1. NOTA TÉCNICA
ANEXO
A soja (Glycine max (L) Merrill) que hoje cultivamos chegou ao Brasil no ano de
1882. Mas foi somente a partir dos anos 40 que ela adquiriu alguma importância
econômica, merecendo o primeiro registro estatístico nacional em 1941.
Na última safra, a área plantada com soja no país foi de 22,19 milhões de
hectares, com uma produção de 55,71 milhões de toneladas de grãos.
Na safra 2005/2006, o Estado de Tocantins produziu 785.200 toneladas de grãos
de soja que corresponde apenas a 1,36 % da produção nacional, mesmo assim, a
cultura da soja tem gerado divisas e contribuído para o desenvolvimento do
agronegócio do Estado.
A época de semeadura é um dos fatores que mais influenciam o rendimento da
soja, ou seja, é ela quem determina a exposição da cultura à variação dos fatores
climáticos limitantes.
Por isso, foi orientada a semeadura da cultura da soja no Estado de Tocantins,
visando reduzir os riscos climáticos e aumentar produtividade da cultura.
A definição dos melhores períodos para a semeadura da cultura da soja no
Estado foi realizada utilizando-se um modelo de balanço hídrico da cultura, para
períodos de dez dias. Ressalta-se que por se tratar de um modelo agroclimático, partese do pressuposto de que não ocorrerão limitações quanto à fertilidade dos solos e
danos às plantas devido à ocorrência de pragas e doenças. O balanço hídrico foi
realizado com o uso das seguintes variáveis:
a) Precipitação pluvial: utilizaram-se as séries pluviométricas com no mínimo 15
anos de dados diários registrados em estações meteorológicas disponíveis no Estado.
b) Evapotranspiração potencial: estimada por períodos decendiais;
c) Ciclo e fases fenológicas: consideraram-se cultivares de ciclos precoce, médio
e tardio, perfeitamente adaptadas às condições termofotoperiódicas da região.
Considerou-se a semeadura, o crescimento, o florescimento e enchimento de grãos e a
colheita como as fases fenológicas da cultura.
d) Coeficiente de cultura (Kc): usaram-se valores médios para períodos de dez
dias determinados em condições de campo.
e)Reserva útil do solo: consideraram-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com
capacidade de armazenar 20 mm, 40 mm e 60 mm de água nos primeiros 60 cm do
solo, respectivamente.
Foram efetuadas simulações para 12 épocas de semeadura, espaçadas de 10
dias, entre os meses de outubro e janeiro. Para cada data, o modelo estimou os
índices de satisfação da necessidade de água (ISNA), definidos como sendo a relação
existente entre evapotranspiração real (ETr) e a evapotranspiração máxima da cultura
da cultura da soja (ETm).
Em seguida realizou-se a análise freqüêncial, ao nível de 80%, dos índices de
necessidade de água da soja nas fases de floração e enchimento de grãos. Esses
valores foram georeferenciados em função da latitude e longitude e, com o uso de um
sistema de informações geográficas confeccionaram-se os mapas temáticos que
representam as melhores datas de semeadura da cultura da soja no Estado de
Tocantins.
A definição das áreas de maior ou menor risco climático foi associada à
ocorrência de déficit hídrico na fase de floração e enchimento de grãos, considerada a
fase mais sensível da cultura ao déficit hídrico. Para isso, estabeleceram-se três
classes de acordo com o ISNA obtido:
1) Classe Favorável ISNA = 0,60 (baixo risco);
2) Classe Intermediária 0,60 > ISNA = 0,50 (médio risco);
3) Classe Desfavorável ISNA < 0,50 (alto risco). Com base nas análises realizadas,
observou-se que as datas de semeadura foram semelhantes para a cultura da soja de
ciclos precoce e médio nos dois tipos de solos recomendados, e diferentes para
cultivares de ciclo tardio nos dois tipos de solos recomendados.
Os Solos Tipo 1, de textura arenosa, não foram recomendados para a semeadura
da soja no Estado, por apresentarem baixa capacidade de retenção de água e alta
probabilidade de quebra de rendimento das lavouras por ocorrência de déficit hídrico.
