ANO XIII Nº 151
NOVEMBRO 2015
AÇÃO PASTORAL DOS REDENTORISTAS DE GOIÁS, MATO GROSSO, TOCANTINS E DISTRITO FEDERAL
Significado do Ícone
do Perpétuo Socorro
Reprodução
De 05 a 08 de novembro
acontece em Trindade o 1º
Congresso Nacional da Liderança da Juventude Missionária Redentorista de todas
Unidades do Brasil, buscando maior integração e partilha das experiências vividas
em cada região.
GENTE AMIGA
Morte: é a
vontade de
Deus?”
PÁGINA 2
Missionários
da misericórdia
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O simbólico e
o diabólico
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Tá na Rede:
Eles não pensam
no país
Ícone original venerado na Igreja Santo Afonso, em Roma
Ser cristão sem deixar
de ser jovem": é o lema
do COMPROMISSO!
PÁGINA 3
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Divulgação
Sínodo da
Família
Igreja deve proclamar
misericórdia e não
aplicar condenações.
Í
cone é o nome dado a
uma pintura que, não
sendo apenas um quadro ou uma obra de arte,
é carregada de significados sagrados e leva seu
observador à oração. Na
devoção mariana, um
dos mais célebres está
sob os cuidados dos missionários redentoristas.
O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
é formado por quatro
figuras: Nossa Senhora,
o Menino Jesus e dois
arcanjos. A aparição dos
arcanjos com uma lança e
a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos
de sua Paixão. Assustado
corre aos braços da Mãe.
Por causa do movimento brusco desamarra a
sandália. Maria o acolhe
com ternura e lhe transmite segurança. O olhar
de Nossa Senhora não se
dirige ao Menino, mas a
nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus,
o Perpétuo Socorro. As
mãos de Jesus estão nas
mãos de Maria. Gesto de
confiança do Filho que se
apoia na Mãe. Na riqueza
de seus símbolos, o ícone
bizantino tem ainda muito a revelar. PÁGINA 5
A Província de Goiás, com a liderança do Pe. Fábio Pascoal, desenvolve um forte trabalho com a Juventude nas
Paróquias Redentoristas com proposta de viver diferente
e de ajudar a sociedade a perceber que é possível uma
visão nova. PÁGINA 7
23 EVENTOS DO CALENDARIO OFICIAL DO ANO DA MISERICÓRDIA. Página 12
2
Goiânia
novembro 2015
PE. FÁBIO
BENTO
Mestre dos
Noviços
Missionários
da misericórdia
E
m novembro de 1732 nascia
a Congregação Redentorista. Santo Afonso afastou-se da
cidade e foi recolher-se nas montanhas porque estava cansado.
Esse fato simples foi a ocasião
que Deus reservou para se manifestar na vida de Afonso. A Congregação Redentorista é fruto
do amor de Deus. A experiência
que Santo Afonso fez do amor de
Deus, abriu os seus olhos e o seu
coração para contemplar e acolher o povo simples e pobre que
andava abatido como ovelha sem
pastor. Afonso sentiu compaixão
daquela gente. Ele cresceu na
consciência de que fora ungido
para evangelizar os pobres e não
teve mais descanso. Decidiu formar um grupo de homens que
tivessem fé profunda, esperança
alegre e caridade apostólica para
testemunhar e anunciar aos mais
pobres o evangelho do amor de
Deus que a todos quer salvar.
Hoje, os redentoristas assumem o desafio de manter vivo
na Igreja o carisma fundacional
da Congregação. Na força da fé,
na alegria da esperança e com o
amor de Deus que foi derramado em seu coração pelo Espírito
Santo, o missionário redentorista
proclama: “Deus é rico em misericórdia. Por causa do grande
amor com que nos amou, quando estávamos mortos por causa
das nossas faltas, ele nos deu
a vida com Cristo. É por graça
que vós sois salvos! Com efeito,
é pela graça que sois salvos, mediante a fé. E isso não vem de
vós; é dom de Deus!” (Ef 2,4-5.8).
Ouvir e acolher no coração essa
mensagem do amor de Deus manifestado a nós por meio de Jesus
Cristo, ilumina a vida, traz esperança e paz. A pregação do redentorista é para recordar às pessoas o tanto que Deus nos ama e
suscitar nos corações a liberdade
para corresponder a tanto amor,
mediante a conversão para viver
a vida nova em Cristo.
FILOSOFIA n ESPIRITUALIDADE
O simbólico e o diabólico
THIAGO
AZEVEDO
Noviço
redentorista
J
á dizia Kierkegaard, filósofo
existencialista do século XIX,
que “a existência mesma, o existir, é esforço”. Muitos podem
concordar com essa reflexão,
tendo em vista os problemas
enfrentados no cotidiano da
vida. Contudo, a maior tarefa
de um indivíduo consiste em
conformar sua existência com
uma que lhe permite se perder
de si mesmo. Estamos falando
do simbólico e do diabólico,
realidades que coexistem, realidade integradora, capaz de lhe
proporcionar autenticidade, em
oposição a uma outra realidade
em nosso ser.
Entende-se por simbólico
aquilo que gera integração, unidade. Por sua vez, o diabólico
não diz respeito a uma personificação do mal, mas a um movimento oposto ao simbólico,
pois representa tudo aquilo que
divide, separa. Podemos encarar nossa jornada existencial entre essas duas realidades. Mas
como ter êxito na missão de alcançar uma integração interior?
Segundo Kierkegaard, a
existência humana é possibilidade. Isso significa que ela não
é determinada por forças exteriores, mas é vivenciada a cada
decisão do próprio indivíduo.
Diante de inúmeras possibilidades, a maior decisão que o
indivíduo deverá tomar é a de
ser ou não ser ele mesmo. Trata-se de uma determinação ousada, que tem como princípio
a liberdade interior. Quem não
a tem, não é capaz de assumir
sua existência de modo autêntico e libertador.
Nesta reflexão, essa disposição interior em ser si mesmo
corresponde ao simbólico. Assumir o ser que se é, não para
os outros, mas para si mesmo,
é uma forma de integrar todas
as dimensões que constituem
o existir humano: afetiva, emocional, intelectual, etc. Não é
uma tarefa fácil, é verdade, mas
é o melhor caminho para ser
uma pessoa autêntica. O simbólico confere sentido de ordem à
existência, fazendo com que o
indivíduo se sinta plenamente
realizado, mesmo com suas limitações.
Por outro lado, o diabólico
corresponde a um fechamento
para essa possibilidade, ou seja,
o indivíduo decide não ser ele
mesmo. Ocorre uma rejeição do
próprio ser, tendo em vista um
ser ideal, que jamais será real.
Em outras palavras, existe uma
fuga frenética do ser que se
é, que se tornou insuportável
para o próprio indivíduo. Viver assim parece ser mais fácil,
pois geralmente a responsabilidade pelos atos praticados
é transferida para os outros.
Porém, ignorando sua própria
existência, o indivíduo vive em
um caos interior que se traduz
por um verdadeiro inferno
existencial.
A capacidade de congregar ou de dividir está presente
em todos nós. Carregamos em
nosso existir a potencialidade
de vida, mas também a força
que gera a morte. No exercício
da liberdade, cabe a cada um a
decisão fundamental de esforçar-se para ser o que se é. Recorda o filósofo que esse esforço é infinito. Deste modo, por
maior que seja a maturidade
de uma pessoa, ninguém pode
se julgar totalmente livre de se
perder diante das seduções de
uma vida sem muito empenho,
pois a existência oscila constantemente entre o simbólico e o
diabólico.
GENTE
AMIGA
Pe. Maurício Brandolize, C.Ss.R.
Morte: é a vontade de Deus?
