ANO XIII Nº 151 NOVEMBRO 2015 AÇÃO PASTORAL DOS REDENTORISTAS DE GOIÁS, MATO GROSSO, TOCANTINS E DISTRITO FEDERAL Significado do Ícone do Perpétuo Socorro Reprodução De 05 a 08 de novembro acontece em Trindade o 1º Congresso Nacional da Liderança da Juventude Missionária Redentorista de todas Unidades do Brasil, buscando maior integração e partilha das experiências vividas em cada região. GENTE AMIGA Morte: é a vontade de Deus?” PÁGINA 2 Missionários da misericórdia PÁGINA 2 O simbólico e o diabólico PÁGINA 2 Tá na Rede: Eles não pensam no país Ícone original venerado na Igreja Santo Afonso, em Roma Ser cristão sem deixar de ser jovem": é o lema do COMPROMISSO! PÁGINA 3 PÁGINA 9 Divulgação Sínodo da Família Igreja deve proclamar misericórdia e não aplicar condenações. Í cone é o nome dado a uma pintura que, não sendo apenas um quadro ou uma obra de arte, é carregada de significados sagrados e leva seu observador à oração. Na devoção mariana, um dos mais célebres está sob os cuidados dos missionários redentoristas. O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é formado por quatro figuras: Nossa Senhora, o Menino Jesus e dois arcanjos. A aparição dos arcanjos com uma lança e a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços da Mãe. Por causa do movimento brusco desamarra a sandália. Maria o acolhe com ternura e lhe transmite segurança. O olhar de Nossa Senhora não se dirige ao Menino, mas a nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus, o Perpétuo Socorro. As mãos de Jesus estão nas mãos de Maria. Gesto de confiança do Filho que se apoia na Mãe. Na riqueza de seus símbolos, o ícone bizantino tem ainda muito a revelar. PÁGINA 5 A Província de Goiás, com a liderança do Pe. Fábio Pascoal, desenvolve um forte trabalho com a Juventude nas Paróquias Redentoristas com proposta de viver diferente e de ajudar a sociedade a perceber que é possível uma visão nova. PÁGINA 7 23 EVENTOS DO CALENDARIO OFICIAL DO ANO DA MISERICÓRDIA. Página 12 2 Goiânia novembro 2015 PE. FÁBIO BENTO Mestre dos Noviços Missionários da misericórdia E m novembro de 1732 nascia a Congregação Redentorista. Santo Afonso afastou-se da cidade e foi recolher-se nas montanhas porque estava cansado. Esse fato simples foi a ocasião que Deus reservou para se manifestar na vida de Afonso. A Congregação Redentorista é fruto do amor de Deus. A experiência que Santo Afonso fez do amor de Deus, abriu os seus olhos e o seu coração para contemplar e acolher o povo simples e pobre que andava abatido como ovelha sem pastor. Afonso sentiu compaixão daquela gente. Ele cresceu na consciência de que fora ungido para evangelizar os pobres e não teve mais descanso. Decidiu formar um grupo de homens que tivessem fé profunda, esperança alegre e caridade apostólica para testemunhar e anunciar aos mais pobres o evangelho do amor de Deus que a todos quer salvar. Hoje, os redentoristas assumem o desafio de manter vivo na Igreja o carisma fundacional da Congregação. Na força da fé, na alegria da esperança e com o amor de Deus que foi derramado em seu coração pelo Espírito Santo, o missionário redentorista proclama: “Deus é rico em misericórdia. Por causa do grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos por causa das nossas faltas, ele nos deu a vida com Cristo. É por graça que vós sois salvos! Com efeito, é pela graça que sois salvos, mediante a fé. E isso não vem de vós; é dom de Deus!” (Ef 2,4-5.8). Ouvir e acolher no coração essa mensagem do amor de Deus manifestado a nós por meio de Jesus Cristo, ilumina a vida, traz esperança e paz. A pregação do redentorista é para recordar às pessoas o tanto que Deus nos ama e suscitar nos corações a liberdade para corresponder a tanto amor, mediante a conversão para viver a vida nova em Cristo. FILOSOFIA n ESPIRITUALIDADE O simbólico e o diabólico THIAGO AZEVEDO Noviço redentorista J á dizia Kierkegaard, filósofo existencialista do século XIX, que “a existência mesma, o existir, é esforço”. Muitos podem concordar com essa reflexão, tendo em vista os problemas enfrentados no cotidiano da vida. Contudo, a maior tarefa de um indivíduo consiste em conformar sua existência com uma que lhe permite se perder de si mesmo. Estamos falando do simbólico e do diabólico, realidades que coexistem, realidade integradora, capaz de lhe proporcionar autenticidade, em oposição a uma outra realidade em nosso ser. Entende-se por simbólico aquilo que gera integração, unidade. Por sua vez, o diabólico não diz respeito a uma personificação do mal, mas a um movimento oposto ao simbólico, pois representa tudo aquilo que divide, separa. Podemos encarar nossa jornada existencial entre essas duas realidades. Mas como ter êxito na missão de alcançar uma integração interior? Segundo Kierkegaard, a existência humana é possibilidade. Isso significa que ela não é determinada por forças exteriores, mas é vivenciada a cada decisão do próprio indivíduo. Diante de inúmeras possibilidades, a maior decisão que o indivíduo deverá tomar é a de ser ou não ser ele mesmo. Trata-se de uma determinação ousada, que tem como princípio a liberdade interior. Quem não a tem, não é capaz de assumir sua existência de modo autêntico e libertador. Nesta reflexão, essa disposição interior em ser si mesmo corresponde ao simbólico. Assumir o ser que se é, não para os outros, mas para si mesmo, é uma forma de integrar todas as dimensões que constituem o existir humano: afetiva, emocional, intelectual, etc. Não é uma tarefa fácil, é verdade, mas é o melhor caminho para ser uma pessoa autêntica. O simbólico confere sentido de ordem à existência, fazendo com que o indivíduo se sinta plenamente realizado, mesmo com suas limitações. Por outro lado, o diabólico corresponde a um fechamento para essa possibilidade, ou seja, o indivíduo decide não ser ele mesmo. Ocorre uma rejeição do próprio ser, tendo em vista um ser ideal, que jamais será real. Em outras palavras, existe uma fuga frenética do ser que se é, que se tornou insuportável para o próprio indivíduo. Viver assim parece ser mais fácil, pois geralmente a responsabilidade pelos atos praticados é transferida para os outros. Porém, ignorando sua própria existência, o indivíduo vive em um caos interior que se traduz por um verdadeiro inferno existencial. A capacidade de congregar ou de dividir está presente em todos nós. Carregamos em nosso existir a potencialidade de vida, mas também a força que gera a morte. No exercício da liberdade, cabe a cada um a decisão fundamental de esforçar-se para ser o que se é. Recorda o filósofo que esse esforço é infinito. Deste modo, por maior que seja a maturidade de uma pessoa, ninguém pode se julgar totalmente livre de se perder diante das seduções de uma vida sem muito empenho, pois a existência oscila constantemente entre o simbólico e o diabólico. GENTE AMIGA Pe. Maurício Brandolize, C.Ss.R. Morte: é a vontade de Deus? I nfelizmente temos o costume