g g y p JORNALISMO NO BRASIL: olhar e intervenção da academia Journalism in Brazil: The Perspective and Intervention of the Acadamy A pesquisa sobre os fenômenos jornalísticos no Brasil remonta à segunda metade do século XIX. A preocupação inicial não está centrada nos processos noticiosos, porém nos seus meios de difusão, mais precisamente na tecnologia de impressão de livros, jornais e revista. Embora estabelecida tardiamente em território brasileiro (mais de três séculos nos separam da inovação gutenbergiana), a imprensa aqui se desenvolve a partir da chegada da Corte de d. João VI, em 1808. Na verdade, os seus primeiros momentos são tímidos, porque controlados pela censura real, destinando-se a reproduzir informações e documentos de governo. As publicações que experimentam o sabor da liberdade surgem justamente no vazio jurídico instaurado em Portugal, quando as tropas napoleônicas são expulsas e os revolucionários do Porto derrubam a censura prévia. Os precursores da nossa Independência não hesitam em aplicar aquilo que contemporaneamente chamaríamos a “estratégia das brechas”, ou seja, editam jornais sem pedir licença às autoridades.1 Mas é sem dúvida durante o Segundo Reinado que a imprensa vive seu melhor período de liberdade, garantido pela sabedoria de Pedro II. Em meio a esse ambiente de conciliação das elites nacionais, os Institutos Históricos começam a resgatar precocemente a trajetória do nosso jornalismo. E despertam polêmicas que conquistariam os corações e mentes dos nossos intelectuais, ao enaltecer o “pionierismo” dos holandeses na introdução da imprensa em terras brasileiras, contrastando com o “atraso” dos portugueses, que a proíbem e reprimem. Persistia a tese de que a primeira impressora a operar no Brasil fora trazida por Nassau, da qual dava testemunho o folheto Brasilche Gelt-Sack, datado de 1 MARQUES DE MELO, 1973. 285 impulso nº 27 JOSÉ MARQUES DE MELO Titular da Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional na Umesp. Professor titular de Jornalismo e presidente da Lusocom (Federação Lusófona de Ciências da Comunicação) [email protected] g g y p 1645 e publicado no Recife. Os historiadores pernambucanos deixaram de lado as especulações e foram buscar evidências empíricas. As pesquisas se concentraram em arquivos brasileiros e holandeses, produzindo resultados que negariam a hipótese dominante. A iniciativa de Nassau não fora consumada, por razões fortuitas, e os impressos supostamente recifenses haviam sido reproduzidos em gráficas européias. Dão conta desses fatos, ensaios escritos pelos historiadores José Higino Duarte (1883) e Alfredo de Carvalho (1899). Depois desses estudos pioneiros sobre a implantação da tipografia, os historiadores tomam gosto e ajudam a reconstituir uma história da nossa imprensa. São motivados, a seguir, por efemérides nacionais, começando pelo duplo centenário: a criação da Imprensa Régia e o lançamento do nosso primeiro jornal independente, o Correio Braziliense, de Hipólito José da Costa. Em 1908, Alfredo de Carvalho publica a monografia “Gênese e Progressos da Imprensa Periódica no Brasil”, suplementada por um alentado catálogo dos jornais e revistas, que circularam nos últimos cem anos. Trata-se de uma fonte de referência fundamental, que orientaria os passos de outros historiadores. Entre eles, Max Fleiuss, autor de um dos primeiros state of art da pesquisa histórica sobre jornalismo, cujo texto aparece em 1922, durante as comemorações do centenário do Independência.2 Rigorosamente, tais estudos ainda não enfocam o jornalismo como objeto definido. Eles tratam da imprensa e dos seus produtos, mencionando marginalmente os processos sociopolíticos que dão fisionomia peculiar à comunicação de atualidades. Quem estabelece essa fronteira é o jovem Barbosa Lima Sobrinho, quando, em 1923, publica um livro que nasce clássico – O problema da imprensa.3 Valendo-se da experiência profissional como jornalista e da metodologia de análise aprendida no âmbito da ciência jurídica, sem deixar de recorrer também à ciência histórica, ele desenha um perfil do desenvolvimento do jornalismo na sociedade industrial e dos impasses enfrentados no Brasil. Seu “gancho” é o