I
nfelizmente temos o costume de colocar como
“vontade de Deus” alguns fatos que nada têm
a ver com Ele. Um dos momentos mais delicados
é atribuir a Deus, por exemplo, uma catástrofe
ou uma morte trágica. Dizer nessa ocasião “foi
vontade de Deus” não é nada condizente com o
Deus e Pai de Jesus Cristo. Neste caso teríamos
um Deus terrível, sanguinário e castigador. A
atitude cristã deve ser esta: “Discernir e procurar
a vontade de Deus diante desse acontecimento
trágico”. Diante da morte seria mais cristão pensar assim: “Quando neste mundo não há mais
jeito, nem médico nem medicamento para salvar,
quando a morte chega, então é o Pai que dá um
jeito e pega o filho morto, a filha morta para lhe
dar a vida nova e eterna”. A vontade de Deus é a
vida e se um filho morre, Ele o toma para si e lhe
concede a ressurreição.
Todos os povos veneram seus mortos. Dizem
que novembro é o mês dos mortos. O cristão diz,
com mais propriedade, que é o mês de quem está
vivo com Deus. Levar flores para o cemitério, e
colocá-las nos túmulos das pessoas queridas,
acender velas na intenção dos falecidos, isso é
acreditar que elas estão vivas.
Na Sagrada Escritura encontramos a certeza
de uma vida que dura para sempre. Por isso a fé
cristã valoriza e defende a vida já neste mundo.
Todo atentado contra a vida machuca o coração
que é cristão. Quem de fato é cristão não deseja
a morte de ninguém, nem de seus inimigos (políticos, bandidos, criminosos...) Dói no coração
do cristão morte nas estradas, fome encurtando
vidas, drogas escravizando vidas, crianças de
ruas, desprezo às pessoas idosas ... Tudo isso não
combina com a fé cristã.
Novembro, finados... O costume de visitar os
cemitérios é cultivado desde as culturas mais remotas. Podemos chorar os nossos mortos, mas
junto deve estar a fé na ressurreição. “Quem
acredita em mim, tem a vida eterna”, disse Jesus
(Jo 5, 24).
Existem diversas visões sobre a vida eterna.
Inclusive algumas doutrinas acham que viver na
eternidade é uma conquista pessoal, fruto do seu
esforço. E se ainda não conquistou esta vitória,
precisaria continuar buscando numa outra etapa
de vida aqui na terra. Para esses “a ressurreição é
uma questão de justiça”... O cristão procura fazer
o bem e afirma que “a ressurreição é uma questão de amor... é uma gratuidade da misericórdia
do Pai Eterno”. Paz para os nossos mortos!
Goiânia
novembro 2015
3
Ir. Diego Joaquim, C.Ss.R.
Jornalista da Rede Pai Eterno
Eles não pensam no país
U
m balanço do noticiário
nos conduz a uma conclusão que não é nenhuma
novidade: nossos políticos não
pensam no Brasil. Há sinais
de esperança aqui e ali, mas a
prioridade dos políticos brasileiros está mesmo em suas jogadas políticas em prol de seus
próprios interesses, e não os da
Pátria.
Não faltam exemplos: a reforma ministerial de Dilma
Roussef não deu certo menos
de uma semana depois da posse dos novos ministros. O objetivo principal das mudanças
era recuperar e unificar a base
de apoio do governo no Congresso Nacional. No entanto,
não deu em nada: por falta de
quórum, os vetos presidenciais não foram apreciados no
Congresso Nacional, como era
desejo do governo.
As mudanças ministeriais
também deveriam ter colocado o governo para andar. Só
que cada nova decisão contrária agravou a fragilidade do
governo, como o parecer do
Tribunal de Contas da União
que rejeitou as contas de 2014.
Especulou-se, então, que seria
esta a prerrogativa para abertura de um processo de impeachment contra Dilma Roussef.
E quem poderia dar o
“start” no processo, o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, só recebeu notícias ruins: primeiro,
uma decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu
o poder do presidente da Câmara de dar início ao processo.
Reprodução
ENQUANTO AUTORIDADES
PRIORIZAM SUAS INTRIGAS
POLÍTICAS, A CRISE ECONÔMICA
BRASILEIRA SE AGRAVA
Segundo, as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro
na Operação Lava Jato, e também a comprovação de movimentações financeiras ilegais
em contas bancárias na Suíça.
Em Brasília, o que pode parecer fragilidade se torna oportunidade. Na capital federal,
articula-se um grande acordo
na base do governo que pode
deixar todas as coisas como estão, ou ao menos prejudicando
ao mínimo os envolvidos. A
oposição, por sua vez, procura maneiras de realizar o seu
projeto de abrir o processo de
impeachment e tentar, desta
forma, chegar ao poder, o que
vem sendo chamado, ou de
“terceiro turno”, ou de “golpismo”.
E enquanto todas estas
questões ocupam o dia a dia
dos políticos, o Brasil se agrava na crise econômica. A falta
de coesão e unidade só gera
maior desconfiança nos investidores, e leva o país a uma situação cada vez pior. A culpa
está nos dois lados do jogo do
poder – situação e oposição: da
parte do governo, falta capacidade para o diálogo, enquanto
a oposição não tem a menor
disposição para isso e faz de
tudo para agravar a crise política.
A regra que vale é ‘politicagem primeiro, e o futuro do
país, se der tempo’. Enquanto
isso, a desconfiança do mercado aumenta, e junto com ele, o
desemprego e a inflação. É lamentável, mas parece que em
Brasília, por conta dos interesses partidários, vale a lógica
do quanto pior melhor.
ONLINE
eu curti
Celular conectado
Pesquisa do Comitê Gestor da Internet do Brasil mostrou que 81,5 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade acessam
a internet pelo celular. Os dados mostram que este é o segundo aparelho mais presente nos lares brasileiros, em 92% deles. Perde apenas para os televisores. No total, o telefone móvel é usado por 86% dos adultos e adolescentes, um total de 148,2 milhões
de pessoas. O aparelho é o único meio de acesso à rede para 19% dos usuários. O envio de mensagens instantâneas por redes
sociais ou aplicativos é a atividade mais realizada pelos usuários (83%). Participar de redes sociais é a razão do acesso de 76%
dos usuários. E 58% dos internautas usam a rede para assistir vídeos ou filmes.
Reprodução
PADRE ZEZINHO
Opinião
Reproduzo texto do Pe. Zezinho em suas redes sociais: “Respeito os colegas padres que defendem de unhas e dentes a utopia chamada PT. Não defendo nenhuma utopia política, por isso consigo ver valores em alguns partidos e quase
nenhum valor em outros. E para mim, a Igreja Católica da qual sou ministro não
é uma utopia. ‘Topos’ é lugar. Utopia é um lugar sonhado mas ainda não conquistado. Entre lutar por um partido para ver suas ideias se consolidarem no Brasil
e pelo Reino de Deus acontecendo onde há católicos evangelizados, eu prefiro
usar nosso púlpito para semear diálogo, coisa que os partidos não conseguem
nem querem na sua disputa pelo poder e pelo trono de Brasília! Que nenhum
partido conte comigo. O máximo que posso fazer é escolher gente decente para
moralizar aquelas cadeiras onde vários deles dormem ou apertam o botão errado na hora de nos representar! Faço política sem defender nenhum programa
partidário em particular! Quando sinto que não há mentira eu aplaudo. Quando
vejo mentira deslavada, tento lavar a sujeira que vejo nas declarações desses políticos filiados aos partidos mentirosos. E há mentira nos programas da maioria
dos partidos. Defesa por defesa, eu prefiro defender a Igreja!”.
Papa Francisco, ao
final do Sínodo sobre as Famílias: “O
primeiro dever da
Igreja não é aplicar condenações ou
anátemas, mas proclamar a misericórdia de Deus, chamar à conversão e
conduzir todos os
homens à salvação
do Senhor”.
não curti
Não podemos negar
a seca e o calor forte,
mas há muitos telejornais que parecem
que não conseguem
achar outro assunto.
E há coisas mais importantes para noticiar que previsão do
tempo”.
4
Goiânia
novembro 2015
PE. WALMIR GARCIA
Missionário Redentorista, Paróquia N. Sra. da Guia, Trindade II
Reprodução
NÃO QUIS IDENTIFICAR
Padre, por que é tão difícil
confiarmos nas pessoas?
