PLANO DE AÇÃO NITEROIENSE DO LIXO MARINHO VERSÃO PRELIMINAR (“DRAFT”) Barbara Franz Vinícius Pinheiro Palermo Outubro 2014 AVISO DE CONSULTA A Versão Preliminar (“Draft”) do Plano de Ação Niteroiense do Lixo Marinho foi elaborada por Barbara Franz1 e Vinícius Pinheiro Palermo2. A revisão do documento foi realizada por Natalie Andreoli3. Esta versão do documento encontra-se em período de consulta. As contribuições e sugestões fundamentadas deverão ser encaminhadas ao e-mail [email protected] até o dia 16 de novembro de 2014. Para mais informações, entre em contato com: Barbara Franz: [email protected] Vinícius Pinheiro Palermo: [email protected] ABLM – Associação Brasileira do Lixo Marinho E-mail: [email protected] Para saber sobre outros documentos que estão sendo elaborados, acesse: http://www.globalgarbage.org.br/Resumo_Cooperacao_Global_Garbage_ABLM_GPAUNEP_18.06.2014.pdf 1 Associada fundadora da ABLM – Associação Brasileira do Lixo Marinho. Graduada em Oceanologia (FURG, 2002), com mestrado em Geociências (UFF, 2004) e doutorado em Planejamento Ambiental (UFRJ, 2011). Título da tese de doutorado: O Lixo Flutuante em Regiões Metropolitanas Costeiras no Âmbito de Políticas Públicas: O Caso da Cidade do Rio de Janeiro/ Barbara Franz. Rio de Janeiro: UFRJ/COPPE, 2011. Disponível em: www.globalgarbage.org.br/biblioteca/tese_Barbara_Franz_2011.pdf 2 Associado fundador da ABLM – Associação Brasileira do Lixo Marinho. Graduado em Oceanografia (UERJ, 2005), com mestrado em Engenharia Ambiental (UERJ, 2014) e especialização em docência do ensino fundamental e médio e Psicopedagogia. Título da dissertação de mestrado: Contribuições para a construção de políticas públicas direcionadas à redução do lixo marinho em enseadas urbanas: estudo de caso na microbacia contribuinte do Canal de São Francisco e da Enseada de Jurujuba – Niterói/ RJ. 2014. 132 f. Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: www.globalgarbage.org.br/biblioteca/dissertacao_Vinicius_Pinheiro_Palermo_2014.pdf 3 Associada fundadora da ABLM – Associação Brasileira do Lixo Marinho. Graduada em Ciências Biológicas (USP, 2002), com especialização em Biotecnologia (UMC, 2004), com mestrado em Biotecnologia (USP, 2007) e técnica em meio ambiente (IFSC, 2012). 2 1 - CONTEXTUALIZAÇÃO Toda atividade humana incide no ecossistema, quer pelo lado da extração de recursos quer pelo do lançamento de dejetos sob a forma de matéria ou energia degradada (Cavalcanti, 2004). A sociedade de consumo aposta na vida breve dos seus produtos. Ela fabrica produtos que devem ser rapidamente substituídos por outros, cada vez mais frágeis e perecíveis. Enquanto isso, nossos resíduos saturam os depósitos e as usinas de reciclagem. Já não há espaço físico para depositar ou reciclar os restos resultantes da quantidade de produtos que produzimos e descartamos (Velloso, 2008). Uma grande quantidade dos vários produtos manufaturados que a sociedade produz e consome são descartados como lixo, cujo destino final poderá ser os oceanos (UNEP, 2009). Em relação à origem do lixo marinho, pesquisadores tradicionalmente o classificam como sendo proveniente de fontes terrestres ou de fontes marinhas4, dependendo da forma que ingressa na água (Sheavly, 2007), como mostra o quadro 1. O lixo que é lançado em bacias hidrográficas e atinge a zona costeira, por exemplo, é considerado como lixo marinho de fonte terrestre. Quadro 1. Principais fontes de lixo marinho Principais fontes tipo “marinhas” de lixo marinho Principais fontes tipo “terrestres” de lixo marinho • Navegação mercante, linhas de balsa e cruzeiros; • Navios de pesca; • Frota militares e navios de pesquisa; • Embarcações para passeio; • Plataforma de petróleo e gás; e • Instalações de aquicultura. • Vazadouros de lixo localizados em área costeira; • O transporte fluvial de resíduos para aterros sanitários, etc., ao longo dos rios e outros vias navegáveis interiores; • Descargas de esgotos municipais não tratados e águas pluviais (incluindo transbordamentos ocasionais); • Turismo (visitantes da costa para recreação). Fonte: UNEP (2005) O oceano tornou-se um repositório para a maioria do lixo gerado - madeira de construção, vidro, metal e plástico - proveniente de diferentes fontes. Recentemente, o acúmulo e possíveis danos de partículas microplásticas no oceano estão sendo reconhecidos como uma questão ambiental emergencial e preocupante (UNEP, 2011). 4 Em inglês, “land-based sources” e “sea-based sources”, respectivamente. 3 Todos os anos, grandes quantidades de lixo marinho plástico ingressam nos oceanos são gerados tanto a partir de atividades marinhas quanto terrestres como a pesca, o turismo e a precária gestão de resíduos. Embora a quantidade total no oceano é desconhecida, o plástico é encontrado em todo o mundo, incluindo as regiões polares, longe de sua fonte de geração (UNEP 2014). Mais da metade da população mundial vivem em áreas costeiras – 3,4 bilhões de pessoas - o que representa apenas 5% de terras habitadas (Osborn, 2011), propiciando que os resíduos sólidos gerados por essa população contribuam com a contaminação do meio marinho diariamente. As características desses resíduos sólidos são influenciadas por aspectos como: número de habitantes, poder aquisitivo, nível educacional, hábitos e costumes da população; condições climáticas. Os fatores de geração basicamente consistem na taxa de geração por habitante e no nível de atendimento dos serviços públicos do município (IPT/CEMPRE, 2000). No início da primeira década desse milênio já era amplamente aceita a ideia de que o problema de lixo nos rios, estuários e zona costeira estava agravando-se (Earll et al., 2000). Observa-se que, além do aumento quantitativo, a composição é cada vez mais variada e em menor porcentagem de biodegradáveis. 2 - DIAGNÓSTICO SOBRE LIXO MARINHO NO MUNICÍPIO DE NITERÓI Niterói (figura 1), um dos municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, apresenta segundo Censo Demográfico do IBGE 2010 uma população de 487.562 habitantes e cerca de 3.600 hab/km2. O município apresenta orla voltada tanto para Baía de Guanabara quanto para o oceano Atlântico (conhecida como “Região Oceânica”). 4 Figura 1 – Localização do município de Niterói Fonte da figura: adaptado de Baptista Neto e Fonseca (2011) Em relação ao fator “hábitos da população”, às praias de Charitas, Boa Viagem, e São Francisco em Niterói (localizadas na orla da Baía de Guanabara), estudos de Carvalho et al. (2002) e Baptista Neto e Fonseca (2011) identificaram vários itens de lixo marinho gerados por seus frequentadores, como copos descartáveis e canudos. Além disso, esses estudos apontam que o lixo encontrado nessas praias também é oriundo das águas da Baía de Guanabara. Baptista Neto e Fonseca (2011) quantificaram o material depositado nas praias de Charitas, Boa Viagem e São Francisco entre 1999 e 2008 (cujos resultados são mostrados na figura 2) através de transectos, com medidas de 10 X 1 metros, ao longo do ponto máximo da maré alta, nas extremidades do arco praial e na parte central, em dois períodos do ano (de chuva no verão e seco no inverno), após pelo menos 5 dias consecutivos sem chuva, antes da limpeza dos garis e nos mesmos dias e hora através de grupos de pesquisa de apoio. Na figura 2 observa-se que os plásticos são predominantes (média de 38,5%), principalmente sacolas plásticas (média de 30,3%) provenientes de rios que deságuam na Baía de Guanabara, sendo que os demais plásticos (média de 8,2%) correspondem a garrafas, copos, canudos e outros fragmentos gerados provavelmente por usuários dessas praias (Baptista Neto; Fonseca, 2011). Estes autores observaram que no início da pesquisa as garrafas PET representavam uma grande proporção de lixo plástico, no entanto, com programas de reciclagens esta categoria diminuiu fortemente até 2011, o mesmo não ocorrendo com as sacolas plásticas que aumentaram em quantidade. A segunda categoria 5 mais representativa foram resíduos oriundos de construção civil, a terceira foi vidro e quarta foi madeira modificada. Baptista Neto e Fonseca (2011) observaram que em Charitas restos de material de construção eram transportados através de rios que drenam comunidades carentes e que a maior parte do vidro nas Praias de São Francisco e Charitas relacionava-se ao descarte de garrafas de refrigerante e de cerveja por excursionistas. 6 Figura 2 - Itens de lixo marinho quantificado nas praias de Charitas, Boa Viagem e São Francisco entre 1999 e 2008 Fonte: elaboração por Franz e Paiva (2013) baseado nos dados de Baptista Neto e Fonseca (2011) 7 A coleta e disposição final dos resíduos sólidos são considerados serviços de saneamento básico e nesse contexto, quanto maior a sua precariedade, maior a tendência de gerar lixo marinho. Segundo dados disponíveis no SNIS (2012) a coleta de resíduos sólidos domiciliares, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos em Niterói é de 100% e a quantidade total de materiais recicláveis via coleta seletiva é 5,7 kg/habitante/ano. Quanto maior a renda, maior tende a ser a geração de resíduos sólidos e nesse sentido destaca-se que o município de Niterói apresentou, segundo estudo da FGV (2011) que avaliou 5.568 municípios brasileiros, maior percentual de famílias da classe A. Entretanto, Palermo (2014) aponta que a montante do Canal São Francisco, na Grota do Surucucu (destacando-se os locais conhecidos como “Pedra da Lagoa” e “Ponte Velha”) ocorre a deposição do lixo pela população que vive onde não há coleta dos resíduos sólidos (doméstico, de construção civil e eletrônico) devido à inviabilidade de acesso com veículo de grande porte. A “Ponte Velha”, é um trecho encachoeirado a montante do Canal São Francisco, onde o resíduo acumulado nesse local tende a ser transportado durante chuvas intensas para sua foz, na Enseada de Jurujuba, originando o lixo marinho. A Pedra da Lagoa, por sua vez, consiste em uma depressão rodeada por grandes matacões onde havia uma pequena lagoa usada antigamente para tomar banho e lavar roupas. Atualmente, nesse local ocorre acúmulo de resíduos e embora a CLIN (Companhia de Limpeza de Niterói) execute sua limpeza, sua frequência não é suficiente para impedir que o local se torne um pequeno “lixão” (Palermo, 2014). Em outras áreas a montante do Canal São Francisco, Palermo (2014), através de informações obtidas por agentes de zoonose, verificou a ocorrência da queima de resíduos sólidos (inclusive nas caçambas localizadas nas principais vias de acesso), sendo provavelmente essa prática realizada por moradores para repelir vetores de doenças. As caçambas são abertas e recebem todo tipo de resíduos (como por exemplo, lixo doméstico, móveis quebrados, eletrodomésticos e resíduos de construção civil) e, nos momentos entre as coletas, os locais das caçambas acabam se tornando como focos temporários de lixo (Palermo, 2014). Na primeira fase do Projeto “A influência da mídia quanto à geração de lixo marinho: o caso da orla da baía de Guanabara no município de Niterói” (Franz e Paiva, 2014) identificou-se a composição do lixo marinho, obtida através de cinco campanhas de amostragens entre setembro e dezembro de 2013 nas praias de Icaraí, Charitas e São Francisco, quantificando-se um total 2.162 itens. Dividiram-se os itens nas seguintes categorias: Plásticos (entre <5 cm e 5 cm a <10 cm de comprimento), guimba, isopor, canudo e outros (fragmentos de alumínio, de nylon, hastes flexíveis, tampa, parafina, têxtil, 8 vidro, rejeitos da construção civil e papel). Cada campanha constitui-se de amostragens de coleta de itens de lixo na linha d’água da maré com tamanho de até 10 cm, em horários que não sofrem influência da limpeza de praia realizado pela CLIN. Em relação aos resultados obtidos quanto à composição do lixo marinho (quadro 1), a categoria em destaque é “plástico entre 5 e 10 cm” cuja maior concentração média foi encontrada na campanha de 23/10/2013 na Praia de Icaraí (16,88 itens/m). Ressalta-se que em todas as campanhas realizadas na praia de Icaraí a categoria predominante foi “plástico”. Quadro 1 - Concentração média encontrada de lixo marinho (itens/m) nas praias de Icaraí, São Francisco e Charitas em campanhas de 2013 26/9 10/10 10/10 23/10 14/11 14/11 28/11 ICARAI S. FRAN. CHARITAS ICARAI S. FRAN. CHARITAS ICARAI Plástico >10cm Plástico entre 5 e 10cm 0,00 0,56 0,00 0,76 0,05 0,41 1,10 10,46 0,50 3,00 16,88 5,28 9,15 9,64 Plástico<5cm 3,73 0,02 0,70 2,04 0,98 3,15 15,35 Isopor 2,74 0,00 1,60 0,11 0,08 0,48 0,65 Guimba 0,48 0,00 0,21 0,24 0,76 0,57 0,89 Canudo 0,35 0,10 0,17 0,09 0,05 0,28 0,77 Tampa 0,52 0,00 0,00 0,34 0,04 0,63 1,02 Outros 0,38 0,02 1,78 0,00 0,05 0,42 0,10 Fonte dos dados: Franz e Paiva (2014) A categoria “plásticos” de lixo marinho corresponde um dos temas emergentes dos Anuários de 2011 e 2014 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o que demonstra a importância desse problema ambiental em âmbito global (UNEP 2011 e UNEP 2014). A exposição de plástico no oceano a processos biológicos, físicos e químicos resulta na fragmentação e redução do seu tamanho podendo chegar a “microplásticos” que é um termo amplamente utilizado para partículas de plástico com tamanho até 5 mm de diâmetro, que é a dimensão mais facilmente ingeridas por muitos organismos, destacando-se que há microplásticos com 0,004 uM de diâmetro (UNEP, 2014). O plástico é extremamente persistente no ambiente marinho, havendo uma grande preocupação quanto à ameaça que representa para a vida marinha, inclusive pelo fato de um meio para transportar produtos químicos nocivos através da rede alimentar (UNEP, 2014). 