João Costa
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
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João Costa
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JORNADA MISSIONAL
Guia de estudos
por João Costa
Publicado pela Interferência Editora
Primeira Edição: 2012
Editores: Sandro Wagner e Márcio de Souza
Revisão: Márcio de Souza
Diagramação: Anselmo Lima (www.faciliteweb.com)
Capa e Projeto Gráfico: Anselmo Lima (www.faciliteweb.com)
www.editorainterferencia.com
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facebook.com/editorainterferencia
É permitida a reprodução de partes deste livro, desde que citada
a fonte e com autorização escrita dos editores.
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
Introdução
Este guia de estudos é baseado no livro MISSIONAL: Uma jornada da devoção
à missão. Você poderá utilizar este material livremente, sem necessariamente ter
lido o livro MISSIONAL. A leitura do livro ampliará suas percepções sobre o tema
abordado, mas lhe encorajamos a fazer o download do guia de estudos JORNADA
MISSIONAL, e compartilhar com seus irmãos e amigos, pois o mesmo foi escrito de
forma a cumprir a proposta de servir como recurso de ensino. Em parceria com o
www.redemissional.com, a Editora Interferência disponibiliza este material para que
o Corpo de Cristo possa ser edificado. Compartilhe o link nas redes sociais, envie
por e-mail, imprima e distribua entre os amigos. As possibilidades são muitas, fique
totalmente à vontade para usar no seu grupo caseiro, na escola bíblica dominical,
em classes de treinamento ou até mesmo para seu estudo pessoal.
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João Costa
Algumas dicas para cooperar com sua jornada:
- Esse estudo foi desenvolvido pensando em grupos pequenos. Então junte algumas
pessoas e comece os encontros;
- O currículo do estudo foi desenvolvido para ser ministrado em um trimestre
(13 encontros), facilitando o uso em escolas bíblicas;
- O estudo também se aplica perfeitamente para uso individual ou em famílias que
estão buscando aprofundar sua devoção e encontrar caminhos práticos para aplicar
as verdades eternas das Escrituras.
Uma palavra para professores de escolas bíblicas
e líderes de grupos pequenos:
Não disponibilizamos um “guia do professor”. A idéia é que qualquer pessoa possa
ser facilitador nos encontros e no uso do material. O propósito das questões não é de
estabelcer acertos ou erros, mas despertar o interesse de buscar nas Escrituras, respostas
aplicáveis para o cotidiano.
- ORE: peça a Deus direção para servir os participantes dos encontros. Ore para que Ele
mostre a você caminhos para estimular uma genuína, dinâmica e ampla comunicação.
- INTERAJA: os encontros somente terão profundidade e transparência entre os participantes se o facilitador interagir com o material. Leia o material dias antes, mergulhe no
texto bíblico e deixe Deus falar através da sua vida, com suas lutas e fraquezas.
POR QUE SOMOS MISSIONÁRIOS?
“Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor.”
CH Spurgeon
O missiólogo anglicano Leslie Newbigin, falava do movimento triangular
do Evangelho onde o diálogo entre Igreja + Evangelho + Cultura era a forma
mais simples de traduzirmos a prática para a vida dos discípulos/missionários,
a missio dei, a missão de Deus. Nessa equação, nenhum elemento pode ficar
de fora. Se olharmos para a primeira metade do século passado, quase que
de forma predominante, a Igreja e o Evangelho tinham um diálogo tão forte
que a cultura ficava de fora: Igreja + Evangelho - Cultura = Fundamentalismo;
Da década de 60 até o limiar do século passado, a busca pelas verdades das
Escrituras e a conversação com a arte, a política, e a sociedade em geral minimizaram a força da Igreja por estar tão empedernida em seus aspectos histórico/institucionais, o que foi o nascedouro para novas configurações que formavam comunidades de fé, mas não necessariamente grupos que se identificavam
como Igreja: Evangelho + Cultura - Igreja = Para-eclesiásticos; Por último, este
tem sido o tempo da busca desenfreada pela relevância, onde muitos cristãos
apontam Bono Vox como o maior pregador do Evangelho da grande aldeia
global que necessita de coexistência, e onde os absolutos radicais de um livro
judaico-cristão, precisam ceder para outras verdades não-absolutas: Cultura +
Igreja - Evangelho = Liberalismo.
É neste cenário que precisamos discernir e perceber onde nasce o nosso
chamado, para que o nosso envio como missionários não seja uma declaração
baseada na nossa imunda justiça própria. Quando nos voltamos para a história
da Igreja e vemos os movimentos missionários, não por acaso todos eles são
marcados de uma gênese na devoção, na busca pelo Senhor.
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TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“E os que se haviam reunido perguntaram-lhe: Senhor, é este o tempo em que restaurarás o reino para Israel? Ele lhes respondeu: Não vos compete saber os tempos
ou as épocas que o Pai reservou por sua autoridade. Mas recebereis poder quando
o Espírito Santo descer sobre vós; e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém
como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra.” Atos 1.6-8
TERÇA:
“Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo; ensinando-lhes a obedecer a todas as coisas que vos ordenei;
e eu estou convosco todos os dias, até o final dos tempos.” Mateus 28.19-20
QUARTA:
“Porque não ousarei falar de coisa alguma senão daquilo que Cristo tem feito por
meu intermédio, para obediência dos gentios, em palavra e ação, pelo poder de sinais
e prodígios, no poder do Espírito Santo; de modo que desde Jerusalém e arredores, até
o Ilírico, tenho proclamado plenamente o evangelho de Cristo.” Romanos 15.18,29
QUINTA:
“Porque o nosso evangelho não chegou a vós somente com palavras, mas também
com poder, com o Espírito Santo e com absoluta convicção. Sabeis muito bem como
procedemos em vosso favor quando estávamos convosco.” 1 Tessalonicenses 1.5
SEXTA:
“Se me amardes, obedecereis aos meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos
dará outro Consolador, para que fique para sempre convosco, o Espírito da verdade, o
qual o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis,
pois ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.”
João 14.15-18
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - DE QUE FORMA PODEMOS RECONHECER QUE A MISSÃO NÃO É MERAMENTE
NOSSA, MAS DO SENHOR E EM QUE ISSO NOS TORNA DE FATO MISSIONÁRIOS?
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2 - QUAIS ESPECTROS DO FUNDAMENTALISMO ENFRENTAMOS AINDA HOJE NO
CUMPRIMENTO DA MISSÃO?
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3 - OS MOVIMENTOS PARA-ECLESIÁSTICOS FORAM MUITO USADOS POR DEUS
NOS ÚLTIMOS 40 ANOS. MAS, QUE PONTOS NEGATIVOS E QUE PERIGOS ESSA
VERTENTE OFERECE PARA A MISSÃO?
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4 - O QUE PODE ESTABELECER UM LIMITE PARA QUE NOSSA LIBERDADE
DE DIALOGAR COM A CULTURA NÃO SE TRANSFORME EM LIBERALISMO,
SOBRETUDO, DOUTRINÁRIO?
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5 - QUE HÁBITOS ESPIRITUAIS PODEMOS DESENVOLVER PARA NOS PREPARARMOS PARA A MISSÃO?
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PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque o chamado para ir e fazer discípulos não
foi só para os 12 apóstolos, mas se estendeu a todos que viriam a se
tornar discípulos pela mensagem do Evangelho.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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GLÓRIA E GRAÇA
“Deus cobre-se de esplendor no momento em que faz acontecer essa
morte/exaltação de seu Filho.”
