Uma crítica ao pensamento sem subjetividade
Alves De Paiva, Carlos Roberto
I. Uma Tragédia
“Nos meninos ele atirava apenas para machucar. Ele queria matar apenas as meninas”
“Não queríamos morrer. Ele apontou para minha amiga e atirou. Um tiro na cabeça.”
“Nunca mais eu quero ir lá. Volto a estudar na escola antiga, mas nessa eu não volto mais.”
“Achava a escola segura. Agora, eu fico com medo.”
No dia 7/4/2011, por volta das 8h30min da manhã, na Escola Municipal Tasso da
Silveira, localizada no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro, Wellington Menezes de
Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola armado com dois revólveres e disparou contra os alunos
presentes, matando doze deles com idades entre 12 e 14 anos. Alcançado por policiais ainda
dentro da escola, Wellington cometeu o suicídio com sua arma. Dias antes havia gravado um vídeo
onde declarara: ... “a luta pela qual outros irmãos do passado morreram eu morrerei, não
exclusivamente pelo que é conhecido como bullyng, a nossa luta é contra pessoas cruéis e
covardes que se aproveitam da bondade, da inocência, da fraqueza, de pessoas incapazes de se
defender..”. Em seguida conta que havia feito visitas preparatórias à escola, para o que haveria de
consumar dois dias depois. Na gravação dizia ainda “ sou sozinho, praticamente sem família, e não
tenho pessoas a dar satisfação”, sobre dar satisfação aparentemente se referia ao fato de ter
decidido cortar a barba “para não chamar atenção” como parte dos preparativos da invasão da
escola. O testemunho público de sua irmã adotiva e o de um colega próximo apontaram que o
atirador era reservado, sofria bullying e pesquisava muito sobre assuntos ligados a atentados
terroristas e a grupos religiosos fundamentalistas.
Nos dias que se seguiram ganhou grande destaque no noticiário e entre especialistas
consultados a palavra inglesa “bullying”. Palavra que assim utilizada, com o poder de uma síntese,
de um diagnóstico pronunciado por especialistas, possuiria a capacidade de explicar de maneira
cabal e definitiva as razões do acontecimento bárbaro que chocara a comunidade.
No jornal O Globo do dia 10/4/12, o correspondente na América do Norte entrevistou o Dr. Frank
Ochberg, consultor do FBI, que teria orientado a direção da Columbine High School, no estado do
Colorado, no processo de recuperação após o “massacre de 1999”, onde dois alunos mataram 13
colegas dentro da escola. Segundo ele ”o mais importante nos dias seguintes a tragédias como
essa é que os pais e professores consigam restabelecer uma sensação de normalidade para as
crianças e adolescentes que testemunharam a tragédia”. E declarava “que a mudança fundamental
nas escolas americanas após Columbine foi a criação de grupos multidisciplinares para avaliação
de ameaças, onde todas as escolas de ensino médio e universidades do país tiveram que aprender
a ter uma comunicação regular sobre casos de estudantes com alguma perturbação. São feitas
reuniões que envolvem um professor, um agente de segurança e um terapeuta, em alguns casos
também alguém da administração ou até algum aluno. O importante é que haja um intercâmbio de
pontos de vista diferentes sobre algum aluno que esteja tendo um comportamento diferente, esteja
praticando ou sofrendo bullying”. Ele que também participou da investigação da denominada
chacina de Virgínia Tech, no ano de 2007, afirmava que a ação destes grupos “intercepta
problemas antes que eles cresçam e virem um perigo”.
No atendimento dos pais das crianças e adolescentes testemunhas da violência ele preconizava
“não colocá-los em grupos, cara a cara para que ouçam as histórias uns dos outros. Aprendemos
que isto, na verdade, piora a situação. Dá uma sensação de melhora na hora, por que você se
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sente cercado de gente com experiências similares, mas você termina com uma carga maior, com
a dor das histórias de todas as outras pessoas. A chance de ter estresse pós-traumático aumenta”.
