• Colégio prepara certificação em
ambiente, qualidade e segurança
• Actividades na Natureza
• Semana das Ciências
Revista do Colégio
do Sagrado Coração
de Maria de Lisboa
Revista trimestral
Número 23
Ano 2009 | 2010
O L H A R E S | R E V I S TA D O C S C M | JA N - M A R 2 010 | 1
Preservar é:
Em ano de deixar na vida do Colégio como na nossa vida pessoal, Pegadas de Esperança,
importa sabermos as razões da nossa esperança. O ambiente, e sua necessidade de
perservação, é com toda a certeza uma dessas razões. Acreditamos que podemos e
conseguimos ter uma atitude mais ecológica face ao mundo em que vivemos. Hão-de
multiplicar-se projectos e acções neste domínio como poderão encontrar ao longo deste
número da Olhares. Entretanto, começamos por ouvir alguns daqueles que, no futuro,
marcarão a diferença. Acreditamos porque somos educadores!
“
Preservar é deixar a natureza crescer.
Ana Sofia Ferraz, 3º Ano
Preservar é guardar e valorizar o que temos.
Madalena M. 4º Ano
Preservar é poupar
Joana Carvalho, 4º Ano
É cuidar e proteger. Fazer com que algo cresça seguro e saudável. Preservar
é guardar algo para que floresça e embeleze o mundo. Nós temos de
preservar o mundo porque somos os seus guardiões.
Maria Leonor Teles, 6º Ano
Preservar é guardar, é proteger, é impedir que algo ou alguém que amamos,
de quem gostamos, que nos é querido e nosso amigo caia na dor e no
sofrimento de ser esquecido.
Francisco, 6ºAno
Preservar é não deitar fora só porque está fora de moda.
Bruno, 7Ano
Preservar é estimar, é cuidar, é ter preocupação com aquilo que é nosso.
Mariana Pereira, 7ºAno
Preservar é ter suficiente paciência, atitude e cuidado ao conservar e tratar
de algo que é importante para nós ou para a nossa sociedade.
... Esses Múltiplos Olhares
Notícias: Certificação, projectos ambientais das turmas, Comemoração do Encerramento do Bicentenário da Mère S.
Jean, Encontro Ibérico de Taizé , actividades de contacto com a natureza (Neve e Serra), Páscoa, a Primavera que vence
o Inverno, semana das ciências... enfim, tanta vida a acontecer dentro e fora muros.
Segundo período: Meio do ano lectivo. Paragem obrigatória. Reflexão consequente da vida que tem vindo a ser
vivida, dos progressos nos estudos, das planificações cumpridas, do cumprimento do plano anual e dos vários projectos curriculares. Muitas actividades têm vindo a ser desenvolvidas nos diversos ciclos de ensino, sendo algumas destinadas a mais do que um ciclo. É o caso de algumas actividades de carácter ambiental, devido ao projecto Eco Escolas e
que envolvem toda a comunidade educativa, sendo alguns destes projectos específicos de algumas turmas.
Ligada a este tema, tivemos a Semana das Ciências, com actividades diversas destinadas aos alunos e a todos os
educadores. Foi uma semana repleta de divertimento e interesse, como aconteceu nas visitas aos diversos laboratórios, algumas palestras e conferências, a venda de produtos biológicos e de minerais diversos, e ainda a presença do
planetário na sala-museu. Foi uma semana plena de actividades!
Outros momentos ao ar livre preencheram este segundo período: a ida à neve, mais conhecida por ‘semana branca’, com alunos do 9º e 10ºanos e a ida à Serra (da Estrela) com alunos do Secundário, uma actividade da Pastoral do
Colégio, cuja intenção é levar os alunos ao exercício da reflexão interior.
À semelhança dos outros anos, um conjunto de professores e alunos fizeram a
experiência de Taizé, este ano no Encontro Ibérico, na cidade do Porto. O grupo do
nosso colégio foi acolhido pelo colégio de Nossa Senhora do Rosário, um colégio das
RSCM, tal como o nosso.
O dia do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, 24 de Fevereiro,
foi vivido em clima de festa e encerrou as comemorações do bicentenário do nascimento da Mère St Jean, co-fundadora do IRSCM.
Neste início de 2010, demos o primeiro arranque ao projecto de certificação do
Colégio, nas vertentes de Qualidade, Ambiente e Segurança, com a ajuda da Qualiwork, empresa independente e credível na área de implementação de sistemas de
gestão.
Estes são apenas alguns apontamentos sobre aquilo que podem ler neste número da Olhares.
Muito mais VIDA poderão constatar nos artigos e notícias que se seguem; nesta fase do ano, em que a Primavera
começa a despontar, o calor do Sol faz esquecer o frio do Inverno rigoroso, e a alegria da Páscoa da Ressurreição se
sobrepõe à Escuridão e à Morte. Santa Páscoa! Aleluia!
Com amizade
Margarida Marrucho Mota Amador
Catarina Sikinotis, 9 º Ano
Preservar é não deixar estragar, é cuidar e tratar, renovar e melhorar, é,
resumidamente, valorizar.
Leonor Teixeira, 9ºAno
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Depois da chuva e do frio,
o Sol há-de voltar!
Tem chovido muito!
Já fazem falta alguns raios de sol.
Já começa a fazer falta vestir umas roupas mais leves, arrumar os casacos mais
fortes e passar uns finais de tarde na praia!
Sabemos bem que para o tempo de Verão ainda falta! Mas no entretanto há uma estação que o anuncia. É assim
a Primavera, tempo por excelência da natureza que vence o Inverno, o frio e os dias mais curtos e escuros para se
impôr como uma aurora de promessas e esperanças.
Na Primavera toda a vida se renova e nós apreciamos cada detalhe que a anuncia. Ficamos maravilhados com as
primeiras flores, os primeiros pássaros que enchem as poucas árvores das nossas ruas e, de repente, a natureza que
parecia adormecida, as sementes que a terra escondeu durante um Inverno brotam finalmente e esses gestos tão
simples e, no entanto, tão significativos fazem-nos ganhar outro brilho no olhar.
Foi porque passámos pelo Inverno que nos encantamos com a Primavera!
Mafalda Veiga escreveu um dia uma canção lindíssima que nos fala desta vida que se valoriza quando se renova e
tal é possível porque se passa por momentos de menos sol, menos brilho, mas nem por isso menos vida! Afinal há
tempo para semear, regar e tempo para colher!
Diz assim a letra de Restolho:
Mas é preciso morrer e nascer de novo!
Semear no pó e voltar a colher.
Há que ser trigo e depois ser restolho
É preciso penar para aprender a viver.
A vida não é existir sem mais nada,
a vida não é dia sim, dia não,
É feita em cada entrega alucinada
para receber daquilo que aumenta o coração.
Eco-projectos
Este período foi repleto de iniciativas no âmbito do Projecto Eco-Escolas. Na segunda
reunião do conselho Eco-Escolas tivemos a presença de mais alunos, os nossos Ecodelegados do 5º e 6º anos, a presença da Direcção Pedagógica e dos habituais professores
dos diferentes ciclos e uma representante dos funcionários. Foi aprovado nesta reunião o
Plano de Acção que nos propomos a cumprir este ano.
