TD 01 – Física – AFA/EFOMM – 2011
01. Desde que a cronometragem eletrônica começou a ser
utilizada, os tempos dos recordes na prova de 100 metros rasos
baixaram de 9,95 segundos (1968) para 9,79 segundos (obtido
por Maurice Greene em 1999), ou seja, apenas 16 centésimos de
segundo em 31 anos. As velocidades médias, em km/h, dos
recordes citados foram, aproximadamente,
a) 2,8 e 2,9
b) 10,0 e 10,2
c) 36,2 e 36,8
d) 41,2 e 41,6
02. Um corpo é abandonado do topo de um precipício. O ruído
produzido pela queda do corpo ao atingir o chão é ouvido 10 s
após o seu abandono. Considerando a velocidade do som no ar
igual a 340 m/s, pode-se afirmar que a altura do precipício, em
metros, é aproximadamente
a) 200 b) 288 c) 391 d) 423
03. Um atirador de elite, usando um rifle com mira laser, mira
exatamente no centro do coração de um seqüestrador, situado a
60 m de distância. Sabendo que a bala é disparada 1440 km/h,
que o eixo horizontal maior do coração vale 10cm (largura maior)
e que, 0,15 segundos antes do disparo o seqüestrador se move
para a sua direita, horizontalmente, a 25 cm/s, pede-se marcar a
opção correta:
a) O seqüestrador escapa do tiro, passando o mesmo a 1,35 cm
da sua axila esquerda.
b) O seqüestrador morrerá, pegando o tiro 3,75 cm á direita do
ponto mirado inicialmente, observado pelo atirador
c) O seqüestrador morrerá com seu coração trespassado 2,325
cm à esquerda do ponto inicial, observado pelo atirador.
d) O seqüestrador morrerá com seu coração trespassado no
ponto inicial, pois não há tempo hábil para o deslocamento.
e) O seqüestrador levará o tiro a 2,125 cm à esquerda do ponto
inicial.
04. Um navio se desloca para frente com velocidade vetorial
constante. Do alto do seu mastro deixa-se cair uma pedra sobre o
seu convés (piso onde está fixada a base do mastro). Pode-se
afirmar, com relação a um ponto fixo na beira do cais, que
(a) a trajetória de queda da pedra é retilínea e vertical.
(b) a pedra cairá sobre o convés, em um ponto situado atrás da
base do mastro.
(c) a pedra cairá, segundo trajetória retilínea, em um ponto do
convés situado à frente da base do mastro.
(d) a trajetória da pedra é parabólica e ela cairá em um ponto
do convés à frente da base do mastro.
(e) a trajetória da pedra é parabólica e ela cairá na base do
mastro.
05. Um termômetro mal graduado assinala, nos pontos fixos
O
O
usuais, respectivamente – 1 C e 101 C. A temperatura na qual
o termômetro não precisa de correção é
a) 49 b) 50 c)51 d)52
06. Mergulham-se dois termômetros na água: um graduado na
escala Celsius e outro na Fahrenheit. Depois do equilíbrio
térmico, nota--se que a diferença entre as leituras nos dois
termômetros é 172. Então, a temperatura da água em graus
Celsius e Fahrenheit, respectivamente, é
a) 32 e 204. b) 32 e 236. c) 175 e 347. d) 175 e 257.
07. A diferença entre os comprimentos de duas barras metálicas
retilíneas a 0 ºC é de 60cm. o comprimento de cada uma delas,
nessa mesma temperatura, a fim de que a diferença permaneça
constante e independente da temperatura, será em cm:
OBS: Os coeficientes de dilatação linear dos metais constituintes
das barras são:
–5
–1
1 =1,6x10 °C
–5
–1
2 = 2,4x10 °C
a) 60 e 120 b) 80 e 140 c) 120 e 180 d) 180 e 240
08. Existem duas barras de metal A e B. O comprimento da barra
A é 0,8 do comprimento da barra B para uma mesma
temperatura inicial. O coeficiente de dilatação volumétrica do
material da barra B é
1
do coeficiente de dilatação volumétrica
5
da barra A. O coeficiente de dilatação linear da barra B é
1
-4
-1
x 10 °C . Para que as duas barras atinjam o mesmo
3
comprimento, o aumento de temperatura t de ambas as barras
deverá ser:
a) 500 °C
d) 1500 °C
b) 2500 °C
e) 1000 °C
c) 2000 °C
09. Um termômetro graduado numa escala X indica 10ºX para o
ponto de gelo e 90ºX para o ponto de vapor. Quando o
termômetro construído com a tal escala X indica 25º, a
temperatura em ºC será igual a:
a) 9,51
b) 18,75
c) 25,51 d) 32,75
10. Num corpo estão aplicadas apenas duas forças de
intensidades 12N e 8,0N. Uma possível intensidade da resultante
será:
a) 22N
b) 3,0N
c) 10N
d) zero
e) 21N
11. Uma partícula está sob ação das forças coplanares conforme
o esquema abaixo. A resultante delas é uma força, de
intensidade, em N, igual a:
a) 110
b) 70
c) 60
d) 50
e) 30
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12. Os módulos das forças representadas na figura são F1 = 30N,
F2 = 20 N e F3 = 10N. Determine o módulo da força resultante:
a) 14,2 N
b) 18,6 N
c) 25,0 N
d) 21,3 N
e) 28,1 N
Gabarito
1. C
2. C
3. B
4. E
5. B
6. C
7. C
8. C
9. B
10. C
11. D
12. D
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