PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação: Jornalismo Habilitação: Rádio e Televisão Habilitação: Relações Públicas São Luís – Ma. 2007 REITOR Prof. Dr. FERNANDO ANTÔNIO GUIMARÃES RAMOS PRÓ-REITORA DE ENSINO Profª. Msc. LUCINETE MARQUES LIMA DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO DE GRADUAÇÃO Profª. SILVIA CRISTINA DUAILIBE COSTA DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS Prof. Dr. CESAR AUGUSTO CASTRO COORDENADOR DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Prof. Dr. FRANCISCO GONÇALVES DA CONCEIÇÃO CHEFE DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Profª. Msc. JOVELINA MARIA OLIVEIRA DOS REIS COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO Profª. Dra. Joanita Mota de Ataíde (Jornalismo) Prof. Dr. José Ribamar Ferreira Junior (Jornalismo) Prof. Esp. Francisco Colombo Lobo (Radialismo) Profª. Msc. Patrícia Kelly Azambuja (Radialismo) Profª. Msc. Rosinete de Jesus Silva Ferreira (Radialismo) Profª. Msc. Luciana Saraiva de Oliveira Jerônimo (Relações Públicas) Profª. Msc. Maria do Carmo Prazeres da Silva (Relações Públicas) Prof. Dr. Francisco Gonçalves da Conceição (Coordenador de Curso) Profª. Msc. Jovelina Maria Oliveira dos Reis (Chefe de Departamento) Luciano Nascimento (Aluno de Jornalismo) Maycko Pereira Passos (Aluno de Radialismo) Ellen Mateus (Aluna de Relações Públicas) COLABORADORES DOCENTES DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA UFMA Profª. Esp. Adeilce Gomes de Azevedo (Aposentada) Profª. Amarílis Cardoso Santos Profª. Esp. Ana Leila Melônio dos Santos Profª. Msc. Cecília Maria da Costa Leite Prof. Elias David Lopes Azulay Profª. Msc. Ellida Neiva Guedes Profª. Msc. Francisca Ester de Sá Marques Prof. Franklin Douglas Ferreira Profª. Msc. Gisela Maria Santos Ferreira de Sousa Prof. Esp. Glaydson Botelho Rego Profª Lidice do Rosário da Silva Cutrim Profª. Esp. Marcelle Oliveira Torres Profª. Esp. Nilma Regina Mendes Lima Prof. Msc. Protásio Cézar dos Santos Prof. Raimundo Nonato Coelho Neto Prof. Dr. Silvano Alves Bezerra da Silva Prof. Dr. Silvio Rogério de Castro Rocha Prof. Werton Araújo Diniz SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 8 1 HISTÓRICO 10 2 FUNDAMENTOS DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 15 2.1 Fundamentos ético-políticos 15 2.2 Fundamentos epistemológicos 19 2.2.1 Atitude epistêmica 19 2.2.2 Universos epistêmico-cognitivos 23 Fundamentos didático-pedagógicos 26 2.3.1 Produção de conhecimento nos espaços do Curso 26 2.3.2 A prática docente nos espaços do Curso 29 OBJETIVO DO CURSO 29 Objetivos específicos 29 4 PERFIL DO EGRESSO 30 5 COMPETÊNCIAS, 2.3 3 3.1 HABILIDADES E ATITUDES POR 31 HABILITAÇÃO 5.1 Jornalismo 31 5.2 Rádio e Televisão 32 5.3 Relações Públicas 32 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 33 A concepção lógica da organização curricular 33 DADOS GERAIS DO CURSO POR HABILITAÇÃO 38 7.1 Atividades Complementares 41 7.2 Estágio curricular supervisionado 41 7.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 43 7.3.1 Projetos Experimentais 43 7.3.2 Monografia 43 7.4 Articulação curricular em cada habilitação 43 7.5 Vinculação com a Pós-Graduação 44 6 6.1 7 7.6 A matriz curricular 44 7.6.1 Jornalismo 44 7.6.2 Rádio e Televisão 48 7.6.3 Relações Públicas 52 FLUXOGRAMAS 57 8.1 Fluxograma de Jornalismo 57 8.2 Fluxograma de Rádio e Televisão 58 8.3 Fluxograma de Relações Públicas 59 EMENTAS DAS DISCIPLINAS E REFERÊNCIAS BÁSICAS 60 Ementas das disciplinas comuns às três habilitações 60 9.1.1 Jornalismo, Rádio e Televisão e Relações Públicas 60 9.1.2 Disciplinas comuns às habilitações Jornalismo e Rádio e Televisão 66 Ementas das disciplinas da habilitação Jornalismo 69 9.2.1 Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Jornalismo 69 9.2.2 Ementas das disciplinas eletivas da habilitação Jornalismo 81 Ementas das disciplinas da habilitação Rádio e Televisão 86 9.3.1 Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Rádio e Televisão 86 9.3.2 Ementas das disciplinas eletivas da habilitação Rádio e Televisão 100 Ementas das disciplinas da habilitação Relações Públicas 103 Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Relações Públicas 103 EQUIVALÊNCIA CURRICULAR DA ESTRUTURA ANTIGA 127 8 9 9.1 9.2 9.3 9.4 9.4.1 10 PARA A NOVA 10.1 Disciplinas do Tronco Comum 127 10.1.1 Disciplinas obrigatórias do Tronco Comum 127 10.1.2 Disciplinas eletivas do Tronco comum 128 10.2 Habilitação Jornalismo 128 10.2.1 Disciplinas obrigatórias da habilitação Jornalismo 128 10.2.2 Disciplinas eletivas da habilitação Jornalismo 129 10.3 Habilitação Rádio e Televisão 10.3.1 Disciplinas obrigatórias da habilitação Rádio e Televisão 129 129 10.3.2 Disciplinas eletivas da habilitação Rádio e Televisão 10.4 Habilitação Relações Públicas 131 131 10.4.1 Disciplinas obrigatórias da habilitação Relações Públicas 131 10.4.2 Disciplinas eletivas da habilitação Relações Públicas 132 11 LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS DO CURSO 132 REFERÊNCIAS 168 APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico do Curso de Comunicação Social da UFMA é resultado do trabalho de uma equipe de professores e de alunos das três habilitações: Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas que no início de 2006 tomou como desafio a tarefa de finalizar a reforma curricular do Curso de Comunicação Social proposta e aguardada desde algum tempo pela comunidade acadêmica do Curso. As duas propostas caminharam juntas – tanto a da reforma do currículo de 1984 em vigor até o semestre 2006.2, como a da criação do PPP, ambas resultantes de uma inquietação de natureza salutar presente na experiência dos alunos e dos professores a qual resultou na necessidade de auto-avaliação das atividades de ensino, pesquisa e extensão na experiência do Curso de Comunicação Social. De certa forma, ainda que intuitivamente, pressupunha-se que a expectativa que a comunidade acadêmica do Curso (professores e alunos, principalmente) guardava com relação à necessidade de uma proposta inovadora e coerente com as condições do mundo globalizado, seria a mesma que a sociedade mantinha com relação ao Curso de Comunicação da UFMA, quanto à melhoria da qualidade de suas atividades-fim, de modo a que suas ações de formação acadêmica e seus produtos pudessem efetivamente atender com maior qualidade essa mesma sociedade. Assim, foi que o trabalho da Comissão teve como pressuposto e substrato para a construção deste Projeto, o exercício constante da auto-avaliação. Tal exercício tomou maior visibilidade e proporção a partir da visita da Comissão de Avaliadores do MEC para o re-credenciamento da habilitação Rádio e TV em julho de 2004, e que acabou por acelerar o trabalho da Comissão do PPP. Viu-se a necessidade de melhoria da organização acadêmica, da produção científica, da infra-estrutura laboratorial, do preparo e qualificação docente, do incremento às atividades de pesquisa e de extensão, dos processos de ensino e de aprendizagem, do estágio curricular, dos conteúdos propostos na organização curricular, e o perfil de alunos que o Curso pretende formar. Assim, com a tomada de decisão do Colegiado de Curso, no dia 23 de outubro de 2006 teve início o trabalho efetivo da Comissão de reforma curricular e de criação do Projeto Político Pedagógico do Curso de Comunicação Social da UFMA. Do trabalho da Comissão nasceu uma proposta curricular diferente da 84 em vários aspectos. Um dos principais é o da superação da dicotomia entre as disciplinas de fundamentação teórica, ou de Tronco Comum, ministradas, principalmente, nos semestres letivos iniciais, e as específicas das habilitações. Uma das metas já pensada é a de transformar as habilitações em cursos independentes. Uma outra meta é a de reavaliar o Curso após o quarto ano da sua implantação e uma terceira é a ampliação das vagas para cada Modalidade de Curso. Desafios que não se encerraram com a entrega do PPP. Como metodologia, a Comissão realizou tarefas específicas, a partir de uma divisão de trabalho, em que uns eram responsáveis por pensar os Fundamentos, outros os Objetivos, alguns outros a Organização Curricular ao mesmo tempo em que toda a equipe discutia, planejava, acrescentava, enfim, re-elaborava toda a estrutura do Projeto. O trabalho, entretanto, não ficou circunscrito aos membros da Comissão. Fez parte da metodologia a realização de assembléias simultâneas de professores e de alunos para discussão das propostas apresentadas pela Comissão. O que se tem neste documento, portanto, é fruto de um trabalho democrático, plural e de equipe. 1. HISTÓRICO O Curso de Comunicação Social da UFMA foi criado em 1970, e seu currículo baseou-se no da USP. O vestibular oferecia 20 vagas por semestre, e a escolha da habilitação – Jornalismo ou Relações Públicas – dava-se somente a partir do 5º período, conforme a Resolução 11/ 69, do então Conselho Federal de Ensino (CFE). Este currículo vigorou até 1984. Ao longo dos catorze anos iniciais, porém, ele sofreu algumas alterações: em 1972, realizaram-se pequenas modificações como a exclusão do Latim e do Francês e a restrição da opção de idioma estrangeiro apenas para o Inglês. Em 1979, implantou-se o estágio curricular reforçado pela Resolução 38/ 80, e obrigatório em todos os cursos da UFMA; em 1982, com a implantação do 1º Ciclo Geral de Estudos, com base na Resolução 48/ 82, incluíram-se as disciplinas comuns a todos os cursos da UFMA, a saber: Língua Portuguesa, MTEPB, Metodologia Científica, Filosofia, Sociologia, Antropologia, além da obrigatoriedade de monografia para conclusão de curso. Naquela época já se tinha por necessária uma reforma curricular que atingisse o próprio currículo mínimo, visto que a grande maioria dos cursos de comunicação social do país fundamentou seu currículo na Resolução 03/ 78 do CFE. Estrutura curricular motivada por tal ordem de preocupação não chegou a ser efetivada no Curso de Comunicação Social da UFMA, pois quando a Coordenação do Curso entrou na fase de conclusão dos estudos para sua implantação, em 1980, teve que sustar todo o processo por recomendação do próprio CFE, face às inúmeras críticas e advertências recebidas dos cursos que haviam implantado currículos regulamentados por aquela Resolução. A partir de 1984, tem início, então, outro momento da experiência do Curso de Comunicação Social da UFMA. A resolução 02/84 do CFE, que fixou o currículo mínimo dos cursos de comunicação social, procurou atender às exigências impostas à época para a formação dos profissionais da área, como resultado de estudos feitos pela Comissão Especial constituída por representantes de diversas categorias profissionais ligadas à comunicação, de empresas deste setor, bem como de escolas, professores e estudantes. Com base na Resolução 02/ 84 do CFE e, considerando a Resolução 48/ 82 – CONSEPE, que disciplinou o 1º ciclo Geral de Estudos e os demais dispositivos que regulamentaram o ensino de graduação na UFMA, foi elaborada a proposta de reforma curricular do Curso de Comunicação Social, em 1984. Tal proposta considerava estudos realizados quando do remanejamento e redistribuição da carga horária das disciplinas do curso e conclusões do Seminário Interno sobre o currículo do curso, realizado em agosto daquele ano. Constituiu-se, então, uma comissão composta de professores, estudantes e profissionais do ramo, para elaborar o Currículo Pleno do Curso – ressalte-se, aliás, que a participação de estudantes e de profissionais foi inexpressiva. O currículo pleno do Curso de Comunicação Social da UFMA teria a duração de 3.480 (três mil quatrocentas e oitenta) horas/ aula para cada habilitação, sendo 174 (cento e setenta e quatro) créditos para a habilitação Jornalismo e 184 (centro e oitenta e quatro) para a habilitação Relações Públicas, distribuídos em disciplinas do Tronco Comum (Nucleares, Eletivas, Complementares e de Legislação Específica) e disciplinas das habilitações (Nucleares, Eletivas e Complementares), além dos Projetos Experimentais. Vejam-se, em anexo, os fluxogramas da habilitação de Jornalismo (Anexo 1) e o de Relações Públicas (Anexo 2). O então currículo apresentava parâmetros exigidos pela necessidade, que se impunha à época, de atender à formação acadêmica do estudante de Comunicação Social da UFMA: ênfase à pesquisa, considerada essencial para se imprimir caráter científico aos estudos dos fenômenos da comunicação; distribuição das disciplinas do tronco comum ao longo do curso, paralelamente às de formação específica, bem como a tentativa de evitar a divisão rígida entre disciplinas teóricas e práticas; integralização do curso em nove (9) semestres; exclusão de idioma estrangeiro do currículo, considerando-se que o estudante poderia cursar o idioma de sua preferência como disciplina isolada, nas turmas oferecidas pelo Departamento de Letras; garantia de maior opção ao aluno na composição do seu programa de estudos, com a criação de um número significativo de disciplinas eletivas (8 para a habilitação Jornalismo e 7 para Relações Públicas; inclusão, no currículo, de disciplinas que possibilitassem ao aluno o acesso às novas tecnologias em comunicação; maior ênfase às disciplinas técnico-laboratoriais, cuja finalidade era a de reforçar as atividades de caráter prático; inclusão de disciplinas voltadas para as condições locais e regionais. O Currículo Pleno foi implantado para as novas turmas de 1985, atendendo às determinações da Resolução 02/ 84 – CFE, e adaptando-o para as turmas que ingressaram no semestre letivo 84.2. A sua implantação foi progressiva, paralelamente à desativação do currículo anterior. Em 1985, a opção pela habilitação passou a ser feita a partir do 3º período. Em 1986, deu-se a criação da habilitação em Radialismo, cuja opção o aluno faria no 3º semestre, à semelhança das habilitações anteriores – Jornalismo e Relações Públicas – e de conformidade com o Art. 4º da Resolução 002/84 do CFE. A nova habilitação teria, igualmente, a duração de 3.480 (três mil quatrocentas e oitenta) horas/aula, correspondentes a 166 (cento e sessenta e seis créditos), distribuídos em disciplinas do Tronco Comum (Nucleares, Eletivas, Complementares e Específicas) e as disciplinas da habilitação, constituídas apenas nas disciplinas Nucleares, Projetos Experimentais e Complementares, sem as Eletivas, como nas demais habilitações. Outros acréscimos significativos, além da criação da habilitação Radialismo, em 1986, foram a opção pela habilitação desde o vestibular, a partir de 1990, e a ampliação de vagas no curso, compreendendo 15 por habilitação (45 vagas por semestre), a partir de 1992. É fruto da reforma de 84 a instalação de laboratórios, cujos equipamentos específicos vinham descritos no Parecer 480/ 83-CFE. O curso atendia, naquela época, a algumas exigências do Parecer, ao montar os laboratórios de Redação, de Fotografia, de Radiojornalismo, de Planejamento Gráfico e o Jornal Laboratório. Fazia-se necessária, entretanto, a aquisição de equipamentos e espaço físico para instalação dos outros laboratórios, no prazo exigido de 3 (três) anos a partir da implantação do novo currículo. As demais condições necessárias à implantação da reforma curricular de 1985 referiam-se a pessoal docente qualificado, à disponibilidade de pessoal técnicoadministrativo e acervo bibliográfico compatível com as novas exigências do Curso. A comissão responsável propunha, então, respectivamente: Quanto ao pessoal docente: o desenvolvimento de um plano de capacitação docente através de cursos de Atualização, Aperfeiçoamento e/ou Especialização, além de estágios em outras IES, com vistas a atender às disciplinas introduzidas no Curso com o novo currículo e de implantação dos projetos experimentais; Quanto ao pessoal técnico: inclusão, no corpo administrativo, de pessoal técnico necessário à operação dos equipamentos dos laboratórios, de modo a assegurar adequada utilização, garantindo-lhes maior vida útil; Biblioteca e Hemeroteca: o projeto previa a existência de biblioteca cujo acervo, de um lado, manteria quantidade de títulos (livros e periódicos) em volume suficiente para atender ao corpo docente, e, de outro, passaria por freqüentes atualizações. Além de a Hemeroteca ser o espaço destinado à guarda e à consulta de jornais e periódicos de interesse geral, necessários às disciplinas técnicas, seu acervo seria acrescido de coleções de publicações especializadas, editadas no Brasil e no exterior, conforme recomendava o Parecer 480/89CFE. Decorridos 21 anos da última reforma curricular, o Curso de Comunicação Social da UFMA avançou no quesito desenvolvimento do corpo docente vinculado ao Departamento de Comunicação Social, já que, dos 28 professores efetivos, tem-se 01 professor graduado, 10 especialistas, 07 mestres, 03 doutores, 02 com estudos de atualização no pós-doutorado (01 pós-doutor), 01 mestrando e 03 doutorandos. Desse total, 22 são ex-alunos do Curso de Comunicação da UFMA, o equivalente a 80% dos docentes (dados obtidos no período da elaboração deste Projeto – setembro/2006). Ademais, é relevante o quadro de produção (Anexo 3) que o Curso – incluindo professores e estudantes – possui, mesmo só agora iniciando uma experiência mais sólida em pesquisa e pós-graduação. Em 2007 forma-se a segunda turma do curso de especialização em Jornalismo Cultural na Contemporaneidade (que já existe em caráter permanente), cuja demanda e aproveitamento tem sido excepcional. O Departamento de Comunicação Social aprovou a criação do Mestrado Interinstitucional em Comunicação Social, com início para 2008, uma parceria entre o programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Maranhão e Universidade Federal Fluminense com financiamento pela CAPES através do programa do Governo Federal Acelera Amazonas. A pesquisa e a extensão também têm despertado significativo interesse dos corpos docente e discente de Comunicação Social, o que tem ensejado a criação de vários projetos, uns já aprovados e outros em processo de execução. Desde 2003 o Curso tem-se voltado para a orientação de trabalhos de iniciação científica, com apoio e incentivo de instituições como a SBPC e a FAPEMA, em decorrência da formação do atual quadro docente. O curso tem dado os primeiros passos também em direção às atividades de extensão universitária. A Revista Cambiassu, produzida pelo Departamento de Comunicação Social; a participação dos docentes em eventos científicos nacionais; como parecerista de entidades nacionais de pesquisa (SBPJor); na qualidade de membros de conselho consultivo de publicação científica (Caligrama); sua vinculação a outros núcleos de pesquisa de universidades nacionais e a publicação de livros e artigos são algumas das realizações a demonstrar melhorias significativas de desempenho do quadro docente do Curso. 2 FUNDAMENTOS DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO 2.1 Fundamentos ético-políticos Através dos fundamentos ético-políticos, o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Comunicação Social da UFMA reconhece o aluno como um ser ético que se pergunta pelo sentido de tudo e, portanto, pela razão de ser de suas ações, e, simultaneamente, como um ser político que é interpelado pela presença do outro a participar da Polis e a se indagar sobre as formas de organização econômica, social e cultural e sobre os valores que orientam a relação com o outro e a busca pela melhor forma de sociedade. Mas não se trata de adotar uma visão normativa da ética e da política. O projeto político-pedagógico pretende oferecer aos estudantes as condições teóricas e metodológicas que lhes permitam re-conhecer, nos atos da comunicação, os dilemas éticos e políticos que lhes são ínsitos e que exigem atenta tomada de posição. Procura-se, assim, evidenciar tais dilemas a partir de uma virada pedagógica que privilegia essa questão como uma dimensão característica da práxis comunicativa. O propósito que permeia a diretriz ético-política deste Projeto Político-pedagógico é o de submeter à crítica os pressupostos epistemológicos que orientam a formação dos profissionais de comunicação, em suas diferentes modalidades, e os processos de produção dos valores que guiam a sua ação. Verifique-se, por exemplo, a confusão pedagógica que aparece, aqui e ali, com menor ou maior intensidade, entre a análise crítica dos atos comunicativos e as estratégias de legitimidade dessas ações. É comum negar-se os conflitos existentes na produção dos atos comunicativos ou reduzir-se a complexidade dos dilemas éticos e políticos presentes nesses atos, em benefício do domínio técnico. A avaliação crítica, fundamental em qualquer domínio da formação intelectual, pede que se observe tanto a universalidade quanto a historicidade das ações. Segundo Oliveira (2004, p. 165), as decisões humanas pressupõem um duplo saber: o saber da ordem universal, referente ao horizonte normativo em que a ação se desenvolve, e que estabelece o que não pode faltar em nossas ações, sem, no entanto, definir de forma completa o que deve ser feito nas diversas circunstâncias; e a situação histórica, que é o lugar em que normas devem se tornar realidade. Consideremos com mais vagar: 1º - As práticas comunicacionais não se dão fora da história ou isoladas das relações concretas em que os indivíduos e as coletividades se constituem em sujeitos. É nas práticas comunicativas e por meio delas que os agentes sociais, valendo-se de variados recursos, produzem relações sociais, identidades e sistemas de conhecimentos e crenças (FAIRCLOUGH, 2001). Através dessas práticas, os indivíduos e as coletividades disputam o reconhecimento do outro e, deste modo, o conhecimento do mundo. Nas sociedades contemporâneas, em que a comunicação é reconhecida por sua posição estratégica nas disputas de poder e saber, os agentes sociais procuram impor, dos mais diversos modos e a partir de diferentes lugares, as suas formas de percepção e classificação do mundo. O modo como o outro é reconhecido e interpela definem as formas de representação dos entes e das coisas. O conhecimento humano é, antes de tudo, intersubjetivo (OLIVEIRA, 2006, p. 146), produzido através da interação de sujeitos historicamente situados. A subjetividade, por seu turno e como propõe Benveniste (1991), é a capacidade do locutor se propor como sujeito. Este ato é, ao mesmo tempo, dialógico, já que implica na construção de uma instância de interlocução, e estratégico, já que visa e produz efeitos. Como explica Oliveira (2006, p. 149), quem fala transcende o exercício dos signos na direção das coisas concretas (mundo objetivo), dos outros (mundo intersubjetivo) e de si mesmo (mundo subjetivo) e levanta pretensões de validade a respeito do real, da correção das normas que regem a vida social e de suas próprias vivências subjetivas. Deste ponto de vista, o outro emerge como uma questão central para se pensar a produção do conhecimento, das identidades e das relações sociais. Ocorre que o privilégio conferido à produção na avaliação e no planejamento de atos comunicativos não oferece aos estudantes, ao longo da sua formação, elementos para que apreendam a complexidade dos processos comunicacionais. Como qualquer produto cultural só ganha e gera sentido quando entra em circulação, quando é produzido, circula e é consumido, pensar as práticas discursivas e culturais a partir desses processos significa cogitar sobre as relações que dão forma aos produtos. Não se trata, no entanto, de deslocar a ênfase do campo da produção para o da recepção, mas em levar em consideração as relações que constituem os processos de produção, circulação e consumo dos produtos culturais. Nessas circunstâncias, as decisões estratégicas são, também, de ordem ética, já que não existe conhecimento fora das relações de troca entre locutores, que esperam ser reconhecidos em seus direitos. 2º - Os valores que orientam as nossas ações cotidianas não são produzidos fora da intersubjetividade simbólica, pois lugar da comunicação na vida humana. Partindo deste pressuposto, Oliveira (2006, p. 150) observa que se a linguagem é o espaço da reflexão e, enquanto tal, se mostra como a instância de que dispõe o espírito para ter acesso à verdade a que, em princípio, é aberto. Ela é também a instância do precário, porque, estabelecendo, pela mediação do mundo dos signos, uma esfera tanto do real como do pensamento, ela abre possibilidades de equívoco e de dissimulação, e, assim, de gerar erro, engano, fraude, falácia e ardil. E isso porque a linguagem não se materializa fora das relações intersubjetivas, marcadas pelos interesses concretos e pelas disputas de poder e saber, sobretudo em uma sociedade como a nossa, caracterizada pela globalização e pela mediação tecnológica das práticas culturais. Graças à capacidade humana de questionar-se sobre a legitimidade de sua práxis se abrem possibilidades de afirmar o que deve e o que não deve ser, e é o que põe em andamento o permanente processo de transformação da realidade (OLIVEIRA, 2006, p. 162). Daí a necessidade de se levar em consideração o modo pelo qual os indivíduos e as coletividades precisam as suas formas de validar o mundo e as relações que constroem, como definem aquilo que é verdadeiro e o que é falso. A verdade não depende apenas do uso das faculdades racionais, em busca dos fundamentos de inteligibilidade da vida humana como vida histórica, mas também dos regimes de poder, já que instituir uma verdade é um ato político, um exercício de poder como bem afirma Michel Foucault (1979). Neste sentido, a produção da opinião pública pode ser pensada como um problema ético-político, que envolve o campo dos media e das organizações. Por um lado, a democracia pressupõe a formação da opinião pública como condição necessária à participação dos cidadãos nas deliberações e decisões que dizem respeito às questões comuns; por outro lado, a nossa sociedade é permanentemente influenciada por mudanças de opinião mediadas pelos sistemas de comunicação que organizam a vida coletiva. A opinião pública é, assim, uma forma particular de produção de consensos a respeito dos valores fundamentais de uma sociedade – quer sejam ele forjado com base em elementos racionais ou não – e, deste modo, do que é reconhecido como verdadeiro. Isto é motivo suficiente para não se menosprezar as condições de produção do verdadeiro e do falso. Para se perceber e evidenciar questões éticas e políticas presentes nos atos comunicativos é indispensável romper com paradigmas que têm orientado a formação dos profissionais de comunicação e que separam a técnica da política, como se uma pudesse se materializar sem a mediação da outra. A separação entre as ciências humanas e as técnicas gerou duas correntes não só distintas como contrárias: a tecnicista e a teoricista ou criticista. Ambas situam em flancos opostos e absolutamente inconciliáveis os conhecimentos das técnicas (capacitação para o manejo dos processos produtivos) e a teoria (o exercício da crítica) da prática (o exercício do fazer). De um lado, a visão tecnicista considera que o domínio técnico é capaz de fornecer as ferramentas necessárias e completas ao desempenho do comunicador social, desprezando, assim, as luzes esclarecedoras advindas do esforço teórico. De outro lado, o teoricismo ou o criticismo alça o conhecimento teórico à condição de único verdadeiramente válido, em detrimento da técnica e do fazer, como se a comunicação pudesse dispensar a habilidade e o tecnológico. As duas diretrizes, e cada uma ao seu modo, terminam por reduzir o papel crítico-avaliativo da universidade: o enfoque tecnicista entende que a realidade contém em si mesma suas próprias leis, bastando aos homens descobri-las e aplicá-las sem qualquer processo de interpretação e construção. Já o teoricista avalia a realidade fenomenal em termos de quadros explicativos fixos, e aí o real figura apenas como algo que se enquadra pacificamente no modelo teórico pré-definido. Neste último caso, a teoria se acha hipostasiada, espécie assim de arcabouço metafísico que a tudo chama para dentro de uma ordem imperturbável e perene. É bom ter-se em conta de que não é nova, no curso da História, a disjunção entre teoria e prática. Por muito tempo, tomou-se como absolutamente natural que os detentores do saber (os setores ilustrados das sociedades) teriam o privilégio de estabelecer a condução da coisa social, indicando o rumo a ser trilhado pela civilização, enquanto que aos demais caberia o papel de meros executores de uma política forjada a distância. Desnecessário afirmar que tal dissociação serviu – e serve – aos interesses do controle social e da manutenção do privilégio de classes e de segmentos dirigentes. O que nos leva a considerar duas ordens de questões relacionadas às correntes que insistem em manter prática e teoria distantes e incomunicáveis: a simples prática, alijada de conhecimento teórico, é exercício cego, acéfalo, incapaz de perceber-se a si mesmo e aos outros, e de entender a dimensão política presente em toda ação; já a teoria que não consegue dialogar com o fazer efetivo é quadro explicativo petrificado, porque impossibilitado de reconsiderar os seus postulados frente às muitas provocações surgidas do terreno fértil e dinâmico da prática, o que representa sério obstáculo ao avanço epistemológico. Assim, tal disjunção incorre em sério erro gnosiológico: a atividade humana jamais dispensou o conhecimento, como também os processos que legitimam sua aplicabilidade. Para Milton Santos (2001), nunca houve na história humana separação entre a técnica e a política: “as técnicas são oferecidas como um sistema e realizadas combinadamente através do trabalho e das formas de escolha dos momentos e dos lugares de seu uso”. Para este autor, é isso que faz a história. Em razão dessa articulação, cabe à universidade promover a reflexão crítica sobre o uso das técnicas e a produção das tecnologias, como sobre as matrizes teóricas que as explicam. O exercício da comunicação, parafraseando Santos, está vinculado ao domínio dos suportes tecnológicos e somente a reflexão crítica é capaz de permitir ao aluno perceber os dilemas éticos e estratégicos presentes na escolha dos momentos e dos lugares de uso. A aludida separação ou reforça uma visão ingênua ou vira mera estratégia de legitimidade de atos comunicacionais, destinadas a esconder os conflitos éticos e políticos, que, por sua vez, exigem dos indivíduos e das coletividades tomadas de posição. 