Actividades como:
– o jogo TGR (Todos Gostam de Reciclar) para os alunos do 5º ano e 6º ano,
– o jogo «Pegada da Redução» para os alunos do 5º ano,
– a verificação das boas práticas de uso dos Ecopontos,
– Semana das Ciências cujo tema central foi «Pegadas Ambientais» com a preparação dos Murais do Ambiente distribuídos
por todos os pisos do Colégio cujos temas, Transportes; Água, Resíduos, Biodiversidade, Alterações Climáticas, puderam
deixar uma mensagem,
– a sensibilização para o recurso a produtos biológicos que mais respeitam o Ambiente e a nossa saúde, visto que se realizou
uma distribuição de fruta biológica ao almoço de 4 de Março e uma Feira de Produtos Biológicos,
– a construção de um ecossistema «Floresta», com uma componente limpa e outra poluída pela acção do homem,
– a participação na 2º Eliminatória das Olimpíadas do Ambiente com seis alunos do 9º ano e duas alunas do 12º A e B,
– participação das professoras Elisabete Santos e Luísa Alves no Seminário Eco-Escolas em Coimbra,
– produção de acessórios e roupa feitos a partir de reciclagem de materiais, pelos alunos do 12º ano no âmbito de Área de
Projecto,
– sensibilização sobre o conceito da Pegada Ecológica aos alunos dos 5º e 6º anos pelos alunos do 10ºA e B,
– visita de estudo ao Aquário Vasco da Gama,
– apresentação teatral para o 1º ciclo de uma peça que divulga os valores de respeito pelo ambiente,
– preparação de máscaras de Carnaval com materiais recicláveis pelos alunos do 4º ano,
…e muitas mais!
Permitam-me a comparação de tudo o que foi dito com o tempo litúrgico que acabámos a viver.
A Quaresma é esse tempo de nos ajoelharmos. Não como quem se rebaixa, mas antes como quem se deixa lançar
ao chão, para ser regado e crescer, crescer muito!
A Quaresma é redescobrir a nossa juventude (seja qual for a idade de cada um), como uma energia que trazemos
na alma. É a possibilidade real de recomeçar, de ser melhor outra vez e outra ainda. Não é um ritual, é um abanão
no nosso modo de viver!
Por ser tão importante, a Quaresma não é uma receita! É uma proposta de caminho!
A Quaresma é o nosso Inverno... Podemos transformá-lo em apenas chuva e frio e desejar que acabe. Ou podemos
vê-lo e senti-lo como tempo de espera activa, como tempo de arrumar a casa para depois podermos sair para o sol
que de repente se fez para nós!
A Páscoa é a nossa Primavera! Onde a cinza e o restolho se transformam em fertilizante para as sementes que
crescem em abundância e geram vida nova!
Compreendemos?! Então podemos dizer:
Se diante de Ti, Pai Santo,
me inclino, se me curvo, se me ajoelho,
se no espaço diminuo o meu lugar...
É simplesmente porque és Deus e a vida vem de Ti
É só porque sou Homem e diante de ti ficarei sempre maravilhado.
Luís Pedro de Sousa, Coord.
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Marca Sagrado ou onde param
os nossos antigos alunos
Toda a comunidade tem estado envolvida e
a dar um contributo muito positivo no que
se refere a uma mudança de atitudes em
relação ao meio ambiente.
Este é o grande objectivo do Projecto Eco-Escolas: envolver todos numa mudança de atitudes que promove o respeito pelo
ambiente quer no Colégio quer em nossas casas…
Continuem a Reciclar separando correctamente no Colégio e
em casa, a Poupar Água e Energia, a diminuir a poluição vindo
para o Colégio de bicicleta, transportes públicos ou em carros
com ocupação máxima, e a respeitar a biodiversidade…
Cada atitude individual tem uma importância relevante
para o futuro de todos.
«Estar em equilíbrio com o mundo será saber usar as coisas
sem as destruir, construir uma sociedade em que não haja homens com fome, nem conflitos que acabem em guerras ou outras formas de violência. Só então será possível viver num mundo
como em nossa casa e viver a nossa vida como uma FESTA!» (em
O mundo é a nossa casa)
Não deixe para os outros o contributo positivo, para o ambiente, que todos podemos dar…
Professoras Coordenadoras do Projecto Eco-Escolas Elisabete Santos e Luísa Alves
Nas aulas de Área de Projecto, as turmas do 5º ano estão
a construir uma maqueta gigante de um bosque, de um lado
poluído e do outro lado saudável, para expormos no átrio do
colégio. Cada turma está encarregue de fazer algumas partes
da maqueta e cada grupo tem alguns elementos para fazer,
como flores, árvores, peixes, esquilos e outros animais.
O meu grupo está a fazer ecopontos e estamos quase a
acabar! Os materiais que estamos a utilizar são recicláveis: garrafas, garrafões, rolos de papel, caixas de ovos, etc. Estamos a
dar uma nova utilização a estes materiais, reutilizando-os. É
um eco-projecto!
Sara Pacheco 5ºD
O 2º Ciclo está também a participar no concurso” TGR” “Todos Gostam de Reciclar”.
É um concurso que a Câmara Municipal de Lisboa coordena em que, durante 4 meses, temos de responder a questões
ou passatempos sobre protecção do ambiente e reciclagem.
Todos os meses, as respostas são entregues a representantes
da CML, que também revistam alguns ecopontos do Colégio,
verificando se o lixo está bem separado.
Algumas questões exigem que vamos pesquisar as respostas, o que se torna muito interessante. É uma actividade
engraçada e diferente e estamos a aprender muito com ela!
No dia 4 de Fevereiro a minha turma foi numa visita de
estudo ao Aquário Vasco da Gama.
Primeiro visitámos o museu, que tinha uma grande variedade de animais que o rei D. Carlos apanhou no seu tempo!
Havia espécies estranhas e raras que eu nunca tinha visto!
Depois, fomos ver os aquários. Vimos peixes, crustáceos,
moluscos e muitos mais animais de formas, tamanhos e cores
muito diferentes. Pudemos mesmo mexer em alguns animais!
O animal que mais gostei de ver foi o peixe-gato, porque é
transparente, se vê a sua espinha e é muito sensível.
Gostei muito da visita e espero ter mais visitas assim!
Tiago Gaspar 5ºC
Em Julho de 2006, terminei um longo percurso escolar que
havia iniciado aos três anos no Colégio. Não posso dizer que
foi lá que a minha vocação para a música nasceu, porque antes, em minha casa, já tinha dado os primeiros passos em direcção ao piano. Contudo, sempre contei com apoio de toda
a gente, e sobretudo dos professores que me acompanharam
ao longo dos anos. Ao mudar-me para Londres para estudar
no Royal College of Music, há quatro anos, deparei com uma
cultura completamente diferente, não só a nível do ensino
como também no que toca a todos os outros aspectos da
vida social. Em contacto próximo e constante com pessoas de
dezenas de nacionalidades, áreas profissionais e religiões diversas, dou cada vez maior valor à educação e formação que
recebi do Colégio durante os quinze anos
que o frequentei. Mesmo com uma
vida muito preenchida e levando
a minha música a locais diferentes do mundo, como tem
acontecido, olharei para
trás, para os meus tempos
como “Sagradito”, com saudade e gratidão.
