Grupo de trabalho perManente para arranjos produtivos locias Manual aos de apoio arranjos produtivos locais GRUPO DE TRABALHO PERMANENTE PARA ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS GTP APL MANUAL DE APOIO AOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MIGUEL JORGE Secretário do Desenvolvimento da Produção Substituto NILTON SACENCO KORNIJEZUK Diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas CÂNDIDA MARIA CERVIERI Coordenação-Geral de Arranjos Produtivos Locais Margarete Maria Gandini - Coordenadora Silmara Sousa Aldrighi Sindomar Afonso Pinto Pedro Nister Pessoa Teixeira INSTITUIÇÕES DO GTP APL Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Superintendência da Zona Franca de Manaus Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Agência de Promoção de Exportações do Brasil Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Ministério da Fazenda Banco do Brasil S.A. Caixa Econômica Federal Banco do Nordeste do Brasil S.A. Banco da Amazônia S.A. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério da Integração Nacional Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba Ministério do Trabalho e Emprego Ministério do Turismo Ministério de Minas e Energia Ministério da Educação Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério do Meio Ambiente Ministério da Ciência e Tecnologia Financiadora de Estudos e Projetos Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Conselho Nacional dos Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Confederação Nacional da Indústria Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Instituto Euvaldo Lodi Movimento Brasil Competitivo Banco BRADESCO S.A. Instituto de Pesquisas Tecnológicas Portaria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Nº 187, de 31 de Outubro de 2006 > ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1. ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS 1.1 Determinantes do Sucesso e Eixos Estruturantes 1.2 Políticas Públicas Dirigidas aos APLs 1.3 Apoio aos Arranjos Produtivos Locais no Brasil: O GTP APL 2. AÇÕES DE APOIO AOS APLS NO PAÍS: INSTITUIÇÕES DO GTP APL 2.1 Agência de Promoção de Exportações do Brasil – APEX- Brasil 2.2 Banco da Amazônia S.A. – BASA 2.3 Banco do Brasil S.A. – BB 2.4 Banco do Nordeste do Brasil S.A. – BNB 2.5 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES 2.6 Banco BRADESCO S.A. – BRADESCO 2.7 Caixa Econômica Federal – CAIXA 2.8 Confederação Nacional da Indústria – CNI 2.9 Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF 2.10 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA 2.11 Instituto Euvaldo Lodi – IEL 2.12 Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO 2.13 Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT 2.14 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA 2.15 Movimento Brasil Competitivo – MBC 2.16 Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT 2.17 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC 2.18 Ministério da Integração Nacional – MI 2.19 Ministério de Minas e Energia – MME 2.20 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE 2.21 Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI 2.22 Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA > APRESENTAÇÃO Passados 2 anos da formalização do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais, as instituições participantes do Grupo apresentam um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas e implementadas junto aos Arranjos Produtivos Locais identificados no levantamento dos APLs no País. Essa publicação pretende divulgar essasações,organizandoosdiferentesinstrumentosdeapoioporeixos,bemcomoapresentaralgumasexperiências exitosas do período. Além desta apresentação, o Manual de Apoio aos APLs conta com mais duas seções. A seção 1 – Arranjos Produtivos Locais – apresenta a estratégia de atuação das políticas públicas dirigidas aos APLs, que conduziram a uma metodologia específica e à proposta de estruturação de instrumentos e ações em 05 (cinco) eixos estruturantes (áreas de atuação), quais sejam: 1. Investimento e Financiamento, a fim de suportar o processo de especialização produtiva localizada, 2. Governança e Cooperação, para consolidar as relações interfirmas, 3. Tecnologia e Inovação, para promoção da capacidade tecnológica endógena, 4. Formação e Capacitação, na construção de capital humano diferenciado nos APLs, e 5. Acesso aos Mercados Nacional e Internacional, para sustentabilidade do arranjo produtivo. Objetivando dar ênfase especial ao tema da especialização produtiva localizada, para fins deste Manual, o primeiro eixo divide-se em Investimento e Financiamento e Qualidade e Produtividade. Na seção 2, as ações são apresentadas em Fichas de Apresentação de Ações que envolvem a discriminação dos seguintes itens: Tipo de Recurso, Órgão Responsável, Características, Beneficiários, Área de Abrangência, Projetos Enquadráveis, Requisitos, Contato e APLs Atendidos. Algumas adaptações são realizadas em função da estratégia de atuação da instituição. 1. ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS – APLS OArranjoProdutivoLocalpodeserdescritocomoumgrandecomplexoprodutivo,geograficamentedefinido,caracterizado por um grande número de firmas envolvidas nos diversos estágios produtivos e, de várias maneiras, na fabricação de um produto, onde a coordenação das diferentes fases e o controle da regularidade de seu funcionamento são submetidos ao jogo do mercado e a um sistema de sanções sociais aplicado pela comunidade (Becattini, 1999) . A contigüidade espacial permite ao sistema territorial de firmas viabilizar externalidades produtivas e tecnológicas sem perder sua flexibilidade e adaptabilidade. O crescimento centra-se em um conjunto de relações criadas por atores econômicos locais, apoiados por sistemas institucionais voltados aos interesses e às necessidades das atividades desenvolvidas na região. Existe uma articulação entre as empresas e entre estas e o ambiente, através de estruturas de apoio e de variáveis de natureza política, histórica e sociológica que interagem com a questão territorial. De forma, que o aglomerado de empresas passa a assumir importância para o entendimento do sucesso competitivo. Os APLs se apresentam, assim, como caminhos para o desenvolvimento baseado em atividades que levam à expansão da renda, do emprego e da inovação. Espaços econômicos renovados, onde as pequenas empresas podem se desenvolver usufruindo as vantagens da localização, a partir da utilização dos princípios de organização industrial como alavanca para o desenvolvimento local, pela ajuda local às micro, pequenas e médias empresas (PMEs), trabalhando paralelamente estratégias de aprendizagem coletiva direcionada à inovação e ao crescimento descentralizado, enraizado em capacidades locais. 1.1. DETERMINANTES DO SUCESSO E EIXOS ESTRUTURANTES O APL, concebido como um todo social e econômico, implicita a existência de inter-relações próximas entre as esferas social, política e econômica, onde o funcionamento de uma é delineado pelo funcionamento e organização das demais. De forma que, a interpenetração e a sinergia existente entre a atividade produtiva e a vida cotidiana guarda o potencial de implementaçãode políticas estrategicamente orientadas, com vistas ao desenvolvimento dos fatores externos necessários ao aproveitamento das possibilidades locais, ou seja, o fomento de efeitos econômicos coletivos através de intervenção governamental. Os trabalhos acerca do tema têm convergido para a adoção de uma abordagem alicerçada na noção de que se deve buscar capturar as condições dos fatores centrais do aglomerado e se pautar pela interdisciplinaridade, estudando os aspectos econômicos, tecnológicos, políticos, sociais e culturais nos quais os arranjos operam. Para tal, apesar da improbabilidade de adaptação das várias localidades a um tipo ideal, um conceito normativo é necessário para indicar que tipo de trajetória de desenvolvimento e de apoio externo é esperado. A partir da noção de estágios dos aglomerados, apresentada pela UNCTAD (1998) , e dos trabalhos desenvolvidos no País com APLs, no âmbito do GTP APL, propõem-se a atuação enraizada a partir do estado de quatro determinantes para o sucesso dos aglomerados industriais: a especialização produtiva localizada; as relações interfirmas; a capacidade tecnológicaendógena;eocapitalhumanodiferenciado,envolvendoamão-de-obraespecializadaeoempreendedorismo. Opta-se por esses fatores pela possibilidade de ação das políticas públicas na construção aditiva dos mesmos. Utiliza-se o termo construção aditiva pelo fato de esses fatores estarem presentes de forma incipiente em aglomerações industriais iniciais, mas necessitarem de formalização e sistematização ao longo do tempo para que possam atingir níveis cada vez mais elevados de competitividade. Às políticas públicas cabem buscar a transformação de aglomerações de pequenas firmas, com importantes elementos de economias informais, em APLs dinâmicos, por meio de uma estrutura de suporte BECATTINI, Giacomo. Os distritos industriais na Itália. In COCCO, Giuseppe; URANI, André; GALVÃO, Alexander Patez. Org. UNCTAD - United Nations Conference on Trade and Development (1998). Promoting and sustaining SMEs clusters and networks for development. TD/B/ COM.3/EM.5/2. 26 June 1998. 1 2 12 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais institucional facilitadora do upgrading de produtos e processos. Deve-se destacar que se projeta a construção aditiva através de suporte institucional enraizado nas estruturas sócioculturais pré-existentes. Ou seja, um conjunto de instituições públicas, semipúblicas e privadas desenvolvidas a partir de ou com permanente interface com as estruturas sócio-culturais locais. Ainda, um quinto fator, apto a garantir a sustentabilidade da competitividade do APL, exige apoio externo coordenado: as interações das empresas empreendedoras localizadas no aglomerado com o mercado nacional e internacional. A partir da identificação dos agentes de tais interações, a velocidade com que as mudanças penetram na célula e a forma como os aglomerados, enquanto comunidade de firmas, respondem a essas mudanças, otimizando seu aproveitamento, devem ser promovidos. Face ao exposto, postula-se que, a Construção de uma Política Nacional para APLs, inserida na visão de “APLs como Estratégia de Desenvolvimento”, deverá, necessariamente, desdobrar-se em 05 Eixos Estruturantes: 6. Crédito e Financiamento, a fim de suportar o processo de especialização produtiva localizada, 7. Governança e Cooperação, para consolidar as relações inter-firmas, 8. Tecnologia e Inovação, para promoção da capacidade tecnológica endógena, 9. Formação e Capacitação, na construção de capital humano diferenciado nos APLs, e 10. Acesso aos Mercados Nacional e Internacional, para sustentabilidade do arranjo produtivo. 1.1.1. ESPECIALIZAÇÃO PRODUTIVA LOCALIZADA A especialização produtiva em nível local refere-se ao fato de que cada uma das firmas que constituem a população especializa-se em uma fase, ou algumas fases, dos processos de produção típicos do aglomerado. A divisão do trabalho se dá entre diferentes firmas altamente especializadas, nem diluída no mercado geral, nem concentrada em uma firma ou em apenas algumas firmas, que competem entre si e se complementam paralelamente, gerando efeitos sinérgicos para frente e para trás. Nesse processo, é crucial a capacidade do APL, como um todo, de promover permanente e crescente especialização: o desenvolvimento de competências distintivas em cada fase da produção. A especialização de um grupo de estabelecimentos em um estágio específico de produção ou serviço, complementando os dos demais no aglomerado, gera um tipo de interdependência orgânica, substituindo a competição predatória por um ambiente de competição cooperativa (Pyke et al, 1990) . A existência de fortes networks de produtores engajados em cooperação interfirma, através de especialização e subcontratação, representa uma mudança explícita na organização social da produção e se reflete em mudança tecnológica, sem, necessariamente, envolver mudança nos meios físicos de produção. A consolidação de um aglomerado produtivo envolve o estabelecimento de ligações de cooperação entre as firmas sustentadas, por normas sociais que inibem a competição de preço e salário dentro do setor, e canalizam a competição em direção à inovação de produto, liderança de design e nichos especializados. Apesar de existir um claro reconhecimento dos ganhos de eficiência associados com relações interfirmas, a cooperação não é necessariamente uma característica presente em todos os arranjos produtivos. A cultura de cooperação é produto de interdependências materiais entre indivíduos ou um histórico de benefícios emergindo a partir da cooperação. O suporte institucional representado pelo governo e associações interfirmas deve buscar o estabelecimento de uma visão compartilhada na aglomeração. A consolidação de uma identidade coletiva formalizada capaz de prover a trama social que sustentará a cooperação em um aglomerado industrial. Pois, as normas que sustentam a cooperação estarão sujeitas 3 PYKE,F.BECATTINI,F.SENGENBERGER,W.Org.Industrialdistrictsandinter-firmco-operationinItaly.Genova:InternationalInstituteforLabourStudies,1990. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 13 à erosão, pelas ações oportunísticas de indivíduos (“free-riders”) que gozam dos benefícios da ação conjunta, mas não observam as regras que sustentam a ação conjunta. O desenvolvimento de um suporte institucional, a partir e com permanente interface com a comunidade, pode levar à criação de salvaguardas contra a erosão da responsabilidade individual. Quando as instituições de apoio representam um eficientesistemademonitoramento,osindivíduosobservamasnormasdereciprocidadeporquesãoforçadospelosdemais indivíduos na comunidade (Best, 1990) . Cabe ressaltar que, apesar de não ser necessariamente inata, a cooperação é não planejada, quase espontânea, no sentido de que as iniciativas, redes e grupos agregados não podem ser especificados com antecedência, mas devem ser desenvolvidos em processos de ajuste mútuo. Existem, adicionalmente, inúmeras questões técnicas e econômicas envolvendo o fomento das relações interfirmas no interior do aglomerado. Primeiro, as firmas se empenhariam em cooperação em áreas onde nenhuma vantagem competitiva individual poderia ser alcançada, mas não em áreas onde a competição é mais acirrada. De igual importância é se as firmas e os vários agentes do cluster se beneficiariam igualmente da crescente eficiência econômica, ou seja, se leva a um tipo igualitário de desenvolvimento ou a uma exacerbação das diferenças econômicas. Terceiro, os mecanismos sócio-culturais - categorias sociais, valores sociais dominantes e estrutura familiar -, que podem facilitar ou obstruir a criação de confiança e atitudes cooperativas. Uma quarta questão é a que se relaciona com a organização interna da produção; se a divisão interna do trabalho está baseada em tarefas isoladas ou multi-tarefas; se o estilo de gestão é hierárquico, paternalístico ou participativo; e o tipo de comunicação entre staff técnico e administrativo é também importante (Späth, 1994) . 1.1.2. CONSTRUÇÃO DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA ENDÓGENA Há, na literatura, um claro reconhecimento do potencial para aprendizagem e efeitos inovativos sustentados a partir da reprodução do conhecimento prático especializado nas aglomerações setoriais. Além de habilidade para reprodução desse conhecimento pelas interações no interior do cluster. Os arranjos produtivos apresentam potencial para ir além do específico processo de acumulação de conhecimento local, por meio do desenvolvimento de canais diversos para a disseminação de informações e do pool de recursos coletivo, representado pela expertise e capacidade individual dos agentes. A cultura de inovação no APL se traduz em um fluxo endógeno permanente de atualização e transferência tecnológica (upgrading tecnológicos), dentro do aglomerado e com o ambiente externo, que resulta em incrementos na produtividade dos recursos, por meio da fabricação dos produtos existentes com maior eficiência ou do desenvolvimento de produtos com percepção de valor superior para os clientes. Ainda, a rede de relações informais possibilita delinear com maior precisão os efeitos de decisões inovativas e controlar as reações e comportamento de atores econômicos com redução da incerteza nos processos inovativos, pelo compartilhamento do sistema de valores e visões (Rabellotti, 1997) . Como decorrência da capacidade coletiva dos aglomerados para continuamente aprender e se adaptar, de forma a incrementar sua performance econômica, as empresas nos APLs são freqüentemente mais inovativas no desenvolvimento de produtos, processos de produção e canais de marketing. O acesso facilitado a informações especializadas que se acumulam dentro do aglomerado proporciona um aprendizado coletivo contínuo sobre a tecnologia desenvolvida, colocando-se como uma das vantagens dos arranjos produtivos na competição global (Best, 1990). A inovação descentralizada dentro dos aglomerados relaciona-se a quatro importantes propriedades descritivas que BEST, Michael H. The new competition: institutions of industrial restructuring. Harvard University Press. Cambridge, Massachusetts. 1990. SPÄTH,Brigitte.Implicationsofindustrialdistrictsforupgradingsmallfirmsindevelopingcountries:synthesisofdiscussions inTechnologicaldynamism inindustrialdistricts:analternativeapproachtoindustrializationindevelopingcountries?UnitedNationsConferenceonTradeandDevelopment.NewYork e Geneva, 1994. 6 RABELLOTTI, Roberta. External economies and cooperation in industrial districts: a comparison of Italy and México. Grã Bretanha: The Ipswich Book Company Ltd, 1997. 4 5 14 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais reforçam a aprendizagem e os efeitos criativos do conhecimento prático: a proximidade geográfica da população de firmas, a decomposição do processo produtivo, a sobreposição da vida diária e atividades de produção e a força de trabalho especializada (Bellandi, 1994) . A criação de idéias é um processo social que envolve interação e discussão e pelo qual as informações relevantes para a produção são criadas. Nos aglomerados industriais, a concentração de indústrias, em uma área espacialmente definida, é marcada por um alto grau de interações usuário-produtor, facilitadas por uma freqüente e espontânea seqüência de contatos face-a-face, que são um meio efetivo para a comunicação de conhecimento. As interações viabilizam a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento da capacidade de transformação e de aceitação de inovações de produto e de processo, de forma rápida e a custos mais baixos (Van Dijk, 1994) . A desintegrabilidade do processo de produção em unidades de produção parcialmente autônomas abre espaço para eventos isolados de inovação, que, embora desenvolvidos nos limites de uma específica fase do processo, podem se estender às outras etapas. Configurando uma constelação dinâmica de firmas se ajustando mutuamente. A constelação é dinâmica em dois sentidos: primeiro, no sentido de que as respostas aos novos desafios e oportunidades envolvem uma redefinição contínua das networks interfirmas e dos limites externos do aglomerado; e segundo, que os ajustes no processo apresentam um forte conteúdo de simultaneidade – inovações que emergem em uma das firmas interagem com as demais, modificando as capacidades e oportunidades de produção para o todo e para a firma isolada. Desse ponto de vista, a tecnologia é um desenvolvimento endógeno diretamente relacionado à estrutura social na qual ela está localizada. Para Nadvi (1994), isso tem duas importantes implicações. Primeiro, clusters de pequenas firmas carregam consigoumelementode“conhecimentotácito”socialmentecodificadonoqueserefereàtecnologia,habilidades,produtos e processos, freqüentemente específicos àquela comunidade e acumulado ao longo do tempo. Segundo, inovação é um processo evolutivo, incremental e sistêmico, construído sobre o conhecimento tácito, através de dinâmicas de interação usuário-produtor. 1.1.3. CAPITAL HUMANO DIFERENCIADO: MERCADO DE TRABALHO ESPECIALIZADO E EMPREENDEDORISMO Em um aglomerado industrial, a massa de trabalhadores habilitados e especializados está concentrada, o processo de treinamento ocorre de maneira espontânea e socializada, no nível formal e informal. A especialização dos trabalhadores contribui para incrementar o conhecimento disponível, e a ser compartilhado, para o APL como um todo e para o desenvolvimento industrial, em um contexto de bom funcionamento do mercado de trabalho. A presença de trabalhadores especializados nos limites do aglomerado industrial é sustentada tanto pela oferta quanto de demanda. No lado da oferta, a sobreposição de comunidade e indústria torna mais fácil a formação de uma força de trabalho local especializada (skilled). Paralelamente, a fabricação de produtos customizados e de alta classe, que prevalece nos arranjo produtivo incrementa a demanda por uma força de trabalho especializada. Adicionalmente, a existência dentro do distrito de um grande número de firmas especializadas, com oferta de produtos intermediários e serviços relacionados para um dado grupo de atividades, facilita a formação de firmas subsidiárias, que absorvem as energias criativas não absorvidas pelos fabricantes de produtos finais. Destaque-se também, que uma força de trabalho de alta qualidade influencia positivamente a geração de inovações. De maneira que, o desenvolvimento de profissionais especializados é o limite para uma estratégia de revitalização de pequenas e médias empresas. Como argumentado por Brusco (1989, apud Asheim, 1994, p.234) : “A capacidade de um BELLANDI, Marco. Descentralized industrial creativity in dynamic industrial districts in Technological dynamism in industrial districts: an alternative approach to industrialization in developing countries? United Nations Conference on Trade and Development. New York e Geneva, 1994. 8 VANDIJK,MeinePieter.Theinterrelationsbetweenindustrialdistrictsandtechnologicalcapabilitiesdevelopment:conceptsandissuesinTechnological dynamism in industrial districts: an alternative approach to industrialization in developing countries? United Nations Conference on Trade and Development. New York e Geneva, 1994. 9 ASHEIM,BjornT.Industrialdistricts,inter-firmcooperationandendogenoustechnologicaldevelopment:theexperienceofdevelopedcountriesinTechnological dynamism in industrial districts: an alternative approach to industrialization in developing countries? United Nations Conference on Trade and Development. New York e Geneva, 1994. 7 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 15 sistema de firmas para inovar depende da colaboração entre centenas de firmas e milhares de pessoas em diferentes funçõesediferenteshabilidades.Depende,portanto,decisivamentedoníveldecompetênciaeconhecimentodosmilhares de protagonistas do processo de produção”. Contudo, as pequenas firmas têm recebido pouco benefício dos programas formais de treinamento, pois os programas de capacitação técnica via educação formal quase que exclusivamente dirigem-se às necessidades da indústria moderna, em oposição a mais tradicional, característica dos aglomerados informais, e os trabalhadores treinados normalmente acabam sendo absorvidos pelas grandes empresas, que podem oferecer empregos mais promissores e melhores condições de trabalho, comparativamente às pequenas firmas. Ademais, em aglomerados baseados em setores tradicionais, as habilidades são usualmente adquiridas por meio de treinamento informal ou in-the-job, sendo as habilidades transmitidas de geração para geração. Enquanto que em indústrias de base tecnológica, o treinamento por meio de educação formal provida por escolas técnicas e mesmo educação universitária é significativo. Ressalte-se que essas habilidades são apenas o ponto de partida, uma vez que aglomerações setoriais envolvem várias ou quase todas as etapas relacionadas à manufatura de um produto específico, estão propensas a gerar conhecimento tácito, que vai além do conhecimento científico codificado. Outro aspecto central, no que tange ao capital humano nos APLs, é o empreendedorismo. Nos aglomerados, o empreendedorismo pode resultar de pessoas que, após adquirirem experiência trabalhando em uma das empresas do arranjo, estabelecem seus próprios negócios. Além disso, os trabalhadores podem ser encorajados ou até apoiados por outras empresas do APL no sentido de estabelecer sua própria firma e concretizar empreendimentos que suplementarão as atividades do aglomerado. Freqüentemente considerado como um sexto sentido, algo difícil de se aprender, o empreendedorismo se desenvolve melhoremumambiente propício. A implementação de programas de desenvolvimento de empreendedorismo, buscando ajudar ao empreendedor individual e assumindo que o empreendedorismo competente envolve tanto capacidades tecnológicasquantodegestão,têmobtidoêxitonaconstruçãodeumaculturadetrabalhoautônomoeempreendedorismo e fomento ao investimento produtivo, sendo um importante ingrediente para o crescimento potencial dos APLs (Spath, 1994) . 1.1.4. ACESSO AOS MERCADOS NACIONAL E INTERNACIONAL: VANTAGENS COMPETITIVAS DINÂMICAS Cada vez mais, os países e as empresas que apresentam maior competitividade não são aqueles com acesso aos insumos de custo mais baixo, mas os que empregam a tecnologia e os métodos mais avançados na sua utilização. A estrutura e a evolução dos setores e as maneiras como as empresas conquistam e sustentam a vantagem competitiva nas respectivas áreas de atuação passou a ser o cerne da competição. A vantagem competitiva resulta de uma combinação efetiva de circunstâncias nacionais mais estratégia empresarial. As condições num país podem criar o cenário no qual as empresas podem alcançar vantagem competitiva internacional, mas compete à empresa aproveitar-se dessa oportunidade. Da adoção de uma posição estratégica claramente definida e focada na mudança é que vem a vantagem competitiva. Em termos de competição em produto, processo, materiais e organização, os aglomerados produtivos geralmente se posicionam de duas formas: em um lado estão grupos de firmas dominados por firmas líderes, externas ao APL, que controlam uma das fases finais na cadeia de produção e ditam o design do produto. E ao longo do espectro, um mix de subcontratadores e firmas com design, processos, organização e seleção de materiais independentes. Quanto maior for a capacidade de definição independente, maior é o poder de um APL para coletivamente formatar, em vez de reagir a SPÄTH,Brigitte.Implicationsofindustrialdistrictsforupgradingsmallfirmsindevelopingcountries:synthesisofdiscussions inTechnologicaldynamism inindustrialdistricts:analternativeapproachtoindustrializationindevelopingcountries?UnitedNationsConferenceonTradeandDevelopment.NewYork e Geneva, 1994. 10 16 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais mercados, elevando, assim, as margens de lucro. Nessa perspectiva, tempo, ou seja, viabilidade de longo prazo, é essencial. As firmas que não constroem internamente capacidade para antecipar mudanças e aproveitar as oportunidades perderão espaço para os competidores que o fazem, não importa quão eficientemente alocam recursos dentro das condições preexistentes. Ou seja, no centro da nova competição está a firma empreendedora, definida como uma empresa construída para perseguir melhoria contínua em métodos, produtos e processos e colocar ênfase nos diferentes modos de organização, avançar competitivamente pelo design superior do produto e olhar os mercados do mundo todo (Best, 1990). 