projeto de lei de imprensa do senador paulista Adolfo Gordo, tramitando no Congresso Nacional. Em torno desse “problema”, ele constrói uma análise multidisciplinar do fenômeno jornalístico na sociedade brasileira. Oferece parâmetros que se revelariam consistentes e lançaria as bases de uma nova disciplina acadêmica. O jornalismo deixava de ser simples “ofício”, reproduzindose pela legado transmitido no “batente” de geração a geração. Converte-se em 2 3 MARQUES DE MELO, 1984. BARBOSA LIMA SOBRINHO, 1988. impulso nº 27 286 g g y p “praxis”, ou melhor, em conhecimento socialmente utilitário, produto da observação sistemática e da reflexão crítica de produtores qualificados. No entanto, a imprensa e o jornalismo continuariam a despertar o interesse dos pesquisadores das humanidades (história e direito), assim como daqueles pioneiros das ciências sociais no Brasil. Gilberto Freyre, por exemplo, recorre à imprensa para elaborar um retrato da sociedade patriarcal brasileira, buscando nos anúncios de jornais elementos suscetíveis de interpretação sociológica e antropológica. Seu livro de estréia – Casa-Grande & Senzala (1933) – representa uma inovação metodológica, ao pesquisar em fontes heterodoxas. Ao mesmo tempo, abre picadas para os estudiosos do jornalismo, descortinando as metodologias comparativas.4 Todas essas contribuições pioneiras encontrariam ambiente fértil nas nascentes escolas de jornalismo, incorporadas à universidade brasileira no final dos anos 40. Tanto em São Paulo (Cásper Líbero) quanto no Rio de Janeiro (UFRJ) se formariam grupos de estudiosos responsáveis pelas primeiras obras que analisam sistematicamente fenômenos do jornalismo contemporâneo. Pertencem a essa geração Carlos Rizzini, Danton Jobim, Pompeu de Souza, Celso Kelly, Marcelo de Ipanema, Freitas Nobre etc. Fora do eixo Rio-São Paulo apareceria, uma década depois, corrente inovadora, cuja influência se ampliaria para todo o País. Trata-se da equipe aglutinada em torno de Luiz Beltrão, fundador do Instituto de Ciências da Informação da Universidade Católica de Pernambuco e da revista Comunicações & Problemas, primeiro periódico acadêmico nacional dedicado às ciências da comunicação. Do Recife, Beltrão transfere-se para a Universidade de Brasília, onde dirige a Faculdade de Comunicação idealizada por Pompeu de Souza, criando o primeiro núcleo regular de pesquisa em comunicação. As teses de doutorado e mestrado ali defendidas precocemente no final dos anos 60 constituem os primeiros produtos de uma pesquisa do jornalismo em processo de legitimação acadêmica.5 Quase ao mesmo tempo, dois outros movimentos fortalecem a pesquisa do jornalismo, quer nas empresas, quer nas universidades. De um lado, o Jornal do Brasil cria uma publicação especializada – Cadernos de Jornalismo – dirigida por Alberto Dines, cuja importância reside na divulgação de pesquisas jornalísticas feitas nos Estados Unidos e na Europa, além de estimular a reflexão crítica dos jornalistas da própria empresa, que sistematizam suas experiências e as submetem ao crivo da comunidade profissional. O modelo JB de jornalismo se reproduz em todo o País, disseminado pela referida revista, lida 4 5 MARQUES DE MELO, 1972. Idem, 1974. 287 impulso nº 27 g g y p e discutida nas redações dos jornais regionais e também pelos jovens que estudam jornalismo na universidade. De outro lado, a Universidade de São Paulo cria na sua Escola de Comunicações e Artes o primeiro Departamento de Jornalismo a ter uma equipe de docentes contratados em tempo integral. Dessa maneira, podem se dedicar regularmente aos estudos bibliográficos, à pesquisa empírica e à experimentação em laboratórios. Emerge então o primeiro grupo de doutores em jornalismo do País, formando equipes de pesquisa e pós-graduação que formariam a primeira geração de professores titulados na própria disciplina. Hoje eles se espalham por quase todas as universidades brasileiras e dão continuidade a estudos cujos paradigmas se originaram na USP. Durante os anos 70 e 80, os principais cursos de jornalismo do Brasil tomariam o padrão USP como fonte de referência pedagógica e científica.6 Só nos anos 90 surgem espaços alternativos que disputam a