PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Janeiro 2010 Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Decorrente da Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção, datado de 1 de Julho de 2009 e tendo ali sido fixado um prazo de 90 dias para os Serviços elaborarem um Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas, o Instituto do Desporto de Portugal consciente de que a corrupção é um sério obstáculo ao normal funcionamento das instituições e que constitui, actualmente, uma das grandes preocupações não apenas dos diversos Estados mas também de organizações internacionais de âmbito global e regional, revelando-se como uma ameaça aos Estados de direito democrático e que prejudica gravemente a fluidez das relações entre cidadãos e a Administração; bem como, obsta ao desejável desenvolvimento das economias e ao normal funcionamento dos mercados, apresenta o seu Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas, que se estrutura como se segue: I. Identificação dos responsáveis II. Organograma III. Identificação das áreas e actividades, dos riscos de corrupção e infracções conexas, das medidas adoptadas e dos mecanismos de controlo interno IV. Glossário de situações de corrupção e infracções conexas V. Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção VI. Lei Orgânica do IDP, IP e Estatutos O Presidente Luis Bettencourt Sardinha 1 IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS Presidente – Luis Fernando Cordeiro Bettencourt Sardinha Vice – Presidente – José Eduardo Pescador de Matos Fanha Vieira Vice – Presidente – João Paulo Bessa Autoridade Antidopagem de Portugal – Presidente – Luis Gabriel Gago Horta • Director cientifico do Laboratório de Análises de Dopagem – Michael Sekera • Director executivo da Estrutura de Suporte ao Programa Antidopagem – (sem nomeação) Director de Serviços de Informação, Comunicação e Relações Internacionais • Chefe de Divisão de Comunicação e Relações Públicas – Pedro Augusto Ferreira Paulo Director de Serviços de Recursos Humanos, Financeiros e Patrimoniais – Lídia Gomes Garanito • Chefe de Divisão de Gestão de Recursos Humanos – Ana Isabel Correia Lagartinho Fernandes • Chefe de Divisão de Gestão de Recursos Financeiros – Marcelo Fernando de Sousa Cardeira Director de Serviços de Desenvolvimento Desportivo – Mário Francisco da Costa Moreira • Chefe de Divisão de Formação – Rui Miguel da Conceição Carvalho • Chefe de Divisão de Desporto para Todos – (sem nomeação) • Chefe de Divisão de Desporto Federado – Paulo Jorge de Freitas Gonçalves Director de Serviços de Gestão de Infra-Estruturas Desportivas – Maria Manuela Carvalho Dias Duarte Ruaz Ramos • Chefe de Divisão de Apoio a Projectos e Obras – António Luis Cabral de Faria • Chefe de Divisão de Estudos e Programação de Infra-Estruturas Desportivas – João Manuel Ermida Corrêa. 2 Chefe de Divisão do Gabinete Jurídico e de Auditoria – Nuno Luis da Costa de Sousa Barros Director do Departamento de Medicina Desportiva – Joaquim Albino Paulino da Fonseca Esteves • Chefe de Divisão do Centro de Medicina Desportiva do Porto – Paula Maria de Queiroz Pedreira Teixeira • Chefe de Divisão do Centro de Medicina Desportiva de Coimbra – (sem nomeação) Director Regional do Norte – Paulo Eduardo Correia Pomar dos Santos • Subdirector Regional – Paula Maria Gomes Sequeira dos Santos Marujo Director Regional do Centro – Catarina Ascensão Nascimento Rodrigues Director Regional de Lisboa e Vale do Tejo – António Manuel da Silva Moreira Director Regional do Alentejo – João Manuel Martins Vintém Director Regional do Algarve – Joaquim Paulino Pacheco Duarte 3 ORGANOGRAMA 4 IDENTIFICAÇÃO DAS ÁREAS E ACTIVIDADES, DOS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS, DAS MEDIDAS ADOPTADAS E DOS MECANISMOS DE CONTROLO INTERNO AUTORIDADE ANTIDOPAGEM DE PORTUGAL Áreas e Actividades Elaboração e aplicação do Plano Nacional Antidopagem Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE IMPROVÁVEL RISCO Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental LABORATÓRIO DE ANÁLISES DE DOPAGEM Áreas e Actividades Executar as análises relativas ao controlo da dopagem a nível nacional e internacional, mediante prévia solicitação; Executar as análises bioquímicas e afins destinadas a apoiar as acções desenvolvidas pelos organismos e entidades competentes na preparação dos praticantes desportivos; Dar execução aos protocolos celebrados entre o IDP, IP e outras instituições; Colaborar em acções de formação e investigação no âmbito da dopagem; 5 Investigação; Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Medidas Standard da Agência Mundial Antidopagem Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Certificação pela International Organization for Standardization (ISO) Auditorias da Agência Mundial Antidopagem ESTRUTURA DE SUPORTE AO PROGRAMA ANTIDOPAGEM Áreas e Actividades Assegurar os serviços administrativos e logísticos necessários à implementação do Plano Nacional Antidopagem; Assegurar a gestão administrativa do sistema de localização de praticantes desportivos para efeitos de controlo de dopagem; Assegurar a gestão administrativa do sistema de autorizações de utilização terapêutica; Executar os programas informativos e educativos relativos à luta contra a dopagem no desporto; Assegurar a gestão da qualidade. 