João Bettencourt
da Câmara
Após dois anos dedicados à consultoria estratégica na Mckinsey
(i.e. suportar a gestão de topo
das maiores empresas portuguesas na resolução dos seus principais problemas estratégicos),
encontro-me neste momento a tirar
um Mestrado em Gestão de Empresas
na London Business School. Está a ser uma
experiência excepcional, quer a nível pessoal, quer a nível
profissional. Pessoalmente, não só por viver numa cidade verdadeiramente cosmopolita e multi-cultural mas também por
estar em contacto com pessoas do mundo inteiro (nenhuma
nacionalidade representa mais de 10% dos estudantes e um
total de mais de 50 nacionalidades estão representadas), sinto
que estou cada vez a abrir mais os meus horizontes e a ganhar
uma perspectiva mais global da realidade. É sem dúvida uma
experiência inesquecível e de valor incalculável. Em termos
profissionais, tem sido uma oportunidade de criar uma rede
de contactos com pessoas de elevado potencial de liderança bem como de estar em contacto directo com alguns dos
actuais líderes, adquirindo conhecimentos mais aplicados à
realidade empresarial, em grande parte através da intensa actividade dos diferentes clubes de estudantes. Neste contexto,
encontrei a forma ideal de poder fazer a diferença: consultoria
pro-bono a empresários de países em desenvolvimento com
ideias capazes de proporcionar elevado impacto social ou
ONGs com um papel relevante na sociedade.
Semana Branca
Há já alguns anos que o Colégio realiza a
actividade da Semana Branca, com uma ida
a Andorra, tendo, como cartão de visita,
um património biológico, paisagístico e
etnográfico, conjugando a beleza natural
da montanha e as sensações únicas de
actividades de lazer como o esqui e/ou
snowboard.
Tem sido um sucesso, pois constitui uma actividade bastante
eclética no que diz respeito a todos os valores inerentes
à mesma que lhe conferem uma grande diversidade
de vivências fundamentais para um desenvolvimento
harmonioso do aluno. Durante essa semana experienciamse momentos únicos de convívio, de actividade física
intensa, de boa disposição e de crescimento pessoal, no que
concerne à superação de si próprio enquanto desafio de uma
aprendizagem nova. Vivem-se momentos de tranquilidade
e animação típicas que nos marcam.
É neste palco único que o entusiasmo não se mede
em cm de neve e tudo tem o seu encanto. Olhando para a
evolução dos nossos alunos em apenas uma semana e a sua
alegria indescritível e inter-ajuda, dá-nos uma motivação
ímpar em continuar a organizar esta semana.
Este ano oferecemos capacetes e óculos da neve,
garantindo uma maior segurança a todos os que se levantam
cedo para desfrutar das maravilhosas pistas. Os almoços
foram num lugar quente onde os alunos puderam “carregar
baterias”, voltando a lutar pelo seu objectivo à tarde para
merecerem o descanso do final do dia e passearem pela
estância, brincarem com os colegas e partilharem entre si os
momentos mais marcantes.
O regresso é sempre vivido com muito menos ansiedade,
mas existe sempre a esperança de voltar no ano seguinte!!!
Catarina André, Prof.
João Paulo Garcia Pereira
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Encontro Ibérico de Taizé
Porto – Fevereiro
de 2010
Foram 4 dias cheios de emoções. No início
pairava no ar uma sensação de incerteza,
sentida tanto pelos que já tinham ido a
Taizé em França, como pelos que era a
primeira vez que experimentavam o espírito
taiziano.
tudo isso foi deixado para trás desde de que começámos
a viagem.
Apesar de não termos estado em Taizé, as saudades
dessa pequena aldeia (para quem já foi) foram atenuadas
e a luz que já estava acesa nos nossos corações está ainda
mais forte. Foi uma óptima viagem, com momentos de oração e silêncio, mas também com barulho e diversão e todas
essas ocasiões fortaleceram as nossas amizades e aumentaram a nossa fé. Espero, não só voltar a Taizé, mas também
pertencer a outro encontro do mesmo género, num futuro
próximo.
Ana Rita Costa,12ºA
Todos estes momentos de incerteza aconteceram pois não
tínhamos ideia do que se ia passar no Porto, “Será que nos
vamos sentir em Taizé?”, “Vamos conseguir atingir o silêncio de Taizé?”, foram algumas das interrogações que nos
foram surgindo pelo caminho.
Quando lá chegámos tivemos um acolhimento extraordinário por parte do Colégio Nossa Senhora do Rosário,
que, com a ajuda de professores, alunos e irmãs, nos proporcionou um espaço onde pudemos começar a entrar no
espírito de Taizé através de uma pequena oração em grupo.
Depois uma boa noite de sono (Bem fria, mas merecida!) no
ginásio do colégio.
A primeira oração da noite, que teve lugar no Dragãocaixa, sábado à noite, foi estranha mas ao mesmo tempo
reconfortante. Eis um momento que todos ansiosamente
esperávamos.
As orações comunitárias aconteciam em vários sítios
ao mesmo tempo. Num dos dias fomos à oração da tarde
na igreja da Trindade, que foi onde realmente consegui entrar a 100% no espírito de Taizé pela primeira vez, talvez por
esta ter sido uma das mais profundas e bonitas orações do
encontro, ou porque apenas necessitava de um tempo para
entrar no mundo de Taizé.
No final deste encontro, trouxemos um espírito renovado, prontos para voltar ao turbilhão que é a nossa vida (ou
talvez não, a vontade era a de estar sempre em Taizé…)
Desde o início do secundário que a palavra Taizé começou a aparecer na minha vida, chamando cada vez mais por
mim. Estando no último ano no colégio era certo que tinha
de ir a essa vila de França. Com mais receios que certezas lá
parti para o encontro que teve lugar no Porto.
Apesar dos primeiros dias terem sido difíceis, uma vez
que era um meio ao qual não estava habituada, vim a acolher cada momento com muito carinho e atenção. Tal como
Maria, apesar de por vezes não compreender, guardei tudo
no coração.
Acabou por ser uma experiência única que espero vir
a repetir. Agradeço a todo o grupo, quer alunos quer professores, por me ter apoiado e por ter tornado esta viagem
pela fé ainda mais rica e maravilhosa!
Joana Côrte-Real 12ºA
Gostei muito da experiência e do espírito, mas principalmente da convivência com outros jovens parecidos comigo (com as mesmas dúvidas).
Talvez por ter sido a minha primeira vez num grupo de
partilha, esta experiência marcou-me muito.
Também fico muito feliz por saber que Portugal ainda é
dos países mais hospitaleiros.
Miguel Ramalho, 12º C
Teresa Torres 12ºC
Apesar de estarmos a muitos quilómetros de Taizé, pudemos sentir o seu espírito nos nossos corações. Desde as
orações, ao ambiente alegre e de partilha, nada faltou nestes quatro dias. As zangas, coscuvilhices e preocupações…
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Notícias
do pré-escolar
Notíciasdo 1º Ciclo
Visita de Estudo aos Bombeiros
Os grupos de quatro anos foram entre os dias 22 e 23 de
Fevereiro, ao Quartel dos Bombeiros de Alvalade.
Nesta visita de estudo, as crianças tiveram a oportunidade de
vivenciar uma manhã diferente, onde conheceram os meios de
transporte utilizados pelos Bombeiros, indo de escontro ao tema
anual “Na Terra, na Água e no Ar...nos Transportes vamos andar”.
Pé ante pé
No âmbito do projecto “Pé ante Pé”, os grupos dos 4 anos,
juntamente com os 2ºanos do 1ºciclo,tiveram mais um encontro.