9 O Projeto supracitado foi composto de uma segunda fase que correspondeu a 44 entrevistas nas praias de Icaraí, Charitas e São Francisco através da aplicação de formulários. Uma das perguntas aplicadas foi: “O que seria lixo marinho”? sendo as opções (alguns apontaram mais de uma): a) Somente lixo deixado no mar pelos navios; b) Somente lixo de atividade pesqueira; c) Somente lixo deixado pelas pessoas que frequentam as praias; d) Qualquer lixo encontrado em oceano aberto; e) Qualquer lixo encontrado em qualquer praia e oceano. Ressalta-se que 33% dos entrevistados apontaram que é “somente lixo deixado pelas pessoas” (Paiva, 2014). Esse resultado demonstra que parcela da população não relaciona o lixo disposto em local inadequado pode ser transportado pelo vento ou pela água em dias de chuva e alcançar uma praia através da drenagem urbana. Além disso, identificou-se através das perguntas o desconhecimento em relação aos riscos do lixo marinho à saúde humana. O conjunto de ações sugeridas por Paiva (2014) para mitigar o lixo marinho encontrado nas praias de Icaraí, São Francisco e Charitas seriam: campanhas educacionais que influenciem a população; medidas punitivas para quem jogar lixo (como multas); destinação final adequada (incluindo destino para reciclagem, pois além de diminuir o volume nos aterros, gera renda para os catadores); maior frequência de limpeza e mais lixeiras ao longo das orlas. 3 – PROPOSTA DE AÇÕES COM BASE NO DIAGNÓSTICO A partir do diagnóstico descrito na seção 2, propomos as seguintes ações: a) Realizar a limpeza das praias da orla da Baía de Guanabara com maior frequência, principalmente a Praia de Icaraí; b) Conscientizar a população sobre a deposição adequada dos resíduos sólidos e quanto aos riscos à saúde humana; c) Definir novas medidas de gestão de resíduos sólidos que evitem a formação de “lixões” na cidade de Niterói; 4- ETAPAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO DOCUMENTO PARA CONSULTA Para elaboração deste documento buscou-se realizar um levantamento dos dados de lixo marinho na zona costeira de Niterói baseado em pesquisas realizadas (apresentadas na Seção 2). Paralelamente, também realizou-se uma análise do Plano 10 Municipal de Resíduos Sólidos de Niterói (PMRSN) publicado em 2012, a partir do qual elaborou-se um formulário com questionamentos, apresentados no anexo 1. Os tópicos selecionados para formular as questões estão diretamente relacionados com a potencial redução da geração de lixo marinho de origem terrestre. O PMRSN atendeu a uma das condicionantes para que o Município obtenha acesso a recursos da União destinados a empreendimentos e a serviços relacionados com manejo de resíduos e com a limpeza urbana, ou para ser beneficiado por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade, na forma do artigo 18 da Lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n° 12.305/2010). Através da reunião com o vice-prefeito Axel Grael, no dia 25 de junho de 2014, propôs-se que as ações do Plano de Ação de Lixo Marinho de Niterói fossem incorporadas no Plano Municipal de Saneamento Ambiental. A partir das respostas obtidas para o formulário do Anexo 1 pelo setor da prefeitura responsável pela gestão de resíduos sólidos e pelo Plano Municipal de Saneamento Ambiental será possível verificar a efetividade do PMRSN e propor outras ações de redução do lixo marinho no município de Niterói. Para o documento final também serão apresentadas ações baseadas no resultado da verificação da observação direta relacionada aos hábitos da população do município de Niterói quanto à disposição adequada do lixo e dos procedimentos adotados para coleta de resíduos domiciliares. 5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAPTISTA NETO, J.A.; FONSECA, E.M. Variação sazonal, espacial e composicional de lixo ao longo das praias margem oriental da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro) no período de 1999-2008. Revista da Gestão Costeira Integrada 11(1):31-39, 2011. CAVALCANTI, C, 2004. Uma tentativa de caracterização da economia ecológica. Ambiente & Sociedade – Vol. VII nº. 1 jan./jun. CARVALHO et al. Interações dos processos sócio-ambientais nas bacias das Enseadas de Icaraí e São Francisco, Niterói (RJ). 3. Resíduos Sólidos na Região que vai da Praia Vermelha até Jurujuba. Mundo & Vida vol. 3 (2), 2002 EARLL, R.C., WILLIAMS, A.T., SIMMONS, S.L., TUDOR, D.T., 2000. Aquatic litter, management and prevention––the role of measurement. Journal of Coastal Conservation n 6, p 67–78. 11 FGV. Niterói é a praia da população classe A do país. Portal Clipping MP. Publicado July 13, 2011. Disponível em <http://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/nc0991.pdf>. Acesso em 03 jul 2013. FRANZ, B. O Lixo Flutuante em Regiões Metropolitanas Costeiras no Âmbito de Políticas Públicas: O Caso da Cidade do Rio de Janeiro. Tese (doutorado). Rio de Janeiro: UFRJ/COPPE, 2011. FRANZ, B.; PAIVA, A.P. Potencias fatores contribuintes para a geração de lixo marinho na orla da Baía de Guanabara na cidade de Niterói. In: Anais do Congresso Nacional de Educação Ambiental e do Encontro Nordestino de Biogeografia: educação e cooperação pela água para conservação da biodiversidade. João Pessoa: UFPB, 2013. v. 3. p. 513-526. FRANZ, B E PAIVA, A.P. A influência da mídia quanto à geração de lixo marinho: o caso da orla da baía de Guanabara no município de Niterói. Trabalho aprovado para IV Seminário de Iniciação à Inovação. Agenda Acadêmica Uff – 2014. OSBORN, D. “Policy cocktails for protecting coastal waters from land-based activities”. In: Lundqvist, J. (ed.). On the Water Front: Selections from the 2010 World Water Week in Stockholm. Stockholm International Water Institute (SIWI), Stockholm, 2011, pp 84-93 PAIVA, A. P. A influência da mídia quanto à geração de lixo marinho: o caso da orla da baía de Guanabara no município de Niterói. AGIR- Proppi. Relatório Final. Julho 2014. PALERMO, V.P. (2014) Contribuições para a construção de políticas públicas direcionadas à redução do lixo marinho em enseadas urbanas: estudo de caso na microbacia contribuinte do Canal de São Francisco e da Enseada de Jurujuba- Niterói/RJ. Dissertação - Pósgraduação em Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro. PREFEITURA DE NITERÓI. Prefeitura e Águas de Niterói anunciam Plano de Saneamento Ambiental que terá investimentos de R$ 120 milhões. Disponível em <http://www.niteroi.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2235:2014-0507-22-57-06> Acesso em 29 ago 2014. PROJETO GRAEL. Projeto Niterói Águas Limpas – Fase 2 Disponível em <http://www.projetograel.org.br/programas/ambientais/index.html> Acesso em 27 ago 2013 SNIS, 2013 Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento diagnóstico do manejo de resíduos sólidos Urbanos- 2011 Ministério das Cidades, Brasília. SHEAVLY, S.B., 2007. National Marine Debris Monitoring Program: Final Program Report, Data Analysis and Summary. Prepared for U.S. Environmental Protection Agency by Ocean Conservancy., 2007. 68 p. SNIS, 2012. Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento diagnóstico do manejo de resíduos sólidos Urbanos - 211. Ministério das Cidades, Brasília. UNEP, 2005. Marine Litter: an analytical overview. Kenya, 47 P. UNEP, 2009. Marine litter: a global challenge. Nairobi: UNEP, 232 P 12 UNEP Year Book: Emerging Issues in Our Global Environment 2011. Division of Early Warning and Assessment, 2011. Nairobi, Quênia: United Nations Environment Programme, 2011 UNEP Year Book: Emerging Issues in Our Global Environment 2014. Division of Early Warning and Assessment, 2014. Nairobi, Quênia: United Nations Environment Programme, 2014. VELLOSO, M.P. Os restos na história: percepções sobre resíduos. Ciênc. saúde coletiva vol.13 n.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2008. Pag 1953-1964. 13 ANEXO 1 – FORMULÁRIO Sumário CAPÍTULO VII - PLANEJAMENTO DAS AÇÕES ................................................................. 15 SEÇÃO II - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E OS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA E MANEJO ............................................................................................................................ 15 SEÇÃO III - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E A RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO ............................................................................................................................ 17 SEÇÃO IV - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E A RESPONSABILIDADE DO SETOR PRIVADO ........................................................................................................................... 19 SEÇÃO VI - RSD - SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA E MANEJO ............................. 20 SEÇÃO VII - RSD – GERADOR PRIVADO ....................................................................... 24 SEÇÃO VIII - RESÍDUOS SÓLIDOS VOLUMOSOS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO ........................................................................................................ 26 SEÇÃO IX - RESÍDUOS SÓLIDOS VOLUMOSOS- RESPONSABILIDADE DO GERADOR PRIVADO ........................................................................................................ 29 SEÇÃO X - RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO – RCC E RCD ......... 29 SEÇÃO XI - RESÍDUOS DE DRENAGEM ......................................................................... 30 SEÇÃO XII - RESÍDUOS DE LIMPEZA DE PRAIA ........................................................... 31 SEÇÃO XIII - RESÍDUOS VERDES DE PARQUES, PRAÇAS E JARDINS ..................... 32 SEÇÃO XIV - RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) ....................................... 34 SEÇÃO XVII - RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS ........................................................ 36 SEÇÃO XIX - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS ..................................................... 38 SEÇÃO XX - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO ........................................................................................................ 38 SEÇÃO XXI - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PRIVADO ........................................................................................................ 40 SEÇÃO XXII - RESÍDUOS INDUSTRIAIS ......................................................................... 41 SEÇÃO XXIII - RESÍDUOS SÓLIDOS ESPECIAIS ........................................................... 43 A - Resíduos de Pneus ............................................................................................................ 43 B – Resíduos de Pilhas e baterias ......................................................................................... 44 C - Resíduos de Lâmpadas Fluorescente ............................................................................. 46 SEÇÃO XXIV - RESÍDUOS DA INDÚSTRIA NAVAL ........................................................ 