Conhecemos a importância dada pela sociedade norte americana ao direito de posse de uma
arma de fogo, por cada um de seus cidadãos, para sua defesa pessoal. Como, na formação
daquela sociedade, foi marcante o impulso expansivo pela ocupação territorial sobre populações
autóctones com o uso da força. Como o ideal de raça e crença religiosa marcou a formação de sua
identidade nacional, ainda que para tanto, outras raças precisassem ser alijadas deste ideal, muitas
vezes de maneira violenta.
Mas o que percebemos da entrevista é que o Dr. Frank, e a cultura onde ele mesmo está
inserido, escolhem a impessoalidade ao analisar os fatos. Não existe um sujeito a ser pensado,
não há subjetividade em operação, mas um corpo desprovido de ser. Um corpo doente, um jovem
que acossado por desequilíbrios ou vítima de bullying no passado, deve ser diagnosticado, isolado
sanitariamente. Medidas preventivas também estão previstas, para evitar a repetição dos fatos,
mas que estão condenadas a falhar seguidamente, já que aquilo que sofreu o recalque se repete
sem qualquer possibilidade de elaboração. Evidencia-se, ao cabo, o pequeno alcance deste
modelo de pensamento em compreender e modificar o ocorrido, e jovens atirando contra jovens
dentro de escolas se repetem naquele país.
Ainda na mesma entrevista, Dr. Frank chega a contraindicar formalmente, colocar frente a frente
as pessoas atingidas pela tragédia, pelo risco de que poderiam vir a sofrer de mais uma doença,
um “Estresse pós traumático”. Ou seja, o contacto entre as pessoas a pensar juntas sobre o que
lhes alcançou(social)é tido como perigoso, propenso a adoecê-los. Confirmando a nosso ver, o
modelo nosográfico de apreensão do mundo, de tentar entender os comportamentos humanos,
escolhido pelo Dr.Frank.
II. O pensamento nosográfico(sem subjetividade)
Numa outra entrevista publicada na ocasião, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, ali identificada
como autora de um best seller “Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado” afirma ser
Wellington esquizofrênico, e ainda: _“Não tenho dúvida alguma de que esse rapaz foi usado por
um psicopata ou um grupo de psicopatas, que alimentaram a doença dele através de comunidades
da internet”. E instada pelo repórter a comentar sobre a notícia de que após o crime várias
comunidades haviam sido criadas na internet exaltando o criminoso, respondeu com a expressão
“cyber bullying”,... “comunidades que nada mais são do que sites criados por pessoas perversas,
que captam pessoas emocionalmente frágeis”.
Este pensamento nosográfico que se tornou hegemônico na psiquiatria atual apresenta, dentre
outras características, um caráter expansivo extraordinário, avançando sobre áreas antes
protegidas pelo íntimo ou mesmo o banal da vida pessoal, são então alcançadas e alijadas de seus
múltiplos sentidos simbólicos, terminando por serem aprisionadas e catalogadas. ,
Com o diagnóstico psiquiátrico de vício ou compulsão, por exemplo, comportamentos e hábitos
marcados pela inadequação, mas sempre representantes de conflitos emocionais mais amplos,
são pinçados, esvaziados de sentido, e catalogados como patologias em si. Criam-se os “viciados”
e “compulsivos” em uso de drogas, em sexo, em jogos, em trabalho, em nicotina, em consumo, em
internet, em determinados alimentos, e até mesmo em amor.
Muito distante do que Freud conceituou como compulsão, ao forjar o conceito de compulsão à
repetição, como “um processo inconsciente e, como tal, impossível de dominar, que obriga o
sujeito a reproduzir sequencias(ato, ideias , pensamentos ou sonhos) que em sua origem, foram
geradoras de sofrimento, e que conservam esse caráter doloroso”( Roudinesco e Plon) ou como
em Recordar, repetir, e elaborar(Freud,1914) processo que se instala inevitavelmente na
transferência e nela possui sua via régia de elaboração, ou como em Mais-além do princípio de
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prazer(1920) como força pulsional que produz a repetição da dor, e que indica a incapacidade
humana de escapar de um movimento regressivo. Ou ainda a postulação Lacaniana enquadrando
a repetição como um dos “quatro conceitos fundamentais da psicanálise”(1979) como a busca de
um objeto ou coisa, situada sempre além desta, e por isto, impossível de ser alcançada.
