A Organização do 6º Festival Intercional de Cinema do Funchal agradece o apoio
que os seus Patrocinadores, Parceiros e Apoiantes demonstraram,
para que a realização desta 6ª edição fosse uma realidade.
Patrocinadores Oficiais
Parceiros Média
Apoios
“O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho.”
Orson Welles
De 12 a 19 de Novembro, a Região acolhe o 6º Festival Internacional de Cinema do Funchal/Madeira.
Um evento que se espera, mais uma vez, de sucesso, pela qualidade e riqueza das produções
cinematográficas que, por estes dias, encherão de cor, luz e emoção, o palco do Teatro Municipal
Baltazar Dias mas, também, pela homenagem que simboliza a uma arte que consegue fascinar e
atrair, em todo o mundo, milhões de pessoas em torno da sua magia.
Ao longo do ano, a Madeira apresenta um vasto número de espectáculos que encantam, cativam
e fidelizam tanto madeirenses quanto visitantes. Eventos integrados no Calendário de Animação
Turística que, devidamente consolidados no mercado, contribuem para a imagem e para a oferta
multifacetada e diversificada do destino, em matéria de arte, cultura e tradição.
A estes, junta-se agora o Festival de Cinema. Preenchendo e valorizando aquilo que é o nosso
Calendário Anual de Animação, assume-se como mais uma motivação competitiva do destino, que
apresenta grande potencial e margem de desenvolvimento futuro. Promover, divulgar e potenciar
serão, assim, palavras de ordem a partir de agora. Com empenho e convicção, certamente faremos,
deste Festival, mais um êxito conjunto, reconhecido nacional e internacionalmente!
Conceição Estudante
Secretária Regional do Turismo e Transportes
É muito importante que a Madeira crie pólos de atracção que simultaneamente desenvolvam o
nível civilizacional da Região, e proporcionem aos visitantes uma oferta cultural cuja qualidade
e interesse sejam suficientes para levá-los a escolher este destino de férias. Porque hoje em
dia a oferta é muita, torna-se necessária a divulgação intensiva através das qualidade naturais
mas também de acontecimentos criados para o efeito.
O Festival Internacional de Cinema do Funchal enquadra-se nesses objectivos. Tem vindo a
trazer ao Funchal uma série de nomes do mais elevado prestígio, e tem apresentado uma
escolha ímpar de filmes de diversos géneros, sempre da maior qualidade artística. Atraindo
um público cada vez mais numeroso, o Festival conquista ano a ano o seu lugar de honra nos
roteiros dos Festivais de Cinema internacionais.
No presente ano houve um esforço suplementar na continuação do Festival, devido às limitações
orçamentais que o país atravessa. No entanto, a qualidade continua a ser um objectivo a
não perder. E é nestes momentos de dificuldade que é mais importante manter as políticas
de divulgação da Região, pois só esse esforço nos trará as mais-valias que poderão fazer
ultrapassar a crise.
Agradeço ao Dr. Henrique Teixeira o seu empenho e dedicação a esta causa, e espero que o
Festival corra tão bem como sempre correu.
Miguel Albuquerque
Presidente da Câmara Municipal do Funchal
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Meia dúzia!
Seis, são os festivais de cinema realizados. Não serão muitos nem poucos, mas os suficientes para justificar a necessidade de um
“salto” para uma dimensão menos modesta e assumi-lo com forte relevância, quer no calendário cultural da Região, quer como
veículo de promoção turística da Madeira.
A margem de progressão que o “Festival Internacional de Cinema do Funchal – Madeira” tem pela frente é enorme, pese embora
as profundas dificuldades económicas e financeiras que infelizmente vivemos.
No entanto, creio na necessidade de um novo paradigma de investimento público na Região, onde poderá estar incluído o festival
de cinema, assente numa estratégia de bem público, turístico e portanto, de “Interesse Regional”.
A presente edição – organizada com redobrado esforço mas francamente agradecida a todos os patrocinadores – garante uma
programação rica onde ficará patente a beleza da abrangência da imagem em movimento e desta forma de arte plástica, na tela
do “Baltazar Dias”.
Curiosamente, o mar é um elemento de ligação das várias secções que compõem a programação e é o mar que nos separa, ou
une, ao Brasil, terra natal do homenageado desta 6ª edição, o cineasta Roberto Farias.
Realizador, produtor, fundador da Difilme, director geral da Embrafilme por nomeação do Presidente da Republica, segundo
sugestão do Ministro da Cultura; director da TV Globo; Presidente da Academia Brasileira de Cinema; figura incontornável da
História do Cinema daquele imenso país e descendente desta pequena ilha, mas Pérola do Atlântico.
Ao homenageado Roberto Farias, assim como a outros membros da sua vasta família de talentosos cineastas, dedicamos uma
interessantíssima Retrospectiva e na Competição Internacional de longas-metragens, vamos projectar obras de realizadores que
já haviam-se destacado em outras áreas, como o curioso e não menos interessante exemplo de Vaclav Havel, ex-Presidente da
Republica de dois países europeus e líder da “Revolução de Veludo”.
O mar levou-nos também a criar em parceria com o Clube Naval do Funchal, o 1º NavalVideoSub, secção reveladora das profundezas
das nossas águas e que, de outra forma, dificilmente o espectador comum teria acesso.
Por mar, chegaram à Madeira os primeiros turistas e na baía do Funchal amararam os primeiros hidroaviões. Estas imagens
– algumas raras e outras únicas – são espólio do coleccionador Hugo Reis e proporcionam ao espectador, uma deliciosa viagem
pela Madeira antiga, a partir da notável compilação de pequenos filmes amadores, realizados por muitos que nos visitaram, entre
1927 e 1975.
Embora expectante relativamente ao seu futuro, estou seguro que o acolhimento do público ao festival de cinema garanta a sua
continuidade, rumo à edição número sete – número mágico, tal como a Sétima Arte.
Henrique
Teixeira
Director do Festival
JURI
Derek de Lint Actor Holanda
Derek de Lint estreou-se no teatro com Home, uma peça escrita
e dirigida por Hugo Claus.
