Manual do Fera de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba Centro Acadêmico de Relações Conselho Institucional de Estudantes de Internacionais Relações Internacionais da Universidade Celso Amorim Federal da Paraíba João Pessoa, 2015.1, UFPB. ATENÇÃO Este manual foi produzido voluntariamente entre os períodos letivos 2014.2 e 2015.1 do calendário letivo da UFPB. A iniciativa de produção é de parte do CARICA e do CIERI UFPB. É proibida a venda deste material. Ele é gratuito e será disponibilizado pelo CARICA e o CIERI UFPB em suas páginas de Facebook e portal on-line. É permitida a disseminação gratuita e a impressão deste material. Caso queira imprimi-lo, ele foi idealizado para encadernamento imediato, bastando imprimir normalmente frente-e-verso. A pesquisa para obtenção dados para este manual foi feita pela veterana do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba, Stela da Rocha Medeiros Dantas. A edição final deste material foi feita pelo veterano do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba, Theo Antônio Rodrigues Sant'Ana. Agradecemos pela leitura dos que acessarem este material e pela dação de informações de todos os contribuintes. Convidamos a todos para apontar eventuais erros contidos neste documento, assim como a estudantes interessados em aprender e/ou contribuir na elaboração de futuros materiais. Manual do Fera de RI – 2015 • i Sumário Introdução – O que é RI?.............................................................................................................................1 O Campo de Estudos..............................................................................................................................1 Mercado de Trabalho..............................................................................................................................1 O Departamento de RI da UFPB.................................................................................................................3 Os Professores........................................................................................................................................4 Aline Castro.......................................................................................................................................4 Augusto Wagner Menezes Teixeira Júnior.........................................................................................4 Daniel de Campos Antiquera.............................................................................................................4 Henrique Zeferino de Menezes (Chefe do Departamento).................................................................4 Henry Iure de Paiva Silva (Vice-chefe do Departamento).................................................................5 Ielbo Marcus Lobo de Souza.............................................................................................................5 Jales Dantas da Costa........................................................................................................................5 José Antônio Rodrigues da Silva.......................................................................................................6 Liliana Ramalho Fróio.......................................................................................................................6 Marcos Alan Shaikhzadeh V. Ferreira (Vice-Coordenador da Graduação)........................................6 Mariana Pimenta Oliveira Baccarini..................................................................................................6 Mojana Vargas...................................................................................................................................7 Thiago Lima da Silva (Coordenador da Graduação)..........................................................................7 Túlio Sérgio Henrique Ferreira..........................................................................................................7 Xaman Minillo..................................................................................................................................7 Projetos de Pesquisa...............................................................................................................................8 A Multiplicação e Vinculação das Zonas Livres de Armas Nucleares no Pós-Guerra Fria: Implicações Políticas e Dimensões Estratégicas para EUA...............................................................8 Implementando a Agenda Do Desenvolvimento da OMPI: a estratégia brasileira de “transversalização” dos princípios da Agenda e a resistência Norte-Americana................................8 ii • Manual do Fera de RI – 2015 O desafio da paz na América do Sul: as perspectivas de entidades de análise de conflitos e a atuação da UNASUL frente aos litígios potenciais............................................................................8 Grupos de Estudos e Pesquisa................................................................................................................9 Grupo de Estudos Estratégicos e Segurança Internacional (GEESI)..................................................9 Grupo de Estudos Em Religião e Relações Internacionais...............................................................10 Grupo de Pesquisa Sobre Fome e Relações Internacionais (Fomeri)...............................................10 Grupo de Pesquisa Sobre Segurança Energética..............................................................................10 Observatório de Economia e Política das Relações Internacionais (OEPRI)...................................11 Programas Acadêmicos de Iniciação Científica e Extensão..................................................................11 Iniciação Científica..........................................................................................................................11 Projetos de Extensão........................................................................................................................12 Entidades Estudantis..................................................................................................................................13 CARICA/CIERI UFPB.........................................................................................................................13 CARICA..........................................................................................................................................13 CIERI UFPB...................................................................................................................................14 Cinelube...............................................................................................................................................14 FENERI................................................................................................................................................15 CONERI..........................................................................................................................................15 CIERIs.............................................................................................................................................15 Líderi Jr................................................................................................................................................16 AMERI.................................................................................................................................................16 Plataformas de Intercâmbio.......................................................................................................................18 Ligadas à UFPB....................................................................................................................................18 AIESEC...........................................................................................................................................18 Erasmus Mundus.............................................................................................................................18 