SESCOOPPA
Serviço Nacional de Aprendizagem
do Cooperativismo do Estado do Pará
RELATÓRIO DE GESTÃO 2010
Belém PA 2011
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
DO ESTADO DO PARÁ
SESCOOPPA
RELATÓRIO DE GESTÃO 2010
Relatório de Gestão do exercício 2010 apresentado aos órgãos de controle interno e
externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos
do art
70 da Constituição Federal elaborado de acordo com as disposições da IN
TCU n 63
2010 da DN TC n 107
2010 e das orientações da Controladoria Geral da
União Portaria CGU N 2546
2010
Belém PA 2011
1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP PA
2 INTRODUÇÃO
3 SUMÁRIO EXECUTIVO
CAPÍTULO 1
PERFIL INSTITUCIONAL
1
Constituição e natureza da entidade
2
1
Responsabilidade Institucional
3
1
Missão e visão
4
1
Fonte de Recursos
CAPÍTULO 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA
1
2
Objetivos Estratégicos
2
Estrutura Organizacional
CAPÍTULO 3
COOPERANDO COM 0 FUTURO
CAPÍTULO 4
GESTÃO DE PESSOAS
1
4
Perfil do corpo funcional
2 Movimentação no quadro de pessoal
4
3
4
Capacitações
4
Folha de pagamento
CAPÍTULO 5 PRESTAÇÃO DE CONTAS
1
5
Atuação finalística
2
5
Gestão do Sistema
3
5
Indicadores de Desempenho Operacional
CAPÍTULO 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
1
6
Receitas
2
1
Despesas
ANEXOS
Anexo I
Anexo II
Demonstrativo de transferência mediante convênios e outros instrumentos análogos
Histórico da composição e das despesas com recursos humanos 2007 a 2010
Anexo III
informações sobre a gestão da Tecnologia da Informação
Anexo IV
Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou
recursos
Anexo V
Informações sobre Cumprimento da Lei 93
730
8
Anexo VI
Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União
Anexo VII Informações sobre providências adotadas para atender deliberações do TCU ou
em relatório de auditoria do órgão de controle interno
Anexo VIII
Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de
controle interno
Anexo IX
Informações sobre a estrutura de controles internos
Anexo X
Gestão Ambiental e Licitação Sustentável
Anexo XI Outras informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o
desempenho da unidade
Anexo XII
Demonstrações Contábeis
1
Balanço Orçamentário
2
Balanço Financeiro
3
Balanço Patrimonial
4
Demonstração das variações patrimoniais
5
Notas explicativas
6 Parecer independente sobre as demonstrações contábeis
Anexo XIII
Parecer do Conselho Fiscal
Anexo XIV
Parecer do Conselho Estadual ou Nacional
Anexo XV
Atendimento ao TCU quanto ao conteúdo mínimo do Relatório de Gestão
LISTA DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES
I
Orientações Estratégicas do SESCOOP
II Mapa Estratégico do SESCOOP
III
Quadro de pessoal
IV Tempo de Empresa
V
Escolaridade
VI Rotatividade Turnover
LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS
IN
Instrução Normativa
DN
Decisão Normativa
TCU
Tribunal de Contas da União
CGU
ControladoriaGeral da União
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE
Identificação da UJ no Relatório de Gestão Individual
Poder e Órgão de Vinculação
Poder Executivo
Órgão de Vinculação Ministério do Trabalho e Emprego
TEM
Código SIORG 002844
Identificação da Unidade Jurisdicionada
Denominação completa Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará
Denominação abreviada SESCOOP PA
Código LOA Não se aplica
Código SIORG 002844
Código SIAFI Não se aplica
Situação ativa
Natureza Jurídica Serviço Social Autônomo
Principal Atividade Formaçào Profissional Promoçào Social e
MonitoramentoDesenvolvimento das Cooperativas Brasileiras
TelefonesFax de contato
91 32264140
Código CNAE 85
699
99
91 3226
5014
91 3226
5280
Email sescooppa
rdsescoop pa
br
org
Página na Internet http www
br
coop
paracooperativo
Endereço Postal Travessa Angustura 3255
Bairro Marco 66093 040 Belém Pará
Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada
Medida Provisória 1
715 de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto 3
017 de 07 de abril de 1999
publicado no Diário Oficial da União em 07
1999 Lei 11
04
2007 de 23
524
2007
11
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada
Regulamento de Licitações e Contratos
Resolução 43
2006 Norma de Pessoal
Resolução 300
2008
Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Nome
Código SIAFI
Não se Aplica
Não se Aplica
Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Nome
Código SIAFI
Não se Aplica
Não se Aplica
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões
Código SIAFI da Unidade Gestora
Não se Aplica
Código SIAFI da Gestão
Não se Aplica
GESTAO 01
2010 À 3112
2010
DIRIGENTE MAXIMO DA UNIDADE
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
1 CPF
AGENTE
ERIVALDO DE JESUS ARAUJO
ENDEREÇO
Rua Mundurucus 3619 Bairro Cremação
br
coop
erivaldo@sescooppa
E MAIL
MUNICÍPIO
CEP
BELEM
66063 230
CARGO OU
PRESIDENTE
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
UF
PA
TELEFONE
FAX
91 3229
3097
91 3229
3097
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
ATO N ANO
Ata 32
2006
DATA
ATO N ANO
DATA
2006
05
31
NATUREZA DE
10230
672
002
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
01
19
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
ENDEREÇO
JALVO HERMÍNIO CHUCAIR GRANHEN
Travessa Curuzú 1438 Apt 1001 Bairro Marco
EMAIL
br
com
ialvol@uol
AGENTE
MUNICÍPIO
CEP
GELEM
66093 540
CARGO OU
PRESIDENTE
UF
PA
CPF
122 49
492
000
TELEFONE
FAX
91 3226
FUNÇAO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
01
20
Ata 54
2010
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
20
2010
04
20
DIRIGENTE MÁXIMO DA UNIDADE
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
1 CPF
AGENTE
ERNANDES RAIOL DA SILVA
ENDEREÇO
Conjunto Cidade Nova 8 WE42 n 291 Coqueiro
E MAIL
raiol@ sescooppa
ernandes
br
coop
MUNICÍPIO
CEP
ANANINDEUA
67123 250
CARGO OU
PRESIDENTE
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
80249
744
141
TELEFONE
UF
FAX
91 3263 8762
PA
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
20
Ata 55
2010
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
04
20
2010
12
31
MEMBRO DA DIRETORIA
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
i CPF
AGENTE
ENDEREÇO
JOELCIO DA SILVA
EMAIL
br
coop
silva@sescooppa
oelcio
MUNICÍPIO
24960
116
022
Trav WE4 n 434 Conj Satélite Bairro Coqueiro
UF
CEP
BELEM
66670 400
PA
CARGO OU
DIRETOR SUPERINTENDENTE
TELEFONE
FAX
91 3248 2683
FUNÇAO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2008
08
27
Ata 46
2008
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
06
09
NATUREZA DE
MEMBRO DA DIRETORIA
RESPONSABILIDADE
1 CPF
AGENTE
MANOELRODRIGUESTEIXEIRA
ENDEREÇO
Conjunto Cidade Nova V WE 31 n 362 bairro Coqueiro
E MAIL
manoelteixeira
sescooppa
a
br
coop
MUNICÍPIO
CEP
UF
74653
301
492
TELEFONE
ANANINDEUA
67133 140
CARGO OU
DIRETOR SUPERINTENDENTE
PA
FAX
91 3273 4638
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
ATO N ANO
DATA
2010
08
18
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
ATO N ANO
DATA
Ata 57
2010
FIM
2010
08
18
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
JALVO HERMÍNIO CHUCAIR GRANHEN
ENDEREÇO
Travessa Curuzú 1438 Apt 1001
EMAIL
jalvo I til
br
com
uol
MUNICÍPIO
PERIODO GESTAO
INICIO
CEP
1 CPF
12249
492
000
Bairro Marco
TELEFONE
UF
FAX
BELEM
66093 540
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANDO 0 SESCOOP NACIONAL
PA
91 32263226
FUNÇAO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2006
05
31
2006
Ata32
NATUREZA DE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
01
19
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
JALVO HERMÍNIO CHUCAIR CRANHEN
ENDEREÇO
Travessa Curuzú 1438 Apt 1001
uol
a
jalvol
br
com
E MAIL
MUNICÍPIO
CEP
1 CPF
12249
492
000
Bairro Marco
TELEFONE
UF
FAX
BELEM
66093 540
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
PA
91 32263226
FUNÇAO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DATA
ATO N ANO
DATA
2010
04
20
Ata 55
2010
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
DOCUMENTO
ATO N ANO
FIM
2010
04
20
2010
08
18
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
AGENTE
ADEMAR ANTONIO AMORIM BARRA
ENDEREÇO
Rua Boaventura da Si va 567
E MAIL
Aldemarbarra
unimedbelem br
a
com
MUNICÍPIO
PERIODO GESTAO
INICIO
apto 801
UF
CEP
1 CPF
53204
715
023
Bairro Umarizal
FAX
TELEFONE
Belém
66055 090
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANDO 0 SESCOOP NACIONAL
PA
91 8139
0027
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
2010
08
18
ATA 57
2010
EXONERAÇAO
DATA
DOCUMENTO
ATO N ANO
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
08
18
2010
12
31
NATUREZA DE
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
IVAN HITOSHI SAIKI
ENDEREÇO
Rod PA 140 Km 2
MAIL
E
br
com
camta
diretoria@
MUNICÍPIO
TOMEAÇU
1 CPF
64234
719
107
Quatro Bocas
CEP
UF
TELEFONE
68682 000
PA
91 9166
7204
FAX
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
ATO
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
12
31
N ANO
2008
10
29
Ata 047
2008
NATUREZA DE
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
ELAINE CRISTINA GONÇALVES PINHEIRO 1 CPF
ENDEREÇO
Rua Osvaldo de Caldas Brito 10 B
E MAIL
1 botmail
elainnepinheiro
com
MUNICÍPIO
BELÉM
66025 190
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DOS EMPREGADOS DE
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2006
05
31
Ata 32
2006
CEP
UF
PA
99253
926
588
Bairro Jurunas
TELEFONE
FAX
91 3225 1335
COOPERATIVAS
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
04
30
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
MÁRCIO ZANUTO
ENDEREÇO
Av Tavares Bastos 9333 Apt 303 Bloco E
MAIL
E
mzanuto museugoeldi
br
MUNICÍPIO
CEP
1 CPF
TELEFONE
UF
PA
641 49
688
171
Bairro Marambaia
FAX
BELEM
66615 005
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
91 3243 0151
FUNÇAO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2006
05
31
Ata 32
2006
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
04
30
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
ANTONIO DA CRUZ ARANTES
ENDEREÇO
Rua Presidente Médici 38
1 CPF
412 91
326
097
Bairro Nova Maraba
EMAIL
MUNICÍPIO
MARABÁ
68514 300
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
CEP
UF
PA
TELEFONE
FAX
94 91364734
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
06
30
ATA 56
2010
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
06
30
2010
12
31
NATUREZA DE
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
JANDER WENDEL MAGALHÃES
ENDEREÇO
Avenida Senador Lemos Pass Santos Dumont 14
EMAIL
wendell coop
sicoobamazonia
n
br
MUNICÍPIO
CEP
UF
I CPF
362 91
353
714
Sacramenta
TELEFONE
FAX
Belém
68018 000
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DOS EMPREGADOS DE COOPERATIVAS
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
PA
91 33249924
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
10
06
30
Ata 56
2010
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
10
06
30
2010
12
31
NATUREZA DE
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
ROBERTO GUERRERO DE
CARVALHO
ENDEREÇO
Cond Estância Jardim Botânico II Av Dom Bosco s
n Quadra 13 n 42
MAIL
E
guerrero coop
roberto
sescoop
t
br
MUNICÍPIO
CEP
BRASILIA
CPF
UF
TELEFONE
71680365
CARGO OU FUNÇAO
DESIGNAÇAO ATO N
958 49
907
168
FAX
3427 1464
CONSELHEIRO SUPLENTE REPPRESENTANTE DO 0 SESCOOP NACIONAL
OCUMENTO
ANO
tTO N ANO
2009
08
27
Ata 51
2009
NATUREZA DE
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
01
1
2010
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
MARIA DO SOCORRO DOS SANTOS
FIGUEIREDO
ENDEREÇO
Conjunto Pedro Teixeira I Rua 1 n 95
MAIL
E
com
hotmail
helpita70nn
CPF
572 68
060
334
Bairro Coqueiro
MUNICIPIO
CEP
UF
TELEFONE
BELÉM
66670 320
PA
91 32686672
CARGO OU
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
FAX
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DOS EMPREGADOS DE
COOPERATIVAS
DOCUMENT
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
0
DATA
ATO N ANO
DATA
PERIODO GESTÃO
INÍCIO
FIM
ATO N ANO
2006
05
31
Ata 32
2006
NATUREZA DE
01 01
2010
2010
04
30
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
1 CPF
772 04
730
085
AGENTE
LUIS AUGUSTO QUARESMA
ENDEREÇO
EMAIL
Passagem Santa Izabel 212 Rua Magno de Araújo Bairro Telégrafo
museugoeldi
a
quaresmala
br
MUNICÍPIO
BELÉM
CEP
UF
000000
66
PA
CARGO OU
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENT
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
0
DATA
ATO N ANO
DATA
TELEFONE
FAX
91 32445451
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
04
30
ATO N ANO
2006
05
31
Ata 32
2006
NATUREZA DE
MEMBRO 130 CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
RAIMUNDA SILVA DOS REIS
ENDEREÇO
Av Marquês Herva
E MAIL
br
com
awahoo
ravreissocial
MUNICÍPIO
CEP
1130
1 CPF
Apto 103
UF
082 15
671
012
Pedreira
TELEFONE
FAX
Belém
66085 310
CARGO OU
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVAS
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
PA
91 3228 2311
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
04
30
20
12
31
10
NATUREZA DE
MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO
RESPONSABILIDADE
AGENTE
FRANCISCO WATARU SAKAGUCH I
ENDEREÇO
Rodovia PA 140 Km 3 B Açaizal
br
com
produtos@icamta
EMAIL
I CPF I
402 10
054
105
MUNICÍPIO
CEP
UF
TELEFONE
Tome Acú
680000
68
PA
37341319
91
CARGO OU
FAX
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVAS
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
10
04
30
ATA AGE
PERIODO GESTAO
INÍCIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
RENATO ROCHA ARAÚJO
ENDEREÇO
Av Rio Branco 159
1 CPF
652 20
988
140
Bairro Novo
E MAIL
MUNICÍPIO
CEP
TELEFONE
UF
PA
FAX
TAILANDIA
68695 000
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
91 37521223
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2006
05
31
2006
Ata32
NATUREZA DE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
01
2010
04
30
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
RESPONSABILIDADE
AGENTE
RAIMUNDA NAZARÉ OLIVEIRA BRANDÃO
ENDEREÇO
RIJA MANOEL M OLIVEIRA 9
A AGUA BRANCA
1 CPF
262 22
917
213
EMAIL
MUNICÍPIO
CEP
UF
TELEFONE
FAX
ANANINDEUA
033675
67
PA
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2009
08
27
ATA 051
09
NATUREZA DE
PERÌODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
01
2010
04
30
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
RESPONSABILIDADE
AGENTE
MOISÉS DA COSTA CONCEIÇÃO
ENDEREÇO
RESIDENCIAL JOÃO COELHO BLOCO C AP 101
CPF
602 49
026
393
E MAIL
MUNICÍPIO
BELÉM
66820 000
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
CEP
UF
TELEFONE
FAX
PA
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2009
08
27
ATA 051
09
PERÍODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
01
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
MANOEL ALEXANDRE DOS SANTOS
CPF
162 15
573
194
NOGUEIRA
PASS São Pedro 100
ENDEREÇO
Coqueiro
E MAIL
MUNICÍPIO
CEP
UF
TELEFONE
FAX
Ananindeua
67113 320
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
PA
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
CLEMENTE MONTEIRO BAIA
ENDEREÇO
Rua Berredos 404
Altos
1 CPF
Ponta Grossa
382 15
102
083
Icoaraci
Clementebaia@paracooperativo
br
com
MUNICÍPIO
CEP
Belém
UF
PA
CARGO OU
TELEFONE
FAX
91 32270132
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
JACIMÁRIO NOGUEIRA DA CUNHA
ENDEREÇO
Avenida São Paulo 481
EMAIL
Jacimario nogueira
ã sescoop
br
coop
pa
MUNICÍPIO
Curionópolis
68173 000
CARGO OU
CONSELHEIRO TITULAR REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
CEP
Serra Pelada
UF
PA
1 CPF
567367 04
925
Bairro Sereno
TELEFONE
94
8128
FAX
5565
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERIODO GESTAO
INICIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
l CPF
AGENTE
REGINALDO FERREIRA PANTOJA
ENDEREÇO
Av Vinte e Cinco de Setembro 1474 Apto 702
502 91
382
158
Bairro Marco
MAIL
E
MUNICÍPIO
TELEFONE
UF
CEP
PA
FAX
Belém
66093 005
CARGO OU
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVAS
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
91 8115 9350
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
08
18
ATA 57
2010
PERÍODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
08
18
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
ALEXANDRA LOPES NASCIMENTO
ENDEREÇO
Travessa José Viana 426
E MAIL
com
hotmail
com
lopes@hotmail
Alexadra
MUNICÍPIO
CEP
1 CPF
332 72
352
913
Novo Horizonte
UF
PA
TELEFONE
FAX
Barcarena
66447 000
CARGO OU
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
91 8426 2293
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERÍODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
MEMBRO DO CONSELHO FISCAL
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
ELENICE CONCEIÇÃO CAIADO BASTOS
ENDEREÇO
Rua Manoel Bara a
227
1 CPF
802 25
144
099
São João Outeiro
EMAIL
MUNICÍPIO
CEP
UF
TELEFONE
FAX
PA
Belém
66840 040
CARGO OU
CONSELHEIRO SUPLENTE REPRESENTANTE DE COOPERATIVA
FUNÇÃO
DESIGNAÇÃO
DOCUMENTO
EXONERAÇÃO
DOCUMENTO
DATA
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
2010
04
30
ATA AGE
PERÍODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
04
30
2010
12
31
ENCARREGADO DA GESTA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
NATUREZA DE
RESPONSABILIDADE
AGENTE
CPF
HELENA TADDEI DE SOUZA MIRANDA
402 68
887
039
MENDES
ENDEREÇO
Rua Municipalidade 1757 Ed Juno 704
EMAIL
helena@ sescooppa org
br
MUNICÍPIO
CEP
UF
TELEFONE
BELEM
66050350
CARGO OU
CONTADORA
FUNÇAO
DESIGNAÇAO
DOCUMENTO
EXONERAÇAO
DOCUMENTO
ATO N ANO
DATA
ATO N ANO
DATA
2004
04
07
PA
Bairro Umarizal
91 32448720
Ata 19
2004
FAX
91 3244 8720
PERIODO GESTÃO
INICIO
FIM
2010
01
2010
12
31
Belém 31 de dezembro de 2010
Helena Taddei de Souza Miranda Mendes
Ernandes Raiol da Silva
Contadora
Presidente
INTRODUÇÃO
O presente Relatório de Gestão apresenta os resultadosatividades realizadas durante o ano
de 2010 desta Unidade Jurisdicionada sendo que o mesmo é composto por informações que
apresentam o Sistema Cooperativista Estadual onde o SESCOOP PA contribui para a geração de
condições favoráveis ao fortalecimento das cooperativas mediante capacitação valorização e ao
melhor aproveitamento dos cooperados e empregados de maneira a alçálas a patamares mais
elevados de inovação excelência e via de conseqüência incrementarlhes a competitividade dos
produtos e serviços Subdivido em capítulos e anexos conforme a orientação do TCU
Os Itens 4 7 13 e 14 que compõem a Parte A Conteúdo Geral do Anexo II da Decisão
Normativa do TCU n 107 de 27 de outubro de 2010 não se aplica a essa entidade
Quanto a Parte B
Informações Contábeis da Gestão os Itens 1 3 4 e 5 não se aplicam a
essa entidade
O Anexo IV
Reconhecimento de Passivos por insuficiência de Créditos ou Recursos não
foi preenchido em virtude de esta unidade estadual não apresentar tais passivos
Informações sobre Gestão do Patrimônio Imobiliário de Propriedade da
União informamos que a unidade não é gestora de nenhum Patrimônio Imobiliário de Propriedade
da União classificado como Bens de uso especial de propriedade da União ou locado de
O Anexo VI
terceiros
O Anexo VII
Cumprimento das Deliberações do TCU atendidas no exercício não foi
preenchido em virtude de não haver deliberação do Tribunal para esta entidade
O Anexo VIII
Relatório de Cumprimento de Recomendações do Órgão de Controles
Internos pelo fato da auditoria ter sido realizada em fevereiro de 2011 e ainda não termos tomado
conhecimento do relatório de recomendação
O Anexo IX
Informações sobre Estrutura de Controles Internos da UJ tendo em vista que