Depois de participar em filmes como “Soldier of Orange“,”Cut
Crew”e” Bastille“, Derek tornou-se internacionalmente conhecido
em “O Assalto” (Óscar e Globo de Ouro 1986).
Começou sua carreira no cinema internacional em “Mascara”
contracenando com Charlotte Rampling e “A Insustentável
Leveza do Ser” ao lado de Lena Olin, Daniel Day-Lewis e Juliette
Binoche. Fez o papel de Abelardo no filme romântico de Abelardo
e Heloise: “Stealing Heaven “.
Nos EUA figurou em séries de TV como “China Beach”, “Perry
Mason” e “NYPD Blues “.
Na Europa, teve o papel principal em minis séries de TV como
“The Free Frenchman” e “The Shore Burning”.
Em Inglaterra, Derek actuou ao lado de Albert Finney em “The
Endless Game”escrito e dirigido por Brian Forbes.
Em 1995 a MGM convidou-o para o papel principal numa nova
série de TV para a Showtime : “Poltergeist The Legacy “e fez o
papel principal de Derek Rayne durante as quatro temporadas.
Depois de várias aparições em séries de TV como “Alias”,”Navy
NCYS“, “The L-Word” e a produção da Dreamworks “Into the
West”, Derek voltou ao teatro na Holanda.
Entre as produções teatrais de “Mephisto” de Klaus Mann e
“Blackbird” de David Harrower, Derek voltou para Los Angeles
para “When A Stranger Calls” e mais tarde juntou-se ao
realizador Paul Verhoeven para “Blackbook “.
Desde então Derek completou a quinta temporada de “Vrouwen
Gooische” uma comédia de televisão muito bem sucedida para
a Endemol, duas épocas de “Deadline” , uma série criminal para
TV VARA e o papel principal em “Bloedverwanten” para AVRO
TV.
No ano passado, Derek foi convidado especial num episódio
duplo de “Silent Witness” para a BBC em Londres, Reino Unido.
O mais recente filme de Derek “Nova Zembla”, o primeiro filme
Holandês 3D estreia na Holanda no final deste ano.
Derek de Lint made his debut in the theatre with Home, a play written
and directed by Hugo Claus.
After playing in films like ‘Soldier of Orange’, ‘Crew Cut’ and ‘Bastille’,
Derek became nationally known in Fons Rademakers’ epos: ‘The
Assault’ (Academy Award and Golden Globe 1986).
Derek started his international film career in ‘Mascara’ opposite
Charlotte Rampling
and ‘The Unbearable Lightness of Being’ opposite Lena Olin. He
starred as Abelard
In the romantic Abelard and Heloise film: ‘Stealing Heaven’.
He appeared in the US in TV series like ‘China Beach’, ‘Perry Mason’
and ‘N.Y.P.D. Blues’.
In Europe he was the lead in TV Miniseries like ‘The Free Frenchman’
and ‘The Burning Shore’.
In England Derek starred opposite Albert Finney in ‘The Endless Game’
written and directed by Brian Forbes.
In 1995 MGM asked Derek to play the lead in a new TV series for
Showtime: ‘Poltergeist The Legacy’ and played the part of leader
Derek Rayne during all four seasons.
After several guest appearances in TV series like ‘Alias’, ‘Navy
N.C.Y.S.’ and ‘The L-Word’ and the Dreamworks production ‘Into the
West’, Derek returned to the theatre in The Netherlands.
Between the stage productions of ‘Mephisto’ by Klaus Mann and
‘Blackbird’ by David Harrower; Derek returned to Los Angeles for
‘When A Stranger Calls’ and later reunited with Paul Verhoeven for
‘Blackbook’.
Since then, Derek has completed the fifth season of ‘Gooische
Vrouwen’; a very successful TV comedy for Endemol, Two seasons
‘Deadline’ , a crime series for VARA TV and the lead role in
‘Bloedverwanten’ for AVRO TV.
Last year Derek played a guest lead in a double episode of ‘Silent
Witness’ for the BBC in and around London, UK.
Derek’s latest film “Nova Zembla”; the first Dutch 3D film will open in
Holland later this year.
Caroline Hicks Realizadora, Produtora Reino Unido
Caroline trabalha como produtora freelancer em Londres, produzindo comerciais de TV e
vídeos musicais. Tem estado ligada à produção em Londres há mais de 20 anos e durante
este tempo tem trabalhado em várias empresas de produção de países diferentes em todo
o mundo. Trabalhou com muitos directores aclamados, entre eles Stephen Daldry, Shane
Meadows e Mike Figgis, para citar apenas alguns.
Caroline também escreveu e realizou uma curta-metragem premiada ‘Ladies Night’ - uma
curta 35mm com 17min, que ganhou a categoria Melhor Realizador no IFCT 2004 e altamente
aclamado no Festival de Cinema TCM / Londres. “Ladies Night” também foi selecionado para
o prestigiado Festival de Cinema Raindance em Londres e, depois de ser visto, a Working Title
Films subsidiary WT2 abordou Caroline no sentido de se envolver em todos os argumentos
para longas-metragens que viesse a desenvolver.
Depois de ser visto no Edinburgh Film Festival, “Ladies Night” foi comprado pela Hypnotic
para distribuição nos EUA e desde então tem sido vendido para a HBO e para vários canais
europeus.
Caroline também tem um argumento de longa-metragem “Clint Boyle “ em parceria
com o Film Development Partnership/IFC. O filme é uma comédia de humor negro e
parte do qual será filmado na Madeira.
Caroline works as a freelance producer in London, producing TV commercials and music
videos. Caroline has been producing in London for over 20 years now and during this time
has worked in various different production companies and countries all over the world and
has worked with many acclaimed directors including Stephen Daldry, Shane Meadows and
Mike Figgis to name but a few.
Caroline has also written and directed an award winning short film ‘Ladies Night’ - a 17min
35mm short film which won ‘Best Director’ at the IFCT 2004 and ‘Highly Acclaimed’ at the
TCM/London Film Festival. ‘Ladies Night’ was also accepted into the prestigious Raindance
Film Festival in London and, after being seen here, Working Title Films subsidiary WT2
approached Caroline with a view to getting involved with any future feature film scripts she
had in development.