D.A Carson
A base da oração de Jesus é a Glória de Deus, e nunca é demais lembrar da
primeira declaração da Confissão de Westminster: “O fim principal do homem é
glorificar a Deus e desfrutá-lo para sempre”. O propósito de Deus gira em torno
de sua própria glória e uma vez que somos alcançados por este propósito, nossa
vida ganha um sentido mais amplo e bem maior do que as limitadas raias dos
nossos anseios. A linguagem missional, identificada com a linguagem de Pentecostes, é o canal de comunhão que encontramos, primordialmente, na relação
pré-existente na Trindade. Não há divisão, ruídos e confusão, pois a comunicação
uníssona nessa relação é a glória de Deus.
O nosso exemplo missional precisa ser estabelecido pelo prisma da comunhão
com Deus, que soberanamente, é Deus em comunhão - entre Pai, Filho e Espírito
Santo. Se inicialmente como discípulos, que são sacerdotes da nova aliança e
vitalmente missionários, consequentemente seremos levados a uma vida onde
essa comunhão é compartilhada com aqueles que por causa da ignorância causada
pelo pecado, estão de fora desta comunhão. Usando a abordagem de Dietrich
Bonhoffer, precisamos combater o barateamento da graça de Deus, configurado
pela relativização da mensagem do Evangelho em nome de uma relevância
superficial que é impressa no vocabulário, na vestimenta, e na cultura em geral.
A graça que nos alcançou alcançará todos aqueles que o Pai na eternidade, já
deu a Jesus. E a nossa missão de proclamar tem como fundamento fazer tudo
para a glória Dele. Eis uma boa forma de respondermos a Graça: Vivendo hoje a
vida eterna, para a sua glória.
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João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Depois de falar essas coisas, Jesus levantou os olhos ao céu e disse: Pai, chegou a
hora. Glorifica teu Filho, para que também o Filho te glorifique, assim como lhe deste
autoridade sobre toda a humanidade, para que conceda a vida eterna a todos os que
lhe deste.” João 17.1-2
TERÇA:
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, pleno de graça e de verdade; e vimos
a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João testemunhou a respeito dele,
exclamando: É sobre este que eu falei: Aquele que vem depois de mim está acima de
mim, pois já existia antes de mim. Pois todos recebemos da sua plenitude, graça sobre
graça. Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio
de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está ao lado do Pai,
foi quem o revelou.” Joao 1.14-18
QUARTA:
“Pois, assim como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento da
glória do SENHOR.” Habacuque 2.14
QUINTA:
“E, por se multiplicar a maldade, o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar
até o fim será salvo.” Mateus 24.12,13
SEXTA:
“Mas vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas
para sua maravilhosa luz. Antigamente, não éreis povo; agora, sois povo de Deus; não
tínheis recebido misericórdia; agora, recebestes misericórdia.” 1 Pedro 2.9,10
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - DE QUE FORMAS PODEMOS GLORIFICAR A DEUS E COMO PODEMOS DESFRUTAR DELE?
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2 - COMPARE OS TEXTOS DE GENESIS 11(TORRE DE BABEL) E ATOS 2 (PENTECOSTES
DE JERUSALEM) E IDENTIFIQUE AS CARACTERÍSTICAS DE LINGUAGEM APRESENTADAS.
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3 - COMO MISSIONÁRIOS, O QUE APRENDEMOS NO EPISÓDIO DO PENTECOSTES DE
JERUSALEM?
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4 - BASEADO EM 1 PEDRO 2.9,10, O QUE PODEMOS AFIRMAR SOBRE A FUNCIONALIDADE
DO SACERDÓCIO DE TODOS OS SANTOS?
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5 - COMO PODEMOS NOS OPOR A UMA “GRAÇA BARATA”?
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PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque o nosso Deus cheio de glória tem TODA
autoridade sobre o mundo criado, e correspondemos à graça sobre nós
glorificando a Ele.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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O MISSIONÁRIO DEFINITIVO
“A proclamação do Evangelho iniciada no ministério de Jesus
permanece viva e ativa até os dias de hoje.”
Alan Hirsch
Neste tempo de ceticismo acentuado pela liquefação da verdade e a ausência de
significados, precisamos de um exemplo atemporal para nossa missão. O primeiro
missionário é o próprio Deus que encarnado nos mostrou com sua vida, morte
e ressurreição o propósito eterno de ser humano, em todas as esferas sociais e
políticas desta palavra. Pensar em ser missional, longe destas esferas é tentar domesticar a nossa humanidade e encaixotar nossa espiritualidade. Justamente por
isso, não temos condições de ficar sossegados com as representações religiosas
que “domesticam” Jesus. Ampliando a escala, e ajustando o foco da encarnação
de Jesus e suas implicações sobre nós pelo prisma político, não podemos mais
ignorar o impacto do imperialismo ocidental sobre povos subordinados e sobre as
formas de reação de povos que sentem suas vidas invadidas.
Essa abordagem aponta para a urgência do tempo presente, onde os desdobramentos políticos imprimem o medo no consciente coletivo. Um coletivo que
enganado pela proposta da individualidade vive acuado pelo medo, um dos subprodutos do poder restrito e visível do presente século. Nosso desejo é de sermos
agentes, proclamadores do Reino e anunciantes do ano aceitável do Senhor e do
dia da vingança do nosso Deus. Mas para que isso ocorra efetivamente e não seja
apenas incitava romântica e utópica precisamos de um início, que não é exposto
publicamente. Necessitamos de conhecimento. Não de causa, ou de nós mesmos.
Mas do conhecimento do único e verdadeiro Deus. Tendo como base a devoção,
nossa missão não será produto de um impulso emocional ou meramente religioso,
mas a resposta a um chamado. A missão tem perecido pelo não conhecimento de
Deus, pela distância desse Jesus que foi enviado. Por não conseguir contemplar
o Cordeiro, declarar que cada discípulo de Jesus é um missionário torna-se um
absurdo para os ouvidos de muitos. Adorar o Senhor vai abrir nossos olhos para a
realidade da eternidade, que se manifesta hoje, que não encontra limites culturais,
sociais e temporais. Essa perspectiva imersa na glória de Deus, é nossa esperançosa inspiração.
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João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus
Cristo, que enviaste. Eu te glorifiquei na terra, completando a obra da qual me
encarregaste.” João 17.3-4
TERÇA:
“Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação; porque
nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis,
sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam poderes; tudo foi
criado por ele e para ele. Ele existe antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste;
ele também é a cabeça do corpo, que é a igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha o primeiro lugar. Porque foi da vontade
de Deus que nele habitasse toda a plenitude e, havendo feito a paz pelo sangue
da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as
que estão na terra como as que estão no céu.” Colossenses 1.15-20
QUARTA:
“Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer por si mesmo,
senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho faz também.”
João 5.19
QUINTA:
“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que
todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu
Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por
meio dele.” João 3:16-17
SEXTA:
“Refreio minha ira por amor do meu nome e me contenho para contigo por
causa do meu louvor, para que eu não te extermine. Eu te purifiquei, mas não
como a prata; provei-te na fornalha da aflição. Faço isso por amor de mim, por
amor de mim; por acaso deixaria o meu nome ser profanado? Não darei a minha
glória a nenhum outro.” Isaías 48.9-11
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - QUANDO E COMO PODEMOS USUFRUIR DA VIDA ETERNA?
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2- COM BASE NO EVANGELHO, COMO PODEMOS RECONHECER JESUS COMO COMPLETAMENTE HOMEM, COMPLETAMENTE DEUS?
