FACULDADE DE ARACRUZ - FAACZ
MANTENEDORA: FUNDAÇÃO SÃO JOÃO BATISTA
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
Aracruz 2009
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Faculdade de Aracruz
Organização técnica-administrativa-didática-pedagógica
Diretora Interina
Vera Lúcia Cuzzuol
Secretária Geral
Carmem Lucia Pinheiro Tallon Duarte
Coordenação de Ensino
Mercedes Silverio Gómez
Coordenação de Pesquisa e Pós-Graduação
Marcos Roberto Teixeira Halaz
Coordenação de Extensão
Adriana Recla
Coordenação de Estágio
Lúcia Maria Giostri Cardoso
Coordenação do Curso de Engenharia Civil
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Pesquisadora Institucional
Olivina Auer Loureiro
Autor do Projeto
Engº Wellington Lozer Giacomin, M.Sc
6
SUMÁRIO
1.
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................ 4
2.
JUSTIFICATIVA .............................................................................................................................. 5
3.
A FACULDADE DE ARACRUZ .......................................................................................................... 6
4.
3.1.
MISSÃO DA FACULDADE DE ARACRUZ ................................................................................................. 6
3.2.
PRINCÍPIOS NORTEADORES ............................................................................................................... 6
3.3.
FINALIDADES E OBJETIVOS ESPECÍFICOS .............................................................................................. 7
3.4.
IDEÁRIO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE ARACRUZ .............................................................................. 9
PROJETO PEDAGÓGICO ............................................................................................................... 10
5.1.
5.
OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................................... 10
4.1.1.
Objetivo geral ..................................................................................................................... 10
4.1.2.
Objetivos específicos ........................................................................................................... 10
5.2.
PERFIL DO EGRESSO ...................................................................................................................... 11
5.3.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENGENHEIRO CIVIL ........................................................................ 12
ESTRUTURA DO CURSO ............................................................................................................... 12
5.1.
CONCEPÇÃO GERAL ...................................................................................................................... 12
5.2.
ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................................................... 16
5.2.1.
Fluxograma do Curso .......................................................................................................... 17
5.2.2.
Dados do Curso ................................................................................................................... 18
5.2.2.1.
Denominação ................................................................................................................. 18
5.2.2.2.
Número de vagas disponíveis ........................................................................................ 18
5.2.2.3.
Duração do Curso ........................................................................................................... 18
5.2.2.4.
Turnos disponíveis .......................................................................................................... 18
5.2.2.5.
Regime de matrícula ...................................................................................................... 18
5.2.2.6.
Carga horária ................................................................................................................. 18
5.2.2.7.
Base Legal ...................................................................................................................... 18
5.2.3.
5.2.3.1.
Ementário ........................................................................................................................... 18
Ementário – Formação Básica ...................................................................................... 18
DISCIPLINA: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA ............................................................................. 18
DISCIPLINA: CÁLCULO VETORIAL .................................................................................................................. 19
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO BÁSICO ...................................................................................................... 20
DISCIPLINA: DINÂMICA DOS FLUÍDOS .......................................................................................................... 21
7
DISCIPLINA: ELETROMAGNETISMO E FÍSICA MODERNA .............................................................................. 22
DISCIPLINA: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ......................................................................................................... 23
DISCIPLINA: EQUAÇÕES INTEGRAIS .............................................................................................................. 24
DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ......................................................................................... 24
DISCIPLINA: FENÔMENO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 25
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO............................................................................................ 26
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL ......................................................................................... 26
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ECONÔMICA ............................................................................ 27
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA ................................................................................................... 28
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA .............................................................................................................. 29
DISCIPLINA: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO ..................................................................................................... 29
DISCIPLINA: MECÂNICA DA PARTÍCULA E DOS CORPOS RÍGIDOS ................................................................ 30
DISCIPLINA: MECÂNICA RACIONAL APLICADA À ENGENHARIA MECÂNICA ................................................. 31
DISCIPLINA: METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA ................................................................................ 32
DISCIPLINA: MÉTODO NUMÉRICO APLICADO À ENGENHARIA CIVIL ............................................................ 32
DISCIPLINA: PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE .................................................................................................. 33
DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA ................................................................................................ 34
DISCIPLINA: PROCESSOS QUÍMICOS ............................................................................................................. 35
DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ................................................................................................. 35
DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II ................................................................................................ 36
DISCIPLINA: TERMODINÂMICA ..................................................................................................................... 37
5.2.3.2.
Ementário – Formação Profissionalizante e Específica ................................................ 38
DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL I ............................................................................................................ 38
DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL II ........................................................................................................... 39
DISCIPLINA: ARQUITETURA E URBANISMO .................................................................................................. 39
DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL I ......................................................................................................... 40
DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL II ........................................................................................................ 41
DISCIPLINA: CONSTRUÇÃO DE PONTES ........................................................................................................ 41
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO ................................................................................................................... 42
DISCIPLINA: ESTRADAS ................................................................................................................................. 43
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETO I................................................................................................... 44
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETOS II ................................................................................................ 45
DISCIPLINA: ESTRUTURA DE CONCRETO III .................................................................................................. 46
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA E METÁLICAS ................................................................................. 46
DISCIPLINA: GEOLOGIA................................................................................................................................. 47
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL................................................................................................................. 48
DISCIPLINA: GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ............................................................................................. 49
DISCIPLINA: HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS ........................................................................................ 50
DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO .................................................................................... 50
DISCIPLINA: INSTALAÇÃO ELÉTRICA PREDIAL ............................................................................................... 51
8
DISCIPLINA: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .............................................................................. 52
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I ................................................................................................. 53
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II ................................................................................................ 54
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS I ........................................................................................................... 55
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS II .......................................................................................................... 55
DISCIPLINA: PAVIMENTAÇÃO E TRANSPORTES ............................................................................................ 56
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E ORÇAMENTOS DA CONSTRUÇÃO ............................................................... 57
DISCIPLINA: SANEAMENTO BÁSICO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA .............................................................. 58
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ............................................................................................ 59
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA E GEODÉSIA ........................................................................................................ 60
DISCIPLINA: PORTOS E HIDROVIAS ............................................................................................................... 61
DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ....................................................................... 62
DISCIPLINA: PROJETO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS .................................................................................. 63
DISCIPLINA: PAISAGISMO, ARBORIZAÇÃO E REFLORESTAMENTO ............................................................... 63
6.
PRÁTICAS EDUCATIVAS ............................................................................................................... 64
6.1.
DIRETRIZES DIDÁTICAS................................................................................................................... 64
6.2.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL ............................................................................................................. 64
6.2.1.
Orientações gerais para as práticas educativas ................................................................. 65
6.2.2.
As Atividades Propostas para os Ciclos de Amadurecimento da Formação do Aluno ........ 66
6.2.3.
Procedimentos de Avaliação do Aprendizado .................................................................... 67
6.3.
7.
8.
PECULIARIDADES DA CONSOLIDAÇÃO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL ....................................................... 67
6.3.1.
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC................................................................................ 68
6.3.2.
Estágio Supervisionado ....................................................................................................... 69
6.3.3.
Disciplinas Optativas........................................................................................................... 70
4.1.1.
Práticas Extensionistas ....................................................................................................... 70
4.1.1.1.
Iniciação Científica ......................................................................................................... 70
4.1.1.2.
Empresa Júnior ............................................................................................................... 70
4.1.1.3.
Semana da Engenharia Civil – SENCIV ........................................................................... 71
4.1.1.4.
Mini-cursos de Capacitação ........................................................................................... 71
A GESTÃO ACADÊMICA ............................................................................................................... 71
7.1.
ESTRUTURA DE COORDENAÇÃO ....................................................................................................... 71
7.2.
ATIVIDADES PROPOSTAS PARA A GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO .......................................................... 72
7.3.
DIRETRIZES PARA O PLANEJAMENTO DE HORÁRIOS PARA ATIVIDADES ACADÊMICAS................................... 72
RECURSOS NECESSÁRIOS ............................................................................................................ 74
8.1.
INFRA-ESTRUTURA A SER EMPREGADA .............................................................................................. 74
8.2.
NOVAS INSTALAÇÕES FÍSICAS .......................................................................................................... 75
9
8.3.
9.
RECURSOS HUMANOS ................................................................................................................... 75
ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO ............................................................................................ 75
9.1.
AVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................................................. 75
9.2.
PARCERIAS .................................................................................................................................. 76
9.3.
CORPO DOCENTE ......................................................................................................................... 77
ANEXO I – PROCESSO SELETIVO ........................................................................................................... 78
ANEXO II – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR ............................................................................ 79
ANEXO III – PESQUISA .......................................................................................................................... 81
ANEXO IV – EXTENSÃO......................................................................................................................... 82
ANEXO V – ESTÁGIOS ........................................................................................................................... 83
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1. APRESENTAÇÃO
Este documento contém as diretrizes principais para implantação e gestão do curso de Engenharia Civil,
incluindo: justificativa e objetivo do curso, perfil do egresso e do curso, competências e habilidades do
profissional e áreas de atuação. Do âmbito acadêmico o projeto aborda a estrutura curricular e
ementário, além das orientações para elaboração do trabalho de conclusão de curso – TCC, estágio
supervisionado e práticas extensionistas, e a previsão dos recursos materiais necessários.
O advento do curso de Engenharia Civil para a Faculdade de Aracruz é motivo de muito orgulho, pois
fortalece o objetivo de tornar a faculdade um centro de referência tecnológica e ensino de engenharia,
aliando-se aos cursos de graduação em Engenharia Mecânica, Química, Produção, Arquitetura e
Urbanismo e ao curso de mestrado profissional em Tecnologia Ambiental, já em funcionamento na
instituição. Isso fortalece a IES e proporciona um ambiente acadêmico de alto nível, face as qualificações
e diversificações dos docentes.
O projeto político pedagógico apresentado objetiva atender o Parecer N° CNE/CES 11/2002.
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2. JUSTIFICATIVA
O ramo da construção civil vem se destacando no cenário econômico atual como um gigante em
desenvolvimento. As diversas medidas adotadas pelo governo para incentivar e favorecer a aquisição ou
a construção da casa própria, as implantações de novas empresas e as expansões de algumas existem
tem contribuído positivamente para essa situação.
Juntamente com o setor de serviços e o de agricultura, a construção civil foi um dos responsáveis pela
melhora dos indicadores econômicos do país. No Brasil o crescimento do emprego nesse setor, somente
no início do ano de 2009, foi de 1,93% e no Espírito Santo esse índice foi de 1,10%, para o mesmo
período analisado.
O mercado de trabalho para Engenheiros Civis e Arquitetos está aquecido e ávido por profissionais
qualificados, comprometidos e dispostos a desenvolver projetos cada vez mais inovadores e
ambientalmente sustentáveis.
Focado nesse cenário a Faculdade de Aracruz desenvolveu o presente Projeto Político Pedagógico para o
curso de Engenharia Civil, visando oferecer ao aluno uma “bagagem” de conhecimentos adequada para
a formação de um profissional dinâmico e consciente de suas responsabilidades para com a sociedade e
o meio ambiente. Fazem parte da estrutura curricular disciplinas como matemática, física, estatística,
desenho, administração, economia, sociologia, estruturas, construção civil, transportes, geotecnia,
hidráulica e saneamento, topografia e geodésia, incluindo o estágio supervisionado e o trabalho de
conclusão de curso que são obrigatórios para efetivação da graduação.
Com a implantação do curso de Engenharia Civil a Faculdade de Aracruz deseja fortalecer os cursos da
área de exatas, em especial as engenharias. Atualmente funcionam na IES os cursos de Engenharia
Mecânica, Química e Arquitetura e Urbanismo, além do curso de Engenharia de Produção que está em
fase de aprovação junto ao MEC, com previsão de início para o ano de 2010. A FAACZ almeja se tornar
uma referência, na região norte capixaba, no ensino de engenharia e no desenvolvimento de
tecnologias para essas áreas.
6
3.
A FACULDADE DE ARACRUZ
A Faculdade de Aracruz – FAACZ é uma Instituição de Ensino Superior (IES) particular, ligada ao Sistema
Federal de Ensino e sem fins lucrativos. Criada em 1989, mantida pela Fundação São João Batista, sendo
esta uma entidade portadora do EBAS pertencente ao terceiro setor. Está associada à ABMES, ao
SINEPE-ES, ao CNAS, CMASA e sua orientação técnico-funcional acontece com base nas diretrizes e
legislações emanadas da SESu/CNE/MEC. É pluralista, dialogal, de livre iniciativa e atua em íntima
articulação com a sociedade e com os diversos setores educacionais, culturais, técnicas e sociais, sempre
em atendimento à legislação vigente.
Com o passar dos anos, vem consolidando junto à comunidade seu papel de promover ensino, pesquisa
e extensão com a finalidade de estimular o desenvolvimento do espírito científico, da investigação, do
pensamento reflexivo, da socialização do saber e da formação de profissionais. Esse papel
objetivamente se reflete na construção de uma convivência referenciada por uma concepção de homem
social e de mundo em permanente transformação.
3.1. Missão da Faculdade de Aracruz
A Faculdade de Aracruz tem por missão:
“Promover uma educação superior de qualidade diferenciada que possibilite a formação
de profissionais aptos à transformação de saberes, engajados com o meio e comprometidos com o
desenvolvimento da pessoa humana”
A Faculdade de Aracruz assume o compromisso de ser centro de referência para a região em que está
inserida, oferecendo subsídios à alteração da estrutura produtiva com a modernização de técnicas
educacionais, que vise ao desenvolvimento econômico e social, tomando como princípio a superação
das desigualdades sociais.
3.2. Princípios Norteadores
Na consecução de sua missão institucional a Faculdade de Aracruz tem por princípios:
“Educação Superior de qualidade diferenciada, Responsabilidade Social, Estímulo ao
trabalho coletivo e à integração institucional, Auto-responsabilidade pela excelência das ações
institucionais”.
A execução eficiente da graduação e a promoção da indissociabilidade entre ensino pesquisa e extensão
acontecerão na medida em que todos os gestores educacionais da Faculdade de Aracruz estiverem
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conscientes da necessidade de produção do conhecimento regional e de sua difusão nacional e mundial.
Isto depende da consciência de todos, em especial da comunidade acadêmica, no que tange a
necessidade de parcerias e de efetiva prestação de serviços, visando à obtenção de recursos para além
das anuidades escolares. Ainda depende, essencialmente, da continuidade crescente dos recursos
investidos, desenvolvendo projetos de pesquisa, extensão, cursos e de ações com a comunidade.
A melhoria, implantação e promoção da comunicação permanente da Faculdade de Aracruz com os
setores internos e a sociedade deve ser um canal de mão-dupla, democraticamente estabelecido,
fundamentado na preocupação de gerar e adicionar elementos novos e atualizados na discussão de
novas atividades. Isto significa uma constante abertura democrática para a integração interinstitucional,
governamental, e não governamental, posto que os conhecimentos construídos sobre a região devem
ser significantes e a base para a comunicação efetiva.
A promoção da qualidade do “fazer” educacional deve ser uma busca constante e tornar-se-á realidade
na medida em que seja dada atenção especial às dimensões formal, material, física, política e espiritual
que esta qualidade comporta. A promoção da avaliação sistemática institucional e de cursos, a partir da
definição de indicadores estabelecidos pela própria Faculdade de Aracruz, pelo MEC e da participação
interna e externa dos avaliadores, será de grande importância para o caminhar da Faculdade.
A promoção da valorização do ser humano, na busca de uma melhor e maior integração com a região e
conhecimento de seus problemas, visa traduzir a elevação dos padrões de qualidade de vida do homem
brasileiro, dentro dos aspectos integrais, devendo a Faculdade de Aracruz ter por base o
desenvolvimento de nossa região, através de uma concepção institucional de ser a Faculdade a
interlocutora dos anseios e da conquista social.
3.3. Finalidades e Objetivos Específicos
A Faculdade de Aracruz, instituição formadora de profissionais em nível superior, com atividades de
pesquisa e de extensão, tem por finalidades, decorrentes de seus princípios:
Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores
profissionais, para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na
sua formação contínua;
Suscitar o desenho permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa
estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
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Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular, os nacionais e
regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de
reciprocidade;
Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e
benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnologia gerada na
instituição;
Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem
patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou outras
formas de comunicações;
Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o
entendimento do homem e do meio em que vive.
