Instrução MI 020-582 Novembro de 2014 Transmissor de Temperatura® da I/A Series Modelo RTT80-T com Protocolo HART® Versão 6 MI 020-582 – Novembro de 2014 2 Índice Figuras........................................................................................................................................... 5 Tabelas .......................................................................................................................................... 7 1. Introdução................................................................................................................................. 9 Descrição Geral ...........................................................................................................................9 Documentos de Referência..........................................................................................................9 Identificação do Transmissor .......................................................................................................9 Especificações Padrão ................................................................................................................11 Classificação de Certificação Elétrica .........................................................................................14 Especificações de Segurança Elétrica .....................................................................................14 Documentos de Conformidade ATEX..................................................................................15 PTB 12ATEX2006..........................................................................................................15 FM 13ATEX0068X.........................................................................................................15 Documentos de Conformidade IECEx.................................................................................15 IECEx PTB 12.0045 .......................................................................................................15 IECEx FMG 14.0005X ...................................................................................................15 Avisos ...................................................................................................................................15 2. Instalação................................................................................................................................. 17 Montagem.................................................................................................................................18 Requisitos..................................................................................................................................18 Opções de Montagem do Módulo Básico..................................................................................19 Opções de Montagem do Invólucro Universal...........................................................................20 Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo .............................................21 Montagem de Termopoço .........................................................................................................22 Travas de Tampa........................................................................................................................23 Travas de Tampa do Invólucro Universal ..............................................................................23 Travas de Tampa do Invólucro com Compartimento Duplo .................................................24 Fiação........................................................................................................................................24 Conexões de Entrada............................................................................................................25 Fiação de Loop .....................................................................................................................26 Comunicação Multidrop ......................................................................................................28 3. Configuração e Operação......................................................................................................... 31 Configuração.............................................................................................................................31 3 MI 020-582 – Novembro de 2014 Índice Configurações de Hardware..................................................................................................31 Funções do Usuário ..............................................................................................................31 Display/Operation – Função do usuário: Operador .........................................................31 Setup – Função do usuário: Técnico de Manutenção.......................................................32 Diagnostics – Função do usuário: Técnico de Manutenção..............................................34 Expert – Função do usuário: Expert.................................................................................36 Operação...................................................................................................................................41 Display Local........................................................................................................................42 Menu Online .......................................................................................................................43 4. Manutenção ............................................................................................................................ 45 Resolução de Problemas ............................................................................................................45 Substituindo o Transmissor .......................................................................................................47 Unidades Montadas em Trilho DIN .....................................................................................47 Unidades Montadas em Invólucro Universal.........................................................................47 Unidades Montadas em Invólucro com Compartimento Duplo ...........................................48 Diagnóstico...............................................................................................................................48 Display .................................................................................................................................49 Interface de Dispositivo ........................................................................................................49 4 Figuras 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Rótulo de Identificação Típico para Invólucro e Código de Montagem do Sensor BB...........9 Rótulos de Identificação Típicos para Invólucro Universal ..................................................10 Rótulos de Identificação Típicos para Invólucro com Compartimento Duplo .....................10 Opções de Montagem do Módulo Básico (Código de Montagem do Sensor e Invólucro BB).............................................................................................................19 Opções de Montagem do Invólucro Universal (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro SS, TT, LL, MM, WW e YY) .....................................................................20 Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo: Sensor Remoto (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro GG, HH, QQ e RR) ............................21 Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo: Sensor Integral (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro CC, DD, EE, FF, JJ, KK, NN e PP) .....22 Montagem de Termopoço (Mostrando Invólucro com Compartimento Duplo)..................22 Trava de Tampa do Invólucro Universal ..............................................................................23 Travas de Tampa do Invólucro com Compartimento Duplo................................................24 Conexões de Entrada no Módulo Básico e Invólucro Universal ...........................................25 Fiação do Invólucro com Compartimento Duplo do Bloco de Terminais até o Módulo ......25 Tensão de Alimentação e Impedância ..................................................................................26 Fiação do Loop do Transmissor ...........................................................................................28 Fiação de Vários Transmissores em uma Fonte de Alimentação Comum .............................28 Rede Multidrop Típica........................................................................................................29 DIP Switches do Display.....................................................................................................31 Informações do Display.......................................................................................................42 Diagrama de Resolução de Problemas..................................................................................46 Conexões de Entrada...........................................................................................................47 5 MI 020-582 – Novembro de 2014 6 Figuras Tabelas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Documentos de Referência....................................................................................................9 Tipos de Entrada, Intervalos e Limites.................................................................................11 Especificações do Invólucro.................................................................................................12 Especificações de Segurança Elétrica ....................................................................................14 Informações do Display.......................................................................................................42 Etapas Recomendadas de Resolução de Problemas antes de Substituir o Módulo.................45 Erros de Diagnóstico ...........................................................................................................48 Severidade do Diagnóstico ..................................................................................................49 Códigos de Diagnóstico ......................................................................................................49 7 MI 020-582 – Novembro de 2014 8 Tabelas 