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3 - QUAIS CARACTERÍSTICAS DE JESUS O DEFINEM COMO O “PRIMEIRO”
MISSIONÁRIO?
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4 - QUAIS DISCIPLINAS ESPIRITUAIS NOS APROXIMAM MAIS DE JESUS?
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5 - QUAIS MOMENTOS HISTÓRICOS DE MISSÕES MAIS NOS MARCARAM?
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PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque conhecemos o nosso Deus em Jesus, e
conhecendo a Ele temos um exemplo a seguir, pois ele foi o primeiro a
completar a obra da qual foi encarregado.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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ESPERANÇA NA ETERNIDADE
“Quando concluirmos nossa missão, ele retornará e estabelecerá
seu Reino em glória”
George Ladd
Toda a primeira sessão de João 17 (versículos 1-5) enfatiza a glória de Deus através
do relacionamento de Pai e Filho, em situações extremas onde a vida e o tempo como
conhecemos não podem ser mensurados. Essa trama na qual somos envolvidos e
para a qual somos chamados também nos envia. Da mesma forma que Jesus foi enviado ao mundo, nós também somos enviados a realidade do século presente, não
como espectadores do teatro religioso, ou como especuladores da espiritualidade,
mas como missionários. O mundo continua sendo decaído e ao mesmo tempo está
sendo redimido. Jesus morreu, mas ressuscitou. Por isso vivemos o presente com
gratidão e adoração por um fato passado, a redenção pela cruz, e na esperança de
um futuro prometido, o Reino que virá. Existe uma tensão, no aparente paradoxo do
Reino que já veio e o Reino que virá. Onde estamos vivendo um tempo intermediário,
entre a primeira e a segunda vinda de Cristo. Estes fatos acabam gerando uma verdadeira tensão entre o objetivo e o subjetivo, entre o já e o ainda não. Com esse
entendimento, podemos estar em missão como discípulos de Jesus, engajados com
nossa vocação, mas livres de uma responsabilidade que não cabe a nós: a expansão
do Reino de Deus. Proclamamos o Reino de Deus, mas não cabe a nós a expansão de
uma realidade centrada na eternidade.
Precisamos ir além das convicções enjauladas em confessionalismo religioso, que
suprem apenas as expectativas transitórias de uma ou outra argumentação da presente era. Precisamos de uma fé madura, que tem peso em todos os aspectos da
nossa vida, a ponto de imprimir em nós uma esperança sólida em Cristo, a ponto
de nos dar uma nova perspectiva sobre a própria História. Através dessa bendita
esperança, nossa visão aponta para uma consumação futura, tendo como garantia,
a vitória de Cristo na cruz. A visão cristã da História, pelo prisma do NT, é que ela
é um desenrolar do propósito eterno de Deus, tendo como centro, a redenção da
cruz. Então todas as cerimônias, tipos, promessas do AT, têm seu cumprimento na
vida, morte, ressurreição de Jesus, e alcançará sua plenitude ou consumação final
na segunda vinda de Cristo, no novo céu e na nova terra, na plena redenção.
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João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Agora, pois, glorifica-me, ó Pai, junto de ti mesmo, com a glória que eu tinha
contigo antes que o mundo existisse.” João 17.5
TERÇA:
“Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens
e ensinando-nos para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos neste mundo de maneira sóbria, justa e piedosa, aguardando a bendita
esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador, Cristo
Jesus.” Tito 2.11-13
QUARTA:
“Porque, assim como a chuva e a neve descem dos céus e não voltam para lá,
mas regam a terra e a fazem produzir e brotar, para que dê semente ao semeador
e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para
mim vazia, mas fará o que me agrada e cumprirá com êxito o propósito da sua
missão.” Isaías 55.10,11
QUINTA:
“Nele, também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa
salvação, e nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa,
que é a garantia da nossa herança, para a redenção da propriedade de Deus, para
o louvor da sua glória.” Efésios 1.13,14
SEXTA:
“Sim, de fato também considero todas as coisas como perda, comparadas com
a superioridade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, pelo qual perdi
todas essas coisas. Eu as considero como esterco, para que possa ganhar Cristo.”
Filipenses 3.8
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - DE QUE FORMA PODEMOS NOS LIVRAR DA ANSIEDADE E ATIVISMO AO OLHAR
O TEXTO DE JOAO 17.5?
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2 - O QUE É A TENSÃO DO “JÁ E AINDA NÃO” DO REINO DE DEUS?
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3 - QUAL O PONTO DE INTERPRETAÇÃO E PERSPECTIVA DE TODA HISTÓRIA DA
IGREJA?
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4 - COMO PODEMOS INTERPRETAR OS EVENTOS (cerimônias, tipos, promessas)
DO AT DE FORMA QUE NOS IMPULSIONE AO NOSSO CHAMADO MISSIONAL?
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5 - COMO UMA PERSPECTIVA ESCATOLÓGICA COOPERA PARA UMA EFETIVA
VIDA MISSIONAL?
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PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque conhecendo a Jesus, vemos a História
sob o controle divino, e como a esfera da redenção, na qual Ele triunfa
e reconcilia o mundo consigo mesmo, dando a nós uma mensagem a
ser propagada.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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SENSO DE PERTENCIMENTO
“A comunidade do povo de Deus deve sua vida comunitária à sua
experiência comum e profusa do Espírito.”
Gordon D. Fee
O chamado dos que conheceram a Deus, evoluí para a vida comunitária.
Não pelo pertencimento unicamente à comunidade, mas sobretudo, por pertencer
ao próprio Senhor Jesus. Pertencendo a Jesus e sendo parte da comunidade de
discípulos a nossa identidade vai sendo moldada nesse ambiente. Muito tem se
falado do resgate do caráter comunitário da igreja brasileira, que se desgastou
com a excessiva institucionalização, caracterizada pelo clericanismo (a escalada
de poder e títulos extrapolou o ‘bispado’ e ‘apostolado’ e tem alcançado níveis
galácticos!); pela apologética doutrinário-denominacional (a defesa marcial das
tradições segmentadas pelas confissões teológicas e agremiações das históricas
até as neo-pentecostais); pelo uso cansativo de programas (o franchising de
modelos de gestão de membresia ou os cultos temáticos que glorificam tudo,
menos o Senhor), pela indústria fotográfica (a fogueira de vaidade da música
‘gospel’). Para combater isso, esforços de se viver comunidade tem sido
constantes por parte da Igreja. Mas existe um grande perigo: o de nos fecharmos numa espécie de bunker religioso, ou transformar a Igreja num centro de
recuperação de crentes feridos. É claro que a Igreja deve acolher a todos, mas
não fomentar a amargura religiosa. O melhor tratamento de recuperação nesses
casos é formar discípulos. A formação espiritual não propõe isolar pessoas, mas
levá-las ao Senhor, para que, ouvindo a sua voz, correspondam a seu chamado
como missionários em seu contexto. Por isso, antes de pensarmos o conceito
‘comunidade missional’, precisamos pensar uma comunidade de discípulos.
O fato de sermos a comunidade de discípulos, não significa que somos guiados
pelo discipulado em si mesmo, porque o princípio em si, é da relação entre mestres e alunos. Somos a comunidade de discípulos de Jesus, consequentemente, o
que nos conduz, o que nos guia é o Evangelho. Em sua oração Jesus posiciona os
discípulos na relação trinitariana, reconhecendo que eles lhe foram dados pelo
Pai, e que a marca disso é o fato deles guardarem e obedecerem o Evangelho.
