ANEXO
1. NOTA TÉCNICA
O avanço da cultura da Soja (Glycine max (L.) Merrill) no Estado do Tocantins
foi influenciado pelo clima e pela topografia altamente favorável à mecanização, o
que propicia economia de mão de obra e maior rendimento nas operações de
preparo do solo, tratos culturais e colheita; pelas boas condições físicas dos solos
da região; e pelo desenvolvimento de um bem sucedido pacote tecnológico, com
destaque para as novas variedades adaptadas à condição de baixa latitude.
No entanto, algumas adversidades climáticas como disponibilidade de água no
solo, veranicos, distribuição irregular das chuvas no decorrer do ano e
temperaturas elevadas podem comprometer o seu bom desenvolvimento no
Estado.
Objetivou-se, com o zoneamento agrícola, identificar as áreas aptas e os
períodos de semeadura, visando reduzir os riscos climáticos para o cultivo da soja
no Estado do Tocantins.
Para isso, utilizou-se um modelo de balanço hídrico da cultura para períodos
de dez dias. Ressalta-se que, por se tratar de um modelo agroclimático, parte-se
do pressuposto de que não ocorrerão limitações quanto à fertilidade dos solos e
danos às plantas devido à ocorrência de pragas e doenças. O balanço hídrico foi
realizado com o uso das seguintes variáveis:
a) precipitação pluvial: utilizaram-se as séries pluviométricas com no mínimo
15 anos de dados diários registrados em estações meteorológicas disponíveis no
Estado;
b) evapotranspiração potencial para períodos de dez dias;
c) ciclo e fases fenológicas: consideraram-se quatro cultivares de ciclos
precoce, médio, semitardio e tardio, perfeitamente adaptadas às condições
termofotoperiódicas da região. Considerou-se a semeadura, o crescimento, o
florescimento/enchimento de grãos e a colheita como as fases fenológicas da
cultura.
d) coeficiente de cultura (Kc): usaram-se valores decendiais determinados em
condições de campo; e
e) reserva útil do solo: consideraram-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com
capacidade de armazenar 20 mm, 40 mm e 60 mm de água nos primeiros 60 cm
do solo, respectivamente.
Foram efetuadas simulações para 12 épocas de semeadura, espaçadas de 10
dias, nos meses de outubro a janeiro. Para cada data, o modelo estimou os índices
de satisfação da necessidade de água (ISNA), definidos como sendo a relação
existente entre evapotranspiração real (ETr) e a evapotranspiração máxima da
cultura da soja (ETm).
Em seguida, aplicaram-se funções freqüenciais para obtenção de 80%, dos
índices de necessidade de água da soja nas fases de floração e enchimento de
grãos. Esses valores foram georeferenciados em função da latitude e longitude e,
com o uso de um sistema de informações geográficas confeccionaram-se os mapas
temáticos que representam as melhores datas de semeadura da cultura da soja no
Estado de Tocantins.
A definição das áreas de maior ou menor risco climático foi associada à
ocorrência de déficit hídrico na fase de floração/ enchimento de grãos, considerada
a fase mais sensível da cultura ao déficit hídrico. Para isso, estabeleceram-se três
classes, de acordo com o ISNA obtido:
1) Classe Favorável - ISNA ≥ 0,60 (baixo risco climático);
2) Classe Intermediária - 0,60 > ISNA ≥ 0,50 (médio risco climático);
3) Classe Desfavorável - ISNA < 0,50 (alto risco climático).
Com base nas análises realizadas, observou-se que as datas de semeadura
foram diferentes para a cultura de soja de ciclos precoce, médio, semitardio e
tardio nos dois tipos de solos recomendados.
Os Solos Tipo 1, de textura arenosa, não foram indicados para semeadura de
soja no Estado, por apresentarem baixa capacidade de retenção de água e alta
probabilidade de quebra de rendimento das lavouras por ocorrência de déficit
hídrico.
A seguir, estão relacionados os tipos de solos, bem como os municípios aptos
ao cultivo e os respectivos períodos de semeadura mais favoráveis para a cultura
de soja no Estado do Tocantins, sob o ponto de vista hídrico. Plantando nos
períodos indicados, o produtor diminui a probabilidade de perdas das suas lavouras
por ocorrência de déficit hídrico e aumenta sua possibilidade de obtenção de
maiores rendimentos.
