SEMINÁRIO
GRANDE PEQUENA IMPRENSA
8 e 9 DE NOVEMBRO DE 2013 – SÃO PAULO, SP
Realização: Projor e Google Brasil
8 de novembro, sexta-feira
9h
Welcome Coffee
9h30
Abertura
Scott Sheffer - Google
10h
O papel do jornalismo local. Como estruturar uma operação sustentável
Emma Meese - Centre for Community Journalism, Cardiff University
Alberto Dines - Projor
Hans Dekker - Community Foundation of New Jersey
11h30
Como ser independente sem correr risco de vida: perspectivas política-cidadã para os
pequenos jornais
Eugênio Bucci - Projor
Francisco Belda - Unesp/Bauru
Cicília M.K. Peruzzo – Universidade Metodista de São Paulo
Wilson Marini - jornalista especializado em imprensa regional
13h
Almoço
Maurizio Mauro, keynote speaker
14h
O Projeto GPI
Ana Toni – GIP-Gestão de Interesse Público
Carlos Eduardo Lins da Silva – Projor
14h15
Como alcançar a audiência e monetizar o conteúdo
Octavio Faria - consultor
Milton Seligman - Ambev
Flávio Pestana - executivo de imprensa
Local do Seminário: Google Brasil
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3477, 18° andar – Itaim Bibi
São Paulo, SP
16h
Coffee break
16h30
Cartão BNDES
Vitor Hugo Justino - gerente do Departamento de Operações de Internet (responsável
pelo Cartão).
Apresentação da linha de financiamento para pequenas e médias empresas.
17h15
Case Google AdSense
Apresentação: Alberto Menoni - Google
9 de novembro, sábado
9h
Welcome Coffee
9h30
Do impresso ao digital
Caio Túlio Costa - Columbia University
Alessandra Levy - YouTube
Antonio Prada - ex-diretor global de Conteúdo do Terra Networks
11h
Questões visuais
Wagner Souza e Silva - ECA-USP
Marcelo Pliger – ESPM/Folha de S.Paulo
Newton Neto - Google
13h
Almoço de encerramento
PALESTRANTES
Alberto Dines é jornalista e professor de jornalismo. Lançou e dirigiu diversas revistas e jornais
no Brasil e em Portugal. Leciona jornalismo desde 1963. Em 1974, foi professor visitante da
Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, Nova York. Foi editor-chefe do Jornal do
Brasil durante 12 anos e diretor da sucursal da Folha de S.Paulo no Rio de Janeiro. Dirigiu o
Grupo Abril em Portugal, onde lançou a revista Exame. Autor do clássico “O papel do jornal”
(Artenova), entre outros livros. É diretor editorial do Projor e editor-responsável do Observatório
da Imprensa na internet e na TV.
Alberto Menoni tem mais de 20 anos de experiência em grandes empresas como Microsoft, Rio
Tinto, Alcan e AT&T (BCP, operador de rede móvel, e Listel, publicidade), nas quais construiu
uma sólida carreira em vendas e marketing. Foi empresário, tendo criado e conduzido por sete
anos no Brasil a Auteq, empresa de operação de telemática de veículos. No Google, onde está
desde 2011, é diretor de Parcerias Estratégicas.
Alessandra Levy é formada em Economia pelo Insper. Trabalhou em bancos como Unibanco,
Real e Santander, principalmente na área de private banking. Entrou no Google em novembro de
2012, na área de Vendas (Aquisição). Atualmente, é gerente de canais do YouTube, focada nos
segmentos de Notícias, Educação, Moda e Beleza.