48 CAPÍTULO VIII - GESTÃO DE LIMPEZA URBANA .............................................................. 51 SEÇÃO I - VARRIÇÃO ....................................................................................................... 51 SEÇÃO II - LIMPEZA CORRETIVA ................................................................................... 54 SEÇÃO V - COLETA DIFERENCIADA E TRANSPORTE DOS RESÍDUOS GERADOS EM ÁREAS DE DIFÍCIL ACESSO. .................................................................................... 55 14 CAPÍTULO VII - PLANEJAMENTO DAS AÇÕES SEÇÃO II - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E OS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA E MANEJO Diretrizes específicas com relação aos Resíduos Recicláveis: Ação do PMRSN III- Disciplinar as atividades de geradores, transportadores e receptores de Resíduos Recicláveis; Questionamento Como está sendo feito? IV- Ampliar e capacitar equipe gerencial específica para desenvolver o controle e a fiscalização sobre as etapas deste plano; Qual setor e pessoas responsáveis pelo Plano? V- Modernizar os instrumentos de controle e de fiscalização, agregando tecnologia da informação; O que está sendo feito e como funciona essa fiscalização? VI- Valorizar a Educação Ambiental como ação prioritária, com a elaboração e a consequente aplicação de um Programa Municipal de Educação Ambiental visando agregar e ampliar a participação da população na coleta seletiva; Existe o PMEA? Onde encontrá-lo? Quais setores responsáveis pela elaboração? VIIIIncentivar a implantação de econegócios na cidade junto às cooperativas ou às indústrias processadoras de resíduos; Que tipo de incentivo é proposto? (incentivo fiscal, apoio com recursos, logística)? IX- Ampliar a rede de Pontos de Entrega Voluntária (PEV) na cidade, otimizando e monitorando a capacidade de recebimento dos PEVs já existentes. Quais são os dados dos PEVs já existentes? Quais os dados desses PEVs? Constituem metas e prazos para a implementação das ações de gestão acerca dos resíduos recicláveis: I- Otimizar e ampliar as opções de coleta seletiva disponíveis na cidade (roteiros porta-a-porta em todos os bairros da cidade, PEVs e ECOCLINs), dentro de uma lógica de sustentabilidade do sistema, visando aumentar a captação de resíduos recicláveis, da seguinte forma: a) Dezembro de 2014, em pelo menos 30% O que foi ampliado dos PEVs e roteiro de coleta e qual a abrangência de hoje por bairro? Resposta 15 Ação do PMRSN a mais de peso do que o atual; b) Dezembro de 2015, em pelo menos 50% a mais de peso do que o atual; II- Os roteiros de coleta seletiva serão otimizados por equipe técnica da CLIN junto à da concessionária até o final de 2013, visando absorver novos participantes dentro dos trajetos e roteiros executados; Questionamento IV- Disponibilizar pelo menos mais 36 PEVs na cidade, em pontos estratégicos como os distritos de limpeza, as unidades públicas de saúde ou as praças públicas, visando melhor atender à população, até o final de 2015, dando a devida divulgação destes novos pontos juntamente aos já existentes; O que já foi feito até então? Quais os modelos e 36 novos locais de PEVs propostos? V- Dar maior visibilidade (divulgação em jornais locais, no site da CLIN, nas próprias contas de luz, em peças publicitárias,...) aos pontos de recepção de recicláveis e às parcerias exemplares como a existente entre a CLIN e a AMPLA na troca de recicláveis por vales descontos para o pagamento da conta de luz, para todos aqueles que levarem os recicláveis até os ECOCLINs participantes. O peso dos recicláveis deverá respeitar os valores praticados no dia para cada tipo de reciclável e transformado em vales descontos para os contribuintes utilizarem quando do pagamento das contas de luz. Esta campanha poderá ser iniciada de forma imediata; Como funciona hoje a parceria CLIN e AMPLA e o que está sendo feito de comunicação social para maior visibilidade? Compete aos Agentes envolvidos na gestão de resíduos recicláveis as seguintes iniciativas: I- Órgãos municipais: Implantação de processo para construir uma simetria de procedimentos e ações de forma a viabilizar a participação de todos na coleta seletiva; VI- Setor de comunicação: Envolver os meios de comunicação (rádio, TV, jornais) na democratização das informações sobre as diretrizes e responsabilidades desta política pública; na qualidade de concessões públicas, tais empresas também são responsáveis pela divulgação desta política dentro do município. Como estão realizando essa comunicação através dos meios de comunicação (rádio, TV, jornais e mídias eletrônicas)? Qual o setor da prefeitura responsável? Resposta 16 Ação do PMRSN 28 - Compete ao Município as seguintes iniciativas: I- Elaborar e implantar um Programa Municipal de Educação Ambiental com foco em desenvolvimento sustentável e resíduos sólidos, através da SME e da FME, com o apoio da CLIN; Questionamento Existe o PMEA? Onde encontrá-lo? Quais os responsáveis pela elaboração? Resposta SEÇÃO III - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E A RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO São ações estratégicas específicas do gerador público de resíduos recicláveis: Ação do PMRSN I- Triar os recicláveis gerados para a devida disponibilização para a coleta seletiva e/ou viabilizar a entrega deste material em PEVs ou ECOCLINS ou diretamente para as próprias cooperativas de catadores reconhecidas pela municipalidade; Questionamento Como está funcionando e o que pode ser feito para incentivar? III- Apoiar o Programa Municipal de Educação Ambiental com foco em resíduos sólidos visando disciplinar a redução da geração e a correta segregação na origem; Como está sendo feito o PMEA (Programa Municipal de Educação Ambiental)? Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos recicláveis em geradores públicos, até Dezembro/2013: I- Coletar 100% dos Recicláveis dos Geradores Públicos, eliminando a sua disposição em Aterro Sanitário, pois a coleta da totalidade dos resíduos sólidos recicláveis gerados em órgãos públicos é uma obrigação e um exemplo a ser dado para toda a população na busca do desenvolvimento sustentável de nossa cidade com responsabilidade social; III- Estabelecer ações e procedimentos de separação na fonte geradora e um monitoramento mais rigoroso com relação à geração de recicláveis nas unidades públicas municipais de saúde. Como está funcionando hoje? Quais iniciativas que deram certo? Compete aos Agentes municipais da área de ensino público, na gestão dos resíduos recicláveis as seguintes Como está sendo feito o PMEA (Programa Municipal de Resposta Como está funcionando nos hospitais e postos de saúde e PMF (Programa Médico de Família)? 17 Ação do PMRSN iniciativas: III- Adotar o Programa Municipal de Educação Ambiental como propulsor da discussão acerca da inclusão do conceito de desenvolvimento sustentável como sendo fundamental na formação de cidadãos aptos às demandas do futuro. As Autarquias deverão ser incluídas no processo de responsabilidade compartilhada dos órgãos municipais. O Instrumento de Gestão para cada órgão ou departamento gerador de resíduos recicláveis deverá ser o de incentivar processos organizativos visando à adesão total à coleta seletiva, e poderá ser utilizado um modelo de incentivo como o de gratificação por metas de desempenho atingidas por exemplo. Deverão ser implantados: I- Pontos de Entrega Voluntária - PEVs em próprios municipais que disponham de operadores e de espaços adequados, em pelo menos 36 pontos até Dezembro/2015; IIEquipamentos e recipientes compatíveis (em termos de volume e de manejo) com a recepção do material reciclável, na medida em que forem sendo implantados os novos PEVs. Questionamento Educação Ambiental)? A fiscalização, o monitoramento e o controle de gestão dos resíduos recicláveis consistirão em: I- Implantar e divulgar o cadastro de geradores públicos até Dezembro/2013; Onde encontrar esse cadastro? II- Agendar encontros e seminários com representantes dos órgãos públicos geradores visando a formação de replicadores(as) e assim criar agentes de monitoramento e de controle da eficácia, além de aumentar a rede de informações. O que está sendo feito em relação a essa ação e quais os responsáveis para organizar? Resposta Há algum exemplo sobre esse procedimento que possa ser replicado? Como estão funcionando e quais os novos locais que foram propostos? 18 SEÇÃO IV - RESÍDUOS RECICLÁVEIS E A RESPONSABILIDADE DO SETOR PRIVADO São ações estratégicas específicas dos geradores privados para com os resíduos recicláveis: Ação do PMRSN VIIncentivar a implantação de econegócios, com oficinas, cooperativas ou indústrias processadoras de resíduos. Questionamento Como está sendo esse incentivo? Já existem resultados? Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos recicláveis do setor privado: I- Ampliar a coleta seletiva e o manejo adequado para que seja aumentado em pelo menos 30% o peso dos resíduos recicláveis gerados até Dezembro/2014; II- Criar cadastro de geradores e de operadores do sistema até Dezembro/2014. Como está acompanhado meta? Compete aos Agentes municipais envolvidos na gestão dos resíduos recicláveis as iniciativas: I- Órgãos municipais: a) capacitar agentes públicos para o efetivo controle e fiscalização do sistema; b) manter disponibilizadas as informações referentes aos recicláveis para a população em meio de consulta de fácil acesso (por exemplo o site da CLIN) através do sistema municipal de informações sobre resíduos. Como está funcionando essa fiscalização do sistema? Compete às Organizações da Sociedade Civil na gestão dos resíduos recicláveis as seguintes iniciativas: I- Promover a integração visando o planejamento futuro de ações conjuntas com os gestores da política no município; II- Buscar sinergia objetivando a implementação de mecanismos para o controle social da política para resíduos sólidos no município. Papel da ABLM na verificação da efetivação das propostas do Plano Municipal de Resíduos Sólidos com a meta de redução da geração do Lixo Marinho. A fiscalização, o monitoramento e o controle de gestão dos resíduos recicláveis consistirão em: I- Fiscalizar as ações de manejo de recicláveis efetivadas pelos geradores, transportadores e receptores; Como está acontecendo? Quais os responsáveis pela fiscalização? II- Criar cadastro único de todos envolvidos na atividade, referenciado no Onde Resposta sendo essa Já existe algum cadastro? Como foi elaborado? Onde encontrar o Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos (SMIR)? encontrar o 19 Ação do PMRSN Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos. Questionamento SMIR? Resposta SEÇÃO VI - RSD - SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA E MANEJO Compreendem os serviços realizados para o atendimento à geração caracterizada como domiciliar e a ela assemelhada, como a do atendimento às necessidades de limpeza de feiras, praias, encostas e a coleta diferenciada em comunidades. Ação do PMRSN O serviço público de limpeza e de manejo de resíduos sólidos tem por objetivo específico: c) coletar os resíduos sólidos domiciliares em 100% dos domicílios situados em Niterói, através de empresa concessionária tecnicamente habilitada; Questionamento Como funciona (sistema de coleta) nas áreas planejadas e nas não planejadas periféricas (favelas) e qual a frequência de coleta nessas áreas? d) estruturar e capacitar equipe gerencial específica para o controle e a fiscalização deste serviço; Quais os responsáveis pela fiscalização? Como funciona? e) modernizar os instrumentos de controle e de fiscalização, agregando tecnologia da informação; Como está sendo utilizado atualmente? Quais propostas de uso de tecnologias? f) propor implantação de coleta conteinerizada, inicialmente em moradias coletivas (condomínios) e a consequente expansão do modelo proposto conforme a velocidade de aceitação do mesmo; Como está funcionando atualmente em cada um dos bairros? Qual a proposta de melhora? g) mobilizar as instituições de ensino e de pesquisa do município para incluir os temas sobre resíduos sólidos urbanos em sua grade curricular, atraindo a atenção de estudantes a promoverem trabalhos acadêmicos, teses, pesquisas e estudos acerca dos resíduos sólidos domiciliares municipais; Como está sendo feito essa mobilização? h) incentivar alternativas para reutilizar e reciclar os RSD; O que está sendo incentivado? Há