Os discípulos que são empodeirados pelo Evangelho, sabem que o mestre, o rabi
é o próprio Deus soberano. A soberania de Deus se descortina para aqueles que
tem a Palavra de Deus como pavimentação da sua jornada.
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João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste. Eram teus, e tu os
deste a mim; e eles obedeceram à tua palavra. Agora sabem que tudo quanto me
deste vem de ti” João 17.6-7
TERÇA:
“Então Moisés disse a Deus: Quando eu for aos israelitas e lhes disser: O Deus de
vossos pais me enviou a vós, e eles me perguntarem: Qual é o nome dele? Que lhes
direi? Deus disse a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Assim responderás aos israelitas:
EU SOU me enviou a vós. E Deus disse ainda a Moisés: Assim dirás aos israelitas: O
SENHOR, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de
Jacó, me enviou a vós. Este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de
geração em geração.” Exodo 3.13-15
QUARTA:
“Portanto, o meu povo saberá o meu nome; naquele dia saberá que sou eu que
falo: Aqui estou.” Isaías 52.6
QUINTA:
“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme nossa semelhança;
domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre o gado, sobre os animais selvagens e sobre todo animal rastejante que se arrasta sobre a terra. E Deus
criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”
Genesis 1.26,27
SEXTA:
“E eles perseveravam no ensino dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e
nas orações.” Atos 2.42
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - DO QUE PODEMOS NOS DESVENCILHAR PARA VIVENCIAR DE FORMA EFETIVA NOSSO PERTENCIMENTO AO NOSSO DEUS?
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2 - DE QUE FORMA A COMUNIDADE DE DISCÍPULOS PODE SER UM AMBIENTE DE
TRANSFORMAÇÃO PARA OS “DESIGREJADOS”?
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3 - QUAIS OS PERIGOS DE NOS RESTRINGIRMOS AO DISCIPULADO?
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4 - COMO PODEMOS DEFINIR BIBLICAMENTE UMA COMUNIDADE?
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5 - QUAIS PRÁTICAS DEVEMOS TOMAR PARA QUE NOSSA COMUNIDADE NÃO SE
TORNE FECHADA EM SI MESMA?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque o nome do Senhor foi revelado a nós,
seus eleitos, e reconhecemos pelo Evangelho a sua divina soberania
sobre todo o universo.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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RECONHECIMENTO E REVELAÇÃO
“Se quiser julgar até que ponto uma pessoa entendeu o Evangelho,
descubra o valor que ela dá ao fato de ser filho de Deus, e de ter a
Deus como seu Pai.”
J.I. Packer
O nosso senso de pertencimento procede do reconhecimento que temos de
quem é o nosso Deus, não é um acolhimento sentimental, mas uma consciente
tomada de postura diante da revelação de quem é o nosso Deus e qual é o seu
propósito para nós. A medida que a imago Dei (a imagem de Deus) vai definindo
nossa imagem como discípulos, a opus Dei (a obra de Deus) é revelada ao corpo
de Cristo, a Igreja, que se lança em missão por crer que Jesus foi enviado em
missão. Desta forma, podemos viver em missão de forma holística, interpretando
as nuances de fazer parte de uma obra, como Igreja. Se você não tem consciência do Corpo, então seu entendimento está na esfera mental e não lhe vem por
revelação. Se for assim, é algo que você recebeu de fora, não é algo que veio
do interior. Não é espontâneo e não é vida para você. Pelo contrário, é algo nas
esferas superficiais de quem nós somos, e não uma revelação; caso contrário,
você teria consciência do Corpo. Se é algo que você pode jogar fora, de que pode
livrar-se ou pôr de lado, então você não tem revelação sobre o Corpo. Se você está
realmente no Corpo, como uma experiência resultante de revelação, você não
tem como se livrar dele. Você não tem outro caminho, não existe outra escolha
- só existe um caminho para você. Se você não seguir este caminho, não existe
outro caminho para você, simplesmente porque você viu o Corpo por revelação.
Se for revelação será algo interior, no seu espírito, e não algo exterior, fruto de
manobras de comportamento.
O reconhecimento e revelação de que Jesus foi enviado, como o primeiro missionário, o primogênito, o cabeça do Corpo, nos conduz ao reconhecimento e
revelação da nossa missão, que não é individualizada, tão pouco, um fim em si
mesma. Somos cooperadores na missão que é de Deus, bem como a sua própria
obra. Por isso, uma comunidade de discípulos, não se baseia no que faz, em suas
obras, em publicidade. Jesus é o grande exemplo, como servo, e o grande exaltado,
quando de fato reconhecemos nossas limitações e temos sua soberania revelada.
29
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Porque lhes transmiti as palavras que tu me deste, e eles as acolheram e verdadeiramente reconheceram que vim de ti e creram que tu me enviaste.” João 17.8
TERÇA:
“Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro disse: Tu és o Cristo, o
Filho do Deus vivo.” Mateus 16.15,16
QUARTA:
“Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; ele era justo e temente a Deus, e
esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. E o Espírito Santo
lhe havia revelado que ele não morreria antes de ver o Cristo da parte do Senhor.”
Lucas 2.25,26
QUINTA:
“Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que o seu senhor faz; mas eu
vos chamo amigos, pois vos revelei tudo quanto ouvi de meu Pai.” João 15.15
SEXTA:
“Pois nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para
que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo mortal. De modo que em
nós atua a morte, mas em vós, a vida.” 2 Corintios 4.11,12
30
Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - COMO ACOLHEMOS A PALAVRA DE DEUS EM NOSSA VIDA?
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2 - COMO REAGIMOS AO FATO DE QUE JESUS FOI ENVIADO COM UMA MISSÃO?
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3 - COMO O ESPÍRITO SANTO AGE EM NÓS NA JORNADA DO RECONHECIMENTO DA NOSSA VOCAÇÃO?
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4 - DE QUE FORMA AS PESSOAS EM GERAL, MESMO OS “NÃO-CRENTES” RECONHECEM
JESUS?
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5 - COMO PODEMOS REVELAR AO MUNDO DECAÍDO QUEM É JESUS?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque acolhemos o Evangelho como verdade
absoluta, e o Espírito Santo nos revela que Jesus foi enviado para o
mundo.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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COMUNICAÇÃO EXPRESSA
“A melhor forma de comunicar o Evangelho como Igreja, é fazer todas
as nossas atividades radicalmente orientadas para glorificar a Deus.”
Darrin Patrick
Por mais que a missão fique clara, por mais que o canal de comunicação da
Sua mensagem seja a vida dos discípulos, Jesus tem um relacionamento com
aqueles homens, e o nível de amor desse relacionamento é a via de comunicação
do Evangelho. Pertencemos a Ele, conhecemos a Ele e nossa expressão como
comunidade comunica direta e expressamente quem Ele é, a medida em que Ele
é glorificado em nós. Quando olhamos os esforços missionários empreendidos
pela Igreja enquanto instituição se sucateando nos últimos anos, temos nas
bases das comunidades de discípulos missionais, um sinal de esperança para a
proclamação do Reino de Deus no presente século. Isso não significa que tais
comunidades são uma alternativa global à igreja instituição.
