DIRIGENTES UNIVERSIDADE POTIGUAR Presidente Milton Camargo Reitora Sâmela Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitora Acadêmica Sandra Amaral de Araújo Diretora da Escola da Saúde Giselle Gasparino dos Santos Coordenadora do Curso Ana Maria Da Costa Dos Santos Reis APRESENTAÇÃO A Universidade Potiguar é a única universidade privada do Rio Grande do Norte, e integrante da maior rede internacional de educação superior do mundo, a Laureate International Universities. Em sua organização, temos a criação da Escola de Saúde da UnP, juntamente com o Instituto de Reabilitação e Atividade Física que oferecem uma proposta pedagógica inovadora, trabalhando a interdisciplinaridade, proporcionando uma maior integralidade entre as diversas áreas da saúde, sendo referência pela sua infra-estrutura e excelência no ensino. O Curso de Fonoaudiologia tem sua proposta curricular direcionada para uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva e considera os princípios éticos e os fundamentos históricos, filosóficos e metodológicos da Fonoaudiologia, estando em coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a graduação em Fonoaudiologia (Resolução CNE/CES n.5/2002). Neste sentido, o Curso propicia aos seus discentes atividades teóricas e práticas diversificadas no campo clínico-terapêutico e preventivo das práticas da Fonoaudiologia, de tal forma que possam vir a exercer sua profissão com compromisso e responsabilidade e rigor científico e intelectual. Orientando o desenvolvimento do Curso e estruturado com base no contexto de referência local e regional, sobretudo na área da saúde, este Projeto Pedagógico está organizado em 4 (quatro) partes: a primeira trata do Contexto Interno da Universidade Potiguar, a segunda trata da organização didático-pedagógica, ou seja, da administração acadêmica, desenvolvimento e avaliação curriculares. A terceira corresponde ao corpo docente, corpo discente e corpo técnico-administrativo. A quarta diz respeito às instalações do Curso, inclusive, ao Sistema Integrado de Bibliotecas da UnP. As perspectivas de desenvolvimento do Curso, portanto, estão demarcadas neste Projeto o qual se constitui no instrumento por excelência de sua gestão, na medida em que define o seu conteúdo nos aspectos político, filosófico, didáticopedagógico e curricular, buscando, de acordo com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), uma formação cidadã. SUMÁRIO PARTE 1 – O CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR ............ 15 1.1 VISÃO GERAL ................................................................................................ 16 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ....................................................................... 17 1.3 MISSÃO E VISÃO .......................................................................................... 18 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA ..................................... 19 1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ........................ 20 1.5.1 Atividades de Ensino ................................................................................ 21 1.5.1.1 CAMPUS NATAL ............................................................................... 21 1.5.1.2 CAMPUS MOSSORÓ ........................................................................ 22 1.5.2 Sobre a Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária .................................... 22 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...................................... 25 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA......................................... 28 2.1 DADOS DO CURSO ....................................................................................... 29 2.1.1 Denominação ........................................................................................... 29 2.1.2 Regime acadêmico ................................................................................... 29 2.1.3 Modalidade de oferta ................................................................................ 29 2.1.4 Total de vagas e turno de funcionamento ................................................ 29 2.1.5 Carga horária total .................................................................................... 29 2.1.6 Integralização do Curso ........................................................................... 30 2.1.7 Local de funcionamento ........................................................................... 30 2.1.8 Relação Professor / Aluno ........................................................................ 30 2.1.9 Histórico ................................................................................................... 30 2.1.10 Diretora: Ana Maria da Costa dos Santos Reis ...................................... 31 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADEMICA .................................................................... 32 2.2.1. Da direção de Cursos de Graduação na UnP ......................................... 32 2.2.2 Da Diretoria do Curso de Fonoaudiologia ................................................ 32 2.2.3 Conselho de Curso na Universidade Potiguar ......................................... 33 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ......................................................... 34 2.3.1 Necessidade social .................................................................................. 34 2.3.2 Concepção ............................................................................................... 38 2.3.3 Objetivos .................................................................................................. 40 2.3.4 Perfil Profissional ...................................................................................... 41 2.3.5 Estruturas Curriculares ............................................................................. 44 2.3.5.1 PRÁTICAS ESPECÍFICAS ................................................................ 61 2.3.5.2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................. 61 2.3.5.3 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................. 64 2.3.5.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ...................................... 68 2.3.6 Atividades de Pesquisa, Iniciação Científica, Extensão e Ação Comunitária .......................................................................................................................... 69 2.3.6.1 PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA ............................................. 69 2.3.6.2 EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA PROJETOS .......................... 70 2.3.7. Metodologia ............................................................................................. 74 2.3.8 Avaliação da aprendizagem ..................................................................... 75 2.3.9 Auto-Avaliação do Curso .......................................................................... 77 2.3.10 Ementário e bibliografia .......................................................................... 78 PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO TÉCNICOADMINISTRATIVO ........................................................................................... ..... 142 3.1 PERFIL DOCENTE ....................................................................................... 143 3.1.1 Titulação e experiência profissional ....................................................... 143 3.1.2 Adequação da formação ........................................................................ 144 3.3 ATENÇÃO AOS DISCENTES ...................................................................... 145 3.4 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ........................................................ 146 3.4.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso ............................ 146 3.4.2 Atividades de capacitação ...................................................................... 146 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS .......................................................... .......... 147 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP ................................................................ 148 4.2 BIBLIOTECA ................................................................................................. 150 4.2.1 Funcionamento do SIB/UnP ................................................................... 150 4.2.2 Acervo .................................................................................................... 153 4.2.3 Acervo do Curso ..................................................................................... 156 4.3 INSTALAÇÕES DO CURSO ........................................................................ 157 4.4 LABORATÓRIOS E OUTROS AMBIENTES ESPECÍFICOS ....................... 158 4.4.1 Laboratórios de informática .................................................................... 158 4.4.2 Laboratórios da área básica das ciências biológicas e da saúde ........... 159 4.4.3 Laboratórios específicos do Curso de Fonoaudiologia ........................... 163 PARTE 1 – O CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR 1.1 VISÃO GERAL Com mais de 25 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981), tendo sido transformada em Universidade por meio de Decreto de 20 de dezembro de 1996 (D.O.U. de 19 de dezembro de 1996). A partir de outubro de 2007, passa a integrar a Laureate International Universities, como primeira Instituição de Ensino Superior do Nordeste brasileiro a compor essa Rede. Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura (APEC) - pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com finalidade lucrativa1 -, a UnP é a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. Com uma imagem de credibilidade consolidada local e regionalmente, conforme indicado no seu Autoestudo 2008.12, a Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, e situado na Zona Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 09/10/2007, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Comissão Própria de Avaliação. Autoestudo 2007/2008.1. Natal, out./2008. 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, art. 3°, indicam a necessidade de uma atuação que expresse3: I. a defesa dos direitos humanos; II. a excelência acadêmica; III. a formação cidadã; IV. o exercício pleno da cidadania; V. a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de idéias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meio-ambiente. Esses princípios, por sua vez, são orientadores da finalidade precípua da Universidade, qual seja, a de promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. Natal, 2009. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária. V. 1). 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa4, ficam claros como principais compromissos da UnP: a excelência dos serviços prestados institucionalmente; a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 4 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto, art. 7°: a) a Administração Superior, que engloba a Chancelaria, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo; b) a Administração Acadêmica, com uma estrutura de planejamento (Comitê de Planejamento Institucional e a Avaliação Institucional); órgãos de natureza deliberativa e consultiva - Conselho Didático-Pedagógico (CDP) e Conselho de Curso (CC); e órgãos executivos (unidades acadêmicas especializadas - escolas, diretorias de curso e coordenadorias de programa). Destaque-se, dentre os mecanismos de participação, a dinâmica dos colegiados, principalmente do Conselho Didático-Pedagógico (CDP), órgão que, tendo a função de articular a interação das diversas áreas no referente ao ensino, à pesquisa e à extensão, conta em sua composição com todos os diretores dos cursos de graduação, além de representações de outros segmentos definidos no Estatuto, art. 32, dentre os quais de docentes e de discentes. Com esta organização, a Universidade efetiva um modelo de gestão participativa, estando consolidadas a estrutura de planejamento e os procedimentos de avaliação institucional iniciados na década de 90 e redimensionados a partir de 20055 nos termos da Lei n. 10.861/2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). 5 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Comissão Própria de Avaliação. Projeto de Auto-avaliação institucional. Natal, mar./2005. 1.5 ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA As atividades de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária da Universidade Potiguar, além de regidas pelo ordenamento jurídico-normativo do ensino superior brasileiro, são desenvolvidas em conformidade com o normativo institucional e políticas e diretrizes estabelecidas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016). Academicamente, nos termos do Estatuto, art. 7°, parágrafo único, os cursos estão organizados em 4 (quatro) áreas do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas, Letras e Artes e Ciências Exatas e Engenharias. No primeiro semestre de 2009, a Universidade instalou unidades acadêmicas especializadas que recebem a denominação de escolas, cumprindo uma das metas do PDI 2007/2016, prevista para a dimensão organização administrativa: implantar uma estrutura gestora por área, visando à integração de cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. As escolas são em número de sete e objetivam fortalecer a integração entre cursos de graduação e destes com os de pós-graduação, reforçando, dessa forma, iniciativas conjuntas de pesquisa e de extensão e a indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão. Correspondendo às áreas do conhecimento estabelecidas no Estatuto da UnP, estão em funcionamento as escolas de Comunicação e Artes; Direito; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade e Gastronomia; Licenciaturas; Saúde. 1.5.1 Atividades de Ensino Numa visão de síntese 2010, é possível se estabelecer, do ponto de vista do ensino: de graduação: - total de cursos em oferta: 58 (cinqüenta e oito), sendo 41 (quarenta e um) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró. de pós-graduação: - total de cursos lato sensu: 68 (sessenta e oito), dos quais 63 (sessenta e três) no Campus Natal e 5 (cinco) em Mossoró; - total de cursos stricto sensu: 2 (dois) mestrados, Campus Natal. 1.5.1.1 CAMPUS NATAL Ensino de graduação Na sede da UnP, Campus Natal, a oferta presencial em 2010.1 abrange 26 (vinte e seis) bacharelados; 06 (seis) licenciaturas e 12 (doze) cursos superiores de tecnologia. Do ponto de vista da educação a distância, foi desenvolvido o bacharelado em Administração, parceria com o IUVB. Como iniciativa da própria Universidade, está em tramitação o processo de autorização do curso de Direito. Ensino de pós-graduação Nível stricto sensu Na pós-graduação stricto sensu são oferecidos dois (2) mestrados – Mestrado Acadêmico em Odontologia e Mestrado Profissional em Administração. Nível lato sensu Em 2010.1 estão sendo ofertados 63 (sessenta e três) cursos que atendem às diversas áreas de conhecimento, como educação, gestão, saúde. 1.5.1.2 CAMPUS MOSSORÓ Situado fora da sede da Universidade, o Campus Mossoró começa suas atividades no ano 2002, após autorização do Ministério da Educação (Portaria n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, publicada no D.O.U de 18/12/2001, seção I, p. 23). Instalado originariamente no Colégio Diocesano São José, o Campus tem, atualmente, novo local de funcionamento, com arrojados espaços físicos, construídos e organizados especialmente para o funcionamento de uma instituição educacional de nível superior. Ensino de graduação Se a origem desse Campus é marcada pela oferta de apenas duas graduações, Administração e Ciências Contábeis, em 2010.1 o quadro já se encontra ampliado e diversificado. São 17 (dezessete) cursos, dentre os quais: 9 (nove) bacharelados e 8 (oito) cursos superiores de tecnologia. Ensino de pós-graduação A oferta da pós-graduação, em Mossoró, abrange o nível lato sensu, totalizando, em 2010, 5 (cinco) cursos em andamento. 1.5.2 Sobre a Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária No campo da pesquisa, as políticas institucionais expressas no PPI e no PDI 2007/2016 são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPeP), que conta com o apoio de órgãos especiais: Comitê de Pesquisa (ComPesq); Comitê de Ética em Pesquisa (CEP); Comissão Interna de Biossegurança (COINB), conforme o Regimento Geral da Universidade. A extensão e a ação comunitária, também implementadas com base nas políticas institucionais e na Política Nacional de Extensão, são levadas a efeito sob a responsabilidade da Pró-Reitoria de Extensão e Ação Comunitária (ProEx), considerando as demandas sociais e sua pertinência com os processos formativos da UnP, sendo desenvolvidas por meio de programas, projetos, eventos, cursos e prestação de serviços, em um processo de interação Universidade/comunidade. Em 2010, a Universidade aperfeiçoa seus procedimentos de organização da pesquisa e da extensão e ação comunitária, agora alicerçados em eixos temáticos, de caráter interdisciplinar, de modo a fortalecer: a) a indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão; b) a integração entre as escolas; d) o ensino e o corpo docente, com ampliação de professores em regime de tempo integral; e) o alcance social e os resultados das ações institucionais. São 10 (dez) os eixos temáticos em torno dos quais cada escola e respectivos cursos devem desenvolver a pesquisa, a extensão e a ação comunitária: meio ambiente e desenvolvimento sustentável; perícia investigativa; desenvolvimento de produtos e projetos; inteligência artificial; produtos naturais, farmacológicos e cosméticos; neurociências; atenção integral, capacitação e formação de pessoas; 30 anos UnP; constituição, cidadania e efetivação de direitos; comunicação e cultura. Esses eixos são implementados com recursos da própria Universidade, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); a Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). Na extensão e ação comunitária são implementados o Fundo de Apoio à Extensão (FAeX); a Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e o Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx). Os resultados dos projetos de extensão, de ação comunitária e de outros trabalhos científicos têm a sua divulgação principalmente por meio de iniciativa da própria Universidade: o congresso científico e mostra de extensão, de periodicidade anual. Destacam-se, ainda outros meios, conforme apontado no Auto-Estudo 2007/2008.1: a veiculação da revista PSI, do Curso de Psicologia, em meio eletrônico; a veiculação das Revistas UnP Jurídica e Verbus, sob a responsabilidade do bacharelado em Direito; a apresentação, em eventos, de artigos produzidos a partir de resultados de pesquisas; 6 a estruturação da Editora da Universidade (Edunp)6; RaUnP - revista eletrônica do Mestrado em Administração; Juris Rationis - revista do Mestrado em Direito; Anais do Congresso Científico Natal e Mossoró. Para informações sobre publicações da UnP v. UNIVERSIDADE POTIGUAR. Catálogo de publicações da Universidade Potiguar. Natal: Edunp, 2007. 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento, na UnP, são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, de modo que se possa viabilizar uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, em sintonia com a missão institucional. Nesse sentido, a ação do planejamento institucional, na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, é efetivada sob os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Esse delineamento tem como ponto de partida o fato de que o planejamento é um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, sendo desenvolvido à luz de três princípios enunciados no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016): Excelência acadêmica; sustentação econômica dos cursos; educação continuada. Com vistas à viabilização desses princípios, são adotados quatro instrumentos básicos, estruturados em congruência com a missão e a visão da Universidade Potiguar: o Projeto Pedagógico Institucional (PPI); o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI; o Plano Anual de Trabalho (PAT); o Plano de Metas (PM). Ressalte-se, nesse contexto, o Projeto Pedagógico de Curso (PPC), instrumento por excelência da gestão acadêmica de cursos, constituindo-se no esteio para onde convergem políticas e ações previstas no PPI e no PDI, tendo à frente a formação profissional dos alunos, coerentemente com o aparato jurídiconormativo da educação superior brasileira. Fica estabelecida, assim, uma linha de raciocínio em que o planejamento assume níveis diferenciados, mas intercomplementares, partindo de uma visão ampla da política educacional brasileira, para chegar às especificidades da Universidade Potiguar e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, da qual fluem informações substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos, quer acadêmicos e pedagógicos, quer gerenciais. Auto-avaliação institucional As iniciativas de avaliação institucional interna, promovidas pela Universidade, tiveram início na década de noventa, com continuidade a partir dos anos 2000, quando, então, se adotavam critérios e processos estabelecidos pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB). Com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei 10.861/2004, todo o processo avaliativo é redimensionado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), considerando a experiência acumulada no campo da avaliação institucional. Desse redimensionamento, resulta um novo Projeto de Auto-avaliação Institucional, em implementação a partir de 2005, focalizando três contextos: o institucional, o acadêmico e o administrativo, aos quais correspondem dimensões, categorias e indicadores. Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, em desenvolvimento e a desenvolver, o processo avaliativo na UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, diretoria de curso de graduação, coordenação de pós-graduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, conforme cronograma próprio, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações externas e internas; d) os resultados são divulgados pelo auto-atendimento e em seminários anuais com a participação de toda a comunidade acadêmica, ou, ainda, por meio do mural UnP. Conforme cronograma prévio definido em plano de trabalho da CPA e divulgado na Universidade (site e mural, principalmente), são aplicados questionários contendo questões fechadas e abertas, cujo preenchimento, a partir de 2005.2, passa a ser eletrônico - Sistema de Avaliação Institucional (SAI). Os resultados, tratados estatisticamente pela CPA, são analisados, tanto no âmbito de cada curso, quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e, a partir de 2008.1, estruturados relatórios qualitativos. Ao final, há registro em documento próprio da situação geral da Universidade, o autoestudo, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de transformação (figura 1). Figura 1 – Ciclos de Avaliação PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso de Fonoaudiologia – Bacharelado 2.1.2 Regime acadêmico Seriado semestral 2.1.3 Modalidade de oferta Presencial 2.1.4 Total de vagas e turno de funcionamento A Universidade Potiguar oferece, para o Curso de Bacharelado em Fonoaudiologia, 50 (cinqüenta) vagas anuais. O ingresso ocorre por meio de processo seletivo, reopção, para alunos originários de outros cursos da mesma área, ou transferência externa. Predominantemente, as aulas são ministradas no turno vespertino, das 13h45min às 18h10 min, sendo as atividades de Prática Clínica e Estágio Supervisionado Curricular desenvolvidas nos períodos matutino e vespertino. 2.1.5 Carga horária total O Curso totaliza na estrutura curricular de 2010, 3.840h, sendo 2.620h destinadas aos Blocos Curriculares Obrigatórios, 760h a Estágios Supervisionados, 100h Atividades Complementares e 360h a Blocos Curriculares Optativos/ Semipresenciais. O curso ainda desenvolve a Estrutura Curricular de 2006 (3.200 h). 2.1.6 Integralização do Curso A integralização do Curso ocorre em um mínimo de 08 (oito) semestres e máximo de 16 (dezesseis) semestres letivos, conforme as estruturas curriculares implantadas em 2006 e 2010. 2.1.7 Local de funcionamento Campus Natal, Unidade Salgado Filho, situada na Av. Salgado Filho, 1610 Lagoa Nova, Natal/RN. 2.1.8 Relação Professor / Aluno Para as aulas teóricas, o curso trabalha com 50 (cinqüenta) alunos por professor. Para as aulas práticas, em laboratório, o quantitativo será de 15 (quinze) alunos/professor; de 24 (vinte e quatro) alunos para as práticas clínicas e de 08 (oito) alunos para os estágios curriculares. 2.1.9 Histórico O Curso de Fonoaudiologia, da Universidade Potiguar, com sede em Natal, Rio Grande do Norte (RN), mantida pela Associação Potiguar de Educação e Cultura (APEC), foi criado através da Resolução n. 16/97, de 21 de fevereiro de 1997 ConSUni, atendendo à proposta de ampliação da graduação, contida no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). A implantação do Curso se deu em agosto de 1997, com a realização do primeiro concurso vestibular com uma oferta de 60 vagas, sob a regulamentação de edital aprovado através da Resolução n. 36/97, de 12 de maio de 1997 – CEPE. A primeira turma concluiu o Curso em julho de 2001 e, até o presente, concluíram 11 (onze) turmas, com um total de 403 alunos. O Curso foi reconhecido através da Portaria MEC n. 2.128/2001 e teve a Renovação de Reconhecimento aprovada através da Portaria MEC n. 1.156/2009. Atualmente, o Curso, funciona regularmente, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais e legislação pertinente. 2.1.10 Diretora: Ana Maria da Costa dos Santos Reis Ato de designação: Portaria n. 067/2009 – Reitoria Telefone: (84) 3215 1296/1237. E-mail: [email protected] 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADEMICA 2.2.1. Da direção de Cursos de Graduação na UnP Os cursos de graduação da Universidade Potiguar têm sua administração sob a responsabilidade de uma direção executiva que poderá contar, quando necessário, com uma direção adjunta. De acordo com o Regimento Geral da Universidade, art. 52, a Diretoria de Curso, órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, é exercida pelo Diretor e, quando necessário, auxiliado por Diretor-Adjunto, ambos designados pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. A direção atua com base no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), implementando e avaliando o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) com as políticas aí definidas. Na estrutura da Diretoria de Curso existe também um Assistente Executivo para apoio acadêmico-administrativo ao Diretor7, bem como ao Diretor adjunto, e atendimento ao aluno. 2.2.2 Da Diretoria do Curso de Fonoaudiologia A Direção do Curso de Fonoaudiologia é exercida pela professora e fonoaudióloga Ana Maria da Costa dos Santos Reis, desde 2004, diretora adjunta no período de 2000 a 2003. Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1985, e pós- graduada, com especialização em Patologias da Linguagem pela Universidade Estácio de Sá em 1986, Rio de Janeiro, e em Gestão Universitária, promovida pela Universidade Potiguar, tendo, concluído o mestrado em administração em 2008. Com larga experiência clínica de 25 (vinte e cinco) anos atuando na profissão, a diretora do Curso foi admitida na UnP em 06 de abril de 2000. Seu regime de trabalho é de tempo integral. Além do cargo administrativo, exerce a carreira docente na graduação. Fez parte, também, do corpo docente do Curso de Especialização em 7 As atribuições do diretor de Curso podem ser encontradas no Regimento Geral da Universidade, art. 55 (Documentos Normativos da UnP. Série Normas da Organização Universitária. V. 2). Natal, mar./2009. Patologias da Linguagem. Registro profissional no Conselho Regional de Fonoaudiologia da 8ª Região sob o número 3778-RN. 2.2.3 Conselho de Curso na Universidade Potiguar O Conselho de Curso de Graduação (CC), nos termos do art. 36 do Estatuto8, é um órgão de natureza consultiva e auxiliar, com função de analisar e propor medidas didático-pedagógicas, administrativas e disciplinares para o funcionamento do curso e para a sua integração nos diversos programas de pesquisa e de extensão e de Pós-graduação. Ainda de acordo com o referido artigo, o CC tem em sua composição: a) o Diretor do Curso ( seu Presidente ); b) três representantes do corpo docente; c) um representante do corpo discente; d) um representante de entidade profissional afeta ao curso. O Conselho do Curso de Fonoaudiologia O Conselho do Curso de Fonoaudiologia teve sua designação aprovada através da Portaria nº 037/2009 - Reitoria/UnP de 13 de fevereiro de 2009 e está constituído dos seguintes membros: I – Presidente: - Profa. Ana Maria da Costa dos Santos Reis, Diretora do Curso. II – Representantes do Corpo Docente (mandato de dois anos): a) Titulares: Professoras Priscilla Carla Silveira Menezes, Ana Kátia da Rocha Siqueira Nepomuceno e Zilane Silva Barbosa; b) Suplentes: Professoras Gisele Rique Dantas, Hannalice Gottschalck Cavalcanti e Ana Loisa de Lima e Souza. III – Representantes do Corpo Discente: a) Titular: Acadêmica Daniela Matias Marinho Amorim, matrícula 200515696 b) Suplente: Acadêmica Valesca Patricia Maranhão de Freitas, matrícula 200520332; 8 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. (Documentos Normativos da UnP. Série Normas da Organização Universitária. V. 1). Natal, mar./2009. IV – Representante do Conselho Regional de Fonoaudiologia da 8ª Região, entidade profissional afeta ao curso (mandato de dois anos): - Conselheira Ana Karla Bigois Capistrano. 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade social As intensas transformações políticas, sociais e econômicas e conseqüentes mudanças culturais, tecnológicas e organizacionais requerem profissionais capacitados para atuar, com eficiência e eficazmente, nas múltiplas áreas do conhecimento. Na saúde, em especial, vivencia-se um momento histórico de grandes avanços nos campos da genética, das políticas de saúde auditiva, dentre outros, sendo a atuação competente dos profissionais dessa área uma das condições fundamentais ao processo de construção de uma sociedade mais saudável e humana. No caso brasileiro, em que a sociedade e a economia integram o movimento da dinâmica capitalista mundial, observa-se uma política de saúde, formulada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que utiliza os critérios de inclusão, eqüidade, universalidade e integralidade no atendimento às necessidades de saúde apresentadas pela população. Porém, a consolidação dessa política exige, além de efetivas ações governamentais, a reestruturação da prática assistencial focada no fortalecimento da atenção básica por meio de estratégias como o Programa de Saúde da Família (PSF), cujas ações, se oferecidas com qualidade e eficiência, poderão solucionar cerca de 80% dos problemas de saúde da população. Esta perspectiva, por sua vez, requer iniciativas de revisão dos currículos dos cursos de graduação situados na área da saúde, de forma que os futuros profissionais tenham condições de prestar cuidados contínuos e resolutivos à comunidade e articular a assistência de saúde às condições de vida da população, a partir de uma visão crítica e abrangente da realidade política, econômica, social e cultural brasileira. No caso do Nordeste – onde se situa o Curso de Fonoaudiologia da Universidade Potiguar (UnP) – é preciso considerar ser esta uma região de contradições sociais. O Rio Grande do Norte (RN), que tem a cidade do Natal como a sua capital, também apresenta esse antagonismo nos seus índices socioeconômicos e de saúde. Segundo dados do IBGE, Natal possuía em 2009 uma população de 806.203 habitantes, o que representa 25,65% da população do Estado e 0,42% da população brasileira. O PIB de Natal foi calculado em 8,02 bilhões de reais em 2007, representando 40% do PIB do Rio Grande do Norte. Da mesma forma ao calcular o PIB per capta, Natal ficou em segundo lugar no estado, com R$ 10.362,00 per capta. No calculo do IDH educacional em 2009, Natal alcançou 0,887, índice considerado elevado, já no IDH geral dos município, Natal atingiu 0,788, índice considerado médio, entretanto foi constatado como o maior de todas as cidades do estado do Rio Grande do Norte e ocupou o 838º lugar de todas as cidades brasileiras. Todavia, os padrões de vida da população de acordo com dados do IBGE em 2009 apresentam contrastes: a taxa de analfabetismo é de 13,4%, o índice de desigualdade social é de 0,67 (a mais imperfeita é 1 e a mais perfeita é 0), a taxa de fecundidade é de 2 filhos, a expectativa de vida de 69,8 anos e a mortalidade infantil apresenta um coeficiente de 36,5 mortes por mil recém-nascidos. Acompanhando as contradições sociais, também encontramos algumas contradições na saúde, onde observam-se índices expressivos de doenças crônicodegenerativas, acidentes e outros agravos próprios da violência urbana e da poluição ambiental, convivendo com elevados índices de mortalidade peri e neonatal, gravidez na adolescência, casos de dengue, hanseníase, tuberculose, diarréia, e a desnutrição o que, dentre outros, indica a deficiência nas ações de saúde destinadas à população. Apesar da esperança de vida, ao nascer, ter aumentado de 66,6% em 1991 para 68,8% em 2000, e a taxa de analfabetismo ter caído de 19,0% em 1991 para 13,4% em 2000, ainda são constatados elevados índices de mortalidade peri e neonatal e gravidez na adolescência, o que, dentre outros, indica a deficiência nas ações de saúde, destinadas à população. Eclodem no Estado e na própria capital casos de dengue, hanseníase, tuberculose, diarréia, e a desnutrição continua atingindo a população infantil. A assistência de saúde, prestada à população norte-rio-grandense, inclusive de Natal, é efetivada através da assistência complementar (privada) e do Sistema Único de Saúde que preconiza a reorganização de serviços básicos em patamares de qualidade, requerendo profissionais capacitados no domínio de metodologias e técnicas que atendam à natureza múltipla e complexa dos problemas sociais de saúde. Nesse contexto, espera-se que a Fonoaudiologia, interagindo em conjunto com demais profissionais da área da saúde, possa intervir na realidade, positivamente, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos diferentes segmentos sociais. Tudo isso requer um processo de formação que permita ao futuro fonoaudiólogo o acesso a um aporte teórico, científico e técnico, advindo das ciências humanas, sociais, biológicas e da própria fonoaudiologia, tornando-o apto a atuar em função de um novo paradigma que exige uma postura crítica e comprometida com o processo saúde-doença, considerando a ressignificação conceitual de saúde e necessidades de reorganização dos serviços e práticas numa perspectiva holística. Por ser uma profissão com amplo campo de atuação e em pleno crescimento, visto que o mercado de trabalho vem se expandindo, inclusive no âmbito do serviço público, a fonoaudiologia se articula com uma variedade de especialidades médicas, incluindo a cirurgia de cabeça e pescoço, neurologia, otorrinolaringologia, pediatria, ortodontia, entre outras. O ingresso de novos profissionais no mercado regional permitiu uma inserção nas áreas hospitalar, escolar, telemarketing e clínica, ampliando desta forma o mercado de trabalho. É notório o número crescente de vagas em concursos públicos estaduais e municipais e o reconhecimento do papel do fonoaudiólogo nas equipes de saúde e educação. Ao mesmo tempo, não se pode esquecer que as práticas fonoaudiológicas são indispensáveis ao campo da comunicação humana e tratamento dos seus distúrbios, bem como à educação, prevenção e aperfeiçoamento dos padrões de voz e fala. Importa ainda destacar que políticas públicas na área da saúde, expressas em textos legais, por exemplo, vêm sendo implementadas, contemplando a inserção do fonoaudiólogo, podendo ser indicadas: a Lei n. 8.8683, publicada no Diário Oficial do Rio Grande do Norte, do dia 22 de Junho de 2006, que torna obrigatória a realização de exames de surdez em crianças nascidas em hospitais ou instituições que recebam verbas públicas e dá outras providências, sendo a atuação do fonoaudiólogo cada vez mais necessária; a Lei Federal de Saúde Auditiva, normatizada nos termos da Portaria n. 587/2004 – SAS/MS, definindo que a equipe mínima, na média complexidade, deverá ser composta por: 01 médico otorrinolaringologista, 04 fonoaudiólogos (sendo dois, pelo menos, com qualificação para trabalhar em audiologia e dois em terapia), 01 assistente social e 01 psicólogo. Quanto à alta complexidade, a equipe deverá ser composta por: 02 médicos otorrinolaringologista, 01 médico neurologista e/ou neuropediatra, 01médico pediatra e/ ou neuropediatra, 06 fonoaudiólogos (sendo, pelo menos, um com especialização em audiologia e experiência em audiologia infantil, dois com especialização ou capacitação ou experiência em audiologia e três com experiência em reabilitação auditiva), 01 assistente social e 01 psicólogo. Também merece destaque, em Natal, a criação do Centro de referência ao portador da doença de Alzheimer, ampliando-se, assim, as possibilidades de atuação do fonoaudiólogo no próprio RN. Neste cenário, a que devem ser aliadas as constantes transformações políticas, econômicas, políticas e culturais e as incisivas demandas sociais, sobretudo no campo da saúde, é relevante a continuidade do Curso, cujo propósito, além de se voltar para a produção do conhecimento, direciona-se para o atendimento as necessidade existentes no mercado de trabalho local e regional, o qual se encontra em pleno desenvolvimento na área da Fonoaudiologia. É sob essa lógica que vem sendo desenvolvido o bacharelado em Fonoaudiologia da Universidade Potiguar, buscando-se dar respostas, tanto às exigências de uma formação de nível superior, com qualidade, quanto às graves questões de saúde local e regionalmente. Esta iniciativa é também relevante, observando-se que atualmente, no RN o Curso de Fonoaudiologiaia, atualmente, é ofertado por duas Instituições de Ensino Superior (com 02 cursos): a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a própria Universidade Potiguar (UnP),é importante salientar que, a Universidade Potiguar foi pioneira na oferta do curso de Fonoaudiologia ( início em 1997). Constata-se, ao mesmo tempo, a insuficiência de fonoaudiólogos para atender às necessidades de saúde da população, no que se refere à atuação específica no campo da fonoaudiologia. A continuidade do Curso de Bacharelado em Fonoaudilogia/UnP, portanto, constitui uma ação de grande significado social, na medida em que, ao formar fonoaudiólogos, a Universidade não só contribui para a superação do déficit desse profissional no estado, mas também assume a qualidade do processo de formação desse profissional como condição para que ele possa atender à complexidade do novo modelo de prática assistencial, na área da saúde, na região e no Rio Grande do Norte. 2.3.2 Concepção O Curso de Fonoaudiologia/UnP privilegia uma formação generalista, humanística, crítica e reflexiva, abrangendo as dimensões técnico-científica e ética e elegendo como eixo constitutivo a promoção da saúde individual e coletiva. O processo formativo, organizado de modo a propiciar ao aluno condições para que venha a atuar no campo clínico-terapêutico e preventivo das práticas fonoaudiológicas, é fortalecido pela visão multidimensional da Fonoaudiologia, compreendida historicamente em suas relações com o contexto político, social, econômico e cultural do país e da região Nordeste. É fundamental a construção, por parte do discente, de uma consciência crítico-reflexiva, voltada para o desenvolvimento de atitudes e valores de responsabilidade social e compromisso com a qualidade de vida do ser humano, para o que são essenciais atividades investigativas e de extensão. São desenvolvidas atividades sobre o processo saúde-doença geral e da comunicação humana do cidadão, da família e da comunidade, sendo que, a vivência das atividades prático-clinicas consolidam a relação teoria/prática, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Fonoaudiologia. O conjunto das disciplinas integra os conhecimentos das Ciências Biológicas e da Saúde, articulados aos conhecimentos das Ciências Humanas e Sociais e das Ciências Fonoaudiológicas, de forma que sejam desenvolvidas competências gerais e específicas. A dinâmica curricular, à luz desses referenciais, adota como princípios básicos: a) interdisciplinaridade: entendida como atitude que potencializa o desenvolvimento integrado de atividades teóricas e práticas no Curso e em conjunto com os demais cursos da área da saúde, na perspectiva de melhor instrumentalizar o aluno para a sua prática profissional, enfatizando-se o trabalho multiprofissional. Pressupõe o diálogo entre os saberes da fonoaudiologia e de outros campos do conhecimento que lhe sejam afins; b) a articulação teoria-prática, mediante atividades teóricas, teórico-práticas, práticas clínicas e de Estágio Curricular, colocando o aluno em contato com situações inerentes às futuras atividades profissionais; c) integralidade: fundamenta a idéia de que são necessárias aproximações graduais e sucessivas do aluno à compreensão do homem numa perspectiva holística e ao conhecimento do que é fonoaudiologia, das ciências que a embasam, de como, onde, para quê ou para quem trabalha e qual o papel do fonoaudiólogo no cuidar, gerenciar, ensinar, investigar, como também a possibilidade de uma prática multiprofissional; d) flexibilidade curricular: confere ao Curso a possibilidade de tratamento diversificado dos vários conteúdos, possibilitando ao discente o acesso a saberes, instrumentos, técnicas e condutas inerentes às questões clínicas, científicas, filosóficas, éticas, políticas, sociais e culturais implicadas na atuação do fonoaudiólogo. Viabilizando esses princípios, desenvolve-se um processo de formação profissional que, integrada aos demais cursos da área da saúde/UnP, estimula o desenvolvimento intelectual e profissional, autônomo e permanente do aluno, por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão/assistência. Com esta linha de atuação, e considerando as políticas e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a formação do fonoaudiólogo enfatiza o comprometimento do profissional com a cidadania, com a humanização do atendimento e com a solução das questões sociais de saúde, envolvendo as áreas assistencial, administrativa, pedagógica e da investigação científica. Esses princípios norteiam o desenvolvimento do processo ensino– aprendizagem efetivado na perspectiva de uma formação generalista, com a adoção de estratégias por meio das quais o aluno, gradativamente, venha a compreender os problemas da saúde fonoaudiológica da população, em nível individual e coletivo. 2.3.3 Objetivos Geral Formar o fonoaudiólogo generalista, crítico e reflexivo que, adotando uma postura ética e o rigor científico, possa atuar no processo saúde-doença, através das ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação da saúde individual e coletiva, principalmente no que se refere aos distúrbios da comunicação humana, considerando a realidade social, econômica, política e cultural do país, em particular, do Nordeste e do Rio Grande do Norte. Específicos a) possibilitar ao discente a compreensão da fonoaudiologia como prática social historicamente determinada e articulada às demais práticas de saúde; b) identificar e analisar as múltiplas influências da comunicação biológica, psicológica, social e cultural, na perspectiva da eficiente aplicação de métodos e técnicas fonoaudiológicas em nível individual e coletivo; c) estimular o desenvolvimento de uma consciência critica sobre os problemas de saúde e sobre o papel do fonoaudiólogo como sujeito de transformação; d) estimular a prática de valores políticos, éticos e humanísticos da profissão, como norteadores das ações de assistência à saúde do indivíduo, da família e da comunidade; e) desenvolver estudos e práticas que incidam em processos de educação em saúde em nível individual, familiar e coletivo; f) desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe; g) estimular o desenvolvimento científico, por meio de atividades de investigação, bem como promover a divulgação dos resultados de estudos e pesquisas. 2.3.4 Perfil Profissional O curso de graduação em Fonoaudiologia oferece condições para que o aluno esteja capacitado a entender as questões sociais, científicas, políticas, culturais e éticas circunscritas à prática da fonoaudiologia, considerando os diferentes modelos técnico-assistenciais de saúde. O fonoaudiólogo formado pela UnP deve estar apto a trabalhar com a promoção da saúde fonoaudiológica, com ênfase na realização de procedimentos apropriados à prevenção, diagnóstico, habilitação e reabilitação dos distúrbios da comunicação humana, como também nas áreas de ensino e pesquisa. Esta perspectiva pressupõe o estudo da linguagem oral e escrita, dos sistemas sensóriomotor oral da voz, da audição e dos seus respectivos métodos clínicos. Tomando como base a educação e a formação generalista, humanística e técnico-científica, a proposta pedagógica do Curso possibilita o desenvolvimento de competências e habilidades gerais: a) atenção à saúde: - estar apto a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível coletivo quanto individual; - desenvolver ações de forma integrada com as instâncias do serviço de saúde, nos vários níveis de atenção, contemplando a promoção, prevenção e a reabilitação da saúde; - realizar a prática profissional de acordo com os princípios da ética/bioética, qualidade e humanização nas ações de saúde. b) tomada de decisões: - analisar e decidir sobre os procedimentos mais adequados, fundamentado em evidências científicas; - desenvolver, sob os critérios de eficácia e custo-efetividade, práticas de controle de pessoal, de equipamentos e procedimentos. c) comunicação: - comunicar-se com pacientes, profissionais da saúde e com a comunidade, de acordo com preceitos ético-legais; - acompanhar, propor e incorporar inovações técnico-científicas da comunicação e da informação; d) liderança: - trabalhar em equipes interdisciplinares e junto à população, assumindo uma posição de liderança; - atuar como agente de promoção de saúde com responsabilidade, compromisso, empatia e comunicação. e) administração e gerenciamento: - assumir atitudes de empreendedorismo; - administrar e gerenciar a força de trabalho e os recursos físicos, materiais e de informação; - adotar procedimentos de administração dos equipamentos, dos procedimentos e das práticas de saúde de forma eficaz, eficiente e efetiva. f) educação permanente: - interessar-se por sua contínua atualização; - contribuir com futuros profissionais em situações de estágios e de capacitação, motivando a troca de experiências, de conhecimentos e de tecnologias. No âmbito específico, o futuro fonoaudiólogo deverá demonstrar as seguintes competências e habilidades: - compreender e analisar criticamente os sistemas teóricos e conceituais envolvidos no campo fonoaudiológico e os métodos clínicos utilizados para prevenir, avaliar, diagnosticar e tratar os distúrbios da linguagem (oral e escrita), audição, voz e sistema sensório motor oral; - compreender a constituição do humano, as relações sociais, o psiquismo, a linguagem, a aprendizagem; - apreender as dimensões e processos fonoaudiológicos em sua amplitude e complexidade; - avaliar, diagnosticar, prevenir e tratar os distúrbios pertinentes ao campo fonoaudiológico em toda extensão e complexidade; - apreender e elaborar criticamente o amplo leque de questões clínicas, científico-filosóficas, éticas, políticas, sociais e culturais implicadas na atuação profissional do Fonoaudiólogo; - reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência entendida como conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; - desenvolver, participar e/ou analisar projetos de atuação profissional disciplinares, multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares; - possuir recursos científicos, teórico-práticos e éticos que permitam a atuação profissional e reavaliação de condutas; - conquistar autonomia pessoal e intelectual necessárias para empreender contínua formação profissional; - situar a fonoaudiologia em relação às outras áreas do saber que compõem e compartilham sua formação e atuação; - observar, descrever e interpretar de modo fundamentado e crítico as situações da realidade que concernem ao seu universo profissional; - pensar sua profissão e atuação de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social; - conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos; - utilizar, acompanhar e incorporar inovações técnico-científicas no campo fonoaudiológico. Campo de atuação do egresso Exercendo a profissão em todos os níveis de atenção à saúde, o egresso de Fonoaudiologia da Universidade Potiguar poderá atuar em: instituições de saúde pública, privada e filantrópica, hospitais, ambulatórios, unidades básicas de saúde, centros diagnóstico de referência de saúde do trabalhador, clínicas, empresas, creches, escolas, asilos, instituições de pesquisa, consultórios de Fonoaudiologia, atendimento domiciliar- home care, centro de saúde mental. 2.3.5 Estruturas Curriculares O Curso desenvolve, atualmente, duas estruturas curriculares: uma implantada em 2006, outra em 2010.1. A estrutura curricular iniciada em 2006 tem a sua validade até 20012.1, quando os ingressantes concluem o Curso. A segunda matriz curricular poderá ser encerrada em 2014.2. Estrutura 2006 No segundo semestre de 2005, o Curso promoveu novas alterações curriculares, implantadas no primeiro semestre de 2006, em atendimento a novas orientações institucionais formuladas como continuidade da reforma curricular implantada pela Universidade em 2002 e revista em 2004. a) A reforma curricular da graduação/2006 - diretrizes institucionais Na reorganização da graduação para 2006, levaram-se em conta: a) os resultados das avaliações da reforma iniciada em 2002, que indicavam, dentre outros, a necessidade de: i) consolidar-se a integração entre os cursos de uma mesma área; ii) manter-se a oferta em blocos, uma vez que esse processo facilita, efetivamente, os processos de adaptação curricular, nos casos de transferência, reopção e ingresso via vestibular agendado 2; iii) rever-se a carga horária total de cada curso, de modo que se pudesse consolidar o entendimento da graduação como etapa inicial da educação continuada; b) as exigências de uma formação plural e generalista, base de qualquer profissão no atual contexto da essencialidade do aprender a aprender. Nesse sentido, as decisões da Universidade Potiguar para a sua graduação, a partir de 2006.1, indicaram ser preciso: a) adotar estratégias para o fortalecimento da integração entre os cursos de uma mesma área, pela oferta e desenvolvimento de disciplinas comuns, de natureza integrativa, e de eixos estruturantes, encontrados nas diretrizes curriculares nacionais para cada curso de graduação, sob a denominação de conteúdos essenciais, ou eixos interligados de formação, ou núcleos, ou campos interligados de formação, e assim sucessivamente; b) adotar mecanismos para racionalização da carga horária de cada curso, otimizando-se os recursos humanos, materiais e financeiros; c) organizar os currículos dos cursos de modo a abranger três ciclos de formação: geral, básico profissionalizante e profissionalizante. Formação geral: inclui estudos que possibilitam ao discente efetuar uma leitura crítica da realidade, instrumentalizar-se para compreender, comunicar-se e agir cientificamente diante das questões que lhe forem apresentadas. As disciplinas deste ciclo, que forem ofertadas na 1ª série, devem ter 40 horas. As disciplinas que venham a compor a 2ª e/ou 3ª série podem ter 40 ou mais horas. Constam deste momento da formação duas disciplinas integrativas, cujos conteúdos devem ser tratados de forma articulada com os cursos de uma mesma área. No caso de Ciências Biológicas e da Saúde, são de natureza integrativa: Estudos Integrados em Educação, Saúde e Sociedade I e II, cuja oferta pode ocorrer de forma semipresencial, conforme a Portaria 4059/2004; Básico profissionalizante: abrange disciplinas comuns a uma determinada área e outras específicas de determinado curso. É objetivo deste ciclo a constituição de uma base de conhecimentos inerentes à formação do profissional de cada área, devendo ser observadas, simultaneamente, as possibilidades de um tratamento interdisciplinar e a necessidade do atendimento a especificidades de uma dada profissão; Profissionalizante: congrega as disciplinas específicas de cada curso, de forma que sejam viabilizados estudos e práticas em um crescente nível de complexidade, chegando-se às especificidades de uma profissão. b) Reorganização curricular do Curso de Fonoaudiologia O Curso, seguindo a lógica curricular institucional, e mantendo o que preconizam as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em fonoaudiologia, reorganiza a sua matriz curricular de forma mais compacta e otimizadora, a fim de atender às demandas sociais e do mercado de trabalho, sem perder de vista o padrão de qualidade do profissional formado pela UnP. Estruturado em oito semestres letivos, ou seja, em quatro anos, e não mais em 4 anos e meio, o Curso, a partir de 2006, perfaz um total de 3.200 hs, das quais 640 hs destinam-se ao estágio supervisionado e 160 às atividades complementares. A sistematização e operacionalização da nova estrutura curricular atendem aos critérios de que: as disciplinas integrantes das ciências da fonoaudiologia, presentes nos três ciclos, devem perpassar todo o Curso, em uma ordem de crescente complexidade, com uma concentração no ciclo profissionalizante; as disciplinas das ciências humanas e sociais e das ciências biológicas e da saúde fundamentarão a formação do aluno, organizando-se uma base de estudos sem a qual ficariam comprometidas as possibilidades de apreensão dos conhecimentos específicos de fonoaudiologia; deve ocorrer uma articulação entre os três ciclos de formação, evitando-se fragmentações das disciplinas entre si; os conteúdos das ciências sociais e humanas, ciências biológicas e da saúde e ciências fonoaudiológicas constituem o eixo estruturante do processo formativo do fonoaudiólogo na UnP (Resolução n. CNE/CES 5/2002, art 6º). Atendendo a esses critérios, a primeira e segunda séries do Curso de Fonoaudiologia estão organizadas por conteúdos das ciências humanas e sociais, das ciências biológicas e da saúde e das ciências Fonoaudiológicas. Para chegar a essa composição curricular, foram efetuadas modificações relativas à fusão de disciplinas, redistribuição da carga horária, mudanças na localização da disciplina na matriz curricular, na nomenclatura e inclusão de novas disciplinas. Tais modificações se justificam pela necessidade de acompanhar o avanço científico fonoaudiológico, bem como pela inserção de novos campos