essa unidade não tem estrutura de controle interno
O Anexo X Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis não foram preenchidas em virtude
da entidade não estar estruturado para desenvolver tais pratica
O Quadro 11 Despesas por Modalidade de Contratação
Crédito Recebido pela UJ parte
integrante do Anexo XI não foi preenchido em virtude da entidade não ter realizado convênios e
FUNDECOOP projetos especiais
SUMÁRIO EXECUTIVO
O cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de
organização da produção do trabalho e do consumo com o foco no atendimento às necessidades
comuns dos seus associados e não apenas no lucro no que se diferencia dos demais
empreendimentos
Com cerca de sete mil cooperativas e mais de 295 mil empregados o cooperativismo
brasileiro conta com mais de 6 milhões de cooperados 88
5 bilhões de reais em faturamento e 3
6
bilhões de dólares em exportações
Embora sejam sociedades sem fins lucrativos as cooperativas atuam numa economia de
mercado e em concorrência com empresas essencialmente privadas Apesar das diferenças na
propriedade do capital na destinação dos resultados e na relação com as comunidades as
cooperativas agem em um ambiente competitivo em que predominam o mercado e as empresas
capitalistas e portanto devem estar bem preparadas Diante disso o sistema cooperativista depara
se com o desafio de atender às demandas sociais de seus cooperados e de seu entorno e ao mesmo
tempo desenvolverse em conformidade com um mercado altamente competitivo
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP criado em 1998 faz
parte do Sistema S Tem como objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliálo a
vencer seus desafios Cabe ao SESCOOP organizar administrar e executar
0 ensino de formação profissional cooperativista para cooperados empregados de
cooperativas e familiares
A promoção social de cooperados empregados de cooperativas e familiares e
0 monitoramento das cooperativas em todo o território nacional
O grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 diferentes ramos da
agricultura aos serviços passando pelo comércio e pela indústria com portes distintos das grandes
às pequenas e distribuídas espacialmente por todo o País nos 26 estados e no Distrito Federal
Com todas essas atribuições e uma abrangência nacional o SESCOOP atua em um ambiente de
elevada complexidade
O SESCOOPPA iniciou em 2010 a elaboração do PLANO ESTRATÉGICO DO
COOPERATIVISMO PARAENSE PEC objetivando despertar para o desenvolvimento integrado
e sustentável das cooperativas de cada Núcleo assim corno dotar o Sistema OCB SESCOOP PA na
definição de ações direcionadas a necessidades das cooperativas criando urna visão crítica e
estratégica de seus empreendimentos buscando a Autogestão
Todas as ações realizadas tiveram o período de vigência de um ano aprovado pelo Conselho
de Administração do SESCOOP PA conforme estabelecido no PLANO DE TRABALHO
definidos seus objetivos público alvo número de participantes período de realização local do
evento e carga horária conteúdo programático metodologia utilizada perfil de instrutores e
técnicos avaliação recursos financeiros sendo essas ações de grande valia para o crescimento e o
desenvolvimento do cooperativismo do Estado
Vale destacar as parcerias realizadas com as entidades públicas e privadas tais como
prefeituras associações e grupos de pessoas interessadas sobre o assunto do cooperativismo
Observamos que os resultados das ações serviram de balizamento para que grupos de pessoas
lideranças dirigentes e outros possam visualizar o cooperativismo corno urna ferramenta para a
geração de trabalho e renda assim como contribuir para o desenvolvimento da comunidade
As ações do SESCOOP PA têm por objeto um requisito fundamental para o crescimento das
cooperativas a promoção de seus associados empregados e respectivos familiares e para o
desenvolvimento do Brasil e do Pará a educação Mais especificamente a educação profissional
Sua criação inspirouse na bem sucedida experiência de suas congêneres do Sistema S as
instituições dirigidas pelas confederações empresariais financiadas pelas contribuições das
e incumbidas de formar e
no caso do SESCOOPPA das cooperativas paraenses
capacitar profissionais da indústria comércio agropecuária transportes
empresas
CAPÍTULO 1
PERFIL INSTITUCIONAL
0 SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro fornecendo lhe suporte em
formação profissional
técnica e gerencial A entidade atua também na promoção social dos
cooperados empregados e familiares bem como no monitoramento desenvolvimento das
cooperativas
Do ponto de vista formal o SESCOOP é urna entidade civil de direito privado sem fins
lucrativos constituída sob o regimento de serviço social autônomo A Instituição é mantida por
recursos de natureza parafiscal Os valores das contribuições feitas pelas cooperativas são
definidos a partir de um percentual sobre as folhas de pagamento
Composto por urna Unidade Nacional e por 27 unidades estaduais é considerado uma
entidade paraestatal pois desempenha serviços não exclusivos do Estado em colaboração com
ele recebendo incentivos do poder público Por essa razão está sujeito a controle pela
Administração Pública e pelo Tribunal de Contas da União
Em linhas gerais a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de
procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais
Estas por sua vez devem seguir essas diretrizes sem contudo deixar de atender às demandas
específicas de sua região
1 Constituição e natureza da entidade
A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela
Medida Provisória 1
715 de 3 de setembro de 1998 0 Decreto 3
017 de 06 de abril do ano
seguinte complementou a medida provisória instituindo regulamentos e dispositivos que disciplina
a atuação do SESCOOP
Ao SESCOOPPA cabe fundamentalmente apoiar diretamente as cooperativas no Estado
em consonância com a orientação diretriz e objetivos estratégicos estabelecidos nacionalmente
pelo Conselho Nacional do SESCOOP
Conforme é previsto no Regimento Interno a Administração Regional do Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará
PA órgão descentralizado
SESCOOP
criado pelo Conselho Nacional vinculado a OCB PA cuja finalidade é executar as ações de
formação profissional monitoramento e promoção social no âmbito das cooperativas do Estado do
Pará tem entre os seus objetivos
I
organizar administrar e executar o ensino de formação profissional e a promoção social dos
trabalhadores e dos cooperados e familiares das cooperativas
II
assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de
treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua
III
estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional do trabalhador em
gestão de cooperativas e a promoção social do trabalhador do cooperado e familiares
IV
exercer a coordenação supervisão e fiscalização da execução dos programas e projetos de
formação profissional e de gestão em cooperativas para empregados e cooperados
2 Responsabilidade Institucional
1
Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas seus associados e empregados bem
corno os respectivos familiares 0 trabalho da entidade organizase a partir de quatro áreas de
atuação São elas
Formação capacitação profissional
Promoção social
Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas e
Gestão do sistema
As ações do SESCOOP para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação
valorização e melhor aproveitamento dos cooperados e empregados Desse modo a entidade busca
alçálos a patamares mais elevados de inovação e excelência favorecendo a competitividade dos
produtos e serviços
O papel do SESCOOP PA no apoio ao desenvolvimento do cooperativismo constitui no
desenvolvimento de ações inserese no conjunto de iniciativas voltadas para o apoio ao
cooperativismo setor de grande importância para o desenvolvimento socioeconômico do Estado
especialmente no que se refere à geração de emprego e renda
Assim é que o SESCOOP PA contribui para a geração de condições favoráveis ao
fortalecimento das cooperativas mediante capacitação valorização e ao melhor aproveitamento dos
cooperados e empregados de maneira a alçálas a patamares mais elevados de inovação excelência
e via de conseqüência incrementarlhes a competitividade dos produtos e serviços
3 Missão e visão
1
A função e a razão de ser do SESCOOP PA está contemplada em sua missão promover o
cooperativismo a capacitação a formação profissional a autogestão e o desenvolvimento social nas
cooperativas
0 escopo de sua atuação busca o desenvolvimento sustentado do cooperativismo de forma a
produzir a melhoria dos resultados obtidos pelas cooperativas e o fortalecimento de seu papel
econômico e social A visão da entidade é ser o agente formador e propulsor do desenvolvimento
do cooperativismo
4 Fonte de Recursos
1
A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2
5
incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas
A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em regimento Interno e
obedece a seguinte diretriz
10 dez por cento são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do
SESCOOP
2 dois por cento do orçamento são enviados à Organização das Cooperativas Brasileiras
OCB a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional de
representação de informação e de logística disponível no Sistema OCB OCEs
20 vinte por cento irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo
FUNDECOOP administrado pela Unidade Nacional conforme resolução do Conselho
Nacional do SESCOOP
68 sessenta e oito por cento são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou
regionais nas atividades relativas aos objetivos fins despesas de caráter geral e
investimentos necessários para atingir seus objetivos conforme normas definidas pelo
Conselho Nacional do SESCOOP
Volume e evolução de receitas repassadas ao SESCOOPPA nos últimos três anos
TÍTULO DE RECEITAS
2008
2009
2010
Receitas de Contribuições
00
485
648
00
609
611
00
485
642
Receitas Patrimoniais
00
723
59
00
698
89
00
653
95
Transferências Correntes
00
000
540
00
000
540
00
000
540
Outras receitas correntes
644
6
00
00
651
17
344
6
00
TOTAL
254
1
00
852
258
1
00
958
284
1
00
482
CAPÍTULO 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA
A estrutura de gestão do SESCOOP obedece às melhores práticas de govemança
corporativa respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração
a Transparência
não só em relação aos dados contábeis mas a todos os assuntos que
possam gerar conflitos de interesses internos ou externos
igualdade de tratamento a todos os grupos sejam eles conselheiros governo
cooperados empregados etc
b Equidade
c Prestação de contas os gestores do SESCOOP prestam contas à sociedade ao sistema
cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato
d Responsabilidade
conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio o
desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente
A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura um Conselho
Nacional um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva composta por um presidente e um superintendente
A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras
OCB
Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais onde as atividades são definidas e
fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais em consonância com as diretrizes nacionais
da instituição
Entenda a seguir o papel de cada um desses órgãos
A estrutura básica de gestão da Unidade Estadual compreende um Conselho Administrativo
do SESCOOPPA um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva composta por um Presidente e
um Superintendente A Presidência da entidade é cargo nato do presidente do Sindicato e
Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará OCBPA
O Conselho Administrativo é o órgão máximo no âmbito da administração do SESCOOP
PA e têm mandato de 04 quatro anos coincidentes com o mandato da Diretoria do Sindicato e
Organização das Cooperativas do Estado do Pará
OCBPA
Será composto por cinco membros titulares e igual numero de suplentes assim constituído
I
Pelo Presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Pará
PA como seu Presidente
OCB
1I
01 um representante indicado pelo Conselho Nacional do SESCOOP
III
03 três representantes indicados pelo Sindicato e Organização das Cooperativas do
Estado do Pará
OCBPA dos quais 01 um representará os empregados em
cooperativas e 02 dois representarão as cooperativas contribuintes do SESCOOP
O Conselho Fiscal órgão de fiscalização é composto por 03 três membros titulares e igual
número de suplentes indicados pela Diretoria do Sindicato e Organização das Cooperativas do
Estado do Pará OCB PA para um mandato de 04 quatro anos coincidente com mandato do
Conselho Administrativo do SESCOOP PA sendo obrigatória a renovação de no mínimo 1
3 dos
seus membros para o período subseqüente
A Diretoria Executiva é o órgão gestor e de administração do SESCOOP PA consoante às
diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Administrativo do SESCOOP PA Será
composta pelo Presidente do Conselho Administrativo do SESCOOPPA e pelo Superintendente À
Diretoria Executiva órgão de gestão e administração central compete entre outras funções a de
zelar pelo cumprimento do Regimento Interno das deliberações do Conselho Nacional e das
normas e diretrizes da instituição bem como pela implementação das políticas e diretrizes
estratégicas estabelecidas para o Sistema Cabelhe também propor planos de trabalho ao Conselho
Nacional e zelar por sua execução e ainda estabelecer normas internas de funcionamento da
entidade As atividades são definidas e fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e
fiscais em consonância com as diretrizes nacionais da instituição
1 Objetivos Estratégicos
2
Considerar a educação e a profissionalização da gestão a inovação tecnológica e a
capacidade empreendedora como fatores primordiais para o aumento da competitividade das
cooperativas nos mercados externo e interno Portanto pretendemos
Manter ações para o desenvolvimento e implementação de metodologias de educação cooperativa
e de formação e qualificação profissional em padrões de excelência e inovação
Intensificar e aprimorar a atuação do SESCOOPPA dando ênfase às prioridades definidas pelo
Conselho Nacional
Intensificar ações visando aumentar a participação dos negócios das cooperativas paraense nos
mercados nacional e internacional
Formular e implementar ações que fomentem o cooperativismo associado a programas de geração
e transferência de renda
Implementar sistema de monitoramento da estratégia que permita acompanhar de modo
integrado o desempenho das cooperativas e do SESCOOP PA missão visão resultados
institucionais e finalísticos projetos e produtos
Adequar e integrar cadastros bases de dados e sistemas de informação corporativos
Aperfeiçoar a gestão interna
Garantir a integração de processos sistemas métodos e propósitos do SESCOOP PA
Aprimorar a gestão da carteira de projetos e intensificar a integração de equipes
2 Estrutura Organizacional
A unidade apresentará sua estrutura organizacional organograma acrescentando
responsabilidadespapéis das áreas e os comentários que entender convenientes
CONSELHO DE
ADMINISTRAÇÃO
CONSELHO
FISCAL
PRESIDÊNCIA
SESCOOP PA
SUPERINTENDENTE
i
SECRETARIA
GERENCIA CONTROLADO
GERÊNCIA OPERACIO
GERENCIA RECURSOS
RIA FINANCEIRA
NALCAPACITAÇÃO
HUMANOS
Gerencia Controladoria Financeira
Contador
Assistente Financeiro
Gerencia de Recursos Humanos
Técnico Adm Pessoal
Assistente Administrativo
Auxiliar de Serviços Administrativos
Auxiliar de Serviços Gerais
Gerencia Operacional Capacitação
Analista em Desenvolvimento de Cooperativas
Técnico em Cooperativas
Técnico em Informática
as
CAPÍTULO 3
COOPERANDO COM 0 FUTURO
0 cooperativismo é uma importante força impulsionadora de desenvolvimento do país
mais de 25 do total do País Uma das
estando presente em 1
407 municípios brasileiros
principais demandas do setor é a capacitação de seus profissionais que buscam ganhar espaço no
mercado nacional e internacional Atento às necessidades dos associados o SESCOOP investe na
formação de líderes gestores e cooperados visando sempre o fortalecimento a qualificação e a
sustentabilidade do setor
As parcerias são fundamentais para o desenvolvimento de um cooperativismo sério e
comprometido com a sociedade No ano de 2010 o Sistema OCB SESCOOP PA realizou diversas
parcerias com o intuito de promover troca mútua de conhecimento 0 foco entidades que pudessem
colaborar com o crescimento do cooperativismo A expectativa para o próximo ano é que este
número seja ainda maior
Para o Presidente do SESCOOP PA Ernandes Raiol isso facilita as trocas de experiências
aos cooperados Parcerias são sempre bemvindas principalmente para uma gestão que preside
para todos que nela participam É um trabalho em que todos ganham e as portas estão abertas para
que mais parcerias sejam realizadas
A Universidade Federal do Pará UFPA é uma das entidades que está em vias de firmar
parceria com o SESCOOP
PA a proposta é realizar um estudo que identifique o desenvolvimento
do sistema cooperativista no Estado do Pará Caracterização e Organização de Cadeias Produtivas
pois o cooperativismo paraense cresceu muito na ultima década e se torna necessário mapear a
atuação das cooperativas Com tal estudo poderemos coletar informações sobre a cadeia produtiva
das cooperativas como por exemplo cooperativas de pesca laticínio e outros campos de produção
que estão em evidência Estudando em que setores as cooperativas de trabalho estão atuando e
pensar nas novas tendências motivos econômicos sociais e ambientais e no fomento de novos
campos para o cooperativismo
Quadro comparativo de evolução do cooperativismo paraense
Número de Cooperativas Paraenses
264
300
276
239
250
2008
200
150
100
so
0
2009
2010
Número de Associados
44909
45566
45959
50000
40000
2008
2009
30000
2010
20000
10000
0
Números de Empregados
1661
1659
1694
1600
1200
2008
2009
800
2010
400
0
Fonte OCBPA dezembro2010
As cooperativas são hoje um importante componente do macrossistema social paraense
consumo educacional mineral saúde habitacional
Operam em 10 ramos de atividade
agropecuário crédito produção transporte e trabalho gerando resultados econômicos e sociais
através da geração de renda do pagamento de impostos e também através da melhoria da
capacitação dos sócios e funcionários das cooperativas a educação é estimulada
0 sistema cooperativista paraense conta com 276 cooperativas congregam um contingente
expressivo de associados aproximadamente 45
000 empregam mais de 1
600 trabalhadores com
carteira assinada Num setor capaz de ostentar tais números o SESCOOPPA empenhase em
atender às demandas de seu público alvo as cooperativas paraenses seus quase 50 mil associados
e empregados Incluídos os respectivos familiares temse em torno de 250 mil pessoas
considerada a média habitualmente aceita de cinco pessoas por família
A equipe do SESCOOP enxerga a responsabilidade socioambiental como uma
oportunidade de ultrapassar os objetivos da instituição participando efetivamente da transformação
da sociedade Afinal a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos
técnicos de gestão Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as