Em decorrência destas finalidades, a Faculdade de Aracruz assume os seguintes objetivos específicos:
Elaborar e executar suas propostas pedagógicas;
Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
Assegurar o cumprimento de dias letivos e horas/aula estabelecidas;
Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
Prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento;
Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da
capacidade de interpretação, compreensão e retenção das informações adquiridas dentro do
processo ensino-aprendizagem;
Compreender o ambiente natural e social, o sistema político, as artes a tecnologia e os valores
em que se fundamentam a sociedade;
Preparar o discente para o trabalho, para o exercício da cidadania, para continuar aprendendo
de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade às novas condições e exigências do
mercado de trabalho, na busca de sua realização profissional.
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Essas diretrizes compõem o Regimento Interno da Faculdade de Aracruz atualizado no ano de 2005.
3.4. Ideário Pedagógico da Faculdade de Aracruz
A Faculdade de Aracruz, na consecução de suas finalidades e de seus propósitos, considera que o aluno
é sujeito de seu processo educativo, tendo em vista que educar é, antes de tudo, educar-se, sendo assim
a FAACZ deve proporcionar-lhe as condições e os requisitos essenciais para que possa construir seu
projeto de vida e ser construtor de sua própria história. O processo educativo com o qual toda
Faculdade deve preocupar-se e empenhar-se, deve estar voltado para o sentido do “aprender a
aprender”, possibilitando aos egressos, na condição de empreendedores, permanente atuação e
liderança da sociedade.
A escolha profissional deve ser consciente e consistente, baseada no conhecimento de suas aptidões,
adotando postura de cidadão comprometido com o desenvolvimento da região e do país.
Por considerar de fundamental importância o comprometimento do aluno com o desenvolvimento da
região, a Faculdade de Aracruz deve proporcionar-lhe:
Sólida formação teórica como preparação para a prática, condição fundamental para a
compreensão do mundo físico e social;
A valorização da mentalidade científica e técnica nos estudos e trabalhos que desenvolver;
Uma educação de natureza reflexiva e crítica, formadora do cidadão empreendedor, consciente
e integrado à sua realidade histórico-social;
Uma aprendizagem comprometida com o processo de liberação e de auto-realização do aluno,
por meio de uma metodologia ativa, de caráter científico-reflexivo.
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4. PROJETO PEDAGÓGICO
4.1. Objetivos do Curso
4.1.1. Objetivo geral
Atenta ao cenário econômico atual a Faculdade de Aracruz objetiva com o curso de Engenharia Civil
formar um profissional capaz de entender as necessidades de ordem habitacionais e de infraestrutura
urbana provenientes da sociedade, propondo soluções que atendam essas carências de forma eficaz.
Capaz de se relacionar-se em um ambiente globalizado e multidisciplinar, ocupando cargos de
engenheiro coordenador, gerente ou correspondentes nas diversas áreas da construção civil.
Amparando suas decisões em conhecimentos desenvolvidos a partir das áreas da matemática, física,
química, cálculo estrutural, sociologia, ciências do ambiente, planejamento, gestão da tecnologia,
transporte, ergonomia, entre outros.
Além de um profissional ético e zeloso pelo bem estar da sociedade e do ambiente que o rodeia.
4.1.2. Objetivos específicos
Os objetivos específicos do curso de Engenharia Civil são:
a) Proporcionar ao aluno condições para o desenvolvimento de sua criatividade, análise critica de
situações cotidianas e relacionamento com as tecnologias disponíveis de sua área de atuação;
b) Atender as demandas do mercado por um profissional completo e empreendedor;
c)
Proporcionar meios para o desenvolvimento de competência profissional e ética, subsidiando
suas tomadas de decisões;
d) Desenvolver perfil empreendedor instigando o egresso a buscar novas oportunidades, criando
novas tecnologias ou métodos que inovem as práticas atuais de forma positiva;
e) Desenvolver a consciência ecológica no egresso, de forma a interagir de maneira sustentável
com o meio ambiente;
f)
Disponibilizar e manter toda estrutura de apoio, como por exemplo, laboratórios, bibliotecas,
auditório, espaço multimídia, necessário ao bom andamento do curso e propiciar ao aluno seu
máximo aproveitamento;
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g) Desenvolver junto aos docentes atividades acadêmicas complementares que sejam capazes de
elevar os discentes a uma situação de análise diferenciada, mais ampla, mas sempre
preocupado com sua interação entre a sociedade e o meio ambiente;
h) Prover aos docentes e discentes condições para participação em congressos, seminários, feiras,
concursos, visitas, intercâmbios e estágios dentro de sua área de interesse;
4.2. Perfil do Egresso
O egresso do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz deve apresentar “sólida formação
técnico-científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade”, em concordância com as Diretrizes Curriculares Nacionais
para os Cursos de Graduação em Engenharia de 25 de fevereiro de 2002.
Deverá apresentar competência para o desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares, buscando
novos processos, inovações ou aplicações que proporcionem ganhos econômicos ou/e de qualidade de
vida.
Estará apto para atuar nas áreas de Projetos, estudos e especificações; Análise de viabilidade técnicoeconômica; Supervisão, coordenação e orientação; Assistência, assessoria e consultoria; Direção de obra
e serviço técnico; Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; Desempenho de
cargo e função técnica; Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
extensão; Elaboração de orçamento; Padronização, mensuração e controle de qualidade; Execução de
obra e serviço técnico; Fiscalização de obra e serviço técnico; Produção técnica e especializada;
Condução de trabalho técnico; Condução de equipe de instalação, montagem e reparo; Operação e
manutenção de equipamento e instalação, montagem e reparo; Operação e manutenção de
equipamento e instalação; Execução de desenho técnico, referente a Edificações, estradas, pistas de
rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, abastecimento de água e de saneamento; Portos, rios,
canais, barragens e diques; Drenagem e irrigação; Pontes e grandes estruturas; e, seus serviços afins e
correlatos. Seja como autônomo, funcionário do setor público ou privado. Conforme estabelece a
Resolução Nº 218, de 29 de junho de 1973, do CONFEA, nos Artigos 1° e 7° das atividades inerentes a
profissão do Engenheiro Civil.
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4.3. Competências e Habilidades do Engenheiro Civil
As competências e habilidades esperadas do Engenheiro Civil graduado pela Faculdade de Aracruz são:
a) Tomar decisões baseadas em conhecimentos técnicos, sociais, éticos, ambientais e econômicos
visando o equilíbrio entre eles;
b) Realizar trabalhos em equipes, seja coordenando as atividades, como apoio operacional ou
estratégico, atuando inter, multi ou transdisciplinarmente;
c)
Desenvolver, analisar e avaliar criticamente projetos de Engenharia Civil a luz de princípios
éticos, sociais, econômicos, ambientais e com aplicação dos recursos tecnológicos avançados e
disponíveis;
d) Planejar e coordenar as diversas etapas envolvidas nos serviços de engenharia;
e) Utilizar eficazmente as formas de comunicação, tais como, oral, escrita e gráfica;
f)
Projetar, planejar e executar obras em edificações, estradas, pistas de rolamento e aeroportos;
sistemas de transportes, abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais,
barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas;
g)
Analisar a viabilidade técnica-econômica, retorno sobre investimento e gerenciar recursos de
novos empreendimentos.
h) Aplicar as legislações pertinentes;
5. ESTRUTURA DO CURSO
5.1. Concepção Geral
A estrutura do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é formada por cinco núcleos de
formação, atendendo as Diretrizes Curriculares estabelecidas pela Resolução CNE/CES 11/02. A divisão
por núcleos visa à melhor identificação e aplicação de cada disciplina, além de proporcionar uma
evolução gradativa do amadurecimento do aluno.
Estão assim divididas:
Núcleo de Formação Básica: abordando conteúdos comuns às engenharias, com
aproximadamente 42% da carga horária mínima total prevista para o curso:
o Matemática:
 Álgebra Linear e Geometria Analítica;
 Equações integrais;
 Cálculo vetorial;
 Equações diferenciais;
 Probabilidade e Estatística;
o Física:
 Mecânica da partícula e dos corpos rígidos (teoria e prática);
 Dinâmica dos fluidos (teoria e prática);
 Princípios da Eletricidade (teoria e prática);
 Eletromagnetismo e Física Moderna (teoria e prática);
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o
o
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o
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o
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o
o
o
 Mecânica Racional aplicada à Engenharia Civil;
Fenômenos de Transporte
 Termodinâmica;
 Fenômeno dos transportes;
Química:
 Processos Químicos (teoria e prática);
Desenho Técnico:
 Desenho Básico;
 Desenho Técnico;
Expressão Oral e Escrita:
 Língua Portuguesa;
Informática:
 Lógica de Programação;
 Métodos Numéricos Aplicado à Engenharia Civil;
Introdução à Engenharia Civil:
 Introdução à Engenharia Civil;
Engenharia Econômica:
 Introdução à Engenharia Econômica;
Administração:
 Introdução à Administração;
Economia:
 Introdução à Economia;
Sociologia:
 Introdução à Sociologia;
Metodologia Científica:
 Produção de trabalhos acadêmicos;
Higiene e Segurança no Trabalho:
 Higiene e Segurança no Trabalho;
Ciências do Ambiente:
 Elementos das Ciências do Ambiente;
Núcleo de Formação Profissionalizante: abordando as áreas fundamentais da Engenharia Civil,
com aproximadamente 29% da carga horária mínima total prevista para o curso:
o Normatização dos Materiais de Construção;
o Materiais de construção;
o Tecnologia da construção;
o Mecânica dos solos;
o Instalações elétricas;
o Resistência dos Materiais;
o Resistência dos Materiais Aplicada;
o Conforto Ambiental – Luminotécnico e Acústico;
o Conforto Ambiental – Térmico;
o Instalações hidráulicas e sanitárias;
o Fundações;
o Topografia e geodésia;
o Geologia;
o Estruturas de madeira e metálicas;
o Planejamento e orçamento da construção;
o Ética e legislação profissional;
Núcleo de Formação Específica: é formado por disciplinas específicas de algumas áreas de
atuação da Engenharia Civil, possui carga horária de aproximadamente 16% total previsto para
o curso e está assim divida:
o Construção Civil e Edificação:
14
 Análise Estrutural;
 Metodologia de Deformação Estrutural;
 Estruturas de Concreto;
 Arquitetura e Urbanismo;
o Obras de infraestruturas de transporte e de saneamento:
 Estradas, Pavimentação e Transportes;
 Construção de Pontes;
 Saneamento e Abastecimento de Água;
o Obras ambientais:
 Gestão dos Resíduos Sólidos;
o Recursos hídricos:
 Hidrologia;
Núcleo Atividades Complementares: é formado por disciplinas que contenham conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais que garantam ao egresso o desenvolvimento de
competências e habilidades aqui estabelecidas, ocupando 11% da carga horária mínima total
prevista para o curso, englobando as atividades de:
o Estágio Supervisionado;
o Trabalho de Final de Curso;
o Atividades Complementares:
- Participação em congressos, seminários e eventos que estejam diretamente
ligados a formação do discente;
- Projetos de iniciação científica;
- Intercâmbios com outras instituições de ensino superior;
- Atividades de inter-relação entre os conteúdos planejados.
Núcleo de formação eletiva: é formada por disciplinas optativas onde o aluno pode escolher 3
destas livremente de acordo com seu interesse, ocupando 6% da carga horária mínima do
curso, sendo estas:
1. Portos e hidrovias;
2. Empreendedorismo;
3. Paisagismo, arborização e reflorestamento;
4. Instalações Industriais;
Nota: Outras disciplinas poderão ser oferecidas, além destas oferecidas e das relacionadas com outros
cursos de graduação da FAACZ.
Ciclo de Aprendizagem
Período
1º
Núcleo Básico
(abordando conteúdos
comuns às engenharias)
2º
43% da carga horária total
do curso
3º
4º
Disciplina
Álgebra linear e Geometria Analítica
Desenho Básico
Equações Integrais
Introdução à Engenharia Civil
Língua Portuguesa
Produção de Trabalhos Científicos
Cálculo Vetorial
Introdução à Sociologia
Mec. da Part. e dos Corpos Rígidos
Higiene e Segurança no Trabalho
Desenho Técnico
Probabilidade e Estatística
Equações Diferenciais
Dinâmica dos Fluídos
Lógica de Programação
Processos Químicos
Elementos da Ciências do Ambiente
Mét. Numéricos Aplicado à Eng. Civil
Conhecimentos Desenvolvidos
15
5º
Ciclo de Aprendizagem
Período
Disciplina
5º
9º
10º
Normatização de Mat. de Construção
Materiais de Construção
Introdução à Sociologia
Tecnologia das Construções
Instalações Elétricas Predial
Resistência dos Materiais
Conforto Ambiental – Luminotécnico
e Acústico
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Fundações
Resistência dos Materiais Aplicada
Conforto Ambiental – Térmico
Topografia e Geodésia
Geologia
Estrutura de concreto
Estruturas de madeira e metálicas
Planej. E Orçamentos da Construção
Ética e Legislação Profissional
Período
Disciplina
4º
Análise Estrutural
Método de Deformação Estrutural
Gestão de Resíduos Sólidos
Hidrologia
Estruturas de Concreto
Estrada, Pavimentação e Transportes
6º
Núcleo
Profissionalizante
(abordando as áreas
fundamentais da Engenharia
Civil)
7º
29% da carga horária total
do curso
8º
Ciclo de Aprendizagem
Núcleo Específico
(formado por disciplinas
específicas de algumas áreas
de atuação da Engenharia
Civil)
16% da carga horária total
do curso
5º
7º
8º
9º
Saneamento e Abastecimento de Água
10º
Construção de Pontes
Arquitetura e Urbanismo
Ciclo de Aprendizagem
Período
Núcleo Eletivo
7º
8º
(formada por disciplinas
optativas onde o aluno pode
escolher 3 destas livremente
de acordo com seu
interesse)
7% da carga horária total do
curso
Int. à ADM e Eng. Econômica
Princípios da Eletricidade
Termodinâmica
Mecânica Racional Apl. à Eng. Civil
Eletromagnetismo e Física Moderna
Fenômeno de Transportes
9º
Disciplina
Optativa I
Optativa II
Optativa III
Conhecimentos Desenvolvidos
Conhecimentos Desenvolvidos
Conhecimentos Desenvolvidos
16
Ciclo de Aprendizagem
Núcleo Atividades
Complementares
(formado por disciplinas que
contenham conhecimentos
científicos, tecnológicos e
instrumentais que garantam
ao egresso o
desenvolvimento de
competências e habilidades
aqui estabelecidas)
Período
6º
Disciplina
6º ao 10º
2º
4º
6º
8º
TCC
Estágio Supervisionado
Atividade Complementar (a definir)
Atividade Complementar (a definir)
Atividade Complementar (a definir)
Atividade Complementar (a definir)
10º
Atividade Complementar (a definir)
Conhecimentos Desenvolvidos
6% da carga horária total do
curso
É premissa da FAACZ reduzir o tempo em sala de aula, levando o discente a praticar o conteúdo
assimilado nas aulas teóricas, seja através de trabalhos em grupos, individuais, projetos de final de
curso, empresa Júnior, participação em eventos específicos, laboratórios entre outras.
5.2. Estrutura Curricular
A Estrutura Curricular para o Curso de Engenharia Civil é apresentada da seguinte forma: fluxograma,
dados e duração do curso, número de vagas e turnos disponíveis, regime de matrícula, carga horário do
curso, base legal e ementário.
17
5.2.1. Fluxograma do Curso
18
5.2.2. Dados do Curso
5.2.2.1. Denominação
Engenharia Civil.
5.2.2.2. Número de vagas disponíveis
Inicialmente estão previstas 100 vagas anuais.
5.2.2.3. Duração do Curso
O curso de Engenharia Civil deverá ser concluído em no mínimo 10 períodos semestrais e no máximo em
18 períodos semestrais.
5.2.2.4. Turnos disponíveis
O curso será ministrado nos períodos vespertino e noturno.
5.2.2.5. Regime de matrícula
O regime de matrícula será o semestral.
5.2.2.6. Carga horária
A carga horária mínima prevista para o curso de Engenharia Civil é de 4.020 horas\aula.
5.2.2.7. Base Legal
O curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é embasado nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para Cursos de Graduação em Engenharia – Resolução CNE/CES Nº 11 de 11 de Março de 2002, na
Portaria Normativa N° 40, de 12 de dezembro de 2007, e na Resolução Nº 1.010 de 22 de Agosto de
2005 do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
5.2.3. Ementário
5.2.3.1. Ementário – Formação Básica
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP001
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
PERÍODO: 1º
19
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
0
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Sistemas de equações lineares e matrizes
Método de Gauss-Jordan
Vetores no R² e no R³ e Álgebra vetorial
Produto escalar e misto
Retas
Planos
Curvas e superfícies cônicas e quadráticas
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. Ed. Makron Books, 2ª edição, 1987.
- STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. Ed. MacGraw-Hill, 2006.
- BOLDRINI, J. L; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.; WETZLER, H. G. Álgebra Linear. 3ª edição,
Harper e Row do Brasil, São Paulo, 1986.
Complementares:
- LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1.
- SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987.
V. 1.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: CÁLCULO VETORIAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP002
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
0
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
Curvas paramétricas e Funções com Valores Vetoriais
Coordenadas polares e Rotação de Eixos
Funções Vetoriais
Integrais Múltiplas
Limite derivada e integral de funções variáveis
Teoremas de Cálculo Vetorial
PRÉ-REQUISITO
-
Equações Integrais;
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
20
REFERÊNCIAS
Básicas:
- SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994.
Vol.2.
- FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley
2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br).
Complementares:
- LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1.
- SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987.
V. 1.
- MUNEM, FOULIS, Cálculo. Vol 2. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1978.
- ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1994.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO BÁSICO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP003
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Instrumental de desenho
Normas para o desenho técnico
Desenho geométrico
Escalas
Colocação de cotas
Perspectivas paralelas
Noções básicas de geometria descritiva
Projeções ortográficas (principais e auxiliares)
Perspectiva cilíndrica e ortogonal (desenho isométrico)
Cortes e seções
Desenho de instalações elétricas
Desenho de tubulações industriais
Fluxogramas de processo e simbologia para acessórios de tubulações
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- Apostila de Desenho Técnico desenvolvida para o curso.
- FRENCH, T.E., VIERCK, C.J., Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Editora Globo, São
Paulo, 1999.
21
Complementares:
- MALHEIROS, P., Autocad 2000 para projetos de Arquitetura e Engenharia. Ed. Axcel
Books, Rio de Janeiro, 2000.
- ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – Capítulos 1 a 8
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: DINÂMICA DOS FLUÍDOS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP004
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 05
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
100
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Física Teórica
Oscilações;
Gravitação;
Estatística dos fluidos;
Dinâmica dos fluidos;
Ondas em meios elásticos;
Ondas sonoras;
Temperatura;
Calor e a primeira lei da termodinâmica;
Teoria cinética dos gases;
Entropia e segurança lei da termodinâmica;
-
Física Experimental
Tratamento de dados experimentais;
Análise gráfica;
Empuxo;
Dilatação térmica;
Pêndulos;
Experiência de Avogrado;
Tubos em U;
Trocas de calor.
PRÉ-REQUISITO
-
Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ,
Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002.
- SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª
edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999.
22
Complementares:
- ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP,
Brasil. 1992.
- TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ELETROMAGNETISMO E FÍSICA MODERNA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP005
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 05
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
100
PERÍODO: 5º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Física Teórica
Ondas eletromagnéticas;
Óptica Física;
Polarização;
Noções de teoria da relatividade restrita;
Introdução à mecânica quântica;
Efeito fotoelétrico;
Efeito Compton: comportamento da luz como partícula;
Introdução à física atômica e nuclear;
Comportamento ondulatório das partículas;
Experiência da dupla fenda;
Princípio da incerteza;
-
Física Experimental
Reflexão da luz: espelhos planos e esféricos;
Difração da luz: lentes e prismas;
Experiência de Young;
Osciloscópio;
Circuito RLC;
PRÉ-REQUISITO
-
Princípios da Eletricidade;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ,
Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002.
- SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª
edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999.
Complementares:
- ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP,
23
-
Brasil. 1992.
TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP006
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 03
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
0
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
60
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Sequências
Séries
Equações diferenciais de primeira ordem
Equações diferenciais lineares de segunda ordem
Solução em série das equações diferenciais lineares de segunda ordem
Transformada de Laplace
Introdução às equações diferenciais parciais
PRÉ-REQUISITO
-
Cálculo Vetorial;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BOYCE, W. E. e DiPRIMA, R. C., Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno, 6ª edição, LTC,Rio de Janeiro, 1998.
- BOYCE, WILLIAM E., Equações diferenciais elementares e problemas de valores de
contorno, 6ª edição, Ed. LTC, 1998.
- SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994.
Vol.2.
- FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley
2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br).
Complementares:
- ANTON, H. Cálculo, um Novo Horizonte. 6ª edição. Porto Alegre – RS. Ed. Bookmam. Vol.
1.
- LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1.
- SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987.
V. 1.
- MUNEM, FOULIS, Cálculo. Vol 2. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1982.
- ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1999.
- Zill, D. G., Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem, Ed. Pioneira Thomson
Learnig, São Paulo, 2003.
- SPIEGEL, M. R., Mathematical Handbook of Formulas and Tables, Coleção Schaum,
McGraw-Hill, New York, 1997.
24
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: EQUAÇÕES INTEGRAIS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP007
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
0
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 1º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Integral
Aplicações de integral
Limite, derivada e integral de funções transcedentes
Técnicas de integração
Regra de L’hopital
Integrais impróprias
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron-Books, 1994. V.
1 e 2.
- FINNEY, R. WEIR, M. GIORDANO, F, THOMAS G. B., Cálculo. São Paulo: Ed. Addison Wesley
2002. Vol. 1 e 2. (Site de apoio do livro: www.aw.com/thomas_br).
Complementares:
- LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica. 3ª edição. São Paulo: Harba, 1994. V 1.
- SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987.
V. 1.
- ÁVILA, G. Cálculo II. Ed. LTC. Rio de Janeiro. 1994.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP008
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
-
Introdução à educação moral;
A educação dos valores: classificação e análise;
PERÍODO: 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
25
-
Competência técnica, profissionalismo x profissão;
Ética profissional, moralista e espontânea;
Compromisso político;
Conhecimento, ciência, política, moral e lógica;
Objetividade dos valores;
Ética nos negócios;
Cenários novos;
Legislação da profissão de ENGENHARIA CIVIL;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- AS, A.L., Ética Profissional, 3ª edição, São Paulo. Ed. Atlas, 2000.
Complementares:
- GALLO, S., Ética e Cidadania – Caminhos da Filosofia, Ed. Papirus, Campinas – SP, 2006.
- AMOÊDO, S., Ética do Trabalho na Era da Pós-Qualidade, Ed. Qualimark, Rio de Janeiro,
1997.
- Leis e Resoluções que regulamentam a profissão do Engenheiro de Produção.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: FENÔMENO DE TRANSPORTES
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP009
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 5º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conceitos fundamentais dos fenômenos de transportes;
Mecânica dos fluidos;
Transferência de calor por condução;
Transmissão de calor por radiação;
Transmissão de calor por convecção;
Transmissão de calor com mudança de fase;
PRÉ-REQUISITO
-
Termodinâmica;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- KREITH F., Princípios da Transmissão de Calor, Ed. Edgard Blücher, 1998.
- INCROPERA, FRANK P., DEWITTE, DAVID P. Fundamentos da transferência de calor e
massa. Ed. LTC, Rio de Janeiro – RJ, 2003.
26
Complementares:
- BEJAN, A., Transferência de Calor, Ed. Edgard Blücher, 2004.
- BIRD, R.B., STERWART, W.E., LIGHTFOOT, E.N., Transport Phenomena, Ed. Wiley
International, New York, 1976.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP010
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conceitos básicos;
Organização;
Tipos de estrutura;
Departamentização;
Patologias administrativas;
Divisão do trabalho;
Desenvolvimento organizacional;
Métodos;
Processos administrativos;
Análise de rotina;
Fisiologia da organização;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- CURY, Antônio, Organização e Métodos Uma Perspectiva Comportamental. Ed. Atlas
- ARAÚJO, Luis César, Organização e Métodos. Ed. Atlas.
- CHIAVENATO, IDALBERTO, Administração de Empresas, Editora McGraw-Hill
Complementares:
- ROCHA, Luiz Oswaldo Leal, Organização e Métodos, Ed. Atlas.
- VASCONCELOS, Eduardo/Hemsley, James. Estrutura das Organizações. Ed. Atlas.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP011
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
PERÍODO: 1º
27
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
Estrutura Curricular do Curso.
História da Engenharia Civil.
Engenharia Civil Brasileira.
Ciência e Tecnologia.
Mercado profissional e econômico da Engenharia Civil no Brasil.
Atribuições Profissionais.
Grade curricular.
Apresentação das disciplinas.
Critérios de avaliação da aprendizagem.
Trabalho de conclusão de curso.
Estágio profissional.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- PEREIRA, LUIZ TEIXEIRA DO VALE, BAZZO, WALTER ANTONIO. Introdução à engenharia conceitos, ferramentas e comportamentos. 2ª edição. Editora UFSC.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ECONÔMICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP012
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conceitos teóricos básicos para compreender o funcionamento da economia capitalista,
com ênfase especial no caso brasileiro;
Valor do dinheiro no tempo;
Inflação e variações cambiais;
Técnicas de análise de projetos de investimentos: valor presente, taxa interna de
retorno, valor anual;
Aplicações em substituição de equipamentos
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
28
REFERÊNCIAS
Básicas:
- PINHO, D.B.; VASCONCELLOS, M.A.S. DE, Manual de Economia, 3ª edição, Ed. Saraiva,
1998.
- ROSSETTI, JOSÉ PASCHOAL. Introdução à economia. 18ª edição. São Paulo. Ed. Atlas, 1997.
- BUARQUE, CRISTOVAM, Avaliação Econômica de Projetos. Campus. Rio de Janeiro. 1984.
- EHRILCH, PIERRE J., Engenharia Econômica. São Paulo, Atlas, 1983.
Complementares:
- HIRSCHFELD, HENRIQUE. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo, Atlas,
1992.
- OLIVEIRA, J.A. NASCIMENTO. Engenharia Econômica: Uma Abordagem às Decisões de
Investimento. São Paulo, McGraw-Hill, 1982.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP013
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conceitos sociológicos;
Importância dos acontecimentos para a sociologia;
Ideologia, conceituação na vida cotidiana;
Alienação na vida cotidiana;
Instituições sociais: definição, função e classificação;
Instituições econômicas e tecnológicas;
Fundamentos econômicos da sociedade;
O indivíduo na sociedade;
Conceitos básicos para a compreensão da vida social;
Fundamentos da sociologia geral e sociologia aplicada Engenharia;
Referencial teórico da sociologia;
As estratificações sociais brasileiras;
A globalização e as transformações sociais dos últimos anos;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- COSTA, C. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. São Paulo. Ed. Moderna. 1997.
- LAKATOS, E.M. Sociologia Geral. São Paulo. Ed. Atlas, 1999.
Complementares:
- LAKATOS, E.M. Sociologia Geral. São Paulo. Ed. Atlas, 1990.
29
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP014
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 1º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Revisão dos aspectos gramaticais com base em textos técnicos;
Revisão dos radicais gregos e latinos;
Redação oficial;
Redação técnica;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- ANDRÉ, H. A., Gramática Ilustrada, São Paulo, 1997.
- SCHLITTLER, JOSÉ MARIA MARTINS, A nova reforma ortográfica da língua portuguesa, 1ª
edição, Ed. Servanda, 2009.
- CEGALLA, D. P., Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, São Paulo, 1977.
Complementares:
- COUTINHO, I. L., Pontos de Gramática Histórica, Rio de Janeiro, 1976.
- LIMA, C. H. R., Gramática Normativa da Língua Portuguesa, Rio de Janeiro, 1998.
- LUFT, C. P., Moderna Gramática da Língua Portuguesa, Rio Grande do Sul, 1986.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP015
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
-
Introdução a lógica de programação;
Tipos de variáveis e de dados;
Conceitos fundamentais;
Algoritmo;
Tipos de estruturas;
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
30
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- XAVIER, G.F.C, Lógica de Programação, 10ª edição, Senac, 2007.
- ALMEIDA, MARILANE, Curso Essencial de Lógica de Programação. Ed. Digerati Books,
2008.
- Apostilas;
Complementares:
- FORBELLONE, ANDRÉ LUIZ V., EBERSPACHER, HENRI F., Lógica de Programação: A
Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados, Ed. Makron Books, 2005.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MECÂNICA DA PARTÍCULA E DOS CORPOS RÍGIDOS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP016
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
Física Teórica:
- Medidas físicas;
- Movimento de uma partícula em uma, duas e três dimensões;
- Leis de Newton e suas aplicações;
- Trabalho e energia;
- Leis de Conservação de Energia e Momento;
- Sistemas de várias partículas;
- Colisões;
- Estudos do movimento de um corpo rígido.
Física Experimental:
- Tratamento de dados experimentais;
- Análise gráfica;
- Atrito;
- Colisão;
- Conservação do momento linear;
- Estudo dos movimentos;
- Rotação;
- Conservação de energia;
- Equilíbrio de corpos rígidos.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
31
REFERÊNCIAS
Básicas:
- HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ,
Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 1996.
- SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª
edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999.
Complementares:
- ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP,
Brasil. 1999.
- TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MECÂNICA RACIONAL APLICADA À ENGENHARIA MECÂNICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP017
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Introdução: considerações sobre o domínio da mecânica e a modelagem de um sistema
mecânico;
Estática: conceito de equilíbrio de forças e momento e de diagrama do corpo livre;
Forças de campo: Equilíbrio de um sistema de forças;
Resultante de um sistema de forças planas e espaciais;
Centróide;
Centro de gravidade;
Centro de massa;
Análise de estrutura: treliças e vigas;
Forças em vigas e cabos (diagrama de esforços);
Método dos trabalhos virtuais;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BEER, F. P., Estática: Mecânica vetorial para engenheiros, Makron Books, 5ª edição, São
Paulo, 1996.
Complementares:
- MERIAM, J. L., Kraige, L. G., Mecânica – Estática, LTC, 5ª edição, 2004.
- HIBBERLER, R. C., Engenharia Mecânica – Estática, LTC, 8ª edição, Brasil, 1999.
32
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP018
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Métodos de estudo: fichamento, resenha, leitura e interpretação;
Organização do trabalho científico. A utilização da bibliografia;
Filosofia da ciência;
Abordagens qualitativas e quantitativas;
Métodos e técnicas de pesquisa;
Conceituação de projeto de pesquisa e monografia;
Publicação de artigos;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- MARCONI, M. de A., LAKATOS, E.M., Técnicas de pesquisa, Ed. Atlas, 1996.
- GALLIANO, A.G., O método científico: teoria e prática, Ed. Harbra, 1986.
Complementares:
- GIL, ANTONIO CARLOS. Como elaborar projetos de pesquisa. 3ª edição, Ed. Atlas, 1996.
- MARTINS, G. DE, Manual para elaboração de monografias e dissertações. Ed. Atlas, 2000.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MÉTODO NUMÉRICO APLICADO À ENGENHARIA CIVIL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP019
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
20
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
20
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
-
Análise de erros
Equações algébricas e transcendentes
Sistemas lineares
Sistemas não lineares
Interpolação
Integração numérica
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
33
PRÉ-REQUISITO
-
Equações diferenciais;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BARROSO, L. C., BARROSO, M. M. A., CAMPOS FILHOS, F. F., CARVALHO, M.L.B. E MAIA,
M.L. Cálculo Numérico (com aplicações). 2ª edição. Editora Harbra, São Paulo, 1987
Complementares:
- RUGGIERO, M.A.G. E LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico – Aspectos Teóricos e
Computacionais. 2ª edição. Ed. Makron Books, São Paulo, 1996.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP020
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 05
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
100
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Física Teórica
Lei de Coulomb;
O campo elétrico – Lei de Gauss;
Potencial, capacitância, propriedade dos dielétricos;
Corrente, resistência e FEM;
Circuito e instrumentos de corrente contínua;
O campo magnético;
Força eletromotriz induzida;
Correntes alternadas;
Equações de Maxwell;
-
Física Experimental
Uso de medidores elétricos;
Deflexão elétrica. Potencial elétrico – campo elétrico;
Resistência ôhmica e não ôhmica. VRD – diodo;
Capacitores (carga e descarga). Força eletromotriz (geral real);
Campo magnético;
Lei de Faraday, Lei de Lenz;
Circuito de ponte Wheatstone;
Corrente alternada (circuitos alimentados por CA).
PRÉ-REQUISITO
-
Dinâmica dos Fluidos;
REFERÊNCIAS
34
Básicas:
- HALLIDAY, D. RESNICK, S. WALKER, J. Fundamentos da Física. 6ª edição, Rio de Janeiro –RJ,
Ed. LTC, Vol. 1 e 2. 2002.