algum incentivo para uso de composteiras domésticas? k) apoiar a elaboração e valorizar a implementação do Programa Municipal de Educação Ambiental como ação Onde encontrar PMEA? Resposta o 20 Ação do PMRSN fundamental do Plano. Questionamento Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos sólidos domiciliares: I- Atingir a máxima capacidade de coleta domiciliar até Dezembro/2013, ou seja, atingir 100% dos domicílios situados no território da cidade iniciando pelo centro e pelas áreas comerciais dos demais bairros, pelos de maior densidade demográfica (onde há maior geração) e, gradativamente, para os de menor densidade ao longo do tempo, com final em 2013; IIIAté Dezembro/2014: propor implantação da coleta conteinerizada para todos os demais condomínios já habitados do município; Quais os planos para as áreas de difícil acesso para coleta de caminhão (favelas)? IV- Redução gradual da disposição de RSD em Aterro a partir de Janeiro de 2013, na proporção dos incentivos que serão destinados à coleta seletiva, à redução da geração, à reutilização dos materiais e à reciclagem dos mesmos. Como funcionam os incentivos e qual a real eficiência desses incentivos? Os Agentes municipais, operadores, movimentos sociais, população em geral, instituições, ONGs, escolas, universidades, clubes e igrejas deverão participar na implantação deste Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, tendo as seguintes iniciativas: O que está sendo feito? ou O que planejam para realização desses processos? I- Órgãos municipais: a) implantar processo de redução do desperdício e de práticas de educação ambiental em todos os órgãos municipais; b) implantação de processo para responsabilidade compartilhada de todos os órgãos municipais, construindo uma simetria de procedimentos e ações; c) incentivar o debate e a articulação dentro de escolas, hospitais, refeitórios, Resposta De quem é a responsabilidade para implementar contêineres dos proprietários ou do município? Como está funcionando atualmente? Quais as especificações dos Contêineres? Como está sendo feito esse incentivo a 21 Ação do PMRSN na busca da redução da geração, por intermédio da boa gestão e novas tecnologias; Questionamento articulação dentro de escolas e etc.? d) incentivar a educação alimentar e nutricional com aproveitamento integral dos alimentos e combate ao desperdício na produção das refeições servidas aos funcionários e usuários; Quais os procedimentos que estão sendo feitos para estimular essa prática? e) promover integração de planejamento e ações conjuntas com os gestores da política no município e buscar sinergia com as atividades que tenham identidade com outros órgãos; Como está ocorrendo essa integração entre os gestores da política no município? Serão elaboradas e encaminhadas cartilhas para toda a população com os principais itens do PMRS, por intermédio da eficiente entrega das contas de água, como Instrumento de divulgação e de propagação das novas diretrizes da PNRS e da Política Municipal de Resíduos Sólidos, já que a cidade conta com 100% das moradias com abastecimento de água (ou mesmo junto À entrega da conta de luz que também possui excelência no município). O que é abordado nessa cartilha e quais os locais que já foram entregues? Será disciplinado o uso de contêineres adequados para resíduos recicláveis e domiciliares em novos empreendimentos imobiliários de grande porte e em condomínios já habitados dentro dos prazos propostos no artigo 50. Por que não estender a todos condomínios e prédios ? Para a gestão dos RSD, serão necessários as seguintes ações estratégicas: I- Elaborar termo de referência para exigir em projetos de edifícios públicos (escolas, hospitais, restaurantes populares, varejões) a incorporação de espaços destinados ao manejo de resíduos recicláveis e orgânicos de forma adequada; II- Adotar equipamentos e recipientes adequados e padronizados para todos os órgãos da administração, visando à segregação rigorosa na fonte geradora; Onde encontrar esse Termo de Referência? Resposta Quais os equipamentos e recipientes estão sendo adotados? Onde já foram 22 Ação do PMRSN Questionamento instalados? Funcionam adequadamente? III- Estabelecer ações de monitoramento rigoroso nos órgãos com grande geração de resíduos como os da saúde, a educação e em refeitórios públicos. Como está sendo realizado este monitoramento em escolas? Quais locais já adotam esse monitoramento? Resposta 23 SEÇÃO VII - RSD – GERADOR PRIVADO Os hipermercados, os supermercados, os shoppings centers com áreas de alimentação, os estaleiros e os grandes restaurantes compreendem os grandes geradores basicamente, representando uma taxa de aproximadamente 10% sobre o total de resíduos sólidos gerados no município e tendo importante participação na geração dos resíduos com características domiciliares e orgânicas. Compete ao gerador privado dos resíduos sólidos com características domiciliares: Ação do PMRSN a) disciplinar os procedimentos de segregação rigorosa na geração e apresentar Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos próprios; b) cumprir os novos instrumentos de controle e de fiscalização, na forma da legislação vigente; c) utilizar equipamentos e recipientes adequados (coleta conteinerizada) com procedimentos adequados de manejo; d) incentivar a criação de espaços adequados para a recepção e a separação de recicláveis; e) estabelecer novas estratégias e ampliar parcerias existentes; f) incentivar parcerias, trocas de experiências e de novas tecnologias, além de um compartilhamento de alternativas de tratamento conjunto entre os grandes geradores. Questionamento Como ocorre a fiscalização e quais as punições em caso de não cumprimento? Um cidadão comum pode fazer uma denúncia? Quais seriam os procedimentos? Resposta Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos sólidos com características domiciliares pelos geradores privados: Ação do PMRSN II- Implantação da coleta conteinerizada em todos os empreendimentos de grandes geradores já estabelecidos no município até Dezembro/2013; III- Implantar coleta conteinerizada nos demais geradores privados, até Dezembro/2014. Questionamento Quais os locais em que já foi adotada a coleta conteinerizada? Resposta Como está funcionando? 24 Compete aos Agentes envolvidos na gestão dos resíduos sólidos com características domiciliares e de responsabilidade do gerador privado as seguintes iniciativas: I- Órgãos municipais competentes: Ação do PMRSN a) Construir uma simetria de procedimentos, ações fiscalizadoras e de controle sobre a geração de resíduos sólidos com características domiciliares dos geradores privados; b) Normas técnicas serão inseridas no Código de Posturas, no Código de Limpeza Urbana e no Código de Obras, visando à implantação de espaços específicos para o correto manejo de resíduos recicláveis e orgânicos em estabelecimentos de preparo e comércio de alimentos com relação aos aspectos de localização, revestimentos, ventilação, isolamento, iluminação, equipamentos de apoio e de higienização. c) Deverá ser criado cadastro único de todos os geradores privados, de seus transportadores e de seus destinos finais ambientalmente adequados, enfim, de todos os envolvidos na atividade, referenciando-os no Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos Sólidos, de forma que as informações sejam transparentes para toda a população. Questionamento Quais os procedimentos que estão sendo adotados? Resposta Quais normas técnicas foram incluídas nos Códigos de Posturas, de Limpeza e de Obras? Como se dá a fiscalização? Onde encontra-se o Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos Sólidos? 25 SEÇÃO VIII - RESÍDUOS SÓLIDOS VOLUMOSOS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO Ação do PMRSN Diante da necessidade de se aproveitar os materiais, as partes renováveis, estabelecer novos usos a esses resíduos, reduzir a disposição dos mesmos em aterro, a gestão dos resíduos sólidos volumosos pelo serviço público de limpeza e manejo deverá obedecer às normas procedimentais aplicadas aos resíduos recicláveis. Questionamento Existe alguma caracterização ou subdivisão sobre os tipos de resíduos sólidos volumosos? Resposta O serviço público de limpeza e manejo dos resíduos sólidos volumosos de responsabilidade do gerador público tem por finalidades as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I- Criar a 1ª Oficina/Escola de reaproveitamento de volumosos em local estratégico para a cidade; Questionamento Foi criada? Onde funciona? E qual a capacidade? II- Aprimorar o circuito de coleta nos órgãos públicos (municipais, estaduais e federais); Como está funcionando atualmente? III- Implantar modelo para parcerias futuras com outros órgãos públicos ou parceiros privados; Já existe modelo para essas parcerias? IV- Incluir e valorizar os catadores neste processo, investindo na formação técnica daqueles que demonstrarem “talento”, aptidão ou interesse no aprendizado da atividade de reciclagem ou de reaproveitamento de móveis e utensílios; Como estão investindo nessa formação técnica para o reaproveitamento de móveis e utensílios? V- Estabelecer novas parcerias e consolidar as já existentes. Quais parcerias já existem nessa área de resíduos sólidos volumosos? Resposta 26 Para a implementação da gestão dos resíduos sólidos volumosos deverão ser cumpridas as seguintes metas e prazos: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2014: coletar 100% dos volumosos gerados continuamente e direcioná-los para Cooperativas ou para locais que possam promover o seu beneficiamento ou reaproveitamento de forma prioritária, somente sendo destinados ao Aterro Sanitário aqueles que efetivamente não puderem ser reaproveitados ou reciclados; Questionamento Como está acontecendo a logística para coleta desses resíduos volumosos? II- Zerar a disposição em Aterro Sanitário dos resíduos sólidos volumosos gerados por instituições públicas até Dezembro/2013, tendo o mesmo direcionamento especificado no item anterior. Quais os tipos de resíduos volumosos (das Instituições públicas) e para onde estão sendo direcionados? Resposta São iniciativas dos agentes envolvidos no serviço público de limpeza e manejo dos resíduos sólidos volumosos de responsabilidade do gerador público: I- Órgãos municipais: Ação do PMRSN a) implantar um processo para responsabilidade compartilhada com todos os órgãos municipais, construir uma simetria de procedimentos e ações; Questionamento Quais os procedimentos estão realmente funcionando na prática cotidiana? b) incentivar o debate e a articulação entre os grandes geradores – como escolas, hospitais e outros órgãos públicos na busca do reaproveitamento e da restauração de materiais permanentes. Como está sendo feito esse incentivo e debate do reaproveitamento e da restauração de materiais permanentes? Resposta 27 II- Cooperativas de Catadores: Ação do PMRSN a) estabelecer diálogo para a formação de nova área de atuação das cooperativas com relação específica à atividade de reaproveitamento e recuperação de móveis e utensílios volumosos. Questionamento O que está sendo feito em relação a essas novas áreas para o reaproveitamento e recuperação de móveis e utensílios volumosos? Resposta Os instrumentos para a gestão dos resíduos sólidos volumosos para os órgãos geradores consistirão em: Ação do PMRSN I- Normas e procedimentos Legais: a) estabelecer as posturas municipais com relação aos volumosos do próprio município; II- Instalações Físicas: a) implantar unidades (oficinas) executoras de serviços de manutenção restauração/ reaproveitamento/ reutilização desses materiais. III- Equipamentos: a) aparelhar a unidade (oficina) de manutenção e restauração com ferramentas leves e pesadas para atender as demandas necessárias IV- Monitoramento, controle e fiscalização: a) fiscalizar os locais de deposição irregular; b) estabelecer banco de dados referenciado dos pontos históricos de deposição irregular; c) incorporar o histórico de reaproveitamento e restauro executados nos equipamentos (tantos quantos ocorrerem) ao cadastro patrimonial de cada peça. Questionamento Quais posturas já foram estabelecidas? Resposta Onde estão sendo implantadas essas oficinas? _________ O que está sendo feito em relação a esses itens? 