de colocar como “vontade de Deus” alguns fatos que nada têm a ver com Ele. Um dos momentos mais delicados é atribuir a Deus, por exemplo, uma catástrofe ou uma morte trágica. Dizer nessa ocasião “foi vontade de Deus” não é nada condizente com o Deus e Pai de Jesus Cristo. Neste caso teríamos um Deus terrível, sanguinário e castigador. A atitude cristã deve ser esta: “Discernir e procurar a vontade de Deus diante desse acontecimento trágico”. Diante da morte seria mais cristão pensar assim: “Quando neste mundo não há mais jeito, nem médico nem medicamento para salvar, quando a morte chega, então é o Pai que dá um jeito e pega o filho morto, a filha morta para lhe dar a vida nova e eterna”. A vontade de Deus é a vida e se um filho morre, Ele o toma para si e lhe concede a ressurreição. Todos os povos veneram seus mortos. Dizem que novembro é o mês dos mortos. O cristão diz, com mais propriedade, que é o mês de quem está vivo com Deus. Levar flores para o cemitério, e colocá-las nos túmulos das pessoas queridas, acender velas na intenção dos falecidos, isso é acreditar que elas estão vivas. Na Sagrada Escritura encontramos a certeza de uma vida que dura para sempre. Por isso a fé cristã valoriza e defende a vida já neste mundo. Todo atentado contra a vida machuca o coração que é cristão. Quem de fato é cristão não deseja a morte de ninguém, nem de seus inimigos (políticos, bandidos, criminosos...) Dói no coração do cristão morte nas estradas, fome encurtando vidas, drogas escravizando vidas, crianças de ruas, desprezo às pessoas idosas ... Tudo isso não combina com a fé cristã. Novembro, finados... O costume de visitar os cemitérios é cultivado desde as culturas mais remotas. Podemos chorar os nossos mortos, mas junto deve estar a fé na ressurreição. “Quem acredita em mim, tem a vida eterna”, disse Jesus (Jo 5, 24). Existem diversas visões sobre a vida eterna. Inclusive algumas doutrinas acham que viver na eternidade é uma conquista pessoal, fruto do seu esforço. E se ainda não conquistou esta vitória, precisaria continuar buscando numa outra etapa de vida aqui na terra. Para esses “a ressurreição é uma questão de justiça”... O cristão procura fazer o bem e afirma que “a ressurreição é uma questão de amor... é uma gratuidade da misericórdia do Pai Eterno”. Paz para os nossos mortos! Goiânia novembro 2015 3 Ir. Diego Joaquim, C.Ss.R. Jornalista da Rede Pai Eterno Eles não pensam no país U m balanço do noticiário nos conduz a uma conclusão que não é nenhuma novidade: nossos políticos não pensam no Brasil. Há sinais de esperança aqui e ali, mas a prioridade dos políticos brasileiros está mesmo em suas jogadas políticas em prol de seus próprios interesses, e não os da Pátria. Não faltam exemplos: a reforma ministerial de Dilma Roussef não deu certo menos de uma semana depois da posse dos novos ministros. O objetivo principal das mudanças era recuperar e unificar a base de apoio do governo no Congresso Nacional. No entanto, não deu em nada: por falta de quórum, os vetos presidenciais não foram apreciados no Congresso Nacional, como era desejo do governo. As mudanças ministeriais também deveriam ter colocado o governo para andar. Só que cada nova decisão contrária agravou a fragilidade do governo, como o parecer do Tribunal de Contas da União que rejeitou as contas de 2014. Especulou-se, então, que seria esta a prerrogativa para abertura de um processo de impeachment contra Dilma Roussef. E quem poderia dar o “start” no processo, o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, só recebeu notícias ruins: primeiro, uma decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu o poder do presidente da Câmara de dar início ao processo. Reprodução ENQUANTO AUTORIDADES PRIORIZAM SUAS INTRIGAS POLÍTICAS, A CRISE ECONÔMICA BRASILEIRA SE AGRAVA Segundo, as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, e também a comprovação de movimentações financeiras ilegais em contas bancárias na Suíça. Em Brasília, o que pode parecer fragilidade se torna oportunidade. Na capital federal, articula-se um grande acordo na base do governo que pode deixar todas as coisas como estão, ou ao menos prejudicando ao mínimo os envolvidos. A oposição, por sua vez, procura maneiras de realizar o seu projeto de abrir o processo de impeachment e tentar, desta forma, chegar ao poder, o que vem sendo chamado, ou de “terceiro turno”, ou de “golpismo”. E enquanto todas estas questões ocupam o dia a dia dos políticos, o Brasil se agrava na crise econômica. A falta de coesão e unidade só gera maior desconfiança nos investidores, e leva o país a uma situação cada vez pior. A culpa está nos dois lados do jogo do poder – situação e oposição: da parte do governo, falta capacidade para o diálogo, enquanto a oposição não tem a menor disposição para isso e faz de tudo para agravar a crise política. A regra que vale é ‘politicagem primeiro, e o futuro do país, se der tempo’. Enquanto isso, a desconfiança do mercado aumenta, e junto com ele, o desemprego e a inflação. É lamentável, mas parece que em Brasília, por conta dos interesses partidários, vale a lógica do quanto pior melhor. ONLINE eu curti Celular conectado Pesquisa do Comitê Gestor da Internet do Brasil mostrou que 81,5 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade acessam a internet pelo celular. Os dados mostram que este é o segundo aparelho mais presente nos lares brasileiros, em 92% deles. Perde apenas para os televisores. No total, o telefone móvel é usado por 86% dos adultos e adolescentes, um total de 148,2 milhões de pessoas. O aparelho é o único meio de acesso à rede para 19% dos usuários. O envio de mensagens instantâneas por redes sociais ou aplicativos é a atividade mais realizada pelos usuários (83%). Participar de redes sociais é a razão do acesso de 76% dos usuários. E 58% dos internautas usam a rede para assistir vídeos ou filmes. Reprodução PADRE ZEZINHO Opinião Reproduzo texto do Pe. Zezinho em suas redes sociais: “Respeito os colegas padres que defendem de unhas e dentes a utopia chamada PT. Não defendo nenhuma utopia política, por isso consigo ver valores em alguns partidos e quase nenhum valor em outros. E para mim, a Igreja Católica da qual sou ministro não é uma utopia. ‘Topos’ é lugar. Utopia é um lugar sonhado mas ainda não conquistado. Entre lutar por um partido para ver suas ideias se consolidarem no Brasil e pelo Reino de Deus acontecendo onde há católicos evangelizados, eu prefiro usar nosso púlpito para semear diálogo, coisa que os partidos não conseguem nem querem na sua disputa pelo poder e pelo trono de Brasília! Que nenhum partido conte comigo. O máximo que posso fazer é escolher gente decente para moralizar aquelas cadeiras onde vários deles dormem ou apertam o botão errado na hora de nos representar! Faço política sem defender nenhum programa partidário em particular! Quando sinto que não há mentira eu aplaudo. Quando vejo mentira deslavada, tento lavar a sujeira que vejo nas declarações desses políticos filiados aos partidos mentirosos. E há mentira nos programas da maioria dos partidos. Defesa por defesa, eu prefiro defender a Igreja!”