- SEARS, F. ZEMANSKY, M. YOUNG, H. Física: Mecânica da Partícula e dos Corpos Rígidos. 2ª
edição, Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 1999.
Complementares:
- ALONSO, M. FINN, E. Física. Ed. Addison Wesley Longman do Brasil Ltda, São Paulo – SP,
Brasil. 1992.
- TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. Ed. LTC. Rio de Janeiro – RJ. 2000
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP021
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
O espaço probabilístico;
Modelos probabilísticos;
Dependência e independência de eventos;
Eventos condicionados;
Variáveis aleatórias unidimensionais e não dimensionais;
Distribuição de probabilidades;
Funções de variáveis aleatórias;
Esperanças matemáticas.
Momento;
Covariância e correlação;
Cadência de variáveis aleatórias;
Testes de hipóteses e de aderência de distribuição;
Planejamento de experimentos e estimação de parâmetros.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- MORENTTIN, L.G., Estatística Básica – Probabilidade, 7º edição, Ed. Makron Books, São
Paulo, 1999.
Complementares:
- PEREIRA, W. E TANAKA, O.K., Estatística – Conceitos Básicos, 2º edição, Ed. McGraw-Hill,
São Paulo, 1990.
- BARROS NETO, B. e SCARMINIO, I.S., Planejamento e Otimização de Experimentos, Ed.
Unicamp, São Paulo, 1995.
35
-
MORABITO, REINALDO, Modelos Probabilísticos Aplicados à ENGENHARIA CIVIL, Ed.
Edufscar, 2002.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PROCESSOS QUÍMICOS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP022
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
40
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 1º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Estequiometria;
Soluções;
Reações químicas em soluções aquosas;
Cinética química;
Equilíbrio químico;
Termoquímica;
Eletroquímica;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BRADY, J.E. E HUMISTON, G.E. Química Geral. Vol. 1 e 2. 2ª edição. Ed. LTC – Livros
Técnicos e Científicos S.A. Rio de Janeiro – RJ. 1998.
- Apostila de Química Experimental, desenvolvida pelos professores do Departamento de
Química.
Complementares:
- RUSSEL, J.B. Química Geral. Vol. Único. Ed. McGraw-Hill. São Paulo – SP. 1994.
- VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. Rio de Janeiro: DP&A, 1981.
- ATKINS, P. e JONES, L. Princípios da Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. Ed. Bookman. Porto Alegre – RS. 2005
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP023
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
36
EMENTA
-
Estática dos pontos materiais e Estática dos corpos rígidos;
Solicitação Axial, tangencial e geral;
Lei de Hooke generalizada;
Diagramas de esforços solicitantes;
Tensões, componentes de tensão e equações de equilíbrio;
Análise de tensões e de deformações;
Relações cinemáticas;
Relações constitutivas;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há.
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BERR, F.P.; RUSSEL E. Johnston, Resistência dos Materiais, 3ª edição, São Paulo. Ed.
Makron Books.
- Apostila do curso
Complementares:
- GERE, J., Mecânica dos Materiais, Ed. Thompson, São Paulo.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS APLICADA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP024
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Teorema de energia de deformação;
Dimensionamento e unificação de barras de seção não circular sujeitas à torção;
Projetos de peças comprimidas levando em conta a flambagem;
Análise dos estados planos de tensão e deformação;
Dimensionamento de peças sujeitas a carregamento alternado;
PRÉ-REQUISITO
-
Resistência dos Materiais I;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BERR, F.P.; RUSSEL E. Johnston, Resistência dos Materiais, 3ª edição, São Paulo. Ed.
Makron Books.
- Apostila do curso
37
Complementares:
- GERE, J., Mecânica dos Materiais, Ed. Thompson, São Paulo.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: TERMODINÂMICA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP025
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Entendimento da Termodinâmica e propriedades das substâncias puras;
Sistemas termodinâmicos e equação de estado;
Superfícies termodinâmicas;
Diagrama de fases;
Tabelas de propriedades termodinâmicas;
Trabalho e calor;
Primeira Lei da Termodinâmica:
Conceito de entalpia como conteúdo total de energia;
Primeira lei aplicada em sistema aberto, regime permanente e uniforme;
Estrangulamento adiabático;
Segunda Lei da Termodinâmica:
Motor térmico e refrigerador;
Conceito de entropia:
Terceira Lei da Termodinâmica;
Conceito de Zero absoluto de temperatura:
Psicrométrica e uso da carta psicrométrica para determinação da umidade do ar;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- VAN WYLEN, G. J., SONNTAG, R.E. e BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica.
Complementares:
- MORAN, J.M., SHAPIRO, N.H., Princípios da Termodinâmica para Engenharia.
- VAN NESS, H.C., ABBOT, M.M., Termodinâmica
38
5.2.3.2. Ementário – Formação Profissionalizante e Específica
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRUTURAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP026
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 4º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Introdução:
o Definição de força e momento.
Análise dos elementos e formas das estruturas;
Sistemas construtivos;
Geometria dos corpos;
Linhas de influência;
Análise de vigas, arcos, pórticos, tirantes e grelhas isostáticas;
Cargas móveis.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há
REFERÊNCIAS
Básicas:
- Soriano, H. L. Estática das estruturas. Ed. Ciência Moderna. 1ª edição, 2007
Complementares:
- BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 6a edição
revisada. MCGRAW-HILL. São Paulo, 1998.
- CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Editora Guanabara Dois. Rio de
Janeiro., 1985.
- MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos,
1999.
- SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora
Globo. Porto Alegre,1984.
- VASCONCELOS, A. C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas
Estruturais. Studio Nobel. São Paulo. , 1991.
- ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
- REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. 3ª edição. São Paulo, Zigurate,
2003.
- SILVA, D. M.; SOUTO, A. K.. Estruturas: uma abordagem arquitetônica. Porto Alegre, Ritter
dos Reis, 2000.
39
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MÉTODOS DE DEFORMAÇÃO ESTRUTURAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP027
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 5º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Análise do comportamento hiperstáico;
Estudo do método dos Esforços;
Estudo do método dos Deslocamentos;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há
REFERÊNCIAS
Básicas:
- Soriano, H. L. Estática das estruturas. Ed. Ciência Moderna. 1ª edição, 2007
Complementares:
- BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 6a edição
revisada. MCGRAW-HILL. São Paulo, 1998.
- CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Editora Guanabara Dois. Rio de
Janeiro., 1985.
- MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos,
1999.
- SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora
Globo. Porto Alegre,1984.
- VASCONCELOS, A. C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas
Estruturais. Studio Nobel. São Paulo. , 1991.
- ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
- REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. 3ª edição. São Paulo, Zigurate,
2003.
- SILVA, D. M.; SOUTO, A. K.. Estruturas: uma abordagem arquitetônica. Porto Alegre, Ritter
dos Reis, 2000.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ARQUITETURA E URBANISMO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP028
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
40
EMENTA
-
História da Arquitetura e Urbanismo;
Processo de urbanização Brasileira e a influência estrangeira;
A influência tecnológica nos processos construtivos e arquitetônicos;
Tendências estéticas;
Análise dos elementos que compões uma cidade;
Análise da ocupação urbana x condições sócio-econômicas dos habitantes.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há
REFERÊNCIAS
Básicas:
- CARVALHO, BENJAMIM DE, A história da arquitetura. Editora Tecnoprint
- YVES, BRUAND, Arquitetura contemporânea no Brasil. Editora Persperctiva
Complementares:
- CONSIGLIERI, VICTOR, A morfologia da arquitetura: 1920 – 1970. Editora Editorial
Estampa
- CHING, FRANCIS D. K., Arquitetura: Forma, espaço e ordem. Editora Martins Fontes
- FUAO, FERNANDO FREITAS, Arquiteturas Fantásticas. Editora da Universidade – UFRGS,
1999
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL I
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP029
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conforto Luminotécnico;
Conforto Acústico;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há
REFERÊNCIAS
Básicas:
- GUERRINI, DÉLIO PEREIRA, Iluminação - teoria e projeto. 1ª edição, Editora Érica, 2007.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR - 10152 - (NB-95). Níveis de Ruído
para Conforto Acústico. Rio de Janeiro, 1987.
41
-
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12179 - (NB-101): Norma para
Tratamento Acústico em Recintos Fechados. Rio de Janeiro, 1992.
Complementares:
- SILVA, MAURI LUIZ DA, Iluminação: simplificando o projeto. 1ª edição, Editora Ciência
Moderna, 2009.
- COSTA, ENNIO CRUZ DA, Acústica Técnica. Editora Edgard Blucher, 2004.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL II
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP030
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 8º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
O meio ambiente;
Grandezas físicas;
Conforto térmico
o Introdução;
o Termodinâmica;
o Cálculos;
o Construções;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há
REFERÊNCIAS
Básicas:
- COSTA, ENNIO CRUZ DA, Arquitetura ecologica: condicionamento termico natural. Editora
Edgard Blucher, 1982.
- COSTA, ENNIO CRUZ DA, Fisica aplicada à contrução: Conforto Térmico. Editora Edgard
Blucher, 2003.
Complementares:
- FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. 7ª edição, Editora Nobel, 1988.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: CONSTRUÇÃO DE PONTES
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP031
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 9º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
42
EMENTA
-
Introdução;
Tipos de pontes;
Análise estrutural;
Esforços solicitados na estrutura;
Tecnologia construtiva;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- FREITAS, MOACYR DE, Infra-estrutura de pontes de vigas. Editora Edgard Blucher, 2001.
- MARCHETTI, OSVALDEMAR, Pontes de concreto armado. 1ª edição, Editora Edgard
Blucher, 2008.
Complementar:
- MUDRIK, CHAIM, Pontes, viadutos e serviços complementares. Editora Edgard Blucher,
1992.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP032
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 3º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Introdução ao desenho técnico;
Retas;
Planos;
Projeções ortogonais;
Geometria descritiva;
Sólidos;
Perspectiva e projeções;
Cotas;
Escalas.
Introdução ao Desenho topográfico, arquitetônico, formas de concreto armado,
instalações hidráulico-sanitárias e instalações elétricas;
Normas;
Introdução ao desenho Vetorial auxiliado por computador (CAD).
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
43
REFERÊNCIAS
Básicas:
- FREDO, BRUNO, Noções de geometria e desenho técnico. Editora Icone, 1994.
- SPECK, HENDERSON JOSÉ, Manual básico de desenho técnico. 3ª edição, Editora UFSC,
2004.
- SANTOS, GELIANA ZORZAL, Elementos metodológicos para o ensino de desenho técnico.
Editora FACHA, 2005.
Complementares:
- VENDITTI, MARCUS VINICIUS R., Desenho técnico sem prancheta com AUTOCAD 2008. 1ª
edição, Editora Visual Books, 2007.
- NEIZEL, ENERST, Desenho técnico para construção civil 1. 1ª edição. Editora EPU, 2006.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ESTRADAS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP033
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 9º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Terraplanagem;
Drenagem;
Rodovias:
o Tipos;
o Curvas;
o Traçado da pista;
o Geometria da pista;
o Fluxo de veículos;
o Elevações;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- ABRAM, ISAAC, Manual prático de terraplanagem. Editora ABEOR, 2000.
- OLIVEIRA, MARCIO P., PIMENTA, CARLOS R.T., Projeto geométrico de rodovias. 2ª edição,
Editora Rima, 2005.
Complementares:
- MUDRIK, CHAIM, Caderno de encargos: terraplanagem, pavimentação e serviços
complementares. Volume 1, 2ª edição, Editora Edgard Blucher, 2006
- SENNA, LUIZ AFONSO DOS SANTOS, MICHEI, FERNANDO DUTRA, Rodovias auto-
44
-
sustentadas: Desafio do século XXI. 1ª edição, Editora CLA, 2007.
LEE, SHU HAN, Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 3ª edição, Editora UFSC,
2008.
CANHOLI, ALUÍSIO PARDO, Drenagem urbana e controle de enchentes. Editora Oficina de
textos, 2005.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETO I
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP034
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
Concreto armado:
o Introdução;
o Propriedades;
o Retração, deformação, compressão e tração;
o Resistência;
o Flexão;
Tensão de cisalhamento;
Vigas retangulares;
Vigas tipo T;
Ensaios laboratoriais;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª
edição, Editora Edgard Blucher, 2008.
- SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora
interciência, 1999.
- REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira –
atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006.
Complementares:
- MEHTA, POVINDAR KUMAR, Concreto: Estrutura propriedades e materiais. Editora PINI,
2000.
- SILVA, FRANCISCO A. F., Estruturas de concreto: formas e escoramentos. 1998.
- HELENE, PAULO, Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto. 2ª
edição, Editora PINI, 2000.
- SOUZA, VICENTE CUSTODIO MOREIRA DE, Patologia, recuperação e reforço de estruturas
45
-
de concreto. Editora PINI, 1998.
FUSCO, PERICLES BRASILENSE,Técnica de armar as estruturas de concreto. Editora PINI,
1995.
MOLITERNO, ANTONIO, Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. Editora
Edgard Blucher, 2001.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETOS II
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP035
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 8º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Estudo de arcabouços;
Projetos estruturais;
Concreto protendido;
Pilares e paredes estruturais;
Lajes maciças e nervuradas;
Estudo das grelhas;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BUCHAIM, ROBERTO, NAVARRO, MARILÚ, Concreto armado e protendido: Resistência à
força cortante. Editora EDUEL, 1998.
- SOUZA, ANA LUCIA ROCHA DE, Projeto e execução de lajes racionalização de concreto
armado. Editora O nome da Rosa, 2005.
Complementares:
- BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª
edição, Editora Edgard Blucher, 2008.
- SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora
interciência, 1999.
- REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira –
atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
46
DISCIPLINA: ESTRUTURA DE CONCRETO III
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP036
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 9º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
Sondagens;
Fundações:
o Normas;
o Dimensionamento;
o Análise técnica-econômica;
o Análise das forças;
o Aplicações;
Sapatas:
o Normas;
o Dimensionamento;
o Análise técnica-econômica;
o Análise das forças;
o Aplicações;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- HACHICH, WALDEMAR, Fundações: Teoria e prática. 2ª editora, Editora PINI, 2004.
- RESENDE, TOMAZ DE AQUINO, Manual de fundações. Editora Nacional Editora Gráfica,
1996.
Complementares:
- SANCHEZ, EMIL, Nova normalização brasileira para o concreto estrutural. Editora
interciência, 1999.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA E METÁLICAS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP037
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
-
Estruturas de madeira:
o Histórico;
PERÍODO: 8º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
47
-
o Propriedades;
o Normas;
o Dimensionamento;
o Análise das forças;
o Aplicações;
Estruturas metálicas:
o Histórico;
o Propriedades;
o Normas;
o Dimensionamento;
o Análise das forças;
o Aplicações;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- MOLITERNO, ANTONIO, Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 2ª
edição, Editora Edgard Blucher, 1999.
Complementares:
- REBELLO, YOPANAN CONRADO PEREIRA, Estruturas de aço, concreto e madeira –
atendimento da expectativa dimensional. 2ª edição, Editora Zigurate, 2006.
- PFEIL, WALTER, Estruturas de madeira. 6ª edição, Editora LRC, 2003.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: GEOLOGIA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP038
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Introdução;
Conceitos básicos;
Composição das rochas;
Propriedades;
Tipos de rochas;
Intemperismo e formação dos solos;
Movimentos tectônicos, dos solos e rochas;
Estruturas geológicas;
Impactos e direcionamento da geologia em obras civis;
Água em subsuperfície;
48
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- FLEURY, JOSÉ MARIA, Curso de geologia básica. 2ª edição, Editora UFG – Universidade
Federal de Goias, 1995.
- WICANDER, REED, MONROE, JAMES S., Fundamentos de geologia. Editora Thomson
Learning, 2009.
Complementares:
- POPP, JOSÉ H., Geologia Geral. 5ª edição, Editora LTC, 1998.
- MACIEL FILHO, CARLOS LEITE, Introdução à Geologia de engenharia. 3ª edição, Editora
UFSM, 2008.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP039
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Entendimento dos conceitos de Ecologia e Ciências do ambiente;
Análise dos efeitos da tecnologia sobre o equilíbrio ecológico;
Utilização racional dos recursos naturais;
Processos degradativos;
Conceitualização da Política de Meio Ambiente;
Legislação ambiental: Federal, Estadual e Municipal;
Penalidades;
Poder constituinte e constituição;
Órgãos ambientais;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- SANTOS, M.C.C.L., Crimes contra o Meio Ambiente, Ed. Juarez de Oliveira, 2002.
