FACULDADE DE ARACRUZ - FAACZ MANTENEDORA: FUNDAÇÃO SÃO JOÃO BATISTA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: ENGENHARIA CIVIL Aracruz 2009 5 Faculdade de Aracruz Organização técnica-administrativa-didática-pedagógica Diretora Interina Vera Lúcia Cuzzuol Secretária Geral Carmem Lucia Pinheiro Tallon Duarte Coordenação de Ensino Mercedes Silverio Gómez Coordenação de Pesquisa e Pós-Graduação Marcos Roberto Teixeira Halaz Coordenação de Extensão Adriana Recla Coordenação de Estágio Lúcia Maria Giostri Cardoso Coordenação do Curso de Engenharia Civil XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Pesquisadora Institucional Olivina Auer Loureiro Autor do Projeto Engº Wellington Lozer Giacomin, M.Sc 6 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................ 4 2. JUSTIFICATIVA .............................................................................................................................. 5 3. A FACULDADE DE ARACRUZ .......................................................................................................... 6 4. 3.1. MISSÃO DA FACULDADE DE ARACRUZ ................................................................................................. 6 3.2. PRINCÍPIOS NORTEADORES ............................................................................................................... 6 3.3. FINALIDADES E OBJETIVOS ESPECÍFICOS .............................................................................................. 7 3.4. IDEÁRIO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE ARACRUZ .............................................................................. 9 PROJETO PEDAGÓGICO ............................................................................................................... 10 5.1. 5. OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................................... 10 4.1.1. Objetivo geral ..................................................................................................................... 10 4.1.2. Objetivos específicos ........................................................................................................... 10 5.2. PERFIL DO EGRESSO ...................................................................................................................... 11 5.3. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENGENHEIRO CIVIL ........................................................................ 12 ESTRUTURA DO CURSO ............................................................................................................... 12 5.1. CONCEPÇÃO GERAL ...................................................................................................................... 12 5.2. ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................................................... 16 5.2.1. Fluxograma do Curso .......................................................................................................... 17 5.2.2. Dados do Curso ................................................................................................................... 18 5.2.2.1. Denominação ................................................................................................................. 18 5.2.2.2. Número de vagas disponíveis ........................................................................................ 18 5.2.2.3. Duração do Curso ........................................................................................................... 18 5.2.2.4. Turnos disponíveis .......................................................................................................... 18 5.2.2.5. Regime de matrícula ...................................................................................................... 18 5.2.2.6. Carga horária ................................................................................................................. 18 5.2.2.7. Base Legal ...................................................................................................................... 18 5.2.3. 5.2.3.1. Ementário ........................................................................................................................... 18 Ementário – Formação Básica ...................................................................................... 18 DISCIPLINA: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA ............................................................................. 18 DISCIPLINA: CÁLCULO VETORIAL .................................................................................................................. 19 DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO BÁSICO ...................................................................................................... 20 DISCIPLINA: DINÂMICA DOS FLUÍDOS .......................................................................................................... 21 7 DISCIPLINA: ELETROMAGNETISMO E FÍSICA MODERNA .............................................................................. 22 DISCIPLINA: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ......................................................................................................... 23 DISCIPLINA: EQUAÇÕES INTEGRAIS .............................................................................................................. 24 DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ......................................................................................... 24 DISCIPLINA: FENÔMENO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 25 DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO............................................................................................ 26 DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL ......................................................................................... 26 DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ECONÔMICA ............................................................................ 27 DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA ................................................................................................... 28 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA .............................................................................................................. 29 DISCIPLINA: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO ..................................................................................................... 29 DISCIPLINA: MECÂNICA DA PARTÍCULA E DOS CORPOS RÍGIDOS ................................................................ 30 DISCIPLINA: MECÂNICA RACIONAL APLICADA À ENGENHARIA MECÂNICA ................................................. 31 DISCIPLINA: METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA ................................................................................ 32 DISCIPLINA: MÉTODO NUMÉRICO APLICADO À ENGENHARIA CIVIL ............................................................ 32 DISCIPLINA: PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE .................................................................................................. 33 DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA ................................................................................................ 34 DISCIPLINA: PROCESSOS QUÍMICOS ............................................................................................................. 35 DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ................................................................................................. 35 DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II ................................................................................................ 36 DISCIPLINA: TERMODINÂMICA ..................................................................................................................... 37 5.2.3.2. Ementário – Formação Profissionalizante e Específica ................................................ 38 DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL I ............................................................................................................ 38 DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL II ........................................................................................................... 39 DISCIPLINA: ARQUITETURA E URBANISMO .................................................................................................. 39 DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL I ......................................................................................................... 40 DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL II ........................................................................................................ 41 DISCIPLINA: CONSTRUÇÃO DE PONTES ........................................................................................................ 41 DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO ................................................................................................................... 42 DISCIPLINA: ESTRADAS ................................................................................................................................. 43 DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETO I................................................................................................... 44 DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETOS II ................................................................................................ 45 DISCIPLINA: ESTRUTURA DE CONCRETO III .................................................................................................. 46 DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA E METÁLICAS ................................................................................. 46 DISCIPLINA: GEOLOGIA................................................................................................................................. 47 DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL................................................................................................................. 48 DISCIPLINA: GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ............................................................................................. 49 DISCIPLINA: HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS ........................................................................................ 50 DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO .................................................................................... 50 DISCIPLINA: INSTALAÇÃO ELÉTRICA PREDIAL ............................................................................................... 51 8 DISCIPLINA: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .............................................................................. 52 DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I ................................................................................................. 53 DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II ................................................................................................ 54 DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS I ........................................................................................................... 55 DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS II .......................................................................................................... 55 DISCIPLINA: PAVIMENTAÇÃO E TRANSPORTES ............................................................................................ 56 DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E ORÇAMENTOS DA CONSTRUÇÃO ............................................................... 57 DISCIPLINA: SANEAMENTO BÁSICO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA .............................................................. 58 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ............................................................................................ 59 DISCIPLINA: TOPOGRAFIA E GEODÉSIA ........................................................................................................ 60 DISCIPLINA: PORTOS E HIDROVIAS ............................................................................................................... 61 DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ....................................................................... 62 DISCIPLINA: PROJETO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS .................................................................................. 63 DISCIPLINA: PAISAGISMO, ARBORIZAÇÃO E REFLORESTAMENTO ............................................................... 63 6. PRÁTICAS EDUCATIVAS ............................................................................................................... 64 6.1. DIRETRIZES DIDÁTICAS................................................................................................................... 64 6.2. FORMAÇÃO PROFISSIONAL ............................................................................................................. 64 6.2.1. Orientações gerais para as práticas educativas ................................................................. 65 6.2.2. As Atividades Propostas para os Ciclos de Amadurecimento da Formação do Aluno ........ 66 6.2.3. Procedimentos de Avaliação do Aprendizado .................................................................... 67 6.3. 7. 8. PECULIARIDADES DA CONSOLIDAÇÃO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL ....................................................... 67 6.3.1. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC................................................................................ 68 6.3.2. Estágio Supervisionado ....................................................................................................... 69 6.3.3. Disciplinas Optativas........................................................................................................... 70 4.1.1. Práticas Extensionistas ....................................................................................................... 70 4.1.1.1. Iniciação Científica ......................................................................................................... 70 4.1.1.2. Empresa Júnior ............................................................................................................... 70 4.1.1.3. Semana da Engenharia Civil – SENCIV ........................................................................... 71 4.1.1.4. Mini-cursos de Capacitação ........................................................................................... 71 A GESTÃO ACADÊMICA ............................................................................................................... 71 7.1. ESTRUTURA DE COORDENAÇÃO ....................................................................................................... 71 7.2. ATIVIDADES PROPOSTAS PARA A GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO .......................................................... 72 7.3. DIRETRIZES PARA O PLANEJAMENTO DE HORÁRIOS PARA ATIVIDADES ACADÊMICAS................................... 72 RECURSOS NECESSÁRIOS ............................................................................................................ 74 8.1. INFRA-ESTRUTURA A SER EMPREGADA .............................................................................................. 74 8.2. NOVAS INSTALAÇÕES FÍSICAS .......................................................................................................... 75 9 8.3. 9. RECURSOS HUMANOS ................................................................................................................... 75 ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO ............................................................................................ 75 9.1. AVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................................................. 75 9.2. PARCERIAS .................................................................................................................................. 76 9.3. CORPO DOCENTE ......................................................................................................................... 77 ANEXO I – PROCESSO SELETIVO ........................................................................................................... 78 ANEXO II – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR ............................................................................ 79 ANEXO III – PESQUISA .......................................................................................................................... 81 ANEXO IV – EXTENSÃO......................................................................................................................... 82 ANEXO V – ESTÁGIOS ........................................................................................................................... 