. Papa Francisco, ao final do Sínodo sobre as Famílias: “O primeiro dever da Igreja não é aplicar condenações ou anátemas, mas proclamar a misericórdia de Deus, chamar à conversão e conduzir todos os homens à salvação do Senhor”. não curti Não podemos negar a seca e o calor forte, mas há muitos telejornais que parecem que não conseguem achar outro assunto. E há coisas mais importantes para noticiar que previsão do tempo”. 4 Goiânia novembro 2015 PE. WALMIR GARCIA Missionário Redentorista, Paróquia N. Sra. da Guia, Trindade II Reprodução NÃO QUIS IDENTIFICAR Padre, por que é tão difícil confiarmos nas pessoas? Tenho muita dificuldade em acreditar no que as pessoas falam. O que devo fazer para me relacionar com as pessoas do meu convívio e no meu local de trabalho? Não acho difícil confiar nas pessoas, claro que não podemos confiar em todas as pessoas de modo ingênuo. A confiança nasce da comprovação da amizade sincera, do respeito mútuo. A confiança vem com o tempo. Procure viver em paz com as pessoas, sem desconfianças por qualquer motivo. Seja sincera com as pessoas, pois a sua sinceridade e tranquilidade a ajudarão no relacionamento com os outros. CLEONICE GOMES PARA MOTIVAR NA PARTICIPAÇÃO, É MELHOR MOSTRAR EM QUE O DÍZIMO É APLICADO. ISSO VALE MAIS DO QUE FICAR INSISTINDO COM AS PESSOAS PARA CONTRIBUIR VILA AURORA – GOIÂNIA Apesar dos padres estarem sempre próximos da comunidade, rodeados de pessoas, eles sentem solidão? Todos nós temos momentos de solidão, momentos de tristeza. Sentimentos comuns em todo o ser humano. Não é porque somos padres que não temos esses sentimentos negativos, como qualquer um, mas devemos lutar contra isso, pois a fé deve remover essas montanhas que nos afastam dos outros e nos levam à desolação. A solidão não depende de ter ou não pessoas ao nosso lado, mas de se isolar do convívio com os outros. DOMINGOS MATOS JD. IMPERIAL – AP. DE GOIÂNIA Participo de uma comunidade pequena, sou da Pastoral do Dízimo, temos dificuldade de transmitir à comunidade os efeitos que o Dízimo produz na pessoa. Às vezes é tão pequeno o número de dizimistas que penso em desistir. O que o senhor me aconselha? Você disse que participa de uma pequena comunidade, daí é natural que seja também pequeno o número de dizimistas, pois não tem muita gente na comunidade. Sobre a dificuldade em transmitir o valor do dízimo: eu geralmente o faço demonstrando que todos nós somos responsáveis pela Igreja, que é a nossa casa, devemos cuidar dela como cuidamos de nossa casa. Mostre em que o dízimo é aplicado, isso vale mais do que ficar insistindo com as pessoas para contribuir. Não desanime, pois o seu desânimo contaminará os outros, é preciso ter esperança e alegria em servir a Deus mesmo em uma comunidade pequena como a sua. PAULO CÉSAR V. MARIA – PALMEIRAS DE GOIÁS Temos ouvido falar muito em diminuição da maioridade penal. O que o Senhor pensa a respeito? É a favor ou contra? Acha que vai resolver alguma coisa? Não concordo com isto, sou radicalmente contra. Não é diminuindo a maioridade penal que iremos acabar com a marginalidade, creio que teremos uma reação contrária, irá aumentar a criminalidade. O que precisa mudar é o sistema de educação de nosso país, dar mais oportunidade às pessoas de conseguir o seu emprego. Precisamos de ações que fortaleçam a família e só pela educação podemos chegar ao crescimento da paz entre nós. VICENTINA MEDEIROS JARDIM AMÉRICA – GOIÂNIA O demônio se manifesta de qual maneira? Ele pode se manifestar em objetos? Não creio em manifestação demoníaca em objetos, pois estes não têm vida. O demônio se manifesta na maldade humana, no mau relacionamento, no espírito de vingança, na maledicência, na luta contra o bem. São muitos modos de vermos a manifestação demoníaca nas pessoas, não tem uma receita para dizermos o que é ou não manifestação do demônio. EDUARDO JUNIOR PARQUE AMAZONAS – GOIÂNIA Muitas pessoas não conseguem administrar os fracassos, se afastam da Igreja, dos amigos, simplesmente se isolam. Padre, como devemos reagir às quedas que sofremos na vida? Não é fácil administrar os fracassos. Todos nós passamos por grandes desafios na vida, seja profissional, financeiro, de relacionamento, de perdas. São inevitáveis os fra- cassos, mas precisamos reagir positivamente, pois as crises e dificuldades devem ser motores que nos impulsionam para a solução. Ficar lamentando e “curtindo” o fracasso só nos levará para o desânimo. Devemos enfrentar tudo com espírito de fé, de esperança. A amizade nesses momentos de crise tem um papel muito importante. É preciso levar motivação às pessoas. SIMONE FERREIRA SETOR SUDOESTE – GOIÂNIA Qual a diferença entre Frei Franciscano e Frei Capuchinho? São duas Ordens religiosas diferentes, apesar de serem da mesma família franciscana. A diferença de uma Ordem para outra ou de uma Congregação para outra está no carisma, no modo como os seus membros exercem o apostolado. Não é uma divisão, apenas modos diferentes de exercer o apostolado, a evangelização. Os Frades Menores Franciscanos foi fundado por S. Francisco de Assis e depois vieram os Frades Conventuais e os Capuchinhos, que se separaram devido aos modos de interpretação do espírito franciscano e o modo da aplicação do carisma de S. Francisco. São Ordens irmãs. ANA MARIA CONJ. ESTRELA D’ALVA – GOIÂNIA O senhor pode explicar o sentido da vida eterna? A vida eterna é a consequência de uma vida dedicada, de uma vida justa, honesta, coerente com a fé que professamos. A vida eterna é o prêmio de nossa fidelidade a Deus, do assumir os valores que Deus nos deixou. LUCIMAR ALMEIDA SETOR GARAVELO - GOIÂNIA Quais são as ocasiões em que se pode administrar a comunhão sob as duas espécies para os fiéis? Em qualquer ocasião se pode administrar a comunhão sob as duas espécies, não existe uma ocasião específica. O mais comum é sob a espécie do Pão, devido a facilidade da administração neste modo, mas nada impede que se faça de outra maneira. Envie sua pergunta ao PE. WALMIR GARCIA e-mail: [email protected] Na Difusora de Goiânia, Pe. Walmir também responde sua dúvida. 