- DEREZEN, O., Direito ambiental – meio ambiente no Brasil – Série Legislação, Ed. Copola,
2002.
- ROCCO, R., Legislação Brasileira do Meio Ambiente, Ed. Dp&a, 2005
- ANTUNES, PAULO DE BESSA, Direito Ambiental, 10ª edição. Ed. Lumens Juris. 2007.
- COSTA, HELOÍSA; TORRES, HAROLDO. População e Meio Ambiente – Debates e Desafios,
49
Ed. SENAC, 2000.
Complementares:
- VIOLA,E.J., Meio ambiente; Desenvolvimento e Cidadania, 3ª edição, Ed. Cortez, 1995.
- MARCONDES, A.C.; FERRARO, N.G.; SOARES, P.A. DE T., Ciências: Ecologia E Educação
Ambiental, Ed. SCIPIONE LTDA, 1993.
- FELLENBERG, GUNTER, Introdução aos Problemas da População Ambiental, Ed. EPU,
1980.
- DA ROCHA, JULIO C. DE SÁ. Direito Ambiental e Meio Ambiente do trabalho. Ed. LTR,
1997.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP040
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 9º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
NÃO
SIM
EMENTA
-
Processos físico-químicos e biológicos de tratamento e disposição final de resíduos sólidos;
Origem e caracterização de resíduos sólidos;
Coleta seletiva;
Identificação de elementos tóxicos;
Transporte e armazenamento de resíduos sólidos;
Amostragem de resíduos sólidos;
Vala de oxidação, compostagem aeróbia e anaeróbia;
Projeto, inspeção e manutenção de aterros sanitários, industriais e de resíduos perigosos;
Armazenamento de resíduos sólidos perigosos;
Incineração de resíduos perigosos, tratamento no solo de resíduos sólidos industriais
suscetíveis de biodegradação;
Lixiviação e solubilização de resíduos sólidos;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- SILVEIRA, C.L., Resíduos sólidos, ambiente e saúde, Ed. Fiocruz, 2000.
- BENDIENT, RIFAI E NEWELL.HAMMER & HAMMER, Ground Water Contamination –
Transport and Remediation, Ed. Prenctice Hall, 1999.
Complementares:
- MOTA, SUETONIO, Introdução à Engenharia Ambiental, Ed. ABES, 2006.
- KOSTECKI, C., Petroleum Contamined Soil, Lewis Publichers, 1988.
50
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP041
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 03
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
60
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Conceitos fundamentais: Ciclo hidrológico, balanço hídrico, hidrodinâmica, bacia
hidrológica;
Influências climáticas;
Infiltração de água no solo;
Escoamento;
Análise da vazão de cursos d’água;
Aplicações;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- VALENTE, OSVALDO FERREIRA, ANTÔNIO GOMES, MARCO, Conservação de nascentes hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. Editora Aprenda Fácil, 2005.
- PINTO, NELSON L. DE SOUZA, HOLTZ, ANTONIO CARLOS TATIT, MARTINS, JOSE AUGUSTO,
Hidrologia Básica. Editora Edgard Blucher, 2003.
Complementares:
- GRIBBIN, JOHN E., Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Editora
Thomson Learning, 2008.
- GARCEZ, LUCAS NOGUEIRA, ALVAREZ, GUILHERMO ACOSTA, Hidrologia. Editora Edgard
Blucher, 2004.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP042
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
-
Introdução à Segurança no Trabalho;
o Acidentes e doenças do trabalho;
PERÍODO: 2º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
51
o
o
o
o
-
PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional;
PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do
Trabalho;
o Tipos de riscos;
o Análise e avaliação dos riscos;
o APR – Análise Preliminar de Riscos;
o Proteções coletiva e individual;
o Normas e Legislação;
Aspectos sociais e psicológicos no canteiro de obras;
Proteção contra incêndio;
Organização do ambiente de trabalho;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- Apostila “Higiene e segurança do Trabalho”, Faculdade de Aracruz, CD e impressa, 2005.
Complementares:
- FALEIROS, VICENTE DE PAULA, O Trabalho da Política: Saúde e Segurança dos
Trabalhadores, Ed. CORTEZ, 1992.
- MORAES, ANAMARIA DE; MONT'ALVAO, CLAUDIA, ERGONOMIA: CONCEITOS E
APLICACOES, Ed. 2AB, 2000.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INSTALAÇÃO ELÉTRICA PREDIAL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP043
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 03
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
60
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
Introdução a projetos elétricos;
Normas de segurança;
Fornecimento de energia em baixa tensão;
o Geração;
o Distribuição;
o Transmissão; e
o Consumo.
Conceitos básicos: Tensão, Corrente, Potência, Fator de Potência, Demanda e Carga
Instalada;
52
-
Luminotécnica;
Tomadas;
Dispositivos de comandos;
Dispositivos de proteção;
Divisão da carga instalada;
Dimensionamento do quadro de carga e circuitos;
Dimensionamento de condutores e eletrodutos;
Projeto Elétrico;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- CREDER, HÉLIO, Instalações Elétricas. 15ª edição, Editora LTC, 2007.
- MAMEDE FILHO, JOÃO, Instalações elétricas industriais. 7ª edição, Editora LTC, 2006.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP044
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
-
-
Princípios:
o Equações de continuidade;
o Equação de Bernoulli;
o Recalque;
o Cavitação;
o Golpe de aríete;
Condutos livres;
Bombas, condutos, poços e reservatórios;
Instalações Hidráulicas:
o Água fria;
o Água quente;
o Água pluvial;
o Combate a incêndio;
o Normas;
o Aplicações;
o Simbologia;
Instalações Sanitárias:
o Fossas;
PERÍODO: 7º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
53
o
Esgotos sanitários;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição,
Editora LTC, 1997.
- BRENTANO, TELMO, Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edificações.
Editora EDIPUCRS, 2004.
- CREDER, HELIO, Instalações hidráulicas e sanitárias. 5ª edição, Editora LTC, 2003.
Complementares:
- MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 1ª
edição, Editora LTC, 1990.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP045
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 5º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Introdução;
Propriedades dos materiais de construção;
Normas;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e
Científicos S/A, 1994.
- PETRUCCI, ELADIO G.R., Materiais de construção. 12ª edição, Editora Globo, 1998.
- BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção: concreto- madeira- cerâmica- plásticosasfalto novos materiais para construção civil.Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1999.
54
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP046
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
60
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
60
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
Tipos de materiais:
o Pedras e Rochas;
o Aglomerantes;
o Argamassa;
o Concreto:
 Propriedades;
 Aditivos;
 Dosagem;
 Armado;
 Protendido;
o Metálicos;
o Cerâmicos;
o Madeiras;
o Químicos;
o Vidros;
o Plásticos;
o Betuminosos;
o Blocos;
o Solos;
o Etc.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e
Científicos S/A, 1994.
- PETRUCCI, ELADIO G.R., Materiais de construção. 12ª edição, Editora Globo, 1998.
- BAUER, L. A FALCÃO. Materiais de construção: concreto- madeira- cerâmica- plásticosasfalto novos materiais para construção civil.Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1999.
FICHA DE DISCIPLINA
55
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS I
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP047
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
PERÍODO: 5º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
Introdução;
Conceitos;
Geometria da partícula de solo;
Estudo do solo:
o Amostragem;
o Prospecção;
o Corpos de prova;
Análise do solo:
o Índices físicos;
o Granulometria;
o Consistência;
o Classificação;
o Compactação;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das rochas,
fundações, obras de terra. 6ª edição, LTC, 2000;
- CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: fundamentos. 6ª edição,
LTC, 2000;
- PINTO, CARLOS DE SOUSA, Curso de mecânica dos solos. Editora Oficina de textos, 2000.
Complementares:
- LIMA, MARIA JOSE C. PORTO A. DE., Prospecção geotécnica do subsolo. Editora LTC, 1979.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS II
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP048
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
40
NÚMERO DE CRÉDITOS: 02
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
40
EMENTA
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
56
-
-
Compressibilidade dos solos;
Adensamento;
Permeabilidades e percolação dos solos;
Empuxo;
Resistência ao cisalhamento (Solo e Rocha);
Contenção do solo:
o Taludes;
o Arrimo;
o Escoramento;
o Escavação;
Barragens;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das rochas,
fundações, obras de terra. 6ª edição, LTC, 2000;
- CAPUTO, HOMERO PINTO, Mecânica dos solos e suas aplicações: fundamentos. 6ª edição,
LTC, 2000;
- PINTO, CARLOS DE SOUSA, Curso de mecânica dos solos. Editora Oficina de textos, 2000.
Complementares:
- LIMA, MARIA JOSE C. PORTO A. DE., Prospecção geotécnica do subsolo. Editora LTC, 1979.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PAVIMENTAÇÃO E TRANSPORTES
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP049
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
Pavimentação:
o Introdução;
o Conceitos básicos;
o Dimensionamento;
o Ensaios laboratoriais;
o Materiais empregados;
o Técnicas de pavimentação;
Transportes:
o Histórico;
o Análise sócio-econômica do sistema de transporte Brasileiro;
o Sistemas de transportes
57
o
Engenharia de tráfego:
 Introdução;
 Princípios da engenharia de trafego;
 Planejamento do trafego;
 Controle de fluxo;
 Segurança;
 Análise de viabilidade técnica - econômica de projetos de trânsito;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BALBO, JOSÉ TADEU, Pavimentação asfáltica: materiais, projeto e restauração. Editora
Oficina de Textos, 2007;
- SENÇO, WLASTERMILLER, Manual de técnicas de pavimentação. Volume I, Editora Pini,
2003;
- SENÇO, WLASTERMILLER, Manual de técnicas de pavimentação. Volume II, Editora Pini,
2003;
Complementares:
- MUDRIK, CHAIM, Caderno de encargos: Pavimentação e serviços complementares.
Editora Edgard Blucher, 1992.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E ORÇAMENTOS DA CONSTRUÇÃO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP050
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 9º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
EMENTA
-
-
-
Planejamento e Controle da Produção Civil:
o Técnicas de planejamento e controle de produção aplicada à Engenharia Civil;
o Elaboração e acompanhamento de cronogramas físicos e financeiros;
o Diagramas e mapas de valor;
Gestão de custos da construção:
o Gestão dos custos de construção como vantagem competitiva;
o Utilização da árvore de custos no canteiro de obras;
o Controle dos gastos e do andamento das obras;
o Controle de gastos com serviços terceirizados;
o Acompanhamento do ponto de equilíbrio da obra;
o Análise de viabilidade técnica-econômica;
Especificações e orçamento:
58
o
o
o
o
o
o
Especificação e dimensionamento de recursos de obras;
Tipos de contratos aplicados à Engenharia Civil;
Formação e cálculo de BDI;
Legislação sobre licitações;
Análise de custos;
Elaboração de orçamento;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- MATTOS, ALDO DOREA, Como preparar orçamentos de obras. 1ª edição, Editora Pini,
2007.
- TEMPLAR, RICHARD, Como fazer orçamentos, pense rápido. 1ª edição, Editora Pearson /
Prentice Hall (Grupo Pearson), 2008.
- SILVA, MOZART BEZZERRA, Manual de BDI: Como incluir Benefícios e despesas indiretas.
1ª edição, Editora Edgard Blucher, 2006.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: SANEAMENTO BÁSICO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP051
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
-
Saneamento Básico:
o Introdução;
o Órgãos responsáveis;
o Sistemas de coleta;
o Padrões de qualidade de água;
o Tratamento da água e do esgoto:
 Princípios;
 Técnicas;
o Normas;
o Dimensionamento da ETA;
Abastecimento de água:
o Introdução;
o Previsão de demanda;
o Preservação dos mananciais;
o Reservatórios;
o Linhas de recalque;
o Estações elevatórias;
PERÍODO: 8º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
59
o
o
Redes de capitação, armazenagem e distribuição;
Sifão invertido;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- ALVES, CÉLIA, Tratamento de águas de abastecimento. Editora Publindustria, 2008;
Complementares:
- ALVES, ALAOR CAFFE, Saneamento Básico: Concessões, permissões e convênios públicos.
Editora EDIPRO – Edificações Profissionais, 1998.
- NORMAS DA ABNT/Associação Brasileira de Normas Técnicas
o NB587 “Elaboração de Estudo de Concepção de Sistema Público de Abastecimento
o de Água”
o NB588 “Elaboração de Projeto de Captação de Água Subterrânea”
o NB589 “Elaboração de Projeto de Captação de Água de Superfície”
o NB590 “Elaboração de Projeto de Bombeamento de Água de Abastecimento
Público”
o NB591 “Elaboração de Projeto de Sistema de Adução de Água de Abastecimento
“Público”
o NB592 “Elaboração de Projeto de Sistema de Tratamento de Água para
Abastecimento Público”
o NB593 “Elaboração de Projeto de Reservatório de Distribuição de Água para
Abastecimento Público”
o NB594 “Elaboração de Projeto Hidráulico de Rede de Distribuição de Água Potável
para Abastecimento Público”
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP052
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
Histórico da construção civil Brasileira;
Análise da NR 18;
Etapas da obra:
o Elaboração de projetos;
o Movimentação de terra;
o Mobilização (canteiro de obra);
o Equipamentos e locações;
o Fundações;
PERÍODO: 6º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
60
-
o Estruturas;
o Paredes;
o Contra-piso e piso;
o Instalações elétricas e hidro-sanitária;
o Esquadrias e vidros;
o Pintura;
o Cobertura e impermeabilização;
o Organização e limpeza do canteiro de obras;
o Conclusão da obra;
Mobilização para obra e preparação do terreno;
Introdução às fundações, estruturas e coberturas;
Introdução às instalações elétricas e hidráulicas;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- YAZIGI, W.. A Técnica de Edificar, 6ª edição, Editora PINI, 2004;
- AZEREDO, H. A.. O Edifício até sua Cobertura, 2ª edição, Editora Edgar Blücher, 1997;
Complementar:
- SOUZA, U. L.. Projeto e implantação do canteiro. Editora O Nome da Rosa, 2000 ;
- SOUZA, U.L.. Como reduzir perdas nos canteiros: Manutenção de gestão do consumo de
materiais na construção civil.Editora Pinn.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA E GEODÉSIA
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP053
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
Introdução;
Elementos da topografia;
Equipamentos;
Medições de campo;
Correções;
Nivelamento;
Ângulos;
Compensação poligonal;
Levantamento topográfico;
PERÍODO: 8º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
NÃO
61
-
-
Ferramentas tecnológicas recentes:
o GPS;
o SIG;
Cálculo de áreas, volumes e curvas;
Rumos e azimutes;
Taqueometria;
Geodésia:
o Introdução;
o Geóide;
o Coordenadas;
o Projeções cartográficas;
o Sistema de referência;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BORGES, ALBERTO DE CAMPOS, Topografia: Aplicada a Engenharia Civil. 2ª edição, Editora
Edgard Blucher, 1999.
- DOMENECH, FRANCISCO VALDES, Topografia. Editora CETOP, 1981;
Complementares:
- COMASTRI, JOSÉ ANIBAL, Topografia: Altimetria. 3ª edição, Editora UFV, 2003.
- COMASTRI, JOSÉ ANIBAL, Topografia Aplicada: Medição, divisão e demarcação. Editora
UFV, 2004.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PORTOS E HIDROVIAS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP054
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 9 OU 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
NÃO
SIM
EMENTA
-
-
Obras portuárias:
o Portos;
o Obras de proteção;
o Berços de atracação;
o Logística portuária (malha rodoviária e ferroviária);
o Canais;
o Bacia de evolução;
Hidrovias;
Normalização;
62
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- ALFREDINI, PAOLO, ARASAKI, EMILIA, Obras e gestão de portos e costas. 2ª edição, Editora
Edgard Blucher, 2009.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP055
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 9 OU 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
NÃO
SIM
EMENTA
-
Análise do mercado da Construção Civil;
Prospecção de mercado;
Áreas de atuação;
Elaboração de plano de negócios;
Análise de viabilidade do projeto;
Demonstrativo de resultados;
Metodologias de avaliação de desempenho;
Estruturação da empresa;
Técnicas de negociação;
Exercitando a criatividade;
Fundamentos do Marketing;
Planejamento financeiro da empresa;
Introdução a legislação empresarial;
A decisão estratégica do plano de negócios;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- FREZATTI, FABIO, Gestão de viabilidade econômico-financeiro dos projetos de
investimento, Ed. Atlas, 2008.