Desta vez, para elaborar meios de transporte terrestres,
recorrendo a materiais recicláveis.Tem vindo a ser um projecto
muito enriquecedor e divertido.
Notícias dos pequeninos, pelas salas Azul,
Azul Turqueza e Verde Claro
No dia 11 de Fevereiro
Comemorámos o Carnaval
No Jardim de Infância
De uma forma original
Vestidos de piratas
O tesouro tivemos que procurar
Não foi nada fácil
Mas conseguimos encontrar!
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Vocês já me conhecem, embora eu nunca
vos tenha dito o meu nome. Eu sou um dos
livros da Biblioteca e quero falar-vos dos
contos que ouvi que falavam de ecologia e
defesa do nosso planeta.
Sabem, eu sei que só existo porque uma árvore deu vida
ao papel que me dá forma. Sei que sem ela eu seria bem
diferente. Sei que o meu cheiro e a minha textura não seriam estes que me ajudam a ser quem sou, com um tamanho, uma espessura, um peso (embora leve), um lugar na
prateleira. Claro que poderia existir numa outra forma, mas
como me habituei a ser assim desde novo… Mas precisamente por isso, porque devo parte da minha vida a uma
árvore e isso faz de mim muito mais valioso, muito mais
especial, tenho também o dever de defender as árvores, a
natureza e este planeta.
Pode parecer contraditório, mas vão ver que faz sentido.
Daqui do alto desta prateleira, ouvi três histórias que
me marcaram. A primeira, foi sobre uma gotinha de água
chamada Margot, ou Margotinha como chamavam os pais
a esta pequena gota, que vivia no mar e que fez uma longa viagem. Num acto de imprudência, aventurou-se para
conhecer o mundo e por pouco não foi bebida, ou não se
perdeu para sempre nas turbinas enormes que tratam as
águas do esgoto por onde andou. Conheceu uma ratazana,
muitas outras gotinhas, um pato de plástico e dois meninos
que nem sabiam a quantidade de água que desperdiçavam
ao tomar banho de imersão. Nós ficámos a conhecer todas
as aventuras da Margot contadas pelas marionetas que a
professora Rosa fez e a quem dava vida com ajuda de dois
meninos do 6º ano. Aprendemos a poupar mais a água e
a não deitar lixo para dentro dos canos. Aprendemos isso,
graças à viagem que a Margot fez antes de voltar ao mar.
Tempos depois, ouvi uma história escrita e contada
pelos meninos do 3ºano da sala do professor António. Chamava-se “O código dos Minimeus” e falava-nos de um lugar
mágico inspirado numa imagem de árvores brancas como
algodão. Era uma história de fantasia, com uma mensagem
codificada onde se lia:
“A nossa missão é saber
Como a floresta salvar
Quem este código ler
Vai de certeza ajudar
Não deixem morrer as flores
Nem estragar as amendoeiras,
Senão a floresta tem dores
De ficar só com madeiras.”
Por último, vou falar-vos da história que mais me impressionou. Era uma história sobre sermos nós mesmos,
sobre a aceitação, sobre sermos verdadeiros naquilo que
somos, sobre a amizade. E apesar de ser uma história bonita, não foi isso que me marcou. Gostei do modo como a
professora Isilda e a professora Teresa a contaram, fazendo
alternadamente as falas das personagens e dos desenhos
que prepararam para os meninos pintarem, mas o que me
deixou pensativo, foi o facto deste livro ser um livro digital.
Era um livro como eu, embora sem o cheiro a papel, sem
peso, nem medida de lombada, sem esta matéria de que
sou feito e que até então pensava ser a matéria de todos
os livros. Afinal não. Descobri que há livros que se abrem
no computador, que podem ser lidos em qualquer lugar e
que não precisam que uma árvore morra para eles existirem. Fiquei sem palavras e cheio de admiração por esses
novos seres que defendem a natureza como nunca pensei
ser possível. Sei que sou de uma outra geração, mas por
momentos senti-me estranho. Gostava de ser assim…
Marta Neto, prof. colaboradora da Biblioteca do 1º ciclo
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Notíciasdo 2º Ciclo
Visita de estudo ao Teatro
Nacional de São Carlos
A visita de estudo de que eu mais gostei foi a visita ao
Teatro Nacional de São Carlos.
Nunca tinha feito uma visita assim. Esta visita esclareceu
muitas dúvidas que eu tinha acerca do Teatro. Aprendi
várias coisas que eu não sabia e pensei como seria no
tempo dos reis. A visita em si deu-me muito prazer.
Fomos a várias salas, ouvimos explicações sobre o
teatro, visitámos os camarotes, mas o mais importante
foi termos estado em turma.
Como fizemos esta visita extraordinária em conjunto
com os nossos amigos, ainda foi mais divertido. Adorei
esta visita. Não me importava de repetir mais vezes, foi
muito divertido!
Margarida Silva
A visita de estudo que eu mais gostei foi ao Teatro
Nacional de São Carlos. Nas instalações do Teatro o
que eu gostei mais foi do camarote real. A decoração
do camarote real é muito bonita e está no melhor sítio
para se assistir aos espectáculos (quem me dera ver um
espectáculo dali!!!).
A decoração de todo o Teatro é agradável e apetece
andar lá dentro a passear pelos salões enormes com
tectos altos, pinturas e espelhos. O chão também é
bonito.
Também fiquei a saber que montar uma ópera dá muito
trabalho e que existem muitas pessoas a trabalhar para
um espectáculo poder existir.
Encontro de
Formação
– Um dia especial
Eu achei o encontro de formação um
dia muito especial porque pudemos
“desligarmo-nos” um pouco das
aulas e pensar/reflectir sobre coisas
importantes do mundo que nos rodeia,
por exemplo, sobre as aldeias S.O.S., de
que eu nunca tinha ouvido falar.
Também foi divertido pois jogámos
futebol e até os professores ajudaram
na diversão, jogando também. À tarde,
tivemos a possibilidade de falar com
o Director da Aldeia de Bicesse e
fizemos-lhe algumas perguntas sobre
o funcionamento das aldeias S.O.S.
Álvaro Louro
Desta vez
é a sério
Depois de no ano passado,
a epidemia do Virus H1 N1,
ter trocado as voltas aos
nossos planos e anseios,
este ano, vamos mesmo
encher-nos de alegria e
festa para receber alunos e
professores de diferentes
paises do mundo para
o V Torneio Desportivo
Internacional - RSCM,
será entre 5 e 9 de Maio de
2010.
Há 6 anos atrás, o nosso
colégio deu “ponta pé
de saída”, organizando
o primeiro Torneio. Em
2010 voltamos a ser os
anfitriões desta grande
festa de encontro, desporto,
partilha, cultura e amizade.
Madalena Amador
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Notícias
do Secundário
Notíciasdo 3º Ciclo
No dia 3 de Fevereiro, na aula de Formação
Cívica, a tia da Carmo, Margarida Magalhães
Ramalho, veio falar-nos um pouco sobre
Património, já que o subtema do tema do ano
– “Pegadas de Esperança” - para o segundo
período é “Ambiente e Cultura”.
A tia da Carmo questionou-nos acerca da noção que tínhamos
de Património e, em seguida, mostrou-nos uma apresentação
multimédia, na qual pôs várias imagens (do Palácio da Pena, do
Mosteiro dos Jerónimos, uma tiara, um Ferrari, as arribas fósseis
da Serra da Arrábida, as vinhas do Douro, entre outras) para nós
dizermos se estas constituíam Património ou não.