2ª e 6ª feira, às 11 h, no programa Humberto Aidar. Goiânia novembro 2015 5 PERPÉTUO SOCORRO n 150 ANOS Significado do Ícone do Perpétuo Socorro! Em Brasília PARÓQUIA DO LAGO SUL VIBROU COM A VISITA DO ÍCONE Arquivo O OLHAR DE NOSSA SENHORA NÃO SE DIRIGE AO MENINO, MAS A NÓS; E SUA MÃO DIREITA NOS APONTA JESUS, NOSSO PERPÉTUO SOCORRO Í cone é o nome dado a uma pintura que, não sendo apenas um quadro ou uma obra de arte, é carregada de significados sagrados e leva seu observador à oração. O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é formado por quatro figuras: Nossa Senhora, o Menino Jesus e dois arcanjos. A aparição dos arcanjos com uma lança e a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços da Mãe. Por causa do movimento brusco desamarra a sandália. Maria o acolhe com ternura e lhe transmite segurança. O olhar de Nossa Senhora não se dirige ao Menino, mas a nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus, o Perpétuo Socorro. As mãos de Jesus estão nas mãos de Maria. Gesto de confiança do Filho que se apoia na Mãe. Na riqueza de seus símbolos, o ícone bizantino tem ainda muito a revelar. • Adriana Variedades • Comercial União • Madeireira Martins • Drogaria Popular • Papelaria Arco-Íris Alguns detalhes Várias LETRAS GREGAS são encontradas no ícone. São abreviaturas de “Mãe de Deus”, “Arcanjo São Miguel” (à esquerda, e ele apresenta a lança, a vara com a esponja e o cálice da amargura), “Arcanjo São Gabriel” (à direita, segurando a cruz e os cravos, instrumentos da morte de Jesus). Os anjos, em vez de trazerem harpas ou trombetas de louvor, apresentam os instrumentos da Paixão de Cristo. À direita, entre o menino Jesus e o Arcanjo Gabriel, Rua Mandaguari - Qd. 37 - Lt. 16 Jd. Marista | Tel.: 3294-0120 Disk Remédios 3577-3077 | 3294-5752 Av. Pres. Vargas Qd. 30 - Lt. 04 Tel.: 3577-3025 •Agro-Maciel Reprodução outras letras que são abreviaturas de “Jesus Cristo”. A ESTRELA de oito pontas na fronte e véu de Maria é a estrela-guia, que nos conduz como conduziu os reis magos, ao encontro com Jesus. Que nos guia no mar da vida até o porto da salvação. OS OLHOS DE MARIA são grandes e voltados sempre para nós. Indicam que ela nos acolhe e vê todas as nossas necessidades. Maria olha diretamente para quem a vê e não para Jesus. Ela olha para você, como se quisesse lhe falar uma coisa muito importante. A BOCA DE MARIA representa ser pequena e guardando silêncio. Fala pouco, mas comunica muito a partir do seu olhar sereno. Guarda tudo em seu coração. VESTES: Maria tem um manto azul (emblema das mães no tempo de Nossa Senhora), com o forro verde e uma túnica vermelha (distintivo das virgens daquela época). Azul, verde e vermelho eram as cores da realeza. As roupas de Jesus, verde com a faixa vermelha e o brocado de ouro, eram próprias de reis e imperadores. As MÃOS DE MARIA não seguram a mão do menino assustado que correu para seus braços num aperto protetor, mas permanece aberta, convidandonos a pôr as nossas mãos na sua, unindo-nos a Jesus. Sua mão esquerda sustenta Jesus manifestando que ela apoia, acolhe e protege aqueles que, nos sustos da vida, correm para os braços da Mãe. As MÃOS DE JESUS apoiadas nas mãos de Maria, significando confiança total. A SANDÁLIA DESATADA: Nos desesperos da vida, assustados pelas dificuldades e medos, corremos o risco de perder-nos. Mas resta ainda um fio que nos une à salvação. Esta sandália pode ser o símbolo de um pecador preso ainda a Jesus por um fio, isto é, a devoção a Nossa Senhora! O CENTRO DO ÍCONE: Maria, ao mesmo tempo que nos acolhe com seu olhar, com a mão aberta nos indica Jesus Cristo como nosso Redentor. Jesus é o nosso Perpétuo Socorro. O FUNDO todo do quadro é dourado e dele saem reflexos ressaltando as roupas e simbolizando a alegria do céu, para onde caminhamos levados pelo Perpétuo Socorro de Maria. Ícone original venerado na Igreja Santo Afonso, em Roma Av. Presidente Vargas Jd. Marista Av. Pres. Vargas, 612 Jd. Marista | Tel.: 3210-7575 Rua 40, 186 Renata Park • Supermercado Apollo Av. Pres. Vargas, 1.355 Jd. Marista | Tel.: 3294-5659 Disk Remédios Jd. Marista | Tel.: 3294-5767 Av. 24 de Outubro, 1357 St. Campinas A Igreja do Perpétuo Socorro foi pequena para abrigar tanta gente “ Fazei que todo o mundo a conheça”. Esse pedido foi feito pelo Papa Pio IX aos Missionários Redentoristas ao confiar para eles a missão de divulgar a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. E assim tem acontecido desde 1866, há quase 150 anos. E para marcar este evento, no mundo inteiro está sendo celebrado solenemente o Ano Jubilar. Entre as comemorações, no Brasil, destaca-se uma peregrinação com o ícone pelas paróquias nas mais variadas regiões do Brasil. Dia 30 de setembro foi a vez da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Lago Sul, em Brasília. Os redentoristas se encontram nesta paróquia desde a fundação de Brasília. O atual pároco é o Pe. Antonio Gomes. Pe. Robson de Oliveira, Superior Provincial dos Redentoristas de Goiás, é o encarregado pela União dos Redentoristas do Brasil para fazer tal peregrinação com o Ícone do Amor. A celebração foi marcada com uma presença extraordinária de fiéis que lotaram a igreja para receber festivamente e com muito carinho o Ícone do Amor, que foi introduzido na igreja pelo Pe. Antonio Gomes e Pe. Rafael Vieira. A fé se extravasava nos vivas e aclamações, nos gestos e nas palavras de súplica. Sobre este trabalho de levar o ícone em peregrinação pelas paróquias, Pe. Robson afirmou: “É um itinerário grande, um trabalho intenso, e a gente espera corresponder bem aos pedidos das paróquias e das dioceses. Esperamos ter força para isso. E vale a pena, pois Nossa Senhora é aquela que nos apresenta o Perpétuo Socorro, isto é, o seu filho Jesus”, declarou Pe. Robson. Em outubro a peregrinação aconteceu em Campos dos Goytacazes/RJ e neste dia 1º de novembro (17h30) o Ícone do Amor será recebido pela multidão que frequenta o Santuário/Matriz de Campinas em Goiânia. • Drogaria Marista • Casa Central Av. Castelo Branco, 5.478 – Bairro Ipiranga – Goiânia-GO Fone: (62) 3295-1497 6 Goiânia novembro 2015 Reprodução Arquivo Arquivo Obras sociais Entre os dias 13 e 16 de outubro, as Obras Sociais Redentoristas promoveram a comemoração do Dia da Criança nos seus Centros Sociais de Trindade. Além da programação nos Centros, as crianças participaram de um dia de lazer na Chácara Paroquial Paraíso com muitas atividades esportivas, inclusive piscina (foto), lanches, pipocas, algodão doce... No final foi entregue uma sacolinha surpresa para cada criança. Durante o evento as Obras Sociais tiveram o apoio dos estagiários da FUG (Faculdade União de Goyases) e de alguns bolsistas da OVG. Pe. Robson de Oliveira e Pe. Wanderly Borges URUTAÍ/GOIÁS A Paróquia do Senhor Bom Jesus em Urutaí/GO, cidade de uns 4 mil habitantes, na diocese de Ipameri, está confiada ao redentorista Pe. Wanderly Borges há uns três anos. No dia 16 de outubro os devotos do Divino Pai Eterno tiveram o privilégio de receber a Visita da Imagem Peregrina. A imagem do Pai Eterno entrou em procissão conduzida pelo Pe. Robson de Oliveira, que ressaltou o trabalho missionário da região: “Aqui é uma paróquia onde trabalha o Pe. Wanderly, um redentorista de nossa equipe. Por isso ele é uma presença atuante da Congregação Redentorista, dos missionários do Divino Pai Eterno neste lugar, nesta diocese de Ipameri. Ele nos convidou e estamos aqui trazendo essa imagem para essa paróquia”. Muita gente precisou acompanhar a celebração pelo telão. Os paroquianos de Urutaí demonstraram sua gratidão, pois além desta peregrinação festiva, antes na cidade também tinha chegado a ajuda para a evangelização através da Associação Filhos do Pai Eterno (AFIPE).