1. Introdução Descrição Geral O Transmissor de Temperatura RTT80 é baseado em microprocessador e recebe os sinais de entrada de termopares, RTDs, resistência (ohms) ou fontes de milivolts. É oferecido em um pacote de módulo básico ou com opções de invólucro universal ou com compartimento duplo e está disponível com o protocolo de comunicação HART® Versão 6. Documentos de Referência Para obter informações adicionais e relacionadas, consulte os documentos listados em Tabela 1. Tabela 1. Documentos de Referência Documento Descrição PSS 2A-1F8 A Ficha de Especificações do Produto: Transmissor de Temperatura Modelo RTT80 da I/A Series® MI 020-580 Instrução Principal: Transmissor de Temperatura RTT80 da I/A Series® — Informações de Segurança FM/CSA MI 020-581 Instrução Principal: Transmissor de Temperatura RTT80 da I/A Series® — Informações de Segurança ATEX/IECEx DP 020-580 Desenho Dimensional: Transmissores de Temperatura Modelo RTT80 da I/A Series® PL 008-680 Lista de Peças: Transmissores de Temperatura Inteligentes Modelo RTT80 da I/A Series® Identificação do Transmissor Veja nas Figuras 1, 2 e 3 os rótulos de dados e de agência típicos. Para transmissores instalados em um invólucro, o rótulo de agência da unidade básica está localizado na unidade básica e os rótulos de agência e de dados aplicáveis são instalados externamente no invólucro do transmissor. OBSERVAÇÃO As Figuras 1, 2 e 3 mostram plaquetas de dados típicas. Para recapitular informações específicas que se aplicam a cada certificação da agência, veja “Classificação de Certificação Elétrica” na página 14. Figura 1. Rótulo de Identificação Típico para Invólucro e Código de Montagem do Sensor BB Módulo de Transmissor Básico (Código BB) Rótulo de Agência Conexão do display 9 MI 020-582 – Novembro de 2014 1. Introdução Figura 2. Rótulos de Identificação Típicos para Invólucro Universal Rótulo de Agência IECEx EA Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta(- 50°C to 46°C) T5; Ta(- 50°C to 60°C), T4; Ta(- 50°C to 60°C) IECEx PTB 12.0045; IP 66/67 K0168LL SEE CERTIFICATES FOR ELECTRICAL DATA ED Ex d IIC T6 GbTa(- 40°C to 70°C) Ex tb IIIC T85°C DbTa(- 40°C to 70°C) IECEx FMG 14.0005X; IP 66/67 WARNING – DO NOT OPEN WHEN ENERGIZED Invólucro Universal (Códigos LL, MM, SS, TT, WW e YY) Rótulo de Agência de Segurança à Prova de Explosão e Instrínseco SEE CERTIFICATES FOR ELECTRICAL DATA K0168SY II 2 GD Ex d IIC T6 GbTa(- 40°C to 70°C) Ex tb IIIC T85°C DbTa(- 40°C to 70°C) FM 13ATEX0068X; IP 66/67 AD II 2G Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta(- 40°C to 55°C) T5; Ta(- 40°C to 70°C), T4; Ta(- 40°C to 85°C) PTB 12ATEX2005; IP 66/67 AA 0344 WARNING – DO NOT OPEN WHEN ENERGIZED FM FD APPROVED FA XP CL I, DIV 1, GP B, C, D; DIP CL II, III, DIV 1 GP E, F, G; T5 Ta = -40°C to +80°C; T6 -40°C to +70°C CL I, ZN 1, AEx d IIC; T5 Ta = -40°C to +80°C; T6 -40°C to +70°C IS CL I, DIV 1, GP A, B, C, D; CL I, ZN 0, AEx ia IIC; T4, Ta = -40°C to +85°C; T5, Ta = -40°C to +70°C;T6, Ta = -40°C to +55°C; Install Per Drawing K0164YA NI CL I, DIV 2, GP A, B, C, D; T4 Ta = -40°C to +85°C;T5, Ta = -40°C to +70°C; T6, Ta = -40°C to +55°C; Install Per Drawing K0164YA FN Type 4X / IP66/67 WARNING: EXPLOSION HAZARD: Keep Cover tight while circuits are live unless area is known to be Non-Hazardous. Substitution of components may impair Intrinsic Safety or Division 2 Approval. D0197UK Rótulo de Agência de Segurança à Prova de Explosão e Intrínseco (FM) SEAL NOT REQUIRED I/A Series R TEMPERATURE TRANSMITTER MODEL ORIGIN ST REF NO. SUPPLY SER NO. RANGE MWP CUST DATA INVENSYS SYSTEMS, INC. 33 Commercial St. FOXBORO, MA, U.S.A. Rótulo de Dados Figura 3. Rótulos de Identificação Típicos para Invólucro com Compartimento Duplo WARNING DO NOT OPEN WHEN ENERGIZED FOXBORO, MA, U.S.A. Rótulo IECEx INVENSYS SYSTEMS, INC. Invólucro com Compartimento Duplo (Códigos CC, DD, EE, FF, GG, HH JJ, KK, NN, PP, QQ, RR) PERMANENTLY MARK ONE TYPE OF PROTECTION. ONCE I/A Series R TEMPERATURE TRANSMITTER MODEL STYLE ORIGIN REF. NO. SERIAL NO. SUPPLY RANGE CAUTION: CABLE ENTRIES Invensys CUST. DATA ! CHOSEN, IT CAN NOT CHANGE. NOT FOLLOWING THESE INSTRUCTIONS WILL JEOPARDIZE EXPLOSION SAFETY. SEE CERTIFICATES FOR ELECTRICAL DATA ED Ex d IIC T6 GbTa(- 40°C to 70°C) Ex tb IIIC T85°C DbTa(- 40°C to 70°C) IECEx FMG 14.0005X; IP 66/67 EA Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta(- 50°C to 46°C) T5; Ta(- 50°C to 60°C), T4; Ta(- 50°C to 60°C) IECEx PTB 12.0045; IP 66/67 R WARNING - THE PERMITTED WORKING TEMPERATURE OF FIELD WIRING SHALL BE AT LEAST THE MAXIMUM AMBIENT TEMPERATURE OF THE APPLICATION INCREASED BY 5°C K0168LP 0344 FOXBORO, MA, U.S.A. WARNING DO NOT OPEN WHEN ENERGIZED INVENSYS SYSTEMS, INC. Rótulo ATEX PERMANENTLY MARK ONE TYPE OF PROTECTION. ONCE I/A Series R TEMPERATURE TRANSMITTER MODEL STYLE ORIGIN REF. NO. SERIAL NO. SUPPLY RANGE CAUTION: CABLE ENTRIES Invensys CUST. DATA ! CHOSEN, IT CAN NOT CHANGE. NOT FOLLOWING THESE INSTRUCTIONS WILL JEOPARDIZE EXPLOSION SAFETY. SEE CERTIFICATES FOR ELECTRICAL DATA AD II 2 GD Ex d IIC T6 GbTa(- 40°C to 70°C) Ex tb IIIC T85°C DbTa(- 40°C to 70°C) FM 13ATEX0068X; IP 66/67 AA II 2 G Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta(- 40°C to 55°C) T5; Ta(- 40°C to 70°C), T4; Ta(- 40°C to 85°C) PTB 12ATEX2005; IP 66/67 R WARNING - THE PERMITTED WORKING TEMPERATURE OF FIELD WIRING SHALL BE AT LEAST THE MAXIMUM AMBIENT TEMPERATURE OF THE APPLICATION INCREASED BY 5°C K0168SZ FOXBORO, MA, U.S.A. SEAL NOT REQUIRED INVENSYS SYSTEMS, INC. Rótulo FM WARNING: EXPLOSION HAZARD: Keep Cover tight while circuits are live unless area is known to be Non-Hazardous. Substitution of components may impair Intrinsic Safety or Division 2 Approval. I/A Series R TEMPERATURE TRANSMITTER MODEL STYLE ORIGIN REF. NO. SERIAL NO. SUPPLY RANGE CAUTION: CABLE ENTRIES Invensys CUST. DATA FD XP CL I, DIV 1, GP B, C, D; DIP CL II, III, DIV 1 GP E, F, G; T5 Ta = -40°C to +80°C; T6 -40°C to +70°C CL I, ZN 1, AEx d IIC; T5 Ta = -40°C to +80°C; T6 -40°C to +70°C FA IS CL I, DIV 1, GP A, B, C, D; CL I, ZN 0, AEx ia IIC; T4, Ta = -40°C to +85°C; T5, Ta = -40°C to +70°C; T6, Ta = -40°C to +55°C; Install Per Drawing K0164YA FN NI CL I, DIV 2, GP A, B, C, D; T4 Ta = -40°C to +85°C; T5, Ta = -40°C to +70°C; T6, Ta = -40°C to +55°C; Install Per Drawing K0164YA FM K0168ST APPROVED R WARNING - THE PERMITTED WORKING TEMPERATURE OF FIELD WIRING SHALL BE AT LEAST THE MAXIMUM AMBIENT TEMPERATURE OF THE APPLICATION INCREASED BY 5°C Type 4X / IP66/67 10 FOXBORO, MA, U.S.A. INVENSYS SYSTEMS, INC. Rótulo de Dados I/A Series R TEMPERATURE TRANSMITTER MODEL STYLE ORIGIN REF. NO. SERIAL NO. SUPPLY RANGE CAUTION: CABLE ENTRIES CUST. DATA D0197XA-A Invensys R 1. Introdução MI 020-582 – Novembro de 2014 Especificações Padrão Limites de Temperatura Ambiente: -40 e +85 °C (-40 e +185 °F) OBSERVAÇÃO Para garantir a operação adequada, os limites de temperatura ambiente no invólucro não devem ser ultrapassados. Isso é especialmente relevante quando os sensores/termopoços estão conectados diretamente ao invólucro e temperaturas de processo muito altas estão sendo medidas. A transferência de calor do processo para o invólucro pode ser minimizada pelo uso de extensões de termopoço ou, em casos extremos, por meio de uma instalação de invólucro remoto. Limites da Tensão de Alimentação: 11 e 42 V CC Vmáx = 30 V CC quando certificado como intrinsecamente seguro. Limites de Vibração: Módulo do Transmissor Básico, Invólucro e Código de Montagem do Sensor BB: 20 a 100 Hz para 4g de acordo com as diretrizes GL, Capítulo 2, Edição de 2003. RTT80, Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro CC, EE, GG, JJ, LL, NN, QQ, SS e WW: 19 mm (0,75 pol). Amplitude Dupla de 5 a 9 Hz, 0 a 30 m/s2 (0 a 3 “g”) de 9 a 500 Hz. RTT80, Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro DD, FF, HH, KK, MM, PP, RR, TT e YY: no máximo 10 m/s2 (1 g). Tipo de Entrada: É possível conectar duas entradas de sensores independentes entre si. Elas não são isoladas galvanicamente entre si. Tabela 2. Tipos de Entrada, Intervalos e Limites Tipo de Entrada Designação Limites de Intervalo Faixa de Temperatura Variação de Medição Recomendada Mín. Termômetro de Resistência (RTD) De acordo com a IEC 60751:2008 De acordo com a JIS C1604:1984 De acordo com a DIN 43760 IPTS-68 Pt100 Pt200 Pt500 Pt1000 Pt100 Ni100 Ni120 De acordo com a GOST Pt100 6651-94 Pt50 Cu50 De acordo com a OIML Cu50 R84: 2003 e GOST 6651-94 Ni100 Ni120 De acordo com a OIML Cu50 R84: 2003 -200 e +850 °C -200 e +850 °C -200 e +500 °C -200 e +250 °C -200 e +510 °C – – – – – 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K -60 e +250 °C -60 e +250 °C -200 e +850 °C -185 e +1.100 °C -175 a 200C -50 e +200 °C -60 e +180 °C -60 e +180 °C -180 e +200 °C – – – – – – – – – 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K 10 K 11 MI 020-582 – Novembro de 2014 1. Introdução Tabela 2. Tipos de Entrada, Intervalos e Limites (Continuação) Tipo de Entrada – – – Limites de Intervalo Faixa de Temperatura Variação de Medição Recomendada Mín. Designação Pt100 (Callendar-van Dusen) Polinomial de Níquel Polinomial de Cobre Observação (a) Observação (a) Observação (a) – – – – – – – – Transmissor de Resistência – Resistência em Ohms 10 e 400 Ohms 10 e 2.000 Ohms Termopares (TC) (b) De acordo com a IEC 584 Parte 1 De acordo com a ASTM E988/E230 De acordo com a DIN 43710 Tipo B (PtRh30-PtRh6) Tipo E (NiCr-CuNi) Tipo J (Fe-CuNi) Tipo K (NiCr-Ni) Tipo N (NiCrSi-NiSi) Tipo R (PtRh13-Pt) Tipo S (PtRh10-Pt) Tipo T (Cu-CuNi) Tipo C (W3Re-W25Re) Tipo D (W5Re-W26Re) Tipo L (Fe-CuNi) Tipo U (Cu-CuNi) +40 e +1.820 °C -270 e +1.000 °C -210 e +1.200 °C -270 e +1.372 °C -270 e +1.300 °C -50 e +1.768 °C -50 e +1.768 °C -260 e +400 °C 0 e +2.315 °C 0 e +2.315 °C -200 e +900 °C -200 e +600 °C +100 a +1.500 °C 0 a +750 °C +20 a +700 °C 0 a +1.100 °C 0 a +1.100 °C 0 a +1.400 °C 0 a +1.400 °C -185 a +350 °C 0 a +2.000 °C 0 a +2.000 °C 0 a +700 °C -185 a +400 °C 500 K 50 K 50 K 50 K 50 K 500 K 500 K 50 K 500 K 500 K 50 K 50 K -20 a +100 mV – Transmissor de Tensão – Milivolt (mV) -20 e +100 mV a. Os limites do intervalo de medição são especificados inserindo os valores-limite que dependem de coeficientes A a C e R0. b. As especificações de precisão de termopar são aplicáveis ao intervalo recomendado. Tabela 3. Especificações do Invólucro Código À prova de do Classificação explossão Invólucro Material e Acabamento IEC/NEMA e de fogo Configuração de Montagem Entradas