28 SEÇÃO IX - RESÍDUOS SÓLIDOS VOLUMOSOS- RESPONSABILIDADE DO GERADOR PRIVADO A destinação final irregular dos resíduos volumosos deverá ser eliminada imediatamente, e haverá o direcionamento gradativo destes resíduos para fabricantes, fornecedores e vendedores dentro de uma lógica de logística reversa, e para cooperativas de catadores na ótica de reciclagem e de reaproveitamento, até Dezembro/2014. São Instrumentos de Gestão para a elaboração dos planos de gerenciamento para cada gerador privado de resíduos sólidos volumosos: Ação do PMRSN I- Normas e procedimentos Legais: a) Obediência à legislação atual e ao Código de Limpeza Urbana. II- Monitoramento, controle e fiscalização: a) Intensificação das ações de fiscalização sobre os geradores. Questionamento -Como está sendo realizada essa fiscalização? Resposta Como está sendo realizada essa fiscalização? Como um cidadão comum pode colaborar com essa fiscalização? SEÇÃO X - RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO – RCC E RCD Constituem metas e prazos para a implementação complementar da gestão dos resíduos da construção civil e demolição na cidade: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2014: Implantar 05 PEVs para a entrega de RCC de pequenos geradores, 01 ATTs para o recebimento de grandes geradores e uma central de beneficiamento de RCCs no município conforme já consta em contrato com a empresa concessionária operadora do Aterro; III- Até Dezembro/2015: monitoramento da redução da geração na cidade e da destinação adequada de 100% dos RCCs gerados no Município. Questionamento Onde estão localizados esses PEVs? São fundamentais nas áreas periféricas (favelas). Resposta Como está sendo feito esse monitoramento? 29 SEÇÃO XI - RESÍDUOS DE DRENAGEM A rede de drenagem de uma cidade é dividida em micro e macro drenagem. I- A microdrenagem conduz a água da chuva, da lavagem de calçadas, praças, feiras e mais uma série de atividades comerciais e industriais, que são levadas a circular pelas ruas e meios fios urbanos na drenagem superficial, em redes de drenagem infraestruturais, constituídas de caminhos tubulares subterrâneos, assentados sob as estruturas viárias da cidade. II- A macrodrenagem é formada por rios e córregos que recebem o volume das águas que não se infiltram e não evaporam no processo de “lavagem” feito pelas precipitações e ações humanas. Os Serviços Públicos de Limpeza e Manejo das redes de drenagem deverão: Ação do PMRSN A manutenção periódica das redes de drenagem será realizada com a desobstrução de bueiros e galerias, além da chamada manutenção pesada, que será representada pelo desassoreamento ou dragagem dos rios e córregos que será realizada a fim de prevenir as enchentes e alagamentos. I- Estabelecer e implantar procedimentos de manejo dos Resíduos de Drenagem compatíveis com a realidade do município; II- Aumentar a frequência da limpeza de bueiros, valas e córregos na área urbana do município; III- Reduzir o ônus da Prefeitura com a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos dos serviços de limpeza de drenagem com o possível reaproveitamento/reuso deste material pelo setor da Prefeitura Municipal de Niterói responsável por sua execução; Questionamento Como é organizada essa manutenção? Qual a frequência de limpeza ? Quais locais costumam necessitar de maior manutenção? IV- Estabelecer frequência de limpeza de microdrenagens e macrodrenagens, de acordo com a ocorrência de chuvas, visando reduzir os impactos econômicos e sociais por ocorrência de enchentes; Para o monitoramento, controle e fiscalização dos serviços públicos de limpeza e manejo das redes de drenagem deverão ser registrados os resultados de monitoramento no Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos e fiscalizadas os transportadores a serviço da manutenção do sistema de drenagem e realizado o Como é feito esse planejamento? Resposta O que está sendo feito? Planejam algo em relação ao uso de ecobarreiras? Como está sendo feito? Como está funcionando atualmente? Onde encontra-se o SMIR? 30 Ação do PMRSN Questionamento Resposta devido controle sobre a correta destinação final destes resíduos. SEÇÃO XII - RESÍDUOS DE LIMPEZA DE PRAIA O serviço público de limpeza e manejo dos resíduos de praia têm por finalidade cumprir o cronograma especial de limpeza das praias da baía e da região oceânica (de forma manual e mecanizada), conforme estabelecido em contrato com a concessionária e seguindo o plano de limpeza da CLIN. Competem aos agentes envolvidos na gestão de limpeza e manejo dos Resíduos das praias as seguintes atribuições: I - Órgãos municipais: Ação do PMRSN a) gerenciar e capacitar as equipes de trabalhadores, fornecendo ferramentas, equipamentos de trabalho e de proteção individual para a correta execução do serviço; b) implantar com o apoio da empresa concessionária uma campanha educacional ambiental com a finalidade de informar e orientar aos contribuintes e frequentadores das praias existentes no município sobre os deveres e cuidados dos mesmos quando da geração de resíduos sólidos nestes locais, visando à redução do descarte inadequado destes resíduos nas areias de nossas praias. Questionamento Quem poderia fiscalizar? Quais são esses equipamentos? Utilizam coletores fechados? Como está sendo feito? Quais os responsáveis por essa campanha? Resposta Questionamento Como está funcionando? Resposta II- Promotores de eventos: Ação do PMRSN a) arcar com os custos de limpeza das areias e arredores das praias quando do caso de eventos devidamente informados e autorizados pelo(s) órgão(s) público(s) competente(s) com a participação de grande público nas areias das praias. Os resíduos retirados deverão ser ensacados em sacos plásticos ou acondicionados em caçambas do próprio equipamento para o transporte até o Aterro do Morro do Céu, através Não há nenhum plano para coleta de material reciclável nos eventos 31 Ação do PMRSN de dois caminhões coletores compactadores, sendo um para atender a coleta dos resíduos das praias da baía, e outro para a coleta dos resíduos das praias oceânicas, cada qual composto de guarnição de um motorista e um coletor. Para o monitoramento e gerenciamento dos resíduos sólidos das praias será implantado o controle de limpeza (fluxos de origem e destino) e o dispositivo de rastreamento nos veículos transportadores, públicos ou privados, a serviço da limpeza. Deverão ser divulgadas pela CLIN em seu site, as ações de limpeza e agenda dos locais a serem limpos para a devida ciência à população. (A meta e o prazo para este serviço entrar em vigor é o imediato, haja visto contrato de concessão em pleno vigor). Questionamento promovidos em praia (carnaval, etc)? Resposta Como está funcionando? Há dados sobre as coletas? Como está funcionando essa divulgação pelo site da CLIN? SEÇÃO XIII - RESÍDUOS VERDES DE PARQUES, PRAÇAS E JARDINS Os serviços públicos de limpeza e manejo dos resíduos verdes de parques, praças e jardins têm por finalidades as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I- Promover a manutenção e a limpeza regulares dos parques e jardins de modo a valorizar o paisagismo e o mobiliário desses espaços públicos, tornando o cenário adequado ao lazer e à visitação pública; II- Revisar a frequência da execução dos serviços de poda e de limpeza, levando-se em consideração basicamente as características e as quantidades das espécies e os equipamentos e funcionários disponíveis; III- Elaborar Plano de Manutenção e de Podas para parques, jardins e arborização urbana, atendendo aos períodos adequados para cada espécie; IV- Formular contratos de manutenção e de conservação com a iniciativa privada como forma acessória e complementar, caso o setor responsável pela execução destes serviços de poda e de limpeza Questionamento ______________ Resposta ______________ Há algum procedimento no caso do descarte da poda? Como estão sendo feitos esses contratos de manutenção e conservação? 32 Ação do PMRSN específico constate necessidade. Questionamento Resposta Para a implementação da gestão dos resíduos sólidos de limpeza e manejo dos resíduos verdes de parques, praças e jardins, deverão ser cumpridas as seguintes metas e prazos: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2013: Criar parcerias com olarias devidamente licenciadas, empresas de reciclagem de resíduos de madeira e similares visando à destinação ambientalmente adequada destes resíduos verdes gerados no Município; II- Até Dezembro/2014: Todas as áreas verdes urbanas deverão receber a previsão de algum tipo de melhoria e de manutenção com relação ao paisagismo e ao mobiliário por parte do setor competente; IV- Até Dezembro/2016: Todas as áreas verdes, praças ou parques públicos municipais deverão ter o seu plano de manutenção e de podas elaborado pelo setor competente. São identificados como agentes envolvidos na gestão de limpeza e manejo dos resíduos sólidos verdes de parques, praças e jardins na cidade: EMUSA, Setor de Parques e Jardins, a SMMARH e a CLIN (juntamente com a empresa concessionária). Questionamento Como estão funcionando essas parcerias? Há proposta de uso de composteiras e geração de adubo? Resposta Como está funcionando? Qual setor responsável pela elaboração desse plano de manutenção de podas? 33 Monitoramento, controle e fiscalização: Ação do PMRSN a) cadastramento de todas as áreas verdes no Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos com a localização, o número e tipo de árvores existentes, os planos de manutenção e de podas; b) monitoramento dos planos de manutenção e de podas de todas as áreas verdes, praças ou parques. Questionamento Como está funcionando? Resposta Como está funcionando? SEÇÃO XIV - RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) Para implementação da gestão dos resíduos dos serviços de saúde de responsabilidade do gerador público, deverão ser adequados e implantados os Planos de Gerenciamento de RSS das instituições públicas na forma da lei e executar a coleta e a destinação final ambientalmente adequada de 100% dos resíduos sólidos dos serviços de saúde gerados em unidades públicas municipais de forma imediata, conforme estabelecido no contrato de concessão em vigor. Para a elaboração de planos de gerenciamento dos resíduos sólidos dos serviços de saúde de responsabilidade do gerador público serão necessários: I- Normas e procedimentos: a) adequar os planos de gerenciamentos de resíduos sólidos dos serviços de saúde das unidades públicas municipais, de acordo com a portaria RDC 306 da ANVISA, código da Vigilância Sanitária Municipal, Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o presente Plano Municipal de Resíduos Sólidos de Niterói. Ação do PMRSN II- Instalações Físicas: a) implantar ambientes de manejo para os resíduos nas unidades geradoras, adequados a cada tipologia de resíduos em cada unidade; b) exigir que em todo projeto de nova unidade de serviços de saúde sejam previstos esses ambientes, devidamente estruturados em termos de circulação, revestimentos, ventilação, exaustão, localização estratégica, higienização e iluminação. III– Equipamentos: a) disponibilizar equipamentos e recipientes adequados para todas as tipologias de resíduos gerados nas Questionamento Como funciona e quem fiscaliza? Resposta Como ocorre a fiscalização? Como está funcionando? Quais os equipamentos 34 Ação do PMRSN unidades (conteiners). IV- Monitoramento, controle e fiscalização: a) registrar os Planos de Gerenciamento de RSS das unidades de saúde públicas no Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos; b) criar cadastro de geradores, de transportadores e de operadores de áreas de manejo de RSS, referenciado no Sistema Municipal de Informações sobre Resíduos; c) rastrear os veículos de coleta e fiscalizar os transportadores a serviço dos geradores. Como meta e prazo já estabelecidos no contrato de concessão vigente: a) fica a empresa concessionária responsável por coletar os RSS em todos os estabelecimentos públicos municipais de saúde já existentes, de forma imediata, e nos que vierem a ser instalados, durante o prazo contratual, e de transportar tais resíduos até uma unidade de tratamento de RSS devidamente licenciada pelo INEA, visando a sua correta destinação final; Questionamento utilizados? Como é realizada essa fiscalização? b) fica estabelecido que até Dezembro/2014, a empresa concessionária deverá implantar e licenciar junto ao INEA unidade de autoclavagem para o tratamento dos RSS no Município de Niterói; c) fica estabelecido que a empresa concessionária deverá elaborar campanha de conscientização para a correta segregação dos RSS junto aos geradores públicos a partir de Janeiro de 2013. Como está esse processo? Resposta Como é realizada essa fiscalização? Qual o local de destinação? OBS: Os custos operacionais devem estar previstos no contrato para evitar o descarte inadequado. Como foi realizada e quais os resultados? 