JICA................................................................................................................................................19 Madrid Babel...................................................................................................................................19 PROMOBI.......................................................................................................................................20 Manual do Fera de RI – 2015 • iii PIANI.........................................................................................................................................20 Santander Universidade (Programa Santander Bolsas Ibero-Americanas).......................................20 Outras sugestões...................................................................................................................................21 CI Intercâmbio.................................................................................................................................21 Kai Japanese School........................................................................................................................21 Language International....................................................................................................................22 STB (Student Travel Bureau)..........................................................................................................22 Simulações.................................................................................................................................................23 UNISIM (Natal, RN)............................................................................................................................23 MUNDI – Modelo Universitário de Diplomacia (João Pessoa, PB).....................................................24 SINU – Simulado das Nações Unidas (Salvador,BA)...........................................................................24 SOI – Simulação de Organizações Internacionais (Natal, RN).............................................................25 SONU – Simulação da Organização das Nações Unidas (Fortaleza, CE).............................................25 Anet – Academia Nacional de Estudos Transnacionais........................................................................26 iv • Manual do Fera de RI – 2015 Manual do Fera de RI – 2015 Introdução – O que é RI? O Campo de Estudos Se você tivesse que explicar em uma frase o que são Relações Internacionais, talvez uma boa opção fosse dizer que “É o campo de estudo que sumariza as ciências sociais para estudar o âmbito internacional”. Primeiramente, se deve entender a diferença entre política internacional, relações internacionais (ri) e Relações Internacionais (RI): • Política internacional: Eventos, de modo geral, que ocorrem no âmbito internacional; • ri: As relações internacionais se voltam para observar e examinar a política internacional de modo organizado; • RI: As Relações Internacionais é o estudo sistemático acadêmico das ri. O primeiro departamento de estudo de política internacional foi fundado em 1919 na Universidade de Aberystwyth (Reino Unido), como um memorial aos estudantes mortos e feridos durante a Primeira Guerra Mundial*. Visto que as Relações Internacionais derivam do estudo organizado sobre a política internacional, é fato e consenso que RI surgem no campo acadêmico como estudo diplomático sobre a guerra e suas causas, para diminuir sua incidência. Assim, as RI inicialmente deitam suas raízes de estudo sobre o estudo da História, Teoria política, Economia e Direito. Com o aprimoramento das Ciências Sociais e seu subcampo da Ciência Política, as RI se encontram como campo de estudo da primeira e na segunda metade do século XX, foram também consideradas um subsetor da segunda, o que no geral aumentou ainda mais o alcance dos estudos das próprias RI. Mercado de Trabalho “Quem é o profissional de RI?” Não existe ainda nenhum termo oficializado, mas “internacionalista” tem estado em voga para designar o bacharel de Relações Internacionais. Segundo Paulo Roberto de Almeida (diplomata e autor de três obras na área), assim como cursos de Administração e Direito, Relações Internacionais pode oferecer a possibilidade de múltiplas áreas de atuação, embora não haja área oficial de atuação, pois a expansão do curso pelas universidades brasileiras é relativamente recente. No entanto, ele aponta quatro áreas bem delineadas para atuação do “internacionalista”: • * Governo, ou setor público de modo geral Aqui se destaca, em primeiro lugar, a diplomacia. Os requisitos de ingresso são normalmente elevados (ver site do Itamaraty: www.mre.gov.br/irbr ), mas os demais ministérios e agências públicas vêm fazendo crescente apelo a tais profissionais em suas respectivas "assessorias Dados retirados da página do Departamento de Política Internacional de Aberystwyth. Disponível em: <http://www.aber.ac.uk/en/interpol/about/>. 1 2015 – Manual do Fera de RI internacionais”. • Academia As possibilidades efetivas para esse setor são reconhecidamente mais limitadas, uma vez que as vagas no corpo docente não se renovam todos os dias e tendo em vista o fato de que nem todos possuem qualidades ou vocação para a pesquisa e o ensino. • Setor privado Nesse setor, as chances de trabalho se multiplicam todos os dias, levando-se em conta a necessidade crescente de interagir com o cenário externo – além da atual explosão da atividade empreendedora jovem no país. • Terceiro setor Ocorre na atuação em ONG’s e fundações as quais têm como objetivo gerar serviços de caráter público. Assim, pela multidisciplinaride da formação do bacharel de Relações Internacionais, percebe-se que é o aluno quem constrói seu próprio diferencial. Com todas as capacidades envolvidas, o internacionalista é um profissional que costuma encontrar um mercado de trabalho favorável quando se lança para pesquisar as possibilidades. 2 Manual do Fera de RI – 2015 O Departamento de RI da UFPB O Departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba (DRI-UFPB) foi criado no ano de 2009, no âmbito da expansão de cursos universitários promovida pelo Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), do Governo Federal. Ele deve ser entendido como parte de um processo maior de consolidação do campo das Relações Internacionais no País, e especificamente na região Nordeste, onde ainda há poucos centros de estudos voltados para esta área. O DRI-UFPB é formado por professores com agendas de pesquisa consistentes e relevantes para o conhecimento das RI e está em processo de crescimento e construção de seu espaço no cenário nacional. O projeto é que nos próximos anos o DRI-UFPB possa tornar-se uma referência no debate acadêmico, fortalecendo o curso de graduação e abrindo um programa de pós-graduação. Assim, espera cumprir sua função de formador de quadros especializados para os mais diversos setores – públicos e privados – envolvidos com as relações internacionais do país, bem como de fomentador do desenvolvimento científico nacional.1 Chefe do DRI: • Prof. Dr. Henrique Zeferino de Menezes Equipe Técnica: • Ana Prescila Prado • Fernando Pereira da Costa • Glaudiceia Nunes Costa • Jucielli do Santos Rodrigues Contatos: [email protected] / (83) 3216-7451 / (83) 3216-7176 Endereço: Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) Departamento de Relações Internacionais (DRI) Cidade Universitária – João Pessoa – PB – Brasil – CEP : 58051-900 1 Disponível em: <http://www.ccsa.ufpb.br/dri/o-departamento/>. Todos os dados desta seção contém informações dispostas no site do DRI. Se alguns professores apresentam mais dados que outros, é apenas seguindo o padrão de informação do site. 3 2015 – Manual do Fera de RI Os Professores Aline Castro • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/8894203623150665.2 • Contato: [email protected] Graduação em Artes – UFRJ / Especialização em Análises Internacionais – UFRJ / Mestrado em Relações Internacionais – UnB / Doutorado em Relações Internacionais – UnB Áreas de interesse: Integração Regional. Economia