1.2. POLÍTICAS PÚBLICAS DIRIGIDAS AOS APLS No que tange à políticas governamentais voltadas ao fortalecimento dos aglomerados industriais existentes, ao agente de políticas cabe prover os fatores externos necessários ao aproveitamento das possibilidades locais, particularmente os fatores cujo provimento extrapola em escala as possibilidades de obtenção a partir dos agentes locais, explorando o potencial de desenvolvimento existente na localidade, (UNCTAD, 1998). Destaque-se que, esse tema deve passar, necessariamente, pela valorização dos níveis governamentais local e regional, mais aptos a incrementarem o desempenho das ações por meio do diálogo e da busca de um consenso entre os vários grupos de interesse. Ou seja, as políticas públicas dirigidas aos APLs devem ser uma ação coordenada, ao longo de um espectro de fatores e atores, visando à construção de um suporte sistêmico para a atividade econômica, ao longo e através das cadeias de valor adicionado, objetivando transformar aglomerados informais de pequenas firmas em arranjos produtivos consolidados. Contudo, deve-se alertar para o risco de uma abordagem top-to-bottom na formulação e implementação de política. Onde o real grupo de interesse é excluído do processo, que se limita a ouvir uma elite, caracterizando-se pela falta de transparência e credibilidade. Essa ausência de suporte por parte do potencial beneficiário pode resultar no enfraquecimento das instituições públicas, paralelamente ao enfraquecimento das interações (Späth, 1994). Para o fortalecimento de clusters setorialmente especializados, os vários atores devem se organizar, institucionalizando mecanismos de resolução de conflitos e negociação, no interior dos aglomerados, de forma a defender seus interesses, fortalecer sua posição política e participar ativamente da formulação de políticas macroeconômicas. Gerando um “círculo industrial coletivo”, por meio de ligações orgânicas entre os atores do cluster - autoridades locais e regionais, instituições de suporte, associações empresariais e sindicatos (Späth, 1994). As intervenções estritamente top-down, visando à reprodução de modelos específicos, não são suficientes. Os problemas tendem a ser específicos para uma região ou setor e requerem respostas feitas sob medida. Isto significa que medidas específicas de fomento deverão ser formuladas e implementadas nos níveis local e regional, envolvendo tanto quanto possível o setor privado. As condições locais deverão orientar as ações locais em uma progressiva mudança em direção à descentralização e flexibilidade - de baixo para cima. Nesse contexto, o nível meso de intervenção representa a área de ação mais apropriada para a promoção dos sistemas produtivos locais de pequenas firmas. 1.3. APOIO AOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS NO BRASIL: O GTP APL O apoio a Arranjos Produtivos Locais, no Brasil, é fruto de uma nova percepção de políticas públicas de desenvolvimento, em que o local passou a ser visto como um eixo orientador de promoção econômica e social. Seu objetivo é orientar e coordenar os esforços governamentais na indução do desenvolvimento local, buscando-se, em consonância com as diretrizes estratégicas do governo, a geração de emprego e renda e o estímulo às exportações. A opção estratégica pela atuação em APLs decorre, fundamentalmente, do reconhecimento de que políticas de fomento a pequenas e médias empresas são mais efetivas quando direcionadas a grupos de empresas e não a empresas Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 17 individualizadas. O tamanho da empresa passa a ser secundário, pois o potencial competitivo advém de ganhos decorrentes de uma maior cooperação entre as firmas. A lógica do apoio aos APLs parte do pressuposto de que diferentes atores locais – empresários individuais, sindicatos, associações, entidades de capacitação, de educação, de crédito, de tecnologia, agências de desenvolvimento, entre outras – podem mobilizar-se e, de forma coordenada, identificar suas demandas coletivas, por iniciativa própria ou por indução de entidades envolvidas com o segmento. Nesse contexto, desde 2004, o Governo Federal passou a organizar o tema Arranjos Produtivos Locais (APL) por meio das seguintes medidas: 1. Incorporação do tema no âmbito do PPA 2004-2007, por meio do Programa 0419 - Desenvolvimento de Micro, Pequenas e Médias Empresas, e 2. Instituição do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP APL) pela Portaria Interministerial nº 200 de 03/08/04, reeditada em 24/10/2005 e 31/10/2006, composto por 33 instituições governamentais e nãogovernamentais de abrangência nacional, entre os quais 12 Ministérios. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o GTP APL conta com o apoio de uma Secretaria Técnica lotada no Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Secretaria do Desenvolvimento da Produção. A atividade desempenhada pelo GTP APL tem foco na implantação da “estratégia integrada” do Governo Federal e instituições parceiras para apoiarem o desenvolvimento de arranjos produtivos locais em todo o território nacional, tornando-os mais competitivos e sustentados, quanto às suas dinâmicas econômica, tecnológica, social e ambiental. Inicialmente, o GTP APL consolidou a identificação dos APLs existentes no País. O primeiro levantamento, realizado em 2004, com base nas informações de 11 instituições do GTP APL, registrou o total de 460 diferentes arranjos produtivos em todo o País. A atualização do levantamento, em 2005, com informações oriundas de 37 instituições governamentais e nãogovernamentais, federais e estaduais, com atuação nesse tema, identificou 957 arranjos. Em 2007, está sendo realizada nova atualização do Levantamento. A fase piloto, que contemplou onze arranjos, a partir do mapeamento de confluência da atuação das 22 primeiras instituições que inauguraram as atividades do GTP APL, buscou, principalmente, partir de um estágio facilitado de integração institucional, preservando as estruturas operacionais já mobilizadas em cada uma das entidades reunidas no GTP. Posteriormente, com o intuito de ampliar a atuação do GTP APL, uma lista de até 5 APLs por Estado, ratificada pelos parceiros estaduais, foi priorizada, totalizando, juntamente com os 11 APLs Pilotos, uma lista de 141 APLs Prioritários, construída considerando, na seqüência: 1. Maior coincidência de indicações feitas pelas instituições parceiras do GTP APL, aplicando uma linha de corte mínima por Estado; 2. Localização das cidades pólos nas mesorregiões estabelecidas pela Câmara de Política Regional de Desenvolvimento Regional da Casa Civil da Presidência da República; e 3. Cálculo dos Quocientes Locacionais (QLs). 1.3.1. ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA ATUAÇÃO INTEGRADA PARA APLS O instrumento central da metodologia de atuação do GTP APL é o Plano de Desenvolvimento Preliminar – PDP, cuja função é expressar, em um único documento, o esforço de reflexão e de articulação local que contemple informações a respeito dos desafios dos APLs e suas oportunidades de negócio; das ações que estão sendo implementadas ou que precisam ser desenvolvidas com vistas a transformar essas oportunidades em investimentos e; dos investimentos que precisam ser 18 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais fortalecidos para o desenvolvimento sustentável das localidades. Para tanto, o processo de construção do Plano de Desenvolvimento único para cada APL, respaldado pela governança local, deve contemplar: 1. Construção de uma base institucional e operacional no âmbito do GTP APL, a partir do envolvimento de suas instituições e seus interlocutores locais, 2. Construção de uma base na localidade – o protagonismo dos atores locais – o GTP APL não interfere diretamente na promoção da governança, 3. Construção de bases institucionais para a atuação integrada das políticas públicas, com a complementaridade de instrumentos institucionais, com vistas ao atendimento das demandas dos APLs, Face às limitações operacionais do GTP e dado que as políticas públicas municipais, estaduais ou regionais exercem grande influência sobre as condições estruturantes dos arranjos, o envolvimento de setores das administrações públicas estaduais no processo de acolhimento de propostas dos arranjos produtivos, bem como nas respectivas articulações e apoios institucionais decorrentes, é fundamental para estimular e comprometer as lideranças dos APLs nos processos de elaboração dos Planos de Desenvolvimento e conseqüentes articulações institucional e empreendedora que viabilizem os investimentos planejados. O proposto evidencia o caráter de descentralização, de colaboração entre os entes federados, o protagonismo institucional e dos atores dos arranjos, bem como envolve os níveis locais e estaduais nessa articulação, integrando suas estratégias. Fundamental ainda é o caráter de publicidade dado ao processo de acolhimento de propostas e conseqüente incremento dos Planos de Desenvolvimento encaminhados, com a expectativa de melhora nas suas formulações. Nesse contexto, o maior desafio do GTP APL será fazer com que os técnicos, e suas respectivas instituições em nível estadual, assumam o comando do processo de desenvolvimento e apoio ao APL do seu Estado. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 19 1. AÇÕES DE APOIO AOS APLS NO PAÍS: INSTITUIÇÕES DO GTP APL 1.1. Agência de Promoção de Exportações do Brasil – APEX Brasil AÇÃO PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES – PROGRAMA DE EXPORTAÇÃO DE CONSÓRCIO (PEC) Área de Atuação: Tipo de Recurso Órgão Responsável: O que é: Acesso ao Mercado Externo Recursos financeiros não-reembolsáveis APEX-Brasil O Programa de Exportação de Consórcio (PEC) tem como objetivo a execução de ações de promoção de exportações de empresas brasileiras. Os PECs devem ser elaborados e apresentados por grupo de empresas organizadas em consórcio formalmente constituído. O PEC viabiliza a realização de uma série de ações com vistas à promoção de exportações de empresas nacionais: 1. Feiras Internacionais – Participação em feiras e eventos setoriais e multissetoriais. O apoio para a participação em feiras se dá no tocante à infra-estrutura (estande, tradutores, limpeza, segurança, layout) 2. Missões Comerciais – Missões empresariais a mercados internacionais, para rodadas e encontros de negócios com potenciais importadores. 3. Projeto Comprador – Vinda de compradores internacionais para visitas ou reuniões de negócios com empresas brasileiras. Geralmente, os compradores internacionais visitam uma feira setorial nacional. 4. Projeto Imagem – Vinda de jornalistas e formadores de opinião para divulgar a Marca Brasil no exterior. 5. Material Promocional – Desenvolvimento de materiais utilizados na promoção de setores e produtos, tais como: catálogos, vídeo, folders, CD-ROM, etc. 6. Inteligência Comercial – Integração de informações nacionais e internacionais estratégicas para orientar as atividades do projeto, utilizando ferramentas de inteligência comercial para prospecção de oportunidades de negócios que norteiem a atuação de empresas no exterior. Beneficiários: Empresas brasileiras. Área de Abrangência: Regional: Qualquer região no território nacional. Qualquer setor de atividade econômica. Como acessar: O consórcio interessado e formalmente constituído deverá apresentar projeto detalhado à APEXBrasil, conforme orientações contidas no seguinte endereço na internet: www.apexbrasil.com.br. A APEX-Brasil procederá à análise do projeto e, em caso de aprovação, deverá ser firmado um convênio com o consórcio proponente. Quem pode participar: Micro, pequenas e médias empresas organizadas formalmente em consórcio. Requisitos: Oconsórcioproponentedeveráverificarseoseusetorouatividadeeconômicapreponderantenão estão contemplados por um Projeto Setorial Integrado (PSI) ou de outro PEC apoiados pela APEXBrasil. Nestes casos, as empresas participantes do consórcio deverão articular-se com a entidade setorial ou com o consórcio de empresas, que já realiza ações no mercado-alvo desejado, no sentido de serem incluídas nas ações de promoção de exportações previstas. O interessado poderá conhecer os projetos setoriais e consorciados já em execução na APEX-Brasil, acessando o link www.apexbrasil.com.br/projetos. A APEX-Brasil financia até 50% dos custos do projeto. Será requerida a contrapartida por parte da instituição ou consórcio proponente. Contato: Sérgio Rodrigues Costa Telefone: (61) 3426-0202 Endereço eletrônico: www.apexbrasil.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: APLs organizados em consórcio de empresas. 20 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES – PROJETO SETORIAL INTEGRADO (PSI) Área de Atuação: Tipo de Recurso Órgão Responsável: O que é: Acesso ao Mercado Externo Recursos financeiros não-reembolsáveis APEX-Brasil O Projeto Setorial Integrado (PSI) tem como objetivo a execução de ações de promoção de exportações de empresas brasileiras. Os PSIs devem ser elaborados e apresentados por instituições privadas sem fins lucrativos representativas de setores da atividade econômica. O PSI viabiliza a realização de uma série de ações com vistas à promoção de exportações de empresas nacionais: 1. Feiras Internacionais – Participação em feiras e eventos setoriais e multissetoriais. O apoio para a participação em feiras se dá no tocante à infra-estrutura (estande, tradutores, limpeza, segurança, layout). 2. Missões Comerciais – Missões empresariais a mercados internacionais, para rodadas e encontros de negócios com potenciais importadores. 3. Projeto Comprador – Vinda de compradores internacionais para visitas ou reuniões de negócios com empresas brasileiras. Geralmente, os compradores internacionais visitam uma feira setorial nacional. 4. Projeto Imagem – Vinda de jornalistas e formadores de opinião para divulgar a Marca Brasil no exterior. 5. Material Promocional – Desenvolvimento de materiais utilizados na promoção de setores e produtos, tais como: catálogos, vídeo, folders, CD-ROM, etc. 6. Inteligência Comercial – Integração de informações nacionais e internacionais estratégicas para orientar as atividades do projeto, utilizando ferramentas de inteligência comercial para prospecção de oportunidades de negócios que norteiem a atuação de empresas no exterior. Beneficiários: Empresas brasileiras. Área de Abrangência: Qualquer região do território nacional. Setorial: Qualquer setor da atividade econômica. Como acessar: A instituição setorial interessada deverá apresentar projeto detalhado à APEX-Brasil, conforme orientações contidas no seguinte endereço na internet: www.apexbrasil.com.br. A APEX-Brasil procederá à análise do projeto e, em caso de aprovação, firmará um convênio com a entidade setorial proponente. Quem pode participar: Micro, pequenas e médias empresas através das entidades representativas de seus respectivos setores da atividade econômica. Requisitos: A instituição proponente deverá verificar se o seu setor e atividade econômica preponderante estão contemplados por um outro Projeto Setorial Integrado (PSI) já apoiado pela APEX-Brasil. Nestes casos, a proponente deverá articular-se com a entidade setorial ou que já realiza ações no(s) mercado(s)-alvo desejado(s), no sentido de ser incluída nas ações de promoção de exportações previstas. O interessado poderá conhecer os projetos setoriais já em execução na APEX-Brasil, acessando o link www.apexbrasil.com.br/projetos. A APEX-Brasil financia até 50% dos custos do projeto. Será requerida contrapartida da entidade setorial proponente. Contato: Sérgio Rodrigues Costa Telefone: (61) 3426-0202 Endereço eletrônico: www.apexbrasil.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Os APLs articulados com as respectivas entidades setoriais de abrangência nacional. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 21 1.2. Banco da Amazônia S.A. – BASA AÇÃO APOIO À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL PARA AGRICUL TORES FAMILIARES Área de Atuação: Formação e Capacitação; Investimento e Financiamento (Conhecimento e Tecnologia) Tipo de Recurso: Recursos Financeiros não-reembolsáveis Banco da Amazônia Órgão Responsável: Visa garantir maior eficiência e cobertura dos serviços de assistência técnica e extensão rural aos O que é: segmentos da Agricultura Familiar, assentados da reforma agrária e comunidades tradicionais, beneficiários do crédito de fomento. Esta ação conta com a parceria do MDA e dos órgãos oficiais de ATER. Beneficiários: Agricultoresfamiliares;assentadosdareformaagráriaecomunidadestradicionais(remanescentes de quilombos; indígenas; ribeirinhos e seringueiros). Área de Abrangência: Regional: Toda a Região Norte, representada pelos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Setorial: Atividades agropecuárias, extrativismo, reflorestamento, manejo florestal de basecomunitária. Como acessar: Apresentandoprojetodetalhadocompedidodeapoiofinanceiro,negociadodeacordocomofoco prioritário definido pelas políticas de atuação do Banco da Amazônia. Quem pode participar: Órgãos oficiais de ATER dos 7 estados da Região Norte. Requisitos: Os convênios para repasse dos recursos são assinados com as empresas oficiais de assistência técnica. Contato: Rosângela Costa – Coordenadora de Relações Institucionais Telefone: (91) 4008-3414 Endereço eletrônico: http://www.bancoamazonia.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: Em 2006 esta ação de Apoio à Assistência Técnica envolveu recursos de R$3 milhões, tendo sido atendidos os estados do Acre, Tocantins, Pará e Rondônia. Ao final de 2006, esta ação será avaliada pelo Banco da Amazônia e MDA, bem como definidas as diretrizes e prioridades para 2007. APLs atendidos: Todos os que forem definidos como prioritários para a Região. 22 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO ELABORAÇÃO DE ESTUDOS SETORIAIS DE CADEIAS PRODUTIVAS REGIONAIS Área de Atuação: Tipo de Recurso: Acesso aos Mercados Interno e Externo Humanos, Estrutura e Conhecimento Órgão Responsável: O que é: Banco da Amazônia São estudos que analisam o mercado e a dinâmica local das principais cadeias produtivas regionais, tendo por objetivo identificar tendências, ameaças e oportunidades de investimento. As informações geradas permitem orientar a tomada de decisão de agentes públicos e privados que atuam na Amazônia ou que desejem realizar investimentos. Beneficiários: Produtores rurais e empresários da região ou de outras regiões que estejam interessados em investir na Amazônia. Área de Abrangência: Regional: Toda a Amazônia Legal envolvendo os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Setorial: Abrangência de cadeias produtivas. Como acessar: PublicaçõesenaBibliotecavirtualdoBancodaAmazônia:http://www.bancoamazonia.com.br/bibliotecavirtual.htm. Já se encontram disponíveis os estudos sobe as cadeias produtivas do Café, Grãos (arroz, milho e soja), Leite, Carne bovina e Pescado. Quem pode participar: Todos os agentes que tenham interesses no desenvolvimento da Amazônia. Requisitos: Ser instituição nacional ou regional com foco de ação em desenvolvimento de APLs. Contato: Marcos Antônio Souza dos Santos – Coordenador de Estudos Setoriais. Telefone: (91) 4008-3443 Endereço eletrônico: http://www.bancoamazonia.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: Os estudos mencionados referem-se às ações do ano de 2006. A partir do exercício 2007 deve-se ampliar o escopo e outras cadeias produtivas regionais serão objetos de análise. APLs atendidos: Todos os APLs definidos como prioritários. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 23 AÇÃO APOIO À PESQUISA Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Formação e Capacitação (Conhecimento) Recursos Financeiros não-reembolsáveis. Banco da Amazônia O Banco da Amazônia incentiva a realização de pesquisas científicas de novas tecnologias voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável e à conservação da biodiversidade regional. Aspesquisassãoumimportanteinstrumentodeinformaçãoparaoplanejamentoeorientaçãodas decisões sobre investimentos do setor produtivo Por meio do Programa de Apoio à Pesquisa são firmadas parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com Universidades e institutos de pesquisa sediados na Amazônia, visando a execução de pesquisas de desenvolvimento sustentável em áreas como agricultura sem queima, recursos florestais, biodiesel, manejo de rios e APLs, entre outros temas de interesse do desenvolvimento científico e tecnológico da Amazônia. Beneficiários: Universidades, empresas e institutos de pesquisa e outros órgãos de excelência, sediados na Amazônia. Área de Abrangência: Regional: Toda a Amazônia Legal envolvendo os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Setorial: Além dos setores da economia também contempla as múltiplas dimensões do desenvolvimento sustentável. Como acessar: O acesso ao Programa de Pesquisa é feito por meio de um contrato ou convênio, diretamente com a Instituição de Pesquisa. Sãoapoiados/encomendadaspesquisasnasseguintesáreastemáticas:processodedesmatamento e queimadas na Amazônia; manejo de recursos naturais renováveis; produtividade e sustentabilidadedasatividadesagropecuárias;estímuloàimplementaçãodeagroindústrias,energiasalternativas, fototerápicos, e identificação de setores-chaves para cada Estado da Região. Quem pode participar: Universidades, Institutos de Pesquisa, Fundações de Apoio à Pesquisa. Requisitos: Instituições de Pesquisa tradicionais sediadas na Amazônia. Contato: Rosângela Costa – Coordenadora de Relações Institucionais Telefone: (91) 4008-3414 Endereço eletrônico: http://www.bancoamazonia.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: Durante o período de 2004 a 2006, foram apoiados 59 projetos de pesquisa envolvendo recursos da ordem de R$ 4.331.330,00. Entre os projetos desenvolvidos, receberam apoio os APLs referentes ao PPT-Plataformas Tecnológicas, realizado em parceria com a ABIPTI/MCT e Secretarias de C&T dos Estados da Amazônia Legal. APLs atendidos: Os que forem definidos como prioritários para a Região. 24 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO CRIAÇÃO DE UMA REDE DE GESTÃO COMPARTILHADA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA – TELEREDE AMAZÔNICA Área de Atuação: Governança e Cooperação Tipo de Recurso: Estrutura e conhecimento. Órgão Responsável: Banco da Amazônia O que é: Éummovimentoestruturadoemrede,formadoporagentesautônomosque,integrados, seco-responsabilizamecooperamtendocomoobjetivocomumodesenvolvimentosustentávelda Amazônia. Foiidealizadaparaservirnapromoçãodoprocessodedesenvolvimentosustentávelda RegiãoAmazônica,entendidocomoaquelequeofereçaoportunidadesdemelhoriadaqualidadede vida para todos que a habitam; leve em conta o conjunto integrado dos diversos setores e localidades da Região; beneficie as gerações atuais e considere as necessidades das futuras. O projeto foi desenvolvido a partir da percepção de que a promoção do desenvolvimento sustentável é complexa demais para ser conduzida por agentes isolados; ela requer a articulação e a cooperação de todos, com base em uma visão de futuro compactuada que expresse os desejos e necessidades dos habitantes da Região, que seja adequada aos interesses do Brasil e benéfica para a humanidade. Assim, a TeleRede funcionará através da articulação de diversas Iniciativas de Gestão Compartilhada (IGCs) já existentes na Região e da criação de novas, formando redes de agentes econômicos, sociais, políticos, culturais e ambientais dedicados à implantação coletiva de programas e projetos de desenvolvimento sustentável. Essas IGCs poderão adquirir formas e dimensões diferenciadas de acordo com as conveniências dos seus objetos de atuação, sejam eles, um territóriodelimitado(estado,microrregião,municípios,arranjosprodutivos,ecossistemasdenegócios, etc); uma cadeia ou um setor produtivo como turismo, indústria, agricultura, pecuária, mineração, transportes, etc.; um tema social como saúde, educação, cultura, esportes, ou outro qualquer, desde que seja relevante para o desenvolvimento com sustentabilidade duradoura. As iniciativas poderão adotar denominações que se julguem as mais apropriadas, tais como, Fóruns, Agências, Conselhos, Redes, Consórcios, etc. Serão os nós da Rede de Gestão Compartilhada. Todas as iniciativas existentes poderão se integrar a Rede, que por sua vez terá também o papel de adensar a sua estrutura, estimulando a formação de novas e diversas iniciativas. O conjunto dessas iniciativas dará origem a um espaço de Gestão Compartilhada na Amazônia Legal, dedicadoàformulaçãodeestratégias,programas,projetoseaçõesintegradoreseimpulsionadores do desenvolvimento sustentável da Região. Beneficiários: Agentes do governo (Federal, Estadual e Municipal), da iniciativa privada e da sociedade civil. Área de Abrangência: Regional: Região da Amazônia Legal, constituída pelos estados do Maranhão, Pará, Tocantins, Amazonas, Amapá, Roraima, Acre, Rondônia e Mato Grosso. Setorial:pretendeserutilizadanaamplitudedasdimensõesdodesenvolvimento(inclusivesetores econômicos). Como acessar: Através de cadastramento na TeleRede Amazônica. Quem pode participar: Qualquer agente interessado no desenvolvimento sustentável da Amazônia, sediado ou não na Região, brasileiro ou não, oriundo das diversas esferas de governos, da iniciativa privada e da sociedade civil. Requisitos: Ser colaborador institucional ou voluntário e ter interesse em participar das iniciativas de desenvolvimento sustentável da Amazônia. Contato: Daniel Correa Raiol - Coordenador de Planejamento Telefone: (91) 4008-3512 Endereço eletrônico: www.bancoamazonia.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: A TeleRede busca formar parcerias inovadoras - uni, bi ou tripartites - constituídas entre governos, meio empresarial e a sociedade civil. APLs atendidos: EstádisponívelparabeneficiarquaisquerAPLsouestruturadeiniciativasdedesenvolvimentolocal. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 25 AÇÃO FINANCIAMENTO AOS SETORES PRODUTIVOS DA AMAZÔNIA Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Reembolsáveis Banco da Amazônia Instrumentos econômicos e financeiros utilizados pelo Banco da Amazônia que concedem financiamentos setores produtivos agropecuário, agroindustrial, industrial, florestal, de turismo, de comércio e serviços, de exportação e de infra-estrutura. Constituem as fontes de financiamentos: 1. Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO): Os recursos do FNO destinam-se ao financiamento das atividades econômicas desenvolvidas em bases sustentáveis na RegiãoNorte.Essesrecursossãooperacionalizadosatravésdedoisprogramasdefinanciamento,o FNO-PRONAF (atende a agricultura familiar) e o FNO-Amazônia Sustentável (contempla todas as atividades dos setores econômicos) – Área de atuação: Região Norte. 2. Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT): Os recursos do FAT atendem, através dos programasPROGERUrbano,PROGERRuralePRONAF,atendemexclusivamente,microepequenos empreendedoresurbanos,profissionaisliberaiseminiepequenosprodutoresrurais,comênfasena agricultura de base familiar. 3. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): Os recursos do BNDES destinam-se às empresas e produtores rurais de mini/micro, pequeno, médio e grande portes que atuam nos segmentos da agropecuária, agroindústria, indústria, turismo, comércio e serviços, infra-estrutura e exportação. 4. Orçamento Geral da União (OGU): Os recursos do Orçamento Geral da União (OGU) atendem, através do PRONAF, agricultores familiares da Região Amazônica, suas cooperativas e associações e pessoas jurídicas formadas exclusivamente de agricultores familiares. 5. Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA): Os recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia são destinados ao financiamento de projetos de infraestrutura de energia, telecomunicações, portos e rodovias. Atuação nos 9 estados da Amazônia Legal. Beneficiários: Agricultores familiares; pescadores artesanais; extrativistas; silvicultores; aqüicultores; pessoas físicas que se caracterizem como produtores rurais; micro e pequenos empreendedores urbanos; profissionais liberais; pessoas jurídicas de direito privado, inclusive empresas individuais, associações e cooperativas e pessoas jurídicas formadas exclusivamente de agricultores familiares. Área de Abrangência: Regional: os recursos do FNO se destinam exclusivamente aos estados da Região Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e as demais fontes de recursos atendem a todos os estados da Amazônia Legal (os estados da Região Norte, o Maranhão e o Mato Grosso) Setorial: todos os setores econômicos (primário, secundário e terciário) Como acessar: AsinformaçõesrelativasaoprocessodefinanciamentodosrecursosdoBancodaAmazôniapodem serobtidasdiretamentenospontosdeatendimentodaInstituiçãolocalizadosemtodaaAmazônia Legal ou no site do Banco www.bancoamazonia.com.br Quem pode participar: Todos os agentes identificados como beneficiários do crédito. Requisitos: Atender as normas e procedimentos administrativos e legais necessários para a habilitação ao crédito. Contato: Daniel Corrêa Raiol - Coordenador de Planejamento Telefone: (0XX91) 4008-3826 Endereço eletrônico: www.bancoamazonia.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: Os recursos de fomento do Banco da Amazônia respondem por aproximadamente 80% de todo o crédito aplicado na Região Norte. APLs atendidos: Podem ser atendidos com os recursos do Banco da Amazônia todos os APLs que sejam definidos como iniciativas de desenvolvimento para a Amazônia. 26 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.3. Banco do Brasil S.A. – BB AÇÃO FINANCIAMENTO DE INVESTIMENTOS Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Reembolsáveis Banco do Brasil a) Proger Urbano Empresarial – financiamento a projetos de investimento e investimento com capital de giro associado, mediante abertura de crédito fixo, que proporcionem geração ou manutenção de trabalho e renda. b) Proger Turismo Investimento – financiamento a projetos do setor turístico, para investimento e investimento com capital de giro associado, mediante abertura de crédito fixo, que proporcionem geração ou manutenção de trabalho e renda. c) Proger Urbano Cooperfat – Financiamento a empreendimentos que promovam a criação de postos de trabalho e a geração e a distribuição de renda por meio dos modelos associativista e cooperativista da área urbana. d) Cartão BNDES – cartão de acesso a financiamento de máquinas e equipamentos industriais, com recursos do BNDES, exclusivamente via internet no site www.cartaobndes.gov.br. e) BNDES Automático – financiamento a projetos de investimento nos setores industrial, de infra-estrutura, de comércio e serviços, de tecnologia e de treinamento. f) Finame Empresarial – financiamento à produção e a comercialização de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES. g) FCO Empresarial – financiamento a projetos de investimento para implantação, ampliaçãoemodernizaçãodeempreendimentosindustriais,agro-industriais,deinfra-estruturaeturísticos, na região Centro-Oeste. h) Leasing – contrato de arrendamento mercantil de veículos, máquinas e equipamentos novos ou usados, com opção ou não de aquisição do bem no final do contrato. O pagamento ao fornecedor é feito à vista, permitindo que o cliente negocie e melhor preço. Beneficiários: Micro e pequenas empresas Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos. Como acessar: Acessando o endereço eletrônico http://www.bb.com.br/appbb/portal/emp/mpe/index.jsp Rede de agências do Banco do Brasil Quem pode participar: Todos os empresários de micro e pequenas empresas. Requisitos: Ser cliente do Banco do Brasil. Contato: Jônatas Leonardo Gomes Ramalho Telefone: (61) 3310-9044 Endereço eletrônico: www.bb.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Todos os APL Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 27 AÇÃO APOIO À INSERÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO COMÉRCIO EXTERIOR Área de Atuação: Tipo de Recurso: Acesso aos Mercados Interno e Externo a) Reembolsáveis b) Humanos c) Estrutura d) Conhecimento Órgão Responsável: Banco do Brasil O que é: a) Proger Exportação – financiamento ao exportador, em moeda nacional, visando estimular a exportação das micro e pequenas empresas e incrementar as exportações brasileiras, através de financiamento à produção nacional de bens, na fase pré-embarque, e do financiamento de despesas com promoção de exportação. b) Programa de Geração de Negócios Internacionais (PGNI) – atendimento diferenciado, por meio de Gerentes de Negócios Internacionais, em todas as fases da operação comercial e financeira, colocando à disposição do cliente produtos e serviços. c)SalasdeNegócioscomoBrasil(espaço,devidamenteequipado,localizadonasagências do BB nas principais praças financeiras do mundo e servem para viabilizar negócios entre exportadores e importadores, promovendo e divulgando produtos e empresas brasileiras) e Balcão de Comércio Exterior (permite às empresas anunciar seus produtos no Portal do BB na internet, para exportar, mediante parceria de transporte internacional). d)ConsultoriaemNegóciosInternacionais,promovendoacapacitaçãodasempresaspara atuar no comércio exterior. Beneficiários: Micro e pequenas empresas Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos. Como acessar: a) Acessando o endereço eletrônico: http://www.bb.com.br/appbb/portal/emp/mpe/index.jsp b) Rede de agências do Banco do Brasil Quem pode participar: Todos os empresários de micro e pequenas empresas. Requisitos: Ser cliente do Banco do Brasil. Contato: Jônatas Leonardo Gomes Ramalho Telefone: (61) 3310-9044 Endereço eletrônico: www.bb.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Todos os APL 28 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO ESTÍMULO E PROMOÇÃO DO APRENDIZADO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, CONTRIBUINDO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO PAÍS. Área de Atuação: Formação e Capacitação Tipo de Recurso: Conhecimento Órgão Responsável: Universidade Corporativa do Banco do Brasil. O que é: Treinamento via web abordando os seguintes temas: a) Recrutamento e processo de seleção: investindo nos funcionários b) Estratégia de crescimento: como avaliar novas oportunidades c) Análise de crédito d) Como abrir e manter sua empresa e) Como analisar a viabilidade do seu negócio f) Cobrança g) Como elaborar o cadastro de clientes h) Como elaborar um plano de negócios para sua empresa i) Como estabelecer política de crédito j) Como superar obstáculos ao abrir um negócio próprio k) Como obter financiamento l) Fluxo de Caixa na gestão da Empresa m) Planejamento Financeiro n) Planejamento e análise de fluxo de caixa o) Planejamento Tributário p) Direitos do Consumidor q) Navegação Web r) Planejamento Financeiro Pessoal Beneficiários: Micro e pequenas empresas Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos. Como acessar: Acessando o endereço eletrônico: http://www.bb.com.br/appbb/portal/emp/mpe/apl/Capacitacao.jsp Quem pode participar: Todos os empresários de micro e pequenas empresas. Requisitos: Computador com acesso à Internet. Contato: Jônatas Leonardo Gomes Ramalho Telefone: (61) 3310-9044 Endereço eletrônico: www.uni.bb.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Todos os APL Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 29 AÇÃO APOIO À DISSEMINAÇÃO DA CULTURA COOPERATIVISTA Área de Atuação: Tipo de Recurso: Governança e Cooperação a) Reembolsáveis b) Estrutura c) Conhecimento Órgão Responsável: Banco do Brasil O que é: a)Financiamentodeinvestimentosemequipamentos,imóveis,veículos,matérias-primas e em outras formas de expansão para cooperativas. b) Serviços de integração aos sistemas Compe e SPB; fornecimento de cheques cooperativos e cartão cooperativo. c) Curso auto-instrucional sobre cooperativismo desenvolvido em mídia impressa, estruturado de forma a facilitar a aprendizagem e oferecer fácil e rápida possibilidade de consulta ao treinando. Beneficiários: Associações e cooperativas urbanas e seus respectivos associados/cooperados (micro e pequenas empresas, com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões, e pessoas físicas). Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos Como acessar: a) Acessando o endereço eletrônico: http://www.bb.com.br/appbb/portal/emp/mpe/index.jsp b) Rede de agências do Banco do Brasil Quem pode participar: Todos os integrantes das associações e cooperativas urbanas e seus associados. Requisitos: Ser cliente do Banco do Brasil. Contato: Jônatas Leonardo Gomes Ramalho Telefone: (61) 3310-9044 Endereço eletrônico: www.bb.com.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Todos os APL 30 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO EMPRÉSTIMOS PARA CAPITAL DE GIRO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Reembolsáveis Banco do Brasil a) BB Giro Rápido – capital de giro composto de modalidade de crédito fixo reutilizável e de crédito rotativo (cheque especial). b) BB Giro Automático – capital de giro para pagamento das compras efetuadas por meio do cartão Ourocard Empresarial. c) Desconto de Cheques – capital de giro, mediante desconto de cheques pré-datados emitidos por terceiros e custodiados no Banco do Brasil. d) Desconto de Títulos – capital de giro, mediante antecipação do recebimento das vendas a prazo de bens e serviços. e) Antecipação de Crédito ao Lojista – ACL Visa – capital de giro, mediante antecipação do valor líquido das vendas com cartões de crédito Visa. f) Cheque Ouro Empresarial – capital de giro, mediante abertura de crédito rotativo. g) Conta Garantida BB – capital de giro, mediante abertura de crédito em conta corrente, sendo que as amortizações podem ser reutilizadas. h) BB Capital de Giro Mix Pasep – capital de giro, mediante abertura de crédito fixo. i) BB Capital de Giro – capital de giro, mediante abertura de crédito fixo. j) BB Giro Décimo Terceiro Salário – capital de giro destinado a financiar o pagamento do 13º salário, incluídos os encargos sociais, das empresas. k) BNDES Capital de Giro – Progeren – capital de giro, destinado a suprir as necessidades das empresas, mediante abertura de crédito em conta corrente. l) FAT Giro Setorial – capital de giro destinado a suprir as necessidades das empresas industriais, mediante abertura de crédito com recursos do FAT, proporcionando a geração ou manutenção de trabalho e renda. m) BB Giro Empresa Flex - Capital de giro na modalidade de crédito fixo, reutilizável, podendo inclusive ser utilizado para pagamento direto ao fornecedor. n) Recebíveis Cartão a Realizar - Adiantamento a estabelecimento afiliado à Visanet, referente a créditos não performados (futuros), tendo como base a série histórica de vendas com cartão dos últimos 12 meses, possibilitando sua alavancagem em até 6 vezes o valor do faturamento médio mensal. Beneficiários: Micro e pequenas empresas Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos. Como acessar: Acessando o endereço eletrônico http://www.bb.com.br/appbb/portal/emp/mpe/index.jsp Quem pode participar: Rede de agências do Banco do Brasil Requisitos: Todos os empresários de micro e pequenas empresas. Contato: Ser cliente do Banco do Brasil. Telefone: Jônatas Leonardo Gomes Ramalho Endereço eletrônico: (61) 3310-9044 Correio eletrônico: www.bb.com.br Observações: APLs atendidos: [email protected] Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 31 > CASOS DE SUCESSO NOVA FRIBURGO A cidade de Nova Friburgo está localizada na região Serrana do Rio de Janeiro e é conhecida como “Suíça brasileira” devido a sua colonização. Há alguns anos, ela se orgulha também de ser a capital nacional da moda íntima. Com a implementação do Pólo de Moda Íntima de Nova Friburgo e Região, as confecções se transformaram na maior indústria empregadora da região. Hoje, as peças produzidas no Pólo de Moda Íntima preenchem uma importante fatia do mercado brasileiro. Em alguns segmentos, o Pólo é responsável por 25% da produção nacional. A estimativa é que seja produzido um total de 114 milhões de peças por ano. Destas, a lingerie representa 91,5% da produção das empresas da região. Os excelentes resultados do Pólo revelam o sucesso do Arranjo Produtivo Local (APL) e a força do desenvolvimento industrial da pequena e média empresa no país. Nesta caminhada otimista, a perspectiva é que o Pólo de Moda Íntima da Nova Friburgo e Região seja líder no mercado nacional até o ano de 2010. Anualmente, Nova Friburgo realiza a Fevest, maior feira de lingerie do Brasil e evento mais importante de moda íntima da América Latina. A Feira é uma grande oportunidade de aproximar compradores e fornecedores e apresentar as principais tendências da estação para moda íntima, praia e fitness. São mais de 5.000 m2 de feira de negócios, mais de 160 estandes e rica programação que inclui desfiles de moda. Mais informações no site www.fevest.com. 32 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais SERIDÓ O Seridó é a região central do Rio Grande do Norte recheada de belezas naturais, forte traços culturais que ditam a deliciosa gastronomia local, destacam a presença marcante da religião, do artesanato diverso e arquitetura peculiar. Se a natureza não dotou a região de abundância em água e terra fértil, a sociedade que aí se desenvolveu é constituída de pessoas e sempre valorizaram a educação, têm iniciativa, são solidárias entre si e sabem se organizar para conquistar o que julgam importante e não se deixam abater pelas adversidades. Um povo com uma cultura muito especial, que sabe construir seus próprios caminhos; sabe o que quer. Com tanto potencial e tantas possibilidades, essa é, sem dúvida, uma região viável. Atualmente, o Seridó é muito valorizado pela qualidade de seus produtos. Tanto que a produção de outras regiões usa a “marca Seridó” para se viabilizar junto aos consumidores. Os primeiros teares chegaram à cidade de Jardim de Piranhas em 1945 e de lá pra cá muita coisa mudou. Os empreendedores da região se organizaram no APL de Tecelagem do Seridó e investiram em inovação do design dos seus produtos,promoveramtreinamentosgerenciaiseconsultoriastecnológicasqueotimizaramtodooprocessoprodutivodas empresas. Os teares rudimentares foram substituídos por máquinas modernas. A produção cresceu e se desenvolveu, conquistando novos mercados. Atualmente, as Tecelagens de Jardim de Piranhas empregam mais de quatro mil pessoas direta e indiretamente e movimentam a economia da região, ajudando a tecer a melhoria da qualidade de vida da comunidade e criando uma perspectiva de um futuro melhor. Quando você escolhe um produto Tecelagens do Seridó está levando, além da qualidade, uma tradição passada de pai para filho há mais de 60 anos. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 33 1.4. Banco do Nordeste do Brasil S.A. – BNB AÇÃO APOIO À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – PRODETEC Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Tecnologia e Inovação Financeiros reembolsáveis Banco do Nordeste do Brasil S.A Quanto ao apoio à Inovação Tecnológica o BNB dispõe do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (PRODETEC): programa de financiamento de longo prazo, com recursos reembolsáveis oriundos do FNE, visando apoiar via concessão de crédito o desenvolvimento de produtos e processos de base tecnológica. Beneficiários: Empresas brasileiras (pessoas jurídicas e empresários registrados na junta comercial), produtores rurais, cooperativas e associações. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Setores econômicos (primário, secundário e terciário). Como acessar: Agências do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Empresas brasileiras (pessoas jurídicas e empresários registrados na junta comercial), produtores rurais, cooperativas e associações. Requisitos: Contato: Cliente consulta. Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: APLs atendidos: Arranjos produtivos de base tecnológica. AÇÃO OFERTA DE PRODUTOS E SERVIÇOS DE CÂMBIO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Acesso aos Mercados Interno e Externo Financeiros reembolsáveis Banco do Nordeste do Brasil S.A Apoio às exportações e importações a partir da concessão de crédito para realização do ACC (adiantamento do valor necessário para produção de mercadorias a serem exportadas), ACE (antecipação de recursos objeto das vendas a prazo logo após o embarque das mercadorias para o exterior), transferências financeiras, câmbio de exportação pronto, cobrança de exportação e de importação, abertura de cartas de crédito e financiamentos para produtos importados. Beneficiários: Exportadores (pessoa física ou jurídica) e Importadores(pessoa física ou jurídica). Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Setores econômicos (primário, secundário e terciário). Como acessar: Agências do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Exportadores e Importadores que invistam na área de atuação do BNB. Requisitos: Atender aos normativos legais imprescindíveis para habilitação ao crédito. Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: APLs atendidos: Todos os arranjos produtivos definidos como prioritários pelo GTP APL. 34 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO APOIO A PROGRAMAS E PROJETOS QUE VISEM PRESTAR ASSISTÊNCIA TÉCNICA ÀS ATIVIDADES PRODUTIVAS Área de Atuação: Formação e Capacitação Tipo de Recurso: Financeiros reembolsáveis e não-reembolsáveis Órgão Responsável: Banco do Nordeste do Brasil S.A O que é: O Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) contempla o apoio financeiro a programas e projetos que visem prestar assistência técnica ou social a atividades produtivas que resultem em benefício para as populações mais carentes do Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Beneficiários: Universidades, Institutos de Pesquisa, Empresas de Extensão Rural, Organizações Não Governamentais e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Como acessar: Agências e Superintendências do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Universidades, Institutos de Pesquisa, Empresas de Extensão Rural, Organizações Não Governamentais e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Requisitos: Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: OsrecursosdoFDRsãogerenciadospeloEscritórioTécnicodeEstudosEconômicosdoNordeste–ETENE. APLs atendidos: - AÇÃO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - AGENTES DE DESENVOLVIMENTO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Humano e Conhecimento. Banco do Nordeste do Brasil S.A Participar da estruturação da economia regional, de forma a apoiar a estruturação de projetos produtivos ligados a APL’s, articulando com a comunidade e parceiros institucionais a solução dos pontos críticos desses projetos, conhecendo localmente a dinâmica econômica dos territórios de sua área de atuação, facilitando o acesso aos financiamentos e viabilizando, com parceiros, ações complementares ao crédito. Beneficiários: Agentes produtivos. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Setores econômicos (primário, secundário e terciário). Como acessar: Superintendências Estaduais do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Agentes produtivos organizados de forma associativa, cooperativa ou em grupos produtivos. Requisitos: Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: Realizar consulta às Superintendências Estaduais do BNB para verificar as atividades produtivas que foram priorizadas pelo Banco do Nordeste para desenvolvimento das ações territoriais. APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 35 AÇÃO APOIO ÀS AÇÕES CULTURAIS PROMOVIDAS NA ATUAÇÃO DO BNB Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Financeiros reembolsáveis e não reembolsáveis; Conhecimento. Banco do Nordeste do Brasil S.A O PROGRAMA BNB DE CULTURA tem os seguintes objetivos: 1. Promover a participação da comunidade nos projetos culturais apoiados pelo BNB; 2. Apoiar prioritariamente a realização de projetos culturais que estão fora da evidência do mercado e que contemplem a cultura popular nordestina; 3. Promover a realização de projetos culturais nos municípios da área de atuação do BNB menos providos de atividades relacionadas à cultura. Beneficiários: Artistas atuantes nas seguintes áreas: Música, Literatura, Artes Cênicas, Artes Visuais e Audiovisual. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Como acessar: As ações de apoio à cultura local promovidas pelo Banco do Nordeste estabelecem-se tanto na forma de patrocínio direto à produção e à difusão de manifestações culturais, quanto por meio de linhas de financiamento e de ações estratégicas que promovam diretamente a possibilidade de participação da comunidade nordestina no movimento cultural da região. Quem pode participar: Artistas atuantes nas seguintes áreas: Música, Literatura, Artes Cênicas, Artes Visuais e Audiovisual. Requisitos: Vide regulamento disponível nas agências do Banco do Nordeste. Contato: Cliente consulta. Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco _ Observações: APLs atendidos: - AÇÃO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO NO NORDESTE – PRODETUR/NE Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Financeiros reembolsáveis. Banco do Nordeste do Brasil S.A Programa de crédito que tem por objetivo criar condições favoráveis à expansão e melhoria da qualidade da atividade turística na Região Nordeste, bem como melhorar a qualidade de vida das populações residentes nas áreas beneficiadas. Beneficiários: Setor Público estadual e municipal. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Turismo. Como acessar: Superintendências Estaduais do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Setor Público estadual e municipal através do financiamento de obras de infra-estrutura (saneamento, transportes, urbanização e outros), projetos de proteção ambiental e do patrimônio histórico e cultural, projetos de capacitação profissional e fortalecimento institucional das administrações de estados e municípios. Requisitos: Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: A partir da implementação do PRODETUR/NE pretende-se lançar bases para o desenvolvimento organizado e contínuo da atividade turística na Região. APLs atendidos: - 36 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO FINANCIAMENTOS AO SETOR PRODUTIVO E À INFRA-ESTRUTURA SÓCIO-ECONÔMICA REGIONAL Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Financeiros reembolsáveis Banco do Nordeste do Brasil S.A Apoio mediante concessão de produtos e serviços bancários a projetos inseridos em arranjos produtivos locais e cadeias produtivas que tenham por objetivo explorar as potencialidades e vocações da Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo, e contribuam para a redução das desigualdades regionais. As fontes de recursos para operacionalizar essa ação são oriundas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Em 2007, os programas do FNE apoiarão os setores rural, industrial, agroindustrial, turismo, comércio, serviços e infra-estrutura por intermédio dos programas de crédito abaixo relacionados: 1. RURAL: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Rural do Nordeste. 2. AQÜIPESCA: Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Aqüicultura e Pesca no Nordeste. 3. PROFROTA: Programa de Financiamento, Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional. 4. INDUSTRIAL: Programa de Apoio ao Setor Industrial do Nordeste. 5. AGRIN: Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Agroindústria do Nordeste. 6. PROATUR: Programa de Apoio ao Turismo Regional. 7. COMÉRCIO E SERVIÇOS: Programa de Financiamento para os Setores Comercial e de Serviços. 8.PROINFRA:ProgramadeFinanciamentoàInfra-EstruturaComplementardaRegiãoNordeste. 9. PRODETEC: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico. 10. FNE-VERDE: Programa de Financiamento à Conservação e Controle do Meio Ambiente. 11. PRONAF: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar O FAT – INFRA-ESTRUTURA realiza apoio financeiro para implantação, ampliação, recuperação e modernização da infra-estrutura econômica nos setores de energia, telecomunicações, saneamento, transporte urbano e logística, estimulando o investimento e o emprego na área de atuação do Banco do Nordeste. Beneficiários: FNE:Produtoresruraisdequalquerporte,associaçõesformalmenteconstituídasecooperativasde produtores rurais; Micro, pequenas, médias e grandes empresas. FAT: Empresas privadas nacionais; empresas nacionais de qualquer porte, sob controle de capital estrangeiro; administração pública direta e indireta, em nível Estadual ou Municipal. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Setores econômicos (primário, secundário e terciário). Como acessar: Agências do Banco do Nordeste. Quem pode participar: TodososagentesprodutivosqueatendamàscondiçõeslegaisestabelecidaspeloSistemaFinanceiro. Requisitos: Atender aos normativos legais imprescindíveis para habilitação ao crédito. Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: Todos os arranjos produtivos definidos como prioritários pelo GTP APL. APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 37 AÇÃO FUNDO DE APOIO ÀS ATIVIDADES SÓCIO-ECONÔMICAS DO NORDESTE – FASE Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Financeiros: não-reembolsáveis Banco do Nordeste do Brasil S.A O objetivo do FASE corresponde à prestação de apoio financeiro a projetos que possuam as seguintes finalidades: 1. Realização de pesquisas; 2. Desenvolvimento de atividades que visem a promoção e divulgação de oportunidades de investimentos no Nordeste; 3. Realização de simpósios, seminários e exposições; 4. Edição e co-edição de obras técnicas, científicas ou culturais, bem como divulgação e promoção da distribuição dessas obras; 5. Promoção das exportações nordestinas; 6. Assistência técnica e gerencial às pequenas e médias empresas da Região e às cooperativas de produtores. Beneficiários: Universidades, Institutos de Pesquisa e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Como acessar: Em contato com as agências e superintendências do Banco do Nordeste. Quem pode participar: Universidades, Institutos de Pesquisa e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Requisitos: Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: APLs atendidos: - 38 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO OFERTA DE SERVIÇOS FINANCEIROS E DE ASSESSORIA EMPRESARIAL AO SETOR MICROEMPRESARIAL Área de Atuação: Investimento e Financiamento – PROGRAMA CREDIAMIGO Tipo de Recurso: Financeiros reembolsáveis Órgão Responsável: Banco do Nordeste do Brasil S.A O que é: O Crediamigo é um Programa de Microcrédito Produtivo Orientado o qual está direcionado a atender pessoas físicas e jurídicas que desenvolvam atividades produtivas de pequeno porte, destinadas à produção, comercialização de bens ou prestação de serviços, além de oferecer assessoria empresarial e técnica ao empreendedor para definição da necessidade de crédito, bem como seu melhor aproveitamento e aplicação. Beneficiários: Pessoasquetrabalhemporcontaprópria,empreendedoresqueatuamgeralmentenosetorinformal daeconomia. OCrediamigotambémfacilitaoacessoaocréditoàspessoasdeperfilempreendedor que tenham interesse em iniciar uma atividade produtiva, através dos bancos comunitários. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Industrial, comercial e de serviços. Como acessar: Agências e postos de atendimento do CrediAmigo. Quem pode participar: Todos os micro empreendedores que atendam às condições legais estabelecidas pelo Programa. Requisitos: 1. Atender aos normativos legais imprescindíveis para habilitação ao crédito. 