de atuação profissional. As reformulações efetuadas sinalizam para o aprimoramento do raciocínio clínico, consolidação da articulação entre teoria e prática e abordagem, de maneira mais efetiva, da prevenção em Fonoaudiologia. Ressalta-se o fato de ser mantido o diferencial do Curso: desde as primeiras disciplinas específicas da Fonoaudiologia, existe a prática clínica, quando o aluno tem contato com pacientes portadores de distúrbios da comunicação nas diversas áreas da atuação fonoaudiológica. Desta forma, ao ingressar no estágio, o aluno já vivenciou práticas fonoaudiológicas, como anamnese, avaliação e planejamento, em grupo, estando assim melhor preparado para assumir casos individualmente Estrutura curricular – vigente a partir de 2006.1 Série 1ª 2ª 3ª 4ª Disciplinas Biologia Celular Bioestatística Deontologia em Fonoaudiologia Estudos Integrados em Educação, Saúde e Sociedade I Estudos Integrados em Educação, Saúde e Sociedade II Fonoaudiologia Fundamental Fundamentos Sócio-Antropológicos Histologia Básica Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Anatomia de Cabeça e Pescoço Anatomia Humana Embriologia Fisiologia Humana Fundamentos da Linguagem Metodologia Científica Psicologia do Desenvolvimento Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Atuação Fonoaudiológica nas Patologias de Aquisição da Linguagem Oral Física Acústica Introdução à Motricidade Orofacial Ortodontia Otorrinolaringologia Patologias do Sistema Nervoso Psicologia da Aprendizagem Saúde Coletiva Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Atuação Fonoaudiológica nas Patologias da Fala Atuação Fonoaudiológica nas Patologias de Aprendizagem e Leitura e Escrita Avaliação Audiológica Básica Introdução às Patologias da Voz Psicopatologia Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Carga Horária (h/a) Semanal Teórica Prática Total 1 1 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 0 2 2 13 3 16 Total 40 40 40 40 40 40 40 40 320 20 340 40 60 40 60 40 40 40 320 30 350 1 1 1 2 1 2 2 10 1 2 1 1 1 0 0 6 2 3 2 3 2 2 2 16 3 2 5 100 1 3 1 2 2 1 2 15 1 1 1 0 0 1 1 7 2 4 2 2 2 2 3 22 2 1 3 40 80 40 40 40 40 60 440 20 460 60 3 1 4 80 4 3 2 14 2 2 0 6 6 5 2 20 120 100 40 400 30 430 Atuação Fonoaudiológica nas Afasias e Demências Atuação Fonoaudiológica nas Desordens Neuromusculares Atuação Fonoaudiológica no Câncer de Cabeça e Pescoço Avaliação Audiológica Objetiva e Complementar Fonoaudiologia Preventiva Semirários Clínicos Integrados Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Atuação Fonoaudiológica nas Disfagias Infantis e Adulto Audiologia Aplicada Audiologia Educacional Estágio Supervisionado em Diagnósticos, Planejamento e Orientação Fonoaudiológica Voz Profissional Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estágio Supervisionado em Audiologia I Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia Fonoaudiológica I Metodologia Aplicada à Fonoaudiologia Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Estágio Supervisionado em Audiologia II Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia Fonoaudiológica II Orientação Profissional Trabalho de Conclusão de Curso Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série 5ª 6ª 7ª 8ª Carga Horária (h/a) INTEGRALIZAÇÃO 2 3 2 3 2 0 12 1 2 1 2 2 3 11 3 5 3 5 4 3 23 2 2 3 1 2 1 3 4 4 60 100 60 100 80 60 460 20 480 60 80 80 0 6 6 120 2 9 1 11 3 20 0 4 4 60 400 20 420 80 0 1 1 9 2 15 9 180 3 16 0 4 4 60 320 10 330 80 0 9 9 180 2 0 2 1 3 17 3 3 19 60 60 380 10 390 Teórica Prática Total Semestral 76 76 152 3.040 Carga Horária Total das Disciplinas Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso 2.400 640 160 3.200 Oferta Curricular 2006 A primeira série dessa estrutura curricular, ofertada no período letivo 2006.1, a exemplo do que ocorria com a estrutura anterior, também é composta por oito disciplinas, organizadas em 2 blocos, cada um com quatro disciplinas e duração aproximada de 2 meses, totalizando 320 horas no semestre. Do primeiro bloco, constam: Estudos Integrados em Educação, Saúde e Sociedade I, Fonoaudiologia Fundamental, Fundamentos Sócio-antropológicos e Bioestatística, ofertadas no período de 02/02 á 30/03. No bloco II, as disciplinas trabalhadas são: Estudos Integrados em Educação, Saúde e Sociedade II, Deontologia em Fonoaudiologia, Biologia Celular e Embriologia no período de 08/04 à 23/05. Da segunda série em diante, a exemplo da oferta curricular efetivada em 2004 e 2005, a oferta será continuada. Organização Curricular do Curso- 2010 A organização curricular do Curso, para alunos ingressantes na 1ª série a partir de 2010.1, apresenta elementos comuns à organização anterior, mas, também, algumas particularidades motivadas pela Reforma Curricular 2010 9 e pela necessidade de atendimento a normativas do Conselho Nacional de Educação relativas à duração de cursos de graduação e à hora aula/hora relógio (Pareceres CNE/CES n. 8, de 31 de janeiro de 2007 e n. 213, de 09 de outubro de 2008; Resoluções CNE/CES n. 2, de 18 de junho de 2007, n. 3, de 2 de julho de 2007 e n. 4, de 06 de abril de 2009. Dentre os aspectos que têm continuidade destacam-se: a) o atendimento às diretrizes curriculares nacionais; b) o desenvolvimento de disciplinas situadas nas dimensões humanística e técnico-científica, conforme o Projeto Pedagógico Institucional e o Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, com detalhamentos no Plano Anual de Trabalho da Universidade (PAT); c) o desenvolvimento dos três ciclos de formação instalados desde 2006; d) as atividades complementares como componente curricular obrigatório. Aponta-se, ainda, o reforço à interdisciplinaridade, pela ampliação da oferta de disciplinas comuns nos níveis institucional e da Escola, assim como o fortalecimento da flexibilidade curricular, com a introdução de disciplinas optativas, também nesses dois níveis. 9 Iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação envolvendo todas as graduações da Instituição. Para mais detalhes, v. UNIVERSIDADE POTIGUAR. Reforma Curricular 2010. Natal, 2009. Ciclos de formação Ainda que a lógica curricular do Curso, sob a Reforma 2010, mantenha os três ciclos de formação, esses mesmos ciclos passam a ter outro desenho, com a inclusão de blocos de conhecimentos, geradores de disciplinas, em um movimento de interações e de aproximações sucessivas: do geral para o particular; do mais simples para o mais complexo (figura 1). Figura 2 – Ciclos de formação Apresentando peculiaridades próprias, porém intercomplementares, os ciclos são assim denominados e caracterizados: a) de formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos que circundam o exercício do futuro profissional; b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios da área de Fisioterapia, abrangendo disciplinas que irão compor a base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o processo de formação. Blocos de conhecimentos Compondo cada um dos ciclos de formação, os blocos de conhecimentos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus constitutivos, de acordo com o especificado no quadro 1. Disciplinas Estas representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso disciplinas obrigatórias e optativas. Entre as primeiras estão às institucionais (Leitura e Produção de Texto, Introdução à Educação Superior), da Escola e do Curso, conforme quadro 1. As disciplinas de natureza optativa, cada uma com 60 horasaulas, e com oferta semi-presencial, estão estruturadas nos níveis: a) Institucional: Administração da Carreira Profissional; Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental; Empreendedorismo; Espanhol Instrumental I; Espanhol Instrumental II; Estudo da Realidade Brasileira; Ética, Cidadania e Direitos Humanos; Homem e Sociedade; Inclusão e Atendimento a Necessidades Especiais; Inglês Instrumental I; Inglês Instrumental II; LIBRAS; Raciocínio Lógico. b) Da Escola da Saúde Bases da Nutrição Bioquímica Desenvolvimento Onto e Filogenético Direito Sanitário Educação em Saúde Envelhecimento e Qualidade de vida Etnobiologia Gêneros e Saúde Gestão em Saúde e Meio Ambiente Políticas Públicas em Saúde no Brasil e na América latina Saúde do trabalhador As disciplinas optativas institucionais, com oferta prevista a partir da 2ª série, integram o ciclo de formação geral e humanístico. As da Escola, previstas da 3ª série em diante, situam-se nos ciclos geral e humanístico e básico-profissionalizante, devendo ser ofertadas em alternância com as institucionais Quadro 1 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e disciplinas Ciclos de formação Blocos de Disciplinas conhecimento Fundamentação Geral em Saúde Geral e humanístico Formação Geral e Humanística Fundamentação Biológica Pesquisa Comportamento e Sociedade Gestão e Saúde Coletiva Básico profissionalizante Profissionalizante Práticas e Habilidades Práticas e Habilidades Introdução a Educação Superior Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde APH – Assistência Pré-Hospitalar e Biossegurança Leitura e Produção Textual O Homem e Sociedade Bloco Curricular Optativo I Bloco Curricular Optativo II Bloco Curricular Optativo III Bloco Curricular Optativo IV Bloco Curricular Optativo V Bloco Curricular Optativo VI Bloco Curricular Optativo VII Processos Biológicos Básicos Morfologia Humana Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Bases Biológicas do Comportamento Motricidade e Corporiedade Saúde Coletiva Introdução à Fonoaudiologia Atividades Integradas em Saúde Ética e Profissionalismo PIC – Saúde e Qualidade de Vida Libras Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Diagnóstico em Linguagem Oral Introdução à Motricidade Orofacial Avaliação Audiológica Básica Diagnóstico e Terapia da Motricidade Orofacial Introdução à Aprendizagem da Leitura e Escrita Introdução à Voz Reabilitação das Patologias da Linguagem Oral Avaliação Fonoaudiológica nas Desordens Neuromusculares e Síndromes Avaliação Audiológica Objetiva e Complementar Diagnóstico e Reabilitação Vocal Diagnóstico e terapia das alterações da Aprendizagem da Linguagem escrita Seminários Clínicos em Linguagem e Motricidade Orofacial Fonoaudiologia Ocupacional Pesquisa Reabilitação e Habilitação Auditiva Seminários Clínicos em Audiologia e Voz Estágio em Diagnóstico e Orientação Audiológica Estágio em diagnóstico, Planejamento e Orientação Fonoaudiológica Seminários de Estudo em Linguagem e Motricidade Orofacial Estágio Supervisionado em Fisioterapia Pediátrica Estágio Supervisionado em Fisioterapia Geriátrica Estágio Supervisionado em Audiologia I Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia Fonoaudiológica I Seminários de Estudo em Voz e audiologia Estágio Supervisionado em Audiologia II Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia Fonoaudiológica II Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II As atividades complementares perpassam os três ciclos de formação, ampliando e diversificando o percurso acadêmico discente. Estrutura curricular 2010 A nova estrutura do Curso de Fonoaudiologia, sob os princípios da Reforma Curricular 2010, seguindo as orientações institucionais, e mantendo o que preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais, reorganiza a sua matriz curricular de forma a atender os requisitos exigidos pelo MEC e manutenção do padrão de qualidade do profissional formado pela UnP. Organizado em oito semestres letivos, ou seja, em quatro anos. O Curso, a partir de 2010, perfaz um total de 3.840h/a, das quais 2.620 são blocos curriculares obrigatórios, 760 destinam-se ao Estágio Supervisionado, 100 horas às Atividades Complementares e 360 de blocos curriculares optativos/presencias. A proposta curricular do Curso de Fonoaudiologia da Universidade Potiguar se caracteriza principalmente pela interdisciplinaridade, buscando-se atingir níveis máximos de aprendizado, através de processos integrados de ensino, pesquisa / iniciação científica, extensão e ação comunitária. A estrutura curricular é composta de disciplinas, distribuídas de acordo com a complexidade de cada uma e, ao mesmo tempo, agrupadas, segundo as características complementares e comuns que apresentam entre si. A integralização curricular se complementa com a oferta de Estágios Supervisionados, Trabalho de Conclusão de Curso, Disciplinas Optativas e Atividades Complementares em suas áreas de atuação. Com isto, o Curso fortalece a sua identidade e a formação do discente e enfatiza os aspectos humanísticos e crítico-reflexivo da profissão e os diferentes modelos de intervenção, de forma que possa o futuro profissional atuar em todos os níveis de atenção à saúde da população individual e coletivamente, com base no rigor científico e intelectual. A lógica da construção dos blocos curriculares foi planejada de forma a contemplar os conteúdos disciplinares em normalidade, diagnóstico e terapêuticas inseridos nas grandes áreas de conhecimento específico de cada curso do instituto de reabilitação, possibilitando uma forma acadêmica integrada e interdisciplinar no próprio curso e entre os cursos. As atividades interdisciplinares acontecerão em alguns blocos curriculares (por exemplo, saúde coletiva), nos estágios e nos trabalhos de conclusão de curso. As modificações realizadas são demonstradas nas ilustrações que se seguem: 2ª Série Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral Fundamentos da Linguagem Audiologia Básica Audiologia Educacional 3ª Série Diagnóstico em Linguagem Oral Atuação Fonoaudiológica nas Patologias de Aquisição da Linguagem oral Atuação Fonoaudiológica nas Afasias e Demências 4ª Série Reabilitação das Patologias Da Linguagem Oral Atuação Fonoaudiológica nas Patologias de Aquisição da Linguagem Oral Atuação Fonoaudiológica nas Afasias e Demências Introdução à Motricidade Orofacial Introdução à Motricidade Orofacial Otorrinolaringologista Ortodontia Diagnóstico e Terapia da Motricidade Orofacial Introdução à MotricidadeOrofacial + Atuação Fonoaudiológica nas Disfagias infantis e adulto Atuação Fonoaudiológica nas Patologias da Fala Atuação Fonoaudiológica no câncer de Cabeça e Pescoço Estrutura curricular 2010 SÉRIE 1° DISCIPLINAS Atividades integradas em Saúde Estilo de Vida, Saúde em Meio Ambiente Fundamentos Básicos em Ciência da Saúde Introdução à Educação Superior Introdução a Fisioterapia Leitura e Produção de Texto Subtotal Atividades complementares Total 1° Série Atendimento Pré – hospitalar e Biosegurança Diagnóstico em Linguagem oral Construção do conhecimento e Metodologia da pesquisa 2° Morfologia Humana Optativo I – institucional Processos Biológicos Libras Subtotal Atividades Complementares II Total 2°Série Bases biológicas do comportamento Optativo I – Escola da Saúde Saúde coletiva 3° Diagnóstico em Linguagem Orla Introdução à Motricidade Orofacial Sistemas corporais Subtotal Atividades Complementares III Total 3° Série Avaliação Audiológica Básica Introdução à Aprendizagem da Leitura e Escrita Diagnóstico e Terapia em Motricidade Orofacial 4° Optativo II – Institucional Introdução à Voz Reabilitação das patologias da Linguagem Oral Subtotal Atividades complementares IV Total 4° série Atuação Fonoaudiológica nas Desordens Neuromusculares e Sídromes Avaliação Audiológica Objetiva e Complementar Diagnóstico e Reabilitação Vocal Optativo II- escola da saúde 5° Programa interdisciplinar e comunitário Seminários Clínicos em Linguagem e Motricidade Diagnóstico e Terapia das Alterações da Aprendizagem da Linguagem Escrita Subtotal Atividades completares V Total 5°série 6° Estágio em Diagnóstico, Planejamento e CARGA HORÁRIA (H/A) GH SEMANAL CH semes tral Teóric a Prátic a Semipresencia l Total 2 2 2 3 2 3 14 1 1 1 0 1 0 4 0 0 0 0 0 0 0 3 3 3 3 3 3 18 2 3 1 1 0 0 4 4 60 60 60 60 60 60 360 10 370 60 80 2 1 0 3 60 2 0 2 1 12 1 0 2 1 7 0 3 0 0 3 3 3 4 2 22 2 0 2 3 4 3 14 1 0 1 2 1 2 7 0 3 0 0 0 0 3 3 3 3 5 5 5 24 3 2 3 0 3 3 14 2 1 3 0 2 1 9 0 0 0 3 0 0 3 5 3 6 3 5 4 26 60 60 80 40 440 10 450 60 60 60 100 100 100 480 10 490 100 60 120 60 100 80 5200 10 530 2 1 0 3 60 3 3 0 0 2 2 0 2 0 0 3 0 5 5 3 2 100 100 60 40 0 4 0 4 80 3 1 0 4 80 11 12 3 26 0 5 0 5 520 20 540 100 Orientação Fonoaudiológica Estágio em Diagnóstico e Orientação Audiológica Ética e Profissionalismo Fonoaudiologia Ocupacional Reabilitação e Habilitação Optativo III – institucional Seminários Clínicos em Audiologia e Voz Subtotal Atividades complementares VI Total 6° Série Estágio Supervisionado em Audiologia I Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia I 7° Seminários de estudos em Linguagem e Motricidade Orofacial Trabalho de Conclusão de Curso I Optativo III – Escola da Saúde Subtotal Atividades Complementares VII Total 7° Série Estágio Supervisionado em Audiologia I I Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia II 8° Seminários de estudos em Audiologia e Voz Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades complementares VIII Total 8° Série Carga Horária Obrigatória (h/s) INTEG RALIZ AÇÃO 0 3 0 3 60 3 4 4 0 0 11 0 2 2 0 4 16 0 0 0 3 0 3 3 6 6 3 4 30 0 5 0 5 60 120 120 60 80 600 20 620 100 0 10 0 10 200 2 0 0 2 40 0 0 2 2 0 17 0 3 3 2 3 22 0 5 0 5 40 60 440 10 450 100 0 10 0 10 200 2 0 2 0 2 17 0 0 0 2 2 19 40 40 380 10 390 Teórica Prática 80 89 Semi – presencial 18 Total 187 Carga horária Total dos Blocos Curriculares Obrigatórios ( exceto estágio Supervisionado) Carga horária Total de Estágios Supervisionado Carga horária Total de Atividades Complementares Carga horária dos Blocos Curriculares Optativos / Semipresenciais Carga horária Total de Integralização do curso CH semestral 3740 2620 760 100 360 3840 BLOCOS CURRICULARES OPTATIVOS INSTITUCIONAIS Blocos Curriculares Optativos Teórica 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Administração da Carreira Profissional Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Empreendedorismo Espanhol Instrumental I Espanhol Instrumental II Estudo da Realidade Brasileira Ética, Cidadania e Direitos Humanos Homem e Sociedade Inclusão e Atendimento a Necessidades Especiais Inglês Instrumental I Inglês Instrumental II LIBRAS Raciocínio lógico 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL SemiPrática Total presencial 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 0 3 3 CH semestral 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 2.3.5.1 PRÁTICAS ESPECÍFICAS As disciplinas que integram as Ciências Fonoaudiológicas apresentam como característica a necessidade de desenvolver atividades práticas específicas, aliadas aos conteúdos teóricos estudados, constituindo-se em estratégia metodológica para articular o saber, o saber fazer e o saber conviver. Essas práticas são desenvolvidas na Clínica Escola de Fonoaudiologia/UnP, hospitais, escolas, creches, unidades básicas de saúde e outros locais conveniados com o curso ou Universidade. O objetivo da realização das práticas é proporcionar ao aluno o contato com a realidade, visto que, juntamente com os conteúdos teóricos, os mesmos experienciam e concretizam a aplicação de conhecimentos teóricos a partir do atendimento e orientação à população, de acordo com as disciplinas cursadas. Nas atividades de prática-clínica das disciplinas específicas da área de Audiologia, a relação é de 1 professor para cada 8 alunos. 2.3.5.2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares, normatizadas pela Resolução n. 019/2003 – ConEPE e previstas da 1ª a 9ª série, na estrutura curricular de 2004, e de 1ª a 6ª na estrutura de 2006, são compreendidas como ações integradoras para o enriquecimento da formação do aluno. São consideradas atividades complementares: participação em palestras, conferências, simpósios, cursos presenciais ou a distância, disciplinas cursadas em outro curso ou IES, encontros estudantis, iniciação científica e a extensão e ação comunitária, monitoria, dentre outras, observando-se as normas institucionais pertinentes (quadro 2). Controle e registro O controle das atividades realizadas pelo aluno é assumido por um coordenador, designado pela diretoria do Curso. Os registros são efetivados eletronicamente, por esse coordenador, a partir do cadastro das atividades de cada discente no sistema de controle das atividades complementares, mediante apresentação dos documentos comprobatórios. Automaticamente, os dados entram no sistema acadêmico-financeiro - SAF, módulo bases acadêmicas, passando a compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e registro via internet. Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno, estando definido pela Resolução n. 019/2003, art. 2º, incisos I a III, que: a) no caso de déficit de carga horária semestral, o aluno pode cumprir a carga horária remanescente no semestre subseqüente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro previsto para o semestre; b) no caso de o discente ultrapassar o número de horas semestral, em uma carga horária superior ao dobro do previsto para o semestre, esse excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. Para cada atividade são atribuídas carga horária e valoração (quadro 2), definidas pelo Conselho do Curso, que deve se posicionar quanto aos casos de atividades não contempladas nesse quadro. Quadro 2 – Especificação e valorização das Atividades complementares CARGA HORÁRIA CORRESPONDENTE POR ATIVIDADE ATIVIDADE 1 Palestra 2 Curso-presencial ou a (1) distância 3 Jornada Acadêmica/ Encontro 4 5 Encontro Estudantil Iniciação Científica 6 7 8 9 10 11 12 2.1 2.2 2.3 4.1 4.2 4.3 4.4 De 8 a 10 horas De 11 a 19 horas Acima de 19 horas Semana de Fonoaudiologia Jornada em área afim Apresentação de Trabalho Participação em Comissão Organizadora 6.1 8 horas Iniciação à Extensão e 6.2 12 horas (2) à Ação Comunitária 6.3 16 horas Monitoria - com bolsa 7.1 1 disciplina (3) ou voluntária 7.2 2 disciplinas Publicação de Trabalho em Revista Técnica/Científica, Anais e Revista Eletrônica Publicação de Trabalho em Revista Técnica/Científica Indexada (4) Viagem / Visita técnica (5) Estágio Extracurricular na Área (mínimo 50 horas) 12.1 Participação como Congressista Congresso 12.2 Apresentação de Trabalho MÁXIMO SEMESTRAL DE CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADES Promovida pela UnP Não promovida pela UnP 05 10 12 15 25 10 20 15 02 06 08 10 15 05 20 10 20 05 20 12 16 05 20 08 10 05 20 20 20 25 14 -x-x- 20 25 15 15 25 20 20 40 10 15 10 20 05 05 10 20 10 15 15 25 20 20 1) Para alunos transferidos, a disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade nesta tabela. 2) Atividades de extensão ou ação comunitária em que o aluno participa como protagonista, (ex: como ministrante de curso de extensão; participando de orientações; triagens; participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à aprovação do Conselho de Curso. 3) A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação de desempenho. 4) O aluno precisará entregar à coordenação de Atividades Complementares um documento que comprove a data da viagem/visita técnica, local, pessoa e telefone para contato, juntamente com o relatório sobre a viagem/visita técnica. 5) São consideradas como atividades na área: reabilitação dos portadores dos distúrbios de comunicação (fala, voz, linguagem, audição), exames audiológicos. OBS: Atividades não contempladas no quadro acima e situações não previstas serão analisadas pelo Conselho de Curso 2.3.5.3 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado10 é uma disciplina fundamental à concretização do processo formativo em Fonoaudiologia. Seu objetivo central é ampliar a aquisição de conhecimentos e métodos necessários à prática fonoaudiológica, na medida em que: a) abrange atividades de aprendizagem profissional em situações reais de vida e de trabalho, integrando a formação acadêmica e a qualificação profissional; b) estimula o aluno a desenvolver a maturidade profissional, a assumir uma postura ético-profissional, humanista, crítica e reflexiva e a aplicar normas de biosegurança; c) propicia ao estudante o desempenho em prática específicas, por meio das quais ele precisa lidar, entre outras habilidades, com a tomada de decisões relativas à aplicação de conceitos clínicos, com vistas à promoção prevenção e reabilitação da saúde, em particular, da saúde fonoaudiológica; d) promove uma efetiva comunicação entre Universidade e a comunidade, constituindo-se os resultados do acompanhamento do aluno em referências para a revisão do currículo, a disseminação de tecnologias, de experiências e de estudos no campo da fonoaudiologia, subsidiando a melhoria crescente da qualidade dos serviços prestados à população local e regional. No Estágio Supervisionado, o aluno tem a possibilidade de, nos três últimos semestres do Curso, consolidar a integração entre a teoria e a prática, vivenciando experiências que possibilitam o desenvolvimento do raciocínio lógico, da comunicação interpessoal, do exercício de intervenções junto aos pacientes, familiares e comunidade, observando os princípios ético-profissionais e a diversidade cultural dos indivíduos e da coletividade. O estudante, sob a supervisão docente, acompanha seu paciente nos exames otorrinolaringológicos, realizados pelo médico na Clínica-Escola, o que possibilita o trabalho em equipe, a discussão de casos e a agilidade no processo diagnóstico. 