6 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo GABINETE JURIDICO Áreas e Actividades Assessoria jurídica; Pronunciar-se sobre a elaboração de legislação na luta contra a dopagem no desporto; Estudar e propor medidas legislativas e administrativas adequadas à luta contra a dopagem; Apoio técnico às Federações Desportivas na elaboração e aplicação de regulamentos no âmbito da dopagem Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE IMPROVÁVEL RISCO Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental 7 DEPARTAMENTO DE INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS Áreas e Actividades Acompanhar a execução da política internacional na área do desporto em articulação com outros departamentos da Administração Pública; Apoiar a cooperação externa; Apoiar a participação da comunidade científica e tecnológica nacional nas organizações estrangeiras de que Portugal seja parte ou com as quais existem acordos internacionais; Apoio à negociação de acordos, memorandos e protocolos de cooperação bilateral na área do desporto; Apoiar a participação de Portugal no quadro da cooperação multilateral em que o Estado português se encontre envolvido com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa, União Europeia, Conselho da Europa, Unesco, WADA e Conselho Iberoamericano do Desporto. Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE IMPROVÁVEL RISCO Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias Internas 8 DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES PÚBLICAS Áreas e Actividades Elaborar o Plano de comunicação/informação do IDP em articulação com os demais serviços; Promover a imagem institucional do IDP; Assegurar o cumprimento das obrigações assumidas por terceiros quanto à publicitação da imagem do IDP; Propor e desenvolver uma estratégia global de comunicação, assegurando a gestão de conteúdos de sitio institucional do IDP, em articulação com os demais serviços do mesmo; Assegurar a organização do protocolo de reuniões, conferências e actos solenes, bem como o protocolo inerente às deslocações do pessoal do IDP; Assegurar a gestão da Biblioteca Nacional do Desporto e do Museu Nacional do Desporto; Promover a evolução tecnológica dos sistemas de informação e de comunicação do IDP quer ao nível das infra-estruturas tecnológicas quer ao nível das aplicações informáticas; Editar e comercializar as publicações do IDP; bem como, apoiar a edição de publicações de trabalhos de investigação científica nas áreas conexas com o desporto. Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE IMPROVÁVEL RISCO Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Uniformização e implementação de normas e procedimentos Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias Internas 9 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E FINANCEIROS DIVISÃO DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Áreas e Actividades Assegurar a aplicação do sistema integrado de gestão de desempenho no IDP; Assegurar os procedimentos em matéria de Recrutamento e Selecção de Recursos Humanos; Assegurar a Formação Profissional; Desenvolver todos os procedimentos relativos à gestão de carreiras do IDP; Assegurar a elaboração do diagnóstico de necessidades; do plano de formação e sua execução e avaliação da formação dos recursos humanos; Cumprimento da legislação; Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho; Gestão documental e arquivística; Executar as actividades inerentes à organização e instrução dos processos referentes à vida profissional do pessoal do IDP; Organizar e manter actualizado o cadastro de pessoal do IDP; Proceder ao controlo de assiduidade; Instruir os processos de aposentação e de submissão a Junta Médica; Analisar e organizar a informação destinada ao processamento de remunerações e outros abonos devidos ao pessoal do IDP; Executar todos os actos relativos ao processamento de remunerações e outros abonos do pessoal ao serviço do IDP; Instruir os processos relativos a acidentes em serviço; Receber e expedir a correspondência; Classificar e registar a correspondência; Manter devidamente actualizada a base de dados de gestão documental, zelando pela sua correcta utilização; 10 Organizar e manter actualizado o Arquivo Geral; Atendimento e Encaminhamento