de Fiação em Campo no Invólucro Módulo Básico BB Plástico encapsulado IP20 (a) Não Módulo de Transmissor Básico (b) (DIN Form B package) Nenhuma Invólucro Universal LL Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro universal com sensor 1/2 NPT integral e termopoço MM Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro universal com sensor 1/2 NPT integral e termopoço SS Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim 1/2 NPT Invólucro universal para montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto (c) TT Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro universal para 1/2 NPT montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto(c) WW Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro universal com sensor 1/2 NPT bainha integral 12 1. Introdução MI 020-582 – Novembro de 2014 Tabela 3. Especificações do Invólucro (Continuação) Código À prova de do Classificação explossão Invólucro Material e Acabamento IEC/NEMA e de fogo YY Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Configuração de Montagem Entradas de Fiação em Campo no Invólucro Invólucro universal com sensor 1/2 NPT bainha integral Invólucro com Compartimento Duplo CC Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo e sensor bainha integral M20 DD Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo e sensor bainha integral M20 EE Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo, sensor integral e termopoço M20 FF Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo, sensor integral e termopoço M20 GG Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo para montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto(c) M20 HH Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo para montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto(c) M20 JJ Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo e sensor bainha integral 1/2 NPT KK Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo e sensor bainha integral 1/2 NPT NN Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo, sensor integral e termopoço 1/2 NPT PP Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo, sensor integral e termopoço 1/2 NPT QQ Liga de alumínio com baixo teor de cobre; revestida de epóxi IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo para montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto (c) 1/2 NPT RR Aço inoxidável IP66/67 NEMA 4X Sim Invólucro com compartimento duplo para montagem em superfície ou em tubulação, sensor remoto(c) 1/2 NPT a. O módulo básico, embora encapsulado, tem terminais expostos, desprotegidos do ambiente. b. O módulo básico normalmente é utilizado para fins de substituição e como sobressalente; ele também pode ser montado em uma superfície ou em um trilho DIN usando um grampo (Opcional -D1). c. Montado na superfície ou em tubulação usando as opções de conjunto de montagem -M1 ou -M2. 13 MI 020-582 – Novembro de 2014 1. Introdução ! AVISO Para todos os Transmissores RTT80-T com invólucro de alumínio: Quando usado em atmosfera potencialmente explosiva que exige aparato de equipamento categoria 1 G, o transmissor deve ser instalado de modo que, mesmo em casos raros, seja excluída uma fonte de ignição devido ao impacto ou atrito entre o invólucro e o ferro/aço. Isso deve ser considerado durante a instalação, especialmente se o equipamento for instalado em um local de zona 0. Taxa de Comunicação: 1.200 baud Distância de Comunicação: Modo Analógico: 3.050 m (10.000 pés) Modo Multidrop: 1.525 m (5.000 pés) Classificação de Certificação Elétrica A certificação elétrica está impressa no rótulo de agência localizado no módulo básico e no invólucro do transmissor (se aplicável). O Código de Desenho de Segurança Elétrica também está incluso como parte do código do modelo no rótulo de dados localizado no módulo básico ou no invólucro do transmissor (se aplicável). Veja na Figura 2 e na Figura 3 exemplos de rótulos de dados e de agência típicos. Para obter uma explicação completa sobre o código do modelo, veja PL 008-680. Especificações de Segurança Elétrica OBSERVAÇÃO Esses transmissores foram projetados para atender à descrição de segurança elétrica encontrada na Tabela 4. Para obter informações detalhadas ou o status de aprovações/certificações de laboratórios de testes, entre em contato com a Invensys. Tabela 4. Especificações de Segurança Elétrica Laboratórios de Testes, Tipo de Proteção e Classificação da Área Opção de Código de Modelo Área não classificada CSA IS, I/1+2/ABCD (a) CSA NI, 1/2/ABCD(a) CSA à Prova de Explosão, Classe I, Divisão 1, BCD; À Prova de Ignição de Pó; Classe II, Divisão 1, EFG, Classe III, Divisão 1. Também com certificação por zona, Cl. I, Zona 1, EX d IIC(a) (b) ATEX II 1G Ex ia IIC T4/T5/T6 ATEX II 2 G Ex d T6 Gb Ta = -40 °C a 70 °C II 2 D Ex tb T85C Db(b) IECEx Ex ia IIC T4/T5/T6 IECEx Ex d T6 Gb Ta = -40 °C a 70 °C Ex tb T85C Db (b) FM IS, I/1+2/ABCD FM NI, I/2/ABCD FM À Prova de Explosão, Classe I, Divisão 1, Grupos B, C e D; À Prova de Ignição de Pó; Classe II, Divisão 1, Grupos E, F e G, Classe III Divisão 1 ZZ CA CN CD a. Indisponível com invólucros com compartimento duplo. b. Não disponível com o módulo básico (Invólucro e Código de Montagem do Sensor BB). 14 AA AD EA ED FA FN FD 1. Introdução MI 020-582 – Novembro de 2014 Documentos de Conformidade ATEX Diretiva 94/9/EC - Equipamentos ou Sistemas de Proteção Destinados ao Uso em Atmosferas Potencialmente Explosivas. Além disso, a conformidade com os requisitos essenciais de segurança e saúde foi assegurada pelo cumprimento dos seguintes documentos, conforme indicado no certificado de conformidade: PTB 12ATEX2006 II 2G Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta (-40 a 55 °C); T5; Ta (-40° C a 70 °C), T4; Ta (-40 °C a 85 °C) EN 60079-0:2009; EN 60079-11:2007 FM 13ATEX0068X II 2 GD Ex d IIC T6 Gb Ta (-40 °C a 70 °C) Ex tb IIIC T85 °C Db Ta (-40 °C a 70 °C) EN 60079-0:2009; EN 60079-1:2007; EN 60079-31:2009 Documentos de Conformidade IECEx IECEx PTB 12.0045 Ex ia IIC T6..T4 Ga, T6; Ta (-50 °C a 46 °C) T5; Ta (-50 °C a 60 °C), T4; Ta (-50 °C a 60 °C) IEC 60079-0:2007-10 (edição 5); IEC 60079-11:2011 (edição 6); IEC 60079-26:2006 (edição 2) IECEx FMG 14.0005X Ex d IIC T6 Gb Ta = -40 °C a 70 °C Ex tb IIIC T85 °C Db Ta = -40 °C a 70 °C IEC 60079-0:2007-10 (edição 5); IEC 60079-1:2007 (edição 6); IEC 60079-31:2013 (edição 2) Avisos ! AVISO Não abrir com os circuitos energizados. ! AVISO Não abrir quando energizado ou na possibilidade de presença de atmosfera explosiva. ! AVISO A substituição de componentes pode prejudicar a segurança intrínseca ou as aprovações de Divisão 2. 15 MI 020-582 – Novembro de 2014 1. Introdução ! AVISO Os números de certificado têm um sufixo ‘X’ que indica que se aplicam condições especiais de instalação e uso. Quem instala ou inspeciona esse equipamento deve ter acesso ao conteúdo do certificado ou a estas instruções. As condições listadas no certificado são reproduzidas a seguir. 1. Alguns modelos têm o invólucro principal de componentes eletrônicos fabricado com liga de alumínio. Em casos raros, podem ocorrer fontes de ignição devido a impactos e faíscas de fricção. Isso deve ser considerado durante a instalação, especialmente se o equipamento for instalado em um local de zona 0. 2. Na instalação em zonas com pó inflamável, sob certas circunstâncias extremas, uma carga eletrostática inflamável pode se acumular nas superfícies pintadas não condutoras. Portanto, o usuário/instalador deve tomar precauções para evitar o acúmulo de carga eletrostática; por exemplo, colocar o equipamento em um local onde a presença de um mecanismo de geração de carga (como pó levado pelo vento) seja improvável e limpar com pano úmido. 3. Ao instalar em zona de pó inflamável, o instalador deve assegurar que a entrada de cabos mantenha a condição à prova de pó (IP6X) do invólucro. Para certificações à prova de explosão: ! AVISO Manter a tampa bem encaixada enquanto os circuitos estiverem energizados, a menos que se saiba que a área não é perigosa. ! AVISO Para evitar a ignição de atmosfera inflamável ou combustível, desconecte a alimentação antes da manutenção. 16 2. Instalação O material a seguir fornece informações e procedimentos para a instalação do Transmissor RTT80. Para obter informações dimensionais, consulte DP 020-580. A instalação deve ser realizada de acordo com o código de prática aplicável (tipicamente IEC 60079-14) por pessoal adequadamente treinado. Não há condições especiais de verificação ou de manutenção. Todos os equipamentos protegidos contra explosões devem ser periodicamente inspecionados em conformidade com o código de prática aplicável (tipicamente IEC 60079-17). O intervalo entre as inspeções normalmente não deve ultrapassar três anos, a não ser que seja fornecida justificativa para um intervalo mais longo. No que diz respeito à segurança contra explosões, não é necessário verificar a operação correta. OBSERVAÇÃO Use um vedante de rosca adequado em todas as conexões. ! ADVERTÊNCIA A montagem do sensor bainha ou do termopoço no invólucro 316 ss não deve ser usada em áreas de alta vibração. ! ADVERTÊNCIA O RTT80 é certificado apenas para uso na temperatura ambiente marcada no equipamento e não deve ser utilizado fora desse intervalo. ! ADVERTÊNCIA A pressão máxima do processo indicada na marcação não deve ser ultrapassada. ! ADVERTÊNCIA A temperatura ambiente máxima permitida do transmissor de temperatura RTT80 é de 80 °C. Para evitar os efeitos da temperatura do processo e outros efeitos térmicos, tome cuidado para assegurar que a temperatura do invólucro do sistema eletrônico não ultrapasse a temperatura ambiente de 80 °C. 17 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação Montagem O transmissor é oferecido em um pacote de módulo básico ou com opções de invólucro universal ou com compartimento duplo. O módulo de transmissor básico pode ser montado em superfície plana ou em um trilho DIN usando um grampo simples. Supõe-se que proteção ambiental suficiente será fornecida quando um transmissor básico for utilizado sem invólucro. O transmissor também é oferecido com um invólucro universal robusto, que acomoda os componentes eletrônicos e terminais em um único compartimento, ou um invólucro com compartimento duplo, que isola e veda os terminais de fiação do compartimento de componentes eletrônicos. O transmissor em um invólucro de campo pode ser montado em tubulação, em superfície, diretamente em sensor bainha ou em termopoço. Veja as Figura 4 à Figura 8. Para temperaturas de processo extremamente altas, recomenda-se um sensor montado remotamente. Além disso, a estabilidade de montagem pode influenciar a forma como o sensor é preso ao transmissor. Se o tanque de processo for altamente isolante e o termopoço tiver revestimento considerável, recomenda-se um transmissor montado remotamente, ligado a uma tubulação de 50 mm (2 pol). Ao montar o transmissor, leve em conta o espaço necessário para remover a tampa. Requisitos 1. Em todas as versões, o circuito do sensor não é galvanicamente isolado de forma infalível em relação ao circuito de entrada. No entanto, o isolamento galvânico entre os circuitos é capaz de suportar uma tensão de teste de 500 V CA durante 1 minuto. 