Em virtude da alta variabilidade espaço-temporal das chuvas no Estado, a
semeadura só deve ser realizada se, na data indicada pelo zoneamento, o solo
apresentar umidade suficiente para a germinação e o desenvolvimento inicial das
plantas.
2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO
O zoneamento agrícola de risco climático para o Estado do Tocantins
contempla como aptos ao cultivo de soja os solos Tipos, 2 e 3, especificados na
Instrução Normativa nº 10, de 14 de junho de 2005, publicada no DOU de 16 de
junho de 2005, Seção 1, página 12, alterada para Instrução Normativa nº 12,
através de retificação publicada no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, página
6, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila
entre 15 e 35% e menos de 70% de areia, com profundidade igual ou superior a 50
cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual
ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 15% de
areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm.
Critérios para profundidade de amostragem:
Na determinação da quantidade de argila e de areia existentes nos solos,
visando o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no zoneamento de
risco climático, recomenda-se que:
a) a amostragem de solos seja feita na camada de 0 a 50 cm de
profundidade;
b) nos casos de solos com grandes diferenças de textura (por exemplo,
arenoso/argiloso, argiloso/muito argiloso), dentro da camada de 0 a 50 cm, esta
seja subdividida em tantas camadas quantas forem necessárias para determinar a
quantidade de areia e argila em cada uma delas;
c) o enquadramento de solos com grandes diferenças de textura na camada
de 0 a 50 cm, leve em conta a quantidade de argila e de areia existentes na
subcamada de maior espessura;
d) as amostras sejam devidamente identificadas e encaminhadas a um
laboratório de solos que garanta um padrão de qualidade nas análises realizadas.
Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação
obrigatória, de acordo com o Código Florestal ((Lei 4.771/65); solos que
apresentem teor de argila inferior a 10% nos primeiros 50 cm da camada de solo;
solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em
áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos
quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 15% da
massa e/ou da superfície do terreno.
3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA
Períodos
Datas
Meses
1
1º
a
10
2
3
11
21
a
a
20
31
Janeiro
4
1º
a
10
5
6
11
21
a
a
20
29
Fevereiro
7
1º
a
10
8
11
a
20
Março
9
21
a
31
10
1º
a
10
11
11
a
20
Abril
12
21
a
30
Períodos
Datas
13
1º
a
10
Meses
Períodos
Datas
Meses
25
1º
a
10
14
11
a
20
Maio
15
21
a
31
16
1º
a
10
17
11
a
20
Junho
18
21
a
30
19
1º
a
10
20
11
a
20
Julho
21
21
a
31
26
27
11
21
a
a
20
30
Setembro
28
1º
a
10
29
11
a
20
Outubro
30
21
a
31
31
32
33
1º
11
21
a
a
a
10
20
30
Novembro
22
1º
a
10
34
1º
a
10
23
24
11
21
a
a
20
31
Agosto
35
36
11
21
a
a
20
31
Dezembro
4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENEDORES
Ciclo Precoce:
EMBRAPA – BRS 219 (Boa Vista), BRS Tracajá, BRSMA Pati e BRSGO 204
(Goiânia); FTS – FTS JACIARA RR, FTS SONORA RR, FTS JANGADA RR, FTS
XAVANTINA RR e FTS CAMPO VERDE RR;
NIDERA – A-7005;
PIONEER – P98Y11, P98C21, P98N31 e P98R31.
Ciclo Médio:
MONSOY – M-SOY 8550,
FTS – FTS SORRISO RR, FTS ESPERANÇA RR;
EMBRAPA – BRS Candeia (Região Centro-Norte), BRS Carnaúba, BRS Juçara, BRS
Milena, BRS Sambaíba, BRSGO Chapadões, BRSGO Luziânia, BRSGO Santa Cruz,
MG/BR 46 Conquista e BR/IAC 21;
NIDERA – AN 8500 e A-7002;
PIONEER – DM 247, P98R62, P98N71 e P98Y51.