Todos os alunos puderam concluir que Património pode
ser uma riqueza, um bem ou algo que nós herdemos dos nossos pais, avós, antepassados. No fim, a tia da Carmo deixou-nos
dar alguns exemplos de Património sem ser, claro, os que tínhamos visto anteriormente! Foi uma aula muito divertida,
participada, interessante e actual. Todos gostaram imenso!
Luísa Manso, 7ºE
Encontro de Formação 8ºB
Este encontro de formação foi especial
e diferente... Fomos visitar o Centro das
Galinheiras e ficámos lá um dia inteiro. Ao
longo deste dia tivemos momentos de convívio
e de reflexão que nunca iremos esquecer.
Ao chegarmos ao centro fomos acolhidos pela irmã Bina, uma
das responsáveis pelo centro. Esta mostrou-nos o centro enquanto nos explicava como se tinha formado e como é que
ele funcionava. Enquanto ela falava, fomos transportados para
uma realidade diferente da nossa que nos fez compreender a
diversidade de realidades que existe no Mundo. Ela explicounos que a unidade estava também presente nessa comunidade porque era devido à ajuda de muita gente solidária (sobretudo do nosso colégio) que o centro conseguia auxiliar tanta
gente.
A nossa oração da manhã dizia-nos que é preciso amar e
partilhar pondo todo o nosso coração nestes gestos solidários...
Foi com estas palavras gravadas no coração que nos dirigimos
a salas onde se encontravam crianças entre os 3 e os 5 anos.
Este momento de convívio com estas crianças foi um momento muito especial deste encontro de formação. Enquanto brincávamos com elas, conseguimos compreender que pequenos
gestos, para nós banais, podiam fazer uma criança feliz.
A nossa reflexão centrou-se na importância de olharmos
para dentro de nós próprios, pôrmos de lado os nossos medos
e darmos sentido à nossa vida. Terminámos esse momento de
reflexão e de partilha com um power-point que nos falava do
projecto de construir um mundo melhor para nós e para toda
a humanidade.
Na visita ao centro de idosos descobrimos pessoas com
qualidades excepcionais: Pessoas que cantavam bem, pessoas
que pintavam bem... e percebemos a alegria dos idosos pela
nossa visita.
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Regressámos a casa com saudades e alegria daqueles momentos que tanto gostámos e que nos deixaram uma marca
muito positiva.
Matilde Tristany Farinha, 8ºB
Aprender a empreender
O mundo do trabalho
vem ao Colégio
Durante as últimas semanas, as
turmas de 9º ano têm recebido
a visita de voluntários de
várias empresas que, vindos
directamente dos seus escritórios e reuniões,
se disponibilizam para partilhar com os
nossos jovens a sua experiência no mundo do
trabalho.
Os cinco voluntários chegam-nos ao Colégio através da Aprender a Empreender – Junior Achievement Portugal (JA Portugal),
uma organização sem fins lucrativos que desenvolve o empreendedorismo, gosto pelo risco, criatividade e inovação nas próximas gerações. Tem como lema Não se nasce empreendedor.
Aprende-se, e como objectivo que os alunos compreendam
melhor a relação entre o que aprendem na escola e a sua participação com sucesso na vida profissional.
O projecto Economia para o Sucesso, direccionado para os
alunos do 3º ciclo, desenvolve-se ao longo de seis sessões, integradas nas horas de Área de Projecto, e surge como complemento do programa de Orientação Vocacional.
Joana Bouza Serrano, Prof.
O Dr. Luís Aguiar [Citibank] tem-nos dado a conhecer como é
o mundo do trabalho. Já vimos que a nossa vida é feita de escolhas
e que, para escolhermos a nossa profissão, devemos ter em conta
as aptidões e os valores, mas que muitas vezes os nossos interesses
influenciam as escolhas.
Ajudou-nos também perceber como gerir o dinheiro e que,
muitas vezes, temos de abdicar dos desejos para satisfazer as necessidades.
Marta Manso, Diogo Mira e Francisco Geraldes, 9ºA
O projecto Economia para o Sucesso é muito enriquecedor.
Ficámos a conhecer os caminhos que podemos seguir, estudando,
para chegar ao mundo do trabalho. Aprendemos também o funcionamento da economia: empréstimos, crédito, IRS, segurança
social, orçamento, etc. Aprendemos a gerir o dinheiro ao longo
do mês, planificando o nosso orçamento mensal. É um projecto
importante que todos deveriam experimentar.
Nos passados dias 27 de Novembro e 10
de Dezembro de 2009, comemoraramse, respectivamente, o Dia Internacional
dos Direitos da Criança e dos Direitos
Humanos.
No âmbito destes, o secundário fez questão de mostrar aos
mais pequenos, alunos do 1º ciclo, através de representações, o cantar de músicas, e outras actividades. Tentámos
demonstrar que é importante conhecermos os “nossos” direitos e só conhecendo-os é que podemos fazer algo para
que estes sejam assegurados em todo o mundo.
É importante salientar que não se trata de uma comemoração isolada no âmbito do ideário do Colégio. Pretendemos incutir a ideia da necessidade de dar mais vida e vida
em abundância, plena, e só assim será se todos os direitos
que são universalmente reconhecidos forem respeitados. E
cabe ao nosso futuro, as crianças, contribuir para tal.
Rita Louro Gonçalves, 12ºD2
O nosso último Encontro
de Formação no Colégio
Este foi o nosso último ano no colégio, e
portanto este foi também o nosso último
encontro de formação. Enquanto turma não
sabemos bem como devemos reagir a esta
constatação. Deveremos alegrarmo-nos por
termos passado já muitos anos juntos neste
colégio, ou entristecermo-nos porque este
ano será o último?
Neste encontro de formação tivemos o privilégio de conhecer os idosos do centro Cultural e Paroquial das Galinheiras.
No convívio com eles tivemos a possibilidade de contactar
com pessoas com histórias de vida muito diversificadas,
incluindo duas fantásticas fadistas que nos presentearam
com duas belas canções, revelando-se possuidoras de uma
voz capaz de fazer inveja a muitas cantoras com metade da
sua idade.
Antes do convívio com os idosos assistimos a uma introdução histórica/contextualização por parte do professor
Luís Pedro acerca do papel social do Instituto das RSCM.
Esta introdução foi muito importante para todos nós, pois
permitiu-nos compreender melhor o papel do Instituto na
sociedade e perceber de que modo é que, tanto hoje como
no futuro, podemos ajudar o Instituto a cumprir este papel.
Na última parte do encontro de formação, tivemos o
enorme privilégio de estar à conversa com três ex-alunos
do Colégio, de diferentes faixas etárias e em diferentes fases
do seu percurso académico/profissional. Esta conversa, foi,
para mim e para a maioria dos meus colegas, a parte mais
importante de todo o encontro, pois permitiu-nos ver na
prática como é que três pessoas bem diferentes e com percursos de vida bem distintos conseguiram manter durante a
sua vida profissional e académica os valores que lhes foram
transmitidos pelo Colégio. Estes ex-alunos serviram-nos de
inspiração para vivermos de maneira a contribuir para que,
à semelhança da mensagem do padre Jean Gailhac, todos
tenham vida e a tenham em abundânica.