2. Para RTT80-T com invólucro universal ou com compartimento duplo, certifique-se de usar entradas de cabos e elementos de interrupção adequados à aplicação e instalados corretamente. 3. Em todas as versões, com temperatura ambiente 60 °C, deve-se usar cabos resistentes ao calor com classificação de, pelo menos, 20 K acima da temperatura ambiente. 4. Para o Tipo RTT80-T com Código de Montagem do Sensor e Invólucro BB, o transmissor deve ser montado em um invólucro a fim de proporcionar um grau de proteção de entrada de, pelo menos, IP20. 5. Para o Tipo RTT80-T com Código de Montagem do Sensor e Invólucro BB, o transmissor pode ser instalado em uma atmosfera potencialmente explosiva causada pela presença de pó combustível apenas quando montado em um invólucro de metal de acordo com a DIN 43729, fornecendo um grau de proteção de, pelo menos, IP66/67, de acordo com a EN 60529. 18 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 Opções de Montagem do Módulo Básico Figura 4. Opções de Montagem do Módulo Básico (Código de Montagem do Sensor e Invólucro BB) SUPERFÍCIE CLIPE DE MONTAGEM OPCIONAL PARAFUSOS DE MONTAGEM FORNECIDOS PELO USUÁRIO (2 LUGARES) TRILHO DIN BUCHA FORNECIDA PELA INVENSYS PARAFUSO AUTORROSCANTE, FORNECIDO PELA INVENSYS 19 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação Opções de Montagem do Invólucro Universal Figura 5. Opções de Montagem do Invólucro Universal (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro SS, TT, LL, MM, WW e YY) INVÓLUCRO UNIVERSAL PARA MONTAGEM DE TUBULAÇÃO OU SUPERFÍCIE COM SENSOR REMOTO CONEXÃO DO CONDUTOR (2 LUGARES) CÓDIGOS DO INVÓLUCRO: SS = ALUMÍNIO TT = 316 ss OBSERVAÇÃO 1 TRAVA DA TAMPA EXTERNA E PARAFUSO DE ATERRAMENTO QUANDO APLICÁVEL OBSERVAÇÃO 1 SUPERFÍCIE DE MONTAGEM SUPORTE DE MONTAGEM DA TUBULAÇÃO OU SUPERFÍCIE INVÓLUCRO UNIVERSAL COM SENSOR INTEGRAL SENSOR BAINHA 1/2 NPT SENSOR E TERMOPOÇO SENSOR E TERMOPOÇO COM REVESTIMENTO 20 CÓDIGOS DE INVÓLUCRO LL = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO PARA SENSOR E POÇO MM = INVÓLUCRO DE 316 ss PARA SENSOR E POÇO WW = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO COM SENSOR BAINHA YY = INVÓLUCRO DE 316 ss COM SENSOR BAINHA 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo Figura 6. Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo: Sensor Remoto (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro GG, HH, QQ e RR) INVÓLUCRO DE COMPARTIMENTO DUPLO PARA MONTAGEM DA TUBULAÇÃO OU SUPERFÍCIE COM SENSOR REMOTO CONEXÃO DO TUBULAÇÃO DN CONDUTOR 50 OU 2 POL (2 LUGARES) (POR USUÁRIO) SUPERFÍCIE DE MONTAGEM SUPORTE DE MONTAGEM DA TUBULAÇÃO OU SUPERFÍCIE CÓDIGOS DE INVÓLUCRO GG = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO M20 PARA SENSOR REMOTO HH = INVÓLUCRO M20 DE 316 ss PARA SENSOR REMOTO QQ = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO 1/2 NPT PARA SENSOR REMOTO RR = INVÓLUCRO DE 316 ss 1/2 NPT PARA SENSOR REMOTO 21 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação Figura 7. Opções de Montagem do Invólucro com Compartimento Duplo: Sensor Integral (Códigos de Montagem do Sensor e Invólucro CC, DD, EE, FF, JJ, KK, NN e PP) INVÓLUCRO DE COMPARTIMENTO DUPLO COM SENSOR INTEGRAL E/OU SENSOR E TERMOPOÇO CONEXÃO DO CONDUTOR (2 LUGARES) CÓDIGOS DE INVÓLUCRO CC = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO M20 COM SENSOR BAINHA DD = INVÓLUCRO DE 316 SS M20 COM SENSOR BAINHA EE = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO M20 COM SENSOR E TERMOPOÇO FF = INVÓLUCRO DE 316 SS M20 COM SENSOR E TERMOPOÇO JJ = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO 1/2 NPT COM SENSOR BAINHA KK = INVÓLUCRO DE 316 SS 1/2 NPT COM SENSOR BAINHA NN = INVÓLUCRO DE ALUMÍNIO 1/2 NPT COM SENSOR E TERMOPOÇO PP = INVÓLUCRO DE 316 SS 1/2 NPT COM SENSOR E TERMOPOÇO 1/2 NPT SENSOR BAINHA SENSOR E TERMOPOÇO SENSOR E TERMOPOÇO COM REVESTIMENTO Montagem de Termopoço Figura 8. Montagem de Termopoço (Mostrando Invólucro com Compartimento Duplo) REVESTIMENTO PROCESSO ACOPLADOR DE UNIÃO TERMOPOÇO PREENCHIMENTO DE ISOLAMENTO 22 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 Travas de Tampa Por padrão, é fornecida uma trava de tampa com determinadas certificações de agências e como parte da opção de Trava e Vedação de Transferência de Custódia. O tipo de trava varia com o invólucro usado. Travas de Tampa do Invólucro Universal Para travar a tampa do invólucro universal: 1. Aperte a tampa do invólucro até que o flange da tampa entre em contato com o flange do invólucro. 2. Coloque a braçadeira como mostrado abaixo e aperte o parafuso da braçadeira. 3. Insira o fio de vedação pela braçadeira e amasse o selo, se for o caso. Figura 9. Trava de Tampa do Invólucro Universal Parafuso de Aterramento Externo Parafuso da Braçadeira Braçadeira Fio de Vedação 23 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação Travas de Tampa do Invólucro com Compartimento Duplo Para travar as tampas do invólucro com compartimento duplo: 1. Aperte cada tampa do invólucro até que o flange da tampa entre em contato com o flange do invólucro. 2. Aperte o parafuso de travamento como mostrado abaixo e aperte o parafuso da braçadeira. 3. Insira o fio de vedação pela braçadeira e amasse o selo, se for o caso. Figura 10. Travas de Tampa do Invólucro com Compartimento Duplo Parafuso de Travamento Fio de Vedação Parafuso de Travamento Vedação de Sonda Fiação O transmissor deve ser instalado de forma a atender a todos os regulamentos de instalação locais, como requisitos para locais perigosos e códigos de fiação elétrica. As pessoas envolvidas na instalação devem ser treinadas nesses requisitos de código. Para manter a certificação da agência, o transmissor também deve ser instalado de acordo com as exigências da agência. ! AVISO Para manter a proteção IEC IP66/67 e NEMA Tipo 4X em transmissores com invólucro universal todas as aberturas do conduíte não utilizadas devem ser fechadas com bujão de metal. Além disso, deve-se instalar a tampa do invólucro rosqueada. Aperte com a mão a tampa do invólucro de modo que o O-ring fique totalmente preso, certificando-se de que o flange da tampa entrou em contato com o flange do invólucro OBSERVAÇÃO Recomenda-se o uso de proteção contra transientes/surtos em instalações sujeitas a altos níveis de transientes e surtos elétricos. 24 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 Conexões de Entrada Há sete terminais no módulo básico para as conexões de entrada e de saída. Os terminais 1 e 2 são para energia do barramento a saída de medição e os terminais 3 a 7, para RTD, TC, ohm ou entradas de sensores de mV. Veja Figura 11. No invólucro com compartimento duplo e sensor remoto, as conexões de barramento e do sensor são feitas através do bloco de terminais no lado da conexão do cliente do invólucro. Os terminais são identificados com os mesmos números que as conexões do módulo e os fios são codificados por cores, conforme indicado na Figura 12. Figura 11. Conexões de Entrada no Módulo Básico e Invólucro Universal Entrada do Sensor 2 RTD, W: 3 e 2 fios TC, mV Entrada do Sensor 1 RTD, W: 4, 3 e 2 fios vermelho vermelho Conexão de barramento e tensão de alimentação vermelho vermelho 7 6 5 TC, mV 1 branco 4 branco branco 3 2 Conexão do display Figura 12. Fiação do Invólucro com Compartimento Duplo do Bloco de Terminais até o Módulo Roxo 1= Vermelho Azul Verde Amarelo 2= Marrom Laranja Conexão do display 25 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação As seguintes combinações de conexão são possíveis quando ambas as entradas de sensor são atribuídas: Sensor 1 Sensor 2 RTD de 2 fios RTD de 3 fios RTD de 4 fios Termopar RTD de 2 fios Ok Ok N/A Ok RTD de 3 fios Ok Ok N/A Ok Termopar Ok Ok Ok Ok Fiação de Loop Ao conectar a fiação do transmissor, a tensão de alimentação e a impedância devem estar dentro dos limites especificados. O relacionamento entre a carga de saída de alimentação e a tensão é: Rb máx = (Ub máx – 11 V)/0,023 A (saída de corrente), mostrado na Figura 13. Qualquer combinação da tensão de alimentação e impedância na área sombreada pode ser utilizada. Para determinar a impedância (carga de saída do transmissor), some a resistência em série de cada componente do loop, excluindo o transmissor. A fonte de alimentação deve ser capaz de fornecer 23 mA de corrente em loop. OBSERVAÇÃO A tensão máxima é de 30 V CC para transmissores certificados como intrinsecamente seguros. Figura 13. Tensão de Alimentação e Impedância Impedância, Ohms 1348 1098 RMÁX = VS - 8 0,023 250 0 11 V 16,75 V 36,25 V 42 V Ub Tensão de alimentação (V CC) OBSERVAÇÃO O transmissor funcionará com uma impedância menor que 250 , desde que um Comunicador HART ou um Configurador baseado em PC não esteja conectado a ele. O uso de um Comunicador HART ou um Configurador baseado em PC requer uma carga mínima de 250 . 26 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 Para conectar um ou mais transmissores a uma fonte de alimentação, execute as seguintes etapas. 1. Remova a tampa do compartimento de terminais de campo do transmissor. 2. Passe os fios de sinal (0,50 mm2 ou 20 AWG, típico) para o transmissor. Use um par único trançado para proteger a saída de 4 a 20 mA e/ou as comunicações remotas contra ruído elétrico. O comprimento máximo recomendado para os cabos de sinal é: 3.050 m (10.000 pés) usando cabo de par único e cumprindo os requisitos da implementação de camada física HART definidos no Documento HART HCF_SPEC-53. Use CN=1 ao calcular os comprimentos máximos. 1.525 m (5.000 pés) em modo multidrop (no máximo, 15 dispositivos). Cabos blindados podem ser necessários em alguns lugares. OBSERVAÇÃO Não passe os cabos do transmissor no mesmo conduíte dos cabos da rede elétrica (energia de CA). 