83 4 1. APRESENTAÇÃO Este documento contém as diretrizes principais para implantação e gestão do curso de Engenharia Civil, incluindo: justificativa e objetivo do curso, perfil do egresso e do curso, competências e habilidades do profissional e áreas de atuação. Do âmbito acadêmico o projeto aborda a estrutura curricular e ementário, além das orientações para elaboração do trabalho de conclusão de curso – TCC, estágio supervisionado e práticas extensionistas, e a previsão dos recursos materiais necessários. O advento do curso de Engenharia Civil para a Faculdade de Aracruz é motivo de muito orgulho, pois fortalece o objetivo de tornar a faculdade um centro de referência tecnológica e ensino de engenharia, aliando-se aos cursos de graduação em Engenharia Mecânica, Química, Produção, Arquitetura e Urbanismo e ao curso de mestrado profissional em Tecnologia Ambiental, já em funcionamento na instituição. Isso fortalece a IES e proporciona um ambiente acadêmico de alto nível, face as qualificações e diversificações dos docentes. O projeto político pedagógico apresentado objetiva atender o Parecer N° CNE/CES 11/2002. 5 2. JUSTIFICATIVA O ramo da construção civil vem se destacando no cenário econômico atual como um gigante em desenvolvimento. As diversas medidas adotadas pelo governo para incentivar e favorecer a aquisição ou a construção da casa própria, as implantações de novas empresas e as expansões de algumas existem tem contribuído positivamente para essa situação. Juntamente com o setor de serviços e o de agricultura, a construção civil foi um dos responsáveis pela melhora dos indicadores econômicos do país. No Brasil o crescimento do emprego nesse setor, somente no início do ano de 2009, foi de 1,93% e no Espírito Santo esse índice foi de 1,10%, para o mesmo período analisado. O mercado de trabalho para Engenheiros Civis e Arquitetos está aquecido e ávido por profissionais qualificados, comprometidos e dispostos a desenvolver projetos cada vez mais inovadores e ambientalmente sustentáveis. Focado nesse cenário a Faculdade de Aracruz desenvolveu o presente Projeto Político Pedagógico para o curso de Engenharia Civil, visando oferecer ao aluno uma “bagagem” de conhecimentos adequada para a formação de um profissional dinâmico e consciente de suas responsabilidades para com a sociedade e o meio ambiente. Fazem parte da estrutura curricular disciplinas como matemática, física, estatística, desenho, administração, economia, sociologia, estruturas, construção civil, transportes, geotecnia, hidráulica e saneamento, topografia e geodésia, incluindo o estágio supervisionado e o trabalho de conclusão de curso que são obrigatórios para efetivação da graduação. Com a implantação do curso de Engenharia Civil a Faculdade de Aracruz deseja fortalecer os cursos da área de exatas, em especial as engenharias. Atualmente funcionam na IES os cursos de Engenharia Mecânica, Química e Arquitetura e Urbanismo, além do curso de Engenharia de Produção que está em fase de aprovação junto ao MEC, com previsão de início para o ano de 2010. A FAACZ almeja se tornar uma referência, na região norte capixaba, no ensino de engenharia e no desenvolvimento de tecnologias para essas áreas. 6 3. A FACULDADE DE ARACRUZ A Faculdade de Aracruz – FAACZ é uma Instituição de Ensino Superior (IES) particular, ligada ao Sistema Federal de Ensino e sem fins lucrativos. Criada em 1989, mantida pela Fundação São João Batista, sendo esta uma entidade portadora do EBAS pertencente ao terceiro setor. Está associada à ABMES, ao SINEPE-ES, ao CNAS, CMASA e sua orientação técnico-funcional acontece com base nas diretrizes e legislações emanadas da SESu/CNE/MEC. É pluralista, dialogal, de livre iniciativa e atua em íntima articulação com a sociedade e com os diversos setores educacionais, culturais, técnicas e sociais, sempre em atendimento à legislação vigente. Com o passar dos anos, vem consolidando junto à comunidade seu papel de promover ensino, pesquisa e extensão com a finalidade de estimular o desenvolvimento do espírito científico, da investigação, do pensamento reflexivo, da socialização do saber e da formação de profissionais. Esse papel objetivamente se reflete na construção de uma convivência referenciada por uma concepção de homem social e de mundo em permanente transformação. 3.1. Missão da Faculdade de Aracruz A Faculdade de Aracruz tem por missão: “Promover uma educação superior de qualidade diferenciada que possibilite a formação de profissionais aptos à transformação de saberes, engajados com o meio e comprometidos com o desenvolvimento da pessoa humana” A Faculdade de Aracruz assume o compromisso de ser centro de referência para a região em que está inserida, oferecendo subsídios à alteração da estrutura produtiva com a modernização de técnicas educacionais, que vise ao desenvolvimento econômico e social, tomando como princípio a superação das desigualdades sociais. 3.2. Princípios Norteadores Na consecução de sua missão institucional a Faculdade de Aracruz tem por princípios: “Educação Superior de qualidade diferenciada, Responsabilidade Social, Estímulo ao trabalho coletivo e à integração institucional, Auto-responsabilidade pela excelência das ações institucionais”. A execução eficiente da graduação e a promoção da indissociabilidade entre ensino pesquisa e extensão acontecerão na medida em que todos os gestores educacionais da Faculdade de Aracruz estiverem 7 conscientes da necessidade de produção do conhecimento regional e de sua difusão nacional e mundial. Isto depende da consciência de todos, em especial da comunidade acadêmica, no que tange a necessidade de parcerias e de efetiva prestação de serviços, visando à obtenção de recursos para além das anuidades escolares. Ainda depende, essencialmente, da continuidade crescente dos recursos investidos, desenvolvendo projetos de pesquisa, extensão, cursos e de ações com a comunidade. A melhoria, implantação e promoção da comunicação permanente da Faculdade de Aracruz com os setores internos e a sociedade deve ser um canal de mão-dupla, democraticamente estabelecido, fundamentado na preocupação de gerar e adicionar elementos novos e atualizados na discussão de novas atividades. Isto significa uma constante abertura democrática para a integração interinstitucional, governamental, e não governamental, posto que os conhecimentos construídos sobre a região devem ser significantes e a base para a comunicação efetiva. A promoção da qualidade do “fazer” educacional deve ser uma busca constante e tornar-se-á realidade na medida em que seja dada atenção especial às dimensões formal, material, física, política e espiritual que esta qualidade comporta. A promoção da avaliação sistemática institucional e de cursos, a partir da definição de indicadores estabelecidos pela própria Faculdade de Aracruz, pelo MEC e da participação interna e externa dos avaliadores, será de grande importância para o caminhar da Faculdade. A promoção da valorização do ser humano, na busca de uma melhor e maior integração com a região e conhecimento de seus problemas, visa traduzir a elevação dos padrões de qualidade de vida do homem brasileiro, dentro dos aspectos integrais, devendo a Faculdade de Aracruz ter por base o desenvolvimento de nossa região, através de uma concepção institucional de ser a Faculdade a interlocutora dos anseios e da conquista social. 3.3. Finalidades e Objetivos Específicos A Faculdade de Aracruz, instituição formadora de profissionais em nível superior, com atividades de pesquisa e de extensão, tem por finalidades, decorrentes de seus princípios: Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais, para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua formação contínua; Suscitar o desenho permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; 8 Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular, os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnologia gerada na instituição; Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou outras formas de comunicações; Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive. Em decorrência destas finalidades, a Faculdade de Aracruz assume os seguintes objetivos específicos: Elaborar e executar suas propostas pedagógicas; Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; Assegurar o cumprimento de dias letivos e horas/aula estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; Prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento; Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da capacidade de interpretação, compreensão e retenção das informações adquiridas dentro do processo ensino-aprendizagem; Compreender o ambiente natural e social, o sistema político, as artes a tecnologia e os valores em que se fundamentam a sociedade; Preparar o discente para o trabalho, para o exercício da cidadania, para continuar aprendendo de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade às novas condições e exigências do mercado de trabalho, na busca de sua realização profissional. 9 Essas diretrizes compõem o Regimento Interno da Faculdade de Aracruz atualizado no ano de 2005. 3.4. Ideário Pedagógico da Faculdade de Aracruz A Faculdade de Aracruz, na consecução de suas finalidades e de seus propósitos, considera que o aluno é sujeito de seu processo educativo, tendo em vista que educar é, antes de tudo, educar-se, sendo assim a FAACZ deve proporcionar-lhe as condições e os requisitos essenciais para que possa construir seu projeto de vida e ser construtor de sua própria história. O processo educativo com o qual toda Faculdade deve preocupar-se e empenhar-se, deve estar voltado para o sentido do “aprender a aprender”, possibilitando aos egressos, na condição de empreendedores, permanente atuação e liderança da sociedade. A escolha profissional deve ser consciente e consistente, baseada no conhecimento de suas aptidões, adotando postura de cidadão comprometido com o desenvolvimento da região e do país. Por considerar de fundamental importância o comprometimento do aluno com o desenvolvimento da região, a Faculdade de Aracruz deve proporcionar-lhe: Sólida formação teórica como preparação para a prática, condição fundamental para a compreensão do mundo físico e social; A valorização da mentalidade científica e técnica nos estudos e trabalhos que desenvolver; Uma educação de natureza reflexiva e crítica, formadora do cidadão empreendedor, consciente e integrado à sua realidade histórico-social; Uma aprendizagem comprometida com o processo de liberação e de auto-realização do aluno, por meio de uma metodologia ativa, de caráter científico-reflexivo. 10 4. PROJETO PEDAGÓGICO 4.1. Objetivos do Curso 4.1.1. Objetivo geral Atenta ao cenário econômico atual a Faculdade de Aracruz objetiva com o curso de Engenharia Civil formar um profissional capaz de entender as necessidades de ordem habitacionais e de infraestrutura urbana provenientes da sociedade, propondo soluções que atendam essas carências de forma eficaz. Capaz de se relacionar-se em um ambiente globalizado e multidisciplinar, ocupando cargos de engenheiro coordenador, gerente ou correspondentes nas diversas áreas da construção civil. Amparando suas decisões em conhecimentos desenvolvidos a partir das áreas da matemática, física, química, cálculo estrutural, sociologia, ciências do ambiente, planejamento, gestão da tecnologia, transporte, ergonomia, entre outros. Além de um profissional ético e zeloso pelo bem estar da sociedade e do ambiente que o rodeia. 4.1.2. Objetivos específicos Os objetivos específicos do curso de Engenharia Civil são: a) Proporcionar ao aluno condições para o desenvolvimento de sua criatividade, análise critica de situações cotidianas e relacionamento com as tecnologias disponíveis de sua área de atuação; b) Atender as demandas do mercado por um profissional completo e empreendedor; c) Proporcionar meios para o desenvolvimento de competência profissional e ética, subsidiando suas tomadas de decisões; d) Desenvolver perfil empreendedor instigando o egresso a buscar novas oportunidades, criando novas tecnologias ou métodos que inovem as práticas atuais de forma positiva; e) Desenvolver a consciência ecológica no egresso, de forma a interagir de maneira sustentável com o meio ambiente; f) Disponibilizar e manter toda estrutura de apoio, como por exemplo, laboratórios, bibliotecas, auditório, espaço multimídia, necessário ao bom andamento do curso e propiciar ao aluno seu máximo aproveitamento; 11 g) Desenvolver junto aos docentes atividades acadêmicas complementares que sejam capazes de elevar os discentes a uma situação de análise diferenciada, mais ampla, mas sempre preocupado com sua interação entre a sociedade e o meio ambiente; h) Prover aos docentes e discentes condições para participação em congressos, seminários, feiras, concursos, visitas, intercâmbios e estágios dentro de sua área de interesse; 4.2. Perfil do Egresso O egresso do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz deve apresentar “sólida formação técnico-científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade”, em concordância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Engenharia de 25 de fevereiro de 2002. Deverá apresentar competência para o desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares, buscando novos processos, inovações ou aplicações que proporcionem ganhos econômicos ou/e de qualidade de vida. Estará apto para atuar nas áreas de Projetos, estudos e especificações; Análise de viabilidade técnicoeconômica; Supervisão, coordenação e orientação; Assistência, assessoria e consultoria; Direção de obra e serviço técnico; Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; Desempenho de cargo e função técnica; Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; Elaboração de orçamento; Padronização, mensuração e controle de qualidade; Execução de obra e serviço técnico; Fiscalização de obra e serviço técnico; Produção técnica e especializada; Condução de trabalho técnico; Condução de equipe de instalação, montagem e reparo; Operação e manutenção de equipamento e instalação, montagem e reparo; Operação e manutenção de equipamento e instalação; Execução de desenho técnico, referente a Edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, abastecimento de água e de saneamento; Portos, rios, canais, barragens e diques; Drenagem e irrigação; Pontes e grandes estruturas; e, seus serviços afins e correlatos. Seja como autônomo, funcionário do setor público ou privado. Conforme estabelece a Resolução Nº 218, de 29 de junho de 1973, do CONFEA, nos Artigos 1° e 7° das atividades inerentes a profissão do Engenheiro Civil. 12 4.3. Competências e Habilidades do Engenheiro Civil As competências e habilidades esperadas do Engenheiro Civil graduado pela Faculdade de Aracruz são: a) Tomar decisões baseadas em conhecimentos técnicos, sociais, éticos, ambientais e econômicos visando o equilíbrio entre eles; b) Realizar trabalhos em equipes, seja coordenando as atividades, como apoio operacional ou estratégico, atuando inter, multi ou transdisciplinarmente; c) Desenvolver, analisar e avaliar criticamente projetos de Engenharia Civil a luz de princípios éticos, sociais, econômicos, ambientais e com aplicação dos recursos tecnológicos avançados e disponíveis; d) Planejar e coordenar as diversas etapas envolvidas nos serviços de engenharia; e) Utilizar eficazmente as formas de comunicação, tais como, oral, escrita e gráfica; f) Projetar, planejar e executar obras em edificações, estradas, pistas de rolamento e aeroportos; sistemas de transportes, abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; g) Analisar a viabilidade técnica-econômica, retorno sobre investimento e gerenciar recursos de novos empreendimentos. h) Aplicar as legislações pertinentes; 5. ESTRUTURA DO CURSO 5.1. Concepção Geral A estrutura do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é formada por cinco núcleos de formação, atendendo as Diretrizes Curriculares estabelecidas pela Resolução CNE/CES 11/02. A divisão por núcleos visa à melhor identificação e aplicação de cada disciplina, além de proporcionar uma evolução gradativa do amadurecimento do aluno. Estão assim divididas: Núcleo de Formação Básica: abordando conteúdos comuns às engenharias, com aproximadamente 42% da carga horária mínima total prevista para o curso: o Matemática: Álgebra Linear e Geometria Analítica; Equações integrais; Cálculo vetorial; Equações diferenciais; Probabilidade e Estatística; o Física: Mecânica da partícula e dos corpos rígidos (teoria e prática); Dinâmica dos fluidos (teoria e prática); Princípios da Eletricidade (teoria e prática); Eletromagnetismo e Física Moderna (teoria e prática); 13 o o o o o o o o o o o o o Mecânica Racional aplicada à Engenharia Civil; Fenômenos de Transporte Termodinâmica; Fenômeno dos transportes; Química: Processos Químicos (teoria e prática); Desenho Técnico: Desenho Básico; Desenho Técnico; Expressão Oral e Escrita: Língua Portuguesa; Informática: Lógica de Programação; Métodos Numéricos Aplicado à Engenharia Civil; Introdução à Engenharia Civil: Introdução à Engenharia Civil; Engenharia Econômica: Introdução à Engenharia Econômica; Administração: Introdução à Administração; Economia: Introdução à Economia; Sociologia: Introdução à Sociologia; Metodologia Científica: Produção de trabalhos acadêmicos; Higiene e Segurança no Trabalho: Higiene e Segurança no Trabalho; Ciências do Ambiente: Elementos das Ciências do Ambiente; Núcleo de Formação Profissionalizante: abordando as áreas fundamentais da Engenharia Civil, com aproximadamente 29% da carga horária mínima total prevista para o curso: o Normatização dos Materiais de Construção; o Materiais de construção; o Tecnologia da construção; o Mecânica dos solos; o Instalações elétricas; o Resistência dos Materiais; o Resistência dos Materiais Aplicada; o Conforto Ambiental – Luminotécnico e Acústico; o Conforto Ambiental – Térmico; o Instalações hidráulicas e sanitárias; o Fundações; o Topografia e geodésia; o Geologia; o Estruturas de madeira e metálicas; o Planejamento e orçamento da construção; o Ética e legislação profissional; Núcleo de Formação Específica: é formado por disciplinas específicas de algumas áreas de atuação da Engenharia Civil, possui carga horária de aproximadamente 16% total previsto para o curso e está assim divida: o Construção Civil e Edificação: 14 Análise Estrutural; Metodologia de Deformação Estrutural; Estruturas de Concreto; Arquitetura e Urbanismo; o Obras de infraestruturas de transporte e de saneamento: Estradas, Pavimentação e Transportes; Construção de Pontes; Saneamento e Abastecimento de Água; o Obras ambientais: Gestão dos Resíduos Sólidos; o Recursos hídricos: Hidrologia; Núcleo Atividades Complementares: é formado por disciplinas que contenham conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais que garantam ao egresso o desenvolvimento de competências e habilidades aqui estabelecidas, ocupando 11% da carga horária mínima total prevista para o curso, englobando as atividades de: o Estágio Supervisionado; o Trabalho de Final de Curso; o Atividades Complementares: - Participação em congressos, seminários e eventos que estejam diretamente ligados a formação do discente; - Projetos de iniciação científica; - Intercâmbios com outras instituições de ensino superior; - Atividades de inter-relação entre os conteúdos planejados. Núcleo de formação eletiva: é formada por disciplinas optativas onde o aluno pode escolher 3 destas livremente de acordo com seu interesse, ocupando 6% da carga horária mínima do curso, sendo estas: 1. Portos e hidrovias; 2. Empreendedorismo; 3. Paisagismo, arborização e reflorestamento; 4. Instalações Industriais; Nota: Outras disciplinas poderão ser oferecidas, além destas oferecidas e das relacionadas com outros cursos de graduação da FAACZ. Ciclo de Aprendizagem Período 1º Núcleo Básico (abordando conteúdos comuns às engenharias) 2º 43% da carga horária total do curso 3º 4º Disciplina Álgebra linear e Geometria Analítica Desenho Básico Equações Integrais Introdução à Engenharia Civil Língua Portuguesa Produção de Trabalhos Científicos Cálculo Vetorial Introdução à Sociologia Mec. da Part. e dos Corpos Rígidos Higiene e Segurança no Trabalho Desenho Técnico Probabilidade e Estatística Equações Diferenciais Dinâmica dos Fluídos Lógica de Programação Processos Químicos Elementos da Ciências do Ambiente Mét. Numéricos Aplicado à Eng. Civil Conhecimentos Desenvolvidos 15 5º Ciclo de Aprendizagem Período Disciplina 5º 9º 10º Normatização de Mat. de Construção Materiais de Construção Introdução à Sociologia Tecnologia das Construções Instalações Elétricas Predial Resistência dos Materiais Conforto Ambiental – Luminotécnico e Acústico Instalações Hidráulicas e Sanitárias Fundações Resistência dos Materiais Aplicada Conforto Ambiental – Térmico Topografia e Geodésia Geologia Estrutura de concreto Estruturas de madeira e metálicas Planej. E Orçamentos da Construção Ética e Legislação Profissional Período Disciplina 4º Análise Estrutural Método de Deformação Estrutural Gestão de Resíduos Sólidos Hidrologia Estruturas de Concreto Estrada, Pavimentação e Transportes 6º Núcleo Profissionalizante (abordando as áreas fundamentais da Engenharia Civil) 7º 29% da carga horária total do curso 8º Ciclo de Aprendizagem Núcleo Específico (formado por disciplinas específicas de algumas áreas de atuação da Engenharia Civil) 16% da carga horária total do curso 5º 7º 8º 9º Saneamento e Abastecimento de Água 10º Construção de Pontes Arquitetura e Urbanismo Ciclo de Aprendizagem Período Núcleo Eletivo 7º 8º (formada por disciplinas optativas onde o aluno pode escolher 3 destas livremente de acordo com seu interesse) 7% da carga horária total do curso Int. à ADM e Eng. Econômica Princípios da Eletricidade Termodinâmica Mecânica Racional Apl. à Eng. Civil Eletromagnetismo e Física Moderna Fenômeno de Transportes 9º Disciplina Optativa I Optativa II Optativa III Conhecimentos Desenvolvidos Conhecimentos Desenvolvidos Conhecimentos Desenvolvidos 16 Ciclo de Aprendizagem Núcleo Atividades Complementares (formado por disciplinas que contenham conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais que garantam ao egresso o desenvolvimento de competências e habilidades aqui estabelecidas) Período 6º Disciplina 6º ao 10º 2º 4º 6º 8º TCC Estágio Supervisionado Atividade Complementar (a definir) Atividade Complementar (a definir) Atividade Complementar (a definir) Atividade Complementar (a definir) 10º Atividade Complementar (a definir) Conhecimentos Desenvolvidos 6% da carga horária total do curso É premissa da FAACZ reduzir o tempo em sala de aula, levando o discente a praticar o conteúdo assimilado nas aulas teóricas, seja através de trabalhos em grupos, individuais, projetos de final de curso, empresa Júnior, participação em eventos específicos, laboratórios entre outras. 5.2. Estrutura Curricular A Estrutura Curricular para o Curso de Engenharia Civil é apresentada da seguinte forma: fluxograma, dados e duração do curso, número de vagas e turnos disponíveis, regime de matrícula, carga horário do curso, base legal e ementário. 17 5.2.1. Fluxograma do Curso 18 5.2.2. Dados do Curso 5.2.2.1. Denominação Engenharia Civil. 5.2.2.2. Número de vagas disponíveis Inicialmente estão previstas 100 vagas anuais. 5.2.2.3. Duração do Curso O curso de Engenharia Civil deverá ser concluído em no mínimo 10 períodos semestrais e no máximo em 18 períodos semestrais. 5.2.2.4. Turnos disponíveis O curso será ministrado nos períodos vespertino e noturno. 5.2.2.5. Regime de matrícula O regime de matrícula será o semestral. 5.2.2.6. Carga horária A carga horária mínima prevista para o curso de Engenharia Civil é de 4.020 horas\aula. 5.2.2.7. Base Legal O curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é embasado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Cursos de Graduação em Engenharia – Resolução CNE/CES Nº 11 de 11 de Março de 2002, na Portaria Normativa N° 40, de 12 de dezembro de 2007, e na Resolução Nº 1.010 de 22 de Agosto de 2005 do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 5.2.3. Ementário 5.2.3.1. Ementário – Formação Básica FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP001 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 PERÍODO: 1º 19 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 0 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Sistemas de equações lineares e matrizes Método de Gauss-Jordan Vetores no R² e no R³ e Álgebra vetorial Produto escalar e misto Retas Planos Curvas e superfícies cônicas e quadráticas PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. Ed. Makron Books, 2ª edição, 1987. - STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. Ed. MacGraw-Hill, 2006. - BOLDRINI, J. L; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.; WETZLER, H. G. Álgebra Linear. 3ª edição, Harper e Row do Brasil, São Paulo, 1986. Complementares: - LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1. - SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. V. 1. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO VETORIAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP002 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 0 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - Curvas paramétricas e Funções com Valores Vetoriais Coordenadas polares e Rotação de Eixos Funções Vetoriais Integrais Múltiplas Limite derivada e integral de funções variáveis Teoremas de Cálculo Vetorial PRÉ-REQUISITO - Equações Integrais; PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 20 REFERÊNCIAS Básicas: - SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994. Vol.2. - FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley 2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br). Complementares: - LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1. - SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. V. 1. - MUNEM, FOULIS, Cálculo. Vol 2. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1978. - ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1994. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO BÁSICO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP003 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Instrumental de desenho Normas para o desenho técnico Desenho geométrico Escalas Colocação de cotas Perspectivas paralelas Noções básicas de geometria descritiva Projeções ortográficas (principais e auxiliares) Perspectiva cilíndrica e ortogonal (desenho isométrico) Cortes e seções Desenho de instalações elétricas Desenho de tubulações industriais Fluxogramas de processo e simbologia para acessórios de tubulações PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - Apostila de Desenho Técnico desenvolvida para o curso. - FRENCH, T.E., VIERCK, C.J., Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Editora Globo, São Paulo, 1999. 21 Complementares: - MALHEIROS, P., Autocad 2000 para projetos de Arquitetura e Engenharia. Ed. Axcel Books, Rio de Janeiro, 2000. - ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – Capítulos 1 a 8 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: DINÂMICA DOS FLUÍDOS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP004 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 05 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 40 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 100 PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Física Teórica Oscilações; Gravitação; Estatística dos fluidos; Dinâmica dos fluidos; Ondas em meios elásticos; Ondas sonoras; Temperatura; Calor e a primeira lei da termodinâmica; Teoria cinética dos gases; Entropia e segurança lei da termodinâmica; - Física Experimental Tratamento de dados experimentais; Análise gráfica; Empuxo; Dilatação térmica; Pêndulos; Experiência de Avogrado; Tubos em U; Trocas de calor. PRÉ-REQUISITO - Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos; REFERÊNCIAS Básicas: - HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ, Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002. - SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999. 22 Complementares: - ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP, Brasil. 1992. - TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ELETROMAGNETISMO E FÍSICA MODERNA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP005 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 05 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 40 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 100 PERÍODO: 5º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Física Teórica Ondas eletromagnéticas; Óptica Física; Polarização; Noções de teoria da relatividade restrita; Introdução à mecânica quântica; Efeito fotoelétrico; Efeito Compton: comportamento da luz como partícula; Introdução à física atômica e nuclear; Comportamento ondulatório das partículas; Experiência da dupla fenda; Princípio da incerteza; - Física Experimental Reflexão da luz: espelhos planos e esféricos; Difração da luz: lentes e prismas; Experiência de Young; Osciloscópio; Circuito RLC; PRÉ-REQUISITO - Princípios da Eletricidade; REFERÊNCIAS Básicas: - HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ, Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002. - SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999. Complementares: - ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP, 23 - Brasil. 1992. TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP006 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 03 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 0 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 60 PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Sequências Séries Equações diferenciais de primeira ordem Equações diferenciais lineares de segunda ordem Solução em série das equações diferenciais lineares de segunda ordem Transformada de Laplace Introdução às equações diferenciais parciais PRÉ-REQUISITO - Cálculo Vetorial; REFERÊNCIAS Básicas: - BOYCE, W. E. e DiPRIMA, R. C., Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno, 6ª edição, LTC,Rio de Janeiro, 1998. - BOYCE, WILLIAM E., Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno, 6ª edição, Ed. LTC, 1998. - SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994. Vol.2. - FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley 2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br). Complementares: - ANTON, H. Cálculo, um Novo Horizonte. 6ª edição. Porto Alegre – RS. Ed. Bookmam. Vol. 1. - LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1. - SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. V. 1. - MUNEM, FOULIS, Cálculo. Vol 2. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1982. - ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1999. - Zill, D. G., Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem, Ed. Pioneira Thomson Learnig, São Paulo, 2003. - SPIEGEL, M. R., Mathematical Handbook of Formulas and Tables, Coleção Schaum, McGraw-Hill, New York, 1997. 24 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: EQUAÇÕES INTEGRAIS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP007 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 0 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 1º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Integral Aplicações de integral Limite, derivada e integral de funções transcedentes Técnicas de integração Regra de L’hopital Integrais impróprias PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994. V. 1 e 2. - FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley 2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br). Complementares: - LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1. - SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. V. 1. - ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1994. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP008 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA - Introdução à educação moral; A educação dos valores: classificação e análise; PERÍODO: 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 25 - Competência técnica, profissionalismo x profissão; Ética profissional, moralista e espontânea; Compromisso político; Conhecimento, ciência, política, moral e lógica; Objetividade dos valores; Ética nos negócios; Cenários novos; Legislação da profissão de ENGENHARIA CIVIL; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - AS, A.L., Ética Profissional, 3ª edição, São Paulo. Ed. Atlas, 2000. Complementares: - GALLO, S., Ética e Cidadania – Caminhos da Filosofia, Ed. Papirus, Campinas – SP, 2006. - AMOÊDO, S., Ética do Trabalho na Era da Pós-Qualidade, Ed. Qualimark, Rio de Janeiro, 1997. - Leis e Resoluções que regulamentam a profissão do Engenheiro de Produção. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FENÔMENO DE TRANSPORTES CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP009 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 5º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conceitos fundamentais dos fenômenos de transportes; Mecânica dos fluidos; Transferência de calor por condução; Transmissão de calor por radiação; Transmissão de calor por convecção; Transmissão de calor com mudança de fase; PRÉ-REQUISITO - Termodinâmica; REFERÊNCIAS Básicas: - KREITH F., Princípios da Transmissão de Calor, Ed. Edgard Blücher, 1998. - INCROPERA, FRANK P., DEWITTE, DAVID P. Fundamentos da transferência de calor e massa. Ed. LTC, Rio de Janeiro – RJ, 2003. 26 Complementares: - BEJAN, A., Transferência de Calor, Ed. Edgard Blücher, 2004. - BIRD, R.B., STERWART, W.E., LIGHTFOOT, E.N., Transport Phenomena, Ed. Wiley International, New York, 1976. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP010 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conceitos básicos; Organização; Tipos de estrutura; Departamentização; Patologias administrativas; Divisão do trabalho; Desenvolvimento organizacional; Métodos; Processos administrativos; Análise de rotina; Fisiologia da organização; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - CURY, Antônio, Organização e Métodos Uma Perspectiva Comportamental. Ed. Atlas - ARAÚJO, Luis César, Organização e Métodos. Ed. Atlas. - CHIAVENATO, IDALBERTO, Administração de Empresas, Editora McGraw-Hill Complementares: - ROCHA, Luiz Oswaldo Leal, Organização e Métodos, Ed. Atlas. - VASCONCELOS, Eduardo/Hemsley, James. Estrutura das Organizações. Ed. Atlas. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP011 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 PERÍODO: 1º 27 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA Estrutura Curricular do Curso. História da Engenharia Civil. Engenharia Civil Brasileira. Ciência e Tecnologia. Mercado profissional e econômico da Engenharia Civil no Brasil. Atribuições Profissionais. Grade curricular. Apresentação das disciplinas. Critérios de avaliação da aprendizagem. Trabalho de conclusão de curso. Estágio profissional. PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - PEREIRA, LUIZ TEIXEIRA DO VALE, BAZZO, WALTER ANTONIO. Introdução à engenharia conceitos, ferramentas e comportamentos. 2ª edição. Editora UFSC. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ECONÔMICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP012 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conceitos teóricos básicos para compreender o funcionamento da economia capitalista, com ênfase especial no caso brasileiro; Valor do dinheiro no tempo; Inflação e variações cambiais; Técnicas de análise de projetos de investimentos: valor presente, taxa interna de retorno, valor anual; Aplicações em substituição de equipamentos PRÉ-REQUISITO - Não há. 28 REFERÊNCIAS Básicas: - PINHO, D.B.; VASCONCELLOS, M.A.S. DE, Manual de Economia, 3ª edição, Ed. Saraiva, 1998. - ROSSETTI, JOSÉ PASCHOAL. Introdução à economia. 