leva a adotar uma postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente
CAPÍTULO 4
GESTÃO DE PESSOAS
Um ambiente de trabalho saudável atrativo e motivador impulsiona a produtividade
organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores Por isso o SESCOOP investe
constantemente na valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal
0 SESCOOP PA dedica ao público interno atenção e cuidado semelhantes aos destinados às
cooperativas e a seus associados e empregados Uma das prioridades é a capacitação e o
desenvolvimento de seus colaboradores
Paralelamente procurase criar um clima organizacional positivo que estimula a
confraternização o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações de voluntariado
como por exemplo a comemoração festiva dos aniversariantes do mês bem como a participação e
envolvimento de empregados nas viagens e eventos promovidos pelo SESCOOP PA
Com pouco mais de dez anos de atuação o SESCOOP vêse diante de desafios comuns a
organizações que se relacionam com um cenário dinâmico exigindo contínuo aprimoramento dos
processos de trabalho Por isso a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor
atender aos seus objetivos organizacionais
1 Perfil do Corpo Funcional
4
0 SESCOOP PA conta com o quadro funcional conforme demonstrado na tabela a seguir
Cargo
Quantidade
Gênero
Superintendente
01
Masculino
Contador
01
Feminino
Assistente Administrativo e Financeiro
01
Feminino
Secretária Executiva
01
Feminino
Técnico em Cooperativismo
02
Masculino
Recepcionista
01
Feminino
Motorista
01
Masculino
Do total de funcionários do SESCOOP PA 50 e do sexo feminino
2 Movimentação do Quadro de Pessoal
4
Durante o ano de 2010 houve a mudança na superintendência da unidade estadual ocorrida após a
eleição da OCB PA
Outro aspecto importante a destacar é a ação civil pública impetrada pelo Ministério Público do
Trabalho que pretende fazer com que o SESCOOP PA realize concurso público para contratar seus
colaboradores sob a justificativa de esta entidade utilizar recursos públicos para a consecução de suas
atividades
A tese defendida e que vem sendo aceita pelos tribunais de todas as instâncias é de que o Sistema
SESCOOP recebe contribuições para fiscais é a própria cooperativa que financia o SESCOOP onde a
arrecadação é realizada pela Previdência Social
Ponto importante a destacar é regulamento para contratação de pessoal
já citado quando da
identificação da unidade
regulamento este que é utilizado pelo Sistema SESCOOP para seleção e
contratação de seus colaboradores
Desta maneira o quadro funcional do SESCOOP PA encontra se reduzido fazendo com que muitas
ações não sejam desempenhadas da maneira que poderiam ser
Porém esse número reduzido não impede a superação por parte de seu quadro de pessoal em fazer
com que as metas sejam atingidas Com número adequado de colaboradores mais e novas ações poderiam
ser realizadas
QUADRO DE RECURSOS HUMANOS EFETIVOS EM 31
2010
12
NOME
FUNÇÃO
CARGO
Brenda NatassjaPalhano Gomes
Gerencia Jurídica
Camilla Lobo dos Reis
Estagiária
Cleiton Reis Baia
Serviços Gerais
Cristina Izabel Batista Mendes Xavier
Assistente Adm
Financeiro
Helena Taddei de Souza Miranda Mendes
Contador
Jorge Moura Serra Junior
Técnico em Cooperativa
Joseane Barbosa Gonçalves
Auxiliar de Escritório
Manoel Rodrigues Teixeira
Diretor Superintendente
Maria do Rosário de Pompéia Pardauil
Secretária
Sandoval Lopes de Almeida Neto
Estagiário
3 Capacitações
4
Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal o SESCOOP PA identifica
necessidades promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades
profissionais buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado
Metas tísicas e financeiras
PREVISTAS
METAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Treinamento RH interno
Financeiras
k
Física
145 52
00
363
RS 52
00
760
76
100
10
10
100
sr
Realizações por elemento de despesa
R
Passagens e locomoções
00
512
17
Despesas referentes à aquisição de
passagens para os técnicos do Sescoop e
convidados para participar dos cursos de
capacitação
Diárias e hospedagens
001 Concessão de diárias para o técnico e
488
17
convidados para participar dos cursos de
capacitação
Auxilio Educacionais
Taxa Inscrição
1
06 Taxa Inscrição dos participantes
760
17
No projeto Investimento treinamento em RH está a preocupação da Diretoria Executiva na
capacitação de seu corpo funcional visando dotar os colaboradores do SESCOOPPA com os
melhores conhecimentos para desempenhar suas funções da melhor maneira possível
A tabela acima demonstra os quantitativos executados Foram capacitados 10 colaboradores
4 Folha de Pagamento
íi
jflu
1i 1 ly 1
p
ORÇADO
109
220
REALIZADO
221
208
ORÇADO
704
81
REALIZADO
665
83
ORÇADO
991
74
VTVAP1
Vida
Seg
Saúde
REALIZADO
769
78
TOTAL
ORÇADO
804
376
REALIZADO
656
370
Vencimentos e Remuneração
ao Rea
95
Encargos Sociais Patronais
102
Benefícios
105
98
CAPÍTULO 5 PRESTAÇÃO DE CONTAS
Conforme mostrado ao longo deste relatório a atuação do SESCOOP engloba cinco linhas
prioritárias de atuação Três delas estão relacionadas à missão da entidade por isso são classificadas
como áreas finalísticas
São elas Formação e capacitação profissional Promoção social e Monitoramento e
desenvolvimento de cooperativas
A quarta área de atuação trata da gestão do sistema ou seja dos processos que dão
suporte às áreas finalísticas visando atingir os objetivos institucionais do SESCOOP
A quinta área de atuação trata da divulgação e comunicação do SESCOOP PA com seu
público alvo seus parceiros colaboradores e sociedade em geral
Confira a seguir o orçamento previsto e o efetivamente realizado pelo SESCOOP PA no
ano de 2010 por linha de atuação
2010
LINHAS DE AÇÃO
2009
Previsto
Realizado
Exec
I Atuação Finalística
Formaçãocapacitação profissional
03
663
293
00
276
545
00
302
540
1
99
Promoção Social
83
506
76
00
598
33
00
683
20
6
61
94
679
158
00
706
293
00
615
294
3
100
Gestão Interna
83
715
269
00
640
338
00
882
375
0
111
Divulgação
60
168
14
00
605
50
00
165
38
4
75
TOTAL
23
734
812
261
1
00
825
269
1
00
646
6
100
Monitoramentodesenvolvimento de
cooperativas
II
Gestão do Sistema
1 Atuação Finalística
5
Para que o SESCOOPPA cumpra com seu objetivo deve realizar atividades finalísticas ou
ainda desenvolver ações relacionadas às áreas formação capacitação profissional promoção social
e monitoramento desenvolvimento de cooperativas
Em um Estado de proporções continentais atender às necessidades das cooperativas exige
envergadura suficiente para atender as cooperativas que estão a mais de 2
000 km de distância da
sede do SESCOOP PA
Dentro da linha Formação Capacitação Profissional o gasto para realizar 73 capacitações e
eventos às cooperativas ligadas ao Sistema equivale a gastar 42
6 do orçamento total do
SESCOOP PA e representa 63
1 do total gasto em ações finalísticas beneficiando diretamente
694 pessoas
1
Na área de atuação Monitoramento desenvolvimento de cooperativas foram realizadas 164
atividades de visitas técnicas palestras e atividades de consultoria e apoio à gestão beneficiando
221 pessoas foi investido o equivalente a 23
3
2 do orçamento total e 34
4 do gasto total com
ações finalísticas
Dentro da área Promoção Social percebese o maior problema com o número reduzido de
colaboradores Atualmente essa unidade estadual conta com um responsável pelo programa
COOPERJOVEM que também acumula funções de técnico cooperativista desenvolvendo
atividades nas áreas de formação capacitação profissional monitoramento e desenvolvimento de
cooperativas
Desta maneira o programa que tem sido realizado na cidade de Castanhal poderia ser
expandido para outras cidades outras cooperativas porém a falta de estrutura compromete a
expansão do programa para o Estado
Mesmo não sendo possível expandir o programa as atividades realizadas e as metas
definidas estão sendo cumpridas Quanto à execução orçamentária mesmo cumprindose as metas
físicas definidas percebese uma boa gestão dos recursos tendo em vista que se gastou 61
6 do
previsto para realizar tais atividades
As atividades finalísticas foram cumpridas e superaram os valores previamente definidos
sendo que o valor investido ficou ou abaixo ou pouco acima do previsto
1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional
5
Na linha de atuação finalística Formação e Capacitação Profissional o SESCOOP PA
trabalha com a execução em 4 projetos Investimentotreinamento de RH Cursos de Capacitação
Profissionalização da Gestão e Fórum Workshop e
ou Seminários de Cooperativismo
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Cursos de Capacitação
Financeiras
Física
número de cursos realizados
Física
número de pessoas atendidas
11
R 153
00
221
R 145
00
074
68
94
35
44
7
125
847
8
lO0
840
11
Realizações por elemento de despesa
00
254
45
Ven cim en tosEncargosBen ericios
Despesas de Comunicação
11
244
4
001
01
11
1 Material de Consumo
288
6
001
31
Passagens e Locomoções
258
8
00
11
Diárias e Hospedagens
148
7
00
352
1
001
J
Locações
L
1
912
1
001
Estagiários
11
230
2
00
Outros Serviços Terceiros PJ
1
820
2
00
Encargos s Serviços de Terceiros
1 1
684
4
00
Serviços Especializados PF
11
00
660
31
Bens Móveis
1 1
00 G
224
29
Total
1 l
00 Q
074
145
Materiais p
Treinamento
VALOR
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
00
356
65
05
45
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
00
718
79
95
54
Pessoas
CursoAção
Capacitação de Cooperados em
Cooperativismo Curso Básico
Capacitação de Dirigentes em
Cooperativismo Conselho de
Administração
N de ações
Atendidas
Objetivo
Capacitar o cooperado
quanto a sua importância na
26
534
cooperativa mostrando seus
deveres direitos e
responsabilidades
12
209
Mostrar aos cooperados sua
função enquanto membros
da diretoria da cooperativa
seus deveres direitos e
responsabilidades
Capacitar de forma eficiente
os conselheiros fiscais para
Capacitação de Conselheiros Fiscais
6
104
TOTAL
44
831
tornar viável o desempenho
correto idôneo ético e a
responsabilidade social das
nossas cooperativas em um
dos seus princípios
essenciais a autogestão
A tabela acima mostra os quantitativos executados de capacitação no Projeto Cursos de
Capacitação Realizou se 44 cursos atendendo 831 cooperados
Esses cursos são considerados de conhecimento doutrinários fazendo a formação básica
sobre os conhecimentos cooperativistas descolando dos conhecimentos de empresas tradicionais e
visando mostrar aos associados da cooperativa seu papel de cooperados e donos do negócio
cooperativo enquanto parte do grupo como cooperado como dirigente executor e enquanto
fiscalizador da atuação dos passos da cooperativa
Indicadores de Desempenho Valor total do projeto cursos capacitação número total de
beneficiários
Cálculo do indicador Valor total do projeto cursos capacitação R 145
00 número total de
074
beneficiários 831
Desempenho do indicador R 174
57 custo médio por beneficiário
Indicadores de Desempenho Valor total do projeto cursos Capacitação número total de cursos
Cálculo do indicador Valor total do projeto cursos capacitação R 145
00 número total de
074
cursos 44
Desempenho do indicador R 14
297 custo médio por evento
3
Metas físicas e financeiras
PREVISTAS
METAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Fórum eou Seminário de Cooperativismo
R 204
00
605
Financeiras
Física
nómero de eventos
Física
número de participantes
I
09
I
í
200
R 217
00
414
76
106
07
II 77
7
406
01
203
Realizações por elemento de despesa
00
530
44
Benefícios
Encargos
Vencimentos
130
4
001
11
Despesas de Como nicaç
o
T
Matánál de Consumo
oI Passagens e Locomoções
I Diárias e Hospedagens
1
764
4
00
00E
106
69
I
382 Í
2
03
Locações
s
00
947
Materiais p
Freinamento
00
380
17
Divulgações Institucionais
450
7
00
Serviços Especializados PJ
001
414
217
Total
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
4
001 I i
725
66
11
VALOR
00
673
195
00
90
00
741
21
00
10
CursoAção
V Fórum de Diretores e
N de ações
Pessoas
Atendidas
Em âmbito estadual e nacional
01
59
Delegados Regionais
01
62
01
163
Seminário Estadual preparatório do
XIII Congresso Brasileiro
I Seminário do Cooperativismo
Mineral
promover apoiar e participar de
Congressos Fórum Workshop
Encontro eou Seminários com
IV Encontro de Presidentes e
Representantes dos Ramos do
Cooperativismo Paraense
Objetivo
participação de dirigentes
técnicos e cooperados de
cooperativas com vista a discutir
assuntos de interesses como
também promover viagem de
intercâmbio para lideranças
cooperativistas em outras regiões
para que conheçam sobre o
funcionamento de uma
cooperativa e sua importância na
Comemoração do dia Internacional do
Cooperativismo
economia local Exercitando a
01
33
autogestão e o desenvolvimento
empresarial e sustentabilidade
econômica e financeira Nestes
Encontro Brasileiro de Pesquisadores
01
01
em Cooperativismo participação
eventos são discutidos temas de
interesse de um determinado ramo
do conhecimento ou de um
XIII Congresso Brasileiro do
01
22
Cooperativismo participação
mostras mesas redondas mini
cursos conferências e outros Ao
V Encontro de Presidentes e
Representantes dos Ramos do
01
66
final do evento as conclusões
podem ser publicadas por meio de
Cooperativismo Paraense
TOTAL
determinado grupo ou categoria de
pessoas Podendo englobar outras
atividades como painel palestras
anais
07
406
A realização de Fórum Workshop eou Seminários de Cooperativismo discute o
cooperativismo em função da sustentabilidade através da ampla mobilização com participação ativa
dos cooperados das cooperativas realiza através da troca de experiências o processo de integração
das cooperativas identificando demandas e necessidades das cooperativas para que o SESCOOP
PA as possa atender
Foram realizados em 2010 nesse projeto 07 eventos envolvendo 406 pessoas 0 número de
eventos realizados foi 77 do planejado porém o número de participantes foi 203 do planejado
A execução orçamentária foi de 106
7 do previsto
Indicadores de Desempenho Valor total gasto com esse projetonúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total gasto com esse projeto R 217
414 número total de beneficiários 406
Desempenho do indicador R 535
50 custo médio por beneficiário
Indicadores de Desempenho Valor total gasto com esse projetonúmero total por evento
Cálculo do indicador Valor total gasto com esse projeto R 217
414 número total por evento 7
Desempenho do indicador R 31
14 custo médio por evento
059
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Profissionalização da Gestão
RS 135
00
087
Financeiras
ifyisica número de turmas
1
35
HFísica número de participantes
680
RS 125
00
053
11 1
r
57
92
22
441
r6 sti
Realizações por elemento de despesa
00
166
48
Beneficios
Encargos
Vencimentos
Despesas de Comunicação
334 111
4
001
Material de Consumo
970 Cjk
4
11
01
Passagense Locomoções
329 Li
3
00
Diárias e Hospeclagens
720 3
2
00
Locações
352 13
1
00
10
1
0
5
9
ip Materiais p
Treinamento
740
2
1
00
Estagiários
Outros Serviços Terceiros PJ
Encargos s Serviços de Terceiros
erviços Especializados PF
S
ens Móveis
1 E
11
11
11
00
575
32
1
Total
I
00
053
125
VALOR
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
CursoAção
Curso de Formação de Instrutores do
SESCOOP
Capacitação de Gestão de Negócios
Cooperativos
1
Capacitação em Estatística Básica
ênfase na Gestão de Qualidade
N de ações
05
07
01
Pessoas
Atendidas
00
011
25
00
20
00
042
100
00
80
Objetivo
106
Sistematizar o processo de
ensinoaprendizagem dos
cursos promovidos pela
instituição em âmbito
estadual auxiliar os
instrutores de educação
cooperativista contribuindo
para que alcancem êxito
130
Mostrar e orientar quanto ao
uso de ferramentas para
gestão eficiente da
cooperativa
18
Mostrar e orientar quanto ao
uso de ferramentas para
gestão eficiente da
cooperativa
Aprimorar o processo
gerencial que diz respeito à
formulação de objetivos
para a seleção de programas
de ação e para sua execução
levando em conta as
Planejamento Estratégico
04
91
condições internas e
externas à cooperativa e sua
evolução esperada
Considerando premissas
básicas que a cooperativa
deve respeitar para que todo
o processo tenha coerência e
sustentação
uma abordagem
I
O
ferecer
integrada para o tratamento
1 Curso de Contabilidade e Tributação
de Cooperativas
03
47
dos instrumentos financeiros
e derivativos
Aprimoramento dos
instrumentos financeiros
para adequados entendidos
dos conhecimentos de seus
aspectos financeiros
operacionais e tributários
Treinamentos desenvolvidos
com método construtivista e
ferramentas de PNL
Programação Neuro
Linguística garantindo aos
treinandos um processo de
aprendizagem e reciclagem
rápido e eficaz Buscando
evidenciar 0 que é
Técnicas de limpeza de vidros
01
24
limpeza Conceitos
Diagnosticar as etapas de
Planejamento Avaliação e
Execução
Dimensionamento
Produtos Detergentes
Desinfetantes Limpadores
gerais etc Equipamentos
Acessórios
Processos e
Procedimentos
EPI
Equipamento de proteção
individual
Treinamentos desenvolvidos
com método construtivista e
ferramentas de PNL
Programação Neuro
Linguística garantindo aos
treinandos um processo de
aprendizagem e reciclagem
rápido e eficaz Buscando
evidenciar 0 que é
Tratamento de Pisos
Tratamento de pisos
01
24
Diagnosticar as etapas de
Planejamento Avaliação e
Execução
Dimensionamento
Produtos
Processos e
Procedimentos Remoção
Aplicação Manutenção e
Restauração Equipamentos
Acessórios EPI
Equipamento de proteção
individual
TOTAL
22
441
O Projeto Profissionalização da Gestão visa executar ações de formação e capacitação
diretivo gerencial direcionadas a dirigentes funcionários e cooperados nos setores administrativos
fmanceiros de produção ou operações visando qualificação e a requalificação eou
aperfeiçoamento profissional Para tanto executou 22 capacitações envolvendo 441 pessoas
conforme mostrado na tabela acima
Mostra às cooperativas que existem ferramentas administrativas que auxiliam o processo de
gestão da cooperativa tornando a mais eficiente e eficaz no desenvolvimento de suas atividades
Esse projeto pretende fazer com que a gestão da cooperativa busque o caminho da sua
profissionalização da eficiência operacional
Indicadores de Desempenho Valor total gasto no projeto número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total gasto no projeto R 125
053 número total de beneficiários 441
Desempenho do indicador R 283
57 custo médio por beneficiário
Indicadores de Desempenho Valor total gasto no projeto número total eventos realizados
Cálculo do indicador Valor total gasto no projeto R 125
053 número total eventos realizados 22
Desempenho do indicador R 23
684 custo médio por evento
5
2 Investimento em Promoção Social
1
5
As atividades de promoção social do SESCOOP extrapolam a dimensão econômica da
atividade associativa Por meio de projetos educativos a entidade ajuda a melhorar a qualidade de
vida não só dos cooperados e de seus familiares mas também da comunidade na qual a cooperativa
está inserida
Metas físicas e financeiras
PREVISTAS
METAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Projeto Juventude Cooperação Cooperjovem
Financeiras
RS 33
00
598
R 20
00
683
56
61
12
12
0
100
i
F Física
número de eventos
I Física número de participantes
1
250
l
i
267
1 1106
81
Realizações por elemento de despesa
Ir Passagens e Locomoções
785
7
00
01
Diárias e Hospedagens
Materiais p
n
Treinamento
00
240
Encargos s Serviços de Terceiros
680
5
00
t Serviços Especializados PF
Total