35 SEÇÃO XVII - RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS Os geradores públicos e privados de resíduos eletroeletrônicos têm por objetivos as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I - Cobrar a implantação e a operacionalidade do sistema de logística reversa seja pelos fabricantes, comerciantes e importadores, por tipo de REE, conforme PNRS; II - Firmar parcerias visando à entrega dos resíduos para os fabricantes, revendedores, comerciantes ou recicladores dentro de uma política de logística reversa conforme estabelecido na PNRS, além de incentivar e capacitar as cooperativas de catadores para a correta reciclagem de REE, quando esta for considerada tecnicamente e ambientalmente segura; III - Criar programas no âmbito municipal como o de Inclusão Digital que aceite doações de computadores para serem recuperados e distribuídos a instituições que os destinariam ao uso em comunidades carentes. Questionamento Qual a estratégia de cobrança pela operacionalidade da logística reversa está sendo adotada? De que forma ocorre o incentivo e capacitação as cooperativas de catadores? Resposta Como está ocorrendo? Para a implementação de um correto processo de gestão dos resíduos eletroeletrônicos de responsabilidade dos geradores públicos e privados até o final de 2015, deverão ser implementadas as iniciativas de mobilização e de informação da população acerca das obrigações de lei da PNRS e a estruturação de parcerias entre os gestores públicos e os privados visando soluções compartilhadas de encaminhamento dos REE para os fabricantes, revendedores, comerciantes ou recicladores. Para a elaboração do gerenciamento dos resíduos eletroeletrônicos de responsabilidade do gerador público é necessário: 36 Ação do PMRSN I- Adequar o espaço físico das cooperativas de catadores para o recebimento e o manejo adequado deste tipo de material; II- Adequar os PEVs existentes e os que serão implantados no futuro, para o recebimento deste tipo de material; III- Propor a criação de Centros de Capacitação com a finalidade de promover a Inclusão Digital, conjugando cursos de reaproveitamento e requalificação do dito “lixo tecnológico”, visando prolongar o seu ciclo de vida, redirecionar o seu uso para públicos de menor poder aquisitivo e para instituições de caráter filantrópico, além de promover a inclusão digital com cursos de capacitação para diversas atividades do mundo do trabalho; IV– Elaborar e implementar campanha de educação ambiental e de mobilização social para um descarte em locais preparados para o reaproveitamento e reciclagem desse tipo de resíduo e com uma destinação adequada; V- Criar cadastro dos pontos de entrega destes REE na rede privada de fabricantes, comerciantes e revendedores de forma referenciada no Sistema Municipal de Informações sobre resíduos sólidos. Questionamento Quais os locais que receberam essa adequação? O que foi feito e como funciona? Que tipo de adequação será feita nesses PEV? Quais os locais? O que está sendo feito em relação a criação desses Centros de Capacitação? Resposta Como está sendo feito? Quanto de recursos é investido? Como está integrado ao SMIR? Os comerciantes, revendedores, fabricantes e importadores, deverão ser responsáveis pela logística reversa, e serão promotores de uma mudança de comportamento quanto ao consumo sustentável, considerando a questão das embalagens e dos produtos com responsabilidade ambiental. Para o gerenciamento dos resíduos eletroeletrônicos de responsabilidade do gerador privado será necessário: Ação do PMRSN I- Adequar procedimentos em consonância com o acordo setorial nacional e com as obrigações da PNRS para o setor de EE; Questionamento O que está sendo feito? Resposta 37 Ação do PMRSN II- Adequar procedimentos às diretrizes da Resolução CONAMA nº 401 de 2008, sobre pilhas e baterias; III- Instalar, de forma própria ou através de parcerias, PEVs específicos na rede de comércio de EE, prestando a devida ciência à população e ao gestor público para a inclusão da informação no Sistema Municipal de Informações sobre resíduos sólidos. Questionamento Como está funcionando? Resposta Onde encontram-se os PEVs? Quantos existem e quais os locais? SEÇÃO XIX - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS Considerando que os óleos comestíveis são caracterizados como resíduos especiais, pois possuem grande potencial de contaminação por outras tipologias de resíduos, muitas vezes impossibilitando o reuso e a reciclagem dos mesmos, a Prefeitura Municipal de Niterói, apoiará as iniciativas de logística reversa elaboradas pelos fabricantes, comerciantes, importadores e distribuidores destes resíduos através dos acordos setoriais, na forma da Lei Municipal nº 2.534 de 15 de Janeiro de 2008. SEÇÃO XX - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PÚBLICO O gerador público de resíduos de óleos comestíveis de responsabilidade do gerador público terá que coletar 100% do óleo de cozinha gerado nos órgãos públicos municipais e destiná-los de forma ambientalmente correta. Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos de óleos de responsabilidade do gerador público: Ação do PMRSN a) até Dezembro/2013: coletar 100% dos resíduos de óleos comestíveis das unidades públicas municipais, estaduais e federais; b) até Janeiro/2013: dar a devida divulgação para a população acerca dos programas oficiais existentes, de iniciativa pública ou privada, com relação à captação de resíduos de óleos comestíveis visando a sua reciclagem, como o programa PROVE do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através de sites Questionamento Quais as unidades públicas onde realmente ocorre a coleta de óleos comestíveis? Como está sendo feita essa divulgação? Quais os resultados de ampliação da coleta? Resposta 38 Ação do PMRSN oficiais da municipalidade como o da CLIN e/ou da SMMARH; c) até Dezembro/2013: dar a devida divulgação para a população acerca dos pontos de entrega dos resíduos de óleo comestíveis existentes no Município de Niterói através de sites oficiais da municipalidade como o da CLIN e/ou da SMMARH. Questionamento Resposta Como foi feita essa divulgação? Quais os locais que recebem? O que ampliou desde o prazo de dezembro de 2013? Constituem instrumentos de gestão para a elaboração de planos de gerenciamento de resíduos de óleos de responsabilidade do gerador público para cada órgão gerador: Ação do PMRSN I– Normas e procedimentos Legais: a) observar e cumprir a legislação municipal existente que regra o assunto, especificamente a lei nº 2.534 de 15 de Janeiro de 2008. II- Instalações Físicas: a) estimular a separação do óleo nas unidades de produção de refeições. III- Equipamentos: a) disponibilizar recipientes adequados para recepção deste resíduo em pontos oficiais para esta finalidade e transporte adequado, identificado e padronizado. IV- Monitoramento e controle: a) fiscalizar os pontos de entrega oficiais e o recolhimento do material pelos receptores autorizados a operar o sistema. Questionamento Como ocorre fiscalização? Resposta a Como ocorre esse estimulo? Quais os locais que funcionam efetivamente? Quais os locais onde ocorrem esse procedimento de forma adequada? Como ocorre essa fiscalização? Qual o procedimento no caso do não cumprimento? 39 SEÇÃO XXI - RESÍDUOS DE ÓLEOS COMESTÍVEIS - RESPONSABILIDADE DO GERADOR PRIVADO Todo o volume gerado deverá ser adequadamente estocado e devidamente disposto para o seu recolhimento ou encaminhado a processadores licenciados. Deverão ser cumpridas as seguintes metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos de óleos comestíveis de responsabilidade do gerador privado: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2013: Constituir cadastro de todos os estabelecimentos geradores; II- Até Dezembro/2016: Fiscalizar, por intermédio do plano de gerenciamento de resíduos apresentado pelas grandes empresas geradoras, a coleta e o processamento, de 100% da quantidade do óleo de cozinha gerado e coletado; III- Até Dezembro/2020: Garantir a manutenção dos procedimentos de armazenamento, de coleta e de processamento por parte das empresas geradoras. Questionamento Onde encontra-se esse cadastro? Resposta Como ocorre essa fiscalização? Quais as maiores dificuldades para garantir esses procedimentos? São agentes envolvidos na gestão dos resíduos de óleos comestíveis de responsabilidade do gerador privado: I- redes de comércio de refeições rápidas (fast food); bares; restaurantes; lanchonetes; refeitórios de empresas; praças de alimentação de faculdades e de shoppings centers, indústrias e etc; II- vigilância Sanitária; CLIN; Cooperativas de Catadores; SMARHS. Constituem instrumentos de gestão para a elaboração de planos de gerenciamento de resíduos de óleos comestíveis de responsabilidade do gerador privado, para cada órgão gerador: Ação do PMRSN I- Normas e procedimentos Legais: a) observar e cumprir a legislação existente, especificamente a Lei Municipal nº 2.534 de 15 de Janeiro de 2008. II- Instalações Físicas: a) disponibilizar espaço físico para o armazenamento temporário em área sob sua responsabilidade, compatível com a quantidade de óleo gerado, com o volume dos recipientes de armazenamento e com a frequência Questionamento Como ocorre a fiscalização da adoção desses procedimentos? O que ocorre no caso do não cumprimento? Resposta 40 Ação do PMRSN do recolhimento. III- Equipamentos: a) estabelecer norma de uso e o tipo de recipientes padronizados, adequados para o volume gerado, para a recepção do material e para o recolhimento. IV- Fiscalização, Monitoramento e Controle: a) construir cadastro dos grandes geradores e dos transportadores; b) construir cadastro dos processadores licenciados; c) criar procedimento de controle da destinação para que ocorra o processamento adequado; d) incorporar o procedimento de controle na fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal; e) publicar lista das entidades, ONGs e processadores licenciados que processam este tipo de resíduo em site oficial para a informação da população; Questionamento Resposta Qual a norma adotada? Como funciona a fiscalização? Como ocorre a fiscalização? Como encontra-se o cadastro dos grandes geradores? Como funciona esse cadastro? Qual procedimento está sendo adotado para esse controle? Como funciona? Onde encontra-se essa lista? SEÇÃO XXII - RESÍDUOS INDUSTRIAIS O gerador público ou privado de resíduos industriais tem por objetivo as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN Questionamento a) zerar as destinações inadequadas para os resíduos perigosos; b) promover o debate, em Niterói, dos acordos setoriais locais; c) promover o intercâmbio entre gerador, transportador e receptor de resíduos industriais gerados em Niterói; d) fomentar as atividades de tratamentos, tornando-as atraentes economicamente para empresas recicladoras locais. Como ocorre essa fiscalização? Como ocorre esse debate? Como está ocorrendo esse intercâmbio? Resposta O que está sendo feito para fomentar essas atividades? 41 Constituem metas e prazos para a implementação da gestão dos resíduos industriais gerados em Niterói: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2014: a) constituir Cadastro Único das empresas que geram resíduos industriais e/ou perigosos em Niterói, de modo a estabelecer fiscalização em parceria com órgãos públicos municipais, estaduais e federais; b) reduzir em 50% os descartes irregulares. II- Até Dezembro/2015: Zerar os descartes irregulares; III- Até Dezembro/2020: Garantir a manutenção dos procedimentos adotados de controle e de fiscalização. Questionamento Resposta Como encontra-se o desenvolvimento desse cadastro? Qual setor será responsável pela fiscalização? Quais os locais de descarte irregulares? Quais as maiores dificuldades para garantir a manutenção desses procedimentos? Para a elaboração de planos de gerenciamento dos resíduos industriais serão necessárias as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I- Promover parcerias para a fiscalização e o controle do correto manejo dos resíduos industriais gerados na cidade, seguindo a linha do estímulo à redução da geração, à reutilização dos resíduos no ciclo produtivo através da logística reversa e à reciclagem dos resíduos, após identificados os geradores; II- Incentivar o debate político entre a Associação Comercial e Industrial de Niterói, a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói e o INEA, visando o avanço no controle e na fiscalização acerca da correta gestão desses resíduos no município de Niterói. Questionamento Resposta O que está sendo feito em relação a promoção dessas parcerias para fiscalização? Como está ocorrendo esse debate? Quais resultados práticos atualmente? O que planejam para o futuro? 