeira, e contam com a maior parte da infraestrutura de apoio aos garimpeiros, tais como freezers e geladeiras, rádio e televisão interligada a antenas parabólicas. O proprietário do garimpo em geral tem um quarto separado e fechado, onde por vezes estoca insumos como bebidas, cigarros e outros produtos de uso próprio ou destinados à comercialização. Já os garimpeiros em si normalmente habitam pequenos barracos feitos com toras retiradas da própria floresta e cobertas com folhas de palmeiras e por lonas plásticas. Nesses locais instalam-se as redes lado a lado, configurando dormitórios coletivos. Apesar da casa central ser em geral grande, a cozinha normalmente é separada e instalada próxima. Nesta encontram-se os aparatos para a culinária local, como panelas, pratos e copos, um fogão e prateleiras. Tais cozinhas são comunitárias, sendo também utilizadas pelo proprietário do garimpo em conjunto com os garimpeiros. Não há banheiros convenciaonais nos garimpos. Em geral conta-se com uma ou duas fossas cobertas pouco distantes da casa (as casinhas), sem qualquer tratamento dos 3.47 efluentes. Tais estruturas por vezes localizam-se próximas à rede hidrográfica, causando contaminação dos recursos hídricos locais. Outra estrutura encontrada nas sedes dos garimpos compreendem as chamadas “casas do amor”, que consistem em barracos totalmente cercados por lonas onde os garimpeiros têm “enlaces” com mulheres que habitam os garimpos. Há também muitas “visitas íntimas” que acontecem nessas casas, por vezes das esposas que vêm das cidades ao encontro de seus pares. z Estrutura e Infra-estrutura dos Garimpos Além das sedes dos garimpos, no interior da unidade existe uma agregação humana que consiste em “ponto de apoio” às atividades. Tais agregações, a exemplo da região do Goiabal, respondem pelo pequeno comércio local de bebidas, cigarros, alguns poucos gêneros alimentícios, pilhas, gás, combustíveis, maquinários e peças para garimpo e para barcos e serviços de mecânica destes. Tal aglomeração consiste em pouco mais de uma dezena de pequenas residências, em geral também construídas por madeiras retiradas do interior da FLONA. Não há qualquer infra-estrutura social de apoio à saúde (ver item a seguir) ou à educação no interior da unidade. Em casos de necessidades, medicamente são trazidos por pequenos aviões que aterrizam nas pistas de pouso dos maiores garimpos locais. Em casos extremos de emergência, estes mesmos aviões são contatados via rádio e transportam os necessitados às cidades da região. - Cemitérios Um dono de garimpo dentro da FLONA do Amana afirmou “tem muito cemitério dentro dos garimpos nesta região por causa de disputa de terra com ouro, bebida e mulher”. - Delegacia Nos garimpos localizados na FLONA do Amana não há delegacias. No entanto, na ZA da FLONA do Amana já houve uma casa dos policiais, como a população menciona, porém hoje eles não se encontram mais ali. - Posto de Saúde No garimpo Coata existe a visita sistemática de funcionários da Secretaria de Saúde, Divisão de Endemias, do município de Jacareacanga. Periodicamente é feito o teste de malaria e os enfermos são medicados quando necessário. Nos demais garimpos da FLONA não há atendimento médico, apenas as visitas dos agentes da Divisão de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Jacareacanga nos garimpos Abacaxi, Abacate/Coata, 21 de Julho, Seta de Ouro, Maués, Pista Modelo, Novo Modelo, São Sebastião do Maués e Cumbica. - Segurança Pública Não há nenhum tipo de policiamento nos garimpos. - Comunicação O meio de comunicação das pessoas que residem nos garimpos da FLONA com as cidades, comunidades/localidades e garimpos vizinhos é a radiofonia, como ocorre na Zona de Amortecimento. Os garimpos que possuem radio (não são todos) se comunicam com uma central fixa em Itaituba ou Jacareacanga. Essa central liga para o número desejado e repassa a ligação para o rádio. Os custos variam de central para central e do tipo de ligação feita, grande parte não possui licença para trabalhar com o rádio amador. Não há telefones fixo, móvel e/ou público, nem sinal de nenhuma operadora. 3.48 Do ponto de vista da comunicação, nas residências e garimpos existem aparelhos de televisão que captam sinal por antena parabólica, rádio amador e rádio a pilha. - Energia elétrica Nos garimpos da FLONA do Amana a geração de energia elétrica ocorre por meio de motores a diesel. Visando economia de diesel, são ligados apenas ao anoitecer e mantidos assim por um período curto de tempo. z Estrutura Familiar No geral, os agrupamentos humanos presentes no interior da FLONA não consistem em sistemas familiares. Há poucos casais formalmente constituídos, sendo que a maioria dos homens são solteiros ou contam com suas famílias nas cidades próximas (especialmente Jacareacanga e Itaituba), havendo alguns que tem famílias estabelecidas em Santarém, em Belém ou no Maranhão, no Piauí e até mesmo no sul do país. Quase não há crianças ou adolescentes no interior da unidade, e as poucas presentes em geral vivem juntos às suas mães (normalmente solteiras) nas aglomerações que servem de apoio ao garimpo. z Renda Dentro do garimpo distinguem-se a renda do dono, dos garimpeiros e dos cozinheiros. Em geral o dono do garimpo recebe 70% do ouro extraído e distribui entre os garimpeiros os 30% restante. Esse percentual é a única fonte de renda dentro do garimpo, pois não há salário fixo (ICMBio, 2009) e é variável de acordo com os gastos do dono do garimpo com maquinário, por exemplo. Os cozinheiros em contrapartida, recebem salários fixos que variam de 15 a 25 gramas de ouro por mês (ICMBio, 2009). z Condições Sociais de Vida nos Garimpos Inseridos na FLONA No que diz respeito as condições sociais de vida nos garimpos o maior problema reside nas doenças endêmicas. Essas encontram nos garimpos as condições ideais, em função das águas paradas, moradias abertas sem paredes (Foto 3.05 B), falta de tratamento de água, falta de esgotos para proliferação. Observa-se no entanto algumas mudanças em termos de cuidados com a higiene nos garimpos, como uso de filtro para água (Foto 3.05 A) e residências e cozinhas cobertas ( (Foto 3.05 C). As doenças mais comuns nos garimpos são: malária, hepatite, doença de Chagas e a leishmaniose, além da anemia. É comum nos relatos de garimpeiros, sobre a malária, por exemplo, que já contraíram a doença mais de 100 vezes. Outros afirmam que “eu contei até a 120, depois parei”. Para se ter idéia de quão grave são essas doenças dentro dos garimpos, em 2008, foram relatados 30 casos no garimpo Porquinho (malária e anemia), 82 casos de malária no garimpo Coata (ICMBio, 2009). Esses valores representam parcela significativa do pessoal lotado em trabalhos nesses garimpos. Como os garimpos localizados na FLONA do Amana não possuem posto de saúde, e devido à falta de recursos para deslocamento até as cidades mais próximas, resta para o garimpeiro, no caso de doença, a automedicação nas farmácias das currutelas, o que pode prolongar e, em muitos casos, agravar a doença, levando-o até a morte. O preço da medicação, dentro dos garimpos, também é elevado. Foi relatado por garimpeiros que medicamentos que comumente podem ser adquiridos por R$8,00 são comercializados nos garimpos por R$25,00 – R$30,00. Na FLONA do Amana esta condição ainda é mais precária, pois tampouco a comunidade mais próxima, no caso a Nova Esperança (Km 180), tem posto de saúde e a cidade é muito distante, percurso superior a 100 km, com estrada por vezes interditada. 3.49 Foto 3.05 – Condições de Higiene nos Garimpos B A C Legenda: (A) Filtro de água utilizado no Garimpo Maranhense ; (B) Moradias abertas, Garimpo JML; e, (C) Fogão comumente utilizado nos garimpos como o Cara Preta . Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008 Durante o período em que a equipe estava realizando o trabalho, o dono do garimpo Novo Horizonte estava há dias doente em função de uma picada de inseto e não havia tido condições de ir até Itaituba. Os demais garimpeiros comentaram que tal situação ocorria frequentemente com eles. z Descrição do Principal Processo de Lavra Utilizado Atualmente nos Garimpos da FLONA A extração do ouro pode ocorrer por diferentes métodos, definidos segundo as características naturais do local a ser explorado. Dentre elas destacam-se: a mineração artesanal, a garimpagem de balsa, garimpagem de draga, garimpagem mista e garimpagem de ouro primário. No caso da FLONA do Amana, destaca-se a garimpagem mista, na qual se faz o desmonte hidráulico do estéril por jatos de água, bombeados através de mangueiras de 2 a 3 polegadas, providas de bicos para aumentar a pressão (Foto 3.06). 3.50 Foto 3.06 – Processo de Desmonte nos Garimpos JML e Cara-Preta A C B D Legenda: (A) e (B ) Desmonte dos Barrancos do Garimpos JML; (C e D ) Barranco Garimpo Cara Preta Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 As atividades nos barrancos são iniciadas geralmente de madrugada, aproximadamente às 04:00 horas e os trabalhadores se distribuem de acordo com as atividades, a saber: - Desmonte: Técnica conhecida também como “limpar o barranco”. Consiste em “quebrar” o barranco valendo-se de uma mangueira com um jato forte de água (mangueira de aproximadamente 5 polegadas com um bico-jato). Tem por objetivo remover a cobertura argilosa até atingir a camada de cascalho na qual se encontra o ouro. - Extração do Lagrese: O processo de desmonte gera uma “lama rala”, conhecida como “Lagrese” que segue para uma vala previamente definida formando uma espécie de poça. É nessa “lama” que, provavelmente, está o ouro. Essa lama é encaminhada para a Caixa Resumidora com a ajuda de um equipamento chamado “Maraca” que consiste em uma mangueira, que, por meio de um motor, suga a mistura. - Caixa Resumidora: Também conhecida como “Cobra-fumando”, a caixa resumidora (ou concentradora) atua em um processo semelhante à bateia. Ela tem a função de concentrar o ouro á medida que dispersa o cascalho, seixo e demais materiais. É construída em madeira, zinco e tecido (geralmente camurça ou carpete) e posicionada em um ângulo aproximado de 40º. Com a inclinação a maior parte do ouro, que tem maior densidade, fica sedimentada no tecido enquanto o barro desce para o rio novamente. Em alguns casos, há ainda uma quarta atividade conhecida como “reco” que consiste em raspar a caixa resumidora com a ajuda da bateia na esperança de se 3.51 encontrar um pouco mais do precioso metal. Segundo declaração de Ivo Lubrina – presidente da AMOT11 “somente fazendo reco o garimpeiro consegue uma renda mensal de aproximadamente R$ 1.500,00 mensais”. Esse processo é conhecido entre os garimpeiros como “despesca”. Na Foto 3.07 encontra-se uma caixa resumidora no garimpo JML, no interior da FLONA do Amana. Foto 3.07 – Caixa Resumidora Garimpo JML A B Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 3.3.4 – Hidrogeologia O mapa de domínios/subdomínios hidrogeológicos do Brasil produzido pela CPRM (2008)12 escala 1:2.500.000, divide o território nacional em grandes unidades, com suas potencialidades e limitações no que se refere a ocorrência de água subterrânea. O conceito Domínio Hidrogeológico como utilizado no mapa, foi definido como "Grupo de unidades geológicas com afinidades hidrogeológicas, tendo como base principalmente as características litológicas das rochas". Dentro do conceito utilizado, as unidades geológicas do país foram reunidas em sete grandes domínios hidrogeológicos: (1) Formações Cenozóicas; (2) Bacias Sedimentares; (3) Poroso/Fissural; (4) Metassedimentos/Metavulcânicas; (5) Vulcânicas; (6) Cristalino; (7) Carbonatos/Metacarbonatos (Figura 3.32). 11 Associação de Mineradores de Ouro do Tapajós – AMOT. 12 3.52 Disponível em http://www.cprm.gov.br/ Figura 3.32 – Domínios Hidrogeológicos do Brasil Fonte: CPRM, 2008. Observa-se que predomina em quase toda a área da FLONA do Amana o Domínio 6 – Cristalino (aqüífero fissural), no qual ocorrem granitóides, gnaisses, granulitos e migmatitos. Como quase não existe porosidade primária nesses tipos de rochas, a ocorrência de água subterrânea é condicionada por uma porosidade secundária, representada por fraturas e fendas, o que se traduz em reservatórios aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. Neste contexto, em geral as vazões produzidas pelos poços são pequenas e a água na maior parte das vezes salinizada (CPRM, 2008) (Figuras 3.33). No setor centro-oeste da FLONA ocorre o Domínio 5 – Vulcânicas (aqüífero fissural), que reúne rochas vulcânicas e metavulcânicas de baixo grau, com comportamento tipicamente fissural (porosidade secundária de fendas e fraturas). Estas seqüências rochosas tendem normalmente ao anisotropismo, com uma estruturação acentuada de foliação e/ou acamamento, o que facilita o desenvolvimento de porosidade secundária, sendo que algumas delas apresentam porosidade primária relacionadas a estruturas vesiculares. Espera-se assim neste tipo de domínio uma maior favorabilidade ao acúmulo de água subterrânea. 3.53 Figura 3.33 – Domínios Hidrogeológicos na FLONA do Amana e Entorno Fonte: CPRM, 2008 Ocorre também em menor proporção no setor centro-leste da FLONA o Domínio 3 – Poroso/Fissural (aqüífero misto), composto por pacotes sedimentares de litologias essencialmente arenosas, o que confere a este ambiente além do comportamento de aqüífero granular com porosidade primária baixa/média, um comportamento fissural 3.54 acentuado, daí seu enquadramento como aqüífero do tipo misto, com baixa a média favorabilidade hidrogeológica (CPRM, 2008). 3.4 – Geomorfologia 3.4.1 – Contextualização Regional São raros os mapas geomorfológicos em escalas grande e média disponíveis para a região norte do Brasil. Dada a escassez de mapas e informações em escalas maiores, o mapeamento geomorfológico adotado para a caracterização da Floresta Nacional do Amana e entorno foi baseado no recorte e compilação do mapa geomorfológico da folha Tapajós (SB-21), produzido pelo Levantamento de Recursos Naturais do Projeto RADAM (1975) na escala 1:1.000.000. A proposta de mapeamento geomorfológico do Projeto RADAM pode ser sintetizada em níveis de informação do relevo também denominada de táxons. O primeiro táxon identificado como “Domínios Morfoestruturais”, também denominados de “Unidades Morfoestruturais” na classificação de Ross (1992), correspondem aos grandes conjuntos estruturais reconhecíveis no ambiente. Os Domínios Morfoestruturais apresentam características geológicas prevalecentes, tais como direções estruturais que se refletem no direcionamento geral do relevo ou no controle da drenagem principal (IBGE, 1995). As Regiões Geomorfológicas referem-se ao segundo táxon da metodologia adotada pelo RADAMBRASIL (IBGE, 1995). Trata-se de agrupamentos de unidades geomorfológicas que apresentam semelhanças resultantes da convergência de fatores envolvidos na sua evolução (BARBOSA et al, 1984) e que se referem a uma compartimentação reconhecida regionalmente, apresentando relações condicionadas essencialmente a fatores climáticos atuais ou pretéritos (IBGE, 1995). Assim, as condições estruturais ou litológicas não atuam de maneira efetiva na delimitação deste táxon, sendo o clima o fator interveniente ou integrante deste conceito. O terceiro táxon refere-se às Unidades Geomorfológicas (ou Sistemas de Relevo), denominadas também de “Unidades Morfológicas” por Ross (1992). Este táxon corresponde às formas fisionomicamente semelhantes em seus tipos de modelado. De acordo com IBGE (1995) as Unidades Geomorfológicas resultam de uma geomorfogênese inserida em um processo sincrônico mais amplo, sendo que cada unidade geomorfológica mostra tipos de modelado, processos e formações superficiais distintas das outras unidades. Os Tipos de Modelados, correspondentes ao quarto táxon na classificação utilizada pelo Projeto RADAM (IBGE, 1995) contém os grupos de formas de relevo que apresentam paridades de definição geométrica em função de uma gênese comum e da generalização dos processos morfogenéticos atuantes. Os tipos de modelados referem-se às diferentes formas do relevo e estão agrupadas principalmente em formas estruturais, erosivas, de dissecação e de acumulação. Em termos gerais, o projeto RADAM propõe a divisão do relevo da folha SB-21 em três grandes grupos: formas estruturais, formas erosivas e formas de acumulação. As formas estruturais ocorrem de modo residual na porção sudoeste da folha como pequenas “ilhas” dispersas entre os relevos de formas erosivas, concentradas a partir da margem esquerda do rio Tapajós, e de modo “insular” a contínuo na porção sul, a partir da margem direita do rio Teles Pires, referente a relevos da Chapada do Cachimbo. Os relevos das formas estruturais são caracterizados por superfícies tabulares trabalhadas por processos de pedimentação, geralmente em estruturas horizontais e sub-horizontais parcialmente cobertas por concreções ferruginosas e litologias correspondentes a rochas metassedimentares (DNPM, 1975) (Figura 3.34). 