Ao dizermos que as comunidades de discípulos não poderão pretender ser
uma alternativa global à igreja-instituição, não estamos menosprezando seu real
valor renovador da expressão eclesial. Tentamos situar seu significado da Igreja
universal. As comunidades de discípulos, sem dúvida, significam um aguilhão capaz de mobilizar os aspectos enrijecidos da instituicao-igreja e representam uma
chamada para uma vivência mais intensa dos valores autenticamente comunitários
do Evangelho. Podemos dizer que toda a pregação de Jesus consistiu em reforçar
esses aspectos comunitários; num sentido horizontal, conclamando os homens
ao respeito mútuo, à doação, à simplicidade das relações; num sentido vertical,
abrindo o homem à sinceridade da relação de filho para com Deus, à singeleza
da oração simples e do amor que corresponde ao amor do Pai. Jesus não se
preocupou muito com o aspecto institucional, senão com o espírito que deve ser
vivido em todas as expressões do convívio humano. Esta era sua comunicação
expressa: através da vida da Igreja. Ao longo de Atos dos Apóstolos, acompanhamos o desenvolvimento dessa comunidade de discípulos e sua expansão urbana
e transformadora em todos os aspectos, que em meio a violenta perseguição, se
mantiveram firmes em posicionamento diante do Estado, e acima de tudo diante
da soberania de Deus.
33
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Eu rogo por eles. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são
teus. Todas as coisas que me pertencem são tuas, e as que te pertencem são minhas; e
neles sou glorificado.” João 17.9-10
TERÇA:
“E muitos samaritanos daquela cidade creram nele, por causa da palavra da mulher,
que testemunhava: Ele me disse tudo quanto tenho feito. Então os samaritanos foram
até ele e pediram-lhe que ficasse; e ele ficou ali dois dias. E muitos outros creram por
causa da sua palavra. E diziam à mulher: Já não é pela tua palavra que cremos; pois
agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador
do mundo.” João 4.39-42
QUARTA:
“Se alguém ouvir as minhas palavras e não obedecer a elas, eu não o julgo; pois não
vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita, e não aceita as minhas
palavras, já tem seu juiz: a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia.
Pois não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ordenou-me o que dizer e o
que falar.” João 12.47-49
QUINTA:
“É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras
cidades; pois foi para isso que fui enviado.” Lucas 4.43
SEXTA:
“E como pregarão, se não forem enviados? Assim como está escrito: Como são belos
os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos deram ouvidos ao evangelho;
pois Isaías diz: Senhor, quem deu crédito à nossa mensagem? Portanto, a fé vem pelo
ouvir, e o ouvir, pela palavra de Cristo.” Romanos 10.15-17
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - QUAIS AS FORMAS DE COMUNICAR O EVANGELHO HOJE?
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2 - PORQUE O CONCEITO DE MISSÃO É COLOCADO EM SEGUNDO PLANO EM
COMUNIDADES MENOS NUMEROSAS?
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3 - COMO O ESPÍRITO SANTO NOS IMPULSIONA A PREGAR O EVANGELHO?
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4 - QUAIS OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO DO EVANGELHO EM EQUIPE?
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5 - AO LER ATOS DOS APÓSTOLOS, QUAIS PASSAGENS MAIS ENFATIZAM A COMUNICAÇÃO DO EVANGELHO ATRAVÉS DA COMUNIDADE DOS DISCÍPULOS EM
JERUSALEM?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque a nossa vida de comunidade não é um
fim em si mesmo, ela comunica o Evangelho na dinâmica dos nossos
relacionamentos.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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PROTEÇÃO
“O que deve consumir nossos pensamentos e sentimentos não é a resistência ao mundanismo, mas sim a glória e a graça do Senhor reveladas na cruz.”
CJ Mahaney
Aliada à dimensão missional como elo fundamental da proclamação do Evangelho, verificamos ao longo da História da Igreja, que a comunidade corre o risco
de se fechar em torno de si mesma, assumindo o papel de um corpo um tanto
quanto alheio a tudo o que acontece ao seu redor. Em sua oração sacerdotal, Jesus
deixa claro o desdobramento que lança os seus discípulos num inevitável ambiente de hostilidade, por isso o pedido de proteção. E como se dá essa tensão que
Jesus propõe a nós como seus missionários? Essa tensão, apesar de estar hoje numa
realidade distinta daquela, continua persistindo em nossos dias. Santo Agostinho, à
partir de sua cidade, Hipona, conseguiu fazer uma leitura do caos urbano da Roma
de 410 d.C. que impactava na realidade da África. A partir daí, surge a obra Cidade
de Deus, que expõe a grande tensão entre duas cidades: a divina e a dos homens.
A grande maioria das novas configurações de comunidades, assumem em muitos casos o perfil comportamental paroquiano, como se fosse um grupo fechado
para si mesmo, por mais que isso seja totalmente incoerente com seu discurso que
busca freneticamente a evangelização relevante. Outro fator que ainda persiste, em
menor escala, é a tendência de circunscrever a tarefa da comunidade como sendo o
atendimento das necessidades religiosas dos moradores do perímetro. A unidade da
comunidade dos discípulos não deve formar em nós um comportamento isolacionista,
ao contrário, o fato de sermos essa família de irmãos que buscam a semelhança de
Jesus é o que determina nossa origem e destino, nosso amor e missão. A palavra do
Senhor neste momento, não nos tira do mundo. Temos uma missão a cumprir aqui na
perversidade urbana. E pela palavra do Senhor, seremos guardados do maligno para o
cumprimento da missão.
37
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Não estarei mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo,
guarda-os no teu nome que me deste, para que sejam um, assim como nós. Enquanto
eu estava com eles, eu os guardei e os preservei no teu nome que me deste. Nenhum
deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. Mas
agora vou para ti. E digo isso enquanto estou no mundo, para que eles tenham a
minha alegria em plenitude. Eu lhes dei a tua palavra; o mundo os odiou, pois não
são do mundo, assim como eu também não sou. Não rogo que os tires do mundo,
mas que os guardes do Maligno.” João 17.11-15
TERÇA:
“Assim, não sois mais estrangeiros, nem imigrantes; pelo contrário, sois concidadãos
dos santos e membros da família de Deus.” Efésios 2.19
QUARTA:
“Empenhai-vos pela prosperidade da cidade, para onde vos exilei, e orai ao
SENHOR em favor dela; porque a prosperidade dela será a vossa prosperidade.”
Jeremias 29.7
QUINTA:
“Pois a criação aguarda ansiosamente a revelação dos filhos de Deus.”
Romanos 8.19
SEXTA:
“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados!
Quantas vezes eu quis ajuntar teus filhos, como a galinha ajunta seus filhotes
debaixo das asas, e não quiseste!” Mateus 23.37
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - COM QUAL FINALIDADE NÓS ESTAMOS NO MUNDO?
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2 - QUAL A FINALIDADE DE SERMOS PROTEGIDOS EM NOME DE JESUS?
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3 - QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE NÃO LIDAR COM OS DESAFIOS DA
CIDADE?
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4 - COMO NOSSAS FAMÍLIAS PODEM SER EMBRIÕES DE COMUNIDADES MISSIONAIS?
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5 - EM QUAIS NÍVEIS PODEMOS IDENTIFICAR UMA VERDADEIRA BATALHAESPIRITUAL
NAS CIDADES?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque recebemos o Evangelho, e mesmo com
a rejeição do mundo, somos protegidos pelo Senhor.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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SANTIFICADOS NA URBE
“A extensão da influência da Igreja é encontrada na sociedade - nas
ruas, não nos bancos dos templos.”
Neil Cole
Guardados e devidamente protegidos do maligno, temos na cidade o nosso contexto. Cidades são centros estratégicos de influência espiritual, social e cultural.
