RESPOSTA DE CULTIVARES DE SOJA À GERMINAÇÃO SOB
TEMPERATURAS SUB ÓTIMAS
(2012) 1
BARZOTTO, Flávia2; FACCO, Leonardo3; MATTIONI, Nilson4; FARIAS, G. Julia5;
SEGALIN, Samantha6.
1
Trabalho de Pesquisa, departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Pós-graduanda em Produção Vegetal - Ecofisiologia e Manejo de Culturas de Lavoura - Faculdades
SPEI, Passo Fundo, RS, Brasil
3
Engenheiro Agrônomo pelo curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM),
Santa Maria, RS, Brasil
4
Doutorando pelo curso de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Pelotas, RS,
Brasil
5
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil
6
Curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS.
E-mail: [email protected]; [email protected]; [email protected];
[email protected]; [email protected]
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RESUMO
A temperatura baixa do solo é um dos principais problemas para antecipação da semeadura
da soja no Rio Grande do Sul. Isso pode causar redução do estande inicial e atraso do fechamento
do dossel, comprometendo o rendimento. O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta de
sementes de diferentes cultivares de soja submetidas a temperaturas sub ótimas. Foram utilizadas
sementes das cultivares A 4725 RG, NS 4823 RR, Na 4990 RG, Bmx Apolo RR, 62 RR, Bmx Turbo
RR, Syn 3358, Na 5909 RG, 61 RR, RA 518 RR, A 6411 RG, CD 235 RR, CD 235 RR, postas para
germinar nas temperaturas de 15, 20 e 25 ºC. Nas condições do experimento, nenhuma das
cultivares testadas destacou-se na capacidade de germinar em temperaturas sub ótimas.
Palavras-chave: Glycine max; germinação; sementes.
1. INTRODUÇÃO
Atualmente a soja é um dos principais produtos agrícolas comercializados no mundo,
considerada uma commodity, tendo como principais produtores os Estados Unidos, Brasil e
Argentina, os quais também são os principais exportadores. A China destaca-se também na
produção da oleaginosa, porém com destino diferente dos principais produtores, sendo
consumida internamente. Além disso, a China é um dos principais destinos das exportações
mundiais de soja.
O Brasil, segundo maior produtor da oleaginosa, com 22,1% da produção, responde
por 22,4% das exportações mundiais, ocupando também a segunda colocação nas vendas
de derivados ao exterior (BARBOSA, 2006). A área cultivada de soja na safra de 2010/2011
no Brasil foi de 24.120 milhões de hectares, com uma produção de 70.099 milhões de
1
toneladas e rendimento médio de 2.906 kg/ha. No Rio Grande do Sul, foram cultivados, em
torno de 4.055 milhões de hectares com uma produção média 2.100 kg/ha (CONAB, 2011).
Produzir melhor dentre os princípios da sustentabilidade é uma necessidade tanto
para o produtor quanto para a pesquisa. Como fruto disso, a tecnologia de produção está
evoluindo ano após ano, caracterizando a soja como uma cultura altamente tecnificada.
Um dos principais problemas da cultura é a ferrugem asiática, causada pelo fungo
Phakopsora pachyrhizi. A semeadura antecipada e o uso de cultivares precoce evita que a
planta se desenvolva quando o a quantidade de esporos no ar for muito elevada. Isto reduz
o risco da doença, reduzindo a necessidade de aplicação de produtos, tornando a lavoura
mais auto-sustentável.
A antecipação da semeadura é limitada por problemas de fotoperíodo e velocidade
de germinação e emergência. A velocidade de germinação e emergência são aspectos
limitantes para qualquer cultura, no entanto, na soja, em cultivares com menos de 120 dias
de ciclo, isto é preponderante pela elevada associação entre o momento do fechamento do
dossel e o rendimento. Quanto mais cedo ocorre este fechamento, mais luz a planta
absorve, o que permite maior produtividade.
O objetivo deste trabalho foi de identificar dentro de um conjunto de genótipos se
existe variabilidade para germinação em temperaturas sub ótimas, visando detectar
materiais com potencial para semeaduras antes de 15 de outubro no Rio Grande do Sul.
2. QUALIDADE DE SEMENTES
Visando uma melhora na produção, tem-se como prioridade a obtenção de sementes
de melhor qualidade, agregando a técnicas de produção adequadas. Para alcançar um nível
tecnológico em relação a sementes e cultivares é necessária a realização de vários testes,
que tem sua relação direta com a fisiologia da semente.