- HISRICH, R.D.,PETERS,M.P., Empreendedorismo, 5ª edição. Ed. Bookman. 2004.
- CHIAVENATO, I., Empreendedorismo: Dando asas ao espírito empreendedor, Ed. Sariava.
Complementares:
- NASAJON, C., SALIM, C., H., MARIANO, S., Administração Empreendedora, Ed. Campus.
- PINCHOT,G., PELLMAN, R., Intra-empreendedorismo na prática: um guia de inovação, Ed.
Campus.
63
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PROJETO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP056
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
PERÍODO: 9 OU 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
NÃO
SIM
EMENTA
-
Introdução;
Análise da atividade da empresa;
Tipos de construções;
Instalações elétricas;
Instalações hidráulicas;
Instalações hidro-sanitárias;
Logística;
Aproveitamento dos recursos naturais e do terreno;
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- BOTELHO, MANOEL HENRIQUE CAMPOS, Concreto armado – Eu te amo. Volume 1, 5ª
edição, Editora Edgard Blucher, 2008.
- MAMEDE FILHO, JOÃO, Instalações elétricas industriais. 7ª edição, Editora LTC, 2006.
- BRENTANO, TELMO, Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edificações.
Editora EDIPUCRS, 2004.
- CREDER, HELIO, Instalações hidráulicas e sanitárias. 5ª edição, Editora LTC, 2003.
- MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH, Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 1ª
edição, Editora LTC, 1990.
- GURGEL, FLORIANO C. DO AMARAL, Logística Industrial, Editora Atlas, 2000.
FICHA DE DISCIPLINA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: PAISAGISMO, ARBORIZAÇÃO E REFLORESTAMENTO
CÓDIGO DA DISCIPLINA: EP057
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA (h)
80
NÚMERO DE CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA
PRÁTICA (h)
-
CARGA HORÁRIA
TOTAL (h)
80
EMENTA
-
Noções de paisagismo urbano;
Arborização urbana;
PERÍODO: 9 OU 10º
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
NÃO
SIM
64
-
-
Reflorestamento de encostas e de áreas degradas:
o Avaliação dos impactos ambientais;
o Espécies de plantas mais utilizadas;
o Técnicas de plantio;
o Técnicas de podas;
o Ciclos de recuperação;
Legislação.
PRÉ-REQUISITO
-
Não há;
REFERÊNCIAS
Básicas:
- SILVA, ADERBAL GOMES DA, PAIVA, HAROLDO NOGUEIRA DE, GONÇALVES, WANTUELFER,
Avaliando a arborização urbana. Editora Aprenda Fácil, 2007.
- LIRA FILHO, JOSÉ AUGUSTO DE., Paisagismo – Princípios Básicos, Volume 1, Editora
Aprenda Fácil, 2001.
6. PRÁTICAS EDUCATIVAS
6.1. Diretrizes Didáticas
A Faculdade de Aracruz acompanhando as tendências do ensino moderno desenvolve o “Fazer
Pedagógico” e o “Saber Pedagógico” tão bem debatido por Freire (1980), Schon (2000), Morin (2004),
entre outros, na sua melhor forma, equacionando as necessidades dos docentes e dos discentes. As
diretrizes didáticas que serão adotadas no curso de Engenharia Civil garantem o desenvolvimento pleno
do egresso a partir de ações didáticas buscando sua autonomia profissional, no que diz respeito ao seu
posicionamento perante situações adversas ou conflitantes, problemas aparentemente insolucionáveis,
melhorando sua convivência social, sua capacidade de expressão, bem como contribuir para a evolução
da IES no que tange organização do tempo, do espaço e dos recursos disponíveis. O curso de Engenharia
Civil adotará as seguintes diretrizes didáticas: Coerência dos objetivos das disciplinas; Foco no
pensamento crítico; Aplicação da teoria na prática; Realização de atividades didático-pedagógicas.
Essas diretrizes visam relacionar os Professores, os Alunos, as Disciplinas, o Conteúdo da Aprendizagem
e a Estratégia Metodológica, principais envolvidos no processo de aprendizagem, como forma de
sistematizar o desenvolvimento dos conhecimentos.
6.2. Formação Profissional
O Engenheiro Civil formado na Faculdade de Aracruz pode atuar em diversas subáreas da engenharia
civil, tais como, projetos, gestão e execução de obras residenciais, edifícios, pontes, viadutos, estradas,
65
barragens, canais e portos. O Engenheiro Civil analisa fatores ambientais, climáticos, sociais e
econômicos para auxiliá-lo nos projetos e execuções.
O Engenheiro Civil é responsável por liderar equipes de projeto e de execução de obras, elaborando e
acompanho o cronograma de execução, controlando os recursos financeiros e o prazo contratado, bem
como a segurança dos envolvidos e a qualidade do serviço oferecido.
O mercado da construção civil vem crescendo muito nos últimos anos, devido ao aumento do poder
aquisitivo do cidadão brasileiro e aos pacotes de incentivos e facilidades oferecidos pelo governo.
Empresas de grande, médio e pequeno porte estão sendo beneficiadas atingindo positivamente todos
os integrantes dessa cadeia produtiva.
Após diversos acidentes e incidentes envolvendo o produto final da construção civil, as empresas estão
mais atentas ao nível de qualificação de seus profissionais. Por isso o Engenheiro Civil graduado na
FAACZ recebe um forte embasamento teórico, que será à base de sua formação técnica. As disciplinas
profissionalizantes estão distribuídas de tal forma que o egresso possa conhecer a engenharia na sua
forma mais ampla, e com as disciplinas optativas o aluno pode direcionar sua formação para área de
maior afinidade.
A flexibilização do currículo é considerado pela FAACZ ponto chave para que o aluno explore suas
habilidades pessoais, e assim direcione a área de atuação focando em seus próprios objetivos.
Da mesma forma o aluno deve dedicar ao curso boa parte do seu tempo e se dispor receptivo para as
orientações que lhe forem repassadas, essa contrapartida do aluno é essencial para se concretizar o
ciclo da aprendizagem.
6.2.1. Orientações gerais para as práticas educativas
Mantendo a linha de evolução das técnicas de disseminação do conhecimento o curso de Engenharia
Civil da Faculdade de Aracruz acompanha a metodologia utilizada pelos cursos de Engenharia Mecânica
e de Produção dessa mesma Instituição.
Tal metodologia baseia-se na relação entre docente e discente, onde ambos são importantes para o
processo de aprendizagem. Essa metodologia buscar implantar um processo onde as duas partes
integram a solução dos problemas apresentados.
Um dos pontos fortes do curso é o incentivo e a valorização das produções acadêmicas, estimulando a
pesquisa e demonstrando ao aluno a respectiva conexão entre a prática e teoria.
66
Outro ponto importante é transmitir ao aluno a importância que aquela determinada tarefa ou
disciplina terá para sua vivência profissional e até mesmo pessoal. Para complementar esse processo o
aluno deve interagir diretamente com seu professor e com seu material de apoio à aprendizagem, pois
somente essa troca de informações é que fortalecerá o vínculo do aprendizado.
Sendo incentivado a desenvolver trabalhos acadêmicos ou outros tipos de projetos o aluno começará a
tomar gosto pela pesquisa, aprenderá a criticar e a questionar o porquê das coisas.
As aulas serão ministradas exclusivamente na modalidade presencial.
O corpo docente da Faculdade de Aracruz está preparado e orientado a prestar total apoio ao
desenvolvimento do aluno, como por exemplo: Orientação ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC,
Orientação ao Estágio Profissional, Orientação ao Planejamento\Execução\Conclusão de Atividades
Complementares, Orientação à Iniciação Científica, Atendimento Individual aos Discentes,
Desenvolvimento de Plano de Trabalho, etc., sendo acompanhado de perto pela coordenação do curso.
6.2.2. As Atividades Propostas para os Ciclos de Amadurecimento da Formação do Aluno
Conforme versado em itens anteriores desse Projeto Pedagógico algumas atividades visam transformar
a forma do egresso enxergar as atribulações do cotidiano. Ampliando seu campo de visão de tal forma
que esse possa gerar soluções interdisciplinares, inovadoras e criativas e respeitando a sociedade e o
meio ambiente. Alinhando-se com o proposto no artigo 3º, da Resolução 11, de 11 de março de 2002,
da Lei de Diretrizes e Bases:
“O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando
egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista,
crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade”.
Um amadurecimento dessa magnitude só é possível com o desenvolvimento de um trabalho sério e
voltado para um resultado: o sucesso profissional do egresso.
O ciclo de amadurecimento proposto tem início com a conscientização do aluno sobre seu papel como
Engenheiro, as interações que sua profissão terá com as demais, a fundamentação teórica, disciplinas
básicas, a responsabilidade social e ética profissional.
Em um segundo momento se dará a evolução técnica do profissional, abrangendo o desenvolvimento
característico da profissão de Engenheiro Civil, bem como a consciência ecológica e sua visão
estratégica.
67
Por fim o fechamento da etapa de graduação, preparando e encaminhando o aluno para a vida
profissional se dará através das seguintes fases: Estágios; Iniciação Científica; Empresa Júnior; Trabalho
de Conclusão de Curso; Atividades de Pesquisas; Produções Acadêmicas; Disciplinas Optativas;
Participação em Feiras; Congressos; Visitas Técnicas; Seminários; entre outras.
6.2.3. Procedimentos de Avaliação do Aprendizado
A Faculdade de Aracruz busca avaliar seu corpo discente de forma qualitativa, analisando a capacidade
do aluno em gerir uma determinada solução ao problema proposto. Privilegiar a capacidade de
entendimento é uma forma reconhecer os alunos que têm participação ativa no processo de
aprendizagem.
Entretanto, a mensuração do desempenho do aluno através das diversas formas de avaliação é a forma
de graduar a evolução do aluno ao longo de sua vida acadêmica. Assim sendo a participação ativa do
professor nesse processo é fundamental, pois ele deve perceber que qualquer desvio quantitativo das
notas indica um fraco aproveitamento por parte do aluno.
A mensuração da evolução do aluno através de notas deve ter o objetivo de indicar uma deficiência no
processo de aprendizagem do aluno. Essa dispersão deve ser identificada e o aluno resgatado antes do
final do período letivo corrente.
Outros métodos complementares de avaliação devem ser praticados com o intuito de auxiliar o docente
a identificar o nível de compreensão do aluno, tais como: seminários, congressos, trabalhos em grupos
ou individuais, visitas técnicas e geração de relatório, etc.
Assim como o corpo discente o corpo docente deve ser submetido ao processo de avaliação, mesmo
que de modo informal. Essa avaliação visa manter o profissional sempre atualizado com as novas
tecnologias pedagógicas e científicas. Incentivar o docente a participar de pesquisas, publicar trabalhos
acadêmicos, se apresentar em congressos e seminários, além de fomentar o conhecimento do
profissional gera para a IES um reconhecimento em nível nacional, projetando de forma positiva uma
imagem de instituição moderna e inteligente.
A Faculdade de Aracruz mantém uma Comissão Própria de Avaliação – CPA que é responsável,
juntamente com as demais coordenações, por avaliar os processos de aprendizagem a fim de manter a
qualidade do ensino superior oferecido pela instituição.
6.3. Peculiaridades da Consolidação de Formação Profissional
Abaixo são descritos alguns itens que visam fortalecer a formação profissional do egresso, tendo como
base a pesquisa, a investigação e vontade de saber.
68
6.3.1. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
A resolução CNE/CES número 11 de 11 de março de 2002, traz o seguinte texto de regularização para o
trabalho de final de curso:
Parágrafo único. É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de
conhecimento.
O Trabalho de Conclusão de Curso além de ser considerado requisito fundamental para a graduação do
egresso tem como objetivo proporcionar ao aluno o desenvolvimento de um projeto multidisciplinar,
focando a aplicação prática da teoria vista durante o curso, este projeto será composto de texto técnico
e exposição de idéias perante um grupo.
O TCC deverá ser orientado conforme os itens abaixo:
Condições de Básicas:
o
O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser iniciado a qualquer momento, a partir
do 6º período;
o
O TCC poderá ser realizado por grupo de até 05 integrantes;
o
A disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso será ministrada no 6º período onde
será acompanhado o desenvolvimento deste sob duas óticas de análise:

Viabilidade técnica: avaliando e orientado o aluno sobre os conceitos que
deverão ser utilizados, bem como sua aplicabilidade;

Viabilidade econômica: verificando a viabilidade econômica para implantação
do projeto;
Objetivo do TCC:
o
O objetivo principal do TCC, além de atender ao requisito legal exigido pelo MEC, é de
desenvolver no egresso sua capacidade Empreendedora, Inovadora e Criativa,
demonstrando os conhecimentos acumulados durante curso e o domínio dos recursos
tecnológicos disponíveis;
Etapas do TCC:
o
Após formalizado a composição dos grupos, os alunos devem apresentar a
Coordenação do Curso o tema para o desenvolvimento do trabalho, sob a forma de
Pré-projeto, contendo, no mínimo, os seguintes dados: Título do TCC; Nome dos
alunos; Nome do(s) orientador(es); Objetivo; Escopo do trabalho; Metodologia a ser
aplicada; Cronograma de tarefas; Bibliografia inicial;
o
Aprovado o pré-projeto a Coordenação do Curso disponibilizará o(s) referido(s)
professor(es) para iniciar a orientação do trabalho;
o
A conclusão da disciplina será culminada pela apresentação do Projeto completo,
elaborado conforme norma ABNT. O projeto será submetido a banca composta por
69
três membros, sendo: o Professor Orientador, obrigatoriamente, um Professor
indicado pelo colegiado e o terceiro poderá ser um Professor convidado;
Temas:
o
O Departamento de Engenharia Civil colocará à disposição uma lista de temas aos
alunos que poderão, também, optar por temas próprios, sendo neste caso, submetido
ao colegiado para aprovação. A proposta deverá ser oficializada através do
preenchimento de uma ficha de disciplina contendo as normas para elaboração do
projeto, regulamentada através de Portaria interna da Faculdade de Aracruz.
Avaliação:
o
A avaliação do TCC será realizada por uma banca examinadora, que analisará os
seguintes itens: Relevância do tema; Disposição das idéias; Empenho do grupo; e,
Conclusão do trabalho;
o
Somente serão considerados aptos para a graduação aqueles que obterem aprovação
da maioria da banca examinadora;
o
Caso o grupo não obtenha aprovação do trabalho uma segunda oportunidade poderá
ser concedida de acordo com o entendimento da banca examinadora.
6.3.2. Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado objetiva que o aluno realize atividades profissionais inerentes ao Engenheiro
Civil, articulando o conhecimento teórico com a necessidade prática da organização que propiciou essa
oportunidade.
O professor orientador do estágio deverá acompanhar cada aluno fornecendo-lhes direcionamento
prático e acadêmico necessários para o bom desenvolvimento deste dentro da organização.
O estágio poderá ser realizado a qualquer momento, a partir do 6º período letivo, em turno contrário
aos do curso de Engenharia Civil e poderá ser desenvolvido em qualquer empresa do país, seja do setor
público ou privado.
Para estágios desenvolvidos na própria Faculdade de Aracruz, o aluno deve procurar orientações na
Coordenação do Curso, na Coordenação de Estágios ou na Secretaria Geral da Faculdade.
O estagiário será supervisionado, orientado e avaliado, pelo professor orientador, através de
acompanhamentos periódicos durante o período de sua realização e do “Relatório de Estágio” que
deverá apresentado pelo aluno ao final desta atividade, ou quanto atingir a carga horária mínima
exigida pelo curso de Engenharia Civil (160h), o que ocorrer primeiro.
70
O “Relatório de Estágio” deve conter: Nome do Aluno e do Orientador; Apresentação da empresa;
Atividades praticadas; Competências, habilidades, atitudes e valores desenvolvidos; Conclusão.
6.3.3. Disciplinas Optativas
A partir do oitavo período é permitido ao aluno cursar Disciplinas Optativas, essas disciplinas visam
flexibilizar a grade curricular de forma que o discente direcione o curso para mais próximo de sua área
de interesse.
O aluno poderá escolher 03 disciplinas do total de 4 oferecidas pela Faculdade de Aracruz, podendo
estar ou não ligada aos cursos de Engenharias oferecidos pela IES.
As Disciplinas Optativas inicialmente oferecidas são:
1.
2.
3.
4.
