Sub-Região de Saúde de Beja Customer Solution Case Study Sub-Região de Saúde de Beja Infra-estrutura Microsoft melhora operacionalidade da Sub-Região de Saúde de Beja Sumário País Portugal Sector Administração Pública Perfil do Cliente A Sub-Região de Saúde de Beja está integrada na Administração Regional de Saúde do Alentejo. Envolve 14 centros e 87 extensões de saúde, possuindo perto de 800 colaboradores. Situação de Negócio Para a Sub-Região de Saúde de Beja era importante criar uma infra-estrutura que permitisse melhorar os níveis de operacionalidade, segurança e salvaguarda de informação. Solução Windows Server 2003 Active Directory Microsoft Exchange Server 2003 Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2004 Microsoft System Management Server 2003 Microsoft Operations Manager 2005 Benefícios Melhoria da operacionalidade Incremento da segurança e salvaguarda de informação Aumento da capacidade de detecção e resolução de problemas Parceiro Informática El Corte Inglés “Os profissionais de saúde pedem-nos operacionalidade e é isso que procuramos garantir. Para os utentes é igualmente importante que os sistemas funcionem sem problemas porque isso equivale a um melhor atendimento.” — Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na Sub-Região de Saúde de Beja. A Sub-Região de Saúde de Beja tem nas suas prioridades a melhoria do serviço aos utentes e os investimentos em tecnologias e sistemas de informação têm esse objectivo. Foi assim iniciado um projecto de infraestrutura para melhorar a operacionalidade dos equipamentos, a segurança e a salvaguarda da informação, com impacto na eficiência e capacidade de gestão da equipa de TI. Saem beneficiados os 14 centros e 87 extensões de saúde envolvidos e ganham, claro, os milhares de utentes da região. A opção tecnológica deste projecto estruturante, potenciador de modernização, foi pela Microsoft. Situação “A nossa preocupação era obter uma visão da floresta e não de cada árvore de forma isolada. Nesse sentido, a Microsoft foi convidada a elaborar uma arquitectura de referência aplicada ao sector, que apontava a forma como deveria ser estruturado o centro de dados principal, bem como organizados os sistemas de cada um dos centros de saúde.” Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na Subgião de Saúde de Beja. Integrada na Administração Regional de Saúde do Alentejo, a Sub-Região de Saúde de Beja envolve 14 centros e 87 extensões de saúde, possuindo perto de 800 colaboradores. Como as congéneres, incluem-se nas suas funções a gestão da área de informática. Sendo as decisões tomadas no âmbito do serviço central, a verdade é que estão em causa perto de 100 localizações prestadoras de serviços de saúde às quais é preciso garantir, com os meios e recursos existentes, o acesso a sistemas e tecnologias de informação. A dispersão geográfica não facilita a tarefa e a existência de uma equipa de apenas cinco pessoas na informática para centenas de utilizadores e múltiplas localizações também não. Obriga a que a modernização tecnológica tenha de assentar em bases sólidas, por forma a permitir melhorar a gestão, com custos controlados, bem como evoluir ao nível das aplicações instaladas e das ferramentas disponibilizadas aos utilizadores. Foi isso que a Sub-Região de Saúde de Beja procurou quando iniciou, no final de 2005, um projecto de infraestrutura abrangente, com base em tecnologia Microsoft. Contou com o apoio da própria Microsoft, na elaboração de uma arquitectura de referência, e da Informática El Corte Inglés. Se recuarmos a 2001, ano em que foi criado um departamento de informática, o cenário era problemático a vários níveis, parte deles decorrentes da inexistência de uniformização de práticas na utilização dos equipamentos. Levava a que a propagação de vírus, o download de softwares da internet, a ocorrência de avarias nas máquinas e a consequente 2 insatisfação dos utilizadores, fossem uma realidade. Os anos passaram e as respostas, essas, foram sendo pontuais. Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na Sub-Região de Saúde de Beja, identifica três áreas críticas às quais era premente dar resposta. Uma prendiase com a operacionalidade. Havia que garantir que os equipamentos se mantinham funcionais, diminuindo com isso os custos e o tempo dos técnicos alocado à resolução de incidências. “O número de dias em que um equipamento está inoperacional deve tender para zero”, sublinha. Outra tinha a ver com a segurança, onde aponta duas vertentes, a interna e a externa, com impacto ao nível dos utilizadores e da protecção face a ataques vindos de fora. Esta é uma matéria sensível até porque estão em causa bases de dados com informação clínica, com a consequente necessidade de garantia de acesso apenas a quem está autorizado. A terceira área diz respeito à salvaguarda de informação. Para além de assegurar que esta não se “perdia”, havia que conseguir disponibilizá-la aos utilizadores quando dela necessitassem. Tendo identificado os problemas, a SubRegião de Saúde de Beja procurou formas de os resolver. A perspectiva abrangente que pretendia foi, no entanto, sendo adiada por razões orçamentais. Mas dois factores, conjugados, criaram condições para pôr em prática a visão existente. Um foi estratégia do próprio Governo, apostado na modernização do sector da saúde, com reflexos nos sistemas de informação. Como pano de fundo tem a melhoria de serviço aos utentes/clientes. O outro foi a parceria estabelecida entre a “Tanto a Microsoft como a Informática el Corte Inglés constituiram factores de sucesso deste projecto.” Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na SubRegião de Saúde de Beja. Microsoft e o IGIF - Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde. Com esta parceria, a componente de software, que representava uma fatia importante no projecto de infra-estrutura que a SubRegião de Saúde de Beja pretendia, passava a ser assumida a nível central, pelo IGIF. Com a possibilidade de avançar com o investimento, havia uma certeza: em vez de olhar para cada centro de saúde de per si, era importante, por questões de eficiência e de gestão, uniformizar. “A nossa preocupação era obter uma visão da floresta e não de cada árvore de forma isolada”, ilustra Paulo Olívia. Nesse sentido, a Microsoft foi convidada a elaborar uma arquitectura de referência aplicada ao sector, que apontava a forma como deveria ser estruturado o centro de dados principal, bem como organizados os sistemas de cada um dos centros. Outras das certezas era a de que a SubRegião de Saúde de Beja pretendia um nível elevado de autonomia, por forma a garantir a possibilidade de continuar sozinha a implementação. Nesse sentido, o pedido de proposta a parceiros envolvia desde logo essa preocupação de transferência de tecnologia, associada à garantia de capacidade técnica e à existência de certificação. “Tanto a Microsoft como a Informática el Corte Inglés constituiram factores de sucesso deste projecto”, refere Paulo Olívia, “bem como o commitment da gestão de topo na pessoa do Sr. Coordenador e da entrega e brio profissional da equipa do Núcleo de Informática”. Solução 3 A solução implementada baseia-se no Windows Server 2003. Dos seus objectivos fazia parte permitir, por um lado, responder ao desafio de expansão dos serviços informáticos e, por outro, introduzir mecanismos avançados de gestão e operação, com manutenção de custos de exploração da rede controlados. Não são questões menores até porque a SubRegião de Saúde de Beja tem também em curso projectos de implementação de novas aplicações, SAM (Sistema de Apoio ao Médico) e Alert. Com impacto a vários níveis destaca-se aqui o de aumento do número de servidores nos centros de saúde, e dos equipamentos informáticos em geral. Se até agora a maior parte possuía apenas um servidor para alojar a aplicação SINUS, passará a ter vários. Ao longo de 2006, altura em que decorrem as fases principais dos investimentos em infra-estrutura e aplicações, deverão passar a ser utilizadas 750 máquinas, incluindo cerca de 40 servidores, a serem geridas pelas cinco pessoas da equipa. Enquanto o software SAM é central no apoio à actividade médica e se enquadra na preocupação do Governo de instituir a receita electrónica, o Alert dirige-se à gestão e acompanhamento do doente, desde que este entra nas urgências do centro de saúde até que tem alta. São, por isso, sistemas aos