índice Prefácio. Era uma vez... (Luiz Francisco Rebello) 17 Introdução Teatro Moderno de Lisboa: a lucidez e a coragem (Tito Lívió) Três companhias de referência (Tito Lívio) Uma experiência humana inesquecível (Carmen Dolores) 21 21 22 24 1. A formação do Teatro Moderno de Lisboa A estrutura 27 32 2. Prolegómenos da formação do Teatro Moderno de Lisboa Formação do Teatro Moderno de Lisboa e seus primórdios Confiança não pública O desfrutar da grande polémica 33 33 35 36 3. O «Império» do engenheiro José Gil 39 4. Papel do teatro para os actores do Teatro Moderno de Lisboa 41 5. Manifesto do Teatro Moderno de Lisboa Porquê teatro no cinema Império (José Gil) Escolha de repertório. Preço dos lugares Grupo de Amigos do Teatro Moderno de Lisboa Vencimentos 45 46 47 48 49 50 6. Peças do repertório do Teatro Moderno de Lisboa 53 7. A mordaça da Censura 55 10 8. As duas primeiras temporadas do Teatro Moderno de Lisboa Primeira temporada (1-10-1961 a 31-5-1962) O sucesso de O Tinteiro Humilhados e Ofendidos Segunda temporada (1962-1963) Os Três Chapéus Altos Ratos e Homens Não Andes nessa Figura Três peças em um acto: O Dia Seguinte, O Pária, O Professor Taranne Digressões 61 61 61 66 70 70 73 78 80 86 9. Abandonos, temporários ou definitivos, de fundadores do Teatro Moderno de Lisboa Interregno e pedido de subsídio à Fundação Calouste Gulbenkian . . . Actividade profissional dos actores do Teatro Moderno de Lisboa durante o ano de interregno (1963-1964) 92 10. Terceira temporada (1964-1965) Dente por Dente O Render dos Heróis 95 95 99 89 90 11. Os derradeiros dias da companhia do Teatro Moderno de Lisboa . . . Razões de uma desistência (Carmen Dolores) Os vários sujeitos de um colapso (Tito Lívio) Ascensão e queda do Teatro Moderno de Lisboa (Victor Veres) Edição de peças: suas limitações 103 105 107 108 112 12. Currículos Actores Angela Ribeiro António Sarmento Armando Caldas Armando Cortez Carlos Cabral Carmen Dolores Clara Joana Costa Ferreira Fernanda Alves 113 113 113 114 115 116 117 118 120 121 123 11 Fernando Gusmão Fernando Soares Jaime Santos José Amaro Luís Alberto Luís Cerqueira Maria Cristina Maria Schulze Morais e Castro Nicolau Breyner Rogério Paulo Rolando Alves Rui Mendes Ruy de Carvalho Sandra Maria Tomás de Macedo Encenadores convidados António Pedro Paulo Renato Director cenográfico Octávio Clérigo Cenógrafo convidado Luís Jardim Chefe maquinista Luís Cipriano Músicos convidados António Victorino de Almeida Carlos Paredes 13. Retratos personalizados dos societários/fundadores do Teatro Moderno de Lisboa António Sarmento Armando Cortez Carmen Dolores Costa Ferreira Fernando Gusmão Maria Schulze Octávio Clérigo 124 126 126 127 128 128 129 129 130 131 132 134 134 136 138 138 139 139 141 142 142 143 143 144 144 145 145 146 149 149 150 151 153 154 156 156 12 Rogério Paulo Ruy de Carvalho Tomás de Macedo Os jovens actores do Teatro Moderno de Lisboa — Obrigada, rapazes! 14. Polémicas com o crítico Armando Ferreira acerca de O Tinteiro . . Primeira polémica Segunda polémica 157 159 161 161 165 165 168 15. Testemunhos 173 Actores do Teatro Moderno de Lisboa 173 Uma lufada de ar fresco (Luís Alberto) 173 Experiência apaixonante (Rolando Alves) 174 Experiência que guardo comigo (Nicolau Breyner) 174 Uma questão de sorte (Carlos Cabral) 175 Fazer o teatro de que gostávamos (Armando Caldas) 176 Um dos momentos mais belos da minha vida (Ruy de Carvalho) 178 Um curso universitário de teatro de alto nível (Morais e Castro) 178 Uma vontade exasperada de fazer teatro... (Costa Ferreira) . . 180 O que de melhor havia... (Clara Joana) 181 Um ambiente excepcional (Sandra Maria) 182 Um exemplo não esquecido (Rui Mendes) 183 Um grande privilégio (Angela Ribeiro) 185 Personalidades do mundo da cultura 186 Exemplo de modernidade, qualidade e profissionalismo (Carlos Avilez) 186 Imenso momento de esperança e teimosia (Baptista Bastos) . . 