Abaixo estão relacionados os municípios aptos ao cultivo, os tipos de solos
indicados e os períodos de semeadura mais favoráveis para a cultura da soja no Estado
de Tocantins sob o ponto de vista hídrico, para cultivares de ciclo precoce, médio e
tardio. Plantando nessas datas, o produtor diminui a probabilidade de perdas das suas
lavouras por ocorrência de déficit hídrico e aumenta suas chances de obtenção de
maiores rendimentos.
2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO
O zoneamento agrícola de risco climático para o Estado do Tocantins, contempla
como aptos ao cultivo de soja, os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução
Normativa nº 10, de 14 de junho de 2005, publicada no DOU de 16 de junho de 2005,
Seção 1, página 12, alterada para Instrução Normativa nº. 12, através de retificação
publicada no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, página. 6, que apresentam as
seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 15 e 35% e menos de
70% areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor
de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com
menos de 35% de argila e menos de 15% de areia (textura siltosa), com profundidade
igual ou superior a 50 cm.
Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação
obrigatória, de acordo com a Lei 4.771 do Código Florestal; solos que apresentem teor
de argila inferior a 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que apresentem
profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade
superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões
(diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 15% da massa e/ou da superfície do
terreno.
3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA
Períodos
Datas
1
1º
a
10
Meses
Períodos
Datas
3
21
a
31
13
1º
a
10
14
11
a
20
Maio
15
21
a
31
25
26
27
Meses
Períodos
2
11
a
20
Janeiro
4
5
6
1º
11
21
a
a
a
10
20
28
Fevereiro
16
1º
a
10
28
17
11
a
20
Junho
29
18
21
a
30
30
7
1º
a
10
19
1º
a
10
31
8
9
11
21
a
a
20
31
Março
20
11
a
20
Julho
32
10
1º
a
10
21
21
a
31
22
1º
a
10
33
34
11
11
a
20
Abril
23
11
A
20
Agosto
35
12
21
a
30
24
21
a
31
36
Datas
Meses
1º
a
10
11
21
a
a
20
30
Setembro
1º
11
a
a
10
20
Outubro
21
a
31
1º
11
21
a
a
a
10
20
30
Novembro
1º
11
21
a
a
a
10
20
31
Dezembro
4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO-RES/MANTENEDORES
Ciclo Precoce:
EMBRAPA - BRS 219 Boa Vista, BRS Tracajá, BRSMA Pati, BRSGO 204 (Goiânia),
BRSGO Santa Cruz;
NIDERA SEMENTE -A-7005, AN 8500; PIONEER - DM 118, P98C21, P98N31, P98C11,
P98R31.
Ciclo Médio:
MONSOY - MSOY 8550, M-SOY 8866,
EMBRAPA - BRSGO Santa Cruz, BRS Candeia (Região Centro Norte), BRS Carnaúba,
BRS Jussara, BRS Milena, BRS Sambaíba, BRSGO Chapadões, BR/IAC 21, BRSGO
Luziânia, MG/BR 46 Conquista;
NIDERA SEMENTE - A-7002;
PIONEER - DM 247, P98R62, P98N71.
Ciclo Semitardio:
MONSOY - M-Soy8870.
Ciclo Tardio:
AGÊNCIA RURAL -EMGOPA 313. (Incluído pela Portaria nº 153 de 25/08/2006)
MONSOY - Farroupilha 880, M-SOY 9001, M-SOY 9010, M-SOY 9350;
EMBRAPA - BRS Babaçu, BRS Celeste, BRS Pétala, BRS Raimunda, BRSMA Siridó
RCH, Embrapa 20 (Doko RC),
BR/EMGOPA 314 Garça Branca, BRSGO Bela Vista (Região Sul), BRS GO Goiatuba,
BRSGO Ipameri, BRSGO Jataí (Região Sul), BRSGO Paraíso;
PIONEER - DM 309, P98N82, P98C81, P98R91, P99R01.
5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS
PARA SEMEADURA.
A relação de municípios do Estado do Tocantins aptos ao cultivo de soja,
suprimidos todos os outros, onde a cultura não é indicada, foi calcada em dados
disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi
criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas
as indicações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua
formalmente.