2. Formar um grupo de amigos confiáveis (grupo solidário), que possuam ou queiram iniciar uma atividade e morem ou trabalhem próximos. Garantia do crédito por intermédio do aval solidário. Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: Somente os APLs que atuem nos setores industrial, comercial e serviços. APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 39 AÇÃO APOIO À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA - FUNDECI Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Tecnologia e Inovação Financeiros não-reembolsáveis Banco do Nordeste do Brasil S.A Quanto ao apoio à Inovação Tecnológica o BNB dispõe do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECI), o qual corresponde ao aporte de recursos não reembolsáveis para a realização de pesquisas tecnológicas e a difusão de seus resultados. Beneficiários: Universidades, Institutos de Pesquisa e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Área de Abrangência: Regional: Região Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo. Setorial: Setores econômicos (primário, secundário e terciário). Como acessar: Mediante concorrência via edital. Quem pode participar: Universidades, Institutos de Pesquisa e outras entidades que estejam em conformidade com as condições técnicas e legais estabelecidas pelo Banco do Nordeste. Requisitos: Aporte de recursos restrito a instituições sem fins lucrativos, não podendo prover recursos diretamente a empresas com fins industriais/comerciais, embora estas possam estar surgindo de incubadoras de empresas e desenvolvendo novas tecnologias. Contato: Cliente consulta Telefone: 0800 783030 Endereço eletrônico: http://www.bnb.gov.br Correio eletrônico: http://www.bnb.gov.br/ Canais de atendimento/ Fale Conosco Observações: Os recursos do FUNDECI são gerenciados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE. APLs atendidos: Arranjos produtivos de base tecnológica. 40 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.5. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES ÁREA DE ATUAÇÃO: INVESTIMENTO E FINANCIAMENTO Ação 1: Política de Comunicação O BNDES vem desenvolvendo uma série de ações para se aproximar das MPME, tais como: • Trein@BNDES - Ferramenta de comunicação integrada que utiliza a Internet na disseminação do conhecimento sobre as formas de apoio indireto automático do BNDES. VER: http://www.bndes.gov.br/treinaBNDES.asp • Eventos de Fomento • Postos de Informações - O BNDES, para apoiar a MPME, estabeleceu parcerias com diversas instituições de classe empresarial para a criação de Postos de Informações, com o objetivo de divulgar informações sobre suas formas de financiamento. Os Postos de Informações são instalados nas dependências das entidades parceiras e o atendimento aos empresários é realizado por funcionários da entidade parceira treinados pelo BNDES. http://www.bndes.gov.br/empresa/telefones/postos.asp Ação 2: Financiamentos Tipo de Recurso: FinanceiroReembolsável.Excepcionalmente,poderealizaroperaçõesnão-reembolsáveisatravés dos programas e fundos específicos, obedecidas as condições ali estabelecidas. Órgão Responsável: BNDES O que é: VER TABELA ANEXA Beneficiários: O BNDES financia as empresas brasileiras de qualquer porte e as empresas estrangeiras desde que tenham sede e administração no país Destacaremos aqui as principais formas de apoio do BNDES para micro, pequenas e médias empresas de controle nacional. Área de Abrangência Regional: Todos, ver condições específicas no sítio do BNDES. http://www.bndes.gov.br Setorial: Ver condições específicas no sítio do BNDES. http://www.bndes.gov.br Como acessar: As operações podem ser contratadas diretamente com o BNDES e/ou de forma indireta com as instituições financeiras credenciadas como repassadoras de recursos do BNDES. Operações Diretas: Via de regra as operações diretas são realizadas através do FINEM, para valores superiores a R$ 10 milhões. As solicitações devem encaminhadas por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Enquadramento - enviada pela empresa interessada, ou quando for o caso, por intermédio da instituição financeira credenciada de sua preferência, ao: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Área de Planejamento-AP Departamento de Prioridades-DEPRI Av. República do Chile, 100 - Protocolo Térreo CEP: 20031-917 Rio de Janeiro, RJ Operações Indiretas: Os interessados em realizar as operações devem se dirigir à instituição financeira credenciada, o banco de sua preferência e/ou de seu melhor relacionamento comercial para negociar a operação, assim como para verificar quais os documentos e informações necessários para que ele possa avaliar e aprovar o crédito. A instituição financeira credenciada será a responsável pela análise da concessão do crédito, assim como pelo encaminhamento da operação de financiamento ao BNDES, para aprovação e posterior liberação dos recursos. Quem pode participar: MPME legalmente constituídas. Financiam-se os investimentos fixos necessários para sua implantação física, mas não os gastos para a sua criação/ legalização. Requisitos: Ver condições específicas no sítio do BNDES. http://www.bndes.gov.br Contato: Telefone: 21 2172 8800 Endereço eletrônico: www.bndes.gov.br Correio eletrônico: [email protected] [email protected] Observações: APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 41 FINALIDADE Aquisiçãodemáquinaseequipamentos,nacionais novos e capital de giro associado FINAME Aquisiçãodemáquinaseequipamentosnacionais novos para setor agropecuário FINAME AGRÍCOLA LINHA ESPECIAL (vigência até 30/06/2007) MODERFROTA (vigência até 30/06/2007) Aquisição de máquinas e equipamentos para dinamização do setor de bens de capital e modernização da indústria e do setor de saúde FINAME MODERMAQ (vigência até 31/12/2007) Aquisiçãodemáquinaseequipamentosnovos,de fabricação, credenciados no BNDES via Leasing FINAME LEASING Aquisição de caminhões, chassis e carrocerias de caminhões de fabricação nacional PROCAMINHONEIRO (Vigência até dezembro de 2007) & FINAME BENSDEPRODUÇÃO CARTÃOBNDES MÁQUINA E EQUIPAMENTOS CAMINHÕES EXPORTAÇÃO 42 FORMASDEFINANCIAMENTO Financia a produção nacional de bens a serem exportados em embarques específicos Pré-embarque Financia a produção nacional de bens a serem exportados, associada a um Compromisso de Exportação, para um período de 6 a 12 meses; Pré-embarque Ágil Financia a produção nacional de bens a serem exportados, sem vinculação com embarques específicos, mas com período pré-determinado para a sua efetivação Pré-embarque Especial Financia a comercialização de bens produzidos no Brasil, por micro, pequenas e médias empresas através de empresa exportadora (empresa âncora) Pré-embarque Empresa Âncora Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais Aquisição COMERCIALIZAÇÃO (vigência até 31/07/2007) & CARTÃO BNDES Investimentos de até R$ 10 milhões BNDES AUTOMÁTICO SOFTWARE PROJETOS DE INVESTIMENTO Investimentos agrícolas Investimentos coletivos Aumento da produção, do emprego e da massa salarial CAPITAL DE GIRO PRODEAGRO (vigência até 30/06/2007) MODERINFRA (vigência até 30/06/2007) MODERAGRO (vigência até 30/06/2007) PROLAPEC (vigência até 30/06/2007) PRODEFRUTA (vigência até 30/06/2007) PROPFLORA (vigência até 30/06/2007) PRODECOOP (vigência até 30/06/2007) PROINCO PROGEREN Promoção da competitividade das empresas do setor industrial PROCOMP (vigência até 31/12/2007) Fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio da concessão de financiamentos aos seus cooperados PROCAPCRED (vigência até 30.06.2007) Refinanciamento de insumos agrícolas PROINSA (vigência até 31.03.2007) Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 43 1.6. Banco S.A. – BRADESCO AÇÃO LINHAS DE CRÉDITO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS - APLS Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Investimento e Financiamento Financeiros Reembolsáveis Banco Bradesco 1 - Capital de Giro – APL: Operação de Crédito destinada à atender as necessidades de Capital de Giro das MPEs participantes de APL. 2 - Capital de Giro – Rotativo – APL: Operação de Crédito destinada à atender as necessidades de Capital de Giro das MPEs participantes de APL. 3 - Capital de Giro - Linha de Crédito destinada a financiar o ciclo operacional e honrar compromissos como compra de matérias-primas, mercadorias, pagamento a fornecedores, salários e encargos com pessoal, tributos, etc. 4 - Conta Garantida Tradicional: É um limite que fica disponível em conta-corrente, pronto para ser utilizado. 5 - Conta Garantida Renovação Automática: Modalidade destinada às MPEs. É ideal para quem não gosta de burocracia, pois permite que as renovações do limite sejam realizadas automaticamente sem a necessidade de nova assinatura em contrato e consulta de crédito. 6 - Conta Garantida CTF – Controle de Telefrotas – Postos Conveniados: Sua empresa pode conceder os créditos dos Recebíveis CTF performados, como garantia da operação. O limite é concedido em conta vinculada e à medida que a empresa necessitar de crédito, basta entrar em contato com o gerente e solicitar a transferência. 7 - Conta Garantida Cartão Visa Vale: Esse limite tem como objetivo garantir os pagamentos dos créditos efetuados nos cartões. 8 - Progeren: É uma linha de financiamento destinada a aumentar a produção, o emprego e a massa salarial, através de apoio financeiro, na forma de capital de giro, para MPEs. 9 - CDC – APL: Operação de Crédito para atender as necessidades das MPEs Participantes de APL, na aquisição de Máquinas e Equipamentos Novos e Usados 10 - Leasing: Com o Leasing Bradesco a sua Empresa pode gerar receita através da posse e uso demáquinas,equipamentos,veículosnovosouusados,modernizandoeampliandosuacapacidade produtiva. Além disso, não há incidência de IOF, com isso, os valores das parcelas ficam ainda menores. 11 - CDC – Crédito Direto ao Consumidor: Trata-se de uma linha de crédito que está diretamente ligada ao financiamento para a compra de bens novos e usados. 12 – Descontos / Antecipação de Recebíveis - É uma linha de crédito que possibilita antecipar os valores de suas vendas a prazo. Dessa forma, você terá recursos imediatos para reforçar o caixa de sua empresa, podendo antecipar duplicatas, recebíveis visa e cheques pré-datados, com muita agilidade e segurança. 13 - Fiança: É um compromisso contratual, no qual o Banco garante, como fiador, o cumprimento de obrigações de seus Clientes (afiançados) perante terceiros (beneficiários). 14 - Vendor: É uma modalidade que consiste em disponibilizar um limite global de crédito para as empresas terem a opção de vender a prazo e receber à vista de seus clientes, utilizando recursos do Banco. Por permitir prazos de pagamento mais vantajosos, garantindo a satisfação dos clientes, essa operação poderá gerar aumento nas vendas da sua empresa. 15 - Compror: É um limite de crédito para o financiamento do estoque de sua Empresa. Por meio desse limite você efetua suas compras, negociando as melhores condições de preço. Além de escolher o prazo mais adequado para fazer o pagamento ao Bradesco, não há incidência de CPMF na liberação da operação, pois os recursos são creditados à vista pelo Banco, diretamente ao fornecedor. 16 - BNDES Automático: Financiamento de longo prazo com valor de até R$ 10 milhões, destinados a projetos de investimentos para implantação, ampliação, recuperação e modernização de ativos fixos nos setores: indústria, comércio e prestação de serviços. 44 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 17 - FINAME Automático: Financiamento a produção e a comercialização de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES / FINAME e financiamento para aquisiçãodecaminhões,caminhões-tratores,cavalos-mecânicos,reboques,semi-reboques,chassis e carrocerias para caminhões, aí incluídos semi-reboques tipo dolly e afins, carros-fortes e equipamentosespeciaisadaptáveisachassis,taiscomoplataformas,guindastes,betoneiras,compactadores de lixo e tanques, novos e cadastrados no Credenciamento de Fabricantes Informatizados – CFI do BNDES. 18 - Cartão BNDES: Financiar os investimentos das MPEs. Vantagens: Crédito rotativo pré-aprovado para aquisição de bens de produção. (www.cartaobndes.gov.br). Beneficiários: Micro, Pequenas e Médias Empresas inseridas nos APLs. Área de Abrangência: Regional: Todo o território nacional. Setorial: Todos os setores econômicos. Como acessar: 1. Acessando o endereço eletrônico (www.bradesco.com.br) 2 . Rede de agências do Banco Bradesco. Quem pode participar: Correntistas do Banco Bradesco S.A. Requisitos: Ser correntista e possuir cadastro atualizado. Contato: Rivelino Berlezi / Esdras Nunes da Cruz Telefone: (11) 3684.4193 / (11) 3684.4150 Endereço eletrônico: Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Grupo prioritário: “APLs” selecionados pelo GTP APL e pelo Bradesco. Total em maio/2007 de 173 APLs, espalhados pelo território nacional. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 45 AÇÃO PRODUTOS E SERVIÇOS DE CÂMBIO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Acesso aos Mercados Interno e Externo Financeiros reembolsáveis Banco Bradesco S/A 1-CâmbioImportação-CartadeCréditodeImportação:Definidacomouminstrumentodegarantia internacional emitido por uma instituição financeira a pedido de um importador e em favor de um exportador. 2 - Câmbio Importação - Financiamento à importação de Longo Prazo (PROGRAMAS): Financiar as empresasbrasileirasnaaquisiçãodemercadoriaseserviçosnoexterior,utilizandorecursosdisponibilizadospororganismosinternacionais.Temcomoobjetivoincentivaraexportaçãodemercadorias eserviçosdeseupaísdeorigem.Essesorganismos,tambémconhecidoscomoagênciasdeincentivo às exportações “ECAs”, são apoiados por Governos ou Agentes Financeiros Públicos. 3 - Câmbio Exportação - ACC - Adiantamento sobre Contrato de Câmbio - Mercadorias a Embarcar: Financiaroexportadorbrasileiropreviamenteaoembarquedasmercadoriasouprestaçãodeserviços. Tem como objetivo principal apoiar a empresa na produção dos bens a serem exportados. 4 - Câmbio Exportação - ACE - Adiantamento sobre Contrato de Câmbio Mercadoria Embarcada: Financiaraempresaexportadorademercadoriasouprestadoradeserviçosdequalquernatureza,após oembarqueefetivado.Portratar-sedeumadiantamentocombaseemmercadoriasjáembarcadas, é necessário que os documentos de embarque sejam apresentados ao Banco para a realização da cobrança no exterior. 5 - Câmbio Exportação - ACC Insumos ou ACC Indireto: Financiar a empresa Fabricante / Fornecedoradematéria-primaouprodutointermediárioedematerialdeembalagens,consideradosinsumosao processoprodutivofinaldemercadoriaaserexportada.Orecursoéadiantadomediante“desconto” da duplicata em moeda estrangeira que comprove o fornecimento para o exportador final. 6 - Câmbio Exportação - BNDES – EXIM Pré-embarque: Financiamento em moeda nacional, com recursos do BNDES, destinado aos exportadores, na fase pré-embarque, para a produção de bens e mercadorias com, no mínimo, 60% de matéria-prima nacional. 7 - Câmbio Exportação – BNDES EXIM Pré-embarque Especial: Financiamento em moeda nacional, comrecursosdoBNDES,destinadoaosexportadores,nafasepré-embarqueparaproduçãodebens e mercadorias com, no mínimo, 60% de matéria-prima nacional e que tenham previsão de aumento da produção para o mercado externo, em comparação aos últimos 12 meses. 8 - Câmbio Exportação: - BNDES EXIM Pós-embarque: Financiamento em moeda nacional, com recursosdoBNDES,concedidoàsempresasparacomercializaçãodemercadorias,benseserviçosjá exportados,cujosexportadoresnecessitemdeapoioparaajustarprazose/oucondiçõesdepagamento com seus clientes. 9 - Câmbio Exportação – BNDES EXIM Pré-embarque Curto Prazo: FinanciamentoemmoedanacionalcomrecursosdoBNDES,destinadoaosexportadores,nafasepréembarque, para a produção de bens e mercadorias com, no mínimo 60% de matéria prima nacional, com prazo de pagamento de até 180 dias. 10 - Câmbio Exportação - NOTA DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO/CÉDULA DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO – NCE / CCE: Financiar recursos em moeda nacional, utilizando como lastro futuras exportações. Ambasrepresentamumcompromissodepagamentoemdinheiro,porintermédiodaemissãodetítulo de crédito com lastro em produtos de exportação. A correção do financiamento tem como base os índices do mercado financeiro brasileiro fixados pelo Conselho Monetário Nacional. Beneficiários: Micro,PequenaseMédiasEmpresasExportadoras(pessoafísicaoujurídica)eImportadoras(pessoa física ou jurídica). Área de Abrangência: Regional: Todo o Território Nacional Setorial: todos os setores econômicos Como acessar: Acessando o endereço eletrônico http://www.bradescocambio.com.br/index.asp Rede de agências do Banco Bradesco Quem pode participar: Micro, Pequenas e Médias Empresas Exportadoras e Importadoras. Requisitos: Atender aos normativos legais imprescindíveis para habilitação ao crédito. 46 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais Contato: Telefone: Endereço eletrônico: Correio eletrônico: Observações: APLs atendidos: http://www.bradescocambio.com.br/index.asp [email protected] Grupo prioritário: “APLs” selecionados pelo GTP APL e pelo Bradesco. Total em Maio/2007 de 173 APLs, espalhados pelo território nacional. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 47 AÇÃO PROGRAMA DE PREPARAÇÃO NO ATENDIMENTO ÀS MPEs Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Formação e Capacitação Conhecimento Banco Bradesco S.A. 1 – Módulo de Treinamento para atendimento de crédito as MPEs: Inserção de um módulo de treinamento em nossa grade de cursos dos Gerentes de pessoa Jurídica, que visa o atendimento às MPEs inseridas em Arranjo Produtivo Local. • Público treinado: todos os Gerentes Pessoa Jurídica das Agências Varejo em todo o Brasil (maio / 2007). 2 - Formatação de convênios específicos. • Negociação direta com as Entidades de Classe, Sindicatos Locais, Federações de Indústrias e órgãos do Governo. • Acordos já firmados: FIESP em São Paulo, Sebrae Nacional, Sebrae RJ (maio / 2007) e Sindvel MG. 3 - Criação de plataforma com Gerente de Relacionamento exclusivo para atendimento às Empresas dos APLs. • Capacitação em curso específico de nossos Gerentes de Contas PJ com apoio do SEBRAE NA, para atendimento diferenciado e exclusivo aos APLs; • Início FEV/2006, em 11 APLs nos Estados: ES, MG, MS, PA, PB, e SP com possibilidade de expansão para todos Estados da Federação, a partir do 2º Semestre 2007; 4 - Atuação junto aos Arranjos Produtivos Locais, dos 11 Gerentes de Relacionamentos; • Prospecção de negócios nos 11 Arranjos Produtivos Locais nos Estados: ES, MG, MS, PA, PB, e SP. 5 - Desenvolvimento de Cartilha para orientação ao acesso a Crédito, priorizando os setores de Madeira e Móveis, Metal-Mecânico, Têxtil, Mármores e Granitos, Cerâmica e Turismo. • A cartilha priorizará a divulgação dos critérios de enquadramento adotados pelo Bradesco para a liberação de linhas de Crédito, conscientização sobre a utilização adequada dessas linhas, dentro da real necessidade das Empresas. Em elaboração conjunta com Sebrae Nacional com previsão de liberação e divulgação em 2007. Beneficiários: Micro, Pequenas e Médias Empresas inseridas nos APLs. Área de Abrangência: Todo o território nacional. Como acessar: Quem pode participar: Gerentes das Agências Varejo e os gerentes de contas Pessoa Jurídica. Requisitos: Contato: Rivelino Berlezi e Esdras Nunes Telefone: (11) 3684-4150 ou (11) 3684-4193 Endereço eletrônico: Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Grupo prioritário: “APLs” selecionados pelo GTP APL e pelo Bradesco. Total em Maio / 2007 de 173 APLs, espalhados pelo território nacional. 48 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.7. Caixa Econômica Federal – CAIXA AÇÃO GIROCAIXA RECURSOS CAIXA (OP. 704) Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Beneficiários: Área de Abrangência: Financiamento para capital de Giro Reembolsável CAIXA Linha de crédito exclusiva para capital de giro Micro, pequena e médias empresas. Regional: Nacional Setorial: Como acessar: Quem pode participar: Clientes CAIXA Requisitos: Participação dos sócios como co-devedores. Contato: Telefone: Endereço eletrônico: Correio eletrônico: Observações: Máximo de R$ 100.000,00 APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 49 1.8. Confederação Nacional da Indústria – CNI AÇÃO PROCOMPI Área de Atuação: Tipo de Recurso: Todas as áreas, de acordo com a demanda dos empresários Financeiro não-reembolsáveis; exigida contrapartida. Contrapartida diferenciada por região geográfica: Estados do Sul e Sudeste: Financiado: 40% Contrapartida: 60% (exigido 20% das empresas) Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste: Financiado: 60% Contrapartida: 40% (exigido um valor mínimo das empresas) Coordenação nacional: CNI e SEBRAE nacional Execução das ações: Federação das Indústrias (e/ou IEL estadual) e SEBRAE estadual. Nosso site: www.cni.org.br/procompi OProcompiéumprogramadeapoioàcompetitividadedasmicroepequenasindústrias,resultante de uma parceria entre a CNI e o SEBRAE nacional. O Programa apóia projetos concebidos pelas Federações Estaduais de Indústrias, em parceria com a unidade regional do SEBRAE e empresas industriais e/ou sindicato industriais. Seu foco estratégico é a atuação nos Arranjos Produtivos Locais (APLs). Os projetos Procompi organizam a demanda das empresas, levantam seus problemas, mediante processo participativo e aplicação de diagnósticos estruturados, e elaboram e executam um Plano de Ação para superar as dificuldades do setor. Os projetos visam: 1. Formar núcleos setoriais que estimulem a cooperação entre as empresas, para discussão e enfrentamento dos problemas comuns; 2. Promover o encadeamento entre grandes e pequenas indústrias, visando a melhoria do relacionamento interempresarial e a capacitação dos fornecedores; 3. Atender a ações estruturantes no APL; 4. Atender a ações específicas priorizadas pelos empresários. Pressupostos estratégicos do Procompi: 1. O fortalecimento das micro e pequenas indústrias no contexto do seu território e do setor produtivo que ali se encontra; 2. Atuação em ações coletivas, estimulando o desenvolvimento de projetos estruturantes e incrementais no âmbito de Arranjos Produtivos Locais – APLs. O Procompi é gerenciado pela CNI e pelo SEBRAE nacional, com participação do IEL nacional. Há um Comitê Estadual, composto pelos representantes da Federação (e/ou IEL estadual), do SEBRAE estadual e demais parceiros no território. Nova fase 2006-2009: Projetos com prazo máximo de 2 anos. Fase de planejamento concluída, com definição das prioridades conjuntas da Federação e do SEBRAE estadual, apresentação de pré-propostas de projetos e propostas de projetos. Previsão de apoio a 66 projetos, em 24 estados. Considerando a lista dos APLs prioritários do GTP-APL - Previsão de atendimento no período 20062009: 1. Madeira e Móveis – Rio Branco AC 2. Cerâmica Vermelha – Rio Branco – AC 3. Madeira e Móveis – Brasília DF 4. Cerâmica – Açu – RN 5. Madeira e Móveis – Boa Vista – RR 6. Metalmecânico – SC 7. Construção Civil – Aracaju – SE Órgão Responsável: O que é: 50 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais Beneficiários: Micro e Pequenas empresas industriais (com até 99 empregados) Área de Abrangência: Regional: Setorial: Como acessar: ProjetossãoapresentadospelasFederaçõesdeIndústria,emparceriacomosSEBRAEsestaduais,de acordo com a matriz de prioridades conjuntas Quem pode participar: Somente as Federações de Indústrias, em parceria com os SEBRAEs estaduais. Requisitos: Contato: Suzana Squeff Peixoto Silveira (CNI) e Kelly Pinho Sanches (SEBRAE) Telefone: (61) 3317-9483 e (61) 3348-7352 Endereço eletrônico: www.cni.org.br Correio eletrônico: [email protected], [email protected] e [email protected] Observações: Fase 2000-2002: 99 projetos de 17 setores em 24 estados. Projetos com prazo de 8 meses Fase 2004-2006: 53 projetos (27 setoriais e 26 APLs) de 17 setores em 19 estados. Projetos com prazo de 8 meses, aditados por mais 10 meses. APLs atendidos: APLs já atendidos no período 2004-2006: 1. Madeira e Móveis – Rio Branco AC 2. Confecções – Salvador – BA 3. Confecções-Redes de dormir – Jaguaruana – CE 4. Cerâmica – Russas CE 5. Confecções – Uniformes – Brasília – DF 6. Confecções – Colatina – ES 7. Móveis – Linhares 8. Biotecnologia – Belo Horizonte – MG 9. Móveis – Cuiabá – MT 10. Confecções-Redes de dormir – São Bento – PB 11. Apicultura – São Raimundo Nonato - PI 12. Confecções – Apucarana – PR 13. Madeira e Móveis – União da Vitória 14. Rochas Ornamentais – Sto Antônio de Pádua – RJ 15. Cerâmica – Açu – RN 16. Madeira e Móveis – Boa Vista – RR 17. Metalmecânico – Panambi – RS 18. Cerâmica – Itabaiana – SE Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 51 1.9. Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF AÇÃO APOIO À ESTRUTURAÇÃO DE APLS Áreas de Atuação: Tipos de Recursos: Órgão Responsável: O que é: Investimento, Governança, Cooperação, Tecnologia, Inovação, Formação e Capacitação. Não-reembolsáveis, Humanos; Estrutura; e Conhecimento. Codevasf A Codevasf é uma instituição pública vinculada ao Ministério da Integração Nacional tendo por finalidade a promoção do desenvolvimento agrícola, agropecuário e agroindustrial nos Vales dos rios São Francisco e do Parnaíba. Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das populações residentes na suas áreas de atuação, a Codevasf investe em obras de infra-estrutura e na vocação existente em cada região (estruturação de APL´s), por meio do agronegócio integrado, gera emprego, renda e promove a melhoria da qualidade de vida das populações. Beneficiários: Diretos:pequenosprodutoresrurais,agriculturafamiliaresuasorganizações.Indireto:apopulação do território onde está inserido o APL. Regional: Vales do São Francisco e do Parnaíba (MG, BA, PE, SE, AL, PI e MA). Área de Abrangência: Setorial: Agropecuária - Apicultura, Aqüicultura, Ovinocaprinocultura, Bioenergia, Avicultura, Bovinocultura, Fruticultura, Mandiocultura e Cachaça; Turismo e Artesanato. Como acessar: Apresentação das propostas às 7 Superintendências Regionais da CODEVASF, nos estados, para análise do pleito pelos técnicos. Demandas discutidas em fóruns regionais com a participação de produtores e suas organizações e entidades públicas e privadas da governança local. Análise da inserção da ação no planejamento e programas regionais e estaduais. Quem pode participar: Pequenos produtores rurais e da agricultura familiar e suas organizações Requisitos: Uma vez alocado o recurso para o projeto a ação será desenvolvida por meio de execução direta da CODEVASF ou em parceria formal (convênio – IN nº 1/97), obedecida a Lei n° 8.666 para as aquisições de bens e contratação de serviços. Contatos: Kênia Régia Anasenko Marcelino, Antonio Luiz de Oliveira C. da Silva e Paulo França Bergamaschi Telefones: 61 – 3312-4679 e 3312-4632 Endereço eletrônico: www.codevasf.gov.br/http://www.codevasf.gov.br/programas_acoes/desenvolvimento-territorial Correio eletrônico: [email protected] Observações: Gerência de Desenvolvimento Territorial APLs atendidos: Apicultura,Aqüicultura,Ovinocaprinocultura,Bioenergia,Avicultura,Bovinocultura,Fruticultura, Mandiocultura e Cachaça; Turismo e Artesanato. 