18ª edição. São Paulo. Ed. Atlas, 1997. - BUARQUE, CRISTOVAM, Avaliação Econômica de Projetos. Campus. Rio de Janeiro. 1984. - EHRILCH, PIERRE J., Engenharia Econômica. São Paulo, Atlas, 1983. Complementares: - HIRSCHFELD, HENRIQUE. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo, Atlas, 1992. - OLIVEIRA, J.A. NASCIMENTO. Engenharia Econômica: Uma Abordagem às Decisões de Investimento. São Paulo, McGraw-Hill, 1982. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP013 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conceitos sociológicos; Importância dos acontecimentos para a sociologia; Ideologia, conceituação na vida cotidiana; Alienação na vida cotidiana; Instituições sociais: definição, função e classificação; Instituições econômicas e tecnológicas; Fundamentos econômicos da sociedade; O indivíduo na sociedade; Conceitos básicos para a compreensão da vida social; Fundamentos da sociologia geral e sociologia aplicada Engenharia; Referencial teórico da sociologia; As estratificações sociais brasileiras; A globalização e as transformações sociais dos últimos anos; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - COSTA, C. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. São Paulo. Ed. Moderna. 1997. - LAKATOS, E.M. Sociologia Geral. São Paulo. Ed. Atlas, 1999. Complementares: - LAKATOS, E.M. Sociologia Geral. São Paulo. Ed. Atlas, 1990. 29 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP014 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 1º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Revisão dos aspectos gramaticais com base em textos técnicos; Revisão dos radicais gregos e latinos; Redação oficial; Redação técnica; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - ANDRÉ, H. A., Gramática Ilustrada, São Paulo, 1997. - SCHLITTLER, JOSÉ MARIA MARTINS, A nova reforma ortográfica da língua portuguesa, 1ª edição, Ed. Servanda, 2009. - CEGALLA, D. P., Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, São Paulo, 1977. Complementares: - COUTINHO, I. L., Pontos de Gramática Histórica, Rio de Janeiro, 1976. - LIMA, C. H. R., Gramática Normativa da Língua Portuguesa, Rio de Janeiro, 1998. - LUFT, C. P., Moderna Gramática da Língua Portuguesa, Rio Grande do Sul, 1986. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP015 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA - Introdução a lógica de programação; Tipos de variáveis e de dados; Conceitos fundamentais; Algoritmo; Tipos de estruturas; PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 30 PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - XAVIER, G.F.C, Lógica de Programação, 10ª edição, Senac, 2007. - ALMEIDA, MARILANE, Curso Essencial de Lógica de Programação. Ed. Digerati Books, 2008. - Apostilas; Complementares: - FORBELLONE, ANDRÉ LUIZ V., EBERSPACHER, HENRI F., Lógica de Programação: A Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados, Ed. Makron Books, 2005. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MECÂNICA DA PARTÍCULA E DOS CORPOS RÍGIDOS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP016 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 40 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA Física Teórica: - Medidas físicas; - Movimento de uma partícula em uma, duas e três dimensões; - Leis de Newton e suas aplicações; - Trabalho e energia; - Leis de Conservação de Energia e Momento; - Sistemas de várias partículas; - Colisões; - Estudos do movimento de um corpo rígido. Física Experimental: - Tratamento de dados experimentais; - Análise gráfica; - Atrito; - Colisão; - Conservação do momento linear; - Estudo dos movimentos; - Rotação; - Conservação de energia; - Equilíbrio de corpos rígidos. PRÉ-REQUISITO - Não há. 31 REFERÊNCIAS Básicas: - HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ, Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 1996. - SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999. Complementares: - ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP, Brasil. 1999. - TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MECÂNICA RACIONAL APLICADA À ENGENHARIA MECÂNICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP017 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Introdução: considerações sobre o domínio da mecânica e a modelagem de um sistema mecânico; Estática: conceito de equilíbrio de forças e momento e de diagrama do corpo livre; Forças de campo: Equilíbrio de um sistema de forças; Resultante de um sistema de forças planas e espaciais; Centróide; Centro de gravidade; Centro de massa; Análise de estrutura: treliças e vigas; Forças em vigas e cabos (diagrama de esforços); Método dos trabalhos virtuais; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - BEER, F. P., Estática: Mecânica vetorial para engenheiros, Makron Books, 5ª edição, São Paulo, 1996. Complementares: - MERIAM, J. L., Kraige, L. G., Mecânica – Estática, LTC, 5ª edição, 2004. - HIBBERLER, R. C., Engenharia Mecânica – Estática, LTC, 8ª edição, Brasil, 1999. 32 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP018 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Métodos de estudo: fichamento, resenha, leitura e interpretação; Organização do trabalho científico. A utilização da bibliografia; Filosofia da ciência; Abordagens qualitativas e quantitativas; Métodos e técnicas de pesquisa; Conceituação de projeto de pesquisa e monografia; Publicação de artigos; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - MARCONI, M. de A., LAKATOS, E.M., Técnicas de pesquisa, Ed. Atlas, 1996. - GALLIANO, A.G., O método científico: teoria e prática, Ed. Harbra, 1986. Complementares: - GIL, ANTONIO CARLOS. Como elaborar projetos de pesquisa. 3ª edição, Ed. Atlas, 1996. - MARTINS, G. DE, Manual para elaboração de monografias e dissertações. Ed. Atlas, 2000. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MÉTODO NUMÉRICO APLICADO À ENGENHARIA CIVIL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP019 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 20 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 20 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA - Análise de erros Equações algébricas e transcendentes Sistemas lineares Sistemas não lineares Interpolação Integração numérica PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 33 PRÉ-REQUISITO - Equações diferenciais; REFERÊNCIAS Básicas: - BARROSO, L. C., BARROSO, M. M. A., CAMPOS FILHOS, F. F., CARVALHO, M.L.B. E MAIA, M.L. Cálculo Numérico (com aplicações). 2ª edição. Editora Harbra, São Paulo, 1987 Complementares: - RUGGIERO, M.A.G. E LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico – Aspectos Teóricos e Computacionais. 2ª edição. Ed. Makron Books, São Paulo, 1996. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP020 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 05 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 40 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 100 PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Física Teórica Lei de Coulomb; O campo elétrico – Lei de Gauss; Potencial, capacitância, propriedade dos dielétricos; Corrente, resistência e FEM; Circuito e instrumentos de corrente contínua; O campo magnético; Força eletromotriz induzida; Correntes alternadas; Equações de Maxwell; - Física Experimental Uso de medidores elétricos; Deflexão elétrica. Potencial elétrico – campo elétrico; Resistência ôhmica e não ôhmica. VRD – diodo; Capacitores (carga e descarga). Força eletromotriz (geral real); Campo magnético; Lei de Faraday, Lei de Lenz; Circuito de ponte Wheatstone; Corrente alternada (circuitos alimentados por CA). PRÉ-REQUISITO - Dinâmica dos Fluidos; REFERÊNCIAS 34 Básicas: - HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ, Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002. - SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999. Complementares: - ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP, Brasil. 1992. - TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP021 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - O espaço probabilístico; Modelos probabilísticos; Dependência e independência de eventos; Eventos condicionados; Variáveis aleatórias unidimensionais e não dimensionais; Distribuição de probabilidades; Funções de variáveis aleatórias; Esperanças matemáticas. Momento; Covariância e correlação; Cadência de variáveis aleatórias; Testes de hipóteses e de aderência de distribuição; Planejamento de experimentos e estimação de parâmetros. PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - MORENTTIN, L.G., Estatística Básica – Probabilidade, 7º edição, Ed. Makron Books, São Paulo, 1999. Complementares: - PEREIRA, W. E TANAKA, O.K., Estatística – Conceitos Básicos, 2º edição, Ed. McGraw-Hill, São Paulo, 1990. - BARROS NETO, B. e SCARMINIO, I.S., Planejamento e Otimização de Experimentos, Ed. Unicamp, São Paulo, 1995. 35 - MORABITO, REINALDO, Modelos Probabilísticos Aplicados à ENGENHARIA CIVIL, Ed. Edufscar, 2002. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PROCESSOS QUÍMICOS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP022 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) 40 CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 1º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Estequiometria; Soluções; Reações químicas em soluções aquosas; Cinética química; Equilíbrio químico; Termoquímica; Eletroquímica; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - BRADY, J.E. E HUMISTON, G.E. Química Geral. Vol. 1 e 2. 2ª edição. Ed. LTC – Livros Técnicos e Científicos S.A. Rio de Janeiro – RJ. 1998. - Apostila de Química Experimental, desenvolvida pelos professores do Departamento de Química. Complementares: - RUSSEL, J.B. Química Geral. Vol. Único. Ed. McGraw-Hill. São Paulo – SP. 1994. - VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. Rio de Janeiro: DP&A, 1981. - ATKINS, P. e JONES, L. Princípios da Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Ed. Bookman. Porto Alegre – RS. 2005 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP023 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 36 EMENTA - Estática dos pontos materiais e Estática dos corpos rígidos; Solicitação Axial, tangencial e geral; Lei de Hooke generalizada; Diagramas de esforços solicitantes; Tensões, componentes de tensão e equações de equilíbrio; Análise de tensões e de deformações; Relações cinemáticas; Relações constitutivas; PRÉ-REQUISITO - Não há. REFERÊNCIAS Básicas: - BERR, F.P.; RUSSEL E. Johnston, Resistência dos Materiais, 3ª edição, São Paulo. Ed. Makron Books. - Apostila do curso Complementares: - GERE, J., Mecânica dos Materiais, Ed. Thompson, São Paulo. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS APLICADA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP024 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Teorema de energia de deformação; Dimensionamento e unificação de barras de seção não circular sujeitas à torção; Projetos de peças comprimidas levando em conta a flambagem; Análise dos estados planos de tensão e deformação; Dimensionamento de peças sujeitas a carregamento alternado; PRÉ-REQUISITO - Resistência dos Materiais I; REFERÊNCIAS Básicas: - BERR, F.P.; RUSSEL E. Johnston, Resistência dos Materiais, 3ª edição, São Paulo. Ed. Makron Books. - Apostila do curso 37 Complementares: - GERE, J., Mecânica dos Materiais, Ed. Thompson, São Paulo. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TERMODINÂMICA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP025 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Entendimento da Termodinâmica e propriedades das substâncias puras; Sistemas termodinâmicos e equação de estado; Superfícies termodinâmicas; Diagrama de fases; Tabelas de propriedades termodinâmicas; Trabalho e calor; Primeira Lei da Termodinâmica: Conceito de entalpia como conteúdo total de energia; Primeira lei aplicada em sistema aberto, regime permanente e uniforme; Estrangulamento adiabático; Segunda Lei da Termodinâmica: Motor térmico e refrigerador; Conceito de entropia: Terceira Lei da Termodinâmica; Conceito de Zero absoluto de temperatura: Psicrométrica e uso da carta psicrométrica para determinação da umidade do ar; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - VAN WYLEN, G. J., SONNTAG, R.E. e BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica. Complementares: - MORAN, J.M., SHAPIRO, N.H., Princípios da Termodinâmica para Engenharia. - VAN NESS, H.C., ABBOT, M.M., Termodinâmica 38 5.2.3.2. Ementário – Formação Profissionalizante e Específica FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP026 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 4º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Introdução: o Definição de força e momento. Análise dos elementos e formas das estruturas; Sistemas construtivos; Geometria dos corpos; Linhas de influência; Análise de vigas, arcos, pórticos, tirantes e grelhas isostáticas; Cargas móveis. PRÉ-REQUISITO - Não há REFERÊNCIAS Básicas: - Soriano, H. L. Estática das estruturas. Ed. Ciência Moderna. 1ª edição, 2007 Complementares: - BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 6a edição revisada. MCGRAW-HILL. São Paulo, 1998. - CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro., 1985. - MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos, 1999. - SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora Globo. Porto Alegre,1984. - VASCONCELOS, A. C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas Estruturais. Studio Nobel. São Paulo. , 1991. - ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001. - REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. 3ª edição. São Paulo, Zigurate, 2003. - SILVA, D. M.; SOUTO, A. K.. Estruturas: uma abordagem arquitetônica. Porto Alegre, Ritter dos Reis, 2000. 39 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MÉTODOS DE DEFORMAÇÃO ESTRUTURAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP027 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 5º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Análise do comportamento hiperstáico; Estudo do método dos Esforços; Estudo do método dos Deslocamentos; PRÉ-REQUISITO - Não há REFERÊNCIAS Básicas: - Soriano, H. L. Estática das estruturas. Ed. Ciência Moderna. 1ª edição, 2007 Complementares: - BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 6a edição revisada. MCGRAW-HILL. São Paulo, 1998. - CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro., 1985. - MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos, 1999. - SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora Globo. Porto Alegre,1984. - VASCONCELOS, A. C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas Estruturais. Studio Nobel. São Paulo. , 1991. - ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001. - REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. 3ª edição. São Paulo, Zigurate, 2003. - SILVA, D. M.; SOUTO, A. K.. Estruturas: uma abordagem arquitetônica. Porto Alegre, Ritter dos Reis, 2000. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ARQUITETURA E URBANISMO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP028 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 40 EMENTA - História da Arquitetura e Urbanismo; Processo de urbanização Brasileira e a influência estrangeira; A influência tecnológica nos processos construtivos e arquitetônicos; Tendências estéticas; Análise dos elementos que compões uma cidade; Análise da ocupação urbana x condições sócio-econômicas dos habitantes. PRÉ-REQUISITO - Não há REFERÊNCIAS Básicas: - CARVALHO, BENJAMIM DE, A história da arquitetura. Editora Tecnoprint - YVES, BRUAND, Arquitetura contemporânea no Brasil. Editora Persperctiva Complementares: - CONSIGLIERI, VICTOR, A morfologia da arquitetura: 1920 – 1970. Editora Editorial Estampa - CHING, FRANCIS D. K., Arquitetura: Forma, espaço e ordem. Editora Martins Fontes - FUAO, FERNANDO FREITAS, Arquiteturas Fantásticas. Editora da Universidade – UFRGS, 1999 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL I CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP029 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conforto Luminotécnico; Conforto Acústico; PRÉ-REQUISITO - Não há REFERÊNCIAS Básicas: - GUERRINI, DÉLIO PEREIRA, Iluminação - teoria e projeto. 1ª edição, Editora Érica, 2007. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR - 10152 - (NB-95). Níveis de Ruído para Conforto Acústico. Rio de Janeiro, 1987. 41 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12179 - (NB-101): Norma para Tratamento Acústico em Recintos Fechados. Rio de Janeiro, 1992. Complementares: - SILVA, MAURI LUIZ DA, Iluminação: simplificando o projeto. 1ª edição, Editora Ciência Moderna, 2009. - COSTA, ENNIO CRUZ DA, Acústica Técnica. Editora Edgard Blucher, 2004. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL II CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP030 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 8º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - O meio ambiente; Grandezas físicas; Conforto térmico o Introdução; o Termodinâmica; o Cálculos; o Construções; PRÉ-REQUISITO - Não há REFERÊNCIAS Básicas: - COSTA, ENNIO CRUZ DA, Arquitetura ecologica: condicionamento termico natural. Editora Edgard Blucher, 1982. - COSTA, ENNIO CRUZ DA, Fisica aplicada à contrução: Conforto Térmico. Editora Edgard Blucher, 2003. Complementares: - FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. 