After being seen at Edinburgh Film Festival
‘Ladies Night’ was bought by Hypnotic for
distribution in the USA and has since been
sold to HBO and various European channels.
Caroline also has a feature script ‘Clint Boyle’
in development with the Film Development
Partnership/IFC. The film is a black comedy,
part of which will be filmed in Madeira.
Niksa svilicic Realizador Croácia
Niksa estudou e formou-se em simultâneo em 1.Academia de Artes Dramáticas da Universidade
de Zagreb (Departamento de Cinema e TV), 2.Faculdade de Ciência Política (Departamento de
Jornalismo) e 3.Faculdade de Filosofia (Departamento de Ciência da Informação, Museologia)
Depois de os concluir continua na carreira académica com mestrado na Universidade de
Zagreb (Filme, Multimédia & Ciência da Informação), e doutoramento com o tema da
dissertação:” Modelos e Avaliação de Cinema, Multimédia e Hipermédia na Apresentação de
Museus Virtuais “. Realizou mais de 300 filmes e documentários de curta duração na sua
carreira cinematográfica. Entre outros filmes de sucesso na sua carreira cinematográfica foi
argumentista, realizador e produtor do filme “I Believe in Angels” (2009), o filme mais premiado
na história da República da Croácia, com 7 Prémios do Público em festivais internacionais
de cinema por todo o mundo. Em 2002/2003, como bolsista Fulbright, ensinou “Cinema e
Multimédia” como professor convidado nos EUA. A partir de 2009 – 2011, Svilicic trabalhou
como director do HAVC (Centro Audiovisual Croata), o Fundo Nacional do Croatian Film and
Audiovisual activities & projects e como representante croata no Euroimages. Como poli instrumentista (guitarra, violino, piano, clarinete, bateria, bandolim...) foi músico profissional
(1988 - 1996) e trabalhou com produtores mundiais e músicos famosos. Actualmente
trabalha como cientista no Instituto de Pesquisa de Antropologia, em Zagreb, como perito no
campo do documentário antropológico e filme etnológico (campo da “antropologia visual”).
He studied and graduated simultaneously at 1.Academy of Dramatic Arts, University of
Zagreb (Department of Film and TV directing, 2.Faculty of Political Science (Department
of Journalism), 3.Faculty of Philosophy (Department of Information Science, Museology).
After completing that he continued academic carrier with MA at University of Zagreb (Film,
Multimedia & Information Science”, and PhD with doctoral dissertation topic: “Models and
Evaluation of Film, Multimedia and Hypermedia Presentation of Virtual Museums”.
He directed more than 300 short length movies and documentaries in his film carrier. Amongst
other successful movies in his film carrier, he was a screenplay writer, director and producer
of the movie “I Believe in Angels” (2009.), the most awarded movie in history of republic of
Croatia with 7 Audience Awards from international film festivals worldwide.
In 2002/2003 as a Fulbright scholar he teached “Film and Multimedia” subjects as a
guest professor in USA. From 2009 – 2011.
Svilicic worked as a head of HAVC’s (Croatian
Audiovisual Centre), the National fund of
the Croatian Film and Audiovisual activities
& projects and croatian representative at
Euroimages.
Currently he works as a scientist at Institute
of Anthropological Researches in Zagreb,
as an expert at the field of anthropological
documentary and ethnological film (the field
of “visual anthropology”).
Ana Brito e Cunha Actriz Portugal
Estreia-se profissionalmente em televisão em 1993 na telenovela
“Na paz dos anjos” e desde então tem participado em diversas
telenovelas e séries: “Lobos”, ”Baía das mulheres”, “Jura”, entre
outras.
Protagonizou a série infantil “Jardim da Celeste” e acaba de
gravar a série “Sagrada Família” para a RTP.
No teatro estreou-se junto a Fernanda Borsatti pela mão de
Manuel Coelho e trabalhou em várias companhias: Teatro
Nacional, Cassefaz, Magia e Fantasia, UAU.
Na sua carreira foi dirigida por Armando Cortês, Manuela Maria,
Virgílio Castelo e contracenou com Raul Solnado, Rosa Lobato
de Faria; participou em workshops com, Jonas Bloch, Wolf Maia,
Tais de Campos, Sílvia Platz, Luca Apresa, Nicolau Breyner, Elsa
Valentim e António Pedro Vasconcelos.
Esteve em cena no Parque Mayer (Teatro Maria Vitória) com a
revista “Hip-Hop arque”, pela mão de Marina Mota e durante
os últimos 5 anos esteve em digressão por todo o país com
as peças “Confissões das Mulheres de 30”, “Super Mulher” e
“Monólogos da Vagina”, com a produtora UAU.
Actualmente e desde 2001, desenvolve um papel activo como
directora, actriz e encenadora na Bambolina Teatro em projectos/
espectáculos e desde 2002 coordena Oficinas de teatro para os
mais diferentes públicos.
Em cena está a sua última encenação a peça infantil “Humor
e Humos” que apresenta a agricultura biológica às crianças e
suas famílias.
No cinema foi actriz em “A Hora da Morte” (2001) realizado por
José Nascimento e em 2004 protagoniza no filme “Maria e as
outras” de José Sá Caetano.
Este ano protagonizou um filme para TVI “O Perfeito Ideal”, e faz
parte do elenco principal nova obra cinematográfica de Jorge
Monte Real “Com um pouco de Fé” (a estrear nas salas em
Janeiro), tendo já participado no primeiro do mesmo “A ultima
Famel”.
Fez a série “Sagrada Família” na RTP ao bom sentido de Humor
português e participou na série televisiva “Maternidade”.
Esteve três meses no Teatro Armando Cortês – na Casa do Artista
em Lisboa com a peça “Casa da Fama”, uma ideia original de
João Baião (com quem também contracena para além de Mané
Ribeiro- uma produção UAU ) com a personagem Padeira de
Aljubarrota, neste momento em digressão por todo o país.
Debuts professionally in television in 1993 on the soap opera “ Na
paz dos anjos” and since then has participated in several soap operas
: Lobos”, ”Baía das mulheres”, “Jura “among others.
