Plataforma
Chapa i9
Nove Pilares Inovadores no Conselho Regional de
Fonoaudiologia
Inovação. Essa é a palavra base da Chapa i9, que apresenta nove pilares de atuação para aprimorar o
trabalho do Conselho Regional de Fonoaudiologia da 6ª região.
Os candidatos ao novo colegiado representam uma nova geração da Fonoaudiologia, que une as novidades
tecnológicas e científicas à experiência de campo vivenciada pela prática profissional. São pessoas
antenadas, empreendedoras e com experiência em gestão acadêmica e em saúde.
As ações que a chapa pretende desenvolver irão dinamizar, modernizar e tornar o trabalho da categoria
mais transparente e ligado às demandas sociais e de mercado. A ideia é fazer com que o Conselho esteja
cada vez mais acessível aos fonoaudiólogos representados.
Dessa forma, a missão da Chapa i9 é executar ações dos seguintes pilares: ética profissional; atualização
científica e técnica; ampliação dos instrumentos de comunicação com a categoria; defesa dos interesses do
Fonoaudiólogo nos âmbitos público e privado; fiscalização e proteção do exercício profissional;
investimentos em parcerias com instituições, órgãos e empresas afins às áreas de atuação; aproximação
com a sociedade; agilização de processos administrativos e integração para o crescimento e
desenvolvimento da categoria.
Pilares de atuação:
1) Ética profissional:
Um órgão representativo, como é o Conselho, caracterizado como instituição autárquica que, em nome do
Estado, cuida de assuntos ligados à profissão, deve ser um direcionador ético de seus representados.
Entendendo a ética como norteadora do comportamento humano, aqui, ela aparece como base para a
atuação profissional. Dessa forma, a chapa pretende atuar com transparência. Por esse motivo, a ética
profissional é o primeiro pilar de atuação da Chapa i9. A ideia é orientar e conscientizar quanto ao exercício
profissional seguindo o que há de mais importante à Fonoaudiologia. Sendo a ética o caminho para o
aperfeiçoamento humano, buscaremos usá-la para alcançarmos, também, o aperfeiçoamento profissional.
2) Atualização científica e técnica:
A Chapa i9 pretende apoiar e incentivar eventos científicos e reforçar a integração com as Sociedades
Científicas. Também considera importante a promoção de fóruns de interesse da categoria e com caráter
multidisciplinar. Palestras e debates com divulgação de novidades nas sete especialidades de atuação
deverão ser promovidas periodicamente, inclusive, nas cidades referência do interior dos estados que
compõe a 6ª região. Será uma forma de incentivar os profissionais a atuar em áreas, até então, pouco
exploradas. A educação à distância deverá ser uma ferramenta muito utilizada pelos candidatos ao novo
colegiado, já que ajuda a diminuir custos, baratear a participação e tem amplo alcance.
3) Ampliação dos instrumentos de comunicação com a categoria:
Dar transparência ao trabalho do Fonoaudiólogo é um dos principais objetivos desta chapa. Para isso, é
necessário investir em comunicação interna, entre os profissionais, funcionários da autarquia, e externa,
com a sociedade civil e acadêmica. Informações e troca de ideias com o conselho serão incentivadas pela
6ª região. Instrumentos como eventos culturais, para discussão de temas relevantes, troca de ideias com as
instituições de ensino e estímulo à divulgação criativa da profissão nos meios de comunicação, serão
estratégias adotadas. Prosseguir com as ações do Conselho Regional Itinerante também é uma importante
proposta para potencializar a comunicação entre Conselho e Fonoaudiólogos. A idéia é que profissionais da
instituição visitem, periodicamente, as principais cidades da jurisdição para aproximar o Conselho das
realidades profissionais localizadas. Um plantão para atendimento dos profissionais também será criado.
Por meio dele será possível encaminhar dúvidas, que deverão receber respostas rápidas e objetivas. Aqui,
também visamos estreitar a participação de profissionais que atuam na linha de frente das prefeituras
representadas. A assessoria de comunicação será reforçada com a modernização das ferramentas já
existentes: site, redes sociais e mailing atualizado e dinâmico. Outra meta é articular a categoria com as
esferas de poder político – executivo, legislativo e judiciário- o que deve ser feito por meio do repasse de
informações relevantes e do mapeamento do dia a dia da Fonoaudiologia nas mídias.
4) Defesa dos interesses do Fonoaudiólogo:
Um dos caminhos a serem desenvolvidos para defender a profissão será o respaldo a manifestações e
movimentos de garantia de direitos da classe. Também o apoio às Associações de Classe e o incentivo à
participação dos profissionais em convênios. A criação de um sistema de apoio aos profissionais, inclusive
aos que atuam no interior, servindo também como órgão de aconselhamento ao exercício profissional será
mais uma ação da chapa em defesa dos interesses da classe.
5) Fiscalização e proteção da prática profissional:
Garantir a fiscalização ao combate do exercício ilegal da profissão também será um importante foco.