2. 2 Fundamentos Epistemológicos 2.2.1 Atitude epistêmica O Projeto Político-Pedagógico do Curso de Comunicação Social põe em tela os fundamentos epistemológicos que dão sustentação gnosiológica a seus processos de formação. O verbo formar vem do latim formare, e significa, em seu sentido primário, “dar forma a”; o que representa, por assim dizer, no âmbito das relações humanas, imprimir marcas nocionais ou substratos mentais. Em espaços universitários a formação alcança seu status mais nobres, mais, sofisticados, através de esforços sucessivos e coordenados por esteios sistêmicos, destinados não só a proporcionar ao estudante conteúdos adequados a seu pleno desempenho profissional e à sua maturidade intelectual, mas, também, de modo a inseri-lo num circuito específico de saberes, que formam a sua área de atuação. Sério obstáculo ao trabalho pedagógico em nossa área se verifica na indefinição do teor epistêmico relativo ao objeto de estudo da comunicação. Sabe-se que, em nossa seara de estudos, é permanente o debate acerca do estatuto acadêmico dos saberes comunicacionais, resultante da falta de consenso sobre o objeto da comunicação; sobre que se devem concentrar não só esforços de pesquisa, mas toda atitude formativa que tenha por finalidade extrair/demonstrar da realidade fenomenal o substrato comunicacional. Basta se observar, por exemplo, os que defendem ser o conhecimento comunicativo de natureza interdisciplinar, e que, como tal atravessado por outras disciplinas, não possuiria existência isolada. Outros propõem restringir o objeto da comunicação às mídias eletrônicas/digitais, face ao seu destacado papel nos amplos cenários sociais. O corpo docente do Curso de Comunicação Social tomou posição em relação a este debate, e optou por formular a estrutura curricular atendendo tanto a exigências internas de reestruturação de conteúdos disciplinares e processos formadores, há muito reclamadas, quanto a necessidades prementes relativas à autonomia da comunicação como campo sustentável de saber. Por tais razões, este Projeto Político-pedagógico assenta suas bases sobre pilares epistemológicos que se articulam tendo em vista uma dupla finalidade: a exigência da formação intelectual e profissional do corpo discente atenta às aceleradas transformações de nosso tempo, em sintonia com as necessidades de constituição do Campo Estudos da Comunicação. Norteia este Projeto a compreensão de que os grupos disciplinares (de campos científicos historicamente consolidados e de outros em emergência) nele comparecem tanto na condição de matrizes de pensamento, como marcos explicativo-metodológicos indispensáveis à formação da consciência crítica-e-indagadora e técnica do contingente estudantil, quanto na condição de balizas através das quais os estudos em comunicação vêm se estruturando de maneira a compor um campo específico. Portanto, é ponto capital neste Projeto Político-pedagógico o esforço de se integrar certas orientações voltadas para a consolidação da comunicação como uma área específica de estudos. Pesquisadores brasileiros, em especial, vêm pondo em discussão vias que garantam a sustentabilidade epistemológica desse campo de estudos, com a ambição de conferir-lhe unidade e consistência específica em relação às demais disciplinas humanas e sociais. Reconhece-se, sobretudo, que as discussões em torno da especificidade do comunicacional estão em andamento, e que seus elementos abstratos de sustentação devem ser submetidos à avaliação crítica, a fim de se perceber seus limites e oclusões como suas vantagens. O que não significa ser menos importante adotar certa proposição abstrata para estruturação do campo em um projeto de reestruturação curricular, na qualidade de indicadores – logicamente sustentáveis – e, que pedem, como conseqüência teleológica, aplicabilidade pedagógica. Basta ter-se em conta que qualquer núcleo epistêmico constituído, qualquer campo de conhecimento, apenas ganhou legitimidade após longa e maturada articulação dialética entre um conjunto de proposições abstratas em torno da consistência de seu objeto de estudo e a realidade social e histórica que ambienta seu trabalho e sua dinâmica. Assim, o Projeto Político-Pedagógico do Curso adota a propositura de José Luiz Braga1, que circunscreve, ainda que de modo preliminar, a especificidade do objeto de estudos da comunicação através das interações sociais, das interações comunicacionais, das trocas simbólicas. Por interações comunicacionais, este autor faz referência a processos simbólicos e práticos que, organizando trocas entre os seres humanos, viabilizam as diversas ações e objetivos em que se vêem engajados (por exemplo, de área política, educacional, econômica, criativa, ou estética) e toda e qualquer atuação que solicita coparticipação. Mas também o que ocorre do esforço humano de enfrentar as injunções do mundo e de desenvolver aquelas atuações para seus objetivos – o próprio estar-em-contato, quer seja solidário quer conflitivo 1 BRAGA, José Luiz, Constituição do Campo da Comunicação. In: FAUSTO NETO, Antônio; PRADO, José Luiz Aidar; PORTO, Sérgio Dayrrel (org.). Campos da comunicação – Caracterização, problematizações e perspectivas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2001. – e provavelmente com dosagens variadas de ambos; por coordenação de esforços ou por competição ou dominação (BRAGA, op. cit., p. 17-18). O Projeto Político-Pedagógico do Curso está amparado pela idéia de que a estruturação do campo de estudo é fruto de trabalho coletivo, que exige de nós a percepção de que se trata de um processo in progress, em formação, cujas dimensões precisam ser tematizadas, problematizadas, em especial com as demais áreas de conhecimento que estabelecem interfaces com o campo comunicacional, fornecendo insumos preciosos para a organização dos saberes de nossa área, a exemplo da Sociologia, da Antropologia, da Filosofia etc. A questão crítica a ser destacada daí – tendo-se em vista o esforço de constituição do campo – consiste em se perceber, com a maior clareza possível, o que de propriamente comunicacional a realidade fenomenal apresenta (em seu recorte social, antropológico, político, artístico, estético). Braga chama a atenção para o fato de que, “nas demais áreas de conhecimento, ou a comunicação é observada sem ser problematizada; ou então é problematizada em função dos interesses específicos [de cada] área. No campo da Comunicação, todo e qualquer fato humano seria problematizável no [ou pelo] ângulo comunicacional” (op. cit., p. 18). A atitude, ao mesmo tempo pedagógica e epistêmica, consiste em procurar perceber, em fatos e fenômenos organizados por suas características e objetivos sociais, especificamente o quê de trocas simbólicas, de processos interacionais ali se passa. O que significa divisar, destacar e problematizar os fatores propriamente comunicativos dos diferentes procedimentos humanos. E é por tais motivos que ganha posição destacada nos processos pedagógicos referentes à formação em direção ao campo da comunicação, as seguintes coordenadas; A primeira refere-se à centralidade das disciplinas Teorias da Comunicação, Epistemologia do Jornalismo, Teorias da Linguagem, Metodologias de Pesquisa em Comunicação, Seminários de Comunicação, Elaboração de Projeto de TCC e Projeto Experimental/Monografia. O teor que as acompanha procura, precisamente, fornecer ao estudante os instrumentos teórico-metodológicos capazes de contribuir – como também de criar condições se não suficientes, pelo menos razoáveis – para a autonomia do objeto especificamente comunicacional. De fato, elas constituem o núcleo epistêmico que dá corpo à dimensão comunicacional, e que fornece as bases necessárias para os trabalhos de conclusão de curso. A segunda refere-se à iniciativa de estabelecer maiores implicações – no intuito de fazer interagir – de disciplinas oriundas de outros campos do saber com a problemática ou foco comunicacional. Assim, disciplinas como Filosofia e Comunicação, Antropologia e Comunicação, Estética e mídia, se propõem justamente a estabelecer tais vinculações – mesmo que em certos casos prepondere o enfoque originário destas áreas, mas que apresentam possibilidades de tratamentos pelo viés comunicativo. Por fim, a nova estrutura curricular, ao dar “espaço” a novas dimensões/questões – que por motivos óbvios não podiam ser contempladas no currículo atual, a exemplo das aceleradas modificações técnico-tecnológicas, que resultaram em processos sociais, realidades simbólicas e manejo de técnicas até então impensáveis – aponta para domínios que põem em vigilância certos quadros de referência epistêmica, e que estão a cobrar constantes reorientações nos quadros explicativos. Diante dos pontos centrais considerados na abordagem epistêmico-pedagógica, passamos a apresentar os universos cognitivos selecionados, como também a lógica dos conteúdos nos diversos campos dos saberes contemplados na organização curricular do curso, por sua capacidade de explicar e analisar esferas significativas do universo comunicacional. 2.2.2 Universos epistêmico-cognitivos A exposição que se segue adota a conformação emprestada a este projeto em torno de universos cognitivos, organizados em três articulações epistemológicas, que, por sua vez, visam empreender tipos diferenciados de formação, para atender às peculiaridades da área comunicativa. São elas: os Fundamentos Gerais em Ciências Humanas e Sociais, os Fundamentos Gerais em Comunicação Social e os Fundamentos Especializados nas habilitações Jornalismo, Rádio e Televisão e Relações Públicas. Os Fundamentos gerais em Ciências Humanas e Sociais correspondem a um ordenamento de áreas de conhecimento que têm, de um lado, e já de longa data, fornecido insumos epistemológicos à comunicação, segundo critérios que regem o comportamento dos fenômenos de natureza social, política, histórica, cultural através de metodologias específicas, e que, de outro lado, contribuem para dar corpo e substância à natureza social e histórica dos processos comunicacionais. Tal articulação de áreas de conhecimento marca o desenvolvimento de variadíssimas perspectivas epistêmicas, sobre domínios diferenciados que compõem objetos e situações humanas. Os campos de conhecimento que integram este bloco formativo fornecem teorias, conceitos e métodos na perspectiva de se conhecer a natureza, as causas, as peculiaridades e os efeitos de processos, relações, realizações humanas. A partir dessas articulações ter-se-ão instrumentos que possibilitem avançar, estabelecendo interfaces, sobre as questões geradas pelo desenvolvimento da sociedade da comunicação, divisando o que em termos de relações históricas, filosóficas, sociológicas, políticas, culturais, éticas, educacionais, econômicas os processos comunicacionais produzem. Os Fundamentos Gerais em Comunicação Social referem-se às teorias e métodos do campo da comunicação, de forma isolada ou na perspectiva de estabelecer interações (interfaces) com outras áreas do conhecimento humano. Aqui participam aquelas conformações teórico-metodológicas preocupadas com a própria constituição do campo – em termos de seus esteios estruturais e em seus vínculos com os demais campos – ou as que estabeleçam bases epistêmicas sobre fenômenos ou objetos similares ou contíguos, e que tradicionalmente têm contribuído para dar fisionomia ao campo de estudos. Dele participam modos de funcionamento prático-produtivo de comunicação, relações interdialogantes entre formas, formatos, sujeitos (as perspectivas semióticas, pragmáticas, hermenêuticas; as teorias sobre discursos, processos enunciativos, processos de recepção, relações de hibridação morfo-cognitivas). Estes são fundamentos complexos porque procuram integrar sob o eixo comunicacional diferentes campos e disciplinas pautados nos espaços específicos da Comunicação social, particularmente a de cunho moderno-industrial, na qualidade de componente inevitável, e de profunda repercussão, na realidade cotidiana. Os Fundamentos Especializados contemplam os conhecimentos específicos das habilitações. Na habilitação Jornalismo configuram uma perspectiva sintética dos saberes do campo da Comunicação Social, direcionado para a finalidade de estabelecer mediações entre os acontecimentos da vida social, em suas diversas instâncias, caracterizando-se trabalho jornalístico pela tradução e mediação entre a mídia e a sociedade. Neles estão articulados os conteúdos fundamentais de estrutura e organização de textos jornalísticos, visando o seu aprimoramento estético e estratégico, como destaca a responsabilidade ética do material veiculável. Com destaque a formação contemporânea em jornalismo, que refere ao tratamento sistematizado de temas emergentes sobre a atividade do profissional de Jornalismo, direcionado especificamente para a construção material física e simbólica do processo de pesquisa, captação, transmissão, análise e reprodutibilidade da informação jornalística. A ordenação desses fundamentos fornece instrumentos adequados para o estudo e desenvolvimento de técnicas requeridas pelas mídias – entendendo-se esta expressão como o conjunto complexo de mediações que formam as redes midiáticas (jornais, televisão, rádio, Internet etc.). Na habilitação Rádio e Televisão contém síntese dos componentes conceituais do campo comunicacional, as orientações epistêmicas específicas que se organizam em torno do universo do midiático tecno-industrial, de modo a fundamentar as novas práticas midiáticas, especificamente às novas tecnologias. A lógica conceitual desses conhecimentos é responsável pela estrutura e organização de textos ganha absoluta relevância, visando o aprimoramento estético e estratégico e as matrizes éticas indispensáveis ao desempenho profissional. O conjunto de orientações epistemológicas deste campo do conhecimento está estruturado de forma a propiciar a construção de um modo de inserção do egresso na sociedade tele-tecno-lógica e a capacitá-lo para o efetivo exercício das práticas simbólicas, em cenários de radiodifusão. Como os demais fundamentos especializados, os da habilitação Relações Públicas se organizam em perspectiva sintética dos saberes do campo da Comunicação Social, pois se voltam para estabelecer mediações entre os acontecimentos da vida social. Em termos mais precisos, relativos às especificidades desta habilitação, destacam-se bases epistêmicas sobre as organizações, seus vetores, elementos e estrutura dos seus processos de comunicação, os fundamentos éticos e deontológicos da profissão, além de composições teóricas emergentes acerca da comunicação organizacional. Assim considerado, os fundamentos epistemológicos da habilitação Relações Públicas é composto de saberes especializados, que buscam estabelecer a interface entre Relações Públicas e Comunicação Organizacional integrada pelas teorias e perspectivas de análise das organizações a partir dos paradigmas: funcionalista, interpretativista, radical humanista, radical estruturalista e crítico (teoria crítica das organizações) (SILVEIRA, 2005). Estas apresentam as diferentes abordagens e perspectivas desenvolvidas para analisar a comunicação utilizada para a interação entre organizações e seus públicos; os modelos tradicional, interpretativo e crítico desse processo; as teorias de Comunicação Organizacional; as dimensões, os elementos e a estrutura do processo de comunicação organizacional (SCROFERNEKER, 2006). Finalmente as Relações Públicas nas escolas norte-americana, européia e latino-americana; os vários enfoques utilizados em seus estudos; a polarização processo-programa2 como objeto de trabalho; e os fundamentos éticos e deontológicos da profissão. A formação geral em Jornalismo, Rádio e Televisão e Relações Públicas, constituise por investigações emergentes sobre a atividade do profissional de cada habilitação e sobre os dilemas próprios da pesquisa científica em cada campo do conhecimento. 2.3 Fundamentos didático-pedagógicos Os fundamentos didático-pedagógicos do Curso de Comunicação Social são orientações gerais sobre como produzir conhecimento na sua dinâmica cotidiana e sobre a prática docente (didática refletida e didática prática) em três espaços concretos do curso: a sala-de-aula, o laboratório e a agência experimental ou modelo. Tais orientações não representam apenas o desejo de mudar ou o avanço do discurso sobre qualidade de ensino. Representam uma referência para os momentos de distanciamento desse desejo de mudar em relação às práticas conseqüentes; uma referência para que não se percam de vista os princípios deste projeto, que traz a assinatura dos docentes do Departamento de Comunicação Social, responsáveis por sua construção. 2.3.1 Produção de conhecimento nos espaços do Curso 2 Para SIMÕES (apud FERREIRA, 2003, p. 2), “o processo refere-se à estrutura do fenômeno que está sendo analisado. A análise e a intervenção do processo denomina-se programa”. O processo de produção de conhecimento exigirá, a priori, compreender a diferença entre informação e conhecimento, a diferença e conexão entre ensino, aprendizagem e conhecimento e os atores do processo. A primeira orientação que se deve ter é: informação não é conhecimento. A compreensão dessas diferenças determina diretamente como os docentes conduzem as suas práticas na sala-de-aula, nos laboratórios e nas agências experimentais. Práticas docentes com o sentido de que ensinar é transmitir conhecimentos determinam que o entendimento sobre o conceito de conhecimento, por parte dos docentes, confirma uma abordagem comportamentalista, ou seja, para os docentes o conhecimento “é entendido enquanto processo de acumulação de informações que se dá de forma passiva, mecânica e que tem na transmissão a forma privilegiada de trabalhar o ensino” (SILVA In: CANDAU, 2002, p. 193). Parece, ainda, ser esta uma das características predominantes no Curso de Comunicação Social da UFMA e que precisa ser desconstruída3 neste Projeto Político Pedagógico. Acredita-se que o olhar de Ainda Silva (In: CANDAU, 2002) indica um caminho para essa orientação: Entendemos que o conhecimento não se reduz a informação, esta é um primeiro e mais elementar estágio do processo, até porque a informação é uma etapa superficial, aparente, não busca o aprofundamento e não faz relações. Conhecer é antes de tudo apreender os significados e poder explica-los, relacionando-os, o que exige um processo de incorporação, de elaboração e reelaboração da informação(grifo nosso)” (p.193). Esse olhar ou essa desconstrução sobre o conceito de conhecimento influencia a segunda orientação que se deve ter a relação entre ensino, aprendizagem e conhecimento é de complementaridade e são práticas indissociáveis, mas cada conceito tem um significado próprio. O curso de Comunicação Social, tendo claramente seu próprio conceito de conhecimento, pode determinar seu próprio processo de ensino-aprendizagem. Esse 3 “Desconstruir é colocar em dúvida o que nos apresenta como legítimo, verdadeiro, inequívoco”. (LIMA In: CAMPELLO, 2005, p. 65). É nesse sentido que nos colocamos. processo transita entre dois pólos: o professor e o aluno, sujeitos da construçãodesconstrução-construção de conhecimentos na área de Comunicação Social. Sabe-se que conhecer é processo ensino-aprendizagem que existe através de sujeitos interlocutores o docente (professor) e o discente (aluno). Este processo necessita de planejamento, de objetivos, de conteúdos, de procedimentos, de desenvolvimento e de avaliação que centra seu sucesso ou sua derrota nas opções e no comportamento do docente. O processo ensino-aprendizagem pode ser traduzido na dinâmica o que se quer-o que se consegue. Quando se quer ensinar, mediar a construção de conhecimento, ou ainda, mediar a aprendizagem de significados, possibilitando que o outro (aluno) possa explicálos, relacionando-os com a realidade por ele vivenciada, percebendo a realidade não vivenciada, incorporando, elaborando e re-elaborando informação para si, passamos imediatamente à etapa do outro querer aprender. A aprendizagem, conseqüência natural do ensinar, é a compreensão de significados para poder explicá-los e relacioná-los com o mundo vivido; é se desenvolver, adquirir novo conhecimento, novas habilidades e novos modos de agir (OLIVEIRA, 1995). Docente e discente são sujeitos e interlocutores no processo ensino-aprendizagem do curso de Comunicação Social, pois praticam ações de ensinar e aprender; constroemdesconstroem-constroem significados; adquirem conhecimentos com qualidades formal e política.São capazes de projetos próprios e, interlocutores, pois ora falam, ora ouvem, ora escrevem, ora lêem, se encontram e constroem novos sentidos. Docente e Discente em qualquer espaço do curso de Comunicação Social, dão concretude aos conceitos ensino, aprendizagem e conhecimento. Como são interlocutores, qualquer espaço do curso – sala-de-aula, laboratório, agência experimental etc.- é lugar de interlocução, como nos ensina Araújo (2000). Sua fala nos dá a noção do que acontece nesses espaços: Para cá traremos nossas experiências, nosso conhecimento, nossas leituras, nosso modo de estar no mundo, o lugar que ocupamos no mundo; com este acervo, construiremos nossas estratégias para nos apropriarmos desse mundo. Talvez estejamos de acordo em alguns pontos, em outros você discordará de mim e cada um de nós usará suas estratégias para fazer valer seu modo de olhar. (id. Ibid, p. 24). É bom lembrar que ser sujeito e ser interlocutor pressupõe o “estar-junto”, que “pressupõe risco de conflito, pois duas pessoas ou várias pessoas não têm as mesmas necessidades, os mesmos desejos ou o mesmo nível de satisfação” (OLIVEIRA, 1995, p.101). Eis o que enriquece de ensino-aprendizagem e a construção de conhecimento no Curso de Comunicação Social. 2.3.2. A prática docente nos espaços do Curso O Curso de Comunicação Social coerente com seus fundamentos epistemológicos, direciona os docentes para o cumprimento de duas etapas do processo de ensinoaprendizagem: A) O planejamento, que aqui é entendido como didática reflexiva, onde o professor deve refletir sobre os objetivos de suas atividades, os conteúdos que trabalhará, a metodologia que utilizará em suas atividades, os recursos didáticos que necessitará e o tipo de avaliação mais adequada para responder aos objetivos pretendidos com a atividade realizada; B) O desenvolvimento e efetividade do seu trabalho, que aqui se denomina didática prática, onde o professor opta por comportamentos como: ouvir e expressar-se; combinar pontos de vista; ordenar contribuições e experiências diversas; problematizar colocações; explicitar contradições; informar conhecimentos já produzidos; provocar reflexões; e buscar construir conhecimento mais elaborado (PENTEADO, 1998). 3 OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais ético-políticos, críticos e criativos, com conhecimentos técnico-científicos para o desenvolvimento dos processos de produção, de circulação e de consumo de produtos midiáticos em suas áreas de atuação. 3.1 Objetivos Específicos Formar profissionais capazes de: -Analisar, planejar e executar projetos de comunicação; -Dominar as diferentes tecnologias e de analisar as implicações políticas, éticas e culturais desse ato na mediação das relações sociais e na construção de identidades, conhecimentos e crenças; -Contribuir com o desenvolvimento social, econômico, cientifico e cultural do estado do Maranhão e regiões nordeste e participar da busca de soluções, por meio do desenvolvimento de pesquisa teórica aplica no campo da comunicação; na criação e produção de artefatos culturais, para o enfrentamento dos problemas vivenciados pelas populações locais; -Promover a aplicabilidade de conhecimentos construídos no ensino, na pesquisa e na extensão no processo de alteração da realidade local, visando ao desenvolvimento da comunicação social no estado do Maranhão e na região norte- nordeste; -Construir espaços e conteúdos que possibilitem a comunicação entre o Curso de comunicação social e a UFMA e entre o Curso de Comunicação Social e a sociedade maranhense, estimulando sempre e a preocupação com o lugar onde o curso se insere. 4 PERFIL DO EGRESSO O profissional em comunicação social deve ser dotado de conhecimentos técnicocientíficos, sociais e humanos que o tornem apto a desenvolver competências de: - criação, produção e distribuição de informações; -análise das estratégias de recepção e avaliação das mídias, das práticas profissionais e sociais a elas relacionadas e suas formas de inserções culturais, políticas e econômicas; -domínio de produção textual e das diferentes tecnologias isoladas ou combinadas; -domínio para localizar, acessar e usar as informações e de analisar, sintetizar e interpretar fatos e situações; -reflexão sobre a variedade e mutabilidade de demandas sociais e profissionais na área de comunicação e sua capacidade de responder a essa complexidade na velocidade típica de uma sociedade organizada em redes; -visão genérica e específica do campo de trabalho, a partir do entendimento da dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e das suas relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem; -utilização crítica das teorias e metodologias e análise das formas de disputa do poder-saber na comunicação, dos constrangimentos a que a comunicação pode ser submetida e submeter e das representações sociais que enseja; -reflexão estratégica sobre a criação de produtos comunicacionais a partir da análise dos contextos e do reconhecimento dos agentes sociais e dos seus direitos envolvidos nos processos comunicacionais que deram origem a esses produtos; -desenvolvimento de novas técnicas de criação, produção e distribuição de produtos comunicacionais, considerando as diferentes mídias, organizações sociais e econômicas e a complexidade dos cenários institucionais, políticos e culturais; - utilização de instrumentais teóricos e metodológicos que o tornem sujeito crítico para avaliar os espaços sócio-históricos e culturais e planejar de modo empreendedor as novas formas de atuação profissional; - domínio de atitudes para trabalhar e decidir em grupo. 5 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES POR HABILITAÇÃO. 5.1 Jornalismo -Registrar - fatos jornalísticos, apurando, interpretando, editando e transformando-os em notícias e reportagens; -Interpretar, explicar e contextualizar informações; -Investigar informações, produzir textos e mensagens jornalísticas com clareza e correção e editá-los em espaço e período de tempo limitados; Formular pautas e planejar coberturas jornalísticas; Formular questões e conduzir entrevistas; Relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza; Trabalhar em equipe com profissionais da área; Compreender e saber sistematizar e organizar os processos de produção jornalística; Desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área de comunicação jornalística; Avaliar criticamente produtos, práticas e empreendimentos jornalísticos; Compreender os processos envolvidos na recepção de mensagens jornalísticas e seus impactos sobre os diversos setores da sociedade; Buscar a verdade jornalística, com postura ética e compromisso com a cidadania; Dominar a língua nacional e as estruturas narrativas e expositivas aplicáveis às mensagens jornalísticas, abrangendo-se leitura, compreensão, interpretação e redação; Dominar a linguagem jornalística apropriada aos diferentes meios e modalidades tecnológicas de comunicação (Diretrizes Curriculares). 5.2 Rádio e Televisão Gerar produtos audiovisuais em suas especialidades criativas, como escrever originais ou roteiros para realização de projetos audiovisuais; adaptar originais de terceiros; responder pela direção, realização e transmissão de programas audiovisuais; editar e finalizar programas analógicos ou digitais; Saber como planejar, orçar e produzir programas para serem gravados ou transmitidos; administrar, planejar e orçar estruturas de emissoras ou produtoras; Dominar as linguagens e gêneros relacionados às criações audiovisuais; Conceber projetos de criação e produção audiovisual em formatos adequados a sua veiculação nos meios massivos, como rádio e televisão, em formatos de divulgação presencial, como vídeo e gravações sonoras, e em formatos típicos de inserção em sistemas eletrônicos em rede, como CDROM´s e outros produtos digitais; Compreender as incidências culturais, éticas, educacionais e emocionais da produção audiovisual midiatizada em uma sociedade de comunicação; Assimilar criticamente conceitos que permitam a compreensão das práticas e teorias referentes à área audiovisual (Diretrizes Curriculares). 