hegemonia us7 piana. Destacam-se a puc-famecos (Faculdade dos Meios de Comunicação), da Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em Florianópolis. A primeira caracteriza-se pela sintonia com as demandas do mercado de trabalho, mantendo permanente diálogo com as empresas midiáticas regionais. A segunda pretende ser um núcleo de vanguarda, mais afinado com as teses do sindicalismo jornalístico. Nos dois casos, tem havido empenho na formação e reciclagem do corpo docente, cujas conseqüências repercutirão em projetos de pesquisas que esses jovens doutores começam a desenvolver e a publicar. Na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais ressurge com força a escola que nasceu, em Belo Horizonte, nos anos 70, com um perfil inovador. Liderada por Lelio Fabiano dos Santos ela enfatizou inicialmente o jornalismo comunitário. Hoje, aproxima-se criticamente do jornalismo industrial, experimentando formas de expressão que valorizam os atores da sociedade civil, mas dialogam com as lideranças do empresariado e do governo. Sua mais ousada iniciativa tem sido a edição de páginas semanais produzidas em laboratórios didáticos para serem encartadas nos jornais diários da capital mineira. Perfil semelhante pode ser atribuído à Faculdade de Comunicação Social da Universidade Católica de Santos, São Paulo, que combina os procedimentos hegemônicos no mercado com as metodologias peculiares aos movimentos sociais protagonizados nas periferias urbanas. Sua experiência de jornais-murais criados pelos estudantes e veiculados semanalmente nos morros da cidade rompeu o isolamento da universidade em relação à comunidade, motivando as novas gerações de 6 7 Idem, 1991. Idem, 1995. impulso nº 27 288 g g y p jornalistas a produzir informações não burocráticas, referenciadas pela cidadania em movimento. Trajetória singular perfilou a Universidade de Brasília. Seu curso de jornalismo fora esboçado por Pompeu de Souza e estruturado por Luiz Beltrão, nos idos de 60, mas definhara nas décadas seguintes, refletindo a crise institucional que se abatera sobre a universidade, durante o regime militar. A ênfase recente no jornalismo político, ancorada na colaboração de jornalistas competentes como Carlos Chagas, permitiu-lhe recuperar o tempo perdido. Da mesma forma, a atuação de jovens doutores como Murilo Cesar Ramos e Luiz Martins dinamizou a pesquisa dos fenômenos jornalísticos na pós-graduação, gerando estudos significativos. Igual ressurgimento operou-se na paulistana Faculdade Cásper Líbero. Vivendo das glórias do seu pioneirismo, essa escola trilhou o caminho da decadência, nas décadas de 70 e 80, produto das turbulências políticas e das dificuldades econômicas enfrentadas pela Fundação a que está vinculada, mas também do envelhecimento e mediocrização do seu corpo docente. Contudo, no último qüinqüênio, o corpo docente do curso de jornalismo se rejuvenesceu, incorporando profissionais do mercado, atuantes e entusiasmados, que agilizaram e reformularam os veículos laboratoriais. Além disso, os projetos experimentais dos alunos concluintes passaram a privilegiar objetos concretos, convertendo-se em exercícios ousados e inovadores de novos formatos jornalísticos. Dessa forma, a Cásper Líbero reconquistou prestígio local e liderança nacional. O caso da Universidade Estadual de Campinas é paradigmático. Cria-se ali um Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, cuja meta é diagnosticar os fenômenos informativos, formando jornalistas pós-graduados.8 Para tanto, criou um curso de especialização em Jornalismo Científico, subsidiado com recursos do Pronex-CNPq, ensejando também pesquisas sobre a difusão científica na mídia brasileira. Contudo, seu projeto mais arrojado tem sido o Observatório da Imprensa, um laboratório de crítica midiática, dirigido por Alberto Dines e veiculado pela internet, através do Universo On Line (UOL), com a finalidade de avaliar as tendências do nosso jornalismo. Ademais de exercitar criativamente o jornalismo investigativo, inovou no campo do jornalismo digital, mobilizando várias universidades para desenvolver projetos semelhantes. Por sua vez, a Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo, ocupa