3. Se for usado cabo blindado, aterre-o apenas na fonte de alimentação. Não aterre o cabo blindado no transmissor. 4. Se for usado invólucro, feche qualquer conexão de conduíte não utilizada com um bujão de metal. 5. Conecte um fio terra ao terminal de terra, em harmonia com a prática local. ! ADVERTÊNCIA Se o circuito de sinal precisar ser aterrado, é preferível fazer isso no terminal negativo da fonte de alimentação de CC. Para evitar erros resultantes de loops de terra ou a possibilidade de curto-circuito em grupos de instrumentos em loop, deve haver apenas um terra em um loop. 6. Conecte os receptores (como controladores, gravadores e indicadores) em série com a fonte de alimentação e o transmissor, como mostrado na Figura 14. 7. Se for usado invólucro, instale a tampa nele. 8. Se for conectada a fiação de transmissores adicionais na mesma fonte de alimentação, repita as Etapas 1 a 7 para cada transmissor adicional. A configuração com vários transmissores conectados a uma única fonte de alimentação é mostrada na Figura 15. 9. O Comunicador HART pode ser conectado ao loop entre o transmissor e a fonte de alimentação, como mostrado nas duas figuras abaixo. Note que, no mínimo, 250 devem separar a fonte de alimentação do Comunicador HART. 27 MI 020-582 – Novembro de 2014 2. Instalação Figura 14. Fiação do Loop do Transmissor 7 250 MÍNIMO 6 5 + 1 2 INDICADOR 4 + 3 + FONTE DE ALIMENTAÇÃO TRANSMISSOR RTT80 + TERMINAL HAND HELD HART OU CONFIGURADOR BASEADO EM PC CONTROLADOR OU GRAVADOR Figura 15. Fiação de Vários Transmissores em uma Fonte de Alimentação Comum FONTE DE ALIMENTAÇÃO 250 mín.(a + + – COMUNICADOR HART – TRANSMISSOR TRANSMISSOR (b) 250 mín.(a 250 mín.(a + – TRANSMISSOR (a) É NECESSÁRIA UMA CARGA MÍNIMA DE 250 (INCLUINDO A RESISTÊNCIA DE OUTROS INSTRUMENTOS) EM CADA LOOP AO USAR UM COMUNICADOR HART. (b) CONECTE O COMUNICADOR HART ENTRE O TRANSMISSOR E SEUS INSTRUMENTOS ASSOCIADOS, COMO MOSTRADO. Comunicação Multidrop “Multidrop” refere-se à conexão de diversos transmissores em uma única linha de transmissão de comunicações. As comunicações entre o computador host e os transmissores ocorrem digitalmente com a saída analógica do transmissor desativada. Com o protocolo de comunicações HART Versão 6, até 15 transmissores podem ser conectados em um único par trançado de fios ou através de linhas telefônicas fixas. A aplicação de uma instalação multidrop exige a consideração da taxa de atualização necessária de cada transmissor, a combinação de modelos de transmissores e o comprimento da linha de transmissão. As instalações multidrop não são recomendadas se a Segurança Intrínseca for um requisito. A comunicação com os transmissores pode ser realizada com qualquer modem compatível com HART e um host que implemente o protocolo HART. Cada transmissor é identificado por um endereço exclusivo (1-15) e responde a comandos definidos no protocolo HART. 28 2. Instalação MI 020-582 – Novembro de 2014 A Figura 16 mostra uma rede multidrop típica. Não use essa figura como um diagrama de instalação. Entre em contato com a HART Communications Foundation e acesse http://www.hartcomm.org/ para obter requisitos específicos de aplicações multidrop. Figura 16. Rede Multidrop Típica HOST MODEM CARGA FONTE DE ALIMENTAÇÃO RTT80-T RTT80-T RTT80-T 29 MI 020-582 – Novembro de 2014 30 2. Instalação 3. Configuração e Operação Configuração Configurações de Hardware DIP switches na parte traseira do display opcional podem ser usados para definir a proteção contra gravação do display e para alterar a orientação da tela em 180 graus. Veja a Figura 17 abaixo. Figura 17. DIP Switches do Display OFF HW ON 1 2 4 8 16 32 64 SW ADDR SIM WRITE LOCK DISPL. 180° 1 2 3 1 Conector com o transmissor RTT80 2 DIP switches 1 a 64, HW/SW, ADDR ACTIVE, SIM – Apenas para uso em fábrica 3 WRITE LOCK, DISP 180° - Definir como ON/OFF Funções do Usuário A configuração do RTT80 está estruturada para acomodar três funções de usuário diferentes: Operador – contém todos os parâmetros necessários para a operação. Permite a configuração do display de valores medidos e a leitura das medições. Técnico de Manutenção - contém todos os parâmetros necessários para o comissionamento e a resolução de problemas. Expert – contém os parâmetros para todas as funções do dispositivo, incluindo funções de alta ordem não abordadas acima. Display/Operation – Função do usuário: Operador Essa estrutura de menus permite ao usuário definir o que será exibido no display de LCD opcional. Display Interval: Define, em segundos, o intervalo em que um valor medido é exibido se mais de um valor medido for exibido. Format Display: Define o formato do display – Value Only ou Value with Bargraph. 31 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Value 1 Display: Define o valor a ser exibido como primeiro valor – as opções incluem Process Value, Sensor 1(1) Value, Output Current, Percent of Range ou Device Temperature. Decimal Places 1: Define o número de caracteres exibidos após o ponto decimal – as opções incluem X, X.X, X.XX, X.XXX, X.XXXX ou Automatic, dependendo do número de caracteres contidos no valor medido. “Automatic” exibe o número máximo de casas decimais possíveis com base na medição. Value 2 Display: Define o valor a ser exibido como segundo valor – as opções incluem Off, Process Value, Sensor 1(1) Value, Output Current, Percent of Range ou Device Temperature. Decimal Places 2: Define o número de caracteres exibidos após o ponto decimal – as opções incluem X, X.X, X.XX, X.XXX, X.XXXX ou Automatic, dependendo da quantidade de caracteres contidos no valor medido. “Automatic” exibe o número máximo de casas decimais possíveis com base na medição. Value 3 Display: Define o valor a ser exibido como terceiro valor – as opções incluem Off, Process Value, Sensor 1(1) Value, Output Current, Percent of Range ou Device Temperature. Decimal Places 3: Define o número de caracteres exibidos após o ponto decimal – as opções incluem X, X.X, X.XX, X.XXX, X.XXXX ou Automatic, dependendo do número de caracteres contidos no valor medido. “Automatic” exibe o número máximo de casas decimais possíveis com base na medição. Setup – Função do usuário: Técnico de Manutenção Essa estrutura de menus permite ao usuário definir detalhes específicos relacionados à medição de temperatura. Unit: Define a unidade de engenharia da saída do transmissor – as opções incluem degC, degF, K, degR, Ohm e mV. Sensor Type 1: Define o tipo de sensor conectado aos terminais de entrada 1 – as opções incluem todos os tipos de sensor listados na Tabela 2 da página 11 e também “No Sensor”. Connection Type 1: Quando o sensor RTD é especificado como Sensor Type 1, permite que o usuário defina conexões de 2, 3 ou 4 fios. 2-wire Compensation 1: Quando RTD de 2 fios é selecionado como tipo de Entrada 1, permite que o usuário especifique um valor de resistência para a compensação de 2 fios. Entrada do usuário de 0 a 30 ohms. Reference Junction 1: Quando termopar é selecionado como tipo de Entrada 1, permite ao usuário definir a fonte da compensação de junção fria – as opções incluem No Compensation, Internal Measurement, Fixed Value e Sensor 2 Value. Se for selecionado Sensor 2 Value, o Sensor Type 2 deverá ser configurado. RJ Preset Value 1: Se Reference Junction 1 for selecionado como Valor fixo, permite que o usuário especifique o valor de junção de referência entre -50 e 85°C. 1. Também se Aplica ao Sensor 2 quando configurado para entrada dupla. 32 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Sensor Type 2: Define o tipo de sensor conectado aos terminais de entrada 2 – as opções incluem todos os tipos de sensor listados na Tabela 2 da página 11 e também “No Sensor”. Connection Type 2: Quando o sensor RTD é especificado como Sensor Type 1, permite que o usuário defina conexões de 2 ou 3 fios. 2-wire Compensation 2: Quando RTD de 2 fios é selecionado como tipo de Entrada 2, permite que o usuário especifique um valor de resistência para a compensação de 2 fios. Entrada do usuário de 0 a 30 ohms. Reference Junction 2: Quando termopar é selecionado como tipo de Entrada 2, permite ao usuário definir a fonte da compensação de junção fria – as opções incluem No Compensation, Internal Measurement e Fixed Value. RJ Preset Value 2: Se Reference Junction 2 for selecionado como Valor Fixo, permite que o usuário especifique o valor de junção de referência entre -50 e 85°C. Assign Current Output (PV): Define a medição que será o Primary Value e aciona a saída de 4 a 20 mA do transmissor – as opções incluem: Sensor 1 measured value Sensor 2 measured value Device temperature Average of the two measured value Difference between Sensor 1 and Sensor 2 Sensor 1 value with Sensor 2 backup – Se o Sensor 1 falhar, o Sensor 2 automaticamente se tornará PV Sensor switching – Se o valor ultrapassar o limite configurado para o Sensor 1, o Sensor 2 se tornará PV. PV voltará para o Sensor 1 se o valor medido diminuir para 2.000 abaixo do valor limite configurado Average of the two measured value with backup - PV é uma média, mas se um dos sensores falhar, torna-se o valor do outro sensor Lower Range Value (LRV): Define o Valor do Intervalo Inferior da medição e o relaciona ao valor de saída analógica de 4 mA. Upper Range Value (URV): Define o Valor do Intervalo Superior da medição e o relaciona ao valor de saída analógica de 20 mA. Advanced Setup: Permite a definição de parâmetros adicionais da seguinte forma: Device Tag – Define o tag do dispositivo de 32 caracteres HART. Ela é exibida no cabeçalho do display opcional. Access Code – Código de fábrica – não deve ser usado em campo. Access Status Tooling (Access level) – mostra a autorização de acesso para os parâmetros do dispositivo. Acesso de Operador e Manutenção. Device Temperature Alarm – permite que o usuário selecione a reação do dispositivo aos limites de temperatura fora de operação – as opções incluem Off, Out of Specification (S) ou Failure (F). 