Starred in the children’s series “Jardim da Celeste” and just record
the series “Sagrada Familia” for RTP.
In the theatre debuted by the hand of Manuel Coelho slong with
Fernanda Borsatti and worked in various companies: Teatro Nacional,
Cassefaz, Magia e Fantasia, UAU.
In her career, she was directed by Armando Cortez, Maria Manuela,
Virgílio Castelo and acted with Raul Solnado, Rosa Lobato de Faria
; participated in workshops with Jonas Bloch, Wolf Maia, Tais de
Campos, Sílvia Platz, Luca Apresa, Nicolau Breyner, Elsa Valentim,
António Pedro Vasconcelos.
She staged in Parque Mayer (Maria Victoria Theatre) with the
magazine Hip-Hop’arque “invited by Marina Mota and during the
last five years he has been touring across the country with the plays”
Confissões das Mulheres de 30”, “Super Mulher” e “Monólogos da
Vagina. Currently and since 2001, she plays an active role as director,
actress and stage director in the Theatre Bambolina with projects /
performances since 2002 and coordinates theatre workshops for a
wide public.
Her latest play on scene, the children’s play “Humor e Humos”
features organic farming to children and their families.
Actress in the movie was “A Morte” (2001) directed by José
Nascimento and in 2004 starred in the film Maria e as outras “” José
Sá Caetano.
This year she starred in a film for TVI “O Perfeito Ideal”, and is part of
the main cast in the George Monte Real’s new cinematographic work
“Com um pouco de Fé” (to debut in theatres in January), having
already participated in his first film “A última Famel “.
She participated in “Sagrada Família” a Portuguese sense of humour
series for the RTP and also in the television series “Maternidade.”
For three months in Teatro Armando Cortês – in Casa do Artista in
Lisbon with the play “Casa da Fama” an original idea by John Baião
(who also plays a role together with Mané Ribeiro- a UAU production
) she plays the character of Padeira de Aljubarrota currently on tour
throughout the country.
Roberto Farias
Realizador, Produtor e Distribuidor de filmes, autor do clássico
O Assalto ao Trem Pagador (1962), Roberto Farias foi DirectorGeral da Embrafilme na sua fase áurea, entre 1974 e 1978,
quando os filmes brasileiros ocupavam o primeiro lugar na
preferência dos espectadores de cinema das salas do Brasil.
Nascido em 1932, em Nova Friburgo (RJ), começou a sua
carreira cinematográfica nos anos cinquenta como assistente
de realização da Atlântida e em algumas produções de Watson
Macedo, depois de ter deixado de lado estudos de Arquitectura.
Realizou os seus primeiros filmes entre 1957 e 1960, num ritmo
de trabalho impressionante: Rico Ri à Toa (1957), No Mundo
da Lua (1958), Cidade Ameaçada (1958) e Um Candango na
Bela Cap (1960) dos quais Cidade Ameaçada foi escolhido para
representar o Brasil na selecção oficial de Cannes de 1960. De
entre os pioneiros dos filmes do Cinema Novo brasileiro - que
nessa época começava a despontar - foi o primeiro a obter o
reconhecimento daquele que é, ainda hoje, o mais prestigiado
dos festivais internacionais, num ano vasto da cinematografia
mundial, onde em Cannes o seu filme competiu ao lado de
La Dolce Vita, de Federico Fellini, que foi galardoado com a
Palma de Ouro, e L’Avventura, de Michelangelo Antonioni, que
receberia o Prémio Especial do Júri, entre filmes de outros
grandes cineastas como Ingmar Bergman, Jacques Becker, Luis
Buñuel, Jules Dassin, Vincente Minnelli.
Em 1964 dirigiu Selva Trágica (1964), que teve um grande
sucesso de crítica, embora uma repercussão pública inferior à
dos seus primeiros filmes.
Com Toda a Donzela tem um pai que é uma Fera (1966) fez
o filme que haveria de ficar na história como um marco das
comédias de costumes de inspiração e localização carioca.
Ao mesmo tempo que, com Luiz Carlos Barreto, ajudou a fundar
a Difilme, distribuidora independente, com o grupo Cinema
Novo, dedicou-se também à sua própria produtora, a R. F. F.,
empresa familiar com o seu irmão Riva Faria, e à Ipanema
Filmes, uma verdadeira fábrica de sucessos, como Os Paqueras
(1968), Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa (1968) e
Roberto Carlos a 300 quilómetros por hora (1971), todos estes
dirigidos pelo próprio Roberto Farias.
Em 1973 realizou, com a colaboração de Hector Babenco na
autoria do argumento, o documentário de longa-metragem O
Fabuloso Fittipaldi, protagonizado por um dos mais célebres
campeões das corridas de Fórmula Um e que ficou a constituir
outro marco nos filmes desta especialidade. Hoje em dia é
disputado pelos coleccionadores como uma raridade, como de
resto acontece com os filmes que realizou com o mítico cantor
Roberto Carlos.
Seja na iniciativa privada ou em cargos públicos, sempre
teve como meta a ocupação do mercado brasileiro pelo filme
nacional, bem como a sua projecção internacional, aliando
a uma sólida formação cultural a capacidade de acção
que fez dele um dos grandes expoentes do panorama
cinematográfico.
A sua gestão na Embrafilme - empresa de capital misto que
financiava a produção com os lucros obtidos na distribuição
dos filmes brasileiros - e a sua presença no Concine entidade estatal reguladora do mercado - coincide com o
período de maior audiência do filme brasileiro em relação ao
produto americano, quando a distribuidora da Embrafilme
foi líder do mercado durante três anos seguidos.
Ambas as entidades foram extintas mais tarde pelo governo
de Fernando Collor.
Em 1981, depois de abandonar as suas funções na direcção
da Embrafilme, realizou Pra Frente Brasil, primeiro filme a
falar explicitamente da tortura da ditadura militar, premiado
nos festivais de Berlim e Huelva e, principalmente, filme de
grande afluência popular nas salas brasileiras.