Tenho muita dificuldade em
acreditar no que as pessoas
falam. O que devo fazer para
me relacionar com as pessoas
do meu convívio e no meu
local de trabalho?
Não acho difícil confiar nas pessoas,
claro que não podemos confiar em
todas as pessoas de modo ingênuo.
A confiança nasce da comprovação
da amizade sincera, do respeito
mútuo. A confiança vem com o
tempo. Procure viver em paz com
as pessoas, sem desconfianças por
qualquer motivo. Seja sincera com
as pessoas, pois a sua sinceridade e
tranquilidade a ajudarão no relacionamento com os outros.
CLEONICE GOMES
PARA
MOTIVAR NA
PARTICIPAÇÃO,
É MELHOR
MOSTRAR EM
QUE O DÍZIMO
É APLICADO.
ISSO VALE MAIS
DO QUE FICAR
INSISTINDO
COM AS
PESSOAS PARA
CONTRIBUIR
VILA AURORA – GOIÂNIA
Apesar dos padres estarem
sempre próximos da comunidade, rodeados de pessoas,
eles sentem solidão?
Todos nós temos momentos de
solidão, momentos de tristeza.
Sentimentos comuns em todo o
ser humano. Não é porque somos
padres que não temos esses sentimentos negativos, como qualquer
um, mas devemos lutar contra isso,
pois a fé deve remover essas montanhas que nos afastam dos outros
e nos levam à desolação. A solidão
não depende de ter ou não pessoas
ao nosso lado, mas de se isolar do
convívio com os outros.
DOMINGOS MATOS
JD. IMPERIAL – AP. DE GOIÂNIA
Participo de uma comunidade
pequena, sou da Pastoral do
Dízimo, temos dificuldade de
transmitir à comunidade os
efeitos que o Dízimo produz
na pessoa. Às vezes é tão pequeno o número de dizimistas
que penso em desistir. O que o
senhor me aconselha?
Você disse que participa de uma
pequena comunidade, daí é natural que seja também pequeno
o número de dizimistas, pois não
tem muita gente na comunidade.
Sobre a dificuldade em transmitir
o valor do dízimo: eu geralmente o
faço demonstrando que todos nós
somos responsáveis pela Igreja,
que é a nossa casa, devemos cuidar
dela como cuidamos de nossa casa.
Mostre em que o dízimo é aplicado,
isso vale mais do que ficar insistindo com as pessoas para contribuir.
Não desanime, pois o seu desânimo
contaminará os outros, é preciso
ter esperança e alegria em servir a
Deus mesmo em uma comunidade
pequena como a sua.
PAULO CÉSAR
V. MARIA – PALMEIRAS DE GOIÁS
Temos ouvido falar muito
em diminuição da maioridade penal. O que o Senhor
pensa a respeito? É a favor ou
contra? Acha que vai resolver
alguma coisa?
Não concordo com isto, sou radicalmente contra. Não é diminuindo a maioridade penal que iremos
acabar com a marginalidade, creio
que teremos uma reação contrária,
irá aumentar a criminalidade. O
que precisa mudar é o sistema de
educação de nosso país, dar mais
oportunidade às pessoas de conseguir o seu emprego. Precisamos
de ações que fortaleçam a família
e só pela educação podemos chegar
ao crescimento da paz entre nós.
VICENTINA MEDEIROS
JARDIM AMÉRICA – GOIÂNIA
O demônio se manifesta de
qual maneira? Ele pode se
manifestar em objetos?
Não creio em manifestação demoníaca em objetos, pois estes não
têm vida. O demônio se manifesta
na maldade humana, no mau
relacionamento, no espírito de
vingança, na maledicência, na
luta contra o bem. São muitos
modos de vermos a manifestação
demoníaca nas pessoas, não tem
uma receita para dizermos o que é
ou não manifestação do demônio.
EDUARDO JUNIOR
PARQUE AMAZONAS – GOIÂNIA
Muitas pessoas não conseguem administrar os fracassos, se afastam da Igreja,
dos amigos, simplesmente se
isolam. Padre, como devemos
reagir às quedas que sofremos na vida?
Não é fácil administrar os fracassos.
Todos nós passamos por grandes
desafios na vida, seja profissional,
financeiro, de relacionamento,
de perdas. São inevitáveis os fra-
cassos, mas precisamos reagir
positivamente, pois as crises e
dificuldades devem ser motores que
nos impulsionam para a solução.
Ficar lamentando e “curtindo” o
fracasso só nos levará para o desânimo. Devemos enfrentar tudo
com espírito de fé, de esperança. A
amizade nesses momentos de crise
tem um papel muito importante. É
preciso levar motivação às pessoas.
SIMONE FERREIRA
SETOR SUDOESTE – GOIÂNIA
Qual a diferença entre Frei
Franciscano e Frei Capuchinho?
São duas Ordens religiosas diferentes, apesar de serem da mesma
família franciscana. A diferença
de uma Ordem para outra ou de
uma Congregação para outra está
no carisma, no modo como os
seus membros exercem o apostolado. Não é uma divisão, apenas
modos diferentes de exercer o
apostolado, a evangelização. Os
Frades Menores Franciscanos
foi fundado por S. Francisco de
Assis e depois vieram os Frades
Conventuais e os Capuchinhos,
que se separaram devido aos modos de interpretação do espírito
franciscano e o modo da aplicação
do carisma de S. Francisco. São
Ordens irmãs.
ANA MARIA
CONJ. ESTRELA D’ALVA – GOIÂNIA
O senhor pode explicar o
sentido da vida eterna?
A vida eterna é a consequência de
uma vida dedicada, de uma vida
justa, honesta, coerente com a fé
que professamos. A vida eterna é o
prêmio de nossa fidelidade a Deus,
do assumir os valores que Deus
nos deixou.
LUCIMAR ALMEIDA
SETOR GARAVELO - GOIÂNIA
Quais são as ocasiões em que
se pode administrar a comunhão sob as duas espécies
para os fiéis?
Em qualquer ocasião se pode administrar a comunhão sob as duas
espécies, não existe uma ocasião
específica. O mais comum é sob a
espécie do Pão, devido a facilidade
da administração neste modo, mas
nada impede que se faça de outra
maneira.
Envie sua pergunta ao PE. WALMIR GARCIA e-mail: [email protected]
Na Difusora de Goiânia, Pe. Walmir também responde sua dúvida. 2ª e 6ª feira, às 11 h, no programa Humberto Aidar.
Goiânia
novembro 2015
5
PERPÉTUO SOCORRO n 150 ANOS
Significado do Ícone
do Perpétuo Socorro!
Em Brasília
PARÓQUIA DO LAGO SUL VIBROU
COM A VISITA DO ÍCONE
Arquivo
O OLHAR DE NOSSA SENHORA NÃO SE DIRIGE AO
MENINO, MAS A NÓS; E SUA MÃO DIREITA NOS
APONTA JESUS, NOSSO PERPÉTUO SOCORRO
Í
cone é o nome dado a uma
pintura que, não sendo apenas
um quadro ou uma obra de
arte, é carregada de significados
sagrados e leva seu observador à
oração. O Ícone de Nossa Senhora
do Perpétuo Socorro é formado
por quatro figuras: Nossa Senhora,
o Menino Jesus e dois arcanjos. A
aparição dos arcanjos com uma
lança e a cruz mostram ao Menino
Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços
da Mãe. Por causa do movimento
brusco desamarra a sandália.
Maria o acolhe com ternura e lhe
transmite segurança. O olhar de
Nossa Senhora não se dirige ao
Menino, mas a nós. Porém, sua
mão direita nos aponta Jesus, o
Perpétuo Socorro. As mãos de
Jesus estão nas mãos de Maria.
Gesto de confiança do Filho que
se apoia na Mãe. Na riqueza de
seus símbolos, o ícone bizantino
tem ainda muito a revelar.
• Adriana Variedades
• Comercial União
• Madeireira Martins
• Drogaria Popular
• Papelaria Arco-Íris
Alguns detalhes
Várias LETRAS GREGAS são
encontradas no ícone. São abreviaturas de “Mãe de Deus”, “Arcanjo
São Miguel” (à esquerda, e ele
apresenta a lança, a vara com a
esponja e o cálice da amargura),
“Arcanjo São Gabriel” (à direita,
segurando a cruz e os cravos,
instrumentos da morte de Jesus).