7ª edição, Editora Nobel, 1988. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CONSTRUÇÃO DE PONTES CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP031 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 9º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 42 EMENTA - Introdução; Tipos de pontes; Análise estrutural; Esforços solicitados na estrutura; Tecnologia construtiva; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - FREITAS, MOACYR DE, Infra-estrutura de pontes de vigas. Editora Edgard Blucher, 2001. - MARCHETTI, OSVALDEMAR, Pontes de concreto armado. 1ª edição, Editora Edgard Blucher, 2008. Complementar: - MUDRIK, CHAIM, Pontes, viadutos e serviços complementares. Editora Edgard Blucher, 1992. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP032 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 3º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Introdução ao desenho técnico; Retas; Planos; Projeções ortogonais; Geometria descritiva; Sólidos; Perspectiva e projeções; Cotas; Escalas. Introdução ao Desenho topográfico, arquitetônico, formas de concreto armado, instalações hidráulico-sanitárias e instalações elétricas; Normas; Introdução ao desenho Vetorial auxiliado por computador (CAD). PRÉ-REQUISITO - Não há; 43 REFERÊNCIAS Básicas: - FREDO, BRUNO, Noções de geometria e desenho técnico. Editora Icone, 1994. - SPECK, HENDERSON JOSÉ, Manual básico de desenho técnico. 3ª edição, Editora UFSC, 2004. - SANTOS, GELIANA ZORZAL, Elementos metodológicos para o ensino de desenho técnico. Editora FACHA, 2005. Complementares: - VENDITTI, MARCUS VINICIUS R., Desenho técnico sem prancheta com AUTOCAD 2008. 1ª edição, Editora Visual Books, 2007. - NEIZEL, ENERST, Desenho técnico para construção civil 1. 1ª edição. Editora EPU, 2006. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRADAS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP033 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 9º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Terraplanagem; Drenagem; Rodovias: o Tipos; o Curvas; o Traçado da pista; o Geometria da pista; o Fluxo de veículos; o Elevações; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - ABRAM, ISAAC, Manual prático de terraplanagem. Editora ABEOR, 2000. - OLIVEIRA, MARCIO P., PIMENTA, CARLOS R.T., Projeto geométrico de rodovias. 2ª edição, Editora Rima, 2005. Complementares: - MUDRIK, CHAIM, Caderno de encargos: terraplanagem, pavimentação e serviços complementares. Volume 1, 2ª edição, Editora Edgard Blucher, 2006 - SENNA, LUIZ AFONSO DOS SANTOS, MICHEI, FERNANDO DUTRA, Rodovias auto- 44 - sustentadas: Desafio do século XXI. 1ª edição, Editora CLA, 2007. LEE, SHU HAN, Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 3ª edição, Editora UFSC, 2008. CANHOLI, ALUÍSIO PARDO, Drenagem urbana e controle de enchentes. Editora Oficina de textos, 2005. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETO I CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP034 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - Concreto armado: o Introdução; o Propriedades; o Retração, deformação, compressão e tração; o Resistência; o Flexão; Tensão de cisalhamento; Vigas retangulares; Vigas tipo T; Ensaios laboratoriais; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª edição, Editora Edgard Blucher, 2008. - SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora interciência, 1999. - REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira – atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006. Complementares: - MEHTA, POVINDAR KUMAR, Concreto: Estrutura propriedades e materiais. Editora PINI, 2000. - SILVA, FRANCISCO A. F., Estruturas de concreto: formas e escoramentos. 1998. - HELENE, PAULO, Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto. 2ª edição, Editora PINI, 2000. - SOUZA, VICENTE CUSTODIO MOREIRA DE, Patologia, recuperação e reforço de estruturas 45 - de concreto. Editora PINI, 1998. FUSCO, PERICLES BRASILENSE,Técnica de armar as estruturas de concreto. Editora PINI, 1995. MOLITERNO, ANTONIO, Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. Editora Edgard Blucher, 2001. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETOS II CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP035 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 8º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Estudo de arcabouços; Projetos estruturais; Concreto protendido; Pilares e paredes estruturais; Lajes maciças e nervuradas; Estudo das grelhas; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BUCHAIM, ROBERTO, NAVARRO, MARILÚ, Concreto armado e protendido: Resistência à força cortante. Editora EDUEL, 1998. - SOUZA, ANA LUCIA ROCHA DE, Projeto e execução de lajes racionalização de concreto armado. Editora O nome da Rosa, 2005. Complementares: - BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª edição, Editora Edgard Blucher, 2008. - SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora interciência, 1999. - REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira – atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL 46 DISCIPLINA: ESTRUTURA DE CONCRETO III CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP036 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 9º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - Sondagens; Fundações: o Normas; o Dimensionamento; o Análise técnica-econômica; o Análise das forças; o Aplicações; Sapatas: o Normas; o Dimensionamento; o Análise técnica-econômica; o Análise das forças; o Aplicações; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - HACHICH, WALDEMAR, Fundações: Teoria e prática. 2ª editora, Editora PINI, 2004. - RESENDE, TOMAZ DE AQUINO, Manual de fundações. Editora Nacional Editora Gráfica, 1996. Complementares: - SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora interciência, 1999. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA E METÁLICAS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP037 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA - Estruturas de madeira: o Histórico; PERÍODO: 8º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 47 - o Propriedades; o Normas; o Dimensionamento; o Análise das forças; o Aplicações; Estruturas metálicas: o Histórico; o Propriedades; o Normas; o Dimensionamento; o Análise das forças; o Aplicações; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - MOLITERNO, ANTONIO, Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 2ª edição, Editora Edgard Blucher, 1999. Complementares: - REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira – atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006. - PFEIL, WALTER, Estruturas de madeira. 6ª edição, Editora LRC, 2003. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: GEOLOGIA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP038 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Introdução; Conceitos básicos; Composição das rochas; Propriedades; Tipos de rochas; Intemperismo e formação dos solos; Movimentos tectônicos, dos solos e rochas; Estruturas geológicas; Impactos e direcionamento da geologia em obras civis; Água em subsuperfície; 48 PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - FLEURY, JOSÉ MARIA, Curso de geologia básica. 2ª edição, Editora UFG – Universidade Federal de Goias, 1995. - WICANDER, REED, MONROE, JAMES S., Fundamentos de geologia. Editora Thomson Learning, 2009. Complementares: - POPP, JOSÉ H., Geologia Geral. 5ª edição, Editora LTC, 1998. - MACIEL FILHO, CARLOS LEITE, Introdução à Geologia de engenharia. 3ª edição, Editora UFSM, 2008. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP039 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Entendimento dos conceitos de Ecologia e Ciências do ambiente; Análise dos efeitos da tecnologia sobre o equilíbrio ecológico; Utilização racional dos recursos naturais; Processos degradativos; Conceitualização da Política de Meio Ambiente; Legislação ambiental: Federal, Estadual e Municipal; Penalidades; Poder constituinte e constituição; Órgãos ambientais; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - SANTOS, M.C.C.L., Crimes contra o Meio Ambiente, Ed. Juarez de Oliveira, 2002. - DEREZEN, O., Direito ambiental – meio ambiente no Brasil – Série Legislação, Ed. Copola, 2002. - ROCCO, R., Legislação Brasileira do Meio Ambiente, Ed. Dp&a, 2005 - ANTUNES, PAULO DE BESSA, Direito Ambiental, 10ª edição. Ed. Lumens Juris. 2007. - COSTA, HELOÍSA; TORRES, HAROLDO. População e Meio Ambiente – Debates e Desafios, 49 Ed. SENAC, 2000. Complementares: - VIOLA,E.J., Meio ambiente; Desenvolvimento e Cidadania, 3ª edição, Ed. Cortez, 1995. - MARCONDES, A.C.; FERRARO, N.G.; SOARES, P.A. DE T., Ciências: Ecologia E Educação Ambiental, Ed. SCIPIONE LTDA, 1993. - FELLENBERG, GUNTER, Introdução aos Problemas da População Ambiental, Ed. EPU, 1980. - DA ROCHA, JULIO C. DE SÁ. Direito Ambiental e Meio Ambiente do trabalho. Ed. LTR, 1997. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP040 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 9º OBRIGATÓRIA OPTATIVA NÃO SIM EMENTA - Processos físico-químicos e biológicos de tratamento e disposição final de resíduos sólidos; Origem e caracterização de resíduos sólidos; Coleta seletiva; Identificação de elementos tóxicos; Transporte e armazenamento de resíduos sólidos; Amostragem de resíduos sólidos; Vala de oxidação, compostagem aeróbia e anaeróbia; Projeto, inspeção e manutenção de aterros sanitários, industriais e de resíduos perigosos; Armazenamento de resíduos sólidos perigosos; Incineração de resíduos perigosos, tratamento no solo de resíduos sólidos industriais suscetíveis de biodegradação; Lixiviação e solubilização de resíduos sólidos; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - SILVEIRA, C.L., Resíduos sólidos, ambiente e saúde, Ed. Fiocruz, 2000. - BENDIENT, RIFAI E NEWELL.HAMMER & HAMMER, Ground Water Contamination – Transport and Remediation, Ed. Prenctice Hall, 1999. Complementares: - MOTA, SUETONIO, Introdução à Engenharia Ambiental, Ed. ABES, 2006. - KOSTECKI, C., Petroleum Contamined Soil, Lewis Publichers, 1988. 50 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP041 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 03 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 60 PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Conceitos fundamentais: Ciclo hidrológico, balanço hídrico, hidrodinâmica, bacia hidrológica; Influências climáticas; Infiltração de água no solo; Escoamento; Análise da vazão de cursos d’água; Aplicações; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - VALENTE, OSVALDO FERREIRA, ANTÔNIO GOMES, MARCO, Conservação de nascentes hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. Editora Aprenda Fácil, 2005. - PINTO, NELSON L. DE SOUZA, HOLTZ, ANTONIO CARLOS TATIT, MARTINS, JOSE AUGUSTO, Hidrologia Básica. Editora Edgard Blucher, 2003. Complementares: - GRIBBIN, JOHN E., Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Editora Thomson Learning, 2008. - GARCEZ, LUCAS NOGUEIRA, ALVAREZ, GUILHERMO ACOSTA, Hidrologia. Editora Edgard Blucher, 2004. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP042 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA - Introdução à Segurança no Trabalho; o Acidentes e doenças do trabalho; PERÍODO: 2º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 51 o o o o - PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional; PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes; SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho; o Tipos de riscos; o Análise e avaliação dos riscos; o APR – Análise Preliminar de Riscos; o Proteções coletiva e individual; o Normas e Legislação; Aspectos sociais e psicológicos no canteiro de obras; Proteção contra incêndio; Organização do ambiente de trabalho; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - Apostila “Higiene e segurança do Trabalho”, Faculdade de Aracruz, CD e impressa, 2005. Complementares: - FALEIROS, VICENTE DE PAULA, O Trabalho da Política: Saúde e Segurança dos Trabalhadores, Ed. CORTEZ, 1992. - MORAES, ANAMARIA DE; MONT'ALVAO, CLAUDIA, ERGONOMIA: CONCEITOS E APLICACOES, Ed. 2AB, 2000. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INSTALAÇÃO ELÉTRICA PREDIAL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP043 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 03 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 60 PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - Introdução a projetos elétricos; Normas de segurança; Fornecimento de energia em baixa tensão; o Geração; o Distribuição; o Transmissão; e o Consumo. Conceitos básicos: Tensão, Corrente, Potência, Fator de Potência, Demanda e Carga Instalada; 52 - Luminotécnica; Tomadas; Dispositivos de comandos; Dispositivos de proteção; Divisão da carga instalada; Dimensionamento do quadro de carga e circuitos; Dimensionamento de condutores e eletrodutos; Projeto Elétrico; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - CREDER, HÉLIO, Instalações Elétricas. 15ª edição, Editora LTC, 2007. - MAMEDE FILHO, JOÃO, Instalações elétricas industriais. 7ª edição, Editora LTC, 2006. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP044 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - - - Princípios: o Equações de continuidade; o Equação de Bernoulli; o Recalque; o Cavitação; o Golpe de aríete; Condutos livres; Bombas, condutos, poços e reservatórios; Instalações Hidráulicas: o Água fria; o Água quente; o Água pluvial; o Combate a incêndio; o Normas; o Aplicações; o Simbologia; Instalações Sanitárias: o Fossas; PERÍODO: 7º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 53 o Esgotos sanitários; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição, Editora LTC, 1997. - BRENTANO, TELMO, Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edificações. Editora EDIPUCRS, 2004. - CREDER, HELIO, Instalações hidráulicas e sanitárias. 5ª edição, Editora LTC, 2003. Complementares: - MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 1ª edição, Editora LTC, 1990. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP045 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 5º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Introdução; Propriedades dos materiais de construção; Normas; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1994. - PETRUCCI, ELADIO G.R., Materiais de construção. 12ª edição, Editora Globo, 1998. - BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção: concreto- madeira- cerâmica- plásticosasfalto novos materiais para construção civil.Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1999. 54 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP046 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 60 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 60 PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - Tipos de materiais: o Pedras e Rochas; o Aglomerantes; o Argamassa; o Concreto: Propriedades; Aditivos; Dosagem; Armado; Protendido; o Metálicos; o Cerâmicos; o Madeiras; o Químicos; o Vidros; o Plásticos; o Betuminosos; o Blocos; o Solos; o Etc. PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1994. - PETRUCCI, ELADIO G.R., Materiais de construção. 12ª edição, Editora Globo, 1998. - BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção: concreto- madeira- cerâmica- plásticosasfalto novos materiais para construção civil.Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1999. FICHA DE DISCIPLINA 55 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS I CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP047 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 PERÍODO: 5º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - Introdução; Conceitos; Geometria da partícula de solo; Estudo do solo: o Amostragem; o Prospecção; o Corpos de prova; Análise do solo: o Índices físicos; o Granulometria; o Consistência; o Classificação; o Compactação; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das rochas, fundações, obras de terra. 6ª edição, LTC, 2000; - CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: fundamentos. 6ª edição, LTC, 2000; - PINTO, CARLOS DE SOUSA, Curso de mecânica dos solos. Editora Oficina de textos, 2000. Complementares: - LIMA, MARIA JOSE C. PORTO A. DE., Prospecção geotécnica do subsolo. Editora LTC, 1979. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS II CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP048 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 40 NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 40 EMENTA PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 56 - - Compressibilidade dos solos; Adensamento; Permeabilidades e percolação dos solos; Empuxo; Resistência ao cisalhamento (Solo e Rocha); Contenção do solo: o Taludes; o Arrimo; o Escoramento; o Escavação; Barragens; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das rochas, fundações, obras de terra. 6ª edição, LTC, 2000; - CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: fundamentos. 6ª edição, LTC, 2000; - PINTO, CARLOS DE SOUSA, Curso de mecânica dos solos. Editora Oficina de textos, 2000. Complementares: - LIMA, MARIA JOSE C. PORTO A. DE., Prospecção geotécnica do subsolo. Editora LTC, 1979. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PAVIMENTAÇÃO E TRANSPORTES CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP049 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - Pavimentação: o Introdução; o Conceitos básicos; o Dimensionamento; o Ensaios laboratoriais; o Materiais empregados; o Técnicas de pavimentação; Transportes: o Histórico; o Análise sócio-econômica do sistema de transporte Brasileiro; o Sistemas de transportes 57 o Engenharia de tráfego: Introdução; Princípios da engenharia de trafego; Planejamento do trafego; Controle de fluxo; Segurança; Análise de viabilidade técnica - econômica de projetos de trânsito; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BALBO, JOSÉ TADEU, Pavimentação asfáltica: materiais, projeto e restauração. Editora Oficina de Textos, 2007; - SENÇO, WLASTERMILLER, Manual de técnicas de pavimentação. Volume I, Editora Pini, 2003; - SENÇO, WLASTERMILLER, Manual de técnicas de pavimentação. Volume II, Editora Pini, 2003; Complementares: - MUDRIK, CHAIM, Caderno de encargos: Pavimentação e serviços complementares. Editora Edgard Blucher, 1992. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E ORÇAMENTOS DA CONSTRUÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP050 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 9º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO EMENTA - - - Planejamento e Controle da Produção Civil: o Técnicas de planejamento e controle de produção aplicada à Engenharia Civil; o Elaboração e acompanhamento de cronogramas físicos e financeiros; o Diagramas e mapas de valor; Gestão de custos da construção: o Gestão dos custos de construção como vantagem competitiva; o Utilização da árvore de custos no canteiro de obras; o Controle dos gastos e do andamento das obras; o Controle de gastos com serviços terceirizados; o Acompanhamento do ponto de equilíbrio da obra; o Análise de viabilidade técnica-econômica; Especificações e orçamento: 58 o o o o o o Especificação e dimensionamento de recursos de obras; Tipos de contratos aplicados à Engenharia Civil; Formação e cálculo de BDI; Legislação sobre licitações; Análise de custos; Elaboração de orçamento; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - MATTOS, ALDO DOREA, Como preparar orçamentos de obras. 1ª edição, Editora Pini, 2007. - TEMPLAR, RICHARD, Como fazer orçamentos, pense rápido. 1ª edição, Editora Pearson / Prentice Hall (Grupo Pearson), 2008. - SILVA, MOZART BEZZERRA, Manual de BDI: Como incluir Benefícios e despesas indiretas. 1ª edição, Editora Edgard Blucher, 2006. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: SANEAMENTO BÁSICO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP051 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - - Saneamento Básico: o Introdução; o Órgãos responsáveis; o Sistemas de coleta; o Padrões de qualidade de água; o Tratamento da água e do esgoto: Princípios; Técnicas; o Normas; o Dimensionamento da ETA; Abastecimento de água: o Introdução; o Previsão de demanda; o Preservação dos mananciais; o Reservatórios; o Linhas de recalque; o Estações elevatórias; PERÍODO: 8º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 59 o o Redes de capitação, armazenagem e distribuição; Sifão invertido; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - ALVES, CÉLIA, Tratamento de águas de abastecimento. Editora Publindustria, 2008; Complementares: - ALVES, ALAOR CAFFE, Saneamento Básico: Concessões, permissões e convênios públicos. Editora EDIPRO – Edificações Profissionais, 1998. - NORMAS DA ABNT/Associação Brasileira de Normas Técnicas o NB587 “Elaboração de Estudo de Concepção de Sistema Público de Abastecimento o de Água” o NB588 “Elaboração de Projeto de Captação de Água Subterrânea” o NB589 “Elaboração de Projeto de Captação de Água de Superfície” o NB590 “Elaboração de Projeto de Bombeamento de Água de Abastecimento Público” o NB591 “Elaboração de Projeto de Sistema de Adução de Água de Abastecimento “Público” o NB592 “Elaboração de Projeto de Sistema de Tratamento de Água para Abastecimento Público” o NB593 “Elaboração de Projeto de Reservatório de Distribuição de Água para Abastecimento Público” o NB594 “Elaboração de Projeto Hidráulico de Rede de Distribuição de Água Potável para Abastecimento Público” FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP052 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - Histórico da construção civil Brasileira; Análise da NR 18; Etapas da obra: o Elaboração de projetos; o Movimentação de terra; o Mobilização (canteiro de obra); o Equipamentos e locações; o Fundações; PERÍODO: 6º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 60 - o Estruturas; o Paredes; o Contra-piso e piso; o Instalações elétricas e hidro-sanitária; o Esquadrias e vidros; o Pintura; o Cobertura e impermeabilização; o Organização e limpeza do canteiro de obras; o Conclusão da obra; Mobilização para obra e preparação do terreno; Introdução às fundações, estruturas e coberturas; Introdução às instalações elétricas e hidráulicas; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - YAZIGI, W.. A Técnica de Edificar, 6ª edição, Editora PINI, 2004; - AZEREDO, H. A.. O Edifício até sua Cobertura, 2ª edição, Editora Edgar Blücher, 1997; Complementar: - SOUZA, U. L.. Projeto e implantação do canteiro. Editora O Nome da Rosa, 2000 ; - SOUZA, U.L.. Como reduzir perdas nos canteiros: Manutenção de gestão do consumo de materiais na construção civil.Editora Pinn. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TOPOGRAFIA E GEODÉSIA CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP053 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - Introdução; Elementos da topografia; Equipamentos; Medições de campo; Correções; Nivelamento; Ângulos; Compensação poligonal; Levantamento topográfico; PERÍODO: 8º OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM NÃO 61 - - Ferramentas tecnológicas recentes: o GPS; o SIG; Cálculo de áreas, volumes e curvas; Rumos e azimutes; Taqueometria; Geodésia: o Introdução; o Geóide; o Coordenadas; o Projeções cartográficas; o Sistema de referência; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BORGES, ALBERTO DE CAMPOS, Topografia: Aplicada a Engenharia Civil. 2ª edição, Editora Edgard Blucher, 1999. - DOMENECH, FRANCISCO VALDES, Topografia. Editora CETOP, 1981; Complementares: - COMASTRI, JOSÉ ANIBAL, Topografia: Altimetria. 3ª edição, Editora UFV, 2003. - COMASTRI, JOSÉ ANIBAL, Topografia Aplicada: Medição, divisão e demarcação. Editora UFV, 2004. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PORTOS E HIDROVIAS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP054 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 9 OU 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA NÃO SIM EMENTA - - Obras portuárias: o Portos; o Obras de proteção; o Berços de atracação; o Logística portuária (malha rodoviária e ferroviária); o Canais; o Bacia de evolução; Hidrovias; Normalização; 62 PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - ALFREDINI, PAOLO, ARASAKI, EMILIA, Obras e gestão de portos e costas. 2ª edição, Editora Edgard Blucher, 2009. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO NA CONSTRUÇÃO CIVIL CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP055 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 9 OU 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA NÃO SIM EMENTA - Análise do mercado da Construção Civil; Prospecção de mercado; Áreas de atuação; Elaboração de plano de negócios; Análise de viabilidade do projeto; Demonstrativo de resultados; Metodologias de avaliação de desempenho; Estruturação da empresa; Técnicas de negociação; Exercitando a criatividade; Fundamentos do Marketing; Planejamento financeiro da empresa; Introdução a legislação empresarial; A decisão estratégica do plano de negócios; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - FREZATTI, FABIO, Gestão de viabilidade econômico-financeiro dos projetos de investimento, Ed. Atlas, 2008. - HISRICH, R.D.,PETERS,M.P., Empreendedorismo, 5ª edição. Ed. Bookman. 2004. - CHIAVENATO, I., Empreendedorismo: Dando asas ao espírito empreendedor, Ed. Sariava. Complementares: - NASAJON, C., SALIM, C., H., MARIANO, S., Administração Empreendedora, Ed. Campus. - PINCHOT,G., PELLMAN, R., Intra-empreendedorismo na prática: um guia de inovação, Ed. Campus. 63 FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PROJETO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP056 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 PERÍODO: 9 OU 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA NÃO SIM EMENTA - Introdução; Análise da atividade da empresa; Tipos de construções; Instalações elétricas; Instalações hidráulicas; Instalações hidro-sanitárias; Logística; Aproveitamento dos recursos naturais e do terreno; PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª edição, Editora Edgard Blucher, 2008. - MAMEDE FILHO, JOÃO, Instalações elétricas industriais. 7ª edição, Editora LTC, 2006. - BRENTANO, TELMO, Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edificações. Editora EDIPUCRS, 2004. - CREDER, HELIO, Instalações hidráulicas e sanitárias. 5ª edição, Editora LTC, 2003. - MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 1ª edição, Editora LTC, 1990. - GURGEL, FLORIANO C. DO AMARAL, Logística Industrial, Editora Atlas, 2000. FICHA DE DISCIPLINA CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: PAISAGISMO, ARBORIZAÇÃO E REFLORESTAMENTO CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP057 CARGA HORÁRIA TEÓRICA (h) 80 NÚMERO DE CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA PRÁTICA (h) - CARGA HORÁRIA TOTAL (h) 80 EMENTA - Noções de paisagismo urbano; Arborização urbana; PERÍODO: 9 OU 10º OBRIGATÓRIA OPTATIVA NÃO SIM 64 - - Reflorestamento de encostas e de áreas degradas: o Avaliação dos impactos ambientais; o Espécies de plantas mais utilizadas; o Técnicas de plantio; o Técnicas de podas; o Ciclos de recuperação; Legislação. PRÉ-REQUISITO - Não há; REFERÊNCIAS Básicas: - SILVA, ADERBAL GOMES DA, PAIVA, HAROLDO NOGUEIRA DE, GONÇALVES, WANTUELFER, Avaliando a arborização urbana. Editora Aprenda Fácil, 2007. - LIRA FILHO, JOSÉ AUGUSTO DE., Paisagismo – Princípios Básicos, Volume 1, Editora Aprenda Fácil, 2001. 6. PRÁTICAS EDUCATIVAS 6.1. Diretrizes Didáticas A Faculdade de Aracruz acompanhando as tendências do ensino moderno desenvolve o “Fazer Pedagógico” e o “Saber Pedagógico” tão bem debatido por Freire (1980), Schon (2000), Morin (2004), entre outros, na sua melhor forma, equacionando as necessidades dos docentes e dos discentes. As diretrizes didáticas que serão adotadas no curso de Engenharia Civil garantem o desenvolvimento pleno do egresso a partir de ações didáticas buscando sua autonomia profissional, no que diz respeito ao seu posicionamento perante situações adversas ou conflitantes, problemas aparentemente insolucionáveis, melhorando sua convivência social, sua capacidade de expressão, bem como contribuir para a evolução da IES no que tange organização do tempo, do espaço e dos recursos disponíveis. O curso de Engenharia Civil adotará as seguintes diretrizes didáticas: Coerência dos objetivos das disciplinas; Foco no pensamento crítico; Aplicação da teoria na prática; Realização de atividades didático-pedagógicas. Essas diretrizes visam relacionar os Professores, os Alunos, as Disciplinas, o Conteúdo da Aprendizagem e a Estratégia Metodológica, principais envolvidos no processo de aprendizagem, como forma de sistematizar o desenvolvimento dos conhecimentos. 6.2. Formação Profissional O Engenheiro Civil formado na Faculdade de Aracruz pode atuar em diversas subáreas da engenharia civil, tais como, projetos, gestão e execução de obras residenciais, edifícios, pontes, viadutos, estradas, 65 barragens, canais e portos. O Engenheiro Civil analisa fatores ambientais, climáticos, sociais e econômicos para auxiliá-lo nos projetos e execuções. O Engenheiro Civil é responsável por liderar equipes de projeto e de execução de obras, elaborando e acompanho o cronograma de execução, controlando os recursos financeiros e o prazo contratado, bem como a segurança dos envolvidos e a qualidade do serviço oferecido. O mercado da construção civil vem crescendo muito nos últimos anos, devido ao aumento do poder aquisitivo do cidadão brasileiro e aos pacotes de incentivos e facilidades oferecidos pelo governo. Empresas de grande, médio e pequeno porte estão sendo beneficiadas atingindo positivamente todos os integrantes dessa cadeia produtiva. Após diversos acidentes e incidentes envolvendo o produto final da construção civil, as empresas estão mais atentas ao nível de qualificação de seus profissionais. Por isso o Engenheiro Civil graduado na FAACZ recebe um forte embasamento teórico, que será à base de sua formação técnica. As disciplinas profissionalizantes estão distribuídas de tal forma que o egresso possa conhecer a engenharia na sua forma mais ampla, e com as disciplinas optativas o aluno pode direcionar sua formação para área de maior afinidade. A flexibilização do currículo é considerado pela FAACZ ponto chave para que o aluno explore suas habilidades pessoais, e assim direcione a área de atuação focando em seus próprios objetivos. Da mesma forma o aluno deve dedicar ao curso boa parte do seu tempo e se dispor receptivo para as orientações que lhe forem repassadas, essa contrapartida do aluno é essencial para se concretizar o ciclo da aprendizagem. 6.2.1. Orientações gerais para as práticas educativas Mantendo a linha de evolução das técnicas de disseminação do conhecimento o curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz acompanha a metodologia utilizada pelos cursos de Engenharia Mecânica e de Produção dessa mesma Instituição. Tal metodologia baseia-se na relação entre docente e discente, onde ambos são importantes para o processo de aprendizagem. Essa metodologia buscar implantar um processo onde as duas partes integram a solução dos problemas apresentados. Um dos pontos fortes do curso é o incentivo e a valorização das produções acadêmicas, estimulando a pesquisa e demonstrando ao aluno a respectiva conexão entre a prática e teoria. 66 Outro ponto importante é transmitir ao aluno a importância que aquela determinada tarefa ou disciplina terá para sua vivência profissional e até mesmo pessoal. Para complementar esse processo o aluno deve interagir diretamente com seu professor e com seu material de apoio à aprendizagem, pois somente essa troca de informações é que fortalecerá o vínculo do aprendizado. Sendo incentivado a desenvolver trabalhos acadêmicos ou outros tipos de projetos o aluno começará a tomar gosto pela pesquisa, aprenderá a criticar e a questionar o porquê das coisas. As aulas serão ministradas exclusivamente na modalidade presencial. O corpo docente da Faculdade de Aracruz está preparado e orientado a prestar total apoio ao desenvolvimento do aluno, como por exemplo: Orientação ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, Orientação ao Estágio Profissional, Orientação ao Planejamento\Execução\Conclusão de Atividades Complementares, Orientação à Iniciação Científica, Atendimento Individual aos Discentes, Desenvolvimento de Plano de Trabalho, etc., sendo acompanhado de perto pela coordenação do curso. 6.2.2. As Atividades Propostas para os Ciclos de Amadurecimento da Formação do Aluno Conforme versado em itens anteriores desse Projeto Pedagógico algumas atividades visam transformar a forma do egresso enxergar as atribulações do cotidiano. Ampliando seu campo de visão de tal forma que esse possa gerar soluções interdisciplinares, inovadoras e criativas e respeitando a sociedade e o meio ambiente. Alinhando-se com o proposto no artigo 3º, da Resolução 11, de 11 de março de 2002, da Lei de Diretrizes e Bases: “O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade”. Um amadurecimento dessa magnitude só é possível com o desenvolvimento de um trabalho sério e voltado para um resultado: o sucesso profissional do egresso. O ciclo de amadurecimento proposto tem início com a conscientização do aluno sobre seu papel como Engenheiro, as interações que sua profissão terá com as demais, a fundamentação teórica, disciplinas básicas, a responsabilidade social e ética profissional. Em um segundo momento se dará a evolução técnica do profissional, abrangendo o desenvolvimento característico da profissão de Engenheiro Civil, bem como a consciência ecológica e sua visão estratégica. 67 Por fim o fechamento da etapa de graduação, preparando e encaminhando o aluno para a vida profissional se dará através das seguintes fases: Estágios; Iniciação Científica; Empresa Júnior; Trabalho de Conclusão de Curso; Atividades de Pesquisas; Produções Acadêmicas; Disciplinas Optativas; Participação em Feiras; Congressos; Visitas Técnicas; Seminários; entre outras. 6.2.3. Procedimentos de Avaliação do Aprendizado A Faculdade de Aracruz busca avaliar seu corpo discente de forma qualitativa, analisando a capacidade do aluno em gerir uma determinada solução ao problema proposto. Privilegiar a capacidade de entendimento é uma forma reconhecer os alunos que têm participação ativa no processo de aprendizagem. Entretanto, a mensuração do desempenho do aluno através das diversas formas de avaliação é a forma de graduar a evolução do aluno ao longo de sua vida acadêmica. Assim sendo a participação ativa do professor nesse processo é fundamental, pois ele deve perceber que qualquer desvio quantitativo das notas indica um fraco aproveitamento por parte do aluno. A mensuração da evolução do aluno através de notas deve ter o objetivo de indicar uma deficiência no processo de aprendizagem do aluno. Essa dispersão deve ser identificada e o aluno resgatado antes do final do período letivo corrente. Outros métodos complementares de avaliação devem ser praticados com o intuito de auxiliar o docente a identificar o nível de compreensão do aluno, tais como: seminários, congressos, trabalhos em grupos ou individuais, visitas técnicas e geração de relatório, etc. Assim como o corpo discente o corpo docente deve ser submetido ao processo de avaliação, mesmo que de modo informal. Essa avaliação visa manter o profissional sempre atualizado com as novas tecnologias pedagógicas e científicas. Incentivar o docente a participar de pesquisas, publicar trabalhos acadêmicos, se apresentar em congressos e seminários, além de fomentar o conhecimento do profissional gera para a IES um reconhecimento em nível nacional, projetando de forma positiva uma imagem de instituição moderna e inteligente. A Faculdade de Aracruz mantém uma Comissão Própria de Avaliação – CPA que é responsável, juntamente com as demais coordenações, por avaliar os processos de aprendizagem a fim de manter a qualidade do ensino superior oferecido pela instituição. 