BIODIESEL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO Prof. Dr. Murilo Daniel de Mello Innocentini Curso de Engenharia Química Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] MINICURSO SOBRE BIODIESEL Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Conversão de energia útil para o ser humano NãoNão-Renová Renovável Renová Renovável FONTE DE ENERGIA Carvão mineral Solar direta: célula fotovoltaica Petró Petróleo: Gasolina Diesel GLP Coque Solar indireta: Eólica Quí Química (biomassa – fotossí fotossíntese) Térmica Gravitacional (hidrelé (hidrelétricatrica-maré maré) DISPOSITIVO CONVERSOR Gás Natural Nuclear: Fissão Fusão CALOR Aquecimento Conversão Química TRABALHO Mecânico Elétrico Químico Cinético Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Evolução mundial do fornecimento de energia Fonte: World Energy Council A busca por fontes não apenas renováveis, mas também mais eficientes!!! Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Reservas mundiais de Energia Reservas mundiais de gás natural Reservas mundiais de petróleo Reservas mundiais de urânio Reservas mundiais de carvão Radiação solar anual absorvida pela Terra Consumo mundial de energia em 2005 Elaborado com dados das seguintes fontes: BP Statistical Review 2005 Energia Solar - Wolfgang Palz Agência Internacional de Energia Atômica (*) estimativa Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Mapa das fontes de energia renovável no mundo Energia eó eólica Hidroeletricidade Biomassa Energia Solar 1 tonne of oil equivalent (toe) = 42 GJ (net calorific value) Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] A Matriz Energética Brasileira - 2005 Fonte: https://www.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/perfil/per_EnergRenov.htm Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] A Matriz Elétrica Brasileira - 2005 Fonte: https://www.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/perfil/per_EnergRenov.htm Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Conversão energética por combustão CONVERSÃO DE ENERGIA DISPONÍVEL NA NATUREZA: (NUCLEAR, QUÍMICA, SOLAR, TÉRMICA, ELÉTRICA, ETC.) EM ENERGIA ÚTIL PARA O SER HUMANO: (TRABALHO MECÂNICO E CALOR) COMBUSTÍVEL + COMBURENTE DISPOSITIVO DE COMBUSTÃO MOVIMENTO COERENTE (TRABALHO) MOVIMENTO INCOERENTE (CALOR) Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Conversão energética por combustão MOTOR DE COMBUSTÃO COMBUSTÍVEL ENERGÉTICO, ABUNDANTE E RENOVÁVEL PRODUTOS DE COMBUSTÃO POUCO POLUENTES ALTA EFICIÊNCIA: MUITO TRABALHO POUCO CALOR! Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Motores de combustão COMBUSTÃO EXTERNA COMBUSTÃO INTERNA O combustível é queimado fora do mecanismo que produz movimento O combustível é queimado dentro do mecanismo que produz movimento Motor a vapor Motor de ignição por centelha Motor de ignição por compressão Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Breve histórico dos motores de combustão interna # J.J.E. Lenoir (1833-1895) desenvolveu em 1860 o primeiro motor a pistão que foi comercializado. # Um motor melhor foi apresentado pelo engenheiro alemão Nikolaus Otto na Feira mundial em Paris, em 1867. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Breve histórico dos motores de combustão # 1876 – Nikolaus Otto desenvolve o motor de quatro tempos, reduzindo 1/3 o peso do motor e 1/16 o curso do pistão, aumentando a eficiência térmica. As características básicas deste motor são as mesmas dos motores de hoje. # Em 1886, Karl Benz desenvolveu o motor moderno de dois tempos de combustão interna. # Em 1892, Rudolf Diesel apresentou patente na Alemanha, “Working Method and Design for Combustion Engines . . .a new efficient, thermal engine” sendo aprovada no ano seguinte. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Breve histórico dos motores de combustão # Em 1898, Diesel demonstrou sua invenção na Feira Mundial em Paris, usando óleo de amendoim como combustível! Sua intenção era oferecer um meio de pequenas indústrias, fazendeiros e pessoas comuns competirem com o monopólio de grandes indústrias, que controlavam toda a produção de energia naquela época! Sua idéia era o uso de fontes naturais de combustível, como biomassa. # Em 1913, Diesel desapareceu do navio em uma viagem à Inglaterra. Não se sabe se foi suicídio, acidente ou homicídio, uma vez que ele se opunha fortemente ao uso de seus motores com fins bélicos pela Alemanha. # Como resultado do trabalho e visão de Diesel, motores de ignição por compressão foram alimentados com óleos combustíveis até 1920!!!! # O petróleo foi descoberto na Pensilvânia em 1859, tendo sido utilizado principalmente para produção de querosene de iluminação. Porém, já na década de 1920, os fabricantes do motor diesel fizeram alterações de modo a utilizar os resíduos baratos e de baixa viscosidade do petróleo ao invés de biocombustíveis. A indústria do petróleo estava crescendo e se estabelecendo no mercado! Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Breve histórico dos motores de combustão # Mercedez-Benz começou a produzir motores diesel na década de 1930. # Motores diesel extensivamente usados hoje em dia em submarinos, navios, locomotivas, caminhões e plantas de geração elétrica são versões refinadas do original desenvolvido por Diesel em 1893!! # Rudolf Diesel não foi o único a ter a visão do uso de biocombustíveis nos motores de combustão. Henry Ford desenvolveu em 1908 seus primeiros modelos do Ford-T para serem movidos a etanol. # Década de 1970 – Crise do Petróleo. Busca de fontes de combustíveis renováveis para os motores do ciclo Otto e do ciclo Diesel. # Década de 1980 - O etanol passa a ser substituto viável para a gasolina. # Década de 2000 - Retomada de pesquisas intensivas e utilização de biocombustíveis nos motores diesel. O biodiesel passa a ser substituto viável para o diesel do petróleo. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Motores de combustão interna Os motores de combustão interna, segundo o tipo de acionamento de ignição que utilizam, são classificados em motores do ciclo Otto e motores do ciclo Diesel, Diesel nomes devidos aos seus descobridores. Motores do ciclo Otto São aqueles que aspiram a mistura ar-combustível preparada antes de ser comprimida no interior dos cilindros. A combustão da mistura é provocada por centelha produzida numa vela de ignição. É o caso de todos os motores a gasolina, álcool, gás, ou metanol, metanol que são utilizados, em geral, nos automóveis. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Ciclo Otto - motor à gasolina A. Indução Alimentaç Alimentação de mistura ar + combustí combustível. B. Compressão C. Potência D. Escape Igniç Ignição por centelha da mistura. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Ciclo Otto - motor à gasolina 2 tempos 4 tempos Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Motores de combustão interna Motores do ciclo Diesel São aqueles que aspiram ar, que após ser comprimido no interior dos cilindros, recebe o combustível sob pressão superior àquela em que o ar se encontra. A combustão ocorre por auto-ignição quando o combustível entra em contato com o ar aquecido pela pressão elevada. O combustível que é injetado ao final da compressão do ar, na maioria dos motores do ciclo Diesel é o óleo diesel comercial, comercial porém outros combustíveis, tais como nafta, óleos minerais mais pesados e óleos vegetais podem ser utilizados em motores construídos especificamente para a utilização destes combustíveis. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Ciclo Diesel A. Indução Alimentaç Alimentação apenas de ar. B. Compressão Compressão do ar e injeç injeção do combustí combustível. C. Potência D. Escape A temperatura do ar comprimido elevaeleva-se, chegando a ultrapassar os 700º 700ºC, causando a igniç ignição do combustí combustível injetado. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] O Motor de Rudolf Diesel Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Características dos motores segundo sua aplicação Tipo de motor Utilização IC ou Diesel Tempos 0.75 - 70 IC 2,4 15 - 75 IC 4 Ar,água Carros grandes 75 - 200 IC 4 Ar,água Comerciais leves 35 - 150 IC, D 4 Ar,água 120 - 400 D 4 água Veículos leves (aeroportos, fazendas) 1,5 - 15 IC 2,4 Ar,água agricultura 3 - 150 IC, D 2,4 Ar,água 40 - 750 D 2,4 água 40 - 2000 D 2,4 água 400 - 3.000 D 2,4 água Veículos de Motocicletas Scooters passeio Carros pequenos Comerciais pesados Veículos fora de estrada Movimento de terra Militares Potência kW Resfria mento Ar Estrada de ferro locomotivas Marinhos Fora de borda 0,4 - 75 IC 2 água Lanchas a motor 4 - 750 IC,D 4 água 30 - 2.200 D 2,4 água Navios 3.500 - 22.000 D 2,4 água Aviões 45 - 2.700 IC 4 ar Helicópteros 45 - 1.500 IC 4 ar 0,7 - 3 IC 2,4 ar 35 - 22,000 D 2,4 água Barcos a motor Aeronaves Domésticos Cortador de grama Estacionários Potência elétrica IC: ignição por centelha, D: Diesel Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Demanda de combustíveis para transporte no mundo Tipo de combustível Modo de transporte Fonte: http://www.world-petroleum.org/education/atfuels/index.html Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Matriz de combustíveis veiculares no Brasil 2005 Fonte: https://www.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/perfil/Perfil_biodisel.htm Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Origem do óleo diesel O PETRÓLEO é constituído por centenas de substâncias químicas, do metano ao asfalto. Sua composição é bastante variada: Hidrocarbonetos: 83 a 87% em carbono e 11 a 15% de hidrogênio Nitrogênio: 0 a 0,5% Enxofre: 0 a 6% Oxigênio: 0 a 3,5% Compostos são normalmente divididos em: Parafinas: hidrocarbonetos lineares de cadeia aberta CnH2n+2. Isoparafinas: hidrocarbonetos ramificados de cadeia aberta CnH2n+2 Olefinas: hidrocarbonetos não saturados, de cadeia aberta, CnH2n Naftenos: hidrocarbonetos de cadeia cíclica e saturada, CnH2n Aromáticos: hidrocarbonetos com anéis benzênicos, de cadeia CnH2n-6 Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Fracionamento do petróleo GLP Produtos quí químicos Gasolina Combustí Combustível para jatos, iluminaç iluminação e aquecimento PETRÓ PETRÓLEO BRUTO Óleo Diesel Óleo lubrificante, graxas Óleo combustí combustí vel para navios Piche para asfalto Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Óleo Diesel do Petróleo Molécula de óleo diesel consiste de hidrocarboneto do tipo alcano linear com 16 átomos de carbono e 34 átomos de hidrogênio ÓLEO DIESEL = HEXADECANO = CETANO Reação de combustão: 1C16H34 + 24,5O2 à 16CO2 + 17H2O + energia (~9,5 MJ/mol) Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Características dos combustíveis Número de Cetano - Permite avaliar a característica antidetonante dos combustíveis para Motores Diesel. O Cetano é um hidrocarboneto parafínico (alcano tipo C16H34) que recebe arbitrariamente o índice 100. É misturado ao alfa-metil-naftaleno, de fraca inflamabilidade, ao qual se atribui índice zero. Das diversas proporções das misturas obtém-se uma escala de número de Cetano, de 0 a 100. O índice de octano ou octanagem dos combustíveis está para motores do ciclo Otto, da mesma forma que o índice de cetano ou cetanagem está para os motores do ciclo Diesel. Portanto quanto maior for o índice de cetano de um combustível, melhor será a combustão num motor diesel. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Características dos combustíveis Fontes Poder calorífico inferior, PCI (kcal/kg) Petróleo 10180 Gás Natural Seco (2) 8800 Carvão Metalúrgico Nacional 6420 Carvão Metalúrgico Importado 7400 Lenha Catada 3100 Lenha Comercial 3100 Bagaço de Cana (4) 2130 Óleo Diesel Óleo Combustível 10100 9590 Gasolina Automotiva 10400 Gasolina de Aviação 10600 Gás Liquefeito de Petróleo 11100 Nafta 10630 Querosene de Aviação 10400 Coque de Carvão Mineral 6900 Carvão Vegetal 6460 Álcool Etílico Anidro 6750 Álcool Etí Etílico Hidratado 6300 Coque de Petróleo 8390 Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Fracionamento do petróleo LEMBRETE – o Petró Petróleo não serve apenas para produzir combustí combustíveis!!!! Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Por quê substituir o óleo diesel mineral RAZÃO ECONÔMICA: FONTE NÃO-RENOVÁVEL (VEM DO PETRÓLEO) RAZÃO AMBIENTAL: EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA (EMITE CARBONO NA ATMOSFERA SEM COMPENSAÇÃO, AO CONTRÁRIO DO ETANOL OU DOS BIOCOMBUSTÍVEIS) Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] O Futuro.... ATUALMENTE DIESEL DO PETRÓLEO TRABALHO + CALOR + GASES MOTOR CICLO DIESEL FUTURO (PRÓXIMO) COMBUSTÍVEL RENOVÁVEL QUE SOFRA INGIÇÃO POR COMPRESSÃO TRABALHO + CALOR + GASES MOTOR CICLO DIESEL Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Alternativas ao óleo diesel mineral ÓLEOS VEGETAIS IN NATURA: Vantagens: - Fonte abundante e diversificada - Processamento já dominado - Não contém enxofre na composição, minimizando emissão de SO2 Desvantagens: - Alta viscosidade, dificultando alimentação no motor - Libera resíduos no motor, prejudicando vida útil - Pode liberar componentes tóxicos, se combustão não for completa Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Estrutura química de óleos e gorduras Formados essencialmente por triglicerí triglicerídeos Ácido olêico (3) Glicerol Molé Molécula de óleo, formada por 3 cadeias de ácidos graxos ligadas a uma molé molécula de glicerol Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Comparação diesel x óleos vegetais in natura Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Alternativas ao óleo diesel mineral BIODIESEL “Biodiesel é a denominação genérica para os ésteres de ácidos graxos resultantes da reação entre um TRIGLICERÍDEO e um ÁLCOOL. A esta reação química dá-se o nome de TRANSESTERIFICAÇÃO, ou seja, a transformação de um éter em outro” Os triglicerídeos são os principais componentes óleos vegetais e nas gorduras animais. O álcool pode ser o metanol ou etanol. Do ponto de vista de uso como combustível, a principal diferença do biodiesel para um óleo vegetal é a sua menor viscosidade, facilitando a alimentação no motor e gerando menor quantidade de resíduos que danificam o motor. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Transesterificação A TRANSESTERIFICAÇÃO é a quebra da molécula de triglicerídeo em 3 moléculas menores (ésteres de ácidos graxos) através da reação com um álcool linear de baixo peso molecular. CATALISADOR !!!!! TRIGLICERÍ TRIGLICERÍDEO GLICEROL ÉSTERES METÍ METÍLICOS METANOL Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Efeito da transesterificação de óleos vegetais Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Comparação diesel x óleos vegetais transesterificados (biodiesel) Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Vantagens do biodiesel - Fonte abundante e diversificada (a mesma dos óleos in natura). - Ambientalmente bené benéfico. Não é tóxico. Biodegradá Biodegradável. - Menos poluente. Não conté contém enxofre na composiç composição. - Reduz aquecimento global (ciclo fechado de carbono). - Poder calorí calorífico, cetanagem e viscosidade similares aos do diesel mineral. - Pode ser usado no motor diesel sem qualquer alteraç alteração. - Pode ser misturado ao óleo diesel mineral em qualquer proporç proporção (B2 (B2,, B5, B5, B20). - Permite valorizar os subsub-produtos de atividades agroagro-industriais, com fixaç fixação do homem no campo. - Culturas regionais. AdaptaAdapta-se à cultura vegetal dominante na região. Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Misturas Diesel x Biodiesel Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] Benefícios ambientais do biodiesel Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] FUTURO – Desafios.... • Diferentes tipos de maté matériasrias-primas oleaginosas: - Propriedades físicas e químicas distintas - Necessidade de pré-tratamento antes da transesterificação • Ajuste do processo para diferentes tipos de reagentes alcoó alcoólicos: - Metanol - Etanol anidro - Etanol hidratado • Otimizaç Otimização do processo catalí catalítico: - Catálise alcalina homogênea - Catálise ácida homogênea - Catálise enzimática - Catálise heterogênea (ácida e alcalina) • Tecnologia para produç produção em pequena escala de produç produção - Facilidade de operação (baixa complexidade tecnológica) - Instrumentação - Minimização de resíduos (água de lavagem, glicerina, solventes, co-solventes). Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected] FIM Prof. Murilo D.M. Innocentini – UNAERP - Fone: 16 3603-6784, email: [email protected]