Os anjos, em vez de trazerem
harpas ou trombetas de louvor,
apresentam os instrumentos da
Paixão de Cristo. À direita, entre o
menino Jesus e o Arcanjo Gabriel,
Rua Mandaguari - Qd. 37 - Lt. 16
Jd. Marista | Tel.: 3294-0120
Disk Remédios
3577-3077 | 3294-5752
Av. Pres. Vargas Qd. 30 - Lt. 04
Tel.: 3577-3025
•Agro-Maciel
Reprodução
outras letras que são abreviaturas
de “Jesus Cristo”.
A ESTRELA de oito pontas
na fronte e véu de Maria é a
estrela-guia, que nos conduz
como conduziu os reis magos,
ao encontro com Jesus. Que nos
guia no mar da vida até o porto
da salvação.
OS OLHOS DE MARIA são
grandes e voltados sempre para
nós. Indicam que ela nos acolhe
e vê todas as nossas necessidades. Maria olha diretamente para
quem a vê e não para Jesus. Ela
olha para você, como se quisesse
lhe falar uma coisa muito importante.
A BOCA DE MARIA representa ser pequena e guardando silêncio. Fala pouco, mas comunica
muito a partir do seu olhar sereno.
Guarda tudo em seu coração.
VESTES: Maria tem um manto
azul (emblema das mães no tempo
de Nossa Senhora), com o forro
verde e uma túnica vermelha (distintivo das virgens daquela época). Azul, verde e vermelho eram
as cores da realeza. As roupas de
Jesus, verde com a faixa vermelha
e o brocado de ouro, eram próprias de reis e imperadores.
As MÃOS DE MARIA não
seguram a mão do menino
assustado que correu para seus
braços num aperto protetor, mas
permanece aberta, convidandonos a pôr as nossas mãos na sua,
unindo-nos a Jesus. Sua mão esquerda sustenta Jesus manifestando que ela apoia, acolhe e protege
aqueles que, nos sustos da vida,
correm para os braços da Mãe.
As MÃOS DE JESUS apoiadas
nas mãos de Maria, significando
confiança total.
A SANDÁLIA DESATADA:
Nos desesperos da vida, assustados pelas dificuldades e medos,
corremos o risco de perder-nos.
Mas resta ainda um fio que nos
une à salvação. Esta sandália pode
ser o símbolo de um pecador preso
ainda a Jesus por um fio, isto é, a
devoção a Nossa Senhora!
O CENTRO DO ÍCONE:
Maria, ao mesmo tempo que nos
acolhe com seu olhar, com a mão
aberta nos indica Jesus Cristo
como nosso Redentor. Jesus é o
nosso Perpétuo Socorro.
O FUNDO todo do quadro é
dourado e dele saem reflexos ressaltando as roupas e simbolizando
a alegria do céu, para onde caminhamos levados pelo Perpétuo
Socorro de Maria.
Ícone original venerado na Igreja
Santo Afonso, em Roma
Av. Presidente Vargas
Jd. Marista
Av. Pres. Vargas, 612
Jd. Marista | Tel.: 3210-7575
Rua 40, 186
Renata Park
• Supermercado Apollo
Av. Pres. Vargas, 1.355
Jd. Marista | Tel.: 3294-5659
Disk Remédios
Jd. Marista | Tel.: 3294-5767
Av. 24 de Outubro, 1357
St. Campinas
A Igreja do Perpétuo Socorro foi pequena
para abrigar tanta gente
“
Fazei que todo o mundo a conheça”. Esse pedido
foi feito pelo Papa Pio IX aos Missionários Redentoristas ao confiar para eles a missão de divulgar
a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. E
assim tem acontecido desde 1866, há quase 150 anos. E
para marcar este evento, no mundo inteiro está sendo
celebrado solenemente o Ano Jubilar. Entre as comemorações, no Brasil, destaca-se uma peregrinação
com o ícone pelas paróquias nas mais variadas regiões
do Brasil. Dia 30 de setembro foi a vez da Paróquia
de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Lago Sul, em
Brasília. Os redentoristas se encontram nesta paróquia
desde a fundação de Brasília. O atual pároco é o Pe.
Antonio Gomes. Pe. Robson de Oliveira, Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás, é o encarregado
pela União dos Redentoristas do Brasil para fazer tal
peregrinação com o Ícone do Amor. A celebração foi
marcada com uma presença extraordinária de fiéis
que lotaram a igreja para receber festivamente e com
muito carinho o Ícone do Amor, que foi introduzido
na igreja pelo Pe. Antonio Gomes e Pe. Rafael Vieira.
A fé se extravasava nos vivas e aclamações, nos gestos
e nas palavras de súplica.
Sobre este trabalho de levar o ícone em peregrinação pelas paróquias, Pe. Robson afirmou: “É um
itinerário grande, um trabalho intenso, e a gente
espera corresponder bem aos pedidos das paróquias
e das dioceses. Esperamos ter força para isso. E vale a
pena, pois Nossa Senhora é aquela que nos apresenta
o Perpétuo Socorro, isto é, o seu filho Jesus”, declarou
Pe. Robson.
Em outubro a peregrinação aconteceu em Campos dos Goytacazes/RJ e neste dia 1º de novembro
(17h30) o Ícone do Amor será recebido pela multidão
que frequenta o Santuário/Matriz de Campinas em
Goiânia.
• Drogaria Marista
• Casa Central
Av. Castelo Branco, 5.478 – Bairro Ipiranga – Goiânia-GO
Fone: (62) 3295-1497
6
Goiânia
novembro 2015
Reprodução
Arquivo
Arquivo
Obras
sociais
Entre os dias 13 e 16
de outubro, as Obras
Sociais Redentoristas
promoveram a
comemoração do Dia da
Criança nos seus Centros
Sociais de Trindade.
Além da programação
nos Centros, as crianças
participaram de um
dia de lazer na Chácara
Paroquial Paraíso com
muitas atividades
esportivas, inclusive
piscina (foto), lanches,
pipocas, algodão doce...
No final foi entregue
uma sacolinha surpresa
para cada criança.
Durante o evento as
Obras Sociais tiveram o
apoio dos estagiários da
FUG (Faculdade União
de Goyases) e de alguns
bolsistas da OVG.
Pe. Robson de Oliveira e Pe. Wanderly Borges
URUTAÍ/GOIÁS
A
Paróquia do Senhor Bom Jesus
em Urutaí/GO, cidade de uns 4
mil habitantes, na diocese de Ipameri, está confiada ao redentorista Pe.
Wanderly Borges há uns três anos.
No dia 16 de outubro os devotos do
Divino Pai Eterno tiveram o privilégio de receber a Visita da Imagem
Peregrina. A imagem do Pai Eterno entrou em procissão conduzida
pelo Pe. Robson de Oliveira, que
ressaltou o trabalho missionário da
região: “Aqui é uma paróquia onde
trabalha o Pe. Wanderly, um redentorista de nossa equipe. Por isso ele é
uma presença atuante da Congregação Redentorista, dos missionários
do Divino Pai Eterno neste lugar,
nesta diocese de Ipameri. Ele nos
convidou e estamos aqui trazendo
essa imagem para essa paróquia”.
Muita gente precisou acompanhar a celebração pelo telão. Os paroquianos de Urutaí demonstraram
sua gratidão, pois além desta peregrinação festiva, antes na cidade
também tinha chegado a ajuda para
a evangelização através da Associação Filhos do Pai Eterno (AFIPE).“Nós enfrentamos um desafio, que
era a construção de um centro de
eventos, e nós fomos até a AFIPE,
na pessoa do Pe. Robson, e o que era
para sair em oito anos, saiu em um
ano e nove meses”, relatou Pe. Wanderly Borges.
É
um livro de autoria do Pe. Fábio
Pascoal. Uma ficção infantojuvenil, um drama cristão que narra
a trajetória do jovem Gilberto em seu
processo de conversão, de encontro
com Deus, de amizades, de salvação.