3.55 Figura 3.34 – Mapa Geomorfológico do Projeto RADAM Legenda: em destaque a FLONA do Amana. Fonte: DNPM, 1975. As formas erosivas predominam na folha SB-21 e ocorrem de modo contínuo por toda a área como superfícies pediplanadas, tanto na forma de aplainamentos em retomada de erosão recente elaborados indistintamente em terreno cenozóico, paleozóico e précambriano, concentrados em toda a parte central e oeste da folha, como na forma de aplainamentos bem conservados, geralmente no interior de depressões periféricas, eventualmente recobertos por depósitos superficiais inconsolidados, situados na porção leste e sudeste da folha. Adicionalmente, as formas erosivas ocorrem de modo pontual e disperso nos dois terços superiores da folha, como superfícies tabulares erosivas referentes a relevos de aplainamento elaborados em rochas pré-cambrianas e/ou sedimentares topograficamente elevadas, descontínuas, remodeladas por morfogênese úmida, ou como grupamentos de “inselbergs” (DNPM, 1975). As formas de acumulação ocorrem como planícies fluviais, terraços fluviais e áreas inundáveis vinculados aos principais rios da região. O transecto no sentido SW-NE elaborado pelo DNPM para a folha SB-21 revela, a partir de sudoeste o corte de pediplanos pleistocênicos em ambas as margens do rio Tapajós até o rio das Tropas, de formas residuais do pediplano pliocênico entre o rio das Tropas e o setor 3.56 a noroeste do rio Jamanxim, cortando as cuestas entre as quais se encaixa o rio Crepori, e de pediplanos pleistocênicos dissecados até a cuesta do rio Santa Cruz. Já segundo a análise efetuada pelo DNPM em 1992 para o Estudo dos Impactos Ambientais na Reserva Garimpeira do Tapajós, destacam-se na área estudada, referente à articulação de sete folhas topográficas na escala 1:250.000, na qual se insere a FLONA do Amana, três grandes unidades: (1) relevos tabulares que fazem parte da “chapada do Cachimbo”; (2) relevos residuais elevados pertencentes ao “planalto residual do Tapajós” e (3) relevos arrasados que pertencem ”depressão periférica do sul do Pará”. Conforme o estudo, os relevos tabulares concentram-se na porção sul, apresentam superfície estrutural bem definida formada por arenitos pré-cambrianos e abrigam as nascentes dos rios Novo e Crepori. A superfície pode não se apresentar totalmente plana, ocorrendo nos topos escarpas secundárias que definem degraus ou patamares restritos. Na Chapada do Cachimbo, no âmbito da folha SB-21, as escarpas apresentam desnível de 150 a 200m, com altitudes entre 350 e 450m (DNPM, 1992). Os relevos residuais elevados distribuem-se de modo mais ou menos aleatório em toda a bacia do Tapajós, formando um conjunto mais compacto de relevos elevados na bacia do rio Crepori. Outros conjuntos menores, espalhados no restante da área formam divisores de bacias entre os rios Jamanxim e Tocantins e entre os rios Jamanxim e Novo. Estes relevos residuais compreendem cristas e morros de formas diversas, alguns com topos aplainados, alcançando altitudes de até 350m, que representam áreas dissecadas relacionadas a antigos níveis de aplainamento regionais e constituíam o Pediplano Pleistocênico, preservadas como testemunhos em áreas de maior resistência à erosão (DNPM, 1992). Os relevos arrasados ocupam a maior porção da área mapeada naquele estudo, e compreendem formas variadas com prevalência de morros arredondados e tabulares, com níveis altimétricos também variados. Fazem parte do grande Pediplano Pleistocênico e integram o vasto compartimento de relevo regional denominado “Depressão Periférica do Sul do Pará”, que se estende desde o rio Tocantins até o rio Madeira no centro-oeste brasileiro (DNPM, 1992). A análise hipsométrica do contexto regional revela uma progressiva diminuição de cotas altimétricas de sudeste, onde se localiza a Chapada ou Serra do Cachimbo, para noroeste, onde se destaca a planície aluvial do rio Tapajós. Há um expressivo gradiente topográfico entre as áreas elevadas da Serra do Cachimbo, que possui cotas de até 800m, para o vale do rio Tapajós, em cotas inferiores a 100m. As áreas situadas a leste e oeste da FLONA do Amana são caracterizadas por terrenos menos elevados, de altitudes inferiores a 200m. A leste da FLONA encontra-se a planície do rio Tapajós e a oeste a planície dos rios Parauari e Amana, que se articula com a planície do rio Maués-Açú (Figura 3.35). 3.57 Figura 3.35 –Mapa Hipsométrico Regional Legenda: em destaque a FLONA do Amana. Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir do modelo SRTM (INPE, 2008). 3.4.2 – Compartimentação Geomorfológica da Floresta Nacional do Amana A Floresta Nacional do Amana, de acordo com o Projeto RADAM (DNPM,1975), situa-se em uma zona de transição dos domínios morfoestruturais Planalto Rebaixado da Amazônia e do Planalto Residual do Tapajós. Nesta faixa ocorrem também as unidades Serras e Chapadas do Cachimbo e Planalto Residual Tapajós. A FLONA tem sua porção extremo norte situada no domínio Depressão Periférica do Sul do Pará, sua parte central e leste no domínio Planalto Residual Tapajós e suas porções sul e sudoeste no domínio Planalto Rebaixado da Amazônia. Adicionalmente, a área situa-se na transição de duas zonas morfoclimáticas: (1) Domínios Morfoclimáticos e Planaltos e Depressões, caracterizado por relevos de aplainamento e colinas revestidos por floresta aberta mista e floresta latifoliada, com “ilhas” de cerrados nos topos aplainados, e (2) Domínio dos Planaltos Amazônicos Rebaixados, caracterizado por áreas rebaixadas e dissecadas, assim como por áreas colinosas recobertas com floresta 3.58 densa (Figura 3.36). Figura 3.36– Mapa de Unidades Morfoestruturais e Morfoclimáticas Legenda: em destaque a FLONA do Amana. Fonte: DNPM, 1975. 3.59 3.4.2.1 – Geomorfologia da FLONA do Amana A análise da compartimentação geomorfológica proposta pelo Projeto RADAM permite identificar e representar cartograficamente áreas homogêneas quanto à morfologia, morfometria e gênese do relevo. A Tabela 3.12 indica as principais unidades geomorfológicas identificadas na FLONA do Amana. Tabela 3.12 – Compartimentação Geomorfológica da FLONA do Amana TIPO DE FORMA ÁREA (HA) ÁREA (km²) % 49.8045,9 4.980,5 92,2 8.585,6 85,9 1,6 Superfícies pediplanadas 19.724,3 197,2 3,6 Superfícies tabulares erosivas 3.207,0 32,1 0,6 Planícies fluviais 10.860,1 108,6 2,0 540.423,0 5.404,2 100,0 DESCRIÇÃO Superfícies de aplainamentos Erosiva Acumulação Total Aplainamento recente em retomada de erosão Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de dados de mapeamento geomorfológico na escala 1:1.000.000 do Projeto RADAM (DNPM, 1975) As formas de relevo denominadas formas erosivas referem-se a áreas cujo principal processo de formação e evolução está associado à dissecação ou erosão devida principalmente à ação da rede hidrográfica. As formas de relevo associadas às áreas de acumulação resultam do transporte e deposição do material erodido das áreas identificadas como de gênese erosiva. As áreas de acumulação localizam-se prioritariamente em áreas de cotas reduzidas que propiciam a deposição dos sedimentos. De modo geral, observa-se que a estrutura geomorfológica da Floresta Nacional do Amana é representada principalmente pelas formas associadas à erosão, com 98% da área total. As áreas identificadas como formadas por processos de acumulação representam somente 2% da área e estão associadas aos fundos de vale dos rios. O conjunto de formas associadas à erosão e à acumulação constitui cinco unidades que compõem os tipos de relevo da FLONA do Amana. O grupo das formas erosivas é constituído por 4 tipos ou unidades de dissecação do relevo, sendo a unidade de superfícies de aplainamento aquela que ocorre em maior proporção, com 92,2% da área total da FLONA. Esta unidade está concentrada em toda a extensão da FLONA e foi desenvolvida sobre rochas pré-cambrianas e/ou sedimentares de topografia elevada, descontínua e remodelada por morfogênese úmida O restante das formas de dissecação referentes a aplainamento em retomada de erosão recente, superfícies pediplanadas e superfícies tabulares erosivas somam apenas 5,8% da área da unidade de conservação e ocorrem de maneira esparsa, no entanto sempre associadas às áreas de grande declividade. A única forma de relevo associada aos processos deposicionais refere-se às planícies fluviais, que de acordo com o Projeto RADAM (DNPM, 1975) é formada por faixas de aluviões de idade quaternária depositadas em fundos de vales inundáveis (Figura 3.37). 3.60 Figura 3.37 – Mapa Geomorfológico da FLONA do Amana (RADAMBRASIL) Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de mapeamento do Projeto RADAM (DNPM, 1975). O mapeamento geomorfológico na escala 1:250.000 disponibilizado pela Embrapa para o 3.61 zoneamento econômico ecológico da BR-163 (Figura 3.38) estrutura-se segundo dois táxons principais: Domínios Morfoestruturais e Unidades Geomorfológicas, apresentados na Tabela 3.13 de acordo com sua ordem de ocorrência. Segundo esse mapeamento, ocorrem na área da FLONA os seguintes domínios e unidades: (1) Crátons Neoproterozóicos – Planalto do Parauari-Tropas, com 65,32%, referente a conjunto de formas de relevo de topos convexos, em geral esculpidas em rochas cristalinas e, eventualmente, também em sedimentos, às vezes denotando controle estrutural; (2) Crátons Neoproterozóicos – Planalto de Tapajós, com 28,41%, refere-se a relevos muito dissecados em cristas e colinas, elaborados em rochas proterozóicas muito fraturadas e falhadas, com ocorrência de topos planos limitados por ressaltos, apresentando descontinuidade espacial; (3) Crátons Neoproterozóicos – Planalto do Crepori, com 4,40%, composto por escarpas desdobradas direcionadas no sentido dos alinhamentos geológicos NW-SE, esculpidas principalmente pelo rio Crepori que se referem a escarpas monoclinais (chevrons) com reversos dissecados em interflúvios tabulares e colinas; (4) Depósitos Sedimentares Quaternários – Planície Amazônica, com 1,63%; (5) Bacias e Coberturas Sedimentares Fanerozóicas – Planalto Meridional da Bacia Sedimentar do Amazonas, com 0,25%. Tabela 3.13 – Unidades Geomorfológicas da FLONA do Amana segundo a EMBRAPA DOMÍNIO MORFOESTRUTURAL UNIDADE KM² % Crátons Neoproterozóicos (Embasamento) Planalto do Parauari - Tropas 3531,63 65,32 Crátons Neoproterozóicos (Embasamento) Planalto do Tapajós 1536,29 28,41 Crátons Neoproterozóicos (Coberturas) Planalto do Crepori 237,79 4,40 Depósitos Sedimentares Quaternários Planície Amazônica 87,93 1,63 Bacias e Coberturas Sedimentares Fanerozóicas Planalto Meridional da Bacia Sedimentar do Amazonas 13,31 0,25 TOTAL 5404,95 Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de mapeamento geomorfológico na escala 1:250.000 do zoneamento ecológico econômico da BR 163 efetuado pela EMBRAPA (2008). 3.4.2.2 – Clinografia A clinografia da FLONA do Amana indica um grande predomínio de declividades inferiores a cinco graus e entre cinco de dez graus, o que indica tratar-se de área de relevo suave, com pouca amplitude topográfica. As áreas com as menores declividades, em cor verde, inferiores a cinco graus, estão associadas aos fundos de vale dos cursos d’água em cotas abaixo de 100m à noroeste da FLONA e no topo dos planaltos, principalmente nos setores oeste, sudeste e nordeste (Figura 3.39). 3.62 400000 450000 500000 Igara pé U PARNA da Amazônia Ig ar ap é BR ® Igarapé da 23 Nam Rio Mer iti Legenda Localidades í Ju ta Rio Hidrografia Estradas e Acessos Montanha 0 R_ 9450000 Rio Amaná bi Pedra do Barco Iga rap é Francês Divisão Municipal 9450000 Sa Pr ata Figura 3.38 - MAPA DE GEOMORFOLOGIA 0 ap é rubu tu 23 ca ia Igar pu Cobras uba ong G ra nd e M Rio Borba B Km-180 - Nova Esperança São Vicente FLONA do Amana Zona de Amortecimento Prainha do Andrade Praia Chique ho izin uta éJ rap Iga Geomorfologia Ja pu é Aç aí ra pé Igar ap Unidades de Conservação Ig a Crátons Neoproterozóicos - Planalto do Crepori Jatobal Igarapé Pitinga Vira-Sebo Crátons Neoproterozóicos - Planalto do Parauari/Tropas Peruano Crátons Neoproterozóicos - Planalto do Tapajós BR2 3 0 Igarap FLONA de Itaiutuba II Jatobá caré é do Ja Santa Branca éP o ret Igarapé Mu tum Depósitos Sedimentares Quaternários - Planície Amazônica a ar Ig Morcego pé rap Iga M é Pu tic Planície Aluvial, a gu on Itaituba Relevo Dissecado em colinas e ravinas ba I ga Maués l Amazonas Igarap Boca do Rato Boca do Rato r ap Boca da Missão éd Relevo Dissecado i ss aM Igapo-Açú Trindade Campinho FLONA de Itaituba I 9400000 9400000 ão Superfícies Erosivas Santo Antônio ata lha r ap I ga éd Igara o Rio Ratinho Jutaí Tor rã 0 5 10 20 30 km DADOS TÉCNICOS Pau Rosa Ig ar ap é ob al B Coatá Gran de rap é Caataquara i nd oP a do Pinto aloc pé M Igarapé Igarapé Centrinho Pu ç ú Igarapé do Ponta do Bacabalinho Ig a Igarapé Bacabal Rabelo Ri o Penedo Bacabazinho Lajinha Pará R 23 0 tão Ra éB Curuçá Sol Nascente o Ri Iga rap Superfícies Pediplanadas Ce nt MERIDIANO CENTRAL: 57° WGr DATUM HORIZONTAL: SAD-69 DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC APA Tapajós São Francisco rin Preciosa ho Pindobal Vila Mamãe Ana PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANVERSA DE MERCATOR - UTM. ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL. ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE. Pindaba Velha Bom Futuro 9350000 9350000 um RR EA C oC éd O rap Iga LOCALIZAÇÃO Guiana AP NO Rurópolis A TL Borba arú Amazonas AM Igarapé U Rio di o Ri u ra Pa Cachoeirinha Igarap é i ar Limãozi nho é ap ar Ig do m Li ão Nova Brasília gara I Vila Porto Rico Nova Olinda São Martins as T r op a s Igarapé Ponte Em ba úb a 450000 PA BA Itaituba Novo Progresso Apuí s ICMBIO - INSTITUTO FLONA do Crepori CHICO MENDES DE Matraca Igar Segura Amada Amante I Prainha PI BA Vila São José TI Sai-Cinza 400000 iá Go CONSERVAÇÃO DA ap é BIODIVERSIDADE Pr eto Parafuso ac u TI Munduruku pé MT Sabá Preto DATA: LOCALIZAÇÃO: ABRIL/2009 Rio P Igarapé Jacareacanga do Buriti o zinh Igarapé Muiuçu Rio d iu çu Buiuçu M ap é Igar São Sebastião TO Samaúma Ig ar ap é Pará Jacareacanga Cantagalo RO Fortaleza Maués MA BRASIL galo Libertadores Maués PA AM C anta rú ba Jacareacanga Trairão 500000 ESCALA: PARÁ PRODUZIDO POR: 1:650.000 400000 450000 500000 Igara pé U Ig ar ap é BR 23 Nam Rio Mer iti Igarapé da í Ju ta Rio Legenda Localidades Montanha Hidrografia 0 R_ 9450000 Rio Amaná bi Pedra do Barco Iga rap é ® Francês PARNA da Amazônia 9450000 Sa Pr ata 0 ap é Figura 3.39 - MAPA DE CLINOGRAFIA rubu tu 23 ca ia Igar pu Cobras uba ong G ra nd e M Rio Borba B Km-180 - Nova Esperança São Vicente Estradas e Acessos Divisão Municipal Prainha do Andrade FLONA do Amana Praia Chique ho izin uta éJ rap Iga Zona de Amortecimento pu é Aç aí Ja Unidades de Conservação ra pé Igar ap Jatobal Ig a Igarapé Pitinga Vira-Sebo <5 Peruano BR2 3 0 Igarap Declividades (graus) FLONA de Itaiutuba II Jatobá caré é do Ja Santa Branca o ret Igarapé Mu tum 5 - 10 a ar Ig Morcego pé ra Iga P pé M é Pu tic 10 -20 a gu on Itaituba > 20 ba I ga Maués l Amazonas Igarap Boca do Rato Boca do Rato r ap Boca da Missão éd i ss aM Igapo-Açú Trindade Campinho FLONA de Itaituba I 9400000 9400000 ão Santo Antônio ata lha r ap I ga éd Igara o Rio Ratinho Jutaí Tor rã 0 5 10 20 30 km DADOS TÉCNICOS Pau Rosa Ig ar ap é ob al B Coatá Gran de rap é Caataquara i nd oP a do Pinto aloc pé M Igarapé Igarapé Centrinho Pu ç ú Igarapé do Ponta do Bacabalinho Ig a Igarapé Bacabal Rabelo Ri o Penedo Bacabazinho Lajinha Pará R 23 0 tão Ra éB Curuçá Sol Nascente o Ri Iga rap Ce nt MERIDIANO CENTRAL: 57° WGr DATUM HORIZONTAL: SAD-69 DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC APA Tapajós São Francisco rin Preciosa ho Pindobal Vila Mamãe Ana PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANVERSA DE MERCATOR - UTM. ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL. ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE. Pindaba Velha Bom Futuro 9350000 9350000 um RR EA C oC éd O rap Iga LOCALIZAÇÃO Guiana AP NO Rurópolis A TL Borba arú Amazonas AM Igarapé U Rio di o Ri u ra Pa Cachoeirinha Igarap é i ar Limãozi nho é ap ar Ig do m Li ão Nova Brasília gara I Vila Porto Rico Nova Olinda São Martins as T r op a s Igarapé Ponte Em ba úb a 450000 PA BA Itaituba Novo Progresso Apuí s ICMBIO - INSTITUTO FLONA do Crepori CHICO MENDES DE Matraca Igar Segura Amada Amante I Prainha PI BA Vila São José TI Sai-Cinza 400000 iá Go CONSERVAÇÃO DA ap é BIODIVERSIDADE Pr eto Parafuso ac u TI Munduruku pé MT Sabá Preto DATA: LOCALIZAÇÃO: ABRIL/2009 Rio P Igarapé Jacareacanga do Buriti o zinh Igarapé Muiuçu Rio d iu çu Buiuçu M ap é Igar São Sebastião TO Samaúma Ig ar ap é Pará Jacareacanga Cantagalo RO Fortaleza Maués MA BRASIL galo Libertadores Maués PA AM C anta rú ba Jacareacanga Trairão 500000 ESCALA: PARÁ PRODUZIDO POR: 1:650.000 As áreas inseridas nas faixas de declividades entre cinco e dez graus, caracterizadas na Figura 3.39 pela cor amarela, situam-se em geral no terço inferior das vertentes e em alguns topos das áreas de planalto, estando distribuídas de modo generalizado por toda a área d FLONA. As áreas com declividades entre dez e 20 graus, em cor laranja, localizam-se principalmente no terço médio das vertentes, nas áreas de escarpa esculpidas pelos cursos d’água ou junto às maiores elevações. As declividades entre 20 e 30 graus ocorrem em pequena proporção e encontram-se situadas junto a escarpas associadas à maiores elevações do interior da FLONA. 3.4.2.3 – Hipsometria Quanto aos aspectos altimétricos, a Floresta Nacional do Amana apresenta valor mínimo de 37m localizado nos fundos de vale do rio Amana, em seu setor mais a jusante, e valor máximo de 313 m, localizado no interflúvio entre as bacias hidrográficas dos rios Tapajós e Amana (Figura 3.40). De modo geral, predominam na FLONA do Amana altitudes médias de 200m, devido principalmente às superfícies tabulares dos planaltos localizados em seu interior. As áreas inseridas na classe com cotas inferiores a 100m caracterizam-se como áreas pertencentes às planícies fluviais e estão localizadas em sua maior parte no setor norte e noroeste, ao longo dos cursos d’água que drenam para o rio Amana. As classes hipsométricas referentes às cotas entre 100 e 200m e entre 200 e 300m incluem as áreas de escarpas das elevações, com as maiores declividades da área de estudo localizadas no terço médio das vertentes. Já as áreas com cotas acima de 300m são caracterizadas principalmente por zonas de cabeceiras de drenagem e de interflúvio das bacias hidrográficas que drenam a área de estudo. 3.67 Figura 3.40 – Mapa Hipsométrico da Floresta Nacional do Amana Legenda: em destaque a FLONA do Amana. Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir do modelo SRTM (INPE, 2008). 