Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 01 Da equação ∆ℓ = ℓ0 ⋅ α ⋅ ∆Q, temos: (20,09 – 20,00) = 20,00 ⋅ α ⋅ 100 α = 2 ⋅ 10–5 ºC–1 Resposta: C 1 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 02 Para que não ocorra o desnível, devemos impor que: ∆L menor = ∆L maior L ⋅ α ⋅ ∆θ = α’ = 3L ⋅ α' ⋅ ∆θ 2 2 α 3 Resposta: A 2 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 03 A partir do gráfico, observa-se que, para uma mesma variação de temperatura (∆θ), as dilatações lineares são iguais, assim: ∆L A = ∆LB ⇒ ℓ ⋅ α A ⋅ ∆θ = 2ℓ ⋅ αB ⋅ ∆θ ⇒ αA =2 αB Resposta: D 3 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 04 O deslocamento da extremidade inferior do ponteiro (∆ℓinf) é igual à dilatação térmica da barra: Substituindo os valores numéricos: ∆ℓinf = 30 ⋅ 2 ⋅ 10–5 ⋅ 200 ∆ℓinf = 0,12 cm = 1,2 mm Como o deslocamento (α) do ponteiro é pequeno, pode-se considerar que os deslocamentos de suas extremidades superior e inferior são retilíneos. A figura a seguir mostra a relação entre esses deslocamentos: Pela semelhança dos triângulos ∆ℓ sup ∆ℓ inf = 10 2 ∆ℓsup = 5 ⋅ ∆ℓinf ∆ℓsup = 5 ⋅ 1,2 ∆ℓsup = 6 mm Resposta: C 4 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 05 Do enunciado, temos: ∆ℓ A = ∆ℓ B ⇒ ℓ 0A ⋅ α ⋅ ∆TA = 3ℓ 0A ⋅ α ⋅ ∆TB ⇒ ∆TB = ∆TA 3 Resposta: B 5 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 06 A partir dos dados, temos: ℓ 0A ⋅ ℓ 0B = 75 ℓ 0A ℓ = 3 0B ⇒ 3ℓ 0B = 75 ⇒ ℓ 0B = 5 cm e ℓ 0A = 15 cm Para que o retângulo se transforme em um quadrado, precisamos de: ℓ’A = ℓ’B Usando a expressão para dilatação linear ℓ = ℓ 0 (1 + α ⋅ ∆θ ) , temos: ℓ'A = ℓ'B 15 ⋅ 1 + α A ( 320 − 20 ) = 5 ⋅ 1 + αB ( 320 − 20 ) α 3 ⋅ 1 + B .300 = 1 + 300αB 9 3 + 100αB = 1 + 300αB αB = 1⋅10 −2 o C−1 Resposta: αB = 1⋅10 −2 o C−1 6 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 07 A lâmina apenas se curvará da maneira desejada quando M2 se dilatar mais que M1. Sendo assim, o coeficiente de dilatação linear (α) de M2 deverá ser maior que o coeficiente de M1. Como é pedida a maior dilatação para a menor variação de temperatura, concluímos que o material da lâmina M2 deverá ser o alumínio. Resposta: B 7 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 08 A dilatação de cada lado do triângulo é proporcional à medida do lado. Logo, os triângulos da figura acima são semelhantes. Ou seja, após o aquecimento, o triângulo permanece isósceles. Resposta: A 8 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 09 O esboço a seguir representa a situação descrita no enunciado: Para que o triângulo se torne equilátero deve-se ter: ℓ'hipotenusa = ℓ'cateto ( A ℓ 2 ⋅ 1 + ⋅ ∆θ = ℓ ⋅ 1 + A 2 ⋅ ∆θ 2 ) 2 + A ⋅ ∆θ = 1 + A 2 ⋅ ∆θ 2 −1 = ∆θ = 1 A ( ) 2 − 1 A ⋅ ∆θ o C Resposta: ∆θ = 1 A o C 9 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 10 A figura a seguir representa a seção transversal do cone antes e após o aquecimento. Empregando a expressão da dilatação linear, temos: ℓ = ℓ 0 ⋅ (1+ α ⋅ ∆θ ) x' = x ⋅ 1+ 5 ⋅ 10 −5 ⋅ (100 − 20 ) x' = 1,004 x Usando a semelhança de triângulos, vem: D x' = 20 x ⇒ D = 20 ⋅ 1,004x