O ritmo da cidade imprime o ritmo do mundo. De fato, toda a trajetória humana
culminará numa cidade. Em nenhum outro lugar do planeta encontramos tanta
diversidade de pessoas num mesmo lugar; de todas as idades, de todas etnias, de
todas as classes sociais. Porém, nas cidades vários ambientes estão impregnados
de preconceitos anticristãos. Trata-se dos intelectuais, universitários, professores
e alunos de colégios públicos ou particulares, dos empresários, mas também de
operários ou empregados de comércio que assimilam os preconceitos dos patrões
ou foram secularizados na ação política ou social. Para essas pessoas, a Igreja é
uma instituição do passado, responsável por muitos dos males que vêm da História
do Brasil. A Igreja é feita de pessoas atrasadas, ignorantes da ciência, datecnologia, das exigências da vida moderna: defende uma moral antiquada e, sobretudo,
se dedica a atividades aborrecidas. Para muitos a Igreja é velhice, aborrecimento,
vida parada, moral superada, obsessão do sexo, dependência dos líderes, uma
instituição sem futuro e sem novidade. Então, a vida em missão, que expressa a
cidade de Deus, consiste em tornar presente uma figura diferente do que se estabeleceu. Pela graça, nossa caminhada que busca a semelhança de Jesus, é uma forte
expressão missional. A possibilidade de vida sendo manifesta na cidade dos homens,
se dá pela santificação daqueles que não são deste mundo, mas são oriundos da
cidade de Deus. A santificação é a nossa resposta à vida que recebemos do Senhor.
Por outro lado, há muitos ambientes urbanos em que simplesmente falta a presença
da Igreja. Com efeito, não basta que haja o prédio, o espaço onde a Igreja se reúne
para que haja presença. O que faz e marca a presença na cidade, são as pessoas.
A presença vem de pessoas que, como missionárias, buscam o contato e não se contentam em esperar que venham, porque não virão espontaneamente. Daí a necessidade de
missionários e missionárias em todos os ambientes em que se realiza a socialização
urbana, e através da semelhança de Jesus, sejam agentes transformadores desses
ambientes, os transformando em locais de encontro.
41
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Eles não são do mundo, assim como eu também não sou. Santifica-os na verdade,
a tua palavra é a verdade.”João 17.16-17
TERÇA:
“Pois a ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens,
que impedem a verdade pela sua injustiça. Pois o que se pode conhecer sobre Deus é
manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.” Romanos 1.18,19
QUARTA:
“Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando
o evangelho do reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades. Vendo as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam atribuladas e abatidas, como ovelhas
que não têm pastor.” Mateus 9.35,36
QUINTA:
“E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela
renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e
perfeita vontade de Deus.”Romanos 12.2
SEXTA:
“Para santificar o povo por meio do seu sangue, Jesus também sofreu fora da
porta da cidade. Saiamos, pois, até ele, fora do acampamento, levando a afronta
que ele sofreu. Pois aqui não temos cidade permanente, mas buscamos a que virá.”
Hebreus 13.12-14
42
Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - COMO FAZER COM QUE NOSSA IDENTIDADE (FILHOS DE DEUS) NÃO AFUGENTE
OS “NÃO-CRENTES”?
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2 - TEMOS PREGADO SOBRE A IRA DE DEUS? SE NÃO, COMO MINISTRAR
UMAVERDADE TÃO CONTUNDENTE DE FORMA CLARA E COMPASSIVA?
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3 - DE QUE FORMAS PODEMOS EXPRESSAR NOSSA COMPAIXÃO AO MUNDO?
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4 - COMO NÃO ENTRAR NO ‘ESQUEMA DESTE MUNDO’ SEM LANÇAR MÃO DE
ARTIFÍCIOS RELIGIOSOS?
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5 - EM QUAIS NÍVEIS A SANTIFICAÇÃO ESTÁ LIGADA A RENOVAÇÃO DO
ENTENDIMENTO?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque o Evangelho nos santifica, nos preparando
para nossa missão.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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FRONTEIRAS DA CONTEXTUALIZAÇÃO
“O Evangelho revela Jesus como Senhor de todas as coisas na vida
e como aquele que infunde significado até mesmo às tarefas mais
corriqueiras, transformando-as num ato de louvor.”
Mark Driscoll
As grandes cidades são como verdadeiras antenas repetidoras de informações e
tendências, onde as fronteiras são praticamente, inexistentes. Da mesma forma que
o Pai enviou Jesus para este contexto, nós somos enviados pelo nosso Senhor como
missionários. Nossa mensagem não encontra fronteiras, mas as formas, métodos e
linguagens que a contextuariam precisam ser ponderadas, avaliadas e testadas pelas
Escrituras. Sabemos que, a certa altura, a mensagem do Reino de Deus transpôs
os limites interioranos da Palestina e se espalhou pelo mundo urbano antigo.
Muitas pessoas estiveram por trás dessa irradiação da mensagem do Evangelho. De
Antioquia na Síria até Roma na Itália, passando por Éfeso na Ásia Menor, Corinto na
Grécia, Filipos e Tessalonica na Macedonia e Alexandria no Egito, o anúncio sobre
Jesus Cristo foi acompanhando as grandes rotas comerciais da época, que interligavam os grandes centros urbanos por mar e terra.
Precisamos assumir a cidadania como um dado vital e o Evangelho como critério
da ação. Creio que esse foi o fator fundamental que permitiu construir a ponte entre
o interiorano e o urbano. Este dado constitui também o pressuposto básico da transformação da mensagem do Evangelho e da sua maneira de divulgação para dentro do
mundo urbano. Quem divulgou o Evangelho não questionou a cidade em si, mas a viu
como um lugar de concretização vital da mensagem. Não foi o Evangelho que acolheu
o meio urbano, mas o meio urbano que acolheu o Evangelho.
Toda essas informações e inquietações da vida na cidade eram, de fato, a periferia
das ações missionais dos discípulos de Jesus, que impulsionados pelo genuíno fôlego
apostólico, tiveram como núcleo a direta obediência ao Senhor, sendo conduzidos
assim, pela verdade, e não pelo contexto meramente em si. O poder da mensagem do
evangelho transcendeu os limites da cidade, alcançando o mundo, porque as fronteiras
da contextualização estavam submetidas à obediência ao Senhor.
45
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Assim como tu me enviaste ao mundo, eu também os enviei ao mundo. E por eles
me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade.” João 17.18,19
TERÇA:
“A nossa pátria está no céu, de onde também aguardamos um Salvador, o Senhor
Jesus Cristo.” Filipenses 3.20
QUARTA:
“Somente portai-vos de modo digno do evangelho de Cristo, para que, quer eu
vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que permaneceis firmes
num só espírito, combatendo juntos, com uma só alma, pela fé do evangelho.”
Filipenses 1.27
QUINTA:
“Para os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com
todos, para de todos os meios vir a salvar alguns. Faço tudo por causa do evangelho,
para dele me tornar co-participante.” 1 Coríntios 9.22,23
SEXTA:
“Não vos torneis motivo de tropeço nem para judeus, nem para gregos,
nem à igreja de Deus, assim como em tudo eu também procuro agradar a
todos. Pois não busco meu próprio bem, mas o de muitos, para que sejam
salvos.” 1 Coríntios 10.32.33
46
Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1- OBSERVANDO OS QUATRO EVANGELHOS, VEMOS OS AUTORES DANDO
DIFERENTES PONTOS DE VISTAS A RESPEITO DA VIDA OBRA E ORDEM DE
JESUS. QUAIS SÃO AS MAIORES ÊNFASES DE CADA PONTO DE VISTA?