Portos e hidrovias;
Empreendedorismo aplicado à construção civil;
Paisagismo, arborização e reflorestamento;
Projetos de instalações Industriais;
4.1.1. Práticas Extensionistas
4.1.1.1. Iniciação Científica
A prática da Iniciação Científica do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz tem por objetivo
gerar uma vivência do aluno com as rotinas de Pesquisa & Desenvolvimento.
É fundamental que o aluno interessado em participar da atividade de Iniciação Científica tenha
disponibilidade de tempo, uma vez que estas deverão ser realizadas fora do horário de aula.
O aluno poderá apresentar uma determinada demanda a ser explorada, bem como candidatar-se a
participar de algum projeto já existente.
Os temas desenvolvidos nessa atividade poderão servir como bases para futuras linhas de pesquisas de
pós-graduação, mestrado ou doutorado.
4.1.1.2. Empresa Júnior
A Empresa Júnior é uma organização formada exclusivamente por alunos da Faculdade de Aracruz, sem
fins lucrativos tem como objetivo principal ampliar a área de atuação do aluno junto à comunidade e ao
empresariado local. A Empresa, ou as Empresas, formadas poderão utilizar das estruturas de
laboratórios e bibliotecas da IES, bem como do apoio dos professores, dessa forma oferecendo um
serviço especializado e de baixo custo para as empresas.
71
4.1.1.3. Semana da Engenharia Civil – SENCIV
Está previsto a realização de uma semana científica anual, a SENCIV – Semana de Engenharia Civil,
podendo ocorrer em conjunto com outras semanas científicas da IES, terá caráter de expor o
conhecimento específico no ramo da Engenharia Civil e de suas vertentes.
Serão oferecidos mini-cursos, palestras, seminários, mesas redondas, etc
4.1.1.4. Mini-cursos de Capacitação
Os alunos serão orientados a desenvolver mini-cursos de capacitação, a serem oferecidos para a
comunidade sem custos, nos assuntos que mais dominam.
Os temas, carga horária, e coordenação ficarão a cargo dos próprios alunos, que serão orientados por
docente indicado pela coordenação do curso. Os Mini-cursos têm por objetivo desenvolver a
responsabilidade social do indivíduo, a capacidade de articular e compartilhar o seu conhecimento.
7. A GESTÃO ACADÊMICA
7.1. Estrutura de Coordenação
A Coordenação do curso de Engenharia Civil está subordinada a Coordenação de Ensino (COEN) que é
gerida pela Direção Acadêmica, conforme pode ser observado no organograma abaixo:
72
7.2. Atividades Propostas para a Gestão Acadêmica do Curso
Fazendo uso do espírito empreendedor que norteia a Faculdade de Aracruz, essa visa implementar um
modelo de Gestão Acadêmico moderno. O objetivo é que o Coordenador do Curso, além das práticas
educacionais necessárias, tenha visão gerencial, capaz de enxergar seu departamento como um negócio
e administrá-lo com base em conceitos Econômicos, Financeiros, de Marketing, de Relações Humanas,
de Estratégias Empresariais, entre outras competências inerentes a figura do Gestor. Esse profissional
deve fazer a interpretação dos anseios dos docentes e discentes e direcioná-las a diretoria, que em
conjunto tomarão as decisões mais acertadas a respeito do destino do curso.
Tal opção baseia-se no cenário competitivo onde as IES estão inseridas, fazendo necessário reunir todos
os elementos de gestão disponíveis e aplicáveis a fim de melhorar seus “indicadores de desempenho”
face aos alunos, à comunidade, aos docentes e à diretoria. A figura do Coordenador de Curso assume
um patamar mais profissional, onde cada departamento da IES é tido como um diferencial competitivo e
dessa forma tem que se destacar das demais concorrentes.
Além dessas atribuições o Coordenador de Curso será responsável por coordenar as atividades
administrativas, tais como:
Contratar\Avaliar\Supervisionar o Corpo Docente;
Avaliar e manter atualizado o Projeto Pedagógico;
Avaliar e manter atualizado o Conteúdo Programático do Curso;
Avaliar e manter atualizado o acervo Bibliográfico do Curso;
Acompanhar o processo de avaliação e reconhecimento do curso junto ao MEC;
Representar o curso perante a comunidade, empresariado, entre outros;
Supervisionar e manter atualizada as instalações físicas destinadas ao seu curso;
Incentivar a iniciação científica e de pesquisa e desenvolvimento entre docentes e discentes;
Incentivar a participação de docentes e discentes em projetos de extensão;
Acompanhar o andamento e a supervisão dos estágios supervisionados;
Intermediar junto aos fomentadores de demanda profissional da região o encaminhamento ao
estágio e ao emprego;
7.3. Diretrizes para o Planejamento de Horários para Atividades Acadêmicas
A Faculdade de Aracruz prioriza o planejamento de horários para Atividades Acadêmicas de forma a não
prejudicar o discente no que tange sua disponibilidade de participação em Atividades Extras, Atividades
Complementares, Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio Supervisionado e Incentivo a Produção
Acadêmica. Esse equilíbrio deve ser mantido através da ponderação de disciplinas com conteúdos
73
próximos, ou complementares a fim de que ocorra a interdisciplinaridade ou a complementaridade.
Dessa forma concatenando o tempo disponível para cada uma.
74
8. RECURSOS NECESSÁRIOS
8.1. Infra-estrutura a ser empregada
A Faculdade de Aracruz está instalada em único campus, situado à Rua Professor Berilo Basílio dos
Santos, número 180, bairro Vila Rica, na cidade de Aracruz – ES. Ocupa uma área de aproximadamente
8.500m² e área construída de 8.254,08m², organizados em 04 prédios.
Possui 20 laboratórios para desenvolvimento de atividades práticas, dividido da seguinte forma:
04 laboratórios de Informática;
03 laboratórios de Química (Geral, Analítica, Orgânica, Inorgânica e Fisio-Química);
02 laboratórios de Física (Mecânica, Fluidos, Óptica, Acústica, Eletricidade, Eletrotécnica, etc.);
01 laboratório de Língua;
01 laboratório de Enfermagem;
04 laboratórios de Mecânica (Metalografia, Metrologia, Mecânica dos Fluidos, Hidráulica,
Máquinas de Fluxo);
01 laboratório de Lógica;
01 atelier de Arquitetura e Urbanismo;
01 laboratório de Usinagem e Mecânica;
01 laboratório de Soldagem;
01 laboratório de Tecnologia da Construção;
São 54 salas de aulas, 20 salas de apoio acadêmico, 13 salas de apoio operacional, 04 salas de direção,
13 salas de coordenação de cursos (mestrado, pós-graduação e graduação), 03 salas de professores, 15
banheiros, 02 salas para projetos acadêmicos e sociais; 02 salas de reprografia, 01 biblioteca, 01
auditório, 01 memorial, 01 quadra poliesportiva e 02 vestiários.
As edificações com mais de um pavimento são dotadas de opções de acessibilidade.
O pátio da instituição é uma excelente área de vivência, proporcionando maior integração entre os
discentes e docentes.
As instalações são novas (sejam de construções recentes ou de prédios reformados) propiciando um
bem estar geral, relaxando os discentes e docentes facilitando o tráfego de informações e o processo de
ensino-apredizagem.
A biblioteca possui um acervo com 21.659 títulos e 50.626 exemplares, além de revistas, catálogos,
artigos, pesquisas on-line entre outros.
75
8.2. Novas Instalações Físicas
Está em fase final a conclusão de mais um pavimento, que abrigará as coordenações dos cursos de
Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia Mecânica, Administração, Pedagogia,
Ciências Contábeis, Direito e Arquitetura e Urbanismo, da Faculdade de Aracruz.
Serão construídos e equipados, após aprovação do curso pelo MEC, cinco laboratórios específicos para o
curso de Engenharia Civil, sendo:
1. Laboratório de Topografia e Geoprocessamento:
2. Laboratório de Hidráulica
3. Laboratório de Materiais e Estruturas
4. Laboratório de Solos
5. Laboratório de Técnicas Construtivas (Canteiro de Obras)
Previsão de investimento em laboratórios é de R$ XXXXX
A Faculdade de Aracruz periodicamente investe em seu acervo bibliográfico, analisando o ano de 2008
em comparação com 2007 esse investimento foi da ordem de 5% para a quantidade de títulos e em 7%
para o volume de exemplares.
8.3. Recursos Humanos
A Faculdade de Aracruz possui boa estrutura operacional, com 59 (cinquenta e nove) profissionais da
área administrativa e 92 (noventa e dois) docentes.
São compartilhados em todos os níveis os anseios da IES, principalmente no que diz respeito à oferta de
serviços de qualidade. Os funcionários são orientados a tratar todos que interajam com a instituição
com cordialidade e respeito, fornecendo informações precisas a fim de atender seus anseios.
9. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO
9.1. Avaliação do Curso
O presente Projeto Pedagógico, juntamente com o Regimento Interno da Faculdade e o Plano de
Desenvolvimento da Instituição – PDI são responsáveis por orientar a postura da Faculdade de Aracruz,
bem como do seu corpo docente, técnico e dos alunos, no que tange a sua conduta ética e profissional,
estabelecendo os parâmetros de avaliação do processo de aprendizagem, do desenvolvimento do
estágio supervisionado e do trabalho de fim de curso, da forma de acesso, da missão, visão e valores da
instituição, incluindo outras atividades essenciais para o bom relacionamento entre aluno e a IES.
76
A avaliação do projeto do curso na Faculdade de Aracruz tem por objetivo coletar informações,
processá-las e aplicá-las como base para o planejamento das atividades acadêmicas. Essa avaliação é
desenvolvida em consonância com a Lei N° 10.861, de 14 de abril de 2004, em especial atenção ao art.
3°, Inciso VIII, e coerente com o especificado no PDI.
A coleta dos dados da avaliação será feita de forma on-line, com uso de software desenvolvido pela
própria instituição, onde os alunos receberão senhas individuais e poderão acessar o questionário de
qualquer computador que esteja conectado à Internet, de forma discreta mantendo assim seu
anonimato. O período de coleta de dados será previamente estabelecido e ao final deste os dados
coletados serão armazenados e processados para obtenção dos resultados finais.
Os critérios escolhidos para análise englobam a metodologia de ensino e aprendizagem, organização,
aplicabilidade da teoria, critérios de avaliação da aprendizagem, conteúdo programático, bibliografia
indicada, entre outros. Estes critérios são pontuados de acordo com o grau de aceitação do avaliador a
partir de uma escala definida.
As informações processadas serão disponibilizadas em forma de tabela e de gráficos. Dois tipos de
gráficos serão gerados: Gráfico de Barras, projetado a partir da influência percentual de cada uma das
opções na votação de cada critério. Gráfico de linhas e pontos, a confecção deste gráfico terá como
finalidade estabelecer um padrão referencial de desempenho, a partir do qual, os pontos referentes às
qualificações serão plotados ora em sua parte superior, ora em sua parte inferior.
Os resultados serão analisados pela Comissão Permanente de Avaliação da Faculdade de Aracruz, que
buscará intervir sempre para a positividade do processo de formação humana, o que se viabiliza
operando sobre os pontos detectados e considerados como negativos, enquanto se reforçam aqueles
tidos como pontos altos do trabalho institucional ou de um de seus membros em particular.
9.2. Parcerias
Parcerias com o empresariado local, do governo, associações de classe, instituições reconhecidas, etc.,
devem ser expandidas e formadas a fim de atender as demandas da comunidade, do egresso e dos
possíveis empregadores.
Cada forma de participação deve ser avaliada independentemente, de acordo com o nível de incentivo
oferecido pela empresa e do retorno previsto por parte da IES. Casos de patentes e detenção de
tecnologia devem ser debatidos com a mesma objetividade.
77
9.3. Corpo Docente
A composição do Corpo Docente do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Aracruz é formada por
profissionais disponíveis nos demais cursos da área de exatas desta instituição, que satisfação
simultaneamente as condições abaixo, e por docentes contratados para as disciplinas específicas:
Tenham o mínimo de afinidade com a disciplina a ser lecionada;
Tenham disponibilidade de horário para atender a demanda de atividades que excedam a(s)
disciplina(s) escolhida(s);
Possuam no mínimo título de pós-graduado, ou quando em situações transitórias ou nãoplanejadas, de graduação;
Os docentes contratados para assumir as cadeiras específicas do curso de Engenharia Civil devem,
preferencialmente, possuir titulação mínima de pós-graduação, sendo preferidos docentes com
formação de Mestre ou Doutor, haja vista a vivência no campo de pesquisa acadêmica.
O perfil profissional do docente deve ser avaliado e terá peso decisivo em caso de “empate” no processo
de seleção, quando comparado a formação acadêmica.
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ANEXO I – PROCESSO SELETIVO
Art. 83. O processo seletivo, destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a sua aptidão
intelectual para superiores, classificando-os dentro do estrito limite das vagas oferecidas.
§ 1° As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas pelo Conselho Nacional de
Educação e se encontram registradas no Anexo I, que integra o Regimento Interno da Faculdade de
Aracruz.
§ 2° As inscrições no processo seletivo são abertas em edital, do qual constarão os cursos,
oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a
relação das provas, os critérios de classificação e demais informações úteis.
§ 3° As informações mais específicas sobre cada curso serão divulgadas em catálogo próprio,
disponibilizados ao candidato na secretaria da Faculdade.
Art. 84. O processo seletivo para todos os cursos é unificado em sua realização e abrange
conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar este nível
de complexidade, podendo ser avaliados ou conjugados com outros critérios, na forma disciplinada pelo
Conselho Departamental.
Parágrafo único. Os cursos seqüenciais e de educação à distância, terão ingresso, obedecendo a
requisitos fixados pela Faculdade, na forma disciplinada pelo Conselho Departamental, em cumprimento
à legislação.
Art. 85. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassado o limite
de vagas fixados, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos pelo
Conselho Departamental.
§ 1° A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o
concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-lo ou, em o
fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados.
§ 2° Na hipótese de restarem vagas não preenchidas poderá realizar-se novo processo seletivo,
ou ainda restando vagas, nelas poderão ser recebidos portadores de diplomas de graduação, mediante
processo seletivo;
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ANEXO II – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR
Ar t . 12 0. O ap r o ve ita m en to es co lar é a va li ad o a tra v é s d e ac o m p an h a m en to
con t ín u o d o al u n o e d os r e su l tad o s p o r e le ob tid os n o s ex er cí ci o s e sc ola re s a o
lon g o d o p erí od o l et i v o e q u an d o fo r o c as o, n o exa m e fin al ou d e s egu n d a ( 2 ª)
ép o ca.
§ 1 .º Co mp et e ao p r of e s sor d a d i sc ip l in a ela b orar o s ex er c íc io s e s co l are s
sob a fo r ma d e p ro v a s e d et e rm in a r o s d e mai s trab alh os , b e m co mo j u lga r -lh e s o s
re su ltad o s.
§ 2. º O s e xe rc íc io s e s co lar e s, e m n ú m ero mín i mo d e d oi s ( 02 ) p or p e ríod o
le ti vo, v i sa m à a va li açã o p ro gr e s si va d o ap r o ve ita m en to d o alu n o e co n st am p ro va s
e sc rit a s, g rá fi co s, t rab alh o s d e p e sq u i sa in d i vi d u al ou e m g ru p o, s e min ári o s ou
p ráti ca s d e lab o rat óri o, ofi cin as , e stá gi o s e ou t ra s fo r ma s d e v eri f ica çã o, p re v i sta s
n o p la n o d e en si n o d a d is ci p li n a, o b ed e c en d o cr it éri o s cu mu lat i vo s ou s oma ti vo s .
§ 3.º O exame final realizado ao fim do período letivo visa à avaliação da capacidade do domínio do
conjunto da disciplina e consta de conteúdos pré-requisitos para aqueles alunos que não atenderem
ao Art. 122, item II.
Ar t . 12 1. O s e x er cí cio s e sc ola re s q u e r es u lt am n a a va lia çã o p rog r es s i v a – A val ia ção
1 e A v ali aç ão 2 ( A 1 e A 2 ) – s er ão exp r es s o s:
§ 1 .º R e s sa l vad o o d i sp ost o n o § 2. º, at rib u i - s e n ota 0 (z ero ) ao a lu n o q u e
d ei xar d e su b m e te r - se à v er if ic aç ão p r e v i sta, n a d ata fi xad a, b e m co mo ao q u e n ela
s e u t il iza r d e m eio f rau d u l en to .