Assinale-se que é, antes de mais, um homem que soube
aliar acção, empenhamento cívico e capacidade de
comunicação intelectual, como também o demonstra
a sua actividade como Produtor de filmes como Azyllo
Muito Louco (1968), de Nelson Pereira dos Santos, ou Os
Machões (1973) e Barra Pesada (1977), ambos do irmão
Reginaldo Faria, entre outros.
O seu filme mais recente para exploração em sala foi
Os Trapalhões e o Auto da Compadecida (1987), em
plena decadência da Embrafilme, cuja actividade era
sistematicamente boicotada pelos agentes do ”império
do mal” da distribuição americana, exactamente antes
dos anos de chumbo subsequentes à era Collor e ao
extermínio da possibilidade de comunicação através da
expressão cinematográfica com o público brasileiro por ela
acarretados.
Lutador incansável pela liberdade de expressão, consciente
do tremendo poder de comunicação da televisão, colocou,
depois disso, o seu grande talento e a sua inventiva à
produção de miniséries televisivas, onde impôs a prevalência
dos princípios da linguagem e da técnica cinematográficas,
renovando modos de produção que revolucionaram aquilo a
que talvez já possa chamar-se a “linguagem televisiva”.
Premiado e distinguido nacional e internacionalmente
em festivais de cinema, viu recentemente a sua obra
cinematográfica ser reconhecida com especial destaque
na “bíblia do cinema”, a publicação francesa Cahiers du
Cinema.
Roberto Farias é desde 2006, o Presidente da Academia
Brasileira de Cinema.
11
Homenagem a
Roberto Farias
Roberto Farias
Director, Producer and Distributor of films, author of the classic “Assalto ao Trem Pagador”
(1962), Roberto Farias was the General Director of Embrafilme in it s heydays between 1974
and 1978, when Brazilian films occupied the first place in the preference of the spectators
in the brazilian cinema halls.
Born in 1932 in Nova Friburgo (RJ), began his film career in 1950 as assistant director of
Atlântida and in some Watson Macedo productions, after having left behind architecture
studies.
Produced his first films between 1957 and 1960, in an impressive work rate:”Rico ri à Toa”
(1957), “No Mundo da Lua” (1958), “Cidade Ameaçada” (1958) and in “Um Candango na
Belacap” (1960) of which “Cidade Ameaçada” was chosen to represent Brazil in the official
selection in Cannes in 1960, and therefore, among the pioneers of the New Brazilian Cinema
films (Cinema Novo) – which at that time began to emerge – the first to obtain recognition
of what is still today, the most prestigious international festival, in a year that had plenty
of world cinema, where, in Cannes, his film competed alongside with “La Dolce Vita” of
Federico Fellini, who was awarded with the Palme d’Or and “L’Avventura” of Michelangelo
Antonioni, who would receive Special Jury Prize, among with other great directors, such as
Ingmar Bergman, Jacques Becker, Luis Buñuel, Jules Dassin, Vincente Minnelli.
In 1964 he directed “Selva Trágica”, which had a great review success among the critics,
although with less public impact, comparing with his early movies. With “Toda a Donzela tem
um Pai que é uma Fera” (1966) he made a movie that would stay in history as a landmark
of the inspirational traditions comedies in the “carioca“ scene. At the same time, with Luiz
Carlos Barreto, he helped to establish Difilm, distributor of the “Cinema Novo” and also
contributed to is own production company, R. F. F., a family company with his brother Riva
Faria and to Ipanema Filmes, a real success factory, like “Os Paqueras” (1968), “Roberto
Carlos e O Diamante Cor de Rosa” (1968) and Roberto Carlos at 300 kilometers per hour
(1971), all these directed by himself.
In 1973, he produced with the collaboration of Hector Babenco, author of the argument,
the feature documentary film, “O Fabuloso Fittipaldi”, starring one of the most famous
Formula One champions and that was a milestone in this films specialty, nowadays played
by collectors as a rarity, as indeed happens with the movies he made with the legendary
singer Roberto Carlos.
Whether in private initiative or in the public office, he always had as a main goal, the full
projection of Brazilian movies in the domestic market likewise their international projection,
allied to a solid cultural skills, the capacity of action, which made him one of the great
exponents of the cinematrographic spectrum.
His management in Embrafilme – mixed capital company which financed the production
with profits of the distribution of Brazilian movies – and his presence in Concine – Market
Regulatory State Authority - coincided with the period of largest audience of Brazilian
movies comparing with the American counterpart, when the distributor Embrafilme was
market leader for three consecutive years. Both entities were later extinguished by the
government of Fernando Collor.
In 1981, after abandoning his duties in the Embrafilme, he produced “Pr’á Frente Brasil”,
the first film to speak explicitly about military torture dictatorship, awarded at Berlin and
Huelva festivals and with a huge turnout in the Brazilian cinemas.
We should note, first of all, a man who knew how to combine action, civic engagement and
capacity of intellectual communication, as well demonstrates its activity as a producer of
films like “Azyllo Muito Louco (1968) of Nelson Pereira dos Santos, or “Os Machões” (1973)
and “Barra Pesada” (1977), both of is brother Reginaldo Faria, among others.
His latest film, with commercial attempt, was os “Trapalhões e o Auto da Compadecida”
(1987), in full decay of Embrafilme, whose activity was systematically boycotted by agents
of the “evil empire”, the American Distributor, just before the subsequent censorship years
of Collor presidential time, the extermination and the possibility of communication through
cinematographic expression with the Brazilian public conducted by it.
Tireless fighter for freedom of expression, conscious of the tremendous communication
power of television, he put his great talent and inventiveness to the production of television
miniseries, which imposed the prevalence of the principles of language and movie
techniques, ways of renewing production that revolutionized what we may already called
the “television language”
Award-winning and distinguished nationally and internationally at film festivals, recently saw
his cinematographic work recognized with a special focus on the “Bible of the Cinema”, the
French publication Cahiers du Cinema.
Roberto Farias is from 2006, the President of the Brazilian Academy of Cinema.