VALOR
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
00
683
20
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
CursoAção
N de ações
Pessoas
Atendidas
Reunião de avaliação e
acompanhamento do Programa
05
30
COOPERJOVEM
Repasse de Metodologia do Programa
COOPERJOVEM
02
48
100
Objetivo
Reunião de avaliação e
acompanhamento do
programa COOPERJOVEM
Capacitar professores para
inserir o cooperativismo
como temática de educação
nas escolas
Definir calendário de
Planejamento de Implantação do
Programa COOPERJOVEM
02
42
implantação do Programa na
escola obedecendo à matriz
escolar
Oficina de Jogos Cooperativos
01
17
Gincana da Cooperação
01
80
Desenvolver atividades que
possibilitem a cooperação
resultado do que se espera
alcançar com a utilização de
dinâmicas
Estimular e fortalecer o
Premiação dos participantes do 4
Prêmio Nacional de Redação do
Programa Cooperjovem Tema
Cooperação como elemento
transformador de uma sociedade
conhecimento sobre o
01
50
cooperativismo
incentivando os alunos do
Programa Cooperjovem para
produção de texto
TOTAL
12
267
Busca ampliar a ação educacional das escolas oferecendo aos educadores e alunos a
oportunidade e meios de praticar a cooperação como alternativa solidária de encaminhamento
profissional e desenvolvimento pessoal
A tabela acima mostra as atividades realizadas durante o ano de 2010 com suas respectivas
execuções orçamentárias
Indicadores de Desempenho Valor total gasto com programa número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total gasto com programa R 20
683 número total de beneficiários 267
Desempenho do indicador R 77
46 custo médio por beneficiário
Indicadores de Desempenho Valor total gasto com programanúmero total de eventos
Cálculo do indicador Valor total gasto com programa R 20
683 número total de eventos 12
Desempenho do indicador R 58
723 custo médio por evento
1
3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas
1
5
A ação Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas é dividida em 3 projetos Apoio
e Orientação na Constituição de Cooperativas Visitas técnicas e Intercâmbio de Cooperativas e o
Projeto Programa de Desenvolvimento da Autogestão e o Desempenho Técnico Operacional
As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm como principal
objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas preservando sua
credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social Buscase ainda assegurar a
longevidade das cooperativas
A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição o
registro o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão incluindo também a análise de
cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam
Esses processos combinamse ao monitoramento das cooperativas que busca proporcionar
melhores níveis de eficiência e eficácia com maiores resultados e menos gastos financeiros Outra
meta é garantir que as cooperativas sejam de fato sociedades democráticas atentas aos anseios dos
cooperados sem contudo perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Apoio e Orientação na constituição de Cooperativas
Financeiras
R 117
00
519
R 122
00
483
22
104
Física
1
grupos atendidos
74
15
I
300
Física pessoas atendidas
1421
3
493
1 473
6
Realizações por elemento de despesa
00
449
44
Venci men tosEnca rgosBenefícios
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
352
1
001
Locações
00
000
50
Bens Móveis
122
483
00
Total
VALOR
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
00
483
122
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
Pessoas
CursoAção
N de ações
Atendidas
100
Objetivo
Palestras de Sensibilização
Carga horária de até 3 horas
por palestra utilização de
Monitoramento
Desenvolvimento
das Cooperativas
Palestras
74
421
1
cartilha sobre o tema
Atendimento Personalizado
Abordagem de assuntos
como autogestão processos
administrativos para
constituição
cooperativas I
estudo dede
viabilidade
econômica aspectos legais
tributários e societários
0 Apoio e Orientação na Constituição de Cooperativas visa disseminar a doutrina
cooperativista formar cooperativas legalmente constituídas e economicamente viáveis e fidelizar as
novas cooperativas ao Sistema Cooperativista Paraense
A principal atividade desse projeto é a realização de palestras de conscientização e reuniões
com grupos de pessoas interessadas em constituir cooperativas Desta maneira foram realizadas 74
atividades durante o ano de 2010 atendendo a 1
421 pessoas interessadas em formar cooperativas
Metas físicas e financeiras
PREVISTAS
METAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Visitas Técnicas
Financeiras
Fisica
número de cooperativas visitadas
R 62
00
203
R 65
00
738
I
100
90
62
94
09
90
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
I L
00 r
614
25
i Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
lS I
RECURSOS PRÓPRIOS
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
00 ui
478
33
1
00
203
62
al
To
FONTE DE RECURSOS
10
3
0
1
1 L
VALOR
00
203
62
100
ui
Curso Ação
N de ações
Pessoas
Objetivo
Atendidas
As visitas técnicas
pretendem diagnosticar as
necessidades empresariais
das cooperativas nos
diversos núcleos regionais e
Monitoramento
Desenvolvimento
das Cooperativas
90
800
1
Visitas Técnicas
identificar os pontos fracos
enfrentados pelo segmento
além de levar informações
institucionais sobre o
Sistema OCB SESCOOP
PA e aplicar questionários
para a coleta de dados
cadastrais das cooperativas
registradas na OCB PA
0 Projeto Visitas Técnicas e Intercâmbio de Cooperativas visa cumprir a função do
SESCOOP PA de apoiar orientar o desenvolvimento das cooperativas identificar o que outras
cooperativas podem fazer para adaptar à realidade da cooperativa paraense
Nesse sentido foram realizadas 90 visitas técnicas a cooperativas paraenses atendendo aos
interesses de 1
800 pessoas que formam o quadro associativo da cooperativa
Metas tísicas e financeiras
PREVISTAS
METAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Apoio a Gestão de Cooperativas
Financeiras
Física
cooperativas atendidas
R 109
00
929
R 110
00
449
5
l
53
99
4
Realizações por elemento de despesa
00
703
44
Benefícios
Encargos
Vencimentos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
l
130
4
004
11
449 I
4
00
461 Oç
3
0Õ1
Passagens e Locomoções
1
001 C
425
16
t
Diárias e Hospedagens
352 O
1
00
Locações
1r
Consultoria
760 C
1
001
1
Encargos s Serviços de Terceiros
10
950
11
ji Bens Móveis
Total
VALOR
FONTE DE RECURSOS
RECURSOS PRÓPRIOS
00
929
109
100
REPASSE SUPLEMENTAR FUNDECOOP
CursoAção
N de ações
Pessoas
Atendidas
l
Objetivo
Apoiar ações visando
orientar o surgimento e o
Í
desenvolvimento da
qualidade da gestão dos
empreendimentos
cooperativos buscando as
melhorias para seu
Í
funcionamento nos diversos
aspectos da legalidade
Programa de Desenvolvimento da
Autogestão
credibilidade perante
04
80
terceiros transparência
diante do quadro social e a
garantia da continuidade da
cooperativa cumprindo seus
objetivos econômicos
sociais Objetiva ainda
apoiar iniciativas voltadas
para análise de cenários
econômicos e a condução
dos negócios frente aos
diferentes mercados Apoiar
no processo da criação de
padrões e métodos
informatizados para as
cooperativas filiadas e
participantes do programa
de autogestão do sistema
OCB SESCOOP PA como
também visitas técnicas de
acompanhamento
O Projeto Programa de Desenvolvimento da Autogestão e o Desempenho Técnico
Operacional tem por finalidade identificar a situação atual da cooperativa mediante realização de
diagnóstico a definição de ações a ser realizadas e acompanhar implantar as ações definidas
4 Transferência regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos
1
5
0 SESCOOP PA realizou em 2010 o contrato de gestão com a OCB PA com vigência iniciada em
20 de janeiro de 2010 e finalizado em 31 de dezembro de 2010 no montante de R 39
00 com vistas a
399
compartilhar as despesas mensais de manutenção da sede do Sistema Cooperativista Paraense
2 Gestão do Sistema
5
1 Gestão Interna
2
5
A atividade meio representou 29
6 da execução orçamentária do SESCOOP PA no ano
2010 fechando o ano com R 375
00 utilizados para dar suporte à atividade fim
882
ou R 138
00 foi gasto manutenção da
210
atividade administrativa ou os gastos com despesas mensais energia elétrica telefonia
manutenção material de escritório etc 36
8
ou R 138
00 do total gasto com atividade
210
meio refere se a Gestão Administrativa mais precisamente despesas com a Diretoria Executiva do
Do total gasto com a atividade meio 58
5
SESCOOP PA
Com as atividades do Conselho de Administração foi gasto R 11
00 ou 1
781
3 do total
e com as atividades do Conselho Fiscal foi gasto R 00
139 ou 1
6
6 do total gasto pela entidade
em suas atividades meio
Nesse momento o processo de aprimoramento da gestão dáse através da participação do
Presidente e do Superintendente em atividades programadas pela unidade nacional bem como
participação de ambos em treinamentos e capacitações visando preparálos cada vez mais para
executar as funções e atribuições do SESCOOPPA
O SESCOOP PA investiu em Capacitação de seus colaboradores em 2010 visando dar lhes
mais e melhores conhecimentos para que melhor pudessem desempenhar suas atividades
O SESCOOP PA não tem um sistema de controle intemo como o mencionado no ANEXO
IX e nem área de tecnologia da Informação propriamente dito haja visto o número reduzido de
colaboradores
Desta maneira apresentamos na seqüência tabelas apresentando valores detalhadas quanto a
execução fisica e orçamentária das atividades meio do SESCOOP PA para o ano 2010
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Gestão Administrativa
Financeiras
RS 130
00
472
I
Física
L
01
f
R 138
00
210
93
105
01
h
L100
Realizações por elemento de despesa
00 L
176
73
Vencimentos EncargosBeneficios
Despesas c Dirigentes e Conselheiros
L
J1
00 L
538
47
873
8
001
Passagens e Locomoções
L
1
Diárias e Hospedagens
T
x
i
623 l
8
001
Ii
00
210
138
Total
al
Esta ação visa promover os órgãos do SESCOOP PA dos meios administrativos para
implementação da gestão dos programas finalísticos São gastos relacionado à Diretoria Executiva
para o desenvolvimento de suas atividades diárias e rotineiras
A execução realizada mostra gasto de 5
93 acima do previsto passando de RS 130
00
472
para RS 138
00
210
Tal aumento justificase pela eleição do Presidente do Conselho de Administração que
passou a ter dedicação exclusiva às atividades do Sistema Cooperativista Paraense realizando
visitas às cooperativas a outras entidades para fazer parcerias bem como atividades de interesse
para o SESCOOP PA realizadas fora do Estado
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Manutenção de Serviços Administrativos
Financeiras
4 Física
I
R 185
00
840
R 219
00
752
01
01
25
118
1
100
Realizações por elemento de despesa
VencimentosEncargosBeneficios
1
001 Q
376
70
Despesas de Comunicação
1
612 1
7
001
11
115 r
8
001
1
705 1
2
00
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
00
520
10
Sserviços de Divulgação
Serviços Terceiros PJ
1
Serviços Terceiros PF
1r
Serviços de Transportes
001 1
221
28
t
Estagiários
1
Encargos s Serviços de Terceiros
1
Impostos Taxas e Contribuições
1
670
2
00
001 1
395
26
10 1
5
1
00
160
1
00
t
00
667
19
400
1
001
Outras Despesas Tributárias
ir
1
Despesas Financeiras
1
002
1
001
Transferências Regulamentares
11
001
399
39
Total
1
001
752
219
Manutenção da atividade administrativa Realização de gastos para a manutenção
administrativa do SESCOOP PA
Metas físicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Cestão do Processo de Planejamento Institucional
Financeiras
Física
R 15
00
988
R 11
00
781
01
01
90
73
1
mo Ji
Realizações por elemento de despesa
Despesas c Dirigentes e Conselheiros
11
001 i
020
11
Passagens e Locomoções
1
001
761
Total
1l
001 L
781
11
Atividades do Conselho de Administração do SESCOOP PA que prevê a realização de 06
reuniões ordinárias por ano para coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais
avaliação e controle dos programas na área do trabalho emprego e renda Difundir e implementar
as políticas diretrizes programas projetos e normativos com estrita observância das deliberações e
decisões do Conselho Nacional contribuindo para que as atribuições e objetivos do SESCOOPPA
sejam alcançados em suas áreas de atuação
Metas tísicas e financeiras
METAS
PREVISTAS
REALIZADAS
REALIZAÇÃO
AÇÃO Serviços de Administração e Controles Financeiros
Financeiras
M Física
Realizações por elemento de despesa
R 00
340
6
01
R 00
139
6
1I
01
81
96
1 1 100
l
Despesas c Dirigentes e Conselheiros
240
5
00
001 c
899
4 Passagens e Locomoções
i
139 U
6
00
Total
Aperfeiçoar os procedimentos das áreas financeira contábil buscando maior eficiência dos
gastos do SESCOOP
PA através da realização de reuniões do Conselho Fiscal do SESCOOP PA
2 DivulgaçãoComunicação
5
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA S
DE REALIZAÇÃO
AÇÃO Informação e Divulgação do Cooperativismo
Financeiras
R 50
00
605
8
Física
RS 68
00
165
J
5
42
75
11100
l
Realizações por elemento de despesa
Material de Divulgação
J1
00
640
i
Serviços de Divulgações Institucionais
Total
J
00
525
37
001 011
165
38
Tornar o sistema OCB SESCOOP PA conhecido das cooperativas e do público formadores
de opinião e promotores do cooperativismo através da divulgação de suas ações frente à sociedade
em geral
Atualmente no Pará o Sistema OCB SESCOOP PA não é reconhecido por parte do grande
público como sistema que representa o cooperativismo e as pessoas não conhecem a diferença entre
cooperativa e empresa mercantil Desta maneira a informação e a divulgação do cooperativismo
vêm atender duas linhas a primeira é mostrar as pessoas que existe um Sistema que representa as
cooperativas a segunda é mostrar que existem cooperativas que exercem funções econômicas e
sociais na sociedade que está inserida
5 Outras informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o
3
2
desempenho da unidade
3 Indicadores de Desempenho Operacional
5
1 Indicadores de Eficácia
3
5
Nome Índice de Aplicação dos Recursos IAR
Descritivo calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto
excluindo se recursos provenientes do Fundecoop
Fórmula Investimento total realizado
Investimento total previsto
Em R
2008
2009
2010
Investimento Total Realizado
852
714
957
718
979
924
Investimento Total Previsto
825
676
825
705
977
897
6
105
8
101
0
103
Elementos
lndice de aplicação dos Recursos
IAR
Nome Média de Participantes por Evento
capacitação profissional
MPE
áreas de promoção social e formação e
Descritivo calcula o número médio de participantes por evento
Fórmula Total de participantes
Total de Eventos
Elementos
Total de Participantes
Total de Eventos
Média de Participantes por Evento
MPE
2008
2009
2010
230
2
570
11
282
5
100
548
256
3
22
1
21
2
21
Nome Índice de Aceitação de Apontamentos IAA
Descritivo calcula o percentual dos apontamentos que foram acatados pelas unidades
estaduais auditadas
Fórmula Apontamentos
acatados
Apontamentos realizados
2008
2009
2010
Apontamentos Acatados
0
5
0
Apontamentos Realizados
0
5
0
0
0
100
0
Elementos
Indice de Aceitação de Apontamentos IAA
0 relatório da auditoria realizada entre os dias 14 e 18 de março de 2011 ainda não foi
enviado a este SESCOOP PA
Nome Investimento Médio por Participante
IMP
Descritivo calcula o valor médio investido em eventos por participante
Fórmula
Investimento total
Total de participantes
Em R 1
00
Elementos
Investimento Total
Total de Participantes
Investimento Médio pparticipante IMP
2008
2009
2010
31
643
382
77
849
528
599
855
230
2
090
3
282
5
R 171
58
R 171
15
R 161
98
Nome Investimento Médio por Evento Realizado IME
Descritivo calcula o valor médio investido por evento
Fórmula
Investimento total em eventos
Total de eventos realizados
Em R 1
00
Elementos
Investimento Total em eventos
Total de Eventos Realizados
2008
2009
2010
31
634
382
77
849
528
932
510
100
548
249
R 34
826
3
R 965
05
R 93
051
2
Investimento Médio pEvento Real
IME
2 Indicadores de Eficiência
3
5
por área finalística
1 Área finalística Monitoramento
2
4
5
Nome Investimento Médio por Cooperativa Visitada
IMCV
Descritivo calcula o valor médio investido para cada cooperativa visitada
Fórmula
Investimento da área
Total de participantes
Elementos
Investimento Total
Total de Cooperativas Visitadas
Investimento Médio p
participante 1MP
2008
2009
2010
14
358
95
94
679
158
00
615
294
41
460
164
R 81
325
2
R 344
95
R 43
796
1
1 Área finalística Formação e Capacitação Profissional
2
4
5
Nome Média de Participantes por Evento
MPE
Descritivo calcula o número médio de participantes por evento da área Formação e Capacitação
Profissional
Fórmula Total de participantes em eventos da área
Número de eventos da área
Elementos
Total participantes em eventos da área
2008
2009
2010
120
1
600
1
694
1
46
74
73
35
24
62
21
2
23
Número eventos da área
Número médio de participantes por
evento
Nome Carga Horária Total
CHT
Descritivo Número total de horas aula ministrada
Fórmula número de cursos realizados da área X 20 horas tempo de cada curso realizado
2008
2009
2010
Número de cursos realizados
46
74
73
Duração de cada curso
20
20
20
920
480
1
460
1
Elementos
h
Carga horária total
Nome Investimento Médio por Participante da área
IMP
Descritivo calcula o valor médio investido em eventos por participante da área Formação e
Capacitação Profissional
Fórmula
Investimento na área
Total de participantes em eventos da área
Elementos
2008
2009
2010
19
292
252
663
293
301
540
Total de Participantes eventos da área
120
1
600
1
694
1
Investimento Médio pparticipante IMP
R 225
26
RS 183
53
RS 318
95
Investimento nos eventos da área
2 Área finalística Promoção Social
4
5
Nome Média de Participantes por Evento
MPE
Descritivo calcula o número médio de participantes por evento da área Promoção Social
Fórmula Total de participantes em eventos da área
Número de eventos da área
Elementos
Total participantes em eventos da área
Número eventos da área
2008
2009
2010
296
770
267
12
14
2
1
25
55
22
Número médio de participantes por
evento
Nome Investimento Médio por Participante da açào IMP
Descritivo calcula o valor médio investido em eventos por participante da área Promoção Social
Fórmula
Investimento da área
Total de participantes em eventos da área
Elementos
Investimento nos eventos da área
Total de Participantes eventos da área
Investimento Médio pparticipante 1MP
2008
2009
2010
98
981
34
83
506
76
00
683
20
296
770
267
R 118
18
R 99
35
R 77
46
CAPÍTULO 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
A gestão orçamentária e o planejamento institucional do SESCOOP têm por finalidade
contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa
0 programa de trabalhoorçamento do SESCOOPPA na forma da reprogramação aprovada
pelo Conselho Nacional envolveu recursos no total de R 825
261 As receitas atingiram o
1
00
valor de R 482
284 o que representou variação 1
1
00
02 de acréscimo em relação ao ano de
2009
As aplicações alcançaram o montante de R 95
00 correspondente a 24
653
22 do
previsto para o exercício Frente a essas realizações o resultado orçamentário foi de
aproximadamente R 482
284
1
00
1 Receitas
6
A tabela abaixo mostra a evolução das receitas por rubricas durante o ano de 2010 do
SESCOOP PA
RECEITAS
Em mil
Execução orçamentária
Orçamento Propo to
Variação
RUBRICAS
R
RS
Receitas de Contribuições
Receitas Patrimoniais
088
636