x ⇒ D = 20,08 cm Resposta: D = 20,08 cm 10 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 11 Para que a distância D não se altere, devemos ter: ∆L1 = ∆L 2 ⇒ 10 ⋅ α1 ⋅∆T = 15 ⋅ α 2 ⋅ ∆T ⇒ α1 = 1,5 α 2 ou Resposta: α1 = 1,5 α2 α1 = 1,5 α2 11 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 12 A partir do gráfico de volume versus temperatura, observamos que, para uma mesma variação de temperatura (∆T), quanto maior a inclinação da reta (tg α), maior será a variação de volume (∆V). As retas D e C são paralelas e têm maior inclinação que as retas A e B (que também são paralelas entre si), então: ∆VC = ∆VD > ∆VA = ∆VB I. Correta. Como o mercúrio tem o menor coeficiente de dilatação volumétrica, e o gráfico C tem o menor valor para o volume inicial (V0). Pelo exposto acima, o gráfico C não poderia representar a dilatação do mercúrio. II. Correta. Para uma mesma variação de temperatura, temos: ∆VC = ∆VD ⇒ V0 ⋅ γ C ⋅ ∆T = 2V0 ⋅ γD ⋅ ∆T ⇒ γ C = 2 γD Pela tabela: γ glicerina = 2 ⋅ γ mercúrio III. Correta. Para uma mesma variação de temperatura, temos: ∆VA = ∆VB ⇒ V0 ⋅ γ A ⋅ ∆T = 2V0 ⋅ γB ⋅ ∆T ⇒ γ A = 3 γB Pela tabela: γ álcool etílico = 3 ⋅ γ mercúrio IV. Correta. Para uma mesma variação de temperatura, temos: ∆VA < ∆VC ⇒ V0 ⋅ γ A ⋅ ∆T < V0 ⋅ γ C ⋅ ∆T ⇒ γ A < γ C Pela tabela: γ álcool etílico < γ petróleo Resposta: A 12 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 13 Como αlatão > αaço, o latão sofre dilatações ou contrações mais acentuadas. Logo, se resfriássemos os dois, o orifício na peça de latão sofreria uma contração maior que a contração do aço, impossibilitando o encaixe. Resposta: C 13 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 14 Usando a expressão da dilatação linear, temos: ℓ = ℓ 0 (1 + α ⋅ ∆θ ) ⇒ R = R0 ⋅ 1 + α ( T − T0 ) ⇒ R = 1 + α ⋅ ( T − T0 ) R0 Resposta: B 14 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 15 Empregando a expressão da dilatação linear, temos: ∆ℓ = ℓ 0 ⋅ α ⋅ ∆θ ⇒ ( 2 − 1,198 ) = 1,198 ⋅ 1,1⋅ 10−5 ⋅ ( θ − 28 ) ⇒ ⇒ θ = 179,76 ⇒ θ ≈ 180 o C Resposta: A 15 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 16 O transbordamento do líquido ocorre porque ∆Vlíquido > ∆Vrecipiente. Portanto, a quantidade de líquido transbordado é obtida pela diferença da dilatação do líquido e a dilatação do recipiente. Resposta: B 16 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 17 O volume inicial da cavidade interna é calculado por: 4 V0 = Vesfera = ⋅π ⋅ r 3 3 Lembrando que γ = 3α, a variação volumétrica é calculada por: 4 ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ⇒ ∆V = ⋅ 3 ⋅ 103 ⋅ 6,9 ⋅10−5 ⋅ ( 40 − 15 ) ⇒ 3 ⇒ ∆V = 6,9 cm³ ⇒ ∆V ≈ 7 cm³ Resposta: C 17 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 18 Observe a figura: ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ Daí: ∆V = 12 mm ⋅ 1 mm2 = 12 mm3 ∆V = 12 ⋅ (10–3 cm)3 = 12 ⋅ 10–3 cm3 V0 = 1 cm3 ∆θ = 30 oC Portanto: 12 ⋅ 10–3 = 1 ⋅ γ ⋅ 30 ⇒ γ = 4 ⋅ 10–4 oC–1 Resposta: B 18 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 19 Do enunciado, temos: • (a 0 oC) → d0 = • a 100 oC → d' = m V0 m V0 ⇒ 2,7 = ⋅ m V0 1 1 + γ ⋅ ∆θ d0 Então: d' = 2,7 ⋅ 1 1 + 3 ⋅ 2,3 ⋅ 10−5 ⋅ 100 ⇒ d' ≈ 2,68 g/cm3 Resposta: C 19 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 20 A variação volumétrica é calculada por: ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ( 200,3 − 200 ) = 200 ⋅ 3α ⋅ (100 − 0 ) α = 5 ⋅ 10−6 o C−1 Resposta: E 20 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 21 a) A variação de comprimento é dada por: ∆ℓ = ℓ 0 ⋅ α ⋅ ∆θ ⇒ ∆ℓ = 50 ⋅ 11⋅ 10−6 ⋅ ( 45 − 15 ) ⇒ ⇒ ∆ℓ = 0,0165 m ⇒ ∆ℓ = 1,65 cm b) A variação volumétrica é dada por: ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ⇒ ∆V = 20 ⋅ 103 ⋅ 9,6 ⋅10 −4 ⋅ (10 − 35 ) ⇒ ⇒ ∆V = − 480 L c) A dimensão mínima das juntas de dilatação é igual à variação linear da placa. ∆ℓ = ℓ 0 ⋅ α ⋅ ∆θ ⇒ ∆ℓ =1⋅ 12 ⋅ 10 −6 ⋅ 50 ⇒ ∆ℓ = 0,0006 m ⇒ ⇒ ∆ℓ = 0,6 mm Respostas: a) 1,65 cm b) 480 L c) 0,6 mm 21 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 22 • Entre 0 e 4 ºC, a água tem um comportamento anômalo: em vez de dilatar, ela contrai. Como o volume dela diminui, a densidade aumenta m ↑d = . V↓ • A partir de 4 ºC, a água dilata; assim, com o aumento de volume, a m densidade diminui ↓ d = . V↑ Resposta: D 22 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 23 No gráfico, observa-se que quando a água é resfriada de 4 ºC a 0 ºC, o volume dela aumenta; portanto a densidade diminui. Resposta: A 23 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 24 Do gráfico, temos: ∆V% = V4 o C V0 o C ⋅ 100 ⇒ ∆V% = 1,00002 ⋅ 100 ⇒ ∆V% = 0,013 % 1,00015 Resposta: C 24 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 25 Para a dilatação volumétrica, temos: ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ∆h ⋅ Sbase do tanque = h0 ⋅ Sbase do tanque ⋅ γ ⋅ ∆θ ∆h = h0 ⋅ γ ⋅ ∆θ Substituindo os dados do enunciado: ∆h = 20 ⋅ 2,0 ⋅ 10–4 ⋅ 4 ∆h = 1,6 ⋅ 10–2 m ou 1,6 cm Resposta: 1,6 cm 25 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 26 I. Verdadeira. β = 2α. Substituindo os dados do enunciado, temos: β = 2 ⋅ 25 ⋅ 10–6 = 50 ⋅ 10–6 oC–1 II. Falsa. ∆ℓ = ℓ 0 ⋅ α ⋅ ∆θ ⇒ ∆ℓ = 20 ⋅ 25 ⋅ 10 −6 ⋅ (120 − 20 ) ⇒ ⇒ ∆ℓ = 5 .10−2 cm III. Falsa. ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ⇒ ∆V = 203 ⋅ 3 ⋅ 25 ⋅ 10−6 ⋅ (120 − 20 ) ⇒ ⇒ ∆V = 60 cm³ IV. Verdadeira. ∆V = V0 ⋅ γ ⋅ ∆θ ⇒ ∆V = 20³ ⋅ 180 ⋅ 10−6 ⋅ (120 − 20 ) ⇒ ⇒ ∆V = 144 cm³ V. Falsa. O volume de mercúrio que transbordará é dado pela diferença entre a dilatação volumétrica do mercúrio e a do recipiente: Vtransbordado = ∆Vmercúrio − ∆Vrecipiente ⇒ Vtransbordado = 144 − 60 = 84 cm³ Resposta: I - V; II - F; III - F; IV - V; V - F 26 Física • Unidade VI • Termofísica • Série 2 - Dilatação térmica 27 O volume final é calculado por V = V0 ⋅ (1 + γ ⋅ ∆θ ) , assim: i Vtaça = 120 ⋅ 1 + 6,9 ⋅10 −5 ⋅ ( 39 − 21) ⇒ Vtaça = 120,149 cm³ i Vglicerina = 119 ⋅ 1 + 5,1⋅10 −4 ⋅ ( 39 − 21) ⇒ Vglicerina = 120,092 cm³ A diferença entre o volume final da taça e o volume final da glicerina é de: Vtaça – Vglicerina = 120,149 – 120,092 = 0,057 cm³ Resposta: A glicerina não transbordaria e ainda caberia 0,057 cm³ de glicerina na taça. 27