quais é necessário garantir o máximo de operacionalidade que exigem uma infra-estrutura de base robusta. Paulo Olívia não tem dúvidas de que o sucesso da implementação e da utilização dessas aplicações, é mais simples na sequência do investimento na tecnologia Microsoft, de acordo com a lógica estruturante que lhe esteve subjacente. “O que tínhamos antes da implementação de Active Directory era uma enorme dispersão, em que cada utilizador entrava como entendia no computador e em que muitas vezes não existiam sequer passwords. Foram estabelecidas políticas claras de utilização dos equipamentos. Nos centros de saúde onde existe já o designado domínio, os utilizadores não podem instalar nenhum tipo de software e o controlo de acessos é uma realidade.” Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na SubRegião de Saúde de Beja. A questão da operacionalidade foi, de facto, uma das preocupações na origem do investimento na nova plataforma. Uma das peças centrais, que permitiu introduzir diferenças significativas face à realidade existente, ligada aos conceitos de controlo de acessos e autenticação, é o Active Directory. Facilita o acesso à informação pelos administradores de sistema e pelos utilizadores, proporcionando uma organização lógica e hierárquica. “O que tínhamos antes da implementação de Active Directory era uma enorme dispersão, em que cada utilizador entrava como entendia no computador e em que muitas vezes não existiam sequer passwords”, carcateriza Paulo Olívia. Foram estabelecidas políticas claras de utilização dos equipamentos. “Nos centros de saúde onde existe já o designado domínio, os utilizadores não podem instalar nenhum tipo de software e o controlo de acessos é uma realidade”, salienta, acrescentando: “temos um único domínio, com 14 centros de saúde”. Traduz-se na maior eficiência da gestão das máquinas pela equipa de IT, até porque foi introduzida normalização nos softwares instalados, seguindo o conceito de “estação padrão”. “A normalização dos sistemas permite a mobilidade. Exemplo disso será a possibilidade de os médicos poderem trabalhar com o SAM em qualquer posto da rede de centros de saúde”, diz. A informação de cada um é armazenada em áreas específicas a nível central, o que possibilita que os PCs possam ser idênticos. A salvaguarda dessa informação sai a ganhar e a segurança aumenta. A este nível há a destacar a utilização do Microsoft Internet 4 Security and Acceleration Server 2004. Mas além da tecnologia, também a mudança de hábitos contribui para o aumento da segurança. É que os próprios utilizadores percebem a necessidade de cumprimento das normas que estão a ser instituidas e a sua importância para assegurar um serviço de qualidade. Com equipas reduzidas a preocupação com a eficiência e a gestão tornam-se prementes. “Trata-se de um projecto com múltiplas valências na componente de produtos de gestão”, especifica Paulo Olívia. Envolvidas estiveram soluções como o Microsoft Systems Management Server (para gestão de configurações) e o Microsoft Operations Manager (direccionado à gestão de operações). O mesmo gestor destaca o aumento da facilidade na distribuição de actualizações seguras para todos os produtos Microsoft da organização. “A simples actualização do Windows é hoje muito mais simplificada”, defende. A transferência de know how permitiu que a equipa interna de TI se tornasse autónoma, ainda que apoiada pelos parceiros, e pudesse prosseguir a instalação nos centros de saúde de forma progressiva. É também de forma progressiva que está a ser feita a adopção do Microsoft Exchange Server, outra das vertentes a decorrer em simultâneo. Em utilização a nível central e nalguns centros de saúde, deverá ver a sua adopção generalizada até final de 2006, terminando o período de cohabitação com o sistema de correio electrónico baseado em Linux. A substituição do Linux pela solução da Microsoft tem menos a ver com uma opção tecnológica de fundo do que com razões de “negócio”. “O Microsoft Exchange Server começa a ser uma ferramenta cada vez mais importante para nós, por todas as funcionalidades que tem subjacentes, desde a marcação de reuniões à gestão de contactos. Hoje não ter acesso ao correio