52 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais > CASOS DE SUCESSO APL DE PISCICULTURA EM ALAGOAS A Codevasf, desde o final da década de 70, vem implementando ações para o desenvolvimento da aqüicultura no vale do São Francisco, na região do Baixo São Francisco. Naquela época, em função da necessidade da produção de insumos básicos, a Empresa implantou a Estação de Piscicultura de Itiúba, em Alagoas. O objetivo da unidade é a produção de alevinos destinados a povoamento de reservatórios e rios, incrementando, também, os empreendimentos comerciais e fornecimento de assistência técnica a produtores, além de outras atividades. Diante do desenvolvimento da piscicultura, como geradora de trabalho e renda, a Codevasf iniciou diversas outras ações com a implantação do Projeto de Estruturação do Arranjo Produtivo Local de Aqüicultura no estado. Em 2004, suas ações de maneira abrangente na cadeia produtiva, criando a ambiência necessária com o estabelecimento de parcerias com diversos órgãos e entidades ligadas à atividade piscícola, como Sebrae/AL, Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário do Estado de Alagoas (Seagri), Embrapa, Secretaria Especial de Aquicultua e Pesca da Presidência da República (SEAP/PR), Câmara Setorial de Aqüicultura do Baixo São Francisco, Universidade Federal de Alagoas, Banco do Brasil, dentre outros. Por meio de ações com as instituições parceiras, foram investidos, desde 2004, recursos da ordem de R$ 3.640.000,00 (três milhões e seiscentos e quarenta mil reais), contemplando temas como marketing, tecnologias, capacitação, gestão, infra-estruturas pública e especializada. Em parceria com a Secretaria de Programas Regionais do Ministério da Integração Nacional, governo do estado de Alagoas, SEAP/PR, Prefeituras Municipais de Pão de Açúcar e Penedo, Distritos de Irrigação e outros parceiros, a Codevasf implantou e/ou fornece suporte técnico a unidades de capacitação e produção de peixes em tanques-rede nos municípios de Olhos D’Água do Casado, Delmiro Gouveia, Penedo, Pão-de-Açúcar e Piaçabuçu; consolidou a piscicultura nos perímetros irrigados de Boacica e Itiúba, com a implantação de unidades demonstrativas em tanques escavados e capacitação de produtores; realizou o censo aqüícola no estado de Alagoas; e está concluindo duas Unidades de Beneficiamento de Pescado (Pão de Açúcar e Penedo) e o Centro de Referência em Aqüicultura do Baixo São Francisco – CERAQUA/SF. Destaca-se também dentre as ações, a recente inauguração de um pólo educacional da Universidade Federal de Alagoas na cidade de Penedo, com o curso de Engenharia de Pesca, com 80 alunos inscritos. A iniciativa vai garantir técnicos especializados na piscicultura regional. O APL Piscicultura Delta do São Francisco, formado pelos municípios de Jequiá da Praia, Coruripe, Feliz Deserto, Piaçabuçu, Penedo, Igreja Nova, Porto Real do Colégio, São Braz, São Sebastião, Belo Monte, Traipu, Pão de Açúcar, Piranhas, Olho D’Água do Casado, Piranhas e Delmiro Gouveia, vem produzindo grandes transformações ocasionadas pelo desenvolvimento de várias atividades. Nos últimos três anos, a produção de pescado nesses municípios teve um crescimento percentual de 147,89%, sendo que, somente nos últimos dois anos, o aumento do número de piscicultores foi de 69,9%, atualmente formado por 333 produtores. O APL de Aqüicultura representa uma ótima oportunidade para o desenvolvimento do país, com opções produtivas aos produtores rurais, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, comunidades tradicionais e integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB. UnidadedeBeneficamentodePescado-Penedo Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais Unidade de Produção – Olho D’Água do Casado 53 > CASOS DE SUCESSO CASOS DE SUCESSO – ARTESANAL – BIOJÓIAS A Codevasf conta com vários casos de sucesso por meio do Projeto Amanhã, dentre esses, destaca-se o Grupo de Jovens Artesãos do Baixo São Francisco dos municípios de Neópolis, Pacatuba e Ilha das Flores, em Sergipe. Graças à atuação do projeto, eles foram capacitados na confecção de biojóias a partir de sementes de plantas nativas da região, resultando numa alternativa de trabalho e renda. O Grupo recebeu todas as orientações necessárias para produzir as peças. A matéria-prima é colhida, seca e beneficiada, dando origem a diversos produtos artesanais, como pulseiras, colares, brincos, cintos, bolsas, chaveiros e outros. Em alguns acessórios são utilizados, também, a casca de côco seco. Antes da transformação em biojóias, as sementes passam por uma seleção. Aquelas que se encontram em condições apropriadas de germinação são destinadas ao viveiro de mudas, que também é conduzido pelos jovens. A capacidade de produção depende da demanda das diversas associações da região. As peças são comercializadas no atacado e no varejo, inclusive exportadas. O êxito do Grupo demonstra o alcance social nas ações da Codevasf por meio do Projeto Amanhã nas bacias hidrográficas do São Francisco e do Parnaíba, por intermédio das sete Superintendências Regionais da Companhia. O objetivo do projeto é capacitar os jovens rurais, na faixa etária de 14 a 26 anos, em ações de apoio aos APLs. A proposta é atender os filhos de pequenos agricultores inseridos nos Perímetros de Irrigação e áreas adjacentes, visando a sua permanência no local de origem e sua inserção no mercado de trabalho, em conformidade com os programas sociais do governo federal. Desde sua criação em 1993, foram capacitados cerca de 15 mil jovens. Desse total, cerca de 15% foram inseridos no mercado de trabalho, após concluírem cursos profissionalizantes realizados em parceria com organizações da sociedade civil e privada das regiões de abrangência da Empresa, em diversas áreas, com prioridade em ovinocaprinocultura, apicultura, piscicultura, informática, artesanato, fruticultura e outros, em sintonia com os APLs desenvolvidos pela Codevasf. 54 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais APL DE FRUTICULTURA DE JUAZEIRO-PETROLINA (EXEMPLO DE PÓLO DE DESENVOLVIMENTO) O sucesso do pólo de desenvolvimento Juazeiro (BA)/Petrolina (PE) é o resultado de uma série de fatores, que foram equacionados para imprimir o desenvolvimento sustentado da agricultura irrigada. O clima seco e a disponibilidade de recursos hídricos próximos, aliados a uma topografia pouco acidentada e com terras aptas ao uso da irrigação foram determinantes para a instalação do perímetro irrigado. A baixa fertilidade dos solos da região foi corrigida durante a implementação dos projetos. A proximidade de uma estrutura urbana também contribuiu para a oferta de serviços de apoio às atividades do setor primário e atendeu às necessidades básicas de saúde, educação e lazer, o que até hoje favorece a atração de grupos empresariais para a região. A localização próxima aos grandes mercados e portos marítimos da região Nordeste é considerada outro ponto favorável. Além disso, a existência de uma unidade de pesquisa agrícola da Embrapa colaborou para o desenvolvimento da região, assegurando o apoio tecnológico necessário a sua implementação. Uma das importantes conquistas para o pólo foi a instalação das Superintendências Regionais da Codevasf em Juazeiro e Petrolina. A Companhia soube avaliar o potencial do pólo e modificou a estratégia até então adotada nos projetos públicos de irrigação, baseada no assentamento de pequenos produtores e no cultivo de produtos tradicionais. No novo modelo, os produtores empresários passaram a integrar o processo de produção e a desenvolver produtos de alto valor agregado. Para alcançar esse nível de excelência, foram realizadas pesquisas de mercado e definidos os cultivos que ofereceriam melhores vantagens comparativas. Outro fator fundamental para o desenvolvimento da região foi o apoio político, que contribuiu para que fossem disponibilizados créditos adequados aos produtores, construção e melhorias das estradas de acesso e rede de energia, construção de aeroporto internacional e aperfeiçoamento de serviços urbanos como: hospitais, escolas, universidades, comércio, cinema e teatro. Atualmente, os Perímetros Públicos Irrigados do Pólo Juazeiro/Petrolina são responsáveis por 60% da manga (69 mil t) e 50% da uva de mesa (31 mil t) exportadas pelo Brasil, o que representa cerca de US$ 110 milhões. História As duas cidades irmãs, separadas pelo rio São Francisco, remontam sua trajetória de sucesso ao início da atuação da Comissão do Vale do São Francisco (CVSF), 1948-1950, quando por meio da produção agrícola e extensão rural proporcionaram o crescimento da pecuária, da produção de algodão e de cebola na região. Após atuar por mais de 10 anos nessa direção, a CVSF passou a investir em projetos de irrigação de maior escala (sistemas de irrigação pública), decorrência da criação, em dezembro de 1959, da Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Esses empreendimentos favoreceram a industrialização da região, que por volta de 1965, teve a construção de dois projetospiloto de irrigação recomendados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO): o de Bebedouro/PE e o de Mandacaru/BA. Com a expansão desses dois projetos e a implantação de outros quatro, Maniçoba, Curaçá e Tourão, na Bahia, e Senador Nilo Coelho, em Pernambuco, a área irrigada atingiu 100 mil hectares. A região produz anualmente entre 180 e 200 mil toneladas de frutas, gerando um valor bruto de aproximadamente US$ 480 milhões, dos quais cerca de US$ 180 milhões são exportados. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 55 1.10. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA AÇÃO APOIAR OS APLS QUE POSSUAM DEMANDA TECNOLÓGICA DO SETOR AGROPECUÁRIO Áreas de Atuação: - Tecnologia e inovação em agropecuária; - Formação e Capacitação; - Governança e cooperação (a Embrapa é a coordenadora do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária – SNPA), que inclui Empresas Estaduais de Pesquisa Agropecuária, Universidades, ONGs, entre outras instituições. Tipos de Recursos: - Conhecimento - Estrutura: 39 Unidades de Pesquisa Agropecuária localizadas em todo o território brasileiro – www.embrapa.br Órgão Responsável: A Embrapa Transferência de Tecnologia (www.embrapa.br/snt) O que é: A Embrapa Transferência de Tecnologia é a Unidade da Embrapa responsável por agilizar o processo de disponibilização dos conhecimentos e tecnologias gerados na Empresa. Veja o Catálogo de ProdutoseServiçosdaEmbrapa:www.embrapa.br/catalogo,lançadoemnovembrode2006eque se encontra em fase de alimentação. Para atender às demandas identificadas no âmbito dos APLs, a Embrapa Transferência de Tecnologia negociará com as Unidades cuja(s) competência(s) estará(ao) sendo demandada(s). Beneficiários: Os APLs do setor agropecuário. Área de Abrangência: - Todo o território nacional. - A Embrapa conta com estruturas (Labex) nos Estados Unidos e França, além de um Escritório na África. Como acessar: - O Núcleo Estadual de Apoio aos APLs pode formalizar, por meio de correspondência, interesse em contar com a contribuição da Embrapa no atendimento de demanda(s) tecnológica(s) do setor agropecuário. Quem pode participar: - Os componentes do NúcleoEstadualdeApoioaosAPLsedosprópriosAPLsdosetoragropecuário. Requisitos: Como a Embrapa não tem capilaridade suficiente para atuação no âmbito municipal, é altamente recomendávelqueasestratégiasdeatendimentodasdemandasagropecuáriasenvolvaminstituições de assistência técnica e de extensão rural (ATER), públicas e/ou privadas. Sempre que possível a Embrapa atuará numa estratégia de “multiplicadores”, que poderão ser os técnicos de ATER. Contatos: Cristina Oliveira ou Ynaia Bueno Telefones: (61) 3448-4147 ou 3448-4341 Endereço eletrônico: www.embrapa.br ou www.embrapa.br/snt Correio eletrônico: [email protected] ou [email protected] Observações: APLs atendidos: Alguns dos APLs estaduais priorizados pelo MDIC já contam com a participação de Unidades de pesquisa da Embrapa. 56 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.11. Instituto Euvaldo Lodi – IEL AÇÃO AÇÕES EM AGLOMERAÇÕES PRODUTIVAS (CADEIAS PRODUTIVAS E ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS – APL) Área de Atuação: Todas desde que interesse da indústria • Acesso aos Mercados Interno e Externo • Formação e Capacitação • Tecnologia e Inovação • Governança e Cooperação • Qualidade e Produtividade Ação: Ações em Aglomerações Produtivas (Cadeias Produtivas e Arranjos Produtivos Locais – APL) Tipo de Recurso: • Humanos • Estrutura • Conhecimento Órgão Responsável: Instituto Euvaldo Lodi - IEL O que é: Ações em 99 APL para o desenvolvimento empresarial e fortalecimento da base sindical por meio de: • Mobilização e sensibilização • Diagnósticos e estudos setoriais • Planejamento estratégico • Informação e oportunidades • Capacitação empresarial • Organização do APL (governança) • Estágio e bolsas • Consultoria especializada • Execução de ações e projetos • Apoio à internacionalização Beneficiários: Empresas industriais, sindicatos empresariais e liderança empresarial Área de Abrangência: Todos os estados brasileiros Como acessar: Solicitar informações ao IEL do estado ou ao IEL Nacional Quem pode participar: Requisitos: Contato: Rodrigo Weber Telefone: 61 3317-9433 Endereço eletrônico: http://iel.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: • Agro-indústria • Biotecnologia / Fármacos • Calçados • Cerâmica / Construção Civil • Eletroeletrônica • Gemas e Jóias • Madeira e Móveis • Metal-mecânico • Metalurgia e Fundição • Petróleo e Gás • Químicos e Plásticos • Rochas Ornamentais • Tecnologia da Informação • Têxtil e Confecções Outros: Fruticultura, Indústria Gráfica, Gesso / Cal / Calcário e Fogos de Artifício Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 57 AÇÃO PROCOMPI (2007-2009) Área de Atuação: Todas desde que interesse da indústria • Acesso aos Mercados Interno e Externo • Formação e Capacitação • Tecnologia e Inovação • Governança e Cooperação • Qualidade e Produtividade Ação: PROCOMPI (2007-2009) Tipo de Recurso: • Humanos • Estrutura • Conhecimento Órgão Responsável: Instituto Euvaldo Lodi - IEL O que é: Apoio à execução do Programa, fruto da parceria entre a CNI e o Sebrae, para a organização e atendimento da demanda das empresas com o foco em projetos setoriais e de qualificação de Beneficiários: fornecedores Empresas industriais, sindicatos empresariais Área de Abrangência: Território Nacional Como acessar: Solicitar informações ao IEL e/ou Federação da indústria do estado Quem pode participar: Requisitos: Contato: Rodrigo Weber Telefone: 61 3317-9433 Endereço eletrônico: http://iel.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: • Cerâmica • Madeira e móveis • Construção Civil • Cosméticos • Metal-mecânico • Couro • Papel e celulose • Cachaça • Laticínios • Confecções • Serrarias • Sorvetes • Rochas ornamentais • Bebidas artesanais • Mel • Metal-sanitário • Água mineral • Panificação 58 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO EMPREENDE CULTURA Área de Atuação: Todas desde que interesse da indústria • Acesso aos Mercados Interno e Externo • Formação e Capacitação • Tecnologia e Inovação • Governança e Cooperação • Qualidade e Produtividade Ação: Empreende Cultura Tipo de Recurso: • Humanos • Estrutura • Conhecimento Órgão Responsável: Instituto Euvaldo Lodi - IEL O que é: Estratégiainovadoraparaodesenvolvimentosustentável,usandocomoelementosindutoresacultura, a inovação e o empreendedorismo gerando vantagens competitivas para o setor industrial. Beneficiários: Empresas industriais, sindicatos empresariais. Área de Abrangência: AC BA MG RJ RN SP PR RS Como acessar: Solicitar informações ao IEL do estado. Quem pode participar: Requisitos: Contato: Rodrigo Weber Telefone: 61 3317-9433 Endereço eletrônico: http://iel.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: • Madeira e móveis • Transformação plástica e brinquedos • Confecções • Fogos de Artifícios • Gemas e jóias • Água mineral • Bordados • Malhas • Calçados Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 59 AÇÃO SST em APL Área de Atuação: • Formação e Capacitação • Tecnologia e Inovação • Governança e Cooperação • Qualidade e Produtividade Ação: SST em APL Tipo de Recurso: • Humanos • Conhecimento Órgão Responsável: Instituto Euvaldo Lodi - IEL O que é: Mobilização de empresas localizadas em APL para serem capacitadas com boas práticas de gestão em Saúde e Segurança no Trabalho – SST. Beneficiários: Empresas industriais, sindicatos empresariais. Área de Abrangência: Como acessar: Solicitar informações ao IEL do estado. Quem pode participar: Requisitos: Contato: Rodrigo Weber Telefone: 61 3317-9433 Endereço eletrônico: http://iel.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: • Alimentos • Calçadista • Ceramista • Construção civil • Construção naval • Madeireira • Marmoraria • Metalurgia • Metal-mecânico • Papel • Plástico • Vestuário 60 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.12. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO AÇÃO APOIO À SUPERAÇÃO DE BARREIRAS TÉCNICAS ÀS EXPORTAÇÕES NO ÂMBITO DA COORDENAÇÃO DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL DO INMETRO Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; e Qualidade e Produtividade. Tipo de Recurso: Recursos Humanos, Estrutura e Conhecimento. Órgão Responsável: Inmetro – MDIC O que é: O objetivo é auxiliar na adequação dos produtos brasileiros quanto à composição, embalagem, rotulagem e contribuir para a exportação regional e internacional, evitando perdas de escala, custos adicionais de armazenagem em portos, custos adicionais de transporte e não conformidade de produtos no mercado, por meio de: 1. Orientação para utilização do Alerta Exportador e seus serviços (Alerta Exportador, Denuncie Barreiras Técnicas; FAQ e Exigências Técnicas Países x Produtos). 2. Informação das exigências técnicas de outros países. 3. Tratamento das denúncias de barreiras técnicas. 4. Notificação dos regulamentos brasileiros à OMC. Beneficiários: Pequenas, médias e grandes empresas Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar: Site do Inmetro ou Ouvidoria. Quem pode participar: Qualquer empresa Requisitos: Não há Contato: Ouvidoria Telefone: 08002851818 Endereço eletrônico: http://www.inmetro.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Atualmente, encontra-se em negociações um Protocolo de Intenções entre o Inmetro, Petrobrás, Secretaria de Ciência e Tecnologia de São Paulo, Agência de Desenvolvimento Político Econômico da Região de Piracicaba, Centro de Tecnologia Canavieira e Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, com foco no APL de Álcool de Piracicaba (SP). O objetivo é a elaboração de estudos destinados a padronização e desenvolvimento de materiais de referência com rastreabilidade internacional para álcool anidro e álcool hidratado. Outros APLs atendidos: Madeira e Móveis de Ubá, e de Paragominas; Confecções de Jaraguá, de Goiânia e de Nova Friburgo; e Rochas Ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 61 AÇÃO INSERÇÃO SUSTENTÁVEL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NOS PROGRAMAS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE NO ÂMBITO DA DIRETORIA DA QUALIDADE DO INMETRO Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Formação e Capacitação; Tecnologia e Inovação; e Qualidade e Produtividade. Tipo de Recurso: Recursos Humanos, Estrutura e Conhecimento Órgão Responsável: Inmetro – MDIC O que é: Programas de Avaliação da Conformidade, Educação a Distância (EAD), Programa de Análise de Produtos, RH Avaliação da Conformidade, Acidentes de Consumo, Portal do Consumidor, Disseminação de informações técnicas (palestras, folders, cartilhas etc). O objetivo é prover às empresas do setor produtivo, os órgãos regulamentadores, e consumidores, de programas de avaliação da conformidade às normas e regulamentados técnicos visando ao aumento da competitividade, a concorrência justa e a proteção do cidadão. Beneficiários: Pequenas, médias e grandes empresas Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar: Site do Inmetro ou Ouvidoria. Quem pode participar: Qualquer empresa Requisitos: Não há Contato: Ouvidoria Telefone: 08002851818 Endereço eletrônico: http://www.inmetro.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: APL de Móveis de Marco (CE), em 2006, no qual foi realizada uma apresentação sobre o Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade do Inmetro, com a participação de 90 empresários da região. Outros APLs atendidos: Madeira e Móveis de Ubá, e de Paragominas; Confecções de Jaraguá, de Goiânia e de Nova Friburgo; e Rochas Ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. 62 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ÂMBITO DA COORDENAÇÃO DE PLANEJAMENTO Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Formação e Capacitação; Tecnologia e Inovação; e Qualidade e Produtividade. Tipo de Recurso: Recursos Humanos, Estrutura e Conhecimento Órgão Responsável: Inmetro – MDIC O que é: Objetiva orientar e dar suporte às empresas, por meio de: 1. Oficina de sensibilização e capacitação relativas ao desenvolvimento da metodologia de planejamento, 2. Orientação em Noções Básicas de Gerenciamento de Projetos, 3. Orientação em Sistema de Medição de Desempenho Organizacional (Indicadores), 4. Acesso a Biblioteca, Consultas técnicas no âmbito do Inmetro (normas, notas técnicas dentre outros), Disponibilização de fórum eletrônico de discussão, 5. Divulgação de produtos de informação sobre os APLs em eventos que tenham a participação do Inmetro. Beneficiários: Pequenas, médias e grandes empresas Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar Site do Inmetro ou Ouvidoria. Quem pode participar: Qualquer empresa Requisitos: Não há Contato: Ouvidoria Telefone: 08002851818 Endereço eletrônico: http://www.inmetro.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Realizado no APL de Confecções de Jaraguá (GO), em 2005, treinamento para 70 empresários de Jaraguá-Metodologiadeplanejamento,Elaboraçãodeprojetoseacompanhamentodeindicadores; bem como Seminários sobre certificação e têxtil. Outros APLs atendidos: Madeira e Móveis de Ubá, e de Paragominas; Confecções de Jaraguá, de Goiânia e de Nova Friburgo; e Rochas Ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 63 AÇÃO CALIBRAÇÃO E ENSAIO NO ÂMBITO DA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DO INMETRO Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Tecnologia e Inovação; e Qualidade e Produtividade. Tipo de Recurso: Recursos Humanos, Estrutura e Conhecimento Órgão Responsável: Inmetro – MDIC O que é: Objetiva viabilizar a calibração de instrumentos e de padrões e a realização ensaios, para os APLs, compondo um conjunto de serviços oferecido pelo Inmetro e orientação para a utilização desses serviços, com curso de Capacitação (Como Utilizar Equipamentos de Medição). Beneficiários: Pequenas, médias e grandes empresas Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar: Site do Inmetro ou Ouvidoria Quem pode participar: Qualquer empresa Requisitos: Não há Contato: Ouvidoria Telefone: 08002851818 Endereço eletrônico: http://www.inmetro.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Madeira e Móveis de Ubá, e de Paragominas; Confecções de Jaraguá, de Goiânia e de Nova Friburgo; e Rochas Ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. 64 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO APOIO AOS APLS NO ÂMBITO DA INCUBADORA E DO PARQUE TECNOLÓGICO - RECÉM CRIADA DIRETORIA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Formação e Capacitação; Tecnologia e Inovação; e Qualidade e Produtividade. Tipo de Recurso: Recursos Humanos, Estrutura e Conhecimento Órgão Responsável: Inmetro – MDIC O que é: Objetiva dar orientação e suporte às empresas por meio da Incubadora de Projetos do Inmetro: 1. Orientação e suporte na gestão de empresas, 2. Mapeamento de processos, 3. Ações em Qualidade, inclusive em áreas como Marketing e Finanças, 4. Utilização da rede de contatos da incubadora do Inmetro, o que possibilitará alavancar negócios para os APLs, 5. Orientação dos gestores e empreendedores nas questões de localização e solicitação de testes e ensaios de produtos, 6. Possibilidade de disponibilização de um módulo da Incubadora para que seja montada uma Unidade de Gestão de Negócios para APLs. Beneficiários: Pequenas, médias e grandes empresas. Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar: Site do Inmetro ou Ouvidoria Quem pode participar: Qualquer empresa Requisitos: Não há Contato: Ouvidoria Telefone: 08002851818 Endereço eletrônico: http://www.inmetro.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Madeira e Móveis de Ubá, e de Paragominas; Confecções de Jaraguá, de Goiânia e de Nova Friburgo; e Rochas Ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 65 1.13. Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT AÇÃO PROGEX – PROGRAMA DE APOIO TECNOLÓGICO Á EXPORTAÇÃO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Tecnologia e Inovação 77% de recursos não reembolsáveis e 23% de contrapartida da empresa (caso padrão) Finep, MCT, MDIC e Sebrae Progex - Programa de Apoio Tecnológico à Exportação. Tem como objetivo fortalecer, principalmente, as micro, pequenas e médias empresas brasileiras. Contribui para sua inserção e expansão nomercadointernacionale,simultaneamente,reduzseuíndicedemortalidadecomoexportadora. O foco do programa está na adequação de produtos para atender às exigências específicas de um determinadomercadoexterno,frenteaaspectoscomo:melhoriadaqualidade,reduçãodecustos, embalagem,design,atendimentoàsnormastécnicas,qualificaçãotécnicaparacertificaçõesinternacionais e cumprimento de exigências e superação de barreiras técnicas. Beneficiários: Micro, pequenas e médias empresas. Área de Abrangência: Nacional. O Progex opera em rede em 10 estados da federação e 11 institutos de pesquisas tecnológicas Setorial: praticamente todos os setores Como acessar: IPT (011) 3767.4204 ou no sítio do MCT: http://www.mct.gov.br/prog/empresa/progex Quem pode participar: Micro, pequenas e médias empresas (com recursos não reembolsáveis). Requisitos: Empresas com potencial/exportadoras Contato: Mari Tomita Katayama Telefone: (11) 3767.4204 ou 3719.03.02 Endereço eletrônico: www.ipt.br/atividades/politicasPublicas/progex Correio eletrônico: [email protected] Observações: O Progex coletivo tem como objetivo atender empresas de APLs APLs atendidos: Empresas de confecções, segmento de moda bebê. Portal do Amazonas: Produtos orgânicos de agriculturas familiar 66 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO PRUMO – PROJETO UNIDADES MOVEIS Área de Atuação: O Prumo atua no fortalecimento tecnológico das micro e pequenas empresas, criando, no chão de fábrica, condições de evolução de processos produtivos, melhoria de qualidade dos produtos e a obtenção de inovações incrementais nas empresas. Tipo de Recurso: 80% de recursos não reembolsáveis e 20% de contrapartida da empresa. Órgão Responsável: Finep e Sebrae O que é: O Prumo consiste de vans setoriais, dotadas de equipamentos transportáveis, para realização de ensaios e experimentos. As unidades móveis são operadas por um engenheiro e um técnico, que vão às fábricas, durante dois dias, para diagnosticar e resolver, in loco, os principais problemas tecnológicos de mercado e produto. O atendimento na empresa é procedido de um diagnóstico e, depois, é emitido um relatório e feita uma avaliação. Beneficiários: Principalmente micro e pequenas empresas. Área de Abrangência: O Prumo opera em 7 estados, com os institutos tecnológicos locais Setorial: Transformação de Plástico, Madeira e Móveis, Transformação de Borracha, Couro e Calçados, Cerâmica, Alimentos, Tratamento de Superfícies e Confecções (em montagem). Como acessar: IPT (011) 3767.4471 / 0800 557790 Quem pode participar: Principalmente micro, pequenas empresas. Requisitos: Contato: Vicente N.G. Mazzarella Telefone: (11) 3767.4471 – Vicente N.G. Mazzarella 0800 557790 – Fernanda Peixoto Endereço eletrônico: www.ipt.br/atividades/politicasPublicas/prumo Correio eletrônico: [email protected] Observações: O Prumo atende vários APLs APLs atendidos: Couro e calçados, Madeiras e Moveis, Cerâmica, Plásticos e Semi-Jóias Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 67 > CASOS DE SUCESSO PROGEX Coletivo A experiência do Progex vem demonstrando que, em muitos setores, as micro, pequenas e médias empresas não têm condições de contratar o apoio do Progex para exportar isoladamente, por vários fatores: desde a contrapartida financeira da ordem de 23% na adequação do produto pelo Progex, até mesmo para o estudo do mercado, promoção e identificação dos canais de distribuição. Na maioria das vezes, o próprio volume é insuficiente para exportação individual, limitando o mercado externo a ser atingido. O Progex coletivo foi a resposta a essas condições e objetiva atender as micro, pequenas e médias empresas que não possuem condições de contratar isoladamente o apoio do Programa para exportar. O trabalho desenvolvido pelo Progex coletivo consiste em atender um grupo de 10 a 15 empresas de uma mesma região e setor, realizando diagnóstico do mercado alvo, ações de chão de fábrica e desenvolvimento de produto ou coleção. O estudo visa levantar informações sobre o potencial daquele mercado, produção interna e importações, principais concorrentes, tarifas, regulamentações e barreiras técnicas, normas, qualidade exigida e outras imposições dos importadores. Com esses dados, é possível caracterizar o mercado-alvo e prever os trabalhos a serem realizados pelo Progex. Tais ações podem envolver aspectos como: • levantamento de barreiras técnicas, normas e regulamentos; • trabalho de chão de fábrica (individual para cada empresa); • identificação de nicho a ser explorado; • ensaios laboratoriais e eliminação de não-conformidades; • consultoria para desenvolvimento do produto ou coleção com design diferenciado; • embalagem. Progex coletivo No caso do Progex coletivo, o empresário pode contar com financiamento parcial, não–reembolsável, cabendo-lhe pagar somente uma contrapartida variável, de acordo com o caso e o número de participantes. 