Conforme Popinigis (1985), a qualidade da semente é definida como uma serie de
atributos genéticos, físicos, fisiológicos e sanitários que interferem na capacidade do lote de
originar uma lavoura uniforme constituída de plantas vigorosas e representativas da cultivar,
livre de plantas invasoras ou indesejáveis.
A qualidade das sementes pode ser afetada por diversos fatores durante o processo
de produção (ANDRADE e BORBA, 1993). Exemplos desses fatores seria a semeadura sob
condições ambientais adversas, como temperaturas inadequadas, déficit hídrico do solo
relacionado a sementes de baixa qualidade utilizadas na semeadura, assim podendo
resultar em baixa porcentagem de germinação e menor velocidade de emergência de
plântulas, fazendo com que as sementes permaneçam por mais tempo expostas às
condições desfavoráveis do solo (KHAN et al., 1976; BEWLEY e BLACK, 1994).
2
Os testes utilizados para analise das sementes devem seguir criteriosamente as
prescrições das Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 2009), com o intuito de
padronizar os procedimentos para instalação, condução e avaliação dos testes de
germinação. Assim, espera-se minimizar os erros, obtendo resultados uniformes e
comparáveis.
Os testes de germinação e de vigor são essenciais no controle de qualidade das
empresas de produção de sementes, tendo como objetivo identificar os lotes com maior ou
menor probabilidade de apresentar bom desempenho no campo ou durante o
armazenamento Martins et al. (2002).
Conforme Brasil (2009) germinação de sementes em teste de laboratório é a
emergência e desenvolvimento das estruturas essenciais do embrião, demonstrando sua
aptidão para produzir uma planta normal sob condições favoráveis de campo, no entanto, ás
condições de campo são variáveis, podendo ser adversas, o que torna conveniente a sua
complementação com teste de vigor.
Os testes de vigor não são capazes de predizer o número exato de plântulas que
emergirão ou sobreviverão em campo, no entanto, muitos resultados oriundos desses testes
podem se correlacionar com a porcentagem de emergência a campo (CARVALHO et al.,
2000). Testes como esses são destinados para detecção de diferenças não perceptíveis no
teste de germinação. O vigor das sementes tem relação direta com crescimento inicial das
plântulas e a capacidade destas de acumular biomassa Schuch et al. (2000), demonstrando
a importância da definição do potencial fisiológico das sementes.
2.1 Épocas de semeadura da soja no Rio Grande do Sul
A escolha da época de semeadura é um mecanismo de escape, com destaque na
deficiência hídrica, pois permite um ajuste para evitar períodos com baixas pluviosidades,
durante estádios críticos no desenvolvimento da cultura e fazer coincidir as etapas de
floração e enchimento de grão com períodos de maior disponibilidade hídrica (MOTA, 1983).
Segundo EMBRAPA (2010), a época de semeadura recomendada para a maioria
das cultivares concentra-se no período de 15 de outubro a 15 de novembro, tem-se
observado melhores resultados de produtividade naquelas semeadas no final de outubro e
inicio de novembro.
A definição dessas épocas baseia-se nas condições climáticas necessárias para
propiciar maiores rendimentos de grãos das cultivares, como a temperatura do solo para a
germinação, a temperatura do ar durante o ciclo da planta, o fotoperíodo após a emergência
e a umidade do solo na semeadura, floração, maturação e colheita (BERLATO e
WESTPHALEN, 1971; MOTA et al., 1973; BARNI et al., 1978; BARNI e BERGAMASCHI,
1981; BARNI et al., 1985).
3
A época de semeadura provoca alterações nos componentes da produção e nas
características agronômicas da soja, como altura de planta, altura de inserção da primeira
vagem, número de ramificações, diâmetro do caule, comprimento das raízes e acamamento
(FUNDAÇÃO MS, 2010).
Cada cultivar na sua descrição apresenta a época de semeadura preferencial,
tolerada e não indicada. As épocas não indicadas estão relacionadas com a possibilidade de
uma diminuição do porte da planta e, ou, uma redução no potencial produtivo da cultivar.
Cultivares precoces quando semeadas em outubro, podem resultar em plantas baixas,
dificultando assim o fechamento entrelinhas. Na época tolerada, há boa possibilidade de
sucesso, desde que algumas condições sejam satisfatórias, como uma boa correção da
fertilidade do solo, utilização de tratamento de sementes, resultando assim num melhor
arranque inicial e maior altura de plantas. A época preferencial apresenta menores riscos e
um rápido estabelecimento da cultura.