Tiago Barroso, 12º ano
João Pina Cardoso e Gonçalo Azevedo Mendes, 9º A
http://www.japortugal.org/
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Brevemente
Concurso Internacional
do Cartaz da Paz
A Grande Vencedora do Cartaz da Paz foi a nossa aluna Francisca Dias do 8ºA.
Os Clubes Lions Portugueses promoveram esta actividade motivando jovens
dos 11 aos 13 anos de todo o país a participar neste concurso internacional cuja final
teve lugar em Nova Iorque. A Francisca ganhou o primeiro prémio a nível distrital e a
nível nacional tendo o prémio sido entregue numa cerimónia com a participação de
Dom Ximenes Belo – prémio Nobel da Paz. O júri ,do qual fazia parte a grande pintora
Graça Morais, foi unânime na escolha do cartaz. A forma com a Francisca desenvolveu
o tema proposto, denota maturidade, grande expressividade, e grande actualidade. Muitos parabéns à Francisca pelo trabalho desenvolvido e por nos ter mostrado
como as novas tecnologias podem contribuir para promover a Paz entre os povos.
Falar sobre livros
No passado dia 1 de Fevereiro, na sequência de um convite que partiu da aula
de Estudo Acompanhado, o 8ºD recebeu a visita da Encarregada de Educação do
aluno Francisco Gonçalves, que veio partilhar com a turma do seu filho as suas experiências enquanto leitora. Foi uma conversa muito enriquecedora, já que a mãe
contou que livros a tinham marcado na infância, partilhou algumas peripécias relacionadas com as suas leituras e trouxe consigo uma série de obras,levantando
um bocadinho o véu das histórias que continham. Houve ainda lugar para troca de opiniões com alguns alunos que são leitores convictos. Fica a porta da sala
aberta a outros pais que queiram fomentar, junto dos jovens, o gosto pela leitura.
ConVida / CAT de Portalegre
O abraço que nos uniu
Foi com muita alegria que, no passado dia 14 de Novembro, o Clube Convida aceitou o convite das Irmãs do Sagrado Coração de Maria que vivem e trabalham no
Centro de Acolhimento Temporário (CAT) , em Portalegre, para conhecer e passar
o dia com as crianças que lá vivem.
À saída do colégio a alegria e a expectativa eram grandes...!
Carregámos o autocarro de material escolar, roupa e brinquedos mas também
de sorrisos, de canções e muita boa disposição. Quando chegámos os braços estendidos eram muitos. E foi de abraços e brincadeiras que recheámos o nosso dia.
O brilho maravilhoso nos olhos daquelas crianças era suficiente para nos sentirmos felizes e para termos a certeza de que o nosso objectivo de ida tinha sido
cumprido.
Ainda que a despedida tenha sido muito emotiva, ficámos felizes por saber
que iremos voltar ao CAT em breve.
Clube Convida
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Celebração de
Encerramento
do Bicentenário
do Nascimento
da Mère S. Jean
Em dia de aniversário do Instituto das
Religiosas do Sagrado Coração de Maria,
a Capela do nosso Colégio acolheu duas
celebrações que assinalaram a vida do
Instituto e o Encerramento do Bicentenário
do Nascimento da sua co-fundadora, a Mère
S. Jean.
Pela manhã do dia 24 de Fevereiro, alunos Delegados de
Turma e Delegados de Pastoral , professores, não docentes e irmãs, viveram um momento de oração que terminou
com a música interpretada pelos alunos Guilherme Borges
Pires e Alexandre Vaz do 12º ano, que ganhou o Festival
da Canção RSCM no ano passado, dedicado à vida da Cofundadora.
Já mais à tardinha, a Capela foi o ponto de encontro para
os membros da Família Alargada do Sagrado Coração de
Maria, num momento celebrativo do Núcleo de Lisboa a
que se seguiu um lanche convívio. Diferentes gerações
puderam partilhar a alegria de se sentirem parte de uma
mesma identidade: o coração de Maria, que não será muito
diferente de dizer ter o coração em Jesus Cristo!
VI Campeonato
Nacional de Jogos
Matemáticos
Foi com alegria, estratégia e gosto pelo desafio que
no passado dia 12 de Março, 12 alunos: Diogo Lourenço-3ºC, Pedro Santos-3ºB, Carlos António-4ºB, João
Costa-5ºC, Álvaro Louro-6ºD, Duarte Vale-5ºA, Ana Silvestre-8ºA, Matilde Farinha-8ºB, João Alves-8ºC, José
Miguel Caetano-12ºC, João Loureiro-11ºA e André
Farinha-11ºA, acompanhados por quatro professores,
participaram no VI Campeonato Nacional de Jogos
Matemáticos, este ano na cidade de Santarém.
O Campeonato Nacional contou, este ano, com
2200 alunos, representando cerca de 400 escolas de
todo o país e onde os nossos alunos se distinguiram
pelo companheirismo e respeito pelo outro, ao longo
de todo o dia, e por um 3º lugar ganho pelo Diogo
Lourenço, no Jogo Konane (uma impressora multifunções).
Estão de parabéns todos os alunos que se deslocaram a Santarém, assim como todos os que participaram na eliminatória interna do Colégio, permitindo
que esta actividade se venha a repetir, ano após ano.
Para o ano contamos novamente com todos.
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Serra 2010
Só de escrever o nome já sinto saudades
daqueles 3 dias… Tudo correu na maior
perfeição, foi sem dúvida uma experiência
‘fantabulástica’ para todos os que tiveram
oportunidade de a viver!
Foi um tempo de reflexão e de procura por nós mesmos,
de fuga ao stress do dia-a-dia mas tudo com uma energia
e diversão que duraram os 3 dias! Já na viagem para o Sabugueiro percebemos que iria ser uma grande experiência,
pois desde logo nos fomos conhecendo melhor uns aos
outros e cantámos e dançámos ao ritmo do grande pimba
português!
Quando me inscrevi para ir à serra, tinha ideia de que
ia gostar muito, mas o que realmente aconteceu superou
todas as minhas expectativas… Colegas por quem passava
no corredor, por vezes mesmo sem dizer um ‘olá’, são agora
dos meus melhores amigos…! Professores de quem apenas
conhecia uma faceta séria e profissional, deixaram-me espantada com a sua espontaneidade, a sua abertura e até o
seu jeito para jogar futebol e dançar…!
Todas as actividades foram excelentes. Tivemos oportunidade de conhecer um pouco mais da comunidade de
judeus que habitava e habita Belmonte visitando o Museu
Judaico e a Sinagoga; vimos o processo de fazer o pão e o
queijo tradicionais (processo esse que nos foi mostrado pela
D. Maria, a excelente cozinheira encarregue dos nossos almoços e jantares), fizemos uma grande (mas curta, porque
o tempo teimava em não dar tréguas!) guerra de bolas de
neve, um almoço improvisado num salão chique, enorme,
mesmo para 22 pessoas! Mas para mim, o que mais me marcou foi a noite em que, deixando para trás as nossas máscaras e a nossa faceta mais séria, reunimos e cantámos e dançámos sem qualquer vergonha ou inibição ao som de um
acordeão, de um tambor, de uma pandeireta e, mais tarde,
de um ipod! Rapazes, raparigas, professores, todos juntos!
Poderia durar a noite inteira, mas quando a energia começou a faltar decidimos conviver e optámos por jogos em
conjunto…! Tudo isto com a alegria contagiante que caracteriza os alunos e professores do nosso colégio.