Ana Toni é formada em economia e estudos sociais (Universidade de Swansea), mestre em
políticas da economia mundial (London School of Economics and Political Sciences) e doutoranda
em políticas sociais (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Foi diretora da Fundação Ford no
Brasil (2003-2011) e diretora executiva da ActionAid Brasil (1998-2002). Na ActionAid UK (19901993), foi assessora de políticas da organização. Teve uma longa trajetória no Greenpeace, como
diretora da unidade de políticas do Greenpeace Internacional (1993-1997) e como Conselheira
Sênior do Greenpeace Alemanha. Ana é membro do conselho editorial do Le Monde
Diplomatique Brasil, do Fundo Baobá por Igualdade Racial e da Wikimedia Foundation e
integrante da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade. Desde 2011, preside o
Conselho do Greenpeace Internacional. Ana é sócia fundadora do GIP – Gestão de Interesse
Público.
Antonio Prada é jornalista e estrategista em Novas Mídias. Foi durante 14 anos diretor global de
produtos e conteúdo do Terra, sendo responsável pela gestão dos 19 portais na América Latina,
EUA e Espanha e pela coordenação geral do Terra TV, a plataforma de web TV da empresa. Foi
diretor de Novas Mídias e editor-chefe do Diário do Grande ABC.
Caio Túlio Costa é jornalista, doutor em comunicação pela USP e expert em comunicação digital.
Foi secretário de Redação da Folha de S. Paulo, correspondente internacional, primeiro
ombudsman de imprensa no Brasil, fundador e diretor-geral do UOL, presidente da Fundação
Semco e presidente do iG. É sócio da MVL Comunicação e autor do livro “Ética, jornalismo e nova
mídia – uma moral provisória” (Zahar), entre outros. É diretor de Operações do Projor e
professor de jornalismo. Neste semestre, realiza pesquisa na Columbia University, em Nova York,
na condição de Visiting Research Fellow. Ele investiga os modelos de negócio possíveis para a
indústria jornalística no ambiente digital.
Carlos Eduardo Lins da Silva é jornalista e professor de jornalismo. Mestre pela Michigan State
University, doutor e livre-docente em comunicação pela USP, foi correspondente internacional
nos EUA e diretor-adjunto de Redação dos jornais Folha de S.Paulo e Valor Econômico. Na Folha,
exerceu também a função de ombudsman. Autor do clássico “Muito além do Jardim Botânico”
(Summus), entre outros. É presidente do Projor, consultor de comunicação da Fapesp e editor
das revistas Política Externa e Columbia Journalism Review (edição brasileira).
Cicilia K.M. Peruzzo é doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo
(ECA-USP). Fez pós-doutorado na Universidade Nacional Autônoma do México. Professora do
Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo. Bolsista
por produtividade do CNPq. Autora dos livros "Relações públicas no modo de produção
capitalista" (4ª.reimp.2004, Summus Ed.), "Comunicação nos movimentos populares "
(4ª.reimp.2005, Ed.Vozes) e "Televisão comunitária" (2007,Ed.Mauad). Organizadora de algumas
coletâneas, possui artigos publicados em diversas revistas científicas nacionais e internacionais.
Coordena o Núcleo de Estudos sobre Comunicação Comunitária e Local (Comuni). Ex-presidente
e atual membro do Conselho Curador da INTERCOM-Sociedade Brasileira de Estudos
Interdisciplinares da Comunicação. Ex-vice-presidente da LUSOCOM-Federação Lusófona de
Ciências da Comunicação. Ex-Coordenadora do GT Comunicación Popular, Comunitaria y
Ciudadanía da ALAIC-Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación.
Coordenadora do GT Comunicação e Cidadania da Compós (Associação Brasileira de Programas
de Pós-Graduação em Comunicação).
Emma Meese é jornalista e professora da Universidade de Cardiff, no País de Gales. Ela dirige o
Centro de Jornalismo Comunitário da universidade, que se dedica à pesquisa e ao
desenvolvimento de uma forte rede de jornalismo hiperlocal e comunitário no País de Gales.
Emma também realiza uma série de cursos de curta duração sobre mídias digitais e sociais. O
Centro de Jornalismo Comunitário pretende construir uma nova forma hiperlocal de jornalismo
digital e ajudar a criar novos modelos sustentáveis.
