e
APRESENTAM
Marcelo Serrado, Mariana Rios e Leonardo Miggiorin em
“Memórias de um Gigolô”
Uma superprodução brasileira baseada na obra de Marcos Rey, com adaptação e
direção de Miguel Falabella, músicas e letras de Josimar Carneiro e Miguel Falabella.
Estreia curta temporada no Rio de Janeiro dia 2 de outubro.
As lembranças de Mariano (Leonardo Miggiorin) conduzem a narrativa de um
romance cheio de reviravoltas, boemia e humor, ambientado nas décadas de 30,
40 e 50. No Teatro Oi Casa Grande, a história desse triângulo amoroso
irreverente, formado ainda por Lu (Mariana Rios) e Esmeraldo (Marcelo
Serrado), dá vida a “Memórias de um Gigolô”, um musical totalmente brasileiro.
Originalmente um romance do autor Marcos Rey, o livro também já foi adaptado
para a televisão em uma minissérie exibida pela Globo em 1986, com roteiro de
Walter Avancini, Walter George Durst e Marcos Rey.
Durante o espetáculo, o público acompanha os principais acontecimentos da
trajetória do órfão Mariano. Criado no meio dos trambiques de Madame
Antonieta (Mariana Baltar) – a famosa “La Buena Dicha” – ele aprende, ainda na
infância, a se livrar de enrascadas. Com o falecimento da cartomante, é adotado
por Madame Iara (Germana Guilhermme), a dona de bordel a quem passa a
tratar como madrinha, e que o insere em um mundo cercado de volúpia, jogo de
interesses e também muita diversão.
Lu, Valete e Tumache
É por lá que Mariano conhece as duas pessoas que mudam completamente sua
vida: a charmosa e encantadora Guadalupe, que pouco a pouco o transforma
num gigolô de uma mulher só, e Esmeraldo, mais um gigolô e amante da boa
vida – o valete de espadas que “La Buena Dicha” previu que apareceria em seu
caminho. Lu passa a chamar Mariano carinhosamente de Tumache depois que
ele se declara em inglês para a moça: “I love you too much”.
Entre os três surge um jogo de sedução vivido sem pudores ou repressão, em
meio ao luxo, ao brilho e ao requinte que envolvem os magnatas da indústria
cafeeira. Para levar esse universo para o palco do Teatro Oi Casa Grande, um
cenário deslumbrante conta com os principais itens do bom gosto da época e
remonta quadro a quadro o período retratado.
A Esmeraldo cabe a missão de convidar o público a se transportar para essa
atmosfera: “Ah! Os anos trinta! Se a revolução constitucionalista deixara um travo
amargo na boca, o progresso da cidade nos apontava irremediavelmente para o
futuro”, anuncia no início desta viagem no tempo.
Preparação e bastidores
Para atuar em “Memórias de um Gigolô”, os atores se dedicaram durante dois
meses a ensaios de voz e texto com duração de oito horas por dia, seis vezes
por semana. Sob a direção de Miguel Falabella, eles buscaram as principais
características de seus personagens e trabalharam em cima dos “tipões” da
década de 30.
No papel do protagonista que conduz a narrativa do espetáculo, Leonardo
Miggiorin conta que o trabalho é uma realização pessoal e profissional. Para
viver Mariano, o ator fez aulas de canto e também musculação – para ganhar
resistência física –, além de pilates e quiropraxia para aliviar a tensão do ritmo
acelerado dos ensaios. “Tenho facilidade com a construção do personagem, é
um processo que flui naturalmente para mim. Já em relação à música precisei
me fortalecer psicologicamente porque muitas vezes o nervosismo me atrapalha.
Mas com os ensaios e as aulas estou muito mais seguro para cantar em cena”,
comemora. Miggiorin realizou também um trabalho de pesquisa e imersão em
que leu o livro de Marcos Rey que deu origem ao espetáculo, assistiu a filmes
das décadas de 30, 40 e 50 e ouviu artistas da Era do Rádio, como Orlando
Silva, Lupicínio Rodrigues, Dolores Duran e Nelson Gonçalves.
Para o ator, Mariano é um homem doce, apaixonado, vívido e destemido. “Ele é
órfão desde pequeno e foi criado num ambiente festivo, noturno, onde precisou
lidar com todo tipo de gente. Com isso, adquiriu habilidade e tornou-se um gigolô
das palavras. O que ele mais sabia fazer era usar sua lábia para conseguir o que
queria. Mas no meio do caminho ele acaba se apaixonando pela única mulher
que não poderia: Guadalupe (Mariana Rios), a amada de Esmeraldo (Serrado),
que se torna seu rival para a vida toda. É uma responsabilidade grande, pois
meu personagem é o fio condutor da trama”, declara.
Mariana Rios, que vive a prostituta Guadalupe, exercita o lado musical
profissionalmente e conta que a maior dificuldade com sua personagem foi a
adaptação dos primeiros dias de ensaio: “As dificuldades são as de qualquer
trabalho em que você se entrega: quer que seja perfeito, incrível. No começo,
enquanto estamos aprendendo as músicas, ajustando os tons e outros detalhes,
dá um pouco de medo. Mas depois da segunda semana você se apropria das
músicas e do texto e fica tudo tão incrível que é gostoso, não tem mais
dificuldade. O resto é só alegria”, conta a atriz, que fez aulas de dança, canto e
preparação com uma fonoaudióloga para o musical.