A Serra foi sem dúvida, um memorável tempo de convívio e reflexão, onde, desbravando os nossos receios e despindo as nossas máscaras, fizemos caminho ao andar.
Para trás, não deixámos 44 pegadas de 22 pessoas, mas
sim 2 pegadas, de um todo, que esperamos continuar a
palmilhar, com todos os amigos, de agora e de sempre, ao
longo da vida.
Joana Fernandes , 10ºA
Os nossos escritos
Houve Alguém que disse “Vai, vende tudo o que tens e dá-o aos
pobres (…) terás um tesouro nos céus”. Com efeito, a construção da
verdadeira e sólida felicidade é algo que parte de dentro, reflectindo
uma atitude interior que dificilmente se deixa abalar pelos
condicionalismos exteriores.
Carro, televisão, um emprego estável: esta é uma pequena
amostra da miríade de coisas que a sociedade de consumo em que
vivemos nos “vende” como indispensáveis para a felicidade. No
entanto, é também nesta sociedade que a taxa de insatisfação é
mais elevada e que a depressão e o suicídio abundam como ervas
daninhas. Aqui, o verdadeiro entrave à construção da felicidade
está nas próprias fundações: a ênfase é colocada em circunstâncias
externas aos indivíduos e portanto não dependem dele, rodopiando
nas correntes da sorte, que são traiçoeiras. Assim, o emprego
estável de hoje é o fundo de desemprego de amanhã, e com ele se
vão todas as aspirações de felicidade.
Todas? Não todas, porque é possível ser feliz com pouco, se
esse pouco nos bastar. Mais uma vez, a percepção da felicidade
depende das expectativas pessoais em relação à vida, de avaliação
interior do que nos vai sucedendo. Quem começa com expectativas
demasiado elevadas, terminará irremediavelmente insatisfeito.
Porém, quem adopta uma postura de simplicidade face à vida, na
tradição da sabedoria grega, na qual se idealizava a vida campestre,
ou, procurando exemplos mais modernos, como os “hippies”, terá
“um tesouro no céu”, pois suceda o que suceder, aquilo sobre o qual
construiu a felicidade não lhe pode ser tirado.
Dos exemplos se conclui que a chave para uma sólida e
duradoura felicidade está ao alcance de todos, mas nem todos a
alcançam, pois tal depende da atitude interior de cada um.
Diogo Farinha, 12ºano
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Sagrado Científico
Semana das Ciências
De 1 a 5 de Março decorreu a semana
das Ciências no nosso Colégio. Os
professores dos departamentos de Ciências
Experimentais e de Ciências Exactas
organizaram várias actividades, com o
objectivo de proporcionarem aos seus
alunos uma semana diferente, dedicada às
Ciências, à Matemática e à Tecnologia e
este ano a pensar no ambiente, uma vez que
estamos empenhados em ser uma Ecoescola.
Este ano, para além da exposição de trabalhos dos alunos
e exposição-venda de minerais, tivemos também, durante
um dia, venda de produtos de agricultura biológica, tendo
sido esta venda que forneceu ao Colégio as maçãs biológicas que foram servidas no refeitório, no almoço de quintafeira, dia 4 de Março.
Muito mais aconteceu! Os alunos do Jardim de Infância
e Pré-escolar trabalharam com as figuras geométricas, depois de lhes ter sido contada a história “O país das figuras
geométricas”. As turmas do primeiro Ciclo, com a contribuição do Mind Lab, aprenderam com entusiasmo jogos de
estratégia e planeamento.
Os alunos do 10ºano, turmas A e B, fizeram uma apresentação para as turmas do 5º e 6ºano sobre Pegada Ecológica que pretendeu despertar os alunos mais novos para as
alterações climáticas, para a protecção do ambiente e procedimentos correctos para melhorar a qualidade de vida
no nosso planeta. O objectivo foi largamente conseguido,
pois os alunos do 10º ano esforçaram-se por transmitir aos
colegas os seus conhecimentos sobre este assunto, de uma
forma interessante e motivadora.
Realizaram-se também sessões de planetário para os
alunos do 1º e 7ºanos, uma visita de estudo ao Pavilhão do
Conhecimento para o 8ºano e o ecopaper para o 9º ano, nas
instalações do Colégio.
No átrio esteve uma apresentação multimédia de imagens em 3D, assim como workshops sobre esta tecnologia.
Foi apresentado também um modelo tridimensional do Colégio para o Google Earth, desenvolvido em conjunto com
os alunos do 8ºB.
No âmbito da disciplina de Matemática, os alunos do
5º ano realizaram uma viagem imaginária à zona de Sintra,
percebendo como esta disciplina é importante no dia-a-dia.
O 6º ano participou no concurso “Quem quer ser matemático”, turmas de 7º ano participaram na actividade “Matemática sem Fronteiras”, e juntamente com os colegas do 8º
ano visionaram um documentário sobre a História do nº1 e
a base binária.
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Para os alunos de secundário houve palestras de Física,
Biologia e Matemática. Os mais crescidos deram também
uma preciosa ajuda nos laboratórios de Ciências e Química,
abertos a realizar e a explicar experiências e que durante
toda a semana receberam as turmas do 1º ao 9ºano. Estas
actividades são para os professores oportunidades de procurar experiências diferentes e mais lúdicas do que aquelas
que normalmente se fazem nas aulas e para os alunos é o
pretexto para se surpreenderem e depois pensarem na explicação para alguns fenómenos e na utilidade que tem, na
vida real, tudo aquilo que aprendem na escola.
Dora Lopes e Cláudia Henriques, profs.
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A nossa gente
O Sr. Pires é funcionário do Colégio
Sagrado Coração de Maria. Toda a gente o
conhece. Na verdade, ele também conhece
toda a gente ou quase. Para além dos
alunos, outros funcionários ou professores,
o Sr. Pires conhece os familiares dos nossos
alunos. Pais, avós, tios ou primos que
todos os dias se dirigem ao nosso portão
para virem buscar uma criança. Através
de algumas perguntas ficámos a saber um
pouco mais sobre o seu dia a dia, sobre a
sua rotina de trabalho nos últimos dez anos.
Olhares: Em que consistem as suas funções?
Sr. Pires: Trabalho nesta escola, com estas funções, há cerca
de 10 anos. Todos os dias verifico e vigio as saídas e entradas
dos alunos. É uma função de responsabilidade. Passa aqui
muita gente. Neste momento, as entradas e as saídas fazemse através do cartão de aluno que indica se este tem ou não
autorização de saída. As novas teconologias de que dispomos ajudam a cumprir o objectivo das minhas funções, já
que informam com muita rapidez qual o tipo de regime de
saída que cada aluno tem.
Olhares: Trabalhou anteriormente noutros locais / com
outro tipo de funções?
Sr. Pires: Anteriormente trabalhei na Tabaqueira, na zona
do Cabo Ruivo, também na área da segurança. Executei e
executo serviços de segurança em diversos locais, lojas ou
outros. Por vezes surgem oportunidades, nomeadamente
quando o colégio está fechado.
Olhares: Quais as principais dificuldades com que se depara no executar das suas funções?
Sr. Pires: Normalmente, todos aceitam bem o modo de funcionamento das entradas e saídas, no entanto há que ter
muita atenção aos alunos sem cartão que pretendem sair à
hora de almoço sem que tenham autorização para tal.
