Medição de Pressão
I NST R UM ENTAÇÃO I N D U ST RI AL – EN G3 5 01
P RO F ª . L ET Í CI A CHAV ES FO NSECA
Medição de Pressão
1. INTRODUÇÃO
2. CONCEITOS DE PRESSÃO
3. DISPOSITIVOS DE MEDIÇÃO DE PRESSÃO
4. BIBLIOGRAFIA
2
1. Introdução
Medição de pressão é o mais importante padrão de medida, pois
as medidas de vazão, nível, temperatura, etc. podem ser feitas
utilizando-se esse princípio.
3
2. Conceitos de pressão
Pressão é definida como “uma força aplicada uniformemente
sobre um superfície (área)”.
P = F/A
onde:
◦ P = Pressão
◦ F = Força
◦ A = Área
4
2. Conceitos de pressão
2.1 Pressão
Atmosférica
 É a pressão exercida
pela camada de ar
sobre a superfície
terrestre.
 Ao nível do mar esta
pressão é
aproximadamente de
760 mmHg.
5
2. Conceitos de pressão
2.2 Pressão Relativa Positiva ou Manométrica
 É a pressão medida em relação à pressão atmosférica, tomada
como unidade de referência.
6
2. Conceitos de pressão
2.4 Pressão Relativa
Negativa ou Vácuo
 É quando um sistema
tem pressão relativa
menor que a pressão
atmosférica.
7
2. Conceitos de pressão
2.3 Pressão Absoluta
 É a soma da pressão relativa e atmosférica ou medida a partir
do vácuo absoluto.
 Importante: Determinar se a pressão é relativa ou absoluta.
Ex: 3 Kgf/cm2 a  Pressão Absoluta
4 Kgf/cm2 g  Pressão Relativa ou Manométrica ( Gauge)
 O fato de se omitir esta informação na indústria significa que a
maior parte dos instrumentos medem pressão relativa.
8
2. Conceitos de pressão
2.5 Diagrama Comparativo das Escalas
9
2. Conceitos de pressão
2.6 Pressão Diferencial
 É a diferença entre 2 pressões, sendo representada pelo
símbolo ΔP.
 Essa diferença de pressão normalmente é utilizada para medir
vazão, nível, densidade, diferencial de pressão, etc.
2.7 Pressão Estática
 É a pressão exercida em um ponto, em fluidos estáticos, que é
transmitida integralmente em todas as direções e produz a
mesma força em áreas iguais.
10
2. Conceitos de pressão
2.6 Pressão Diferencial
 É a diferença entre 2 pressões, sendo representada pelo
símbolo ΔP.
 Essa diferença de pressão normalmente é utilizada para medir
vazão, nível, densidade, diferencial de pressão, etc.
2.7 Pressão Estática
 É a pressão exercida em um ponto, em fluidos estáticos, que é
transmitida integralmente em todas as direções e produz a
mesma força em áreas iguais.
11
2. Conceitos de pressão
2.8 Pressão Dinâmica
 É a pressão exercida por um fluído em movimento paralelo à
sua corrente.
2.9 Pressão Total
 É a pressão resultante da somatória das pressões estáticas e
dinâmicas exercidas por um fluido que se encontra em
movimento.
12
2. Conceitos de pressão
2.10 Unidades de Pressão
 A pressão possui vários tipos de unidade.
 Os sistemas de unidade MKS, CGS, gravitacional e unidade do
sistema de coluna de líquido são utilizados tendo como referência
a pressão atmosférica e são escolhidas, dependendo da área de
utilização, tipos de medida de pressão, faixa de medição, etc.
 Em geral são utilizados para medição de pressão, as unidades
Pa, N/m², kgf/cm², mHg, mH2O, lbf/pol2, Atm e bar.
13
2. Conceitos de pressão
2.10 Unidades de Pressão
 Na indústria temos instrumentos padrões com todas as
unidades e para isto é necessário saber fazer a conversão.
14
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
Tipos de elementos sensíveis: aquele que recebe a pressão a ser
medida e a transforma em deslocamento ou força:

Tubo Bourdon

Membrana ou Diafragma

Fole

Coluna de Líquido

Sensor tipo Piezoelétrico

Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo

Sensor tipo Capacitivo

Sensor tipo Silício Ressonante
15
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
 O instrumento mais simples para se medir pressão é o
manômetro, que pode ter vários elementos sensíveis e ser
utilizados também pelos transmissores e controladores.
16
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
Manômetros são dispositivos utilizados para indicação local de
pressão e em geral divididos em duas partes principais:
 o manômetro de líquidos: que utiliza um líquido como meio
para se medir a pressão;
 o manômetro tipo elástico: que utiliza a deformação de um
elemento elástico como meio para se medir pressão.
17
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
A tabela a seguir classifica os manômetros de acordo com os
elementos de recepção.
Tipos de Manômetros
Elementos de recepção
Manômetros elásticos
Tipo Tubo de Bourdon
Tipo C
Tipo Espiral
Tipo Helicoidal
Tipo Diafragma
Tipo Fole
Manômetros de líquidos
Tipo Tubo em “U”
Tipo Tubo reto
Tipo Tubo Inclinado
18
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1 Manômetros Tipo Elástico
 Os manômetros tipo elástico baseia-se na lei de Hooke sobre
elasticidade dos materiais.
 Em 1676, Robert Hook estabeleceu essa lei que relaciona a
força aplicada em um corpo e a deformação por ele sofrida. Em
seu enunciado ele disse: “o módulo da força aplicada em um
corpo é proporcional à deformação provocada”.
19
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1 Manômetros Tipo Elástico
 Essa deformação pode ser dividida em elástica (determinada
pelo limite de elasticidade), e plástica ou permanente.
 Os medidores de pressão tipo elástico são submetidos a valores
de pressão sempre abaixo do limite de elasticidade, pois assim
cessada a força a ele submetida o medidor retorna a sua posição
inicial sem perder suas características.
20
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.1 Tubo Bourdon
 Tubo com seção oval, tendo uma extremidade fechada e a outra
aberta à pressão a ser medida.
 Com a pressão agindo em seu interior, o tubo tende a tomar
uma seção circular resultando um movimento em sua
extremidade fechada.
 Esse movimento através da engrenagem é transmitido a um
ponteiro que vai indicar uma medida de pressão.
21
3. Dispositivos para Medição de
Pressão
22
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.1 Tubo Bourdon
23
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.1 Tubo Bourdon
Vídeo - Calibração
24
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.1 Tubo Bourdon
 Quanto à forma, o tubo Bourdon pode se apresentar nas
seguintes formas:
Tipo C
Tipo Espiral
25
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.1 Tubo Bourdon
 Quanto à forma, o tubo Bourdon pode se apresentar nas
seguintes formas:
Tipo Helicoidal
26
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.2 Membrana ou Diafragma
 É constituído pôr um disco de material elástico (metálico ou
não) fixo pela borda. Uma haste fixa ao centro do disco está
ligada a um mecanismo de indicação.
 Quando uma pressão é aplicada, a membrana se desloca e esse
deslocamento é proporcional à pressão aplicada.
27
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.2 Membrana ou Diafragma
O diafragma geralmente é ondulado ou corrugado para
aumentar sua área efetiva.
28
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.3 Fole
 É basicamente um cilindro metálico, corrugado ou sanfonado.
 O fole é um elemento bastante utilizado, mas quase nunca
independentemente e sim em conjunto com uma mola que força
o fole a voltar à posição inicial, uma vez cessada a força devida à
pressão.
 Apresenta uma das extremidades fixas e a variação de pressão
no seu interior, faz com que ele se distenda ou se contraia,
atuando sobre um ponteiro que indica, numa escala graduada em
unidade de pressão, o movimento da extremidade livre do fole.
29
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.1.3 Fole
30
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
A tabela abaixo mostra os principais tipos de elementos de
recepção utilizados na medição de pressão baseada na
deformação elástica, bem como sua aplicação e faixa
recomendável de trabalho.
31
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
 É um instrumento de medição e indicação local de pressão
baseado na equação manométrica.
 Sua construção é simples e de baixo custo.
 Basicamente é constituído por tubo de vidro com área seccional
uniforme, uma escala graduada, um líquido de enchimento e
suportados por uma estrutura de sustentação.
32
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
 As colunas podem ser basicamente de três tipos: coluna reta