Política Internacional. Desenvolvimento e Políticas Públicas. Augusto Wagner Menezes Teixeira Júnior • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/5020954657741658. • Contato: [email protected] Bacharel em Ciências Sociais - UFPE/ Mestrado em Ciência Políticas– UFPE / Doutorado em Ciência Política – UFPE Áreas de interesse: Defesa e Segurança Internacional. Cooperação. América do Sul. Daniel de Campos Antiquera • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/4348376570081059. • Contato: [email protected] Graduação em Ciências Sociais – PUC –SP e em Direito – USP/Mestrado em Relações Internacionais - Pelo programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Unesp, Unicamp, PUC / Doutorado em andamento em Ciência Política – Unicamp Áreas de interesse: Política Externa Brasileira. Política Externa na América do Sul. Relações Internacionais da América Latina. Amazônia e Relações Internacionais. Instituições internacionais e política externa. Henrique Zeferino de Menezes (Chefe do Departamento) • 2 Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/7286097069232357. Como estudante universitário, você também pode (e deve!) fazer seu CV no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) através da Plataforma Lattes. Links (para versão impressa):http://cnpq.br/; http://lattes.cnpq.br/. 4 Manual do Fera de RI – 2015 • Contato: [email protected] Doutor em Ciência Política pela UNICAMP; Mestre em Relações Internacionais pelo PPGRI San Tiago Dantas: UNESP, UNICAMP, PUC-SP; Graduado em Relações Internacionais pela PUC-MG e em História pela UFMG; Pesquisador do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU). Áreas de interesse: Economia política internacional. Política externa. Desenvolvimento econômico. Propriedade intelectual. Henry Iure de Paiva Silva (Vice-chefe do Departamento) • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/3002460579795537. • Contato: [email protected] Graduação em Direito – UNIPÊ/ Mestrado em Direito Econômico pelo Programa de PósGraduação em Ciências Jurídicas– UFPB/ Doutorado em Ciência Política – UNICAMP Áreas de interesse: Direito Internacional Público. Teoria das Relações Internacionais. Meio Ambiente e Comércio Internacional. Ordem Energética Internacional. Ielbo Marcus Lobo de Souza • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/7606846726840219. • Contato: [email protected] Graduação em Direito – UnB/ Aperfeiçoamento em Direito Internacional - United Nations Institute For Training And Research/ Mestrado em Relações Internacionais – UnB/ Doutorado em Direito - University of London, UL, Inglaterra. Áreas de interesse: Regime Internacional sobre o Uso da Força Armada nas Relações Internacionais. Prevenção e Solução de Disputas Internacionais. Direitos Humanos e Direito Humanitário. Novos Desafios à Segurança Internacional. Jales Dantas da Costa • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/7841911339485513. Graduação em Ciências Econômicas – UFSC/ Mestrado em Economia – UFSC/ Doutorado em Ciências Sociais – UnB (Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas) Áreas de interesse: Transição da hegemonia mundial dos Estados Unidos. Políticas públicas de combate à fome e à pobreza no Brasil e no Chile. Revolução e contrarrevolução na América do Sul. 5 2015 – Manual do Fera de RI José Antônio Rodrigues da Silva • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/8505850120651684. Graduação em Economia – UNIMEP/ Mestrado em Economia – UFPE e em Regional and Urban Planning Studies – London School of Economics / Doutorado em Economia – UFPE Áreas de interesse: Economia Regional; Teoria Monetária; Economia; Finanças Internacionais; Globalização; Desenvolvimento; e Economia do Trabalho. Liliana Ramalho Fróio • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/5776873888320864. Graduação em Relações Internacionais – UnB/ Mestrado em Relações Internacionais – UnB/ Doutorado em Ciência Política – UFPE Áreas de interesse: Questões culturais nos estudos das Relações Internacionais; História das Relações Internacionais e da Política Exterior do Brasil; e Atuação internacional dos atores subnacionais. Marcos Alan Shaikhzadeh V. Ferreira (Vice-Coordenador da Graduação) • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/4997359951496727. • Contato: [email protected] Graduação em Ciências Sociais – UNESP/ Aperfeiçoamento em Transnational Crime and Illicit Networks – National Defense University/ Especialização em Elaboración de Marco Conceptual para Acción Social – Fundacion para la Aplicación y Enseñanza de lãs Ciencias/ Mestrado em Relações Internacionais - Programa Santiago Dantas (UNESP/UNICAMP/PUC-SP)/ Doutorado em Ciência Política – UNICAMP Áreas de interesse: Ética e as Relações Internacionais. Estudo de Paz e a segurança nas Américas. Política Externa. Oriente Médio e Irã. Religião e Relações Internacionais. Mariana Pimenta Oliveira Baccarini • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/4830937412724815 Graduação em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2005), Especialização em Estudos Diplomáticos pela Faculdade Milton Campos (2007), Mestrado em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2010) e Doutorado em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014) (nota 7 pela Capes). Possui PósDoutorado em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. É Professora Adjunta da Universidade Federal da Paraíba, no Departamento de Relações Internacionais, e membro do Centro de Estudos em Processos Decisórios (CEPDE). 6 Manual do Fera de RI – 2015 Áreas de interesse: Processos Decisórios em Política Externa e Internacional; Instituições Internacionais, com ênfase na ONU e no Conselho de Segurança. Mojana Vargas • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/1861021138154328. • Contato: [email protected] Graduação em História – USP/ Mestrado em Relações Internacionais (Unesp/Unicamp/Puc-Sp) – UNESP/ Doutorado em andamento em Doutoramento em Estudos Africanos - Instituto Universitário de Lisboa, ISCTE-IUL, Portugal. Áreas de interesse: História da Política Externa Brasileira. Teoria das Relações Internacionais. História das Relações Internacionais. Geopolítica. Thiago Lima da Silva (Coordenador da Graduação) • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/8841169073964888. • Contato: [email protected] Graduação em Relações Internacionais - Centro Universitário Ibero-Americano/Mestrado em Relações Internacionais (Unesp/Unicamp/Puc-Sp) – UNESP/ Doutorado em Ciência Política – UNICAMP Áreas de interesse: Economia Política Internacional. Política Internacional. Política Externa. Questões agrícolas e de segurança alimentar nas Relações Internacionais. Túlio Sérgio Henrique Ferreira • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/4902379359282373. • Contato: [email protected] Graduação em Jornalismo – PUC - Minas e em História – UFMG / Especialização em Relações Internacionais – UnB/ Mestrado em Relações Internacionais – UnB/ Doutorado em Relações Internacionais – UnB Xaman Minillo • Currículo Lattes em: http://lattes.cnpq.br/1414817828063287. Graduação em Relações Internacionais – UnB/ Mestrado em Relações Internacionais – UnB Áreas de interesse: África. Relações Sul-Sul. Conflitos Internacionais. Direitos Humanos. Democracia. Desenvolvimento. Cooperação Internacional para o Desenvolvimento. 