Telefónico; Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Procedimentos e nomeação de júris diferenciados em função da tipologia dos concursos Elaboração de relatório anual da aplicação do SIADAP Plano Anual de Formação Publicitação da maioria dos actos praticados Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão de Recursos Humanos Sistema de Gestão Documental Sistema de Gestão da Assiduidade Bases de Dados SIADAP 2 e 3 11 DIVISÃO DE GESTÃO DE RECURSOS FINANCEIROS Áreas e Actividades Assegurar o controlo eficaz do processamento da Despesa e Receita em termos patrimoniais; Assegurar a gestão financeira, a contabilidade geral, analítica e de tesouraria; Coordenar e assegurar a organização do cadastro dos bens móveis e inventariar os imóveis; bem como, todos os procedimentos de gestão do imobilizado e controlo de stocks; Assegurar e coordenar todos os procedimentos inerentes à eficaz cobrança e depósito das receitas e controlo da despesa decorrente da actividade do IDP; Elaborar a proposta de Orçamento anual, Planos e Relatórios de Actividade; Exercer o controlo e execução orçamental; bem como, a avaliação das actividades desenvolvidas pelos serviços com recurso a metodologias de eficiência e eficácia; Garantir a contabilidade financeira e a prestação de contas; Organizar e manter uma contabilidade analítica de gestão que permita um controlo adequado de custos; Elaborar a conta de gerência e o relatório anual sobre a gestão efectuada, com um rigorosa discriminação dos objectivos atingidos e dos recursos utilizados; bem como, do grau de realização dos programas; Proceder às aquisições de bens e serviços e ao correspondente processamento das despesas e assegurar o controlo e distribuição de stocks; Assegurar a gestão do património, nomeadamente a conservação e utilização racional das instalações; Organizar o cadastro dos bens móveis e inventariar os imóveis; Assegurar os procedimentos relativos à manutenção e gestão da frota automóvel; Executar todos os procedimentos necessários ao correcto funcionamento da DGRF relativamente ao controlo do movimento de tesouraria, assegurando todos os circuitos inerentes à eficaz cobrança e depósito das receitas; bem como, à liquidação das despesas, de acordo com as normas legais em vigor; Assegurar todos os procedimentos de reconciliação bancária nas áreas da Despesa e Receita. 12 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Registo de cabimentos e compromissos Relatórios de arrecadação da receita Mapas de acompanhamento de execução orçamental Monitorização dos “serviços a mais” (em elaboração) Formação dos diferentes intervenientes no processo aquisitivo, relativamente ao novo CCP Controlo da execução dos contratos e dos prazos de vigência (em elaboração) Manual de Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços (em fase de conclusão) Publicitação da maioria dos actos praticados Recurso aos Acordos-quadro celebrados pela ANCP Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Financeira Sistema de Gestão Documental Controlo exercido pelo Tribunal de Contas Controlo exercido pela IGF Controlo das actividades exercido pela Direcção Geral do Orçamento Uso generalizado da Plataforma da Contratação Pública, como meio de publicitação dos procedimentos e base de dados ROC – Fiscal Único 13 DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO Áreas e Actividades Promover a mobilização da população para a actividade física e desportiva; Apoiar, nos termos legais, os clubes de praticantes e as associações promotoras de desporto; Garantir uma adequada articulação entre entidades públicas e privadas, que desenvolvem acções no âmbito do desporto federado; Apreciar os procedimentos de concessão de apoio técnico, material e financeiro ao desenvolvimento de acções no âmbito do desporto federado; bem como, do desporto para todos; Organizar e manter actualizado o registo nacional de clubes, federações desportivas e demais entidades com intervenção na área do desporto; Organizar e manter actualizado o registo nacional de pessoas singulares e colectivas, distinguidas por feitos e méritos desportivos; Apoiar a preparação e a participação dos praticantes desportivos, designadamente, dos desportistas de alto rendimento e das selecções nacionais, nas principais competições internacionais; Garantir o apoio à organização de grandes eventos desportivos; Assegurar, no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Profissional, um regime de certificação profissional na área do desporto; Homologar cursos de formação profissional na área do desporto e emitir os respectivos certificados de formação profissional; Elaborar e manter actualizada a Carta Desportiva Nacional, assegurando que os dados constantes da mesma são integrados no Sistema Estatístico Nacional; Assegurar