A época de semeadura pode ser relacionada com as doenças da cultura da soja,
pois, elas são responsáveis por redução do potencial produtivo, limitando assim, a obtenção
de altos rendimentos. Com condições favoráveis de clima ao desenvolvimento de diversas
doenças, a suscetibilidade das cultivares a ferrugem asiática, a monocultura de soja, alta
densidade de plantas e o plantio direto, tem influência direta na ocorrência e intensidade das
moléstias, o que resulta numa menor produtividade (REIS, et al., 2004). 17
Tratando, mais especificamente da Ferrugem Asiática, devem ser considerada
estratégias de controle como: utilização de cultivares mais precoces; semeadas no início de
sua época recomendada para cada região; evitar o prolongamento no período de
semeadura (YORINORI e WILFRIDO, 2002). Em cultivares de ciclo precoce, semeadas no
início do seu período preferencial, os fungos têm menos tempo para causar redução da
produtividade, em razão de a cultura ficar menos tempo no campo.
2.2 Temperatura do solo
A temperatura do solo é de fundamental importância na agricultura, por influenciar a
germinação das sementes, o desenvolvimento e a atividade das raízes em absorver água e
nutrientes do solo, a atividade de microrganismos, a difusão de solutos e gases, o
desenvolvimento de moléstias e os demais processos físicos, químicos, e microbiológicos
do solo (BERGAMASCHI, 1993). Isso pode ser facilmente visualizado no sul do país, cujas
baixas temperaturas no perfil do solo, em alguns meses, influenciam decisivamente no
estabelecimento das épocas preferenciais da semeadura da soja, impossibilitando em
algumas regiões a antecipação desta semeadura.
Trabalhos conduzidos no Centro Nacional de Pesquisa de Soja - CNPSO, citados em
EMBRAPA (2002), indicam que quando a semeadura da soja é realizada com temperaturas
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do solo abaixo de 20ºC, ocorre uma redução na germinação e prejudica a emergência. A
faixa de temperatura do solo adequada para germinação varia de 20ºC a 30ºC, sendo 25ºC
a temperatura ideal para uma emergência rápida e uniforme.
Já trabalhos de Matzenauer et al. (1982) e Maluf e Matzenauer (1995), citam a
temperatura do solo desnudo, a 5 cm de profundidade, de 16 °C, como a temperatura a
partir da qual a semeadura das culturas de verão apresenta germinação satisfatória e
uniforme para uma população de plantas desejável.
A temperatura do solo bastante elevada ou muito baixa também causa sérios danos
ao estabelecimento das culturas. Segundo Voos e Sidiras (1985), os restos culturais no solo
contribuem para o aumento de matéria orgânica, que se constitui em um reservatório
importante de nutrientes para os microrganismos e plantas colabora com o aumento do teor
de água no solo e diminui as variações das geotemperaturas.
3. METODOLOGIA
O trabalho foi conduzido no Laboratório Didático e de Pesquisa em Sementes do
Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria, RS. Foram utilizadas
treze cultivares de soja (tabela 1), de diversas empresas, e de grande aceitação pelos
produtores, sendo essas cultivares de ciclo curto, adaptadas a região Sul, com amplo
potencial produtivo.
Tabela 1. Cultivares de soja utilizadas no experimento, seguidas da empresa e grupo maturação.
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Para avaliar as alterações provocadas pelo frio realizou-se o teste de germinação e o
teste de primeira contagem, nas temperaturas de 15 ºC, 20º C (baixa temperatura) e 25 º C
(ideal para a germinação).
Teste de germinação em papel toalha: no teste de germinação foram utilizadas
quatro repetições de 50 sementes, para cada cultivar, distribuídas uniformemente sobre dois
papéis e cobertas com um terceiro, previamente umedecidos com 2,5 vezes o peso do papel
em volume de água. Os rolos contendo as sementes foram acondicionados em sacos
plásticos e mantidos a 25ºC. A contagem das plântulas normais foi realizada no quinto e
oitavo dia após semeadura (BRASIL, 1992).
Teste de primeira contagem: A montagem do teste de primeira contagem, foi
descrita no teste de germinação, pois, é realizado conjuntamente, somente acrescentando
que a avaliação das plântulas normais foi no quinto dia após a incubação. Após a contagem,
os rolos de papel contendo as plântulas eram devolvidos a câmera de germinação, para
completar o período de duração do teste de germinação.