Currículum
Diretor de 13 filmes de longa-metragem: Rico Ri à Toa, No Mundo da Lua, Cidade Ameaçada, Um Candango
na Bela Cap, O Assalto ao Trem Pagador, Selva Trágica,Toda Donzela tem um Pai que é uma Fera, O Fabuloso
Fittipaldi, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, Roberto Carlos a 300 km por hora, Roberto Carlos e o
Diamante Cor-de-Rosa, Pra Frente, Brasil e Os Trapalhões no Auto da Compadecida.
1957 - 1994 Produtor de 43 filmes de longa-metragem, dentre eles: O Assalto ao Trem Pagador, Pra Frente
Brasil, O Casamento, Os Paqueras, Toda Nudez Será Castigada, O Casal, As Aventuras com Tio Maneco,
Maneco o Super-tio, Com licença, eu vou à luta, Não quero falar sobre isto agora; e vários curtas.
1965 Fundador da DIFILME, distribuidora independente, com o grupo Cinema Novo.
1962 - 1974 Secretário, Diretor e Presidente (2 gestões) do Sindicato Nacional da Indústria CinematográficaSNIC
1974 - 1979 Diretor Geral da EMBRAFILME, nomeado pelo Presidente da República, por indicação do
Ministro da Educação e Cultura.
1975 Membro do Juri do Festival de Huelva, na Espanha
1983 - 1984 TV GLOBO, Diretor de 6 telefilmes: MANDRAKE, ADEUS MARIDO MEU, A BOLSA E A VIDA, A
SORTE POR UM TRIZ, DEMÔNIOS DO POSTO CINCO, CARMEN; e da Minissérie A MÁFIA NO BRASIL Diretor
Geral de SOB NOVA DIRAÇÃO.
1986 Presidente do Juri do Festival de Cinema do Rio de Janeiro;
1987 - 1990 Presidente do Conselho Nacional de Cinema - CONCINE, nomeado pelo MInistro de Estado da
Cultura.
1990 Presidente do Juri do Festival de Brasília.
1992 - 2000 TV GLOBO, Diretor de Programa e Diretor Geral do VOCE DECIDE a partir de fevereiro de
2000
2000 25 de agosto. Membro da Banca Julgadora de Tese de Doutorado de Flávia Sieligman na Universidade
de S. Paulo Escola de Comunicação e Artes
2000 Presidente do Juri do Festival de Cinema de Gramado;
2000 Membro do Juri do Festival de Viña Del Mar, no Chile.
Homenageado pelos Festivais de Gramado do Rio de Janeiro por 50 anos de profissão.
2001/2002 TV GLOBO, Diretor Geral de todos os programas da série semanal “Brava Gente”. Diretor dos
programas “A Coleira do Cão”; “São Francisco de Assis”, “Ana Neri”, “Anjo não chora”, “Entre o Céu e a
Terra”.
2002 2008 Diretor geral de “Sob Nova Direção” e “Faça a Sua História”. Condecorado com a Comenda do
Mérito Cultural pelo Presidente da República e com a Medalha Tiradentes da Câmara dos Deputados do
Estado do Rio de Janeiro.
2010-09-16 Presidente da Academia Brasileira de Cinema, desde 2006.
2011-10 Presidente do Júri do Festival do Rio
•Premiado em vários Festivais Nacionais e Internacionais de Cinema e Televisão.
•Sócio-fundador do Canal Brasil (tv por assinatura)
2011-11 A 6ª edição do Festival Internacional de Cinema do Funchal – Madeira, homenageia o cineasta
Roberto Farias, pelo conjunto da sua obra e contributo na arte e industria cinematográfica.
15
“Caro Festival de Cinema do Funchal,
Estou muito desapontado por não estar com
vocês. Eu estava ansioso para fazer parte do
Festival e receber o meu prémio.
Quem poderia ter imaginado que um vulcão
islandês me impediria de ir ter convosco?
Esta teria sido a minha primeira vez na vossa
ilha mágica e que eu muito já ouvi sobre ela.
Então, fico duplamente decepcionado por não
poder ter estado lá com todos vocês.
No entanto, desejo que o Festival tenha um
sucesso vulcânico e que todos “explodam de
alegria!”
Tudo do melhor
Mensagem enviada na edição de 2010
Terry Jones
Dear Funchal Film Festival,
I’m so disappointed not to be with you all. I
was so looking forward to the Festival and to
receiving the award.
Who could possibly have imagined that an
Icelandic volcano would stop me coming to
you?
This would have been my first time on your
magical island, which I’ve heard so much about.
So I’m doubly disappointed that I can’t be there
with you all.
None the less, I hope the Festival is a volcanic
success and that everyone ‘explodes with
delight’ !
All the best
Terry Jones
Message sent in the 2010 edition
Homenagem a
Terry Jones
Mais conhecido como membro dos Monty Python, Terry Jones, que
surpreende pela sua simplicidade, é um dos homens que mudou para
sempre o rumo da comédia mundial. Os ”Pythons” formaram-se em
1969, escreveram e representaram Monty Python’s Flying Circus até
1974. Terry Jones foi co-realizador do filme Monty Python and the
Holy Grail, juntamente com Terry Gilliam em 1975 e realizou Monty
Python’s Life of Brian em 1979 e Monty Python’s Meaning of Life
em 1981, com o qual ganhou o Prémio Especial do Júri em Cannes.
Como membro dos Monty Python, Jones é lembrado pelos seus
papeis de mulheres de meia-idade e de voz extremamente aguda
mas a sua participação no grupo foi mais além dos demais pelo
facto de ter desenvolvido um formato fresco para a serie na TV com
base num estilo inconsciente dando espaço ao humor conceptual
da equipa.
Era também, contra o uso da música exagerada e do estilo de câmara
estática. Mais tarde foi ele quem se dedicou à realização de 3 filmes
de referência dos Monty Python.
Fora do grupo, Jones assinou a realização de Personal Services
(1987) e em 1989 escreveu e realizou Erik The Viking. Em 1996,
escreveu, realizou e desempenhou o papel de Toad no filme The
Wind In The Willows, que ganhou o Chicago Children’s Film Festival
e o Wisconsin Children’s Film Festival.
Ainda escreveu o argumento para Labyrinth de Jim Henson.