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2 - QUAL A FINALIDADE DA SANTIFICAÇÃO?
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3 - COMO A MENSAGEM DO EVANGELHO PODE SAIR DE UM GUETO RELIGIOSO?
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4 - QUAIS OS MELHORES EXEMPLOS DE CONTEXTUALIZAÇÃO DO EVANGELHO EM
ATOS DOS APÓSTOLOS?
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5 - QUAL O LIMITE DA CONTEXTUALIZAÇÃO?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque somos enviados pelo próprio Jesus.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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EXPANDINDO A VISÃO
“Quando uma pessoa fixa seus olhos em Deus, seu coração será
invencível e totalmente incapaz de ser abalado.”
João Calvino
A unidade em obediência dos cristãos missionais que a partir de Jerusalem,
avançaram por cidades além do seu contexto, teria uma reverberação que talvez
os discípulos não imaginassem que alcançaria, mas que o Senhor, em sua soberania, já tinha estabelecido. O fato é que nossa unidade missional hoje, assim como
foi com os primeiros discípulos e a igreja chamada primitiva, tem como contraponto a diversidade de vozes e visões a respeito da missão, que é configurada
pelas, muitas vezes, bem intencionadas, ações da Igreja-instituição. Bem dizia Pascal:
nunca o mal é tão bem-feito, quando vem feito com boa-vontade. Por causa desse
equívoco, profetas foram chacinados e os primeiros mártires da Igreja surgiram.
Assumindo que fomos enviados e somos a Igreja em missão, devemos saber atuar
politicamente, na perspectiva do espírito das bem-aventuranças e no horizonte de
uma espiritualidade pascal, que aprende das crises e se fortalece nas perseguições.
De fato, estamos todos em missão de alguma forma. A questão é: qual é a
sua missão? O que define o propósito da sua vida? Isso é sua missão. Jesus deu
a Sua Igreja, ao Seu povo uma missão: fazer discípulos. Na prática, isso consiste
em chamar rebeldes pecadores a crer em Jesus para alcançarem o perdão para
os pecados. Entretanto, frequentemente a Igreja tem se desviado dessa missão.
Isso acontece quando a Igreja deixa outra coisa tornar-se a missão primária: a
construção de um prédio; uma não declarada teologia do tipo “tragam pessoas
a nós”; o tamanho da congregação; orçamentos; ativismo e até mesmo apatia.
Estar em missão nos faz compreender aquilo que muitos tem buscado de várias
formas: a Igreja é ao mesmo tempo instituição e acontecimento. É instituição na
sua organização que vem do passado, na sua estrutura sacramental, ministerial,
dogmática e liturgia. A instituição garante a continuidade histórica e insere a fé
no conjunto da sociedade. Mas a Igreja não é apenas isso. Ela, em missão, também
é acontecimento. Quando pessoas se encontram em qualquer lugar, mesmo sem
grandes estruturas físicas e estratégicas, mas onde a Palavra conduz a transformação das mesmas, aí está presente o Senhor com seu Espírito, aí emerge a Igreja
como acontecimento.
49
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
”E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que virão a crer em mim
pela palavra deles, para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu
em ti, que também eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.”
João 17.20,21
TERÇA:
“Pois a mentalidade da carne é morte; mas a mentalidade do Espírito é vida e paz. A
mentalidade da carne é inimiga de Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem pode
estar. Os que vivem na carne não podem agradar a Deus.” Romanos 8.6-8
QUARTA:
“Não vos enganeis: Deus não se deixa zombar. Portanto, tudo o que o homem semear,
isso também colherá. Pois quem semeia para a sua carne, da carne colherá ruína; mas
quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.” Gálatas 6.7,8
QUINTA:
“De noite, Paulo teve uma visão; nela, em pé, um homem da Macedônia
suplicava-lhe: Vem para a Macedônia e ajuda-nos. E quando ele teve essa
visão, logo procuramos partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos
havia chamado para lhes anunciar o evangelho.” Atos 16.9,10
SEXTA:
“Nisso, vi em pé, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um
Cordeiro que parecia estar morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete
espíritos de Deus enviados por toda a terra. Ele veio e pegou o livro da mão direita de
quem estava assentado no trono.” Apocalipse 5.6,7
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - ONDE TEMOS ESTABELECIDO NOSSA VISÃO MISSIONAL?
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2 - COMO A MENTALIDADE DO ESPÍRITO PODE REDEFINIR NOSSA VISÃO?
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3 - NOSSA VISÃO CONTEMPLA AS IMPLICAÇÕES DA PERSEGUIÇÃO EM NOME DO
EVANGELHO?
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4 - VISÕES COMO CARISMA, DOM ESPIRITUAL PODEM SER APLICADAS NA NOSSA
MISSIONALIDADE DE QUE MANEIRA?
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5 - DE QUE FORMA O MUNDO PODE CRER NO DEUS TRIUNO?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque antes que existíssemos, o Senhor já
tinha estabelecido que o seu Evangelho nos alcançaria.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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PERSPECTIVAS DA UNIDADE
“Não é a igreja de Deus que tem uma missão no mundo, mas o
Deus da missão que tem uma igreja no mundo.”
David Bosch
A unidade é a expressão divina no Corpo de Cristo que faz com que não
sejamos apenas agremiações, ministérios, denominações e movimentos temporais.
A unidade nasce da perspectiva de que Jesus se revelou a nós, e que o desenvolvimento dessa revelação nos levará a uma plenitude de quem somos como Igreja
do Senhor. A glória que Jesus recebeu nos é dada, mediante a graça, com a finalidade de sermos os anunciadores do Reino. Sem essa glória, como revelação da
pessoa de Jesus, não temos unidade. E sem unidade, o reconhecimento global de
quem é Deus e do seu amor não acontece. Com esse raciocínio, nós não podemos
separar eclesiologia (o pensar e o praticar Igreja) da missiologia. A revelação
de quem é Jesus não nos leva, como uma igreja missional, a ser uma alternativa
para a instituição vigente. A vida cristã, pela perspectiva missional da unidade, se
caracteriza pela ausência de estruturas alienantes, pelas relações diretas,
reciprocidade, profunda fraternidade, auxilio mútuo, comunhão de ideais e igualdade entre os membros. Está ausente aquilo que caracteriza as sociedades:
regulamentos rígidos, hierarquias, relacionamentos prescritos num quadro de distinções de funções e atribuições.
A Igreja, em sua globalidade, é a coexistência concreta e vital da dimensão
social e institucional com a dimensão comunitária. Nela há uma organização que
transcende as comunidades particulares, atendendo à comunhão de todas elas.
Há uma autoridade, símbolo da unidade do mesmo amor e da mesma esperança,
há um credo, expressão da mesma fé fundamental, há metas globais, comuns a
todas as comunidades locais. As reflexões sociológicas ganham relevância para a
teologia, por desfazerem ilusões e por manterem os termos instituição e missão
sobre bases realistas. A Igreja que nasce do povo é a mesma igreja que nasceu
dos apóstolos. O que muda nela é a sua aparição sociológica no mundo, suas
formas de expressão liturgia, ministerial e organizacional, não muda a coexistência permanente de um aspecto mais estático, institucional, permanente com o
outro dinâmico, carismático e vital.
53
João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Eu lhes dei a glória que me deste, para que sejam um, assim como nós somos
um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam levados à plena unidade, a fim de
que o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, assim como me amaste.”