Eugênio Bucci é jornalista, também formado em direito pela USP e doutor em Ciências da
Comunicação. Foi secretário editorial da Editora Abril, onde também foi diretor de revistas
mensais e colunista de Veja. Presidiu a Radiobrás. É crítico e colunista em vários jornais e revistas
do Brasil e autor de vários livros, entre eles “Em Brasília, 19 horas” (Record) . É diretor do curso
de pós-graduação em Jornalismo na ESPM, professor da ECA-USP e diretor do Projor.
Flávio Pestana é engenheiro civil, com pós-graduação em Finanças (FGV) e em Gestão pela
Harvard Business School e pelo Insead. Na área de mídia, exerceu as funções de presidente do
Valor Econômico, CEO da Gazeta Mercantil, diretor superintendente do Grupo Folha e CEO da
Rede Bom Dia/Diário de S. Paulo. É sócio e principal executivo da CDN Relações com
Investidores.
Francisco Rolfsen Belda é jornalista e mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e
doutor em Engenharia de Produção pela EESC-USP. Atuou como repórter e editor de jornais
impressos no interior paulista e fundou, em 2005, a editora Casa da Árvore. Foi bolsista do CNPq
e atou como pesquisador no Instituto de Estudos Avançados da USP em São Carlos na área de
difusão científica multimídia. Entre 2009 e 2011, foi gerente de internet e diretor do jornal
Tribuna Impressa, tendo coordenado a criação do portal Araraquara.com. Atualmente, é
professor do Curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital da
Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Bauru, epesquisa novos modelos de negócio e
conteúdo para veículos jornalísticos em mídia impressa e digital.
Hans Dekker é presidente da Fundação Comunidade de Nova Jersey (EUA) desde junho de 2003.
Durante sua gestão, a Fundação já fez mais de US$ 225 milhões em doações para causas
beneficentes. Um elemento-chave da missão da entidade é o de desempenhar um papel de
liderança nas questões críticas enfrentadas por Nova Jersey e suas comunidades. Atualmente, as
prioridades da organização são: 1) meios de comunicação públicos – apoiou recentemente a
criação da njspotlight.com, jornal online com foco em reportagens sobre políticas públicas em
Nova Jersey; 2) fazer a ligação para a migração da riqueza para as doações; 3) segurança pública,
apoiando a Iniciativa de Redução da Violência e a implantação do sistema Community Eye,
composto por uma câmera de segurança e um sistema de detecção de tiros, ambos em Newark.
Dekker ocupou no passado uma cadeira no Conselho de Doadores de Nova Jersey e foi curador
da Fundação Hyde e Watson e da Fundação Ohl.
Marcelo Pliger é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP com dissertação premiada
pelo Museu da Casa Brasileira. Participou do projeto gráfico da Folha de S.Paulo, onde trabalha
como infografista desde 1997, nas reformas gráficas de 2000, 2006 e 2010. Eventualmente
colabora com outras empresas, tendo feito trabalhos para a ONU, a Fundação Getúlio Vargas, o
Sebrae, a Alcoa e as Editoras Abril, FTD e Moderna, entre outras. Teve trabalhos premiados pela
Society for News Design, dos EUA, pelo Congresso Malofiej da Espanha, pelo Instituto Europeo di
Design, da Itália, e pela Bienal ADG, do Brasil. Foi duas vezes finalista do prêmio Esso de
Jornalismo, na categoria arte gráfica, e recebeu o prêmio em 2009, na categoria divulgação
científica. É professor de infografia nos cursos de jornalismo e de design da ESPM.
Maurizio Mauro é professor do Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa, na disciplina de
Liderança, membro de seu Conselho Deliberativo e presidente da sua Comissão Externa de
Avaliação. Foi presidente executivo da Abril S/A de 2001 a 2006, responsável pelo projeto de
recuperação financeira e operacional do grupo. Como sócio sênior da Booz Allen e Hamilton,
onde esteve por 14 anos, foi seu presidente no Brasil e atendeu o setor de serviços,
principalmente em projetos estratégicos de revitalização. É membro dos conselhos de
administração da Tecnisa, Banco Pine, J.Macêdo e de outras empresas de capital fechado.