42 SEÇÃO XXIII - RESÍDUOS SÓLIDOS ESPECIAIS Para efeito deste Plano, resíduos especiais são exclusivamente os pneumáticos, pilhas, baterias, equipamentos eletroeletrônicos (REE) inservíveis, lâmpadas e óleos lubrificantes. A - Resíduos de Pneus No Brasil, as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos ficam obrigadas a coletar e dar destinação final ambientalmente adequada aos pneus inservíveis, conforme disposto na Resolução CONAMA nº 416/09, (sendo considerado um dos casos de maior sucesso da adoção das práticas inerentes à política de logística reversa das indústrias no País). Constituem metas e prazos para a implementação da gestão dos resíduos especiais/pneus gerados em Niterói: Ação do PMRSN I - Até Dezembro/2013: disposição irregular de cidade em 50%; II- Até Dezembro/2014: disposição irregular de cidade em 100%. reduzir a pneus na reduzir a pneus na Questionamento Como encontra-se atualmente? Resposta Quais as maiores dificuldades encontradas? Há alguma previsão para atingir os 100%? Integram a gestão de resíduos especiais/pneus gerados em Niterói, os seguintes agentes: I- Prefeitura Municipal de Niterói e CLIN (Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói); II- Operadores da coleta; III- Processadores e transportadores; IV- Empresas parceiras. Constituem instrumentos de gestão para a elaboração de planos de gerenciamento de resíduos especiais/pneus gerados: 43 Ação do PMRSN I- Instrumentos Legais: a) observar e cumprir a legislação ambiental existente que regra o assunto, e especificamente a Resolução CONAMA nº 416/09. II- Instalações Físicas: a) a entrega voluntária de pneus será realizada no ECOPNEU instalado e operando no 7º distrito de limpeza, localizado no Largo da Batalha, bairro de Pendotiba; III- Equipamentos: a) manter e otimizar a estrutura física e a capacidade de armazenamento do ECOPNEU existente. IV- Monitoramento, controle e fiscalização: a) manter equipe capacitada trabalhando no ECOPNEU, registrar os recebimentos e coletas realizadas na unidade operacional; b) fiscalizar diariamente as vias da cidade a fim de localizar disposições irregulares e identificar os possíveis autores. Questionamento Como ocorre a fiscalização do cumprimento dessa lei? Resposta Somente existe esse ponto de entrega? Quais as maiores dificuldades para manutenção do ECOPNEU? Como funciona o procedimento de controle e fiscalização? Como ocorre essa fiscalização? Quais os procedimentos no caso de irregularidades? B – Resíduos de Pilhas e baterias Os fabricantes, comerciantes, importadores e a rede de assistência técnica autorizada serão responsáveis pela coleta, acondicionamento, transporte, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final de pilhas e baterias, conforme preceitua a Resolução CONAMA nº 401/2008. Ação do PMRSN A população deverá ser informada e orientada de como e onde dispor as pilhas e baterias utilizadas, possibilitando assim a correta destinação final de 100% das pilhas e baterias consumidas em Niterói até Dezembro/2014. Questionamento Como estão procedendo para informar a população? Resposta 44 Integram a gestão de resíduos especiais/pilhas e baterias os seguintes agentes: I- Prefeitura Municipal de Niterói, Secretaria Municipal de Educação, CLIN (Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói), Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade; II- Operadores da coleta; III- Sindicato dos lojistas e revendedores; Representantes das indústrias e dos importadores; IV- Transportadores. Constituem instrumentos de Gestão para a elaboração de planos de gerenciamento de resíduos especiais/pilhas e baterias gerados no município de Niterói: Ação do PMRSN I- Instrumentos Legais: a) observar e cumprir a legislação ambiental existente que regra o assunto, especificamente a Resolução CONAMA nº 401/2008, que atribui a responsabilidade da coleta, do acondicionamento, do transporte e da disposição final de pilhas e baterias. II- Instalações Físicas: a) estimular o armazenamento adequado para posterior coleta seletiva das pilhas e baterias nos pontos de coleta, nos revendedores, no comércio, nos PEVs, enfim, na rede de pontos disponibilizados para a população na cidade; III- Equipamentos: a) disponibilizar recipientes adequados para a recepção e o transporte padronizados desses materiais. IV- Monitoramento, controle e fiscalização: a) a rede de pontos de entrega desses materiais disponibilizados para a população deverá ter um controle semanal ou mensal de recebimento de pilhas e baterias para a devida divulgação, além de garantir o controle sobre o encaminhamento desses resíduos para uma correta destinação final através dos agentes responsáveis. Questionamento Como ocorre a fiscalização do cumprimento desta resolução? Resposta Qual o armazenamento adequado? Onde encontram-se os PEVs? Como ocorre a divulgação dos PEVs? Quais os equipamentos adequados para recepção e transporte? Como ocorre a fiscalização? Como ocorre essa fiscalização? Quais os locais para a destinação adequada? 45 C - Resíduos de Lâmpadas Fluorescente Será obrigatório dar destinação final ambientalmente adequada a estes resíduos, desde o recebimento das lâmpadas, após o fim da sua vida útil, até o seu envio para reaproveitamento dos materiais descontaminados em outros ciclos produtivos pelos agentes responsáveis de acordo com a RDC nº 401/2008. Os geradores de resíduos de lâmpadas fluorescente tem por objetivo as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I- Promover parcerias para a divulgação de pontos de entrega dessas lâmpadas para a população, além de fiscalização e controle do correto encaminhamento desses resíduos para uma destinação final adequada; II- Zerar os descartes irregulares através de campanha de informação e de conscientização da população acerca do correto manejo deste tipo de resíduo e alertando-a para os perigos advindos do seu descarte de forma irregular; III- Incentivar os processos de implementação da logística reversa entre todos os agentes que participam da cadeia produtiva e comercial desses resíduos em Niterói. Questionamento O que está sendo feito para promover parcerias? Como ocorre a fiscalização? Resposta Como estão realizando essas campanhas de informação? Quais os resultados efetivos? Como estão incentivando esse processo de logística reversa? Constituem metas e prazos para a implementação da gestão dos resíduos de lâmpadas fluorescente gerados em Niterói: Ação do PMRSN I- Até Dezembro/2014: divulgar e promover o cumprimento das ações de armazenamento, de coleta, de transporte, de reutilização, de reciclagem e de destinação final adequada dos resíduos de lâmpadas por parte dos agentes responsáveis, assim como dar ampla divulgação aos pontos e locais de entrega dessas lâmpadas usadas na cidade por parte da população; II- Até Dezembro/2015: zerar os descartes irregulares na cidade. Questionamento O que está sendo feito para promover essas ações? Como ocorre a divulgação para a população? Resposta Quais as maiores dificuldades encontradas? 46 Integram a gestão de resíduos de lâmpadas fluorescente gerados em Niterói os seguintes agentes: I- Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, CLIN - Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói, EMUSA, PMN, FME e a FMS; II-AMPLA; III- CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas de Niterói; IV- Transportadores; V- Rede de comércio, de revendedores, de importadores e de fabricantes desses produtos. Para a elaboração de planos de gerenciamento de resíduos especiais/ lâmpadas fluorescente gerados no município de Niterói serão necessários os seguintes instrumentos de gestão: Ação do PMRSN I- Instrumentos Legais: a) observar e cumprir a legislação ambiental existente que regra o assunto, especificamente a Resolução CONAMA nº401/2008, que atribui a responsabilidade do acondicionamento, coleta, transporte e disposição final de lâmpadas fluorescentes. II- Instalações Físicas: a) implantar instalações equipadas para receber esses tipos de resíduos para depósito temporário visando o seu encaminhamento para empresas recicladoras ou para aterro de resíduos perigosos Classe I, conforme o caso. Questionamento Como ocorre a fiscalização para o cumprimento dessa resolução? III- Equipamentos: a) incentivar a implantação de rede receptora desses resíduos entre os revendedores desses produtos de cada cadeia produtiva, com vistas a serem recebidos por empresas recicladoras. Como ocorre esse incentivo para implantação de redes coletoras? IV- Monitoramento, Controle e fiscalização: a) cadastrar a rede de revendedores, de transportadores, de processadores e de produtores desse tipo de material. V- Empresas de Reciclagem de Lâmpadas: a) construir cadastro dos processadores licenciados que irão receber esses resíduos. Como ocorre esse cadastro para facilitar a fiscalização? Resposta Quais setores responsável pela implementação dessas instalações? Onde encontra-se esse cadastro? 47 SEÇÃO XXIV - RESÍDUOS DA INDÚSTRIA NAVAL Os geradores de resíduos da Indústria Naval deverão ter responsabilidade ambiental, através do cumprimento das leis vigentes, da prevenção da poluição inerente às suas atividades, do respeito à comunidade vizinha, à orla marítima onde opera e do gerenciamento de todos os aspectos ambientais associados aos seus processos produtivos e geradores de resíduos. Os geradores de resíduos da Indústria Naval têm por objetivo as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN IPromover os implementos administrativos necessários visando otimizar a fiscalização e o controle de produtos e de resíduos perigosos Classe I pelos órgãos de controle ambiental Estadual e Federal, por competências; II- Gerenciar e controlar os registros de resíduos gerados; Questionamento Como funciona a fiscalização dos registros de resíduos gerados? II- Zerar os descartes irregulares desses resíduos e eliminar o óleo ascarel; Quem fiscaliza? IIIIncentivar os processos de implementação da Logística Reversa, discutidas nacionalmente, entre os que participam da cadeia produtiva desses resíduos; Como funciona esse incentivo a logística reversa? IV- Disciplinar as atividades de geradores, de transportadores e de receptores de resíduos da indústria naval; Quem fiscaliza? V- Estabelecer os procedimentos e apresentar os Planos de Gerenciamento de Resíduos gerados pela indústria naval para os órgãos de controle ambiental municipal, para ciência, estadual e federal, para efetivo controle e fiscalização; Como funciona essa fiscalização municipal e onde se encontra esses Planos de Gerenciamento? Qual o órgão responsável? VI- Aplicar os instrumentos de controle e de fiscalização que se fizerem necessários; VII- Estabelecer e visando soluções compartilhadas. ampliar parcerias consorciadas ou Resposta Existem exemplos? 