vertical, reta inclinada e em forma de “U”. Os líquidos mais
utilizados nas colunas são: água (normalmente com um corante)
e mercúrio.
 Quando se aplica uma pressão na coluna o líquido é deslocado,
sendo que este deslocamento é proporcional à pressão aplicada.
P1 – P2 = h. d
33
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
34
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
35
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
36
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
37
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
38
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
Neste tipo de medidor a tensão superficial dos líquidos é
evidente, ou seja, devido à força de coesão e adesão entre as
moléculas do vidro do líquido, aparece o que chamamos de
menisco.
39
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido
Tubos pequenos diâmetros: superfície do líquido curva.
◦ Água e o álcool (tensão superficial baixa): superfície côncava.
◦ Mercúrio (tensão superficial alta): menisco convexo.
Para evitar o erro de paralaxe quando fizermos a leitura de
pressão, esta deve ser feita na direção horizontal no ápice do
menisco.
40
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Faixa de medição
Em função do peso específico do líquido de enchimento e
também da fragilidade do tubo de vidro que limita seu tamanho,
esse instrumento é utilizado somente para medição de baixas
pressões.
Em termos práticos, a altura de coluna máxima disponível no
mercado é de 2 metros e assim a pressão máxima medida é de 2
mH2O caso se utilize água destilada, e 2 mHg com utilização do
mercúrio.
41
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Influência da temperatura na
leitura
Como a medição de pressão utilizando manômetro de líquido
depende do peso específico do mesmo, a temperatura do
ambiente onde o instrumento está instalado irá influenciar no
resultado da leitura e portanto sua variação, caso ocorra, deve ser
compensada.
42
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Influência da temperatura na
leitura
Na prática, utiliza-se a temperatura de 20ºC como referência e
esta deve ser escrita na escala de pressão.
Outra influência da temperatura na medição de pressão por este
instrumento é no comprimento da escala que muda em função
de sua variação e em leituras precisas deve ser também
compensada.
43
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Aplicação
Os manômetros de líquido foram largamente utilizados na
medição de pressão, nível e vazão nos primórdios da
instrumentação.
44
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Aplicação
Hoje, com o advento de outras tecnologias que permitem leituras
remotas, a aplicação destes instrumentos na área industrial se
limite a locais ou processos cujos valores medidos não são
cruciais no resultado do processo ou a locais cuja distância da
sala de controle inviabiliza a instalação de outro tipo de
instrumento.
45
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.2 Manômetro de Líquido – Aplicação
Porém, é nos laboratórios de calibração que ainda encontramos
sua grande utilização, pois podem ser tratados como padrões.
46
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.3 Sensor tipo Piezoelétrico
Os elementos piezoelétricos são cristais (quartzo, turmalina e titanato)
que acumulam cargas elétricas em certas áreas da estrutura cristalina,
quando sofre uma deformação física, por ação de uma pressão.
São elementos pequenos e de construção robusta.
Sinal de resposta linear com a variação de pressão.
47
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.3 Sensor tipo Piezoelétrico
Sinais de altíssimas frequências de milhões de ciclos por segundo.
O efeito piezoelétrico é um fenômeno reversível.
Se conectado a um potencial elétrico, resultará em uma correspondente
alteração da forma cristalina.
Este efeito é altamente estável e exato, por isso é utilizado em relógios
de precisão.
48
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.3 Sensor tipo Piezoelétrico
A carga devida à alteração da forma é gerada sem energia auxiliar, uma
vez que o quartzo é um elemento transmissor ativo.
Esta carga é conectada à entrada de um amplificador, sendo indicada ou
convertida em um sinal de saída, para tratamento posterior.
49
Transdutor Piezoelétrico
50
Transdutor Piezoelétrico
51
Transdutor Piezoelétrico
52
Asfalto Sustentável
53
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
Baseia-se no princípio de variação da resistência de um fio,
mudando-se as suas dimensões.
Onde:
R: Resistencia do condutor
ρ: Resistividade do material
L: Comprimento do condutor
S: Area da secao transversal
54
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
Pela equação temos que a resistência elétrica de um condutor é
diretamente proporcional à resistividade e ao comprimento e