3.68 3.5 – Solos 3.5.1 – Contextualização Regional A classificação de solos no Brasil é distinta das demais classificações adotadas em outras partes do mundo e consiste de uma maior interatividade com os sistemas classificatórios norte-americano e da FAO/UNESCO. Predominava no Brasil até o final da década de 1990 um sistema classificatório originado na evolução do antigo sistema norte-americano, modificado ao longo de décadas pelo reconhecimento e adição de novas unidades. A partir de 1999 passa a vigorar no país o novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, instituído pela EMBRAPA13, que tem como unidade básica de estudo o perfil de solo. O novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (EMBRAPA, 1999), organiza os diferentes tipos de solos em classes de seis níveis categóricos. Do primeiro ao sexto nível os solos são organizados em Ordens, Subordens, Grandes Grupos, Subgrupos, Famílias e Séries, respectivamente. Mapeamentos anteriores à definição do novo sistema de classificação utilizam a antiga nomenclatura de solos brasileira. Dentre os poucos mapas de levantamento de solos do Brasil, muitos foram produzidos antes de 1999 e, desta forma, adotam o antigo sistema classificatório. Em termos de contextualização geral da FLONA, há um mapa de solos disponibilizado pela ANA14 para a região amazônica, digitalizado nos Estados Unidos pelo USGS15 em 1992 a partir do "Mapa de Solos do Brasil - Escala 1:5.000.000”, produzido pela EMBRAPA em 1981. Observa-se neste mapeamento o grande predomínio de latossolos e, secundariamente, de argissolos (solos podzólicos) na região amazônica (Figura 3.41). Dentre os raros mapeamentos em escalas maiores que abrangem a área da FLONA, destacam-se os levantamentos efetuados pelo projeto RADAM. A partir de 1976, o projeto RADAM teve sua atuação estendida para todo o território nacional com a denominação Projeto RADAMBRASIL e concluiu o seu trabalho em 38 volumes (quatro ainda não publicados), estando todo o Território Nacional dotado de mapas exploratórios de solos na escala 1:1.000.000. De acordo com o IBGE (2007) esse tipo de levantamento é executado, normalmente, onde há necessidade de informações de natureza qualitativa do recurso solo, com a finalidade de identificar áreas de maior ou menor potencial, prioritárias para o desenvolvimento em caráter regional. Trata-se de estudo apropriado para áreas de grande extensão territorial, podendo ser executado em áreas menores, previamente a levantamentos em escalas maiores, em função da premência de obtenção de dados. No Brasil, tais levantamentos têm sido realizados com o propósito de subsidiar políticas administrativas e, além do mapeamento em escala 1:1.000.000 efetuados pelos Projetos RADAM e RADAMBRASIL, há várias Unidades da Federação mapeadas pelo Centro Nacional de Pesquisa de Solos da Embrapa. 13 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 14 Agência Nacional de Águas. Disponível em http://www.ana.gov.br. 15 United States Geological Survey. 3.69 Figura 3.41 – Mapa de Solos da Região Amazônica Legenda: em destaque a folha SB-21 e a FLONA do Amana. Fonte: ANA, 2008. Os materiais básicos necessários para os levantamentos exploratórios podem compreender mapas ou cartas planialtimétricas em escalas variadas, imagens de satélites em escalas 1:250.000, 1:500.000 ou menores, imagens de radar e fotoíndices. As escalas de apresentação dos mapas/cartas variam entre 1:750 000 e 1:2 500 000 e a área mínima mapeável está compreendida entre 22,5 e 250 km² (IBGE, 2007). A densidade de observações e a freqüência de amostragem não são estabelecidas de forma rígida, mas deve ser observado um mínimo básico de 0,04 observação por quilômetro quadrado e um perfil completo por componente principal de associações e amostras extras de horizontes A e B, ou C (IBGE, 2007). Ainda segundo o IBGE (2007), as classes de solos são identificadas no campo mediante observação e amostragem em pontos predeterminados, ao longo de percursos traçados previamente de acordo com feições da paisagem e aspectos fisiográficos. A extrapolação é largamente utilizada neste tipo de levantamento. Portanto, as observações e coletas de amostras para identificação e caracterização das classes de solos são feitas a grandes intervalos. As unidades de mapeamento são normalmente constituídas por amplas associações, podendo ter até cinco componentes, sendo, portanto, muito heterogêneas. As classes de solos reconhecidas neste tipo de levantamento são definidas em função de características diagnósticas que determinam a classificação dos solos em níveis 3.70 taxonômicos elevados, correspondentes pelo menos a subdivisões de “ordem” e “subordem” em sistemas hierárquicos de classificação de solos (IBGE, 2007). As características mais comumente utilizadas são: horizonte diagnóstico subsuperficial, horizonte diagnóstico superficial, cor e saturação por bases. As classes de solos definidas neste tipo de levantamento geralmente são subdivididas para fins cartográficos de acordo com grupamentos texturais, em notação simples ou binária e fases de vegetação e relevo (IBGE, 2007). Quanto ao levantamento exploratório de solos elaborado pelo projeto RADAM (DNPM, 1975), observa-se que na folha Tapajós (SB-21) ocorrem basicamente 4 grandes grupos de solos, associados principalmente aos grandes compartimentos geomorfológicos, aos grupos litológicos e aos aspectos vegetacionais: Argissolos Vermelho-Amarelos, Latossolos Amarelos, Latossolos Vermelho-Amarelos e Neossolos Quartzarênicos. Neste levantamento foram identificadas e representadas áreas homogêneas mínimas de 40 km² ou 4.000 ha (IBGE, 2007). É importante observar que a classificação adotada pelo projeto RADAM foi adaptada para novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos da EMBRAPA (1999). Observa-se na Figura 3.42 que os latossolos amarelos e vermelho-amarelos concentram-se nos setores central e oeste da folha SB-21, estando os latossolos amarelos situados na parte norte e os latossolos vermelho-amarelos na parte centro-sul. Os argissolos vermelhoamarelos concentram-se no setor leste da folha e os neossolos quartzarênicos em uma faixa no sentido NW-SE paralela ao curso dos rios Tapajós e Cururu. Ocorrem também no âmbito da folha gleissolos localizados junto à calha dos rios que constituem a rede hidrográfica da região, assim como neossolos litólicos situados na porção sul da folha. Segundo a EMBRAPA (1999), são características dos principais solos que ocorrem na região: − Latossolos – solos muito evoluídos, em avançado estado de intemperização, destituídos de minerais primários ou secundários menos resistentes ao intemperismo. Apresentam horizonte B latossólico imediatamente abaixo de qualquer um dos tipos de horizonte diagnóstico superficial. São muito profundos e apresentam seqüência de horizontes A, B, C com pouca diferenciação entre si e transições normalmente difusas ou graduais. O incremento de argila do horizonte A para o B é pouco expressivo. São solos fortemente ácidos, com baixa saturação por bases, típicos de regiões equatoriais e tropicais. Classificação original na folha: Latossolo amarelo; Latossolo vermelho-amarelo. − Argissolos – solos marcados pela ocorrência de um horizonte B textural (Bt), com argila de baixa atividade e nítida transição entre os horizontes A e Bt, que pode ser abupta ou gradual. São solos de profundidade variável, de forte a imperfeitamente drenados, com textura que varia de arenosa a argilosa no horizonte A e de média a muito argilosa no horizonte Bt, sempre havendo aumento de argila do primeiro para o segundo. Classificação original na folha: Podzólico vermelho-amarelo. − Neossolos – solos pouco evoluídos, com ausência de horizonte B diagnóstico e com menos de 30cm de espessura, caracterizados pela baixa modificação dos materiais originários em virtude da pequena expressão dos processos pedogenéticos. Incluem solos anteriormente conhecidos como litossolos, regossolos, solos aluviais e areias quartzosas. Classificação anterior: Solos areno quartzosos; Solos litólicos. − Gleissolos – solos hidromórficos, permanente ou periodicamente saturados por água, que apresentam horizonte glei nos primeiros 50cm de sua superfície, ou em profundidade entre 50 e 125cm abaixo de horizontes A ou E, em decorrência do regime de umidade redutor proporcionado por efeito de flutuação de nível do lençol freático. São solos mal ou muito mal drenados, desenvolvidos comumente em sedimentos recentes nas proximidades dos cursos d’água ou em áreas de terrenos planos de 3.71 terraços fluviais, lacustres e marinhos, assim como em áreas de depressões. Classificação anterior: Solos hidromórficos gleizados. Figura 3.42– Mapa do Levantamento Exploratório de Solos do Projeto RADAM Legenda: em destaque a FLONA do Amana. Fonte: DNPM, 1975. 3.5.2 – Distribuição de Solos na Floresta Nacional do Amana De acordo com Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (EMBRAPA, 1999) foi possível identificar na FLONA do Amana, a partir do mapeamento de solos na escala 1:250.000 do zoneamento ecológico econômico da BR 163 efetuado pela EMBRAPA (2008), grupos de solos categorizados até o 2° nível, ou subordens, apresentados na Tabela 3.14 e na Figura 3.43. Tabela 3.14 – Solos da FLONA do Amana SIMBOLOGIA TIPOS DE SOLOS km² % PVAd Argissolos vermelho-amarelos 2131 39,34 LAd Latossolos amarelos 1269 23,44 PAd Argissolos amarelos 1236 22,83 PVd Argissolos vermelhos 545 10,06 GXbd Gleissolos háplicos 235 4,35 TOTAL 5417 Fonte: Elaborado pela Consórcio Senografia-STCP a partir de mapeamento de solos na escala 1:250.000 do zoneamento ecológico econômico da BR 163 efetuado pela EMBRAPA (2008). 3.72 400000 450000 500000 Igara pé U Ig ar ap é BR J Rio 23 Nam Rio Mer iti Igarapé da u taí Legenda Localidades Montanha Hidrografia 0 R_ 9450000 Rio Amaná bi Pedra do Barco Iga rap é ® Francês PARNA da Amazônia 9450000 Sa Pr ata 0 ap é Figura 3.43 - MAPA DE SOLOS rubu tu 23 ca ia Igar pu Cobras uba ong G ra nd e M Rio Borba B Km-180 - Nova Esperança São Vicente Estradas e Acessos Divisão Municipal Prainha do Andrade FLONA do Amana Praia Chique ho izin uta éJ rap Iga Zona de Amortecimento pu é Aç aí Ja Unidades de Conservação ra pé Igar ap Jatobal Ig a Igarapé Pitinga Vira-Sebo Jacaré Argissolos amarelos Peruano BR2 3 0 do Igarapé Solos FLONA de Itaiutuba II Jatobá Santa Branca o ret Igarapé Mu tum Argissolos vermelho-amarelos a ar Ig Morcego pé ra Iga P pé M é Pu tic Argissolos vermelhos a Gleissolos háplicos gu on Itaituba ba I ga Maués l Amazonas Igarap Boca do Rato Boca do Rato Latossolo Vermelho-Amarelo r ap Boca da Missão éd i ss aM Igapo-Açú Trindade Campinho FLONA de Itaituba I Latossolos amarelos 9400000 9400000 ão Santo Antônio ata lha r ap I ga éd Igara o Rio Ratinho Jutaí Tor rã 0 5 10 20 30 km DADOS TÉCNICOS Pau Rosa Ig ar ap é ob al B Coatá Gran de rap é Caataquara i nd oP a do Pinto aloc pé M Igarapé Igarapé Centrinho Pu ç ú Igarapé do Ponta do Bacabalinho Ig a Igarapé Bacabal Rabelo Ri o Penedo Bacabazinho Lajinha Pará R 23 0 tão Ra éB Curuçá Sol Nascente o Ri Iga rap Ce nt MERIDIANO CENTRAL: 57° WGr DATUM HORIZONTAL: SAD-69 DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC APA Tapajós São Francisco rin Preciosa ho Pindobal Vila Mamãe Ana PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANVERSA DE MERCATOR - UTM. ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL. ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE. Pindaba Velha Bom Futuro 9350000 9350000 um RR EA C oC éd O rap Iga LOCALIZAÇÃO Guiana AP NO Rurópolis A TL Borba arú Amazonas AM Igarapé U Rio di o Ri u ra Pa Cachoeirinha Igarap é i ar Limãozi nho é ap ar Ig do m Li ão Nova Brasília gara I Vila Porto Rico Nova Olinda São Martins as T r op a s Igarapé Ponte Em ba úb a 450000 PA BA Itaituba Novo Progresso Apuí s ICMBIO - INSTITUTO FLONA do Crepori CHICO MENDES DE Matraca Igar Segura Amada Amante I Prainha PI BA Vila São José TI Sai-Cinza 400000 iá Go CONSERVAÇÃO DA ap é BIODIVERSIDADE Pr eto Parafuso ac u TI Munduruku pé MT Sabá Preto DATA: LOCALIZAÇÃO: ABRIL/2009 Rio P Igarapé Jacareacanga do Buriti o zinh Igarapé Muiuçu Rio d iu çu Buiuçu M ap é Igar São Sebastião TO Samaúma Ig ar ap é Pará Jacareacanga Cantagalo RO Fortaleza Maués MA BRASIL galo Libertadores Maués PA AM C anta rú ba Jacareacanga Trairão 500000 ESCALA: PARÁ PRODUZIDO POR: 1:650.000 Observa-se que ocorre ampla predominância de Argissolos vermelho-amarelos, com 39,34% da área total da FLONA. Em menor proporção ocorrem Latossolos amarelos, com 23,44% da área da UC, Argissolos amarelos, com 22,83%, Argissolos vermelhos, com 10,06%, e Gleissolos háplicos com 4,35%. Os argissolos vermelho-amarelos ocupam parte dos setores sul, central e oeste da FLONA, enquanto os latossolos amarelos se distribuem por parte dos setores sul, central, leste e oeste. Os argissolos vermelhos ocorrem no setor norte e os latossolos amarelos nos setores centro-sul e norte. Gleissolos concentram-se ao longo dos principais vales fluviais. Todos os tipos de solos que ocorrem na FLONA apresentam distrofia como propriedade do terceiro nível categórico (grandes grupos), representada pela letra “d”, referente a saturação em bases inferior a 50%, o que indica baixa fertilidade dos solos assim classificados. Os três principais tipos de solos que ocorrem na FLONA compõem a base do seu substrato pedológico: Argissolo vermelho-amarelo, Latossolo amarelo e Argissolo amarelo. Esses solos se inserem na paisagem16 da seguinte forma: nas superfícies mais velhas e estáveis da paisagem (relevo plano ou suavemente ondulado), geralmente, ocorrem os Latossolos. Nas superfícies mais jovens, em geral (relevo mais ondulado ou forte ondulado), encontramos os Argissolos e Cambissolos. No relevo plano de várzea ocorrem os Organossolos e/ou Gleissolos, podendo ocorrer os Cambissolos nos terraços, e Neossolos Flúvicos ao longo dos cursos d'água. 3.5.2.1 – Argissolos Vermelho-Amarelos Os solos desta classe têm como característica marcante um aumento de argila do horizonte superficial A para o subsuperficial B do tipo textural (Bt). As cores do horizonte Bt variam de acinzentadas a avermelhadas, podendo também apresentar-se com a coloração amarela, e as do horizonte A são sempre mais escuras. A profundidade do solo é variável, em geral de pouco profundo a profundo, sendo predominante a textura argilosa, por vezes com presença de concreções lateríticas. Quando à coloração, são solos de cores vermelho-amareladas ou amarelo-avermelhadas que não se enquadram nas classes de cores de argissolos amarelos ou vermelhos puros. Podem apresentar matiz 2,5Y ou 5Y, ou matizes 10 YR a 7,5 YR com cromas baixos, normalmente iguais ou inferiores a 4, podendo atingir 6, no caso de matiz 10 YR. Segundo EMBRAPA (2006), esses “solos se desenvolveram a partir de material de origem resultante da alteração física e química dos minerais componentes de rochas dos períodos Arqueano e Pré-cambriano, de material proveniente de rochas ricas em minerais com ferro, como basaltos e diabásios, sendo encontrados normalmente, nas áreas de ocorrência dos Latossolos Vermelhos e Nitossolos Vermelhos. A intensidade de intemperismo sofrido pelos minerais, e a intensa lixiviação das bases, refletem na ocorrência dominante na região de solos com baixa reserva de nutrientes essenciais às plantas. São encontrados em relevo suave ondulado, ondulado e forte ondulado”, sob vegetação da floresta primária e secundária (na área da FLONA) e sob uso agrícola, com culturas e pastagens plantadas, principalmente, ao longo da BR-230 e propriedades da Zona de Amortecimento. Na FLONA do Amana se encontram principalmente na porção central, abrangendo bacias de contribuição do rio Amana como a do Igarapé Porquinho, geomorfologicamente inserido na unidade geomorfológica Planalto do Parauari. Nessa classe de solos, além da limitação nutricional condicionada pelo baixo nível de fertilidade natural, deve ser considerada a diferença textural entre o horizonte A e o horizonte Bt, que pode acarretar um coeficiente hidráulico diferenciado, provocando a 16 Entendida como imagem da ação combinada dos fatores de formação do solo, tais como o relevo, os organismos, o material de origem e o clima, ao longo do tempo. 3.75 saturação da camada superficial e, conseqüentemente, um escorrimento de água na superfície do solo, ocasionando a perda de solo e de nutrientes por processos erosivos (EMBRAPA, 2006). O manejo desses solos deve considerar o relevo, textura e o conteúdo de matéria orgânica que são fatores muito importantes na definição das técnicas de manejo a serem utilizadas, inclusive para a abertura de estradas para as futuras atividades propostas para a FLONA do Amana, especialmente o manejo florestal e a atividade minerária. Em virtude das condições de clima tropical quente e úmido, ocorre, pela mineralização intensa da matéria orgânica, baixos conteúdos de carbono orgânico (C) e nitrogênio (N) (EMBRAPA, 2006). Quando ocorre grande diferença de textura entre os horizontes A e B, surgem nesses solos problemas de erosão, variando conforme a declividade do terreno. Em declividades acima de 8%, torna-se difícil controlar a erosão (EMBRAPA, 2006), sendo importante a manutenção das condições naturais ou o emprego de técnicas conservacionistas para realização de atividades como o manejo florestal que será proposto para áreas na FLONA. No caso da FLONA do Amana, os levantamentos secundários não permitem inferir sobre as características químicas específicas do solo encontrados. Porém, como citado anteriormente, apresentam distrofia, ou seja, são solos ácidos, com média ou baixa fertilidade. A vulnerabilidade/estabilidade natural à perdas de solo desse grupo é de 2 (Crepani, 1999), indicando solos intermediários na escala de vulnerabilidade. Se comparados aos Latossolos, apresentam profundidade menor e são solos menos estáveis e intemperizados. 