Na televisão conta já com numerosos documentários: The Crusades
(BBC 1993) Ancient Inventions (Discovery, 1997) Hidden Histories
(Discovery, 2002), Medieval Lives (BBC 2004) e Barbarians (BBC
2006).
A carreira pós-Python de Jones, levou-o a tornar-se um aclamado
autor de livros para crianças. O seu primeiro livro infantil, Fairy Tales,
publicado em 1981, foi traduzido em seis edições estrangeiras e
adaptado para televisão e rádio. The Saga of Erik the Viking ganhou,
em 1984 o Children’s Book Award.
Nicobobinus foi vencedor de uma Silver Seal pelos editores Parents’
Choice; Fantastic Stories ganhou o Smarties Prize em1992; Mais
recentemente, tem uma nova série de livros: The Knight and the
Squire, The Lady and the Squire e The Tyrant & The Squire. The Lady
and the Squire foi elencado para o 2002 Whitbread Prize.
Jones escreveu Chaucer’s Knight em 1981, data a partir da qual tem
sido reeditado inúmeras vezes. Frequentemente ministra palestras
sobre os finais do século XIV em universidades na Grã-Bretanha,
Europa e Estados Unidos da América.
O seu livro Who Murdered Chaucer? foi publicado em 2003 e o seu
artigo Was Richard II a Tyrant?, publicado no Fourteenth Century
England.
Terry Jones’s War On The War On Terror foi publicado em Janeiro de
2005 pelo Nation Books, Nova Iorque, e tem vindo a ser editado em
França e Escandinávia apesar de não o ter sido na Grã-bretanha.
Jones co-escreveu o libreto e realizou Evil Machines, a sua primeira
incursão no mundo da Opera, baseada numa compilação dos seus
contos, que estrearam em Lisboa em 2008.
Presentemente encontra-se a trabalhar numa ópera com Anne
Dudley para a Royal Opera House.
Jones nasceu em Colwyn Bay, no Norte do País de Gales e é formado
em Literatura Inglesa pela Universidade de Oxford.
Best known as part of Monty Python. Jones
and the other Pythons got together in 1969
and wrote and performed Monty Python’s
Flying Circus until 1974. Jones co-directed
the film Monty Python and the Holy Grail with
Terry Gilliam in 1975 and directed Monty
Python’s Life of Brian in 1979 and Monty
Python’s Meaning of Life in 1981, which won
the Special Jury Prize at Cannes. He directed
Personal Services (1987), and in 1989 he
wrote and directed Erik The Viking. He wrote,
directed and played Toad in The Wind In
The Willows (1995) which won the Chicago
Children’s Film Festival and the Wisconsin
Children’s Film Festival. He also wrote the
screenplay for Jim Henson’s Labyrinth.
He has presented numerous TV documentaries:
The Crusades (BBC 1993) Ancient Inventions
(Discovery, 1997) Hidden Histories (Discovery,
2002), Medieval Lives (BBC 2004) and
Barbarians (BBC 2006). His first children’s
book Fairy Tales, published in 1981, has been
translated into six foreign editions and adapted
for television and radio. The Saga of Erik the
Viking won the 1984 Children’s Book Award.
Nicobobinus was awarded a Silver Seal by the
Parents’ Choice editors; Fantastic Stories won
the Smarties Prize 1992; He has a new series
of books: The Knight and the Squire, The Lady
and the Squire and The Tyrant & The Squire.
The Lady and the Squire was short-listed for
the 2002 Whitbread Prize.
Jones wrote Chaucer’s Knight in 1981 since
when it has been reprinted numerous times.
He frequently lectures on the late fourteenth
century in universities in Britain, Europe and
the United States. His book Who Murdered
Chaucer? was published in 2003 & his article
Was Richard II a Tyrant? was published in
Fourteenth Century England ed. Nigel Saul in
2008.
Terry Jones’s War On The War On Terror was
published January 2005 by Nation Books, New
York, and has been published in France and
Scandinavia though not in Britain.
Jones co-wrote the libretto and directed
Evil Machines, his first foray into the world
of opera, based on a collection of his short
stories, which premiered in Lisbon in 2008.
He is currently working on a short opera with
Anne Dudley for the Royal Opera House.
Jones was born in Colwyn Bay, North
Wales, and read English Literature at Oxford
University.
17
19
Bem-Vindo ao Sul 2010 Comédia 102 Minutos Itália
Realização Luca Miniero
Com Alessandro Siani,Angela Finocchiaro,Claudio Bisio
Produtor Dany Boon
Música Mario Grigorov, Umberto Scipione
Argumento Massimo Gaudioso
Fotografia Paolo Carnera
Luca Miniero
Napoles, Itália, 1967
Realizador:
2010 Benvenui al Sud
2008 Questa notte è ancora nostra
2008 Amiche mie (TV series)
2007 Viaggio in Italia - Una favola vera
2006 Nati ieri (TV series)
2005 Nessun messaggio in segreteria
2002 Coppia (o le misure dell’amore) (short)
2002 Incantesimo napoletano
1999 Piccole cose di valore non quantificabile
(short)
1998 La scoperta di Walter (short)
Alberto é director de uma estação dos correios numa cidade pequena em Brianza e
para agradar sua mulher Silvia, que gostaria de se mudar para Milão, está pronto para
tudo, até mesmo fingir ser deficiente para entrar na lista e obter um emprego na grande
metrópole. Mas o seu plano é descoberto e a punição de Alberto é ser transferido para
uma pequena cidade perto de Nápoles onde terá de permanecer dois anos…
Alberto is the director of a post office in a small town in Brianza and to please his
wife Silvia, who would like to move to Milan is ready for anything, even pretend to be
poor to enter the list and get a job in the great metropolis. But his plan is discovered
and punished by Alberto is being transferred to a small town near Naples where you
have to stay two years ...