No pensamento nosográfico, o ser é apenas um corpo onde se opera uma disfunção neurohormonal a que ele não tem controle(Birman). Não há processo histórico, nem social, não há
subjetividade, muito menos sujeito, mas uma categoria nosográfica a ser codificada pelos
especialistas e tratada.
O pensamento nosográfico da psiquiatria atual, fez o número de pessoas diagnosticadas como
incapacitadas por transtornos mentais, e com direito a previdência social ou seguros particulares
na América do Norte, crescer quase duas vezes e meia nos últimos vinte anos – de 1 em cada 184
habitantes para 1 em 76. E entre as crianças estes números são mais assustadores, um aumento
de 35 vezes no mesmo período, tornando-se hoje a principal causa de incapacidade infantil, muito
à frente de deficiências físicas como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down(Angell). Noticias
recentes dão conta do Brasil ter alcançado a macabra marca de ser o 2º maior consumidor no
mundo da droga estimulante do sistema nervoso central Ritalina(Metilfenidato), usada
principalmente em crianças.
Em 1980 quando foi publicado, o DSM-III continha 265 diagnósticos, 182 mais do que a edição
anterior(Angel). A nosografia psiquiátrica passou, desde então, a ser “uma psicopatologia centrada
em seus medicamentos”(Birman), e não mais fruto do conhecimento do outro e seu padecer,
alcançado pela escuta do sujeito na transferência.
Voltando a tragédia da Escola Municipal Tasso da Silveira, para avançar na tentativa de
compreender o ato do jovem Wellington e sua história, descobrimos que ele ao andar mancava de
uma perna(coxo, e suas implicações simbólicas), de ter sofrido discriminações explicitamente
degradantes quanto a sua aparência e maneiras de ser, vindas de algumas colegas de escola(que
no momento da tragédia foram personificadas nas estudantes daquele momento)ainda no
alvorecer de sua puberdade (episódios relatados posteriormente por antigos colegas de turma dão
conta das discriminações impiedosas sofridas); de ter sido ele filho adotivo; da menção a uma
relação afetiva preferencial com a mãe falecida recentemente; e sua vida profundamente isolada e
solitária numa casa de um longínquo subúrbio.
De uma simples análise atenta de seu relato num pequeno vídeo gravado por ele dias antes
percebemos o quão perturbado emocionalmente estava Wellington, e somos levados a pensar
quais teriam sido as condições em que este jovem foi criado? O que ocorreu para que fosse
necessária sua adoção por outra família? Como ocorreu a elaboração simbólica fundamental por
parte da família adotante para a entrada deste novo ente no seu seio?
Podemos, indo pouco adiante, pensar quais as condições em que são mantidas as escolas
públicas da periferia da cidade como a Escola Municipal Tasso da Silveira, destinadas aos jovens
mais pobres e marginalizados da sociedade, que vem sofrendo crescente onda de episódios
agressivos entre seus estudantes e professores. E como a sociedade historicamente tem se
posicionado frente aos episódios? Podemos pensar qual o papel destinado nos últimos anos às
crianças numa sociedade onde cada vez mais os filhos são considerados um estorvo, numa cultura
que ambiciona o sucesso pessoal acima de qualquer outro valor. Onde o sentido de alcançar
sucesso pessoal é reduzido à possibilidade de uma exposição midiática tosca, ou da posse de
objetos de consumo diferenciados por campanhas publicitárias massificadas e com uso da melhor
tecnologia disponível?