6.3. Peculiaridades da Consolidação de Formação Profissional Abaixo são descritos alguns itens que visam fortalecer a formação profissional do egresso, tendo como base a pesquisa, a investigação e vontade de saber. 68 6.3.1. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC A resolução CNE/CES número 11 de 11 de março de 2002, traz o seguinte texto de regularização para o trabalho de final de curso: Parágrafo único. É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento. O Trabalho de Conclusão de Curso além de ser considerado requisito fundamental para a graduação do egresso tem como objetivo proporcionar ao aluno o desenvolvimento de um projeto multidisciplinar, focando a aplicação prática da teoria vista durante o curso, este projeto será composto de texto técnico e exposição de idéias perante um grupo. O TCC deverá ser orientado conforme os itens abaixo: Condições de Básicas: o O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser iniciado a qualquer momento, a partir do 6º período; o O TCC poderá ser realizado por grupo de até 05 integrantes; o A disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso será ministrada no 6º período onde será acompanhado o desenvolvimento deste sob duas óticas de análise: Viabilidade técnica: avaliando e orientado o aluno sobre os conceitos que deverão ser utilizados, bem como sua aplicabilidade; Viabilidade econômica: verificando a viabilidade econômica para implantação do projeto; Objetivo do TCC: o O objetivo principal do TCC, além de atender ao requisito legal exigido pelo MEC, é de desenvolver no egresso sua capacidade Empreendedora, Inovadora e Criativa, demonstrando os conhecimentos acumulados durante curso e o domínio dos recursos tecnológicos disponíveis; Etapas do TCC: o Após formalizado a composição dos grupos, os alunos devem apresentar a Coordenação do Curso o tema para o desenvolvimento do trabalho, sob a forma de Pré-projeto, contendo, no mínimo, os seguintes dados: Título do TCC; Nome dos alunos; Nome do(s) orientador(es); Objetivo; Escopo do trabalho; Metodologia a ser aplicada; Cronograma de tarefas; Bibliografia inicial; o Aprovado o pré-projeto a Coordenação do Curso disponibilizará o(s) referido(s) professor(es) para iniciar a orientação do trabalho; o A conclusão da disciplina será culminada pela apresentação do Projeto completo, elaborado conforme norma ABNT. O projeto será submetido a banca composta por 69 três membros, sendo: o Professor Orientador, obrigatoriamente, um Professor indicado pelo colegiado e o terceiro poderá ser um Professor convidado; Temas: o O Departamento de Engenharia Civil colocará à disposição uma lista de temas aos alunos que poderão, também, optar por temas próprios, sendo neste caso, submetido ao colegiado para aprovação. A proposta deverá ser oficializada através do preenchimento de uma ficha de disciplina contendo as normas para elaboração do projeto, regulamentada através de Portaria interna da Faculdade de Aracruz. Avaliação: o A avaliação do TCC será realizada por uma banca examinadora, que analisará os seguintes itens: Relevância do tema; Disposição das idéias; Empenho do grupo; e, Conclusão do trabalho; o Somente serão considerados aptos para a graduação aqueles que obterem aprovação da maioria da banca examinadora; o Caso o grupo não obtenha aprovação do trabalho uma segunda oportunidade poderá ser concedida de acordo com o entendimento da banca examinadora. 6.3.2. Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado objetiva que o aluno realize atividades profissionais inerentes ao Engenheiro Civil, articulando o conhecimento teórico com a necessidade prática da organização que propiciou essa oportunidade. O professor orientador do estágio deverá acompanhar cada aluno fornecendo-lhes direcionamento prático e acadêmico necessários para o bom desenvolvimento deste dentro da organização. O estágio poderá ser realizado a qualquer momento, a partir do 6º período letivo, em turno contrário aos do curso de Engenharia Civil e poderá ser desenvolvido em qualquer empresa do país, seja do setor público ou privado. Para estágios desenvolvidos na própria Faculdade de Aracruz, o aluno deve procurar orientações na Coordenação do Curso, na Coordenação de Estágios ou na Secretaria Geral da Faculdade. O estagiário será supervisionado, orientado e avaliado, pelo professor orientador, através de acompanhamentos periódicos durante o período de sua realização e do “Relatório de Estágio” que deverá apresentado pelo aluno ao final desta atividade, ou quanto atingir a carga horária mínima exigida pelo curso de Engenharia Civil (160h), o que ocorrer primeiro. 70 O “Relatório de Estágio” deve conter: Nome do Aluno e do Orientador; Apresentação da empresa; Atividades praticadas; Competências, habilidades, atitudes e valores desenvolvidos; Conclusão. 6.3.3. Disciplinas Optativas A partir do oitavo período é permitido ao aluno cursar Disciplinas Optativas, essas disciplinas visam flexibilizar a grade curricular de forma que o discente direcione o curso para mais próximo de sua área de interesse. O aluno poderá escolher 03 disciplinas do total de 4 oferecidas pela Faculdade de Aracruz, podendo estar ou não ligada aos cursos de Engenharias oferecidos pela IES. As Disciplinas Optativas inicialmente oferecidas são: 1. 2. 3. 4. Portos e hidrovias; Empreendedorismo aplicado à construção civil; Paisagismo, arborização e reflorestamento; Projetos de instalações Industriais; 4.1.1. Práticas Extensionistas 4.1.1.1. Iniciação Científica A prática da Iniciação Científica do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz tem por objetivo gerar uma vivência do aluno com as rotinas de Pesquisa & Desenvolvimento. É fundamental que o aluno interessado em participar da atividade de Iniciação Científica tenha disponibilidade de tempo, uma vez que estas deverão ser realizadas fora do horário de aula. O aluno poderá apresentar uma determinada demanda a ser explorada, bem como candidatar-se a participar de algum projeto já existente. Os temas desenvolvidos nessa atividade poderão servir como bases para futuras linhas de pesquisas de pós-graduação, mestrado ou doutorado. 4.1.1.2. Empresa Júnior A Empresa Júnior é uma organização formada exclusivamente por alunos da Faculdade de Aracruz, sem fins lucrativos tem como objetivo principal ampliar a área de atuação do aluno junto à comunidade e ao empresariado local. A Empresa, ou as Empresas, formadas poderão utilizar das estruturas de laboratórios e bibliotecas da IES, bem como do apoio dos professores, dessa forma oferecendo um serviço especializado e de baixo custo para as empresas. 71 4.1.1.3. Semana da Engenharia Civil – SENCIV Está previsto a realização de uma semana científica anual, a SENCIV – Semana de Engenharia Civil, podendo ocorrer em conjunto com outras semanas científicas da IES, terá caráter de expor o conhecimento específico no ramo da Engenharia Civil e de suas vertentes. Serão oferecidos mini-cursos, palestras, seminários, mesas redondas, etc 4.1.1.4. Mini-cursos de Capacitação Os alunos serão orientados a desenvolver mini-cursos de capacitação, a serem oferecidos para a comunidade sem custos, nos assuntos que mais dominam. Os temas, carga horária, e coordenação ficarão a cargo dos próprios alunos, que serão orientados por docente indicado pela coordenação do curso. Os Mini-cursos têm por objetivo desenvolver a responsabilidade social do indivíduo, a capacidade de articular e compartilhar o seu conhecimento. 7. A GESTÃO ACADÊMICA 7.1. Estrutura de Coordenação A Coordenação do curso de Engenharia Civil está subordinada a Coordenação de Ensino (COEN) que é gerida pela Direção Acadêmica, conforme pode ser observado no organograma abaixo: 72 7.2. Atividades Propostas para a Gestão Acadêmica do Curso Fazendo uso do espírito empreendedor que norteia a Faculdade de Aracruz, essa visa implementar um modelo de Gestão Acadêmico moderno. O objetivo é que o Coordenador do Curso, além das práticas educacionais necessárias, tenha visão gerencial, capaz de enxergar seu departamento como um negócio e administrá-lo com base em conceitos Econômicos, Financeiros, de Marketing, de Relações Humanas, de Estratégias Empresariais, entre outras competências inerentes a figura do Gestor. Esse profissional deve fazer a interpretação dos anseios dos docentes e discentes e direcioná-las a diretoria, que em conjunto tomarão as decisões mais acertadas a respeito do destino do curso. Tal opção baseia-se no cenário competitivo onde as IES estão inseridas, fazendo necessário reunir todos os elementos de gestão disponíveis e aplicáveis a fim de melhorar seus “indicadores de desempenho” face aos alunos, à comunidade, aos docentes e à diretoria. A figura do Coordenador de Curso assume um patamar mais profissional, onde cada departamento da IES é tido como um diferencial competitivo e dessa forma tem que se destacar das demais concorrentes. Além dessas atribuições o Coordenador de Curso será responsável por coordenar as atividades administrativas, tais como: Contratar\Avaliar\Supervisionar o Corpo Docente; Avaliar e manter atualizado o Projeto Pedagógico; Avaliar e manter atualizado o Conteúdo Programático do Curso; Avaliar e manter atualizado o acervo Bibliográfico do Curso; Acompanhar o processo de avaliação e reconhecimento do curso junto ao MEC; Representar o curso perante a comunidade, empresariado, entre outros; Supervisionar e manter atualizada as instalações físicas destinadas ao seu curso; Incentivar a iniciação científica e de pesquisa e desenvolvimento entre docentes e discentes; Incentivar a participação de docentes e discentes em projetos de extensão; Acompanhar o andamento e a supervisão dos estágios supervisionados; Intermediar junto aos fomentadores de demanda profissional da região o encaminhamento ao estágio e ao emprego; 7.3. Diretrizes para o Planejamento de Horários para Atividades Acadêmicas A Faculdade de Aracruz prioriza o planejamento de horários para Atividades Acadêmicas de forma a não prejudicar o discente no que tange sua disponibilidade de participação em Atividades Extras, Atividades Complementares, Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio Supervisionado e Incentivo a Produção Acadêmica. Esse equilíbrio deve ser mantido através da ponderação de disciplinas com conteúdos 73 próximos, ou complementares a fim de que ocorra a interdisciplinaridade ou a complementaridade. Dessa forma concatenando o tempo disponível para cada uma. 74 8. RECURSOS NECESSÁRIOS 8.1. Infra-estrutura a ser empregada A Faculdade de Aracruz está instalada em único campus, situado à Rua Professor Berilo Basílio dos Santos, número 180, bairro Vila Rica, na cidade de Aracruz – ES. Ocupa uma área de aproximadamente 8.500m² e área construída de 8.254,08m², organizados em 04 prédios. Possui 20 laboratórios para desenvolvimento de atividades práticas, dividido da seguinte forma: 04 laboratórios de Informática; 03 laboratórios de Química (Geral, Analítica, Orgânica, Inorgânica e Fisio-Química); 02 laboratórios de Física (Mecânica, Fluidos, Óptica, Acústica, Eletricidade, Eletrotécnica, etc.); 01 laboratório de Língua; 01 laboratório de Enfermagem; 04 laboratórios de Mecânica (Metalografia, Metrologia, Mecânica dos Fluidos, Hidráulica, Máquinas de Fluxo); 01 laboratório de Lógica; 01 atelier de Arquitetura e Urbanismo; 01 laboratório de Usinagem e Mecânica; 01 laboratório de Soldagem; 01 laboratório de Tecnologia da Construção; São 54 salas de aulas, 20 salas de apoio acadêmico, 13 salas de apoio operacional, 04 salas de direção, 13 salas de coordenação de cursos (mestrado, pós-graduação e graduação), 03 salas de professores, 15 banheiros, 02 salas para projetos acadêmicos e sociais; 02 salas de reprografia, 01 biblioteca, 01 auditório, 01 memorial, 01 quadra poliesportiva e 02 vestiários. As edificações com mais de um pavimento são dotadas de opções de acessibilidade. O pátio da instituição é uma excelente área de vivência, proporcionando maior integração entre os discentes e docentes. As instalações são novas (sejam de construções recentes ou de prédios reformados) propiciando um bem estar geral, relaxando os discentes e docentes facilitando o tráfego de informações e o processo de ensino-apredizagem. A biblioteca possui um acervo com 21.659 títulos e 50.626 exemplares, além de revistas, catálogos, artigos, pesquisas on-line entre outros. 75 8.2. Novas Instalações Físicas Está em fase final a conclusão de mais um pavimento, que abrigará as coordenações dos cursos de Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia Mecânica, Administração, Pedagogia, Ciências Contábeis, Direito e Arquitetura e Urbanismo, da Faculdade de Aracruz. Serão construídos e equipados, após aprovação do curso pelo MEC, cinco laboratórios específicos para o curso de Engenharia Civil, sendo: 1. Laboratório de Topografia e Geoprocessamento: 2. Laboratório de Hidráulica 3. Laboratório de Materiais e Estruturas 4. Laboratório de Solos 5. Laboratório de Técnicas Construtivas (Canteiro de Obras) Previsão de investimento em laboratórios é de R$ XXXXX A Faculdade de Aracruz periodicamente investe em seu acervo bibliográfico, analisando o ano de 2008 em comparação com 2007 esse investimento foi da ordem de 5% para a quantidade de títulos e em 7% para o volume de exemplares. 8.3. Recursos Humanos A Faculdade de Aracruz possui boa estrutura operacional, com 59 (cinquenta e nove) profissionais da área administrativa e 92 (noventa e dois) docentes. São compartilhados em todos os níveis os anseios da IES, principalmente no que diz respeito à oferta de serviços de qualidade. Os funcionários são orientados a tratar todos que interajam com a instituição com cordialidade e respeito, fornecendo informações precisas a fim de atender seus anseios. 9. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO 9.1. Avaliação do Curso O presente Projeto Pedagógico, juntamente com o Regimento Interno da Faculdade e o Plano de Desenvolvimento da Instituição – PDI são responsáveis por orientar a postura da Faculdade de Aracruz, bem como do seu corpo docente, técnico e dos alunos, no que tange a sua conduta ética e profissional, estabelecendo os parâmetros de avaliação do processo de aprendizagem, do desenvolvimento do estágio supervisionado e do trabalho de fim de curso, da forma de acesso, da missão, visão e valores da instituição, incluindo outras atividades essenciais para o bom relacionamento entre aluno e a IES. 76 A avaliação do projeto do curso na Faculdade de Aracruz tem por objetivo coletar informações, processá-las e aplicá-las como base para o planejamento das atividades acadêmicas. Essa avaliação é desenvolvida em consonância com a Lei N° 10.861, de 14 de abril de 2004, em especial atenção ao art. 3°, Inciso VIII, e coerente com o especificado no PDI. A coleta dos dados da avaliação será feita de forma on-line, com uso de software desenvolvido pela própria instituição, onde os alunos receberão senhas individuais e poderão acessar o questionário de qualquer computador que esteja conectado à Internet, de forma discreta mantendo assim seu anonimato. O período de coleta de dados será previamente estabelecido e ao final deste os dados coletados serão armazenados e processados para obtenção dos resultados finais. Os critérios escolhidos para análise englobam a metodologia de ensino e aprendizagem, organização, aplicabilidade da teoria, critérios de avaliação da aprendizagem, conteúdo programático, bibliografia indicada, entre outros. Estes critérios são pontuados de acordo com o grau de aceitação do avaliador a partir de uma escala definida. As informações processadas serão disponibilizadas em forma de tabela e de gráficos. Dois tipos de gráficos serão gerados: Gráfico de Barras, projetado a partir da influência percentual de cada uma das opções na votação de cada critério. Gráfico de linhas e pontos, a confecção deste gráfico terá como finalidade estabelecer um padrão referencial de desempenho, a partir do qual, os pontos referentes às qualificações serão plotados ora em sua parte superior, ora em sua parte inferior. Os resultados serão analisados pela Comissão Permanente de Avaliação da Faculdade de Aracruz, que buscará intervir sempre para a positividade do processo de formação humana, o que se viabiliza operando sobre os pontos detectados e considerados como negativos, enquanto se reforçam aqueles tidos como pontos altos do trabalho institucional ou de um de seus membros em particular. 9.2. Parcerias Parcerias com o empresariado local, do governo, associações de classe, instituições reconhecidas, etc., devem ser expandidas e formadas a fim de atender as demandas da comunidade, do egresso e dos possíveis empregadores. Cada forma de participação deve ser avaliada independentemente, de acordo com o nível de incentivo oferecido pela empresa e do retorno previsto por parte da IES. Casos de patentes e detenção de tecnologia devem ser debatidos com a mesma objetividade. 