7 2015 – Manual do Fera de RI Projetos de Pesquisa 3 A Multiplicação e Vinculação das Zonas Livres de Armas Nucleares no Pós-Guerra Fria: Implicações Políticas e Dimensões Estratégicas para EUA Coordenador: prof. Dr. Augusto Wagner Menezes Teixeira Júnior. Situação: concluído (2010-2011). Implementando a Agenda Do Desenvolvimento da OMPI: a estratégia brasileira de “transversalização” dos princípios da Agenda e a resistência Norte-Americana Coordenador: prof. Dr. Henrique Menezes. Situação: em andamento. Descrição: A efetiva implementação da Agenda do Desenvolvimento na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) se transformou, desde a sua aprovação em 2007, em um dos principais objetivos nas negociações econômicas multilaterais do governo brasileiro e de um grupo de países em desenvolvimento que apoiam, formal ou informalmente, a proposição. Por sua vez, ela encontrou forte resistência de países desenvolvidos, especialmente dos EUA, durante as negociações que culminaram na adoção das 45 recomendações da Agenda. E desde a sua aprovação, os EUA retomaram sua estratégia de forun shifting migrando importantes e controversas discussões e negociações de regras de propriedade intelectual para outras instancias internacionais (multilaterais ou com abrangência menor). Assim, o objetivo desse projeto e analisar esse conflito instaurado com a proposição e aprovação da Agenda do Desenvolvimento, observando especialmente as estratégias adotadas pelo governo. O desafio da paz na América do Sul: as perspectivas de entidades de análise de conflitos e a atuação da UNASUL frente aos litígios potenciais Coordenador: prof. Dr. Marcos Alan S. V. Ferreira. Situação: em andamento. 3 Disponível em: <http://www.ccsa.ufpb.br/dri/pesquisa/projetos-de-pesquisa/>. 8 Manual do Fera de RI – 2015 Descrição: O presente projeto almeja mapear o estado atual e os potenciais conflitos na América do Sul segundo quatro dos principais institutos que atuam na analise de risco de conflitos sobre a região. Adicionalmente, o projeto analisara como as atividades do Conselho de Defesa (CD/UNASUL) e Conselho para o Problema Mundial das Drogas (CPMD/UNASUL) têm atuado e pode atuar dentro da conjuntura desenhada por aqueles institutos. Fundamentalmente, as instituições de analise de risco político e de conflitos pautam seus diagnósticos nos casos de fragilidade do Estado e das limitações de governabilidade que impactam decisivamente na segurança e paz das nações. Não obstante, não ha ainda uma literatura especifica que consolide as diferentes visões por parte de institutos que prospectam a existência e os riscos de conflitos na região sul-americana e compare-os com a atuação do CD/UNASUL e CPMD/UNASUL na busca da paz no subcontinente. Quais seriam os pontos de convergências quanto aos potenciais conflitos e desafios a paz por parte de alguns dos diagnósticos das analises de risco? Onde seus mapeamentos fundamentalmente divergem? Que inferências podem ser consolidadas diante de tais analises? As atuações de Conselhos da UNASUL convergem com os mapeamentos e diagnósticos propostos por institutos especializados em conflitos? A resposta a tais questionamentos será obtida na analise e mapeamento comparativo dos estudos de quatro reconhecidas instituições que identificam o risco de conflitos. Os resultados dessa analise e mapeamento, por sua vez, serão comparados com a atuação do CD/UNASUL e CPMD/UNASUL nos últimos três anos. Grupos de Estudos e Pesquisa 4 Grupo de Estudos Estratégicos e Segurança Internacional (GEESI) O objetivo do grupo é fomentar o estudo e pesquisa nos campos dos Estudos Estratégicos e da Segurança Internacional. A orientação dos trabalhos se dá em dois sentidos, teórico e empírico. No primeiro, objetivamos discutir as teorias clássicas das áreas da Defesa e da Segurança. Além disso, buscaremos incentivar e orientar pesquisas sobre a segurança e a defesa na América do Sul, com foco na perspectiva do Brasil. As metas do grupo são: (a) proporcionar aos alunos do curso de Relações Internacionais a possibilidade de ter acesso a leituras clássicas e contemporâneas sobre Estudos Estratégicos e Segurança Internacional; (b) fomentar pesquisas teóricas e empíricas sobre a Segurança Regional Sul-Americana, a Defesa Comparada e Forças Armadas; (c) estabelecer um ambiente fixo para discussão e produção acadêmica na UFPB com possibilidade interação com outros Grupos de Estudo e Pesquisa nas áreas em questão; e (d) aumentar e aprofundar a presença do Departamento de Relações Internacionais da UFPB na Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED) e demais fóruns de interesse. 4 Disponível em: <http://www.ccsa.ufpb.br/dri/pesquisa/grupos-de-estudos-e-pesquisa/>. 9 2015 – Manual do Fera de RI Responsável: Prof. Dr. Augusto W. M. Teixeira Jr. Obervação: Reuniões são quinzenais. Grupo de Estudos Em Religião e Relações Internacionais Criado no final de 2012, o objetivo do grupo é fomentar o estudo, pesquisa e análise em torno da temática da religião nas relações internacionais. Almeja-se discutir o tema através de debates teóricos e com o exame estudos empíricos. Quanto a abordagem teórica, espera-se debater as vertentes que tratam da religião sob diferentes óticas, passando pelas teorias clássicas e as contemporâneas. Em termos empíricos, o grupo espera promover pesquisas que analisem casos de como a vertente religiosa jogou um papel relevante diante de diferentes assuntos internacionais – como são os casos, por exemplo, dos conflitos no Oriente Médio, da independência da Índia, do papel da Teologia da Libertação, entre outros. 5 Responsável: Prof. Dr. Marcos Alan S. V. Ferreira. Observação: Reuniões são quinzenais. Grupo de Pesquisa Sobre Fome e Relações Internacionais (Fomeri) O objetivo é pesquisar questões relativas à fome e a segurança alimentar em diversas frentes, como política externa, organizações internacionais, segurança e economia política. A fome é flagelo persistente que vitima milhões de pessoas. Ainda, a produção e a distribuição agroalimentares movimentam interesses políticos, sociais e econômicos. O grupo se dedica a estudar as decisões de produção e distribuição internacional de alimentos a partir do instrumental teórico das RI. 6 Responsável: Prof. Dr. Thiago Lima. Grupo de Pesquisa Sobre Segurança Energética O objetivo do grupo é pesquisar questões relativas à segurança energética no contexto nacional, regional e internacional, com atenção especial para os interesses brasileiros em diversas perspectivas, tais como: militar, política, econômica e ambiental. A segurança energética é um assunto estratégico (de extrema relevância), o qual não está relacionado apenas a estudos e práticas sobre possibilidade de conflitos em razão de disputas referentes à energia. De modo mais amplo, deve-se entender a segurança energética também como um conjunto variado de iniciativas dirigidas a assegurar as condições necessárias para a manutenção de níveis sustentáveis de vida, que possibilitem o progresso e o desenvolvimento de uma localidade, país, região ou do planeta como um todo. Responsável: Prof. Me. Iure Paiva. 5 Programa do grupo disponível em: <http://www.ccsa.ufpb.br/dri/wp-content/uploads/ge-religiao-e-riprograma.pdf>. 6 Blog do grupo disponível em: <http://fomeri.blogspot.com.br/>. 10 Manual do Fera de RI – 2015 Observatório de Economia e Política das Relações Internacionais (OEPRI) Tem como objetivo principal a pesquisa e análise de temas internacionais dentro de duas linhas temáticas, a saber: “Economia Política e Desenvolvimento” e “Análise de Política Externa e Segurança Internacional”. Criado em 2012 dentro do Departamento de Relações Internacionais da UFPB (DRI), o OEPRI consolida diferentes vertentes temáticas no estudo de problemáticas políticas e econômicas que afetam os países emergentes através investigações acadêmicas lideradas pelos docentes do DRI. Tais pesquisas visam também fornecer as bases para a entrada na área acadêmica por parte dos discentes do curso de Relações Internacionais da UFPB. Responsáveis: Prof. Dr. Marcos Alan S. V. Ferreira e prof. Dr. Henrique Zeferino de Menezes. Programas Acadêmicos de Iniciação Científica e Extensão Para ingresso e informações gerais em programas como PIBIC, PIVIC, projetos de extensão e monitoras no curso, recomendamos entrar em contato com os professores e sempre checar o site do DRI. De maneira geral, a Universidade se apoia no tripé de ação Ensino 7-Pesquisa8-Extensão9. Para informações mais precisas sobre PIBIC/CNPq/UFPB (Programa Institucional De Bolsas De Iniciação Científica), PIBIC-AF/CNPq (Programa Institucional De Bolsas De Iniciação Científica nas Ações Afirmativas) e PIVIC/UFPB (Programa Institucional de Voluntários de Iniciação Científica), procure editais especificando os funcionamentos desses programas. Iniciação Científica As ICs têm a finalidade de despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação universitária, mediante participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado. Têm duração de até 12 meses ao estudante, renovável sucessivamente; por tempo indeterminado à entidade parceira; até 12 meses ao pesquisador orientador, renovável, sucessivamente.10 O programa de incentivo à iniciação científica, Jovens Talentos para a Ciência, é destinado a estudantes de graduação de todas as áreas do conhecimento e tem o objetivo de inserir precocemente os estudantes no meio científico. Os estudantes recém-ingressos em universidades federais e institutos federais de educação são inscritos pela instituição de ensino superior. Os alunos são selecionados por 7 A base de Ensino tem como órgão de atividade a Pró-Reitoria de Graduação – PRG. Disponível em: <http://www.prg.ufpb.br/> 8 A base de Pesquisa tem como órgão de atividade a Pró-Reitoria de Pós-Graduação E Pesquisa - PRPG. Disponível em: <http://www.prpg.ufpb.br/> 9 A base de Extensão tem como órgão de atividade a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários – PRAC. Disponível em: <http://www.prac.ufpb.br/> 10 Dados retirados do site da PRPG. Disponível em: <http://www.prpg.ufpb.br/?q=node/571>. 