3.5.2.2 – Latossolos Amarelos São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B latossólico imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A, dentro de 200cm da superfície do solo ou dentro de 300cm, se o horizonte A apresenta mais que 150cm de espessura (EMBRAPA, 2006). Este tipo de solo apresenta matiz 7,5YR ou mais amarelo na maior parte dos primeiros 100cm do horizonte B. Caracterizam-se por ser solos profundos, que possuem boa drenagem e via de regra baixa fertilidade natural. Nas áreas menos deprimidas e com boa drenagem pode haver formação de latossolos amarelos de textura argilosa a muito argilosa. Os Latossolos Amarelos mapeados na área foram desenvolvidos de rochas sedimentares, constituídos por arenitos finos, siltitos, argilitos cauliníticos vermelhos e amarelos, arenitos brancos: horizontes conglomerados e arenitos grosseiros, inclusive arenitos Manaus encontrados dominantemente em relevo plano e ondulado, em interflúvios tabulares do Planalto do Parauari-Tropas e do Planalto Tapajós, situados no limite leste da área entre a Rodovia Transamazônica (EMBRAPA, 2006). Os latossolos são muito intemperizados, com pequena reserva de nutrientes para as plantas. Normalmente, estão situados em relevo plano a suave-ondulado, com declividade que raramente ultrapassa 7%. São profundos, porosos, bem drenados, bem permeáveis mesmo quando muito argilosos (EMBRAPA, 2006). Na FLONA do Amana, localizam-se na porção sul e nordeste, principalmente no interflúvio entre os contribuintes do Tapajós e a Bacia do rio Amana. Além da baixa fertilidade, apresentam problemas físicos com limitações quanto à permeabilidade restrita, uma vez que podem apresentar elevada coesão dos agregados, pois o solo é extremamente duro quando seco. Essa situação proporciona lenta infiltração de água. Os de textura mais argilosa têm certa tendência ao selamento superficial, condicionado pela ação das chuvas torrenciais próprias dos climas equatoriais e tropicais. Apresentam alta erodibilidade à proporção que permanecem desnudos (EMBRAPA, 2006). 3.76 No caso do manejo florestal a ser realizado na FLONA, a utilização de máquinas pesadas na derrubada e arraste da vegetação, pode danificar a camada superficial desses solos, eliminando ou reduzindo a camada que apresenta maior concentração de nutrientes existentes nesses solos de baixa fertilidade natural. Os Latossolos Amarelos que se encontram em relevo plano e suave ondulado são recomendados para uso por manejo florestal sustentável (Embrapa, 2006). A vulnerabilidade/estabilidade natural à perdas de solo desse grupo é de 1 (Crepani, 1999), indicando solos estáveis na escala de vulnerabilidade. 3.5.2.3 – Argissolos Amarelos Os argissolos amarelos apresentam as mesmas características texturais e propriedades dos argissolos vermelho-amarelos, com matiz 7,5 YR ou mais amarelos na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B. A argila dispersa em água está presente, principalmente, nos horizontes superficiais, indicando uma predisposição para erosão desses horizontes os solos forem submetidos ao uso. As condições de clima tropical intensamente quente e úmido, atuando nestes solos provocam pela mineralização intensa da matéria orgânica baixos conteúdos de carbono orgânico (C) e nitrogênio (N), os quais, são mais elevados nos horizontes superficiais. Esses conteúdos podem ser futuramente reduzidos pela queima da vegetação para uso da terra (o que ocorre principalmente nas áreas adjacentes a BR-230 na Zona de Amortecimento da FLONA), e que apesar de não ser objetivo ou atividade proposta para a FLONA, pode ocorrer devido a existência de propriedades com pastagens no interior da Unidade de Conservação. Com o esgotamento da matéria orgânica, os solos perdem suas boas propriedades físicas, estruturas, pontos de troca de cátions, capacidade de retenção de água e nutrientes tais como N, S, K e P (Embrapa, 2006). As classes desses solos ocorrem normalmente nas áreas de ocorrências dos Latossolos Amarelos, desenvolvidos geralmente de material proveniente de rochas sedimentares e de rochas ígneas e metamórficas, em relevo suave ondulado a forte ondulado com presença ou não de concreções lateríticas e cascalhos. Compreende as Unidades geomorfológicas dos Planaltos do Parauari-Tropas e do Tapajós. Na FLONA esses solos ocorrem dispersos em todas as microbacias existentes, tanto dos contribuintes do Tapajós como da bacia do rio Amana e Parauari. Para efeito de manejo desses solos o relevo, a textura e conteúdo de matéria orgânica são importantes para definição das técnicas a serem empregadas a fim de evitar problemas de perda de solo pela erosão hídrica, em função da alta precipitação pluviométrica ocorrente na região no período chuvoso (Embrapa, 2006). Como não foi feito levantamento de dados primários pelo já exposto anteriormente e não há fontes secundárias conhecidas que apresentam esse conteúdo, é necessário que quando da abertura de estradas, seja feito levantamento detalhado de solos e relevo na Unidade (ver item recomendações para unidade no item 4). A vulnerabilidade/estabilidade natural à perdas de solo desse grupo é de 2 (Crepani, 1999), indicando solos intermediários na escala de vulnerabilidade. Se comparados aos Latossolos, apresentam profundidade menor e são solos menos estáveis e intemperizados. 3.5.2.4 – Argissolos Vermelho Na FLONA do Amana esses solos se localizam principalmente nas cabeceiras das bacias do igarapé Leandro e do igarapé Montanha e contribuintes ado Tapajós a sul dessa bacia. Encontram-se em áreas de relevo ondulado e forte ondulado, de textura média/argilosa e 3.77 argilosa/muito argilosa, sob vegetação de floresta primária. São solos desenvolvidos de material mineral, com presença de horizonte B textural de coloração bruno avermelhada a vermelho escuro nos matizes 2,5YR e 10R, sob qualquer tipo de horizonte superficial ou horizonte E, exceto o horizonte hístico (Embrapa, 2006). Essa classe de solos é desenvolvida de material proveniente de rochas ricas em minerais com ferro, como basaltos e diabásios, sendo encontrados normalmente, nas áreas de ocorrência dos Latossolos Vermelhos e Nitossolos Vermelhos, desenvolvendo-se na FLONA sobre o Grupo Iriri e Suíte Intrusivas Maloquinha, ambos abrangendo a unidade geomorfológica Planalto do Tapajós. São solos em geral bem drenados, com profundidade variável, bastante lixiviados, de estrutura moderada a forte em blocos subangulares e angulares, de nível de fertilidade natural baixo a alto (Embrapa, 2006). A ação do clima quente e úmido atuante na área, ocasiona intemperismo extremo e lixiviação intensa, esgotando muitas de suas bases trocáveis. A vulnerabilidade/estabilidade natural à perdas de solo desse grupo é de 2 (Crepani, 1999), indicando solos intermediários na escala de vulnerabilidade. Se comparados aos Latossolos, apresentam profundidade menor e são solos menos estáveis e intemperizados. 3.5.2.5 – Gleissolos Háplico Constituídos por material mineral, com horizonte glei dentro nos primeiros 50cm da superfície do solo ou dentro de 50 e 125cm de profundidade, desde que imediatamente abaixo de horizontes A ou E, ou precedidos de horizonte B incipiente, B textural ou C com presença de mosqueados abundantes com cores de redução (Embrapa, 2006). Sua coloração varia de cores acinzentadas, azuladas ou esverdeadas, conforme a formação de produtos ferrosos resultantes da escassez de oxigênio causada pelo encharcamento. São formados de materiais originários estratificados ou não, sujeitos a períodos de excesso de água. Desenvolvem-se de sedimentos recentes (no caso sobre Depósito Sedimentares Quaternários) nas proximidades dos cursos d’água e em materiais-coluviais sujeitos a condições de hidromorfismo. Podem apresentar horizonte sulfúrico, cálcio, propriedade solódica, sódica ou caráter sálico (Embrapa, 2006). Esses solos estão localizados ao longo do rio Amana e de alguns igarapés tanto de sua margem direita como esquerda (as toponímias desses igarapés não constam na base cartográfica fornecida). Ocorrem nas planícies aluviais dos cursos d’água que drenam a região, por isso estão permanentemente ou periodicamente saturados com água. Em condições naturais são mal a muito mal drenados. Sua posição na paisagem, implica ao solo fortes limitações quanto ao seu uso, a não ser para atividades cuja as condições de elevada umidade são solicitadas. Em área de várzeas de extensão significativa, como é o caso das margens do rio Amana a fragilidade do ecossistema motivada pela inconsolidação dos sedimentos acarretam uma remoção dos mesmos pela corrente de água quando ocorre a retirada da cobertura vegetal natural. Por isso propõem-se que essas áreas sejam recomendadas para preservação ambiental, como proteção contra o assoreamento dos rios. A vulnerabilidade/estabilidade natural à perdas de solo desse grupo é de 3 (Crepani, 1999), indicando solos muito vulneráveis, pois são solos pouco desenvolvidos assentados em materiais depositados recentemente. 3.78 4 – CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DOS SÍTIOS DE AMOSTRAGEM DA FLONA DO AMANA 4 – CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DOS SÍTIOS DE AMOSTRAGEM DA FLONA DO AMANA A caracterização do meio físico da FLONA se deu por meio de dados secundários, conforme apresentado nos métodos. Porém, visando melhor entendimento da realidade física da Unidade de Conservação, foram utilizadas informações extraídas das fichas de campo e do relatório da Avaliação Ecológica Rápida (AER), como forma de checagem do material utilizado (salva-guardadas as limitações no que tange classificações específicas como tipo de solos e geologia uma vez que, não foi objeto do presente documento um levantamento de dados primários) e o próprio material temático. O presente item está estruturado conforme os sítios definidos pela AER (Figura 4.01) e caracterizado segundo os mapeamentos na escala 1:250.000 de diferentes fontes (ver métodos). Figura 4.01 – Mapa de Localização dos Sítios de Amostragem da AER Fonte: Consórcio Senografia-STCP, 2008 4.1 4.1 – Sítio 1: Igarapé Montanha Pertencente a bacia do Tapajós e ao Planalto residual Tapajós, o igarapé Montanha é um dos limitantes da FLONA do Amana com o Parque Nacional (PARNA) da Amazônia (os pontos realizados no sítio 1 estão no limite da FLONA e não dentro dela). Apresenta águas claras e possui em média 10-15m de largura e 1,5-2,5m de profundidade (trecho do igarapé principal). Em sua bacia há evidências de utilização efetiva nas proximidades da BR-230 (Comunidade KM-180) e vestígios de utilização da área por garimpo nas proximidades do local onde o igarapé ultrapassa os limites da FLONA. Segundo dados da AER e da análise da paisagem elaborada por meio de imagens de satélite e sobrevôos sobre a Unidade de Conservação, há elevada homogeneidade e integridade ambiental neste sítio. Sua principal fragilidade está no componente vegetal cujo o predomínio de Babaçu indica que, em caso de retirada da floresta ou abertura de clareiras, essa palmeira se tornará a principal espécie, deixando os solos sem proteção de serrapilheira. O curso principal do Igarapé corre paralelo a uma elevação com platô em uma extensão de aproximadamente 2.000 metros. A leste o relevo continua ondulado com altitude que chega a 120m. Seu principal contribuinte é o igarapé São João, o qual nasce e corre pelas terras do PARNA até desembocar no ig. Montanha. Para a caracterização do sítio foram feitos pontos (AER) conforme Tabela 4.01. Tabela 4.01 – Pontos Analisados no Sítio 1 (Igarapé Montanha) SÍTIO PONTO 1 Igarapé Montanha COORDENADAS ALTITUDE DENOMINAÇÃO W S (m) 1A 502908 9459483 41 Igarapé Montanha – Baixada 1B 503544 9460398 95 Igarapé Montanha – Platô IC1 503511 9460383 50 Igarapé Montanha IC2 502956 9460721 48 Riacho Fonte: Avaliação Ecológica Rápida (AER) O Ponto 1A caracteriza-se por um solo de textura argilosa. Segundo o mapeamento da EMBRAPA, a classe de solos é Argissolo vermelho, apesar de em campo não ter sido possível diferenciá-lo do latossolo (solo muito presente na Amazônia como um todo). Associado ao relevo ondulado com declividades entre 6 e 30º, tem-se um relevo sobre rochas cristalinas dissecado em cristas e colinas, com predomínio de topos convexos. Localizado em encosta e topo de morro, o padrão de drenagem mais comum é o dendrítico. Quanto aos Pontos 1B e IC2, a tipologia vegetacional é típica de drenagens em baixio, constituindo sistema aluvial com alta dominância de açaí (Euterpe oleraceae), espécie com potencial para manejo. Nesse ponto foi observado solo arenoso e encharcado, classificado como Gleissolo, o que condiz com o mapeamento da EMBRAPA (2008). Sua correnteza apresenta alta velocidade, caracterizando um sistema lótico, enquanto seu leito é formado por areia, rochas e troncos. Esses pontos estão sobre depósitos sedimentares quaternários e assentados em relevo aluvionar, com planícies e terraços silto-arenoso com linhas de pedra. Predominam as drenagens meandrantes, sendo que as áreas planas resultam de diferentes acumulações fluviais. 4.2 A Foto 4.01 apresenta os ambientes encontrados no Sítio 1. Foto 4.01 – Elementos Do Meio Físico Presentes na Paisagem do Sítio 1 A B C D Legenda: (A) Açaizal e Floresta Aberta com Palmeiras presentes no Ponto 1A; (B) Floresta aluvial com subbosque denso às margens do igarapé Montanha, ambiente típico dos pontos 1B e IC2; (C) Afloramento rochoso ao longo do igarapé Amana; (D) Corredeiras ao longo do igarapé principal. Foto: (A) João Batista da Silva, 2008; (B) Sérgio Morato, 2008; Consórcio Senografia-STCP 2008 Igualmente ao ponto acima descrito, o Ponto IC1, está sobre depósitos sedimentares quaternários e assentados em relevo aluvionar. Compreende um igarapé de pequeno porte, com 1,5 a 2,5m de largura e 0,5 a 0,8m de profundidade. A velocidade de corrente é moderada, correndo sobre leito arenoso. Seu relevo quase plano propicia a existência de uma área sazonalmente inundada por fortes chuvas que acompanha a margem do igarapé meandrante. Os pontos próximos as áreas aluviais e sedimentares apresentam fragilidade inerente ao tipo de solo. Os solos glei, juntamente com os solos litólitos aluviais entre outros, são os que apresentam maiores instabilidades no que tange sua estrutura. Principais Impactos e Pressões Ocorrentes no Sítio 1 Não foi averiguado nenhum impacto atual sobre o sítio em sua porção dentro da FLONA e na região dos pontos analisados. Foi detectada uma área que antigamente foi utilizada para garimpagem de ouro. Não foram observados nos pontos realizados vestígios de extração de produtos nãomadeiráveis e madeiráveis. Porém, de acordo com entrevistas feitas e conversas com a 4.3 comunidade do km-180 (PDS Nova Esperança), a área teria sido utilizada, no passado, para retirada de palmito de açaí. 4.2 – Sítio 2: Igarapé Porquinho Pertencente a bacia do rio Amana, ao Planalto residual Tapajós e Planícies Fluviais, o rio Amana é o principal corpo hídrico. Juntamente à ele, o igarapé Porquinho e nascentes do igarapé Mutum (bacia do Parauari) fazem parte da malha hídrica do Sítio. Localizado na porção central da unidade, foram delimitados seis pontos amostrais na AER conforme apresentado na Tabela 4.02. Tabela 4.02 – Pontos Analisados no Sítio 2 (Igarapé Porquinho) SÍTIO PONTO 2 Igarapé Porquinho COORDENADAS ALTITUDE DENOMINAÇÃO W S (m) 2A 440104 9436303 99 Platô – Garimpo JML e Igarapé Porquinho 2B 440207 9434482 45 Vegetação secundária – Garimpo JML e Igarapé Porquinho 3 446684 9438179 55 Rio Amana - Goiabal e Garimpo Cara Preta 9 455109 9436582 62 Igarapé Patauá IC3 442918 9434998 55 Riacho IC4 440640 9435241 54 Lago artificial IC5 462654 9435410 53 Igarapé Porquinho Fonte: AER, 2008 O Ponto 2A localizado em platô presente na margem direita do igarapé Porquinho, caracteriza-se por declividades entre 50 e 100 metros sobre o nível do mar (s.n.m.). Nesse ponto a macrotopografia condiz com topo de colina e platô. As declividades variam entre menor que 5º e 10º. O solo apresenta coloração marrom claro com textura areno-argilosa. Segundo mapeamento de solos, a classe definida para esse ponto é o Argissolo vermelhoamarelo. Predomina na região padrões de drenagem dentrítico e paralelo. Dentre as feições geomorfológicas predominam as colinas de pequena extensão associada a vales pouco profundos. O Ponto 2B localizado em área de baixio na margem esquerda do Igarapé Porquinho, apresenta floresta secundária de porte baixo com grande quantidade de bambus. Suas declividades não são representativas e o predomínio é de 5º. As feições geomorfológicas predominam as colinas de pequena extensão associada a vales pouco profundos. O terceiro ponto avaliado denominado Ponto 3, compreende a região do garimpo Cara Preta e a localidade do Goiabal, ambos localizados às margens do rio Amana a cerca de 5km a jusante da foz do igarapé Porquinho. Estando às margens do Amana, seus solos estão classificados como gleissolos, de alta fragilidade e vulnerabilidade ambiental. O quarto ponto avaliado (Ponto 9) compreende uma área na bacia do Igarapé Patauá, na 4.4 região entre as pistas de pouso Tracajá (abandonada) e CVA (ativa). Este ponto foi estabelecido em uma terceira campanha de campo, específica para o grupo de vegetação, com vistas à análise da fitofisionomia da Floresta que, segundo mapeamento do IBGE/SIPAM (2006), condizia com Floresta Aberta com Cipó. Segundo dados do mapeamento de solos, no ponto ocorre o Argissolo Vermelho-amarelo. O substrato é composto pela Suíte Maloquinha com granitos, biotita entre outros minerais. Situa-se entre o Cráton Neoproterozóico do Planalto do Tapajós, que se constitui de relevo sobre rochas cristalina incluem modelados de aplainamento e forma de dissecação homogênea. O Ponto IC3 consistiu de um igarapé de pequeno porte, com 2,0 a 2,5m de largura e 0,8 a 1,0m de profundidade. A velocidade de correnteza é lenta e seu leito arenoso/argiloso. Instalado na área aluvial do rio Amana. Suas margens apresentam pouca vegetação, sendo formadas por vegetação rasteira (capim) em grande parte submersos. O relevo é plano, sendo o trecho amostrado bastante sinuoso com certa abundância de liteira e troncos submersos. Este pequeno igarapé apresenta alguns indícios de impactos antrópicos, principalmente na área de desembocadura com o igarapé Porquinho. O Ponto IC4 consiste em um lago artificial com aproximadamente 70 metros de largura e 4 a 5m de profundidade. Quando das chuvas apresenta conexões com o igarapé Porquinho. O lago apresenta a água geralmente turva em função da grande quantidade de argila proveniente da extração mineral que ocorre em áreas a montante no igarapé. As margens apresentam-se sem vegetação e são formadas por grandes bancos de areia grossa, típicas de locais trabalhados pelo garimpo. O Ponto IC5 localiza-se no próprio igarapé Porquinho,tendo em média 10-15m de largura e 1,5 a 2,0m de profundidade. Apresenta alta velocidade de corrente e leito formado por areia, rochas e troncos. Suas águas são muito turva em função da grande quantidade de argila proveniente da extração mineral que ocorre a montante do igarapé. Suas margens apresentam-se bastante degradadas e sem vegetação, sendo formadas por grandes bancos de areia grossa, também típicas de locais trabalhados pelo garimpo. Além disso, seu leito original foi alterado, sendo desviado em vários locais para extração mineral. Principais Impactos e Pressões Sobre o Sítio 2 Os principais impactos sobre o sítio referem-se às pressões sobre os recursos hídricos e solos, ocasionados pelos garimpos instalados na área. O garimpo Porquinho, por exemplo, instalado no terço superior do igarapé Montanha, além possuir atividades de garimpo, detém também atividades que modificam o uso do solo como pequena criação de animais domésticos para consumo. 