10 Regulamento do Estágio consta de manual específico disponibilizado na Diretoria do Curso. Os alunos são incentivados, também, a discutir os casos com outros profissionais envolvidos nos diferentes casos, como ortodontistas, neurologistas, fisioterapeutas, psicólogos, dentre outros. Ainda durante o estágio, são criados espaços para a vivência de atitudes e valores relativos a um atendimento com humanidade, ao mesmo tempo em que são desenvolvidas habilidades necessárias a atividades no campo administrativo da fonoaudiologia. No Estágio Supervisionado, o aluno vivencia e consolida competências e habilidades em diferentes campos de intervenção, sob a responsabilidade de um professor-orientador e tem oportunidade de intervir no processo saúde-doença, por meio das práticas de promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde. Áreas de Estágio a) Audiologia São realizados procedimentos audiológicos como: Audiometria Infantil, Audiometria tonal e vocal, imitanciometria, emissões otoacústicas, BERA, exames otoneurológicos, adaptações de prótese auditiva. Os casos atendidos são discutidos na supervisão para definição da conduta adequada e, quando necessário, é realizado o encaminhamento para avaliação otorrinolaringológica com acompanhamento do discente responsável pelo caso. b) Terapia Os procedimentos realizados são referentes à anamnese, avaliação, planejamento e à realização da terapia fonoaudiológica propriamente dita, de acordo com subdivisão nas seguintes áreas: voz, linguagem, motricidade orofacial e fala. Nesta área, os alunos são incentivados a discutir seus casos com profissionais envolvidos no atendimento, como: médicos otorrinolaringologistas, neurologistas, pediatras, ortodontistas, dentre outros, que estejam envolvidos no caso. Os atendimentos realizados pelo discente são observados pelo supervisor e os casos são discutidos na supervisão. A Clínica Escola de Fonoaudiologia conta com um médico otorrinolaringologista, responsável pela realização das avaliações dos pacientes atendidos, principalmente aqueles portadores de alterações vocais, respiratórias, fissura labiopalatina, disfagia, dentre outras relacionadas. Campos O Estágio Curricular do Curso está organizado de forma a incluir atividades de práticas fonoaudiológicas na Clínica-Escola de Fonoaudiologia da Universidade e nas instituições conveniadas com a Universidade (Centro SUVAG, Hospital Luis Antônio – LIGA Norteriograndense contra o câncer, Escolas Estaduais e Unidades Básicas de Saúde). Carga Horária O estágio tem uma organização e carga horária diferenciadas de acordo com cada estrutura curricular. Observam-se ainda, algumas modificações processadas na organização e carga horária do estágio, essencialmente quando se trata da estrutura curricular implantada em 2010.1. Quantitativamente, continuam dois campos de intervenção, mas, qualitativamente, registram-se avanços, conforme especificações a saber: a) com o desenvolvimento dos Seminários Clínicos em Linguagem e Motricidade Orofacial e Seminários Clínicos em Voz e audiologia, o discente terá condições de se apresentar com repertório significativo de orientações conceituais e práticas, resultados de discussões e vivências de casos observados na Clínica-Escola; b) com a inclusão do Estágio em prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológica e do Estágios Diagnóstico e Orientação Audiológica, o Curso fortalece ações de integralidade da saúde, seguindo o percurso das diretrizes formuladas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda, o estudante pode compreender a importância das ações de prevenção como um dos requisitos para manutenção de padrões de qualidade de vida das pessoas. Acompanhamento Os alunos serão acompanhados pelo supervisor fonoaudiólogo no local onde será realizado o estágio. Dentre os mecanismos de acompanhamento, destacam-se: a) Na terapia: observação dos procedimentos realizados (anamnese, avaliação, terapia e orientação); acompanhamento do desempenho teórico-prático nas supervisões; acompanhamento e orientação do plano diário de atendimento; correção dos relatórios de anamnese, avaliação, planejamento geral e relatório final realizados pelos alunos; acompanhamento dos encaminhamentos realizados; discussão dos casos clínicos. b) Na audiologia: acompanhamento e orientação aos alunos na realização dos exames audiológicos; elaboração dos laudos fonoaudiológicos; acompanhamento das devolutivas ao paciente; discussão dos casos atendidos. Os estagiários são acompanhados, obrigatoriamente, por docentes que exerçam a profissão de fonoaudiólogo com inscrição regularizada no Conselho Regional de Fonoaudiologia. Este profissional será o responsável legal, técnico e ético pelo serviço prestado pelos alunos. Sistema de Avaliação Os critérios de avaliação dos alunos em Estágio foram elaborados de forma interdisciplinar pelos cursos que compõem o Instituto de Reabilitação( Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Educação Física), considerando aspectos relevantes para o exercício profissional: parâmetros técnicos, científicos, humanísticos e éticos. 2.3.5.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso de Fonoaudiologia (TCC) deverá constar de uma pesquisa científica, apresentada no formato de artigo, observados as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – e os aspectos lógicos e técnicos formulados no manual de TCC, aprovado pelo Conselho do Curso. O trabalho será acompanhado por um docente fonoaudiólogo, que assumirá a responsabilidade de orientar a condução da pesquisa nos seus aspectos teóricos e metodológicos. Quando da definição do objeto a investigar, o orientador deverá, conforme o Regimento Geral (artigo 170), orientar o discente para uma inserção (do estudo) nas linhas de pesquisa e extensão definidas pela Universidade, com abordagem voltada a problemas relevantes para o desenvolvimento sustentável principalmente do Estado e da Região, em consonância com a missão organizacional. É uma atividade curricular obrigatória para obtenção do grau de bacharel em Fonoaudiologia. O Trabalho de Conclusão de Curso é avaliado por uma banca examinadora, em sessão pública, composta por professor orientador e professores convidados integrantes do quadro institucional, conhecedores profundos da área de conhecimento da temática defendida pelo aluno. Os trabalhos de conclusão de curso realizados no período de 2004 a 2006 se enquadravam dentre das linhas de pesquisa institucionais e do curso, sendo: prevenção em distúrbios da comunicação e avaliação e estudos clínicos em distúrbios da comunicação.Em 2007, os alunos poderão desenvolver pesquisas nas seguintes eixos/temáticas: saúde coletiva, atenção integral à saúde, gerontologia, linguagem e discurso, entre outras. A partir de 2010 com objetivo o ensino, pesquisa e as atividades de extensão, a UnP implantou uma nova política. Alicerçada em 10 eixos temáticos e com o caráter interdisciplinar, são eles denominados: Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Perícia Investigativa; Desenvolvimento de Produtos e Projetos; Inteligência Artificial; Produtos Naturais, Farmacológicos e Cosméticos; Neurociências; Atenção Integral, Capacitação e Formação de Pessoas; 30 Anos – UnP; Constituição, Cidadania e Efetivação de Direitos e Comunicação e Cultura. A divulgação dos trabalhos será efetivada sob a forma de uma coletânea, organizada ao final de cada ano, enviado a biblioteca, além do incentivo à apresentação dos resultados em congressos científicos internos e externos e publicação em periódicos da área. 2.3.6 Atividades de Pesquisa, Iniciação Científica, Extensão e Ação Comunitária 2.3.6.1 PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA Os projetos do Curso de Fonoaudiologia são encaminhados através de formulários institucionais à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, para apreciação e seleção. O acompanhamento e reavaliação são da responsabilidade do Comitê de Pesquisa (ComPesq), instituído em 2001, conforme a Resolução n. 020/2001 – ConSUni e do Comitê de Ética em Pesquisa, criado e normatizado pela Resolução n. 022/2002, também do ConSUni. Os projetos são ainda submetidos à apreciação e aprovação do ConEPE, para que possa ter início a sua execução. A partir de 2001, com o apoio do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP)11, recursos foram destinados ao curso de Fonoaudiologia para a realização de projetos, com a participação de alunos beneficiados pelo Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC/UnP). Desde então, esta oferta vem sendo contínua, promovendo-se a realização de vários projetos de pesquisas, articuladas às linhas institucionais de pesquisa. Em 2009, o curso desenvolveu os seguintes projetos com recursos/FAP que foram destinados ao Curso, bem como foram desenvolvidas neste ano de 2008 outras pesquisas sem apoio do FAP, com envolvimento de alunos em iniciação científica. 11 Estratégia institucional de fortalecimento da pesquisa, o FAP foi criado em 1998, através da Resolução 134/98 – CEPE. Projetos de Pesquisa aprovados pela ProPeP – 2009 Projeto Comparação no Estilo de Aprendizagem entre alunos dos cursos de saúde da UnP Audição do Idoso: Análise da Percepção do prejuízo e a correlação com a qualidade de vida. Professor Coordenador Professor Colaborador Hannalice Gottschalck Cavalcanti Ana Maria da Costa dos Santos Reis Hannalice Gottschalck Cavalcanti Ana Maria da Costa dos Santos Reis Projetos de Pesquisa aprovados pela ProPeP - 2010 Projeto Prevalência de Dor Crônica nos Municípios de Natal e Parnamirim Influência da Doença de Parkinson na Voz, Fala, Deglutição e Avaliação das reações adversas aos medicamentos. Perfil dos Atletas da UnP – SUPERAR Professor Coordenador Professor Colaborador Levi Higino Jales Junior Ana Maria da Costa dos Santos Reis Valéria Cristina Ribeiro Dantas Ana Maria da Costa dos Santos Reis Magnum Jackson Moreno Ana Loisa de Lima e Silva 2.3.6.2 EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA PROJETOS O Curso de Fonoaudiologia mantém projetos de extensão que, além de proporcionar aos alunos a articulação entre teoria e prática, possibilitam o contato mais próximo com a comunidade, e a compreensão do processo saúde-doença em um contexto social específico. A partir de 2010 com objetivo o ensino, pesquisa e as atividades de extensão, a UnP implantou uma nova política. Alicerçada em 10 eixos temáticos e com o caráter interdisciplinar, são eles denominados: Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Perícia Investigativa; Desenvolvimento de Produtos e Projetos; Inteligência Artificial; Produtos Naturais, Farmacológicos e Cosméticos; Neurociências; Atenção Integral, Capacitação e Formação de Pessoas; 30 Anos – UnP; Constituição, Cidadania e Efetivação de Direitos e Comunicação e Cultura. Em 2009, o Curso também desenvolveu os seguintes projetos: Projetos de Extensão Ocorridos em 2009 Nome do Projeto Professor Coordenador Local UnP Superar Ana Loisa Lima e Silva Clinica Escola de Fonoaudiologia Doce Vida Hannalice Gottschalk Cavalcanti Parnamirim Para o ano de 2010, o curso ainda desenvolverá projetos: Projetos de Extensão propostos para 2010 Nome do Projeto Atendimento Clínico aos Pacientes com doença de Parkinson Professor Coordenador Ana Maria da Costa dos Santos Reis Trabalho e Qualidade de Vida Maria Alice Pimentel Fuscella Fonoaudiologia no SUPERAR Ana Loísa de Lima e Silva Local Clínica Escola de Fonoaudiologia Clínica Escola de Fonoaudiologia Clínica Escola de Fisioterapia. Os projetos estão vinculados ao Eixo Temático: ATENÇÃO INTEGRAL, CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DE PESSOAS, Coordenado pela Profª Lílian Lira Lisboa Fagundes Galvão e pela Profª Carmen Suely de Miranda Cavalcanti e ao Eixo Temático: Neurociências, Coordenado pela Profa Fátima Pedrosa. Estas atividades propiciarão: o contato com a comunidade; a formação da consciência ética e sócio-política; a vitalização e dinamização do trabalho científico de intervenção na comunidade; o trabalho interdisciplinar; a construção de valores e atitudes relativos ao atendimento com humanidade; a inter-relação recíprocas. Universidade-meio, fortalecendo responsabilidades Prestação de serviços O Curso de Fonoaudioloia, através das ações extensionistas, vem prestando assistência fonoaudiológica à comunidade em geral, nas diversas áreas. No ano de 2009, foram realizados, através de estágios e disciplinas práticas, 1.419 atendimentos. Esses serviços deverão ter continuidade em 2010, fortalecendo, ainda mais, a relevância social do curso para a comunidade local e regional. O curso participou ainda das seguintes atividades extensionistas desenvolvidas através da Pró-Reitoria de Extensão: Atividades Extensionistas – 2009 ATIVIDADES DE EXTENSÃO DATA LOCAL AÇÃO BRADESCO 15/mar UNIDADE SALGADO FILHO - UnP DIA GLOBAL DO VOLUNTARIADO JOVEM 23 a 25/abril Associação Nossa Senhora das Dores – Quintas / Escola do 4º Centenário DIA DAS MÃES 8/mai UNIDADE SALGADO FILHO – UnP AÇÃO GLOBAL 30/mai Ginásio Nélio Dias – Gramoré III SEMANA DO MEIO AMBIENTE 02 a 06/jun Pilotis Salgado Fiçho FEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL UnP/Lions Club de 07 a 11/8/2010 Centro de Convenções de Natal DIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS IES PARTICULARES 26/set Escola Municipal Francisca de Oliveira Zona Norte AÇÃO REDE MAIS 24/out CAIC DE PARNAMIRIM AÇÃO NA POLÍCIA FEDERAL 29/out SEDE DA POLÍCIA FEDERAL NO RN AÇÃO - NOVA PARNAMIRIM 14/11 Escola Municipal Poeta Luiz Carlos Guimarães – Nova Parnamirim Além do desenvolvimento de projetos, e ações comunitárias, são promovidas atividades extensionistas pelo Curso, como as indicadas no quadro a seguir: Atividades de extensão – 2009 Nome do Evento I Fórum de Audiologia Semana Nacional da Voz Interfaces entre a Fonoaudiologia e o Profissional da Comunicação Responsável a Prof Ana Karla Bigois Capistrano Profª Francimar Araújo dos Santos Profª Ana Maria da Costa dos Santos Reis Período 24/03/2009 Ações Palestra: Avaliação Reabilitação Vestibular e 16/04/2009 Orientações a professores e demais profissionais da voz, entrevistas no rádio e TV 28/04/2009 Palestra: Eletrofisiologia 03 e 04 /08/2009 Acolhimento ao discente a II Fórum de Audiologia Acolher Fonoaudiologia Prof Ana Karla Bigois Capistrano Profª Ana Maria da Costa dos Santos Reis Semana Natalense de Fonoaudiologia Profª Ana Maria da Costa dos Santos Reis Dia do Fonoaudiólogo Direção do Curso de Fonoaudiologia Centro Acadêmico Atividade realizada dentro do Congresso Científico 04 Mini-cursos (Como eu cuido da Gagueira, Como eu cuido Disfagia Neurogênica, Como eu cuido da Linguagem no Escolar, Como eu cuido da Disatria. 02 Palestras: Implante Coclear e Acústica Vocal 09/12/2009 Além dos eventos permanentes realizados anualmente, o Curso de Fonoaudiologia promove outras ações extensionistas, estimulando os alunos à participação em atividades em grupo, divulgando a profissão em diferentes ambientes: shoppings, escolas de 2º grau, demais Unidades da Universidade, parques, etc. São também realizados eventos científicos que visam à atualização e ao aprimoramento técnico-científico: EVENTO I Fórum em Audiologia: Avaliação e Reabilitação Vestibular I Seminário Científico em Fonoaudiologia II Fórum em Audiologia: Eletrofisiologia da Audição Carreira Profissional Palestra Estética Facial Amostra: Atuação Fonoaudiológica nas áreas da Audiologia I Seminário Científico em Fonoaudiologia PALESTRANTE COORDENAÇÃO a André Pestana e Lorena Cavalcanti Prof Ana Karla Bigois Capistrano Apresentação dos Projetos de TCC Prof Priscilaa Silveira Ana Cláudia Florêncio Calife Prof Ana Karla Bigois Capistrano Psicóloga Lyvia Gisele Rodrigues Rafaela Sales Prof Zilane Silva Barbosa a Prof Ana Maria Reis Apresentação Paíneis de Prof Ana Karla, Ana Loísa e Hannnalice Apresentação Artigos dos a Carla a LOCAL Auditório Salgado Filho Data: 24/03/2009 Data: 28/03/2009 Auditório Salgado Filho Data: 28/04/2009 a a a Prof Priscilla Silveira Carla Pilotis do Campus Salgado Filho Data: 20/ 06/2009 2.3.7. Metodologia As disciplinas utilizam maneiras diversificadas de incentivar a aprendizagem, de acordo com as suas especificidades temáticas. São adotadas, desde o início do Curso, estratégias que promovem a curiosidade, a investigação científica e a articulação teoria-prática, tanto em sala de aula e laboratórios da área básica e específicos da Fonoaudiologia, quanto em escolas, creches, unidades básicas de saúde. Os procedimentos metodológicos são definidos em consonância com a concepção e objetivos do curso e o perfil profissional do egresso e estimulam a participação do aluno em atividades comunitárias e acadêmicas, focando-se o aprender a aprender e o aprender a agir, observado o princípio da interdisciplinaridade. Esta perspectiva pode ser exemplificada por meio de atividades didático-pedagógicas como as que se seguem: - aula expositiva dialogada; - atividades de campo; - apresentação dos resultados das investigações realizadas através de textos, cartazes, painéis, fotografias, vídeos, exposições orais com uso de recursos de multimídia; - elaboração de relatórios interpretativos sobre vídeos exibidos em sala de aula, individualmente ou em grupo; - visita à biblioteca para a familiarização do aluno com a bibliografia, suporte para a elaboração dos trabalhos; - leitura e discussão de artigos científicos; - realização de estudos de casos, apresentação e discussão dos mesmos; - seminários temáticos; - dinâmicas de grupo. Estudos de caso, seminários, palestras, júri e debates também oportunizam ao aluno a análise de situações-problema, o que incentiva o desenvolvimento de pensamentos criativos, investigativos e solidários, a curiosidade e a autonomia intelectual. O aluno tema oportunidade de vivenciar situações reais de atendimento clínico desde o acolhimento ao paciente, participando de discussões em equipes diagnósticas, aplicações de técnicas fonoaudiológicas específicas. Nas ações de promoção à saúde, o discente entra em contato com a comunidade, o que favorece o seu amadurecimento profissional e pessoal. O Curso oferece ainda espaços para o discente participar de projetos e programas de pesquisa e extensão/assistência, inclusive, de cunho multidisciplinar. Nesse contexto, são promovidos o respeito à individualidade e a valorização de depoimentos individuais e experiências dos estudantes. 2.3.8 Avaliação da aprendizagem A avaliação da aprendizagem, realizada de forma continuada, segue as normas institucionais121]: é feita por disciplina, incidindo na freqüência (mínimo de 75%) e no aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2), ocorrendo a verificação da aprendizagem em duas modalidades: 12[1] As normas até então adotadas foram revistas no âmbito dos diversos colegiados da Universidade, com vistas ao seu aperfeiçoamento. Desse processo resultou a Resolução n. 065/2006 – ConSUni, que aprova alterações no Regimento Geral da Universidade. a) por disciplina em oferta continuada: consiste de quatro momentos, contemplando cada momento a programação da disciplina cumprida na primeira e segunda unidades. Cada unidade, por sua vez, abrange duas etapas (E1 e E2), de natureza cumulativa. Concluídas as avaliações referentes às etapas, será realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: U= E1 + E2 2 b) por disciplina em oferta em blocos: inclui dois momentos, que correspondem à programação da disciplina cumprida na unidade 1 e na unidade 2. Existe a possibilidade de segunda chamada, com vistas à substituição de resultado nulo por falta do aluno a uma avaliação, desde que devidamente comprovado o motivo da ausência. Essa oportunidade, porém, somente pode ocorrer em relação a uma das avaliações/unidade. Caso o aluno não obtenha resultado igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas uma das unidades, ele poderá participar do processo avaliativo de recuperação da aprendizagem, que corresponde a uma terceira unidade avaliativa. Ao final do processo, o aluno deverá ter obtido média final igual ou superior a 7,0 (sete), como condição de aprovação. U= (U1 ou U2) + AR 2 No âmbito do Curso, qualitativamente, são considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a indicação/adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais e/ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso; a observação do desempenho do aluno em atividades práticas. Do ponto de vista dos instrumentos, são adotados, em geral, provas escritas, relatórios de seminários e de visitas técnicas, relatórios de estágios, dentre outros. Como critérios principais podem ser indicados: participação/envolvimento com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. 2.3.9 Auto-Avaliação do Curso A avaliação do Curso está integrada ao Projeto de Auto-avaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), conforme plano de ação para cada ano. Está previsto o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnicoadministrativo, de modo que, em 2010: a) os alunos irão avaliar: o desempenho do docente; o desempenho da direção do Curso; o atendimento prestado pelo Call Center, biblioteca, recepção dos cursos e lanchonetes; as instalações físicas: salas de aula; banheiros e laboratórios; b) os docentes irão avaliar: o atendimento e as instalações físicas; o desempenho da direção do Curso; c) o diretor do Curso irá avaliar: o desempenho docente; o desempenho do diretor de escola. as condições de oferta de curso. d) o diretor de escola irá avaliar: o desempenho da direção de curso. e) a Reitoria e Pró-Reitorias irão avaliar: o desempenho da direção do Curso. Os resultados obtidos serão analisados pelo Conselho do Curso e com representantes de turma, estabelecendo-se condições de envolvimento de alunos e professores em ações que venham a ser empreendidas em função do aperfeiçoamento crescente do Curso. 2.3.10 Ementário e bibliografia O ementário está organizado de acordo com as disciplinas a ofertar em 2009 e 2010, constantes das estruturas curriculares de 2006 e 2010. 1ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA INTEGRADA: Atividades Integradas em Saúde. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS Concepções de Integralidade. Trabalho em equipe na Saúde. Multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Problematização do trabalho em Saúde e as condições de vida da população. EMENTA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, L. O. M. DE A saúde e o dilema da intersetorialidade. São Paulo: HUCITEC, 2006. MERHY, E. E. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo: HUCITEC, 2002. (Saúde em Debate). PINHEIRO, R., MATTOS, R. A (org) A construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. Rio de Janeiro: CEPES / UERJ: ABRASCO, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINHEIRO, R., MATTOS, R. A (org) Cuidado: as fronteiras da integralidade. Rio de Janeiro: CEPES / UERJ: ABRASCO, 2006. SAITO, R. X. de S. (org .). Integralidade da atenção: organização do trabalho no programa da saúde da família na perspectiva sujeito-sujeito. São Paulo: Martinari, 2008. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Comportamento e Sociedade. DISCIPLINA INTEGRADA: Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Modos de Vida e o processo saúde - doença da população. Condicionantes e determinantes das condições de saúde em relação com os modos de vida. Saúde Ambiental, sustentabilidade e promoção à vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRONFENBRENNER, Urie. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artmed, 2002. LAURELL, A. C, NOREIEGA, M. Processo de produção e saúde: trabalho e desgate operário. São Paulo: HUCITEC, 1989. NOGUEIRA, R.P. Do físico ao médico moderno: a formação social da prática médica. São Paulo: Editora HUCITEC, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DORST, Jean. Antes que a natureza morra: por uma ecologia política. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. FRIETAS, C. M, PORTO, M.F. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Fundamentação Geral em Saúde. DISCIPLINA INTEGRADA: Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: História das ciências físicas, químicas e biológicas e suas relações com o processo formativo dos profissionais da saúde. A origem da vida na Terra e os fatores e processos físicos e químicos relacionados com os processos biológicos que permitiram a evolução e desenvolvimento funcional das células atuais. Conceitos básicos e funcionais de citologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. OKUNO, E. ; CALDAS, L.; LECRÊ, et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo: Harbra, 1982. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B.E COLS Fundamentos da Biologia Celular: uma introdução à biologia molecular da célula. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. NUSSENZVEIG, H. MOYSÉS. Curso de Física Básico. São Paulo: Edgard Blücher, 1997 IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Formação Geral e Humanística. DISCIPLINA INTEGRADA: Introdução à Educação Superior. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: O que é Universidade. O papel do universitário no ensino superior. Ensino, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. Programas de inclusão na Universidade. Programas de avaliação. O público e o privado na educação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS SOBINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do psicólogo: Brasília, 2006. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 39. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8.ed. Campinas: Autores Associados, 2007. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. Referências na Internet MEC. http://portal.mec.gov.br/ Revista Ensino Superior. http://www.revistaensinosuperior.com.br UnP. http://www.unp.br/jportal/portal.jsf IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA INTEGRADA: Introdução à Fonoaudiologia. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: A origem da Fonoaudiologia. História da Fonoaudiologia. Fonoaudiologia: conceito, áreas de atuação e a inter/transdisciplinariedade. Perfil do profissional fonoaudiólogo. Orientação familiar e função social do fonoaudiólogo. Fala, voz e linguagem: diferenças e intersecções. A audição, a fala, a linguagem, a motricidade oral e a voz com suas diversas possibilidades de atuação fonoaudiológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRIEDMAN, Silvia. Gagueira: origem e tratamento. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1986. ISSLER, Solange. Articulação e linguagem. 3ª ed. São Paulo: Lovise, 1996. RUSSO, Iêda C. Pacheco. Audiologia infantil. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia aplicada à ciencia da saúde. 4ª ed. São Paulo: Robe, 2000. MARCHESAN, Irene Queiroz (Org.). Fundamentos em fonoaudiologia: aspectos clínicos da motricidade oral. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Formação Geral e Humanística. DISCIPLINA: Leitura e Produção de Texto. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Leitura e produção de texto. Relações de significação e construção de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, C. A; TEZZA, C. Prática de texto: para estudantes universitários. 16ª ed. Petrópolis: Vozes, 2007. KOCH, I. V; ELIAS, V. M.. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009 MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 3ª ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCH, I. V; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2008. MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2007. 2ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem. CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Anatomofisiologia da Audição. Desenvolvimento auditivo infantil. Habilidades auditivas de detecção, discriminação, reconhecimento, compreensão, atenção e memória auditiva. Função auditiva para aquisição e desenvolvimento da comunicação. A linguagem da criança em desenvolvimento: níveis pré-linguísticos e lingüísticos. Estudos sobre desenvolvimento infantil: Skinner, Piaget, Vygotsky, Lemos. Desenvolvimento psíquico. Estrutura familiar. Fonética e Fonologia. Atenção primária ao desenvolvimento de linguagem e auditivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACOSTA V, ET AL. Avaliação da linguagem: teoria e prática do processo de avaliação do comportamento lingüístico. São Paulo: Santos, 2003. AZEVEDO MF, VILANOVA LCP, VIEIRA RM. Desenvolvimento auditivo de crianças normais e de alto-risco. São Paulo: Plexus; 1995. ZORZI, J. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KNOBEL, K.A.B., NASCIMENTO, L.C.R. Habilidades auditivas e consciência fonológica: da teoria à prática. São Paulo: Pró-Fono, 2009. WINNICOTT, D.W. A família e o desenvolvimento individual. São Paulo: Martins Fontes, 1993. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Fundamentação Geral em Saúde. DISCIPLINA: Atendimento Pré-Hospitalar e Biossegurança. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Histórico do atendimento pré-hospitalar. Normatização e medidas de biossegurança. Classificação de materiais e riscos de contaminação no atendimento préhospitalar. Diferenças e métodos de socorro, resgate e atendimento pré-hospitalar. Suporte básico de vida em situações clínicas e traumáticas. Avaliação inicial e secundária no atendimento pré-hospitalar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE FILHO, A. CAMPOLINA, D; DIAS, M B. Toxicologia na prática clínica. Belo Horizonte: Folium, 2001. NORO, J.. Manual de primeiros socorros. São Paulo: Ática, 1996. TEIXEIRA, P; VALLE, S. (Org) Biosegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2 ed.. Brasília: FIOCRUZ, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de Infecção. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. OLIVEIRA, M. de. Fundamentos do Socorro pré-hospitalar – Manual de suporte básico de vida para socorristas. Florianópolois: Editograf, 2004. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Pesquisa. DISCIPLINA: Construção do Conhecimento e Métodos da Pesquisa. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Principais concepções de Ciências e tipos de pesquisa. Principais abordagens metodológicas na área da saúde. Principais fases na pesquisa. Escolha de tema. Escolha de amostra. Pesquisa Experimental. Produção de dados e informações. Análise dos dados. Interpretação e discussão dos resultados. Como elaborar um projeto de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES-MAZZOTTI, A. J, GEWANDSNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998. MINAYO, M. C de S.. Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 2002. YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2ed. Porto Alegre: Bookman, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARDIN, L. Análise do Conteúdo. 3 ed. São Paulo: Edições 70, 2004. SOUZA SANTOS, B. de. Introdução a uma ciência pós-moderna. 4 ed. Rio de Janeiro: Graal, 2003. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: LIBRAS. CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Conteúdos gerais para a comunicação básica com surdos utilizando a língua da modalidade visual e gestual da comunicação surda - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Habilidades para aquisição e uso da LIBRAS. Parâmetros da LIBRAS. Vocabulário inicial para uso da LIBRAS no contexto escolar visando a inclusão dos surdos ao ensino regular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. SALLES, H. M. M. L. ET AL; CARVALHO, O. L. ET AL; FAULSTICH, Enilde ETAL; RAMOS, Ana Adelina Lopo ETAL. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a libras e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos dialagos. 0ª ed. Recife: Editora do Autor, 2007. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. 0ª ed. Manaus: UFAM, 2002. Referências na Internet LIBRAS – Dicionário da Língua Brasileira de Sinais http://www.acessobrasil.org.br/libras/ IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Fundamentação Biológica. DISCIPLINA: Morfologia Humana. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Aspectos fundamentais da macroscopia e microscopia do corpo humano. Desenvolvimento embrionário. Morfologia do organismo normal, das variações e das relações entre os níveis celulares e sistêmicos do organismo humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANGELO, J. G.; F. C.A. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. São Paulo: Atheneu 2005. JUNQUEIRA, L. C. U. *et al*. Histologia Básica. 10. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2004. MAIA, G. D. Embriologia Humana. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DI FIORI, M. S. H. Atlas de Histologia. 7. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Fundamentação Biológica. DISCIPLINA: Processos Biológicos. CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Origem e evolução da vida. Organização morfológica e fisiológica da célula. Síntese e processos metabológicos em nível biomolecular e sistêmico. Leis e mecanismo da transmissão gênica e suas interferências na formação normal e anômala dos organismos viços. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPBELL, Mary K.. Bioquímica. 3. Ed.. Porto Alegre: Artmed Editora S.A., 2006. JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO. Biologia Celular e Molecular. 8. Ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. OTTO, P. G. Genética. Rio de janeiro: ROCA, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURNS, GEORGE W. Genética. Rio de Janeiro: Guanabara e Koogan, 1991. LEHNINGER, Albert Lester Lehninger. Princípios de Bioquímica. 3. Ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 3ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Estrutura e Função. DISCIPLINA: Bases Biológicos do Comportamento CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Conceitos básicos em Psicobiologia. Sistemas promotores e controladores do comportamento. Bases biológicas das funções cognitivas e comportamentais do ser humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDÂO, MARCUS LIRA. Psicofisiologia. São Paulo: Atheneu. 2000. FONSECA, VITOR DA. Cognição, neuropsicologia e aprendizagem. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. 2 ed.. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DELCLARO, K. Comportamento animal: uma introdução à ecologia comportamental. Porto Alegre: Editora/Livraria Conceito, 2004. NELSON MARQUES E LUIZ MENNA-BARRETA. (Org.) Cronobiologia: princípios e aplicações. 3 ed.. São Paulo: Edusp, 2003 IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Diagnóstico em Linguagem Oral CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Atraso de linguagem: definição, caracterização, classificação. Anamnese e avaliação do atraso de linguagem. Gagueira: divergências teóricas. Anamnese e Avaliação da gagueira. Desvio fonológico: caracterização. Anamnese e avaliação do desvio fonológico. Afasia e demência: definição e caracterização. Anamnese e avaliação nas afasias e demências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEÑA-CASANOVA, J. P. Reabilitação da afasia e transtornos associados. 2. ed. São Paulo: Manole, 2005. YAVAS, M.; HERNANDORENA, C L. M.; LAMPRECHT, R. R. Avaliação fonológica da criança: reeducação e terapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRIEDMAN, Silvia. A construção do personagem bom falante. São Paulo: Summus, 1994. ORTIZ, Karin Zazo. Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. Barueri: Manole, 2005. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidade. DISCIPLINA: Introdução à Motricidade Orofacial CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Anátomo – fisiologia das funções do sistema estomatognático. Classificação das más oclusões e suas interrelações com as alterações do sistema estomatognático. Embriologia, crescimento e desenvolvimento crânio-facial e dentário, músculos relacionados à mastigação, articulações têmporomandibulares e movimentos mandibulares. Respiração: patologias das fossas nasais e cavidades paranasais. Patologias da faringe. Respirador oral. Alterações e implicações globais e especificamente fonoaudiológicas inerentes à mesma. Deglutição: classificação dos transtornos da deglutição em crianças e adultos. Deglutição atípica e adaptada.Fala: desenvolvimento normal , pontos e modos articulatórios. Fatores que intervém na produção da fala: orgânicos, neurológicos, funcionais e sensoriais. Classificação dos transtornos da fala (distúrbios articulatórios) sem origem neurológica. Estudo das fissuras labiopalatinas. Fechamento velofaríngeo Disfagia. Sistema Sensório Motor Oral. Má Oclusão. Ortodontia. Hábito Oral. Sucção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALTMANN, E.B.C. Fissuras labiopalatinas. Carapicuiba: Pro-fono,1997. BIANCHINI, E. M. G. Articulação Temporomandibular- implicações, limitações e possibilidades fonoaudiológicas. Carapicuíba: Pró Fono, 2000 MARCHESAN, I. Q. Fundamentos em Fonoaudiologia – Aspectos clínicos da Motricidade Oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HANSON, Marvin L. et al.. Fundamentos da miologia orofacial. Rio de Janeiro: Enelivros, 1995. MARCHESAN, Irene Queiroz (Org.). Fundamentos em fonoaudiologia: aspectos clínicos da motricidade oral. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Gestão e Saúde Coletiva. DISCIPLINA: Saúde Coletiva. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Introdução a Epidemiologia Geral, processo de transição demográfica e epidemiológica. Políticas de Saúde no Brasil, modelos assistenciais e de promoção da saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEREIRA, Antônio Carlos et. al. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, 2003. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA Filho, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e a atenção à saúde da família. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COHN, Amélia; ELIAS, Paulo Eduardo M. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2005. COHN, Amélia; ELIAS, Paulo Eduardo M. SUS: o que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. 0. ed. São Paulo: Atheneu, 2002 Reimp. 2004.. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Estrutura e Função DISCIPLINA: Sistemas Corporais CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Aspectos morfofiológicos dos sistemas corporais na normalidade. Aspectos patológicos e suas relações farmacológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASILEIRO Filho, Geraldo. Patologia Geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. CURI, R. & PROCOPIO, J. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. DANGELO, J. G.; F. C. A. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. São Paulo: Atheneu 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAEBIUS, NANCY K. Anatomia e Fisiologia do Corpo Humano Saudável e Enfermo. São Paulo: Manole, 2002. SILVA. PENILDON. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 4ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Avaliação Audiológica Básica CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Histórico dos estudos relativos à audição e campo de atuação. Princípios de física acústica. Anatomofisiologia da audição. Anamnese audiológica: conceito e elaboração. Audiometria tonal: via aérea e via óssea. Classificação das perdas auditivas: tipo, grau e configuração. Logoaudiometria: IPRF, LRF e LDV. Diapasões – acumetria (teste de Weber, Rinne, Bing e Schawabach). Mascaramento: definição, objetivos, métodos e técnicas de aplicabilidade. Imitanciometria: Conceitos básicos, importância, aplicação prática, apresentação do aparelho, e etapas do exame: Timpanometria, Complacência Estática, Pesquisa do Reflexo Estapediano, Recrutamento de Metz e pesquisa da função tubária. Achados audiológicos nas patologias: Otite, Otosclerose, Presbiacusia, Ototoxidade, Trauma Acústico, PAIR, Neurinoma do Acústico, Neuropatia Auditiva e Doença de Meniére. Avaliação Audiológica Infantil: Intervenção precoce e identificação do grupo de risco. Avaliação Audiológica Infantil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HUNGRIA, H. Otorrinolaringologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. MUSIEK, Frank E.. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. NORTHERN, Jerry L.. Audição na infância. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA Katia; CORTELETTI, L.J.. O mascaramento na avaliação audiológica - um guia prático. 1ª ed. SJ Campos: Pulso, 2006 . CARVALLO Renata. Fonoaudiologia: Informação para formação - audiologia. 1ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2003. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Diagnóstico e Terapia Motricidade Orofacial CARGA HORÁRIA: 120 HORAS EMENTA: Avaliação e terapia das alterações ligadas à motricidade oral: princípios e processos terapêuticos (condutas). Noções de tratamento ortodôntico. Câncer de cavidade oral. Importância da interdisciplinaridade (cirurgião de cabeça e pescoço, ortodontia e otorrinolaringologia): casos clínicos. Disfagia: avaliação, diagnóstico e terapia. Atendimento ambulatorial das disfagias. Técnicas, exercícios, manobras, técnicas manuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, V. L. O. Prevenindo problemas na fala pelo uso adequado das funções orais. Carapicuíba: Pro Fono, 2001. GONZÁLEZ, N. Z. T. & LOPES, L. D. Fonoaudiologia e Ortopedia Maxilar na reabilitação orofacial-tratamento precoce e preventivo, terapiamiofuncional. Santos: 2000. MACEDO F, E. D. & GOMES, G.F. & Furkim, A. M. Manual de cuidados do paciente com disfagia. São Paulo: Lovise, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COLTON, Raymond H. Compreendendo os problemas de voz: uma perspectiva fisiológica ao diagnóstico e ao tratamento. Porto Alegre: Artmed, 1996. PETRELLI, Eros Ortodontia para Fonoaudiologia. São Paulo: Lovise,1992. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Introdução à Aprendizagem da Leitura e Escrita CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Aprendizagem. Teorias da aprendizagem. A aprendizagem da leitura e escrita. Apropriação do sistema ortográfico. Evolução do grafismo. Desenvolvimento narrativo. Consciência fonológica. Gêneros textuais. Falta de oportunidade para aprender x dificuldades de leitura e escrita. Transtornos de aprendizagem (distúrbio de leitura e escrita, dislexia, disgrafia, disortografia). Fonoaudiologia educacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRO, Emilia. Psicogênese da língua escrita. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 1991. PERRONI, Maria Cecília. Desenvolvimento do discurso narrativo. São Paulo: Martins Fontes, 1992. ZORZI, J.L. Aprender a escrever. Porto Alegre: ArtMed, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 4. ed. São Paulo: Memnon, 2004. ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Introdução à Voz CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Anátomo-fisiologia das estruturas laríngeas. Fisiologia muscular. Histologia da prega vocal. Neuroanatomia da produção da voz. Funções da laringe. Anátomo-fisiologia da respiratória. Teorias da produção da voz. Bases físicas da fonação. Padrões das Qualidades da Voz. (altura, intensidade, sistema de ressonância, ataque vocal, registro vocal, extensão, gama tonal e tipo de voz) Estágios de desenvolvimento da laringe e da voz. Disfonias. Classificação das Disfonias e suas características clínicas. Fendas Glóticas. Lesões Benignas da Laringe. Paralisia de PPVV. Alteração estrutural mínima. Disfonia psicogênica. Muda Vocal. Câncer de Laringe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COLTON, Raymond H. Compreendendo os problemas de voz: uma perspectiva fisiológica ao diagnóstico e ao tratamento. Porto Alegre: Artmed, 1996. HUCKE, Francois Le. A voz: anatomia e fisiologia dos orgãos da voz e da fala. 2. ed. Porto Alegre: Artmed , 1999. PINHO, Silvia M. Rebelo. Tópicos em voz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Leslie Piccolotto e BEFI-LOPES, Débora. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. LOPES, Filho, Otacilio de C. E. Tratado de fonoaudiologia. Voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Reabilitação das Patologias da Linguagem Oral CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Terapia direcionada ao atraso de linguagem, ao desvio fonológico. A gagueira, as afasias e demências. Prática clínica direcionada as patologias da linguagem oral (infantil e adulto). BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRIEDMAN, Silvia. A construção do personagem bom falante. São Paulo: Summus, 1994. MOTA, Helena Bolli. Terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ORTIZ, Karin Zazo. Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. Barueri: Manole, 2005. PEÑA-CASANOVA, J. P. Reabilitação da afasia e transtornos associados. 2. ed. São Paulo: Manole, 2005. 5ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Atuação Fonoaudiológica nas Desordens Neuromusculares e Síndromes. CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Encefalopatia crônica não progressiva. Paralisia Cerebral: Aspectos neuroanatômicos e neurofisiológicos da fala - termos essencias. Desenvolvimento motor e sua interrelação com desenvolvimento da fala e linguagem. Atividades reativas normais e seus desvios. Conceito. Sinomínia. Causas. Classificação segundo alteração de tônus, postura e movimento. Avaliação global relacionada ao sistema motor oral e funções estomatognáticas. Métodos e técnicas aplicadas à terapia fonoaudiológica. Transdisciplinaridade no processo terapêutivo. Disartria - sistema neuromotores envolvidos na produção da fala. Elementos e características da fala normal. Conceito. Causas. Tipos. Características clínicas de cada tipo disártrico. Avaliação. Método e terapia fonoaudiológica. Deficiência mental e quadros associados. Características da linguagem encontradas nas síndromes. Avaliação e anamnese de linguagem. Papel do fonoaudiólogo na equipe multidisciplinar. Interferências das variações sócio-culturais. Atendimento clinico no CRI (Centro de Reabilitação Infantil). BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROSEMBERG, Sérgio. Neuropediatria. São Paulo: Savier, 1998. TABITH Júnior, Alfredo. Foniatria: disfonias, fissuras labiapalatais, paralisia cerebral. 7. ed. São Paulo: Cortez, 1995. ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBATH, Karel. Uma base neurofisiológica para o tratamento da paralisia cerebral. 2. ed. São Paulo: Manole, 1990. FINNIE Nancie R. Manuseio em casa da criança com paralisia cerebral. São Paulo: Manole, 2000. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Avaliação Audiológica Objetiva e Complementar CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Noções anátomo fisiológicas do aparelho vestibular e suas conexões sensoriais: canais semi-circulares, sáculos, utrículos e nervo vestibular, núcleos vestibulares e principais vias conectivas. Princípios fundamentais da labirintologia: terminologia, nistagmos, vertigens, testes de avaliação labiríticas. Eletronistagmografia. Principais síndromes vestibulares periféricas e centrais. Interpretação dos distúrbios vestibulares. Métodos de avaliação de aparelho vestibular: teste de coordenação e equilíbrio estático e dinâmico. Prova de marcha, diadococinesias. Audiometria eletrofisiológica. Classificação dos potenciais. Audiometria de tronco encefálico. Potenciais evocados de média latente e tardios. Aplicações Clínicas dos potenciais. Emissões otoacústicas. Introdução, origem do OEA, tipos e aplicações clinicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAOVILLA, Heloísa Helena. Equilibriometria clínica. São Paulo: Atheneu, 2000. FROTA, Silvana. Fundamentos em fonoaudiologia: audiologia. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MOR, Rita. Vestibulometria e fonoaudiologia: como realizar e interpretar (caderno de exercícios). São Paulo: Lovise, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MUSIEK, Frank E; RINTELMANN, William F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. SILVA, Maria Leonor Garcia da et al. Quadros clínicos otoneurológicos mais comuns. São Paulo: Atheneu, 2000. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Diagnóstico e Reabilitação Vocal. CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Avaliação Fonoaudiológica subjetiva e objetiva da Voz. Atenção à Saúde Vocal. Avaliação e Diagnóstico Vocal. Abordagens de treinamento vocal aplicadas à terapia. Laboratório de Voz. Prática Clínica da Disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COLTON, Raymond H. Compreendendo os problemas de voz: uma perspectiva fisiológica ao diagnóstico e ao tratamento. Porto Alegre: Artmed, 1996. HUCKE, Francois Le. A voz: anatomia e fisiologia dos orgãos da voz e da fala. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999. PINHO, Silvia M. Rebelo. Tópicos em voz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHLAU, Mara. Higiene vocal para o Canto Coral. Rio de Janeiro: Revinter, 1997. FERREIRA, Léslie Piccolotto; COSTA, Henrique Olival. Voz ativa: falando sobre o profissional da voz. São Paulo: Roca, 2000. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Diagnóstico e Terapia das Alterações da Aprendizagem da Linguagem Escrita. CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Anamnese, avaliação e intervenção terapêutica direcionada às dificuldades/transtornos de leitura e escrita. Prática clínica em crianças com dificuldades/transtornos de leitura e escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, E. C. de; DUARTE, P. M. Consciência fonológica: atividades práticas. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 4. ed. São Paulo: Memnon, 2004. ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZORZI, Jaime Luiz. Dislexia: cérebro, cognição e aprendizagem. São Paulo: Frôntis Editorial, 2000. ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever. Porto Alegre: ArtMed, 1998. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Programa Interdisciplinar Comunitário CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Práticas interdisciplinares de diagnóstico e sistematização de necessidades de saúde de comunidades. Planejamento e desenvolvimento de metodologias de intervenção em atenção básica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Participação é conquista. 5. Ed.. São Paulo: Cortez Editora, 2001. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessário à prática educativa. 2. Ed.. São Paulo: Paz e Terra, 1997. URIBE RIVERA, FJ. Planejamento e programa em saúde: um enfoque estratégico. São Paulo: Cortez, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRUZ NETO, Otávio. O trabalho de campo como descoberto e criação. In: MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994. FREIRE, P.; SHOR, I. Medo e Ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Seminários Clínicos Linguagem e Motricidade CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Apresentação e discussão de casos clínicos da área de Linguagem oral e escrita e motricidade orofacial (orientação, prevenção, análise de exames e proposta de intervenção). BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. GOLDFELD M. Fundamentos em fonoaudiologia: linguagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MARQUEZAN, I Q. Fundamentos em fonoaudiologia: Aspectos clínicos da Motricidade Oral. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ACOSTA V, Et al. Avaliação da linguagem: teoria e prática do processo de avaliação do comportamento lingüística. São Paulo: Santos, 2003. BIANCHINI, Esther Mandelbaum. A cefalometria nas alterações miofuncionais. Ed. Carapicuiba, 1998. 6ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Estágio em Diagnóstico, Planejamento e Orientação Fonoaudiológica CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Atendimento clínico à pacientes portadores de Distúrbios da Fala, Voz e Linguagem Oral e Escrita e motricidade oral. Métodos e técnicas utilizados na re-habilitação das patologias. Anamnese para cada patologia. Avaliação. Planejamento de atendimento para cada sessão. Terapia e estudos de casos com orientação do Supervisor de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. MOTA, Helena Bolli. Terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. PINHO, Sílvia M. Rebelo. Fundamentos 1998. em Fonoaudiologia.Ed. Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHLAU, Mara. O Melhor que vi e ouvi. Ed. Revinter, 2000. ORTIZ, Karin Zazo. Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. Barueri: Manole, 2005. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Estágio em Diagnóstico e Orientação Audiológica CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Estágio supervisionado para prática de realização dos exames de avaliação auditiva. Discussão de casos e interpretação dos resultados dos exames. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. MOTA, Helena Bolli. Terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos. Janeiro: Revinter, 2001. Rio de ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. reimp. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. Avaliação e tratamento das disfonias. Lovise, 1995. São Paulo: ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Comportamento e Sociedade. DISCIPLINA: Ética e Profissionalismo CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA: Principais concepções de ética, bioética e cidadania na Fisioterapia como marco regulatório e seus desdobramentos no exercício profissional. A responsabilidade com os serviços de saúde, mudanças legais e a concepção da profissão como prática social. A relação da Fisioterapia e suas entidades de classe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 8ª ed. São Paulo: Ática, 1997. SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. WEISCHEDEL, Wilhelm. A escada dos fundos da Filosofia. São Paulo: Angra, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALLO, S. (coord) Ética e cidadania: caminhos da filosofia. 8. ed. São Paulo: Papirus, 2006. SALDANHA, Nelson. Ética e história. Rio de Janeiro: Editora Renovar, 1998. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e habilidades. DISCIPLINA: Fonoaudiologia Ocupacional CARGA HORÁRIA: 120 HORAS EMENTA: Promoção de saúde auditiva e vocal diante de agentes otoagressivos ambientais e ocupacionais. Programa de conservação auditiva (PCA) e vocal, equipamentos de proteção individual. Aspectos legais da prevenção auditiva e vocal sob as perspectivas nacionais e internacionais. Atuação com profissionais da voz (professores, repórter, cantores, atores entre outros). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BHELAU, MARA. Voz: o livro do especialista. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. MORATA, T. C., ZUCKI, F. Caminhos para a saúde auditiva: ambiental – ocupacional. São Paulo: Plexus, 2005. MORATA, T. C., ZUCKI, F. Saúde auditiva – Avaliação de riscos e Prevenção. São Paulo: Plexus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALLOZA, R.G. SALZSTEIN, R.B.W., Fonoaudiologia na Empresa: atuação em call Center. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. ALLOZA, R.G. SALZSTEIN, R.B. W Conhecimentos Essenciais para Atuar Bem em Empresas Call Center. São Paulo: Pulso, 2003. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e habilidades. DISCIPLINA: Reabilitação e Habilitação Auditiva CARGA HORÁRIA: 120 HORAS EMENTA: Fisiologia do Sistema Auditivo Periférico e suas relações com os sistemas de amplificação existentes. Critérios e métodos de avaliação da protetização em crianças adultos e idosos. Aspectos relativos ao sujeito surdo e suas implicações na aquisição e desenvolvimento da linguagem, Desenvolvimento afetivo e cognitivo, filosofias e métodos empregados na educação e reabilitação da surdez, dispositivos de amplificação sonora e implante coclear e a conseqüente necessidade de treinamento auditivo e acompanhamento familiar no processo de habilitação/reabilitação e as políticas públicas que garantem os direitos e deveres da pessoa portadora de deficiência, situando, acima de tudo, o papel do fonoaudiólogo neste contexto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEVILACQUA, Maria Cecília. Audiologia educacional: uma opção terapêutica para a criança deficiente auditiva. São Paulo: Pró-Fono, 1997. KOZLOWSKI, Lorena. Implantes cocleares. São Paulo: Pró-Fono, 1997. PIGATTO, Carmen Sueli. Reabilitação da fala e da audição através do ritmo musical. Curitiba: Lovise , 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. RUSSO, Ieda C. Pacheco. Audiologia infantil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1994. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Seminários Clínicos em Audiologia e Voz CARGA HORÁRIA: 80 HORAS EMENTA: Apresentação e discussão de casos clínicos da área de Audiologia e Voz (orientação, prevenção, análise de exames e proposta de intervenção). BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEDIVITIS, Rogério Aparecido. Métodos de Avaliação e Diagnóstico de Laringe. Lovise. 2002. NORTHERN, Jerry L.. Audição na infância. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PINHO, Silvia M. Rebelo. Fundamentos em Fonoaudiologia. Guanabara. Koogan. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BHELAU, MARA. Voz: o livro do especialista. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. MUSIEK, Frank E; RINTELMANN, William F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. 7ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Audiologia I CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Estágio supervisionado para prática de realização dos exames de avaliação auditiva. Discussão de casos e interpretação dos resultados dos exames. Orientação e encaminhamentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAOVILLA, Heloísa Helena. Equilibriometria clínica. São Paulo: Atheneu, 2000. MUSIEK, Frank E.. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. NORTHERN, Jerry L.. Audição na infância. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FROTA, Silvana. Fundamentos em fonoaudiologia: audiologia. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MUSIEK, Frank E; RINTELMANN, William F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia I CARGA HORÁRIA: 200 HORAS EMENTA: Atividades de Estágio na Clínica-Escola com pacientes portadores de Distúrbios da Fala, Voz e Linguagem Oral e Escrita e motricidade oral. Métodos e técnicas utilizados na re-habilitação das patologias. Anamnese para cada patologia. Avaliação. Planejamento de atendimento para cada sessão. Terapia e estudos de casos com orientação do Supervisor de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. Avaliação e tratamento das disfonias. Lovise, 1995. São Paulo: FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. MOTA, Helena Bolli. Terapia fonoaudiológica para os desvios fonológicos. Janeiro: Revinter, 2001. Rio de BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. reimp. 2008. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Prática e Habilidades DISCIPLINA: Seminários de Estudos em Linguagem e Motricidade Orofacial CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Atualização científica na área de Linguagem e motricidade orofacial. Análise crítica de artigos científicos. Resolução de situação-problema na área de Linguagem e motricidade orofacial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. GOLDFELD M. Fundamentos em fonoaudiologia: linguagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MARQUEZAN, I Q. Fundamentos em fonoaudiologia: Aspectos clínicos da Motricidade Oral. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. reimp. 2008. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso I CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Elaboração do projeto de pesquisa em uma das especialidades da Fonoaudiologia. Procedimentos de envio do projeto ao Comitê de ética e pesquisa; Normalização do artigo científico da Universidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOPES Filho, Otacilio de C. (Ed.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997. OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de; MELO, Carina de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed. Florianópolis: Visual Books, 2006. VIEIRA, Sônia; HOSSNE, William Saad. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. 8ª SÉRIE IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Audiologia II CARGA HORÁRIA: 100 HORAS EMENTA: Estágio supervisionado para prática de realização dos exames de avaliação auditiva. Discussão de casos e interpretação dos resultados dos exames. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BESS, Fred H. Fundamentos de audiologia. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. NORTHERN, Jerry L.. Audição na infância. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. RUSSO, Iêda C. Pacheco. Audiologia infantil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KATZ, Jack. Tratado de audiologia clínica. 4. ed. São Paulo: Manole, 1999. MUSIEK, Frank E; RINTELMANN, William F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Estágio Supervisionado em Prevenção, Avaliação e Terapia II CARGA HORÁRIA: 200 HORAS EMENTA: Atividades de Estágio na Clínica-Escola com pacientes portadores de Distúrbios da Fala, Voz e Linguagem Oral e Escrita e motricidade oral. Métodos e técnicas utilizados na re-habilitação das patologias. Anamnese para cada patologia. Avaliação. Planejamento de atendimento para cada sessão. Terapia e estudos de casos com orientação do Supervisor de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BHELAU, MARA. Voz: o livro do especialista. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. MARQUEZAN, I Q. Fundamentos em fonoaudiologia: Aspectos clínicos da Motricidade Oral. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZORZI, Jaime Luiz. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. ZORZI, Jaime Luiz. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003. reimp. 2008. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Práticas e Habilidades. DISCIPLINA: Seminários de Estudos em Voz e Audiologia CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Atualização científica na área de Voz e Audiologia; Análise crítica de artigos científicos; Resolução de situação-problema na área de Voz e Audiologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. Avaliação e tratamento das disfonias. São Paulo: Lovise, (1995) FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. FROTA, Silvana. Fundamentos em fonoaudiologia: audiologia. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEDIVITIS, Rogério Aparecido. Métodos de Avaliação e Diagnóstico de Laringe. Lovise. 2002. MUSIEK, Frank E.. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. IDENTIFICAÇÃO BLOCO DE CONHECIMENTO: Pesquisa. DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso II CARGA HORÁRIA: 40 HORAS EMENTA: Elaboração de um artigo para conclusão do TCC por meio de pesquisa de campo nas especialidades da Fonoaudiologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOPES Filho, Otacilio de C. (Ed.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997. OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de; MELO, Carina de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed. Florianópolis: Visual Books, 2006. VIEIRA, Sônia; HOSSNE, William Saad. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. FERREIRA, LP. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; ESTRUTURA CURRICULAR – 2006 4ª SÉRIE DISCIPLINA: AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA EMENTA Histórico dos estudos relativos a audição e campo de atuação. Anamnese audiológica – conceito e elaboração; Audiometria tonal (via aérea, via óssea); Classificação das perdas auditivas (tipo, grau e configuração); Logoaudiometria – IPRF, LRF e LDV; Diapasões – acumetria (teste de Weber, Rinne, Bing e Schawabach) Mascaramento – definição, objetivos, métodos e técnicas de aplicabilidade Imitanciometria- Conceitos básicos, importância, aplicação prática, apresentação do aparelho, eetapas do exame: Timpanometria, Complacência Estática, Pesquisa do Reflexo Estapediano, Recrutamento de Metz e pesquisa da função tubária. Achados audiológicos nas patologias: Otite, Otosclerose, Presbiacusia, Ototoxidade, Trauma Acústico, PAIR, Neurinoma do Acústico, Neuropatia Auditiva e Doença de Meniére. Avaliação Audiológica Infantil- Intervenção precoce e identificação do grupo de risco; desenvolvimento do comportamento auditivo da criança normal; Avaliação Audiológica de 0 a 6 anos; Avaliação Subjetiva – sons ambientais e instrumentais e audiometria condicionada. Condicionamento do reflexo de Orientação (técnica de Suzuki e Ogiba); Audiometria do condicionamento operante com reforço real; audiometria de reforço visual; audiometria lúdica ou condicionada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARENGA K.F. CORTELETTI L. J., O mascaramento na avaliação audiológica – um guia prático. São José dos Campos: pulso, 2006. MOR, Rita. Conhecimentos essenciais para entender: uma avaliação auditiva básica. SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: Pulso, 2003. MUNHOZ, Mario Sérgio Lei [et al]. Audiologia clínica. SÃO PAULO: ATHENEU, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, T. M.; RUSSO, I. P. Prática da Audiologia Clínica. São Paulo: Cortez, 2007. TRATADO DE FONOAUDIOLOGIA. Tratado de fonoaudiologia. SÃO PAULO: ROCA, 2004. 1076p. DISCIPLINA: ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NAS PATOLOGIAS DE APRENDIZAGEM E LEITURA E ESCRITA EMENTA Teorias de aprendizagem da leitura e escrita;Psicogênese da língua escrita; Apropriação do sistema ortográfico;Evolução do grafismo;Consciência fonológica;Gêneros textuais;falta de oportunidade para aprender x dificuldades de leitura e escrita; Etiologia e Epidemiologia das Dificuldades de Aprendizagem; Alterações da leitura e escrita; Nosologia das dificuldades de aprendizagem: Distúrbio de leitura e escrita,Dislexia, Disgrafia, Disortografia; Prevenção primária e secundária das dificuldades de leitura e escrita; Anamnese, avaliação e intervenção terapêutica direcionada as dificuldades de leitura e escrita; Prática clínica em crianças com dificuldades de leitura e escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, A G S. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Manole, 2000. FERREIRO, Emilia. Psicogênese da língua escrita. 4ª ed. Porto Alegre: ARTES MÉDICAS, 1991. 284p. ZORZI, J L. Aprendizagem e disturbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: ArtMed, 2003 . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Associação Brasileira de Dislexia. (Org.). Dislexia: cérebro, cognição e aprendizagem. São Paulo: Frôntis Editorial, 2000. PERRONI, MARIA CECÍLIA. Desenvolvimento do discurso narrativo. São Paulo: Martins Fontes, 1992. DISCIPLINA: PSICOPATOLOGIA EMENTA Histórico da psicopatologia, aspectos psicológicos, filosóficos e sociais, Conceituação. Classificação dos problemas psicológicos da criança e adultos com agravos mentais. Noção de normal e patológico, aspectos e formas de desorganização comportamental. Diagnóstico e classificação das psicopatologias neuroses, psicoses, autismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERLINCK, Manoel Tosta. Psicopatologia fundamental São Paulo: Escuta, 2000. JASPERS, Karl. Psicopatologia geral 8ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003. SÁ JÚNIOR, Luiz Salvador de Miranda.. Compêndio de psicopatologia & semiologia psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed Editora S.A., 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologias: 13ª ed. São Paulo: Saraiva, 1999. SOUZA, José Carlos Rosa Pires. Psicopatologia – proposta de aprendizagem participativa. Campo Grande: Solivros, 1997. DISCIPLINA:INTRODUÇÂO AS PATOLOGIAS DA VOZ EMENTA Anátomo-fisiologia das estruturas laríngeas. Fisiologia Muscular. Histologia da Prega vocal. Neuroanatomia da produção vocal. Funções da laringe. Anátomo-fisiologia Respiratória. Teorias da Produção da Voz. Bases físicas da fonação. Padrões das Qualidades da Voz (altura, intensidade, sistema de ressonância, ataque vocal, registro vocal, extensão, gama tonal e tipo de voz). Conceito de voz normal. Estágios de desenvolvimento da laringe e da voz. Disfonias. Classificação das Disfonias e suas características clínicas. Laboratório de Voz. Avaliação Fonoaudiológica subjetiva e objetiva da Voz. Diagnóstico fonoaudiológico. Atenção à Saúde Vocal. Abordagens de treinamento vocal aplicadas à terapia. Prática Clínica da Disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COLTON, Roymand H. Compreendendo os Problemas da Voz: Uma perspectiva Fonoaudiológica do diagnóstico e o tratamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. PINHO, Silvia M. Rebelo. Tópicos em voz. Rio De Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHLAU M. (org) Voz: o livro do especialista. Rio De Janeiro: Revinter, 2005. FERREIRA, Leslie Piccoloto (Org.), BEFI-LOPES, Debora M (Org.), LIMONGI, Suelly Cecilia Olivan. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. DISCIPLINA: ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICAS NAS PATOLOGIAS DA FALA EMENTA: Bases anatomofisiológicas da produção dos sons da fala, alterações morfológicas relacionadas à produção da fala, má-oclusões relacionadas à distorções fonêmicas, avaliação da fala e estrutura envolvidas, introdução à fissura labiopalatina, etiologia, classificação das fissuras, avaliação fonoaudiológica, intervenção fonoaudiológica nas fissuras, alterações de fala decorrente da fissura, hipernasalidade, distúrbios articulatórios compensatórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALTMANN, Elisa Bento de Carvalho. Fissuras labiopalatinas 4ª ed. CARAPICUÍBA: PRÓFONO DEPARTAMENTO EDITORIAL, 1997. 555p. BIANCHINI, Esther Mandelbaum Gonçalves. A cefalometria nas alterações miofundionais orais diagnóstico e tratamento fonoaudiológico 4ª ed. SÃO PAULO: CARAPICUIBA, 1998. 107p. FELÍCIO, Cláudia Maria de. Fonoaudiologia nas desordens temporomandibulares: uma ação educativa – terapêutica. SÃO PAULO: PANCAST, 1994. 179p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Leslie Piccoloto (Org.), BEFI-LOPES, Debora M (Org.), LIMONGI, Suelly Cecilia Olivan. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. MARCHESAN, Irene Queiroz. Fundamentos em fonoaudiologia: aspectos clínicos da motricidade oral 1ª ed. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 1998. 108p. 5ª Série DISCIPLINA: AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA OBJETIVA E COMPLEMENTAR EMENTA Noções sobre equilíbrio e avaliação fonoaudiológica. Avaliação da função vestibular em crianças, adultos e idosos. Fisiopatologia e quadros clínicos das vestibulopatias periféricas e centrais em crianças, adultos e idosos. Interpretação dos achados nos distúrbios vestibulares. Procedimentos e técnicas de reabilitação vestibular. Prática supervisionada de avaliação e reabilitação vestibular. Programa de detecção e intervenção da perda auditiva na infância. Procedimentos e técnicas de potencial evocado auditivo, emissões otoacústicas em crianças, adultos e idosos. Interpretação dos achados audiológicos nos distúrbios auditivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAOVILLA, Heloísa Helena. Equilibriometria clínica. São Paulo: 2000. MOR, Rita. Vestibulometria e fonoaudiologia: como realizar e interpretar. São Paulo: EDITORA LOVISE, 2001. SILVA, Maria Leonor Garcia da. et al. Quadros clínicos otoneurológicos mais comuns. São Paulo: Atheneu, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MUNHOZ, Mario Sérgio Lei [et al]. Audiologia clínica. São Paulo: Atheneu, 2000. MUSIEK, Frank E.. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. DISCIPLINA: ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NAS DESORDENS NEUROMUSCULARES EMENTA: Encefalopatia Crônica Não Progressiva (Paralisia Cerebral): Aspectos Neuroanatômicos e neurofisiológicos da fala – termos essenciais. Desenvolvimento motor e sua interrelação com o desenvolvimento da fala e da linguagem. Atividades reativas normais e seus desvios. Conceito. Sinonímia. Causas. Classificação segundo alteração de tônus, postura e movimento. Avaliação estomatognáticas. global Métodos e e relacionada técnicas ao sistema aplicadas à motor terapia oral e funções fonoaudiológica. Transdisciplinaridade no processo terapêutico. Disartria- Sistemas neuromotores envolvidos na produção da fala. Elementos e características da fala normal. Conceito. Causas. Tipos. Características clínicas de cada tipo disártrico. Avaliação. Métodos e técnicas aplicadas à terapia fonoaudiológica. Intervenção fonoaudiológica em recém-nascido de risco. Deficiência mental e quadros associados. Características da linguagem encontradas nas síndromes. Avaliação e anamnese de linguagem. Papel do fonoaudiólogo na equipe multidisciplinar. Interferências das variações sócio-culturais. Atendimento clínico no CRI (Centro de Reabilitação Infantil). BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOVE, Russell J.. Neurologia para los especialistas del habla y del lenguaje. 3ª ed. Espanha: Panamericana, 1998. MORALES, Rodolfo Castillo. Terapia de regulação orofacial: conceito RCM. São Paulo: Memnon, 2002. ROCHA, Armando Freitas da. O cérebro: um breve relato de sua função. São Paulo: FAPESP, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBATH, Karel. Uma base neurofisiológica para o tratamento da Paralisia Cerebral. 2 ed. São Paulo: Manole, 1990. CARAKUSHANSKY, Gerson. Doenças genéticas em pediatria. Rio de Janeiro: GUANABARA KOOGAN, 2001. DISCIPLINA: FONOAUDIOLOGIA PREVENTIVA EMENTA: Saúde e doença em Fonoaudiologia. Fases e Níveis de atenção à saúde fonoaudiológica. Modelo de Fonoaudiologia preventiva. A integralidade nos programas de saúde pública em Fonoaudiologia. Atuação do fonoaudiólogo no Sistema Único de Saúde: UBS (Unidade Básica de Saúde) e PSF (Programa de Saúde e Família) Atuação do fonoaudiólogo no Sistema Educacional. Programa de atuação fonoaudiológica em ambiente hospitalar (ambulatório, maternidades e UTI). Neonatologia: Conceitos e princípios gerais. Intervenção fonoaudiológica em idosos institucionalizados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Cláudia Regina Furquim de. Fonoaudiologia preventiva: teoria e vocabulário técnico-científico SÃO PAULO: Lovise, 1996. BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo: Lovise, 1997. LOGRATTA, Márcia Gomes Mota. A Fonoaudiologia nas instituições. São Paulo, 1997 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Anuário Cefac de fonoaudiologia. São Paulo: Revinter, 2000. BRASSALTO, Mônica Cristina Andrade. Fonoaudiológica. São Paulo: Lovise, 1998. Neonatologia: Um convite a atuação DISCIPLINA: ATUAÇÂO FONOAUDIOLÒGICA NO CÂNCER DE CABEÇA PESCOÇO EMENTA: Câncer: conceito; Câncer de cabeça e pescoço e tipos de tratamentos: cirurgia, radioterapia e quimioterapia; Atuação fonoaudiológica na radioterapia; Tumores de cavidade oral: tipos, cirurgias, seqüelas, avaliação fonoaudiológica e reabilitação após cirurgia; Tumores de orofaringe e faringe: tipos, cirurgia, seqüelas, avaliação e reabilitação após a cirurgia; Tumores na laringe: tipos, cirurgias parciais e totais, seqüelas, avaliação e reabilitação após a cirurgia. Tumores de tireóide: tipos, seqüelas, avaliação e reabilitação fonoaudiológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANGELIS, Elisabete Carrara de. A atuação da fonoaudiologia no câncer de cabeça pescoço 1ª ed. São Paulo: EDITORA LOVISE, 2000. BARBOSA, Mauro. Diagnóstico e tratamento dos tumores de cabeça e pescoço. São Paulo: Atheneu, 2001. FERREIRA, Léslie. Tratado de fonoaudiologia São Paulo: Roca, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FURKIM, Ana. Disfagias Orofaríngeas. São Paulo: Pró-fono, 1999. O laringectomizado: Informações básicas. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. DISCIPLINA: ATUAÇÂO FONOAUDIOLÒGICAS NAS AFASIAS E DEMENCIAS EMENTA: Fundamentos neuropsicológicos, Aspectos neurofisiológicos da linguagem. Atenção e memória. Doença de Alzheimer. Atuação fonoaudiológica com pacientes portadores da DTA. Distúrbios Neurológicos Adquiridos da linguagem (Afasia) avaliação, terapia e orientação familiar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JAKUBOVICZ, Regina. Teste de reabilitação das afasias. Rio De Janeiro: Revinter, 1996. ORTIZ, K.Z. Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. Barueri: Manole, 2005. PEÑA-CASANOVA, Jordi. Reabilitação da afasia e transtornos associados. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FURKIM, Ana. Disfagias Orofaríngeas. São Paulo: Pró-fono, 1999. RUSSO, Iêda Pacheco. Intervenção fonoaudiológica na terceira idade. Rio De Janeiro: Revinter, 1999. PARTE 3 – CORPO DOCENTE, CORPO DISCENTE E CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 3.1 PERFIL DOCENTE 3.1.1 Titulação e experiência profissional O Curso de Fonoaudiologia está constituído de profissionais capazes de propiciar aos discentes o acesso ao conhecimento humanístico e técnico-científico e às suas formas de aplicação. O Curso apresenta um total de 13 (Treze) professores com a seguinte titulação: doutorado, mestrado, especialização e graduação, em efetivo exercício no primeiro semestre de 2010, conforme os quadros a seguir. Titulação na Área Especializando em Audiologia/2006 Especialização: Ana Maria da Patologias da Fonoaudiologia Costa dos Linguagem – UNICAP/1985 Santos Reis Universidade 1987 Elisete Mestre em Aparecida Letras – UFRN Estudos da Ferreira 2003 Linguagem – Gomes UFRN -2006 Titulação Fora da Área Ana Loísa de Fonoaudiologia Lima e Silva Unp / 2004 Ciências Francisco Lira Biológicas Rego UFRN – 1973 Licenciatura e José Antônio Bacharelado de Moura em Química UFRN – 2000 Karen Barbosa Psicologia na Montenegro UnP - 2003 Ciências Kátia Regina Biológicas – de Borba UnP 2000 Lidiane Marinho dos Santos Ciências Biológicas – UnP 1999 Doutorado em Química Analítica Ambiental – UNESP 2009 Especialista em Psicomotricidade UnP – 2009 Especialista em Carcinicultura Sustentável – Unp 2005 Mestre em Administração Doutoranda em Estudos da Linguagem – UFRN 2006 Especialista em Ciências através da EAC T – UNB 1999 Experiência em Outras Atividades Fora do Magistério Graduação Tempo de Mgistério Ensinos Fundamenta l e Médio Professor(a) Tempo de Mgistério Ensino Superior Quadro 3 – Titulação e tempo de experiência 5 anos 6 anos 10 anos 24 anos 35 anos 35 anos 2 anos 1 ano 6 anos 7 anos 7 anos 9 anos Terapia Ocupacional – Mônica Noely Universidade Araújo Católica Dom Rodrigues Bosco UCDB 1999 Especialista em Docência do Ensino Superior – Universidade Cândido Mendes UCAM 2003 Especialista em Paulo Roberto Fonoaudiologia Motricidade Oral de Andrade – UnP 2005 UnP 2007 e Santos Libras FIJ 2009 Priscila Carla Especialização: Fonoaudiologia Mestrado: Silveira Linguagem UNICAP/ Linguística Menezes Especialização: Fonoaudiologia Fonoaudiologia Zilane Silva UNIFOR Clinica UNIFOR Barbosa Fortaleza- CE Fortaleza- CE 1995 1996 Mestrado em Walkiria Maria Química – Engenharia Lima de Brito UFRN 1985 Química UFRN 1991 8 anos 1 ano 1 ano 5 anos 5 anos 9 anos - 9 anos 10 anos 11 anos 17 anos 27 anos Quadro 4 – Titulação do corpo docente na área e fora da área Titulação Doutor Mestre Especialista TOTAL N. de docentes % de Docentes 02 03 08 13 15,38% 23 % 61% 100% Área da Fonoaudiologia N. de Docentes 01 01 02 04 % de Docentes 7,6% 7,6% 15,38% 30,58% Outras Áreas N. de Docentes 01 02 06 09 % de Docentes 7,6% 15,38% 46,15% 69,13% 3.1.2 Adequação da formação Todos os docentes do curso são portadores de formação específica adequada às disciplinas que ministram, conforme evidencia o quadro a seguir. Quadro 5 – Adequação da titulação docente às Disciplinas 2010 Nome do Docente Titulação Ana Loísa de Lima e Silva Especialista Ana Maria da Costa dos Santos Reis Mestre Elisete Aparecida Ferreira Gomes Francisco Lira Rego José Antônio de Moura Karen Barbosa Montenegro Kátia Regina de Borba Lidiane Marinho dos Santos Mestre Especialista Mestre Especialista Especialista Especialista Disciplinas Avaliação Audiológica Básica, Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem e Avaliação Audiológica Objetiva e Complementar Introdução à Voz, Atuação Fonoaudiológica nas Afasia e Demência e Atuação Fonoaudiológica de Cabeça e Pescoço Leitura e Produção Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde Introdução à Educação Superior Psicopatologia Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde Atividades Integradas Mônica Noely Araújo Rodrigues Paulo Roberto de Andrade Santos Especialista Especialista Priscila Carla Silveira Menezes Doutora Zilane Silva Barbosa Especialista Walkiria Maria Lima de Brito Mestre Estilo de vida, Saúde e Meio Ambiente Libras Fonoaudiologia Preventiva e Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Introdução à Fonoaudiologia, Atuação Fonoaudiológica nas Patologias da Fala, Atuação Fonoaudiológica nas desordens Neuromusculares e Seminários Clínicos Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde 3.3 ATENÇÃO AOS DISCENTES O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)13, com um suporte multidisciplinar que laboratórios e setores institucionais, além de docentes qualificados, pessoal técnico-administrativo especializado e um aparato tecnológico dos mais avançados. O apoio ao discente ocorre por meio de vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; apoio psicopedagógico, por meio do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); mecanismos de nivelamento; serviços especializados: Clínicas-Escolas e Núcleo de Prática Jurídica; bolsas acadêmicas: a) Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); b) Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM); c) Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx). Além disso, a Universidade disponibiliza aos seus estudantes a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, adotando também outros canais de comunicação, como e-mail, cartas e telefone. 13 Criado pela Resolução n. 037/2006-ConSUni-UnP,de 30 de maio de 2006. Intercâmbio internacional Com a integração da UnP à Laureate International Universities, os alunos têm oportunidade de frequentar parte do seu Curso em Instituições de Ensino Superior do exterior, observadas a legislação brasileira estabelecida para esse nível de ensino, normas específicas da própria UnP e dessa Rede. Para tanto, está estruturado o Núcleo de Intercâmbios da Universidade Potiguar, que viabiliza as iniciativas, os programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate, assistindo os alunos na escolha do melhor programa acadêmico internacional e orientando-os em todo o processo de preparação. 3.4 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 3.4.1 Equipe de apoio técnico-administrativo para o Curso Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza: 3 assistentes para apoio à direção; um coordenador de atividades complementares; um coordenador de estágio; um coordenador de TCC; técnicos de informática; técnicos de laboratórios; bedéis. 3.4.2 Atividades de capacitação O pessoal técnico-administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento, vinculado à Pró-Reitoria Administrativa. Sistematicamente, a direção do Curso indica, em instrumento próprio formulado por esse Setor, as necessidades de capacitação. PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da seguinte forma: 04 (quatro) Unidades compõem o Campus Natal (sede): - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire. Campus Mossoró, localizado na Zona Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da UnP: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar-condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Acesso dos alunos a equipamentos de informática: existem equipamentos de informática instalados nos laboratórios e bibliotecas dos dois Campi, com acesso à internet. Portadores de necessidades especiais: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de edificações, acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Espaços sem obstáculos para o cadeirante manobrar, deslocar, aproximar e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança; área com acesso direto a uma saída, destinada a manter em segurança as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto aguardam socorro em situação de sinistro; rampa construída ou implantada na calçada ou passeio. São disponibilizados elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; rampas de acessos, corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados. Manutenção e conservação das instalações físicas: ininterruptamente, os espaços são vistoriados, verificando-se iluminação, instalações elétricas e hidráulicas, pintura, climatização e higiene. Nos meses de junho e janeiro (férias acadêmicas), essas atividades são reforçadas e, sempre que necessário, realizadas reformas e construções. Esses serviços são da responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM), com o apoio da Prefeitura de cada Unidade, que mantém em operação uma equipe específica (encanador, eletricista, mecânico, pedreiro e ajudantes). Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios de prestação de serviços, terceirizados, com empresas conceituadas no mercado. Quanto à manutenção e conservação de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, a Universidade Potiguar possui em Mossoró e nas Unidades do Campus Natal setor específico de prontidão para atendimento imediato. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica, realizada por técnicos especializados no início de cada semestre, ou mesmo durante o período letivo, quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado (SIS Compras), e com base no plano de metas anual, o usuário autorizado cadastra seu pedido, remetido inicialmente ao Setor de Compras para cotação e, em seguida, ao Comitê Administrativo Financeiro (CAF), com vistas à aprovação (ou não), voltando ao Setor de Compras para aquisição do equipamento solicitado, se autorizado. Quando da chegada do equipamento adquirido, o mesmo é entregue ao setor solicitante. A atualização dos equipamentos na Universidade Potiguar se dá constantemente e de imediato, quando verificada a necessidade, passando pelos mesmos trâmites da aquisição de pedidos de equipamentos, considerando os avanços tecnológicos correspondentes às áreas dos cursos. 4.2 BIBLIOTECA A Universidade dispõe de um conjunto de cinco bibliotecas, interligadas em rede: uma em cada Unidade do Campus Natal, perfazendo 4 (quatro), e outra no Campus Mossoró, o que constitui o seu Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP). Em área física total de 3.959,68 m 2, estão distribuídos e devidamente equipados os ambientes reservados ao funcionamento dos diferentes serviços oferecidos aos usuários. O Sistema, inteiramente informatizado, conta com mecanismo de automação de dados por meio do qual fica assegurado o acesso imediato às informações, de tal modo que os usuários podem realizar consultas, empréstimos ou fazer reservas a partir de qualquer das Unidades ou, ainda, via internet. O SIB/UnP tem uma gerência geral, que conta com o apoio de gerentes por cada uma das bibliotecas de Natal e de Mossoró. 4.2.1 Funcionamento do SIB/UnP Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela interessada durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 22 h e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de livros, CD-ROM e fitas de vídeo se dão nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do Sistema Integrado de Bibliotecas, disponível na Internet. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e demais Instituições de Ensino Superior do Rio Grande do Norte. O empréstimo é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Categoria de Usuários Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários 14 Documentos 5 Títulos (livros) 3 CDs-ROM 5 Títulos (livros) 3 CDs-ROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros) 3 CDs-ROM 5 Títulos (livros) 3 CDs-ROM 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros) 2 Fitas de Vídeo Prazos (dias corridos) 7 dias 3 dias 14 dias 3 dias 14 dias 3 dias 21 dias 7 dias 7 dias 7 dias 3 dias Levantamento bibliográfico O SIB/UnP realiza levantamento de títulos existentes no acervo da biblioteca, em um prazo de 48 horas, totalmente gratuito para os usuários em fase de monografia. Orientação bibliográfica O SIB/UnP adéqua trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 24 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. 14 Obras de referência, periódicos informativos e especializados (nacionais e internacionais), monografias, projetos, folhetos e outros somente permitido o acesso à consulta local, sendo que revistas e folhetos podem ser liberados para reprodução de cópia, pelo prazo de duas horas e de acordo com a legislação autoral em vigor Lista de duplicatas Coloca à disposição das Instituições de Ensino Superior a relação de periódicos, promovendo o intercâmbio bibliográfico, sem custos para as bibliotecas solicitantes. Catálogo de monografias Permite o acesso imediato à produção intelectual do corpo discente da UnP e de monografias apresentadas a outras instituições, existentes no acervo (disponível apenas para consulta interna). Multimídia e Internet Oferece aos usuários a oportunidade de acesso ao universo on-line, com vistas à pesquisa, pelo período de até uma hora, com agendamento prévio, como também consulta a CDs-ROM de diversas áreas do conhecimento, sem qualquer custo para o usuário. Acesso a Bases de Dados Nacionais e Internacionais Disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 4.2.2 Acervo O Sistema possui o seguinte acervo, para a Escola da Saúde: PARCIAL 2009 QUANTITATIVO POR ESCOLAS – NATAL ACERVO: LIVROS CURSOS Ciências Biológicas Educação Física Enfermagem Farmácia Fisioterapia Fonoaudiologia Medicina Nutrição Odontologia Psicologia Serviço Social Terapia Ocupacional TOTAL ESCOLA DA SAÚDE TÍTULOS 469 163 127 213 293 148 2.670 208 227 938 167 74 5.697 Atualizado em 28/10/2009. Fonte: Sistema Integrado de Bibliotecas/UnP EXEMPLARES 3.840 1.667 1.657 1.634 2.806 1.208 22.346 1.759 1.941 5.392 1.786 524 46.560 BASE DE DADOS BASES DE DADOS – ACESSO RESTRITO POR IP -Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. -Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 e-books publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. -Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. -Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. -Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referências indexadas e em resumo. -Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão; -Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. -Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio. BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. Rede de bibliotecas digitais formada pelos órgãos do Poder Judiciário, englobando as esferas federal e estadual, os órgãos essenciais e auxiliares da Justiça. Integra os mais importantes repositórios de informação digital jurídica do Judiciário, de forma a permitir consultas unificadas nesses acervos e possibilitar respostas instantâneas. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet, selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científicotécnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. Sistema desenvolvido para atender à comunidade acadêmica, no que diz respeito às pesquisas das Normas Técnicas Brasileiras e do Mercosul. Disponível para visualização na íntegra, nas Coordenações, Direções de Cursos, e no Setor de Pesquisa Virtual das Bibliotecas de cada Unidade. 4.2.3 Acervo do Curso O Curso de Fonoaudiologia, em particular, tem à sua disposição as instalações e o acervo físico e digital15 da biblioteca da Unidade Salgado Filho, prédio em que funcionam todos os cursos de graduação da área de Ciências Biológicas e da Saúde. São disponibilizados à comunidade acadêmica desse Curso: livros, periódicos e bases de dados da área básica da saúde e, também, o acervo específico de Fonoaudiologia. Esse acervo abrange: BIBLIOTECA UNIDADE SALGADO FILHO LEVANTAMENTO DO ACERVO REFERENTE À FONOAUDIOLOGIA OBRAS PERIÓDICOS MULTIMEIOS Livros TCCs Nacional Internacional CD-ROM DVD VHS Títulos 1.151 92 15 14 03 19 15 Exemplares 8.442 92 135 150 07 45 49 15 O detalhamento do acervo consta do Memorial da Biblioteca, disponibilizado na diretoria do Curso. 4.3 INSTALAÇÕES DO CURSO O Curso de Fonoaudiologia funciona na Unidade Salgado Filho, localizada à Avenida Salgado Filho, n. 1610, Bairro Lagoa Nova, em Natal/RN. Espaços físicos e serviços A comunidade acadêmica do Curso de Fonoaudiologia (discentes, docentes e dirigentes) tem à sua disposição espaços físicos destinados aos seguintes e diferentes usos: salas de aulas, salas para a administração, laboratórios, sala para docentes, equipada com computadores, clínica escola de fonoaudiologia , Secretaria Setorial, Central de Atendimento, anfiteatros, biblioteca setorial, área de convivência, estacionamento e serviços de xerox, bancários, de alimentação, dentre outros. Instalações administrativas Dentre os espaços físicos disponíveis, o Curso conta, para as suas atividades administrativas, com salas-ambiente destinadas a: Diretoria (1); Secretaria do Curso (1); Sala de docentes (1); Coordenação da Clínica-Escola(1); Recepção (1); Supervisão (2). Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de necessidades especiais e equipados com computadores ligados em rede. Salas de aula: com dimensões adequadas, localizadas em ala física próxima aos laboratórios, à diretoria do Curso, à biblioteca e aos banheiros. Está mobiliada com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente; quadro branco. A climatização é garantida pelo uso de ar-condicionado. A iluminação é artificial, com uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas. Anfiteatro: em número de 2, com capacidade para 120 pessoas, cada. 4.4 LABORATÓRIOS E OUTROS AMBIENTES ESPECÍFICOS A comunidade acadêmica do Curso de Fonoaudiologia utiliza um conjunto de laboratórios, sendo: - 02 (dois) de informática; - 12 (doze) da área de ciências biológicas e da saúde, de uso comum aos cursos; - 1 (uma) clínica-escola. 4.4.1 Laboratórios de informática 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno Unidade Salgado Filho Laboratório de Informática I 98,12 2,18 2,18 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows Xp, Office Xp, WinZip, Acrobat 7, Mozilla Firefox, AVG 7, Windows Media Player, WinPar. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 45 Atlhon Xp 2,4 Ghz, 256 Mb de RAB, 40 Gb Disco Rígido, Sistema Operacional Windows XP, CD rom 56x, Plataforma Win XP, Rede Win 2000 com acesso a Internet, ano de aquisição 2004. 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno Unidade Salgado Filho Laboratório de Informática II 105,42 2,34 2,34 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows Xp, Office Xp, WinZip, Acrobat 7, Mozilla Firefox, AVG 7, Windows Media Player, WinPar. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 45 Duron 1,3 Mhz, 256 Mb de RAB, 40 Gb Disco Rígido, Sistema Operacional Windows XP, CD rom 56x, Plataforma XP, Rede Win 2000 com acesso a Internet, ano de aquisição 2003. 4.4.2 Laboratórios da área básica das ciências biológicas e da saúde Entende-se por área básica o conjunto de disciplinas que compõem o núcleo comum a todos os cursos da área das ciências biológicas e da saúde, ou seja, disciplinas ofertadas para todos os cursos da Universidade Potiguar que fazem parte dessa área do conhecimento (Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Terapia Ocupacional), tendo os seus conteúdos práticos e pesquisas desenvolvidas em laboratórios comuns e multidisciplinares, conforme apresentados a seguir. A gestão desses laboratórios fica sob a responsabilidade da direção do Curso de Ciências Biológicas, em conjunto com os diretores dos demais cursos da área; o uso de bata ou jaleco é obrigatório para a permanência de todos nas instalações desses laboratórios, bem como a adoção das medidas de biossegurança adequadas a cada laboratório. Os laboratórios da área básica funcionam em tempo integral, das 07:30 às 22:40 horas, de segunda a sexta-feira, podendo, por solicitação de professores e/ou alunos, abrir aos sábado, das 07:30 às 12:30 horas, excetuando-se o anatômico que permanece aberto todos os sábados, das 07:30 às 13:30 horas. O serviço de manutenção dos equipamentos é feito pela equipe técnica, sob a orientação dos professores coordenadores, sendo solicitada assistência técnica especializada periodicamente (antes do início das aulas de cada semestre letivo) e quando necessário. Laboratório de Anatomia Humana (Anatômico): O Laboratório de Anatomia Humana (Anatômico) encontra-se instalado em uma área de 424 m². É constituído por um museu anatômico, ossário, sala de formolização e centro anatômico, onde se desenvolvem as aulas práticas de todas das disciplinas de anatomia humana, ofertada para todos os cursos desta área. Tais instalações também permitem que os alunos, em seus horários livres, possam utilizar as peças naturais e modelos anatômicos para aprofundar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, funcionando das 07:30 às 22:40 horas. O centro anatômico está equipado com 38 mesas em inox para estudo; cubas de inox pequenas; cuba de inox grande; 10 tanques de inox para cadáveres; depósitos para peças anatômicas; estantes de aço com 06 prateleiras; arquivo de aço com 04 gavetas; armários de aço com 02 portas; 01 freezer; cubas com peças naturais; modelos anatômicos artificiais; material cirúrgica para dissecação; osteótomos; serra elétrica; serra manual; facas; bancada de inox para formolização; cavaletes de ferro; maca de ferro. Para apoio ao corpo docente responsável por ministrar as disciplinas de Anatomia, encontram-se também instalados 04 gabinetes para professores, uma sala de reuniões e dois anfiteatros com áreas de 113,30 m 2 e 95,95 m2 com capacidade para atender 100 alunos cada, onde se desenvolvem as aulas teóricopráticas, sem haver necessidade de deslocamento das peças naturais para outras salas de aula mais afastadas do laboratório, que não apresentem estrutura necessária, conforme as exigências básicas da biossegurança. Quando utilizados para tal prática, os anfiteatros podem ser equipados com TV e vídeo/DVD/projetor multimídia (datashow), retroprojetor, projetor de slides e mesa de aço inoxidável para demonstração de peças anatômicas. Laboratório de Biologia dos Sistemas Orgânicos Laboratório multidisciplinar, instalado em uma área total de 170 m2, devidamente equipado para o desenvolvimento de pesquisas e aulas práticas das disciplinas de Biologia Celular, Biologia Molecular e Genética. Este laboratório encontra-se equipado com: armário de aço de 02 portas; geladeira; 40 microscópios binoculares; microscópio binocular com câmera de vídeo; televisor; aquecedor elétrico; agitador de tubos; agitador magnético; cuba para eletroforese; banho maria com 6 bocas; centrífuga para DNA; contador de células simples; centrífuga com 16 tubos; lavador de pipetas automático; lâmpada ultravioleta; múltiplo marcador de tempo; phmetro; pipetador automático de 100 ml; pipetador automático de 25 ml; pipetador automático de 50 ml; balão volumétrico – 1000 ml; balão volumétrico do fundo chato 250 ml; balões volumétricos – 100ml; balões volumétricos - 2000 ml; balões volumétricos - 500 ml; bastão de vidro; becker – 100 ml;becker - 1000 ml; becker – 250 ml; becker – 50 ml; becker – 600 ml; caixa de lâmina; caixa de lamínula; conta gotas; cubas de vidro com tampa; cubas de vidro sem tampa; erlemeyer - 1000 ml; erlemeyer – 250 ml; erlemeyer 500ml; frasco de vidro – 1 litro; frasco de vidro pequeno c/ tampa; pipetas – 10ml; pipetas – 5ml; pipetas de leucócitos; placas de petri; tubo Wintrobe; tubos de ensaios (médio); tubos de ensaios c/ tampas de borracha; vidro de relógio; bandejas; colheres inox; colheres plásticas; compasso de weber; estantes para tubo de ensaio (metal); estantes para tubos de ensaio (plástico); estilete de aço; estilete pequeno de aço; faca grande; fita métrica; lamparina a álcool; lancetas automáticas; lancetas metálicas; luva de procedimento; papel de filtro; pinças de madeira; pisseta grande; pisseta pequena; placas de contenção; recipientes plásticos pequenos; seringas descartáveis – 10ml; seringas descartáveis – 5ml; balão volumétrico 100 ml; balão volumétrico 1000 ml; balão volumétrico 250 ml; balão volumétrico 500 ml; bandejas grandes; barrilhete 10 litros; bastão de vidro; becker 300 ml; caixas para lâminas (100 lâminas); erlenmeyer 25 ml; estante plástica para tubo de ensaio; frasco conta gotas; frascos âmbar diversos 1000 ml; frascos âmbar diversos pequeno; funil de vidro médio; funil de vidro pequeno; garrotes; gase grande; kit para coloração (berço); lâminas p/ microscópio (esmerilhada); lamínula; luvas descartáveis; óculos de proteção transparente; papel alumínio; pêra; pinça dente de rato; pipeta graduada 1 ml; pipeta graduada 10 ml; pipeta graduada 2 ml; pipeta graduada 5 ml; pipeta volumétrica 10 ml; pisseta; suporte para pipetas; tela de amianto; termômetro para estufa; tripé de ferro; tubos de centrífuga cônicos 15 ml; vidros cortados (âmbar); substâncias diversas. Laboratório de Biofísica, Fisiologia e Farmacologia Este laboratório encontra-se instalado em uma área de 42,5 m2 e atende disciplinas de Física e Biofísica para Biólogos, Biofísica, Fisiologia e Farmacologia, ministradas para os cursos da área das ciências biológicas e da saúde da Universidade Potiguar, no que se refere aos procedimentos de aulas práticas e pesquisas. Suas instalações compreendem 01 gabinete para professores e área laboratorial constituída dos seguintes equipamentos: banho maria; câmera fotográfica digital 3,2 mega-pixel; centrífuga; armário de metal; computador; diapasão clínico; 26 microscópios binoculares; eletroestimuladores; espectrofotômetro; estetoscópios; estufa de esterilização pequena; glicosímetro; lanterna oftálmica; martelo dijerini; phgâmetro; pipetador automático 100 microlitros; pneumógrafo; tensiômetros; tensiômetro digital para mesa ou parede; termômetro – 10º a 110ºc; aquário de vidro de 20 l; balão volumétrico; bastão de vidro; becker; caixa de lâmina (100unid.); erlemeyer; frasco de vidro; frasco de vidro; funil médio; pipeta graduada; pipeta graduada; placas de petri; recipiente de vidro com tampa (marinex); tubos com tampa de borracha; tubos com tampa de rosca; tubos de ensaio médios; vidro de relógio; abaixador de língua; agulhas p/ seringas descartáveis; alfinetes de aço niquelado; algodão hidrófilo; almofada e carimbo; bacia grande; bacia média; bandejas de plástico; barbante de algodão; compasso de weber; cronômetro digital; escalpe nº 23; esparadrapo; esponjas lava-louças; estilete de aço longo; etiquetas de preço; fogareiro elétrico; folha de isopor 1 ½ cm; garrote; gaze; isopor pequeno; lâmina de bisturi nº 15; lanceta de metal; lixeiras pequenas; luvas de látex; luva de procedimento (tam. m); luva de procedimento (tam. p); palito de churrasco; palito de dente; papel alumínio; papel de embrulho; papel de filtro (100 unid.); pinça de madeira; pinças de madeira; pincéis nº 0; pisseta 200ml; pisseta 500ml; placas de contenção; recipientes plásticos pequenos (300ml); régua transparente; seringas descartáveis – 10ml c/ rosca; seringas descartáveis – 5ml c/ rosca; tela de amianto; adrenalina; álcool etílico comercial 70%; álcool iodado; bicarbonato de sódio; cloreto de cálcio; cloreto de potássio; cloreto de sódio; colírio de pilocarpina 2%; enxofre pa; éter etílico; fosfato de sódio monobásico; heparina; iodo PA; iodo ressublimado (metálico); soro para tipagem sanguínea anti- d; soro para tipagem sanguínea anti-a; soro para tipagem sanguínea anti-b. Laboratório de Morfofisiopatologia: Laboratório multidisciplinar, instalado numa área de 187,66 m 2, preparado para atender à pesquisa e demanda prática das disciplinas de Embriologia, Histologia, Citologia, Patologia Geral e Aplicada e Fisiopatologia. AlÉm do centro de aulas práticas, a estrutura deste laboratório ainda conta com uma sala para preparação de material citopatológico, sala de procedimento cirúrgico sala de diagnóstico, e 02 gabinetes para professores. O centro de aulas práticas está equipado com: 43 microscópios binoculares; 01 projetor de slides; microscópio binocular com câmera de vídeo; TV de 29’; coleções histológicas constituídas de 1.954 lâminas dos diversos tecidos e órgãos; modelos das diferentes fases do desenvolvimento embrionário. Laboratório de Práticas Histológicas: Laboratório onde são confeccionadas as lâminas histológicas utilizadas em aulas práticas das disciplinas de histologia, embriologia, botânica, entre outras, e ao desenvolvimento de projetos de pesquisa que se utilizam desse material. O laboratório está instalado em uma área de 20,97 m2 e está equipado com: bancada de madeira; bancada de granito com pia inoxidável de 02 cubas; armários de madeira; geladeira; banho maria biomatic; micrótomo ancap; micrótomo ao 820; estufa grande quimis; microscópio taimin; vidraria de variadas graduações (pipetas; provetas; placas de petri; funil; bastão de vidro; becker; balão volumétrico; erlenmeyer; cubas de coloração); cestas de coloração; substâncias corantes e reagentes (álcool, xilol, formol, ácidos, parafina, entre outros); luvas; máscaras; algodão; pinça; alicate; tesoura; gaze; lâminas; lamínulas; bisturis; lâmina para bisturi; pinça dente de rato; navalhas histológicas descartáveis. 4.4.3 Laboratórios específicos do Curso de Fonoaudiologia O Curso de Fonoaudiologia conta com uma infra-estrutura que permite ao aluno a realização das práticas clínicas nas diferentes áreas do conhecimento, com acompanhamento constante do professor supervisor. a) Laboratório de Voz: está equipado com mobiliário, equipamentos e programas de análise acústica. O software adotado é o Anagraf, que tem a função de avaliar acusticamente a voz dos pacientes da Clínica-escola, como também desenvolver pesquisas na área. Sala de Laboratório de Voz acusticamente tratada, medindo 3,82 x 2,74. QUANT 01 06 01 01 01 01 02 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL cadeira diretor estofada na cor azul carteiras estofadas cor azul balcão arquivo cor cinza. computador, uma impressora mesa para computador mesa para impressora programas de análise acústica: programa Dr. Speech versão 4.0 programa LIS – Laboratório de Investigaciones Sensoriales lixeira pequena com pedal Serviços Prestados: Os pacientes com queixais vocais são encaminhados para a realização da avaliação vocal objetiva no início do tratamento e reavaliado a cada final do semestre até o momento da alta. b) Laboratório de Audiologia: conta com todos os equipamentos necessários a uma completa execução dos exames audiológicos básicos, complementares, adaptação de prótese auditiva, com potencial para o atendimento de crianças e adultos contendo 07 salas acusticamente tratada. Sala de Audiologia 1, medindo 3,78 cm x 4,20 cm QUANT 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL sala de Audiologia Infantil contendo uma supercabina com campo livre – tamanho 2.00 x 2.00 x 2.00 m2 – marca Televox otoscópio marca Missuri sistema de amplificação para audiometria em campo ( Acústica Orlandi). audiômetro analógico, um canal modelo 114 – Beltone – Via aérea, óssea e logoaudiometria imitanciometro automático digital . Marca Interacoustic AZ audiômetro pediátrico modelo PA 2 – Interacustic Screening musical completo – todos os instrumentos mesa secretária cor cinza cadeira estofada secretária cor azul cadeira interlocutor com braço estofada cor azul cadeira interlocutor com prancheta escamoteável cor azul balcão arquivo cor cinza Pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 2, medindo 5,12cm x 4,20 cm QUANT 02 02 01 01 01 01 02 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL cabina para exame audiológico. Tamanho 1.60 x 1.60 x 2.20 . Marca Televox audiômetro analógico, um canal modelo 112 – Beltone – Via aérea, óssea e logoaudiometria imitanciômetro manual analógico – Modelo AZ 7 – Interacoustic otoscópio marca Missuri mesa secretária cor cinza cadeira estofada secretária cor azul cadeiras interlocutor com prancheta escamoteável cor azul balcão arquivo cor cinza Pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 3, medindo 3, 60 cm x 3,80 cm QUANT 04 02 02 02 01 02 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL cabina para exame audiológico. Tamanho 1.60 x 1.60 x 2.20 . Marca Televox audiômetro analógico, um canal modelo 114 – Beltone – Via aérea, óssea e logoaudiometria AD@@( Interacústic AT22t imitanciômetro manual analógico – Modelo AZ 7 – Interacoustic mesa secretária cor cinza cadeira estofada secretária cor azul cadeiras com braço estofada cor azul balcão arquivo cor cinza pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 4, medindo 3,27cm x 3,57cm QUANT 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL cabina para exame audiológico. Tamanho 1.60 x 1.60 x 2.20. Marca Televox audiômetro analógico, um canal modelo 114 – Beltone – Via aérea, óssea e logoaudiometria 01 imitanciômetro manual analógico – Modelo AZ 7 – Interacoustic 01 decibelímetro potátil, marca Minipa. Sistema SUZUKI OGIBA – Modelo 50-100 ( Acústica Orlandi) cadeira estofada secretária cor azul cadeira com braço estofada cor azul balcão arquivo cor cinza pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 5, medindo 4,50 cm x 3,05 cm QUANT 01 01 01 01 01 02 03 04 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL supercabina com campo livre – tamanho 2.00 x 2.00 x 2.00 m2 – marca Televox otoscópio marca Missuri sistema de amplificação para audiometria em campo ( Acústica Orlandi). audiômetro clínico digital, dois canais com altas frequências. Marca Interacoustic, modelo AC 40. imitanciometro Hand Tymp screening com impressora. Marca Damplex , Imitaciometro Interacustc (AT22t) mesas secretária cor cinza cadeira estofada secretária cor azul balcão arquivo cor cinza pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 06 – Sala de Otoneurologia, medindo 3,57 cm x 2,35cm QUANT 01 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Cadeira para exame otoneurológico – modelo PPD – 93 com movimento giratório 360 º Vecto – térmico retilíneo – modelo VN 316, marca Berger completo Eletronistagmógrafo . EN 316, marca Berger completo Maca pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Sala de Audiologia 07, medindo 2,00cm x 4,58 cm Sala para Indicação e adaptação de Prótese auditiva e confecção de moldes. QUANT 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Computador impressora colorida armário com baterias de ASSI pia com armário e bancada em granito lixeira pequena com pedal Serviços Prestados: Avaliação Audiológica, imitanciometria, exame de emissões otoacústicas, avaliação eletrofisiológica , avaliação otoneurológica , adaptação de prótese auditiva e avaliação do processamento auditivo central. a) Sala de atendimento médico-otorrinolaringológico: totalmente equipada, onde são atendidos os pacientes da Clínica Escola de Fonoaudiologia, pelo médico otorrinolaringologista e acompanhados pelos estagiários do Curso. 01 sala de atendimento médico otorrinolaringológico, medindo 3,82 x 3,16 QUANT 01 01 02 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL bureau de 1,0 x 1,20, cor cinza cadeira diretor estofada na cor azul cadeiras interlocutor sem braço na cor azul balcão arquivo cor cinza pranchas de madeira cadeira para otorrino elétrica modelo: POT 91 EPE YOCHI Equipo para otorrino completo modelo: EXPO 1000 YOCHI Sistema para Laringoscopia completo Fibra ótica rígida Grande angular 4 M M / O TV monitor Endoscópio nasal rígido grande angular 2.7 MM /30 Endoscópio nasal rígido grande angular 4/30 nasofaringoscópio flexível 8/70 cabo de fibra ótica fonte de luz de xenon com 300 W / 110 V micro-camera acoplador de lentes sistema de som com fio vídeo-cassete 04 cabeças NTSC Fonte de luz de Halogênio – 250 W um nasofaringolaringoscópio flexível acoplador de lentes micro pinça nasal jacaré micro pinça otológica jacaré cureta para cerumem aspirador nasal apirador de ouvido lixeira pequena com pedal Serviços Prestados: Avaliação Otorrinolaringológica. Os procedimentos realizados dão suporte ao atendimento dos pacientes atendidos na clínica escola com queixas vocais, audiológicas e de deglutição. a) Salas de atendimento para fonoterapia: preparada para a realização de atendimento fonoaudiológico individual, com “espelho espião” que permite a observação do supervisor em tempo real, na sala de observação. 