um lugar de destaque nesse panorama. Sua marca distintiva tem sido a veiculação de um jornal editado semanalmente pelos estudantes e professores do curso de jornalismo para servir à comunidade local. Trata-se de um espaço 8 MARQUES DE MELO, 1997b. 289 impulso nº 27 g g y p de pesquisa e aprendizagem de linguagens, estratégias e formatos jornalísticos, preservado ininterruptamente ao longo de duas décadas. Paralelamente, mantém desde 1978, um programa de estudos de pós-graduação, inicialmente orientado para estudar os fenômenos do jornalismo não-hegemônico e da mídia alternativa. Conhecido nacionalmente como Grupo Comunicacional de São Bernardo,9 essa equipe instituiu, a partir de 1994, uma linha de pesquisa sobre a estrutura da indústria da comunicação, privilegiando as empresas infomativas, os jornalistas e os pesquisadores do jornalismo. Sua ênfase está no resgate da memória institucional e nas histórias de vida dos seus protagonistas.10 Mas não se pode deixar de considerar as transformações experimentadas pela própria Universidade de São Paulo, cujo Departamento de Jornalismo continua a ser o principal foco dos estudos e reflexões brasileiras sobre a comunicação de atualidades, sobretudo a partir dos seus programas de mestrado e doutorado. Eles são responsáveis pela formação de um contingente significativo dos professores dos cursos de jornalismo que atuam em universidades de todo o País.11 Professores-jornalistas, reconhecidos pela profissão e legitimados pela academia, como Cremilda Medina, Bernardo Kucinski, Laurindo Leal Filho, Manuel Carlos Chaparro, entre outros, dão continuidade ao trabalho iniciado pelos fundadores Flávio Galvão, Freitas Nobre, Juarez Bahia, Thomas Farkas, Gaudencio Torquato etc. Outros núcleos, em outras regiões brasileiras, despontam como produtores potenciais de novo conhecimento jornalístico ou como formadores de novas equipes profissionais, academicamente embasadas. O novo século se inicia contabilizando 128 cursos de jornalismo em todo o território nacional. Trata-se de uma expansão vertiginosa, se considerarmos que na década de 50 do século XX havia apenas oito instituições brasileiras dedicadas ao ensino e à pesquisa jornalística. Essa pluralidade de linhas de pesquisa e de opções didático-pedagógicas converte a pesquisa brasileira sobre jornalismo em atividade promissora, completando a sua legitimação acadêmica e o seu reconhecimento pelas corporações empresarial e sindical. O lugar onde vem se dando essa convergência é a reunião anual da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação)12 – cujo GT de Jornalismo acolhe os mais importantes estudos e pesquisas em desenvolvimento nas universidades.13 Ao completar 20 anos de existência, a Intercom pretendeu inventariar a produção científica em cada uma das disciplinas que integram o seu universo acadê9 Idem, 1999. Idem, 1997a. 11 Idem,1998. 12 Idem, 1994. 13 BOTÃO, 1999. 10 impulso nº 27 290 g g y p mico. O debate que se deu em Santos, em 1997, representou a oportunidade para avaliar o grau de maturidade conquistado pela pesquisa dos fenômenos jornalísticos, seja em plano nacional, seja nos entornos europeu e americano. Os resultados desse diagnóstico, incorporados ao livro 20 anos de Ciências da Comunicação no Brasil: o papel da Intercom, organizado por Maria Immacolata Lopes, constituem um convite à reflexão sobre os avanços logrados pelos investigadores brasileiros do jornalismo e suas pautas de trabalho para o corrente decênio. Referências Bibliográficas ANUÁRIO BRASILEIRO DA PESQUISA EM JORNALISMO, 1 e 2, São Paulo:ECA-USP, 1992/ 1993. BARBOSA LIMA SOBRINHO.O Problema da Imprensa. 2.a ed. São Paulo: Edusp, 1988. BOTÃO, P.R. A pesquisa em jornalismo no Brasil: a contribuição da Intercom.In: LOPES, M.I.V. Vinte anos de Ciências da Comunicação no Brasil. São Paulo: Intercom/Unisanta, 1999. DINES, A.; MARQUES DE MELO, J. & VOGT, C. A Imprensa em Questão. Campinas: Editora da Unicamp, 1997. GENRO, A. O Segredo da Pirâmide – para uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre:Tchê, 1987. GOLDSTEIN, G.T. A pesquisa sobre jornalismo impresso. In: MARQUES DE MELO, J. 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