5.3 Relações Públicas Desenvolver pesquisas e auditorias de opinião e imagem; Realizar diagnósticos com base em pesquisas e auditorias de opinião e imagem; Elaborar planejamentos estratégicos de comunicação institucional; Estabelecer programas de comunicação estratégica para criação e manutenção do relacionamento das instituições com seus públicos de interesse; Coordenar o desenvolvimento de materiais de comunicação, em diferentes meios e suportes, voltados para a realização dos objetivos estratégicos do exercício da função de Relações Públicas; Dominar as linguagens verbais e audiovisuais para seu uso efetivo a serviço dos programas de comunicação que desenvolve; Identificar a responsabilidade social da profissão, mantendo os compromissos éticos estabelecidos; Assimilar criticamente conceitos que permitam a compreensão das práticas e teorias referentes às estratégias e processos de Relações Públicas (Diretrizes Curriculares). 6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 6.1 A concepção lógica da organização curricular Os campos dos saberes estão pautados no universo cognitivo organizados por área de conhecimento, contemplando no processo de ensino-aprendizagem os componentes curriculares que compreendem os conteúdos básicos, específicos necessários à formação do profissional em comunicação. Os conteúdos básicos articulam os conhecimentos comuns à formação geral e à formação específica, fundamentados por campo de saber. Já os conteúdos específicos abordam os conhecimentos próprios de cada habilitação, compreendendo as práticas profissionais e as reflexões sobre linguagens e estruturas, garantindo assim, o perfil do profissional em comunicação desta universidade. Os conteúdos básicos estão organizados no universo cognitivo, abrangendo os fundamentos técnico-científicos numa dimensão teórico-prática, assim categorizados: a) Teórico-conceituais – dizem respeito ao conjunto de conhecimentos que desenvolvem o raciocínio conceitual, que familiariza os alunos com o mundo das abstrações, onde ele aprende a lidar com teorias gerais e específicas, de forma racional e rigorosa, ajudando-o no processo de interpretação de qualquer realidade; b) Ético-políticos- dizem respeito à conscientização e a problematização dos valores gerais da sociedade e de como a percepção desses valores contribui para permitir ao aluno se posicionar sobre: a atuação dele enquanto cidadão; atuação dos profissionais de Relações Públicas; o exercício do poder da comunicação; os constrangimentos causados e sofridos pela comunicação; as repercussões sociais que a comunicação enseja; as necessidades da sociedade contemporânea em relação aos direitos sociais, humanos, políticos, culturais, às liberdades, à pluralidade, à diversidade à justiça social e à democracia, inclusive na área de comunicação social; c) Linguagens, técnicas e da tecnologia em comunicação – dizem respeito ao conhecimento, reflexão e domínio das linguagens, das técnicas e das tecnologias habitualmente empregadas nos processos de comunicação social com a possibilidade de desenvolvimento de pesquisas e experimentações; d) Linguagens, técnicas e da tecnologia em Jornalismo, em Rádio e TV e em Relações Públicas – diz respeito ao mesmo formato de conhecimento desenvolvido no universo cognitivo anterior, só que de forma especializada, buscando os objetos de trabalho específico de cada habilitação; e e) Analíticos e informativos sobre a atualidade em Jornalismo, em Rádio e TV e em Relações Públicas – diz respeito à abordagem sistemática e vigilante de todos os temas emergentes sobre comunicação especializada (nas habilitações) e comunicação midiática, possibilitando a visão crítica e qualitativa do processo de comunicação e a atualização continuada de conhecimento nas diversas habilitações. CONTEÚDOS BÁSICOS Campos de Saberes Ciências Humanas e Formação Dimensão Geral Sociais Comunicação Teórico Conceitual Geral DISCIPLINA CH Filosofia e Comunicação 60 Teorias Sociais 60 Antropologia e Comunicação 60 Teoria Política 60 Teorias da Comunicação 60 Teorias da Linguagem 60 Metodologia TeóricoConceitual da Pesquisa em 60 Comunicação Lógica e Retórica 60 Estética e Mídia 60 Psicologia Social 60 Cultura Brasileira e Regional 60 Experiência 60 Artista e Cultura Moderna Ética e Mídia 60 Ética e Cidadania 60 Formação Contemporânea do 60 Política da 60 Brasil Economia Comunicação Linguagem, técnica e tecnologia em comunicaçã o. ÉticoPolítico Laboratório de Produção Textual 60 Fundamentos de Linguagem Audiovisual Direito e Deontologia em Comunicação 60 60 CONTEÚDOS ESPECÍFCOS Campos de Saberes Comunicação Habilitação Dimensão Jornalismo Teórico Conceitual Linguagem, técnica e tecnologia. DISCIPLINA CH Historia do Jornalismo 60 Epistemologia do Jornalismo 60 Teorias e Técnicas da Narrativa 60 Gestão de Empresa Jornalística 60 Ética e Jornalismo 60 Técnicas da Notícia 60 Fotojornalismo 60 Design da Notícia 60 Pesquisa Jornalística 60 Laboratório de Radiojornalismo 60 Análise e Opinião no Jornalismo 60 Mídias Digitais 60 Laboratório de Telejornalismo 90 Jornalismo de Revista 60 Assessoria de Jornalismo 60 Laboratório de Webjornalismo 90 Eletiva I 60 Crítica de Mídia 60 Elaboração de Projeto de TCC 60 Laboratório de Jornalismo Impresso 90 Eletiva II 60 TCC: Projeto Experimental/ Monografia 120 Campus 270 CONTEÚDOS ESPECÍFICOS Campos de Saberes Comunicação Habilitação Dimensão Rádio e Televisão Teórico Conceitual Linguagem, técnica e tecnologia. DISCIPLINA CH História das Mídias 60 Empreendedorismo e Gestão em Comunicação 60 Sonorização e Trilha Sonora 60 Roteiro para Televisão 60 Roteiro para Rádio 60 Locução, Narração e 60 Interpretação para e Rádio Televisão Direção de Fotografia e 60 Iluminação Estética do Vídeo 60 Direção de Arte e Cenografia 60 Produção de Programas de 60 Direção de 60 Televisão Produção e Programas de Rádio Direção de Televisão 60 Mídias Digitais 60 Eletiva I 60 Edição e Pós-produção para 60 Pós-produção para 60 Televisão Edição e Rádio Narrativa Ficcional e 60 Documentário Educação e Tecnologia 60 Assessoria de Comunicação 60 Eletiva II 60 TCC: Projeto Experimental/ 120 Monografia Estágio Curricular 270 Supervisionado CONTEÚDOS ESPECÍCOS Campos de Saberes Comunicação Habilitação Dimensão Relações Públicas DISCIPLINA CH Introdução às Relações Públicas 60 Introdução à Administração 60 Comunicação e Cultura Organizacional Sociologia das Organizações 60 Psicologia nas Organizações 60 Teorias da Opinião Pública 60 Ética e Cidadania 45 Deontologia e legislação em Relações Públicas Cerimonial e Protocolo 60 Publicidade e propaganda: fundamentos e técnicas Planejamento e Gestão Estratégica em Relações Públicas 60 Teórico Conceitual Linguagem, 60 45 75 técnica e tecnologia. Planejamento de Mídia 60 Relações Públicas Empresariais 60 Laboratório de comunicação Interna Laboratório de Redação Jornalística e Relacionamento com a Mídia Relações Públicas Governamentais 60 Relações Públicas e Marketing 60 60 60 Estatística Aplicada às Pesquisas 60 de Relações Públicas 60 Produção de Revista Institucional 60 Relações Públicas Comunitárias Pesquisas em Relações Públicas 60 Laboratório de Campanhas Institucionais Planejamento de TCC: Projeto Experimental/ Monografia Planejamento e Execução de Eventos Organizacionais Auditorias de Relações Públicas 60 Comunicação Digital e seus usos Institucionais TCC: Projeto Experimental/ Monografia Estágio curricular Supervisionado 60 60 60 60 120 270 Conteúdos Informativos Tópicos de Atualização em Relações Públicas sobre a Atualidade 7 DADOS GERAIS DO CURSO POR HABILITAÇÃO 60 O ingresso no Curso de Comunicação social se dá por meio de processos seletivos anuais, com entrada semestral, com 60 vagas, sendo 20 vagas para cada habilitação, assim distribuídas: HABILITAÇÃO VAGAS CH CR Jornalismo 15 2.880 142 Radio e Televisão 15 2.850 143 Relações Públicas 15 2.835 144 - Jornalismo Número de vagas: 15 por semestre; Turno de funcionamento: vespertino Número de alunos por turma e turno: Tanto no vespertino quanto no noturno, as turmas específicas de Jornalismo terão no máximo 25 alunos, enquanto as turmas comuns às três habilitações terão no máximo 50 alunos. Regime de matrícula: Como a UFMA adota o sistema de crédito, semestralmente o aluno efetuará sua matrícula (inscrição em disciplina ou bloco de disciplinas) na Coordenadoria do Curso de Comunicação Social, obedecendo ao regime didático, a carga horária por semestre letivo, o número de vagas por disciplina, os pré-requisitos e a compatibilidade de horário. Carga horária total da habilitação: 2.880 h – CR 142 Duração do curso: 4 anos. Integralização do curso: no mínimo em 4 anos e no máximo em 6 anos. - Rádio e Televisão Número de vagas: 15 por semestre. Turno de funcionamento: vespertino. Número de alunos por turma e turno: Tanto no vespertino quanto no noturno, as turmas específicas de Rádio e Televisão terão no máximo 25 alunos, enquanto as turmas comuns às três modalidades terão no máximo 45 alunos. Regime de matrícula: Como a UFMA adota o sistema de crédito, semestralmente o aluno efetuará sua matrícula (inscrição em disciplina ou bloco de disciplinas) na Coordenadoria do Curso de Comunicação Social, obedecendo ao regime didático, a carga horária por semestre letivo, o número de vagas por disciplina, os pré-requisitos e a compatibilidade de horário; Carga horária total da habilitação: 2.850 h CR 143 Duração do curso: 4 anos. Integralização do curso: no mínimo em 4 anos e no máximo em 6 anos. - Relações Públicas Número de vagas: 15 por semestre; Turno de funcionamento: vespertino. Número de alunos por turma e turno: Tanto no vespertino quanto no noturno, as turmas específicas de Relações Públicas terão no máximo 15 alunos, enquanto as turmas comuns às três habilitações terão no máximo 45 alunos; Regime de matrícula: Como a UFMA adota o sistema de crédito, semestralmente o aluno efetuará sua matrícula (inscrição em disciplina ou bloco de disciplinas) na Coordenadoria do Curso de Comunicação Social, obedecendo ao regime didático, a carga horária por semestre letivo, o número de vagas por disciplina, os pré-requisitos e a compatibilidade de horário; Carga horária total da habilitação: 2.835 h CR 144 Duração do curso: 4 anos; Integralização do curso: no mínimo em 4 anos e no máximo em 6 anos. Matriz 7.1 Atividades Complementares Consideram-se atividades complementares aquelas que se destinam à complementação da carga horária das habilitações do Curso, a saber: Monitoria, Estágio Curricular Não-supervisionado, Atividade de Extensão e Iniciação Científica, as quais uma vez livremente escolhidas pelo discente, passam a integrar a sua formação acadêmica. São também atividades complementares seminários, eventos acadêmico-cientificos, participação em congressos, os quais serão definidos e regulamentados pelo colegiado de curso. Cada atividade complementar corresponde a 120 horas, e é de natureza teóricoprática. a) Monitoria CH 120 - CR: 4T+2P A Monitoria é definida por processo seletivo dos discentes devidamente inscritos, conforme processo já regulamentado pelo Curso. b) Estágio Extra-Curricular Não-supervisionado CH 120 - CR: 4T+2P O Estágio Extracurricular Não-supervisionado constitui-se de atividades em instituições e empresas conveniadas com a UFMA, por discentes de qualquer uma das habilitações do Curso, sem a supervisão docente, porém devidamente orientadas e acompanhadas pelo Núcleo de Apoio ao Estudante da UFMA, e sob supervisão técnica de profissional integrante do quadro da instituição ou empresa onde a discente realiza estágio. c) Iniciação Científica CH120 - CR: 4T+2P A Iniciação científica é caracterizada pelo planejamento e desenvolvimento da produção de novos conhecimentos, seja através de atividades de iniciação científica, envolvendo equipes de alunos-pesquisadores, sob supervisão docente, com o objetivo de fomentar-lhes o espírito científico e o pensamento reflexivo, como também através de pesquisas e estudos científicos desenvolvidos por professores através do apoio institucional da UFMA e de parcerias externas de instituições de fomento à pesquisa. Essas atividades deverão ser consolidadas através dos Núcleos de Pesquisa. d) Atividade de Extensão CH120 - CR: 4T+2P A Atividade de Extensão Caracteriza-se pelo planejamento e desenvolvimento de atividades que promovam a inserção permanente e eficaz da Universidade no seu meio, através de mecanismos diversificados de prestação de serviços, objetivando a apropriação pela sociedade das conquistas e benefícios resultantes de pesquisas, criação cultural e conhecimentos técnicos e tecnológicos gerados na instituição. 7.2 Estágio Curricular Supervisionado A legislação que rege os diferentes campos das atividades profissionais das modalidades do Curso Comunicação Social da UFMA, sendo bem específica, exige uma adequação no tocante às atividades de estágio curricular supervisionado. Desse modo, para a modalidade em Jornalismo, a disciplina Campus, com carga horária de 270 horas, tornase o mecanismo encontrado para a adequação do estágio curricular conforme concebido e aplicado, tradicional e universalmente no âmbito da UFMA – exigência desta como critério para a obtenção do grau de bacharel ou de outros graus – à proibição de realização de estágio curricular por aluno de Jornalismo, determinada por legislação federal (Decreto-Lei Nº 83.284 de 13.03.1979) em vigor. A disciplina Campus, assim, assegura ao aluno do 8º período o exercício prático do Jornalismo, relativo a veículos impressos, audiovisuais e digitais, nas diferentes etapas do processo de produção, objetivando a aplicação da aprendizagem nos diversos órgãos da estrutura da UFMA. Para as habilitações Relações Públicas e Rádio e Televisão, o Estágio Curricular Supervisionado é oferecido também no 8º período, com carga horária de 270 horas, ou seja, 10% da carga horária mínima do Curso. 7.3 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC CH 120 – CR 4 T+2P 7.3.1 Projeto Experimental Uma das Modalidades do Trabalho de Conclusão de Curso, caracterizada pela elaboração de fundamentação teórica e construção de dados de pesquisa e a elaboração de um protótipo de produto comunicacional com base em situação real, com norma própria, considerando as especificidades das três modalidades de curso. O Projeto Experimental deve ser apresentado em peças de comunicação, com memória descritiva ou relatório. Cabe ao Colegiado do Curso definir e regulamentar esta modalidade de TCC. 7.3.2 Monografia Uma das modalidades do Trabalho de Conclusão de Curso, caracterizada pela produção de relatório de pesquisa, com fundamentação teórica e metodológica, cujo objeto esteja adequado ao âmbito da modalidade de curso em que o aluno está se graduando, vinculado aos estudos da Comunicação e/ ou vinculada a outras áreas de conhecimento com interface e suporte fundamentados na Comunicação. Cabe ao Colegiado do Curso definir e regulamentar esta modalidade de TCC. 7.4 Articulação curricular em cada habilitação Cada habilitação – Jornalismo, Relações Públicas e Rádio e Televisão –, resguardando sua peculiaridade e a adequação com a legislação que a rege, deverá articularse com todos os itens da Organização Curricular, de modo a atender satisfatoriamente às exigências da formação acadêmica do aluno de Comunicação Social. 7.5 Vinculação com a Pós-Graduação Todas as atividades integrantes da Organização Curricular do Curso de Comunicação Social da UFMA estimulam o vínculo com a pós-graduação strictu sensu. A exigência da formação acadêmica atual afirma a necessidade da elaboração de projetos que criem demandas para os estudos em nível de mestrado, doutorado e pós-doutorado em Comunicação Social. 7.6 A matriz curricular 7.6.1 Jornalismo 1º SEMESTRE DISCIPLINA Laboratório de Produção Textual DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO DCS 60 2 1 3 - Filosofia e Comunicação DEFIL 60 4 - 4 - Teorias da Comunicação DCS 60 4 - 4 - História do Jornalismo DCS 60 4 - 4 - Epistemologia do Jornalismo DCS 60 4 - 4 - Fundamentos da Linguagem Visual DCS 60 4 - 4 2º SEMESTRE DISCIPLINA Teorias Sociais DEP. DESOC CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 4 - 4 - Antropologia e Comunicação DESOC 60 4 - 4 Teorias Teorias da Linguagem DCS 60 4 - 4 da Comunicaçã o Laboratório Técnicas da Notícia DCS 60 2 1 3 de Produção Textual Fundamento Fotojornalismo DCS 60 2 1 3 s da Linguagem Visual Teorias e Técnicas da Narrativa DCS 60 2 1 3 - 3º SEMESTRE DISCIPLINA Metodologia da Pesquisa DEPTO em DCS CH 60 CR PRÉ- T P TOT 2 1 3 Comunicação REQUISITO Filosofia e Comunicação. Teorias da Linguagem Lógica e Retórica Experiência Artística e Cultura Moderna DCS 60 DEART 60 2 1 3 - 4 - 4 Fundamento Design da Notícia DCS 60 2 1 3 s da Linguagem Visual Pesquisa Jornalística DCS 60 2 1 3 Técnicas da Notícia 4º SEMESTRE DISCIPLINA Teoria Política DEPTO DESOC CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 4 - 4 - Direito e Deontologia - em Comunicação DCS 60 4 Ética e Jornalismo DCS 60 4 4 - 4 Técnicas da Notícia Laboratório de Radiojornalismo DCS 90 4 - 4 Pesquisa Jornalística Análise e Opinião no Jornalismo DCS 60 2 2 3 Pesquisa Jornalística 5º SEMESTRE DISCIPLINA Estética e Mídia CH DCS CR 60 PRÉ- T P TOT 4 - 4 REQUISITO Direito Gestão de Empresa Jornalística DCS 60 2 1 3 e Deontologia em Comunicaçã o Mídias Digitais DCS 60 2 1 3 Técnicas da Laboratório de Telejornalismo DCS 90 2 2 4 Notícia Pesquisa Jornalística Jornalismo de Revista DCS 60 2 1 3 Análise e Opinião no Jornalismo 6º SEMESTRE CR PRÉ- DISCIPLINA Formação Contemporânea do Brasil CH CH T P TOT REQUISITO DHIST 60 4 - 4 Técnicas Assessoria de Jornalismo DCS 90 2 2 4 da Notícia Pesquisa Jornalística Mídias Digitais Laboratório de Web Jornalismo DCS 90 2 2 4 Técnicas da Notícia Pesquisa Jornalística Fundamentos da Economia DECON 60h 4 - 4 Mídias Digitais Eletiva I DCS 60 2 1 3 - 7º SEMESTRE DISCIPLINA DEPTO CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO Economia Política da Comunicação DCS 60 4 - 4 - Crítica de Mídia DCS 60 2 1 3 Metodologia Elaboração de Projeto de TCC DCS 60 2 1 3 da Pesquisa em Comunicação Mídias Digitais Laboratório de Jornalismo Impresso DCS 90 2 2 4 Técnicas da Notícia Pesquisa Jornalística Eletiva II DCS 60 2 1 3 8º SEMESTRE DISCIPLINA DPTO CH CR T PRÉP TOT REQUISITO TCC: Projeto Experimental / Monografia DCS 120 2 2 4 Metodologi a da Pesquisa em Comunicação Elaboração do Projeto de TCC Campus DCS 270 - 6 6 - ELETIVAS DE JORNALISMO: CR DISCIPLINA DPTO CH Jornalismo Econômico DCS Jornalismo Cultural PRÉ- T P TOT 60 2 1 3 DCS 60 2 1 3 Jornalismo Esportivo DCS 60 2 1 3 Jornalismo Político DCS 60 2 1 3 Jornalismo e Políticas Públicas DCS 60 2 1 3 Seminários de Jornalismo DCS 60 2 1 3 DCS 60 2 1 3 Perspectivas Profissionais em REQUISITO Jornalismo 7.6.2 Rádio e Televisão 1º SEMESTRE DISCIPLINA Laboratório de Produção Textual DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO DCS 60 2 1 3 - Filosofia e Comunicação DEFIL 60 4 - 4 - Teorias da Comunicação DCS 60 4 - 4 - 60 4 - 4 60 4 - 4 Fundamentos da Linguagem Visual História das Mídias DCS - Psicologia Social DCS 60 4 - 4 2º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO Teorias Sociais DESOC 60 4 - 4 - Antropologia e Comunicação DESOC 60 4 - 4 - DCS 60 4 - 4 Teoria da Teorias da Linguagem Comunicação Sonorização e Trilha Sonora DCS 60 2 1 3 Fundamentos da Linguagem Visual Roteiro para Televisão DCS 60 2 1 3 Laboratório de Produção Textual Roteiro para Rádio DCS 60 2 1 3 Laboratório de Produção Textual 3º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T Metodologia da Pesquisa em Comunicação DCS 60 2 P PRÉTOT REQUISITO 3 Filosofia e Comunicação 1 Teorias da Linguagem Lógica e Retórica Locução, Narração e Interpretação para Rádio e Televisão Experiência Artística e Cultura Moderna Ética e Mídia DCS 60 2 1 3 - DEFIL 60 2 1 3 - DEART 60 4 - 4 - DCS 60 4 - 4 - Direção de Fotografia e Iluminação DCS 60 2 1 3 - 4º SEMESTRE DISCIPLINA Teoria Política DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO DESOC 60 4 - 4 - Direito e Deontologia em Comunicação DCS 60 4 - 4 - Estética do Vídeo DCS 60 2 1 Sonorização e 3 Trilha Sonora Experiência Artística e Cultura Direção de Arte e Cenografia DCS 60 2 1 3 Moderna Direção de Fotografia e Iluminação Produção de Programas de Televisão Produção e Direção de Programas de Rádio DCS 60 2 1 Roteiro para 3 Televisão Roteiro para DCS 60 2 1 3 Rádio 5º SEMESTRE DISCIPLINA Estética e Mídia Cultura Brasileira e Regional DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO DCS 60 4 - 4 - DESOC 60 4 - 4 - 3 Direção de Televisão DCS 60 2 1 Estética do Vídeo Direção de Arte e Cenografia Produção de Programas de Televisão Mídias Digitais DCS 60 2 1 3 História das Mídias Eletiva I DCS 60 2 1 3 - 6º SEMESTRE DISCIPLINA Formação Contemporânea do Brasil DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO DEHIST 60 4 - 4 - Edição e Pós-produção para Televisão DCS 60 2 1 3 - Edição e Pós-produção para Rádio DCS 60 2 1 3 - Narrativa Ficcional e Documentário DCS 60 2 1 3 - Educação e Tecnologia DCS 60 2 1 3 - 7º SEMESTRE DISCIPLINA Economia Política da Comunicação Elaboração do Projeto de TCC DEP. DCS DCS CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 4 - 4 - 2 1 3 Metodologia da Pesquisa 60 em Comunicação Empreendedorismo e Gestão em Comunicação DECCA Assessoria de Comunicação DCS Eletiva II DCS 2 1 3 - 60 2 1 3 - 60 2 1 3 - 60 8º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T P PRÉREQUISITO TOT Metodologi a da Pesquisa TCC: Projeto Experimental / DCS Monografia 120 em 2 2 4 Comunicação Elaboração do Projeto TCC Estágio Curricular Supervisionado DCS 270 DEP. CH - 6 6 ELETIVAS DE RÁDIO E TELEVISÃO: DISCIPLINA CR PRÉ- T P TOT REQUISITO Rádio e Televisão Comunitárias DCS 60 2 1 3 - Produção Cultural DCS 60 2 1 3 - Crítica Audiovisual DCS 60 2 1 3 - Comunicação e Políticas Públicas DCS 60 2 1 3 - DCS 60 2 1 3 - DCS 60 2 1 3 - DCS 60 2 1 3 - 2 1 3 - Rádio e TV na Web Apresentação e Interpretação em Vídeo Marketing em Rádio e Televisão Gestão de Projetos Especiais em Rádio e Televisão DCS 60 7.6.3 Em Relações Públicas: 1º SEMESTRE DISCIPLINA Laboratório de Produção Textual DEP. DCS CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 2 1 3 - Filosofia e Comunicação DEFIL 60 4 - 4 - Teorias da Comunicação DCS 60 4 - 4 - Introdução às Relações Públicas DCS 60 4 - 4 - DECCA 60 4 - 4 - Introdução à Administração 2º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR PRÉ- T P TOT REQUISITO Teorias Sociais DESOC 60 4 - 4 - Antropologia e Comunicação DESOC 60 4 - 4 - DCS 60 4 - 4 Teorias da Teorias da Linguagem Comunicação Comunicação e Cultura Organizacional DCS 60 4 - 4 Introdução às Relações Públicas Sociologia da Organização Publicidade e Propaganda: DESOC 60 4 - 4 - DCS 60 2 1 3 - fundamentos e técnicas. 3º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T Metodologia da Pesquisa P PRÉTOT em Comunicação REQUISITO Filosofia DCS 60 2 1 3 e Comunicação Teorias da Linguagem Lógica e Retórica DCS 60 2 1 3 Introdução às Planejamento e Gestão Estratégica em Relações Públicas DCS 75 3 1 4 Relações Públicas Comunicação e Cultura Org. Psicologia nas Organizações DEPSI 60 4 - 4 Publicidade e Planejamento de Mídia DCS 60 2 1 3 Propaganda: fundamentos e técnicas. 4º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. Teoria Política DESOC CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 4 - 4 Planejamento e Gestão Relações Públicas Empresariais DCS 60 2 1 3 Estratégica em Relações Públicas Instituições de Direito Público e DEDIR 60 4 - 4 - Privado Introdução às Teorias da Opinião Pública DCS 60 4 - 4 Relações Públicas. Teorias Sociais Laboratório de Comunicação Interna DCS 60 2 1 3 - Laboratório de Redação Jornalística e DCS 60 2 1 3 - Relacionamento com a Mídia 5º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T P PRÉTOT REQUISITO Estética e Mídia DCS 60 4 - 4 Planejamento e Relações Públicas Governamentais DCS 60 2 1 3 Gestão Estratégica em Relações Públicas Teoria Política Relações Públicas e Marketing Estatística Aplicada às Pesquisas em DCS 60 2 1 3 - DEMAT 60 2 1 3 - DCS 60 2 1 3 - DEFIL 45 3 - 3 - Relações Públicas Produção de Revista Institucional Ética e Cidadania 6º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. Tópicos de Atualização em Relações DCS CH 60 CR PRÉ- T P TOT REQUISITO 2 1 3 - Públicas Planejamento e Gestão Relações Públicas Comunitárias DCS 60 2 1 3 Estratégica em Relações Públicas. Teoria Política Deontologia e Legislação em Relações DCS 60 4 - 4 Públicas Ética e Cidadania Pesquisas em Relações Públicas DCS 60 2 1 3 - Laboratório DCS 60 2 1 3 - DCS 45 3 - 3 - de Campanhas Institucionais Cerimonial e Protocolo 7º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T P PRÉTOT REQUISITO Metodologia Planejamento do TCC: Projeto DCS 60 2 1 3 de Pesquisa Experimental/ Monografia em Comunicação Planejamento e Execução de Eventos DCS 60 2 1 3 Cerimonial e Organizacionais Protocolo Economia Política da Comunicação DCS 60 4 - 4 - Auditorias de Relações Públicas DCS 60 2 1 3 Pesquisas em Relações Públicas Comunicação Digital e seus Usos DCS 60 2 1 3 - Institucionais 8º SEMESTRE DISCIPLINA DEP. CH CR T P PRÉTOT REQUISITO Planejamento do TCC: TCC: Projeto Experimental/ Monografia DCS 120 - 4 4 Projeto Experimental/ Monografia 70% da carga Estágio Supervisionado DCS 270 - 6 6 horária do curso concluída. 8. O FLUXOGRAMA DE CADA HABILITAÇÃO (é só acrescentar posteriormente) 9. EMENTAS DAS DISCIPLINAS E REFERÊNCIAS BÁSICAS 9.1 Ementas comuns às três habilitações 9. 1. 1 Jornalismo, Rádio e Televisão e Relações Públicas 1. LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO TEXTUAL CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O trabalho e o trabalhador intelectual: modos de ser, de agir, de interagir. A argumentação verbal e escrita. Lógica e expressão do pensamento. O que dizer, modos de dizer, ocasiões e situações. A comunicação pela palavra escrita. Gêneros textuais – figurativos e temáticos. Gêneros textuais no âmbito das mídias. Bibliografia: BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000. BONINI, Adair. Gêneros textuais e cognição: um estudo sobre a organização cognitiva da identidade dos textos. Florianópolis: Insular, 2002. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna – aprenda a escrever, aprendendo a pensar. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1993. KOCH, I. G. V. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984. 2. FILOSOFIA E COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Passagem da narrativa mítica para o discurso racional. Conceitos de Filosofia, Ciência e Conhecimento. Principais correntes filosóficas e questões da linguagem, da mediação, da realidade e do sujeito. Filosofia e modos de pensar a verdade. Bibliografia: CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2005. COSTA, Cláudio. Filosofia da linguagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002. MARIAS, Julian. História da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2005. MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005. PLATÃO. A república. São Paulo: Nova Cultural, 1984. 3. TEORIAS DA COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Constituição do campo da comunicação. Correntes da teoria da comunicação – perspectivas e contextos sócio-históricos. Contributos latino-americano e brasileiro para os estudos em comunicação. Novas abordagens em teoria e pesquisa da comunicação. Bibliografia: CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2000. HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luiz & FRANÇA, Vera Veiga (orgs.). Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2001. MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. MATTELART, Armand. Comunicação-mundo: história das idéias e das estratégias. Petrópolis: Vozes, 1999. RODRIGUES, Adriano Duarte. Estratégias da comunicação: questão comunicacional e formas de sociabilidade. Lisboa: Presença, 1997. 4. TEORIAS SOCIAIS CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Emergência do mundo moderno e surgimento da Sociologia. Teorias sociais contemporâneas e suas chaves analíticas. Caracterização de sociedade e processos sociais: estrutura social, classes e grupos sociais, instituições e mudança social. Comunicação nas teorias sociais e na constituição da sociedade. Bibliografia: ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1993. DOMINGUES, José Maurício. Teorias sociológicas no século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. MORAES, Denis (org.). Sociedade midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006. QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, M. Lígia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gardênia. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2001. 