000
77
40
50
485
642
00
50
00
10
22
24
10
6
653
95
40
7
80
42
000
540
00
42
Receitas de Serviços
Transferéncias Correntes
Outras Receitas Correntes
000
540
737
8
70
0
344
6
60
0
40
27
00
100
00
18
Alienação de Bens
Transferéncias de Capital
Outras Receitas de Capital
RESULTADO
261
1
825
00
100
284
1
482
c
A receita proposta para 2010 era de R 825
261 e fechou o ano em R 482
1
00
284
1
00
aumento de R 22
00 representando 18 acima do previsto
657
O que provocou essa variação nas receitas totais foram às receitas de contribuições que
aumentaram R 00
397 10 sobre o valor inicial as receitas patrimoniais que passaram de R
6
00 propostos para R 95
000
77
00 aumento de R 18
653
00 ou 24
653
2 e houve redução de
R 00
393 na conta outras receitas correntes
2
O aumento de receitas de contribuições foi referente ao aumento de arrecadação das
cooperativas paraenses verificado ao longo de 2010 e de receitas patronais referentes a juros
recebidos de investimentos realizados
0 gráfico a seguir exemplifica essas variações
o Orçamento Proposto R
Execução orçamentária R
000
700
000
600
000
500
000
400
000
300
000
200
000
100
0
Receitas de
Receitas
Transferências
Outras
Contribuições
Patrimoniais
Correntes
Receitas
Correntes
2 Despesas
6
A tabela abaixo apresenta a evolução das despesas
previstas e realizadas pelo SESCOOP
PA para o ano 2010
DESPESAS
t
Orçamento Realizado
Orçamento Previsto
Variação
RUBRICAS
R
R
Pessoal e Encargos Sociais
804
376
86
29
656
370
19
29
37
98
Outras Despesas Correntes
322
732
04
58
492
765
6029
53
104
Investimentos
699
152
10
12
498
133
51
10
43
87
00
100
62
100
Inversões Financeiras
RESULTADO
261
1
825
00
100
646
1269
I
A despesa inicial prevista para 2010 era de R 825
261 a despesa realizada em 2010
1
00
foi de R 646
269 diferença de R 00
1
821 ou 0
7
62 maior do que o previsto
Comparando receitas e despesas percebese que a despesa foi menor R 14
00 que a receita
836
em 2010
A rubrica que apresentou aumento na despesa no ano de 2010 foi Outras Despesas
Correntes passando de R 732
00 para R 492
322
765 aumento de R 170
00
33 ou 4
00
53
sobre o previsto Esse aumento aconteceu nas atividades da área meio notadamente em serviços de
terceiros pessoa jurídica impostos taxas e contribuições federais
As rubricas pessoal e encargos sociais e Investimento tiveram redução de sua despesa em
2010 sendo que pessoal e encargos sociais reduziu em 1
63 e investimentos houve redução de
67
12
0 gráfico abaixo apresenta essa evolução
Orçamento PreNdisto R
Orçamento Realizado R
000
900
800
000
000
700
000
600
000
500
400
000
000
300
000
200
000
100
0
Pessoal e Encargos
Outras Despesas
Sociais
Correntes
Investimentos
ANEXO I
Caracterização dos instrumentos de transferências
vigentes no exercício de referência
Valores em RS
00
1
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
CNPJ
PA
SESCOOP
UGGESTÃO PARÁ
0001 06
875
421
07
Informações sobre as transferências
Valores Pactuados
Valores Repassados
Vigénda
N do
Beneficiário
Modalidade
instrumento
Sit
Global
Contrapor
ida
exercido
No
Acumulado
até exercido
Início
N
S
1
OCB PA
399
39
399
39
399
39
10
01
20
LEGENDA
Modalidade
Situação da Transferência
1
Convênio
1
Adimplente
2
Contrato de Repasse
2
Inadimplente
3
Termo de Parceria
3
Inadimplência Suspensa
4
Termo de Cooperação
4
Concluído
5
Termo de Compromisso
5
Excluído
6
Rescindido
7
Arquivado
Fonte CONTABILIDADE SESCOOP PA
Fim
10
12
31
4
Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
UG GESTÃO PA
0001 06
875
421
07
CNPJ
Modalidade
Convênio
PA
SESCOOP
Quantidade de instrumentos
Valores repassados em cada exercício
celebrados em cada exercício
Valores em R 1 00
2008
2009
2010
2008
2009
2010
01
01
01
226
31
520
41
399
39
01
01
01
226
31
520
41
399
39
Contrato de Repasse
Termo de Parceria
Termo de Cooperação
Termo de Compromisso
Totais
Fonte CONTABILIDADE SESCOOP PA
Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e exercícios seguintes
Unidade Concedente ou Contratante
Nome
UGGESTÃO
CNPJ
Qtd de
do Valor
Valores R 1
00
global
repassado até o
instrumentos
Modalidade
com vigência
em 2011 e
Contratados Repassados
até 2010
seguintes
Convênio
Contrato de Repasse
Termo de Parceria
Termo de Cooperação
Termo de
Compromisso
Totais
Fonte
NÃO HOUVE
Previstos
final do
para 2011
exercício de
2010
Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela
UJ na modalidade de convênio e de contratos de repasse
Valores em R
00
1
Unidade Concedente
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
SESCOOPPA
UGGESTÃO PA
CNPJ 07
0001 06
875
421
Instrumentos
Exercício
da
prestação
Quantidade e Montante
Repassado
Quantitativos e montante repassados
de contas
Convênios
Ainda no prazo
Quantidade
de prestação de
contas
Montante Repassado
Quantidade
1
Contas
prestadas
2010
Com prazo de
prestação de
contas vencido
Contas
NÃO
prestadas
Montante Repassado
R
Quantidade
Montante Repassado
R
Quantidade
Contas prestadas
399
39
Montante Repassado
1
520
41
R
2009
Quantidade
Contas NÃO prestadas
Montante Repassado
R
Quantidade
Contas prestadas
Montante Repassado
R
2008
Quantidade
Contas NÃO prestadas
Montante Repassado
R
Quantidade
Anteriores
a 2008
Contas NÃO prestadas
Montante Repassado
R
1
226
31
Contratos de
Repasse
Fonte CONTABILIDADE SESCOOPPA
Visão Geral da análise das prestações de contas de Convênios e
Contratos de Repasse
Valores em R
00
1
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
UGGESTÃO PA
CNPJ 07
06
0001
875
421
Instrumentos
Exercício
da
prestação
Quantitativos e montantes repassados
Convênios
de contas
Quantidade de contas prestadas
Com prazo de
1
Quantidade
análise ainda não
vencido
Montante repassado R
399
39
Quantidade Aprovada
Contas
2010
analisadas
Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
Com prazo de
análise vencido
Contas
NÃO
analisadas
Quantidade
Montante repassado
RS
Quantidade de contas prestadas
Quantidade Aprovada
Contas
2009
analisadas
1
Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
Contas NÃO
analisadas
Quantidade
Montante repassado R
Quantidade de contas prestadas
Quantidade Aprovada
Contas
2008
SESCOOPPA
analisadas
Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
Contas NÃO
Quantidade
analisadas
Montante repassado
1
Contratos de
Repasse
Exercícios
anteriores a
2008
Contas NÃO
analisadas
Quantidade
Montante repassado
Fonte CONTABILIDADE SESCOOP PA
2010
JOIBA
Citr
010Z
Encargos Benficos
as dsad SOLHAIS
1
oI oZ
0
kfl
2018 859 78769
JoIEA
I
I
I
084S
045
Desp a ES106 ogixne
auena
O
C
O
P
auana
EAJoI
8Z9418 14199 70692
63705
JolaA
6901
Desp a
auxílio
9OZ0
nal
O
NI
0
0
6501
a
20 7
60 Z
humanos
com
auanÒ
O
JOIBA 61528 94Z179 54682
8002
desp as
das
usad 0 souEles
so8mau3 Benficos
avena
O
co
Auole
e
compsição
so8Jeau3 Benficos
I
recuso
Desp a soPSIu
OLZIS 50257 056 0
axel
Bolsa
V
O
m
0
O
á
ONC
0SL9
80 Z
0
Desp a aBuoxlísliao
09E9
EXEL
M
o
co
O
na
bN
1oIBA
N
h
0
O
O
LOOZ
naave
Histórco
CLT
LDescrição
Unidae
Funcioárs contrads exrcíio
na
próprio
pes oal
Total
luana aBuoxlíslioa
luana
O
r
O
0
em
II
LOOZ
Encargos smagu
Desp a EssoJE
da
ANEXO
60 Z
otSuasG
exel
O
Estagiáros
estagiáros
Total
I9S4 5876 89694 73658 2489
Encargos Benfícios
sons
da
envolid finalístc unidae
Pes oal ações
63570
so8ieu3 soiagu8
sovel s
V
o
o
0
em
1081
em
60
da
envolid suporte unidae
de
Pes oal ações
Geral
Total
ANEXO III
Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ
Quesitos a serem avaliados
i Avaliação
D fl
Planejamento
1 Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da
1
UJ como um todo
2 Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor
1
3 Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a
1
UJ
Recursos Humanos de TI
4 Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI
1
5 Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do ÓrgãoEntidade
1
Segurança da Informação
6 Existe uma área específica com responsabilidades definidas para lidar
estrategicamente com segurança da informação
7 Existe Política de Segurança da Informação PSI em vigor que tenha sido
1
1
instituída mediante documento específico
Desenvolvimento e Produção de Sistemas
8 É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI sào compatíveis com as
1
necessidades da UJ
9 0 desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida
10 É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do
ÓrgãoEntidade oferecidas aos seus clientes
1
11 Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço
1
Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI
12 Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao
desenvolvimento interno da própria UJ
12 Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os
benefícios da contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos
1
1
de TI
13 0 ÓrgàoEntidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área
específica de gestão de contratos de bens e serviços de TI
1
3 4 á
14 Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão
Entidade referente a
produtos e serviços de TI terceirizados
Considerações Gerais
Atualmente este SESCOOP PA não possui estrutura definida de Gestão da Tecnologia da Informação
LEGENDA
Níveis de avaliação
1 Totalmente inválida Significa que a afirmativa é integralmente NÃO
aplicada ao contexto da UJ
2 Parcialmente inválida Significa que a afirmativa é parcialmente
aplicada ao contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do
fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ
4 Parcialmente válida Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada
ao contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válida Significa que a afirmativa é integralmente aplicada
ao contexto da UJ
ANEXO IV Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos
Valores em
RS 1
00
Identificação da Conta Contábil
Código SIAFI
Denominação
Não Aplicável
Não Aplicável
UG
Credor
Saldo Final
em
CNPJCPF
2009
12
31
Movimento
Devedor
Saldo Final
Movimento Credor
em
2010
12
31
Razões e Justificativas
Fonte Contabilidade SESCOOP PA
ANEXO V Informações sobre Cumprimento da Lei 93
730
8
Informamos que os senhores as ERIVALDO DE JESUS ARAUJO JALVO HERMÍNIO CHUCAIR
CRANHEN ERNANDES RAIOL DA SILVA JOELCIO DA SILVA MANOEL RODRIGUES TEIXEIRA
ADEMAR ANTONIO AMORIM BARRA IVAN HITOSHI SAIKI ELAINE CRISTINA GONÇALVES
PINHEIRO MÁRCIO ZANUTO ANTONIO DA CRUZ ARANTES JANDER WENDEL MAGALHÃES
ROBERTO GUERRERO DE CARVALHO MARIA DO SOCORRO DOS SANTOS FIGUEIREDO LUIS
AUGUSTO QUARESMA RAIMUNDA SILVA DOS REIS FRANCISCO WATARU SAKAGUCHI RENATO
ROCHA ARAÚJO RAIMUNDA NAZARÉ OLIVEIRA BRANDÃO MOISÉS DA COSTA CONCEIÇÃO
MANOEL ALEXANDRE DOS SANTOS NOGUEIRA CLEMENTE MONTEIRO BAIA JACIMÁRIO
NOGUEIRA DA CUNHA REGINALDO FERREIRA PANTOJA ALEXANDRA LOPES NASCIMENTO
ELENICE CONCEIÇÃO CAIADO BASTOS HELENA TADDEI DE SOUZA MIRANDA MENDES membros
do Rol de Responsáveis do SESCOOP PA encontram se em dias com a Lei 93
730 de 10 de novembro de
8
1993
ANEXO VI Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da
União
A unidade não é gestora de patrimônio imobiliário classificado como Bens de Uso
Especial de propriedade da União ou locado de terceiros
ANEXO VII
Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício
NÃO HOUVE
Código SIORG
Denominação completa
Deliberações expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Órgãoentidade objeto da determinação eou recomendação
Tipo
Comunicação Expedida
Código SIORG
Descrição da Deliberação
Providências Adotadas
Setor responsável pela implementação
Código SIORG
Síntese da providência adotada
Síntese dos resultados obtidos
Análise crítica dos fatores positivosnegativos que facilitaram
prejudicaram a adoção de providências
pelo gestor
Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento no
NÃO HOUVE
exercício
Denominação completa
Código SIORG
Deliberações expedidas pelo TCU
Ordem
Acórdão
Processo
Tipo
Comunicação Expedida
Órgãoentidade objeto da determinação eou recomendação
Código SIORG
Descrição da Deliberação
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
Setor responsável pela implementação
Código SIORG
Justificativa para o seu não cumprimento
Análise crítica dos fatores positivosnegativos que facilitaram
prejudicaram a adoção de providências
pelo gestor
ANEXO VIII Relatório de cumprimento das recomendações do Órgão de Controle Interno
Identificação do Relatório de Auditoria
Órgãoentidade objeto da recomendação
Setor responsável pela implementação
Análise crítica dos fatores positivos negativos que facilitaram
prejudicaram a adoção de providências
pelo gestor
Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no
exercício 2010
Denominação completa
Código SIORG
Recomendações expedidas pelo OCI
Ordem
Identificação do Relatório de Auditoria
Item do RA
Órgãoentidade objeto da recomendação
Comunicação Expedida
Código SIORG
Descrição da Recomendação
Providências Adotadas
Setor responsável pela implementação
Código SIORG
Justificativa para o seu não cumprimento
Análise crítica dos fatores positivosnegativos que facilitaram
prejudicaram a adoção de providências
pelo gestor
Auditoria da AUDIN referente 2010 foi realizada em fevereiro 2011 e ainda não
tomamos conhecimento do relatório com recomendações
ANEXO IX
Informações sobre Estrutura de controles internos da UJ
O SESCOOP PA não possui em sua estrutura unidade específica de Controle Interno
AUDITORIA
Dispõem de Resoluções normas de procedimentos portarias além do Regimento Interno que
consta a função dos órgãos de deliberações execução e fiscalização
As ações de ordem financeira são aprovadas pelo Conselho Fiscal que tem a competência de
acompanhar e fiscalizar a execução financeira e orçamentária emitindo parecer das contas
trimestralmente e no final de cada exercício emite um parecer sobre Balanço e demais
demonstrações contábeis com a finalidade de aprovação das contas do exercício pelo Conselho
Administrativo Estadual
O conselho Administrativo realiza reuniões ordinárias cada 2 meses ou se necessário realiza
reunião extraordinária para tomar conhecimento aprovar homologar deliberar as ações do
SESCOOP PA
O SESCOOPPA é auditado pela AUDIN Auditoria Interna do Órgão Nacional que pode ser
durante o exercício e no final do exercício recebe auditoria executada por auditores independentes
contratados pela Unidade Nacional a qual examina a prestação de contas do exercício findo bem
como efetua teste nos controles internos para emissão do Parecer final sobre as contas do
exercício findo submetendo a aprovação pelo Conselho Fiscal e Administrativo da Unidade
Nacional
Avaliação
Aspectos do sistema de controle interno
Ambiente de Controle
1
2
3
4
1 Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos corno essenciais à
X
consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu
funcionamento
2 Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos
X
os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade
X
3 A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente
4 Existe código formalizado de ética ou de conduta
X
5 Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos
em documentos formais
6 Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos
X
procedimentos das instruções operacionais ou código de ética ou conduta
7 As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições
claras das responsabilidades
8 Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ
X
Mtn
9 Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados
planejados pela UJ
Avaliação de Risco
X
1
2
3
4
5
Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados
10
X
Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e
11
X
metas da unidade
É prática da unidade o diagnóstico dos riscos de origem interna ou externa
12
envolvidos nos seus processos estratégicos bem como a identificação da
probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas
para mitigá los
É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais de
13
x
informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos
níveis da gestão
14 avaliação de riscos é feita de forma contínua de modo a identificar
A
mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos
ambientes interno e externo
0s riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem
15
X
tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de
decisão
16 Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos
X
internos da unidade
17 ocorrência de fraudes e desvios é prática da unidade instaurar sindicância
Na
para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos
c
18 norma ou regulamento para as atividades de guarda estoque e inventário
Há
de bens e valores de responsabilidade da unidade
Procedimentos de Controle
X
1
2
3
19 políticas e ações de natureza preventiva ou de detecção para
Existem
diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ claramente estabelecidas
4
5
X
20 atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam
As
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo
X
21 atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível
As
de benefícios que possam derivar de sua aplicação
X
22 As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
diretamente relacionados com os objetivos de controle
c
Informação e Comunicação
23 informação relevante para UJ é devidamente identificada documentada
A
armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas
1
2
3
4
X
5
24 informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade
As
suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas
X
A informação disponível à UJ é apropriada tempestiva atual precisa e
25
X
acessível
26 Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos
A
grupos e indivíduos da UJ contribuindo para a execução das responsabilidades
X
de forma eficaz
27 comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ
A
em todas as direções por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura
Monitoramento
X
0
8
O
0
d
0 sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar
28
sua validade e qualidade ao longo do tempo
29 sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo
0
pelas avaliações sofridas
X
30 sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu
0
desempenho
Considerações gerais
A avaliação de Ambiente de Controle levou em consideração conhecimentos e atitudes da Diretoria
Executiva quanto a preocupação com a execução das atividades meio que auxiliam na realização das
atividades finalísticas
A Avaliação de Risco e o Monitoramento foram respondidas com base na matriz de risco da Assessoria de
Auditoria e Controle da Unidade Nacional
Para os Procedimentos de Controle foi levado em consideração as normas procedimentos portarias e
resoluções emanadas tanto da unidade estadual quanto da unidade nacional do SESCOOP
0 processo de Informação e Comunicação obedece aos processos definidos internamente tudo o que é
encaminhado ao SESCOOPPA é enviado à Secretaria Executiva que filtra e envia às pessoas adequadas
LEGENDA
Níveis de Avaliação
1 Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não
aplicado no contexto da UJ
2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente
aplicado no contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há corno afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito
na afirmativa no contexto da UJ
4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente
aplicado no contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válido Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado
no contexto da UJ