33 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Locking Status – mostra se o DIP switch no display opcional está configurado para bloqueio de proteção de gravação. Sensor: Sensor 1(1) offset (valor de offset em unidades de engenharia) – define a correção do ponto zero para o valor medido de -10,0 a +10,0. Corrosion Detection Mode – permite que um usuário selecione a reação do dispositivo se for detectada corrosão dos cabos dos sensores – as opções incluem failure (F) ou maintenance required (M). Drift/Difference Mode – em operação de 2 canais, permite que o usuário selecione um alarme para medições que ultrapassam ou ficam abaixo do set point – as opções incluem Off, Out Band (valor acima do set point) ou In Band (valor abaixo do set point). Drift/Difference Alarm Category – quando o Drift/Difference Mode está definido como Out Band ou In Band, permite que o usuário selecione a reação do dispositivo ao alarme Drift/Difference – as opções incluem Out of Specification (S), Maintenance Required (M) ou Failure (F). Drift/Difference Set Point – permite que o usuário defina o desvio máximo do valor medido admissível entre o Sensor 1 e o Sensor 2, que resulta na detecção de Drift/Difference. Os valores admissíveis estão entre 1 e 999. Sensor Switch Set Point – permite que o usuário defina o valor limite para a troca de sensor. Veja Setup > Advanced Setup > Assign Current Output. Current Output: Output Current (somente leitura) Measuring Mode (padrão ou invertido – 4 a 20 ou 20 a 4 mA) Out of Range Categorization – permite que o usuário selecione a reação do dispositivo ao valor de medição fora do intervalo de medição definido – Out of Specification (S), Maintenance Required (M) ou Failure (F) Failure Mode – Min, Max (Downscale ou Upscale) Failure Current – se Max Failure Mode estiver selecionado, permite ao usuário definir o nível de mA que resulta em falha – 21,5 a 23 mA Current Trim, 4 mA – ajusta a saída de corrente na extremidade inferior do intervalo de medição – entrada do usuário de 3,85 a 4,15 mA Current Trim, 20 mA – ajusta a saída de corrente na extremidade superior do intervalo de medição – entrada do usuário de 19,85 a 20,15 mA Diagnostics – Função do usuário: Técnico de Manutenção Essa estrutura de menu fornece informações de diagnóstico e permite que o usuário defina preferências de diagnóstico. Actual Diagnostic 1: (Somente leitura) Transmite qualquer mensagem de diagnóstico que esteja atualmente ativa para a entrada de sensor 1. Consulte os códigos de diagnóstico na Capítulo 4., “Manutenção”. Se mais de um diagnóstico estiver ativo, o de maior prioridade será mostrado. 1. Também se Aplica ao Sensor 2 quando configurado para entrada dupla. 34 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Remedy Information: (Somente leitura) Exibe a ação corretiva sugerida para a mensagem de diagnóstico atual. Previous Diagnostic 1: (Somente leitura) Transmite a mensagem de diagnóstico mais recente com maior prioridade. Consulte os códigos de diagnóstico mais adiante, na Capítulo 4., “Manutenção”. Operating Time: (Somente leitura) Tempo em horas em que o dispositivo está em operação. Diagnostic List: (Somente leitura) Status de 3 canais e contagens das mensagens de diagnóstico com a maior prioridade. Actual Diagnostics Count – exibe o número de mensagens de diagnóstico atualmente pendentes. Actual Diagnostics – exibe os três diagnósticos atuais com a mais alta prioridade. Actual Diagnostic Channel – exibe a entrada do sensor relacionada a mensagens de diagnóstico atuais. Event logbook: (Somente leitura) Listagem do histórico de erros de diagnóstico com mapeamento para entrada. Previous Diagnostics (1 a 5) – exibe as mensagens de diagnóstico que ocorreram no passado, até 5 com maior prioridade. Previous Diagnostic Channel – exibe a possível entrada de sensor relacionada com as mensagens de diagnóstico anteriores. Device Information: Device Tag: Permite que o usuário defina o tag (Veja também Advanced Setup > Device Tag) Serial number: (Somente leitura) Firmware Version (Somente leitura) - formato: xx.yy.zz Device name (Somente leitura): RTT80 Order Code (Somente leitura): RTT80 Configuration Counter (Somente leitura) – conta as alterações na configuração do dispositivo Measured Values: (Somente leitura) Medição de entradas de sensor, temperatura interna dos componentes eletrônicos e valor mínimo/máximo. Valor do Sensor 1(1) Temperatura do Dispositivo Valores Mín./Máx.: Valor mín. do Sensor 1(1) Valor máx. do Sensor 1(1) Redefinir os valores mín./máx. do sensor 1. Também se Aplica ao Sensor 2 quando configurado para entrada dupla. 35 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Valor máx. de temperatura do dispositivo Valor mín. de temperatura do dispositivo Redefinir os valores mín./máx. de temperatura do dispositivo Simulation: Permite ao usuário ligar e desligar a simulação e definir o valor de saída em mA para simulação. Simulation Current Output (On/Off ) Value Current Output (Enter mA value) Device Reset: Permite ao usuário definir o modo de reset do transmissor. Not Active Restart Device – o dispositivo é reiniciado, mas a configuração não é alterada To Delivery Settings – igual a Factory Settings To Factory Settings – redefine para as configurações de fábrica originais HART Diagnostics: Consulte o diagnóstico HART na Capítulo 4., “Manutenção”. Expert – Função do usuário: Expert Essa estrutura de menus permite ao usuário ativar configurações adicionais do RTT80, como definido abaixo: Enter Access Code: Veja Setup > Advanced Setup > Enter Access Code Access Status Tool: Veja Setup > Advanced Setup > Access Status Tooling Locking Status: Veja Setup > Advanced Setup > Locking Status System: Concede acesso às informações do sistema. Em alguns casos, fornece acesso alternativo para definir a configuração do transmissor Unit – veja Setup > Unit Damping – permite que um usuário defina a medição de amortecimento, em segundos, de 0 a 120. Fornece um atraso exponencial para flutuações no valor medido, conforme especificado pelo valor de amortecimento. Alarm Delay – permite que o usuário defina o tempo, em segundos, antes que um alarme seja transmitido Mains Filter – permite que o usuário defina o filtro principal como 50 Hz ou 60 Hz Device Temperature Alarm – veja Setup > Advanced Setup > Device Temperature Alarm Display: Permite que o usuário defina o display LCD opcional. (Veja “Display/Operation – Função do usuário: Operador” na página 31 acima quanto às opções.) Sensor: Permite que o usuário defina os parâmetros de configuração de sensores e leia as informações do sensor. Em alguns casos, fornece acesso alternativo à configuração do transmissor. (Veja “Setup – Função do usuário: Técnico de Manutenção” na página 32 acima) 36 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Sensor 1(1) Sensor Type 1(1) Connection Type 1(1) 2-wire Compensation 1(1) Reference Junction 1(1) RJ Preset Value 1(1) Sensor Offset 1(1) – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Sensor Offset Sensor 1(1) Low Limit Sensor 1(1) Upper Limit Sensor 1(1) Serial Number – Permite que o usuário insira um número de série para o sensor(2) Sensor Trimming – Configurações de ajuste de fábrica ou do usuário Diagnostic Settings Sensor offset 1(1) – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Sensor Offset 1 Corrosion Detection – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Corrosion Detection Drift/Difference Mode – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Drift/Difference Mode Drift/Difference Alarm Category – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Drift/Difference Alarm Category Drift/Difference Set Point – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Drift/Difference Set Point Sensor Switch Set Point – veja Setup > Advanced Setup > Sensor > Sensor Switch Set Point. Calibration Counter Start – permite que o usuário ligue, desligue ou redefina o contador de calibração. Calibration Counter Alarm Category – permite que o usuário defina se um alarme de calibração se manifesta como Maintenance Required (M) ou Failure (F). Calibration Counter Start Value – permite que o usuário defina o número de dias para a contagem regressiva de calibração. Os valores admissíveis estão entre 0 e 365 dias. Calibration Countdown – (somente leitura) mostra os dias restantes no contador de calibração. 1. Também se Aplica ao Sensor 2 quando configurado para entrada dupla. 2. Os campos do número de série do sensor têm 12 caracteres de extensão. Todos os caracteres devem ser preenchidos. Um campo aberto além do número de série deve ser preenchido com espaços. Por exemplo, o número de série 123456 do sensor deve ser seguido por seis espaços. 37 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Output: Uma estrutura de menu que define as características da saída do transmissor. Em alguns casos, fornece acesso alternativo à configuração do transmissor. Output Current – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Output Current. Measuring Mode: permite que o usuário inverta o sinal de saída. As opções são Standard ou Inverse. Lower Range Value – veja Setup > Lower Range Value. Upper Range Value – veja Setup > Upper Range Value. Out of Range Category – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Out of Range Category. Failure Mode – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Failure Mode. Failure Current – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Failure Current. Current Trimming 4 mA – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Current Trimming 4 mA. Current Trimming 20 mA – veja Setup > Advanced Setup > Current Output > Current Trimming 20 mA. Communication: Uma estrutura de menu que define os recursos de comunicação do transmissor RTT80. Configuração do HART Device Tag – 32 caracteres HART Short Tag – 8 caracteres HART Address – 0 a 15 (HART 5) ou 0 a 63 (HART 6) Number of Preambles – 2 a 20 Burst Mode (On/Off ) Burst Command (comando 1, 2, 3, 9 ou 33) – seleciona o comando cuja resposta é enviada ao master HART em modo burst Command 1: Variável primária Command 2: Valor medido atual e principal em % Command 3: Variáveis HART atuais e dinâmicas Command 9: Variáveis dinâmicas e status Command 33: Variáveis dinâmicas e unidades Burst Slot 0 a 3 – usado apenas no modo burst para PV, SV, TV e QV. As opções permitidas estão listadas abaixo: Sensor 1 Sensor 2 Device Temperature 38 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Average of Sensor 1 and Sensor 2 Difference between Sensor 1 and Sensor 2 Sensor 1 with Sensor 2 backup Sensor Switching Average with Backup Configuration Changed – mostra a mudança de configuração por meio de master primário ou secundário (Primary Master On, Secondary Master Off ) Sinalizador Reset Configuration Changed Informações sobre HART Device Type – mostra o tipo de dispositivo registrado na HART Communication Foundation – um número hexadecimal de dois dígitos Device Revision – a revisão do dispositivo registrada na HCF HART Revision – a revisão de HART do dispositivo HART Descriptor – permite ao usuário definir uma descrição para o dispositivo limite de 32 caracteres. HART Message – permite ao usuário definir uma mensagem que é enviada do dispositivo por meio do protocolo digital HART quando solicitado. RevSW – revisão do software do dispositivo HART Date Code – permite ao usuário definir uma data. O formato é AAAAMM-DD. Saída do HART Assign Current Output – veja Setup > Assign Current Output PV – exibe a Variável Primária (PV) Assign SV – permite que o usuário designe uma medição à Variável Secundária (SV) do HART SV – exibe a SV do HART Assign TV – permite que o usuário designe uma medição à Variável Terciária (TV) do HART TV – exibe a TV do HART Assign QV – permite que o usuário atribua uma medição à Variável Quaternária (TV) do HART QV – exibe a QV do HART Diagnostics: Uma estrutura de menus que fornece informações sobre o status de diagnóstico e informações sobre o dispositivo. Em alguns casos, fornece acesso alternativo à configuração do transmissor. Actual Diagnostics 1 – veja Diagnostics > Actual Diagnostics 39 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Remedy Information – veja Diagnostics > Remedy Information Previous Diagnostic 1 – veja Diagnostics > Previous Diagnostic 1 Operating Time: – veja Diagnostics > Operating Time Diagnostics List Actual Diagnostic Count – veja Diagnostics > Diagnostic List > Actual Diagnostics Count Actual Diagnostics – veja Diagnostics > Diagnostic List > Actual Diagnostics Actual Diagnostic Channel – veja Diagnostics > Diagnostic List > Actual Diagnostic Channel Event Logbook – Diagnostics > Event Logbook Device Information Device Tag – veja Diagnostics > Device Information > Device Tag Serial Number – veja Diagnostics > Device Information > Serial Number(1) Firmware Version – veja Diagnostics > Device Information > Firmware Version Device Name – veja Diagnostics > Device Information > Device Name Order Code – veja Diagnostics > Device Information > Order Code Ext Order Code – código de ordem estendido – RTT80-T Ext Order Code 2 – não usado Ext Order Code 3 – não usado ENP Version – mostra a Electronic Nameplate (somente leitura) – o formato é xx.yy.zz Device Revision – veja Expert > Communication > HART Info > Device Revision Manufacturer ID – mostra o número de ID do fabricante (20) Manufacturer - Foxboro Hardware Revision – mostra o número de revisão do hardware no formato xx.yy.zz Configuration Counter – veja Diagnostics > Device Information > Configuration Counter Measured Values Sensor 1(2) Value – veja Diagnostics > Measured Values > Sensor 1 Value Sensor 1(2) Raw Value – exibe o valor de mV ou Ohm não linearizado da entrada de Sensor 1 1. Os campos do número de série do sensor têm 12 caracteres de extensão. Todos os caracteres devem ser preenchidos. Um campo aberto além do número de série deve ser preenchido com espaços. Por exemplo, o número de série 123456 do sensor deve ser seguido por seis espaços. 2. Também se Aplica ao Sensor 2 quando configurado para entrada dupla. 40 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Device Temperature – veja Diagnostics > Measured Values > Device Temperature Min/Max Values Sensor 1 Minimum – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Sensor 1 Min Value Sensor 1 Maximum – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Sensor 1 Max Value Sensor 2 Minimum – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Sensor 2 Min Value Sensor 2 Maximum – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Sensor 2 Max Value Reset Sensor Min/Max Values – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Reset Sensor Min/Max Values Device Temperature Min – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Device Temperature Min Device Temperature Max – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Device Temperature Max Reset Device Temp Min/Max Values – veja Diagnostics > Measured Values > Min/Max Values > Reset Device Temperature Min/Max Values Simulation Simulation Current Output – veja Diagnostics > Simulation > Simulation Current Output Value Current Output – veja Diagnostics > Simulation > Value Current Output Device Reset – veja Diagnostics > Device Reset > Device Reset Operação O RTT80 é operado como um dispositivo compatível com HART Versão 6. A medição pode ser comunicada tanto como transmissor ponto a ponto ou como multidrop. As comunicações podem ser digitais usando comandos HART ou o valor primário via saída de 4 a 20 mA. 41 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Display Local O display opcional contém várias informações, como ilustrado na Figura 18 abaixo: Figura 18. Informações do Display 1 6 2 3 4 7 5 Tabela 5. Informações do Display Display 1 2 3 4 5 6 7 42 Informações Tag Ícone de comunicação Unidade de engenharia Valor medido Canal do valor medido (S1, S2, DT, PV, I, %) Configuração bloqueada Status (comunicação com falha) S = Out of specification – Dispositivo operando fora das especificações técnicas C = Service mode – Dispositivo em modo de manutenção (ou seja, dispositivo em simulação) M = Maintenance required – A medição é válida, mas um parâmetro de diagnóstico monitorado indica que é necessária manutenção F = Fault – Medição inválida. O símbolo “F” é acompanhado de um código de diagnóstico (Veja a Capítulo 4., “Manutenção”.) 3. Configuração e Operação MI 020-582 – Novembro de 2014 Menu Online Menu de operação para operadores e técnicos de manutenção Display / operation Display interval Format display Value 1 display Decimal places 1 Setup Unit Sensor type Lower range value Upper range value Advanced setup Device tag Enter access code Locking status Sensor Sensor offset Current output Output current Measuring mode Diagnostics Actual diagnostics Out of range category Operating time Failure mode Diagnostics list Actual diagnostics count Current trimm 4mA Device information Measured values Standard Inverse Max Min Current trimm 20mA Sensor 1 value Dev. temperature Min/max values Device reset Device reset 43 MI 020-582 – Novembro de 2014 3. Configuração e Operação Menu de operação para experts Expert Entry access code System Unit Mains filter Display Sensor Sensor Output Output current Display interval Current trimming Communication Diagnostics HART config. Burst mode HART info Device type HART output Assign PV Actual diagnostics Diagnostics list Actual diagnostic count Event logbook Previous diagnostics Device information Device tag Sensor value Sensor value Min/max values Simulation Device reset 44 Sensor 1 min v. Simulation current output Device reset 4. Manutenção A unidade básica do Transmissor RTT80-T não tem peças móveis e é completamente vedada. Se houver um problema, consulte a seção de resolução de problemas a seguir para descobrir as possíveis ações corretivas. ! ADVERTÊNCIA O transmissor básico é uma unidade completamente vedada e não pode ser consertado. Qualquer tentativa de abrir o transmissor básico anula a garantia. ! PERIGO Para instalações não intrinsecamente seguras, a fim de evitar uma possível explosão em uma área classificada como Divisão 1, desenergize o transmissor antes de remover a tampa do invólucro rosqueada. Deixar de cumprir esse aviso pode resultar em uma explosão, com ferimentos graves ou morte. Resolução de Problemas Tabela 6. Etapas Recomendadas de Resolução de Problemas Antes de Substituir o Módulo Indicação Medição Errática Medição Imprecisa Dispositivo Não se Comunica Ação Verificar as Conexões da Fiação - Procurar conexões soltas ou terminais corroídos Verificar o Sensor – Ver o diagnóstico do instrumento (a) ou usar um multímetro para medir o sensor Verificar o Aterramento – Procurar loops de aterramento ou ruído no barramento com um osciloscópio digital Verificar a Fonte de Alimentação – Verificar os níveis adequados de energia Verificar se o tipo de sensor configurado corresponde ao tipo de sensor usado Verificar o Sensor – Ver o diagnóstico do instrumento(a) ou usar um multímetro para medir o sensor Verificar o Aterramento – Procurar loops de aterramento ou ruído no barramento com um osciloscópio digital Verificar a Calibração do Sensor – Usar o multímetro para aproximar a entrada de sensor ou um banho de temperatura para maior precisão Verificar a Calibração do Transmissor – Usar uma caixa de década ou entrada de milivolt para simular a saída do sensor Verificar a Configuração de Instrumento – Verificar os intervalos configurados e se há nova escala não intencional Verificar a Configuração de Instrumento – Verificar o endereçamento correto, as tags corretas e assim por diante (comunicações digitais) Verificar a Fonte de Alimentação – Verificar os níveis adequados de energia. Verificar a potência do sinal na placa de E/S Verificar o Aterramento – Procurar loops de aterramento ou ruído no barramento com um osciloscópio digital Verificar se há, no mínimo, 250 de resistência de loop entre a fonte de alimentação e o Comunicador HART 45 MI 020-582 – Novembro de 2014 4. Manutenção Tabela 6. Etapas Recomendadas de Resolução de Problemas Antes de Substituir o Módulo Indicação Ação Transmissor em Modo à Prova de Verificar o Sensor – Ver o diagnóstico do instrumento (a) ou usar um multímetro Falhas para medir o sensor Verificar as Conexões da Fiação - Procurar conexões soltas ou terminais corroídos Verificar a Configuração (Intervalos, tipo de sensor e assim por diante) Verificar a Calibração do Transmissor – Usar uma caixa de década ou entrada de milivolt para simular a saída do sensor a. Usando um Comunicador HART ou um Configurador Baseado em PC. Figura 19. Diagrama de Resolução de Problemas RELATÓRIO DE PROBLEMA DE RTT SIM NÃO PROBLEMA DE ALIMENTAÇÃO OU ATERRAMENTO? MEDIR ENERGIA NOS TERMINAIS REGISTRAR VALORES DE SAÍDA E CONFIGURAR BANCO DE DADOS A ALIMENTAÇÃO É ADEQUADA? O VALOR É ESTÁVEL? SIM TROCAR FONTE DE ALIMENTAÇÃO NÃO MEDIR RUÍDO NO BARRAMENTO RUÍDO EXCESSIVO? NÃO VERIFICAR APERTO E CORROSÃO DOS PARAFUSOS DO TERMINAL DA UNIDADE SIM SIM ANALISAR N° CONECT. DO TIPO DE SENSOR, IRV, URV E VALOR DE MODO À PROVA DE FALHAS A UNIDADE ESTÁ EM MODO À PROVA DE FALHAS? VERIFICAR SENSOR NÃO SIM VERIFICAR E REPARAR CONEXÕES DE TERRA RUINS CURVA DE CALIBRAÇÃO PERSONALIZADA? SIM ANALISAR BANCO DE DADOS DE CALIB. PERSONALIZADA E CORRIGIR 46 NÃO SENSOR OU TERMINAIS EM MAL ESTADO? SIM SUBSTITUIR SENSOR OU REPARAR TERMINAIS 4. Manutenção MI 020-582 – Novembro de 2014 Substituindo o Transmissor Unidades Montadas em Trilho DIN 1. Desligue a fonte de energia do transmissor. 