5. ANTROPOLOGIA E COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Fundamentos e constituição do campo antropológico. Interfaces com estudos da linguagem e da Comunicação. Formação grupal e o conceito moderno de nação. Mídia, ritos e símbolos da cultura moderna. Noções de cultura e estudos culturais no século XX; diversidade e pluralidade cultural das sociedades globalizadas e a mídia. Estudos da Comunicação e métodos etnográficos. Bibliografia: AUGÉ, Marc. Por uma antropologia dos mundos contemporâneos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. BURKE, Peter. O que é história cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1998. (Ensaios LatinoAmericanos, 1) CEVASCO, Maria Elisa. Dez lições sobre os estudos culturais. São Paulo: Boitempo, 2003. DA MATTA, Roberto. Relativizando. Petrópolis: Vozes, 1981. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 17.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. (Antropologia Social) LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1996. ___________. A descrição etnográfica. São Paulo: Terceira Margem, 2004. LÉVI-STRAUSS, Claude. “Introdução à obra de Marcel Mauss”. In MAUSS, Marcel. Ensaio sobre a dádiva. Lisboa: Edições 70, 1988. (Perspectivas do Homem, 29) _________________. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. TRAVANCAS, Isabel, FARIAS, Patrícia (orgs.). Antropologia e comunicação. Rio de Janeiro: Garamond, 2003. (Universitária) VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. 6. TEORIAS DA LINGUAGEM CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Fundamentos de base Lingüística. Correntes da Semiologia e da Semiótica, seus conceitos centrais e elementos de análise. Concepções sobre produção de significado: sentido, quantificação, projeções semânticas e pragmáticas. Organização discursiva, análise discursiva e construção de sentido. Polifonia e dialogia. Teorias da enunciação e procedimentos de análise enunciativa. Bibliografia: BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: Editora da UNB, 2001. FREITAS, Jeanne Marie. Comunicação e Psicanálise. São Paulo: Escuta, 1992. MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2002. PEIRCE, Charles. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 1990. RODRIGUES, Adriano Duarte. A partitura invisível – Para a abordagem interactiva da linguagem. Lisboa: Colibri, 2005. (Coleção Cadernos Universitários) SANTAELLA, Lúcia. Matrizes da linguagem e do pensamento. São Paulo: Iluminuras, 2001. 7. METODOTOLOGIA DA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Tipologias do conhecimento. Metodologias, técnicas de pesquisa e demarcação científica. O campo da comunicação e a pesquisa científica. Delineamento da pesquisa e elaboração de projetos. Comunicação científica e relatório de pesquisa. Bibliografia: BARROS, Aidil de Jesus Paes de. Um guia para a iniciação científica. São Paulo: MacGraw-Hill, 1986. DUARTE, Antônio; BARROS, Jorge (org.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987. _______. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1995. SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez Editora, 2003. 8. LÓGICA E RETÓRICA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Lógica e racionalidade retórica. Figuras e estilos. Retórica e argumentação. Gêneros e sua implicação retórica. Dimensão retórica no âmbito das mídias e das organizações. Persuasão e espetáculo massivo. Bibliografia: GRACIO, Rui Alexandre. Racionalidade argumentativa. Porto: Asa, 1993. MEYER, Michel. Questões de retórica: linguagem, razão e sedução. Lisboa: Edições 70, 1998. PERELMAN, Chaïm. O império retórico. Retórica e argumentação. Lisboa: Asa, 1993. _________________. Retóricas. São Paulo: Martins Fontes, 1999. _________________. e OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação – A nova retórica. São Paulo: Martins Fontes, 1996. 9. TEORIA POLÍTICA CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Introdução à política. Especificidade e autonomia da política em relação a outras atividades humanas; aproximações e rupturas com a idéia de dominação. Diferentes concepções de poder e principais teorias do Estado Moderno. Crise do Estado e da Política frente à expansão do poder de mercado e da mídia. Bibliografia: ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária. ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Martins Fontes, 1991. BOBBIO, Norberto. Teoria Geral da Política. Rio de Janeiro: Campus, 2000, DAHL, Robert. Poliorquia. São Paulo: EDUSP, 1997. FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2001. RUBIM, Antônio Canelas. Comunicação & Política. São Paulo: Hacker, 2000. WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, 1968. 10. ESTÉTICA E MÍDIA CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Fenômeno artístico e fenômeno estético. Multiplicidade das artes e seus efeitos sensíveis. Concepções de fenômeno estético. Vínculos entre sentimento e pensamento. Espaço midiático e provocação sensível. Lógica de consumo e estímulo estético. Bibliografia: BARILLI, Renato. Curso de estética. Lisboa: Editorial Estampa, s/d. (Teoria da Arte, 7). ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. São Paulo: Perspectiva, 1987. (Coleção Debates, 19). LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. PAREYSON, Luigi. Estética: teoria da formatividade. Petrópolis: Vozes, 1993. (Coleção Estética Universal; 3). VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez. Convite à estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. 11. ECONOMIA POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Mudanças de ordem corporativa, societária e tecnológica advindas dos processos de globalização e mundialização das relações políticas, econômicas e culturais. Dimensões sociológicas, políticas e estéticas da convergência multimídia no âmbito da produção simbólica e da atividade mercadológica. Regulamentação do setor de comunicação no país, críticas às formas de regulação e principais norteadores para construção de políticas públicas efetivas de produção audiovisual. Bibliografia: BOLAÑO, César. Globalização e regionalismo. São Paulo: Educ, 1999. ______________. Mercado brasileiro de televisão. 2. ed. São Paulo: Educ, 2004. LEAL FILHO, Laurindo. Atrás das câmeras. São Paulo: Summus,1988. ____________________. A TV sob controle. São Paulo: Summus, 2006. MARTINES, André. Democracia audiovisual. São Paulo: Escrituras, 2005. SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 9. 1. 2. Disciplinas comuns as habilitações de Jornalismo e Rádio e Televisão 1. FUNDAMENTOS DE LINGUAGEM AUDIOVISUAL CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Noções de som e imagem. Som e imagem como discurso. Imagem e olhar. Relação entre forma e conteúdo. Representações sonoras, luz e movimentos de câmera como linguagem e expressão audiovisuais. Construção e análise de produtos sonoros e imagéticos. Bibliografia: AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas, SP: Papirus, 1995. BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. (Ensaios Críticos, III). CANEVACCI, Massimo. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. FELDMAN-BIANCO, Bela e LEITE, Mírian L. Moreira (org.). Desafios da Imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas: Papirus, 1998. HUYGHE, René. O poder da imagem. São Paulo: Martins Fontes, 1986. MARTINE, Joly. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 1996. SANTAELLA, Lúcia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. 2. EXPERIÊNCIA ARTÍSTICA E CULTURA MODERNA CH: 60 ● CR: 4 Ementa: História das técnicas artísticas. Vínculos sociais da arte, movimentos e vanguardas artísticas. Sistemas artísticos, lógicas de composição e processos de compreensibilidade, identificação, discriminação. Campos artísticos e formações da produção cultural no cenário moderno. Tendências da arte contemporânea e relações interativas entre diferentes setores de produção cultural. Bibliografia: BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. DOMINGUES, Diana (org.) A arte no século XXI. São Paulo: Editora da Unesp, 1997. JANSON, H. W. História Geral da Arte. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1993. Vol. I, II, III. MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. PARENTE, André (org.). Imagem-Máquina. São Paulo: Editora 34, 1993. WÖLFFIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o problema da evolução dos estilos nas artes recentes. São Paulo: Martins Fontes, 1989. 3. DIREITO E DEONTOLOGIA EM COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Direito, Estado e Democracia. Sistema jurídico, regime constitucional e regime político no Brasil. Movimentos de cidadania, direitos humanos e comunicação no país. Direito à informação e à comunicação. Regulação das atividades, das instituições midiáticas e das profissões de comunicação no país. Normas e princípios deontológicos. Deontologia da comunicação no Brasil e em outros países. Bibliografia: BERTRAND, Claude-Jean. O arsenal da democracia: sistemas de responsabilização da mídia. Santa Catarina: EDUSC, 2004. Dourado de Gusmão, Paulo. Introdução ao estudo do direito. Rio de Janeiro: Forense, 1998. FISHER, Desmond (1982). O direito de comunicar: expressão, informação e liberdade. São Paulo: Brasiliense, 1982. CRIADO, Alex (org.). Guia de direitos humanos: fonte para jornalistas. São Paulo: Cortez, 2003. Reale, Miguel. O direito como experiência. São Paulo: Saraiva, 1992. Wald, Arnoldo. Curso de direito civil brasileiro. Introdução e parte geral. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1989. 4. MÍDIAS DIGITAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Conversão analógico-digital: contexto e referências técnicas. Sociedade da informação e convergência tecnológica. As tecnologias digitais e os modos de criar, comunicar e interagir. Apropriações tecnológicas e aplicações na área de comunicação. Bibliografia: BAUDRILLARD, Jean. Tela Total: mito-ironias da era virtual e da imagem. Porto Alegre: Sulina, 1999. BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2002. V.1 DIZARD Jr., Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. HOINEFF, N. A nova televisão: desmassificação e o impasse das grandes redes. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996. LÉVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 5. FORMAÇÃO CONTEMPORÂNEA DO BRASIL CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Interpretações históricas de formação da sociedade brasileira e da sociedade maranhense em seus aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Impacto da democracia, da globalização e da digitalização na formação contemporânea do Brasil e do Maranhão. Redes de comunicação, reestruturação de espaços públicos da sociedade e representações da história nacional e regional. Bibliografia: CARVALHO, Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. COSTA, Wagner Cabral da. Sob o signo da morte: o poder oligárquico de Victorino a Sarney. São Luís: Edufma, 2006. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. LAGE, Nilson. Controle da opinião pública. Petrópolis: Vozes, 1998. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2001. 9. 2 Ementas das disciplinas da habilitação Jornalismo 9. 2. 1. Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Jornalismo 1. HISTÓRIA DO JORNALISMO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Eventos históricos relacionados ao aparecimento e consolidação da rede de produção, circulação e consumo de informações jornalísticas. História das técnicas do jornalismo. Desenvolvimento social e modelos de jornalismo. Origens e desenvolvimento do jornalismo no Brasil. Bibliografia: BAHIA, Juarez. Jornal: história e técnica. São Paulo: Ática, s.d. BUITONI, Dulcília Schroeder. Imprensa feminina. São Paulo: Ática, 1986. CLARK, Walter. Campeão de audiência. São Paulo: Best Seller, 1988. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1987. SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, s.d. 2. EPISTEMOLOGIA DO JORNALISMO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Fundamentos epistemológicos das teorias do Jornalismo. Elementos fundantes do jornalismo como conhecimento público e a notícia como prática discursiva. Estudo de correntes e de autores mais significativos das teorias do jornalismo. Bibliografia: BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo, Martins Fontes, 1992. BELTRÃO, Luiz. Introdução à filosofia do jornalismo. São Paulo: EDUSP; COMARTE, 1992. BERGER, Peter & LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes, 1973. GOMES, Mayra Rodrigues. Jornalismo e ciências da linguagem. São Paulo: Hacker Editores, 2000. MEDITSCH, Eduardo. O conhecimento do jornalismo. Florianópolis, Editora da UFSC, 1992 LAGE, Nílson. Teoria e técnica do texto jornalístico. São Paulo: Campus, 2005. PENA, Felipe. Teorias do jornalismo. São Paulo: Contexto, 2005. 3. TÉCNICAS DA NOTÍCIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Definições e características da notícia. Elementos fundamentais e critérios de noticiabilidade. Tipificação dos elementos da notícia: títulos, lead, legendas, edição de textos. Elaboração de pauta. Formas e condução de entrevista. Técnicas de elaboração da notícia e críticas aos formatos consagrados. Bibliografia: ERBOLATO, Mario. Técnicas de codificação em jornalismo. São Paulo: Ática, 2004. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1998. ___________. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2001. ___________. Teoria e técnica do texto jornalístico. Rio de Janeiro: Elsevier e Campus, 2005. MEDINA, Cremilda. Notícia: um produto à venda. São Paulo: Summus, 1988. NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2002. 4. FOTOJORNALISMO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: História da técnica fotográfica. Funções da fotografia. Prática de reportagem fotográfica e composição fotográfica no jornalismo. Novas tecnologias, imagem e manipulação digital. Edição de fotografia. Bibliografia: BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1987. DUBOIS, P. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994. RAMALHO, José Antônio. Escola de fotografia. São Paulo: Futura, 2004. ROSE, Carla. Fotografia digital. Rio de Janeiro: Campus. 1998. SENAC. DN. Fotógrafo: o olhar, a técnica e o trabalho. [Rose Zuanetti; Elizabeth Real; Nelson Martins et al]. Rio de Janeiro: Ed. SENAC Nacional, 2002. SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo: introdução à história, às técnicas e à linguagem da fotografia na imprensa. Santa Catarina: Letras Contemporâneas, 2004. 5. TEORIAS E TÉCNICAS DA NARRATIVA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Gêneros literários e gêneros jornalísticos. Narração, ficção e realidade. Espaço e tempo narrativos. Modos de narrar. Vozes nas narrativas e construção de personagens. Traço, escrita, imagem e som: formatos narrativos em diferentes mídias. Bibliografia: BONINI, Adair. Gêneros textuais e cognição: um estudo sobre a organização cognitiva da identidade dos textos. Florianópolis: Insular, 2002. ECO, Umberto. Conceito de texto. São Paulo: EDUSP, 1984. COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Editora Ática, 1993. LEITE, Lígia Chiappini M. O foco narrativo. São Paulo: Ática, 1989. FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo: Editora Ática, 1996. NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática, 2000. REIS, Carlos & LOPES, Ana Cristina M. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1998. SODRÉ, Muniz; FERREIRA, Maria H. Técnica de reportagem: notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. 6. DESIGN DA NOTÍCIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Projeto gráfico-editorial, características e funções. Etapas de confecção de jornal convencional e eletrônico. Processo de leitura, tipologia e categorias de tipos. Psicodinâmica das cores em comunicação. Sistema de percepção e forças de composição dos elementos visuais. Etapas de confecção de jornal convencional e eletrônico. Sistemas de composição e impressão. Softwares de editoração eletrônica. Bibliografia: COLLARO, Antônio Celso. Projeto gráfico. São Paulo: Summus, 2000. DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2002. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1990. FERREIRA JÚNIOR, José. Capas de jornais: a primeira imagem e o espaço gráficovisual. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escritura Editora, 2000. GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação: a construção biofísica, lingüística e cultural da simbologia das cores. São Paulo: Annablume, 2000. OLIVEIRA, Marina. Produção gráfica para designers. Rio de Janeiro: 2AB, 2002. 7. PESQUISA JORNALÍSTICA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Estudos das metodologias concernentes à produção e à circulação do conhecimento produzido pelo jornalismo. Tendências e perspectivas da pesquisa jornalística. A grande reportagem: um método jornalístico. Meios de elaboração, custos e estruturação textual da investigação exaustiva. Planejamento da pesquisa jornalística. Análise dos problemas nacionais pautados pelo jornalismo brasileiro. Bibliografia: ALTMAN, Fábio. A arte da entrevista. São Paulo: Boitempo, 2004. FORTES, Leandro. Jornalismo investigativo. São Paulo: Contexto, 2005. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 3. ed. São Paulo: Ática, 1995. LAGE, Nílson. A reportagem. Rio de Janeiro: Record, 2001. ___________. Teoria e técnica do texto jornalístico. Rio de Janeiro: Elsevier e Campus, 2005. MEDINA, Cremilda. Entrevista, o diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986. 8. ÉTICA E JORNALISMO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Jornalismo e realidade. Diferença entre ética, moral e deontologia. Princípios de liberdade, de veracidade e de referencialidade do jornalismo. Princípio ético do jornalismo e o discurso jornalístico. Ética da informação e ética da comunicação. Bibliografia: BLÁZQUEZ, Niceto. Ética e meios de comunicação. São Paulo, Paulinas, 1999. BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. CORNU, Daniel. Jornalismo e verdade: para uma ética da comunicação. Lisboa, Instituto Piaget, 1994. CORREIA, João Carlos. Jornalismo e espaço público. Covilhã: Universidade da Beira Interior, 1998. ESTEVES, João Pissarra Nunes. A ética da comunicação e os media modernos: legitimidade e poder nas sociedades complexas, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1998. KARAM, José Francisco. Jornalismo, ética e liberdade. São Paulo: Summus, 1997. LYOTARD, Jean-François. O pós-moderno. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. MARX, Karl. A liberdade de imprensa. Porto Alegre, L&PM, 1979. THOMPSON John. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis: Vozes, 1995. 9. LABORATÓRIO DE RADIOJORNALISMO CH: 90 ● CR: 4 Ementa: Manifestações jornalísticas no rádio. Produção de programas radiofônicos. Linguagem oral e técnicas de redação e edição de programas radiofônicos. Entrevistas e debates como formas de expressão opinativa. O rádio na Internet. Bibliografia: BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2003. JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. MEDITISCH, Eduardo (org.). Rádio e pânico: a guerra dos mundos, 60 anos depois. Florianópolis: Insular, 1998. _______________________. O rádio na era da informação. Florianópolis: Insular, 2001. ORTRIWANO, Gisela. A informação no rádio. São Paulo: Summus, 1985. PRADO, Magaly. Produção de rádio: manual prático para professores e alunos. São Paulo: Campus, 2006. 10. ANÁLISE E OPINIÃO NO JORNALISMO CH: 90 ● CR: 3 Ementa: A questão dos gêneros discursivos no jornalismo. Características básicas do texto opinativo. Construção e análise de editoriais, colunas, comentários, artigos assinados, resenhas, crônicas, caricaturas, charges. Produção opinativa em veículos audiovisuais e digitais com suas ramificações gestuais, gráficas e sonoras. Bibliografia: ABRAMO, Cláudio. A regra do jogo. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica. São Paulo: Ática, 1990. Vol.1 e 2. BELTRÃO, Luiz. Jornalismo opinativo. Porto Alegre: Sulina, 1980. DINES, Alberto. O papel do jornal. São Paulo: Summus, 1986. MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. Campos do Jordão: Mantiqueira, 2003. SODRÉ, Nelson W. História da imprensa no Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 1983. 11. GESTÃO DE EMPRESA JORNALÍSTICA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Gestão estratégica de empresa. Cultura e mudança organizacional. Estrutura e funcionamento de empresas jornalísticas. Atividades-meio e atividades-fim das organizações jornalísticas. Planejamento e execução orçamentária. Bibliografia: DAFT, Richard L. Organizações: teoria e projeto. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. JOHNSON, Mike. Administrando no próximo milênio. São Paulo: Thomson Pioneira, 1997. PEREIRA, Maria Isabel; SANTOS, Sílvio Aparecido dos. Modelo de gestão. São Paulo: Thomson Pioneira, 2000. VASCONCELOS, Eduardo; HEMSLEY, James R. Estrutura das organizações. São Paulo: Thomson Pioneira, 1997. 12. LABORATÓRIO DE TELEJORNALISMO CH: 90 ● CR: 4 Ementa: Conceitos do jornalismo televisual. Métodos e funções da produção e edição de um telejornal. Princípios, equipamentos e prática de reportagem e edição na televisão. Os formatos dos telejornais. Exercícios de produção, edição e reportagem. Bibliografia: ARBEX JÚNIOR, José. Showjornalismo: a notícia como espetáculo. São Paulo: Casa Amarela, 2001. BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2005. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: SENAC, 2000. PATERNOSTRO, Vera. O texto na TV. Rio de Janeiro: Campus, 2006. 13. JORNALISMO DE REVISTA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Técnicas de apuração, de redação e de edição do texto de revista. Construção do conceito de segmentação. Organização empresarial, sistemas de produção e influências do marketing como parâmetros do jornalismo de revista. Implicações éticas e estéticas na produção do conteúdo editorializado de revistas semanais. Bibliografia: CASTRO, Gustavo; GALENO, Alex. Jornalismo e literatura. São Paulo: Escrituras Editora, 2002. FORTES, Leandro. Jornalismo investigativo. São Paulo: Contexto, 2005. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1995. MIRA, Maria Celeste. O leitor e a banca de revista. São Paulo: Olho d’ Água/ FAPESP, 2001. SCALZO, Marília. Jornalismo de revista. São Paulo: Contexto, 2004. VILAS BOAS, Sérgio. O estilo magazine. São Paulo: Summus, 1996. 14. ASSESSORIA DE JORNALISMO CH: 90 ● CR: 4 Ementa: Origens e mudanças no trabalho de assessoria no Brasil. Discurso jornalístico nas assessorias de comunicação social e sua interlocução com corporações e sociedade civil. Instrumentos de planejamento e execução de práticas jornalísticas no ambiente de assessoria. Aspectos éticos ligados às atividades do setor. Produção de peças para diversas mídias. Bibliografia: DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. São Paulo: Atlas, 2002. EID, Marco Antônio Carvalho. Entre o poder e a mídia. São Paulo: M. Books, 2003. FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS. Manual de assessoria de imprensa. Rio de Janeiro: CONJAI, 1994. FERRARETO, Artur; Koplin, Elisa. Assessoria de imprensa: teoria e prática. Porto Alegre: Sagra/DC Luzatto, 1993. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa. São Paulo: Contexto, 2004. 15. LABORATÓRIO DE WEBJORNALISMO CH: 90 ● CR: 4 Ementa: A Internet, seu funcionamento e serviços oferecidos. Principais características. Interação, interatividade e reatividade. Jornalismo na Internet. Planejamento e desenvolvimento de sites de conteúdo. Usos, arquitetura da informação e interface. Características do texto para Web. Elementos de design. Oportunidades de negócios na Internet. Registro, domínio, hospedagem e divulgação. Bibliografia: FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2003. LEMOS, André. As janelas do ciberespaço. Porto Alegre: Sulina. 2001. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: Edições GJOL; Calandra, 2003. MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo web: produção e edição de notícias on-line. São Paulo: Senac. 2002. MOURA, Leonardo. Como escrever na rede. São Paulo: Record, 2001. PINHO, J.B. Jornalismo na Internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003. MEMÓRIA, Felipe. Design para a Internet: projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 16. FUNDAMENTOS DA ECONOMIA CH: 90 ● CR: 4 Ementa: Características do sistema capitalista: produção, emprego, renda. Produção e circulação numa economia de mercado. Papel do Estado nas economias centrais e nas economias periféricas. Relações econômicas do Brasil com os demais países. Bibliografia: CANO, Wilson. Introdução à economia: uma abordagem crítica. São Paulo: UNESP, 2006. PINHO, Diva Benevides (org.). Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2004. VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval de; GREMAUD, Amaury P; TONELO JR., Rudinei. Economia brasileira contemporânea. São Paulo: Atlas, 2005. SINGER, Paul. Para entender o mundo financeiro. São Paulo: Contexto, 2000. ____________. Aprender economia. 22a. ed. São Paulo: Contexto, 2002. 17. CRÍTICA DA MÍDIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Constituição do campo midiático e sua relação com outros campos sociais. A mídia na organização da opinião pública, do espaço público e de práticas culturais. Análise das práticas de crítica da mídia. Exercícios de crítica de mídia. Bibliografia: BRETON Philippe; PROULX Serge. A explosão da comunicação. Lisboa: Bizâncio, 1997. HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa, Rio de Janeiro: Biblioteca Tempo Universitário, 1984. MESQUITA, Mário. O quarto equívoco: o poder dos media na sociedade contemporânea. Lisboa: Minerva Coimbra, 2004. MOARES, Denis de. O concreto e o virtual: mídia, cultura e tecnologia. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. MOUILLAUD, Maurice; PORTO, Sérgio Dayrell (org.). O jornal: da forma ao sentido. Brasília: Paralelo 15, 1997. RAWLS, John. Uma teoria da justiça. Brasília: Editora da UNB, 1993. RODRIGUES, Adriano Duarte. Comunicação e cultura: a experiência cultural na era da informação. Lisboa: Presença, 1994. WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. Lisboa: Presença, 1996. WOLTON, Dominique. Pensar a comunicação. Lisboa: Difel, 1999. 18. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE TCC CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Emprego de metodologias e de técnicas de pesquisa voltadas para os campos da comunicação e/ou do jornalismo. Estudos teórico-investigativos para efeito de organização de projeto de TCC. Elaboração de projeto experimental ou de monografia. Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. AMARAL, João Alberto A. do. Gestão de projetos: conceitos, metodologia. São Paulo: Scortecci, 2005. FRANÇA, Fábio; FREITAS, Sidinéia G. Manual de qualidade em projetos de comunicação. São Paulo: Ed. Thomson Pioneira, 1997. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2003. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 19. LABORATÓRIO DE JORNALISMO IMPRESSO CH: 90 ● CR: 4 Ementa: Técnicas de coleta de dados e estrutura da notícia. Formas de redação e de estruturação textual. Atribuições do repórter setorista. Trabalho de edição e hierarquização das matérias. Interpretação e opinião no jornalismo impresso. Exercícios de reportagem e edição de jornal impresso como prática laboratorial. Bibliografia: ABRAMO, Cláudio. A regra do jogo. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. ALTMAN, Fábio. A arte da entrevista. São Paulo: Boitempo, 2004. CHAPARRO, Manuel C. A pragmática do jornalismo. São Paulo: Summus,1994. GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide. Porto Alegre: Tchê, 1997. DANTAS, Audálio. Repórteres. São Paulo: SENAC, 1998. DINES, Alberto. O papel do jornal. São Paulo: Summus, 1986. KOTSCHO, Ricardo; Dimenstein, Gilberto. A aventura da reportagem. São Paulo: Summus, 1990. 20. TCC: PROJETO EXPERIMENTAL/MONOGRAFIA CH: 120 ● CR: 4 Ementa: Pesquisa desenvolvida pelo aluno com supervisão docente para efeito de produção de monografia e/ou projeto experimental em comunicação e/ou em jornalismo. Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. AMARAL, João Alberto A. do. Gestão de projetos: conceitos, metodologia. São Paulo: Scortecci, 2005. FRANÇA, Fábio; FREITAS, Sidinéia G. Manual de qualidade em projetos de comunicação. São Paulo: Ed. Thomson Pioneira, 1997. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2003. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 21. CAMPUS CH: 270 ● CR: 9 Ementa: Práticas jornalísticas referentes à pauta, à apuração, à pesquisa, à reportagem, à redação e à edição de textos nos espaços laboratoriais e institucionais da UFMA em diferentes suportes – impresso, audiovisual, digital – sob supervisão profissional e docente. Bibliografia: KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1995. LAGE, Nílson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2001. ___________. Teoria e técnica do texto jornalístico. Rio de Janeiro: Elsevier e Campus, 2005. BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2003. ___________. Manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2005. PINHO, P. B. Jornalismo na Internet. São Paulo: Summus, 2003. VIANA, Francisco. De cara com a mídia. São Paulo: Negócios Editores, 2001. 