as demais actividades cometidas pelo Presidente; 14 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo DIVISÃO DE FORMAÇÃO Áreas e Actividades Prosseguir os objectivos da formação desportiva, no quadro da formação profissional inserida no mercado de emprego, e assegurar um eficaz regime de certificação profissional na área do desporto, no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Profissional; Homologar cursos de formação profissional adaptados ao desporto e emitir os respectivos certificados de formação profissional, tendo em conta a formação e a experiência profissional anteriormente adquiridas, em território nacional e fora dele; Propor e colaborar na definição e implantação de modelos de formação para agentes desportivos, com vista a assegurar a respectiva adequação às necessidades e às características e exigências organizativas do sistema desportivo nacional; Colaborar na elaboração de manuais necessários às acções de formação; Estimular e apoiar a constituição, nas federações desportivas, de sectores técnicos responsáveis pela orientação da prática desportiva juvenil; Promover a organização de conferências, colóquios, seminários e outras manifestações técnicas; Assegurar a análise e tratamento das candidaturas do mergulho amador; 15 Assegurar a análise e demais procedimentos técnicos das candidaturas dos PROCAFDS e dos treinadores desportivos. Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo DIVISÃO DE DESPORTO PARA TODOS (Não se encontra activada) Áreas e Actividades Assegurar o desenvolvimento do Programa Nacional de Promoção da Actividade Física e Desportiva – MEXA-SE; Assegurar o apoio a eventos e projectos no âmbito do Desporto para todos; Garantir o apoio necessário às Direcções Regionais; Desenvolver as actividades relacionadas com a prossecução dos objectivos do Observatório Nacional da Actividade Física e do Desporto; Desenvolver e apoiar as Autarquias e os Clubes Desportivos no âmbito do desporto para todos. 16 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Medidas Adoptadas Mecanismos de Controlo Interno DIVISÃO DE DESPORTO FEDERADO Áreas e Actividades Analisar, promover e acompanhar os processos relativos à concessão de apoio técnico, material e financeiro para o desenvolvimento de acções de carácter desportivo, incluindo o apoio a grandes eventos desportivos; Garantir uma articulação com entidades públicas e privadas que desenvolvam acções no âmbito do Desporto Federado, incluindo o acompanhamento das actividades das federações desportivas, Comité Olímpico de Portugal e Comité Paralímpico de Portugal; Garantir as medidas de apoio ao Alto Rendimento, incluindo as concessões de prémios de alto rendimento, bolsas académicas e de medidas do pós-carreira. Organizar e manter actualizado o registo nacional de clubes, federações desportivas e demais entidades com intervenção na área do desporto; Organizar e manter actualizado o registo nacional de pessoas singulares ou colectivas, distinguidas por feitos e méritos desportivos; Organizar os processos relativos ao Mecenato Desportivo; Organizar e manter actualizado o registo dos Agentes Desportivos de Alto Rendimento; Apoiar a preparação e a participação desportivas dos diversos agentes nas principais competições internacionais, particularmente no âmbito do alto rendimento e das selecções nacionais, nas competições internacionais; Promover auditorias financeiras desenvolvimento desportivo; Promover a organização das Estatísticas do Desporto; no âmbito dos contratos-programa de 17 Analisar e acompanhar os processos no âmbito do Regulamento da Exploração do Jogo do Bingo. Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias Externas regulares determinadas pelo Organismo 18 DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DESPORTIVAS Áreas e Actividades Assegurar a gestão das instalações desportivas do Centro Desportivo Nacional do Jamor, dos Complexos Desportivos da Lapa e de Lamego; bem como, do Pavilhão da Ajuda, promovendo a melhoria das condições dos serviços de apoio ao desenvolvimento da prática desportiva; Assegurar e coordenar a elaboração dos projectos e o acompanhamento das obras no âmbito das intervenções de modernização e reabilitação das instalações do Centro Desportivo Nacional do Jamor, dos Complexos Desportivos da Lapa e de Lamego; bem como, do Pavilhão da Ajuda; Analisar, acompanhar e dar parecer sobre os programas e planos de ordenamento do território em matéria de infra-estruturas desportivas, no quadro da promoção e desenvolvimento equilibrado de redes de equipamento e serviços desportivos; Exercer, relativamente às infra-estruturas desportivas, as atribuições legalmente conferidas ao IDP, IP, incluindo a coordenação e acompanhamento dos procedimentos de vistoria e licenciamento nos casos previstos