É uma excelente oportunidade
de mergulhar, através de uma
escrita muito simples, na realidade
que muitos jovens hoje vivem ou
poderiam viver. Por isso, não percam
a oportunidade de se encontrar com
as realidades de conflitos internos e
externos desse jovem, e de descobrir
como Jesus o salvou. Ao adquirir o
livro, você estará ajudando também
nas obras de evangelização da
Juventude Missionária Redentorista
nos estados de Goiás, Mato Grosso,
Tocantins e do Distrito Federal.
Pedidos por e-mail: secretariajumire@
gmail.com celular: (62) 8606-0483 ou
(62) 9610-1485.
Goiânia
novembro 2015
7
Brandolize
Projeto COMPROMISSO
Divulgação
NOVA VILA/GOIÂNIA: Nos dias 09, 10 e 11 de outubro, aconteceu em
Goiânia a décima quarta edição do encontro COMPROMISSO da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes (Nova Vila), cujo pároco é o Pe. Éverson. Participaram 72 jovens.
Redentoristas visitando e admirando o Cineteatro AFIPE
Divulgação
Cineteatro e
Novo Santuário
O
s missionários redentoristas da Província de Goiás (Goiás,
Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal) estiveram reunidos em Trindade, entre os dias 13 e 16 de outubro, para o Capítulo
Provincial (encontro anual para discutir assuntos de sua vida e
pastoral). Na ocasião visitaram o Cineteatro AFIPE, que está prestes a ser inaugurado, e as obras de construção da nova Casa do Pai
Eterno.
ABADIA DE GOIÁS: Nos dias 2, 3 e 4 de outubro, 52 jovens participaram
da edição IV do COMPROMISSO da Paróquia Nossa Senhora da Abadia que tem como
pároco o Pe. Edson Costa.
Divulgação
Brandolize
Cineteatro AFIPE na Praça do Santuário Matriz
Divulgação
Brandolize
RIO VERDE/GO: Nos dias 03 e 04 de outubro, aconteceu na Paróquia Santo
Antônio, cujo pároco é o Pe. Carlos José, o retiro “Ainda Existe uma Cruz” (AEUC) do
Projeto COMPROMISSO RIVER. Participaram 46 pessoas.
PARAÍSO DO TOCANTINS:
Visitando as obras da construção da nova Casa do Pai. Acima
das colunas virá a laje do corpo do novo Santuário.
Divulgação
Brandolize
Nos dias 26 e 27 de setembro, 75 jovens
da Paróquia São José Operário (cujo pároco é o Pe. Sidney Martins) participaram da
edição 2015 do IDENTIDADE. Eles já haviam participado das edições anteriores do
COMPROMISSO. Neste encontro foi eleita a nova coordenação local do Projeto COMPROMISSO: Thalles, Luiz Augusto, Luana e Carleane.
CONFRESA/MT: Em agosto de 2015, 70 jovens da Paróquia São Sebastião
Parte do subsolo onde será o ossário
participaram do encontro IDENTIDADE. Na ocasião foi eleita a nova coordenação do
Projeto COMPROMISSO de Confresa: Wesley, Rialdo, Maira e Rackely.
8
Goiânia
novembro 2015
PE. LUIZ CARLOS
Missionário Redentorista, SP
Brandolize
Santo sem coroa
Solenidade de Todos os Santos
(01.11.15)
Mateus 5,1-12
A
celebração de Todos os Santos
é uma festa de família. Todos
os que estão no Céu vão comer o
bolo. Que beleza! Quem está no
Céu? Lá não é clube do bolinha
onde entram somente aqueles que
nós escolhemos. Para lá vão todos
que Deus acolheu por sua bondade: os que procuram fazer o bem,
praticar a justiça, amar e se dedicar
aos outros. “Todos lavaram suas
vestes no sangue de Cristo, o Cordeiro”. O salmo canta: Os que têm
puras as mãos e inocente o coração
e não dirige a mente para o crime.
Quem anda julgando os outros, não
fazendo caridade, pode ser que não
encontre lugar para si.
Jesus, prático como sempre, dá
a receita dessa santidade que deve
se vivida aqui, para ser celebrada
no Céu. É coisa fácil. Até criança
pode fazer: Desapego das coisas
materiais, preocupar-se com o bem,
mansidão, bondade para com os outros, não ter má intenção, promover
a paz e os que são perseguidos por
crerem em Jesus.
Deus é o Santo e nós somos filhos
queridos desse Pai Santo. Então somos santos. Tal Pai, tal filho. O Pai
quer que todos vão para sua casa. Lá já
estão nossos familiares, nossos amigos
já falecidos e uma imensa multidão
de irmãos. Não precisa ser declarado
santo para ser. Santo a gente se faz em
vida. Somos santos sem coroa. Mas
podemos chegar lá também.
Hoje lembramos essa imensa
multidão e nos animamos a chegar lá.
Fim da curva
Comemoração dos Fiéis Defuntos
(02.11.15)
João 6,37-40
A
o lado da comemoração de
todos os santos celebramos a
memória de todos os mortos. É um
momento de uma tristeza serena
e de pensar na verdade da vida. A
vida, um dia termina. Termina aqui,
mas continua lá. Há gente que ensina que a vida acaba com a morte.
Por que então visitar os cemitérios,
lembrar os mortos, se tudo acabou?
Os cemitérios são o maior testemunho da vida que continua.
Temos algo mais que a vida: A
vida eterna. Aqui encontramos a
maravilha que Deus nos oferece: a
ressurreição. Como isso vai funcio-
nar, sabemos pela fé. Como Jesus
ressuscitou dos mortos, nós também
ressuscitaremos. Crer na ressurreição dos mortos é a melhor condição
para viver bem a vida que nos é
dada. Vivemos já a vida eterna na
medida em que vivemos bem nossa
vida, mesmo nos sofrimentos.
Jesus não quer que nenhum de
nós se perca, e coloca aí sua missão:
“Não desci do Céu para fazer minha
vontade, mas a vontade daquele que
me enviou: que eu não perca nenhum
daqueles que Ele me deu, mas que
os ressuscite no último dia” (Jo 6,39).
Pela fé temos em nós a vida eterna.
Caindo no cofre
32º Domingo Comum (08.11.15)
Marcos 12,31-44
C
onhecíamos a figura do Tio Patinhas, o velho rico e avarento,
que vivia para o dinheiro. Pulava em
seu monte de moedas para sentir o
prazer do dinheiro, como se fosse
um banho. Jesus apresenta um modo
muito maior para viver a riqueza:
com o pouco que temos, podemos
mergulhar no cofre da bondade divina. Deus não quer nossas coisas.
Quer a nós inteiros. Por isso nos
mostra que a pobre viúva, dando
suas moedinhas, deu tudo o que
tinha para viver, isto é, sua vida. Era
o que Deus queria. É o milagre que
Elias faz para a viúva que reparte
com ele o quase nada que possuía.
Jesus põe em contraposição o
estilo dos doutores de seu tempo
que davam valor para as roupas e
aproveitavam de tudo para aparecer. E exploravam os pobres. É uma
mensagem muito boa para nós. Há
muita gente na Igreja que vive a religião para si e não se doam a Deus.
Esses doutores continuam vivos
dentro de nossa Igreja em nossos
bispos, padres, seminaristas e leigos
que usam o altar para aparecer. Que
pena! Uma vida doada rende muito
mais, mesmo que seja numa moedinha de cinco centavos.
Deus nos quer inteiramente disponíveis e que nos dediquemos a
seu serviço. Tem que pular dentro
do cofre da entrega total a Cristo.
Relógio sem ponteiro
33º Domingo Comum (15.11.15)
Marcos 13,24-32
C
hegando ao final do Ano Litúrgico e no início do Advento
refletimos sobre o fim dos tempos
com os fenômenos simbólicos que
o acompanham. Essa linguagem de
tribulações da natureza se chama
apocalíptica. Era um modo de explicar para que se entendesse a seriedade do momento. Quer dizer que
devemos levar a sério nossa vida.