48 Os geradores de resíduos da Indústria Naval deverão elaborar o inventário dos resíduos industriais gerados, conforme Resolução Conama 313/2002, que deverá conter a classificação de todos os resíduos da Empresa, conforme previsto na NBR 10004 (Classe I, II-A e II-B), indicando e informando aos órgãos de controle ambiental competentes as tipologias dos resíduos com as respectivas quantidades, os transportadores utilizados e o destino final adequado e devidamente comprovado através dos manifestos de resíduos utilizados. Constituem metas e prazos para implementação da gestão dos resíduos da Indústria Naval gerados em Niterói: Ação do PMRSN I- Até o final de 2014: a) divulgar e promover o cumprimento das resoluções e leis referentes à geração dos resíduos nos respectivos processos produtivos de cada gerador; b) ampliar a coleta e o manejo adequado de 80% dos resíduos recicláveis gerados em suas atividades, tendo como base as informações referentes ao ano de 2013; Questionamento Onde encontrar essas informações? O que já foi feito? II- Até Dezembro/2015: Zerar descartes irregulares de qualquer tipo de resíduos gerados pelo setor naval; III- Até Dezembro/2020: Garantir a manutenção dos procedimentos adotados para o correto manejo dos resíduos de origem do setor naval, revisando-os e adaptando-os sempre que se fizerem necessários. Como funcionará essa fiscalização? Resposta Como funcionará essa fiscalização? Integram a gestão de resíduos da Indústria Naval gerados em Niterói os seguintes agentes: I- Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídrico e Sustentabilidade, Águas de Niterói S/A e CLIN - Companhia de Limpeza Urbana de Niterói; II- INEA e IBAMA; III- Transportadores de produtos e de resíduos; IV- Empresas da Indústria Naval. Para a elaboração de Planos de Gerenciamento dos Resíduos da Indústria Naval gerados no município de Niterói serão necessários os seguintes instrumentos de Gestão: Ação do PMRSN Gestão: I- Instrumentos Legais: a) observar e cumprir a legislação Federal, Estadual e Municipal existentes Questionamento Como funciona essa fiscalização? Resposta 49 Ação do PMRSN que normatizam e disciplinam a responsabilidade do acondicionamento, da coleta, do transporte e da disposição final dos resíduos da indústria naval aos seus geradores; II- Instalações Físicas: a) regulamentar instalações devidamente equipadas para receber esses tipos de resíduos, licenciadas para depósito temporário, visando encaminhamento para empresas recicladoras, ou para aterro de resíduos perigosos Classe I, conforme o caso; Questionamento b) construir baias ou locais para armazenamento de resíduos perigosos, conforme exigência da norma técnica brasileira referente. III- Equipamentos: a) incentivar a implantação de rede receptora desses resíduos, com vistas a serem recebidos por empresas recicladoras. Como funciona essa fiscalização? IVMonitoramento, Controle e fiscalização: a) cadastrar geradores, transportadores, processadores e produtores desses materiais. Como está funcionando? V- Coleta Seletiva: a) adquirir recipientes adequados ao tipo e às quantidades de resíduos gerados como a disponibilização de caçambas, por exemplo; b) contratar empresas devidamente licenciadas para o correto transporte e descarte destes resíduos; c) efetuar o controle documental, especialmente com relação aos manifestos de resíduos, que consolidam as informações acerca da geração, do transporte e da destinação final de forma adequada. Como funciona essa fiscalização? Resposta Como funciona essa fiscalização? Como funciona esse incentivo? 50 CAPÍTULO VIII - GESTÃO DE LIMPEZA URBANA SEÇÃO I - VARRIÇÃO Os Serviços Públicos de Varrição, Limpeza e Manejo tem por finalidades as seguintes ações estratégicas: I- O pleno cumprimento do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos, do Plano de Coleta de RSUD e do Plano de Varrição de Logradouros já existentes, de forma a atender toda a cidade de maneira progressiva, acompanhando a evolução da implementação das melhorias urbanas como o asfaltamento de vias e a urbanização de logradouros; II- Definir cronograma especial de limpeza para áreas críticas da cidade, como em locais com probabilidade de acúmulo de águas pluviais preventivamente aos períodos de chuvas, em pontos de interesse público e em vias principais com grande fluxo de pedestres e de veículos; III- Reduzir os custos dos serviços de varrição da CLIN considerando a contínua geração dos resíduos e a necessária manutenção da limpeza dos logradouros públicos; Para implementação da gestão dos resíduos de varrição, limpeza e manejo, deverão ser cumpridas as seguintes metas e prazos; Ação do PMRSN I– Até Dezembro/2013: perspectiva de ampliação, de 100% de implantação da varrição na área litoral da baía e nas centralidades das demais regiões da cidade com necessidade de periodicidade diária; II– Até Dezembro/2014: 100% de implantação da varrição na área litoral da baía e nas centralidades das demais regiões da cidade com necessidade de periodicidade alternada; III– Até Dezembro/2015: estabelecimento de cronograma para aumentar gradativamente a abrangência do serviço, estabelecendo uma frequência diferenciada (1x, 2x, 3x por semana e mutirões de limpeza) dos serviços de varrição na cidade com relação às necessidades e às características das diferentes regiões da cidade que ainda não possuem varrição diária ou alternada. Questionamento Como está funcionando hoje (2014)? Existem dados? Resposta Há um acompanhamento /monitoramento? Dados? Como será desenvolvido esse cronograma? 51 Competem aos agentes municipais envolvidos na gestão as seguintes iniciativas: Ação do PMRSN I- CLIN: Disponibilizar equipe técnica capacitada para controlar, organizar e fiscalizar a execução dos serviços de varrição, de limpeza e de manejo de resíduos sólidos urbanos em todas as regiões da cidade, além de disponibilizar equipes de trabalhadores concursados, fornecendo ferramentas, equipamentos de trabalho e de proteção individual (EPI) adequados aos serviços, além de veículos suficientes e adequados para o complemento da execução dos serviços acima elencados; Questionamento Qual o setor responsável? Há algum trabalho para ouvir sugestões de moradores e dos próprios trabalhadores? II– Empresa Concessionária: Executar os serviços de limpeza previstos no contrato de concessão de forma ambientalmente adequada e satisfatória para a população, na forma do estabelecido nas cláusulas do contrato de concessão vigente. Como acontece a fiscalização desse serviço? Como o cidadão comum pode ajudar? Onde encontra o contrato de concessão? Qual a real capacidade em peso desses sacos plásticos amarelos? Quais os custos? Poderia se utilizar grandes coletores submersos no solo (MOLOK)? A varrição manual de vias públicas compreenderá: o recolhimento dos resíduos sólidos urbanos espalhados pelas sarjetas de ruas e de passeios públicos fronteiriços aos meios fios, áreas e praças públicas; o esvaziamento de papeleiras e o acondicionamento dos resíduos em sacos plásticos resistentes de 200 litros de capacidade, na cor amarela, devidamente caracterizadas com símbolo da CLIN. Os sacos, após fechados, serão dispostos em locais estratégicos para que a coleta, o transporte e a destinação final dos resíduos sejam feitos de acordo com o plano de varrição de logradouros estabelecido, de forma que os sacos plásticos não fiquem expostos por prazos superiores às 12 horas. Deverão ser disponibilizados pela empresa concessionária caminhões coletores compactadores de 6,0m³ de capacidade volumétrica, sendo 04 caminhões no turno diurno e 02 no turno noturno, para dar suporte e apoio aos caminhões basculantes da CLIN para a coleta dos resíduos de varrição. Resposta Porque são adotados esses sacos? Exemplo MOLOK (Coletores submersos no solo) Possível Adaptar para o uso de MOLOK? Redução de custos. 52 Para a elaboração de planos de gerenciamento dos resíduos da varrição manual de vias públicas serão necessários: Ação do PMRSN I- Instalações Físicas: a) fornecer aos trabalhadores local adequado para as necessidades diárias de higiene e de alimentação; b) dispor e dar manutenção a lixeiras e a papeleiras em pontos de grande fluxo de pedestres; c) fornecer aos trabalhadores ferramentas, equipamentos de trabalho e de proteção individual; d)investigar possibilidades de mecanização dos serviços. II- Monitoramento, Controle e Fiscalização: a) implantar controle de varrição; b) implantar dispositivo de rastreamento nos veículos transportadores, públicos ou privados, a serviço da varrição; Questionamento Como funciona a fiscalização desse serviço? Quais as possibilidades de mecanização dos serviços? c) dar publicidade da ação de varrição e a programação dos locais e horários a serem varridos dentro de cada distrito; Como é feito essa publicidade? Resposta Como está sendo realizado esse monitoramento? II- Prazos e metas para a implantação de aparelhos de suporte ao serviço de varrição das vias e logradouros públicos: Ação do PMRSN a)até Dezembro/2012: fornecimento pela concessionária para a implantação e a colocação nas vias e logradouros públicos de: 2.400 papeleiras de 50 litros, sendo 200 unidades por mês; 1.200 contêineres de 240 litros, sendo 100 unidades por mês; 360 contêineres de 1.200 litros, sendo 30 unidades por mês, considerando incluída nestes números uma quantidade de reserva técnica visando a reposição de unidades danificadas; b) até o final de 2015: a mesma quantidade definida na alínea a; c) até o final de 2020: a mesma quantidade definida na alínea a; d) até o final de 2025: a mesma quantidade definida na alínea a. Questionamento Como foi baseado esse planejamento? Seriam substituídos anualmente? Não foi pensado em nenhum outro tipo de coletor, ex MOLOK? Resposta Como pode ser a mesma quantidade? Não há uma evolução e alternativa? 53 SEÇÃO II - LIMPEZA CORRETIVA A limpeza corretiva é a ação realizada pelo poder público municipal em locais de deposição irregular de resíduos sólidos quando o responsável não é identificado. O serviço público de limpeza corretiva tem por finalidades as seguintes ações estratégicas: Ação do PMRSN I- Reformular a frequência de execução dos serviços em determinados locais sempre que se fizer necessário; II- Reduzir o número de pontos viciados de descargas irregulares constantes através do aumento da fiscalização e do monitoramento desses pontos, assim como com o aumento da frequência da limpeza corretiva e pela urbanização desses pontos. III- Modernizar os instrumentos de controle e de fiscalização das descargas irregulares, agregando tecnologia de informação; IV- Informar a população quanto à necessidade de manutenção da limpeza em áreas públicas e incentivar a colaboração de todos com a execução dessa árdua tarefa. Questionamento Como é determinado essa frequência? Há participação da população? Quais as estratégias utilizadas? Resposta Como aconteceria essa modernização? Exemplo de resultados? Como ocorre essa informação? Há um monitoramento quanto aos resultados? Constituem metas e prazos para implementação de aparelhos para dar o suporte à ações de redução da limpeza corretiva de todas as tipologias de resíduos: Ação do PMRSN a) implantação de 116 caixas metálicas estacionárias de 5m³ em vias e logradouros públicos indicados pela CLIN até Dezembro/2012; caixas até Questionamento Quais os locais? Porque da escolha? Por que não o uso de MOLOKs? Quais os resultados? c) implantação de 04 caixas compactadoras elétricas em pontos de apoio à coleta indicados pela CLIN até Dezembro/2012. Quais esses locais? Como funciona manutenção? Deverá ser aplicado o sistema atual de macro planejamento de coleta e transporte de RSU: Como ocorre a fiscalização desse b) implantação de 34 outra metálicas estacionárias Dezembro/2013; Resposta 54 Ação do PMRSN Questionamento serviço? Resposta SEÇÃO V - COLETA DIFERENCIADA E TRANSPORTE DOS RESÍDUOS GERADOS EM ÁREAS DE DIFÍCIL ACESSO. Ação do PMRSN Em locais inacessíveis aos veículos coletores de resíduos serão executadas as coletas manuais e os resíduos coletados serão conduzidos até as caçambas metálicas a serem instaladas em locais acessíveis aos veículos coletores de resíduos. Deverão ser distribuídas na cidade um total de 150 caçambas metálicas de 5,0m³ destinadas à disposição de entulhos e resíduos do tipo domiciliar por parte da população de localidades de difícil acesso e em comunidades carentes. Sempre que necessário, as caçambas metálicas de 5,0m³ serão lavadas, desodorizadas e reparadas ou substituídas, se identificada a necessidade pela fiscalização da CLIN. Os serviços deverão ser executados todos os dias, de 2ª feira a sábado, inclusive em feriados, em todo o município, exceto apenas aos domingos. I- Turno normal de trabalho / frequência: a) 1º turno (diurno): 7 h às 15h 20 (com 1 hora de intervalo); b) 2º turno (noturno): 20 h às 04 h 20 (com 1 hora de intervalo). Questionamento Como acontece essa coleta manual? De porta em porta? Qual a frequência? Resposta Como foi estabelecido esse número? Porque caçambas abertas? Está atendendo a demanda? Pensouse em alguma alternativa a caçamba? Como a população pode fiscalizar e solicitar limpeza? A população é informada? Quem fiscaliza esse serviço diário? 55