“Nós enfrentamos um desafio, que era a construção de um centro de eventos, e nós fomos até a AFIPE, na pessoa do Pe. Robson, e o que era para sair em oito anos, saiu em um ano e nove meses”, relatou Pe. Wanderly Borges. É um livro de autoria do Pe. Fábio Pascoal. Uma ficção infantojuvenil, um drama cristão que narra a trajetória do jovem Gilberto em seu processo de conversão, de encontro com Deus, de amizades, de salvação. É uma excelente oportunidade de mergulhar, através de uma escrita muito simples, na realidade que muitos jovens hoje vivem ou poderiam viver. Por isso, não percam a oportunidade de se encontrar com as realidades de conflitos internos e externos desse jovem, e de descobrir como Jesus o salvou. Ao adquirir o livro, você estará ajudando também nas obras de evangelização da Juventude Missionária Redentorista nos estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e do Distrito Federal. Pedidos por e-mail: secretariajumire@ gmail.com celular: (62) 8606-0483 ou (62) 9610-1485. Goiânia novembro 2015 7 Brandolize Projeto COMPROMISSO Divulgação NOVA VILA/GOIÂNIA: Nos dias 09, 10 e 11 de outubro, aconteceu em Goiânia a décima quarta edição do encontro COMPROMISSO da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes (Nova Vila), cujo pároco é o Pe. Éverson. Participaram 72 jovens. Redentoristas visitando e admirando o Cineteatro AFIPE Divulgação Cineteatro e Novo Santuário O s missionários redentoristas da Província de Goiás (Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal) estiveram reunidos em Trindade, entre os dias 13 e 16 de outubro, para o Capítulo Provincial (encontro anual para discutir assuntos de sua vida e pastoral). Na ocasião visitaram o Cineteatro AFIPE, que está prestes a ser inaugurado, e as obras de construção da nova Casa do Pai Eterno. ABADIA DE GOIÁS: Nos dias 2, 3 e 4 de outubro, 52 jovens participaram da edição IV do COMPROMISSO da Paróquia Nossa Senhora da Abadia que tem como pároco o Pe. Edson Costa. Divulgação Brandolize Cineteatro AFIPE na Praça do Santuário Matriz Divulgação Brandolize RIO VERDE/GO: Nos dias 03 e 04 de outubro, aconteceu na Paróquia Santo Antônio, cujo pároco é o Pe. Carlos José, o retiro “Ainda Existe uma Cruz” (AEUC) do Projeto COMPROMISSO RIVER. Participaram 46 pessoas. PARAÍSO DO TOCANTINS: Visitando as obras da construção da nova Casa do Pai. Acima das colunas virá a laje do corpo do novo Santuário. Divulgação Brandolize Nos dias 26 e 27 de setembro, 75 jovens da Paróquia São José Operário (cujo pároco é o Pe. Sidney Martins) participaram da edição 2015 do IDENTIDADE. Eles já haviam participado das edições anteriores do COMPROMISSO. Neste encontro foi eleita a nova coordenação local do Projeto COMPROMISSO: Thalles, Luiz Augusto, Luana e Carleane. CONFRESA/MT: Em agosto de 2015, 70 jovens da Paróquia São Sebastião Parte do subsolo onde será o ossário participaram do encontro IDENTIDADE. Na ocasião foi eleita a nova coordenação do Projeto COMPROMISSO de Confresa: Wesley, Rialdo, Maira e Rackely. 8 Goiânia novembro 2015 PE. LUIZ CARLOS Missionário Redentorista, SP Brandolize Santo sem coroa Solenidade de Todos os Santos (01.11.15) Mateus 5,1-12 A celebração de Todos os Santos é uma festa de família. Todos os que estão no Céu vão comer o bolo. Que beleza! Quem está no Céu? Lá não é clube do bolinha onde entram somente aqueles que nós escolhemos. Para lá vão todos que Deus acolheu por sua bondade: os que procuram fazer o bem, praticar a justiça, amar e se dedicar aos outros. “Todos lavaram suas vestes no sangue de Cristo, o Cordeiro”. O salmo canta: Os que têm puras as mãos e inocente o coração e não dirige a mente para o crime. Quem anda julgando os outros, não fazendo caridade, pode ser que não encontre lugar para si. Jesus, prático como sempre, dá a receita dessa santidade que deve se vivida aqui, para ser celebrada no Céu. É coisa fácil. Até criança pode fazer: Desapego das coisas materiais, preocupar-se com o bem, mansidão, bondade para com os outros, não ter má intenção, promover a paz e os que são perseguidos por crerem em Jesus. Deus é o Santo e nós somos filhos queridos desse Pai Santo. Então somos santos. Tal Pai, tal filho. O Pai quer que todos vão para sua casa. Lá já estão nossos familiares, nossos amigos já falecidos e uma imensa multidão de irmãos. Não precisa ser declarado santo para ser. Santo a gente se faz em vida. Somos santos sem coroa. Mas podemos chegar lá também. Hoje lembramos essa imensa multidão e nos animamos a chegar lá. Fim da curva Comemoração dos Fiéis Defuntos (02.11.15) João 6,37-40 A o lado da comemoração de todos os santos celebramos a memória de todos os mortos. É um momento de uma tristeza serena e de pensar na verdade da vida. A vida, um dia termina. Termina aqui, mas continua lá. Há gente que ensina que a vida acaba com a morte. Por que então visitar os cemitérios, lembrar os mortos, se tudo acabou? Os cemitérios são o maior testemunho da vida que continua. Temos algo mais que a vida: A vida eterna. Aqui encontramos a maravilha que Deus nos oferece: a ressurreição. Como isso vai funcio- nar, sabemos pela fé. Como Jesus ressuscitou dos mortos, nós também ressuscitaremos. Crer na ressurreição dos mortos é a melhor condição para viver bem a vida que nos é dada. Vivemos já a vida eterna na medida em que vivemos bem nossa vida, mesmo nos sofrimentos. Jesus não quer que nenhum de nós se perca, e coloca aí sua missão: “Não desci do Céu para fazer minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas que os ressuscite no último dia” (Jo 6,39). Pela fé temos em nós a vida eterna. Caindo no cofre 32º Domingo Comum (08.11.15) Marcos 12,31-44 C onhecíamos a figura do Tio Patinhas, o velho rico e avarento, que vivia para o dinheiro. Pulava em seu monte de moedas para sentir o prazer do dinheiro, como se fosse um banho. Jesus apresenta um modo muito maior para viver a riqueza: com o pouco que temos, podemos mergulhar no cofre da bondade divina. Deus não quer nossas coisas. Quer a nós inteiros. Por isso nos mostra que a pobre viúva, dando suas moedinhas, deu tudo o que tinha para viver, isto é, sua vida. Era o que Deus queria. É o milagre que Elias faz para a viúva que reparte com ele o quase nada que possuía. Jesus põe em contraposição o estilo dos doutores de seu tempo que davam valor para as roupas e aproveitavam de tudo para aparecer. E exploravam os pobres. É uma mensagem muito boa para nós. Há muita gente na Igreja que vive a religião para si e não se doam a Deus. Esses doutores continuam vivos dentro de nossa Igreja em nossos bispos, padres, seminaristas e leigos que usam o altar para aparecer. Que pena! Uma vida doada rende muito mais, mesmo que seja numa moedinha de cinco