índice
Prefácio. Era uma vez... (Luiz Francisco Rebello)
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Introdução
Teatro Moderno de Lisboa: a lucidez e a coragem (Tito Lívió)
Três companhias de referência (Tito Lívio)
Uma experiência humana inesquecível (Carmen Dolores)
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1. A formação do Teatro Moderno de Lisboa
A estrutura
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2. Prolegómenos da formação do Teatro Moderno de Lisboa
Formação do Teatro Moderno de Lisboa e seus primórdios
Confiança não pública
O desfrutar da grande polémica
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3. O «Império» do engenheiro José Gil
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4. Papel do teatro para os actores do Teatro Moderno de Lisboa
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5. Manifesto do Teatro Moderno de Lisboa
Porquê teatro no cinema Império (José Gil)
Escolha de repertório.
Preço dos lugares
Grupo de Amigos do Teatro Moderno de Lisboa
Vencimentos
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6. Peças do repertório do Teatro Moderno de Lisboa
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7. A mordaça da Censura
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8. As duas primeiras temporadas do Teatro Moderno de Lisboa
Primeira temporada (1-10-1961 a 31-5-1962)
O sucesso de O Tinteiro
Humilhados e Ofendidos
Segunda temporada (1962-1963)
Os Três Chapéus Altos
Ratos e Homens
Não Andes nessa Figura
Três peças em um acto: O Dia Seguinte, O Pária,
O Professor Taranne
Digressões
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9. Abandonos, temporários ou definitivos,
de fundadores do Teatro Moderno de Lisboa
Interregno e pedido de subsídio à Fundação Calouste Gulbenkian . . .
Actividade profissional dos actores do Teatro Moderno de Lisboa
durante o ano de interregno (1963-1964)
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10. Terceira temporada (1964-1965)
Dente por Dente
O Render dos Heróis
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11. Os derradeiros dias da companhia do Teatro Moderno de Lisboa . . .
Razões de uma desistência (Carmen Dolores)
Os vários sujeitos de um colapso (Tito Lívio)
Ascensão e queda do Teatro Moderno de Lisboa (Victor Veres)
Edição de peças: suas limitações
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12. Currículos
Actores
Angela Ribeiro
António Sarmento
Armando Caldas
Armando Cortez
Carlos Cabral
Carmen Dolores
Clara Joana
Costa Ferreira
Fernanda Alves
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Fernando Gusmão
Fernando Soares
Jaime Santos
José Amaro
Luís Alberto
Luís Cerqueira
Maria Cristina
Maria Schulze
Morais e Castro
Nicolau Breyner
Rogério Paulo
Rolando Alves
Rui Mendes
Ruy de Carvalho
Sandra Maria
Tomás de Macedo
Encenadores convidados
António Pedro
Paulo Renato
Director cenográfico
Octávio Clérigo
Cenógrafo convidado
Luís Jardim
Chefe maquinista
Luís Cipriano
Músicos convidados
António Victorino de Almeida
Carlos Paredes
13. Retratos personalizados dos societários/fundadores
do Teatro Moderno de Lisboa
António Sarmento
Armando Cortez
Carmen Dolores
Costa Ferreira
Fernando Gusmão
Maria Schulze
Octávio Clérigo
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Rogério Paulo
Ruy de Carvalho
Tomás de Macedo
Os jovens actores do Teatro Moderno de Lisboa
— Obrigada, rapazes!