4.3 – Sítio 3: Platôs Centrais da FLONA do Amana Pertencente a bacia do rio Amana e do Tapajós, este sítio possui notória diferenciação dos demais quanto ao relevo, morfologia e geologia. Nessa área de coberturas sedimentares e aplainamento em retomada de erosão, localizam-se os platôs mais estruturados, de maiores altitudes e tamanho da FLONA. Localizado na porção central da FLONA, o Sítio 3 abrange um conjunto de elevações em forma de platô recobertos por sistemas florestais com dosséis homogêneos, sendo entremeados por pequenos cursos de água. A Foto 4.02 apresenta elementos da Paisagem do Sítio 3. Foram estabelecidos quatro pontos, conforme indicado na Tabela 4.03. 4.5 Tabela 4.03 – Pontos Analisados no Sítio 3 (Platôs Centrais) SÍTIO PONTO 3 Platôs Centrais COORDENADAS ALTITUDE DENOMINAÇÃO W S (m) 4 449669 9409167 138 Platô – Garimpo Maranhense 5 447770 9407195 95 Baixio/Garimpo Maranhense IC6 446726 9407764 108 Riacho IC7 446942 9407518 117 Lago artificial Fonte: AER, 2008 Foto 4.02 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 3 (Platôs Centrais da FLONA do Amana) A B C Legenda: (A) Aspecto geral de platô ocorrente no Sítio 3, em destaque o platô de maior representatividade local; (B) Aspecto geral do igarapé da Lontra, Pontos 5 e IC6 da AER; (C) lago artificial no igarapé (Ponto IC7). Foto: (A e B) Sérgio Morato, 2008; (C) Hélio dos Anjos, 2008. 4.6 O Ponto 4 está localizado em um platô de média elevação ao norte da pista de pouso do Maranhense. O ponto apresenta declividade moderada, com inclinação inferior a 30o a partir da pista de pouso, sendo mais acentuada nas encostas que margeiam dois igarapés, um a oeste e outro ao norte. O solo é avermelhado com textura variando entre argiloso a siltoso. Está assentado sobre rochas cristalinas do Planalto Parauari-Tropas, em superfícies de aplainamento e de dissecação homogênea. Quanto ao ponto 5, este corresponde basicamente ao vale do igarapé localizado a oeste do ponto anterior. O igarapé é estreito, apresentando largura máxima de 2 metros e profundida máxima de 80 cm, encontrando-se bastante assoreado pela atividade garimpeira desenvolvida em períodos anteriores. As encostas marginais são abruptas, apresentando inclinação superior a 45o e solos semelhantes ao observado no ponto 4. No igarapé, observam-se também partes arenosas, em geral recobertas por sedimentos finos decorrentes do garimpo. Está assentado sobre rochas cristalinas do Planalto ParauariTropas, em superfícies de aplainamento e de dissecação homogênea. Ambos os pontos estão próximos ao acampamento do Maranhense. Na área existem várias picadas com marcação de pontos de GPS, que segundo o dono do garimpo, trata-se de prospecção de minério feita por uma empresa que requereu a área no DNPM. Segundo o DNPM as empresas com requerimentos de pesquisa na região próxima ao garimpo são a Magellan e a Mapex Mineração. O Ponto IC6 corresponde ao igarapé do Lontra, com 1,0 a 1,5m de largura e profundidade entre 0,3 a 0,5m, apresentando velocidade de corrente relativamente alta e percurso pouco sinuoso. Seu leito é constituído por areia grossa e águas pouco turvas. O Ponto IC7, corresponde a um lago artificial. Este lago apresenta aproximadamente 40 metros de largura e 4-5m de profundidade. A água local é turva, em função do escorrimento de argila dos terrenos marginais, alterados pela extração mineral e pela inexistência de vegetação em suas bordas. Principais Impactos e Pressões Sobre o Sítio 3 Dentre as principais evidências de pressões sobre o sítio destacam-se as alterações observadas na água e no solo, oriundas das atividades de garimpagem. Com a presença de tal atividade, os recursos hídricos e solos são os principais fatores a sofrerem pressões. Outra pressão identificada é a abertura de uma área para pequenos roçados de subsistência. Segundo os moradores da área a derrubada teve como objetivo a formação de roçado para plantio de subsistência, sobretudo de mandioca. Cita-se como um impacto um lago artificial estabelecido para fins de apoio à extração mecanizada de ouro, conforme atestam restos de equipamentos abandonados no local. 4.4 – Sítio 4: Região do Garimpo São Pedro Os pontos da AER foram inseridos na divisa entre a FLONA do Amana e o Parque Nacional da Amazônia (porém dentro do Parque), e em Maués (cavidades areníticas) e esse sítio possui representatividade para o meio físico pois nele foram identificados ambientes de formações geomorfológicas diferenciadas como as cavidades (município de Maués fora da FLONA) e locais onde predominam areias brancas. Foram estabelecidos pela AER três pontos de análise e outros três para a Ictiofauna, conforme indicado na Tabela 4.04. 4.7 Tabela 4.04 – Pontos Analisados no Sítio 4 (São Pedro) SÍTIO PONTO 4 Garimpo São Pedro COORDENADAS ALTITUDE DENOMINAÇÃO W S (m) 6 447198 9476536 27 Cavernas Areníticas 7A 447927 9471944 55 Campina e Floresta Aluvial 7B 447478 9472129 55 Igarapé do Preto IC8 449915 9468810 35 Igarapé Leandro IC9 447480 9471849 33 Lago artificial IC10 447356 9472063 33 Rio Amana Fonte: AER, 2008 O Ponto 6 constitui-se de cavidades areníticas (lapas) presentes nas proximidades do rio Amana a jusante do acampamento do garimpo São Pedro. Por meio de outro estudo estudo financiado pela National Geographic Society na região dos rios Maués, Urupadi, Parauari e Amana, já haviam sido identificadas outras áreas com formações geológicas e geomorfológica tão representativas quanto, com cavernas areníticas e de argila, inclusive, para a bacia do rio Amana foram identificadas duas cavernas1. Está localizado no Planalto Meridional da Bacia Sedimentar do Amazonas, em cobertura sedimentar fanerozóica, incluindo sedimentos inconsolidados. Na área predominam o padrão de drenagem dendrítico, com topos de morro convexos. O Ponto 7 foi subdividido em dois transectos de amostragem, sendo um na área de vegetação aberta sobre solo de areia branca e pedras (Ponto 7A) e outro em borda de floresta de várzea (Ponto 7B). Ambos estão localizados no mesmo domínio morfológico de depósitos sedimentares quaternários, compostos por materiais silto-arenosos. As declividades são preferencialmente entre 0 a 5º. Suas características física de solos rasos e afloramento rochoso lhe conferem caráter de alta fragilidade ambiental. Esses solos estão instalados em depósitos sedimentares quaternários da planície Amazônica. Predominam as formas meândricas no canal. O Ponto IC8, situado na foz do igarapé Leandro no rio Amana, corresponde a um Igarapé com 2,5 a 5,0m de largura e 0,5 a 1,3m de profundidade, com velocidade de corrente baixa e leito argiloso a arenoso. O relevo é plano, com uma área sazonalmente inundada que acompanha a margem do igarapé. Trata-se de um sistema bastante sinuoso com alta densidade de troncos submersos. O Ponto IC9 corresponde a um lago artificial com aproximadamente 50 metros de largura e 4-5m de profundidade, estabelecido no interior do Ponto 7B da AER. Apresenta conexões com rio Amana. A água nesse local é turva em função do escorrimento de argila dos terrenos marginais, que desmoronam e alteram a sua cor. Suas margens não apresentam vegetação arbórea, sendo em grande parte formadas por capim, tratando-se de condição característica de ambiente recentemente trabalhado pelo garimpo para extração de ouro. Quanto ao Ponto IC10, este corresponde ao rio Amana propriamente dito, mais especificamente em áreas alagadas e igapós de sua margem. Nessa área, o rio tem largura 1 http://www.redespeleo.org/conexao/conexao_18.php 4.8 em torno de 50 metros e velocidade de corrente alta. Suas margens apresentam vegetação densa e alta, com predominância de árvores de igapó nos ambientes encharcados em transição com áreas de terra firme. Foto 4.03 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 4 (Garimpo São Pedro) B A C Legenda: (A) Entrada de cavidade arenítica presente no Ponto 6 da AER, (B) Salto do rio Aman;a (C) Vegetação em afloramento rochoso (Campina) presente no Ponto 7A. Foto: (A-B) João Batista da Silva, 2008; (C) Sérgio Morato, 2008. 4.5 – Sítio 5: Sul da FLONA Esse sítio localiza-se no divisor de águas entre três bacias fluviais: contribuintes do Tapajós (Igarapé Preto, igarapés Coatá e Coatá Grande), bacia do rio Parauari e bacia do Amana. A primeira apresenta serras altas com platôs que atingem altitude de 300 m s.n.m. no sentido NW para SE. A segunda, drena para o sentido oeste da FLONA, configurando em nascentes da bacia do rio Parauari. Por fim, a porção da bacia terceira bacia, rio Amana, inserida no Sítio, é composta por grande quantidade de nascentes e vertentes. Foram considerados três pontos amostrais conforme apresentado na Tabela 4.05. 4.9 Tabela 4.05 – Pontos Analisados no Sítio 5 (Sul da FLONA) SÍTIO PONTO 5 Sul da FLONA COORDENADAS ALTITUDE DENOMINAÇÃO W S (m) 8 417491 9354034 214 Igarapé do Preto IC11 414478 9356018 152 Igarapé do Preto Montante IC12 417556 9353780 67 Igarapé do Preto Jusante Fonte: AER, 2008 O Ponto 8 e IC11 (são equivalentes), estão inseridos na bacia do igarapé do Preto e no próprio igarapé, onde se apresenta como de pequeno porte. Apresenta 2,0 a 4,0m de largura, 0,5 a 1,0m de profundidade, velocidade de corrente moderada e leito arenoso. Suas margens são composta por vegetação primária densa e alta. O relevo é plano, formando alagados marginais que acompanham a margem do igarapé, predominando morros de pequena extensão e vales pouco profundos. Há sinuosidade acentuada ao longo de seu curso. O substrato presente nesse ponto é o Cráton Neoproterozóico do Planalto do Parauari – Tropas, sob rochas cristalinas. Adissecação do terreno segue as linhas dos principais rios da área. A Foto 4.04 apresenta alguns dos ambientes encontrados no Sítio 5 da AER. Foto 4.04 – Elementos da Paisagem Presentes no Sítio 5 (Sul da FLONA) A B C Legenda: (A) Aspecto geral do igarapé do Preto; (B) Pequena estrada aberta desde da Transamazônica até o interior da FLONA. Antigamente utilizada para exploração de madeira (ainda há vestígios dessa extração) como visualizado na Foto C e, atualmente para utilização dos “proprietários”para pequenas roças e formação de pastagem. 4.10 Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008 O Ponto IC12, também no igarapé do Preto, no entorno da Unidade de Conservação, apresenta um porte maior do que no Ponto IC11, tendo em média 10-15m de largura e 1,5 a 2,0m de profundidade. Apresenta alta velocidade de corrente e leito formado por areia, rochas e troncos, além de água clara. Principais Impactos e Pressões A principal pressão verificada no sítio é a utilização do fogo para limpeza do terreno (Foto 4.05). É possível verificar pelo PRODES (INPE) e pelo trabalho de campo que há pequenas aberturas ao longo desse caminho. Foto 4.05 – Utilização do Fogo para Limpeza do Terreno na Bacia do Igarapé do Preto no Entorno da FLONA Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008 4.6 – Sítio 6: Bacia de Contribuição do Tapajós O Sítio 6 é caracterizado por rede hidrográfica com canais principais com comprimento aproximado de 25-30 km. Todas as drenagens escoam para o rio Tapajós, tendo na BR-230 um elemento de barragem ou modificação da qualidade ecológica dos mesmos. O padrão de drenagem predominante é o dendrítico, que lembram ramificações de árvores. Predominam as classes de argissolos que apresentam potencial erosivo devido a grande diferença de argila entre os horizontes A e B (Embrapa, 2006). Esse tipo de solo enquadrase como de média vulnerabilidade à erosão, possuindo coeficiente igual a 2 (Crepani,1999). Os usos se traduzem principalmente na atividade agropecuária, na comunidade do Km-180 (PDS Nova Esperança) e ao longo da rodovia em pontuais atividades de serviço. Nesse sítio prevalecem as declividades de 5º a 10º (graus) instaladas em relevo suave ondulado a ondulado. Foi realizado um único ponto, específico para vegetação (ver AER), condizente com o número 10. A área amostrada é um ponto de Floresta Ombrófila Densa. Também foi analisado o percurso de 16 km entre a Transamazônica e a sede da propriedade do senhor Francisco afim de verificar a fisionomia apresentada pelo IBGE/SIPAM (2006) como Floresta Ombrófila Aberta com Palmeiras, o que se concretizou em uma floresta densa (mesmo que em alguns trechos esteja descaracterizada) sem a presença de palmeiras (relatos de moradores antigos na área confirmam a inexistência de uma floresta com predominância de palmeiras). Essa área está embasada no Cráton Neoproterozóico Parauari-Tropas, sobre rochas cristalinas. A dissecação do relevo segue a linha das principais drenagens. 4.11 Predominam colinas de pequena extensão (em geral de topo convexo) e vales pouco profundos. 4.7 – Pressões sobre os Fatores do Meio Físico Observados em Campo As pressões ambientais decorrentes da atividade de extração aurífera são observadas em todos os processos utilizados na garimpagem da forma como vem sendo feita. Dentre eles, os que afetam diretamente o meio físico referem-se a: a) Alteração nos aspectos qualitativos e no regime hidrológico dos cursos de água; b) Queima de mercúrio metálico ao ar livre; c) Desencadeamento dos processos erosivos; d) Turbidez das águas; e) Poluição química provocada pelo mercúrio metálico na biosfera e na atmosfera. • Alteração nos Aspectos Qualitativos e no Regime Hidrológico dos Cursos de Água Não há dados concretos para confirmar que há alteração nos aspectos qualitativos e no regime hidrológico dos cursos d' água presentes na FLONA, porém pelo visualizado em campo a qualidade hídrica de todos os córregos onde há atividade garimpeira (ao menos dos visitados na AER) está comprometida, seja por alterações no leito rio, seja por altos índices de sedimentação. • Queima de Mercúrio Metálico ao ar Livre Um aspecto de relevância ambiental é o uso de mercúrio nos procedimentos de extração de ouro nos garimpos brasileiros de uma forma geral. Essa técnica provoca impactos ambientais comuns a todas as áreas garimpadas. A região do Tapajós não foge à regra, Telmer et al (1999) aponta para contaminação por mercúrio no rio Amana com a seguinte citação: “a carga de sedimentos em suspensão na foz do rio Amana (extensas cavas nos afluentes, margens e no leito do referido rio), transporta cerca de quatro toneladas de mercúrio. A pluma poluidora percorre ainda uma distancia mínima de 30 km ao longo do rio Tapajós” • Desencadeamento de Processos Erosivos Ao longo das fases de exploração mineral pela garimpagem, são identificados processos de desagregação do solo ocasionando erosão. Ao longo dos canais fluviais esses processos erosivos ocorrem na forma de erosão lateral ou em erosão de fundo (entalhamento do leito). • Turbidez das águas O processo de extração de ouro altera significativamente esse parâmetro da água. As águas que saem da caixa resumidora e é devolvida ao rio, transportando carga sedimentar suspensa e sólida. • Poluição Química Provocada pelo Mercúrio Metálico O mercúrio é um metal pesado, tóxico, utilizado pelos garimpeiros para a separação do ouro do minério bruto. Seu despejo é feito, geralmente, nas águas dos rios que servem para a lavagem do minério, comprometendo a qualidade hídrica e a utilização dos recursos naturais pela comunidade como peixes e água. A Foto 4.06 apresenta imagens das pressões pontuais encontradas nos pontos de análise 4.12 captadas durante a AER. Foto 4.06 – Imagens do Comprometimento do Meio Físico Associado à Atividade Garimpeira A B C D E F Legenda: (A) Vista aérea de um garimpo; (B) Sedimentação Acentuada; (C) Ocupação das APPs com margens do rio erodindo; (D) Área Degradada pela atividade garimpeira; (E) Processo de extração de minério; (F) Impacto de garimpo. Foto: Consórcio Senografia-STCP, 2008 • Desmatamento (dados da socioeconomia) 4.13 O desmatamento ou desflorestamento é uma atividade que remonta ao período de colonização do Brasil, sendo até os dias de hoje amplamente aplicado, em especial no bioma Amazônico para manejo solo ou exploração comercial da madeira. Um exemplo dessa atividade e da mobilização para a mesma é a instalação de empresas madeireiras para exploração, muitas vezes ilegal, de mogno, cedro e ipê. Na FLONA do Amana o desmatamento registra 3.029,99 hectares de área desmatada (Tabela 4.06 e Figura 4.02), segundo dados do PRODES12 (2008). Esse percentual representa 0,56 % da área total da FLONA, sendo que 96% do desmatamento ocorreu até o final de 2005, ou seja, antes da criação da Unidade de Conservação. É importante salientar que essa atividade é conflitante com os objetivos da FLONA. Tabela 4.06 – Área de Desmatamento da FLONA do Amana (1997- 2007) ANO ÁREA (HA) (%) 2264,33 74,73 2000 21,60 0,71 2001 148,32 4,89 2002 99,11 3,27 2003 116,64 3,84 2004 63,36 2,09 2005 186,39 6,15 2006 103,82 3,42 2007* 26,42 0,87 3029,99 100 Antes / Até 1997 Total * Não há disponível no PRODES os dados de 2008. Fonte: Mapeamento PRODES, acessado em 2008, elaborado pelo Consórcio Senografia-STCP 12 Identifica áreas desmatadas com corte raso, no processo final de desmatamento 4.14 Figura 4.02 – Evolução do Desmatamento na Área da FLONA, 1997 a 2007 Fonte: PRODES, 2008 (não estão disponíveis os polígonos de 2008) elaborado pelo Consórcio Senografia-STCP (esse mapa em formato maior encontra-se no relatório da socioeconomia) A partir da criação da FLONA, não foi verificado aumento significativo do desmatamento na 4.15 área. Os três focos mais recentes maiores que 6,25 hectares (tamanho dado pelo próprio programa do INPE-PRODES) foram: no ano de 2006, o equivalente a 103,82 hectares na área da APROESTE, no sul da FLONA; em 2007 no garimpo Coata e na margem esquerda do rio Amana ao norte do garimpo Teodorico totalizando 26,42 hectares. Para o ano de 2008, não foram disponibilizados os dados em forma vetorial pelo PRODES. Em relação ao primeiro semestre de 2008, não foram computados novas áreas na FLONA do Amana de desmatamento com corte raso (PRODES, 2008). 