centavos. Deus nos quer inteiramente disponíveis e que nos dediquemos a seu serviço. Tem que pular dentro do cofre da entrega total a Cristo. Relógio sem ponteiro 33º Domingo Comum (15.11.15) Marcos 13,24-32 C hegando ao final do Ano Litúrgico e no início do Advento refletimos sobre o fim dos tempos com os fenômenos simbólicos que o acompanham. Essa linguagem de tribulações da natureza se chama apocalíptica. Era um modo de explicar para que se entendesse a seriedade do momento. Quer dizer que devemos levar a sério nossa vida. A Bíblia diz: “Em tudo o que fizeres lembra-te de teu fim”. Por isso Jesus conta a parábola da figueira: “Quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. Assim, quando virdes acontecerem essas coisas, ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo, às portas” (Mc 13,28-29). Jesus não convida a viver com medo, mas viver com intensidade sua vida. Ela dá certeza que suas palavras são seguras e aconteceram a seu tempo: “Os céu e a terra passarão mas as minhas palavras não passarão” (31). Vivemos, mas tudo caminha para o fim. Quando isso acontecerá? Nem Ele sabe. Só o Pai (32). É um relógio sem ponteiro. Mostra o tempo e não a hora. Uma carta sem baralho Solenidade de Cristo Rei do Universo (22.11.15) João 18,33b-37 O Ano Litúrgico se encerra com a festa de Cristo Rei, pois, como caminhamos na história, sabemos que ela tem uma direção. E esta é o Cristo Jesus para o qual se dirigem todas as coisas (Ef 1,10). Vamos, juntamente com todo o universo caminhando em direção a Cristo. Cristo não é rei nem do carnaval, nem de baralho nem da Inglaterra. Ele é o Senhor que serve a todos para que todos tenham um lugar no seu reino de justiça, amor e paz. É rei porque nos ama e nos liberou com seu sangue e fez de nós um reino, sacerdotes para Deus, seu Pai. (Ap 1,5-6). Pilatos pediu-lhe a confirmação de sua realeza. Sou rei, mas não como você pensa. É rei da verdade. Leva cada homem e mulher a serem inteiros e completos. A verdade do homem é a verdade de seu ser. Por isso temos a integridade de Jesus. Quem é verdadeiro se entende com Jesus e não precisa de um baralho para encostar sua carta. O Reino de Jesus não é dominação, mas dedicação e serviço. Por isso Jesus está coroado na cruz. É sua coroa de glória; o sangue é seu manto vermelho; sua liberdade sobre todas as coisas é estar preso na cruz que é a expressão máxima de seu amor. Rasgando cardápio 1º Domingo do Advento (29.11.15) Lucas 21,25-28.34-36 I niciamos o Tempo do Advento que nos prepara para a vinda de Cristo na Glória no fim dos tempos e sua vinda ao mundo no Natal. Esta é como o orvalho sobre as plantas e aquela será gloriosa. Rezamos nesse tempo para que, por nossas boas obras, possamos ir ao encontro de Cristo. Para isso pedimos para conhecer os caminhos de Deus. Continuando a reflexão sobre a vinda gloriosa de Cristo somos advertidos a não ficarmos insensíveis não percebendo os caminhos de Deus. A insensibilidade pode ser provocada pela gula, bebida, preocupações. Por isso é necessário rasgar o cardápio que engorda nosso coração espiritual e viver atentos na oração e nas boas obras para estarmos prontos quando Cristo vier. Aí poderemos ficar de pé diante do Cristo. Cristo não vem para nos castigar, mas para nos libertar. Lemos: “Quando estas coisas terríveis começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça porque a vossa libertação está próxima.” Nossa vida tende para um fim maravilhoso. Por isso, preparemo-nos. Nosso coração esteja preparado para ter um Natal magnífico. Por isso preparemos nosso coração com um cardápio espiritual bem equilibrado. Goiânia novembro 2015 9 IGREJA n VIM PARA SERVIR Igreja deve proclamar misericórdia e não aplicar condenações OS VERDADEIROS DEFENSORES DA DOUTRINA NÃO SÃO OS QUE DEFENDEM A LETRA, MAS O ESPÍRITO; NÃO AS IDEIAS, MAS O HOMEM; NÃO AS FÓRMULAS, MAS A MISERICÓRDIA DE DEUS C L’OSSERVATORE ROMANO oncluiu-se no domingo, 25 de outubro, com a Santa Missa presidida pelo Papa Francisco, o longo caminho sinodal dedicado à família, aos desafios que deve enfrentar na era moderna, às esperanças para aquelas que têm feridas profundas. Foram 3 semanas de intenso e profícuo trabalho no Sínodo dos Bispos sobre a Família. A mídia de modo geral cumpriu a sua obrigação, seguindo com atenção as reflexões propostas pelos Padres sinodais. Mais a mídia católica do que os grandes meios de comunicação, pois alguns deles tentaram criar uma espécie de via paralela dos temas debatidos, chegando a afirmar que na Sala do Sínodo, muitos interlocutores dividiram os membros da Assembleia, com posições rígidas e intransigentes sobre certos temas. Na sua espontaneidade o próprio Papa dizia: “Vamos evitar as fofocas, elas fazem mal a todos”. Deixando de lado as fofocas midiáticas, o Sínodo dos Bispos, com a sua grande característica de um mosaico a ser completado, trouxe ao Vaticano o pensamento, a reflexão, as angústias e esperanças de pastores dos 5 continentes, que com suas experiências, culturas e linguagens diferentes, demonstraram a unicidade, a colegialidade, de uma Igreja viva e que caminha com o “Povo de Deus”. Muitos apostaram em mudanças radicais no que diz respeito a temáticas delicadas, como a comunhão aos recasados e as uniões de pessoas do mesmo sexo. Mas desde o início dos debates, o Papa Francisco, grande incentivador do Sínodo, sempre deixou claro que não era um encontro para mudar a doutrina da Igreja, mas sim um percurso para identificar soluções e dar esperanças para muitas pessoas que vivem o grande peso de uma falência no matrimônio. Para que isso acontecesse, Papa Francisco disse que se falasse de tudo com extrema liberdade: “Não há nada de que não se possa falar”. E isso foi feito e de modo muito construtivo, mostrando uma Igreja viva, corresponsável e participante. Do Sínodo sai a constatação da beleza e do valor da família, uma resposta às exigências e aos desafios do nosso tempo. Assim delineia-se um caminho pastoral muito concreto e de acompanhamento para as famílias feridas, o que significa acolhimento de todos, companhia da vida e da fé. Portanto, proximidade, escuta, partilha. Neste caminho difícil e cheio de desafios se sobressai a misericórdia, que é o coração do Evangelho: por isso a Igreja deve ser especialista em misericórdia. Quem quiser contrapor verdade e misericórdia esquece que a verdade do Deus cristão é o amor do Deus Trino: portanto, a misericórdia como centro, coração, ponto de início e de orientação de tudo aquilo que vivemos. Visão do papa Ao encerrar as reflexões sobre o Sínodo no dia 24 de outubro, o papa discursou para os Bispos: “Enquanto eu acompanhava os trabalhos do Sínodo, pus-me esta pergunta: O que vai significar, para a Igreja, encerrar este Sínodo dedicado à família?” E logo em seguida teceu alguns pontos do que não significa o Sínodo: “Certamente não significa que esgotamos todos os temas inerentes à família, mas que