ANEXO X Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis
Aspectos sobre a gestão ambiental
Avaliação
1
Licitações Sustentáveis
2
3
4
1 A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que
levem em consideração os processos de extração ou fabricação utilização e descarte
dos produtos e matérias primas
X
Se houver concordância com a afirmação acima quais critérios de
sustentabilidade ambiental foram aplicados
2 Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos os produtos atualmente
adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matériaprima e
maior quantidade de conteúdo reciclável
3 A aquisição de produtos pela unidade é feita dandose preferência àqueles
fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a
natureza ex produtos de limpeza biodegradáveis
4 Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade tem sido considerada a
existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e
produtoras ex ISO como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de
X
produtos e serviços
Se houver concordância com a afirmação acima qual certificação ambiental
tem sido considerada nesses procedimentos
5 No último exercício a unidade adquiriu bensprodutos que colaboram tara o
menor consumo de energia e
ou água ex torneiras automáticas lâmpadas
X
econômicas
Se houver concordância com a afirmação acima qual o impacto da aquisição
desses produtos sobre o consumo de água e energia
6 No último exercício a unidade adquiriu bensprodutos reciclados
papel
reciclado
Se houver concordância com a afirmação acima quais foram os produtos
adquiridos
7 No último exercício a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes
e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos
Se houver concordância com a afirmação acima este critério específico
utilizado foi incluído no procedimento licitatório
8 Existe uma preferência pela aquisição de bensprodutos passíveis de reutilização
reciclagem ou reabastecimento refil e
ou recarga
Se houver concordância com a afirmação acima como essa preferência tem
sido manifestada nos procedimentos licitatórios
9 Para a aquisição de bensprodutos é levada em conta os aspectos de durabilidade
e qualidade de tais bensprodutos
1
SI
tn
0s projetos básicos ou executivos na contratação de obras e serviços de
10
engenharia possuem exigências que levem à economia da manutenção e
X
operacionalização da edificação à redução do consumo de energia e água e à
utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental
11
Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados bem como sua
destinação como referido no Decreto n 2006
940
5
Nos últimos exercícios a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a
12
diminuir o consumo de água e energia elétrica
X
X
Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa
campanha palestras folders comunicações oficiais etc
Nos últimos exercícios a UJ promoveu campanhas de conscientização da
13
necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais
voltadas para os seus servidores
Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa
campanha palestras folders comunicações oficiais etc
Considerações Gerais
O SESCOOPPA não realizou atividades específicas voltadas a Gestão Ambiental Porém a
partir de 2011 esse item tem ocupado tempo de discussões e busca de alternativas para que
este SESCOOP PA realize tais atividades
LEGENDA
Níveis de Avaliação
I Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
integralmente não aplicado no contexto da UJ
2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do
fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ
4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
integralmente aplicado no contexto da UJ
X
A
META SER
Unidae
da
SER
A
META
e
FISCA
Relvants
radas
REALIZD
0
21308 725129 11782
1598
201
0
0
819
38165
35041 19769Z
9O17
05909
257465 720963
0
1
EXCUÇÃO REALIZD
META
0
EM
META
a
para
0
META PREVISTA 417320 50187T
o
Demonstra
0
EM
FINACER META REALIZD
EXCUÇÃO
Desmpnho
confrmidae
REALIZD
201
1
PREVISTA
1
1
8
i
V691
t79
OZL
OZ
I
1
l
DE
Entidae Mantida Entidae Mantida
UNIDAE MEDIA
Plano
Desnvolid
Serviços Mantidos
Realiz Pesoas
Ação
Divulgação
Benficads Coperativs
CCO
oct
e
AÇÃO
de
Ì
DE
TIPO
Gestão
Adminstrav
I
n
s
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u
c
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a
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Manuteção ASdmeinrsv Gestão Planej
Proc
Adminst Contrles Finaceros
de
Serv
na
de
Ações Profis área
Divulgação Instiucoa
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0
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Coperativsmo ASMuopdenritv
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16
0
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a
ti
O
c0
00
N
O
N0
O
N
CO
O
O
0
O
2 Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes
Em R
Origem orçamentária
Exercícios
1
Pessoal e encargos
2009
2010
3
2 Juros e encargos da dívida
2009
Outras despesas
2009
2010
2010
Dotação Proposta
890
346
239
357
935
819
586
798
Orçamento Aprovado
890
346
239
357
935
819
586
798
Orçamento Reformulado
866
383
804
376
859
811
322
732
866
383
804
376
859
811
322
732
TOTAL
3 Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital
Origem s orçamentária
4
Exercícios
2009
5
Investimentos
2010
Dotação Proposta
000
50
000
90
Orçamento Aprovado
000
50
000
90
Orçamento Reformulado
000
50
699
152
000
50
699
152
TOTAL
6
Inversões financeiras
2009
Outras despesas de
capital
2010
2009
2010
4 Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa
GRUPOS DE
DESPESA
VALORES PAGOS
2010
2009
1 Despesas de Pessoal
676
305
655
370
Vencimentos e Remunerações
703
162
887
183
141
66
665
83
Encargos Sociais Patronais
139
15
Indenizações Trabalhistas
Remunerações Variáveis
Benefícios Sociais
139
6
195
9
693
70
769
78
Benefícios Assistenciais
2 Juros e Encargos da Dívida
741
505
494
765
400
23
798
63
Despesas de Comunicação
431
29
656
28
Material de Consumo
326
25
691
35
0
182
Passagens e Locomoções
988
68
088
148
Diárias e Hospedagens
913
74
600
151
Outras Despesas de Viagem
541
23
363
25
Locações
495
14
790
7
0
640
982
9
294
4
0
0
558
43
425
65
Auxílio Financeiro a Estudante
0
0
Auxílios Educacionais
0
670
18
Auditoria e Consultoria
0
950
11
Serviços Especializados PJ
320
5
240
9
Serviços de Transportes
794
5
395
26
Serviços Gerais PJ
660
2
521
25
Estagiários
593
10
480
5
Outros Serviços de Terceiros PF
343
14
3 Outras Despesas Correntes
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Material de Consumo Durável
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Prõmiações
Serviços de Divulgação Institucional
PJ
708
5
314
4
Encargos s Serviços de Terceiros
18
049
269
12
Serviços Especializados
833
63
510
56
Outros Serviços de Terceiros
PF
900
2
150
2
941
17
995
16
Impostos Taxas e Contribuições Estaduais
603
523
2
Impostos Taxas e Contribuições Municipais
435
149
Outras Despesas Tributárias
112
1
400
1
Despesas Financeiras
296
1
002
1
520
41
399
39
Convênios com a União
0
0
Convénios Inst Privadas s Fins Lucrativos
0
0
Serviços Gerais
PF
Impostos Taxas e Contribuições Federais
Transferências Regulamentares
5 Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
GRUPOS DE
DESPESA
4
VALORES PAGOS
2010
2009
Investimentos
299
1
498
133
299
1
498
133
Bens Intangíveis
Bens Móveis
5
Inversões Financeiras
6
Outras despesas de capital
6 Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais
ANO
DESCRIÇÃO
2008
2009
2010
1 Passagens
749
44
988
68
088
148
2 Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens
435
58
454
98
963
176
151
7
558
43
425
65
3 Serv iços Terceirizados
1 Publicidade
3
2 Vigilância Limpeza e Conservação
3
0
3 Tecnologia da Informação
521
7
0
4 Outras Terceirizações
3
0
0
4 Cartão de Pagamento do Governo Federal
0
0
5 Suprimento de Fundos
0
0
000
211
997
397
TOTAIS
335
110
7 Demonstrativo das despesas por natureza
Realizado
Orçado
Realizado
2010
2010
Rubricas
2008
2009
Partic
Realiz
969
120
703
162
391
201
887
183
81
16
31
91
Obrigações Patrimoniais
642
46
141
66
704
81
665
86
92
7
07
106
223
Diárias
548
50
913
74
582
138
600
151
96
13
39
109
224
Outras Despesas Variáveis
689
4
139
6
212
9
195
9
84
0
82
99
226
Material de Consumo
186
23
308
35
137
33
691
35
26
3
71
107
228
Material de Distrib Gratuita
229
Passagens e Desp de Locomoção
280
50
783
74
498
6
640
06
0
85
9
000
11
950
11
09
1
64
108
221
Vencimentos e Vantagens Fixas
222
Serviços de Consultoria
400
6
231
Outros Serviços de Terceiros PF
490
120
069
115
166
125
938
127
70
11
21
102
232
Outros Serviços de Terceiros PJ
232
159
160
173
394
233
386
239
89
21
57
102
233
Contribuições
520
41
396
39
399
39
60
3
01
100
234
Obrigações Tributárias e Contrib
443
38
159
38
996
30
337
33
05
3
55
107
236
Equipamentos e Mat Permanentes
877
19
229
1
699
152
498
133
21
12
43
87
241
Indenizações e Restituições
887
7
541
23
000
24
364
25
32
2
68
105
242
Indenização e Rest Trabalhista
0
506
9
140
15
38
1
27
159
734
812
096
1
681
093
1
690
00
100
73
99
Total Geral
644
648
8 Resumo das programações de despesas
Origem dos Créditos
O
t
Exercícios
Despesas Correntes
Despesas Capital
2009
2010
2009
2010
Dotação proposta
pela UJ
166
1
825
155
1
825
000
50
000
90
Orçamento
Aprovado
166
1
825
155
1
825
000
50
000
90
Reformulado
195
1
825
109
1
126
000
50
699
152
Total
195
1
825
109
1
126
000
50
699
152
Orçamento
9 Movimentação orçamentária por grupo de despesa
Despesas Correntes
UJ
Natureza da Movimentação
concedente
de Crédito
ou
Classificaç
ão da Ação
recebedora
1
Pessoal e
Encargos
2
Juros e
3
Outras
Encargos da
Despesas
Dívida
Correntes
Concedidos
Movimentação
Externa
Recebidos
SESCOOP
804
376
Despesas de Capital
UJ
Natureza da Movimentação
concedente
de Crédito
ou
recebedora
Classificaç
ão da Ação
4
Investimentos
Concedidos
Movimentação
Externa
Recebidos
SESCOOP
322
732
699
152
5
Inversões
Financeiras
6
Outras
Despesas de
Capital
10 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação
Modalidade de
Crédito Originários da UJ
Despesa Comprometida
Despesa Paga
Contratação
2009
2010
2009
2010
Licitação
Convite
699
91
699
91
Concorrência
354
48
565
22
Pregão
610
19
610
19
Contratações Diretas
Dispensa
Inexigibilidade
Regime de Execução
Especial
Suprimento de Fundos
Pagamento de Pessoal
Pagamento em Folha
Diárias
703
162
887
183
703
162
887
183
913
74
600
151
913
74
600
151
Outras
I
11 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação
Crédito Recebidos pela UJ
convênios e Fundecoop projetos especiais
NÃO HOUVE
Modalidade de
Despesa Comprometida
Despesa Paga
Contratação
2009
Licitação
Convite
Concorrência
Pregão
Contratações Diretas
2010
2009
2010
Dispensa
Inexigibilidade
Regime de Execução
Especial
Suprimento de Fundos
Pagamento de Pessoal
Pagamento em Folha
Diárias
Outras
1 Quadro Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
Créditos Recebidos pela UJ convênios e Fundecoop projetos especiais
NÃO HOUVE
GRUPOS DE
DESPESA
1
Despesas de Pessoal
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patronais
Indenizações Trabalhistas
Remunerações Variáveis
Benefícios Sociais
Benefícios Assistenciais
2
Juros e Encargos da Dívida
3
Outras Despesas Correntes
Desp c Dirigentes e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Material de Consumo Durável
VALORES PAGOS
2009
2010
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
Locações
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Serviços de Divulgação Institucional
Auxílio Financeiro a Estudante
Auxílios Educacionais
Auditoria e Consultoria
Serviços Especializados PJ
Serviços de Transportes
Serviços Gerais
PJ
Estagiários
Outros Serviços de Terceiros
PF
Outros Serviços de Terceiros PJ
Encargos s Serviços de Terceiros
Serviços Especializados
Serviços Gerais
PF
PF
Impostos Taxas e Contribuições Federais
Impostos Taxas e Contribuições Estaduais
Impostos Taxas e Contribuições Municipais
Outras Despesas Tributárias
Despesas Financeiras
Transferências Regulamentares
Convênios com a União
Convênios Inst Privadas s Fins Lucrativos
4
Investimentos
Bens Intangíveis
Bens Imóveis
Obras e Instalações
Bens Móveis
5
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Aquisição de Bens p Revenda
6
Outras Despesas de Capital
2 Quadro Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
Créditos Originários da UJ
GRUPOS DE
DESPESA
VALORES PAGOS
2009
2010
1 Despesas de Pessoal
676
305
655
370
Vencimentos e Remunerações
703
162
887
183
141
66
665
83
Encargos Sociais Patronais
Indenizações Trabalhistas
Remunerações Variáveis
Benefícios Sociais
139
15
139
6
195
9
693
70
769
78
741
505
494
765
400
23
798
63
431
29
656
28
Benefícios Assistenciais
2 Juros e Encargos da Dívida
3
Outras Despesas Correntes
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
Ocupação e Serviços Públicos
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
326
25
691
35
0
182
Passagens e Locomoções
988
68
088
148
Diárias e Hospedagens
913
74
600
151
Outras Despesas de Viagem
541
23
363
25
Locações
495
14
790
7
0
640
982
9
294
4
0
0
558
43
425
65
Auxílio Financeiro a Estudante
0
0
Auxílios Educacionais
0
670
18
Auditoria e Consultoria
0
950
11
Serviços Especializados PJ
320
5
240
9
Serviços de Transportes
794
5
395
26
Serviços Gerais
660
2
521
25
593
10
480
5
Material de Consumo Durável
Materiais e Divulgação
Materiais para Treinamento
Premiações
Serviços de Divulgação Institucional
PJ
Estagiários
Outros Serviços de Terceiros
PF
343
14
Outros Serviços de Terceiros
PJ
708
5
314
4
Encargos s Serviços de Terceiros
049
18
269
12
Serviços Especializados
833
63
510
56
900
2
150
2
941
17
995
16
Impostos Taxas e Contribuições Estaduais
603
523
2
Impostos Taxas e Contribuições Municipais
435
149
Outras Despesas Tributárias
112
1
400
1
Despesas Financeiras
296
1
002
1
PF
Serviços Gerais PF
Impostos Taxas e Contribuições Federais
520
41
399
39
Convênios com a União
0
0
Convênios Inst Privadas s Fins Lucrativos
0
0
Transferências Regulamentares
4
299
1
Investimentos
1
498
133
Bens Intangíveis
Bens Imóveis
Obras e Instalações
299
1
Bens Móveis
5
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Aquisição de Bens p Revenda
6 Outras Despesas de Capital
Anexo
XII
Demonstrações Contábeis
Anexo
XIII
Parecer do Conselho Fiscal
Anexo
XIV
Parecer do Conselho Estadual eou Nacional
ANEXO XV ATENDIMENTO AO TCU QUANTO AO CONTEÚDO MÍNIMO DO
RELATÓRIO DE GESTÃO DN TCU N 107 DE 27 10 2010
ITEM
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO
1
Informações de identificação da unidade jurisdicionada contendo Poder e órgão de
vinculação ou supervisão nome completo denominação abreviada código SIORG
REFERÊNCIA
Identificação
da Unidade
código na LOA situação operacional natureza jurídica principal atividade econômica
telefones de contato endereço postal endereço eletrônico página na internei normas
de criação normas relacionadas à gestão e estrutura manuais e publicações
relacionadas às atividades da unidade códigos e nomes das unidades gestoras e gestões
no Sistema SIAFI
2
informações sobre o planejamento e gestão orçamentária e financeira da unidade
considerando o atingimento dos objetivos e metas fisicas e financeiras bem como as
ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades contemplando
a Responsabilidades institucionais da unidade
I
Competência Institucional
II
Objetivos estratégicos
b Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais
I
Análise do andamento do plano estratégico da unidade ou do órgão em
a Capítulos
2e 2
1
1
que a unidade esteja inserida
I1
b Capítulo 2
Análise do plano de açào da unidade referente ao exercício a que se
referir o relatório de gestão
c Programas de Governo sob a responsabilidade da unidade
I
Execução dos programas de Governo sob a responsabilidade da UJ
II
Execução fisica das ações realizadas pela UJ
c Capítulo 5
d Desempenho Orçamentário e Financeiro
3
1
Programação Orçamentária das Despesas
II
Execução Orçamentária das Despesas
III
Indicadores Institucionais
Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou
d Capítulo 6 e
3
5
Anexo IV
recursos
4
Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios
Anteriores
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
5
Informações sobre recursos humanos da unidade contemplando as seguintes
Capítulo 4 e
perspectivas
Anexo II
a
Composiçào do quadro de servidores ativos
b
Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas
c
Composição do quadro de estagiários
d
Custos associados à manutenção dos recursos humanos
e Locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços
1
6
Indicadores gerenciais sobre recursos humanos
Informação sobre as transferências mediante convênio contrato de repasse termo de
parceria termo de cooperação termo de compromisso ou outros acordos ajustes ou
Anexo 1
instrumentos congêneres vigentes no exercício de referência
7
8
Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e
convênios ou outros instrumentos congéneres estão disponíveis e atualizadas
respectivamente no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIASG
e no Sistema de Gestão de Convênios Contratos de Repasse e Termos de Parceria
SICONV conforme estabelece o art 19 da Lei n 12
309 de 9 de agosto de 2010
Informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei n 8
730 de 10
de novembro de 1993 relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
Anexo V
rendas
9
10
Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno da UJ
Capítulo 5
2e
contemplando os seguintes aspectos
anexo IX
a
Ambiente de controle
b
Avaliação de risco
c
Procedimentos de controle
d
Informação e Comunicaçào
e
Monitoramento
Informações quanto à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de Capítulo 5
2e
bens materiais de tecnologia da informação TI e na contratação de serviços ou obras
anexo X
tendo corno referência a Instrução Normativa n 1
2010 e a Portaria n 2
2010 ambas
da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento
Orçamento e Gestão e informações relacionadas à separação de resíduos recicláveis
descartados em conformidade com o Decreto n 2006
940
5
11
Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ
classificado como Bens de Uso Especial de propriedade da União ou locado de
Anexo VI
terceiros
12
13
Informações sobre a gestão de tecnologia da informação TI da UJ contemplando os
Capítulo 5
2e
seguintes aspectos
Anexo 1II
a
Planejamento da área
b
Perfil dos recursos humanos envolvidos
c
Segurança da informação
d
Desenvolvimento e produção de sistemas
e
Contratação e gestão de bens e serviços de TI
Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal
se as disposições dos Decretos ns 2005
observando
355 e 2008
5
370
6
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
14
Informações sobre Renúncia Tributária contendo declaração do gestor de que os
beneficiários diretos da renúncia bem como da contrapartida comprovaram no
Não se aplica
Quadro Al DN
exercício que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos
TCU n 107
2010
juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil
Tempo de Serviço
15
SRFB ao Fundo de Garantia do
FGTS e à Seguridade Social
Informações sobre as providencias adotadas para atender às deliberações exaradas em
Anexo VII
acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle intemo a que a
unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento
16
Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle
interno caso exista na estrutura do órgão apresentando as justificativas para os casos
Anexo VIII
de não acatamento
17
1
Outras informações consideradas relevantes pela
conformidade e o desempenho da gestão no exercício
unidade para
demonstrar
a
Anexo XI
INFORMAÇÕES CONTÁBEIS QUE
DEVEM COMPOR 0 RELATÓRIO
REFERÊNCIA
Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os
Não se aplica ao
Quadro Al DN
demonstrativos contábeis Balanços Orçamentário Financeiro e Patrimonial e a
Demonstração das Variações Patrimoniais previstas na Lei n 4
320 de 17 de março
de 1964 e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável UGR válido
apenas para as unidades gestoras não executoras refletem a adequada situação
orçamentária financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta
relatório de gestão
TCU n 107
2010
2
Demonstrações contábeis previstas na Lei n 4
32064 incluindo as notas explicativas
conforme disposto na Resolução CFC n 2008
133 NBC T 16
1
6
Anexo XII
3
Demonstrações contábeis previstas na Lei n 6
40476
incluindo as notas explicativas
Não se aplica ao
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
4
Informações sobre a composição acionária do capital social indicando os principais
Não se aplica ao
5
acionistas e respectivos percentuais de participação assim como a posição da UJ como
Quadro Al DN
detentora de investimento permanente em outras sociedades investidora
TCU n 107
2010
Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis quando a
legislação dispuser a respeito
Anexo X1I
SESCOOPPA
Coopeetrifriuno do Sado do PS
RELATÓRIO DE GESTÃO SESCOOPPA
2010
ANEXO XII
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
BALANÇO PATRIMONIAL
VARIAÇÕES ATIVAS
VARIAÇÕES PASSIVAS
BALANÇO FINANCEIRO RECEITA
BALANÇO FINANCEIRO DESPESA
BALANÇO ORÇAMENTÁRIO
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAÍXA
NOTAS
EXPLICATIVAS
ÁS
DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
mil c
E
ccopya it5ccç4a 0
9b
á ivy
fc pa 5
n
m
á
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
PA
SESCOOP
BALANÇO PATRIMONIAL COMPARADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressas em reais
CNPJ MF N 07
0001 06
875
421
isfÇ00P
1P
Woka
4790
7010
71169
16161463
10
2010
2009
CMCIRa4lF
443 e os Ilma 41
AgIcM t1
M Im451
26
275
14
00
1231
UPms 43704 lM 6l
DbPwI
4330 pese MaTlp
amnle 2701
71
2511
1
0
20
0
59
13
6aee 1 mor 1
014101
367
6
26
80
170
17
70
469
11
Iilks encaro webb e impas O por min 111
1
23
952
60
75610
7001211 046
6106166 e amllmis 121
37
20161
07
521
24
85
344
56
01
139
15
1 6lwdICo 31
705446
149
1
01
x70
W
91xlá
1cp i4tlM
crt do 01
o
49
249
111
99
045
431
437
1
16
502
1369
36
210
me 46
a
D
pSs
IOFX
3
Canéntr dm e pnMa
Tem1666166
632000
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714x663
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Belém Pal 31 de dezembro de 7010
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1
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406
1
02
460
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO
ESTADO DO PARÁ
DECLARAÇÃO DE HABILITAÇÃO PROFISSIONAL
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE
DECLARAÇÃO DE HABILITAÇÃO PROFISSIONAL OHP
PA
PA CRC
2011190008225
04 CONTADOR
005466
PA
HELENA TADOEI DE SOUZA MIRANDA MENDES
RUA MUNICIPALIDADE n
N 1757 ED JUNO APT704
UMARIZAL CPF 039
40248
897
VALIDADE
66050450 BELÉM
24 09
2011
PA
DECLARAMOS que o registro identificado no presente documento encontra se nesta data
em situação REGULAR neste órgão
Outrossim a presente declaração não quita nem invalida quaisquer débitos ou infrações
que posteriormente venham a ser apurados contra o referido registro
SELEM
PA 28 de março de 2011
IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA JURIDICA OU FISICA PELA QUAL 0 PROFISSIONAL E RESPONSÁVEL
Pessoa Física
Jurídica
Nome
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO
COOPERATIVISMO DO ESTADO
CPF CNPJ
0001 06
875
421
07
Finalidade
DEM CONTÁBEIS
órgão Destino
OUTROS
CONFIRME A EXISTÊNCIA DESTE DOCUMENTO EMITIDO PELO PROFISSIONAL NO SITE DO
CONSELHO
r
r
CPF 039
68 Controle 2537
402
887
7734
3602
9594
http 201
scri pts
183
23
33
d I I login
dhpv03PA
SQL
2011
03
28
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dn
6
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ SESCOOPPA
VARIAÇÃO ATIVA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
VARIAÇÕES ATIVAS
2010
2009
RECEITAS CORRENTES
Receitas de contribuições nota 14
Receitas patrimoniais nota 15
68
484
642
75
608
611
04
653
95
24
698
89
Receitas de serviços
Outras receitas correntes nota 16
Transferências correntes nota 17
344
6
38
61
650
17
00
000
540
00
000
540
284
1
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258
1
60
957
20
498
133
153
3
26
20
498
133
153
3
26
RECEITAS DE CAPITAL
Alienações de bens
Outras receitas de capital
Transferências de capital
MUTAÇÕES PATRIMONIAIS ATIVAS nota 18
Bens imóveis
Bens móveis nota 18
1
Bens intangíveis
Aquisição de investimentos
Baixa de empréstimos obtidos
Outras variações patrimoniais ativas
INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
Variações ativas de bens intangíveis
VariaÁões ativas de bens imóveis
Variações ativas de bens móveis
Incorporações de investimentos
Reavaliação de bens imóveis
Reavaliação de bens móveis
Baixa de amortização de bens intangíveis
Baixa de depredação de bens imóveis
Baixa de depreciação de bens móveis nota 18
2
Inscrições ativo
Cancelamento de passivos
Receitas extra orçamentárias
93
861
14
93
861
14
RESULTADO PATRIMONIAL
Superávit do exercício
r
86
110
262
Total Geral
P
nna
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Contado
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ
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SESCOOPPA
VARIAÇÕES PASSIVAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
VARIAÇÕES PASSIVAS
2010
2009
DESPESAS CORRENTES E OPERACIONAIS
Aplicações diretas pessoal e encargos nota 19
89
654
370
72
675
305
Aplicações diretas despesas administrativas nota 20
85
376
453
27
598
245
61
818
96
75
034
68
70
828
153
52
200
129
Aplicações diretas despesas tributárias nota 23
Aplicações diretas despesas financeiras nota 24
48
067
21
82
109
20
002
1
07
295
1
89
Transferências correntes nota 25
35
399
39
00
520
41
136
1
15
148
97
434
811
20
498
133
299
1
26
20
498
33
299
1
26
Aplicações diretas despesas institucionais nota 21
Aplicações diretas despesas de terceitos nota 22
Convênios com a união
Convênios com estados df e entidades
Convênios com municípios e entidades
Convênios com instituições privadas sem fins lucrativos
Convênios com instituições privadas com fins lucrativos
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos nota 26
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
MUTAÇÕES PATRIMONIAIS PASSIVAS nota 27
Bens Imóveis
Bens Móveis
Bens Intangíveis
Alienação de Investimentos
Inscrição de Empréstimos Concedidos
Outras Variações Patrimoniais Passivas
INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA nota 27
1
Variações Passivas de Bens intangíveis
Variações Passivas de Bens Imóveis
Variações Passivas de Bens Móveis
60
711
15
Outras Variações Passivas
Amortização de Bens intangíveis
Inscrição de Depreciacao de Bens Imóveis
Inscrição de Depreciacao de Bens Móveis
Cancelamentos
79
234
29
64
530
15
39
946
44
64
530
15
Ativo
Obrigações a Pagar
Despesas Extra Orçamentárias
RESULTADO PATRIMONIAL
Superavit do Exercido
Total
ral
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CNC
Contador
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ SESCOOPPA
BALANÇOS FINANCEIRO RECEITA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
ORÇAMENTÁRIA
2010
2009
RECEITAS CORRENTES
Receitas de contribuições nota 14
Receitas patrimoniais nota 15
Receitas de serviços
Outras receitas correntes nota 16
Transferências correntes nota 17
68
484
642
75
608
611
04
653
95
24
698
89
344
6
38
61
650
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10
482
258
1
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37
961
27
19
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12
918
3
78
02
233
26
803
14
781
1
20
30
337
17
30
476
12
57
248
20
65
670
29
87
707
235
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684
146
71
596
45
43
061
41
86
573
365
88
924
243
RECEITA DE CAPITAL
Alienações de bens
Outras receitas de capital
Transferências de capital
RECEITAS EXTRA ORÇAMENTÁRIA
Créditos e valores a receber
Provisão para perdas
Adiantamentos e outros valores a receber
Créditos e valores a receber
empregados
terceiros
Outros créditos
Cauções e depósitos em garantia
Almoxarifado
material de consumo
Alrnoxarifado
material de expediente
Almoxarifado
bens e materiais destinados a alienação
Convênios concedidos
Acordo de cooperação técnica
Projetos especificas
Valores a apropriar
Ativo realizável a longo prazo
Fornecedores
Valores a pagar
Encargos e consignações de terceitos a recolher
Impostos e taxas a recolher
Folha de pagamente
Receitas de contribuições a repassar
Obrigações contratuais
Provisões
Outras obrigações
Obrigações por convénios acordos e projetos
Obrigações contratuais
Outras obrigações de longo prazo
SESCOOPPA
do
S Coo
Madona bdo Estado
Cooperativismo
Sado do Pará
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ SESCOOPPA
BALANÇOS FINANCEIRO RECEITA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
VARIAÇÕES FINANCEIRAS
Inscrições ativo
Cancelamento de passivos
DISPONÍVEL
Caixa
Bancos conta movimento
Aplicações financeiras liquidez imediata
Total
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ SESCOOP
PÁ
BALANÇOS FINANCEIRO DESPESA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
2010
ORÇAMENTÁRIA
2009
DESPESAS CORRENTES E OPERACIONAIS
Aplicações diretas pessoal e encargos nota 191
Aplicações diretas despesas administrativas nota 20
Aplicações diretas despesas institucionais nota 21
Aplicações diretas despesas de terceitos nota 221
Aplicações diretas despesas tributárias nota 231
Aplicações diretas despesas financeiras nota 24
Transferências correntes nota 25
89
654
370
72
675
305
85
376
453
27
598
245
81
818
96
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20
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133
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1
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20
498
133
299
1
26
98
007
28
19
018
12
Convénios com a união
Convênios com estados df e entidades
Convênios com municípios e entidades
Convênios com instituições privadas sem fins lucrativos
Convênios com instituições privadas com fins lucrativos
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos nota 26
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
DESPESA EXTRA ORÇAMENTÁRIA
Créditos e valores a receber
Provisão para perdas
Adiantamentos e outros valores a receber
Créditos e valores a receber
empregados
terceiros
Outros créditos
673
1
69
519
1
14
Cauções e depósitos em garantia
888
3
44
81
243
11
71
971
15
352
5
22
Fornecedores
20
616
12
86
558
12
Valores a pagar
45
563
18
Almoxarifado
material de consumo
Almoxarifado
material de expediente
Almoxarifado
bens e materiais destinados a alienação
Convênios concedidos
Acordo de cooperação técnica
Projetos específicos
Valores a apropriar
Ativo realizável a longo prazo
Encargos e consignações de terceitos a recolher
63
367
35
1
Impostos e taxas a recolher
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PPA
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ SESCOOP PA
BALANÇOS FINANCEIRO DESPESA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
Valores expressos em reais
Folha de pagamento
06
699
226
11
851
151
92
853
41
87
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33
45
274
349
83
243
263
381
1
24
800
350
1
80
429
Receitas de contribuições a repassar
Obrigações contratuais
Provisões
Outras obrigações
Obrigações por convênios acordos e projetos
Obrigações contratuais
Outras obrigações de longo prazo
VARIAÇÕES FINANCEIRAS
Inscrições
ativo
Cancelamento de passivos
DISPONIVEL
Caixa
Bancos conta movimento
28
235
Aplicações financeiras liquidez Imediata
Total
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ
CNPJ MF N 07
0001 06
875
421
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
METÓDO IN DI RETO
EM 31
2009 E 31
12
2010
12
2010
2009
FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÒES
49
249
118
99
845
433
Depreciação e amortização
372
4
86
64
530
15
Baixa do Ativo Imobilizado
60
711
15
Superavit liquido do exercício
Ajustes para reconciliar o Superavit do exercício com recursos
Provenientes de atividades operacionais
95
333
148
63
376
449
1689
96
168
1
45
12
93
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430
Adições ao Ativo Permanente
20
498
133
153
3
26
SOMA
28
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153
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1
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665
66
760
923
SOMA A
Redução aumento nos ativos
Outros Créditos
Despesas pagas Antecipadamente
SOMA B
Aumento redução nos passivos
Contas a Pagar
Salários Encargos Sociais e Impostos a Pagar
Provisões Trabalhistas e agras
SOMA C
RECURSOS LÍQUIDOS GERADOS NAS ATIVIDADES
OPERACIONAIS
AB
C
FLUXO DE CAIXA UTILIZADOS NAS
ATIVIDADES DE
INVESTIMENTOS
D
AUMENTO NO CAIXA E EQUIVALENTES AB
CD
Disponibilidade no Final do Exercício
Disponibilidade no inicio do Exercício
AUMENTO NO CAIXA E ÉQUIVALENTES
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SESCOOPPA
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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ
SESCOOPIPA
NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCICIO
FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
1
CONTEXTO OPERACIONAL
Em 3 de setembro de 1998 a Medida Provisória n 16715 criou o Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP 0 Decreto n 3
017 de 6 de abril do ano seguinte
complementou o ato inaugural e instituiu os regulamentos e demais dispositivos que lhe balizam a
atuação
0 SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro e fornece lhe suporte em formação
profissional técnica e gerencial e na promoção social dos cooperados empregados e familiares
além de apoiar diretamente a operação das cooperativas
Formalmente é entidade civil de direito privado sem fins lucrativos constituída sob estatuto do
Serviço Social Autônomo
Seus recursos são de natureza parafiscal originam se das cooperativas que contribuem com o
percentual sobre as folhas de pagamento
As responsabilidades sociais da instituição evidenciam se particularmente na ênfase conferida às
atividades capazes de produzir efeitos sociais econômicos condizentes com os objetivos do
Sistema Cooperativista
O Sistema SESCOOP opera em todo território Brasileiro Compõese de unia Unidade Nacional o
SESCOOPUM com sede em Brasília e 27 unidades estaduais que atuam nos 26 estados da
Federação e no Distrito Federal Conta em função dessa estrutura com grande capilaridade a que
entre outras vantagens confere lhe flexibilidade impar no atendimento às cooperativas
O SESCOOP está sujeito ainda a auditoria externa e tem sua execução orçamentária sob o crivo
do Tribunal de Contas da União o qual tem poderes para efetuar fiscalizações contábil e
financeira além de inspeções auditorias operacionais e patrimoniais nos termos dos artigos 70 e
71 da Carta Magna e artigos 1 e 5 da Lei n 92
443 Lei Orgânica do Tribunal de Contas da
8
União
2 BASE DE PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As demonstrações Contábeis foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as
disposições contidas na Lei 64
320 e adaptadas aos regulamentos instituídos pelo Serviço
4
Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo
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Cabe salientar que como a instituição recebe recursos à Conta do Orçamento Fiscal e da
Seguridade Social esta fica obrigada a apresentar a execução da referida parcela de acordo com a
Lei 64
320 conforme estabelecido no art 101 que descreve que os resultados do exercício
4
serão demonstrados no Balanço Orçamentário Balanço Financeiro Balanço Patrimonial e na
Demonstração das Variações Patrimoniais
3
RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
a Aplicações Financeiras
Estão registradas ao custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço e não
excedem o valor de mercado As receitas de aplicação financeira de convénios são lançadas na
conta valores a comprovar quando houver
b Imobilizado
0 Imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição menos depreciação acumulada As
depreciações foram calculadas pelo método linear com base em taxas determinadas em
função do prazo de vida útil estimado dos bens
c Passivos Circulantes
Os Passivos Circulantes estão demonstrados por valores conhecidos acrescidos quando
aplicável dos correspondentes encargos e vadações do exercício
d Apuração do Resultado
É adotado o regime de competência para registro das despesas e o regime de caixa para as
receitas conforme estabelece a Lei n 64
320
4
4
BANCOS
São disponibilidades imediatas em contas correntes bancárias cuja posição nos exercícios findos
em 31 de dezembro de 2009 e 2010 se encontra a seguir descrita
ANO 2010
BANCOS Cl CORRENTES
Banco do Brasil C n 55
816 8 Agéncia 4451 2
i ANO 2009
28
235
Os valores da conta estão devidamente conciliados conforme demonstrativos arquivados no setor
contábil
5
APLICAÇÕES FINANCEIRAS
Estão registradas ao custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço e não
excedem o valor de mercado
n reOCWP
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i SE
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Pi
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SESCOOPPA
Sento Noamd deApedtrapeo do
BANCO CONTA APLICAÇAO
Banco do Brasil
Conta 55
816 8 BB FIX
Banco do Brasil
Conta 55
816 8 BB FIX
Banco do Brasil
Conta 55
816 8 BB FIX
TOTAL
ANO 2010
ANO 2009
22
88
776
94
628
125
233
1
42
394
381
1
24
800
912
1
1
96
38
69
430
143
15
086
68
350
1
80
429
Os valores da conta estão devidamente conciliados conforme demonstrativos arquivados no setor
contábil
6
CRÉDITOS
0 grupo é formado por créditos diversos a receber bem com Cauções e Deposito em garantia
conforme composição apresentada a seguir
CONTA CONTÁBIL
Outros Valores a Receber Empregados
Créditos e Valores a Receber Terceiros
ANO 2010
46
61
673
1
69
Passagem
ANO 2009
0
0
Nacional
Outros Créditos
Salário Família a Recuperar
Outros Valores a Recuperar
Outros Valores a Recuperar
96
38
480
00
89
753
15
2993
Diárias
Combustivel
TOTAL
1
6
0
19
53
CAUÇÕES E DEPÓSITOS EM GARANTIA
Referese ao Depósito Recursal
seguinte
Ato 447
09 movido pelo Ministério Público e a posição é a
CONTA CONTÁBIL
j
Depósito Recursal em Garantia
TOTAL
7
19
53
0
ANO 2010
ANO 2009
11
81
243
81
243
11
11
81
243
81
1L243
ANO 2010
ANO 2009
367
6
27
687
1
47
35
5
3
11
198
5
82
DESPESAS ANTECIPADAS
0 Grupo é composto pelas contas abaixo
CONTA CONTÁBIL
Seguros a Apropriar
Passagens Nacionais
0
TOTAL
367
6
27
mc n
Wer2 Ì
aa
S
aD
oxvaa
SESCOOPPA
t
Sewlça Ncdonal àdo
d
8 PERMANENTE
1
8
Imobilizado
CONTA CONTÁBIL
Taxa Depreciação
2010
2009
Mobiliário
10
Veículos
20
33
21
015
00
808
122
Máquinas e Equipamentos
Equipamentos de Informática
10
34
183
28
20
86
462
141
12
049
38
14
184
41
Depreciação Acumulada
TOTAL DO IMOBILIZADO
727
83
31
014
14
31
00
109
94
003
21
84
276
41
971
354
69
i