4.8 – Recomendações - A área do Igarapé Montanha apresenta potencial para exploração de recursos nãomadereiros pela comunidade Nova Esperança que já utiliza a bacia para exploração do palmito de açaí, porém a extração de madeira não é indicada. - As atividades de garimpagem ou mineração no Sítio 1 devem ser coibidas, pelo posicionamento geográfico estratégico do Sítio, suas condições de fragilidade, integridade ambiental e pelo uso passado da comunidade Nova Esperança. - O sítio 5 apresenta, em geral, relevo e solos propícios a atividade de exploração sustentável de madeira (desde que consideradas técnicas conservacionistas). Dessa forma sugere-se que seja estabelecida uma zona direcionada a essa atividade nessa área. Uma facilidade é a estrada aberta a cerca de 30 anos, da qual já se escoou madeira antigamente. - As queimadas ocorrentes no interior da FLONA devem ser ccoibidas pelo órgão gestor ou fiscalizatório de forma a garantir a manutenção das condições ecológicas atuais e garantir a utilização sustentável da região. - Nos locais onde ocorrem os gleissolos e afloramentos rochosos, faz-se necessário a conservação ambiental das condições atuais saudáveis devido seus elevados índices de vulnerabilidade ambiental (na escala de 1 a 3, esse tipo de solo apresenta índice 3 conforme INPE,1999, sendo, juntamente a outros tipos de solos os mais instáveis). - Devem ser obedecidos os preceitos legais para não utilização de topo de morro, vertentes acima de 45º e áreas de preservação permanente ao longo de rios, nascentes ou lagos. - Elaborar um PRAD – Programa de Recuperação de Áreas Degradadas para as áreas identificadas como alteradas. Os primeiros locais de aplicação do programa são os polígonos desmatados que aparecem no mapeamento do PRODES (INPE), seguido pelas áreas de garimpo. - Todas as áreas compostas por formações de platôs existentes no Sítio 2 e 3, e as áreas mapeadas como Gleissolos, deverão compor uma zona de conservação dentro da Unidade. 4.8.1 – Sugestão de Programas A seguir são apresentados indicativos de programas sugestionados para o Plano de Manejo da Unidade de Conservação. 4.8.1.1 – Recuperação das Áreas Afetadas pelos Garimpos no Igarapé Porquinho (e demais garimpos existentes) Objetivos: Recuperar as áreas afetadas pelos garimpos instalados ao longo do igarapé Porquinho; propor aos donos do garimpo a elaboração e execução de um PRAD (Programa de Recuperação de Áreas Degradadas). 4.16 Justificativas: A atividade garimpeira da forma como vem sendo desenvolvida na região ocasiona impactos sobre os recursos naturais, em especial sobre os recursos hídricos e solos. Para reequilibrar as condições ecológicas da bacia do Igarapé Porquinho, são necessárias medidas de recuperação tais como recomposição de mata ciliar, controle dos lançamentos de efluentes domésticos e residuais dos processos de garimpagem nas águas da bacia, entre outros. Além disso, ao longo do igarapé Porquinho ocorrem os gleissolos háplicos que são altamente instáveis e vulneráveis. 4.8.1.2 – Recuperação da Qualidade Hídrica dos Igarapés da FLONA Objetivos: Recuperar a qualidade hídrica dos Igarapés da FLONA; Verificar o grau de comprometimento dos recursos hídricos das microbacias por meio da qualidade hídrica. Justificativas: A atividade garimpeira causa sérios prejuízos à qualidade hídrica, seja pelo mercúrio utilizado pelos garimpeiros, seja pelos altos níveis de sedimentação, pela mudança de curso e pelas várias cavas decorrentes da atividade garimpeira. É necessária uma conscientização das pessoas que vivem na FLONA envolvidas diretamente no garimpo sobre alternativas menos impactantes no meio ambiente. Uma proposta que se mostrou bem sucedida é o programa da prefeitura de Itaituba denominado Cuide do seu Tesouro. Tal iniciativa deve ser propagada para todos os garimpos da FLONA. 4.8.1.3 – Programa de Ajuste de Conduta dos Garimpeiros e Posseiros da Região Objetivos: Melhorar as condições de saúde da comunidade garimpeira; Reduzir os impactos da garimpagem nos locais de extração de minério e residência dos garimpeiros. Justificativas: A falta de adequação dos garimpos a normas ambientais e de saúde tem gerado sérios problemas na FLONA como um todo. Apesar de pontuais, tais problemas se refletem nos principais corpos hídricos da FLONA. Como o Decreto de criação da FLONA indica que a atividade mineraria é permitida, sugere-se que seja feito um Termo de Ajustamento de Conduta entre os Garimpeiros e Posseiros da Região e o ICMBio, em conjunto com o Ministério Público, visando minimizar os problemas atuais da FLONA com ambos atores. No Brasil, a Lei 7805/89, extinguiu o regime de Matrícula de Garimpeiro, criando o regime de Permissão de Lavra Garimpeira. Embora continue sendo tratado individualmente, a Lei indica a organização de cooperativas de garimpeiros como “forma de promoção socioeconômica dos agentes garimpeiros e a preservação do meio ambiente”. Entretanto, devido à complexa estrutura organizativa e cultural dos garimpos, assim como das relações de trabalho vigentes, o incentivo da Lei 7805 não tem resultado em experiências cooperativistas bem sucedidas. Esse programa servirá para ajustar a atividade minerária de pequeno porte (garimpagem) ao que exige a Lei, em especial a de n° 7805/89 Art 9:: Art. 9º São deveres do permissionário de lavra garimpeira: I - iniciar os trabalhos de extração no prazo de 90 (noventa) dias, contado da data da publicação do título no Diário Oficial da União, salvo motivo justificado; II - extrair somente as substâncias minerais indicadas no título; III - comunicar imediatamente ao Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM a ocorrência de qualquer outra substância mineral não incluída no título, sobre a qual, nos casos de substâncias e jazimentos garimpáveis, o titular terá direito a aditamento ao título permissionado; 4.17 IV - executar os trabalhos de mineração com observância das normas técnicas e regulamentares, baixadas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM e pelo órgão ambiental competente; V - evitar o extravio das águas servidas, drenar e tratar as que possam ocasionar danos a terceiros; VI - diligenciar no sentido de compatibilizar os trabalhos de lavra com a proteção do meio ambiente; VII - adotar as providências exigidas pelo Poder Público; IX - apresentar ao Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, até o dia 15 de março de cada ano, informações quantitativas da produção e comercialização, relativas ao ano anterior; e X - responder pelos danos causados a terceiros, resultantes, direta ou indiretamente, dos trabalhos de lavra. 4.8.1.4 – Programa de Uso Público: Sobrevôo dos Platôs e Visitação ao Sítio 6 (Garimpo São Pedro) Objetivos: Proporcionar a comunidade da localidade do km-180 e das demais localidades espalhadas ao longo Transamazônica alternativas de renda relacionada ao turismo ecológico; Gerar renda à Unidade de Conservação. Justificativas: Devido a beleza cênica dos platôs inseridos no Sítio 3 e porção do Sítio 2 e sua conformação geomorfológica única na região, sugere-se implantar um roteiro turístico integrando o PARNA da Amazônia com essa região, incluindo um sobrevôo e até mesmo a instalação de uma pequena pousada rústica na pista Maranhense afim de incentivar o turismo. Outra atratividade é a cachoeira do rio Amana e as Cavidades Areníticas inseridas próxima a margem direita do rio Amana no ponto 6 da AER. Como ficam na divisa com o Parque Nacional também poderão fazer parte do roteiro integrado. 4.18 5 – ZONA DE AMORTECIMENTO PRELIMINAR 5 – ZONA DE AMORTECIMENTO PRELIMINAR A zona de amortecimento de uma unidade de conservação, de acordo com o Artigo 2º, Inciso XVII da Lei nº 9.985, de 18 de junho de 2000, corresponde ao “entorno de uma unidade de conservação, onde as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas, com o propósito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade” (IBAMA, 2002). Segundo o mesmo dispositivo legal, no Artigo 25, § 1º, “O órgão responsável pela administração da unidade estabelecerá normas específicas regulamentando a ocupação e o uso dos recursos da zona de amortecimento”. - Critérios de Zoneamento Para a definição da Zona de Amortecimento, partiu-se da premissa da Lei do SNUC, que dentre outras coisas, aponta em seu Art. 49, Parágrafo Único “A zona de amortecimento das unidades de conservação de que trata este artigo, uma vez definida formalmente, não pode ser transformada em zona urbana”. Além desse instrumento, os critérios para definição da Zona de Amortecimento da Floresta Nacional do Amana foram definidos preliminarmente no reconhecimento de campo, para que os levantamentos de campo ocorressem também nessa área. A zona de Amortecimento só será definida efetivamente após a reunião de pesquisadores (etapa posterior a aprovação do presente documento). Preliminarmente está definida a ZA da seguinte forma: - No setor norte a presença do Parque Nacional da Amazônia, contíguo à Floresta Nacional apresentando conectividade com a UC e podendo funcionar como área tampão ou corredor ecológico; - No setor leste a presença de limite físico bem delimitado traduzido na BR-230 (Transamazônica) influenciando sobremaneira na qualidade hídrica dos contribuintes do Tapajós; - No setor oeste rios e igarapés da bacia do rio Parauari no estado do Amazonas limítrofes a Unidade de Conservação, oportunizando proteção às águas da região. 5.1 – Hidrografia da Zona de Amortecimento Preliminar A rede hidrográfica da Zona de Amortecimento Preliminar apresenta como principais drenagens os rios: Parauari, Urupadi e Mamuru, além de grande número de tributários da margem esquerda do rio Tapajós. A porção da bacia do rio Parauari inserida na ZA caracteriza-se por pequenos tributários que nascem no interior da FLONA. Nesse setor da Zona de Amortecimento a principal atividade a ser controlada é a do garimpo. A exceção do Garimpo São Pedro, não foram detectados outros garimpos expressivo, o que não afasta a possibilidade de frentes de garimpagem na região. O rio Urupadi e Mamuru, inseridos no Parque Nacional da Amazônia representam importante cursos hídricos a compor essa unidade de conservação. Apesar de não estarem contidos no perímetro da FLONA, suas bacias inserem-se em um contexto similar, no qual predominam argissolos vermelho-amarelo (ZEE da BR-163) e declividades em torno de 5° (cinco grau). A localização desses rios é observada nos mapas temáticos de geologia, geomorfologia e solos. 5.1 5.2 – Geologia da Zona de Amortecimento Preliminar O mapeamento geológico disponibilizado pelo SisCom do MMA/IBAMA (2008) na escala 1:250.000 indica para a zona de amortecimento preliminar (ZA)1 da FLONA do Amana a ocorrência de litologias correspondentes às unidades: Formação Alter do Chão; Formação Maecuru; Formação Curuá; Formação Prosperança; Formação Itaituba; Formação Erere; Formação Monte Alegre; Formação Nova Olinda; Grupo Crepori, Grupo Jacareacanga, Grupo Gorotire, Suíte Intrusiva Maloquinha e Complexo Xingu, apresentadas na Tabela 5.01 segundo ordem de ocorrência. Observa-se o predomínio de 33,2% de litologias da Formação Alter do Chão, correspondentes a arenitos e argilitos, concentradas em todo o setor norte da ZA. A segunda maior ocorrência, de 15,55% da área da ZA, refere-se a litologias do Grupo Iriri, correspondentes a riolitos, riodacitos, andesitos, basaltos e rochas piroclásticas, concentradas em uma faixa no sentido SW-NE localizada ao norte da ZA, assim como no setor sudoeste. A terceira maior ocorrência, de 10,2%, diz respeito a litologias da Suíte Intrusiva Maloquinha, correspondentes a alaskitos, biotita granitos, granodioritos, monzonitos e dioritos, entre outros, concentradas principalmente no setor centro-leste da ZA. Litologias correspondentes às demais unidades geológicas ocorrem em proporções menores, entre 7 e aproximadamente 1% da área total da ZA. Tabela 5.01 – Unidades Geológicas e Litologias da Zona de Amortecimento da FLONA do Amana segundo o IBAMA SIMBOLOGIA NOME ORIGEM IDADE IDADE MIN. MAX. M.A. M.A. LITOLOGIA KM2 % K ac Formação Alter do Chão Sedimentar 90 80 Arenitos e argilitos 3992,43 33,20 Pm alfa i Grupo Iriri Efusiva 1860 1600 Riolitos, riodacitos, andesitos, basaltos, rochas piroclásticas. 1869,64 15,55 1680 Alaskitos, biotita granitos, granodioritos, monzonitos, dioritos, biotita hornblenda granitos, adamelitos e tonalitos. 1227,26 10,20 753,31 6,26 742,94 6,18 Pm gama ma Suite Intrusiva maloquinha Intrusiva 1680 Ax Complexo Xingu Metamórficas de medio a alto grau 2660 1500 Granitos, granodioritos, adamelitos, gnaisses, migmatitos, anfibolitos, granulitos, dioritos, leptinitos, kinzigitos, tonalitos, trondjemitos, quartzitos, xistos e anfibolitos. Dm Formação Maecuru 380 370 Arenitos, siltitos e folhelhos. Sedimentar 1 A zona de amortecimento da FLONA do Amana foi definida no reconhecimento de campo e seus limites poderão mudar a medida que ocorra a reunião de pesquisadores. 5.2 SIMBOLOGIA NOME ORIGEM IDADE IDADE MIN. MAX. M.A. M.A. LITOLOGIA KM2 % 345 Folhelhos com intercalacoes de siltitos, argilitos com seixos e blocos de quartzo, feldspato, granito e outras rochas. 693,09 5,76 290 Arenitos, dolomitos, folhelhos, siltitos, arenitos e lentes de anidrita. 535,14 4,45 1100 1100 Conglomerados, arenitos, siltitos, folhelhos e lentes de calcarios. 484,48 4,03 D cu Formação Curuá C it Formação Itaituba Ps pr Formação Prosperança De Formação Erere Sedimentar 360 350 Siltitos e arenitos, silicificados ou nao. 454,68 3,78 C ma Formação Monte Alegre Sedimentar 315 280 Arenitos,conglomerados, 398,81 folhelhos, calcarios e dolomitos. 3,32 Cp n Formação Nova Sedimentar Olinda 300 255 Halita, anidrita, gipsita, folhelhos, siltitos, calcarios e arenitos. 269,15 2,24 1800 Arenitos com lentes de conglomerados, argilitos, 213,84 siltitos, cherts, tufos, quartzitos, cataclasitos, milonitos e ultramilonitos. 1,78 Sedimentar Sedimentar Sedimentar 350 305 Pm go Grupo Gorotire Sedimentar/m etassedimenta 1900 r Ha Aluviões Sedimentar - - Areias , siltes, argilas e cascalhos 132,08 1,10 Pm beta c Grupo Crepori Intrusiva 1694 1214 Gabros, diabasios, andesitos, monzonitos, sienitos e granofiros. 117,92 0,98 Aj Grupo Jacareacanga Meta vulcano2600 sedimentar 2600 Xistos , quartzitos , anfibolitos e metaultramofitos. 116,48 0,97 25,09 0,21 Massa de água - - Fonte: Elaborado pela STCP a partir de dados da tabela de atributos do mapeamento geológico na escala 1:250.000 disponibilizado pelo IBAMA (2008). Para a caracterização da porção oeste da FLONA, foi utilizado o mapeamento do RADAMBRASIL, pois o da Embrapa abrange apenas a região de influência da BR-163 e BR-230 (Estado do Pará). Segundo tal mapeamento, ocorrem três grupos diferentes dos apresentados no mapeamento da Embrapa: - Formação Barreiras – constituído por arenitos finos a médio, siltitos e argilitos, mal consolidados, incluem litologias da Formação Alter-do-Chão. 5.3 - Grupo Parauari – formado por granitos porfiróides biotítico e muscovitico, remobilizado do Complexo Kingu. - Grupo Uatumã – formado pelos granito Maloquinha, granitos e granitóides ácidos. 5.3 – Geomorfologia da Zona de Amortecimento Preliminar Inclui todos os domínios morfoestruturais e unidades que ocorrem no interior da FLONA, assim como os domínios e unidades Bacias e Coberturas Sedimentares Fanerozóicas – Depressão do Abacaxis-Tapajós e Crátons Neoproterozóicos – Depressão do JamanximXingu. Ao longo da FLONA predominam os domínios de planaltos, sendo observadas várias serras no interior da UC. Em contrapartida, na ZA são observadas áreas com predomínio de bacias e coberturas sedimentares, como morfoestrutura de Planície e Depressão. Ao longo dos rios como o Amana, Mariaquã, Urupadi (e seus afluentes Curuauí e Monguba), são observados depósitos sedimentares Quaternários, compreeendendo amplas superfícies, geralmente planas e baixas, resultantes da acumulação de sedimentos arenosos e areno-argilosos, depositados em ambientes fluviais, eólicos e colúvio-aluvionares. A porção oeste da FLONA, mapeada pelo RADAMBRASIL, apresenta predomínio de relevos dissecados e erodidos, além de depósitos aluvionares ao longo de alguns rios. 5.4 – Solos da Zona de Amortecimento Preliminar Na zona de amortecimento observa-se uma ocorrência significativa de argissolos vermelhos junto ao limite nordeste da FLONA, com grande concentração de argissolos vermelhoamarelos na parte norte e de argissolos amarelos e latossolos amarelos na parte centroleste e centro-oeste, via de regra associados a áreas com declividades inferiores a cinco graus e em topografia pouco mais movimentada. Como descrito para a FLONA do Amana, na área da ZA predominam os argissolos que são solos relativamente férteis, podendo ser utilizados desde que com manejo adequado e com a regularização das terras. Esses solos são mediamente vulneráveis segundo INPE (1999), apresentando índice 2 na escala variante entre 1 e 3. Apresentam menor intemperização e desenvolvimento que os latossolos, além de um relevo mais movimentado. 