14. Polémicas com o crítico Armando Ferreira acerca de O Tinteiro . .
Primeira polémica
Segunda polémica
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15. Testemunhos
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Actores do Teatro Moderno de Lisboa
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Uma lufada de ar fresco (Luís Alberto)
173
Experiência apaixonante (Rolando Alves)
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Experiência que guardo comigo (Nicolau Breyner)
174
Uma questão de sorte (Carlos Cabral)
175
Fazer o teatro de que gostávamos (Armando Caldas)
176
Um dos momentos mais belos da minha
vida (Ruy de Carvalho)
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Um curso universitário de teatro de alto
nível (Morais e Castro)
178
Uma vontade exasperada de fazer teatro... (Costa Ferreira) . . 180
O que de melhor havia... (Clara Joana)
181
Um ambiente excepcional (Sandra Maria)
182
Um exemplo não esquecido (Rui Mendes)
183
Um grande privilégio (Angela Ribeiro)
185
Personalidades do mundo da cultura
186
Exemplo de modernidade, qualidade
e profissionalismo (Carlos Avilez)
186
Imenso momento de esperança e teimosia (Baptista Bastos) . . 186
Sem o Teatro Moderno de Lisboa não teria vindo a ser crítico
de teatro e depois Encenador (Joaquim Benite)
188
Muito do que fui começou aí (Luís Miguel Cintra)
190
Aos domingos de manhã (Fernando Dacosta)
191
A fonte luminosa das suas vidas (Filipe La Féria)
192
Uma trincheira que se abandonava (Correia da Fonseca)
193
Companheiro de viagem (Manuela de Freitas)
194
Assim valia a pena (Maria do Céu Guerra)
195
13
Uma violenta pedrada no charco (Cecília Guimarães)
A coragem e o sonho (Maria Teresa Horta)
Uma graça de Melpómene? (Mário Jacques)
O Pai e a Mãe dos chamados Grupos
Independentes (Fernanda Lapa)
De fora para dentro (Jorge Listopad)
O Teatro Moderno de Lisboa: movimento
de uma geração (João Lourenço)
E assim nasceu uma paixão pelo
teatro (António Gomes Marques)
Eu tinha treze anos (Jorge Silva Melo)
Um pequeno acto de rebeldia (Maria Helena Dá Mesquita)
Célula inicial do Teatro Independente (Fernando Midões)
Pena não ter sido convidado (João Mota)
O Render dos Heróis (Luís d'Oliveira Nunes)
Um grupo de pessoas talentosas e sérias (Glicínia Quartin)
Um momento importante da História do Teatro
Português (Urbano Tavares Rodrigues)
Uma vibração partilhada (Victor Pavão dos Santos)
Aqueles tempos do cinema Império (Maria Alzira Seixo)
A coragem de fazer teatro de autores
portugueses (Augusto Sobral)
Obrigada, Teatro Moderno
de Lisboa (Laura Soveral)
Tentativa de renovação... (João Vasco)
Bela aventura cultural, teatral
e cívica (José Carlos Vasconcelos)
Passaporte para um mundo diferente (Alice Vieira)
Autores, encenadores e músicos
À memória de A n t ó n i o Pedro (António Victorino de Almeida) . . . .
M o n t a g e m e interpretação superior
às de Espanha (Carlos Muniz)
«Uma companhia heróica» (António Pedro)
Encenar é recriar (José Cardoso Pires)
Testemunhos de espectadores
16. Autores, crítica e documentos importantes
Fichas dos autores levados à cena
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Arthur Adamov
André Charpak
Fedor Dostoiewski
Georges Feydeau
Miguel Mihura
Carlos Muniz
José Cardoso Pires
Luiz Francisco Rebello
William Shakespeare
John Steinbeck
August Strindberg
Crítica
Primeira temporada
O Tinteiro
Armando Cortez vitorioso
Quinze minutos de aplausos, com o público de pé
Interpretação plena de convicção
Ausência de cabotinismo
Aventura corajosa
Nível de acerto e brilhantismo invulgares
Aplausos vibrantes de certos sectores jovens
De autocarro, com os cenários no tejadilho
Receituário vanguardista para intelectuaizinhos
apressados
Encenação modelar
Humilhados e Ofendidos, de Dostoiewski/André Charpak
Uma escola prática de teatro
Um público jovem aplaudiu calorosamente
Carmen Dolores, doce, resignada e sensível
Uma atmosfera cenográfica adequada
Um segundo grande triunfo
Uma autêntica e verdadeira companhia teatral
Segunda temporada (1962-1963)
Os Três Chapéus Altos
Alguns exageros e falsetes
Uma das maiores e demoradas ovações
Uma adequada realização teatral
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Espectáculo do maior interesse
Um Mihura bem difícil de pegar
Uma verdadeira noite de teatro
Ratos e Homens
Bons cenários de Octávio Clérigo
Fernando Gusmão e Tomás de Macedo
num recorte cuidado e certo
Costa Ferreira encenou admiravelmente
Muito bela e inteligente encenação de Costa Ferreira
Não Andes nessa Figura
Angela Ribeiro teve a sua oportunidade
Três peças em um acto: O Dia Seguinte,
O Pária e O Professor Taranne
Aconteceu arte
Os heróis também se cansam
Público ingrato para com este grupo independente
Encenação de Paulo Renato digna de aplausos grandes
Terceira temporada (1964-1965)
Altos e baixos de interpretação
Aplausos ao jovem António Victorino de Almeida
Excelente adaptação de Luiz Francisco Rebello
O Render dos Heróis
Fernando Gusmão criou um espectáculo notável
Música de Carlos Paredes merece francos aplausos
Ruy de Carvalho, no «Cego», desenha verdadeira criação . . .
Documentos importantes
Manifesto dos intelectuais
Apelo da «5.a coluna»
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Posfácio. O trabalho insidioso da censura
e o TML (Eugenia Vasques)
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Bibliografia
291
Agradecimentos
293
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