procuramos iluminá-los com a luz do Evangelho, da tradição e da história bimilenária da Igreja ... Seguramente não significa que encontramos soluções exaustivas para todas as dificuldades e dúvidas que desafiam e ameaçam a família, mas que colocamos tais dificuldades e dúvidas sob a luz da Fé, examinamo-las cuidadosamente, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabeça na areia”. Então Francisco começou a dizer o que significa o encerramento deste Sínodo para a Igreja: “Para a Igreja, encerrar o Sínodo significa voltar realmente a ‘caminhar juntos’ para levar a toda parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situação a luz do Evangelho, o abraço da Igreja e o apoio da misericórdia de Deus! Significa que demos provas da vitalidade da Igreja Católica, que não tem medo de abalar as consciências anestesiadas ou sujar as mãos discutindo, animada e francamente, sobre a família. Para Francisco, a experiência do Sínodo fez compreender melhor “que os verdadeiros defensores da doutrina não são os que defendem a letra, mas o espírito; não as ideias, mas o homem; não as fórmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perdão. Isto não significa de forma alguma diminuir a importância das fórmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus”. A estrada agora é caminhar em profunda comunhão com o Papa Francisco. E com o Relatório Final, fruto do trabalho sinodal, que será apresentado ao Papa, Francisco definirá as formas em matéria concreta, porque o presidente do Sínodo é ele. (fonte: Radio Vaticana) A 10 MÍDIA REDENTORA Goiânia novembro 2015 CF em Família 2016 Celebrando a Quaresma rumo à Páscoa do Senhor Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca. (Am 5,24) Refletindo a CF de 2016, com o tema CASA COMUM, NOSSA RESPONSABILIDADE, este livrinho, contendo seis encontros, uma viasacra e uma celebração de encerramento, com linguagem popular e metodologia dinâmica, quer contemplar os desafios de nossa Igreja e sociedade, rezando com as famílias o tema proposto pela CNBB para esta Campanha da Fraternidade Ecumênica. Formato: 13,5 x 20,5 cm | Páginas: 32 R$ 1,10 Cosmo Estamos em tempos que o ser humano toma um pouco mais de consciência que o mundo é sua morada, por isso é um lugar que merece cuidado e proteção. Portanto, como morador do cosmo, o homem deve zelar por seu lar. O nosso lugar (morada) pode mostrar e questionar sobre quem somos. Por isso, as perguntas existenciais não são apenas sobre o começo (De onde viemos?) e sobre o fim (Para onde vamos?), mas também nos perguntamos sobre “Onde estamos?” e “Qual é o nosso lugar?” A busca do ser humano se amplia, ela passa pelo relacionamento com Deus, com os homens e com o cosmo, o nosso lar: “O cosmo é, de fato, o lugar do homem. Todo ser necessita de um lugar para se identificar, para estar em casa, para habitar. O cosmo é o lugar do homem, onde ele está em casa e na sua glória.” Conhecendo nossos escritores PROMOÇÃO FORMATO: 32X46 CM Pe. Vicente André de Oliveira, MissioNossa nárioé oRedentorista, Alegria formado em Filosofia com licenciatura em Psicologia e História em Lorena-SP e Teo2015 logia no ITESP. Trabalhou como pároco na Matriz de Campinas, Goiânia-GO, diretor do CPP em Brasília, reitor e administrador do Santuário do dquira os livrinhos de Natal (Natal em Família, Divino Pai Eterno, Trindade-GO. Trabalhou Natal com os Jovens ou Natal com as Crianças) no Santuário Nacional de Nossa Senhora e concorra nesta promoção: Aparecida, foi Reitor do Santuário Santa 1 (uma) imagem fac-símile do Divino Pai EterTeresinha em Tietê-SP e atualmente é Páno paraSanto a pessoa sorteada roco na Paróquia Afonso, em Cam 1 (uma) mala de missa pinas-SP. Colabora imensamente com o personalizada para a trabalho evangelizador Scala Editora indicada pela pessoa Paróquia ou daComunidade escrevendo os subsídios: CF em Família, sorteada. A luz dos povos – A Igreja é sacramento Para participar é muito fácil, basta destacar o selo de Cristo, Reconciliação e Os sacramenpromocional que se encontra nosn livrinhos e nos Novena Perpétua tos à luz da exortação apostólica Sacraenviar com os dados que constam nno regulamento. Novena Perpétua mentum Caritatis. Ofício da Imaculada Conceição e Rosário Meditado Este livrinho traz duas grandes preciosidades marianas: o Ofício da Imaculada Conceição, que é uma popular oração à Maria, e a devoção do Rosário, que vem neste livrinho de forma diferenciada, contemplando, além dos mistérios, uma meditação para cada Ave-Maria rezada. Formato: 10 x 14 cm | Páginas: 48 R$ REZANDO COM OS SANTOS 3,50 A a Santa Bárbara – 04 de dezembro a Santa Luzia – 13 de dezembro Saiba mais pelo site: www.scalaeditora.com.br n Novena em louvor a Santa Luzia Léxico Familiar Redentorista CARTÕES DE NATAL Formato: 10x15 cm Papel triplex 250 g R$ 1,00 cada Cód. C1 Cód. C2 Cód. C3 Cód. C4 Este livro se destina tanto aos animadores (sacerdotes e leigos) como aos jovens e outras pessoas que cultivam a espiritualidade redentorista. Ele traz a explicação de algumas palavras que fazem parte da vida dos filhos de Santo Afonso. Este léxico é como que uma espécie de enciclopédia da vida, espiritualidade, carisma e missão da Congregação. Formato: 14 x 20,5 cm |Páginas: 88 R$ scalaeditora.com.br scala.editora ScalaEditora 10,00 Goiânia novembro 2015 Missionários em Santa Teresinha/MT Gratidão Nosso Guia é um jornal para todas as Comunidades, Paróquias e instituições ligadas à Ação Pastoral dos Redentoristas de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal. Por isso conta com o suporte da Congregação Redentorista e também recebeu recentemente ajuda valiosa e generosa de pessoas amigas abaixo relacionadas: A COMUNIDADE SANTA-TERESINHENSE HOMENAGEOU A SUA PADROEIRA ÀS MARGENS DO RIO ARAGUAIA, NA DIVISA COM O PARÁ E TOCANTINS Arquivo Bispo Adriano participando dos festejos, inclusive carregando o andor (camisa azul, na frente) P e. Paulo Xavier e Pe. José Zamuner são os dois redentoristas que trabalham e vivem em Santa Teresinha, cidade mato-grossense, às margens do rio Araguaia, fazendo divisa com o Pará e o Tocantins. Com seus 8 mil habitantes, o município vive economicamente da pecuária, agricultura e turismo na temporada de praia, sempre em julho, no rio Araguaia. No final de setembro até dia 1º de outubro foi realizada a festa da padroeira e o Pe. Zamuner enviou alguns destaques para o Nosso Guia: “Santa Teresinha foi homenageada com muita alegria na comunidade santa-teresinhense. Uma bela procissão fluvial abriu a novena da festa no dia 22 de setembro. O andor da Padroeira foi levado aos cais e, de lá, umas 8 canoas o levaram ao “Morro de Areia”, com fogos e cânticos. A imagem foi recepcionada pela multidão, formando-se a procissão até a igreja. Na novena acontece a ‘reza das rosas’ que consiste na oração das Ave-Marias e, enquanto isso, uma rosa é passada às mãos de uma pessoa que reza a 1ª parte e o povo responde. No