5.5 – Recomendações Preliminares de Uso para a Zona de Amortecimento Voltados para o Meio Físico - No caso do setor norte, do Parque Nacional da Amazônia, é indicada a revisão do seu Plano de Manejo, uma vez que está defasado em cerca de 25 anos, e que haja efetividade na aplicação do zoneamento e diretrizes propostas para a Unidade. - As atividades realizadas na ZA deverão contribuir para alcance dos objetivos da FLONA do Amana a medida em que haja abertura de diálogo entre a comunidade residente e o órgão gestor. - As propriedades na zona de amortecimento devem ter prioridade para regularização fundiária para que possam desenvolver atividades fora da ilegalidade e dessa forma contribuir para o desenvolvimento de atividades de conservação dos solos e água. - As atividades de agropecuária presentes ao longo da BR-230 inseridas na Zona de amortecimento, deverão cumprir o que dispõe a legislação federal e estadual presentes em relação as Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legal. 5.4 - A propriedade no município de Maués, próxima as cavidades areníticas, se com direitos reais de propriedade, deverá se enquadrar no que o Código Florestal Brasileiro preconiza. - O monitoramento do uso do solo na zona de amortecimento deverá ser sistematizado por meio da utilização de imagens de satélites atualizadas ou por meio do PRODES (INPE) o qual apresenta os índices de desmatamento por ano. - Formalizar parcerias com associações comunitárias para a manutenção e fiscalização da da ZA. - Na ZA da FLONA deve ser considerado o disposto no Código Florestal que proíbe o uso do fogo nas florestas e demais formas de vegetação, como forma de conservar os solos na região. Caso seu uso seja necessário, dever-se-á fazê-lo pautado no mesmo dispositivo o qual apresenta a possibilidade de utilização do fogo se peculiaridades locais ou regionais justificarem seu emprego em práticas agropastoris ou florestais, com a devida permissão (autorização) legal. - Os garimpos existentes ao longo da ZA devem se adequar ao proposto aos garimpos dentro da FLONA, minimizando os impactos da atividade sobre os recursos naturais ou recuperando as áreas. 5.5 6 – DOCUMENTOS CONSULTADOS 6 – DOCUMENTOS CONSULTADOS ANA – Agência Nacional de Águas. Acessado em junho de 2008. Disponível em http://www.ana.gov.br/ ANA – Agência Nacional de Águas. Acessado em junho de 2008. Disponível em http://www.ana.gov.br/mapainicial/pgMapaA.asp AYOADE, J. O. 1983. Introdução à climatologia para os trópicos. São Paulo : Bertrand Brasil. BARBOSA, G. V.; SILVA, T. C.; NATALI FILHO, T; DEL’ARCO, D. M.; COSTA, R. C. R. 1984. 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Regulamenta a Lei Nº 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação e exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. CASSETI, V. Geomorfologia. acessado dia 07/06/2008. Disponível em http://www.funape.org.br/geomorfologia, CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2001 (a). Mapa Geológico do Brasil. Escala 1:5.000.000. CD-ROM. CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2001(b). Geologia e Recursos Minerais da Província Mineral do Tapajós: Folhas: Vila Mamãe Anã (SB.21-V-D), Jacareacanga (SB.21-Y-B), Caracol (SB.21-X-C), Vila Riozinho (SB.21-Z-A) e Rio Novo (SB.21-Z-C). Estados do Pará e Amazonas. Escala 1:500.000 / Organizado por Evandro Luiz Klein, Marcelo Esteves de Almeida, Marcelo Lacerda Vasques, Ruy Benedito Calliari Bahia, Marcos Luiz do Espírito Santo e Amaro Luiz Ferreira – Brasília: CPRM/DIEDIG/DEPAT. CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2001(c). Projeto Especial Província Mineral do Tapajós. Carta Geológica Integrada. Escala 1:500.000. CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2001 (d). Projeto Especial Província Mineral do Tapajós. Carta Metalogenética. Escala 1:500.000. CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2008 (a). Mapa Geológico. Escala 1:1.000.000. Disponível em http://www.cprm.gov.br 6.1 CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. 2008 (b). Mapa de Domínios/Subdomínios Hidrogeológicos do Brasil. Escala 1:2.500.000. Disponível em http://www.cprm.gov.br CREPANI, Edison, MEDEIROS, José Simeão de, FILHO, Pedro Hernandez, FLORENZANO, Tereza Galloti, DUARTE, Valdete e BARBOSA, Cláudio Clemente Faria. Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento aplicados ao Zoneamento EcológicoEconômico e ao Ordenamento Territorial. Metodologia desenvolvida para subsidiar o ZEE e capacitar os técnicos dos Estados da Amazônia Legal (Convênio SAE/INPE). São José dos Campos, 1999. DNPM – Departamento Nacional de Produção de Mineral. 1975. Mapa Exploratório de Solos. Ministério de Minas de Energia, Projeto RADAM, Folha Tapajós (SB-21), escala 1:1.000.000. Levantamento de Recursos Naturais, vol. 7. DNPM – Departamento Nacional de Produção de Mineral. 1975. Mapa de Uso Potencial da Terra. Ministério de Minas de Energia, Projeto RADAM, Folha Tapajós (SB-21), escala 1:1.000.000. Levantamento de Recursos Naturais, vol. 7. DNPM – Departamento Nacional de Produção de Mineral. 1975. Mapa Geomorfológico. Ministério de Minas de Energia, Projeto RADAM, Folha Tapajós (SB-21), escala 1:1.000.000. Levantamento de Recursos Naturais, vol. 7. DNPM – Departamento Nacional de Produção de Mineral. 1975. Mapa Geológico. 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Pg. 26. http://geoftp.ibge.gov.br/mapas/topograficos/topo1000/vetor/shapefile/ http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br/download/index.htm 6.4 ANEXOS ANEXO 3.01 – REQUERIMENTOS MINERÁRIOS SOLICITAÇÕES ANO 1984 1984 1984 1990 1990 1990 1990 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1992 1993 1993 PROCESSO AREA FASE 851227/1984 10000 AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA 851227/1984 10000 AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA 851227/1984 10000 AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA 850647/1990 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 850677/1990 26 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 850646/1990 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 850648/1990 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852321/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA 852324/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852323/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852325/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA 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GARIMPEIRA 852322/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852322/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852330/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852333/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852330/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852332/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852330/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852331/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852333/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852334/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852336/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852325/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852326/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852326/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852329/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852332/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852322/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852333/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852322/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852336/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852330/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852333/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852333/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 852334/1992 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA 851971/1993 8750 REQUERIMENTO DE PESQUISA 852345/1993 50 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA NOME MINERAÇÃO FAVEIRO LTDA MINERAÇÃO FAVEIRO LTDA MINERAÇÃO FAVEIRO LTDA LUIZ JOSÉ MENDONCA - FIRMA INDIVIDUAL LUIZ JOSÉ MENDONCA LUIZ JOSÉ MENDONCA - FIRMA INDIVIDUAL LUIZ JOSÉ MENDONCA - FIRMA INDIVIDUAL Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça Ruy Barbosa de Mendonça EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA JOSÉ RIBAMAR LEITAO SOUZA Página 1 EVENTO 201 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA PUBLICADO EM 21/02/1986 201 - AUT PESQ/ALVAR┴ DE PESQUISA PUBLICADO EM 21/02/1986 201 - AUT PESQ/ALVAR┴ DE PESQUISA PUBLICADO EM 21/02/1986 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 24/05/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 14/07/1993 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 24/05/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 24/05/1996 361 - REQ LAV/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 361 - REQ LAV/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 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19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 19/01/1996 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 28/01/1997 SUBSTÂNCIA MONAZITA MONAZITA MONAZITA OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 855046/1993 855050/1993 855060/1993 851637/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 852345/1993 852345/1993 855049/1993 855053/1993 855057/1993 855059/1993 855070/1993 855051/1993 855052/1993 855058/1993 855071/1993 855046/1993 855050/1993 855046/1993 855047/1993 855048/1993 855050/1993 855061/1993 855063/1993 855064/1993 855065/1993 855066/1993 855067/1993 855069/1993 855062/1993 855068/1993 851637/1993 851637/1993 855058/1993 855067/1993 855067/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 851971/1993 855057/1993 855059/1993 855057/1993 855059/1993 855070/1993 855071/1993 855070/1993 50 50 35,6 4758,47 8750 8750 8750 8750 8750 8750 8750 8750 8750 50 50 50 50 50 24 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 4758,47 4758,47 50 50 50 8750 8750 8750 8750 8750 8750 8750 8750 50 24 50 24 50 50 50 LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA DISPONIBILIDADE REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida COLUMBITA MINERAÇÃO E AGROPECUARIA LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA JOSÉ RIBAMAR LEITAO SOUZA JOSÉ RIBAMAR LEITAO SOUZA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ CARLOS PERALTA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida COLUMBITA MINERAÇÃO E AGROPECUARIA LTDA COLUMBITA MINERAÇÃO E AGROPECUARIA LTDA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA EMPRESA DE MINERAÇÃO CHICO TORRES LTDA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Página 2 577 - PLG/MULTA APLICADA PUBLICADA EM 09/05/2006 579 - PLG/SOLICITA ANULAÃ├O AUTO INFRAÃ├O EM 26/11/2002 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/02/2006 328 - DISPONIB/ÁREA DISPONIVEL ART 26 CM PUBLI EM 03/07/2000 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 181 - REQ PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÃ├O NEGADA EM 10/06/1998 181 - REQ 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OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1993 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 855064/1993 855051/1993 855046/1993 855051/1993 855047/1993 855058/1993 855046/1993 855050/1993 855061/1993 855064/1993 855069/1993 855065/1993 855069/1993 855062/1993 855069/1993 855068/1993 855062/1993 855068/1993 855062/1993 851637/1993 851637/1993 851971/1993 851971/1993 855057/1993 855059/1993 855069/1993 855062/1993 855068/1993 855629/1994 855630/1994 855638/1994 855639/1994 855645/1994 855619/1994 855625/1994 855626/1994 855633/1994 855635/1994 855636/1994 855637/1994 855642/1994 855621/1994 855622/1994 855624/1994 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DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO Página 3 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/02/2006 579 - PLG/SOLICITA ANULAÃ├O AUTO INFRAÃ├O EM 26/11/2002 577 - PLG/MULTA 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OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 850685/1994 850691/1994 850694/1994 850698/1994 850702/1994 850704/1994 850689/1994 855629/1994 855619/1994 855629/1994 855626/1994 855630/1994 855633/1994 855630/1994 855622/1994 855638/1994 855639/1994 855638/1994 855636/1994 855639/1994 855641/1994 855639/1994 855640/1994 855645/1994 855644/1994 855619/1994 855620/1994 855633/1994 855632/1994 855636/1994 855637/1994 855642/1994 855643/1994 855642/1994 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VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECI DE ALMEIDA SERRA JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO JOSÉ VALDECY BRANDAO 344 - REQ 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OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1994 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 850704/1994 850705/1994 855639/1994 855641/1994 855640/1994 855642/1994 855643/1994 855644/1994 850384/1994 850700/1994 850701/1994 850384/1994 850416/1995 850424/1995 856797/1995 856807/1995 856809/1995 857369/1995 857374/1995 857375/1995 857370/1995 857371/1995 857376/1995 850425/1995 857367/1995 857368/1995 857373/1995 857378/1995 857380/1995 857376/1995 850421/1995 850427/1995 850416/1995 850416/1995 850417/1995 850420/1995 850422/1995 850429/1995 850430/1995 850433/1995 850424/1995 850426/1995 850431/1995 856797/1995 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OURO OURO SOLICITAÇÕES 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 857355/1995 857356/1995 857340/1995 857342/1995 857343/1995 857352/1995 857354/1995 857369/1995 857370/1995 857369/1995 857374/1995 857358/1995 857359/1995 857361/1995 857363/1995 857365/1995 857371/1995 857365/1995 857367/1995 857365/1995 857370/1995 857370/1995 857371/1995 857367/1995 857371/1995 857371/1995 856811/1995 856813/1995 856814/1995 856816/1995 857341/1995 857344/1995 857357/1995 857360/1995 857362/1995 857364/1995 850419/1995 850423/1995 850425/1995 850425/1995 850428/1995 850432/1995 856815/1995 857339/1995 857345/1995 857353/1995 857366/1995 857367/1995 857368/1995 857367/1995 857367/1995 857368/1995 857368/1995 850427/1995 850431/1995 850429/1995 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ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA RAIMUNDA BORGES LOIOLA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA 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OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 1995 856810/1995 856812/1995 856815/1995 856817/1995 856814/1995 856817/1995 856818/1995 856798/1995 857338/1995 857372/1995 857338/1995 857346/1995 857347/1995 857355/1995 857356/1995 857340/1995 857372/1995 857340/1995 857342/1995 857341/1995 857342/1995 857339/1995 857352/1995 857354/1995 857354/1995 857369/1995 857370/1995 857358/1995 857359/1995 857362/1995 857359/1995 857363/1995 857365/1995 857371/1995 857367/1995 857365/1995 857371/1995 857365/1995 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ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE 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3702,17 7374,91 6717,5 REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE DISPONIBILIDADE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA FRANCELI MARIA LOBATO DE ALMEIDA ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO ALEXANDRE FONSECA AZEVEDO FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES MANOEL CIRILO DA SILVA MANOEL CIRILO DA SILVA MANOEL CIRILO DA SILVA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. TICIELLE PRADO DA CUNHA Página 8 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 348 - REQ PLG/CUMPRIMENTO EXIGÊNCIA PROTOCOL EM 08/07/2005 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 12/12/2005 344 - REQ PLG/EXIGÊNCIA PUBLICADA EM 12/12/2005 348 - 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VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. TICIELLE PRADO DA CUNHA TICIELLE PRADO DA CUNHA TICIELLE PRADO DA CUNHA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA VRF-MINERAÇÃO VALE DO RIO FORMOSO LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. 