Qual a razão, portanto, do uso de uma palavra em língua inglesa para pensar as possíveis
causas de um acontecimento trágico no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro? Nosso idioma, ou
nossa cultura não possuem palavras ou expressões suficientes para nominá-las? Estas palavras e
expressões em outra língua expressam de maneira adequada toda a subjetividade enlaçada pelo
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acontecimento? Ou ao contrário, ao utilizá-las não estamos, em verdade, buscando nos defender
das reais motivações inconscientes que emergiram em ato, naquele acontecimento bárbaro? O uso
destas palavras, não expõe um desejo inconsciente em simbolizar o acontecimento, excluindo a
subjetividade tal como faz a psiquiatria atual?
No dia 22/9/11 um menino de dez anos de idade atirou na professora e depois suicidou com um
tiro na cabeça, em uma escola de São Caetano do Sul, na região denominada de ABC paulista.
David, era aluno do 4º ano da Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, e fez o disparo contra a
professora no momento que outras 25 crianças estavam na sala de aula, mas nenhuma ficou
ferida. Para o disparo contra a sua professora o menino utilizou um revólver calibre 38 pertencente
ao pai, que é guarda civil. Os jornais noticiaram naqueles dias, que “não há relato de que o menino
sofria de qualquer tipo de transtorno ou bullying.” E de acordo com os professores, o menino era
uma criança tranquila e não tinha problemas de indisciplina. De acordo com um policial que chegou
a escola logo depois do ocorrido: _ “Ele acertou a professora na região lombar. Em seguida, saiu
da sala, desceu uma escada e disparou contra a cabeça”.
Cenas apresentadas pela televisão naqueles dias mostraram o pai do menino a narrar sem
qualquer assombro ou grande consternação, que o filho era bom aluno, e bom filho; numa narrativa
dissociada do comportamento tão extravagante que, seu filho de apenas dez anos, acabara de
apresentar. Deixando-me a pensar que algo muito grave que habitava o seio daquela família, não
estava sendo falado por aquele pai, mas que a postura corporal e seu semblante de aparente
tranquilidade frente aquela tragédia, não conseguiam esconder.
Um comportamento tão
extravagante em um menino de dez anos não encontrava razão, nem perplexidade na fala de seu
pai.
O pai enfaticamente reafirmava a normalidade em sua família e no comportamento bem
adequado de seu filho, quase assassino e suicida. Falando em primeiro plano de maneira centrada
e tranquila como quem comenta um acontecimento trivial familiar, secundado por uma mãe
impávida e com as feições faciais a denunciar mais um incômodo por estar sendo molestada por
estranhos a invadir sua vida privada, do que consternada por uma tragédia tão íntima.
Me pus a pensar e a perceber o não revelado, o latente da cena, algo que o pensamento
nosográfico, sem subjetividade, só nos aliena. Informações ricas e imprescindíveis a contribuir com
a compreensão das verdadeiras motivações daquela tragédia, trazidas pela psicanálise a iluminar
tudo aquilo que se define como humano. Do acesso às causas subjetivas da maneira de ser
humano neste mundo, e seus inúmeros comportamentos. Maneira de ser e comportamentos que
muitas vezes surpreendentes e até bestiais, deixam um rastro doloroso de consternação, mas que
submetidos a reflexões instrumentadas pelos conceitos psicanalíticos muito tem a contribuir na
compreensão de suas origens.
Assim penso que ao utilizamos expressões como a inglesa “bullying” e outras oriundas da
nosografia psiquiátrica para compreender comportamentos e afetos humanos, como nas tragédias
aqui narradas, não estamos só considerando em nossas reflexões, a possibilidade de que um de
seus agentes tenham sofrido de maus tratos na vida infantil, mas estamos buscando, como na
cultura americana(America do Norte), um diagnóstico de uma doença e sua cura. Um evento
anômalo que se pode logicamente e materialmente ser definido, localizado no tempo e espaço, e
consequentemente buscar sua supressão futura em nome da coletividade. Trata-se de uma
maneira específica de tratar o ocorrido como fato isolado da vida da maioria das pessoas, que
habita o exterior, o estranho, o estrangeiro, o imigrante, o doente. Não habita a casa, o interior, o
íntimo do ser. Habita o biológico, que acessível à ciência, pode ser delimitado, explicado, e tratado.