68 Confecção–modabebê MeladodeCana-de-açúcar APLAmparo/SP Cooperativa de 300 agricultores familiares Caso de sucesso do IPT– PRUMO Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais PRUMO CHEGA AOS APLS A Móveis Vidigal estava com problemas na fabricação de seu produto, que apresentava peças com superfícies ásperas comprometendo seu acabamento, e o armazenamento da madeira maciça era feito de forma inadequada, acarretando trincas e empenamentos. A Móveis Vidigal chegou ao Prumo – Projeto Unidades Móveis, por participar do Arranjo Produtivo Local de Móveis, fomentado pela Fiesp e Sebrae. A equipe do Prumo acompanhou o processo de fabricação das camas para verificar os parâmetros utilizados pela empresa e para solucionar os problemas apontados. Foi verificado que a secagem de madeira maciça é feita de modo incorreto, sendo empilhada sem o uso de entabicamento. Foi demonstrado ao proprietário como proceder adequadamente e as vantagens proporcionadas. As pilhas de madeira foram elevadas do solo, para evitar umidade, foram usados tabiques para permitir a passagem de ar entre as pranchas, facilitando o processo de secagem, e também foi recomendada selagem dos topos para evitar rachaduras. Constatou-se que a cabine de pintura não estava encerrada numa câmara de acabamento com ambiente pressurizado positivamente. Orientou-se vedar as frestas existentes na câmara, instalar um ventilador que insuflasse ar filtrado nesse ambiente, fazendo a câmara ficar pressurizada positivamente, ou seja, a quantidade de ar que entra ser maior que a que sai pelo exaustor. Foram incluídos novos pontos de luz dentro da câmara, impedindo sombras na região das peças onde é aplicado o acabamento. Foi indicado um local pressurizado para a secagem do acabamento, pois a empresa não tinha um espaço destinado para esse processo. A equipe do Prumo demonstrou também a forma correta de preparação da cola, proporcionando melhora na qualidade do produto acabado. Foi ainda analisado o tempo gasto para a montagem da cabeceira da cama. No total são nove operações que levavam 60 segundos. Foi proposta a readequação da bancada de trabalho e mudanças nas operações, com montagem de caixas com parafusos, porcas e cavilhas, e assim houve redução no tempo de montagem em 25% e aumento de 33% na produtividade. De acordo com o Sr. Rafael, gerente de vendas, “com certeza a visita do IPT em nossa empresa superou as nossas expectativas. De lá pra cá, aumentou muito a nossa visão de mercado. Nos preparamos muito, aumentamos a capacidade de produção e melhoramos a qualidade dos nossos produtos, adquirindo novos maquinários, como uma linha de pintura que ainda não tínhamos. Nossos resultados obtidos quanto à produção, depois da visita, estão acima da casa dos 30%”. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 69 1.14. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA AÇÃO AGROEX – SEMINÁRIO DO AGRONEGÓCIO PARA EXPORTAÇÃO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Beneficiários: Área de Abrangência: Formação e Capacitação Recursos Financeiros não-reembolsáveis, Humanos e Conhecimentos NIEx / DPI / SRI / MAPA Estimular o produtor e a agroindústria brasileiros a acessarem o mercado internacional. Produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, distribuidoras, exportadoras, etc. Regional: Nacional Setorial: Agronegócio Como acessar: Quem pode participar: Requisitos: Contato: [email protected] Telefone: (61) 3218 2818 Endereço eletrônico: www.agricultura.gov.br Correio eletrônico: Observações: APLs atendidos: - AÇÃO AGROINT – CURSO DE INTEGRAÇÃO DO AGRONEGÓCIO PARA EXPORTAÇÃO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Formação e Capacitação Recursos Financeiros, Humanos e Conhecimentos. NIEx / DPI / SRI / MAPA Qualificar os profissionais de instituições que apóiam o agronegócio, formando multiplicadores com conhecimento em integração para exportação. Beneficiários: Profissionais de instituições que apóiam o agronegócio brasileiro. Área de Abrangência: Regional: Setorial: Agronegócio Como acessar: Quem pode participar: Requisitos: Contato: [email protected] Telefone: (61) 3218-2818 Endereço eletrônico: www.agricultura.gov.br Correio eletrônico: Observações: APLs atendidos: - 70 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO FOMENTO A INTEGRAÇÃO CONTRATUAL DAS CADEIAS PRODUTIVAS DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Governança e Cooperação Recursos Financeiros, Humanos e Conhecimentos. NIEx / DPI / SRI / MAPA Estimular a constituição de condomínios de produção e consórcios de exportação. Profissionais de instituições que apóiam o agronegócio brasileiro. Regional: Setorial: Agronegócio Como acessar: Quem pode participar: Requisitos: [email protected] Contato: (61) 3218 2818 Telefone: Endereço eletrônico: www.agricultura.gov.br Correio eletrônico: Observações: APLs atendidos: Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Beneficiários: Área de Abrangência: Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 71 1.15. Movimento Brasil Competitivo – MBC AÇÃO SEMINÁRIOS DE INOVAÇÃO REALIZADOS EM 10 ESTADOS , CRIAÇÃO DE UM MANUAL DE INOVAÇÃO, KIT METODOLÓGICO, CURSO DE GESTÃO A INOVAÇÃO E COMITÊ DE INOVAÇÃO. Área de Atuação: Tecnologia e Inovação / Governança e Cooperação Ação: Seminários de Inovação realizados em 10 estados , criação de um Manual de Inovação, Kit Metodológico, Curso de Gestão a Inovação e Comitê de Inovação. Tipo de Recurso: Recursofinanceiro(não-reembolsáveis),Recursoshumanos(apoiotécnico),Conhecimento,Estrutura, Econômicos Órgão Responsável: Movimento Brasil Competitivo O que é: Consolidar a atividade de Difusão da Inovação, através da parceria entre o Movimento Brasil Competitivo e o Ministério da Ciência e Tecnologia pela articulação e mobilização do setor empresarial brasileiro,buscandooaumentodacompetitividadeeodesenvolvimentodasculturasdeInovação e de Benchmarking. E tem como instrumento de apoio a inovação ampliar o Projeto Mobilizar para Inovar, como programa de mobilização para a utilização dos instrumentos de apoio a inovação, especialmente para a adesão a lei da inovação. A Gestão de Inovação se baseia em disponibilizar um conjunto de ferramentas para apoiar o processo de gestão da inovação junto às empresas, especialmente para micro e pequenas empresas. Assim, o projeto MOBILIZAR PARA INOVAR, é um programa de mobilização para utilização dos instrumentos de apoio a inovação como ferramenta de competitividade. Beneficiários: Micro e Pequenas Empresas, Estudantes, Pesquisadores e Movimentos Estaduais através dos Seminários de Inovação Área de Abrangência: Regional: MT, GO, PE, PB, AL, BA, RS, SC, PR e AM (10 estados) Setorial: Como acessar: Quem pode participar: Micro e Pequenas Empresas nas áreas de inovação, tecnologia e conhecimento, Estudantes e Pesquisadores Requisitos: Contato: Claudio Gastal Telefone: 61-3326-0121 Endereço eletrônico: www.inovar.org.br / www.mbc.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: - 72 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO PROGRAMAS ESTADUAIS DE QUALIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE Área de Atuação: Ação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Programas Estaduais de Qualidade, Produtividade e Competitividade Recursos humanos (apoio técnico), financeiro não-reembolsáveis, conhecimento. MBC e Sebrae Nacional Programa Estadual de Qualidade, Produtividade e Competitividade é uma parceria entre os setores público,privadoeterceirosetor,quevisaamobilização,capacitaçãoeoreconhecimentodasorganizações deumdeterminadoestado,deformademocrática,oportunizandoapromoçãoeoaprimoramentodos produtos e serviços da economia regional, com isto melhorando a qualidade de vida da população. Esta parceria se dá pelo compromisso de governo, empresários, trabalhadores e consumidores com as modernas técnicas e sistemas de gestão, para o aumento da competitividade e qualificação dos produtos e serviços disponibilizados à sociedade. Micro e Pequenas, Média e Grandes Empresas Beneficiários: Área de Abrangência: Regional: RS, SC, PR, DF, MS, ES, SP, MG, RJ, BA, SE, AL, CE, RN, PB, PE, MA, AM, RO, TO (20 estados). Setorial: Saúde, Educação, Inovação Como acessar: Quem pode participar: Micro e Pequenas, Média e Grandes Empresas Requisitos: Claudio Gastal Contato: 61-3326-0121 Telefone: Endereço eletrônico: www.mbc.org.br [email protected] Correio eletrônico: Observações: APLs atendidos: Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 73 AÇÃO PRÊMIO DE COMPETITIVIDADE PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Área de Atuação: Ação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas Recursos humanos (apoio técnico), financeiro não-reembolsáveis, conhecimento. MBC e Sebrae Nacional O Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas possibilita aos empresários brasileiros terem acesso a modelos gerenciais de última geração, alinhados ao Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), que permitem a melhoria da qualidade, da produtividade e da performance de processos, produtos e serviços. Beneficiários: Micro e Pequenas Empresas Área de Abrangência: Regional: RS, SC, PR, DF, MS, ES, SP, MG, RJ, BA, SE, AL, CE, RN, PB, PE, MA, AM, RO, TO (20 estados). Setorial: Como acessar: Quem pode participar: Micro e Pequenas Empresas Requisitos: Contato: Claudio Gastal Telefone: 61-3326-0121 Endereço eletrônico: www.mbc.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: - AÇÃO REDE INTEGRADA DE PORTAIS ESTADUAIS QUALIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE Área de Atuação: Ação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Governança e Cooperação Rede Integrada de Portais Estaduais Qualidade, Produtividade e Competitividade Recursos humanos (apoio técnico), financeiro não-reembolsáveis, conhecimento. MBC e Sebrae Nacional Para tornar a rede de Qualidade, Produtividade e Competitividade (QPC) ainda mais integrada, o Movimento Brasil Competitivo, em uma iniciativa inédita no Brasil, lançou, em outubro de 2006, a Rede Integrada de Portais dos Movimentos Estaduais de QPC, como centro de gestão do conhecimento sobre as temáticas: Qualidade, Produtividade e Competitividade. A rede é composta de por 20 portais estaduais. Beneficiários: Micro e Pequenas, Média e Grandes Empresas Área de Abrangência: Regional: RS, SC, PR, DF, MS, ES, SP, MG, RJ, BA, SE, AL, CE, RN, PB, PE, MA, AM, RO, TO (20 estados). Setorial: Saúde, Educação, Inovação. Como acessar: Quem pode participar: Micro e Pequenas, Média e Grandes Empresas Requisitos: Contato: Claudio Gastal Telefone: 61-3326-0121 Endereço eletrônico: www.mbc.org.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: - 74 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.16.Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT AÇÃO APOIO A PESQUISA E INOVAÇÃO EM ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Ciência, tecnologia e inovação Recursos Financeiros não-reembolsáveis MCT – Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social Promoção do desenvolvimento regional, local por meio de inovações que gerem maior competitividade produtiva e geração de renda nos APL’s • apoiar projetos de pesquisa e extensão tecnológica em arranjos produtivos locais; • aumentar a produtividade e qualidade de bens e serviços; • promover a capacitação técnica dos trabalhadores, voltada à demanda do APL; • promover a organização sistêmica do APL voltada para ações em ciência e tecnologia; • promover a inclusão social mediante a geração de emprego e renda, apoiada na resolução de gargalos tecnológicos relacionados ao APLs. Beneficiários: Micro,pequenasemédiasempresas,agricultoresfamiliares,comunidadestradicionais,participantes de cooperativas e associações em parceria com instituições de ensino, pesquisa e extensão, empresas, prefeituras. Área de Abrangência: REGIONAL SETORIAL Como acessar: Acessar o site www.mct.gov.br para opção convênios; Realizar o credenciamento da instituição no Sistema de Gestão de Convênios - GECONV Elaborar o projeto no sistema Quem pode participar: Instituições de ensino, pesquisa e extensão, prefeituras, OSCIPs, ONGs. Requisitos: Contato: JOE VALLE Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social Esplanada dos Ministérios, Bloco E, Sala 296 Telefone: 3317.8009 Endereço eletrônico: www.mct.gov.br Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: - Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 75 1.16.Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT AÇÃO A) PROMOÇÃO DE PESQUISA CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO, DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO, CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DO SETOR MINERAL. B) REDE BRASIL DE TECNOLOGIA – RBT: PROMOÇÃO DO FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA MINERAL NACIONAL ATRAVÉS DA SUBSTITUIÇÃO COMPETITIVA DAS IMPORTAÇÕES DE BENS MINERAIS, EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS. C) INOVAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE DA MINERAÇÃO. Área de Atuação: Ciência, tecnologia e inovação Tipo de Recurso: Recursosfinanceirosnão-reembolsáveisprovenientesdaarrecadaçãodaCompensaçãoFinanceira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM, sendo 2% desse montante destinado à programação específica CT-Mineral que visa ao desenvolvimento tecnológico, inovação e a capacitação de recursos humanos do setor mineral. Órgão Responsável: Ministério de Ciência e Tecnologia – MCT, Fundo Setorial Mineral – CT-Mineral, tendo como executores a empresa Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O que é: O Fundo Setorial Mineral financia projetos de caráter cooperativos para a promoção de pesquisa científico-tecnológico, desenvolvimento tecnológico e inovação das micro, pequenas e médias empresas do setor mineral (MPMEMs) aglomeradas em Arranjos Produtivos Locais (APLs de Base Mineral - governo, empresas, instituições científicas e tecnológicas, setores organizados da sociedade).Temcomoobjetivointensificarosprocessosinovativoseamelhoriadacompetitividade,das condições ambientais, de trabalho das MPMEMs e o desenvolvimento de bens minerais (minerais industriais) e bens de capital, no intuito de fortalecer a indústria mineral nacional através da substituição de importações, por meio da rede cooperativa de aprendizagem coletiva e inovação. Beneficiários: Universidades, públicas ou privadas, do país, sem fins lucrativos, e suas fundações, em forma individual ou associada. Centros de Pesquisa do país, públicos ou privados, sem fins lucrativos, em forma individual ou associada. Empresas públicas e outras instituições públicas e organizações não-governamentais sem fins lucrativos. Empresas privadas em parceria com as Universidades e Centros de Pesquisa. Área de Abrangência: Regional: todas as regiões do país sendo, no mínimo, 30% dos recursos para projetos a serem implementados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Setorial: mineral + transformação mineral. Como acessar: Desde 2001, o acesso aos recursos disponíveis vem sendo efetuados por intermédios de encomendas executadas pela FINEP no apoio direto a APLs de base mineral e editais do CNPq na área de inovação para a sustentabilidade da mineração. Maiores detalhes quanto ao acesso e orientação podem ser obtidas através da Secretaria Técnica do Fundo Setorial Mineral na Assessoria da Coordenação dos Fundos Setoriais – ASCOF (eliana@ mct.gov.br) ou na Coordenação-Geral de Tecnologias Setoriais – CGTS da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – SETEC/MCT ([email protected]). Quem pode participar: Micro e pequenas empresas, cooperativas e associações que atuem no setor de geologia, mineração, transformação mineral e meio ambiente aplicado à mineração, universidades, centros e institutos de pesquisa, Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET e Centros de Educação e Pesquisa Tecnológica estaduais. Requisitos: Deverão ser priorizados projetos cooperativos induzidos de inclusão de ciência, tecnologia e inovação nas micro, pequenas e médias empresas em aglomerações de empresas de mineração em Arranjos Produtivos Locais – APLs na área de minerais industriais e que sejam selecionados pela SETEC/MCT, Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral – SGM do Ministério de Minas e Energia – MME, GTPAPL e os Governos Estaduais. Contato: Elzivir Azevedo Guerra ou Mariano Laio de Oliveira Telefone: (061) 33178123 ou 33178434 Endereço eletrônico: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/5088.html 76 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais ACorreio eletrônico: Observações: APLs atendidos: [email protected] ou [email protected] Essa ação vem sendo desenvolvida em consonância com as orientações e diretrizes do Programa de Arranjos Produtivos Locais do MCT coordenado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social – SECIS e conta com a parceira da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral – SGM do Ministério de Minas e Energia – MME e o apoio do Ministério da Integração Nacional – MI. Rochas Ornamentais: Mármore e granito em Cachoeiro do Itapemirim/ES, Bege-Bahia em Jacobina/BA, Santo Antônio de Pádua/RJ, quartzito em Pirinópolis/GO e São Thomé das Letras/MG, ardósia em Papagaios/MG e pedra-sabão em Ouro Preto/MG. Rocha ornamental e calcário: Pedra Cariri em Nova Olinda/CE. Gemas e Jóias: Ametista do Sul, Guaporé, Soledade e Lajeado/RS, opala em Pedro II/PI, Teófilo Otoni/MG e Belém/PA. Cerâmica Vermelha: Santa Gertrudes/SP, Limoeiro do Norte/CE, Mara Rosa/GO, Palmas/TO e Macapá/AP. Cerâmica de revestimento: Criciúma/SC. Cal e Calcário: Curitiba/PR. Pegmatitos: Pedra Lavrada/PB e Parelhas/RN. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 77 CENTRO-OESTE UF APLs GO GO MT MT MT MT MS MS MS MS MS MS MT DF GO Fármacos Grãos, Suínos e Aves Algodão Madeira Amazônica, Estrativismo e Beneficiamento (Ind. Moveleira) Pecuária Apicultura Pecuária de Corte, Couro e Derivados Gás Natural Piscicultura Microbiologia Aplicada Patologia Animal Aquicultura Aquicultura Cerâmica / Rio Verde do Mato Grosso Móveis / Alta Floresta TIC / Brasília Extração Mineral NORTE > APLS APOIADOS PELO MCT – 2003 UF APLs AC AC AP AP AM AM AM AM AM PA PA PA RO RO RO RR RR AM AC Castanha do Brasil Mandioca Madeira e Móveis Oleiro Cerâmico Fitoterápicos Piscicultura Agroindústria - Castanha Florestal e Madereiro Tecn. e Utilização de Prod. Florestais Fibras Madeira e Móveis Fruticultura Fruticultura Cafeicultura Piscicultura Fruticultura e Bananicultura Grãos Fármacos Produtos Fitoterápicos Madeira e Móveis 78 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais NORDESTE UF APLs MA MA PI PI PI PI PI CE CE CE RN RN RN RN PB PB PE PE PE PE SE SE AL AL AL AL AL AL AL AL BA BA BA PE/BA BA PE PB CE PE PB PI CE SE SE PE CE PE Soja Madeira e Móveis Apicultura Carcinicultura Carnaúba Cajucultura Gemas e Jóias - Opala Cajucultura Rochas - Pedra Cariri Floricultura Carcinicultura Marinha Laticínios Cotonicultura Mineração - Pegmatitos Ovinocaprinocultura / PB Sucroalcooleiro Pólo Médico Tecnologia da Informação e Comunicação Pólo Gesseiro do Araripe Fruticultura Irrigada (Viticultura e Vitivinicultura) Fruticultura Laticínios Algodão e Milho Confecções Mandioca Piscicultura - Tilápia Ovinocaprinocultura / AL Aquicultura Laticínios Apicultura Cacau Rochas Ornamentais Sisal Projetos de Suporte Telecomunicações Metodologias e Técnicas da Computação TIC / Campina Grande Confecções Jaguarana Confecções / Caruaru Couro e Calçados / Campina Grande Apicultura / Picos Cerâmica / Limoeiro do Norte Cerâmica / Itabaiana Cerâmica / Açu TI / Recife Rochas Ornamentais / Nova Olinda Fruticultura Irrigada / Petrolina Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 79 NORDESTE SUL 80 UF APLs RN PE AL PE RN PI BA PE Ovinocaprinocultura / Lages Indústrias Criativas Leite e Derivados Gesso e Construção Civil Confecções / Jardins das Piranhas Gemas e Jóias - Pedro II Indústrias Criativas Gesso Araripina UF APLs PR PR PR SC SC SC SC SC SC RS RS RS RS RS PR RS RS PR RS RS RS SC PR SC PR SC PR RS PR RS RS PR PR Metal-Mecânico / Autopeças Madeira e Móveis Mandioca Malacocultura Madeira e Móveis Suinocultura Textil Cerâmica Vermelha Tecnologia da Informação e Comunicação Autopeças Couro e Calçados Madeira e Móveis Vitivinicultura Gemas e Jóias Projetos de Suporte Sistemas de Computação Metalmecânico / Panambi Confecções Apucarana Lapidação e Gemas / Soledade Vitivinicultura / Bento Gonçalves Calçados / Birigui Metalmecânico / Joinville Confecções Maringá Calçados / Brusque Gesso, Cal e Calcário Aquicultura e Pesca Cerâmica Campo Largo Alimentos / Pelotas Equipamentos Médicos / Campo Mourão Metalmecânico / Caxias do Sul Móveis / Gramado Metalmecânico, Equipamentos e Implementos Agrícolas Instrumentos, Equipamentos e Aparelhos Médico-Odonto-Hospitalares Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais SUDESTE UF APLs MG MG MG MG MG MG ES ES RJ RJ RJ SP SP SP SP SP/RJ/MG RJ RJ MG RJ MG SP RJ MG MG SP SP MG MG MG SC ES MG SP Fruticultura Fruticultura - Bananicultura Tecnologia da Informação e Comunic.-Rota Tecnológica 459 Madeira e Móveis em Ubá Madeira e Móveis Norte e Nordeste de MG Gemas e Jóias Norte e Nordeste de MG Fruticultura / Mamão Papaya, Abacaxi e outras frutas Rochas Ornamentais Moda Íntima Tecn. de Inform. e Comunicação / Pólo Petrópolis - Tecnópolis Rochas Ornamentais Couro e Calçados Madeira e Móveis Calçados Femininos Plástico Projetos de Suporte Matemática Aplicada Teoria da Computação Metodologias e Técnicas da Computação Biotecnologia / BH Gemas e Joias / Rio de Janeiro Gemas e Artefatos de Pedra / Teófilo Otoni Rochas Ornamentais / Jacobina TIC / Rio de Janeiro Calçados / Nova Serrana Fruticultura Irrigada Janaúba Calçados / Franca Calçados / Jaú TIC / Santa Rita do Sapucai Madeira e Móveis / Ubá TIC e Microeletrônica Stª Rita do Sapucaí Metalmecânico / Chapecó Rochas Ornamentais / Cachoeiro Itapemirim Eletroetrônica / Belo Horizonte Saúde - Materiais e Equipamentos Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 81 1.17. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC AÇÃO PROMOÇÃO COMERCIAL DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Acesso aos Mercados Interno e Externo Recursos Financeiros Não-Reembolsáveis Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC As ações de Promoção Comercial estão sintetizadas em 3 Projetos: Programa de Desenvolvimento de Novos Mercados – PDNM, Projeto de Apoio Conjunto ao Incremento da Competitividade de MPMEs, e Rodadas de Negócios. Beneficiários: Grupos associativos de microempresas e empresas de pequeno porte, integrantes de APLs, de forma a aumentar a competitividade dos produtos e a inserção comercial dessas empresas no mercado interno, disseminando e apoiando o uso de instrumentos de inteligência comercial. Área de Abrangência: Nacional. Todos os setores. Como acessar: Adotam-secritériosdeseleçãodosarranjosprodutivosbaseadosnaseleçãodosAPLspeloGTPAPL – APLs Pilotos e APLs Prioritários; na apresentação dos Planos de Desenvolvimento, na negociação com os Núcleos Estaduais de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Articulados ao GTP APL, observando também a estratégia de atuação definida no âmbito do Grupo de Trabalho Permanente para ArranjosProdutivosLocais,constituídopor33instituiçõesgovernamentaisenão-governamentais, coordenado por este Ministério. A execução de projetos de promoção comercial das MPEs dar-se-á por meio da celebração de convênioscominstituiçõeslegitimadaspelagovernançadosAPLsselecionados,queatuarãodeforma direta na execução das ações. Quem pode participar: Micro, pequenas e médias empresas organizadas em APLs, priorizados pelo GTP APL, nas 5 regiões do país: www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sdp/proAcao/arrProLocais/levantamento.php Requisitos: Arranjos produtivos baseados na seleção dos APLs pelo GTP APL – APLs Pilotos e APLs Prioritários, que tenham enviado seu Plano de Desenvolvimento ao GTP APL. Contato: Cândida Maria Cervieri Telefone: 61 3425-7093 / 7095 Endereço eletrônico: www.desenvolvimento.gov.br/www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sdp/proAcao/arrProLocais/arrProLocais.php Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: APL de Cerâmica Vermelha de Rio Branco/AC; APL de Plástico de Santo André/SP; APL de Tecnologia da Informação de Campina Grande/PB; APL de Tecnologia da Informação de Recife/PE; APL de Tecnologia da Informação de Curitiba/PR; APL de Blocos Cerâmicos de Vargem Grande do Sul; APL de Telhas Cerâmicas de Tambaú; APL de Cerâmica de Tatuí; APL de Cerâmica Vermelha de Itu; APL de Móveis de Mirassol; APL de Confecções de Cama, Mesa e Banho de Ibitinga; APL de Madeira e Móveis de Arapongas/PR; APL de Confecções de Cianorte-Maringá/PR; e APL de Madeiras e Esquadrias de União da Vitória/PR. 82 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO PROJETO EXTENSÃO INDUSTRIAL EXPORTADORA – PEIEX Área de Atuação: • Acesso aos Mercados Interno e Externo; • Formação e Capacitação; • Tecnologia e Inovação; • Governança e Cooperação; e • Qualidade e Produtividade. Projeto Extensão Industrial Exportadora – PEIEx Tipo de Recurso: Recursos financeiros não-reembolsáveis. Órgão Responsável: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, SEBRAE e APEX. O que é: O Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEx) é um sistema de resolução de problemas técnico-gerenciais e tecnológicos que visa incrementar a competitividade e promover a cultura exportadora empresarial e estrutural em Arranjos Produtivos Locais (APLs) selecionados. Seus principais objetivos são: • Incrementar a competitividade das empresas; • Disseminar a cultura exportadora; • Ampliar o acesso a produtos e serviços de apoio disponíveis nas instituições de governo e do setor privado; • Introduzir melhorias técnico-gerenciais e tecnológicas; • Contribuir para a elevação dos níveis de emprego e renda; • Promover a capacitação para a inovação; • Promover a inovação e cooperação entre as empresas (APLs) e instituições de apoio. Beneficiários: Micro, pequenas e médias empresas industriais localizadas em APLs selecionados pelo GTP APL e NEs. Área de Abrangência: Todo território nacional. Como acessar: O PEIEx se operacionalizaatravés convênios com instituições de Ensino e/ou Centros Tecnológicos, dando origem a Núcleos Operacionais do PEIEx (NO) em diferentes APLs em todas as regiões do País. As empresas industriais participam inscrevendo-se para atendimento nestes NOs. Quem pode participar: Micro, pequenas e médias empresas industriais localizadas em APLs selecionados pelo GTP APL e NEs. Requisitos: O PEIEx adota critérios de seleção dos APLS a serem atendidos baseados na atuação dos seus parceiros nestes arranjos (APEX Brasil e SEBRAE Nacional), na densidade industrial do local escolhido, na negociação com os Governos Estaduais, firmando apoio com estes para o Projeto, além de observar também a atuação do Grupo de Trabalho Permanente do Programa Arranjos Produtivos Locais . Após a definição do APL, seleciona-se uma instituição convenente com capacidade técnica de disponibilizar equipescapazes de diagnosticar,capacitar e implementar melhoriastécnico-gerenciais e tecnológicas nas empresas a atender. Contato: Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas – DEPME/SDP/MDIC. Telefone: 61 2109 7375 / 7629. Endereço eletrônico: http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/sdp/proAcao/PEIEx/PEIEx.php Correio eletrônico: [email protected] Observações: Cada convênio atende 252 empresas industriais. APLs atendidos: Todos os que forem definidos como prioritários para a Região. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 83 > CASOS DE SUCESSO APLs atendidos • Salvador/BA – APL de TI / de Confecções / de Plástico; • Paragominas/PA – APL de Madeira e Móveis; • Goiânia e Jaraguá/GO – APL de Confecções; • Franca/SP – APL de Couro e Calçados; • Serra Gaúcha/RS – APL de Autopeças / de Confecções; • Brasília/DF – APL de Confecções • Joinville/SC – APLs Metal-Mecânico / Plástico; • Apucarana e Arapongas/PR – APLs de Confecções de Bonés /Madeira e Móveis; • Sinop/MT – APL de Madeira e Móveis; • Ubá/MG – APL de Madeira e Móveis; • Cachoeiro de Itapemirim/ES – APL de Rochas Ornamentais • Brasília I /DF – APL de Confecções • Brasília II /DF – APL Gemas e Jóias/ Madeira e Móveis / TI; • Cuiabá e Várzea Grande/MT – APL de Madeira e Móveis. 84 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.18 Ministério da Integração Nacional – MI AÇÃO PROMESO - PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE DE ESPAÇOS SUB-REGIONAIS Área de Atuação: Formação e Capacitação; Investimento e Financiamento; Governança e Cooperação; e Qualidade e Produtividade Tipo de Recurso: Financeiros não-reembolsáveis Órgão Responsável: Secretaria de Programas Regionais O que é: Finalidade: aumentar a autonomia e a sustentabilidade de espaços sub-regionais por meio da organização social, do desenvolvimento do seu potencial endógeno e do fortalecimento da sua base produtiva, com vistas à redução das desigualdades inter e intra-regionais. Beneficiários: Gestores públicos, lideranças sociais, comunidades locais e produtores, com ênfase nos pequenos e médios empreendedores. Área de Abrangência: Regional: Mesorregiões Diferenciadas Setorial: Todos os setores. Como acessar: Ações Financiáveis: arranjos produtivos locais que apresentem potencial significativo em termos de fortalecimento e reestruturação da base econômica e geração de trabalho, emprego e renda; capacitação de atores mesorregionais, o associativismo e o cooperativismo. Itens Financiáveis: infra-estrutura mínima necessária à dinamização econômica da região; viabilização de empreendimentos emergentes por meio do acesso a recurso de baixo custo; apoio a estruturação e organização de Arranjos Produtivos Locais; programas de capacitação de recurso humano; financiamento ao desenvolvimento científico e tecnológico. Prazo de Vigência dos Projetos: em média 18 meses. Quem pode participar: Encaminhamentos: por meio de fóruns mesorregionais. Comitê Gestor: acompanha e delibera sobre projetos, promove a execução das ações e monitora o desenvolvimento dos processos. Requisitos: ConformidadedoprojetocomaPolíticaNacionaldeDesenvolvimentoRegional;inserçãodoprojeto em territórios considerados prioritários para a atuação do MI; potencial de geração de emprego e renda; potencial produtivo da região. Contato: Ministério da Integração Nacional - Secretaria de Programas Regionais SAS Q. 06 Ed. Órgãos Centrais bl. “O” 2º andar 70.070-912 Brasília DF - Tel: (61) 3414-5619 / (61) 3223-2874 www.integracao.gov.br APLs atendidos: Agroindústria;Apicultura;AqüiculturaePesca;Artesanato;Artesanato/Sisal;Artesanatoindígena; Avicultura;Babaçu;Cachaça;Calcáriolaminado;Castanha-do-brasil;Derivadosdeleite;Embutidos de suínos; Florestamento; Fruticultura; Gemas e artefatos; Gemas e joiás; Gesso; Hortifruticultura/ Mandioca; Látex; Leite; Madeira; Madeira e móveis; Mandiocultura; Maricultura ; Ovinocaprinocultura; Pecuária leiteira; Pescado; Piscicultura; Sementes orgânicas; Turismo; Vitivinicultura; dentre outros. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 85 AÇÃO PROMOVER - PROGRAMA DE PROMOÇÃO E INSERÇÃO ECONÔMICA DE SUB-REGIÕES Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Formação e Capacitação; Tecnologia e Inovação; Investimento e Financiamento; Qualidade e Produtividade Tipo de Recurso: Recursos Financeiros não-reembolsáveis Órgão Responsável: Secretaria de Programas Regionais O que é: Finalidade:promover,emespaçossub-regionaiscompotencialdinâmico,ainserçãocompetitivade atividades produtivas nas economias local, regional, nacional e internacional. Beneficiários: Segmentos econômicos e cadeias produtivas prioritárias para o desenvolvimento sustentável das regiões menos dinâmicas, buscando a otimização dos benefícios delas decorrentes. Área de Abrangência: Regional: Semi-Árido, Faixa de Fronteira, Mesorregiões Diferenciadas Como acessar: Setorial: Ações Financiáveis: identificação e promoção de arranjos produtivos locais, cadeias produtivas, treinamento e capacitação de mão-de-obra com foco na superação de gargalos visando à competitividade. Itens Financiáveis:criação e desenvolvimento de empreendimentos; difusão de informações e tecnologia;fortalecimentodacapacidadeprodutiva;capacitaçãoderecursoshumanosparaacompetitividade; capacitação tecnológica e inovação gerencial. Prazo de Vigência dos Projetos: em média 12 meses. Quem pode participar: Encaminhamentos: apresentação de pré-projeto; submissão à banca de seleção de projetos, (atualmente em processo de reestruturação). Comitê Gestor: acompanha e delibera sobre projetos, promove a execução das ações e monitora o desenvolvimento dos processos. Requisitos: ConformidadedoprojetocomaPolíticaNacionaldeDesenvolvimentoRegional;inserçãodoprojeto em territórios considerados prioritários para a atuação do MI; potencial de geração de emprego e renda; potencial produtivo da região. Contato: Ministério da Integração Nacional - Secretaria de Programas Regionais SAS Q. 06 Ed. Órgãos Centrais bl. “O” 2º andar 70.070-912 Brasília DF - Tel: (61) 3414-5619 / (61) 3223-2874 www.integracao.gov.br APLs atendidos: Fruticultura; Agroindústria da Cachaça; Pescado; Caprino-ovinocultura; Apicultura; Gesso; Madeira e Móveis; Gemas e Artefatos de Pedras; Aqüicultura; Lapidação e artesanato mineral; Avicultura, Castanha-do-Brasil; Agroindústria; Vitivinicultura; Bovinocultura de leite; Turismo; Biodiesel; Piscicultura; dentre outros. 86 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO PRODUZIR – ORGANIZAÇÃO PRODUTIVA DE COMUNIDADES Área de Atuação: Acesso aos Mercados Interno e Externo; Formação e Capacitação; Governança e Cooperação; e Qualidade e Produtividade Tipo de Recurso: Financeiros não-reembolsáveis Órgão Responsável: Secretaria de Programas Regionais O que é: Finalidade: fortalecimento do capital humano e social de comunidades situadas nas áreas de depressãoeconômicaouqueapresentamproblemasdeestagnação,visandoàsuainserçãoprodutiva e competitiva no mercado. Nessas comunidades, são fortalecidos os potenciais econômicos de desenvolvimento identificados e apoiados pelas demais ações da Política Nacional de Desenvolvimento Regional - PNDR Beneficiários: Desempregados e subempregados, pequenos produtores e suas famílias, trabalhadores do setor informal de baixa renda e com pouca qualificação profissional; pessoas em situação de vulnerabilidadepessoalesocial;comunidadesatendidasporoutrosprogramasindutoresdedesenvolvimento local, mesorregional e regional. Área de Abrangência: Regional: Semi-Árido, Faixa de Fronteira, Mesorregiões Diferenciadas Setorial: Como acessar: Ações Financiáveis: potencializar os recursos e vocações econômicas das comunidades a partir do fomentoàestruturaçãodeempreendimentosprodutivoseàproduçãodebenseserviços;viabilizar novas formas de organização social de pessoas que se encontram fora da dinâmica social e apoiar a organização de arranjos e cadeias produtivas. Itens Financiáveis: Eventos de Organização Produtiva: capacitação profissional para o desempenho de atividades produtivas; Oficinas de Gestão Empresarial: para apoio e fortalecimento de empreendimentos produtivos; Eventos de Capacitação de Multiplicadores - ECMs: para formação, capacitação e nivelamento de recursos humanos. Prazo de Vigência dos Projetos: tempo de duração dos eventos - até 11 meses. Quem pode participar: Encaminhamentos: articulação institucional, assinatura de cartas de acordo, capacitação de coordenadores da ação em campo e supervisão financeira e metodológica. Requisitos: ConformidadedoprojetocomaPolíticaNacionaldeDesenvolvimentoRegional;inserçãodoprojeto em territórios considerados prioritários para a atuação do MI; potencial de geração de emprego e renda; potencial produtivo da região. Outras Informações Relevantes: considerar a importância da articulação com os demais programas para o desenvolvimento do PRODUZIR. Contato: Ministério da Integração Nacional - Secretaria de Programas Regionais SAS Q. 06 Ed. Órgãos Centrais bl. “O” 2º andar 70.070-912 Brasília DF - Tel: (61) 3414-5619 / (61) 3223-2874 www.integracao.gov.br APLs atendidos: Pedras preciosas; Castanha do Brasil; Madeira; Pesca; Pecuária Leiteira; Cultivo da Mandioca; Fruticultura; Apicultura; Turismo; Artesanato; Aqüicultura; Reflorestamento; Turismo rural; Silvicultura; Horticultura; Piscicultura; Movelaria; Maricultura; Avicultura; Cultivo da Mamona; Pedra Cariri e Rochas Ornamentais; Cadeia Produtiva da Borracha; Cotonicultura; Ovinocaprinocultura; Ecoturismo; Cafeicultura; vitivinicultura; Confecção; Agroindústria (Cachaça); Artesanato da palha do buriti; dentre outros. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 87 AÇÃO CONVIVER - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DO SEMI-ÁRIDO. Área de Atuação: Formação e Capacitação; Investimento e Financiamento; Governança e Cooperação; e Qualidade e Produtividade Tipo de Recurso: Recursos Financeiros não-reembolsáveis Órgão Responsável: Secretaria de Programas Regionais O que é: Finalidade: reduzir as vulnerabilidades socioeconômicas dos espaços regionais e sub-regionais com maior incidência de secas. Outras Informações Relevantes: inversão da lógica da atuação pública federal no semi-árido, até então limitada às intervenções cíclicas emergenciais, para ações estruturais com preocupação de sustentabilidade; estabelecimento das três vertentes articuladas de atuação: infra-estrutura hídrica, dinamização econômica e convivência com o semi-árido. Beneficiários: Populaçãoresidentenos1.033municípiosdosemi-áridonordestino(aproximadamente22milhões de pessoas). Área de Abrangência: Regional: Semi-Árido Setorial: Como acessar: Ações Financiáveis: ações de desenvolvimento regional nas vertentes da dinamização econômica de arranjos; setores e cadeias produtivas regionais articuladas com as ações de implantação de infra-estrutura hídrica. Itens Financiáveis: organização social, apoio ao associativismo e ao cooperativismo, apoio à organização e estruturação de arranjos produtivos locais. Prazo de Vigência dos Projetos: em média de 12 a 24 meses. Quem pode participar: Encaminhamentos: articulação institucional, articulação com atores locais, análise do projeto e da documentação, com observância do GTI - Grupo de Trabalho Interministerial. Comitê Gestor: acompanha e delibera sobre projetos, promove a execução das ações e monitora o desenvolvimento dos processos. Requisitos: ConformidadedoprojetocomaPolíticaNacionaldeDesenvolvimentoRegional;inserçãodoprojeto em territórios considerados prioritários para a atuação do MI; potencial de geração de emprego e renda; potencial produtivo da região. Contato: Ministério da Integração Nacional - Secretaria de Programas Regionais SAS Q. 06 Ed. Órgãos Centrais bl. “O” 2º andar 70.070-912 Brasília DF - Tel: (61) 3414-5619 / (61) 3223-2874 www.integracao.gov.br APLs atendidos: Agricultura familiar; Apicultura; Aqüicultura; Artesanato; Biodiesel; Cerâmica (Florestamento); Fruticultura; Ovinocaprinocultura; Pecuária leiteira; Pesca artesanal; Piscicultura; Setor mineral (cerâmica vermelha); Setor mineral (quartzito); Sisal; Turismo, dentre outros. 88 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO FAIXA DE FRONTEIRA - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA FAIXA DE FRONTEIRA Área de Atuação: Formação e Capacitação; Investimento e Financiamento; Governança e Cooperação; e Qualidade e Produtividade Tipo de Recurso: Recursos Financeiros não-reembolsáveis Órgão Responsável: Secretaria de Programas Regionais O que é: Finalidade: promover o desenvolvimento e a superação das desigualdades intra e inter-regionais da faixa de fronteira por meio de sua estruturação física, social e econômica, com ênfase na ativação das potencialidades locais e na articulação com outros países da América do Sul. Outras Informações Relevantes: reorientação estratégica do programa, que se caracterizava pela presençadeprojetosdesarticuladosefragmentados,movidosporumalógicaassistencialista,sem planejamento ou orientação programática, causando a dispersão dos recursos públicos. Beneficiários: População residente nos 150 km ao longo da linha de fronteira. A faixa de fronteira é delimitada por um território de aproximadamente 2.357.850 Km2, abrangendo 588 municípios em 11 estados e uma população estimada em 10 milhões de habitantes, fazendo fronteira com 10 países da América do Sul. Área de Abrangência: Regional: Faixa de Fronteira Setorial: Como acessar: Ações Financiáveis: estruturação da Faixa de Fronteira, contemplando ações de planejamento estratégico, de apoio a atividades econômicas e à infra-estrutura urbana e social na região. Itens Financiáveis: obras em geral (drenagem, pavimentação, construção de pontes, creches, postos de saúde, escolas, etc.); capacitação, organização e montagem dos fóruns. Prazo de Vigência dos Projetos: mínimo de 3 meses, máximo de 12 meses, podendo haver prorrogação. Quem pode participar: Encaminhamentos: articulação institucional, articulação com atores locais, análise do projeto e da documentação. Comitê Gestor: acompanha e delibera sobre projetos, promove a execução das ações e monitora o desenvolvimento dos processos. Requisitos: ConformidadedoprojetocomaPolíticaNacionaldeDesenvolvimentoRegional;inserçãodoprojeto em territórios considerados prioritários para a atuação do MI; potencial de geração de emprego e renda; potencial produtivo da região. Contato: Ministério da Integração Nacional - Secretaria de Programas Regionais SAS Q. 06 Ed. Órgãos Centrais bl. “O” 2º andar 70.070-912 Brasília DF - Tel: (61) 3414-5619 /(61) 3223-2874 www.integracao.gov.br APLs atendidos: Agroindústria,Apicultura,Artesanatoindígena,Avicultura,Castanha-do-brasil,Erva-mate,Florestamento, Fruticultura, Gemas e joiás, Látex, Madeira e móveis, Ovinocaprinocultura, Pesca artesanal, Pescado, Piscicultura, Sementes orgânicas, Turismo, Vitivinicultura, dentre outros. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 89 1.19. Ministério de Minas e Energia – MME AÇÃO REDE BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO DE APLS DE BASE MINERAL (A SER LANÇADA EM 25 DE OUTUBRO DE 2007) Área de Atuação: Tecnologia e Inovação Tipo de Recurso: Humanos, estrutura, conhecimento e financeiro não-reembolsável Órgão Responsável: Secretaria de Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – SETEC/MCT e Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral-SGM/MME – IBICT e ABIPTI O que é: São objetivos gerais da RedeAPLmineral: I. elaborar propostas sobre aspectos e temas relativos ao desenvolvimento de APLs de Base Mineral que subsidiem a elaboração de políticas públicas; II. promover a sinergia de esforços em solução de problemas comuns aos APLs participantes por meio da articulação, sensibilização, mobilização e divulgação de instrumentos, programas e informações de apoio ao desenvolvimento de APLs de Base Mineral; III. sistematizar e organizar as interações dos agentes públicos e privados envolvidos com o desenvolvimento de APLs de Base Mineral; IV. desenvolver instrumentos e mecanismos de auto-sustentabilidade da RedeAPLmineral. São objetivos específicos da RedeAPLmineral: I. elaborar propostas que subsidiem a formulação de políticas públicas em temas como: a) métodos de identificação e caracterização de APLs de Base Mineral; b) gestão e governança de APLs de Base Mineral; c)métodosdedesenvolvimento(planejamentoeestruturação),sistemadeavaliaçãoeacompanhamento (indicadores) de APLs de Base Mineral; d) mecanismos de inserção, transferência e divulgação de tecnologias e inovação para micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) de Base Mineral organizadas em APLs; e) mecanismos de crédito e linhas de fomento para micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) de Base Mineral organizadas em APLs; f) formalização do setor (legislação minerária, ambiental, trabalhista e tributária); g) associativismo e cooperativismo; h) capacitação para gestores de APLs e facilitadores de processo. i) disseminar conhecimento e boas práticas para o desenvolvimento sustentável de APLs de Base Mineral; j) estabelecer procedimentos de avaliação da RedeAPLmineral; k)manter atualizado o portal da RedeAPLmineral na internet. Beneficiários: Micro, pequenos e médios empresários, membros de sindicatos e de associações de classe do setor mineral, governos federal e estaduais, prefeituras, órgãos de fomento, sistema SEBRAI/SENAI e IEL, entidades de ensino, redes de prestadores de serviços tecnológicos, etc. Área de Abrangência: Estados brasileiros com vocação e potencial para desenvolver de forma sustentável e organizada APLs de base mineral Como acessar: Secretaria Executiva da Rede APLmineral/ Secretaria de Geologia,Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia – SGM/MME Quem pode participar: Micro, pequenos e médios empresários, membros de sindicatos e de associações de classe e de entidade afins comprometidas com o desenvolvimento e no apoio aos APLs de base Mineral no País. Requisitos: Micro,pequenosemédiosempreendedoresorganizadosemAPLsdebasemineraldoPaís,interessados naformalização/regulamentaçãoegestãodeseusnegócios,naatuaçãodeformacooperadaentre seusparesaolongodacadeiaprodutiva,emdesenvolvimentotecnológicoeinovaçãodeprodutos e processos, bem como informações tecnológicas em geral de interesse de APLs de base mineral Contato: José Marcos Figueiredo de Oliveira – Coordenador Geral da SGM/MME Telefone: TEL: 61 3319-5664 Endereço eletrônico: http://apl.p2pinformatica.com/ Correio eletrônico: [email protected] Observações: Acordo de Cooperação Técnica MME/MCT envolvendo uma participação expressiva da CPRM e do DNPM no apoio e acompanhamento local do desenvolvimento dos APLs de Base Mineral 90 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.20. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE www.sebrae.com.br UF AC AC AL AL AL AL AL AL AL AL AL AL AL AP BA BA BA BA BA BA BA BA CE CE CE CE CE CE CE CE DF DF DF DF DF DF DF DF DF DF DF ES ES ES ES GO GO GO GO GO MG Arranjos Produtivos Siplan 2007 APL de Móveis de Rio Branco APL de Castanha do Brasil no Alto e Baixo Acre APL Apicultura no Sertão APL Cultura Jaraguá APL Laticínios Sertão APL Mandioca Agreste APL Móveis Agreste APL Ovinocaprinocultura Ser APL Piscicultura Delta do São Francisco APL Tecnologia de Informação Maceió APL Turismo na Costa dos Corais APL Turismo Região das Lagoas Mobilização para o Desenvolvimento de Territórios e Arranjos Produtivos Locais do Estado de Alagoas APL - Madeira Móveis do Amapá APL de Confecções de Feira de Santana APL de Software da RMS e Feira de Santana APL do Setor Automotivo Arranjo Produtivo Local de Transformação Plástica da Bahia APL de Confecções da Rua do Uruguai APL de Confecções de Feira de Santana APL de software da RMS e Feira de Santana APL de Confecção da Rua do Uruguai e Entorno APL de Calçados do Cariri APL de Jóias Folheadas APL de Móveis de Aruaru APL de Móveis de Marco APL de Petróleo e Gás da Região Metropolitana de Fortaleza APL de Redes de Jaguaruana APL de Móveis da Região Metropolitana de Fortaleza APL Redes de Dormir de Jaguaruana APL de Agricultura Orgânica do DF - Mundo Orgânico APL de Flores e Plantas Ornamentais do DF APL de Madeira e Móveis do DF APL de Ovinocaprinocultura – APRISCO APL de Tecnologia da Informação - Brasília Capital Digital APL de Turismo APL de Uniformes Profissionais e Executivos APL de Vestuário APL Gemas e Jóias APL Software Brasília Capital Digital Arranjo Produtivo Local de Madeira e Móveis APL de Mármore e Granito de Cachoeiro de Itapemirim APL de Móveis de Linhares APL de Vestuário da Região Noroeste do Espirito Santo Arranjo Produtivo Local da Construção Civil na Região Metropolitana de Vitória APL Confecções de Jaraguá APL de Aquacultura APL Tecnologia da Informação em Goiânia Arranjo Produtivo Lácteo da microregião de São Luis de Montes Belos Arranjo Produtivo Local de Açafrão da Região de Mara Rosa APL de Indústrias Moveleiras do APL de Ubá Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 91 MG MS MS MS MS MS MS MS MS MT MT MT MT MT PA PA PB PB PB PE PE PE PE PE PR PR PR PR PR PR PR PR RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RN RN RN RN RN RR RR RS RS 92 Silvicultura em Regiões Montanhosas do Arranjo Produtivo do Pólo Moveleiro de Ubá APL Cerâmico Terra Cozida do Pantanal APL de Turismo e Artesanato Bonito – Serra da Bodoquena APL de Turismo e Artesanato da Serra da Bodoquena – 2008 APL de Turismo e Artesanato do Pantanal Sul APL de Turismo e Artesanato no Pantanal Sul – 2008 APL do Vestuário – Pólo de Moda Nova Costura de Mato Grosso do Sul APL Nova Costura da Região Sul do MS APL da Mandioca no Vale do Ivinhema APL da Cadeia Produtiva de Móveis do Vale do Telles Pires APL de Apicultura da Região de Cáceres - Mel na Mesa APL de Confecções e Acessórios da Região Sul - Cuiabá e Várzea Grande APL de Confecções, Acessórios e Tecelagem da Região Sudeste - Rondonópolis APL de Móveis e Artefatos de Madeiras da Região Sul - Cuiabá e Várzea Grande APL de Mandioca na Região do Baixo Tocantins APL de Madeira e Móveis da BR-010 de Paragominas APL da Cachaça de Alambique APL de Calçados e Afins dos Pólos de Campina Grande e Patos APL de Minerais do Seridó Paraibano APL de Confecção do Agreste APL de Confecção no Agreste Pernambucano APL de Fruticultura Irrigada do Vale do São Francisco - Pernambucano APL do Gesso da Microrregião de Araripina APL do Gesso da Região do Araripe Pernambucano APL - Bonés de Apucarana APL - da Madeira de Porto União da Vitória APL - Móveis da Região de Arapongas APL Confecções Moda Bebê de Terra Roxa APL de Confecções do Sudoeste APL de Insumos e Equipamentos de Uso Médico APL de Software de Londrina e Região APL de Malhas de Imbituva Pr Acesso ao Mercado Internacional dos APL do Rio de Janeiro APL Calçadistas de Belford Roxo e Duque de Caxias APL de Calçados e Acessórios do Rio de Janeiro APL de Cerâmica Vermelha da Região Norte APL de Confecção de Nova Friburgo e Região APL de Confecção de Petrópolis APL de Cultura de Santa Teresa APL de Entretenimento de Conservatória APL de Fruticultura da Região Norte Fluminense APL de Jóias da Cidade do Rio de Janeiro APL de Petróleo, Gás e Energia de Duque de Caxias APL Metal Mecânico da Região do Médio Paraíba APL Petróleo e Gás da Bacia de Campos APL Rochas Ornamentais do Noroeste Fluminense Internacionalização dos APLs do Rio de Janeiro APL da Mandioca nas Regiões Agreste e Seridó APL de Tecelagem do Seridó - 2°Fase APL Pegmatitos da Região Seridó do RN APL da Caprinocultura da Região do Cabugi APL de Bordado da Região do Seridó APL da Bananicultura em Caroebe – RR APL Madeira e Móveis em Boa Vista APL de Carnes do Pampa Gaúcho no Pólo Regional de Livramento APL da Cachaça e Derivados de Cana-de-Açucar da Região de Santo Antônio da Patrulha Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SE SE SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP APL de Calçados do Vale do Sinos e Vale do Paranhana APL de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos do Vale do Sinos APL de Conservas no Pólo Regional de Pelotas APL de Flores do Vale do Caí e dos Sinos APL de Móveis da Serra Gaúcha APL de Turismo na Costa Doce da Regional Pelotas APL de Vitivinicultura da Serra Gaúcha APL Implementos Agrícolas/ Pós Colheita-Panambi e Condor APL Implementos Agrícolas/ Pré Colheita-Produção Alto do Jacuí APL Implementos Agrícolas/Colheita-Horizontina e Santa Rosa APL Jóias de Guaporé APL Metal Mecânico Automotivo da Serra Gaúcha APL Moda Íntima do Pólo Regional de Guaporé APL Polo da Moda da Serra Gaúcha APL Turismo Quarta Colônia da Regional Santa Maria APL Turismo Rota Missões APL Turismo Serra Gaúcha - Campos de Cima da Serra APL Turismo Serra Gaúcha - Hortênsias APL Turismo Serra Gaúcha - Uva e Vinho APL de Calçados de São João Batista Arranjo Produtivo da Agricultura Sustentável nos Municípios Lindeiros à Barragem de Campos Novos Arranjo Produtivo da Apicultura da Região de Curitibanos Arranjo Produtivo da Apicultura de Região de Videira Arranjo Produtivo da Apicultura do Extremo Oeste Catarinense Arranjo Produtivo da Cachaça Arranjo Produtivo da Cerâmica Vermelha de Santa Catarina - APLC Arranjo Produtivo da Indústria Metal Mecânica do Oeste Arranjo Produtivo da Rota dos Tropeiros Arranjo Produtivo das Empresas de Base Tecnológica do Oeste Catarinense Arranjo Produtivo das Indústrias de Confecção do Oeste Catarinense Arranjo Produtivo das Indústrias de Confecção do Sul de Santa Catarina Arranjo Produtivo das Indústrias de Confecção e Textil do Vale do Itajaí Arranjo Produtivo das Industrias de Confecções do Vale do Itajaí Arranjo Produtivo das Indústrias de Móveis do Oeste Arranjo Produtivo de Madeira Móveis do Alto Vale do Rio Negro Arranjo Produtivo do Leite e Derivados do Oeste Catarinense Arranjo Produtivo do Turismo da Costa Esmeralda Arranjo Produtivo do Turismo da Rota da Amizade Arranjo Produtivo do Turismo da Serra Catarinense Arranjo Produtivo do Vime do Planalto Serrano Arranjo Produtivo Local da Bananicultura da Região Norte de Santa Catarina APL de Tecnologia da Informação Arranjo Produtivo de Cerâmica Vermelha das Regiões de Itabaiana e Itabaianinha APL - Arranjo Produtivo Local do Grande ABC - Setor Autopeças. APL - Arranjo Produtivo Local do Grande ABC - Setor Cosméticos APL - Arranjo Produtivo Local do Grande ABC - Setor Ferramentaria APL - Arranjo Produtivo Local do Grande ABC - Setor Plásticos APL - Arranjo Produtivo Local do Setor Têxtil e de Confecção dos Municípios de Americana e Região APL - Bocaina - Industrias de Couros e Fabricantes de Equipamentos de Proteção Individuais de Raspas APL - Setor da Saúde de Ribeirão Preto APL - de Calçados em Birigüi APL - de Calçados em Jaú APL - de Cerâmica Artística de Porto Ferreira - Região do E.R. São Carlos Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 93 SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP 94 APL - de Cerâmica Vermelha em Tambaú APL - de Cerâmica Vermelha em Vargem Grande do Sul APL - de Confecção Bebê, Infantil e Juvenil de Cerquilho e Tietê APL - de Confecção de Cama, Mesa e Banho e Enxoval de Bebê de Ibitinga APL - de Confecções de Novo Horizonte APL - do Setor de Móveis em Mirassol APL - do Setor Oleiro-Ceramista do Oeste Paulista APL - de Jóias de São José do Rio Preto APL de Móveis da Região Metropolitana de São Paulo APL Calçadista de Franca Arranjo Produtivo Local de Jóias Folheadas de Limeira Arranjo Produtivo Local Calçadista da Região de Santa Cruz do Rio Pardo - ER Ourinhos Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 1.21. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI AÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA EM DESIGN Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Tecnologia e Inovação Financeiros (não-reembolsáveis), econômicos, Humanos, Estrutura e Conhecimento. SENAI-DN Integrar e coordenar esforços dos Departamentos Regionais do SENAI e parceiros para a elaboração de Cadernos de Tendências e a criação de um Observatório em Design, através de uma rede difusoradeinformações,promovendoatividadesvoltadasparaareflexãoeacapacitaçãoemdesign, estimulando a cultura do uso do estudo de tendências regionais no desenvolvimento de produto, fortalecendo o conceito de brasilidade nos setores do mobiliário e vestuário (confecções/malharia retilínea/calçados/couro e artefatos). Beneficiários: Micro, Pequenas e Médias Empresas Área de Abrangência: Regional: (Território Nacional) Setorial: (Segmento de Confecção, calçados e Mobiliário) Como acessar: Participar dos Eventos de Sensibilização nos APLs escolhidos. Quem pode participar: Micro, Pequenas e Médias Empresas nas áreas de Confecção, Calçados e Mobiliário. Requisitos: Contato: Zeide Gusmão– SENAI-DN / Telefone: 61- 3317-9692 Endereço eletrônico: [email protected] Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: APLs de Calçados: Novo Hamburgo – RS, Bento Gonçalves-RS, Três Coroas-RS, Farroupilha-RS, Goiânia-GO, São João Batista-SC, Birigui-SP, Franca-SP, Jaú-SP, Santa Cruz do Rio Pardo-SP, São Paulo-SP, Presidente Prudente-SP, Curitiba-PR, Campina Grande-PB e Feira de Santana-BA. APLs de Móveis: Bento Gonçalves-RS, Belém-PA, Três de Maio-RS, Valparaíso de Goiás-GO, Gramado-RS, Belo Horizonte-MG, Lajeado-RS, São Luís-MA, Vitória-ES, Cuiabá-MT, Rio Branco-AC, Arapiraca-AL, Salvador-BA, Arapongas-PR, Curitiba-PR, São Bento do Sul-SC, Chapecó-SC, Rio Negrinho-SC, Criciúma-SC, Joinville-SC, Linhares-ES, Itatiba-SP, Mirassol-SP, São Bernardo do Campo-SP, Votuporanga-SP, Rio de Janeiro-RJ, Ubá-MG. APLs de Confecções: 15 APLs (Principais pólos). Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 95 AÇÃO PROGRAMA SENAI DE INOVAÇÃO Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Tecnologia e Inovação Financeiros (não-reembolsáveis), econômicos, Humanos, Estrutura e Conhecimento. SENAI-DN O SENAI - Departamento Nacional está promovendo o Programa Senai de Inovação que objetiva incentivar parcerias entre as unidades operacionais do SENAI e empresas industriais. Integrando a significativa capacidade de seus quadros profissionais e a rede de serviços tecnológicos dos centros de tecnologia às necessidades da indústria brasileira, esta ação busca promover a pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D&I) nas empresas e nos Departamentos Regionais. Beneficiários: Micro, Pequenas e Médias Empresas. Área de Abrangência: Regional: Amplitude Nacional Setorial: gás natural, eletroeletrônico, metalmecânica, software, têxtil, alimentos e bebidas, couro e calçados, cerâmica, madeira e mobiliário e outras. Como acessar: As empresas interessadas em apresentar projetos de pesquisa aplicada deverão entrar em contato com as unidades operacionais do SENAI e buscar informações sobre o período de apresentação de propostas. Quem pode participar: Micro, Pequenas e Médias Empresas. Requisitos: Contato: Zeide Gusmão– SENAI-DN / Telefone: 61- 3317-9692 Endereço eletrônico: [email protected] Correio eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: 23 projetos inovadores, abrangendo unidades de 12 estados da federação (BA, CE, ES, GO, MT, PB, PR, RJ, RN, RS, SC e SP), em parceria com mais de 23 empresas industriais nas áreas de gás natural, eletroeletrônica,metalmecânica,software,têxtil,alimentosebebidas,couroecalçados,cerâmica, madeira e mobiliário e outras. 96 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais > CASOS DE SUCESSO “O Programa de Desenvolvimento de Novos Mercados (PDNM), celebrado entre os parceiros Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional – Departamento Nacional (SENAI-DN) e Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), tem como objetivo a execução de projetos nos Arranjos Produtivos Locais para melhoria dos processos e produtos das micro, pequenas e médias empresas; desenvolvimento de suas competências; introdução de técnicas e metodologias; e consequentemente aumento da competitividade nos setores de cerâmica vermelha, plástico e tecnologia da informação e comunicação. Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) atendidos são: 1) Cerâmica Vermelha • APL Rio Branco - AC 2) Plástico – Injeção de Termoplásticos • APL do ABC – SP 3) Tecnologia da Informação e Comunicação • APL Curitiba – PR • Campina Grande – PB • Recife – PE A metodologia utilizada foi a realização de um workshop para apresentação do projeto e sensibilização dos empresários, diagnóstico das empresas selecionadas, capacitação de 132 horas, consultoria de 27 horas por empresa e avaliação de indicadores com apresentação do relatório final, tendo como contrapartida da empresa seu comprometimento com o projeto, buscando os melhores resultados. Resultados esperados Ao final do programa, os profissionais capacitados estarão aptos a analisar as condições organizacionais das empresas, visando à correção das deficiências técnicas, tecnológicas e de gestão, acarretando em melhoria dos negócios nos APLs contemplados,gerandoganhosdeeficiência,qualidade,produtividadeecompetitividadeparaasempresas,impulsionando o desenvolvimento local. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 97 1.22. Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA AÇÃO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS NA AMAZÔNIA OCIDENTAL E ÁREAS DE LIVRE COMÉRCIO DE MACAPÁ/SANTANA Área de atuação: Governança e cooperação Tipo de recurso: Recursos humanos (apoio técnico), estrutura e conhecimento Órgão responsável: Superintendência da Zona Franca de Manaus O que é: Articulação junto às instituições para a realização de reuniões, seminários e outros eventos, bem comosuaparticipação,visandoacooperaçãoparaodesenvolvimentodosAPLsnaáreadeatuação da Suframa. Beneficiários: Governos, prefeituras, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa, instituições privadas sem fins lucrativos, iniciativa privada, pessoas físicas e demais interessados. Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Acesso: Contato diretamente com o setor responsável pelo evento na Suframa ou através de acesso pelo site: www.suframa.gov.br para inscrição ou via convite. Quem pode participar: Governos, prefeituras, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa e as instituições privadas sem fins lucrativos, iniciativa privada, pessoas físicas e demais interessados. Requisitos: Eventos direcionados aos Arranjos Produtivos Locais nos Estados da área de atuação da Suframa. Contato: Eliany Maria de Souza Gomes – Coordenadora Geral de Desenvolvimento Regional Telefone: (92) 3614-7121 Fax: (92) 3614-7205 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected] ou [email protected]/ [email protected] Observações: APLs atendidos: Arranjos Produtivos Locais selecionados para os Estados da área de atuação da Suframa, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. 98 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS NA AMAZÔNIA OCIDENTAL E ÁREAS DE LIVRE COMÉRCIO DE MACAPÁ/SANTANA Área de atuação: Investimento, financiamento e incentivos. Tipo de recurso: Financeiros não-reembolsáveis (de acordo com o orçamento aprovado da Suframa) Órgão responsável: Superintendência da Zona Franca de Manaus O que é: Realização de investimentos na estruturação/fortalecimento dos Arranjos Produtivos locais, visando o fomento à atividades econômicas, baseadas nas potencialidades da região, com vistas a geração de emprego e renda à população local. Investimentos também em cursos de capacitação e em tecnologia e inovação de acordo com as necessidades dos Arranjos Produtivos Locais, tendo em vista, que entre os gargalos existentes que impossibilitam o desenvolvimento dos APLs na região, estão a falta de profissionais capacitados em cada fase de sua cadeia produtiva, bem como na falta de investimentos em tecnologia e inovação. Beneficiários: Municípios, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa, instituições privadas sem fins lucrativos, setor produtivo e a população local. Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Acesso: Apresentação de Projeto à Suframa, acompanhado do Formulário de Plano de Trabalho, conforme as exigências da IN n.º 01/97. Projetos vinculados aos Arranjos Produtivos Locais priorizados para os Estados da área de atuação da Suframa, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. Quem pode participar: Governos, prefeituras, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa e as instituições privadas sem fins lucrativos. Requisitos: Atendimento aos aspectos legais: IN/STN n.º 1 de 15/01/97; Lei Complementar n.º 101 de 04/05/00; IN/SFC n.º 1 de 09/05/00; Lei das Diretrizes Orçamentárias – LDO; IN/TCU n.º 35 de 23/08/00; Lei n.º 10.180 de 06/02/01; IN/STN n.º 1 de 04/05/01; Lei n.º 8.666/93; Lei n.º 10.520 de 17/07/2002 Outras (que couberem). Contato: Eliany Maria de Souza Gomes – Coordenadora Geral de Desenvolvimento Regional Telefone: (92) 3614-7121 Fax: (92) 3614-7205 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected] ou [email protected] Observações: Esta ação visa o apoio a estruturação/fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais nos Estados da área de atuação da Suframa, visando o fomento a atividades econômicas para a geração de emprego e renda. Parte dos recursos podem ser provenientes de emendas parlamentares. APLs atendidos: Arranjos Produtivos Locais selecionados para os Estados da área de atuação da Suframa, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 99 AÇÃO FOMENTO À CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NAS ÁREAS DE ATUAÇÃO DA SUFRAMA Área de atuação: Tipo de recurso: Órgão responsável: O que é: Investimento, financiamento e incentivos Financeiros não-reembolsáveis (de acordo com o orçamento aprovado da Suframa) Superintendência da Zona Franca de Manaus Apoiar/estimulararealizaçãodecursosdePós-Graduação(Especialização,MestradoeDoutorado), bem como cursos profissionalizantes em nível médio, visando contribuir para a ampliação de recursos humanos capacitados, além da realização de pesquisa aplicada em áreas do conhecimento que ofereçam ofertas de soluções tecnológicas às demandas do Pólo Industrial de Manaus – PIM e às potencialidades da região. Beneficiários: Instituições públicas de ensino e pesquisa, instituições privadas sem fins lucrativos, pessoas físicas e demais interessados. Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Acesso: Apresentação de Projeto à Suframa, acompanhado do Formulário de Plano de Trabalho, conforme as exigências da IN n.º 01/97. Cursos de Pós-Graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado), como por exemplo nas áreas: Biotecnologia, Desenvolvimento Regional, Microeletrônica, Engenharia Mecânica, Informática e Engenharia de Produção, além de cursos profissionalizantes a nível médio, dentre outros. Quem pode participar: Instituições públicas de ensino e pesquisa e instituições privadas sem fins lucrativos. Requisitos: Atendimento aos aspectos legais: IN/STN n.º 1 de 15/01/97; Lei Complementar n.º 101 de 04/05/00; IN/SFC n.º 1 de 09/05/00; Lei das Diretrizes Orçamentárias – LDO; IN/TCU n.º 35 de 23/08/00; Lei n.º 10.180 de 06/02/01; IN/STN n.º 1 de 04/05/01; Lei n.º 8.666/93; Lei n.º 10.520 de 17/07/2002 Outras (que couberem). Contato: Eliany Maria de Souza Gomes – Coordenadora Geral de Desenvolvimento Regional Telefone: (92) 3614-7121 Fax: (92) 3614-7205 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected]/[email protected]/[email protected] Observações: APLs atendidos: Atendimento de cursos voltados às demandas do Pólo Industrial de Manaus - PIM, às potencialidades regionais e também às necessidades dos Arranjos Produtivos Locais selecionados para os Estados da área de atuação da Suframa, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal, tendo em vista, que um dos principais gargalos é a falta de profissionais capacitados nas diversas fases de suas cadeias produtivas. 100 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO APOIO A PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO NA AMAZÔNIA OCIDENTAL E ÁREAS DE LIVRE COMÉRCIO DE MACAPÁ E SANTANA/AP Área de atuação: Investimento, financiamento e incentivos Tipo de recurso: Financeiros não-reembolsáveis (de acordo com o orçamento aprovado da Suframa) Órgão responsável: Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa O que é: Apoiar projetos de infra-estrutura econômica, de apoio à produção, turismo, pesquisa & desenvolvimento e capacitação de recursos humanos por meio da celebração de convênios com governos, prefeituras, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa e instituições públicas e privadas sem fins lucrativos, com vistas ao fortalecimento das atividades econômicas vinculadasaspotencialidades,comoobjetivodecontribuirparaoaumentodageraçãodeemprego e renda na região. Beneficiários: Municípios, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa, instituições públicas e privadas sem fins lucrativos, setor produtivo e a população local. Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Acesso: Apresentação de Projeto à Suframa, acompanhado do Formulário de Plano de Trabalho, conforme as exigências da IN n.º 01/97. Projetos enquadráveis (exemplos): Produção: mini-usinas, matadouros, casa de farinha, agroindústrias, etc; Infra-estrutura econômica: equipamentos agrícolas, patrulhas mecanizadas, estradas vicinais, rodovias, distritos industriais, portos, aeroportos, centros de comercialização, mercados municipais, central de artesanato, etc; Turismo: projetos de infra-estrutura voltados para o incremento turístico, como construção de orlas turístas, etc. Pesquisa & Desenvolvimento: infra-estrutura de apoio à pesquisa, como por exemplo centros tecnológicos e a pesquisa propriamente dita. Capacitação de recursos humanos: cursos de Pós-Graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado),comoporexemplonasáreas:Biotecnologia,DesenvolvimentoRegional,Microeletrônica, Engenharia Mecânica, Informática e Engenharia de Produção, além de cursos profissionalizantes a nível médio. Quem pode participar: Governos, prefeituras, associações, cooperativas, instituições públicas de ensino e pesquisa e as instituições públicas e privadas sem fins lucrativos. Requisitos: Atendimento aos aspectos legais: IN/STN n.º 1 de 15/01/97; Lei Complementar n.º 101 de 04/05/00; IN/SFC n.º 1 de 09/05/00; Lei das Diretrizes Orçamentárias – LDO; IN/TCU n.º 35 de 23/08/00; Lei n.º 10.180 de 06/02/01; IN/STN n.º 1 de 04/05/01; Lei n.º 8.666/93; Lei n.º 10.520 de 17/07/2002 e Outras (que couberem). Contato: Eliany Maria de Souza Gomes – Coordenadora Geral de Desenvolvimento Regional Telefone: (92) 3614-7121 Fax: (92) 3614-7205 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected] ou [email protected]/[email protected] Observações: Esta ação tem um foco amplo, visando o apoio ao fortalecimento das atividades econômicas nos Estados da área de atuação da Suframa. Parte dos recursos podem ser provenientes de emendas parlamentares. APLs atendidos: Atendimento de projetos de infra-estrutura econômica, produção, turismo, pesquisa & desenvolvimento e capacitação de recursos humanos e projetos vinculados aos Arranjos Produtivos Locais selecionados pela Suframa em sua área de atuação da Suframa, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura,grãos,pecuária,produtosflorestaisnão-madeireiros,oleirocerâmico,turismosustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 101 AÇÃO CONCESSÃO DE INCENTIVOS FISCAIS ÀS PEQUENAS EMPRESAS DE ATIVIDADES COMERCIAIS E INDUSTRIAIS Área de atuação: Investimento, financiamento e incentivos Tipo de recurso: Recursos Humanos (apoio técnico) e conhecimento (orientações para realização de cadastro e Órgão responsável: procedimentos de internamento de mercadoria) O que é: Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa Possibilitar que pequenas empresas obtenham incentivos fiscais, como: (ICMS nas operações comerciais e IPI nas operações industriais (aquisição de equipamentos e de matéria-prima) por meio da inscrição no cadastro da Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA Beneficiários: Empresas de atividades comerciais e industriais Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Fazer o cadastro da empresa junto à Suframa Quem pode participar: Empresas do setor comercial e industrial Requisitos: Apresentação de documentação requerida para obter o cadastro na SUFRAMA: 1. Formulário de Declaração Cadastral devidamente preenchido; 2. Contrato Social de Constituição e/ou Alteração (ões); 3. Cartão de Inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – C.N.P.J; 4. C.P.F. dos Sócios ou do Titular da Empresa (Firma Individual); 5. Cartão de Inscrição Estadual; 6. Alvará de Funcionamento da Prefeitura ou Taxa de Verificação de Funcionamento Regular; 7. Comprovante (s) de residência do (s) sócio (s) ou do titular da empresa (Firma Individual); 8. Comprovante de propriedade do imóvel, contrato de locação ou documento equivalente; 9. Certidão Negativa de Débito do INSS (Lei 8.212/91 e Lei 9032/95) válida; 10. Certificado de regularidade de Situação do FGTS (Lei 8036/90) válida; 11. Certidão de Quitação de Tributos e Contribuições Federais da SRF (Lei 9036/95) válida; 12. Licença de Operação do IPAAM (no caso de Indústria); Contato: João Carlos Paiva da Silva - Coordenador Geral de Controle de Mercadorias e Cadastro - CGMEC Telefone: 3613-2188/1550 Ramal 214 e 215 Fax: 3613-1500 Ramal 216 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected] Observações: APLs atendidos: Micro e pequenas empresas inseridas nos arranjos produtivos locais selecionados pela Suframa em sua área de atuação, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. 102 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO ANÁLISE DE PROJETOS TÉCNICO-ECONÔMICOS PARA A FRUIÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS DECORRENTES DO DECRETO-LEI N.º 288/67 E LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR REFERENTE A ISENÇÃO/REDUÇÃO DO IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO – II, ISENÇÃO DO IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS - IPI E CONCESSÃO DE ÁREA NO DISTRITO INDUSTRIAL PARA INSTALAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS. Área de Atuação: Tipo de Recurso: Investimento, financiamento e incentivos Recursos humanos (apoio técnico) e conhecimento (sobre os procedimentos e a legislação para a apresentação de projetos junto à Suframa) Órgão Responsável: Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa O que é: Analisar projetos industriais e de prestação de serviços para a obtenção dos incentivos administrados pela Suframa, de acordo com as diretrizes, normas e padrões técnicos vigentes, visando a implantação de indústrias e empresas prestadoras de serviços no Pólo Industrial de Manaus – PIM. Beneficiários: Indústrias e empresas prestadoras de serviços com projetos aprovados na Suframa para a implantação de empreendimentos, mediante a concessão dos incentivos fiscais. Área de Abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana Como acessar: Apresentação de Projeto Técnico – Econômico junto à SUFRAMA, de acordo com o tamanho da empresa, conforme definido na Resolução n.º 202/2006. Quem pode participar: Empresas interessadas em fabricar produtos na Zona Franca de Manaus, desde que atendida a legislação do Processo Produtivo Básico - PPB (Decreto n.º 783/93, e especificamente para produtos formulados com matérias-primas da Região Amazônica, conforme regulamentação do PPB estabelecida pela Portaria Interministerial n.º 14-MDIC/MCT, de 16/12/96. Requisitos: Empresas constituídas na área de abrangência da Zona Franca de Manaus, enquadrada nas condições acima dispostas (marco legal) e com regularidade fiscal comprovada por meio de certidões negativas ou documento equivalente. Contato: José Lopo de Figueiredo Filho – Coordenador Geral de Análise de Projetos Industriais - CGPRI Telefone: (092) 3614-7106 Endereço eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected] Observações: Os projetos deverão ser encaminhados à Suframa mediante a apresentação de formulários, obedecendo as condições reguladas pelas Resoluções n.º 202/2006 (industriais) e n.º 390/2001 (de serviços). APLs atendidos: Podem ser atendidas empresas de médio e pequeno porte, fabricantes de produtos regionais e de insumos para as indústrias instaladas no Pólo Industrial de Manaus e na Amazônia Ocidental e áreasdeLivreComérciodeMacapá/SantanaqueestejamvinculadasaosArranjosProdutivosLocais selecionados pela Suframa, em sua área de atuação, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária,produtosflorestaisnão-madeireiros,oleirocerâmico,turismosustentável,sistemasagroflorestais e indústria florestal integrada. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 103 AÇÃO INVESTIMENTOS NA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO COM RECURSOS PROVENIENTES DA LEI DE INFORMÁTICA Área de atuação: Investimento, financiamento e incentivos Tipo de recurso: Financeiros não-reembolsáveis Órgão responsável: Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa e CAPDA O que é: Aplicação de recursos provenientes da Lei de Informática, visando o apoio a projetos voltados à ciência, tecnologia e inovação e na formação de recursos humanos na Amazônia Ocidental e Macapá/Santana. Beneficiários: Instituiçõespúblicaseprivadassemfinslucrativosvoltadasaoensino,pesquisaedesenvolvimento e na formação de recursos humanos. Área de abrangência: Regional: Amazônia Ocidental e Macapa/Santana Como acessar: Acesso: As instituições que querem ter acesso aos recursos geridos pelo Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia - CAPDA deverão estar devidamente credenciadas e atender ao estabelecido no art. 12 do do Decreto n.º 4.401, de 01/10/2002 e ter como atividade a execuçãodepesquisaedesenvolvimento.Serãoatendidosprojetosvoltadosaoensino,pesquisae desenvolvimento e na formação de recursos humanos. Quem pode participar: Instituiçõespúblicaseprivadassemfinslucrativasvoltadasaoensino,pesquisaedesenvolvimento e na formação de recursos humanos. Requisitos: Para o credenciamento das instituições junto ao CAPDA as instituições deverão: 1. Enquadrar-se no art. 12 do Decreto n.º 4.401, de 1/10/2002; 2. Ter como atividade precípua a execução de pesquisa e desenvolvimento, no caso dos centros ou institutos de pesquisa; 3. Ter pesquisadores do quadro efetivo da instituição envolvidos em atividades de pesquisa e desenvolvimento; 4.Terlaboratóriosdepesquisaedesenvolvimento,montadosouprevistos,eminstalaçõesfísicasda própria instituição, compatíveis com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento. Contato: Valéria Silveira Bentes – Coordenadora Geral de Gestão Tecnológica, Lúcia Barroso F. Bussons e Alexandre Antunes Telefone: (92) 3613-2188/1082/1647/1550 Ramais: 252/256/253 Endereço Eletrônico: www.suframa.gov.br Correio Eletrônico: [email protected]; [email protected] ; [email protected] Observações: APLs atendidos: Atendimentosàprojetosvoltadosàpesquisaedesenvolvimentoeàformaçãoderecursoshumanos voltadosàsnecessidadesdosArranjosProdutivosLocaisselecionadospelaSuframaemsuaáreade atuação, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária, produtos florestais não-madeireiros, oleiro cerâmico, turismo sustentável, sistemas agroflorestais e indústria florestal integrada. 104 Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais AÇÃO AÇÃO DE PROMOÇÃO COMERCIAL (REALIZAÇÃO DA FEIRA INTERNACIONAL DA AMAZÔNIA FIAM E PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS, SEMINÁRIOS E CONGRESSOS, RODADA DE NEGÓCIOS, RODADA DE PROJETOS E REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS). Área de Atuação: Tipo de Recurso: Órgão Responsável: O que é: Acesso aos mercado interno e externo. Recursos humanos (apoio técnico), estrutura e conhecimento. Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa Oportunizar o acesso aos mercados nacional e internacional, especialmente para as micro e pequenas empresas que fazem parte dos Arranjos Produtivos Locais, divulgando as oportunidades de negócios na área de atuação da Suframa (AC, AM, RO, RR e Macapá/Santana), visando ampliar e diversificar o comércio para o exterior, com atração de novos investimentos, visando à geração de emprego e renda. Difundiraculturaexportadorapormeiodeaçõeseiniciativasquemobilizemacomunidadeempresarial, no sentido de integrar o esforço do Governo para aumentar as exportações. Beneficiários: Empresasdeprodutosregionais,indústrias,entidadesdeclasse,empresaseentidadesdeturismoe artesanato, prestadores de serviços, institutos e centros de ensino, pesquisa e tecnologia, associações de classe, câmaras de comércio e outras entidades afins, associações, cooperativas e governos estaduais por meios de suas secretarias. Área de Abrangência: Regional: Feira Internacional da Amazônia – FIAM (Amazônia Legal), outras feiras e eventos (Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio de Macapá/Santana) Como acessar: Contactar o Núcleo de Promoção Comercial - NPC, unidade da Suframa responsável pela realização da FIAM e da participação em outras feiras nacionais, internacionais, seminários, rodadas de negócios, etc. Quem pode participar: Empresasdeprodutosregionais,indústrias,entidadesdeclasse,empresaseentidadesdeturismoe artesanato, prestadores de serviços, institutos e centros de ensino, pesquisa e tecnologia, associações de classe, câmaras de comércio e outras entidades afins, associações, cooperativas e governos estaduais por meios de suas secretarias Requisitos: - Empresas que possuam produtos em quantidade que possam atender a demanda de mercado. - Produtos certificados para exportação. Contato: Jorge Luiz Moreira Vasques – Coordenador Geral do Núcleo de Promoção Comercial Telefone: (92) 3614 – 7199 Endereço eletrônico: www.suframa.gov.br/fiam Correio Eletrônico: [email protected] Observações: Oportunizaroacessoaosmercadosnacionaleinternacional,especialmenteparaasmicroepequenas empresas que fazem parte dos Arranjos Produtivos Locais. APLs atendidos: Microepequenasempresas,associações,cooperativas,etc,inseridasnosarranjosprodutivoslocais selecionados pela Suframa em sua área de atuação, tais como: fruticultura, mandiocultura, madeira e móveis, fitoterápicos e fitocosméticos, pesca, piscicultura e aquicultura, apicultura, grãos, pecuária,produtosflorestaisnão-madeireiros,oleirocerâmico,turismosustentável,sistemasagroflorestais e indústria florestal integrada. Manual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais Grupo de Trabalho Permanente Para Arranjos Produtivo Locais 105