Participa do Consejo Assessor de Posgrados de la Universidad de San Andres (Buenos Aires) e do
Insead Brazil National Council.
Milton Seligman é engenheiro eletricista, formado pela Universidade Federal de Santa Maria
(RS). Especialista em tecnologia da informação, trabalhou no setor elétrico e em empresas de
informática. No setor público, ocupou cargos e funções nos governos José Sarney e Fernando
Henrique Cardoso. Na administração Sarney, foi assessor para Assuntos Legislativos do
Ministério da Agricultura e chefe de gabinete do ministro da Ciência e Tecnologia. Na
administração FHC, foi, sucessivamente, secretário-executivo e ministro da Justiça, presidente do
Incra, secretário-executivo do Programa Comunidade Solidária e secretário-executivo do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Foi dirigente de ONGs por duas
vezes. Entre 1991 e 1993, foi diretor de projetos da organização não-governamental Inter Press
Service, agência internacional de notícias com sede em Roma. Posteriormente, foi secretáriogeral da ONG Ágora – Associação de Combate à Fome. Atualmente, é vice-presidente de
Relações Corporativas e Comunicação da Ambev.
Newton Neto atua há 15 anos no mercado de tecnologia, com passagens por organizações como
Amcham, US Chamber of Commerce, Porto Digital, Meantime/CESAR e Ediouro Publicações.
Desde 2011 no Google, é responsável por Parcerias Estratégicas para produtos como Google
Play, Google News e Chrome.
Octavio Fontes de Faria Neto é formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio
Vargas e MBA pelo MIT Sloan School of Management (EUA). Publicou a tese "Creating and
Sustaining Competitive Advantage in an Electronic Business Environment: Business Models
Comparison in Asia, Europe and Americas". Foi diretor de Marketing e Desenvolvimento de
Negócios na Kraft Foods (Brasil e EUA), coordenou as aquisições da Suchard e Lacta pela Kraft
Foods e a posterior integração das operações. Foi também diretor de Marketing e Vendas da
Idealyze, projeto de distribuição de conteúdo digital do Grupo Abril. No Deutsche Bank, dirigiu a
criação e desenvolvimento do Maxblue, plataforma de gestão financeira para clientes de alta
renda, e posteriormente coordenou a sua venda para o Banco do Brasil. É professor do MBA do
Insper, sócio-fundador da Loyaltix Consultoria e Participações, consultoria de gestão estratégica
e assessoria em fusões e aquisições, e da Entregga Gestão e Investimentos, que desenvolve
negócios na área de saúde.
Scott Sheffer tem PhD em engenharia mecânica e aeroespacial pela Universidade de Princeton e
graduação e mestrado em engenharia aeroespacial pela Penn State University. Foi vicepresidente de Estratégia, Marketing e Operações da Symyx Technologies e consultor na
McKinsey & Company. Scott é vice-presidente do Grupo de Parcerias Online do Google, nos EUA,
onde trabalha desde 2006. Nessa função, é responsável pelo gerenciamento dos parceiros da
rede de Display do Google.
Wagner Souza e Silva é fotógrafo há 20 anos. Atua na documentação fotográfica voltada à
divulgação da ciência, com especial atenção às áreas da arqueologia, etnologia e antropologia,
tendo produzido imagens para diversos catálogos de exposições, no Brasil e no exterior, livros
didáticos e artigos científicos. Em 2000, atuou como fotógrafo no livro “Plumária Indígena
Brasileira” (Edusp), vencedor do prêmio Jabuti na categoria de produção editorial.
Recentemente, publicou “Xikrin: uma coleção etnográfica” (Edusp). É professor e pesquisador no
Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA USP, com especial interesse nas imagens
técnicas e suas relações com os campos da comunicação e da produção de conhecimento.