A época de plantio indicada para cada município, não será prorrogada ou
antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça o plantio nas épocas
indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura
nesta safra.
CICLOS: PRECOCE
e MEDIO
MUNICIPIOS
SOLO TIPO 2 e 3
Abreulândia
Aguiarnópolis
Aliança do Tocantins
Almas
Alvorada
Ananás
Angico
Aparecida do Rio Negro
Aragominas
Araguacema
Araguaçu
Araguaína
Araguanã
Araguatins
Arapoema
Arraias
Augustinópolis
Aurora do Tocantins
Axixá do Tocantins
Babaçulândia
Bandeirantes do Tocantins
Barra do Ouro
Barrolândia
Bernardo Sayão
Bom Jesus do Tocantins
Brasilândia do Tocantins
Brejinho de Nazaré
Buriti do Tocantins
Cachoeirinha
Campos Lindos
Cariri do Tocantins
Carmolândia
Carrasco Bonito
Caseara
Centenário
Chapada da Natividade
Chapada de Areia
Colinas do Tocantins
Colméia
Combinado
Conceição do Tocantins
Couto de Magalhães
Cristalândia
Crixás do Tocantins
Darcinópolis
Dianópolis
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
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3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
CICLO: SEMITARDIO/TARDIO
SOLO
TIPO 2
PERÍODOS
28 a 3
28 a 3
28 a 2
28 a 2
28 a 1
28 a 3
28 a 3
28 a 2
28 a 3
28 a 2
28 a 1
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 1
28 a 3
28 a 2
28 a 3
28 a 3
28 a 3
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28 a 3
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28 a 3
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28 a 3
28 a 2
28 a 1
28 a 33
28 a 3
28 a 2
28 a 2
28 a 3
28 a 2
SOLO TIPO 3
28
28
28
28
28
28
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2
3
3
3
3
3
Divinópolis do Tocantins
Dois Irmãos do Tocantins
Dueré
Esperantina
Fátima
Figueirópolis
Filadélfia
Formoso do Araguaia
Fortaleza do Tabocão
Goianorte
Goiatins
Guaraí
Gurupi
Ipueiras
Itacajá
Itaguatins
Itapiratins
Itaporã do Tocantins
Jaú do Tocantins
Juarina
Lagoa da Confusão
Lagoa do Tocantins
Lajeado
Lavandeira
Lizarda
Luzinópolis
Marianópolis do Tocantins
Mateiros
Maurilândia do Tocantins
Miracema do Tocantins
Miranorte
Monte do Carmo
Monte Santo do Tocantins
Muricilândia
Natividade
Nazaré
Nova Olinda
Nova Rosalândia
Novo Acordo
Novo Alegre
Novo Jardim
Oliveira de Fátima
Palmas
Palmeirante
Palmeiras do Tocantins
Palmeirópolis
Paraíso do Tocantins
Paranã
Pau D'Arco
Pedro Afonso
Peixe
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3
Pequizeiro
Pindorama do Tocantins
Piraquê
Pium
Ponte Alta do Bom Jesus
Ponte Alta do Tocantins
Porto Alegre do Tocantins
Porto Nacional
Praia Norte
Presidente Kennedy
Pugmil
Recursolândia
Riachinho
Rio da Conceição
Rio dos Bois
Rio Sono
Sampaio
Sandolândia
Santa Fé do Araguaia
Santa Maria do Tocantins
Santa Rita do Tocantins
Santa Rosa do Tocantins
Santa Tereza do Tocantins
Santa Terezinha do Tocantins
São Bento do Tocantins
São Félix do Tocantins
São Miguel do Tocantins
São Salvador do Tocantins
São Sebastião do Tocantins
São Valério da Natividade
Silvanópolis
Sítio Novo do Tocantins
Sucupira
Taguatinga
Taipas do Tocantins
Talismã
Tocantínia
Tocantinópolis
Tupirama
Tupiratins
Wanderlândia
Xambioá
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Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas,
região de adaptação, reação a fatores adversos das cultivares de soja indicadas, estão
especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário,
localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP 70.043-900 Brasília - DF e no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br.
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ANEXO 1. NOTA TÉCNICA A soja (Glycine max (L) Merrill