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JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida SERABI MINERAÇÃO LTDA. VALDERI BRAND├O DE ASSIS MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Cidines da Silva Batista JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. Página 10 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 24/04/2003 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 24/04/2003 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 24/04/2003 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 24/04/2003 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 16/06/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 28/11/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 16/12/2004 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/01/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 618 - 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SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. VALDERI BRAND├O DE ASSIS VALDERI BRAND├O DE ASSIS Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Página 11 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/01/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 100 - 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SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Página 12 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - 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MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. VALDERI BRAND├O DE ASSIS VALDERI BRAND├O DE ASSIS Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JoÃo Ivan Bezerra D'almeida SERABI MINERAÇÃO LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Brascon Consultoria ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JOSÉ SECOL FILHO SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. FRANCISCO PEREIRA NUNES Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JOSÉ CARLOS PERALTA Nivaldo Gomes de Oliveira Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ CARLOS PERALTA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES FRANCISCO PEREIRA NUNES JOSÉ CARLOS PERALTA Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Página 13 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 28/11/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 28/11/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/01/2008 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/01/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/01/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/10/2004 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 265 - AUT PESQ/PRORROGAÃ├O PRAZO ALVAR┴ SOLICITADO EM 25/02/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 265 - AUT PESQ/PRORROGAÃ├O PRAZO ALVAR┴ SOLICITADO EM 25/02/2009 MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2005 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 850292/2005 851062/2005 850792/2005 850292/2005 850253/2005 850402/2005 850253/2005 850292/2005 850253/2005 851085/2005 850292/2005 850253/2005 850292/2005 850253/2005 850253/2005 850292/2005 850253/2005 850292/2005 850178/2006 850356/2006 850422/2006 850550/2006 850114/2006 850117/2006 850283/2006 850551/2006 850586/2006 850788/2006 850966/2006 880017/2006 880056/2006 850217/2006 850365/2006 850585/2006 850964/2006 880057/2006 850042/2006 850115/2006 850116/2006 850299/2006 850963/2006 850203/2006 850925/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850114/2006 850114/2006 850114/2006 850117/2006 850115/2006 1600 2000 279,74 1600 5000 853 5000 1600 5000 10000 1600 5000 1600 5000 5000 1600 5000 1600 2400 1995,29 7500 8600 9977,85 9944 9200 9100 3797 373,89 1068,72 9737,41 8750 9923,94 10000 3803 88,52 9650 20,04 8991,1 10000 9856,53 942,1 9038,62 9871,47 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9944 9977,85 9977,85 9977,85 9944 8991,1 REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA DISPONIBILIDADE REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA JOSÉ CARLOS PERALTA Nivaldo Gomes de Oliveira Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ SECOL FILHO MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ SECOL FILHO FRANCISCO PEREIRA NUNES JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ SECOL FILHO JOSÉ CARLOS PERALTA JOSÉ INACIO STOLL NARDI VALDERSON POQUIVIQUE DE OLIVEIRA JO├O RAIMUNDO DE BARROS MARIO IVAN DE LIMA SANTOS SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. DIRCEU SANTOS FREDERICO SOBRINHO ILDEMARIO BEZERRA DE ALMEIDA FIRMINO NETO CASTRO LIRA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. COOPERATIVA AGROPECUARIA MISTA NOVOS HORIZONTES JOSÉ DANTAS DE LIRA GILVAN RIBEIRO DE SOUZA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. BRAZAURO RECURSOS MINERAIS LTDA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MANOEL VERAS CARVALHO IVAM ROVER SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. Página 14 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/04/2005 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/04/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/07/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/07/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 05/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 19/07/2006 150 - REQ PESQ/DESISTENCIA PROTOCOLIZADA EM 10/03/2009 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 07/03/2006 278 - AUT PESQ/RENUNCIA ALVAR┴ PESQ PROTOCOLIZ EM 02/05/2008 227 - AUT PESQ/PAGAMENTO MULTA EFETUADO EM 06/10/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 12/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 10/08/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 278 - AUT PESQ/RENUNCIA ALVAR┴ PESQ PROTOCOLIZ EM 02/05/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 157 - REQ PESQ/HOMOLOGA DESIST╩NCIA PUB EM 16/02/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 323 - AUT PESQ/ALVAR┴ DE PESQUISA 03 ANOS PUBL EM 11/03/2009 225 - AUT PESQ/MULTA APLICADA PUBLICADA EM 27/11/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO BAUXITA OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO BAUXITA OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO SOLICITAÇÕES 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 2006 850966/2006 850422/2006 850422/2006 850966/2006 850114/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850117/2006 850964/2006 850178/2006 850114/2006 850963/2006 850422/2006 850966/2006 850178/2006 850178/2006 850962/2006 850356/2006 850283/2006 850422/2006 880017/2006 850114/2006 850963/2006 850114/2006 850117/2006 850115/2006 850117/2006 850116/2006 850283/2006 850966/2006 850973/2006 850961/2006 850217/2006 850925/2006 850964/2006 850964/2006 850962/2006 850042/2006 850117/2006 850117/2006 850422/2006 850966/2006 850973/2006 850961/2006 850114/2006 850963/2006 850178/2006 850962/2006 850973/2006 850961/2006 850114/2006 850964/2006 850973/2006 850961/2006 850973/2006 850961/2006 850973/2006 1068,72 7500 7500 1068,72 9977,85 9944 9944 9944 9944 9944 88,52 2400 9977,85 942,1 7500 1068,72 2400 2400 588,52 1995,29 9200 7500 9737,41 9977,85 942,1 9977,85 9944 8991,1 9944 10000 9200 1068,72 721,67 721,67 9923,94 9871,47 88,52 88,52 588,52 20,04 9944 9944 7500 1068,72 721,67 721,67 9977,85 942,1 2400 588,52 721,67 721,67 9977,85 88,52 721,67 721,67 721,67 721,67 721,67 REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA DISPONIBILIDADE REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JO├O RAIMUNDO DE BARROS JO├O RAIMUNDO DE BARROS MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JOSÉ INACIO STOLL NARDI SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JO├O RAIMUNDO DE BARROS MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JOSÉ INACIO STOLL NARDI JOSÉ INACIO STOLL NARDI MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. VALDERSON POQUIVIQUE DE OLIVEIRA DIRCEU SANTOS FREDERICO SOBRINHO JO├O RAIMUNDO DE BARROS Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. DIRCEU SANTOS FREDERICO SOBRINHO MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. COOPERATIVA AGROPECUARIA MISTA NOVOS HORIZONTES IVAM ROVER MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. JO├O RAIMUNDO DE BARROS MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. JOSÉ INACIO STOLL NARDI MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. SERABI MINERAÇÃO LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Página 15 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/04/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/04/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/04/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 31/07/2008 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 05/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 07/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 28/03/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 05/06/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 227 - AUT PESQ/PAGAMENTO MULTA EFETUADO EM 06/10/2008 225 - AUT PESQ/MULTA APLICADA PUBLICADA EM 27/11/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 23/06/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 618 - REQ PESQ/PROCESSO SITUADO EM ÁREA BLOQUEADA EM 27/04/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 06/03/2006 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 2 - DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 28/03/2007 MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO SOLICITAÇÕES 2006 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 850961/2006 850207/2007 850442/2007 850444/2007 850208/2007 850252/2007 850312/2007 850832/2007 850872/2007 850443/2007 850448/2007 880067/2007 880094/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850443/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850312/2007 850444/2007 850444/2007 850448/2007 721,67 10000 2342,27 9600 9988,9 4840,97 2034,41 10000 9999,6 2493,72 3752,79 9626,46 9833,36 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 2493,72 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 2034,41 9600 9600 3752,79 REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA MAGELLAN MINERAIS PROSPECÇÃO GEËLOGICA LTDA. Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MANOEL CIRILO DA SILVA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda ALAIN DANIEL LESTRA JosÚ Martins Leal ALAIN DANIEL LESTRA SCHEILLA CARVALHO MENDONÃA DOS SANTOS MONTES JoÃo Ivan Bezerra D'almeida RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JosÚ Martins Leal JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES Página 16 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 13/12/2006 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 30/07/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 150 - REQ PESQ/DESISTENCIA PROTOCOLIZADA EM 14/10/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 26/09/2007 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 09/10/2007 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 12/12/2008 136 - REQ PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 14/03/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 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EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO SOLICITAÇÕES 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2007 2008 2008 2008 2008 850312/2007 850252/2007 850444/2007 850442/2007 850312/2007 850448/2007 850442/2007 850207/2007 850208/2007 850207/2007 880094/2007 850442/2007 850448/2007 850444/2007 850208/2007 880094/2007 850252/2007 850312/2007 850872/2007 850014/2007 850448/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850443/2007 850443/2007 850444/2007 850448/2007 850304/2007 850252/2007 850444/2007 850442/2007 850448/2007 850448/2007 850448/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850444/2007 850443/2007 850444/2007 850444/2007 850698/2008 850695/2008 850021/2008 850454/2008 2034,41 4840,97 9600 2342,27 2034,41 3752,79 2342,27 10000 9988,9 10000 9833,36 2342,27 3752,79 9600 9988,9 9833,36 4840,97 2034,41 9999,6 9999,8 3752,79 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 9600 2493,72 2493,72 9600 3752,79 400 4840,97 9600 2342,27 3752,79 3752,79 3752,79 9600 9600 9600 9600 2493,72 9600 9600 9903,13 10000 9963,71 9961,79 AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA DISPONIBILIDADE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA JosÚ Martins Leal ALAIN DANIEL LESTRA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MANOEL CIRILO DA SILVA JosÚ Martins Leal RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES MANOEL CIRILO DA SILVA Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda MANOEL CIRILO DA SILVA RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES JoÃo Ivan Bezerra D'almeida Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Mapex MineraçÃo ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda ALAIN DANIEL LESTRA JosÚ Martins Leal SCHEILLA CARVALHO MENDONÃA DOS SANTOS MONTES MARIA DA GRAÃA MIRANDA DE CARVALHO RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES LUIS CARLOS DE ARAG├O ALAIN DANIEL LESTRA JoÃo Ivan Bezerra D'almeida MANOEL CIRILO DA SILVA RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES RAIMUNDA OLIVEIRA NUNES JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida RECURSOS MINERAIS DO BRASIL S.A RECURSOS MINERAIS DO BRASIL S.A Parana ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Me Parana ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Me Página 17 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 150 - REQ PESQ/DESISTENCIA PROTOCOLIZADA EM 14/10/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 30/07/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 30/07/2008 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 136 - REQ PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 14/03/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 30/07/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 240 - AUT PESQ/DEFESA APRESENTADA EM 18/03/2009 136 - REQ PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 14/03/2008 150 - REQ PESQ/DESISTENCIA PROTOCOLIZADA EM 14/10/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 09/10/2007 224 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA PUBLICADA EM 11/12/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 21/01/2009 150 - REQ PESQ/DESISTENCIA PROTOCOLIZADA EM 14/10/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO EM 30/07/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÃ├O MULTA-TAH EM 19/02/2009 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 135 - REQ PESQ/CUMPRIMENTOEXIGÊNCIAPROTOCOLI EM 04/04/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 30/06/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 30/06/2008 236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 13/02/2009 236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 13/02/2009 MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE N═QUEL MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO SOLICITAÇÕES 2008 2008 2008 2008 2008 2008 850173/2008 850454/2008 850240/2008 850701/2008 850240/2008 850240/2008 3102,5 9961,79 802,3 9999,8 802,3 802,3 REQUERIMENTO DE PESQUISA AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE PESQUISA LUIS CARLOS DE ARAG├O Parana ImportaçÃo e ExportaçÃo Ltda Me JoÃo Ivan Bezerra D'almeida RECURSOS MINERAIS DO BRASIL S.A JoÃo Ivan Bezerra D'almeida JoÃo Ivan Bezerra D'almeida 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 20/03/2008 236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO EM 13/02/2009 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 04/04/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 30/06/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 04/04/2008 100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO EM 04/04/2008 Página 18 MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO MINÉRIO DE OURO ANEXO 3.02 – SOLICITAÇÕES JUNTO AO DNPM PARA ÁREAS NA FLONA DO AMANA Anexo 3.02 – Fases das Solicitações do DNPM dos Garimpos Mapeados na FLONA do Amana GARIMPO HIDROGRAFIA DIRETAMENTE AFETADA FASE DE REQUERIMENTO REQUERENTE MINÉRIO ÁREA REQUERI DA (HA) NÚMERO DO REQUERIMENTO 4840,97 850252/2007 - - São Francisco Canindé Afluente margem direita do Amana Requerimento de Pesquisa Alain Daniel Lestra Minério de Ouro Arroz Branco Afluente margem direita do Amana - - - Tracajá Afluente margem direita do Amana Autorização de Pesquisa MAGELLAN Minério de Ouro 2400 850646/2003 Garimpinho Afluente margem direita do Amana Autorização de Pesquisa MAGELLAN Minério de Ouro 5965,64 850613/2004 Papagaio - Requerimento de Pesquisa João Ivan Bezerra Minério de de Almeida Ouro 9600 850613/2004 Novo Chico Torres - Requerimento de Pesquisa João Ivan Bezerra Ouro de Almeida 5975 851971/1993 Cara-preta Afluente margem esquerda do Amana Requerimento de Pesquisa João Ivan Bezerra Ouro de Almeida 5975 8502259/2004 Porquinho Igarapé Porquinho Requerimento de Pesquisa Ticielli Prado da Cunha Ouro 6893,5 850277/2003 Chico Torres Afluente da Margem esquerda do rio Amana Autorização de Pesquisa MAGELLAN Minério de Ouro 7374,9 850623/2003 Lontra Afluente da Margem esquerda do rio Amana Requerimento de Pesquisa João Ivan Bezerra Ouro de Almeida 9387,5 850257/2004 São Bento Afluente margem direita do Amana Requerimento de Pesquisa João Raimundo de Barros Minério de Ouro 7500 850422/2006 Teodorico Rio Amana Requerimento de Pesquisa Empresa de Mineração Chico Torres Ouro 8750 851971/1993 Teodorico Rio Amana Autorização de Pesquisa Manoel Cirilo da Silva Minério de Ouro 2000 851971/1993 Autorização de Pesquisa MAGELLAN Minério de Ouro 3837,05 850286/2004 Novo Horizonte Maranhão Afluente margem direita do Amana Autorização de Pesquisa MAPEX Ouro 279,74 850792 /2005 Bom Jesus Afluente margem direita do Amana Autorização de Pesquisa Paraná Importação e Exportação Minério de Ouro 9963,71 850021/2008 Santa Rosa Afluente da Margem esquerda do rio Amana Requerimento de Pesquisa BRASCON Minério de Ouro 8687 850627/2004 Santa Rosa Afluente da Requerimento de José Secol Filho Minério de 5000 850253/2005 GARIMPO HIDROGRAFIA DIRETAMENTE AFETADA FASE DE REQUERIMENTO REQUERENTE MINÉRIO ÁREA REQUERI DA (HA) NÚMERO DO REQUERIMENTO Margem esquerda do rio Amana Pesquisa São Félix Afluente do rio Parauari Requerimento de Pesquisa José Secol Filho Minério de Ouro 5000 850253/2005 Seta de Ouro Afluente do rio Parauari Requerimento de Pesquisa MAGELLAN Minério de Ouro 942,1 850963/2006 21 de Julho Afluente da Requerimento de margem direita do Pesquisa rio Amana MAGELLAN Minério de Ouro 1273,53 850645/2003 Quatá Igarapé do Coata Requerimento de Grande Pesquisa Raimiunda Oliveira Nunes Minério de Ouro 3752 850448/2007 Abacate Igarapé do Coata Requerimento de Grande Pesquisa VRF – Mineração Rio Formoso Ouro 3702,17 850198/2003 Modelo Igarapé do Coata Requerimento de Grande Pesquisa SERABI Minério de Ouro 10000 850461/2004 Tangará Contribuinte do Tapajós Requerimento de Pesquisa José Dantas de Lima Minério de Ouro 10000 850365/2006 Autorização de Pesquisa MAGELLAN Minério de ouro 8473,03 850297/2004 Fogoio Ouro OBS: Esses dados consideraram as pistas de pouso mapeadas e sobrepostas aos dados do DNPM (2008).