§ 2 .º Ao a lu n o q u e d ei x ar d e co mp ar ec e r à ve ri fi ca ção n a d ata fi xad a , p od e
s er con c ed id a se gu n d a op ort u n id ad e r eq u er i d a n o p razo d e 0 8 ( o ito ) d i a s, s e
co mp r o vad o mot i vo ju s to, a tra v é s d e a val ia çã o su b st itu t i va, fi can d o a cri té ri o d o
p ro fe s s or e s eu d ep a rt am en t o, a fi xa ção d a d ata n o ca l en d ár io l eti v o, d e s d e q u e
e sta se ja in for m ad a à s ec r etar ia ac ad ê mi ca, p od en d o s er r ea liz ad a d u ran t e ou n o
fin al d o p er íod o .
§ 3º Será cobrado taxa equivalente a 5%(cinco por centro) do valor da parcela da mensalidade por
atividade de avaliação substitutiva.
Ar t . 12 2. At en d id a e m q u alq u er c a so a fr eq ü ê n cia mín i ma d e 7 5 % ( s e ten t a e ci n co
p or cen to ) à s a u la s e d e ma i s at i vid a d e s e s co lar e s, é ap ro vad o :
I - independentemente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento não inferior a
7,0 (sete) das notas dos exercícios escolares, na somatória das duas avaliações, provas do
período/semestre, conforme previsto no plano de ensino e critérios regimentaisl;
II – m ed i an t e ex am e fin al, o a lu n o q u e t en d o ob tid o n ot a d e
ap ro v ei ta me n to in f er io r a 7,0 ( s et e), n o fin al d o p er íod o at en d en d o o s egu in t e
cri té ri o d e ap u ra ção :
§ 1. º A m éd ia ob t id a n as a va lia çõ e s d o p er íod o mai s o s p on to s n ec e s s ário s
ao al ca n c e e o u co mp l e m en ta ção d a n ot a 1 0,0 (d ez) , d e v en d o e s ta s er d iv id id a p o r
02 (d oi s ) p ara at in g ir a méd ia m ín i ma d e ap ro va ção q u e é 5, 0 (c in c o), ap ós
v er if ic ad a s a ap u r aç ão d e fr eq ü ên cia e xi gid a e m le i.
§ 2.º A s m éd ia s sã o ap u rad a s a té a p ri m ei ra d ec im al s e m a rr ed on d a m en to.
Ar t . 1 23 . O alu n o n ã o a p ro vad o n o s t er mo s d o arti go an t er ior p od e su b m et er - s e a
n ov o exa m e f in a l e m s egu n d a ép oca, a r eal iz ar - s e n o m ín i mo d e 15 (q u in z e) d i a s
ap ó s a p ri m ei ra d ata v i san d o c on c ed er n o va op o rtu n id ad e d e a p ren d iz ag e m,
re cu p era n d o o s co n t eú d o s e m q u al id ad e e q u an t id ad e, c om p ro van d o s eu
d e s e mp e n h o, atra v é s d e av al iaç ão (p r ov a) e s cr it a.
§ 1. º E m cad a p e ríod o le ti vo n ã o p od e o alu n o b en e fi cia r -s e d o d i sp ost o
n e st e a rti go e m ma i s d e d u a s ( 0 2) d i sc ip l in a s .
§ 2.º Aplica-se à aprovação em segunda época o disposto no item II do artigo 122, substituindo-se a
nota do primeiro exame final pela do segundo, devendo a média ser igual ou superior a 5,0 (cinco).
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Ar t . 1 2 4. O a lu n o r ep r ov ad o p or n ão t e r al ca n çad o, se ja a f r eq ü ên c ia, s eja m a s
n ota s m ín i ma s exi gi d a s , r ep eti rá a d i sc ip l in a, s u j eit o, n a r ep et ên ci a , à s m e s ma s
ex ig ên cia s d e f r eq ü ên c i a e d e ap r o ve ita m en t o, e stab e le ci d o s n e st e Re g im en to.
Ar t . 1 25 . É p r o mo vid o a o p e ríod o se gu in t e o a l u n o ap r o vad o e m to d a s as d i sc ip l in a s
d a sé ri e cu rs ad a , ad mi ti n d o - s e ain d a a p ro m oçã o, c o m d ep en d ên c ia e m até tr ê s ( 03 )
d i sc ip l in a s d e st e p erí od o, cu j a s ca rga s h orá ria s so mad a s n ão u ltr ap a s s e m o n ú m ero
d e h o ra s a u la m áx im a s, p re v i sta s n e st e r eg im en to.
§ 1 º O a lu n o p ro mo v id o e m r eg i m e d e d ep en d ên cia d e v er á m at r icu l ar - s e
ob ri gat ori a me n t e n a s d is ci p li n a s d e q u e d ep e n d e sa l vo s e n ã o e sti v er e m s en d o
of er e cid a s n aq u el e s e m e str e le ti vo , c on d i ci on a n d o - s e a m atr ícu la n a s d i sc ip l in a s d a
n ov a s é ri e à co mp at ib i lid ad e d e h o rár io s, ap l ican d o - se a tod a s a s d is ci p li n a s a s
m e s ma s ex ig ên ci as d e f req ü ên c ia e ap ro v e i tam en to e sta b e l ec id o s n o s a rti go s
an te ri or e s.
§ 2 º N ão s e ad m it e n ov a p ro mo ção, co m d e p en d ên cia d e d i s cip lin a d o
p er íod o n ã o im ed iat am en t e an t er ior , r e s sa l vad a a h ip ó te s e d o n ão o f e re ci m en t o d a
d i sc ip l in a.
§ 3º Para a d ep en d ên ci a e m d i sc ip l in a s q u e s ã o p r é -r eq u i s ito s, d e m o d o a
aten d e r à seq ü ên c ia d o cu r s o, con for m e r e ss al va d o § 2º , a Fa cu l d ad e con ce d e rá
mat rí cu l a a alu n o s , v i sa n d o a re cu p er açã o d o s con t eú d os , p ara l elo s ao s e s tu d o s d a
d i sc ip l in a p ó s - r eq u i s ito , con d i cio n an d o a su a p ro mo ção a e sta ú lt i m a d i s cip lin a à
ap ro va ção d a d i sc ip l in a p ré - req u i si to q u e s e en c on tra e m e stu d o s d e d e p en d ên cia .
§ 4 º É ob ri gató ri a a fr eq ü ên c ia d e alu n o s e p ro fe s s or e s, s al vo n os
p rog ra ma s d e ed u ca ção à d i stâ n c ia.
81
ANEXO III – PESQUISA
Ar t . 5 7. A p e sq u is a n a Fac u ld a d e é vol tad a p a r a a b u s ca d e n o vo s c on h ec i m en to s,
p ara o ap er f ei çoa m en t o e con so lid aç ão d o la str o já ex i st en t e, co mo re cu rs o
ed u cac ion al d e s tin a d o a for ma r e cu lt i var a atitu d e c i en tí f ic a e co mo at i vid ad e
vo ltad a p a ra o at en d i m e n to d a s n e c e ss id ad e s or iu n d a s d a c om u n id ad e .
Ar t . 5 8. A p e sq u i sa q u e vi s a à b u sc a, ap e rf e iço a men to ou ap li ca ção d e
con h ec i m en to s er á d es en vo l vid a p e lo s d o c en t e s d a Fac u ld a d e, oc orr en d o ain d a o
in c en t i vo à p art ic ip a çã o d e e stu d an t e s e m ati vi d ad e s d e in ic i aç ão c i en t íf ic a, b e m
co mo a p art ic ip a ção d o p e s soa l té cn ico -a d min i st rati v o e m t er mo s d e su p o rt e
té cn i co.
Par ág ra fo únic o . A s a t iv id ad e s d e in ic ia ção c ien tí fi ca e o s p ro j eto s d e
p e sq u is a d e sen v ol v id o s p or al u n o s d o s cu r so s d e g rad u a çã o e d e p ó s - gr ad u aç ão sã o
su p er v i sio n ad a s p or u m p ro fe s s or o ri en t ad or .
Ar t . 59 . A Facu ld ad e in cen ti va rá a p e sq u is a p o r tod o s o s m e io s q u e e st i ve r e m a o
s eu a lc an c e, en tr e o s q u ai s o s s eg u in t e s :
a) rea li zaç ão d e c on vê n i os co m en tid ad e s n ac ion a i s e in t ern a ci on a i s,
vi s an d o a p r ogr a maç ão d e in ve s ti gaç ão ci en t í fi c a;
b ) in t er câ mb i o co m o u tra s in s titu i çõ e s ci en tí fi ca s, e sti mu lan d o o s co n tat o s
en t re p e s q u i sad or e s e o d e s en vo l vi m en to d e p r oje to e m co mu m;
c) d i vu l ga ção d a s p e sq u i sa s r e ali zad a s p e la Fa cu ld ad e ;
d ) p ro mo ção d e con gr e s so s, si mp ó sio s e s e m in ári os p ara e stu d o e d eb at e
d e t e ma s ci en tí fi co s ;
e) lib era çã o d e p art e d a car ga h or ári a d e st in ad a à s ala d e a u la p ar a o
d e s en vol v i m en to e or i e n taçã o d a p e sq u i sa , s e m p r eju ízo fi n an ce iro p ara
o d oc en te ;
f) in t er ce s s ão, ju n to a os órgã o s d e f o me n to à p e sq u is a, n o s en t id o d e
ob te r au x íl io ou e v en to s s i mi lar e s r eal izad o s n o ext er io r, q u an d o h ou v e r
ap r es en taç ão d e re s u lt a d os d e seu s p ro je to s d e p e sq u is a s;
g) in t er ce s s ão ju n to à Ma n ten ed o ra, ob j et i van d o a con c e s são d e p a ss ag en s
e d i ár ia s p a ra p a rti ci p a ção d e, p e lo m en o s, u m d os au to r e s d a p e sq u i s a,
e m con gr e s so s ou e n con t ro s s i mi lar e s n o p aí s, q u an d o h ou v e r
ap r es en taç ão d e re s u lt a d os d e seu p ro je to d e p e sq u i s a.
Ar t . 6 0 . Qu an d o a at i v id ad e d e p e sq u i sa con d u zir, p o r s eu c ará te r in o vad o r o u
in ven ti vo , ao r e gi st ro d e p at en t e o u ou tro s re gi st ro s s i mi lar e s, o s re gi st ro s e m
q u e stã o s erã o ef etu ad o s e m n o m e d o ( s ) p e sq u i sad or ( es ) e d a F acu ld ad e.
Par ág ra fo ú nic o .
A s r em u n era çõ e s, roya lt ie s e ou ou t ra s van t ag en s
ad v in d a s d o s r eg i str o s s u p ra ci tad o s se rão d i st rib u íd o s d a s e gu in te f or ma : 50 %
(c in q ü en ta p o r ce n to ) p ara a Fac u ld ad e e 5 0 % ( cin q ü en ta p or c en to ) p a ra o ( s ) au to r
(e s ).
Ar t . 6 1 . C o mp eti rá a o c oord en ad or d e Pó s - Gra d u açã o, P e sq u i sa, E xt en são e C u r so s
ge r en c iar a s ati v id ad e s d e p e sq u i s a n a F acu ld a d e, ap re s en tan d o re lat ó rio s an u a i s à
d ir eç ão.
Ar t . 62 . A s a ti vi d ad e s d e p es q u i sa n a Fa cu ld a d e d e Ara cr u z s e rão o r d en ad a s p or
re gu l am en to p róp r io .
82
ANEXO IV – EXTENSÃO
Ar t . 6 3. Co n s id era - s e ati vi d ad e d e e xt en são a so c ial iza ção e a u til iza ção d o s
re su ltad o s d e en sin o e d a p es q u i sa , ob j et i v an d o con t rib u ir p ara o p ro gr e s so
mat e ria l e c u ltu ra l d a c omu n id ad e .
Ar t . 64 . A s a ti v id ad e s d e ex t en são p od er ão al ca n çar o â mb i to d e tod a a co l eti v id ad e
ou d i ri gir - s e a p es s oa s e às in st itu içõ e s p ú b l ica s ou p r i vad a s, ab r an g en d o:
a) cu r so s d e ex ten s ão o f e re ci d o s ao p ú b li co e m ge ral co m o p rop ó sit o d e
d i vu l gar e atu a li zar con h ec i m en to s e té cn ica s d e t rab a lh o ;
b ) p roj eto s e sp ec ia i s d e s e n vo l vid o s co m a co mu n id ad e e in st itu i çõ e s, s e ja
p or su a sol ic ita çã o ou p or p rop o sta d a Fac u ld ad e, s ob a f or ma d e
as s e s sor ia, con su l to ria , p re st aç ão d e s e r vi ço s ou r ea li zaç ão d e
p ro mo çõ e s d e n atu r ez a ci en t íf ic a, t écn ic a, cu l tu ral e a rtí s ti ca, at ra v é s
d e u m si s te m a d e tr oca d e con h e ci m en to s en t re a F acu ld ad e e a
Co mu n id ad e.
Ar t . 65 . A Coo rd en a çã o d e Pó s - Gr ad u a ção, Pe sq u i sa, E x ten s ão e Cu r so s fi ca rá
re sp on sá v el p e lo g er en c ia me n to d e at i vid ad e s d e ex te n são, ap r e s en t an d o r el ató rio s
an u ai s à d i r eçã o.
Par ág ra fo ún ic o .
A s a ti vi d ad e s d e ext e n sã o se rão d e s en v ol v id a s
ab ran ge n d o o s De p art am en t o s d o s C u r so s d e Grad u aç ão e a c oo rd en aç ão d o
In s tit u to Su p er ior d e E d u ca ção.
Ar t . 66 . A s at i vid a d e s
re gu l am en to p róp r io .
ad min i stra ti va s
de
ext en são
s erã o
ord en ad as
p or
Ar t . 67 . A F acu ld ad e man t er á ati v id ad e s d e e xt en são p a ra a d ifu sã o d e
con h ec i m en to s e té cn i c as p ert in en t e s à s ár ea s d e s eu s cu r so s e in t er c âmb io co m a
co mu n i d ad e, b e m co m o ate n d e r sol ic ita çõ e s oriu n d as d o s d i v er so s se g m en to s
p rod u t or e s d a s oc ie d ad e.
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ANEXO V – ESTÁGIOS
Ar t . 1 28 . O s e stá gi o s su p er v i sio n ad o s con st am d e at i vid ad e s d e p ráti ca p r é p ro fi s si on al , ex er cid a s e m si tu a çõ e s r ea i s d e t ra b alh o, s e m v ín c u lo e mp re gat íc io.
Par ág ra fo ú nic o . Pa ra cad a alu n o é ob r iga tór i a a in t eg ra liza çã o d a c arga
h orár ia t ota l d o e st ág io p re v i sta n o c u rr íc u lo d o cu r s o, n el a se p od en d o in clu ir a s
h ora s d e st in ad a s ao p la n eja m en to, o ri en t açã o p aral e la e a v al iaç ão d a s a ti v id ad e s.
Ar t . 12 9. O s e s tág io s são o rgan iza d o s p e lo s co ord en ad or e s d e e st ági o e p e lo s
re sp e cti v o s d ep a rta m en to s e c oord en açã o d os cu r so s d o In sti tu to Su p e ri or d e
E d u ca ção, su p er v i si on a d os p o r d o cen te s o u p or e st e s d es i gn ad o s, c on for m e
q u ali f ica çã o e es co lar id ad e e xi gid a n a fo r ma d a le i.
§ 1º A co ord en a ção d o s e st ág io s p el o s r e sp e c ti vo s d ep arta m en to s e ISE
s egu e n o r ma s d a l e gi sl a ção e m v ig or e ap ro v ad as p el o Co n s e lh o Dep ar tam en tal, d e
mod o a g aran ti r ao a lu n o e st ag iár io c on d i çõ e s d e ap li car o s c on t eú d o s ap r een d id o s
teo ri ca m en t e, e x er cen d o a p ráti ca e in ic ia ção p ro fi s si on al co m con te x tu al iza ção e
q u ali d ad e.
§ 2 º É d e r e sp on sab il i d ad e d o ( s) p ro f es s or (e s ) d e e stá gio a o ri en t ação,
aco mp a n h a m en to, con t rol e e a va li açã o ao e s t agi ári o, ob je ti van d o o f er e ce r -lh e s a s
con d içõ e s n e c e ss ár ia s p ara o al can c e d o s ob j eti vo s p rop os to s.
§ 3º Ob se r vad a s a s n or ma s g era i s d e st e R e gi m en to , os es tá gio s o b ed ec e rão a
re gu l am en to s p róp r io s e ap ro vad o s p elo C on se l h o D ep a rta m en t al.
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PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: ENGENHARIA CIVIL