08 salas de terapia com espelho espião, medindo cada uma 2,00 x 3,71cm, cada sala está equipada de acordo com as especificações a seguir: QUANT 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL bureau com gavetas cor cinza de 1,00 X 1,20 cm cadeira diretor estofadas cor azul cadeiras interlocutor sem braço sistema de som para as salas de observação Pia com armário bancada de madeira quadro branco Espelho papel toalha e sabonete líquido lixeira pequena com pedal Serviços Prestados: as salas de terapia se destinam ao atendimento dos pacientes com distúrbios da comunicação, realiazação de triagens e orientações fonoaudiológicas aos familiares dos pacientes em atendimento. a) Salas de Supervisão: destinadas à supervisão dos casos atendidos pelos alunos, instigando as discussões de casos em equipe. Plano de manutenção dos laboratórios A manutenção dos laboratórios do Curso de Fonoaudiologia é conseqüência das necessidades geradas pelo uso intenso e intermitente dos equipamentos, conforme quadro abaixo: MANUTENÇÃO PREVENTIVA CORRETIVA Laboratório de Audiologia Realizada periodicamente pelo Realizada a cada final do ano técnico encarregado da letivo, por empresa especializada. Sala de atendimento médico manutenção dos equipamentos. Verificação completa dos equipamentos e sua calibração. Sala de observação em Terapia – Reposição de fones fones de ouvido e aparelhos de eventualmente danificados áudio. LABORATÓRIO Fonte: Relatório da Coordenação da Clínica Escola do Curso de Fonoaudiologia O Curso Fonoaudiologia dispõe da seguinte estrutura: 01 Clínica-Escola com os espaços abaixo: 01 Sala da Direção; 01 Sala de recepção da Direção; 01 Sala para Coordenação da Clínica Escola; 01 Sala pra Docentes; 02 Salas de Supervisão de Estágio; 01 Recepção da Clínica Escola; 01 Almoxarifado; 08 Salas de atendimento para fonoterapia; 04 Salas de observação; 01 Sala de atendimento médico; 01 Sala de laboratório de voz; 01 Pequena cozinha para manipulação de alimentos dos pacientes; 05 Salas de audiologia; 01 Sala de otoneurologia; 01 Sala de prótese auditiva; 02 Banheiros sendo um adaptado para deficientes físicos. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA Clínica-Escola de Fonoaudiologia A área utilizada pelo Serviço de Fonoaudiologia é ampla e suas instalações permitem o livre acesso do paciente com limitações funcionais. Dispõe de salas para atendimentos, todas climatizadas, com dimensões adequadas, considerando o número de alunos por turma. Segue um cronograma para utilização de uso diário, além de equipamentos modernos, oferecendo maior conforto e qualidade no atendimento aos usuários. Caracterização dos espaços físicos: Sala de Recepção, medindo 2,23 cm x 4,27 cm QUANT 01 03 01 01 22 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Computador Arquivos Telefone Ventilador Cadeiras Gelágua Lixeira grande Sala de Coordenação, medindo 2,96 x 3,78 cm QUANT 01 01 01 01 02 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Computador Impressora Mesa conjunto em L com conexão para computador na cor cinza Cadeira presidente na cor azul Cadeiras interlocutor com braço na cor azul Armário alto com duas portas de vidro Armário alto com duas portas. Balcão arquivo duas portas, na cor cinza. Lixeira pequena com pedal Ante Sala da Coordenação, medindo 2,24 x 3.78 QUANT 01 01 01 05 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Bureau cor cinza Cadeira diretor cor azul Cadeira secretária cor azul Cadeiras interlocutor sem braço. Lixeira pequena com pedal Sala de Supervisão, medindo 2,36 x 3,78 cm QUANT 01 08 01 01 01 01 02 EQUIPAMENTOS MATERIAL Mesa de reunião cor cinza Cadeiras secretária na cor azul Quadro Televisão Sanyo com controle remoto Vídeo cassete VCX 682 Semp Lixeira pequena com pedal Armários para professor Sala de Supervisão, medindo 2,47 x 3,78 cm QUANT 01 01 02 02 01 QUIPAMENTOS MATERIAL Mesa de reunião cor cinza Cadeiras secretária na cor azul Televisão Blue Sky - com controle remoto Vídeo cassete VCX 682 Semp. Lixeira pequena com pedal Almoxarifado, medindo 2,00 x 3,78 cm QUANT 01 01 01 01 03 03 03 03 03 03 08 03 03 04 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 EQUIPAMENTOS MATERIAL Projeto de Slides Filmadora JVC GR- AX247 Máquina fotográfica Canon 5000 2D Kit Rádio Cassete Record com CD Quebra-cabeça animais com pinos Quebra-cabeça liso Discriminação Auditiva 10 Discriminação Auditiva 24 Percepção Auditiva 20 Audição e linguagem com fita k7 Seqüência Lógica Conjunto Pedagógico Alfabetização Conjunto Pedagógico Matemática Garrafas Baú com 10 brinquedos de plástico Blocos Lógicos Escala Cuisinaire Numerais com pinos coloridos Alfabeto recortado com 93 peças Alfabeto Recortado de madeira com 26 peças Quebra-cabeça geométrico Dominós cores Dominós Formas geométricas Mosaicos – blocos padrão Jogos linhas Vazadas Conjunto de fantoches animais domésticos Conjunto Fantoches animais selvagens Jogos Loto Leitura 03 03 03 03 03 03 01 02 03 03 02 02 03 06 02 02 03 02 01 Conjuntos Fantoches Habitantes do mar Fantoches 3 porquinhos Conjunto Fantoches profissões Conjunto fantoches Chapeuzinho Vermelho Fantochão Fauna Conjunto Fantoches Histórias Infantis. Screening musical completo – todos os instrumentos Vibradrores Pró-fono Exercitador labial Mini Refletor Nasal Auxiliar de afilamento de língua Conjuntos de haltere labial Conjuntos de haltere lingual Rádio gravador AM/FM Stéreo Gravadores Sony Gravadores Panasonic Caixas Mágicas Paquímetro metálico (150mm – Vonder) Inalador a ar comprimido 04 salas de observação, medindo cada sala 2,08 x 3,71cm cada uma QUANT 02 10 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Bancadas Cadeiras-caixa estofadas na cor azul Lixeira pequena com pedal Sistema de recepção de som das salas de terapia com 10 (dez) fones individuais 01 cozinha pequena, medindo 2,50cm x 1,80 cm QUANT 01 01 01 01 EQUIPAMENTOS MATERIAL Pia com bancada de inox. Frigobar pequeno marca consul compact 50 Fogão Esmaltec duas bocas. Tanque ANEXO 1 COMPONENTES OPTATIVOS DISCIPLINAS OPTATIVAS – ESCOLA DA SAÚDE 1. Bases da Nutrição 2. Bioquímica 3. Desenvolvimento Onto e Filogenético 4. Direito Sanitário 5. Educação em Saúde 6. Envelhecimento e Qualidade de Vida 7. Etnobiologia 8. Gênero e Saúde 9. Gestão em Saúde e Meio Ambiente 10. Políticas Públicas em Saúde no Brasil e na América Latina 11. Saúde do Trabalhador DISCIPLINA: Bases da Nutrição CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Princípios básicos da nutrição humana. Pirâmide de alimentos e necessidades nutricionais nos ciclos de vida. Determinantes e condicionantes do déficit nutricional nos ciclos de vida. Química dos alimentos. Interação fármaco-nutriente. O papel do profissional nos cuidados dietoterápicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOVERA, Themis Maria Dresch da Silveira. Nutrição aplicada ao curso de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. FARREL, Marian L.; NICOTERI, Jo Ann L. Nutrição em enfermagem: fundamentos para uma dieta adequada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. RAMOS, Adriana Pereira; CARVALHO, Geraldo Mota de. Enfermagem e nutrição. São Paulo: EPU, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 2. ed. São Paulo: Manole, 2008. WAITZBERG, Dan Linetzkg. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. DISCIPLINA: Bioquímica CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Biomoléculas: Aminoácidos e peptídeos. Proteínas. Enzimas. Energética celular I: introdução ao metabolismo. Cadeia respiratória. Fosforilação oxidativa. Energética celular II: metabolismo de carboidratos. Metabolismo de Biomoléculas: metabolismo de Lipídios. Metabolismo e Bioquímica da Comunicação Extra e Intracelular: metabolismo de aminoácidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. LEHNINGER, Albert Lester; COX, Michael M.; NELSON, David L. Lehninger. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. DEVLIN, Thomas M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. reimp. 2000. DISCIPLINA: Desenvolvimento Ontogenético e Filogenético CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Desenvolvimento da espécie (filogênese) e o desenvolvimento do indivíduo (ontogênese) em perspectiva histórica, observados os elementos do processo evolutivo, da cultura, da tecnologia e da organização social. Modelos clássicos do desenvolvimento humano: mecanicista, organicista e ciclo-vital. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEE, Helen. Ciclo Vital. Porto Alegre: Artmed, 1997. DESSEN, Maria Auxiliadora; COSTA JUNIOR, Áderson Luiz. (Org.). A ciência do desenvolvimento humano: tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed, 2005. PAPALIA, Diane. Desenvolvimento humano. 8. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2. ed. Traduzido por Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1981. BRONFENBRENNER, Urie. A Ecologia do Desenvolvimento Humano: Experimentos Naturais e Planejados. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. DISCIPLINA: Direito Sanitário CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Direito Sanitário: origens históricas e suas relações com as Ciências Sociais e contribuições para as Ciências da Saúde e para o profissional de saúde. Políticas Públicas e o Direito à Saúde. A Lei 8142/1990 e sua relação com o Sistema Única de Saúde - SUS. Formas de participação sociopolíticas: conselhos de saúde, orçamentos participativos, conferências de saúde. Saúde e Desenvolvimento Sustentável. Carta de Direito dos Usuários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Guido Ivan de e SANTOS, Lenir. Sistema Único de Saúde: comentários à Lei Orgânica de Saúde (Leis nº 8.080/90 e 8.142/90). 3. ed. Campinas: Unicamp, 2002. SANTOS, Lenir. Conhecendo Seus Direitos na Saúde Pública. Campinas: CONASS, 2006. SCHWARTZ, Germano. Direito à Saúde: efetivação em uma perspectiva sistêmica. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONAVIDES, Paulo. Teoria Constitucional da Democracia Participativa. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2003. GOHN, Maria da Glória. Conselhos Gestores e participação sociopolítica. São Paulo: Cortez, 2001. DISCIPLINA: Educação em Saúde CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA Evolução histórica da educação em saúde, sua contextualização e o papel dos sujeitos sociais. A educação em saúde e o processo de promoção da saúde, sob a ótica dos princípios e diretrizes do SUS. Metodologias educativas, tendências pedagógicas nas ações de saúde, pautadas na educação popular na perspectiva de efetivar o controle social e os princípios da humanização. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, I.S. Comunicação e saúde. Rio de Janeiro. Fiocruz, 2007. MATTOS, R. A. (Org). Construção da integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro: Abrasco, 2003. VASCONCELOS, E. M. Educação popular e a atenção à saúde da família. São Paulo: Hucitec, 1999. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ELORS, Jacques (Rel.). Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para UNESCO da Comissão Internacional para a educação no séc. XXI. 4. ed. São Paulo: Corte, 2000. MARTINS, C. M. Educação e saúde. Rio de Janeiro. EPSJV/Fiocruz, 2007. DISCIPLINA: Envelhecimento e Qualidade de Vida CARGA HORÁRIA: 60 HORAS EMENTA A Transição demográfica mundial e a transição Epidemiológica; As Teorias do envelhecimento, a longevidade e seus aspectos biopsicossociais; Mitos e realidade em Geriatria; Políticas Públicas e Indicadores de qualidade de vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Koogan, 2002. PAPALÉO N. M. (Org). Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2002. VERAS et al. Terceira Idade. Rio de Janeiro: Edunp, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SHEPHARD, R. J. Envelhecimento, atividade física e saúde. São Paulo: Phorte, 2003. VELASCO, Cacilda Gonçalves. Aprendendo a envelhecer. São Paulo: Phorte, 2006. DISCIPLINA: Etnobiologia CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Estudo da compreensão do mundo constituído por fatores ecológicos, sociais e culturais. Os saberes populares percebidos, concebidos e classificados nas diversas culturas humanas e sua contribuição para as ciências ambientais e da saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIEGUES, A.C. & Arruda R.S.V. Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Brasília, 2001. KORMMONDY, E. J. & BROWN, D. E. Ecologia Humana. Coord. NEVES, W. São Paulo. Atheneu, 2002. MORIN, E. A religião dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORDANI, U. G. & TAIOLI, F. 2001. A terra, a Humanidade e o desenvolvimento sustentável. In: TEIXEIRA, W; TOLEDO, M. C. M; FAIRCHILD, T. R; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: IBEP, 2009. DIEGUES, A. C. S. Etnoconservação. Novos rumos para a conservação da natureza nos trópicos. São Paulo, Hucitec, 2000. DISCIPLINA: Gênero e Saúde CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Gênero e implicações no processo saúde-doença de homens e mulheres. Gênero, raça e etnia. Os estudos de gênero e repercussões na construção de políticas públicas de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARRUDA, A. Teoria das representações sociais e teorias de gênero. Cadernos de Pesquisa. Rio de Janeiro, n. 117, p.127-147, nov. 2002. PRIORE, Mary Del (Org). História das mulheres no Brasil. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2007. TREVISAN, J. S. Seis balas num buraco só: a crise do masculino. São Paulo: Record, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BESSE, S. K. Modernizando a desigualdade. São Paulo: EDUSP, 1999. LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997. DISCIPLINA: Gestão em Saúde e Meio Ambiente CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Políticas nacionais para a saúde e o meio ambiente: paradigmas atuais e modelos de gestão. Princípios da administração e sua aplicação na gestão do sistema e unidades de saúde e na gestão de políticas e programas para a proteção do meio ambiente e seu desenvolvimento sustentável. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Gastão Wagner Souza. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: Hucitec, 2000. CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro. Campus, 2000. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, R. O. B. de. Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books, 2002. URIBE Rivera, F. J. (Org). Planejamento e programação em saúde: um enfoque estratégico. São Paulo: Cortez, 1989. DISCIPLINA: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e na América Latina CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Historicidade das políticas de saúde e sua relação com políticas sociais. Políticas de saúde na América Latina e no Brasil. A consolidação do Sistema Único de Saúde. Reestruturação do setor saúde no mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIOVANELLA, L., ESCOREL, S. (Org). Políticas e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. MINAYO, M. C. S; COIMBRA JR, Carlos E. A. (Org). Críticas e Atuantes – Ciências Sociais e Humanas em saúde na América Latina. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. PAIM, J. S. Reforma Sanitária Brasileira: contribuição pra a compreensão e crítica. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANESQUI, Ana M. (Org). Ciências Sociais e saúde. São Paulo: Hucitec, 1997. FLEURY, Sonia. Estado latino-americano e políticas sociais: limitações e tendências na conformação da cidadania e do Estado. Brasília: IPEA, 1992. n. 8 DISCIPLINA: Saúde do Trabalhador CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA O homem e suas relações com o trabalho. O trabalho como determinante e condicionante de potenciais de risco e de benefício à saúde. A política de saúde do trabalhador no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, R.. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 1995. MAENO, M., CARMO, J. C. do. A saúde do trabalhador no SUS. São Paulo: Hucitec, 2009. MARTINS, C. de O. O Programa de Promoção à Saúde do Trabalhador. Jundiaí: Fontoura, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, R. Os sentidos do Trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo editorial, 2002. CASTRO, J. L. de (Org). Gestão de trabalho no SUS: entre o visível e o oculto. Natal: Observatório RH NESC/UFRN, 2007. ANEXO – 2 COMPONENTES OPTATIVOS DISCIPLINAS INSTITUCIONAIS OPTATIVAS 1. ADMINISTRAÇÃO DA CARREIRA PROFISSIONAL 2. DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE 3. EMPREENDEDORISMO 4. ESPANHOL INSTRUMENTAL I 5. ESPANHOL INSTRUMENTAL II 6. ESTUDO DA REALIDADE BRASILEIRA 7. ÉTICA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS 8. HOMEM E SOCIEDADE 9. INCLUSÃO E ATENDIMENTO A NECESSIDADES ESPECIAIS 10. INGLÊS INSTRUMENTAL I 11. INGLÊS INSTRUMENTAL II 12. LIBRAS 13. RACIOCÍNIO LÓGICO DISCIPLINA: Administração da Carreira Profissional CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Ética, postura e compromisso político profissional. Desenvolvimento profissional e pessoal. Preservação e expansão das conquistas profissionais. Planejamento e plano de carreira. Aprendizagem continuada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 1996. FLEURY, Maria Tereza Leme (Org). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, 2002. RIBEIRO, Celia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de etiqueta para executivos. Porto Alegre: L&PM, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIGUEIREDO, José Carlos. Como anda a sua carreira? O check-up profissional vai ajudálo a mudar seu modo de vida. São Paulo: Infinito, 2000. RESENDE, Enio J. Remuneração e carreira baseadas em competências e habilidades. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. DISCIPLINA: Desenvolvimento e Sustentabilidade CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Cidadania Planetária e Desenvolvimento Sustentável, Ecologia Humana, Economia solidária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GADOTTI, Moacir. Economia solidária como praxis pedagógica. São Paulo: Editora Instituto Paulo Freire, 2009. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. SACHS, Ignacy, et al. Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável. Organizadores: Elimar Pinheiro do Nascimento e João Nildo Vianna. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF, Leonardo. Saber Cuidar: ética do humano-compaixão pela Terra. Petrópolis: Vozes, 2001. SANTOS, Milton. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1975. DISCIPLINA: Empreendedorismo CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Ética na iniciação empresarial. O empreendedorismo nos contextos da sociedade contemporânea. O perfil do empreendedor. Atividade empreendedora. Empreendedorismo corporativo. Fatores críticos no empreendedorismo e criatividade do empreendedor no contexto brasileiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2003. DEGEN, Ronald. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Makron Books, 1989. DORNELAS, J. C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Campus, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. 30. ed. São Paulo: Cultura, 2006. SANTOS, Sílvio A. dos,; PEREIRA, Heitor J. (org.). Criando seu próprio negócio: como desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995. DISCIPLINA: Espanhol Instrumental I CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Construção do conceito de língua instrumental. Capacitação de compreensão de texto escrito, observando o estudo comparado entre as línguas latinas, materna e estrangeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO. F, MARIN. F, MORALES. R. Ven1 Español Lengua Extranjera. Madri: Edelsa Grupo Didasca, 1998. CERRALAZA. M, LLOVET. B. CERRALAZA, Oscar. Planeta 1 Libro del Alumno. Madri: Edelsa Grupo Didasca, 1998. EQUIPO LAROUSSE. Gramática de La lengua española. Larousse: De Bolsillo, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel intemediário. Madri: Edelza Grupo Didasca, 2003 CUDER, Ana Maria Cristina. Mucho Gusto. São Paulo: CNA, 2002. DISCIPLINA: Espanhol Instrumental II CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Desenvolvimento de compreensão em nível avançado: texto literário e não-literário. A língua instrumental para outros fins e sua abordagem didático-metodológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO. F, MARIN. F, MORALES. R. Ven1 Español Lengua Extranjera. Madri: Edelsa Grupo Didasca, 1998. CERRALAZA. M, LLOVET. B. CERRALAZA, Oscar. Planeta 1 Libro del Alumno. Madri: Edelza Grupo Didasca, 1998. EQUIPO LAROUSSE. Gramática de La lengua española. Larousse: De Bolsillo, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel intemediário Madri: Edelza Grupo Didasca, 2003. CUDER, Ana Maria Cristina. Mucho Gusto. São Paulo: CNA, 2002. DISCIPLINA: ESTUDO DA REALIDADE BRASILEIRA CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Brasilidade. Classes e Movimentos Sociais Problemas Sociais. Etnocentrismo. Sociodiversidade. Multiculturalismo. Diversidade Cultural. Regulamentação. Autonomia e Emancipação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DaMATTA, Roberto A. Relativizando – Uma Introdução à Antropologia Social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. DIAS, Reinaldo. Ciência Política. Rio de Janeiro: Atlas, 2008. FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. São Paulo: Globo, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, Reinaldo. Fundamentos de Sociologia Geral. 4. ed. Campinas: Alínea, 2009. VILLARES, Luiz Fernando. Direito e Povos Indígenas. Curitiba: Juruá, 2009. DISCIPLINA: Ética, Cidadania e Direitos Humanos CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Direitos Humanos. Direitos Constitucionais. Cidadania. Direitos e garantias fundamentais do cidadão. Ética, estética e interface com os direitos humanos. O sujeito como agente, ator e autor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMPARATO, Fábio Konder. Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. SINGER, Peter. Ética prática. 2. ed. Lisboa: Gradiva, 2002. VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF, Leonardo. Ética da vida: a nova centralidade. São Paulo: Record, 2009. OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Ética e economia. São Paulo: Ática, 1995. DISCIPLINA: Homem e Sociedade CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA A humanidade na modernidade e na contemporaneidade. Cultura. Política. Sociedade. Ideologia. Democracia. Poder. Relações Sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo. Ática, 1994. GALLO, Silvio. Ética e Cidadania: caminhos da filosofia. 8. ed. São Paulo: Papirus, 2008. SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e o político na pósmodernidade. São Paulo: Editora Cortez, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOUCAUT, Michel. Microfísica do poder. 26. ed. São Paulo: Editora Graal, 2008. SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 6. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2009. DISCIPLINA: Inclusão e Atendimento a Necessidades Especiais CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA História e paradigmas da inclusão e da educação especial. Diversidade e diferenças. Políticas públicas, princípios, leis e concepções da inclusão. Educação diferenciada e atendimento ao sujeito com necessidades especiais. Papel do profissional no trabalho colaborativo e em equipes interdisciplinares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GLAT, Rosana (Org). Educação Inclusiva: cultura e cotidiano escolar. Rio de Janeiro: Letras, 2007. MACHADO, Adriana Marcondes et. al. Psicologia e direitos humanos: educação inclusiva, direitos humanos na escola. 2. ed. Brasília: Casa do psicólogo, 2008. SILVA, Shirley et. al., Educação Especial: múltiplas leituras e diferentes significados. 1ª. reimp. Shirley Silva e Marli Vizim (Org). Campinas: Mercado de Letras, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, Lúcia de Araújo Ramos et. al. Políticas e práticas educacionais inclusivas. Lúcia de Araújo Ramos Martins, José Pires, Gláucia Nascimento da Luz Pires (Org). Natal: EDUFRN, 2008. SAWAIA, Bader Buruhan et.al. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 4. ed. Bader Buruhan Sawaia (Org.) Petrópolis: Vozes, 2002. DISCIPLINA: Inglês Instrumental I CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Concepções de leitura. Aquisição de vocabulário básico geral e profissional. Estudo e aplicação de estratégias de leitura. Interpretação de textos gerais e profissionais em língua inglesa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Renildes, Reading Critically in English: uma abordagem instrumental. 3. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. OLIVEIRA, Sara Rejane de F., Estratégias de Leitura para Inglês Instrumental. Brasília: UNB, 1994. SOUZA, Adriana Grade Fiori et. al. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Disal, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUTCHINSON, Tom; WATERS Alan. English for Specific Purposes: a learning centered approach (New Directions in Language Teaching). 6. Impr. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. RAMOS, M. Rosinda de Castro Guerra; CELANI, Maria Antonieta Alba; FREIRE Maximina. A abordagem Instrumental no Brasil: um projeto, seus percursos e seus desdobramentos. Rosinda de Castro Guerra Ramos (Org). São Paulo: EDUC, 2009. DISCIPLINA: Inglês Instrumental II CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Aquisição de vocabulário acadêmico geral e profissional. Aplicação de estratégias de leitura em textos acadêmicos. Interpretação de textos acadêmicos da área profissional em língua inglesa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Renildes. Reading Critically in English: uma abordagem instrumental. 3. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. OLIVEIRA, Sara Rejane de F. Estratégias de leitura para inglês instrumental. Brasília: Editora UNB, 1994. SOUZA, Adriana Grade Fiori, et. al. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Disal, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUTCHINSON, Tom; WATERS Alan. English for Specific Purposes: a learning centered approach (New Directions in Language Teaching). 6. Impr. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. RAMOS, M. Rosinda de Castro Guerra; CELANI, Maria Antonieta Alba; FREIRE Maximina. A abordagem Instrumental no Brasil: um projeto, seus percursos e seus desdobramentos. Rosinda de Castro Guerra Ramos (Org). São Paulo: EDUC, 2009. DISCIPLINA: Libras CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA O papel da linguagem e da Língua Brasileira de Sinais na socialização e inclusão. Direito à educação das pessoas surdas e com deficiência auditiva. Acessibilidade. LIBRAS como primeira e segunda língua. Estrutura da LIBRAS. Tradução e Interpretação de LIBRAS. LIBRAS no processo de ensino-aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL, 2004. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. v.1. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife: Editora do Autor, 2007. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. Manaus: UFAM, 2002. DISCIPLINA: Raciocínio Lógico CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA Lógica e argumentação. Dedução e indução. Falácias. Distintas concepções de lógica: seus fundamentos, sua relevância. Silogismo aristotélico. Lógica proposicional: sintaxe e semântica. Lógica de predicados de primeira ordem: sintaxe e semântica. Técnicas de dedução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR FILHO, Edgard. Iniciação à lógica matemática. 21. ed. São Paulo: Nobel, 2008. MARITAIN, Jacques. Elementos de filosofia II: a ordem dos conceitos. Lógica Menor. Trad. Ilza das Neves. Rev. Adriano Kury. 13. ed. Rio de Janeiro: Agir, 2001. MORTARI, Cezar A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HAACK, Susan. Filosofia das lógicas. Trad. Cezar Augusto Mortari, Luiz Henrique de Araújo Dutra. São Paulo: UNESP, 2002. WALTON, Douglas N. Lógica informal: manual de argumentação crítica. Trad. Ana Lúcia R. Franco, Carlos A. L. Salum. Rev. Fernando Santos. São Paulo: Martins Fontes, 2006.