final canta-se um dos hinos à Santa e seguem–se os ritos da Eucaristia. Sempre no final da novena: motivação e conclamação para se aproximarem do andor para uma espécie de ladainha de Santa Teresinha, oração, outro hino da Santa e vivas. Depois da novena, no Barracão “3 de Março”, segue-se a parte social: encontro das pessoas, conversas, leilões, caldos, pastéis, sucos, refrigerantes, cervejas e ‘som’. O bispo Adriano (Prelazia de São Félix) presidiu a Eucaristia nos últimos quatro dias. No domingo, 27 de setembro, houve celebração de Batismo e também 1ª Eucaristia de 15 jovens. Dia 29, foi conferido o mandato de Ministros Extraordinários da Eucaristia. E no dia da festa, 1º de outubro, de manhã: carreata (bicicletas, motos, carros e até cavalgada); à tarde, saiu a procissão que rodeia o “Morro da Pedra”, inclusive com o bispo Adriano carregando o andor”. (informações do Pe. Zé Zamuner) 11 Comunidades da Paróquia Nossa Senhora da Guia (Trindade II), Dr. Hélio Seixo de Britto (in memoriam), Helinho de Brito e Myrian – Setor Sul, Flávio Ivo Bezerra e Maria Alice - St. Marista, Ronaldo de Brito e Maria das Dores - St. Bueno, Maria Ferraz - Setor Marista, Maria Bárbara Duarte – St. Sudoeste, Dr. Salomão e Mª Augusta Calado - Setor Sul, Família Nunes - Jardim América, Francimar Maia - Setor Bueno, Dediher e Irene - Campinas, Veneranda Cabral Bittencourt - Setor Oeste, Ivo e Divina – Panorama Park, Eurico Almeida de Britto - Setor Central, Vanderlan Fernandes e Susi - Campinas, Maria Clemente de Oliveira – Setor Bueno, Geraldo Magela e Eunice - Setor São José, Kalil – Setor Campinas, Pe. Guilherme Contart - Palmelo-GO, Maria José e Hermando Lisier - Sorocaba-SP, Pedro Evangelista de Lima - St. Maysa I, Antônio João Thozzi - São Paulo, Carlos Felício Silveira – São Paulo-SP, Antônia R. de Oliveira - St. Castelo Branco, Eurípedes e Desnaides - Jd. Marista, Benedito Goulart e Zélia - Campinas-SP, Demerval Cândido - Res. Araguaia, Geraldo Clarindo Caldas - Setor Oeste, Joventina Alkmim - Aparecida de Goiânia, Tereza Gonçalves - Piracanjuba-GO, Vilma Trevisan Ricardo - Tietê-SP, Maria do Carmo - Tietê-SP, Clara Melo Vaz - Tietê-SP, Darcy G. Paschoal - Tietê-SP, Maria José F. Lopes - Tietê-SP, Irmãos Brandolise (Arnaldo, Lúcia, Célia, Lia, Neusa, Zezinho, Cristina, Deise, Marcelino, Julinha, Heriberto, Márcio e Sandra) e familiares. Cantinho Mirim Carlos Alexandre Júnior - St. Oeste; Isabele Pereira Ferreira - St. Oeste; Matheus Pereira do Prado - St. Oeste; Guilherme Salera Bezerra - St. Marista; Artur S. Brito Bezerra Oliveira - Brasília-DF; Luiza Seixo de B. Bezerra Oliveira - Brasília-DF; Felipe Quieregati - St. Marista; Flávio Quieregati S. Britto Bezerra - St. Marista; Stéphanie Quieregati S. B. Bezerra - St. Marista; Laís Salera S. de Britto Bezerra - St. Marista Amanda Olinto O. Guimarães - St. Campinas; Renato Xavier de Castro Nunes - St. Campinas Depósitos Banco do Brasil nos dois últimos meses. Agência: 4864-X / Conta Corrente: 21.081-1 (Antônio M. Brandolize) 01/09 – Transferência online............R$ 50,00 01/09 – Transferência agendada......R$120,00 08/09 – Transferência periódica.......R$ 10,00 01/10 – Transferência agendada......R$ 120,00 02/10 – Crédito em conta..................R$ 40,00 06/10 – Transferência periódica.......R$ 10,00 09/10 – Crédito em conta..................R$ 50,00 13/10 – Transferência online............R$ 300,00 12 Goiânia novembro 2015 PE. RAFAEL VIEIRA Missionário Redentorista 23 EVENTOS DO CALENDÁRIO OFICIAL DO ANO DA MISERICÓRDIA QUE PODEM SER ACOMPANHADOS PELAS COMUNIDADES NO MUNDO INTEIRO 1 13 Terça-feira, 8 de Dezembro de 2015 Solenidade da Imaculada Conceição. Abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. conos. 14 Sexta-feira, 3 de Junho de 2016 Solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus. Jubileu dos Sacerdotes. 160 anos do começo da festa, iniciada em 1856 por Pio IX. 2 Domingo, 13 de Dezembro de 2015 III Domingo de Advento. Abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo. 15 3 Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2016 Solenidade de S. Maria Santíssima Mãe de Deus. Dia Mundial da Paz. Abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior. 4 17 5 6 7 Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016 Quarta-feira de Cinzas. Envio dos Missionários da Misericórdia na Basílica de São Pedro. Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016 Cátedra de São Pedro. Jubileu da Cúria Romana. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. 8 9 Sexta-feira 4 e sábado 5 de Março de 2016 “24 horas para o Senhor” com celebração penitencial em São Pedro, na tarde da sexta-feira 4 de Março. Domingo, 12 de Junho de 2016 XI Domingo do Tempo Comum. Jubileu dos Doentes e das Pessoas com deficiência. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. Terça-feira, 26 – Domingo, 31 de Julho de 2016 Até ao XVIII Domingo do Tempo Comum. Jubileu dos Jovens. Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia. Domingo, 4 de Setembro de 2016 XXIII Domingo do Tempo Comum. Memória da Beata Teresa de Calcutá - 5 de Setembro. Jubileu dos Operadores e voluntários da misericórdia. Domingo, 25 de Setembro de 2016 XXVI Domingo do Tempo Comum. Jubileu dos Catequistas. Sábado 8 e Domingo 9 de Outubro de 2016 Sábado e Domingo após a festa de Nossa Senhora do Rosário. Jubileu Mariano. Terça-feira, 1 de Novembro de 2016 Solenidade de Todos os Santos. Santa Missa do Santo Padre em memória dos fiéis defuntos. Domingo, 6 de Novembro de 2016 XXXII Domingo do Tempo Comum. Jubileu dos Presos, em São Pedro. 16 Terça-feira, 19 de Janeiro – Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016 Jubileu dos Operadores dos Santuários. Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2016 Festa da Conversão de São Paulo. Abertura da Porta Santa da Basílica de São Paulo extramuros. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2016 Festa da Apresentação do Senhor e Dia da Vida Consagrada. Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada. Domingo, 29 de Maio de 2016 Corpus Domini no Itália. Jubileu dos Diá- 18 19 10 Domingo, 20 de Março de 2016 Domingo de R amos. Em Roma, Jornada diocesana dos Jovens. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. Domingo, 3 de Abril de 2016 Domingo da Divina Misericórdia. Jubileu para todos os que aderem à espiritualidade da Divina Misericórdia. Domingo, 24 de Abril de 2016 V Domingo de Páscoa. Jubileu dos adolescentes (13 – 16 anos). Professar a fé e construir uma cultura de misericórdia. Sinal “Jubilar” do Santo Padre: testemunho das obras de misericórdia. 11 12 20 21 22 Domingo, 13 de Novembro de 2016 XXXIII Domingo do Tempo Comum. Encerramento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. Domingo, 20 de Novembro de 2016 Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Encerramento da Porta Santa em São Pedro e conclusão do Jubileu da Misericórdia. 23