2. Se o display opcional estiver presente, desconecte-o do transmissor, puxando-o suavemente. 3. Desconecte todos os fios do transmissor observando que fio vai para cada terminal. 4. Remova o transmissor retirando o parafuso e a bucha que o prendem ao Grampo DIN. 5. Instale o novo transmissor executando as Etapas 1 a 4 acima, na ordem reversa, e aperte o parafuso com torque de 8 ± 1 pol-lb. Unidades Montadas em Invólucro Universal 1. Desligue a fonte de energia do transmissor. 2. Remova a tampa do invólucro (se for o caso). 3. Se o display opcional estiver presente, desconecte-o do transmissor, puxando-o suavemente. 4. Desconecte todos os fios do transmissor observando que fio vai para cada terminal. Figura 20. Conexões de Entrada Entrada do Sensor 2 Entrada do Sensor 1 RTD, Ω: 3 e 2 fios vermelho TC, mV Conexão de barramento e tensão de alimentação RTD, Ω: 3 e 2 fios vermelho vermelho vermelho TC, mV 7 6 5 1 branco 4 branco branco 3 2 Conexão do display 5. Remova o transmissor retirando os dois parafusos que o prendem ao invólucro. 6. Instale o novo transmissor executando as Etapas 1 a 5 acima, na ordem reversa, e aperte os parafusos com torque de 8 ± 1 pol-lb. OBSERVAÇÃO Recomenda-se substituir os parafusos quando o transmissor for substituído. 47 MI 020-582 – Novembro de 2014 4. Manutenção ! ADVERTÊNCIA Ao recolocar a tampa do invólucro, aperte-a de modo que o flange da tampa fique em contato com o flange do invólucro. Unidades Montadas em Invólucro com Compartimento Duplo 1. Desligue a fonte de energia do transmissor. 2. Remova a tampa do invólucro. 3. Se o display opcional estiver presente, desconecte-o do transmissor, puxando-o suavemente. 4. Desconecte todos os fios com códigos de cores do transmissor e observe que fio vai para cada terminal: Terminal 1 Vermelho Terminal 2 Marrom Terminal 3 Laranja Terminal 4 Amarelo Terminal 5 Verde Terminal 6 Azul Terminal 7 Roxo 5. Remova o transmissor soltando os dois parafusos que o prendem à placa de montagem. 6. Instale o novo transmissor executando as Etapas 1 a 5 acima, na ordem reversa, e aperte os parafusos com torque de 7 ± 1 pol-lb. OBSERVAÇÃO Recomenda-se substituir os parafusos quando o transmissor for substituído. ! ADVERTÊNCIA Ao recolocar as tampas do invólucro, aperte-as de modo que os flanges das tampas fiquem em contato com os flanges do invólucro. Diagnostics As mensagens de erro de diagnóstico podem manifestar-se pelo display opcional ou por meio de uma interface do dispositivo, como DD ou DTM. Os erros de diagnóstico são comunicados em quatro níveis, conforme listados abaixo: Tabela 7. Erros de Diagnóstico Símbolo de Diagnóstico F M 48 Categoria Device Failure Maintenance Required Descrição O valor medido não é mais válido. A medição é válida, mas a manutenção do dispositivo deve ser agendada em breve. 4. Manutenção MI 020-582 – Novembro de 2014 Tabela 7. Erros de Diagnóstico Símbolo de Diagnóstico Categoria C Service Mode S Out of Specification Descrição O dispositivo está operando corretamente, mas foi retirado de serviço e a medição pode não ser válida. O dispositivo está operando fora dos limites das especificações prescritas. A medição talvez seja válida. Alguns eventos de diagnóstico podem ser configurados para uma ou mais das categorias acima. A severidade de diagnóstico pode ser classificada conforme descrito a seguir: Tabela 8. Severidade de Diagnóstico Severidade Alarme Aviso Comportamento A medição é interrompida. O dispositivo assumirá a condição de falha prescrita (ou seja, à prova de falhas). As mensagens de diagnóstico mencionarão a categoria Device Failure (F). O dispositivo continua a comunicar uma medição. A mensagem de diagnóstico indicará a categoria Maintenance Required (M), Service (C) ou Out of Specification (S). Alguns eventos de diagnóstico podem ser configurados pelo usuário quanto à severidade. Display O display opcional anunciará um evento de diagnóstico. Em caso de aviso, o display alternará entre o número de código de diagnóstico precedido pelo símbolo da categoria (M, C ou S) e a medição configurada. Por exemplo, um sensor corroído configurado para uma categoria de Manutenção exibirá "M042" em fundo preto alternando com a medição em formato normal (caracteres pretos sobre fundo verde). Em caso de alarme, o display alternará entre o número de código de diagnóstico precedido pelo símbolo “F” e “----” para indicar que não há medição. Por exemplo, um sensor quebrado e sem redundância exibirá “F041” em preto alternando com “----” em caracteres pretos sobre fundo verde. Veja na Tabela 9 os códigos de diagnóstico e as descrições. O display opcional exibirá o diagnóstico atual com a mais alta prioridade. Se mais de um diagnóstico estiver ativo, todas as mensagens de diagnóstico atuais poderão ser lidas por uma Interface de Dispositivo. Interface de Dispositivo As mensagens de diagnóstico podem ser lidas por meio de uma interface de dispositivo, como o host SDC 625, configurador hand held ou aplicativo de Field Device Tool. Há mais informações disponíveis nessas interfaces. Para uma descrição detalhada da configuração de diagnóstico, veja a “Configuração” na página 31. Veja em MI 020-520 as telas de DTM para diagnóstico do RTT80. 49 MI 020-582 – Novembro de 2014 4. Manutenção Tabela 9. Códigos de Diagnóstico Código de Diagnóstico Texto Exibido Diagnóstico de Entrada 001 Device Error Descrição/Ação Falha no dispositivo. Substitua o módulo. 006 Sensor Redundancy Medição de backup ativa. Verificar Active sensor primário. 041 Sensor Broken A entrada do sensor está ruim. Verifique o sensor e substitua-o se necessário. Verifique a configuração do sensor. 042 Sensor Corroded A entrada indica potencial corrosão do sensor. Verifique as conexões do sensor e substitua o sensor se necessário. 043 Short Circuit A entrada indica potencial curto-circuito do sensor. Verifique as conexões do sensor e substitua o sensor se necessário. 044 Sensor Drift A entrada do sensor se desvia entre os sensores. Verifique as conexões do sensor. Verifique a temperatura de processo. 045 Operating Range Medição fora do intervalo de operação. Verifique a temperatura ambiente. Verifique a medição de referência externa. 101 Sensor Value Too Low A entrada do sensor está abaixo do nível esperado. Verifique o tipo de sensor. Verifique a temperatura de processo. Troque o sensor se necessário. 102 Sensor Value Too High A entrada do sensor está acima do nível esperado. Verifique o tipo de sensor. Verifique a temperatura de processo. Troque o sensor se necessário. 104 Backup Active O Sensor 2 se tornou a medição primária. Verifique o Sensor 1. 105 Calibration Interval O timer de contagem regressiva de calibração expirou. Realize a calibração ou desative o contador. 106 Backup Not Available O backup está configurado, mas a entrada do Sensor 2 não parece ser válida. Verifique as conexões do Sensor 2 ou o substitua, se necessário. Se não pretende fazer backup, reconfigure Current Output. Diagnóstico dos Componentes Eletrônicos 201 Electronics Error Falha no dispositivo. Substitua o módulo. 221 Electronics Reference As referências aos componentes elétricos internos falharam. Substitua o módulo. 241 Electronics Software Falha nos algoritmos de software internos. Reinicie ou redefina o dispositivo ou substitua o módulo. 261 Electronics Module Falha no módulo do display. Substitua o display. 262 Module Connection Verifique a conexão elétrica entre o módulo do transmissor e o módulo do display. Substitua o display, se necessário. 50 Categoria Severidade F Alarme M Aviso F Alarme M ou F Alarme ou Aviso F Alarme M, F ou S Alarme ou Aviso F Alarme F Alarme F Alarme M Aviso M ou F Alarme ou Aviso M Aviso F Alarme F Alarme F Alarme F Alarme M Aviso 4. Manutenção MI 020-582 – Novembro de 2014 Tabela 9. Códigos de Diagnóstico (Continuação) Código de Diagnóstico Texto Exibido 283 Memory Content 301 Supply Voltage Diagnóstico de Configuração 401 Factory Reset Descrição/Ação Categoria Memória corrompida. Substitua o F módulo. Tensão fora dos limites operacionais. F Verifique as conexões do barramento/energia. Verifique a fonte de alimentação. O dispositivo está sendo redefinido. Aguarde até que a inicialização esteja completa. 402 Configuration Initialization A configuração está sendo inicializada no transmissor. Aguarde até que a inicialização esteja completa. 411 Upload/Download Os dados de configuração estão sendo gravados no transmissor. Aguarde até que a inicialização esteja completa. 431 Factory Calibration O dispositivo perdeu os dados de calibração de fábrica. Substitua o módulo de componentes eletrônicos. 435 Linearization Problema nos dados de linearização do sensor. Verifique a configuração dos parâmetros do sensor. Verifique a configuração de linearização do sensor. Substitua o módulo de componentes eletrônicos. 437 Configuration Verifique a configuração do sensor. Verifique as configurações do transmissor. Substitua o módulo de componentes eletrônicos. 451 Data Handling Transferência de dados em andamento. Aguarde. 483 Simulation Input A entrada bruta do sensor está sendo simulada. Encerre a simulação. 484 Simulation Measured A medição digital condicionada está Value sendo simulada. Encerre a simulação. 485 Simulation Current Output A saída de mA está sendo simulada. Encerre a simulação. Diagnóstico de Processo 803 Current Loop Detectado loop de corrente. Verifique a fiação ou substitua o módulo de componentes eletrônicos. 842 Process Limit O limite configurado foi excedido. Verifique o intervalo ajustado da saída de corrente. 925 Device Temperature A faixa de temperatura operacional foi ultrapassada. Verifique a temperatura ambiente. Severidade Alarme Alarme C Aviso C Aviso C Aviso F Alarme F Alarme F Alarme C Aviso C Aviso C Aviso C Aviso F Alarme M, F ou S Alarme ou Aviso S ou F Aviso 51 MI 020-582 – Novembro de 2014 DATAS DAS VERSÕES ABR. 2012 MAIO 2013 OUT. 2013 FEV. 2014 NOV. 2014 Linhas verticais à direita do texto ou de ilustrações indicam as áreas alteradas na data da última versão. Invensys Systems, Inc. 10900 Equity Drive Houston, TX 77041 Estados Unidos da América http://www.invensys.com Atendimento ao Cliente Global Nos EUA: 1-866-746-6477 Fora dos EUA:1-508-549-2424 Site: http://support.ips.invensys.com Copyright 2012-2014 Invensys Systems, Inc. Todos os direitos reservados. 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