9. 2. 2. Ementas das disciplinas eletivas da habilitação Jornalismo 1. JORNALISMO ECONÔMICO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O jornalismo econômico como um conhecimento especializado. Interações entre as teorias econômicas e as teorias da notícia. O processo de produção do jornalismo econômico e as rotinas de seleção e agendamento. Bibliografia: BASIL, Sidnei. Jornalismo econômico. Rio de Janeiro: Negócio, 2002. BELTRÃO LUIZ. Jornalismo interpretativo: filosofia e técnica. Porto Alegre: Sulina, 1980. ESTEVES, João Pissarra. Comunicação e sociedade. Lisboa: Livros Horizonte, 2002. HENN, Ronaldo. Pauta e notícia: uma abordagem semiótica. Canoas: Ulbra, 1996. KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo econômico. São Paulo: Edusp, 1996. LUZ, Cristina Rego Monteiro. A pauta jornalística e suas mediações. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, tese (Doutorado em Comunicação), 2005. SOUSA, Jorge Pedro. As notícias e seus efeitos: as teorias do jornalismo e dos efeitos sociais dos media jornalísticos. Lisboa: Universidade Fernando Pessoa, 1999. TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teorias e estórias. Lisboa: Veja, 1993. (Col. Comunicação e Linguagem). 2. JORNALISMO CULTURAL CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O jornalismo como constituinte do campo cultural. A cultura como mediadora do campo midiático. Evolução histórica e social do jornalismo cultural na modernidade. Interações discursivas entre o campo cultural e o campo jornalístico. Agendamento e práticas editoriais de produção jornalística em cultura. O jornalismo cultural e seu espaço privilegiado na indústria cultural e nas novas tecnologias. Bibliografia ARENDT, Hanna. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1997. ABREU, Alzira Alves de et alli. Os Suplementos Literários: os Intelectuais e a Imprensa nos Anos 50. In: A imprensa em transição: o jornalismo brasileiro nos anos 50. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1996. ADORNO; Theodor. Comunicação e indústria cultural. São Paulo: T. A. Queiroz, 1987. BARBERO, Jesús Martín. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. CANCLINI, Néstor García. Consumidores e cidadãos. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1995. CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: Difel, l985. CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. São Paulo: Papirus, l993. _________. Artes de fazer: a invenção do cotidiano. Petrópolis: Vozes, l994. MARQUES, Francisca Ester de Sá (org.) Jornalismo cultural: da memória ao conhecimento. São Luís: Edufma, 2005. PIZA, Daniel. Questão de gosto: ensaios e resenhas. Rio de Janeiro: Record, 2000. 3. JORNALISMO ESPORTIVO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Editoria esportiva. Adequação da linguagem esportiva à linguagem jornalística. Produção e edição de matéria jornalística para a mídia impressa, eletrônica e webjornalismo. Características mercadológicas e a influência do marketing na mídia esportiva. Planejamento e cobertura de eventos esportivos. Bibliografia: BARBEIRO, Heródoto; RANGEL, Patrícia. Manual do jornalismo esportivo. São Paulo: Contexto, 2006. COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. São Paulo: Contexto, 2003. FEIJÓ, Luiz César Saraiva. A linguagem dos esportes de massa e a gíria no futebol. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; UERJ, 1994. MARANHÃO, Haroldo. Dicionário de futebol. Rio de Janeiro: Record, 1998. PRONI, Marcelo Weishaut. A metamorfose do futebol. Campinas: Unicamp, 2000. 4. JORNALISMO POLÍTICO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A editoria de política e abertura dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Estruturação, credibilidade e dimensão dos espaços da cobertura política na mídia. Relações entre o jornalista e a fonte e o imperativo ético no exercício profissional. Bibliografia: BOBBIO, Norberto (org.). Dicionário de política. Brasília: Editora da UNB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. GOLDENSTEIN, Gisela Taschner. Do jornalismo político à indústria cultural. São Paulo: Summus, 1987. MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2005. RUBIN, Antônio Albino Canelas. Comunicação & política. São Paulo: Hacker Editores, 2000. SERVA, Leão. Jornalismo e desinformação. São Paulo: SENAC, 2001. 5. JORNALISMO CIENTÍFICO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Jornalismo e ciência. Definições e conceitos de jornalismo científico. Características discursivas do texto do jornalismo científico. Métodos e técnicas de produção jornalística sobre ciência. Relações entre jornalistas e cientistas. Veículos e editorias especializados em jornalismo científico. Bibliografia: BUENO, Wilson da Costa. Jornalismo científico no Brasil: aspectos teóricos e práticos. São Paulo: CJE/ECA/USP, 1988. BURKET, Warren. Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990. GUIMARÃES, Eduardo (org). Produção e circulação do conhecimento. Campinas: Pontes, 2001. SIQUEIRA, Denise da Costa Oliveira. A ciência na televisão: mito, ritual e espetáculo. São Paulo: Annablume, 1999. 6. JORNALISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O jornalismo e a constituição e representação das cidades. Estado, movimentos sociais e políticas públicas. As cidades e os espaços públicos de produção de políticas públicas. Espaço estratégico do jornalismo na produção das políticas públicas nas sociedades contemporâneas. Cobertura das políticas públicas. Bibliografia: ANDRADE, Luciana Teixeira. Cidade e seus agentes: práticas e representações. São Paulo: EDUSP, 2006. COSTA, Marli M.M. da. Direito, cidadania e políticas públicas. São Paulo: Imprensa Livre, 2005. CHANTLER, P. e HARRIS, S. Radiojornalismo. São Paulo: Summus, 1992. CUNHA, Albertino. Telejornalismo. São Paulo: Atlas, 1990. ESTEVES, F. Desculpem a nossa falha: a batalha diária de uma repórter de TV. Rio de Janeiro: Record, 1990. 7. SEMINÁRIOS DE JORNALISMO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Estudos e debates sobre a produção científica atual no campo da Comunicação e em Jornalismo: teses, metodologias, comunicações científicas. Estudos de temas com interfaces no campo da Comunicação e em Jornalismo. Bibliografia: MAROCCO, Beatriz; BERGER, Christa (orgs.). A era glacial do jornalismo: teorias sociais da imprensa. Porto Alegre: Sulina, 2007. NEVES, Maria Bastos P.; MOREL, Marco; FERREIRA, Tânia Maria Bessone da C. (orgs.) História e imprensa: representações culturais e práticas de poder. Rio de Janeiro: FAPERJ;DP&A, 2006. PENA, Felipe. Teorias do jornalismo. São Paulo: Contexto, 2006. SOUSA, Mauro Wilton de (org.). Recepção mediática e espaço público: novos olhares. São Paulo: Paulinas, 2006 THOMPSON, John B. O escândalo político: poder e visibilidade na era da mídia. Petrópolis: Vozes, 2002. 8. PERSPECTIVAS PROFISSIONAIS EM JORNALISMO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Desafios das novas tecnologias e os novos formatos de atuação profissional. Extensão da esfera pública não-estatal e alargamento do espaço da atividade jornalística, demandando novas habilidades e novas competências para trabalhos com organizações nãogovernamentais, com movimentos populares, com associações profissionais etc. O jornalista como produtor de conteúdo para diversos suportes. Bibliografia: COSTA, Caio Túlio. Ombudsman: o relógio pascal. São Paulo: Geração Editorial, 2006. HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural na esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. HOHLFELDT, Antonio; BARBOSA, Marialva. Jornalismo no século XXI: a cidadania. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2002. KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era virtual. São Paulo: UNESP, 2005. LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Lisboa: Gradiva, 1989. MORAES, Denis de. Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2003. 9. 3. Ementas das disciplinas da habilitação Rádio e Televisão 9. 3. 1. Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Rádio e Televisão 1. HISTÓRIA DAS MÍDIAS CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Comunicação oral, escrita e impressa. Do vapor à eletricidade. Evolução dos suportes e suas influências na comunicação social. Linguagem, cultura e revoluções tecnológicas. Principais tecnologias em radiodifusão: captação, edição, transmissão e recepção de som e imagem. Broadcast x narrowcast. Transposições analógico/digitais. Bibliografia: BRIGGS, Asa; BURKER, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. DEFLEUR, Melvin L. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. DIZARD Jr., Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar , 2000. GIOVANNINI, Giovanni (org.). Evolução da Comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. HOINEFF, N. A nova televisão: desmassificação e o impasse das grandes redes. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996. MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1995. 2. PSICOLOGIA SOCIAL CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Principais conceitos. O Homem como ser social. Organização, instituição e grupo. Subjetividade Humana e construção do Eu. Imagem e imaginário. Estudo psicológico das inter-relações humanas voltadas para a construção da identidade individual e social. Estudo dos fenômenos cognitivos, emocionais e comportamentais no processo comunicacional. Discurso e Poder. Papel da mídia na produção da subjetividade. Bibliografia: ALENCAR, Eunice M.L. Psicologia: introdução aos princípios básicos do comportamento. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. ARONSON, Elliot. Psicologia social. Rio de Janeiro: LTC, 2003. GLEN, Frederick. Psicologia social nas organizações. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. LANE, Silvia T. M. Psicologia social: o homem em movimentação. São Paulo: Brasiliense, 1994. LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social? São Paulo: Brasiliense, 1994. (Coleção: Primeiros Passos). SARGENTINI, Vanice e NAVARRO-BARBOSA, Pedro. Foucault e os domínios da linguagem: discurso, poder, subjetividade. São Paulo: Claraluz, 2004. TELES, Antônio Xavier. Psicologia moderna. São Paulo: Ática, 1967. 3. SONORIZAÇÃO E TRILHA SONORA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Histórico das tecnologias aplicadas à produção sonora. Técnicas de gravação. Sincronismo: imagem-fala-ruído-música. Utilização dramática do som. Gêneros musicais e produção de trilhas sonoras. Microfones e equipamentos de gravação. Sonoplastia e efeitos sonoros. Mixagem de som. Operação em estúdio, operação em externa. Utilização dos recursos informatizados na produção sonora. Análise musical. Bibliografia: ARMES, R. On video: o significado do vídeo nos meios de comunicação. São Paulo: Summus, 1999. BERNADET, Jean-Claude. O que é cinema? São Paulo: Brasiliense; Nova Cultural, 1985. CYSNE, L. F. Áudio, engenharia e sistemas. Rio de Janeiro: Música e Tecnologia, 1998. DANCYGER, K. Técnicas de edição para cinema e vídeo: história, teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. ORTIZ, Miguel Ángel; Marchamalo, Jesús. Técnicas de comunicação pelo rádio: a prática radiofônica. São Paulo: Loyola, 2005. SETTE, H. Caixas acústicas e alto-falantes. Rio de Janeiro: Música e Tecnologia, 1998. TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Ed. 34, 1998. VALLE, S. Microfones, tecnologia e aplicação. Rio de Janeiro: Música e Tecnologia, 1998. 4. ROTEIRO PARA TELEVISÃO CH: 60 ● CR: 3 EMENTA: Breve histórico da dramaturgia e teledramaturgia. Gêneros, formatos e estrutura narrativa na televisão. A idéia, a premissa, a sinopse, o argumento e o roteiro. Conflitos e construção de personagens. Ação e tempo dramáticos. A cena. Adaptação literária. Organização de roteiro. Exercícios de análise e prática. Bibliografia: BARBARO, Umberto. Argumento e roteiro. São Paulo: Global, 1983. BRAIT, B. A personagem. São Paulo: Ática, 2002. CARRIÈRE, J. C. & BONITZER, P. Prática do roteiro cinematográfico. São Paulo: JSN, 1996. COMPARATO, D. Da criação ao roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. HOWARD, David; MABLEY, Edward. Teoria e prática do roteiro: um guia para escritores de cinema e televisão. São Paulo: Globo, 1999. MÁRQUEZ, G. G. Como contar um conto. Rio de Janeiro: Casa Jorge Editorial, 2001. MEADOWS, E. Roteiro para TV, cinema e vídeo em 10 etapas: arte e técnica. São Paulo: Quartet, 2003. PALLOTTINI, R. Introdução à dramaturgia. São Paulo: Ática, 1988. SARAIVA, L. & CANNITO, N. Manual do roteiro ou Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e TV. São Paulo: Conrad, 2004. SOARES, Mariza de Carvalho. A história vai ao cinema. Rio de Janeiro: Record, 2001. 5. ROTEIRO PARA RÁDIO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Linguagem escrita e linguagem falada. Gêneros radiofônicos, processo de criação, elementos constituintes e produção de roteiro. Apresentação de roteiro. Roteiro de drama: do esquete ao radioteatro, radionovela e seriados. Roteiro de programas de entretenimento, jornalísticos, vinhetas, jingle, comerciais e chamadas. Exercício de análise e prática. Bibliografia: BARBEIRO, Heródoto. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2001. FESTA, Regina e LINS, Carlos Eduardo (org). Comunicação popular e alternativa no Brasil. São Paulo: Edições Paulinas, 1986. McLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente da produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001. MUNIZ SODRÉ. O monopólio da fala: função e linguagem da televisão no Brasil. Petrópolis: Vozes 1989. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A informação no rádio. São Paulo: Summus, 1985. RIBEIRO, F. C. Rádio, produção, realização, estética. Lisboa: Editora Arcádia, 1964. SANCHEZ-CORONEL, Pedro. Adaptação de contos: manual de Educação. No. 10. São Paulo: ALER-Brasil; Ibase; Paulinas, 1995. SPERBER, George Bernard (org.). Introdução à peça radiofônica. São Paulo, E.P.U. 1990. 6. LOCUÇÃO, NARRAÇÃO E INTERPRETAÇÃO PARA RÁDIO E TELEVISÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A narrativa no rádio. Prática de técnicas básicas de leitura e interpretação oral de textos. Diálogo e narração. Dublagem. Desenvolvimento, gravação e apresentação de programas. Prática de redação, improviso e interpretação para rádio e televisão. Bibliografia: BEUTTENMULLER, M. G. O despertar da comunicação vocal. Rio de Janeiro: Enelivros, 1995. CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM e FM. São Paulo: Ibrasa, 1990. CESAR, C. Rádio, inspiração, transpiração e emoção. São Paulo: Ibrasa, 1992. RIBEIRO, F. C. Rádio, produção, realização, estética. Lisboa: Arcádia, 1964. TOMPAKOW, R. e WEIL, P. O corpo fala. Petrópolis: Vozes, 1985. SAMPAIO, M. Curso de locução dirigida para todas as profissões. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. SPERBER, G. B. Introdução à peça radiofônica. São Paulo: EPU, 1980. 7. ÉTICA E MÍDIA CH: 60 ● CR: Ementa: Conceitos básicos: ética, moral e deontologia. Ética na contemporaneidade e modelos de análise. Mediação entre linguagem e sociedade. Princípios de veracidade, de mediação e de liberdade do discurso no rádio e na televisão. Principais questões que envolvem a discussão entre ética, mídia e responsabilidade profissional. Bibliografia: ANDRÉ, Alberto. Ética e códigos da comunicação social. Sulina: Porto Alegre, 1979. BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na comunicação; da informação ao receptor. São Paulo: Moderna, 1995. BLÁZQUEZ, Niceto. Ética e meios de comunicação. São Paulo: Editora Paulinas, 1999. BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. ESTEVES, João Pissarra Nunes. A ética da comunicação e os media modernos: legitimidade e poder nas sociedades complexas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1998. GIANETTI, Eduardo da Fonseca. Vícios privados, benefícios públicos? A Ética na Riqueza das Nações. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1993. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. Editora Senac. São Paulo, 2000. ORTRIWANO, Gisela S. A informação no rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. São Paulo: Summus, 1985. 8. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Breve histórico. Fotografia estática e fotografia dinâmica. Tipos de objetivas e seus recursos. Contrastes, preto e branco e cor. Enquadramento: definição do espaço. Movimento e angulação. Principais fontes de luz e princípios básicos de controle e iluminação. Equipamentos básicos de iluminação. Utilização dramática da luz. A profundidade de campo. Concepção visual de roteiros. Bibliografia: AUMONT, J. A imagem. Campinas: Papirus, 2003. DUBOIS, P. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 2003. DURÁN, Juan J. Iluminação para vídeo e cinema. São Paulo: Prets Print, 1994. MOURA, Edgar Peixoto de. 50 anos luz, câmera e ação. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 1999. RAMALHO, José Antônio. Escola de fotografia. São Paulo: Futura, 2004. SANTOS, Rudi. Manual de vídeo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995. SENAC. DN. Fotógrafo: o olhar, a técnica e o trabalho. [Rose Zuanetti, Elizabeth Real, Nelson Martins et al.] Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2002. WATTS, H. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo: Summus, 1999. WATTS, H. On camera: o curso de produção de filmes e vídeos da BBC. São Paulo: Summus, 1990. 9. ESTÉTICA DO VÍDEO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O vídeo em seu contexto social. Cinema e vídeo. Vídeo e teorias da imagem. Tecnologia e estética. Estética da imagem em vídeo. Estética do som em vídeo. O vídeo na era da informática e os novos suportes digitais. Análise estética de vídeos. Bibliografia: ARMES, Roy. On Vídeo. São Paulo: Summus, 1999. AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995. DANCYGER, K. Técnicas de edição para cinema e vídeo: história, teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. DONDIS, D. A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2003. DUBOIS, P. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac & Naify, 2004. FARINA, M. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005. 10. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Concepção visual e efeitos estéticos dos elementos de composição em produções audiovisuais. Luz, sombra e cor. Iluminação sob a ótica do diretor de arte. Percepção do espaço. Pesquisa de material e equipe de trabalho. Indumentária, maquiagem e objetos de cena. Caracterização de personagem em dramaturgia. Cenários reais, virtuais, locações externas e ambientação em geral. Identidade visual, assinaturas, vinhetas e efeitos visuais. Bibliografia: BONASIO, Valter. Televisão: Manual de Produção & Direção. Belo Horizonte: Editora Leitura, 2002. DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1986. 242p. FILHO, Daniel. O circo eletrônico: fazendo TV no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escritura Editora, 2000. GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia. São Paulo: Annablume, 2003. MANTOVANI, Anna. Cenografia. São Paulo: Ática. 1989. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. ______________. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1987. 11. PRODUÇÃO DE PROGRAMAS DE TELEVISÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O produtor de televisão. Fases da produção na televisão: desenvolvimento de projetos, pré-produção, produção/gravação, pós-produção e comercialização. Produção de externas. Gerenciamento de equipes e recursos materiais. Orçamento. Bibliografia: BISTANE, Luciana. Jornalismo na TV. São Paulo: Contexto, 2005. BONASIO, Valter. Televisão: Manual de produção e direção. Belo Horizonte: ed. Leitura, 2002. FILHO, Daniel. O circo eletrônico: fazendo TV no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005. RODRIGUES, C. O cinema e a produção. Rio de Janeiro: DP & A, 2002. WATTS, H. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo: Summus, 1999. WATTS, Harris. On Camera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. São Paulo: Summus, 1990. 12. PRODUÇÃO E DIREÇÃO DE PROGRAMAS DE RÁDIO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O produtor de rádio. Etapas de produção. Rotina de produção: cronogramas artístico e técnico. Direção de locutores e sonoplastas. Finalização de produtos radiofônicos. Elaboração e gravação de comerciais, vinhetas e chamadas para rádio. Gerenciamento de equipe e recursos materiais. Orçamento. Bibliografia: ARNHEIM, Rudolf. Estética radiofónica. Barcelona: Gustavo Gili, 1980. GOLDFEDER, Miriam. Por trás das ondas da rádio nacional. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1980. KAPPLIN, Elisa; FERRARETO, Luiz Artur. Técnica de redação radiofônica. Porto Alegre: Sagra, 1998. KUCINSKI, Bernardo. A síndrome da antena parabólica: a ética no jornalismo brasileiro. São Paulo: Editora Fundação Perceu Abramo, 1998. MEDITSCH, Eduardo. O rádio na era da informação: teoria e técnica do novo radiojornalismo. Florianópolis: Ed. UFSC, 2001. ORTIZ, Miguel Ángel; Marchamalo, Jesús. Técnicas de comunicação pelo rádio: a prática radiofônica. São Paulo: Loyola, 2005. QUINTEIRO, Eudosia Acuña. Estética da voz: uma voz para o ator. São Paulo: Summus, 1989. PORCHAT, Maria Elisa. Manual de radiojornalismo (Jovem Pan). São Paulo: Editora Brasiliense, 1996. 13. CULTURA BRASILEIRA E REGIONAL CH: 60 ● CR: 4 EMENTA: Idéias sobre o desenvolvimento da cultura brasileira. Identidade na cultura brasileira. Traços culturais predominantes: aspectos étnicos, religiosos, econômicos e sociais. Contextualização da cultura regional e local. Bibliografia: BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. BRANDÃO, C. R. Identidade e etnia: construção da pessoa e resistência cultural. São Paulo: Brasiliense, 1986. CANCLINI, Nestor. Culturas híbridas. São Paulo: Editora USP, 2003. HALL, Stuart; SOVIK, Liv (orgs.). Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG; UNESCO, 2003. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1997. KELLNER, KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. São Paulo: EDUSC, 2001. VIRGILIO Noya Pinto. Comunicação e cultura brasileira. São Paulo: Editora Ática, 1999. 14. DIREÇÃO DE TELEVISÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Linguagem cinematográfica e televisiva. O papel do diretor. Fundamentos da direção: composição da imagem, significado da composição, movimento, dramaturgia visual e ritmo. Direção de atores. Direção de imagem. Coordenação de equipes. Bibliografia: FILHO, Daniel. O circo eletrônico: fazendo TV no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. GERBASE, C. Direção de atores: como dirigir atores no cinema e TV. Porto Alegre, Artes e ofícios, 2003. MAMET, D. Sobre direção de cinema. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. MARTIN, M. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003. BONASIO, V. Televisão: manual de produção e direção. São Paulo: Leitura, 2002. RODRIGUES, C. O cinema e a produção. Rio de Janeiro: DP & A, 2002. WATTS, H. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo: Summus, 1999. 15. EDIÇÃO E PÓS-PRODUÇÃO PARA TELEVISÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: História da montagem. Teorias da montagem. Princípios de montagem. O plano na montagem. Decupagem e ordenação da imagem. Ritmo. Continuidade e unidade. Edição de som. Edição linear, não-linear, pós-produção e tecnologia digital. Bibliografia: DANCYGER, K. Técnicas de edição para cinema e vídeo: história, teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. LEONE, E. Reflexões sobre a montagem cinematográfica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. AUGUSTO, M. F. A montagem cinematográfica e a lógica das imagens. Belo Horizonte: Annablume, 2004. MARTIN, M. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003. WATTS, H. Direção de câmera: um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo: Summus, 1999. 16. EDIÇÃO E PÓS-PRODUÇÃO PARA RÁDIO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Roteiro de finalização e suas especificidades: comercial, entretenimento e jornalístico. Princípios da montagem e mecanismos de edição radiofônica. O ritmo. Elementos de continuidade e unidade. Edição não-linear e principais softwares de edição. Efeitos especiais sonoros e organização de banco de dados. Plasticidade sonora em peças radiofônicas. Bibliografia: CYSNE, L. E. Áudio, engenharia e sistemas. Rio de Janeiro. Música e Tecnologia 1998. FERRARETO, Luiz Artur. Rádio no ar: o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. KAPLÚN, Mário. Producción de programas de radio. Quito: Ciespal, 1978. McLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente da produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001. MEDITSCH, Eduardo(org.) Rádio e pânico: A Guerra dos Mundos 60 anos depois. Florianópolis: Insular, 1998. ORTIZ, Miguel Ángel; Marchamalo, Jesús. Técnicas de comunicação pelo rádio: a prática radiofônica. São Paulo: Loyola, 2005. PRADO, Magaly. Produção de rádio: manual prático. São Paulo: Editora Campus, 2006. SPERBER, George Bernard (org.). Introdução à peça radiofônica. São Paulo: E.P.U., 1990. 17. NARRATIVA FICCIONAL E DOCUMENTÁRIO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Ficção e realidade. Ficção e documentário. Jornalismo e documentário. Breve histórico do documentário. Ética e relação com os intervenientes no documentário. Dramaturgia natural. Estética e teorias do documentário. Problemas de representação. Documentário, sociedade e política. Documentário no Brasil e no Maranhão. Bibliografia: DA-RIN, S. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. Rio de Janeiro: Azougue, 2004. LINS, C. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004 MOURÃO, M. D. & LABAKI, A. (orgs.). O cinema do real. São Paulo: Cosac & Naify, 2005. MONTEIRO, P. F. (org.). Revista de comunicação e linguagens: ficções. Lisboa: Centro de estudos de comunicação e linguagens, (dez.), nº. 32, 2003. NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas, SP: Papirus, 2005. RAMOS, F. C. Teoria contemporânea do cinema: documentário e narrativa ficcional. São Paulo: Editora Senac, 2005. (vol. II) TEIXEIRA, F. E. (org.). Documentário no Brasil: tradição e transformação. São Paulo: Summus, 2004. 18. EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Novos modos de aprender. Utilização do rádio e da televisão para fins educativos e instrucionais. Problemas particulares do uso do rádio e da televisão. Televisão como sistema escolar. Desafios da escola: demanda escolar, integração tecnológica e mediatização do ensino. Análise e estratégias do uso do rádio e da televisão para educação. Tecnologias educacionais. Análise e produção de programas educativos. Bibliografia: ASSUMPÇÃO, Zeneida Alves de. Rádio-escola: uma proposta para o ensino de primeiro grau. São Paulo: Annablume, 1999. BURKE, Richard C. (Coord.) Televisão educativa: uma nova e arrojada. São Paulo: Cultrix, 1975. COSTA, João Ribas da. Educação fundamental pelo rádio. São Paulo: Imprimatur, 1956. FERRÉS, J. Vídeo e Educação. Artmed: Porto Alegre, 1996. FONTECILLA, Maria Eugênia. Rádio educativo: um guia para programadores. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Tecnologia Educacional, 1983. LUCENA, Carlos; FUKS, Hugo. A educação na era da Internet. Clube do Futuro. 2000. SANCHO, J. M. Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998. SANDHOLTZ, J. H.; RINGSTGRAFF, C. e DWYER, D. C. Ensinando com tecnologia. Porto Alegre: Artmed, 1997. 19. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE TCC CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Emprego de metodologias e de técnicas de pesquisa voltadas para os campos da comunicação e/ou do Rádio e TV. Estudos teórico-investigativos para efeito de organização de projeto de TCC. Elaboração de projeto experimental ou de monografia. Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. AMARAL, João Alberto A. do. Gestão de projetos: conceitos, metodologia. São Paulo: SCORTECCI, 2005. FRANÇA, Fábio; FREITAS, Sidinéia G. Manual de qualidade em projetos de comunicação. São Paulo: Thomson Pioneira, 1997. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 20. EMPREENDEDORISMO E GESTÃO EM COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O perfil do empreendedor. Análise de mercado e novas oportunidades de negócios. Ambiente organizacional: modelos e cenários. Empresa em comunicação. Planejamento e implementação de plano de negócios. Aspectos operacionais. Gestão de projetos, recursos materiais e equipes. Principais estratégias de marketing. Análise de projetos em Rádio e TV. Bibliografia: ALBRECHT, Karl. Radar corporativo: como entender os cenários que estarão regendo o futuro de seus negócios. São Paulo: Makron Books, 2000. CAVALCANTI, Marcos. Gestão de empresa na sociedade do conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2005. _________________. Introdução à administração. São Paulo: Pioneira, 1991. PACHECO, José S. Da microempresa e da empresa de pequeno porte. Rio de Janeiro: ADV, 2004. WEIL, P. Organização e tecnologia para o terceiro milênio: a nova cultura organizacional holística. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. WOOD JÚNIOR, T. Mudança organizacional: Aprofundando temas atuais em Administração. São Paulo: Atlas, 1995. 21. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Assessoria de comunicação: conceitos e atribuições. Assessoria de comunicação em organizações públicas e privadas. Ética corporativa. Relacionamento positivo com públicos estratégicos: interno, clientes e meios de comunicação. Administração de crises. Comunicação Integrada. Construção da imagem e da memória da instituição. Técnicas de Assessoria de Comunicação. Bibliografia: CALDAS, Graça. O Papel das Assessorias de Comunicação na Divulgação da Ciência: a Experiência da Unicamp. In: Revista Comunicarte, 21, p. 67-79, IACT, PUC-Campinas, 1997. BACCEGA, Maria Aparecida (org.). Gestão de processos comunicacionais. São Paulo: Atlas, 2002. BARROS Filho, Clóvis de. Ética na comunicação: da informação ao receptor. São Paulo: Moderna, 1995. CORRADO, Frank M. A força da comunicação. São Paulo: Markon Books, 1994. LARA, Maurício. As sete portas da comunicação pública: como enfrentar os desafios de uma assessoria. Belo Horizonte: Gutemberg, 2003. ROSA, Mário. A síndrome de Aquiles. São Paulo: Gente, 2001. 22. TCC: PROJETO EXPERIMENTAL/ MONOGRAFIA CH: 120 ● CR: 4 Ementa: Pesquisa desenvolvida pelo aluno com supervisão docente para efeito de produção de monografia e/ou projeto experimental em comunicação. Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: teoria e metodologia. São Paulo: UMESP, 2004. BERGEL, Neusi A. N. Metodologia da problematização. Londrina: EDUEL, 2006. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. _______________________. Pesquisa em comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2005. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 23. ESTÁGIO SUPERVISIONADO CH: 270 ● CR: 9 Ementa: Estágio refere-se a estudos e práticas supervisionados em atividades externas à unidade na qual o curso é oferecido. Tal tipo de ação pedagógica caracteriza mecanismo de interação com o mundo do trabalho, assim como o confronto com possibilidades metodológicas visando à promoção de formação complexa. 9.3.2. Ementas das disciplinas eletivas da habilitação Rádio e Televisão 1. PRODUÇÃO CULTURAL CH: 60 ● CR: 3 EMENTA: Função da crítica. Ideologia e subjetividade da crítica. Procedimentos críticos: caracterização em termos de gênero, análise, síntese e avaliação da consistência da obra. Juízo ético: sociedade dependente e função pública da mídia; independência autoral e conflito de interesses; determinantes estruturais da obra e seu papel formador coletivo. Teorias da recepção: o massivo e o popular, e seus jogos interacionais; processos de mediação no âmbito da produção e da recepção. Bibliografia: AUMONT, J. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995. ASSOCIAÇÃO DE CRÍTICOS DE CINEMA DO RIO DE JANEIRO. Cinema. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1996. (Obras Escolhidas, volume 1). BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. ESPINAL, L. Consciência crítica diante do cinema. São Paulo: LIC Editores, 1976. HALL, S. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da Unesco no Brasil, 2003. MARTÍN-BARBERO, J. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003. MARTIN, M. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003. 2. CRÍTICA AUDIOVISUAL CH: 60h CR: 3 EMENTA: Histórico da crítica no país. Crítica como prática criativa. Teorias do audiovisual. Prática de produção de textos críticos de filme, música, programa de televisão, de rádio, DVD, vídeos e sites. Crítica e metalinguagem. Bibliografia: AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995. CARRIÈRE, Jean Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. LOTMAN, I. Estética e semiótica do cinema. Lisboa: Estampa, 1978. METZ, C. Linguagem e cinema. São Paulo: Perspectiva, 1980. XAVIER, Ismail (org.). A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Graal, 1983. 3. RÁDIO E TV NA WEB CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Internet, seu funcionamento e principais características. Novas tecnologias em comunicação. Rádio e televisão na era da Internet. Novas formas de distribuição de conteúdos. Rádio, televisão, cinema e novas produções audiovisuais na Web. Bibliografia: ÁVILA, Renato Nogueira Perez. Streaming. Rio de Janeiro: Brasport, 2004. BEGGS, Josh; THEDE, Dylan. Projetando Web-áudio. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2001. BRASIL, Antônio Cláudio. A revolução das imagens: uma nova proposta para telejornalismo na era digital. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005. MEDITSCH, Eduardo. O rádio na era da informação: teoria e técnica do novo radiojornalismo. Florianópolis: Ed. UFSC, 2001. 4. RÁDIO E TV COMUNITÁRIAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Conceitos e funções de comunicação alternativa, popular e comunitária. Comunicação, soberania e possibilidades de transformação da sociedade. Inclusão social. Comunicação popular: participação coletiva e pluralidade real. Formas de participação popular em um canal comunitário. Administração de recursos pela comunidade e autonomia administrativa. Organização de segmentos sociais: divulgação, entretenimento e reivindicações. Experiências em rádio e TV. Bibliografia: CANCLINI, Néstor García. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. 4. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001. COGO, Denise M. No ar... uma rádio comunitária. São Paulo: Paulinas, 1998. FESTA, Regina; SILVA, Carlos Eduardo Lins da (org.). Comunicação popular e alternativa no Brasil. São Paulo: Paulinas, 1990. PERUZZO, Cecília Maria Krohling. Comunicação nos movimentos populares: a participação na construção da cidadania. Petrópolis: Vozes, 1999. MACHADO, Arlindo; MAGRI, Caio; MASAGÃO, Marcelo. Rádios livres: a reforma agrária no ar. São Paulo: Brasiliense, 1986. MORAN, Jose Manuel. Leituras dos meios de comunicação. São Paulo: Pancast, 1993. NEUMANN, Laurício. Educação e comunicação alternativa. Petrópolis: Vozes, 1990. 5. SEMINÁRIOS DE COMUNICAÇÃO CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Estudos e debates sobre a atualidade da produção científica no campo da Comunicação: teses, ensaios, metodologias, comunicações científicas. Prospecção de temas em Comunicação que façam interface com os outros campos do conhecimento (Sociologia, Antropologia, Filosofia, Lingüística etc.). Bibliografia: CHAUÍ, Marilena. Simulacro e poder: uma análise da mídia. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006. MARTÍN-BARBERO, J.; REY, Germán. Os exercícios do ver: hegemonia audiovisual e ficção televisiva. São Paulo: Editora SENAC, 2001. MORAES, Denis de (org.). Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Rio de Janeiro: Record, 2003. MORAES, Denis de (org.). Sociedade midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006. PARENTE, André (org.) Tramas da rede. Porto Alegre: Sulina, 2004. SODRÉ, Muniz. As estratégias sensíveis: afeto, mídia e política. Petrópolis: Vozes, 2006. 9. 4 Ementas das disciplinas da habilitação Relações Públicas 9. 4. 1. Ementas das disciplinas obrigatórias da habilitação Relações Públicas 1. INTRODUÇÃO ÀS RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 4 Ementa: História das Relações Públicas: no mundo e no Brasil. Os paradigmas de Relações Públicas: as escolas norte-americana, européia e latino-americana. Conceito de Relações públicas. O objeto das relações Públicas. Noções sobre as funções e sobre o processo de Relações Públicas. Os enfoques adotados nos estudos de Relações Públicas: enfoques estrutural, administrativo, filosófico, comunicacional, político, psicológico, mercadológico, crítico e interpretativo. Bibliografia: ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Curso de Relações Públicas. São Paulo, Thomson Learning, 2003. ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Psicossociologia das Relações Públicas. São Paulo: Edoções Loyola, 1983. CESCA, Cleuza. Relações Públicas e suas interfaces. São Paulo: Summus, 2006. FERREIRA, Ediene do Amaral. A diversidade de enfoques das Relações Públicas. 2003. Disponível em : www.intercom.org.br. FRANÇA, Fábio. Subsídios para o estudo do conceito de relações públicas no Brasil. Revista Comunicação & Sociedade. a. 24, nº 39, São Bernardo do Campo: Pós-Com Metodista, 2003. GURGEL, J.B. Serra e. Cronologia da Evolução Histórica das Relações Públicas. Brasília: Linha Gráfica e editora, 1985. GUSHIKEN, Yuji. Estudos em Relações Públicas e o pensamento latino-americano em comunicação. 2005. Disponível em : www.intercom.org.br. KUNSCH, M. M. K. Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus, 2002. PERUZZO, C. K. Relações Públicas no modo de produção capitalista. São Paulo: Summus, 1986. SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. São Paulo: Summus, 1995. RULER, Betteke V.; VERCIC, Dejon. Perspectivas européias das relações públicas.Revista Comunicação & Sociedade. a. 24, nº 39, São Bernardo do Campo: PósCom Metodista, 2003. 2. INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Teorias da Administração. Conceitos fundamentais: organização, planejamento, direção e controle.Organizações como sistemas abertos: objetivos, missão, visão e políticas da organização. As organizações: seus recursos, suas áreas: seus ambientes (interno e externo) e sua estrutura. O planejamento administrativo: estratégico, tático e operacional. A organização: informal e formal. Gestão de conhecimentos na organização. Bibliografia: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2004. CHIAVENATO, Idalberto; ARÃO, Sapiro. Planejamento estratégico: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. KWASNICKA, Eunice Lacava. Teoria geral da administração. São Paulo: Ed. Atlas, 2003. HELONI, R. Organização do trabalho e administração: uma visão multidisciplinar. São Paulo: Cortez, 1994. MAXIMIANO, Antônio César A. Teoria geral da administração. São Paulo: Ed.Atlas, 2006. MOTTA, Fernando C. P. O que é burocracia. São Paulo: Brasiliense,1985. 3. COMUNICAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAL CH: 60 ● CR: 4 Ementa: O processo de comunicação na organização. Comunicação organizacional e relações públicas. Teorias da comunicação organizacional. As interfaces da comunicação organizacional com a cultura organizacional. Mensuração de resultados das ações de comunicação organizacional. A memória organizacional como referencial para o futuro. Bibliografia: CHANLAT, Jean-François (coordenador). O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas, 1996. v. 1. DIAS, Reinaldo. Cultura organizacional. Campinas: Ed. Alínea, 2003. FREITAS, Maria Ester. Cultura organizacional. São Paulo: FGV, 1999. KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997. _______________ . Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus, 2003. _______________ (org.) Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. LEME, Maria Tereza; FISCHER,Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1992. MORGAN, Gareth. Imagens da organização: edição executiva. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. NASSAR, Paulo. (org.). Memória de empresa: história e comunicação de mãos dadas, a construir o futuro das organizações. São Paulo: ABERJE, 2004. PINHO, J.B. Comunicação nas organizações. Viçosa: Ed. UFV, 2006. SCROFERNEKER, Cleusa Maria Andrade. Perspectivas teóricas da comunicação organizacional. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/associa/alaic/boletin11/cleusa1.htm>. Acesso em: 12 nov. 2005. SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 4. SOCIOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: A sociologia como ciência da sociedade e sua relação com a organização: função social das organizações; os subsistemas da organização e funções; principais papéis sociais dentro do sistema de produção e suas relações; e transações sociais com o ecossistema. As teorias das organizações: teoria organizacional funcionalista, teoria crítica das organizações e teoria pós-modernas das organizações. Paradigmas de produção: trabalho, empresa, sociedade e estado. As mudanças sociais nas organizações. As disfunções organizacionais. A sociedade do conhecimento e a informação. Conflitos nas organizações, saúde mental e trabalho. Bibliografia: BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Ed. Saraiva, 1999. BERNOUX, Philippe. Sociologia das Organizações. Lisboa: RES EDITORA, 1995. FREUND, J. Sociologia de Max Weber. Rio de Janeiro: Forense, 1970. MOTTA, Fernando C. P. Organização e poder. São Paulo: Atlas, 1987. ___________________. Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo, 1997. MOTTA, F.C.P.; PERREIRA, R.B. Introdução à organização burocrática. São Paulo: Brasiliense, 1991. OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Thomson Pioneira, 1999. ROBERTS, John. Teoria das Organizações. São Paulo: Campus, 2005. SILVEIRA, Rafael A. da. Michel Foucault: poder e análise das organizações. Rio de Janeiro: ed. FGV, 2005. SROUR, Robert H. Poder, cultura e ética nas organizações. Ed. Campus, 2005. 5. PUBLICIDADE E PROPAGANDA: FUNDAMENTOS E TÉCNICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Conceituação e funções de Propaganda, Publicidade, Promoção de Vendas e Merchandising. Usos das técnicas de Propaganda e Publicidade em Relações Públicas. Teoria da Publicidade – princípios psicológicos e perfil do consumidor. Planejamento Publicitário (Campanha – do planejamento à veiculação, objetivos, metas e estratégias). Propaganda e Publicidade On-Line. Bibliografia: LEVINSON, Joy Conrad. Propaganda de guerrilha. São Paulo: Best-Seller, 1994. LUPETTI, Marcélia. Planejamento de comunicação. São Paulo: Futura, 2000. MONNERAT, Rosane Mauro. A publicidade pelo avesso: propaganda e publicidade, ideologias e mitos e a expressão da idéia – o processo de criação da palavra publicitária. Niterói: EdUFF,2003. PINHO, J.B. Propaganda institucional: usos e funções da propaganda em relações públicas. São Paulo: Summus, 1990. PREDEBON, José. (Coord.). Curso de propaganda. São Paulo: Atlas, 2004. SANT’ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira, 1995. ZENONE, Luiz e BURAIDE, Ana. Marketing da promoção e merchandising: conceitos e estratégias para ações bem-sucedidas. São Paulo: Thomso-Learning, 2005. 6. PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA EM RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 75 ● CR: 3 EMENTA: O planejamento de Relações Públicas: seus tipos e aplicações. O pensamento e a gestão estratégica das Relações Públicas. Análise estratégica dos ambientes. Planejamento estratégico de Relações Públicas e suas apresentações: plano, projeto e programa. Projeto Estratégico de Relações Públicas: etapas e processos de elaboração para planejamentos nas diversas áreas empresarial, governamental e comunitária. Estruturação de projetos estratégicos para clientes reais. Bibliografia: CESCA, Cleusa G.G. Estratégias empresariais diante do novo consumidor. São Paulo: Ed. Summus, 2000. CHIAVENATO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento estratégico. Rio de Janeiro:Elsevier, 2003. FERREIRA, Hugo B. Redes de planejamento: metodologia e prática. São Paulo: Ciência Moderna, 2005. KUNSCH, Margarida M.K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo: Ed. Summus, 2003. KUNSCH, Margarida M.K. (orgs.). Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Ed.Thomson Pioneira, 2006. FRANÇA, Fábio. Públicos: como identificá-los em uma nova visão. São Paulo: Ed. Difusão, 2004. NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São Paulo: Atlas, 2005. SOUSA, Jorge Pedro de. Planificando a comunicação em relações públicas. São Paulo: Ed. Letras Contemporânea, 2004. 7. PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES CH: 60 ● CR: 4 Ementa: O objeto de estudo da Psicologia Organizacional. Principais abordagens em Psicologia e suas aplicações nas organizações. Relacionamento interpessoal na dinâmica organizacional. Personalidade. Motivação. Liderança. Comunicação e desempenho. A relação homem-trabalho. Bibliografia: AGUIAR, Maria Aparecida F. de. Psicologia aplicada à administração. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas. São Paulo: Atlas, 2005. BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo et.al. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Aletre: Artmed, 2004. DEL PRETTE, Zilda A. P.; DEL PRETTE, Almir. Psicologia das relações interpessoais. São Paulo: Ed. Vozes, 2001. FLORES-MENDOZA, Carmen; COLOM, Roberto. Introdução à psicologia das diferenças individuais. Porto Alegre: Artmed, 2006. GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: Ed. EPU, 1998. SPECTOR, Paul; SILVA, Natacha B. da. Psicologia nas organizações. São Paulo: Ed. Saraiva, 2006. 8. PLANEJAMENTO DE MÍDIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O que é mídia. A diferença entre “meio” e “veículo”. Classes de mídia. O mix de mídia. Relações Públicas e o planejamento de mídia. O plano de mídia: consulta ao database marketing, objetivos de mídia, estratégia de mídia, tipos de mídia selecionados, distribuiçãos de verba para tipos de mídia, níveis de alcance e freqüência, avaliação dos públicos-alvo, medições e cálculos (CPM,CPP e GRP), seleção da mídia, cronograma de veiculações, teste do plano de mídia, adaptações de mídia e controle de veiculações. Bibliografia: BARBAN, Arnold M. et.al. A essência do planejamento de mídia. São Paulo: Nobel, 2001. CORREA, Roberto. Planejamento de Propaganda. [Contato imediato]. São Paulo: Global Editora, 2002. SANT’ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira, 1995. SISSORS, Jack Zanville; BUMBA, Lincoln. Planejamento de mídia: aferições, estratégias e avaliações. São Paulo: Nobel, 2001. SISSORS, Jack Zanville. Praticando o planejamento de mídia. São Paulo: Nobel, 2001. TAHARA, Mizutto. Contato imediato com a mídia. São Paulo: Ed. Global, 1986. ______________. Mídia. São Paulo: Global, 2004. TAMANAHA, Paulo. Planejamento de mídia: teoria e experiência. Rio de Janeiro: Ed. Prentice Hall Brasil, 2006. VERONEZZI, José Carlos. Mídia de A a Z. São Paulo: Flight Editora, 2005. ZELTNER, Herbet. Gerenciamento de Mídia. São Paulo: Nobel, 2001. 9. RELAÇÕES PÚBLICAS EMPRESARIAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: O contexto das Relações Públicas Empresariais: micro, pequena, média e grande empresa (indústria). O processo de comunicação empresarial e seus públicos. A política de comunicação e o planejamento em Relações Públicas empresarias. As ações de Relações Públicas Empresariais: comunicação interna e externa. Os métodos de avaliação. Relações Públicas Empresariais, ética e responsabilidade social. Bibliografia: ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Curso de Relações Públicas. São Paulo, Thomson Learning, 2003. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial: Teoria e Pesquisa , São Paulo, Manole: 2002. CESCA, Cleuza Gimenez. Comunicação Dirigida Escrita na Empresa: Teoria e Prática. São Paulo, Summus, 2006. FRANÇA. Fabio: Públicos: Como identificá-los em uma nova visão estratégica. São Paulo, Difusão, 2004. KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. São Paulo, Summus, 2003. MESTIERI, Carlos Eduardo. Relações Públicas: arte de harmonizar expectativas: São Paulo, Aberje, 2004. REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação Empresarial: Comunicação Institucional. São Paulo, Summus, 1986. 10. INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO CH: 60 ● CR: 4 Ementa: Noções de Direito. Fontes do Direito. Direito Público e Privado: noções de Direito Constitucional; noções de Direito Administrativo; noções de Direito Penal; noções de Direito Processual; noções de Direito Tributário; noções de Direito do Trabalho; noções de Direito Comercial; e noções de Direito Civil. Bibliografia: ARAÚJO, Luiz Alberto David. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2006. BITTENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. São Paulo: Saraiva, 2004. CHIMENTI, Ricardo Cunha (et.al.). Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2006. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2002. DINIZ, Maria Helena. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. São Paulo: Saraiva, 2005 11. TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA CH: 60 ● CR: 4 Ementa: O surgimento do conceito de opinião pública. Estudo da esfera pública e da esfera privada. A natureza do seu desenvolvimento e o seu significado como tema da ciência política. Mudança da esfera pública na época moderna. A sociedade de massa e a opinião pública. Entendimento sobre o fenômeno da formação da opinião pública. A relação dos meios de comunicação, das Relações Públicas e a opinião pública na sociedade da informação. Teorias e estudos recentes para entender a opinião pública na sociedade contemporânea. Bibliografia: ANDRARE, Cândido Teobaldo. Psicossociologia das Relações Públicas. São Paulo: Loyola, 1983 AUGRAS, Monique. Opinião Pública: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Vozes, 1978. BOURDIEU, Pierre. A opinião Pública não existe. In: Thiollent, Michel (org.). Crítica metodológica, investigação social e enquête operária. São Paulo: Polis, 1980. _______________. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. COHN, Gabriel (org.). Comunicação e industria cultural: leitura de análise dos meios de comunicação na sociedade contemporânea e das manifestações da opinião pública, propaganda e cultura de massa nesta sociedade. São Paulo: T.A Queiroz, 1987. CORREIA, Tupã Gomes. Contato imediato com a opinião pública: os bastidores da ação política. São Paulo: Global, 1988. DA VIÁ, Sarah Chusid. Opinião Pública: técnica de formação e problemas de controle. São Paulo: Loyola, 1977. HABERMAS, Jurgen. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984 ESTEVES, João Pissara. Espaço público e democracia. Lisboa: Colibri, 2003. __________________. A ética da comunicação e os meios modernos: legitimidade e poder nas sociedades modernas. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2003. NOVELLI, Ana Lúcia. Esfera Pública interna às organizações. In: Barros; Duarte; Martinez. Comunicação, discursos, práticas e tendências. Brasília: Uniceub, 2001. 12. LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO INTERNA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Os diversos meios de comunicação interna nas organizações: jornal interno, boletim eletrônico, newsletter, jornal mural, folheteria, vídeos, programas de relacionamentos. As variáveis que orientam a escolha do meio adequado. Planejamento e produção dos veículos de comunicação interna: o público-alvo, o canal, o nível de comunicação, o fluxo de comunicação, o conteúdo e o tratamento da mensagem, a linguagem visual e a produção gráfica. Bibliografia: CESAR, Newton. Direção de arte em propaganda. São Paulo: Futura, 2000. CESCA, Cleuza. Comunicação dirigida escrita na empresa: teoria e prática. São Paulo: Summus, 2006. Laboratório integrado de Marketing e Cultura. Políticas de comunicação corporativa. São Paulo: COM-ARTE, 2005. PALMA, Jaurês. Jornalismo empresarial. Porto Alegre: Sagra-Dc Luzzatto, 1994. PINHO, J.B. Comunicação nas organizações. Viçosa: Ed. UFV, 2006. REGO, Francisco Gaudêncio do. Jornalismo Empresarial. São Paulo: Summus, 1984. TORQUATO. Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política. São Paulo: Pioneira, Thomson Learning, 2002. ___________.Comunicação empresarial no Brasil: uma leitura crítica.São Paulo: All Print, 2005. 13. LABORATÓRIO DE REDAÇÃO JORNALÍSTICA E RELACIONAMENTO COM A MÍDIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Linguagem e redação jornalística. Características da mídia e rotina das redações no contexto mundial globalizado. Conceito, estrutura e linguagem da notícia. Conceito e funções do release. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. Organização de entrevistas individuais e coletivas. Mensuração de resultados a partir da divulgação jornalística. Relações com a mídia em situações de crise. Media training. Bibliografia: BUENO, Wilson. Comunicação empresarial: teoria e prática. São Paulo: All Print Editora, 2005. CHINEM, Rivaldo Assessoria de imprensa: como fazer. São Paulo: Summus, 2003. DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2003. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 2000. LOPES, Boanerges. Assessoria de Imprensa. São Paulo: Brasiliense, 2003. LOPES, Boanerges; VEIRA, Roberto Fonseca. Jornalismo e Relações Públicas: ação e reação. Ed. Mauad, 2004. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa. São Paulo: Contexto, 2004. Manual de estilo da Editora Abril: como escrever bem para nossas revistas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. MARTINS, Eduardo. Manual da Redação e Estilo do O Estado de S. Paulo. São Paulo: Moderna, 2000. NOGUEIRA, Nemércio. Media training: melhorando as relações da empresa com jornalistas. Ed. rev. São Paulo: Cultura, 2005. TORQUATO. Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política. São Paulo: Pioneira, Thomson Learning, 2002. TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo. Florianópolis: Ed: Insular, 2005. 14. RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A história das relações públicas governamentais no Brasil. O contexto das relações públicas governamentais: governo e administração pública (agentes, órgãos e entidades). O processo de comunicação governamental e os públicos dos órgãos e entidades governamentais. Os grupos de pressão. A política de comunicação, a opinião pública e o planejamento em Relações Públicas para órgãos e entidades governamentais. As ações de relações públicas governamentais: os limites constitucionais, a pesquisa, a comunicação interna, a comunicação externa, o marketing governamental e os métodos da avaliação. Bibliografia: ARENDT, Hannah. O que é Política? Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. BOBBIO, Norberto. Teoria geral da política: filosofia política e lições dos clássicos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. KUNSCH, M. M. K. Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus, 2003. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Ed. Malheiros, 2005. OLIVEIRA, Maria José da Costa. Comunicação pública. Campinas: Ed. Alínea, 2004. REZENDE, Denis Alcides. Planejamento de informações públicas municipais. São Paulo: Ed. Atlas, 2005. SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. São Paulo: Summus, 1995. SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas e micropolítica. São Paulo: Summus, 2001. TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política. São Paulo: Pioneira thomson Learning, 2002. VAZ, Gil Nuno. Marketing institucional: mercado de idéias e imagem. São Paulo: Pioneira, 1995. 15. RELAÇÕES PÚBLICAS E MARKETING CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Evolução, conceito, práticas, características e funções do Marketing. Composto do Marketing/Marketing Mix. As interfaces e desdobramentos entre Relações Públicas e Marketing. A importância das marcas para o sucesso mercadológico dos produtos. Planejamento e pesquisa de marketing. Técnicas de criação, reforço, manutenção e mudança de conceito mercadológico. Procedimentos que privilegiem a marca, valor e imagem institucional. Bibliografia: AAKER, David A. Marcas: Brand Equity – gerenciando o valor da marca. São Paulo: Ed: Negócio Editora, 1998. BASTA, Darci, Fernando Marchesini, José Antônio de Oliveira, Luiz Carlos de Sá. Fundamentos de Marketing. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2005. COBRA, Marcos. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1992. KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. . São Paulo: Atlas, 1998. KOTLER, Philip. Marketing Essencial. São Paulo: E. Pearson / Prantice Hall, 2005. PINHO, J.B. Comunicação em Marketing. São Paulo: Papirus, 2001. MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, 2001. VAZ, Gil Nuno. Marketing Institucional: o mercado de idéias e imagens. São Paulo: Thomson Learning, 2000. 16. ESTATÍSTICA APLICADA ÀS PESQUISAS EM RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A importância da estatística nas pesquisas em relações públicas. Conceitos básicos de estatística. Análise do público-alvo ou do segmento de mercado objeto da pesquisa. Análise do instrumento de coleta de dados da pesquisa. Os tipos de amostras possíveis. Critérios para aplicação do instrumento de coleta de dados. Tipos de análises dos dados coletados. Organização e resumo dos dados em tabelas de freqüência e em gráficos. Interpretação dos resultados da pesquisa. Elaboração do relatório estatístico. Bibliografia: BOLFARINE, Heleno; BUSSAR, Wilton O. Elementos de amostragem. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. BUSSAB, Wilton de O.; MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica. São Paulo: Ed. Saraiva, 2003. MAGALHÃES, Marcos N. et. Al. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo: EDUSP, 2005. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1997. VIEIRA, Sônia. Estatística para a qualidade. Rio de Janeiro: Campus , s/d. 17. PRODUÇÃO DE REVISTA INSTITUCIONAL CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Etapas do planejamento editorial, da concepção da revista à revisão dos textos. Etapas do planejamento e do projeto gráfico à editoração eletrônica. Lançamento e distribuição da revista. Bibliografia: COLLARO, Antônio Celso. Planejamento gráfico. São Paulo: Ed. Summus, 2000. FERREIRA JUNIOR, José Ribamar. Capas de jornal. São Paulo: Ed.SENAC, 2003. RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. Ed. LGE, 2003. SCALZO, Marília. Jornalismo de revista. São Paulo: Ed. Contexto, 2003. SOUSA, Jorge Pedro. Elementos de jormalismo impresso. São Paulo: Ed. Letras Contemporâneas, 2005. WHITE, Jan V. Editing by design: for designers, art diretions anda editors-The clã. Ed Allworth Press, 2003. 18. ÉTICA E CIDADANIA CH: 45 ● CR: 3 Ementa: Estudo teórico-filosófico da metafísica dos costumes: a ética. Ética e Moral: aproximações e distanciamentos. Ética e liberdade. Práticas culturais e cidadania. Cidadania e Democracia. Cidadania, espaço público e sociedade civil contemporânea. Ética e Cidadania. Bibliografia: GALLO, Sílvio. Ética e cidadania. São Paulo: Ed. Papirus, 1997. GOMES, Pedro Gilberto. Filosofia e ética da comunicação na midiatização. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2006. KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes: outros escritos. São Paulo: Ed. Martin Claret, 2002. LIBERAL, Márcia Mello Costa de. Um olhar sobre ética e cidadania. V.1. São Paulo: Mackenzie, 2002. LIBERAL, Márcia Mello Costa de. Um olhar sobre ética e cidadania. V.2. São Paulo: Mackenzie, 2003. PAIVA, Raquel. Ética, cidadania e imprensa. Rio de Janeiro: Ed. Mauad, 2002. PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. VIEIRA, Roberto Fonseca. Relações Públicas: opção pelo cidadão. Rio de Janeiro: Ed. Mauad, 2002. ZAJDSNAJDER, Luciano. Ética, estratégia e comunicação: na passagem da modernidade a pós-modernidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1999. 19. TÓPICOS DE ATUALIZAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Estudos e debates sobre temas emergentes na área de Relações Públicas e Comunicação Organizacional através de teses, pesquisas, estudos de casos, artigos científicos, ensaios. Esta disciplina deve ter seu conteúdo elaborado a cada ano, pois tem a finalidade de atualização de conhecimento. Bibliografia: TESES DISSERTAÇÕES PESQUISAS ENSAIOS CIENTÍFICOS ESTUDOS DE CASO ARTIGOS CIENTÍFICOS. 20. RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A comunidade como público das Relações Públicas. Noções das transformações sociais e tecnológicas na formação de novas realidades comunitárias. Concepções de cidadania na relação entre Estado, Mercado e Sociedade Civil organizada. O processo das Relações Públicas nas comunidades. Pesquisa participativa e elaboração de programas de Relações Públicas Comunitárias na mobilização de redes de comunicação comunitária. Bibliografia: ARAÚJO, Inesita. A reconversão do olhar. São Leopoldo: Unisinos, 2000. CORREIA, João Carlos. Comunicação e cidadania: os media e a fragmentação do espaço público nas sociedades pluralistas. Lisboa:Livros Horizonte,2004. ESCUDEIRO, Regina C. “As relações públicas frente ao desenvolvimento comunitário”. IN: Comunicação e Sociedade. S. Bernardo do Campo. PósCom – Umesp, a.21, n° 32, pp. 145-63, 2° semestre. 1987. FREITAS, Maria Ester de. Cultura organizacional: identidade, sedução e carisma. Rio de Janeiro:FGV, 1999. FREITAS,Ricardo F.; SANTOS, Luciane. Desafios contemporâneos em comunicação: perspectivas de relações públicas. São Paulo:Summus, 2002. FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? São Paulo: Paz e Terra, 2001. HABERMAS, Jürgen. “Atores da sociedade civil, opinião pública e poder comunicativo”. In: Direito e democracia: entre facticidade e validade. Vol.II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1997. OLIVEIRA, Maria José da Costa. A relação do Estado, da sociedade e do mercado na construção da cidadania: o papel das relações públicas. São Paulo, 2001. [Tese de doutorado em Ciências da Comunicação – ECA-USP]. PAOLI, Maria Célia. “Empresas e responsabilidade social: os enredamentos da cidadania no Brasil”. In: SANTOS, Boaventura de Sousa (org.). Democratizar a democracia: aos enredamentos da democracia participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. PERUZZO, Cicilia K. Relações Públicas no modo de produção capitalista. São Paulo: Summus, 1986 .________________Observação participante e pesquisa-ação. In: DUARTE, Jorge et.al. Métodos e técnicas da pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. ________________ Relações públicas, movimentos populares e transformação social. Disponível em: <www.bocc.ubi.pt>. Acesso em 22 de março de 2006. _______________Comunicação nos movimentos populares: a participação na construção da cidadania. Petrópolis:Vozes,1998. 21. DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 4 Ementa: O processo de intercomunicação entre ética, moral e deontologia. A moral direcionada a um comportamento funcional ou profissional do agente humano na comunidade social. A deontologia enquanto estudo das normas diretoras da atividade profissional: análise do código de ética do profissional de Relações Públicas. Análise da legislação em Relações Públicas: das Leis que disciplina a profissão e que institui o Dia nacional de Relações Públicas; do Decreto que aprova o regulamento da profissão; do Decreto-Lei que cria os Conselhos Federal e Regionais (autarquias); Resoluções do Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas; e qualquer Projeto de Lei sobre Relações Públicas que tramite no Congresso. Bibliografia: ANDRÉ, Alberto. Ética e códigos de comunicação social. Ed. Sagra-Luzzatto, 2000. ARRUDA, Maria Cecília C. de. Código de ética: um instrumento que adiciona valor. Ed. Negócio BB, 2001. BRASIL. Lei nº 5.377/67, que disciplina a profissão de Relações Públicas. BRASIL. Decreto nº 63.283/68, que aprova o regulamento da profissão de Relações Públicas. BRASIL. Decreto-Lei nº 860/69, que dispõe sobre a constituição do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais. BRASIL. Lei nº 7.197/84. BARROS FILHO, Clóvis de. Ética e códigos de comunicação social. São Paulo: Ed. Summus, 2003. BERTRAND, Claude-Jean. A deontologia das mídias. São Paulo: Ed. EDUSC, 1999. BOWEN, Shannon A. “Modelo prático para tomada de decisão ética em questões emergentes nas relações públicas”. IN: Estudos de Jornalismo e Relações Públicas. Ano 3, nº 6. (dez. 2003). São Bernardo do Campo, SP: UMESP, 2003, p.41-65. CONFERP. Código de Ética do Profissional de Relações Públicas. CONFERP. Resolução Normativa nº 43/2002. 22. PESQUISAS EM RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A pesquisa científica como pré-requisito para o planejamento das relações públicas nas organizações. Princípios básicos das pesquisas quantitativa e qualitativa e as implicações epistemológicas, metodológicas e éticas. Classificação e tipologia essencial e metodologias de pesquisas em relações públicas. Pesquisa institucional na elaboração do diagnóstico da comunicação organizacional. Função da pesquisa de opinião na qualificação da relação entre a organização e seus públicos estratégicos. Outros tipos de pesquisa em relações públicas.Planejamento da pesquisa: concepção, execução e avaliação de projeto de pesquisa. Bibliografia: ARAÚJO, Inesita. “O olhar semiológico” In: A reconversão do olhar. São Leopoldo: Unisinos, 2000. AUGRAS, Monique. Opinião Pública: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Vozes, 1978. CITELLI, Adilson. “Uma pesquisa com escola e meios de comunicação”. In: Comunicão e educação: linguagem em movimento. 3.ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2004. DAHRENDORF, Ralf. Cap.2 – Cidadania e Classe Social. In: O conflito social moderno. Rio de Janeiro: Zahar,1992. DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio. (orgs.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. EDEN, Colin; HUXHAM, Chis. “Pesquisa-ação no estudo das organizações”. In: CALDAS, Miguel; FACHIN, Robert; FISDCHER,Tânia (org. edição brasileira). Handbook de estudos organizacionais. Vol.02. São Paulo: Atlas, 2001. GUTIERREZ,Waldyr. Relações Públicas: processos, funções, tecnologias e estratégias. Londrina:UEL,1998 KUNSCH, Margarida Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus,2003 MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social, teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. SANTOS,Boaventura Sousa. Um discurso sobre as ciências. Porto:Edições Afrontamento,2001. TARAPANOFF, Kira. Inteligência organizacional competitiva. Brasília: Ed.UnB, 2001 THIOLLENT, Michel. Pesquisa-Ação nas organizações. São Paulo: Atlas, 1997. _______________ Crítica metodológica, investigação social e enquête operária. São Paulo: Polis, 1980. 23. LABORATÓRIO DE CAMPANHAS INSTITUCIONAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Fundamentação conceitual das categorias identidade corporativa, imagem corporativa e institucional e reputação, necessária ao desenvolvimento de campanhas institucionais. Conhecimento e experimentação das técnicas de elaboração dos projetos institucionais aplicáveis a temas específicos – cultura, social, esportes, meio-ambiente (ecologia), etc. Produção de campanha Institucional para cliente. Bibliografia: GRACIOSO, Francisco. Propaganda Institucional. São Paulo: Atlas, 2006. KUNSCH, Margarida Maria K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo: Atlas, 2003. VILLAFAÑE, Justo. La gestión professional de la imagen corporativa. Madrid: Pirámide, 2004. VAZ, Gil Nuno. Marketing Institucional: o mercado de idéias e imagens. São Paulo: Thomson Learning, 2000. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial: Teoria e Pesquisa , São Paulo, Manole: 2002 REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação Empresarial: Comunicação Institucional. São Paulo, Summus, 1986. 24. CERIMONIAL E PROTOCOLO CH: 45 ● CR: 3 Ementa: Cerimonial e Protocolo como retórica, produtor de sentido e ritual (rotina de interação) nas organizações. Cerimonial e Protocolo como instrumentos da relação de poder. O cerimonial e o protocolo com uma das ferramentas para o trabalho do profissional de Relações Públicas. Cerimonial e Protocolo: conceitos e diferenças. Aplicações do Protocolo. Bibliografia: BRASIL. Decreto nº 70.274 de 9 de março de 1972. FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola,1996. _________________. Microfísica do poder.Rio de Janeiro: Graal,2001. LUKOWER, Ana. Cerimonial e Protocolo. São Paulo: Contexto, 2003. LUZ, Olenka R. Cerimonial, Protocolo e Etiqueta. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. MEIRELLES, Gilda Fleury. Protocolo e Cerimonial. São Paulo: Omega Editora, 2001. SILVEIRA, Rafael A. da. Michel Foucault: poder e análise das organizações. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2005. 25. PLANEJAMENTO DO PROJETO EXPERIMENTAL/ MONOGRAFIA CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Planejamento e estruturação do projeto experimental ou do projeto de monografia: objeto de pesquisa, título, introdução, objetivos, justificativa, fundamentação teórica, questões de investigação, metodologia, referências bibliográficas (ABNT). Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. AMARAL, João Alberto A. do. Gestão de projetos: conceitos, metodologia. São Paulo: SCORTECCI Editora, 2005. BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: teoria e metodologia. São Paulo: UMESP, 2004. BERGEL, Neusi A.N. Metodologia da problematização. Londrina: EDUEL, 2006. FRANÇA, Fábio; FREITAS, Sidinéia G. Manual de qualidade em projetos de comunicação. São Paulo: Ed. Thomson Pioneira, 1997. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2003. _______________________. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2005. SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez Editora, 2006. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 26. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE EVENTOS ORGANIZACIONAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Conceito e utilização do evento em relações públicas. Tipos de eventos. Planejamento de eventos institucionais: Fases do planejamento de um evento. O estudo das responsabilidades das comissões de planejamento do evento. A estruturação, execução e avaliação de projetos de evento para clientes reais. Bibliografia: CESCA, Cleusa G.G. Organização de eventos. São Paulo: Ed. Summus, 1997. GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos. São Paulo: Ed. Manole, 2004. HARRIS, Rob; McDONELL, Ian; ALLEN, Johnny. Organização e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2003. MATIAS, Marlene. Organização de eventos. São Paulo: Ed. Manole, 2004. VELOSO, Dirceu. Organização de eventos e solenidades. HB Editora, 2001. ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos. São Paulo: Atlas, 2006. 27. AUDITORIAS DE RELAÇÕES PÚBLICAS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: Conceito e tipos de auditorias em relações públicas. Diferenças e aproximações com as demais modalidades de pesquisas em relações públicas. Embasamento teóricometodológico na seleção das auditorias para o estudo de opiniões de públicos, para a avaliação de imagem corporativa e na análise da performance social das organizações. Técnicas e instrumentos indispensáveis na auditagem da comunicação organizacional. Identificação e seleção de realidades organizacionais para o planejamento, execução e avaliação de auditorias. Relevância do desenvolvimento das auditorias das relações públicas para a investigação, avaliação e aperfeiçoamento do sistema de comunicação das organizações com seus públicos. Bibliografia: BUENO, Wilson. “Auditoria de imagem na mídia”.In: DUARTE, Jorge et al. Métodos e técnicas da pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. COSTA,Joan.Imagem corporativa em el siglo XXI. Buenos Aires: La Crujía Ediciones,2001. KUNSCH, Margarida Maria Krohling. “Auditoria de comunicação organizacional”.In: DUARTE, Jorge et. Al. Métodos e técnicas da pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. __________________. Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus,2003. MESTIERE, Carlos Eduardo; MELO, Waltemar de. “Auditoria de opinião”. In: KUNSCH, Margarida M. K. (org.). Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira,1997. SCHULLER, M. “Administração da imagem organizacional: um método de configuração da imagem organizacional”. In: Prsa Educatorr’s Academy 2000 Research Conference. MIAME: PRSA, 2000. Mimeografado. MADRID, Federico Varona. “Las auditorias de la comunicacion organizacional desde uma perspectiva académica estadunidense. Diálogos de la comunicación. Lima. FELAFACS, nº 39,pp.53-64,jun. 1994. MORESI,Eduardo Amadeu. “Monitoramento ambiental”. In: TARAPANOFF,Kira. (org.). Inteligência organizacional e competitiva. Brasília: Ed. Da UnB,2001. ROESCH,Sylvia Maria Azevedo.”Nota técnica:pesquisa-ação organizações”.In: CALDAS,Miguel;FACHIN,Roberto;FISCHER,Tânia no estudo (orgs. das Edição brasileira). Handbook de estudos organizacionais.Vol.2 São Paulo; Atlas,2001. VILLAFAÑE, Justo.Imagem positiva: gestión estratégica de la imagem de las empresas. Madri: Ediciones Pirâmide,1993. ------------------. La gestión profesional de la imagem corporativa. Madri: Ediciones Pirámide,12999. 28. COMUNICAÇÃO DIGITAL E SEUS USOS INSTITUCIONAIS CH: 60 ● CR: 3 Ementa: A sociedade em rede. Contextualizar historicamente e conceitualmente a cibercultura e temas circundantes. Convergência entre mídias digitais. Características da comunicação digital. Constituição do Público na cibercultura. Interatividade com públicos. As Organizações na Rede: os usos institucionais – homepage, website, intra,extra e internet e outras possibilidades de usos. Bibliografia: CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia, sociedade e cultura. In:A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. ______. A galáxia da internet: reflexões sobre a Internet, negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2003. DIZARD, Wilson P. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998. FRANÇA. Fábio. Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica. São Caetano do Sul: Yendis, 2004. LEMOS, André; CUNHA, Paulo (Org.). Olhares sobre a cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2003. ______. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002. LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 2000. (Coleção TRANS). ______. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1999. ______. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996. (Coleção TRANS). ______. As tecnologias da inteligência. São Paulo: Ed. 34, 1993. (Coleção TRANS). RÜDIGER, Francisco. Elementos para a crítica da cibercultura. São Paulo: Hackers, 2003a. ______. Introdução às teorias da cibercultura: perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Porto Alegre: Sulina, 2003b. Saad, Beth. Estratégias para mídia digital: internet, informação e comunicação. São Paulo: Ed. Senac, 2003. 29. TCC: PROJETO EXPERIMENTAL/ MONOGRAFIA CH: 120 ● CR: 6 Ementa: Pesquisas nas áreas de Relações Públicas Empresarial, Governamental e Comunitária. Pesquisas sobre os processos comunicacionais nas organizações e suas interfaces. Pesquisas sobre os possíveis programas de Relações Públicas para as organizações através da elaboração de Projeto Experimental. Estudos teóricos- investigativos através de monografia. Emprego de metodologias e de técnicas de pesquisa. Elaboração do projeto experimental ou da monografia. Bibliografia: APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2004. BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: teoria e metodologia. São Paulo: UMESP, 2004. BERGEL, Neusi A.N. Metodologia da problematização. Londrina: EDUEL, 2006. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2004. LOPES, Maria Immacolata V. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2003. _____________. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 2005. SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez Editora, 2006. TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão social: metodologias e casos. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. 30. ESTÁGIO SUPERVISIONADO CH: 270 ● CR: 9 Ementa: O Estágio orientado por objetivos de formação refere-se a estudos e práticas supervisionados em atividades externas à unidade de oferecimento do Curso. Tal tipo de ação pedagógica caracteriza mecanismo de interação com o mundo do trabalho, assim como o confronto com possibilidades metodológicas visando a promoção de uma formação complexa. 10. EQUIVALÊNCIA CURRICULAR DA ESTRUTURA ANTIGA PARA A NOVA 10.1. Disciplinas de Tronco Comum 10.1.1. Disciplinas Obrigatórias do Tronco Comum DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO NOVO CURRÍCULO História da Comunicação História das Mídias Introdução à Comunicação Seminários de Comunicação Teoria da Comunicação I Teorias da Comunicação Teoria da Comunicação II Teorias da Linguagem Teoria e Método da Pesquisa em Metodologia de Pesquisa em Comunicação Comunicação Estética e Cultura de Massa Estética e Mídia Métodos e Técnicas de Estudo e Pesquisa TCC: Projeto Experimental / Monografia Bibliográfica (T/P) Metodologia Científica Metodologia de Pesquisa em comunicação Sociologia Teorias Sociais Língua Portuguesa Laboratório de Produção Textual Língua Portuguesa I Teorias e Técnicas da Narrativa Língua Portuguesa II Lógica e Retórica Psicologia Psicologia Social Filosofia Filosofia em Comunicação Antropologia Cultural Antropologia e Comunicação Realidade, Social, Econômica e Política do Formação Contemporânea do Brasil Brasil Cultura Brasileira Cultura Brasileira e Regional 10.1.2. Disciplinas Eletivas do Tronco Comum (Escolher no mínimo 2) DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO NOVO CURRÍCULO Realidade Regional em Comunicação Teoria Geral de Sistemas Planejamento em Comunicação Comunicação Comunitária Política de Comunicação Economia Política da Comunicação Sistemas Internacionais de Comunicação Teoria Política Teoria Política Introdução à Economia Fundamentos da Economia Introdução à Informática Comunicação Comparada 10.2. Habilitação Jornalismo 10.2.1. Disciplinas Obrigatórias da habilitação Jornalismo DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CIRRÍCULO NOVO Planejamento Gráfico em Jornalismo Design da Notícia Fotojornalismo Fotojornalismo Edição Jornalística Gestão de Empresa Jornalística Técnica de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística Pesquisa Jornalística. Redação Jornalística I Técnicas da Notícia Legislação e Ética do Jornalismo Direito e Deontologia em Comunicação ou Ética e Jornalismo Redação Jornalística II Análise e Opinião no Jornalismo Modernas Tecnologias em Jornalismo Mídias Digitais Radiojornalismo Produção e Direção de Programas de Rádio Redação Jornalística III Crítica de Mídia Laboratório de Radiojornalismo Laboratório de Radiojornalismo Telecinejornalismo Fundamentos da Linguagem Visual Redação Jornalística IV Laboratório de Webjornalismo Jornalismo Semanal (Revista) Jornalismo de Revista Laboratório de Telecinejornalismo Laboratório de Telejornalismo Laboratório de Jornalismo Impresso Laboratório de Jornalismo Impresso Projetos Experimentais TCC: Projeto Experimental/ Monografia Estágio Supervisionado Campus 10.2.2. Disciplinas Eletivas da habilitação Jornalismo (Escolher no mínimo 2) DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CURRÍCULO NOVO Agência de Notícias Assessoria de Imprensa Assessoria de Jornalismo Jornalismo Político Jornalismo Político Jornalismo Científico Jornalismo Científico Jornalismo Econômico Jornalismo Econômico Jornalismo Policial Jornalismo Empresarial Jornalismo Esportivo Jornalismo Esportivo Jornalismo Contemporâneo Seminários de Jornalismo ou Perspectivas Profissionais em Jornalismo Preparação e Revisão de Originais de Videotexto Jornalismo Alternativo 10.3. Habilitação Rádio e Televisão 10.3.1. Disciplinas Obrigatórias da habilitação Rádio e Televisão DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CURRÍCULO NOVO Tecnologia de Rádio e TV Mídias Digitais Mercadologia em Rádio e TV Empreendedorismo e Gestão em Comunicação Língua Portuguesa III (Técnica de Redação Teorias e Técnicas da Narrativa para Rádio) Legislação e Ética em Radialismo Ética e Mídia ou Direito e Deontologia em Comunicação Sonoplastia Sonorização e Trilhas Sonoras Técnica de Produção e Interpretação para Roteiro para Rádio Rádio Elementos da Linguagem Musical Crítica Audiovisual Língua Portuguesa IV(Comentários e Locução, Narração e Interpretação para Narração em Rádio) Rádio e Televisão Fundamentos da Linguagem Visual Fundamentos da Linguagem Audiovisual Elementos de Expressão Corporal Experiência Artística e Cultura Moderna Cenografia e Iluminação Direção de Arte e Cenografia Produção e Direção de Programa em Rádio Produção e Direção de Programas de Rádio I Fotografia e Iluminação Direção de Fotografia e Iluminação Língua Portuguesa V (Técnica de Redação Roteiro para Televisão em TV) Técnica de Produção, Interpretação e Estética do Vídeo Edição de Imagem e Som em TV (Videoplastia) Língua Portuguesa VI (Comentários e Narrativa Ficcional e Documentário Narração em TV) Produção e Direção de Programas em TV I Produção de Programas de Televisão Produção e Direção de Programas em TV II Direção de Televisão (Jornalismo e Publicidade) Edição Eletrônica Edição e Pós-Produção para Televisão Produção de Externas em TV Tecnologia Educacional em Rádio e TV Educação e Tecnologia Produção e Direção de Programas em Edição e Pós-Produção para Rádio Rádio II (Jornalismo e Publicidade) Projetos Experimentais TCC: Projeto Experimental/ Monografia Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado 10.3.2. Disciplinas Eletivas da habilitação Rádio e Televisão (Não obrigatória) DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CURRÍCULO NOVO Organização de Produção em Rádio e TV Gestão de Projetos Especiais em Rádio e Televisão 10.4. Habilitação Relações Públicas 10.4.1. Disciplinas Obrigatórias da habilitação Relações Públicas DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CURRÍCULO NOVO Teoria das RR.PP. Introdução às Relações Públicas Introdução à Estatística Estatística Aplicada às Pesquisas em Relações Públicas Introdução à Administração Introdução à Administração Redação em RR.PP. I Laboratório de Redação Jornalística e Relacionamento com a Mídia Teoria e Pesquisa da Opinião Pública Teorias da Opinião Pública Organização e Métodos Auditorias de Relações Públicas Planejamento de RR.PP. Planejamento e Gestão Estratégica em Relações Públicas Técnicas de RR.PP. Laboratório de Comunicação Interna Redação em RR.PP. II Produção de Revista Institucional Pesquisa em RR.PP. Pesquisas em Relações Públicas Redação em RR.PP. III Laboratório de Campanhas Institucionais Administração Mercadológica Relações Públicas e Marketing Fundamentos de Direito Público e Privado Instituições de Direito Público e Privado Assessoria de RR.PP. Comunicação e Cultura Organizacional Legislação e Ética em RR.PP. Deontologia e Legislação em Relações Públicas RR.PP. Comunitárias Relações Públicas Comunitárias Técnicas de Comunicação Dirigida Planejamento e Execução de Eventos (Aproximativa) Organizacionais Projetos Experimentais TCC: Projeto Experimental/ Monografia Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado 10.4.2. Disciplinas Eletivas da habilitação Relações Públicas (Escolher 3) DISCIPLINA DO CURRÍCULO ATUAL DISCIPLINA DO CURRÍCULO NOVO Produção e Emissão em Rádio e TV Planejamento de Mídia Produção Gráfica em RR.PP. Modernas Tecnologias em Comunicação Comunicação Digital e seus Usos Institucionais Técnicas de Publicidade e Propaganda Publicidade e Propaganda: Fundamentos e Técnicas RR.PP.Governamentais Relações Públicas Governamentais RR.PP. Empresariais Relações Públicas Empresariais Técnica de Comunicação Dirigida (Oral e - Escrita) Técnica de Comunicação Dirigida (Auxiliar) - Redação em RR.PP. IV - 11. LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS DO CURSO O Curso de Comunicação Social, nas modalidades de curso de Jornalismo, Relações Públicas e Comunicação Organizacional e Rádio e Tv possui, atualmente, os laboratórios de Jornalismo Impresso, Rádio, Televisão, Fotografia, Informática, Relações Públicas, Multimídia e, ainda, Hemeroteca e Anfiteatro, como espaços do Curso. Os Laboratórios existentes hoje no Curso de Comunicação foram sendo criados e/ou construídos a partir da luta constante dos Coordenadores de Curso, Chefes de Departamento, Professores, Técnicos Administrativos e Alunos, não só pelo acompanhamento da evolução tecnológica na área da comunicação, mas também pela disponibilização de recursos e equipamentos modernos e compatíveis com a realidade que o mercado oferecerá aos egressos do Curso. As contradições estão presentes na disparidade encontrada entre a falta de manutenção da estrutura física de alguns espaços, a falta de adequação dos espaços e de equipamentos em alguns laboratórios e a qualidade dos equipamentos disponíveis em outros laboratórios. Alguns vêm sendo usados como salas de aula comuns ou nem isso, já que não possuem adequação física e equipamentos para utilização. Parte do equipamento existente encontra-se guardado no Departamento de Comunicação e seu uso vem sendo monitorado pelo mesmo, já que alguns laboratórios (como o de Fotografia) não oferecem condições mínimas para uso. Os laboratórios deverão ser, para adequar-se à nova realidade do Projeto Político Pedagógico, concebidos a partir de uma visão contemporânea do processo comunicativo, considerando a necessidade de aplicação máxima do conceito de convergência das mídias. Assim, entende-se que os quatro laboratórios propostos podem ser utilizados tanto de forma isolada como numa modalidade de integração através de uma rede interna. Esta medida oportuniza a interseção entre as diferentes formas de práticas de comunicação, atendendo aos objetivos determinados nas diretrizes curriculares, viabilizando o surgimento de propostas pedagógicas inovadoras e eficientes. Nos laboratórios, os alunos podem utilizar criticamente o instrumental teórico-prático oferecido pelo curso, de modo que a aprendizagem não deverá ser o resultado da mera transmissão de conhecimento historicamente produzido, mas também o da prática e das experimentações. Os laboratórios caracterizam-se ainda como o espaço para a produção de conhecimento, tendo como ponto de partida a pesquisa. As atividades desenvolvidas devem ter, pelo menos, três preocupações fundamentais: 1) oferecer a oportunidade de desenvolvimento da chamada pesquisa aplicada; 2) dar suporte às disciplinas complementares e obrigatórias, definidas pelo currículo; 3) servir como local de investigação e experimentação de novos produtos e artefatos no campo da comunicação. Os prédios em que vão funcionar (ou já funcionam) os laboratórios devem oferecer condições para atender aos portadores de necessidades especiais e os softwares dos computadores deverão permitir o acesso de pessoas portadoras de deficiência visual. Os laboratórios deverão servir também como espaço de realização de pesquisa e extensão. Anfiteatro Finalidade do Espaço