À tarde, para tudo se tornar mais fácil, é necessário conhecer quem vem buscar os alunos, pois um bom conhecimento das pessoas facilita a função de controle.
Olhares: As suas funções requerem um permanente
contacto com alunos, pais e professores. Como descreve
a relação que tem com todos estes membros da nossa
comunidade educativa?
Sr. Pires: Para se conseguir cumprir bem uma função como
a minha, uma função de contrôle, há que saber lidar com
as pessoas. Tem de se ter “o jeito” para isso. Gosto muito de
lidar com as crianças e também com os seus familiares. É
necessário saber dar o apoio necessário para cada um encontrar quem procura. Tenho uma boa relação com todos
os alunos, contudo, com os mais pequenos é mais fácil estabelecer um contacto mais próximo, já que são mais afectuosos. Os mais velhos são um pouco mais ariscos porque
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já querem “ser grandes” e têm mais dificuldade em aceitar
algumas decisões.
Olhares: Muitas vezes chegam à porta do colégio pessoas que não fazem parte da nossa comunidade educativa. Quem são estas pessoas?
Sr. Pires: Frequentemente são alunos de outras escolas que
querem entrar no nosso colégio ou ainda ex-alunos do colégio que gostam de vir até cá visitar os ex-colegas ou professores.
Também há pessoas que vêm obter informações sobre inscrições ou sobre o funcionamento do colégio. Nesse caso,
faz-se o encaminhamento para a recepção ou para a secretaria.
Certificar a qualidade
que queremos fazer
crescer
Olhares: Este ano, o tema que nos rege é “Pegadas de
Esperança”. De que modo pretende deixar uma pegada
na sua vida pessoal e como funcionário do colégio?
Sr. Pires: Penso que a maior “Pegada de Esperança” que se
pode deixar é a da honestidade, tanto na vida pessoal como
no trabalho.
Olhares:Ao pensarmos na palavra “esperança”, pensamos também no nosso futuro e no futuro do nosso planeta. Como o imagina?
Sr. Pires: Se o Homem continuar assim, acabará por destruir
um bem que é de todos, o que dificulta a vida às gerações
vindouras, com quem trabalhamos. Por essa razão, todos
devemos contribuir para evitar esta situação.
Entrevista conduzida por Catarina Carrilho, Coord.
Iniciámos, no mês de Janeiro, o processo de
melhoria de algumas áreas de desempenho
do Colégio, tendo em vista criar valor
acrescentado, boas práticas e melhoramento
dos serviços. No fim do túnel, a certificação
externa.
Para que este trabalho se concretize é precisa força de vontade e acreditar que todo este investimento se traduzirá numa
grande mais valia para o nosso colégio. Não basta pensarmos
que os ideais do P. Gailhac e da Mère St Jean perdurarão no
tempo, sejam quais forem as circunstâncias. É nossa intenção
proporcionar condições de excelência a todos os que trabalham no colégio, para que o produto do seu esforço e tempo
investido se traduza em serviços de igual excelência.
Acompanhar a evolução da sociedade em que vivemos
leva-nos a querer um colégio actualizado, em que o tempo
seja rentabilizado e investido no acompanhamento dos alunos e não apenas em processos de suporte educativo. Só
inseridos no coração do mundo, poderemos desenvolver o
espírito crítico, a curiosidade científica, exercer a cidadania,
promover a justiça social e o crescimento na fé. Não faz sentido preparar cidadãos para o mundo e do mundo, se não
vivermos plenamente no contexto actual.
Esta reflexão em busca de melhores práticas, que promovam a normalização dos processos, que rentabilizem recursos humanos, garantindo a aplicação da legislação e ou-
tros normativos vigentes, com o focus sempre bem presente
nos alunos e nas suas famílias, bem como noutras partes envolvidas, e que resulte numa melhoria funcional da educação
ministrada no Colégio, promovendo o bem estar de toda a
comunidade, traduz-se actualmente no itinerário que iniciámos em Janeiro com a preparação da aplicação das normas
NP EN ISO 9001:2008, NP EN ISO 14001:2004; NP 4397: 2008
e OSHAS 18001:2007, mais concretamente de ambiente, qualidade e segurança. Sem pressas, mas com vontade de fazer
bem, investindo em cada processo de melhoria, a energia e o
trabalho indispensáveis, iremos chegar à certificação.
A experiência de anos na área da educação, a corresponsabilidade dos vários intervenientes no processo educativo,
o trabalho realizado ao longo destes anos e o que actualmente se desenvolve, conferem-nos a maturidade organizacional,
que nos permite querer ir mais longe, pondo em causa alguns
dos actuais procedimentos, partindo para a possibilidade de
outros poderem melhor servir a organização e consequentemente os nossos alunos.
Contamos com a colaboração da Qualiwork, empresa
independente, credível e reconhecida na implementação de
sistemas de gestão, neste longo percurso.
Várias são as equipas de docentes e não docentes nomeadas a trabalharem neste investimento para
o futuro do colégio. É um trabalho por processos dos vários sectores de actuação do colégio
e que abrangem a totalidade da vida de todos
os dias. A Direcção do Colégio conta com uma
equipa primordial em todo este trabalho e que
iniciou funções há já alguns anos em diversas
vertentes, ocupando-se agora deste grandioso
projecto colectivo. É a equipa da Qualidade,
constituída pelo Professor António Gameiro,
Professora Elsa Coelho e Dr. Mário Guimarães. É deles a responsabilidade de grande parte dos processos em análise, e é
com eles que a Direcção do Colégio partilha a responsabilidade de todo o processo na sua globalidade.
Daqui a quase dois anos vamos poder ver este investimento na forma de certificação externa nas diferentes áreas
já citadas, ou seja no reconhecimento externo de qualidade,
de preocupação com o ambiente e com a segurança.
A motivação para este grande projecto vem da convicção de querer melhor fazer render os ideais para a educação
do Pe. Jean Gailhac, e que se prendem com a actualização
e contextualização desses mesmos ideais, bem presentes no
Ideário e na vida de todos os dias no Colégio.
Olhares
Número 23 | Ano 8 | Propriedade: Colégio do Sagrado
Coração de Maria de Lisboa | Av. Manuel da Maia, nº 2, 1000 –
201 Lisboa | Tel. 21 8477575 | Fax. 21 8476435 | Direcção: Margarida Marrucho Mota Amador | Coordenação: Catarina Carrilho e Luís Pedro de Sousa | Redacção: ANA RITA GONÇALVES,
Catarina MAIA, Marta Baptista | Apoio Gráfico: Fernando
Coelho | Impressão: CLIO, Artes gráficas | Tiragem: 1330 exemplares | Distribuição: Gratuita à comunidade educativa
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PAV – Profissionais de Áudio e Vídeo
Soluções de som e imagem de pequena,
média e grande dimensão, da fase do projecto
até à sua implementação, em superfícies
comercias, hotéis, recintos desportivos,
auditórios, escritórios, locais de culto (igrejas),
entre outros.
Sonorização, Circuito Fechado de
Televisão – CCTV, Recepção e Distribuição
de televisão - MATV e CATV, Conferências
e Tradução Simultânea, Intercomunicação
e Sinalização, Gravação Digital.
Portugal Angola Cabo Verde Timor
Av. de Paris nº10 R/C Dto
1000-228 Lisboa
Tel: 21 8480689
Fax: 21 8461388
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Semana das Ciências - Colégio Sagrado Coração de Maria