Análise estatística: Os resultados de avaliação de todas as características foram
submetidos à análise de variância, com delineamento inteiramente casualizado. Para
análise entre as medias das temperaturas das cultivares foi efetuada a Análise de
Regressão, por ser um fator quantitativo. Para o fator Cultivar foi utilizado o teste de Tukey a
5% de probabilidade de erro. Foi utilizado o software WINSTAT (MACHADO, 2007).
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Não foi possível evidenciar diferenças significativas entre as cultivares para os testes
de germinação e primeira contagem (Figura 1). A tendência de todos os materiais foi de
redução linear para ambas as características, ficando próximo de zero na temperatura de 15
ºC. Com 20 ºC a germinação e a primeira contagem ficaram próximas de 50%.
Considerando a semente de soja é um produto caro atualmente, este nível de germinação
não é satisfatório para as condições de lavoura no Rio Grande do Sul, pela necessidade de
compensar as perdas com o acréscimo expressivo deste insumo. Segundo as indicações da
EMBRAPA (2011) a temperatura média do solo, adequada para semeadura da soja, vai de
20 ºC a 30 ºC, sendo 25°C a ideal para uma emergência rápida e uniforme. Semeadura em
solo com temperatura média inferior a 18 ºC pode resultar em drástica redução nos índices
de germinação e de emergência, além de tornar mais lento esse processo.
EMBRAPA (1999) demonstrou que as temperaturas médias do solo até cinco
centímetros de profundidade, para o mês de setembro, em 24 municípios deste estado,
variou de 15 a 20 ºC, demonstrando que, para as cultivares testadas a antecipação da
semeadura para este mês não seria uma prática viável. Steinmetz et al.(2007) analisaram as
6
temperaturas médias até cinco centímetros de profundidade de 30 municípios no Rio
Grande do Sul, com dados de 20 a 40 anos de levantamento. Observaram que durante o
mês de setembro as temperaturas evoluíram de 16,9 ºC para 17,6 ºC e 18.9 ºC, no
primeiro,segundo e terceiro decêndio, respectivamente. Apenas no primeiro decêndio a
temperatura passou a barreira dos 20 ºC, com média de 20,2 ºC. Concluíram que a
temperatura do solo desnudo, a 5cm de profundidade, apresenta valores crescentes do
primeiro decêndio de setembro ao terceiro decêndio de novembro, indicando diferenças
acentuadas entre as regiões agroecológicas do Rio Grande do Sul. Isto demonstra que o
trabalho de busca de cultivares tolerantes a temperaturas sub ótimas deve estar associado
às características das diferentes regiões agroclimáticas do estado.
A figura 1 nos mostra a porcentagem de Germinação e Primeira Contagem de
sementes de soja em diferentes temperaturas.
Figura 1. Germinação e Primeira Contagem de sementes de soja em diferentes temperaturas. Santa
Maria, 2011.
Na germinação (Tabela 2), entre as cultivares, a BMX Potência RR apresentou maior
valor (63%), não diferindo da RA 518 RR, Na 5909 RG, Na 5909 RG, 62 RR, A 6411 RG, e
61 RR, sendo a Na 4990 a de pior desempenho.
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Tabela 2. Porcentagem de Germinação das treze cultivares, em função da média das três
temperaturas (15ºC, 20ºC e 25ºC). Santa Maria, 2011.
No teste de primeira contagem (tabela 3), a cultivar Bmx Potência RR apresentou maior
valor que as demais, sem diferir significativamente das cultivares RA 518 RR, 61 RR, 62 RR,
A 6411 RG. As cultivares Na 4990 RG, CD 235 RR, NS 4823 RR formaram o grupo com pior
desempenho.
Tabela 3. Porcentagem de Vigor no teste de primeira contagem, realizado nas treze cultivares, em
função da média das três temperaturas. Santa Maria, 2011.
Observa-se entre as cultivares, para as características avaliadas, que a Bmx
Potência RR e RA 518 RR sempre estiveram presentes no grupo superior. A Na 5909 RG só
esteve fora do grupo superior no teste de primeira contagem. Considerando que as
características de produção, beneficiamento, embalagem e armazenamento podem interferir
nos testes que avaliam vigor, e considerando que as sementes de cada cultivar vieram de
apenas uma amostra, não é possível separar quanto destes resultados é devido ao
genótipo, e quanto é devido às práticas que a semente foi submetida desde a lavoura.
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5. CONCLUSÃO
Nas condições do experimento, nenhuma das cultivares testadas destacou-se na
capacidade de germinar em temperaturas sub ótimas.
6. REFERÊNCIAS
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