electrónico tem um impacto negativo enorme”, afirma. “Os custos de consultoria e de implementação foram relativamente baixos até porque existiu transferência de know how. Nesse sentido, a existência de uma Parceria entre a Microsoft e o IGIF foi, para nós, um facilitador de todo o processo de modernização.” Paulo Olívia, Responsável do Núcleo de Informática na SubRegião de Saúde de Beja. Benefícios A opinião de Paulo Olívia não deixa dúvidas sobre as vantagens do projecto de implementação de uma infra-estrutura baseada em Microsoft. “Acredito que se trata de um investimento com elevado retorno, a começar pelo facto de passarmos a ter maior controlo sobre os custos e sobre a utilização e desempenho dos equipamentos. O resultado é um total cost of ownership mais reduzido. Basta pensar nos custos de inoperacionalidade das máquinas, nem sempre contabilizados, para perceber as vantagens de reduzir ao mínimo as necessidades de intervenção.”Com o sistema implementado, poderemos resolver os problemas de forma mais fácil, inclusive remotamente”, acentua. “Os profissionais de saúde pedem-nos operacionalidade e é isso que procuramos garantir. Para os utentes é igualmente importante que os sistemas funcionem sem problemas porque isso equivale a um melhor atendimento”, defende. Indirectamente a salvaguarda da informação e a segurança da mesma são questões relevantes, que o investimento da Sub-Região de Saúde de Beja procurou endereçar. “Os custos de consultoria e de implementação foram relativamente baixos 5 até porque existiu transferência de know how. Nesse sentido, a existência de uma parceria entre a Microsoft e o IGIF foi, para nós, um facilitador de todo o processo de modernização”, afirma. E trata-se de um investimento ao nível da infra-estrutura no que Paulo Olívia define como fase zero porque vai permitir outros avanços tecnológicos, além da referida maior facilidade de implementação e funcionamento de novas aplicações como o SAM (Sistema de Apoio ao Médico) ou o Alert. E possibilita, sem dúvida, grandes melhorias em matéria de gestão dos equipamentos, em que o crescimento da rede e do número de máquinas pode ser feito de forma transparente para a equipa de TI. Com o aumento dos níveis de operacionalidade, de segurança e de salvaguarda da informação, a componente de help desk torna-se menos pesada no dia-a-dia dos profissionais da informática. O seu tempo, esse, em vez de estar centrado na resolução de incidências pode direccionar-se a tarefas de maior valor acrescentado. Ao serviço da melhoria da qualidade. Be careful not to delete the section break at end of body (immediately below). Software e Serviços Sobre a Microsoft Windows Server 2003 Exchange Server 2003 Fundada em 1975, a Microsoft (Nasdaq "MSFT") é líder mundial em software, serviços e soluções para ajudar as pessoas e empresas a alcançarem todo o seu potencial Internet Security and Acceleration Server 2004 Microsoft System Management Server 2003 Microsoft Operations Manager 2005 Para mais informações Parceiros Informática El Corte Inglés Para mais informações sobre os produtos e serviços Microsoft por favor ligue para o serviço de apoio a clientes da Microsoft Portugal pelo número 808 22 32 42 Para aceder a informação sobre a Microsoft Corporation pela Web consulte: www.microsoft.com/ Para aceder ao site da Microsoft Portugal consulte www.microsoft.com/portugal. Para conhecer outras referências de sucesso visite a página http://www.microsoft.com/portugal/grandesempresas. Para saber mais informações sobre a Administração Regional de Saúde do Alentejo visite o Web site em: www.arsalentejo.min-saude.pt. Para mais informações sobre os produtos e serviços da Informática El Corte Inglés visite o Web site em: www.elcorteingles.pt/conhecanos/empresas.asp. © 2006 Microsoft Corporation. All rights reserved. This case study is for informational purposes only. MICROSOFT MAKES NO WARRANTIES, EXPRESS OR IMPLIED, IN THIS SUMMARY. Microsoft and the products mentioned in this document are either registered trademarks or trademarks of Microsoft Corporation in the United States and/or other countries. All other trademarks are property of their respective owners. Document published 2006 6