Wilson Marini é jornalista graduado pela PUC de Campinas, com pós-graduação em Jornalismo
Impresso Regional e Globalização (Casper Líbero, São Paulo, 2004) e especialização em Gestão de
Empresas de Comunicação (Universidade de Navarra, Espanha, 2006). Foi repórter de O Estado
de S.Paulo (1977-1989) e desde 1990 dedica-se ao Jornalismo Regional. Ocupou cargos de chefia
no grupo A Tribuna e Expresso Popular (Santos, SP, 2009), Diário do Norte do Paraná (Maringá,
PR, 2007-2008), Folha da Região (Araçatuba, SP, 2002-2006), Diário da Região (S.J do Rio Preto,
SP, 2000-2001) e Correio Popular (Campinas, SP, 1990-1997). Atualmente, presta consultoria
editorial a jornais regionais e é editor-executivo da Rede APJ (Associação Paulista de Jornais).
PROJETO
GRANDE PEQUENA IMPRENSA
O Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo dará prosseguimento neste segundo
semestre de 2013 ao projeto GRANDE PEQUENA IMPRENSA (GPI). O objetivo dessa iniciativa é
proporcionar aos veículos de comunicação regionais, em suas variadas formas de apresentação,
consultoria técnica nas áreas editorial, administrativa e comercial, para que se tornem mais
eficientes econômica e jornalisticamente.
O GPI é um dos mais importantes e ambiciosos programas que o Projor já se propôs a realizar e é de
grande relevância para o futuro do jornalismo no Brasil e da própria democracia no país – para o
instituto, não pode haver democracia vigorosa sem jornalismo independente, forte e diversificado.
Em todas as sociedades que têm sistemas institucionais democráticos consolidados, a presença de
imprensa local ativa e saudável foi registrada ao longo de sua história.
A primeira fase do projeto já foi concluída. Em 2012, um grupo de estagiários identificou e contatou
veículos de comunicação já estabelecidos e pessoas e grupos interessados em regiões do Brasil com
atividade econômica em fase de expansão: cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, petróleo na
camada de pré-sal nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro e soja no Estado de Mato Grosso. O
grupo também fez o levantamento das condições econômicas, culturais, sociais e políticas dessas
regiões e pesquisa bibliográfica de experiências nacionais e internacionais no campo do jornalismo
regional, comunitário e jornalismo do interior.
Na segunda fase, o Projor realizará no mês de novembro, em São Paulo, um encontro que reunirá
especialistas brasileiros e estrangeiros e representantes dos veículos de comunicação regionais que
serão convidados a conhecer e a participar do GPI. A terceira fase do projeto terá início em janeiro de
2014, com a implementação dos trabalhos de consultoria aos veículos selecionados.
As ações do projeto GPI estão sendo possíveis graças à parceria com o GIP – Gestão de Interesse
Público e ao apoio financeiro da Organização Odebrecht, Google e Fundação Ford.
Cenário da imprensa regional
Na maioria das cidades e Estados brasileiros fora dos eixos mais ricos, os veículos de comunicação –
jornais, rádios, revistas – enfrentam dificuldades para sobreviver economicamente e não oferecem
produtos com bom nível de qualidade. O grande crescimento econômico do país nos últimos 16 anos
em áreas antes estagnadas ou quase estagnadas e a emergência de dezenas de milhões de
brasileiros ao mercado consumidor fazem com que as perspectivas para a imprensa comunitária no
Brasil se alterem de maneira significativa.
Essa imprensa demonstra um grande potencial frente às marés da crise financeira e das
transformações tecnológicas. Mesmo com recursos modestos, esses jornais – impressos ou digitais
ou nas duas plataformas – são capazes de oferecer um produto exclusivo e urgentemente
necessário: as notícias de seu próprio território e a articulação entre sua região e o mundo.
Tanto a indústria da comunicação quanto a sociedade como um todo têm muito a ganhar nas
décadas que se seguem se a imprensa local e regional for capaz de se viabilizar economicamente e de
melhorar o seu desempenho como fornecedor de informações úteis para a sua comunidade e
formador de opinião dos seus cidadãos.
PROJOR – INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO JORNALISMO
www.projor.org.br
www.observatoriodaimprensa.com.br
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