A Bíblia diz: “Em tudo o que fizeres lembra-te de teu fim”. Por isso
Jesus conta a parábola da figueira:
“Quando seus ramos ficam verdes
e as folhas começam a brotar, sabeis
que o verão está perto. Assim, quando
virdes acontecerem essas coisas, ficai
sabendo que o Filho do Homem está
próximo, às portas” (Mc 13,28-29).
Jesus não convida a viver com medo,
mas viver com intensidade sua vida.
Ela dá certeza que suas palavras
são seguras e aconteceram a seu tempo: “Os céu e a terra passarão mas as
minhas palavras não passarão” (31).
Vivemos, mas tudo caminha para o
fim. Quando isso acontecerá? Nem Ele
sabe. Só o Pai (32). É um relógio sem
ponteiro. Mostra o tempo e não a hora.
Uma carta sem baralho
Solenidade de Cristo Rei do Universo (22.11.15)
João 18,33b-37
O
Ano Litúrgico se encerra com a
festa de Cristo Rei, pois, como
caminhamos na história, sabemos
que ela tem uma direção. E esta é o
Cristo Jesus para o qual se dirigem
todas as coisas (Ef 1,10). Vamos,
juntamente com todo o universo
caminhando em direção a Cristo.
Cristo não é rei nem do carnaval,
nem de baralho nem da Inglaterra.
Ele é o Senhor que serve a todos para
que todos tenham um lugar no seu
reino de justiça, amor e paz.
É rei porque nos ama e nos
liberou com seu sangue e fez de nós
um reino, sacerdotes para Deus, seu
Pai. (Ap 1,5-6). Pilatos pediu-lhe a
confirmação de sua realeza. Sou rei,
mas não como você pensa. É rei da
verdade. Leva cada homem e mulher a serem inteiros e completos. A
verdade do homem é a verdade de
seu ser. Por isso temos a integridade de Jesus. Quem é verdadeiro se
entende com Jesus e não precisa de
um baralho para encostar sua carta.
O Reino de Jesus não é dominação, mas dedicação e serviço. Por
isso Jesus está coroado na cruz. É sua
coroa de glória; o sangue é seu manto
vermelho; sua liberdade sobre todas
as coisas é estar preso na cruz que
é a expressão máxima de seu amor.
Rasgando cardápio
1º Domingo do Advento (29.11.15)
Lucas 21,25-28.34-36
I
niciamos o Tempo do Advento
que nos prepara para a vinda de
Cristo na Glória no fim dos tempos
e sua vinda ao mundo no Natal. Esta
é como o orvalho sobre as plantas e
aquela será gloriosa. Rezamos nesse
tempo para que, por nossas boas
obras, possamos ir ao encontro de
Cristo. Para isso pedimos para conhecer os caminhos de Deus.
Continuando a reflexão sobre a
vinda gloriosa de Cristo somos advertidos a não ficarmos insensíveis
não percebendo os caminhos de
Deus. A insensibilidade pode ser
provocada pela gula, bebida, preocupações. Por isso é necessário rasgar o
cardápio que engorda nosso coração
espiritual e viver atentos na oração e
nas boas obras para estarmos prontos
quando Cristo vier. Aí poderemos
ficar de pé diante do Cristo.
Cristo não vem para nos castigar, mas para nos libertar. Lemos:
“Quando estas coisas terríveis começarem a acontecer, levantai-vos
e erguei a cabeça porque a vossa
libertação está próxima.”
Nossa vida tende para um fim
maravilhoso. Por isso, preparemo-nos. Nosso coração esteja preparado
para ter um Natal magnífico. Por isso
preparemos nosso coração com um
cardápio espiritual bem equilibrado.
Goiânia
novembro 2015
9
IGREJA n VIM PARA SERVIR
Igreja deve proclamar misericórdia
e não aplicar condenações
OS VERDADEIROS DEFENSORES DA DOUTRINA NÃO SÃO OS
QUE DEFENDEM A LETRA, MAS O ESPÍRITO; NÃO AS IDEIAS, MAS
O HOMEM; NÃO AS FÓRMULAS, MAS A MISERICÓRDIA DE DEUS
C
L’OSSERVATORE ROMANO
oncluiu-se no domingo,
25 de outubro, com a Santa Missa presidida pelo Papa
Francisco, o longo caminho
sinodal dedicado à família, aos
desafios que deve enfrentar na
era moderna, às esperanças
para aquelas que têm feridas
profundas. Foram 3 semanas
de intenso e profícuo trabalho
no Sínodo dos Bispos sobre a
Família.
A mídia de modo geral
cumpriu a sua obrigação, seguindo com atenção as reflexões propostas pelos Padres
sinodais. Mais a mídia católica do que os grandes meios de
comunicação, pois alguns deles tentaram criar uma espécie de via paralela dos temas
debatidos, chegando a afirmar
que na Sala do Sínodo, muitos
interlocutores dividiram os
membros da Assembleia, com
posições rígidas e intransigentes sobre certos temas. Na
sua espontaneidade o próprio
Papa dizia: “Vamos evitar as
fofocas, elas fazem mal a todos”.
Deixando de lado as fofocas midiáticas, o Sínodo dos
Bispos, com a sua grande
característica de um mosaico a ser completado, trouxe
ao Vaticano o pensamento,
a reflexão, as angústias e esperanças de pastores dos 5
continentes, que com suas
experiências, culturas e linguagens diferentes, demonstraram a unicidade, a colegialidade, de uma Igreja viva e
que caminha com o “Povo de
Deus”.
Muitos apostaram em mudanças radicais no que diz
respeito a temáticas delicadas,
como a comunhão aos recasados e as uniões de pessoas do
mesmo sexo. Mas desde o início dos debates, o Papa Francisco, grande incentivador do
Sínodo, sempre deixou claro
que não era um encontro para
mudar a doutrina da Igreja,
mas sim um percurso para
identificar soluções e dar esperanças para muitas pessoas
que vivem o grande peso de
uma falência no matrimônio.
Para que isso acontecesse,
Papa Francisco disse que se
falasse de tudo com extrema liberdade: “Não há nada
de que não se possa falar”. E
isso foi feito e de modo muito
construtivo, mostrando uma
Igreja viva, corresponsável e
participante.
Do Sínodo sai a constatação da beleza e do valor da família, uma resposta às exigências e aos desafios do nosso
tempo. Assim delineia-se um
caminho pastoral muito concreto e de acompanhamento
para as famílias feridas, o que
significa acolhimento de todos, companhia da vida e da
fé. Portanto, proximidade, escuta, partilha.
Neste caminho difícil e
cheio de desafios se sobressai
a misericórdia, que é o coração do Evangelho: por isso a
Igreja deve ser especialista em
misericórdia. Quem quiser
contrapor verdade e misericórdia esquece que a verdade
do Deus cristão é o amor do
Deus Trino: portanto, a misericórdia como centro, coração,
ponto de início e de orientação
de tudo aquilo que vivemos.
Visão do papa
Ao encerrar as reflexões sobre o Sínodo no dia 24 de outubro, o papa discursou para os
Bispos: “Enquanto eu acompanhava os trabalhos do Sínodo,
pus-me esta pergunta: O que
vai significar, para a Igreja, encerrar este Sínodo dedicado à
família?”
E logo em seguida teceu
alguns pontos do que não significa o Sínodo: “Certamente
não significa que esgotamos
todos os temas inerentes à
família, mas que procuramos iluminá-los com a luz do
Evangelho, da tradição e da
história bimilenária da Igreja
... Seguramente não significa que encontramos soluções
exaustivas para todas as dificuldades e dúvidas que desafiam e ameaçam a família,
mas que colocamos tais dificuldades e dúvidas sob a luz
da Fé, examinamo-las cuidadosamente, abordamo-las sem
medo e sem esconder a cabeça
na areia”.