O Anfiteatro, apesar de integrar o complexo de salas especiais do Curso de Comunicação tem sido utilizado também pelos demais do Centro de Ciências Sociais (CCSO), quando solicitado, para a realização de eventos científicos de pequeno porte e de diversas naturezas: encontros, seminários, jornadas, mesasredondas sendo, portanto, importante para toda a comunidade acadêmica do CCSO. Eventualmente o espaço é também utilizado como sala-de-aula para atividades pedagógicas que exijam a exibição de filmes, documentários ou gravações ou, ainda, a realização de debates e apresentações de trabalhos acadêmicos, inclusive monografias. Descrição da Estrutura O Anfiteatro do Curso de Comunicação Social é constituído de 1 sala climatizada, localizada no prédio do Centro de Ciências Sociais, próximo às instalações da Rádio Universidade FM e do Núcleo de Rádio e Tv. (Vide fotos) Descrição de Mobiliário e Equipamentos No momento o Anfiteatro possui: 48 poltronas fixas com suporte móvel para escrita 2 aparelhos de ar condicionados de 21.000 BTUS 1 bancada fixa de granito 05 cadeiras móveis de rodízio 1 Tv de 29” marca Toshiba 1 DVD marca CCE 1 telão para retroprojetor ou data-show Situação Ideal para Funcionamento Considera-se necessário para funcionamento de forma mais completa do Anfiteatro, a instalação de 1 data-show e telão maior, ambos fixos para apresentações em PowerPoint e/ou filmes e documentários em DVD. Anfiteatro do Curso de Comunicação Social Laboratório de Relações Públicas Finalidade do Espaço O Laboratório de Relações Públicas e Comunicação Organizacional tem como finalidade dar suporte operacional às disciplinas teórico-práticas ministradas na modalidade de curso, propiciando vivências da prática da produção de modelos e instrumentos, na realização de pesquisas aplicadas e experimentações e/ou simulações de situações reais do mercado e possibilitando aos alunos um contato com a realidade mercadológica da área. Descrição da Estrutura Localizado no Bloco E, sala 302, o Laboratório tem área de 33 m². Descrição de Mobiliário e Equipamentos 01 bancada de fórmica de 7,0 m por 80 cm de largura 01 retroprojetor 01 ar condicionado Springer 21.000 BTUs 03 Mesas retangulares formicadas (1,5m X 53 cm) 09 cadeiras formicadas bege 05 cadeiras de palhinha 10 cadeiras de napa preta 01 quadro branco 01 circulador de ar Arno – sem uso 01 Tv Philco – sem uso 03 máquinas de escrever – sem uso Situação Ideal para Funcionamento O Laboratório de Relações Públicas e Comunicação organizacional deverá estar em condições de dar suporte às disciplinas práticas da habilitação, tais como: Laboratório de Comunicação Interna; Laboratório de Comunicação Externa; Publicidade e Propaganda: fundamentos e técnicas; Laboratório de Campanhas Institucionais; Comunicação Oral nas Organizações; Comunicação Digital e seus usos Institucionais; Planejamento de Mídia; Planejamento de Eventos organizacionais. Para tanto, deve estar dotado de: No de Ordem 01 Descrição Total Microprocessador Pentium IV 11 02 Microprocessador Pentium IV c/ gravador CD/CDRW/DVD 01 03 Cadeira p/ computador 21 04 Mesa p/ computador (servidor) 01 05 Estabilizador de voltagem 21 06 Scanner 01 07 Videocassete digital DSR 40 01 08 DVD Player 01 09 CD Player 01 10 Impressora Jato de tinta 01 11 01 13 Impressora Matricial Softwares: Internet Explorer, Word, Excel, Power Point, Photoshop, Corel Draw. Quadro branco 15 Data-show fixo com telão 01 12 01 01 Laboratório de Relações Públicas Laboratório de Relações Públicas Hemeroteca Finalidade do Espaço A Hemeroteca do Curso de Comunicação Social foi criada com a finalidade de servir de espaço para arquivamento sistematizado e organizado da produção científica do curso de Comunicação Social da UFMA e de outras IES e também de consulta a revistas científicas, periódicos e outros. A Hemeroteca consta de uma sala de 33 m² e está situada no Bloco F do CCSO, sala 301. Descrição de Mobiliário e Equipamentos 01 mesa tipo birô 01 mesa de reunião redonda 03 cadeiras de palhinha 03 armários – tipo estante 02 estantes de fórmica baixas 01 armário de ferro com porta 01 ar condicionado Springer 21.000 BTU´s 05 mesas retangulares formicadas (1,5 m X 53 cm) Situação Ideal para Funcionamento Para funcionar como hemeroteca do curso de Comunicação Social, o local precisaria que a área fosse melhor aproveitada, com uma quantidade suficiente de estantes padronizadas, que possibilitasse a organização do acervo. Além disso, seria importante a instalação de pelo menos 3 terminais dotados de acesso à Internet, sendo 2 para consultas a documentos digitais disponibilizados na Internet e 1 para uso da estagiária de Biblioteconomia, que cuidaria do acervo e de sua sistematização e organização de modo a facilitar a consulta e o acesso por parte dos estudantes. Outra demanda da Hemeroteca seria a atualização de assinaturas e o cadastramento, via Internet, junto a periódicos e publicações científicas da área de comunicação, algumas sem ônus algum, que permitiriam a atualização constante do acervo e a manutenção do interesse dos Hemeroteca de Comunicação Social Laboratório de Fotografia Finalidade do Espaço O laboratório de fotografia é um órgão acadêmico destinado a assegurar condições para a realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso de Comunicação Social. Neste laboratório poderá ser ministrada a disciplina Laboratório de Fotojornalismo e servirá de apoio ao Jornal Laboratório e às atividades de pesquisa e extensão na área. Descrição da Estrutura O Laboratório de Fotografia é constituído de uma área de 33,5 m² Descrição de Mobiliário e Equipamentos 02 ar condicionados de 12 BTUS 04 bancos altos 10 carteiras estudante 04 ampliadores, sendo 1 desmontado 01 arquivo de ferro 01 armário de ferro (fechado) 01 Máquina fotográfica Mamiya 01 Máquina fotográfica Yashica Várias máquinas fotográficas obsoletas e danificadas (Profª Mary Áurea) Várias lentes Situação Ideal para Funcionamento COORDENAÇÃO: DISCRIMINAÇÃO QUANT Armário de Ferro 01 Computador (Pentium 4) 02 No-Break 02 Impressora para foto digital 01 Scanner (Color Page H36X Slim – Gênius) 02 Carregador de Bateria (pilha) c/ pilhas recarregáveis 05 Baterias (pilhas) recarregáveis. 25 Cadeira 03 Mesa para computador 01 Mesa com gaveta 01 SALA DE AMPLIAÇÃO E REVELAÇÃO: DISCRIMINAÇÃO Ampliador Meopta Opemus 6 (capacidade de ampliação de QUANT 17 35mm a 6x6) P&B Timers Ranger 17 Luzes de Segurança Individual 17 Carretel de Inox 10 Pinça 30 Banheiras (plástico) – M e G (6 de cada) 12 Termômetro (para lab de fotografia) 05 Jarra Graduada (plástica) 10 Garrafa Plástica (p/química) 20 Tesoura 10 Porta Giratória (corta luz) 01 Cadeira 02 SALA DE APOIO: DISCRIMINAÇÃO QUANT Câmera Analógica SM10 (Cânon ou Nikon) Câmera Digital (Cânom ou Nikon) 7 Megapixels. Tripés (Videomate 607 ou CX570) Flash (Canom ou Nikon) Cadeira Empresa apresentou orçamento para os materiais abaixo Contato: Fujioka / Aline (62)32651112 Ou [email protected] ITENS PARA O LABORATÓRIO FOTOGRAFICO Filme Colorido Kodak pró-imagem – 100 iso Filme P & B Kodak T-max 100 Filme P & B Kodak Tri – X pan 400 (135 / 36) Filme Kodak Ektachrome EPP ISO 100 Formatos120mm Filme Kodak Portra ISO 160 Formatos 220mm 15 10 15 15 02 1 caixa (200 unid) 1 caixa (100 unid) 1 caixa (100 unid) 50 unid 50 unid Polaroid 100 iso 100 ou 400 Formato 7x7 cm Revelador Kodak Dektol ( 1L papéis) Revelador Kodak D -76 (1L filme) Fixador Kodak F-5 (1L filme e papel) Papel Kodagrome RC II – F3 Tamanho 24 x 30 1 envelope contém 25 folhas Papel Kodagrome RC II – N3 Tamanho 24 x 30 1 envelope contém 25 folhas Pilhas recarregáveis Carregador de pilhas para 8 unidades Pares de baterias kodak 123 Pinça escorregadora Pinça para pendurar filme (contra peso ou gancho) Pinça para papel 98 K com ponteira de borracha Bacia para papel 30 x 40 Frasco preto para guardar produtos químicos diluídos Tanque completo para 2 espirais de 135 (aço inox Samigon) Carretel de filme 135 (aço inox) Termômetro tipo sonda ou cabide de mercúrio Copo graduado de plástico 1 litro Vareta misturadora Lanterna de segurança AP Abridor de chassi (filme 135) Guilhotina 30 x 40 cm (faca ou giratória) Secador de cabelo (secagem de filme e papel) 50 unid 1 caixa (12 unid) 1 caixa (12 unid) 1 caixa (12 unid) 6 envelopes (150 fls) 6 envelopes (150 fls) 15 pares 3 unidades 6 pares 3 unid 20 unid 8 unid 8 unid 16 unid 8 unid 16 unid 5 unid 10 unid 10 unid 4 unid 1 unid 2 unid 2 unid Potência média Ampliadores Meopta Opemus 6 para 135mm 5 unid (revelação preto e branca) com marginador 30 x40 cm com Objetivas (1) Shinker 50mm Ponto 1.3.5 (MELHOR EQUIPAMENTO PARA ALUNO) OU Ampliador Durst Mod M670 ou M305 para 135mm (revelação preto e branca) com marginador 30 x40 cm com Objetiva (1) Shinaider 50mm e (1) 80mm OU Ampliador de beseler mod. 23c (revelação preto e branca) com marginador 30 x40 cm Objetivas (1) Besel Minolt. 1:4.5=50mm Relógio do ampliador Timers Ranger Mod II 5 unid (IIDV) Câmera escura ou saco preto para troca de filme 1 unid Mesa de luz para analisar fotograma 2 unid Tesoura média 3 unid Armário de aço grande 2 unid (armazenar equipamentos e outro para química) Quadro de fórmica branco médio 1 unid Ar –condicionado 1 unid Conta fio 5 unid ITENS PARA O LABORATÓRIO FOTOGRAFICO DiGITAL Micro Computador Processador - Pentium IV 3.0 Memória - 512MB Placa de Vídeo - 64MB Geforce ou asus HD100GB - 7200 Rpm Placa Mãe - Asus P4S800-MX SE (on) Gravador de CD/Leitor de DVD - LG Monitor - 17” Mouse, teclado, caixa de som Entrada para pendrive Drive de disquete Programa licenciado Adobe Page Maker Programa licenciado Adobe Photoshop Programa licenciado Corel Draw ht htt ColorPage-HR7X Slim Slim Scanner Super CCD Slim design 1,200dpi TPA Scanne PRINCIPAIS CARACTERISTICAS • Resolução optica de 1200dpi e de interpolação de software 19200dpi • Cinco botões de atalho (FILE/FAX, PRINT/COPY, SCAN, TEXT/OCR, e EMAIL/WEB ) • Adaptador de transparências (TPA) Para digitalização de filmes positivos e negativos • Trava automática que impede o movimento do mecanismo em caso de transporte • Base para guardar o scanner quando não for utilizad REQUISITOS DO SISTEMA • Windows XP/2000/Me/98 • Conexão USB disponível ITENS INCLUIDOS • Cabo USB • CD-Rom • Adaptador de Slides • Base de sustentação impressora hp laserjet color 2600n Velocidade Mono(ppm): 8ppm - Velocidade Color(ppm): 8 ppm - Processador: 264 Mhz - Cap. Entrada Padrão: 250 folhas - Cap.Entrada Máxima: 500 fls - Bandeja Entrada/Saída Padrão: 1 - Bandeja Entrada/Saída Máxima: 2 - Ciclo Mensal: 35.000 Páginas - Linguagem: Host-based - Memória Padrão: 16Mb - Memória Máxima: Até 16Mb - Duplex: Sim - Manual - Envelopes: Sim - Papel A3: Não - Papel A4: Sim - Papel A5: Sim - Papel Carta: Sim - Papel Executivo: Sim - Papel Ofício: Sim - Resolução Máxima: ImageRet 2400 - Rede: 10/100Mbps - Garantia: 1 ano balcão - Voltagem: 110Volts - Conectividade: USB+Rede Ou impressora hp photosmart (jato de tinta) • Requisitos de sistema mínimos • Componente PCs com Windows Macintosh • Sistema operacional 98, 2000 Professional, Me, XP Professional, XP Home Mac OS 9 v 9.1 ou posterior, OS X v 10.1 a 10.2 • Processador Pentium II (ou equivalente) ou superior G3 ou superior • RAM 64 MB (128 MB recomendados) Mac OS 9.1 e OS 9.2: 64 MB (128 MB recomendados) Mac OS X v 10.1 e OS X v 10.2: 128 MB • Espaço livre em disco 500 MB 500 MB • Configuração de vídeo 800 x 600, 16 bits ou superior 800 x 600, 16 bits ou superior • Unidade de CD-ROM 4x 4x • Conectividade USB 2.0 Full Speed (Windows 98, 2000 Professional, Me, XP Home e XP Professional) USB 2.0 Full Speed (Mac OS 9 v 9.1 ou posterior, OS X v 10.1 a 10.2) • Cartuchos de tinta • Cores Número de modelo do cartucho • Preto HP nº 56 (C6656A) • Tricolor HP nº 57 (C6657A) • Fotográfico HP nº 58 (C6658A) • Resolução de impressão • Resolução TrueType em preto Papel comum/Rascunho rápido Processamento de 300x300 dpi • Papel comum/Normal rápido Processamento de 600x600 dpi • Papel comum/Normal Processamento de 600x600 dpi • Papel comum/Otimizada Processamento de 600x600 dpi • Papel comum/Máximo de dpi Processamento de 1200x1200 dpi em preto • Resolução colorida - 4 tintas (qualquer tipo de papel) Papel comum/Rascunho rápido Entrada de 300x300 dpi • Papel comum/Normal rápido Entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Normal Entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Otimizada Entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Máximo de dpi Entrada de 1200x1200 dpi • Resolução de impressão colorida - 6 tintas (papéis comum e fotográfico) Papel comum/Rascunho rápido 600x300 dpi; entrada de 300x300 dpi • Papel comum/Normal rápido 600x600 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Normal 600x600 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Otimizada 1200x1200 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel comum/Máximo de dpi Otimização de 4800x1200 dpi; entrada de 1200x1200 dpi • Papel fotográfico/Rascunho rápido 1200x1200 dpi; entrada de 300x300 dpi • Papel fotográfico/Normal rápido 1200x1200 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel fotográfico/Normal 1200x1200 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel fotográfico/Otimizada/PhotoREt 1200x1200 dpi; entrada de 600x600 dpi • Papel fotográfico/Máximo de dpi Otimização de 4800x1200 dpi; entrada de 1200x1200 dpi • Velocidade de impressão • A velocidade de impressão pode variar de acordo com o documento ou a imagem impressa, o software utilizado e as configurações do computador. Todas as velocidades de impressão indicadas a seguir estão expressas em páginas por minuto (ppm) no modo de rascunho. Colorido Velocidade de impressão • Texto em preto 16 ppm • Colorido 12 ppm • Ciclo de operação • O ciclo de operação da impressora HP Photosmart 7260 é de 1.000 páginas por mês. • Entrada/Saída • Porta USB frontal: 2.0 Full Speed, suporte a computadores notebook e conectividade com câmeras HP selecionadas • Porta USB posterior: suporte a conectividade de computador • Cinco slots de placas de memória: placas CF I e II, Secure Digital/MM, SmartMedia/xD-Picture, Sony Memory Stick e IBM Microdrive. • Memória interna • 32 MB de RAM • Recursos automáticos • Sensor de tamanho da mídia por detecção de largura • Detecção de tipo de mídia • Detecção de pouca tinta • Alinhamento automático do cartucho de tinta • Capacidade das bandejas de papel • Tipo de papel Capacidade da bandeja de papel Laboratório de Fotografia Laboratório de Fotografia Laboratórios de Jornalismo Impresso Finalidade do Espaço O Laboratório de Jornalismo Impresso como espaço e também como disciplina, é responsável pela produção experimental do Jornal “Ao Pé da Letra”, como produto acadêmico do Curso de Comunicação. Descrição da Estrutura O Laboratório está localizado no anexo do CCSO, próximo à Rádio Universidade FM, em sala com área de 33,5 m². Descrição de Mobiliário e Equipamentos 01 Ar condicionado LG 21.000 BTUs 01 Mesa de reunião retangular de madeira 08 estabilizadores ( sem uso) 10 monitores 15” ( sem uso) 02 CPUs ( sem uso) 02 Arquivos de ferro com gavetas 12 carteiras de madeira 14 cadeiras 01 impressora matricial Situação Ideal para Funcionamento Laboratório de Jornalismo Impresso Laboratório de Jornalismo Impresso Laboratório Áudio Ativo Comparativo Finalidade do Espaço A finalidade precípua do laboratório Áudio ativo Comparativo terá a sua utilização para audição, gravação, experimentação e apresentação das práticas de comunicação com recursos de áudio, vídeo e plataformas digitais multimídia. Poderão ser ministradas prioritariamente neste laboratório as disciplinas: Laboratório de Programação Visual e Laboratório de Webjornalismo. Descrição da Estrutura O Laboratório Áudio Ativo Comparativo está localizado no 3º andar no Bloco F, do CCSO, com 65 m² de área. A sala é dotada, à frente de plataforma com espaço para 01 professor e 01 operador técnico ou monitor da disciplina e de bancadas baias com 24 monitores de Tv e componentes do sistema de monitoramento/ acompanhamento multimídia, que permite a interação com os demais e com o professor. Descrição de Mobiliário e Equipamentos 02 ar condicionados de 30.000 BTUs O1 bancada sobre plataforma 01 Tv 29” 02 PC com monitor 15” 24 baias para alunos com sistema comunicação 24 monitores de Tv Toshiba 26 cadeiras palhinha 04 caixas de som nas paredes Situação Ideal para Funcionamento COORDENAÇÃO – Sala utilizada pelo coordenador do laboratório para orientação de trabalhos de extensão e pesquisa, controle e guarda de equipamentos portáteis. REDAÇÃO / PLANEJAMENTO VISUAL – Sala com estação não-linear para edição de vídeo, áudio, fotografias e programas de editoração eletrônica. No mesmo ambiente será necessária uma mesa para o trabalho de planejamento visual. COORDENAÇÃO DISCRIMINAÇÃO QUANT Armário de Ferro 01 Computador (Pentium 3) 02 No-Break 02 Cadeiras 03 Impressora matricial 01 REDAÇÃO / PROGRAMAÇÃO VISUAL DISCRIMINAÇÃO QUANT Digital Vídeo Cassete Recorder Panasonic – AGDV2500 01 Vídeo Cassete Recorder S-VHS JVC – HRS59 120U 01 Estação de Edição Não-Linear Trust Expert com placa de 01 captura Matrox RTX 100 Extreme, processador Pentium 4 de 3.0GHz, 1GB de memória, HD de 80GB, HD de 40GB, gravadora de DVD . Monitor de 17” polegadas para o monitor ou professor 01 utilizar nas aulas Caixas multimídia Satélite AS-618 02 .Mouse óptico (Satélite). 01 Teclado da marca Satélite 01 Televisão de 14’’ Panasonic 01 Televisão de 21’’ Philco 01 Mesa de Áudio Behringer – Eurorack UB-1202 01 Nobreak - Enermax 02 Amplificador Hight System estéreo 800 01 Microcomputador Pentium 4 de 2.8GHz, 512MB de 01 memória, HD de 80GB, gravadora de CD com leitor de DVD, mouse, teclado, monitor de 17” polegadas e estabilizador Software “Microsoft Windows XP” (mais o Office/ Word, 01 PowerPoint, Excel, Publisher...) Software “Adobe PageMake” ou “InDesign” 01 Software “Adobe Photoshop” 01 Software “DreamWaver” 01 Software “Adobe Premiere” 01 Software Adobe After Effects 01 Software “CorelDraw” 01 Scanner (plano) 01 Impressora Jato de Tinta (A3) 01 Mesa Redonda Grande (reunião e planejamento) 01 PC (Pentium 3)* 30 Mesas para computador 32 Cadeiras 35 * Os computadores dos alunos são de configuração normal, interligados com a estação não-linear. Laboratório Áudio Ativo comparativo Laboratório de Rádio Finalidade do Espaço Laboratório de Rádio serve como suporte para elaboração das peças práticas radiofônicas do curso de Rádio e TV. No laboratório de Rádio os alunos poderão realizar atividades de redação, edição, entrevista, gravação e edição final de textos. O laboratório de informática servirá de apoio à produção textual, onde os alunos receberão aulas de redação e produzirão textos em formato adequado à veiculação em Rádio. Neste Laboratório serão ministradas as disciplinas de Laboratório de Radiojornalismo; Produção e Direção de Programas de Rádio; Edição e Pósprodução para Rádio, Tecnologia em Rádio e TV e Tecnologia Educacional e atividades de Pesquisa e Extensão. Descrição da Estrutura O Laboratório de Rádio fica localizado no Anexo do prédio do CCSO, próximo à Rádio Universidade FM e dispõe de espaço de 43,5 m², distribuídos entre: Sala de coordenação - espaço do professor responsável pelo laboratório coordenar os trabalhos, guardar materiais portáteis de uso e dar explicações aos alunos; Cabine de locução - deve ter tratamento acústico e térmico. Local onde os alunos praticam a locução e realizam entrevistas; Sala de operações - Espaço ocupado pelo técnico em sonoplastia, onde são realizadas as gravações e edições em áudio. Descrição de Mobiliário e Equipamentos 01 ar condicionado de 21000 BTUs 24 carteiras de madeira 01 quadro branco 02 cadeiras 01 mesa tipo birô 01 Mesa de Som 02 Microfones de pé 01 PC com monitor de 15” Situação Ideal para Funcionamento COORDENAÇÃO: DISCRIMINAÇÃO QUANT Mini Gravador Digital Portátil (Panasonic Rr Us-380) 10 Mesa c/gaveta 01 Armário de Aço com chave 01 Cadeira 03 PC (Pentium 3) – C/ combo (CD / DVD) 01 Impressora matricial 01 Quadro de Avisos 01 CD (Micro System) 01 No-break 01 CABINE DE LOCUÇÃO: DISCRIMINAÇÃO QUANT. Microfone digital (com sistema anti-vibração) Shure SM 05 7B Head phones 05 Mesa Redonda de Madeira 01 Pedestais com Haste 02 Pedestal de Mesa 05 Cadeiras 05 SALA DE CONTROLE: DISCRIMINAÇÃO QUANT Rack Vertical Mesa de Áudio (16 canais) Apel AP-8x Caixas de Som Acústicas MD (REC e PLAY) 02 CD (reprodutor) 02 Amplificador de 100 watts Gravador e reprodutor DAT PC (Pentium 4, com Gravador de CD e leitor de DVD) Amplificador de Linha (Híbrida) – EXPANDER ATX 200 C Microfone Microfone digital (com sistema antivibração) Shure SM 7 B Head Phone 02 Tape deck (REC e PLAY) Processador de Mic (RANE VP 12) Softwares (Sound Forge 8 e Sony Vegas 6) 01 Cadeira Giratória 01 Cadeira 03 Laboratório de Rádio Laboratório de Televisão Finalidade do Espaço No laboratório de TV os alunos poderão realizar atividades de redação, edição, entrevista, gravação e edição final de imagens e texto. Para as entrevistas, os alunos disporão de câmeras para as externas e no estúdio e nas ilhas de edição serão ministradas aulas de edição na forma final dos programas produzidos por eles. Terão experiência com edição linear e não linear. O laboratório foi projetado para as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Será utilizado na ministração das disciplinas: Direção de Fotografia e Iluminação; Direção de Arte e Cenografia; Produção de Programas de Televisão; Edição e Pósprodução para Tv; Descrição da Estrutura O Laboratório de Tv era antigamente chamado de Núcleo de Produção de TV (?), pois consta, na verdade, de um prédio anexo à Radio Universidade FM, dotado de: Recepção, Sala de operações, 01 almoxarifado, 01 estúdio de TV; 01 sala de máquinas; 2 salas de aula; 01 Sala de produção; 1 sala Coordenação e 3 banheiros. Situação Ideal para Funcionamento Algumas necessidades apresentadas foram: Bancada de computadores para produção de texto. Impressoras matriciais Quadro magnético nas salas de aula. Organizar o estúdio de gravação. Instalação dos Equipamentos que ainda estão na Reitoria COORDENAÇÃO – sala utilizada pelo coordenador do laboratório para a orientação de trabalhos de extensão e pesquisa, controle e guarda de equipamentos portáteis. ILHAS DE EDIÇÃO – Nessas duas salas funcionarão as estações de edição não linear. ESTÚDIO – Local de gravação de programas, entrevistas etc... DIREÇÃO DE TV – sala de controle das gravações, corte de imagens etc... *OBS: Na entrada do laboratório há uma Secretaria e os Laboratórios de informática e multimídia dão apoio ao Laboratório de TV. COORDENAÇÃO: DISCRIMINAÇÃO Câmaras de vídeo cyber-shot (canon) Filmadora Panasonic AG-DVC 60 Kit de Iluminação 2000 Kit de Iluminação a Bateria 100W Mesa c/gaveta (para computador) Armário de Aço com chave PC (Pentium 3) com Combo (CD/DVD) Impressora matricial Quadro de Avisos QUANT 05 02 02 02 01 01 01 01 01 Tripé Mesa (c/gaveta) Cadeira 01 01 03 ILHAS DE EDIÇÃO: DISCRIMINAÇÃO Edit Station RTX PRO Casablanca Avio Monitor LCD Panasonic TC-14LA1 VTR (MiniDVCam e VHS) DVD (REC e PLAY) Cadeira QUANT 02 02 02 01 01 04 ESTÚDIO: DISCRIMINAÇÃO Teleprompter Winpro MPTX LCD Iluminador Fresnel Olympus 1000W Modelo 50-03 Mixer Datavídeo SE-800 Monitor/TV Semp Toshiba 1033 ACDC 10” Monitor SONY PVM-8041Q Câmera Digital (DVCAM) Mesa de Apoio Cadeiras QUANT 01 04 01 02 01 03 01 05 DIREÇÃO DE TV: DISCRIMINAÇÃO Mesa de Corte Monitor de Programas Mesa de Efeitos Especiais Rack com VTR, VHS/S, VTR DVCAM, controles de alinhamento e de vídeo. QUANT 01 01 01 01 Gerador de Caracteres Mesa de Áudio (16 canais) Apel AP-8x Monitor de vídeo/TV 14” Tripé Headphone Cadeira Ilha de Edição – Laboratório de TV 01 01 03 01 01 06 Fundo Estúdio TV – Laboratório de TV Sala de Aula 1 – Laboratório de TV Laboratório de Informática Finalidade do Espaço O Laboratório de Informática servirá de apoio às aulas das disciplinas que impliquem na produção textual ou em que o acesso à Internet seja relevante no desenvolvimento metodológico da mesma. Descrição de Mobiliário e Equipamentos 01 Ar condicionado Springer 30.000 BTUs 07 carteiras 01 quadro branco 13 cadeiras 12 monitores sem uso 09 CPUs sem uso 10 estabilizadores sem uso 02 impressoras jato de tinta Situação Ideal para Funcionamento Descrição Total Microprocessador Pentium IV 20* Microprocessador Pentium IV c/ gravador CD/CDRW/DVD 01 Cadeira p/ computador 21 Bancada (oval) p/ 20 computadores 01 Mesa p/ computador (servidor) 01 Estabilizador de voltagem 21 Scanner 01 Videocassete digital DSR 40 01 DVD Player 01 CD Player 01 Impressora HP deskjet 843C 01 Impressora HP photosmart 7200 series 01 Linha telefônica/fax 01 Quadro branco 01 OBS.: 1.* Um deles é o Servidor, destinado ao professor. 2. Todos os 21 computadores devem ter acesso à INTERNET. 3. O número de computadores solicitado corresponde ao total de vagas nas disciplinas: 20 (vinte). CPUs e Monitores sem uso – Laboratório de Informática Laboratório de Informática Escritório Modelo de Comunicação Sugere-se a criação deste espaço, que possibilitaria a vivência prática da empresa de comunicação atuando de forma integrada, com alunos das 3 modalidades de curso, realizando experimentações e trabalhos integrados em disciplinas afins e relacionadas ao mercado. Finalidade do Espaço Uma das finalidades do Escritório Modelo é servir de campo de estágio supervisionado para os alunos de Comunicação. Neste laboratório serão ministradas várias disciplinas. As atividades de pesquisa e de extensão também serão desenvolvidas neste laboratório. O escritório pode captar clientes no mercado e dar sustentação às ações do Curso de Comunicação da UFMA em São Luís. Situação Ideal para Funcionamento COORDENAÇÃO – Sala a ser utilizada pelo coordenador do laboratório para orientação de trabalhos de extensão e pesquisa, controle e guarda de equipamentos portáteis. RECEPÇÃO – sala climatizada e ambientada para receber clientes externos e internos. REDAÇÃO – local de produção de matérias dos clientes. ARQUIVO AUDIO VISUAL – local em que estarão catalogadas e arquivadas todas as produções do curso de comunicação social, bem como, materiais doados e comprados para o uso por professores e alunos do curso. COORDENAÇÃO DISCRIMINAÇÃO QUANT Data-show 02 Retroprojetores 02 Maquinas fotográficas manuais 05 Máquinas fotográficas digitais 03 Gravadores de áudio 05 Armário de Ferro 01 Computador (Pentium 3) 01 No-Break 01 Cadeiras 03 Impressora matricial 01 RECEPÇÃO DISCRIMINAÇÃO QUANT Cadeiras 04 Sofá de 2 lugares 01 Mesa com gaveta 01 Painel (portfólio) 01 REDAÇÃO DISCRIMINAÇÃO QUANT Armário de Ferro 02 Computador (Pentium 4, com teclado, mouse óptico, cx.de som) 10 No-Break 01 Cadeiras 03 Impressora Jato de Tinta (comum) 01 Multifuncional HP Photo Smart 2610 (impressora, scanner, copiadora, fax) 01 Notebook (combo CD/DVD) 02 Mesa Redonda (grande) 01 Quadro para fotos 01 Quadro Branco (para aviso) 01 ARQUIVO AUDIO VISUAL DISCRIMINAÇÃO QUANT Armários de Aço 04 Estantes de Aço 10 Tape deck 01 Mycro System (toca tudo – MP3,etc..) 01 PC (Pentium 4, com teclado, mouse óptico, cx.de som) 01 Impressora matricial 01 O levantamento aqui apresentado não encerra a discussão acerca das propostas de criação e uso de espaços laboratoriais para o curso de Comunicação. É apresentado, antes, como um levantamento da estrutura e da situação atual, em termos de espaços, equipamentos e mobiliários; assim como uma síntese das aspirações externadas e apresentadas por alguns professores, do que seria ideal. As sugestões dos demais devem ser encampadas e incorporadas, especialmente daqueles que trabalham em espaços laboratoriais, mas que até o encerramento do prazo deste relatório não haviam enviado suas contribuições e sugestões e que, entende-se, deveriam ser os maiores interessados na melhoria dos laboratórios. Em razão disso, foram compiladas do Projeto do Curso de Jornalismo de Imperatriz muitas das especificações técnicas dos laboratórios, especificamente de jornalismo, aqui apresentadas. REFERÊNCIAS ARAÚJO, Inesita. Mediações e poder. Niterói: [s.n.], 2000. _______. Mercado simbólico: interlocução, luta, poder. Um modelo de comunicação para políticas públicas. Tese de doutorado. Rio de Janeiro: ECOUFRJ, 2002. BRAGA, José Luiz. Constituição do campo da comunicação. In: FAUSTO NETO, Antônio; PRADO, José Luiz Aidar; PORTO, Sérgio Dayrrel (orgs.). Campo da comunicação – Caracterização, problematizações e perspectivas. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2001, p. 11-39. CAMPELLO, José Erasmo (org.). Construção e desconstrução do conhecimento: signos de currículo. São Luís: Imprensa Universitária, 2005. CANDAU, Vera Maria (org.). Sociedade, educação e cultura(s): questões e propostas. São Paulo: Vozes, 2002. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: Editora da UNB, 2001. OLIVEIRA, Luciana Saraiva. Monitoria na graduação de Comunicação: uma análise para a formação do comunicador social. Dissertação de mestrado. São Bernardo do Campo: UMESP, 1995. OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Comunicação, ética e cidadania. In: BEOZZO, José Oscar (org.). Comunicações: ética e cidadania. São Paulo: Paulus, 2005, p. 145-173. PENTEADO, Heloisa Dupas. Pedagogia da Comunicação. São Paulo: Cortez, 1998. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Editora Record, 2001.