na lei; Organizar e manter actualizados, em bases de dados, registos de informação respeitantes à segurança de equipamentos desportivos, bem como das licenças emitidas e condições de funcionamento dos recintos desportivos, nos casos aplicáveis; Promover o desenvolvimento dos estudos e proceder à recolha e divulgação de informação técnica relevante sobre planeamento, programação, construção e modernização das infra-estruturas desportivas; Acompanhar, no quadro da cooperação técnica e financeira, os programas de intervenção em infra-estruturas, designadamente no âmbito dos contratos-programa entre o IDP, IP e outras entidades; Promover e coordenar a elaboração do cadastro e o registo de dados e de indicadores a que se refere a alínea a) do nº1 do artigo 9º da Lei n.º 5/2007, de 16 de Janeiro, compreendendo o levantamento e tratamento dos indicadores de caracterização do parque de infra-estruturas desportivas nacional, em articulação com os sectores responsáveis pelos restantes componentes da Carta Desportiva Nacional; Prestar apoio técnico às entidades envolvidas na promoção e modernização de instalações desportivas, designadamente no âmbito da emissão de pareceres técnicos e da prestação de consultoria técnica; Assegurar as demais funções que lhe sejam cometidas pelo Presidente do IDP, IP. 19 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo DIVISÃO DE APOIO A PROJECTOS E OBRAS Áreas e Actividades Analisar e dar parecer sobre os projectos e obras de infra-estruturas e equipamentos desportivos que sejam submetidos à apreciação do IDP, IP, e prestar apoio técnico à entidades promotoras dos mesmos; Compilar e assegurar a divulgação das disposições legais e normativas a observar na instrução e no desenvolvimento dos projectos e obras de infra-estruturas desportivas, bem como zelar pela sua observância, em especial no domínio da segurança e prevenção da violência; Coordenar e acompanhar a elaboração e o desenvolvimento de planos de ordenamento do território no âmbito da programação e localização de infra-estruturas desportivas, incluindo o estabelecimento de referências e orientações para a sua elaboração; Assegurar a avaliação dos projectos e os procedimentos de licenciamento dos estádios, em especial daqueles onde se disputem competições profissionais de futebol, nos termos da regulamentação legal aplicável, incluindo a organização e manutenção de um registo de informação sobre os dados de licenciamento e condições de funcionamento; Avaliar e acompanhar os projectos e obras das intervenções com incidência nas infraestruturas e instalações do IDP, IP. 20 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo DIVISÃO DE ESTUDOS E PROGRAMAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DESPORTIVAS Áreas e Actividades Desenvolver estudos e propostas para a sistematização das características tipológicas, construtivas e tecnológicas das infra-estruturas e equipamentos desportivos, com ênfase nos aspectos de segurança de utilização da qualidade técnico-desportiva; Promover a elaboração de estudos e propostas, acompanhar a dar parecer sobre os trabalhos de produção e transposição de normas e especificações técnicas europeias e nacionais, no âmbito do Sistema Nacional de Qualidade e do Comité Europeu de Normalização, que sejam aplicáveis às infra-estruturas e equipamentos desportivos, promovendo a sua divulgação e adopção generalizada; Assegurar o acompanhamento dos procedimentos no âmbito da verificação da segurança dos equipamentos desportivos, nos casos previstos na lei, incluindo a organização e actualização do registo de informação respeitante às inspecções e aos processos de acreditação, em articulação com o organismo nacional responsável pela acreditação; Coordenar os procedimentos referentes ao licenciamento do funcionamento dos recintos com diversão aquáticos (Parques Aquáticos), assegurando a avaliação dos projectos e a organização e manutenção de um registo de informação sobre os dados de licenciamento e as condições de funcionamento; Acompanhar a execução dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo de infra-estruturas desportivas. 