Quando se fala em fiscalização deve-se, primeiramente, focar na força pedagógica, que esse instrumento
de garantia da boa prática profissional apresenta. Para a Chapa i9, é o momento de orientar e munir o
profissional de informações que o ajude a se embasar dos preceitos éticos e legais da Fonoaudiologia. Uma
fiscalização focada na educação para o bom comportamento, na punição como valorização daqueles que
fazem da profissão uma das mais respeitadas da área da saúde nos dias atuais. A fiscalização, portanto,
será protetiva, mantenedora do que é mais relevante para o Fonoaudiólogo. A rediscussão das cargas
horárias e a manutenção de parcerias com instituições de ensino serão metas de proteção dos profissionais
já veteranos e de novatos, contra distorções na prática profissional.
6) Investimentos em parcerias com instituições afins às áreas de atuação:
A parceria com as instituições afins às áreas de atuação não só permite defesa e proteção dos direitos
profissionais, como já foi dito, mas a reciclagem de informações, a reflexão sobre a prática profissional, a
oxigenação de ideias científicas. Por esses motivos, ela deve ser facilitada dentro da gestão i9. Firmar
parcerias visando a capacitação dos Fonoaudiólogos através da realização de eventos, fóruns e distribuição
de materiais em campanhas, também incrementará sua atuação. Devem ser ampliadas as parcerias com as
demais instituições representativas. Também será arquitetada a abertura de outras parcerias com empresas
do ramo comercial e locais afins à prática profissional.
7) Aproximação com a sociedade:
Divulgar a atuação Fonoaudiológica em escolas, instituições privadas, clínicas, consultórios, empresas,
creches, asilos, etc. Realizar reuniões com gestores, em secretarias de saúde e educação, são caminhos
para estreitar os laços com as famílias e sociedade civil, e serão incentivados pela Chapa i9. Abarcar todos
os cenários possíveis, aproveitando datas comemorativas, eventos, fatos do cotidiano, exposições na mídia
e nas artes, etc. Atuar em todos os segmentos: Empresarial, Comunicativo, Forense, Ambiental, Políticas
Públicas, Serviços de Saúde Auditiva, etc. Investimento em parcerias com lideranças comunitárias,
associações de bairro e ONGs também ajudarão a divulgar e aproximar a Fonoaudiologia da sociedade.
Estratégia para que o Conselho seja visto como parceiro e instrumento consultivo nas diversas atuações do
profissional.
8) Agilização de processos administrativos:
Prezando em zelar pela dignidade e independência da profissão, o Conselho Regional precisa da
participação de todos, em especial, no momento do voto, na escolha daqueles que melhor representarão a
categoria. Dessa forma, os candidatos à nova gestão, da Chapa i9, pretendem modernizar esse momento
democrático. O estabelecimento do voto on-line, utilizando-se das facilidades do meio digital, deve estimular
o Fonoaudiólogo a participar do processo de escolha com mais afinco e, por isso, ele é meta da futura
gestão. As ferramentas tecnológicas devem também ser auxílio nas demais demandas do conselho para
que consultorias (jurídica, contábil, comunicação, ética, dentre outras) sejam mais eficientes e utilizadas.
É fundamental melhorar o atendimento ao profissional pessoalmente, por email, site ou telefone, para
acelerar a solução das demandas e efetivar a parceria entre conselho e Fonoaudiólogo, com melhor
acolhimento.
9) Integração para crescer:
Criada há 15 anos, a 6ª região do Conselho Regional de Fonoaudiologia representa os profissionais
atuantes no Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Estados de grande extensão
e número de profissionais da classe. Dessa forma, fazer-se conhecer é uma grande meta do Conselho para
integrar a classe a qual representa. A profissão tem 7 especialidades, algumas ainda pouco exploradas. Os
serviços do Conselho estão respaldados em 11 comissões temáticas de atuação. Áreas que precisam ser
divulgadas, exploradas para que cheguem aos profissionais, aos pacientes, e ajudem a profissão
desenvolver-se, crescer ainda mais. Palestras, apoio das universidades e a formação de um banco de
voluntários para serem divulgadores da Fonoaudiologia no Brasil são objetivos para integrar a classe. Só
aquele que participa, que se envolve, saberá analisar melhor quais as demandas e prioridades. É pensando
assim, que a Chapa i9 busca uma gestão arrojada, interativa, moderna, empreendedora e parceira de seus
representados.
Em resumo queremos ser éticos, transparentes, próximos do profissional, ligados ao ambiente de atuação,
modernos, criativos e presentes na comunicação social. Queremos integrar para crescer, estar nas
instituições afins às áreas de atuação, refletindo com elas sobre as melhorias da classe. Parceiros de
nossos representados, queremos inovar, fazer- nos conhecer e estar ao lado do Fonoaudiólogo em um
conselho participativo, atuante, próximo ao dia a dia da Fonoaudiologia gestora, empreendedora e que
cresce no Brasil e no Mundo.
Inove agora, inove nas próximas eleições, i9 para a próxima gestão do CREFONO 6!
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