77 9.3. Corpo Docente A composição do Corpo Docente do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é formada por profissionais disponíveis nos demais cursos da área de exatas desta instituição, que satisfação simultaneamente as condições abaixo, e por docentes contratados para as disciplinas específicas: Tenham o mínimo de afinidade com a disciplina a ser lecionada; Tenham disponibilidade de horário para atender a demanda de atividades que excedam a(s) disciplina(s) escolhida(s); Possuam no mínimo título de pós-graduado, ou quando em situações transitórias ou nãoplanejadas, de graduação; Os docentes contratados para assumir as cadeiras específicas do curso de Engenharia Civil devem, preferencialmente, possuir titulação mínima de pós-graduação, sendo preferidos docentes com formação de Mestre ou Doutor, haja vista a vivência no campo de pesquisa acadêmica. O perfil profissional do docente deve ser avaliado e terá peso decisivo em caso de “empate” no processo de seleção, quando comparado a formação acadêmica. 78 ANEXO I – PROCESSO SELETIVO Art. 83. O processo seletivo, destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a sua aptidão intelectual para superiores, classificando-os dentro do estrito limite das vagas oferecidas. § 1° As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas pelo Conselho Nacional de Educação e se encontram registradas no Anexo I, que integra o Regimento Interno da Faculdade de Aracruz. § 2° As inscrições no processo seletivo são abertas em edital, do qual constarão os cursos, oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e demais informações úteis. § 3° As informações mais específicas sobre cada curso serão divulgadas em catálogo próprio, disponibilizados ao candidato na secretaria da Faculdade. Art. 84. O processo seletivo para todos os cursos é unificado em sua realização e abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar este nível de complexidade, podendo ser avaliados ou conjugados com outros critérios, na forma disciplinada pelo Conselho Departamental. Parágrafo único. Os cursos seqüenciais e de educação à distância, terão ingresso, obedecendo a requisitos fixados pela Faculdade, na forma disciplinada pelo Conselho Departamental, em cumprimento à legislação. Art. 85. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassado o limite de vagas fixados, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos pelo Conselho Departamental. § 1° A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-lo ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados. § 2° Na hipótese de restarem vagas não preenchidas poderá realizar-se novo processo seletivo, ou ainda restando vagas, nelas poderão ser recebidos portadores de diplomas de graduação, mediante processo seletivo; 79 ANEXO II – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR Ar t . 12 0. O ap r o ve ita m en to es co lar é a va li ad o a tra v é s d e ac o m p an h a m en to con t ín u o d o al u n o e d os r e su l tad o s p o r e le ob tid os n o s ex er cí ci o s e sc ola re s a o lon g o d o p erí od o l et i v o e q u an d o fo r o c as o, n o exa m e fin al ou d e s egu n d a ( 2 ª) ép o ca. § 1 .º Co mp et e ao p r of e s sor d a d i sc ip l in a ela b orar o s ex er c íc io s e s co l are s sob a fo r ma d e p ro v a s e d et e rm in a r o s d e mai s trab alh os , b e m co mo j u lga r -lh e s o s re su ltad o s. § 2. º O s e xe rc íc io s e s co lar e s, e m n ú m ero mín i mo d e d oi s ( 02 ) p or p e ríod o le ti vo, v i sa m à a va li açã o p ro gr e s si va d o ap r o ve ita m en to d o alu n o e co n st am p ro va s e sc rit a s, g rá fi co s, t rab alh o s d e p e sq u i sa in d i vi d u al ou e m g ru p o, s e min ári o s ou p ráti ca s d e lab o rat óri o, ofi cin as , e stá gi o s e ou t ra s fo r ma s d e v eri f ica çã o, p re v i sta s n o p la n o d e en si n o d a d is ci p li n a, o b ed e c en d o cr it éri o s cu mu lat i vo s ou s oma ti vo s . § 3.º O exame final realizado ao fim do período letivo visa à avaliação da capacidade do domínio do conjunto da disciplina e consta de conteúdos pré-requisitos para aqueles alunos que não atenderem ao Art. 122, item II. Ar t . 12 1. O s e x er cí cio s e sc ola re s q u e r es u lt am n a a va lia çã o p rog r es s i v a – A val ia ção 1 e A v ali aç ão 2 ( A 1 e A 2 ) – s er ão exp r es s o s: § 1 .º R e s sa l vad o o d i sp ost o n o § 2. º, at rib u i - s e n ota 0 (z ero ) ao a lu n o q u e d ei xar d e su b m e te r - se à v er if ic aç ão p r e v i sta, n a d ata fi xad a, b e m co mo ao q u e n ela s e u t il iza r d e m eio f rau d u l en to . § 2 .º Ao a lu n o q u e d ei x ar d e co mp ar ec e r à ve ri fi ca ção n a d ata fi xad a , p od e s er con c ed id a se gu n d a op ort u n id ad e r eq u er i d a n o p razo d e 0 8 ( o ito ) d i a s, s e co mp r o vad o mot i vo ju s to, a tra v é s d e a val ia çã o su b st itu t i va, fi can d o a cri té ri o d o p ro fe s s or e s eu d ep a rt am en t o, a fi xa ção d a d ata n o ca l en d ár io l eti v o, d e s d e q u e e sta se ja in for m ad a à s ec r etar ia ac ad ê mi ca, p od en d o s er r ea liz ad a d u ran t e ou n o fin al d o p er íod o . § 3º Será cobrado taxa equivalente a 5%(cinco por centro) do valor da parcela da mensalidade por atividade de avaliação substitutiva. Ar t . 12 2. At en d id a e m q u alq u er c a so a fr eq ü ê n cia mín i ma d e 7 5 % ( s e ten t a e ci n co p or cen to ) à s a u la s e d e ma i s at i vid a d e s e s co lar e s, é ap ro vad o : I - independentemente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento não inferior a 7,0 (sete) das notas dos exercícios escolares, na somatória das duas avaliações, provas do período/semestre, conforme previsto no plano de ensino e critérios regimentaisl; II – m ed i an t e ex am e fin al, o a lu n o q u e t en d o ob tid o n ot a d e ap ro v ei ta me n to in f er io r a 7,0 ( s et e), n o fin al d o p er íod o at en d en d o o s egu in t e cri té ri o d e ap u ra ção : § 1. º A m éd ia ob t id a n as a va lia çõ e s d o p er íod o mai s o s p on to s n ec e s s ário s ao al ca n c e e o u co mp l e m en ta ção d a n ot a 1 0,0 (d ez) , d e v en d o e s ta s er d iv id id a p o r 02 (d oi s ) p ara at in g ir a méd ia m ín i ma d e ap ro va ção q u e é 5, 0 (c in c o), ap ós v er if ic ad a s a ap u r aç ão d e fr eq ü ên cia e xi gid a e m le i. § 2.º A s m éd ia s sã o ap u rad a s a té a p ri m ei ra d ec im al s e m a rr ed on d a m en to. Ar t . 1 23 . O alu n o n ã o a p ro vad o n o s t er mo s d o arti go an t er ior p od e su b m et er - s e a n ov o exa m e f in a l e m s egu n d a ép oca, a r eal iz ar - s e n o m ín i mo d e 15 (q u in z e) d i a s ap ó s a p ri m ei ra d ata v i san d o c on c ed er n o va op o rtu n id ad e d e a p ren d iz ag e m, re cu p era n d o o s co n t eú d o s e m q u al id ad e e q u an t id ad e, c om p ro van d o s eu d e s e mp e n h o, atra v é s d e av al iaç ão (p r ov a) e s cr it a. § 1. º E m cad a p e ríod o le ti vo n ã o p od e o alu n o b en e fi cia r -s e d o d i sp ost o n e st e a rti go e m ma i s d e d u a s ( 0 2) d i sc ip l in a s . § 2.º Aplica-se à aprovação em segunda época o disposto no item II do artigo 122, substituindo-se a nota do primeiro exame final pela do segundo, devendo a média ser igual ou superior a 5,0 (cinco). 80 Ar t . 1 2 4. O a lu n o r ep r ov ad o p or n ão t e r al ca n çad o, se ja a f r eq ü ên c ia, s eja m a s n ota s m ín i ma s exi gi d a s , r ep eti rá a d i sc ip l in a, s u j eit o, n a r ep et ên ci a , à s m e s ma s ex ig ên cia s d e f r eq ü ên c i a e d e ap r o ve ita m en t o, e stab e le ci d o s n e st e Re g im en to. Ar t . 1 25 . É p r o mo vid o a o p e ríod o se gu in t e o a l u n o ap r o vad o e m to d a s as d i sc ip l in a s d a sé ri e cu rs ad a , ad mi ti n d o - s e ain d a a p ro m oçã o, c o m d ep en d ên c ia e m até tr ê s ( 03 ) d i sc ip l in a s d e st e p erí od o, cu j a s ca rga s h orá ria s so mad a s n ão u ltr ap a s s e m o n ú m ero d e h o ra s a u la m áx im a s, p re v i sta s n e st e r eg im en to. § 1 º O a lu n o p ro mo v id o e m r eg i m e d e d ep en d ên cia d e v er á m at r icu l ar - s e ob ri gat ori a me n t e n a s d is ci p li n a s d e q u e d ep e n d e sa l vo s e n ã o e sti v er e m s en d o of er e cid a s n aq u el e s e m e str e le ti vo , c on d i ci on a n d o - s e a m atr ícu la n a s d i sc ip l in a s d a n ov a s é ri e à co mp at ib i lid ad e d e h o rár io s, ap l ican d o - se a tod a s a s d is ci p li n a s a s m e s ma s ex ig ên ci as d e f req ü ên c ia e ap ro v e i tam en to e sta b e l ec id o s n o s a rti go s an te ri or e s. § 2 º N ão s e ad m it e n ov a p ro mo ção, co m d e p en d ên cia d e d i s cip lin a d o p er íod o n ã o im ed iat am en t e an t er ior , r e s sa l vad a a h ip ó te s e d o n ão o f e re ci m en t o d a d i sc ip l in a. § 3º Para a d ep en d ên ci a e m d i sc ip l in a s q u e s ã o p r é -r eq u i s ito s, d e m o d o a aten d e r à seq ü ên c ia d o cu r s o, con for m e r e ss al va d o § 2º , a Fa cu l d ad e con ce d e rá mat rí cu l a a alu n o s , v i sa n d o a re cu p er açã o d o s con t eú d os , p ara l elo s ao s e s tu d o s d a d i sc ip l in a p ó s - r eq u i s ito , con d i cio n an d o a su a p ro mo ção a e sta ú lt i m a d i s cip lin a à ap ro va ção d a d i sc ip l in a p ré - req u i si to q u e s e en c on tra e m e stu d o s d e d e p en d ên cia . § 4 º É ob ri gató ri a a fr eq ü ên c ia d e alu n o s e p ro fe s s or e s, s al vo n os p rog ra ma s d e ed u ca ção à d i stâ n c ia. 81 ANEXO III – PESQUISA Ar t . 5 7. A p e sq u is a n a Fac u ld a d e é vol tad a p a r a a b u s ca d e n o vo s c on h ec i m en to s, p ara o ap er f ei çoa m en t o e con so lid aç ão d o la str o já ex i st en t e, co mo re cu rs o ed u cac ion al d e s tin a d o a for ma r e cu lt i var a atitu d e c i en tí f ic a e co mo at i vid ad e vo ltad a p a ra o at en d i m e n to d a s n e c e ss id ad e s or iu n d a s d a c om u n id ad e . Ar t . 5 8. A p e sq u i sa q u e vi s a à b u sc a, ap e rf e iço a men to ou ap li ca ção d e con h ec i m en to s er á d es en vo l vid a p e lo s d o c en t e s d a Fac u ld a d e, oc orr en d o ain d a o in c en t i vo à p art ic ip a çã o d e e stu d an t e s e m ati vi d ad e s d e in ic i aç ão c i en t íf ic a, b e m co mo a p art ic ip a ção d o p e s soa l té cn ico -a d min i st rati v o e m t er mo s d e su p o rt e té cn i co. Par ág ra fo únic o . A s a t iv id ad e s d e in ic ia ção c ien tí fi ca e o s p ro j eto s d e p e sq u is a d e sen v ol v id o s p or al u n o s d o s cu r so s d e g rad u a çã o e d e p ó s - gr ad u aç ão sã o su p er v i sio n ad a s p or u m p ro fe s s or o ri en t ad or . Ar t . 59 . A Facu ld ad e in cen ti va rá a p e sq u is a p o r tod o s o s m e io s q u e e st i ve r e m a o s eu a lc an c e, en tr e o s q u ai s o s s eg u in t e s : a) rea li zaç ão d e c on vê n i os co m en tid ad e s n ac ion a i s e in t ern a ci on a i s, vi s an d o a p r ogr a maç ão d e in ve s ti gaç ão ci en t í fi c a; b ) in t er câ mb i o co m o u tra s in s titu i çõ e s ci en tí fi ca s, e sti mu lan d o o s co n tat o s en t re p e s q u i sad or e s e o d e s en vo l vi m en to d e p r oje to e m co mu m; c) d i vu l ga ção d a s p e sq u i sa s r e ali zad a s p e la Fa cu ld ad e ; d ) p ro mo ção d e con gr e s so s, si mp ó sio s e s e m in ári os p ara e stu d o e d eb at e d e t e ma s ci en tí fi co s ; e) lib era çã o d e p art e d a car ga h or ári a d e st in ad a à s ala d e a u la p ar a o d e s en vol v i m en to e or i e n taçã o d a p e sq u i sa , s e m p r eju ízo fi n an ce iro p ara o d oc en te ; f) in t er ce s s ão, ju n to a os órgã o s d e f o me n to à p e sq u is a, n o s en t id o d e ob te r au x íl io ou e v en to s s i mi lar e s r eal izad o s n o ext er io r, q u an d o h ou v e r ap r es en taç ão d e re s u lt a d os d e seu s p ro je to s d e p e sq u is a s; g) in t er ce s s ão ju n to à Ma n ten ed o ra, ob j et i van d o a con c e s são d e p a ss ag en s e d i ár ia s p a ra p a rti ci p a ção d e, p e lo m en o s, u m d os au to r e s d a p e sq u i s a, e m con gr e s so s ou e n con t ro s s i mi lar e s n o p aí s, q u an d o h ou v e r ap r es en taç ão d e re s u lt a d os d e seu p ro je to d e p e sq u i s a. Ar t . 6 0 . Qu an d o a at i v id ad e d e p e sq u i sa con d u zir, p o r s eu c ará te r in o vad o r o u in ven ti vo , ao r e gi st ro d e p at en t e o u ou tro s re gi st ro s s i mi lar e s, o s re gi st ro s e m q u e stã o s erã o ef etu ad o s e m n o m e d o ( s ) p e sq u i sad or ( es ) e d a F acu ld ad e. Par ág ra fo ú nic o . A s r em u n era çõ e s, roya lt ie s e ou ou t ra s van t ag en s ad v in d a s d o s r eg i str o s s u p ra ci tad o s se rão d i st rib u íd o s d a s e gu in te f or ma : 50 % (c in q ü en ta p o r ce n to ) p ara a Fac u ld ad e e 5 0 % ( cin q ü en ta p or c en to ) p a ra o ( s ) au to r (e s ). Ar t . 6 1 . C o mp eti rá a o c oord en ad or d e Pó s - Gra d u açã o, P e sq u i sa, E xt en são e C u r so s ge r en c iar a s ati v id ad e s d e p e sq u i s a n a F acu ld a d e, ap re s en tan d o re lat ó rio s an u a i s à d ir eç ão. Ar t . 62 . A s a ti vi d ad e s d e p es q u i sa n a Fa cu ld a d e d e Ara cr u z s e rão o r d en ad a s p or re gu l am en to p róp r io . 82 ANEXO IV – EXTENSÃO Ar t . 6 3. Co n s id era - s e ati vi d ad e d e e xt en são a so c ial iza ção e a u til iza ção d o s re su ltad o s d e en sin o e d a p es q u i sa , ob j et i v an d o con t rib u ir p ara o p ro gr e s so mat e ria l e c u ltu ra l d a c omu n id ad e . Ar t . 64 . A s a ti v id ad e s d e ex t en são p od er ão al ca n çar o â mb i to d e tod a a co l eti v id ad e ou d i ri gir - s e a p es s oa s e às in st itu içõ e s p ú b l ica s ou p r i vad a s, ab r an g en d o: a) cu r so s d e ex ten s ão o f e re ci d o s ao p ú b li co e m ge ral co m o p rop ó sit o d e d i vu l gar e atu a li zar con h ec i m en to s e té cn ica s d e t rab a lh o ; b ) p roj eto s e sp ec ia i s d e s e n vo l vid o s co m a co mu n id ad e e in st itu i çõ e s, s e ja p or su a sol ic ita çã o ou p or p rop o sta d a Fac u ld ad e, s ob a f or ma d e as s e s sor ia, con su l to ria , p re st aç ão d e s e r vi ço s ou r ea li zaç ão d e p ro mo çõ e s d e n atu r ez a ci en t íf ic a, t écn ic a, cu l tu ral e a rtí s ti ca, at ra v é s d e u m si s te m a d e tr oca d e con h e ci m en to s en t re a F acu ld ad e e a Co mu n id ad e. Ar t . 65 . A Coo rd en a çã o d e Pó s - Gr ad u a ção, Pe sq u i sa, E x ten s ão e Cu r so s fi ca rá re sp on sá v el p e lo g er en c ia me n to d e at i vid ad e s d e ex te n são, ap r e s en t an d o r el ató rio s an u ai s à d i r eçã o. Par ág ra fo ún ic o . A s a ti vi d ad e s d e ext e n sã o se rão d e s en v ol v id a s ab ran ge n d o o s De p art am en t o s d o s C u r so s d e Grad u aç ão e a c oo rd en aç ão d o In s tit u to Su p er ior d e E d u ca ção. Ar t . 66 . A s at i vid a d e s re gu l am en to p róp r io . ad min i stra ti va s de ext en são s erã o ord en ad as p or Ar t . 67 . A F acu ld ad e man t er á ati v id ad e s d e e xt en são p a ra a d ifu sã o d e con h ec i m en to s e té cn i c as p ert in en t e s à s ár ea s d e s eu s cu r so s e in t er c âmb io co m a co mu n i d ad e, b e m co m o ate n d e r sol ic ita çõ e s oriu n d as d o s d i v er so s se g m en to s p rod u t or e s d a s oc ie d ad e. 83 ANEXO V – ESTÁGIOS Ar t . 1 28 . O s e stá gi o s su p er v i sio n ad o s con st am d e at i vid ad e s d e p ráti ca p r é p ro fi s si on al , ex er cid a s e m si tu a çõ e s r ea i s d e t ra b alh o, s e m v ín c u lo e mp re gat íc io. Par ág ra fo ú nic o . Pa ra cad a alu n o é ob r iga tór i a a in t eg ra liza çã o d a c arga h orár ia t ota l d o e st ág io p re v i sta n o c u rr íc u lo d o cu r s o, n el a se p od en d o in clu ir a s h ora s d e st in ad a s ao p la n eja m en to, o ri en t açã o p aral e la e a v al iaç ão d a s a ti v id ad e s. Ar t . 12 9. O s e s tág io s são o rgan iza d o s p e lo s co ord en ad or e s d e e st ági o e p e lo s re sp e cti v o s d ep a rta m en to s e c oord en açã o d os cu r so s d o In sti tu to Su p e ri or d e E d u ca ção, su p er v i si on a d os p o r d o cen te s o u p or e st e s d es i gn ad o s, c on for m e q u ali f ica çã o e es co lar id ad e e xi gid a n a fo r ma d a le i. § 1º A co ord en a ção d o s e st ág io s p el o s r e sp e c ti vo s d ep arta m en to s e ISE s egu e n o r ma s d a l e gi sl a ção e m v ig or e ap ro v ad as p el o Co n s e lh o Dep ar tam en tal, d e mod o a g aran ti r ao a lu n o e st ag iár io c on d i çõ e s d e ap li car o s c on t eú d o s ap r een d id o s teo ri ca m en t e, e x er cen d o a p ráti ca e in ic ia ção p ro fi s si on al co m con te x tu al iza ção e q u ali d ad e. § 2 º É d e r e sp on sab il i d ad e d o ( s) p ro f es s or (e s ) d e e stá gio a o ri en t ação, aco mp a n h a m en to, con t rol e e a va li açã o ao e s t agi ári o, ob je ti van d o o f er e ce r -lh e s a s con d içõ e s n e c e ss ár ia s p ara o al can c e d o s ob j eti vo s p rop os to s. § 3º Ob se r vad a s a s n or ma s g era i s d e st e R e gi m en to , os es tá gio s o b ed ec e rão a re gu l am en to s p róp r io s e ap ro vad o s p elo C on se l h o D ep a rta m en t al.