21 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias do Organismo CENTRO DESPORTIVO NACIONAL DE JAMOR e CENTRO DESPORTIVO DE LAMEGO Áreas e Actividades Controlar o movimento de tesouraria, assegurando todos os procedimentos inerentes à eficaz cobrança das receitas; bem como, à liquidação das despesas, de acordo com as normas legais em vigor Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental 22 GABINETE JURÍDICO E DE AUDITORIA Áreas e Actividades Prestar assessoria ao Presidente e restantes unidades orgânicas do IDP, IP; Colaborar na elaboração de diplomas legais; Intervir em processos judiciais em que o IDP, IP seja parte; Informar, dar parecer e acompanhar tecnicamente os procedimentos administrativos; Verificar a conformidade dos estatutos e regulamentos das federações desportivas dotadas de estatuto de utilidade pública desportiva; Acompanhar os processos de infracção e de pré contencioso instaurados pela Comissão Europeia contra o Estado Português, em matérias que envolvam a área do desporto; Colaborar nas acções de controlo externas efectuadas aos serviços do IDP, IP; Elaboração de regulamentos administrativos, contratos e protocolos; Instrução de processos de contra-ordenação e análise das impugnações judiciais; Instrução de processos disciplinares de inquéritos e sindicâncias; Análise de reclamações ou recursos hierárquicos no âmbito dos diversos procedimentos administrativos; Elaborar os procedimentos inerentes à aquisição de bens e serviços e de empreitadas de obras publicas; Prestar apoio técnico no âmbito dos processos submetidos ao Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias no âmbito do desporto; Apoio técnico-jurídico à ADOP Assegurar as demais funções que lhe sejam cometidas pelo Presidente; Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. 23 Medidas Adoptadas Manual de procedimentos Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação e rotatividade de funções ao nível da avaliação e decisão Publicitação da maior parte dos actos Ponderação Sistemática das necessidades de Bens e Serviços Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental Auditorias 24 DEPARTAMENTO DE MEDICINA DESPORTIVA Áreas e Actividades Garantir a prestação de assistência médica aos atletas de alto rendimento, aos atletas federados e população desportiva em geral; Assegurar o apoio médico a todos os praticantes e definir os modelos da actividade médica nas várias valências da Medicina Desportiva, garantindo com a maior eficácia a realização de exames de pré-participação, de sobre classificação e de avaliação e controle do treino a atletas de alto rendimento; Assegurar a formação de médicos e técnicos cardiopneumologistas e fisioterapeutas em estágios nas diferentes áreas da medicina desportiva; Garante a capacidade formativa aos médicos estagiários que pretendem candidatar-se a exame da Especialidade á Ordem dos Médicos; Apoia outras Instituições, nomeadamente a Sociedade Portuguesa de Medicina Desportiva e a Faculdade de Medicina de Lisboa, respectivamente nos Cursos de PósGraduação e no Mestrado em Medicina Desportiva; Apoia e incentiva a Investigação Clínica no âmbito da Medicina Desportiva; Apoia os clínicos de todo o País e Ilhas que exercem a Medicina Desportiva, na elaboração diagnóstica dos casos mais complexos sempre que lhe sejam apresentados; Assegura a qualidade dos serviços de Medicina Desportiva na selecção do pessoal médico e paramédico e no controle da qualidade clínica; Controla o movimento de tesouraria, assegurando todos os procedimentos inerentes à eficaz cobrança e depósito de receitas bem como administração do fundo de maneio; Apoio administrativo ao secretariado médico no âmbito das competências atribuídas ao Departamento; Compete ao Departamento de Medicina Desportiva assegurar o cumprimento do exercício das actividades atrás descritas aos TRÊS CENTROS DE MEDICINA DESPORTIVA. 25 Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE (IM) PROVÁVEL RISCO, APENAS AO NÍVEL DE UMA PASSIVEL QUE NÃO DETECTADA DISCRICIONARIDADE NO QUE TOCA AO TRATAMENTO DE PROCESSOS DA UNIDADE ORGÂNICA. Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Manual de Procedimentos Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental 26 DIRECÇÕES REGIONAIS Áreas e Actividades Garantir uma permanente articulação com as entidades públicas, colectivas ou singulares que desenvolvem acções no âmbito do desporto; Apoiar a prática do desporto para todos; Colaborar com as entidades desportivas competentes na actualização permanente da Carta Desportiva Nacional; Detectar as necessidades das populações em matéria de actividade física desportiva; Garantir uma permanente actualização de um ficheiro de praticantes, de clubes, de associações e de instalações desportivas; Assegurar um conhecimento actualizado da situação desportiva nacional; Emissão de estudos e pareceres técnicos no âmbito das atribuições da Direcção Regional; Controlar o movimento de tesouraria, assegurando todos os procedimentos inerentes à eficaz cobrança e depósito de receitas; bem como, à liquidação das despesas, de acordo com as normas legais em vigor. Riscos de Corrupção e Infracções Conexas ÁREA DE POTENCIAL EXISTÊNCIA DE RISCOS, EMBORA NÃO DETECTADOS, DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS Medidas Adoptadas Mecanismos de controlo a vários níveis com segregação de funções ao nível da avaliação e decisão Mecanismos de Controlo Interno Sistema de Gestão Documental 27