Adições e Baixas do Imobilizado
ANO 2009
ANO 2010
CONTA CONTÁBIL
Mobiliário
Aquisições
90
478
19
Baixas
00
478
Aquisições
26
3156
Baixas
0
Veículos
00
699
91
0
0
0
Máquinas e Equipamentos
Equipamentos de Informática
00
367
12
187
5
60
0
0
30
9
9
53
20
498
133
00
046
10
0
0
60
711
15
156
3
26
0
TOTAL
9
9
COMPENSADO
Bens em Comodato
0 Grupo é composto pelas contas abaixo
CONTA CONTABIL
Bens Recebidos em Comodato
TOTAL
10
ANO 2010
ANO 2009
50
851
13
0
50
851
13
0
CONTAS A PAGAR
São obrigações componentes dos compromissos assumidos por conta das aquisições de bens e
serviços para manutenção das atividades finalística e meio da Entidade cuja posição analítica nos
exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 está descrita a seguir
CONTA CONTÁBIL
Fornecedores
PessoaJurídica
Fornecedores
Pessoa Física
TOTAL
ANO 2010
ANO 2009
79
605
16
70
12271
01
525
00
138
80
130
17
70
409
12
SESCOOPPA
se de pn
nn do
do r
d d Ima
i
11
ENCARGOS CONSIGNAÇÕES IMPOSTOS S FOLHA DE PAGAMENTO E DE
TERCEIROS A RECOLHER
Os valores deste grupo representam as obrigações decorrentes do pagamento a Pessoa Jurídica e
Física sobre a prestação de serviços
CONTA CONTABIL
Impostos e Contribuições a Recolher
Pessoa Jurídica
Impostos e Contribuições a Recolher
Pessoa Física
ANO 2010
ANO 2009
0
30
258
42
9
1
43
943
1
42
30
258
S FOLHA DE
PAGAMENTO A
TOTAL
ENCARGOS CONSIGNAÇÕES E IMPOSTOS
0
RECOLHER
Os Valores deste grupo representam as obrigações decorrentes da folha de pagamento dos
empregados do SESCOOP
PA
CONTA CONTABIL
ANO 2010
ANO 2009
Encargos Consignações e Impostos a Recolher
008
9
81
0
TOTAL
008
9
81
0
12
PROVISÕES
São obrigações com a provisão de férias 13 e encargos sociais incidentes cujos valores são
provisionados mensalmente e baixados pela ocasião da concessão de férias
CONTA CONTÁBIL
ANO 2010
67
633
20
890
4
18
650
1
69
34
206
59
749
35
133
82
263
28
Provisão de Férias
Provisão de INSS s Férias
Provisão de FGTS s Férias
Provisão de PIS s Férias
Provisão de FGTS s 13
Provisão de PIS s 13
TOTAL
13
ANO 2009
18
68
119
294
4
36
449
1
57
20
181
22
476
0
03
521
24
PATRIMONIO SOCIAL
0 Patrimônio Social é composto substancialmente de superavit acumulados Os valores
demonstrados abaixo referem aos resultados dos exercícios de 2010 e 2009
CONTA CONTABIL
ANO 2010
ANO 2009
Superávit do Exercício
1 18
49
249
99
845
433
TOTAL
49
249
118
99
845
433
0Olnr
m j
s
r
Ernml wm
Sde
pvng0
e
x
SESCOOPPA
s
Nodonad
do
odor
14
RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES
CONTA CONTABIL
Contribuições SESCOOP
1
TOTAL
15
dowe
ANO 2010
ANO 2009
642
68
484
68
484
642
611
75
608
75
608
611
ANO 2010
ANO 2009
RECEITAS PATRIMONIAIS
CONTA CONTÁBIL
Juros de Títulos de Renda
04
653
95
24
698
89
TOTAL
04
653
95
24
698
89
ANO 2010
ANO 2009
38
1
6
91
191
6
38
61
650
17
17
61
650
16
OUTRAS RECEITAS CORRENTES
CONTA CONTÁBIL
Receitas Diversas
TOTAL
17
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
CONTA CONTABIL
ANO 2010
ANO 2009
Transferências FUNDECOOP
540
00
000
00
000
540
00
000
540
CONTA CONTÁBIL
ANO 2010
ANO 2009
Mobiliário Aquisição
Veículos Aquisição
Máquina e Equipamentos Aquisição
Equipamentos de Informática
19
90
478
00
699
91
00
367
12
953
9
30
211
498
133
153
3
26
TOTAL
18
1
18
MU LTAÇÕES PATRIMONIAIS ATIVAS
Resultante da Execução Orçamentária
TOTAL
19
00
000
540
0
0
0
153
3
26
APLICAÇÕES DIRETAS PESSOAL E ENCARGOS
CONTA CONTÁBIL
Vencimentos e Remunerações
Encargos Patronais Sociais
Benefícios Sociais
TOTAL
ANO 2010
ANO 2009
208
32
221
70
664
83
87
768
78
89
654
370
168
82
841
42
141
66
48
692
70
72
675
305
SESCOOPPA
Sento Noderedde Aprendeegem do
Coepenehtne do Serie do Fere
20 APLICAÇÕES DIRETAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
CONTA CONTÁBIL
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
Despesas de Comunicação
1
ANO 2010
ANO 2009
63
77
797
67
655
28
33
872
35
23
00
400
63
430
29
49
325
25
02
042
148
151
56
645
21
988
68
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
25
50
363
85
376
453
TOTAL
21
74
19
913
75
540
23
67
598
245
APLICAÇÕES DIRETAS DESPESAS INSTITUCIONAIS
CONTA CONTABIL
Locações
Materiais e Divulgação
1
Material para Treinamento
Serviços e Divulgues Institucionais
Auxílios Educacionais
r
TOTAL
ANO 2010
ANO 2009
00
7
7
90
00
640
293
4
81
00
425
65
00
670
18
35
494
14
0
40
9
9
82
00
558
43
0
81
818
96
75
034
68
ANO 2010 1
ANO 2009
22 APLICAÇÕES DIRETAS DESPESAS DE TERCEIROS
CONTA CONTÁBIL
Auditoria e Consultoria
Serviços Especializados PJ
Serviços Especializados PF
Serviços de Transportes
Serviços Gerais PJ
Serviços Gerais PF
Estagiários
Outros Serviços Terceiros PJ
Outros Serviços Terceiros PF
Encargos S Serviços de Terceiros
TOTAL
23
11
00
950
240
9
00
00
510
56
26
56
394
25
96
520
150
2
00
480
5
00
313
4
56
0
52
269
12
0
00
3
5
20
49
832
63
794
5
32
660
2
10
900
2
10
29
593
708
5
37
15
343
14
80
048
18
60 1
628
153
52
200
129
APLICAÇÕES DIRETAS DESPESAS TRIBUTÁ
RIAS
CONTA CONTÁBIL
ANO 2010
ANO 2009
Federais
81
994
16
25
941
17
Estaduais
42
5
2
23
27
149
399
1
98
48
067
21
603
14
35
453
112
1
08
84
109
20
Municipais
Outras Despesas Tributárias
TOTAL
SESCOOPPA
Serviço Metro dedo
24
APLICAÇÕES DIRETAS DESPESAS FINANCEIRAS
CONTA CONTABIL
ANO 2010
Despesas Bancárias
002
1
07
295
1
89
TOTAL
002
1
07
295
1
89
25
ANO 2009
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
CONTA CONTÁBIL
ANO 2010
ANO 2009
Transferências Regulamentares
35
399
39
00
520
41
TOTAL
35
399
39
00
520
41
26
INVESTIMENTOS
CONTA CONTABIL
ANO 2010
ANO 2009
133
20
498
20
498
133
299
1
00
00
2
1
99
ANO 2010
ANO 2009
64
530
15
Baixa de Bens Móveis
29
79
234
60
711
15
TOTAL
39
946
44
64
530
15
Bens Móveis
TOTAL
27
1
27
MUTAÇÕES PATRIMONIAIS PASSIVAS
Independente de Execução Orçamentária
CONTA CONTABIL
Depreciação de Bens Móveis
28
SEGUROS
O SESCOOP PA possui os seguintes seguro de veiculo para o qual apresentamos a posição no
exercício findo em 31 de dezembro de 2010
Descrição do
Seguradora
Data Inicio
Data Término
Bem
Veículo GOL
INDIANA
10
12
14
Importâncias
Seguradas
11
12
14
00
000
31
11
05
06
00
000
100
Valor do
Prêmio
788
1
44
Ano 2005
Veículo
RANGER
BRADESCO
10
05
06
27
143
14
ano 2010
29
INSTRUMENTOS FINANCEIROS
A administração dos instrumentos financeiros é efetuada por meio de estratégias operacionais
visando liquidez rentabilidade e segurança A politica de controle consiste em acompanhamento
permanente das taxas contratadas versus as vigentes no mercado A Entidade não efetua aplicações
de caráter especulativo em derivativos ou quaisquer outros ativos de riscos
E rl setoop Cr4
ykeawcva
p
b
5@ ww
be
om
pa
eeanm
SESCOOPPA
seno NoSnd d mamo do
Cooprzrtion dor
dowd
a
Composição de Saldos
Em atendimento ao Pronunciamento CPC 14 e NBC T 19
Resolução CPC n 09
153 os
1
saldos contábeis e os valores de mercado dos instrumentos financeiros inclusos no balanço
patrimonial em 31 de dezembro de 2010 estão identificados a seguir
Valor Contábil
Disponi bil idades
Aplicações Financeiras de Curto Prazo
30
3 81
1
24
800
Valor de Mercado
381
1
24
800
ASPECTOS TRIBUTÁRÍOS
Do ponto de vista tributário o SESCOOP
PA é uma entidade isenta do imposto de Renda
Pessoa Jurídica por ser uma associação civil sem fins lucrativos na forma de SERVIÇO
SOCIAL AUTONOMO que presta serviços para os quais foi instituída conforme medida
provisória n 1
715 de 1988 e Decreto n 3
017 de 6 de abril de 1999
Esta fora do alcance da tributação somente o resultado relacionado com as finalidades
essenciais das entidades sem fins lucrativos Assim os rendimentos e os ganhos de capitais
auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e variável não sào abrangidos pela isenção
em conformidade com a Lei n 9
732 de 1988 o SESCOOP esta isento também da
Contribuição Social
Belém 31 de dezembro de 2010
A
Q
ddei de Smr
a
llir
a
MS
Contador
CRC 005466
05
xe xux
tsetet agib
4j
SESCOOP PA
Serviço Nacional de Aproodizogem
do Cooperativismo do 6b
o do Poro
d
PARECER
CONSELHO FISCAL
Nós abaixo assinados na condição de Membros do Conselho Fiscal do Serviço
Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará SESCOOP
PA
em cumprimento ao Regimento Interno examinamos toda a documentação da
Receita Despesa e demais documentos que compõem a Prestação de Contas
relativo ao período de JANEIRO a DEZEMBRO de 2010
Com assessoramento da Contadora bem como as informações suplementares e
explicações obtidas junto a Diretoria Executiva do SESCOOP PA relativas ao
período acima somos de PARECER FAVORÁVEL a aprovando por unanimidade
as CONTAS apresentadas que merecem a aprovação dos Senhores Membros do
Conselho de Administração
Belém 30 de março de 2011
N
ç
Clemente
4
iro Baia
optemo Baia
Conselheiro
1
c
N
3 C
1
li kJ
w 0
Jacimário Nogueira Cunha
Conselheiro
Mãn
Aé
V
1
re ìlbs
r
f
an
guel a
Conselheiro
COOPERA rrvls o VOCÊ P
e RTICIPA TODOS CRESCEI
il
o
C
r
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE
SESCOOP
servia Nacional ee Mreaehopem
do Coape
oth o
PARECER REFERENTE A 2e ANÁLISE DO RELATÓRIO DE GESTÃO
EXERCÍCIO 2010
PARECER DA AUDITORIA
Unidade PA
Presidente Ernandes Raiol da Silva
Analisamos o Relatório de Gestão da Unidade Estadual acima identificada
quanto a composição das peças obrigatórias e observação dos itens exigidos na
legislação especifica
Os trabalhos basearam se sobre a seguinte legislação
Decisão Normativa TCU no 107 e 110
2010
Portaria TCU no 277
2010
Instrução Normativa TCU no 63
2010
Documento
Gestão
Orientações
Complementares
para
Elaboração
do
Relatório
emitido pela CGU
Conclusão do Parecer
Concluímos pela razoabilidade do Relatório de Gestão da Unidade Estadual
Atenciosamente
Mig
Assessor de A
Neubern
itoria e Controle
Jackson Batista
Auditor
Documento Confidencial
Somente para uso interno
Página 1 de 1
de
ATA DA SEXAGÉSIMA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO SESCOOP PA
REALIZADA NO DIA 20 de maio de 2011
Aos vinte dias do mês de maio do ano dois mil e onze às dezesseis horas e trinta minutos na
sede do SESCOOP PA localizada na Travessa Angustura n 3255 nesta cidade Bairro do Marco
em Belém PA estiveram reunidos os Membros do Conselho de Administração do SESCOOP PA
os senhores Dr Ernandes Raio da Silva Presidente do Conselho e o Sr Manoel Rodrigues
Teixeira
Dra
Diretor Superintendente Sr Ivan Hitoshi Saiki Representante de Cooperativas
Raimundo Silva dos Reis
Representante de Cooperativas
Sr Jander Wendel
Magalhães Espírito Santo Representante dos Empregados em Cooperativas o Dr Aldemar
Barra representante do Sescoop Nacional justificou sua ausência por email pois o mesmo
estaria em São Paulo
SP participando de urna Convenção da Unimed sendo convocado o Sr
Roberto Guerrero de Carvalho representante Suplente do Sescoop Nacional para discutirem e
deliberarem sobre os assuntos constantes da Pauta a seguir descrita Item 1
PresidênciaSuperintendência Item 2
Sescoop
Exercício 2010 Item 3
Informes da
Apreciação e aprovação do Relatório de Gestão do
Apreciação e aprovação do Planejamento Estratégico
Alinhado com o da Nacional Item 4
PE
Conhecimento do Relatório de Auditoria Interna e
Externa
recomendações e ajustes cabíveis
Item 1
Informes da Presidência 0 Presidente Ernandes Raiol da Silva deu informes gerais
das suas viagens fazendo visitas in loco nas Cooperativas ressaltando os avanços da
instalação da FRENCOOP PA bem como da aprovação da Lei do Cooperativismo Estadual
Relatou que a Prefeitura de Redenção e de Tucumã PA pretendem juntamente com o Sistema
OCBSESCOOP PA implantar o Programa Cooperjovem naqueles Municípios Mencionou que a
OCB PA através da Secretaria de Produção do Estado terá uma Gerência de Fomento e
Apoio ao Cooperativismo dentro da Secretaria de Produção do Governo Estado Ainda
mencionou que a OCBSESCOOP PA esta fechando um Protocolo de Intenções com a
Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado
SEDES 0 Superintendente relatou que
esteve em Manaus AM no dia 19
05 para participar da aula inaugural do curso de Pós
Graduação e MBA em Gestão de Cooperativas através do OCBSESCOOP AM e que em conversa
com o Reitor fez a proposição de trazer e implantar o mesmo curso para as cooperativas
paraenses 0 Superintendente esclareceu aos Conselheiros da Contratação do Sr Joélcio da
Silva corno Gerente Administrativo e Financeiro desta unidade 0 Superintendente informou que
no dia 17
05 reuniu com os funcionários do SESCOOP PA para tratar do Acordo Coletivo
proposto pelo SENALBA ficando 6
30 correspondente a 100
O de reajuste do INPC mais
0
5
de ganho real aumentando o ticket alimentação para R 640
00 Seiscentos e quarenta
reais conforme Ata circunstanciada
Item 2
0 Presidente fez uma explanação de que em janeiro de 2011 foi ao SESCOOP Nacional
juntamente com o Superintendente solicitar a antecipação da Auditoria Interna para verificação
dos procedimentos gerenciais do SESCOOP PA Foi mencionado ainda ao Conselho que o
Presidente enviou um comunicado oficial à Contadora desta unidade Sra Helena Taddei para
que a mesma justifique por que contabilizou as notas a título de Verba de Representação que
estão em desconformidade com as normativas do TCU Ainda neste item o Sr Roberto Guerrero
pediu a inversão da Pauta passando hora em diante para o conhecimento do Relatório de
Auditorias Interna e Externa Recomendações e ajustes cabíveis contidos no item 4 0
Sr Roberto Guerrero indagou se as recomendações constantes do Relatório de Auditoria
Operacional no 002
2011 foram dados os encaminhamentos devidos e se foram resolvidas as
recomendações NO CAPÍTULO 6 GESTÃO FINANCEIRA indagados pelo representante
Nacional Sr Roberto Guerrero e após uma ampla discussão e debate sobre este tópico que versa
sobre
a
utilização
da
Verba
de
Representação
da
Presidência
foi
mencionado
pelo
Superintendente que todas as recomendações da Auditoria foram acatadas tendo apenas
discussão sobre o caráter de uso desta Verba pois é confuso porque o Presidente representa a
Entidade e esta é representada pelo Presidente Todo gasto de cunho pessoal foi contabilizado na
conta de despesas da Verba de Representação com o intuito de macular o Presidente e este
Superintendente por isto o Presidente se propós a devolver para o SESCOOP os valores lançados
indevidamente em sua Verba de Representação que estiverem em desconformidade com o TCU
no prazo Maximo de até 40 quarenta dias Todavia contesta tal situação uma vez que não usou
de má fé ou dolo e ter sido induzido ao erro eou sabotado pela Contadora do SESCOOP PA visto
que ela é a profissional mais experiente e conhece profundamente os processos internos e
contábeis do Sistema onde ocupa o cargo a mais de sete anos Diante do fato do Presidente ter
se comprometido com o reembolso das despesas elencadas em Relatório já apresentado acatado
pelo SESCOOP Nacional e respaldados pela Aprovação das Contas pelo Conselho Fiscal desta
Unidade este Conselho de Administração aprova as Contas do Exercício de 2010
Item 3
Foi entregue a cada Conselheiro uma cópia do Planejamento Estratégico
PE alinhado
com a Nacional do qual não houve recomendações e nem ajustes por entender que o
Planejamento Estratégico atende a necessidade do Sistema corno um todo sendo o mesmo
aprovado por unanimidade
No decorrer da Reunião o Sr Roberto Guerreiro apresentou a sua Declaração de Bens Anual
2011 Ano Base 2010
Nada mais havendo a discutir o Presidente deu por encerrada a Reunião às 22
33 hs da qual
lavrei a presente Ata que vai assinada por mim e pelos Conselheiros presentes
Belém PA 20 de maio de 2011
eira
Manoel
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Ivan Hioshi Saiki
Jánder Wendel
M Espírito Santo
Conselheiro
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Raimunda Silva dos Reis
Conselheira
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Roberto Guerrero de Carvalho
Conselheiro Suplente
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ATA DA TRIGÉSIMA QUINTA REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL DO
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO SESCOOPPA
Aos quatro dias do mês de maio do ano de dois mil e onze às 09
30 nove
horas e trinta minutos na sede do SESCOOP PA localizada à Travessa
Angustura n 3255 nesta cidade reuniram se os Senhores Membros do
02
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Conselho
Fiscal
do
SERVIÇO
DE
NACIONAL
COOPERATIVISMO DO ESTADO DO PARÁ
APRENDIZAGEM
DO
PA Sr Clemente
SESCOOP
Monteiro Baia representante da Federação das Cooperativas de Transporte
de Belém e o Sr Manoel Alexandre dos Santos
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Nogueira da Cooperativa
Educacional Mão Cooperadora A reunião foi aberta e os Senhores
Conselheiros passaram a apreciar a documentação recebida referente as
Contas relativas ao período de janeiro fevereiro e março de 2011 Após os
esclarecimentos nós Conselheiros aprovamos por unanimidade às contas do
período as peças contábeis foram entregues a Contadora Helena Taddei de
Souza Miranda Mendes para a guarda Nada mais havendo a ser tratado foi
encerrada a reunião e eu Clemente Monteiro Baia lavrei a presente Ata que
vai assinada por mim e pelos demais Conselheiros presentes
Esclarecimentos Este Conselho Fiscal reunido em 04 de maio de 2011 toma
conhecimento do Relatório de Auditoria n 002
2011 e vem se manifestar
sobre o item 1
2 Deliberações questionáveis do Conselho Fiscal quanto a
verificação da Auditoria Nacional sobre a 33a Reunião do Conselho Fiscal
ocorrida
iJ
efetuar a
Me
MO
em 17 de novembro de 2010 em que foi autorizado ao Presidente a
correção de algumas notas apresentadas Neste sentido os valores
apresentados nas referidas notas não foram objetos que motivaram a
retificação Pois o erro apontado pelo Conselho Fiscal quanto ao
preenchimento insidia apenas em qualidade secundária das referidas notas
como no trecho da corrida e não sobre o valor das corridas Razão pela qual
foi permitido por este Conselho Fiscal a necessidade de correção das notas
Considerando que os erros apresentados nas notas não incidem nos valores e
m
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s
que nenhuma nota foi alterado no seu valor este Conselho se manifesta que
não há nenhum valor a ser apurado e ressarcido Entretanto com o objetivo
de manter um Conselho Fiscal atuando com os princípios da moralidade
legalidade e eficiência a fiscalização do SESCOOP PA este Conselho se
me
compromete a cumprir a recomendação apresentada pela Auditoria quanto a
abstenção de autorizar correções em documentos fiscais
me
Belém 04 de maio de 2011
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SESCOOPPA
Serviço Nacional de Aprendizagem
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do Cooperolivismo do Estado do Pará
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LISTA DE PRESENÇA DA REUNIÃO
DO CONSELHO FISCAL DO
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Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará
SESCOOP PA
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Local Sede SESCOOP PA
Hora 09
30hs
NOME
ASSINATURA
4
Clemente Monteiro Baia
Conselheiro
Manoel Alexandre dos Santos Nogueira
Conselheiro
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Belém PA 04 DE MAIO DE 2011
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COOPERATIVISMO VOCÉ PARTICIPA TODOS CRESCEM
Travessa nngirlura 3255 Cano Mica
CEP 66093
040
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55 9 3226
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