Então Francisco começou
a dizer o que significa o encerramento deste Sínodo para
a Igreja: “Para a Igreja, encerrar o Sínodo significa voltar
realmente a ‘caminhar juntos’
para levar a toda parte do
mundo, a cada diocese, a cada
comunidade e a cada situação
a luz do Evangelho, o abraço
da Igreja e o apoio da misericórdia de Deus!
Significa que demos provas da vitalidade da Igreja Católica, que não tem medo de
abalar as consciências anestesiadas ou sujar as mãos discutindo, animada e francamente,
sobre a família.
Para Francisco, a experiência do Sínodo fez compreender
melhor “que os verdadeiros
defensores da doutrina não
são os que defendem a letra,
mas o espírito; não as ideias,
mas o homem; não as fórmulas, mas a gratuidade do amor
de Deus e do seu perdão. Isto
não significa de forma alguma
diminuir a importância das
fórmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro
Deus”.
A estrada agora é caminhar
em profunda comunhão com
o Papa Francisco. E com o Relatório Final, fruto do trabalho
sinodal, que será apresentado
ao Papa, Francisco definirá as
formas em matéria concreta,
porque o presidente do Sínodo
é ele. (fonte: Radio Vaticana)
A
10
MÍDIA REDENTORA
Goiânia
novembro 2015
CF em Família 2016
Celebrando a Quaresma rumo à Páscoa do Senhor
Quero
ver o direito
brotar como fonte e correr
a justiça qual riacho que
não seca. (Am 5,24)
Refletindo a CF de 2016, com o tema CASA COMUM, NOSSA
RESPONSABILIDADE, este livrinho, contendo seis encontros, uma viasacra e uma celebração de encerramento, com linguagem popular e
metodologia dinâmica, quer contemplar os desafios de nossa Igreja e
sociedade, rezando com as famílias o tema proposto pela CNBB para
esta Campanha da Fraternidade Ecumênica.
Formato: 13,5 x 20,5 cm | Páginas: 32
R$
1,10
Cosmo
Estamos em tempos que o ser humano toma um pouco mais
de consciência que o mundo é sua morada, por isso é um lugar
que merece cuidado e proteção. Portanto, como morador do
cosmo, o homem deve zelar por seu lar.
O nosso lugar (morada) pode mostrar e questionar sobre quem
somos. Por isso, as perguntas existenciais não são apenas sobre
o começo (De onde viemos?) e sobre o fim (Para onde vamos?),
mas também nos perguntamos sobre “Onde estamos?” e
“Qual é o nosso lugar?” A busca do ser humano se amplia, ela
passa pelo relacionamento com Deus, com os homens e com
o cosmo, o nosso lar: “O cosmo é, de fato, o lugar do homem.
Todo ser necessita de um lugar para se identificar, para estar
em casa, para habitar. O cosmo é o lugar do homem, onde ele
está em casa e na sua glória.”
Conhecendo
nossos escritores
PROMOÇÃO
FORMATO: 32X46 CM
Pe. Vicente André
de Oliveira, MissioNossa
nárioé oRedentorista,
Alegria
formado em Filosofia
com licenciatura em
Psicologia e História
em Lorena-SP e Teo2015
logia no ITESP. Trabalhou como pároco na Matriz de Campinas,
Goiânia-GO, diretor do CPP em Brasília,
reitor e administrador
do Santuário
do
dquira os livrinhos
de Natal
(Natal em Família,
Divino Pai Eterno,
Trindade-GO.
Trabalhou
Natal com os Jovens ou Natal com as Crianças)
no Santuário
Nacional
de Nossa
Senhora
e concorra
nesta
promoção:
Aparecida, foi Reitor do Santuário Santa
 1 (uma) imagem fac-símile do Divino Pai EterTeresinha em Tietê-SP e atualmente é Páno paraSanto
a pessoa
sorteada
roco na Paróquia
Afonso, em
Cam
1
(uma)
mala
de
missa
pinas-SP. Colabora imensamente com o personalizada para a
trabalho evangelizador
Scala Editora indicada pela pessoa
Paróquia ou daComunidade
escrevendo
os
subsídios:
CF
em Família,
sorteada.
A luz dos
povos
–
A
Igreja
é
sacramento
Para participar é muito fácil, basta destacar o selo
de Cristo, Reconciliação e Os sacramenpromocional que se encontra nosn livrinhos
e nos
Novena Perpétua
tos à luz da exortação apostólica Sacraenviar com os dados que constam nno
regulamento.
Novena Perpétua
mentum Caritatis.
Ofício da
Imaculada Conceição
e Rosário Meditado
Este livrinho traz duas grandes
preciosidades marianas: o Ofício
da Imaculada Conceição, que é
uma popular oração à Maria, e a
devoção do Rosário, que vem neste
livrinho de forma diferenciada,
contemplando, além dos mistérios,
uma meditação para cada
Ave-Maria rezada.
Formato: 10 x 14 cm | Páginas: 48
R$
REZANDO COM OS SANTOS
3,50
A
a Santa Bárbara – 04 de dezembro
a Santa Luzia – 13 de dezembro
Saiba mais pelo site: www.scalaeditora.com.br
n Novena em louvor a Santa Luzia
Léxico Familiar
Redentorista
CARTÕES DE NATAL
Formato: 10x15 cm
Papel triplex 250 g
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1,00 cada
Cód. C1
Cód. C2
Cód. C3
Cód. C4
Este livro se destina tanto
aos animadores (sacerdotes
e leigos) como aos jovens e
outras pessoas que cultivam a
espiritualidade redentorista. Ele
traz a explicação de algumas
palavras que fazem parte da
vida dos filhos de Santo Afonso.
Este léxico é como que uma
espécie de enciclopédia da vida,
espiritualidade, carisma e missão
da Congregação.
Formato: 14 x 20,5 cm |Páginas: 88
R$
scalaeditora.com.br
scala.editora
ScalaEditora
10,00
Goiânia
novembro 2015
Missionários em
Santa Teresinha/MT
Gratidão
Nosso Guia é um jornal para todas as Comunidades, Paróquias e instituições ligadas à Ação
Pastoral dos Redentoristas de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal. Por isso conta
com o suporte da Congregação Redentorista e
também recebeu recentemente ajuda valiosa e
generosa de pessoas amigas abaixo relacionadas:
A COMUNIDADE SANTA-TERESINHENSE
HOMENAGEOU A SUA PADROEIRA ÀS MARGENS DO
RIO ARAGUAIA, NA DIVISA COM O PARÁ E TOCANTINS
Arquivo
Bispo Adriano participando dos festejos, inclusive carregando o andor (camisa azul, na frente)
P
e. Paulo Xavier e Pe. José Zamuner são os dois redentoristas
que trabalham e vivem em Santa
Teresinha, cidade mato-grossense, às margens do rio Araguaia,
fazendo divisa com o Pará e o Tocantins. Com seus 8 mil habitantes,
o município vive economicamente
da pecuária, agricultura e turismo
na temporada de praia, sempre em
julho, no rio Araguaia.
No final de setembro até dia 1º
de outubro foi realizada a festa
da padroeira e o Pe. Zamuner
enviou alguns destaques para
o Nosso Guia: “Santa Teresinha
foi homenageada com muita
alegria na comunidade santa-teresinhense. Uma bela procissão
fluvial abriu a novena da festa no
dia 22 de setembro. O andor da
Padroeira foi levado aos cais e,
de lá, umas 8 canoas o levaram
ao “Morro de Areia”, com fogos e
cânticos. A imagem foi recepcionada pela multidão, formando-se
a procissão até a igreja. Na novena
acontece a ‘reza das rosas’ que
consiste na oração das Ave-Marias e, enquanto isso, uma rosa é
passada às mãos de uma pessoa
que reza a 1ª parte e o povo responde. No final canta-se um dos
hinos à Santa e seguem–se os ritos
da Eucaristia. Sempre no final da
novena: motivação e conclamação
para se aproximarem do andor
para uma espécie de ladainha de
Santa Teresinha, oração, outro
hino da Santa e vivas.
Depois da novena, no Barracão
“3 de Março”, segue-se a parte social: encontro das pessoas, conversas, leilões, caldos, pastéis, sucos,
refrigerantes, cervejas e ‘som’.