inversamente proporcional a área da seção transversal.
55
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
A maneira mais prática de alterarmos as dimensões de um condutor é
tracionarmos o mesmo no sentido axial como mostrado a seguir:
56
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
O sensor consiste de um fio firmemente colado sobre uma lâmina
de base, dobrando-se tão compacto quanto possível. Esta
montagem denomina-se tira extensiométrica.
57
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
O fio, apesar de solidamente ligado à lâmina de base, precisa estar
eletricamente isolado da mesma.
Uma das extremidades é fixada em um ponto de rígido enquanto a
outra será o ponto de aplicação de força.
58
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
Um material ao sofrer uma flexão, suas fibras internas serão
submetidas a dois tipos de deformação:
◦ Tração
◦ Compressão.
59
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
As fibras externas sofrem um alongamento com a tração (maior
raio de curvatura), enquanto as fibras internas sofrem uma
redução de comprimento (menor raio de curvatura).
Variação da resistência total
60
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
A ligação ideal para um Strain Gauge com 4 tiras extensiométricas
é o circuito em ponte de Wheatstone, que tem a vantagem
adicional de compensar as variações de temperatura ambiente,
pois todos os elementos estão montados em um único bloco.
61
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.4 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo
Exemplo de aplicação: Célula de carga
62
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.5 Sensor tipo Capacitivo
A principal característica dos sensores capacitivos é a completa
eliminação dos sistemas de alavancas na transferência da força /
deslocamento entre o processo e o sensor.
Este tipo de sensor resume-se na deformação, diretamente pelo
processo de uma das armaduras do capacitor. Tal deformação
altera o valor da capacitância total que é medida por um circuito
eletrônico.
63
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.5 Sensor tipo Capacitivo
Esta montagem elimina os problemas mecânicos das partes
móveis mas expõe a célula capacitiva às rudes condições do
processo, principalmente a temperatura do processo.
Este inconveniente pode ser superado através de circuitos
sensíveis a temperatura, montados juntos ao sensor.
64
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.5 Sensor tipo Capacitivo
Outra característica inerente à montagem é a falta de linearidade
entre a capacitância e a distância das armaduras devido á
deformação não linear, portanto se faz necessário uma
compensação (linearização) a cargo do circuito eletrônico.
65
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
66
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
Consiste de uma cápsula de silício colocada estrategicamente em
um diafragma, utilizando o diferencial de pressão para vibrar em
maior ou menor intensidade, afim de que essa frequência seja
proporcional à pressão aplicada.
67
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
68
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
Construção do sensor
69
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
Detalhe construção do sensor para melhor compreensão
70
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
Fatores que influenciam na ressonância do sensor de silício:
◦ Campo magnético gerado por um imã permanente
posicionado sobre o sensor;
◦ Campo elétrico gerado pôr uma corrente em AC
◦ Pressão exercida sobre o sensor
71
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
72
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
A combinação do fator campo magnético /campo elétrico é
responsável pela vibração do sensor.
Um dos sensores ficará localizado ao centro do diafragma (FC),
enquanto que o outro terá a sua disposição física mais à borda do
diafragma (FR).
73
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
Por estarem localizadas em locais diferentes, porém, no mesmo
encapsulamento, uma sofrerá compressão e a outra tração
conforme a aplicação de pressão sentida pelo diafragma.
Desta maneira, os sensores possuirão uma diferença de
frequência entre si. Esta diferença pode ser sentida por um
circuito eletrônico, e será proporcional ao ΔP aplicado.
74
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
75
3. Dispositivos para Medição
de Pressão
3.6 Sensor tipo Silício Ressonante
76
4. BIBLIOGRAFIA
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
PESSA, Rogério. Manual de Treinamento SMAR: Instrumentação Básica
para Controle de Processo. Rev. 2.10. SMAR, 2004.
PAZOS, F. Automação de sistemas e robótica. Rio de Janeiro: Axcel
Books, 2002.
77
Download

Aula - Medição de Pressão