11 2015 – Manual do Fera de RI universidade, mediante prova de conhecimentos gerais. 11 Projetos de Extensão Enquanto o PROBEX constitui os projetos de extensão com bolsa aos participantes, os FLUEX caracterizam uma alternativa voluntária com normas mais flexíveis para implementação. Dados se encontram no site da PRAC (acima). De maneira geral, insistimos na procura de editais e chamadas sobre os programas para obtenção de dados mais específicos. 11 Disponível em: <http://www.prpg.ufpb.br/?q=jovens-talentos>. 12 Manual do Fera de RI – 2015 Entidades Estudantis Seguem abaixo informações gerais sobre entidades mantidas por estudantes do curso, bem como outras de possível acesso a estes.12 CARICA/CIERI UFPB Ambos o Centro Acadêmico de Relações Internacionais Celso Amorim (CARICA) e o Conselho Institucional de Estudantes de Relações Internacionais Universidade Federal da Paraíba (CIERI UFPB) são entidades estudantis representativas. Implica dizer que é um ponto de apoio para o estudante que quer reivindicar e defender seus direitos, elaborar e implementar projetos, expor e compartilhar ideias dentro das esferas em que essas entidades agem. Grosso modo, o CIERI UPFB é o meio representativo dos estudantes de RI dentro da FENERI (vide abaixo); o Centro acadêmico (o dos estudantes de RI da UFPB atualmente tem o nome CARICA) é um órgão que a própria UFPB espera que exista para a representação dos estudantes dentro do âmbito da própria Universidade. A distinção entre um e outro se dá por um equívoco da gestão anterior: na prática, ambos já vêm trabalhando em conjunto. O CIERI UFPB dispõe de Estatuto que norteia suas ações; o CARICA não dispõe de documentação, mas a atual gestão tem o objetivo de instituí-la até o final de sua presente gestão – em Novembro de 2015. Os membros das duas entidades entendem que as duas devem se unir em uma só representatividade que age nas esferas dessas duas atuais. Visto que a liderança do CIERI UFPB coincidente com o responsável primário por organizar a documentação do CA, prevê-se que até Novembro haverá uma só instituição. No entanto, seguem abaixo a organização aparente das duas entidades. CARICA O Centro Acadêmico é uma instituição fundamental na construção das dinâmicas vividas dentro da universidade diariamente. Entendendo a Universidade como uma construção diária em que a mesma é um ambiente construído e, ao mesmo tempo, um ambiente que constrói, os CAs têm o papel estruturante de empoderar os estudantes a tomarem parte nesse processo de construção, de forma a representar os interesses dos estudantes de cada curso diante da realidade e das diferentes instâncias existentes na Universidade. Portanto, o CA tem como função buscar os interesses dos estudantes e lutar por melhorias para os mesmos, assim como, consequentemente, para toda a comunidade universitária. 13 12 Infelizmente, informações sobre o diretório Central dos Estudantes (DCE) UFPB, órgão burocrático de comunicação institucional entre estudantes e a Universidade, não estão disponíveis on-line. Felizmente, informações desse teor podem ser obtidas sem maiores dificuldades. Procure um de nossos representantes para mais informações. 13 2015 – Manual do Fera de RI A atual gestão (intitulada Ação14) CIERI UFPB A atual gestão do CIERI UFPB deixa de existir ao fim do segundo mês do semestre letivo 2015.1, concordando com seu Estatuto15. Até lá será lançado edital para proposições de novo quadro de voluntários para dar continuidade ao trabalho desenvolvido. São atribuições básicas do CIERI UFPB: • Promover e divulgar o curso de Relações Internacionais junto à sociedade; • Estimular as questões que envolvam o ensino, a pesquisa e extensão do curso de Relações Internacionais, com foco na Universidade Federal da Paraíba; • Encaminhar as resoluções de instâncias deliberativas ao movimento estudantil de Relações Internacionais; • Manter contato e colaboração permanente com as entidades representativas estudantis e profissionais da área de Relações Internacionais no Brasil e no exterior; • O CIERI UFPB também já é reconhecido pela FENERI, atualmente contando com o apoio desta federação; • Atualmente, o CIERI UFPB é o encarregado pela região Nordeste para a Diretoria de Apoio Integrado da FENERI (que fornece dados e apoio aos CIERIs): estudantes da UFPB atualmente estão no centro da comunicação da região. Cinelube O CineClube Cynthia Weber é um projeto dirigido por alunos de vários períodos do curso de Relações Internacionais, com apoio da professora Xaman Korai. A ideia é bastante simples: exibir filmes relacionados ao conteúdo estudado e promover debates sobre os temas tratados. Nossas exibições acontecem sempre no Auditório Azul do CCSA, próximo ao Departamento de Relações Internacionais. Blog: https://cineclubeufpb.wordpress.com/ Facebook: http://goo.gl/9IjaS8 13 Texto disponível em: <http://carica.org/pag.php?i=6>. 14 Propostas da atual gestão estão disponíveis em: <http://chapaacao.camk.net/wp/?page_id=17>; e a lista de atuais membros da gestão pode ser consultada em: <http://carica.org/pag.php?i=14>. 15 O Artigo 2º, parágrafo 2º do referido documento determina que o tempo de vigência da gestão iniciada no semestre letivo 2014.1 não deve se estender para além do período letivo 2014.1. Outrossim, para garantir a mudança estável entre gestões, se explica o período de dois meses pelo Artigo 17, inciso II. 14 Manual do Fera de RI – 2015 FENERI A Federação Nacional dos Estudantes de Relações Internacionais (FENERI) é o órgão máximo de representação dos estudantes de graduação de Relações Internacionais em todo o Brasil. Suas atribuições são de promover e divulgar o curso de Relações Internacionais junto à sociedade, promovendo o Encontro Nacional dos Estudantes de Relações Internacionais – ENERI. Aprimorar as questões que envolvem o ensino, a pesquisa e extensão do curso de Relações Internacionais. Manter contato e colaboração permanente com as entidades representativas estudantis e profissionais no Brasil e no Exterior. Estipular e arrecadar, com a anuência das instâncias deliberativas competentes, anuidades, taxas de filiação ou quaisquer outras formas de contribuição financeira em favor da FENERI. 16 CONERI O Conselho Nacional dos Estudantes de Relações Internacionais (CONERI) é o mecanismo usado pela FENERI e CARIs, DARIs e CIERIs regulamentados para consultar, fiscalizar e deliberar acerca do curso de Relações Internacionais em nível nacional, tal como a gestão da própria Federação. Ocorre três vezes ao ano e atua como poder legislativo destas representatividades acadêmicas. O CONERI é uma oportunidade única para que estudantes de Relações Internacionais, por meio de suas instituições representativas, tenham contatos com projetos realizados pela FENERI e com alunos de outras instituições que em um futuro próximo serão parte importante da rede de contatos de suas carreiras profissionais. CIERIs O Conselho Institucional dos estudantes de Relações Internacionais é a delegação, junto ao CONERI, das entidades de base representativas dos alunos de Relações Internacionais das instituições brasileiras de ensino superior. Compete ao CIERI: I – representar, em conjunto com as entidades de base representativas estudantis, os estudantes de Relações Internacionais perante a FENERI; II – auxiliar a Secretaria Geral no planejamento e execução de eventos da FENERI, em suas atividades e ações que são de interesse estudantil; III – divulgar e coordenar a participação dos alunos de suas instituições em todos os eventos e atividades que envolvam a FENERI; 16 Informações sobre a FENERI em geral podem ser encontradas em seu site: <http://feneri.org.br/>. 