João 17.22,23
TERÇA:
“Assim como o corpo é uma só unidade e tem muitos membros, e todos os membros
do corpo, ainda que muitos, formam um só corpo, assim também acontece com relação
a Cristo. Pois todos fomos batizados por um só Espírito para ser um só corpo, quer
judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres; e a todos nós foi dado beber de um só
Espírito.” 1 Coríntios 12.12,13
QUARTA:
“Portanto, eu, prisioneiro no Senhor, peço-vos que andeis de modo digno para
com o chamado que recebestes, com toda humildade e mansidão, com paciência,
suportando-vos uns aos outros em amor, procurando cuidadosamente manter a
unidade do Espírito no vínculo da paz.” Efésios 1.1-3
QUINTA:
“Ele designou uns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas, e ainda outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos
santos para a obra do ministério e para a edificação do corpo de Cristo; até que todos
cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de
homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo.” Efésios 4.11-13
SEXTA:
“Eu e o Pai somos um.” João 10.30
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - COM QUAL FINALIDADE RECEBEMOS HOJE A GLÓRIA DE DEUS?
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2 - NA LINGUAGEM PAULINA, A IGREJA É EXEMPLIFICADA COMO CORPO. COMO
NOSSA NOÇÃO DE UNIDADE PODE SE ESTABELECER A PARTIR DESTA PERSPECTIVA?
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3 - QUAIS AS POSSIBILIDADES DE VIVER IGREJA EM UNIDADE, ACIMA DE
MINISTÉRIOS, DENOMINAÇÕES E AGREMIAÇÕES?
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4 - ONDE NASCE A UNIDADE?
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5 - COMO ALCANÇAR A UNIDADE DA FÉ?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque a nossa unidade rompe as fronteiras
do mundo e anuncia o Evangelho.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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AGAPE
“Quando a nossa motivação é exclusivamente o amor de Deus,
tudo que fazemos ganha um significado efetivamente poderoso”.
Matt Chandler
O mundo carece de amor. A aldeia global, e sua pretensa proposta de horizontalização de valores, busca desesperadamente por amor. Desde as expressões
originalmente lúdicas que se manifestam numa libertinagem que grita por
atenção, até as microrevoluções pulsantes nas esferas da política e da economia,
culminando no colapso do ecosistema, a criação geme por uma manifestação que
traga redenção.E esta manifestação é o amor. A perfeição comunitária na Trindade é o veio de esperança para a humanidade. E ela se manifesta ao homem,
com o romper do tempo/espaço quando Jesus ora inclusive, por aqueles que iriam
crer na mensagem dos seus primeiros discípulos. Sabemos ao longo da História
bíblica que essa mensagem não criou uma religião, mas efetivamente, transformou
o mundo. Cremos, na conclusão da História bíblica, que o desfecho desta jornada,
com o estabelecimento pleno da Cidade de Deus, onde a glória de Deus será vista
por nós, sem mais nenhuma barreira, pois como vemos nos momentos finais da
oração sacerdotal, “estaremos” Nele, imergidos em sua realidade plena no Reino
vindouro. A devoção que tem na pessoa de Jesus a inspiração, faz com que nosso
altar tenha como nascedouro o lugar secreto, o quarto. Mas, enquanto comunidade de discípulos, esse altar vai ser o cenário de atuação do sacerdócio de todos
os santos, que não se restringe a subcultura religiosa, mas vai ganhar nas ruas e
nas extensões múltiplas que alcançam os confins da terra, através da mensagem
encarnada do evangelho do Reino de Deus.
Entendemos que nossa jornada nasce na devoção e desemboca na missão, porque
é apenas ouvindo o Senhor que vamos saber trilhar neste estreito e ténue caminho.
O desafio da Igreja, neste momento, é encontrar o equilíbrio.Não se “ancorar” no
equilíbrio, para justificar intolerância e omissão. Ficar ancorado na rocha eterna
do Evangelho, mas simultaneamente possuir um coração aberto e sensível para
agir criativamente a fim de não perder as novas oportunidades que surgem, sendo
missionários que vislumbram pela fé, o cumprimento da missão, no Grande Dia, o
casamento do Cordeiro com sua Noiva, a Igreja. Onde todo joelho se dobrará e toda
língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.
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João Costa
TEXTOS PARA MEDITAÇÃO SEMANAL
SEGUNDA:
“Pai, meu desejo é que aqueles que me deste estejam comigo onde eu
estiver, para que vejam a minha glória, a qual me deste, pois me amaste antes
da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço;
e estes reconheceram que tu me enviaste. E fiz que conhecessem o teu nome
e continuarei a fazê-lo conhecido; para que o amor com que me amaste esteja
neles, e eu também neles esteja.” João 17.24-26
TERÇA:
“Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio. E havendo
dito isso, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.” João 20.21,22
QUARTA:
“Mas vós, amados, edificando-vos sobre a vossa fé santíssima, orando no
Espírito Santo, conservai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso
Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.” Judas 20,21
QUINTA:
“Que o vosso amor aumente cada vez mais no pleno conhecimento e em todo
entendimento, para que aproveis as coisas superiores, a fim de serdes sinceros e
irrepreensíveis até o dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, que vem por meio de
Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.” Filipenses 1.9-11
SEXTA:
“No amor não há medo, pelo contrário, o perfeito amor elimina o medo, pois o medo
implica castigo, e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor.” 1 João 4.18
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
QUESTÕES PARA INTERAÇÃO:
1 - COMO TORNAR CONHECIDO PARA O MUNDO, O AMOR DE DEUS?
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2 - COMO A RELAÇÃO ENTRE PAI-FILHO-ESPÍRITO SANTO NOS ENSINA O QUE É O
AMOR?
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3 - COMO PODEMOS CONSERVAR O AMOR DE DEUS EM NOSSA MISSÃO?
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4 - É POSSÍVEL QUE NOSSA MISSÃO SEJA UM ALTAR DE ADORAÇÃO A DEUS?
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5 - COMO O AMOR PODE APERFEIÇOAR A NOSSA MISSÃO?
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João Costa
PENSAMENTO-CHAVE:
Somos missionários porque Deus nos ama.
ANOTAÇÕES
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
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Jornada MISSIONAL guia de estudos
ALGUNS TÍTULOS INTERESSANTES SOBRE O QUE
ABORDAMOS NESSE ESTUDO:
MISSÃO TRANSFORMADORA
Autor: David Bosch - Ed. Sinodal
ALEGREM-SE OS POVOS: A SUPREMACIA DE DEUS EM MISSÕES
Autor: John Piper - Ed. Cultura Cristã
RIOS DE ÁGUA VIVA
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REFORMISSÃO
Autor: Mark Driscoll - Ed. Tempo de Colheita
PLANTANDO IGREJAS
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A MISSÃO CRISTÃ NO MUNDO MODERNO
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O CAMINHO DO CORAÇÃO: ENSAIOS SOBRE A TRINDADE E A
ESPIRITUALIDADE CRISTÃ
Autor: Ricardo Barbosa - Ed. Encontro
CULTURA E EVANGELHO: O LUGAR DA CULTURA NO PLANO DE
DEUS
Autor: Justo L. González - Ed. Hagnos
DISCIPULADO
Autor: Dietrich Bonhoffer - Ed. Sinodal/EST
IGREJA TOTAL: REPENSANDO RADICALMENTE NOSSA APRESENTAÇÃO DO EVANGELHO NA COMUNIDADE
Autores: Steve Timmis/Tim Chester - Ed. Tempo de Colheita
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