Isolando-se a comunidade do incomodo do íntimo, do subjetivo.
A história da constituição da sociedade humana revela as condições arcaicas em que ela se fez.
Forças agressivas e destrutivas necessitaram ser domadas para permitir o convívio social entre os
membros da espécie que hoje desfrutamos. Entretanto, aquelas mesmas condições arcaicas
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persistem e se expressam a cada constituição ontogenética do ser, e em movimentos irruptivos
sociais. Seriam agora, estes mesmas forças arcaicas, constitutivas e recalcadas, que a emergir
denunciam um movimento social de descuido com crianças e jovens em nosso tempo?
Carlos Roberto Alves de Paiva
(Psicanalista colaborador da Associação Psicanalítica do Rio de Janeiro - Rio 4)
Resumen:
Dia 7/4/11 W. de 23 anos invadiu a escola no Rio de Janeiro armado e matou doze alunos
cometendo o suicídio em seguida.Noticiário e especialistas,utilizaram a palavra
bullying.Entrevistado Dr. F.consultor do FBI,que orientou a direção da Columbine School após o
massacre de 1999 a identificar aluno que esteja praticando ou sofrendo bullying.A impessoalidade
ao analisar os fatos a inexistência do sujeito e subjetividade,sem história nem o político. Apenas o
corpo doente por desequilíbrios ou vítima de bullying.No pensamento nosográfico o ser é apenas
um corpo com disfunção neuro-hormonal. Da simples análise de W.num pequeno vídeo gravado
por ele dias antes percebemos o quão perturbado emocionalmente estava.Qual a razão então do
uso da palavra bullying? O uso da palavra não expõe um desejo inconsciente em narrar o
acontecimento excluindo a subjetividade? No dia 22/9/11 um outro menino atirou na professora e
depois suicidou com um tiro na cabeça, em uma escola de São Caetano do Sul-SP.David e fez o
disparo contra a sua professora com um revólver do pai guarda civil.Os jornais noticiaram que não
havia relato de que o menino sofria de qualquer tipo de transtorno ou bullying. O pai do menino
narrou à TV sem qualquer assombro ou grande consternação que o filho era bom aluno e bom
filho.O comportamento tão extravagante em um menino de dez anos não encontrava razão, nem
perplexidade naquela fala.O não revelado,o latente da cena não aparecia, como no pensamento
nosográfico sem subjetividade.A psicanálise pode contribuir com a compreensão das verdadeiras
motivações daquelas tragédias. Angell,Márcia Surto Tarja Preta Revista Piauí nº59 Ago/11 Rio de
Janeiro:Ed Alvinegra Birman,Joel Despossessão,saber e loucura;em Psicanálise e Psquiatria
2001:Marca d’Água Liv e Edit. Lacan,Jacques(1979)Os quatro conceitos fundamentais da
psicanálise,Rio de Janeiro: Zahar Edit Roudinesco,Elizabeth e Michel Plon(1998)Dicionário de
Psicanálise,Rio de Janeiro: Jorge Zahar Edit
Bibliografia:
_Angell, Márcia
Surto tarja preta, Revista Piauí, nº 59. Agosto de 2011, Rio de Janeiro: Editora Alvinegra
_Birman, Joel
Despossessão, saber e loucura; em Psicanálise e Psquiatria(Org. Antonio Quinet), 2001:Marca
d’Água Livraria e Editora.
_ Freud, Sigmund
Recordar, repetir, e elaborar(1914)..................
Mais além do principio do prazer(1920)....
_Lacan, Jacques
(1979) Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor
_Roudinesco, Elizabeth e Michel Plon
(1998) Dicionário de Psicanálise, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
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