15 2015 – Manual do Fera de RI IV – promover o curso de Relações Internacionais; V – promover os interesses dos alunos do curso de Relações Internacionais perante a sociedade, de acordo com as atribuições da FENERI e ainda com as deliberações do CONERI; VI – fiscalizar, em conjunto com os outros CIERIs, a atuação e a representatividade dos órgãos constituintes da FENERI Líderi Jr. A Líderi Jr e a empresa Junior de Relações Internacionais. O objetivo de uma Empresa Junior, antes de mais nada, esta pautado na inserção do jovem universitário no mercado de trabalho enquanto ele ainda se encontra na graduação. Assim, através de habilidades empreendedoras desenvolvidas e estimuladas por essas instituições jovens, os seus participantes podem usufruir de uma completa capacitação pessoal e profissional. A Líderi Jr. surgiu em 2012 como iniciativa de alguns estudantes do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que, dentre outros benefícios, buscavam um meio onde aplicar os conhecimentos vistos em sala, bem como uma visão empreendedora relacionada a negócios que pudessem auxiliar a sociedade onde esta envolvida. A Lideri Jr. trabalha praticamente como um acessório de comunicação entre o meio interno e o meio externo ao Brasil, em setores como o terciário, com ONGs; no privado, com empresas exportadoras e importadoras; e no publico, com iniciativas internacionais do Governo. E as atividades desenvolvidas, além de se qualificarem como ações internacionais, também levam em consideração o desejo dos clientes. Além disso, a empresa também trabalha com a capacitação e prospecção do profissional de Relações Internacionais, proporcionando treinamentos para seus membros, bem como para os demais estudantes desse curso, como palestras, workshops, etc. E o diferencial dessa empresa e o aspecto empreendedor, que leva os membros desta a se especializarem em uma área que esta tomando conta do mercado, o empreendedorismo jovem. Contatos: E-mail: [email protected] Página no Facebook: https://www.facebook.com/lideri.junior AMERI Atualmente não há contato ostensivo por parte dos estudantes de RI da UFPB com a Articulação do Movimento Estudantil de Relações Internacionais (AMERI), embora tenhamos possibilidade de contato para interessados. Embora não seja um órgão representativo neutro, mas um polo de representação de opiniões alternativas, não é ocioso deixar clara a existência da entidade. Em carta de apresentação, é dito que a AMERI “se configura como um movimento social autônomo (politico e financeiramente), com pautas específicas referentes aos cursos de Relações 16 Manual do Fera de RI – 2015 Internacionais.” Em seu site, é explicado que ela constitui um movimento social autônomo, que surgiu em 2013, a partir da iniciativa de estudantes de Relações Internacionais da USP, da UNESP e da UFU. A AMERI pretende ser um polo alternativo, de esquerda, para todas e todos que não se sentem satisfeitxs com a configuração mais tradicional de nossos cursos e carreiras. Estamos insatisfeitxs com a lógica estadocêntrica das RIs, queremos relações mais humanas, menos automáticas, com menos etnocentrismo e muito mais pautadas na verdadeira integração entre os povos. Queremos aprender e produzir conhecimentos que considerem a nossa realidade latino-americana, e a solidariedade entre os povos oprimidos, que sejam contra-hegemônicos e não colonizados. A AMERI também se propõe a lutar contra as opressões (machismo, racismo, xenofobia, LGBTfobia) onde quer que elas se manifestem dentro das RIs: na produção acadêmica, em sala de aula e na nossa atuação profissional. 17 2015 – Manual do Fera de RI Plataformas de Intercâmbio Dentre as mais diversas plataformas de intercâmbio ao alcance do estudante de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba, listamos algumas abaixo. A lista inclui opções que fazem parte do universo da UFPB e algumas sugestões de empresas. Não há consórcio algum com empresa alguma das mencionadas abaixo; são apenas sugestões livres. Ligadas à UFPB Constam abaixo plataformas mais facilmente associáveis à UFPB. AIESEC A AIESEC e uma rede global sem fins lucrativos reconhecida pela UNESCO como a maior organização de jovens do mundo, que impactam a sociedade desenvolvendo a liderança jovem através de intercâmbios voluntários e profissionais, buscando a paz e o preenchimento das potencialidades humanas, alem de promover um ambiente global de aprendizado por cerca de 124 países e territórios. A AIESEC trabalha com o Programa Cidadão Global, este se trata da realização de intercâmbios, no qual o jovem promove ações voluntárias em projetos com foco em gestão, educação, cultura, ensino de novas línguas, workshops sobre o Brasil, entre tantas outras opções. O intercambio tem duração de 6 a 12 semanas. A AIESEC João Pessoa ainda trabalha com o Programa Jovens Talentos, no qual desenvolve os jovens universitários no trabalho voluntario, a fim de proporcionar tais experiências de liderança e intercambio, nas parcerias com organizações, vendas para estudantes, finanças, marketing e gestão de talentos. E também com o programa Hospede um Intercambista, que tem como focos universitários e famílias, que querem desenvolver e aprimorar novas línguas e culturas recebendo em sua casa um intercambista. Contatos: Site AIESEC: http://www.aiesec.org.br/ Erasmus Mundus O Erasmus Mundus17 (EM) é um programa de mobilidade criado e financiado pela União Europeia (UE). As atividades do programa têm como objetivo promover a excelência da educação superior e pesquisa dos países europeus e ao mesmo tempo reforçar os laços acadêmicos com países de todo o mundo. As bolsas de estudos integrais concedidas para os cursos de mestrado e doutorado pertencentes 17 Página: <http://erasmusmundusnobrasil.webs.com >. 18 Manual do Fera de RI – 2015 ao EM são amplamente conhecidas, no entanto, o programa também oferece oportunidades para professores e instituições de educação superior. O EM foi criado em 2004 e se desenvolve em fases segundo a disponibilidade de fundos da UE: Fase 1. (2004-2008). Se baseou principalmente em bolsas para alunos não-europeus cursar mestrados conjuntos oferecidos por 3 ou mais universidades europeias. É importante lembrar que esses mestrados são especificamente concebidos e oferecidos pelos consórcios de universidades europeias dentro do programa Erasmus Mundus. Fase 2. (2009-2013). Devido ao sucesso da primeira fase o programa foi renovado e suas ações ampliadas. O EM agora se estrutura em 3 eixos (ações). A participação brasileira pode se encaixar nas seguintes modalidades: Ação1. Bolsas de mestrado e doutorado de alto nível para cursos conjuntos EM. Ação2. Redes em disciplinas específicas formadas por instituições brasileiras e europeias (incluindo bolsas). Ação3. Consórcios institucionais para a promoção do ensino superior europeu. 18 JICA A Agência de Cooperação Internacional (JICA) está promovendo o desenvolvimento de suas atividades com foco no campo, com foco na segurança humana e adotando uma abordagem mais eficaz, eficiente e expedita. Para mais informações, acessar a página: http://www.jica.go.jp/english/ . Madrid Babel Fundada em 2000, a Madrid Babel é um grupo de intercâmbio cultural que organiza uma série de atividades na capital cosmopolita Madrid. A Madrid Babel promove o intercâmbio de culturas e a prática de idiomas entre várias pessoas ao redor do mundo por meio dos seus programas de encontros internacionais.19 Para mais informação sobre esta plataforma acessar: • Facebook: https://es-es.facebook.com/madrid.babel • Yahoo: https://es.groups.yahoo.com/neo/groups/madridbabel/info • Site: http://madridbabel.weebly.com/ 18 Dados retirados do site do Programa Erasmus Mundus no Brasil. Disponível em: <http://erasmusmundusnobrasil.webs.com/programa.htm> 19 Estes dados foram retirados do site do programa. Disponível em: <http://madridbabel.weebly.com/>. 