Ciclo Semitardio:
FTS – FTS 4188;
MONSOY – M9056RR, Farroupilha 880, M-SOY 8866, M-SOY 8870 e M-SOY 9010.
Ciclo Tardio:
MONSOY – M9144RR, M8925RR, M-SOY 9001, M-Soy 9350 e FT 106;
EMBRAPA – BRS Babaçu, BRS Celeste, BRS Pétala, BRS Raimunda, BRSMA Seridó
RCH, Embrapa 20 (Doko RC), BRSGO Bela Vista (Região Sul), BRSGO Goiatuba,
BRSGO Ipameri, BRSGO Jataí (Região Sul), BRSGO Paraíso e BR/EMGOPA 314
(Garça Branca), BRS Barreiras (Região Sudoeste);
PIONEER – DM 309, P98N82, P98C81, P98R91 e P99R01;
CTPA - EMGOPA 313.
Nota: Devem ser utilizadas no plantio sementes produzidas em conformidade
com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto
de 2003 e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).
Cultivar incluída pela Portaria nº 164 de 14/09/2007
5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS
INDICADOS PARA SEMEADURA
A relação de municípios do Estado do Tocantins aptos ao cultivo de soja,
suprimidos todos os outros onde a cultura não é indicada, foi calcada em dados
disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou
foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo,
todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o
inclua formalmente.
A época de semeadura indicada para cada município não será prorrogada ou
antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas
épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da
lavoura nesta safra.
MUNICÍPIOS
Abreulândia
Aguiarnópolis
Aliança do Tocantins
Almas
Alvorada
Ananás
Angico
Aparecida do Rio Negro
Aragominas
Araguacema
Araguaçu
Araguaína
Araguanã
Araguatins
Arapoema
Arraias
Augustinópolis
Aurora do Tocantins
Axixá do Tocantins
Babaçulândia
Bandeirantes do Tocantins
Barra do Ouro
Barrolândia
Bernardo Sayão
Bom Jesus do Tocantins
Brasilândia do Tocantins
Brejinho de Nazaré
Buriti do Tocantins
Cachoeirinha
Campos Lindos
Cariri do Tocantins
Carmolândia
Carrasco Bonito
Caseara
Centenário
Chapada da Natividade
Chapada de Areia
Colinas do Tocantins
Colméia
Combinado
Conceição do Tocantins
Couto de Magalhães
Cristalândia
Crixás do Tocantins
Darcinópolis
Dianópolis
Divinópolis do Tocantins
CICLOS: PRECOCE e MÉDIO
SOLOS: TIPOS 2 e 3
PERÍODOS
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
Dois Irmãos do Tocantins
Dueré
Esperantina
Fátima
Figueirópolis
Filadélfia
Formoso do Araguaia
Fortaleza do Tabocão
Goianorte
Goiatins
Guaraí
Gurupi
Ipueiras
Itacajá
Itaguatins
Itapiratins
Itaporã do Tocantins
Jaú do Tocantins
Juarina
Lagoa da Confusão
Lagoa do Tocantins
Lajeado
Lavandeira
Lizarda
Luzinópolis
Marianópolis do Tocantins
Mateiros
Maurilândia do Tocantins
Miracema do Tocantins
Miranorte
Monte do Carmo
Monte Santo do Tocantins
Muricilândia
Natividade
Nazaré
Nova Olinda
Nova Rosalândia
Novo Acordo
Novo Alegre
Novo Jardim
Oliveira de Fátima
Palmas
Palmeirante
Palmeiras do Tocantins
Palmeirópolis
Paraíso do Tocantins
Paranã
Pau D'Arco
Pedro Afonso
Peixe
Pequizeiro
Pindorama do Tocantins
Piraquê
Pium
Ponte Alta do Bom Jesus
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
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3
3
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3
3
3
3
3
3
3
3
3
Ponte Alta do Tocantins
Porto Alegre do Tocantins
Porto Nacional
Praia Norte
Presidente Kennedy
Pugmil
Recursolândia
Riachinho
Rio da Conceição
Rio dos Bois
Rio Sono
Sampaio
Sandolândia
Santa Fé do Araguaia
Santa Maria do Tocantins
Santa Rita do Tocantins
Santa Rosa do Tocantins
Santa Tereza do Tocantins
Santa Terezinha do Tocantins
São Bento do Tocantins
São Félix do Tocantins
São Miguel do Tocantins