186 Sem o Teatro Moderno de Lisboa não teria vindo a ser crítico de teatro e depois Encenador (Joaquim Benite) 188 Muito do que fui começou aí (Luís Miguel Cintra) 190 Aos domingos de manhã (Fernando Dacosta) 191 A fonte luminosa das suas vidas (Filipe La Féria) 192 Uma trincheira que se abandonava (Correia da Fonseca) 193 Companheiro de viagem (Manuela de Freitas) 194 Assim valia a pena (Maria do Céu Guerra) 195 13 Uma violenta pedrada no charco (Cecília Guimarães) A coragem e o sonho (Maria Teresa Horta) Uma graça de Melpómene? (Mário Jacques) O Pai e a Mãe dos chamados Grupos Independentes (Fernanda Lapa) De fora para dentro (Jorge Listopad) O Teatro Moderno de Lisboa: movimento de uma geração (João Lourenço) E assim nasceu uma paixão pelo teatro (António Gomes Marques) Eu tinha treze anos (Jorge Silva Melo) Um pequeno acto de rebeldia (Maria Helena Dá Mesquita) Célula inicial do Teatro Independente (Fernando Midões) Pena não ter sido convidado (João Mota) O Render dos Heróis (Luís d'Oliveira Nunes) Um grupo de pessoas talentosas e sérias (Glicínia Quartin) Um momento importante da História do Teatro Português (Urbano Tavares Rodrigues) Uma vibração partilhada (Victor Pavão dos Santos) Aqueles tempos do cinema Império (Maria Alzira Seixo) A coragem de fazer teatro de autores portugueses (Augusto Sobral) Obrigada, Teatro Moderno de Lisboa (Laura Soveral) Tentativa de renovação... (João Vasco) Bela aventura cultural, teatral e cívica (José Carlos Vasconcelos) Passaporte para um mundo diferente (Alice Vieira) Autores, encenadores e músicos À memória de A n t ó n i o Pedro (António Victorino de Almeida) . . . . M o n t a g e m e interpretação superior às de Espanha (Carlos Muniz) «Uma companhia heróica» (António Pedro) Encenar é recriar (José Cardoso Pires) Testemunhos de espectadores 16. Autores, crítica e documentos importantes Fichas dos autores levados à cena 196 197 198 198 200 201 209 211 213 214 215 215 221 222 223 224 226 227 228 229 231 233 233 234 235 235 236 241 241 14 Arthur Adamov André Charpak Fedor Dostoiewski Georges Feydeau Miguel Mihura Carlos Muniz José Cardoso Pires Luiz Francisco Rebello William Shakespeare John Steinbeck August Strindberg Crítica Primeira temporada O Tinteiro Armando Cortez vitorioso Quinze minutos de aplausos, com o público de pé Interpretação plena de convicção Ausência de cabotinismo Aventura corajosa Nível de acerto e brilhantismo invulgares Aplausos vibrantes de certos sectores jovens De autocarro, com os cenários no tejadilho Receituário vanguardista para intelectuaizinhos apressados Encenação modelar Humilhados e Ofendidos, de Dostoiewski/André Charpak Uma escola prática de teatro Um público jovem aplaudiu calorosamente Carmen Dolores, doce, resignada e sensível Uma atmosfera cenográfica adequada Um segundo grande triunfo Uma autêntica e verdadeira companhia teatral Segunda temporada (1962-1963) Os Três Chapéus Altos Alguns exageros e falsetes Uma das maiores e demoradas ovações Uma adequada realização teatral 241 242 242 244 244 246 247 247 248 249 251 254 254 254 254 254 255 256 257 257 258 258 259 259 260 260 261 261 262 263 263 264 264 264 264 265 15 Espectáculo do maior interesse Um Mihura bem difícil de pegar Uma verdadeira noite de teatro Ratos e Homens Bons cenários de Octávio Clérigo Fernando Gusmão e Tomás de Macedo num recorte cuidado e certo Costa Ferreira encenou admiravelmente Muito bela e inteligente encenação de Costa Ferreira Não Andes nessa Figura Angela Ribeiro teve a sua oportunidade Três peças em um acto: O Dia Seguinte, O Pária e O Professor Taranne Aconteceu arte Os heróis também se cansam Público ingrato para com este grupo independente Encenação de Paulo Renato digna de aplausos grandes Terceira temporada (1964-1965) Altos e baixos de interpretação Aplausos ao jovem António Victorino de Almeida Excelente adaptação de Luiz Francisco Rebello O Render dos Heróis Fernando Gusmão criou um espectáculo notável Música de Carlos Paredes merece francos aplausos Ruy de Carvalho, no «Cego», desenha verdadeira criação . . . Documentos importantes Manifesto dos intelectuais Apelo da «5.a coluna» 265 265 266 266 266 266 267 267 268 268 269 269 269 270 270 271 271 272 272 273 273 274 274 275 275 277 Posfácio. O trabalho insidioso da censura e o TML (Eugenia Vasques) 279 Bibliografia 291 Agradecimentos 293