Como resultado do trabalho de composição de personagem, uma Guadalupe
encantadora é apresentada por Mariana ao público: “Ela não sabe quem
escolher, para onde ela vai, e ao mesmo tempo tem um olhar perdido de uma
pessoa sofrida, que passou por muita coisa. A história de Guadalupe é linda e a
história do musical todo é muito bonita, contada de uma forma lúdica e com
músicas maravilhosas”, elogia a atriz.
Já Marcelo Serrado precisou de mais dedicação à voz para aprimorar a parte
musical. Para atuar em “Memórias de um Gigolô”, ele fez aulas de canto durante
mais de seis meses com professores no Rio de Janeiro e em São Paulo. Dando
vida a um personagem ao mesmo tempo muito chique e bastante violento,
Marcelo revela os pontos fortes de Esmeraldo: “É um personagem muito rico,
cheio de nuances, e ao mesmo tempo bem divertido”.
O diretor, Miguel Falabella, além de acompanhar toda a parte cênica é
responsável também pelas letras das 25 canções do espetáculo. Josimar
Carneiro assina a direção musical e as músicas. Com um trabalho primoroso nas
mãos, Miguel revela que adora trabalhar com musicais: “Descanso trabalhando.
Meu emprego é uma farra! Gosto de musicais e principalmente de entregar ao
público uma coisa brasileira. Sempre fui apaixonado por esse romance”, conta,
declarando-se à obra de Marcos Rey.
O trabalho de Miguel Falabella foi muito elogiado por toda a equipe e elenco,
dentre eles Marcelo Serrado, que revela sua admiração: “Trabalhar com o Miguel
é um prazer. Ele é um grande diretor, roteirista, sempre o admirei. Para mim é
uma honra estar em um projeto com ele, o Miguel é um geniozinho”, vibra o ator.
Também sobram elogios ao diretor vindos de Leonardo Miggiorin: “Aos doze
anos de idade, no Rio de Janeiro, eu pedi um autógrafo para o Miguel Falabella.
Vinte anos depois, estou sendo dirigido por este grande homem do teatro que
tanto respeita a arte e seus artistas. Estou muito feliz em trabalhar com ele e com
toda a equipe que tanto admiro”.
Números e curiosidades de uma grande produção
“Memórias de um Gigolô” conta com 21 atores em cena e soma 130 pessoas
envolvidas em toda a equipe do espetáculo, entre produção, elenco e pessoal
técnico. Para dar vida e embalar esse grande musical, 25 canções foram
compostas por Miguel Falabella em parceria com Josimar Carneiro.
A cenografia foi construída com elementos que remetem à cidade de São Paulo,
não de forma literal ou realista, mas na sua essência. No total foram utilizados
mais de 2 mil metros de tecido e mais de 8 toneladas de ferragem e madeira no
suporte do cenário, que cria um jogo de cenas ágil e delicado para abrigar uma
história tipicamente paulistana.
O visagismo é temporal e retoma as décadas de 30, 40 e 50, tanto na maquiagem
dos personagens quanto nos elementos de postiçaria. Ao todo, o elenco usa 23
perucas e 10 bigodes, além de 125 figurinos completos.
SERVIÇO
Período: 02 a 17 de outubro de 2015
Local: Teatro Oi Casa Grande (Shopping Leblon – Rua Afrânio de Melo Franco,
290. RJ)
Horários: Quinta 21h; Sexta 21h; Sábado 18h e 21h30; Domingo 18h
Duração: 130 min
Capacidade: 926 lugares
Preços dos ingressos: de R$ 50 a R$ 140
Vendas pela bilheteria do Teatro Oi Casa Grande (aberta de terça a domingo, a
partir das 15h), sem taxa de conveniência. Pela internet, no site
www.ingresso.com, com taxa. Mais informações no telefone (21) 2511-0800.
Classificação etária: 10 anos
FICHA TÉCNICA:
Baseado na obra: Marco Rey
Texto, Adaptação e Direção Geral: Miguel Falabella
Músicas e Direção Musical: Josimar Carneiro
Coreografia: Fernanda Chamma
Produção Geral: Sandro Chaim
Gerente de Produção: Rose Dalney
Produtores associados: Miguel Falabella, Sandro Chaim e Rose Dalney
Cenografia: Renato Theobaldo e Beto Rolnik
Figurino: Ligia Rocha
Designer de Luz: Drika Matheus
Designer de Som: Gabriel D´Angelo
Elenco: Marcelo Serrado, Mariana Rios, Leonardo Miggiorin, Germana
Guilhermme, Mariana Baltar, Luiz Pacini, Ubiracy Paraná do Brasil, Osmar
Silveira, Adriano Fanti, Adriana Capparelli, Clara Camargo, Luana Bichiqui,
Laura Visconti, Renata Brás, Fernanda Belinatti, Fernando Cursino, Thati Abra e
Alexandre Lima.
Apresentado por Ministério da Cultura e Banco Volkswagem
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura
Transportadora Oficial: Avianca
Realização: Miniatura 9, Aveia Cômica, Chaim XYZ Produções, Ministério da
Cultura e Governo Federal, Pátria Educadora
Atendimento à Imprensa:
Juliana Mattoni – [email protected]
Kananda Raia – [email protected]
Paulo Pimenta – [email protected]
Laura Barbosa – [email protected]
Tels: (21) 98109-8300 | (21) 98832-0803 | (21) 98117-0002 | (21) 99798-3005
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