19 2015 – Manual do Fera de RI PROMOBI PROMOBI é o Programa de Mobilidade Internacional para os alunos dos Cursos de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O aluno poderá afastar-se de suas atividades acadêmicas regulares para cursar 1 ou 2 períodos acadêmicos no exterior em universidades parceiras da UFPB, podendo aproveitar os créditos cursados na universidade estrangeira (desde que acordado com o coordenador do curso). No momento, o programa dispõe de acordos de mobilidade acadêmica com mais de 50 universidades, em mais de 15 países e possuímos cerca de 150 vagas de intercâmbio a serem preenchidas por alunos da UFPB em 2015. A Assessoria de Assuntos Internacionais da UFPB receberá os formulários de inscrição dos interessados e fará a seleção conforme os requisitos apresentados na Resolução nº. 49 do CONSEPE. 20 Pré-requisitos para inscrição: • Estar regularmente matriculado em curso da UFPB. • Ter CRE igual ou maior que 5,0 no momento da inscrição. • Ter de 40 % a 80% da carga horária do curso integralizada no momento da inscrição. PIANI É pouco provável, mas talvez você ouça falar no Programa de Intercâmbio Internacional (PIANI). Ele não existe mais! Com a Resolução No 49/2012 da UFPB, o PIANI foi substituído pelo PROMOBI. Santander Universidade (Programa Santander Bolsas Ibero-Americanas) O Santander Universidades é uma Divisão Global do Grupo Santander, que tem como principal linha de atuação apoiar iniciativas voltadas à educação superior, com foco no estabelecimento de parcerias e no relacionamento com as universidades. No Brasil, atua em um modelo único no mercado, que reúne equipes especializadas e dedicadas para atender à cadeia de valor formada pelas Instituições de Ensino Superior, alunos, jovens profissionais, professores e funcionários administrativos. Ao identificar os temas comuns e os mais relevantes para a comunidade acadêmica, o Santander Universidades elaborou políticas globais para direcionar seus investimentos em educação de forma estratégica, ampliando sua contribuição ao progresso econômico e social dos países em que está presente. E assim foi criado o Plano de Apoio a Educação Superior (PAES). 20 O Edital será publicado no site da UFPB www.ufpb.br e página da Assessoria, no endereço www.ufpb.br/aai.Verifiquem sempre a página da AAI para novidades! 20 Manual do Fera de RI – 2015 Para mais informação sobre esta plataforma acessar: • Pacote de informações: http://www.santander.com.br/portal/wps/gcm/package/wps/universidades_04022015_91544.zip/i ndex.htm. • Página: https://pt-br.facebook.com/SantanderUniversidades. Outras sugestões Algumas opções que fazem parte do universo da UFPB e algumas sugestões de empresas. Não há consórcio algum com empresa alguma das mencionadas abaixo; são apenas sugestões livres. CI Intercâmbio Desde 1988 a CI intercâmbio cria roteiro exclusivo para jovens que possuem diferentes objetivos. Para aqueles que têm o intuito de estudar do exterior, a CI possui cursos de idioma em mais de 100 destinos, High-school em 12 países, intercâmbio teen e parceria com universidades da Espanha, Canadá, Estados Unidos e Suíça. A CI também apresenta roteiros para aqueles que querem trabalhar fora do Brasil, com estágios, trabalhos renumerados e voluntários.21 Para mais informação sobre esta plataforma acessar: Site: http://www.ci.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/CI.Intercambio Twitter: https://twitter.com/ci_intercambio Kai Japanese School A KAI Escola de Língua Japonesa oferece um vasto leque de cursos de japonês para várias finalidades e de várias durações. Foi fundada em 1987 e tem como objetivo fazer com que o aluno aprenda mais do que a língua e a cultura japonesa. A KAI oferece 4 planos para satisfazer o nível e as necessidades dos alunos. Apresenta o curso geral, o curso de conversação, o curso intensivo de verão e o programa de aulas particulares.22 Para mais informações sobre esta plataforma de intercâmbio acessar: Site: http://pt.kaij.jp/ou http://en.kaij.jp/ 21 Estes dados foram retirados do site da plataforma. Disponível em: <http://www.ci.com.br/>. 22 Estes dados foram retirados do site da plataforma. Disponível em: <http://pt.kaij.jp/about/greeting.html> e <http://pt.kaij.jp/course/> 21 2015 – Manual do Fera de RI Language International É uma empresa de intercâmbio que proporciona ao aluno uma oportunidade de estudar o idioma do seu interesse, com vários países como opção, nas principais escolas credenciadas em todo o mundo. 23 Para mais informação sobre esta plataforma acessar: Site: http://www.languageinternational.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/LanguagesInternational STB (Student Travel Bureau) Fundado em 1971, o STB – Student Travel Bureau é líder no segmento de educação internacional no Brasil. O valor da experiência é uma das mais importantes filosofias do STB. Através de uma curadoria cuidadosa, com o compromisso de oferecer qualidade, o STB proporciona a jovens e adultos a possibilidade de ingresso em renomadas instituições de ensino internacionais. A missão do STB é proporcionar produtos e serviços que ampliem as possibilidades a estudantes e profissionais nas escolhas de seus caminhos para a educação formal e extracurricular, colocando-os na vanguarda intelectual do nosso país. Para mais informações sobre essa plataforma de intercâmbio acessar: Site: http://www.stb.com.br/ Facebook – Brasil: https://pt-br.facebook.com/STB.Brasil Facebook – João Pessoa: https://pt-br.facebook.com/stbjoaopessoa 23 Estes dados foram retirados do site da plataforma. Disponível em: <http://www.languageinternational.com.br/about-us> 22 Manual do Fera de RI – 2015 Simulações Para os discentes de Relações Internacionais as simulações diplomáticas podem ser uma importante ferramenta de aprendizado, uma vez que é possível adentrar num mundo de discussões diplomáticas internacionais importantes, e assim aplicar alguns conhecimentos adquiridos durante o curso. Os Modelos das Nações Unidas (Model United Nations – MUN), também chamados de Modelos (ou Simulações) de Organizações Internacionais, que acontecem por todo o mundo, estão em constante processo de crescimento e consolidação, fazendo com que as atividades desenvolvidas no âmbito desses fóruns de debate se tornem cada vez mais reconhecidas pela sociedade. No decorrer dos debates, os participantes agem como se fossem diplomatas, chefes de Estados, juízes, especialistas, Ministros, dentre outras funções, simulando os processos de negociação e decisão que acontecem nas organizações ou tribunais internacionais. Esse tipo de prática acadêmica concede aos estudantes, divididos em comitês temáticos, a oportunidade de debater assuntos centrais da agenda internacional, tais como direitos humanos, questões sociais, segurança, economia, meio-ambiente, dentre outros. Primeiro modelo do Norte-Nordeste brasileiro, organizado anualmente pelos estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Natal, iniciado em 2001como um projeto interno da própria universidade e posteriormente aberto a outros participantes. Os estudantes de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um dos pioneiros no desenvolvimento de Modelos, criaram, em 2001, a Simulação de Organizações Internacionais (SOI), seguindo os passos dos estudantes de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, que haviam criado o AMUN, o primeiro MUN do Brasil, três anos antes. A tendência se espalhou e o cenário de Modelos no Brasil se mostra bastante amplo e consolidado atualmente, contanto com simulações em diversas cidades, como por exemplo, o MUNDI, em João Pessoa; a SONU, em Fortaleza; o TEMAS, em Belo Horizonte; e o UFRGSMUN, em Porto Alegre. Simulações de destaque seguem abaixo UNISIM (Natal, RN) Simulação Inter MUndi Natal, RN Organizada anualmente desde 2007 por estudantes do Centro Universitário do Rio Grande do Norte UNI-RN juntamente com alunos de outras instituições públicas e privadas. Atualmente é um projeto de extensão da UNI-RN aberto a outros participantes. Tem comitês voltados para os alunos da graduação e outro (Mini – UNISIM) para os alunos do ensino médio. 