São Salvador do Tocantins
São Sebastião do Tocantins
São Valério da Natividade
Silvanópolis
Sítio Novo do Tocantins
Sucupira
Taguatinga
Taipas do Tocantins
Talismã
Tocantínia
Tocantinópolis
Tupirama
Tupiratins
Wanderlândia
Xambioá
MUNICÍPIOS
Abreulândia
Aguiarnópolis
Aliança do Tocantins
Almas
Alvorada
Ananás
Angico
Aparecida do Rio Negro
Aragominas
Araguacema
Araguaçu
Araguaína
Araguanã
Araguatins
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
28
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28
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3
3
3
3
3
3
3
3
3
CICLOS: SEMITARDIO e TARDIO
SOLO TIPO 2
SOLO TIPO 3
PERÍODOS
28 a 2
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 2
28 a 2
28 a 2
28 a 3
28 a 1
28 a 2
28 a 3
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28 a 2
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28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
28 a 3
Arapoema
Arraias
Augustinópolis
Aurora do Tocantins
Axixá do Tocantins
Babaçulândia
Bandeirantes do Tocantins
Barra do Ouro
Barrolândia
Bernardo Sayão
Bom Jesus do Tocantins
Brasilândia do Tocantins
Brejinho de Nazaré
Buriti do Tocantins
Cachoeirinha
Campos Lindos
Cariri do Tocantins
Carmolândia
Carrasco Bonito
Caseara
Centenário
Chapada da Natividade
Chapada de Areia
Colinas do Tocantins
Colméia
Combinado
Conceição do Tocantins
Couto de Magalhães
Cristalândia
Crixás do Tocantins
Darcinópolis
Dianópolis
Divinópolis do Tocantins
Dois Irmãos do Tocantins
Dueré
Esperantina
Fátima
Figueirópolis
Filadélfia
Formoso do Araguaia
Fortaleza do Tabocão
Goianorte
Goiatins
Guaraí
Gurupi
Ipueiras
Itacajá
Itaguatins
Itapiratins
Itaporã do Tocantins
Jaú do Tocantins
Juarina
Lagoa da Confusão
Lagoa do Tocantins
Lajeado
28
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3
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3
2
3
3
3
3
Lavandeira
Lizarda
Luzinópolis
Marianópolis do Tocantins
Mateiros
Maurilândia do Tocantins
Miracema do Tocantins
Miranorte
Monte do Carmo
Monte Santo do Tocantins
Muricilândia
Natividade
Nazaré
Nova Olinda
Nova Rosalândia
Novo Acordo
Novo Alegre
Novo Jardim
Oliveira de Fátima
Palmas
Palmeirante
Palmeiras do Tocantins
Palmeirópolis
Paraíso do Tocantins
Paranã
Pau D'Arco
Pedro Afonso
Peixe
Pequizeiro
Pindorama do Tocantins
Piraquê
Pium
Ponte Alta do Bom Jesus
Ponte Alta do Tocantins
Porto Alegre do Tocantins
Porto Nacional
Praia Norte
Presidente Kennedy
Pugmil
Recursolândia
Riachinho
Rio da Conceição
Rio dos Bois
Rio Sono
Sampaio
Sandolândia
Santa Fé do Araguaia
Santa Maria do Tocantins
Santa Rita do Tocantins
Santa Rosa do Tocantins
Santa Tereza do Tocantins
Santa Terezinha do Tocantins
São Bento do Tocantins
São Félix do Tocantins
São Miguel do Tocantins
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São Salvador do Tocantins
São Sebastião do Tocantins
São Valério da Natividade
Silvanópolis
Sítio Novo do Tocantins
Sucupira
Taguatinga
Taipas do Tocantins
Talismã
Tocantínia
Tocantinópolis
Tupirama
Tupiratins
Wanderlândia
Xambioá
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Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas,
região de adaptação e reação a fatores adversos das cultivares de soja indicadas,
estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento
Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646,
CEP 70043-900 – Brasília – DF e no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br.
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ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O avanço da cultura da Soja