O bispo Adriano (Prelazia de
São Félix) presidiu a Eucaristia
nos últimos quatro dias. No domingo, 27 de setembro, houve
celebração de Batismo e também
1ª Eucaristia de 15 jovens. Dia 29,
foi conferido o mandato de Ministros Extraordinários da Eucaristia.
E no dia da festa, 1º de outubro,
de manhã: carreata (bicicletas,
motos, carros e até cavalgada); à
tarde, saiu a procissão que rodeia
o “Morro da Pedra”, inclusive com
o bispo Adriano carregando o
andor”. (informações do Pe. Zé Zamuner)
11
Comunidades da Paróquia Nossa Senhora da
Guia (Trindade II),
Dr. Hélio Seixo de Britto (in memoriam),
Helinho de Brito e Myrian – Setor Sul,
Flávio Ivo Bezerra e Maria Alice - St. Marista,
Ronaldo de Brito e Maria das Dores - St. Bueno,
Maria Ferraz - Setor Marista,
Maria Bárbara Duarte – St. Sudoeste,
Dr. Salomão e Mª Augusta Calado - Setor Sul,
Família Nunes - Jardim América,
Francimar Maia - Setor Bueno,
Dediher e Irene - Campinas,
Veneranda Cabral Bittencourt - Setor Oeste,
Ivo e Divina – Panorama Park,
Eurico Almeida de Britto - Setor Central,
Vanderlan Fernandes e Susi - Campinas,
Maria Clemente de Oliveira – Setor Bueno,
Geraldo Magela e Eunice - Setor São José,
Kalil – Setor Campinas,
Pe. Guilherme Contart - Palmelo-GO,
Maria José e Hermando Lisier - Sorocaba-SP,
Pedro Evangelista de Lima - St. Maysa I,
Antônio João Thozzi - São Paulo,
Carlos Felício Silveira – São Paulo-SP,
Antônia R. de Oliveira - St. Castelo Branco,
Eurípedes e Desnaides - Jd. Marista,
Benedito Goulart e Zélia - Campinas-SP,
Demerval Cândido - Res. Araguaia,
Geraldo Clarindo Caldas - Setor Oeste,
Joventina Alkmim - Aparecida de Goiânia,
Tereza Gonçalves - Piracanjuba-GO,
Vilma Trevisan Ricardo - Tietê-SP,
Maria do Carmo - Tietê-SP,
Clara Melo Vaz - Tietê-SP,
Darcy G. Paschoal - Tietê-SP,
Maria José F. Lopes - Tietê-SP,
Irmãos Brandolise (Arnaldo, Lúcia, Célia, Lia, Neusa, Zezinho, Cristina, Deise, Marcelino, Julinha,
Heriberto, Márcio e Sandra) e familiares.
Cantinho Mirim
Carlos Alexandre Júnior - St. Oeste;
Isabele Pereira Ferreira - St. Oeste;
Matheus Pereira do Prado - St. Oeste;
Guilherme Salera Bezerra - St. Marista;
Artur S. Brito Bezerra Oliveira - Brasília-DF;
Luiza Seixo de B. Bezerra Oliveira - Brasília-DF;
Felipe Quieregati - St. Marista;
Flávio Quieregati S. Britto Bezerra - St. Marista;
Stéphanie Quieregati S. B. Bezerra - St. Marista;
Laís Salera S. de Britto Bezerra - St. Marista
Amanda Olinto O. Guimarães - St. Campinas;
Renato Xavier de Castro Nunes - St. Campinas
Depósitos
Banco do Brasil nos dois últimos meses.
Agência: 4864-X / Conta Corrente: 21.081-1
(Antônio M. Brandolize)
01/09 – Transferência online............R$ 50,00
01/09 – Transferência agendada......R$120,00
08/09 – Transferência periódica.......R$ 10,00
01/10 – Transferência agendada......R$ 120,00
02/10 – Crédito em conta..................R$ 40,00
06/10 – Transferência periódica.......R$ 10,00
09/10 – Crédito em conta..................R$ 50,00
13/10 – Transferência online............R$ 300,00
12
Goiânia
novembro 2015
PE. RAFAEL
VIEIRA
Missionário
Redentorista
23
EVENTOS DO CALENDÁRIO OFICIAL DO ANO DA
MISERICÓRDIA QUE PODEM SER ACOMPANHADOS
PELAS COMUNIDADES NO MUNDO INTEIRO
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Terça-feira, 8 de Dezembro
de 2015
Solenidade da Imaculada Conceição.
Abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. conos.
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016
Solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus.
Jubileu dos Sacerdotes. 160 anos do começo da
festa, iniciada em 1856 por Pio IX.
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Domingo, 13 de Dezembro
de 2015
III Domingo de Advento. Abertura
da Porta Santa da Basílica de São
João em Latrão e nas Catedrais do
Mundo.
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de
2016
Solenidade de S. Maria Santíssima
Mãe de Deus. Dia Mundial da Paz.
Abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior.
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016
Quarta-feira de Cinzas. Envio dos Missionários da Misericórdia na Basílica de São Pedro.
Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016
Cátedra de São Pedro. Jubileu da Cúria Romana. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho
das obras de misericórdia.
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Sexta-feira 4 e sábado 5 de Março de 2016
“24 horas para o Senhor” com celebração
penitencial em São Pedro, na tarde da sexta-feira
4 de Março.
Domingo, 12 de Junho de 2016
XI Domingo do Tempo Comum. Jubileu
dos Doentes e das Pessoas com deficiência. Sinal
“Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras
de misericórdia.
Terça-feira, 26 – Domingo, 31 de Julho
de 2016
Até ao XVIII Domingo do Tempo Comum. Jubileu
dos Jovens. Jornada Mundial da Juventude em
Cracóvia.
Domingo, 4 de Setembro de 2016
XXIII Domingo do Tempo Comum. Memória
da Beata Teresa de Calcutá - 5 de Setembro. Jubileu
dos Operadores e voluntários da misericórdia.
Domingo, 25 de Setembro de 2016
XXVI Domingo do Tempo Comum. Jubileu
dos Catequistas. Sábado 8 e Domingo 9 de Outubro de
2016
Sábado e Domingo após a festa de Nossa Senhora do
Rosário. Jubileu Mariano.
Terça-feira, 1 de Novembro de 2016
Solenidade de Todos os Santos. Santa Missa
do Santo Padre em memória dos fiéis defuntos.
Domingo, 6 de Novembro de 2016
XXXII Domingo do Tempo Comum. Jubileu
dos Presos, em São Pedro.
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Terça-feira, 19 de Janeiro –
Quinta-feira, 21 de Janeiro
de 2016
Jubileu dos Operadores dos
Santuários.
Segunda-feira, 25 de Janeiro
de 2016
Festa da Conversão de São Paulo.
Abertura da Porta Santa da Basílica de São Paulo extramuros. Sinal
“Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. Terça-feira, 2 de Fevereiro
de 2016
Festa da Apresentação do Senhor e Dia da Vida Consagrada. Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada.
Domingo, 29 de Maio de 2016
Corpus Domini no Itália. Jubileu dos Diá-
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Domingo, 20 de Março de 2016
Domingo de R amos. Em Roma, Jornada diocesana dos Jovens. Sinal “Jubilar”
do Santo Padre: testemunho das obras de
misericórdia.
Domingo, 3 de Abril de 2016
Domingo da Divina Misericórdia. Jubileu
para todos os que aderem à espiritualidade da
Divina Misericórdia.
Domingo, 24 de Abril de 2016
V Domingo de Páscoa. Jubileu dos adolescentes (13 – 16 anos). Professar a fé e construir
uma cultura de misericórdia. Sinal “Jubilar” do
Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia.
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Domingo, 13 de Novembro de 2016
XXXIII Domingo do Tempo Comum. Encerramento da Porta Santa nas Basílicas de Roma
e nas Dioceses.
Domingo, 20 de Novembro de 2016
Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei
do Universo. Encerramento da Porta Santa em São
Pedro e conclusão do Jubileu da Misericórdia.
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