24 24 Informações em: <http://www.unisim.cepetro.unicamp.br/ >. 23 2015 – Manual do Fera de RI MUNDI – Modelo Universitário de Diplomacia (João Pessoa, PB) O Modelo Universitário de Diplomacia – MUNDI – é um projeto de extensão, desenvolvido por estudantes da graduação em Relações Internacionais, da Universidade Estadual da Paraíba. No nordeste, foi o primeiro simulador de Organizações Internacionais criado por estudantes de Relações Internacionais. Assim como o Model United Nations– MUN – realizado desde a época da Liga das Nações, o MUNDI tem como objetivo magno recriar o ambiente de Organizações Internacionais. São aplicadas as mesmas regras procedimentais de conduta, passando pelo código de vestimenta, até a representação mais fidedigna possível da política de cada delegação. A simulação permite uma abrangente discussão sobre temáticas que constantemente permeiam a agenda internacional, ou seja, é um exercício prático da teoria que os alunos aprendem, ao longo da vida acadêmica. O MUNDI atua como instrumento difusor do estudo, do trabalho, das funções e da estrutura dos comitês simulados. É uma atividade acadêmica enobrecedora para aqueles que se interessam pelo internacional. Permite um contato maior com outras culturas e com outras realidades políticas, ajudando a compreender melhor os percalços e as nuances do Sistema Internacional. O MUNDI é uma excelente oportunidade para observar os futuros bacharéis em Relações Internacionais e em áreas afins, exercendo a arte diplomática e desenvolvendo habilidades de negociação importantes para que, em um tempo vindouro, insiram, internacionalmente, a Paraíba em diversos campos de atuação. Informações em: http://mundiuepb.com.br/. SINU – Simulado das Nações Unidas (Salvador,BA) Organizado pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão em Relações Internacionais 25 (NURI) do Centro Universitário Jorge Amado26, a simulação envolve alunos dos cursos de Relações Internacionais, História, Direito e Comunicação. Ocorre uma vez por ano, discutindo assuntos de relevância internacional, nos mesmos moldes das conferências da ONU. É um evento muito bem sucedido, único na Bahia, e que teve sua 1ª Edição em 2007, idealizado pela professora Indira Marrul. Informações em: http://sinu.internacionalistas.org/. 25 Página do NURI em Facebook: <http://www.facebook.com/nuribahia>. 26 Site da UNIJORGE: <http://www.unijorge.edu.br/>. 24 Manual do Fera de RI – 2015 SOI – Simulação de Organizações Internacionais (Natal, RN) A SOI foi desenvolvida em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direito da UFRN, numa iniciativa pioneira em todo Norte-Nordeste. A Simulação de Organizações Internacionais já obteve grande sucesso junto aos universitários do Rio Grande do Norte e de outros estados do Brasil e vem despertando o interesse da sociedade natalense, aumentando o conhecimento sobre questões relevantes do mundo contemporâneo. É importante ressaltar que a SOI, assim como os demais modelos de organizações internacionais, tem uma importante função político-pedagógica, na medida em que possibilitam a integração de estudantes em um ambiente de negociação – seja de consenso ou de conflito – em que poderão desenvolver suas habilidades de oratória, diálogo, disciplina, além de passar a melhor compreender os acontecimentos da nossa realidade e refletir sobre os rumos das sociedades. Durante todos esses anos, a SOI tem conseguido ampliar a sua produção acadêmica por meio da Revista Realidades e do livro Organizações Internacionais e Questões da Atualidade, além de contra com o Núcleo de Pesquisa em Direito Internacional – NPDI – coordenado pelo Prof. Dr. Jahyr-Philippe Bichara. Dessa forma, a SOI se afirma no âmbito acadêmico como um Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão, englobando o tripé de filosofia universitária, tão visado atualmente. Informações em: http://www.soi.org.br/texto.php?texto_id=2. SONU – Simulação da Organização das Nações Unidas (Fortaleza, CE) Primeiro modelo do Ceará, teve sua experiência inicial em 2004, quando estudantes do curso de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC) simularam a Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Desde então, a SONU vem ocorrendo anualmente, em todo mês de setembro, crescendo em número de comitês simulados, de participantes - inclusive com a presença de alunos de outras instituições de ensino e de outras regiões do Brasil – e em relação à qualidade dos temas propostos e das discussões realizadas. Atualmente, além dos comitês destinados a universitários, há também sempre um dirigido para estudantes do Ensino Médio e o Comitê Internacional de Imprensa, sob responsabilidade exclusiva de acadêmicos de Jornalismo. A SONU tem por objetivos gerais o estudo e a pesquisa em Direito e Relações Internacionais, aproximando e estimulando os estudantes oriundos das universidades cearenses, bem como realizando o intercâmbio de experiências com todas as universidades do Brasil e demais países que realizem modelos de organizações internacionais. Além disso, incentivamos, como meio de solidificar esses conhecimentos, a produção de trabalhos acadêmicos e científicos relacionados aos temas tratados no evento. 25 2015 – Manual do Fera de RI Busca-se, por fim, a formação de sujeitos conscientes do papel que o Brasil desempenha na atual ordem regional e mundial, bem como sujeitos mais atentos a todas as transformações de ordem internacional que determinam novas estruturas, comportamentos e mentalidades. Compreender que consolidação da democracia e dos direitos humanos são premissas fundamentais para o dinamismo e a vitalidade de uma nação é a vertente ideológica que permeia todos os objetivos deste projeto Informações úteis: • Site da SONU: http://www.sonu.com.br/. • Informativo sobre Modelos de Simulação de Organismos Internacionais: http://www.sonu.com.br/o-que-sao-muns. Anet – Academia Nacional de Estudos Transnacionais Com o intuito de apoiar, de viabilizar e de promover estudos em temas de relevância internacional, surge a Academia Nacional de Estudos Transnacionais (ANET), como um projeto pioneiro não apenas no Nordeste, mas também em todo o Brasil. Trata-se de uma associação civil, de fins não lucrativos, que possui, como objetivo basilar, a promoção de pesquisas e de estudos na área do Direito e das Relaçōes Internacionais. Em que pese sua recente criação, a ANET já vem realizando atividades que muito podem auxiliar as pesquisas de seus associados e dos estudantes em geral, como a promoção de eventos, de palestras e de minicursos com professores renomados na área; o auxílio técnico-científico na produção de trabalhos acadêmicos; a preparação de equipes para competições e simulações de organismos internacionais e a divulgação de trabalhos acadêmicos, através de seus periódicos. Idealizada por estudantes da UFPB, atualmente a ANET possui membros em 15 estados (AL, AP, BA, CE, MA, MG, MS, PA, PB, PE, PR, RJ, RN, SC e SP), além do Distrito Federal, o que lhe permite desenvolver atividades com repercussão em todas as regiões do país. Adicionalmente, apesar de ser uma entidade d caráter nacional, a ANET se faz presente também no exterior, uma vez que conta em seu quadro de associados com vários brasileiros estudando em outros países, especialmente, em Portugal. Com efeito, além de adquirir grande conhecimento acadêmico e de ter o suporte necessário para sua pesquisa, o associado da ANET tem a oportunidade de ter contato com estudantes de diversas outras universidades, bem como com professores nacional e internacionalmente reconhecidos na área do Direito e das Relações Internacionais, além de obter benefícios exclusivos em todos os eventos da Academia. Informações em: http://portalanet.com/. 26