com o apoio da VALENTIM DE CARVALHO
21
Lon
ga
s
em
Compet ição
Apnea
www.apnea-film.com
23
APNEA 2010 Drama 90 Minutos Grécia
Realização Ari Bafalouka
Com Sotiris Pastras, Yioulika Skafida, George Karamichos, Andrianna Babali,
Vangelis Rokos, Akyllas Karazisis, Lydia Fotopoulou
Música Nikos Kypourgos
Produção Artwave Production
Ari Bafalouka
Nasceu em Atenas. Durante oito anos
consecutivos, foi um campeão de natação grega,
mantendo os registros nacionais de 50m e 100m
livres e competiu com a equipa nacional em
muitos eventos internacionais. Em 1995, graduouse Universidade de Atenas (Departamento de
Educação Física) e L. Stavrakos Film Helénica
e TV Escola. Mais tarde estudou no Reino Unido
com uma bolsa de estudos Greek Film Centre,
recebendo um Mestrado em Realização de
Cinema e TV da Northern Media School. Tendo
trabalhado como assistente de realização ao lado
de um grande número de realizadores de cinema
conhecidos, começou a dirigir documentários e
filmes de ficção em 1997. Também ensinou na
“Let’s go Cinema” programa educacional, bem
como a L. Stavrakos Hellenic Film and TV School
e na New Hellenic Theatre e Theatre of Changes
escolas de arte dramática. Tem escrita uma
peça de teatro, roteiros para curtas-metragens e
episódios para séries de TV.
Dimitris, um nadador 23 anos, mergulha na água de uma piscina escura depois de
conseguir sucesso no Campeonato Europeu. Ele cumpriu o sonho de uma vida, mas
sente-se mais vazio do que nunca. Como o seu corpo flutua na água, as memórias
do passado inundam a sua mente, recordando-o sobre seu relacionamento com Elsa,
uma activista ambiental que desapareceu misteriosamente.
Dimitris, a 23 year-old swimmer, dives into the water of a dark pool after achieving
success in the European Championships. He has fulfilled the dream of a lifetime
but feels emptier than ever. As his body floats in the water, memories from the past
come flooding into his mind, reminding him about his relationship with Elsa, an
environmental activist who has mysteriously disappeared.
La Vida de los Peces
www.lavidadelospeces.cl
25
La Vida de los Peces 2008 Drama 83 Minutos Chile
Realização Matías Bize
Com Santiago Cabrera, Blanca Lewin, Antonia Zegers, Víctor Montero, Maria
Gracia Omegna, Luz Jimenez
Argumento Julio Rojas y Matías Bize
Produção Adrián Solar Matías Bize
Andrés vive na Alemanha há 10 anos. Volta ao Chile para encerrar o seu passado
antes de finalmente se estabelecer em Berlim. Durante a sua estada, participou
numa festa de aniversário com os seus amigos, onde redescobre um mundo por
desvendar, incluindo Beatriz, o seu grande amor. Este encontro pode mudar sua vida
para sempre.
Andres has been living in Germany for 10 years. He returns to Chile to bring closure
on his past before settling for good in Berlin. During his visit, he attends a friend’s
birthday party where he rediscovers the world he had left behind, including his longtime love Beatriz. This reunion could change Andres’ life forever.
Nasceu em Santiago do Chile em 1980. Formou-se na escola de cinema do Chile e aos 23 anos
dirigiu o filme “Sábado” (2003), com estreia
mundial no “Festival Internacional de Cinema
de Mannheim-Heidelberg”, onde ganhou quatro
prémios, incluindo o “Rainer Werner Fassbinder.”
O filme foi seleccionado para participar em vários
festivais de cinema do mundo, ganhando vários
prémios e elogios da crítica.
Em seguida, dirigiu o filme “En la Cama” (2005),
com estreia mundial no “Festival Internacional
de Cinema de Locarno” e vencedor do “Golden
Spike” no “Festival Internacional de Cine de
Valladolid”, tornando-se o mais jovem realizador
em obter o grande prémio da história daquele
Festival. Este filme já ganhou mais de 36 prémios
internacionais entre eles o Especial do Juri do
3º Festival Internacional de Cinema do Funchal.
A revista “Cahiers du Cinéma”, chamou-lhe “o
cineasta mais promissor do cinema chileno”.
Em Barcelona, dirigiu o filme “Lo Bueno de Llorar”
(2007), também com estreia mundial no “Festival
Internacional de Cinema de Locarno.” Recebeu o
Premio Especial do Júri e o Prémio da Crítica no
Festival Internacional de Cine de Valdivia. O filme
participou em vários festivais internacionais de
cinema do mundo, recebendo vários prémios. Em
2010 dirige o seu mais recente filme “La Vida
de los Peses”, lançado internacionalmente no
Festival Internacional de Cinema em Veneza.
A film by mArie Kreutzer
Script
a production of noVotnY & noVotnY fiLMproduKtion GMBH and Witcraft SZEnario oG WitH KGp
a fiLM BY MariE KrEutZEr
WitH andrEaS KiEndL, andrEa WEnZL, EMiLY coX, pHiLipp HocHMair, Marion MittErHaMMEr, SaMi LoriS, pia HiErZEGGEr und JoHannES KriScH aS «HanS»
MariE KrEutZEr pHotoGrapHY LEEna KoppE production dESiGn Martin rEitEr coStuME dESiGn VEroniKa aLBErt MaKE up / Hair StYLiSt SaM dopona Sound and Sound dESiGn odo GrÖtScHniG
MuSic daVid HEBEnStrEit Sound Editor HoWard daVid BarGroff Editor uLriKE KofLEr caStinG rita WaSZiLoVicS production ManaGEr GottLiEB paLLEndorf
ScHErZ co-producEr GaBriELE KranZELBindEr producErS franZ noVotnY, aLEXandEr GLEHr, urSuLa WoLScHLaGEr, roBErt BucHScHWEntEr
LinE producEr JoHanna
www.dievaterlosen.at
Gestaltung: Alberto Vieceli
the fatherless
www.dievaterlosen.at
The Fatherless
27
The Fatherless 2011 Drama 104 Minutos Alemanha
Realização Marie Kreutzer
Com Andreas Kiendl, Andrea Wenzl, Emily Cox, Philipp Hochmair, Marion
Mitterhammer, Sami Loris
Música David Hebenstreit
Fotografia Leena Koppe
Marie Kreutzer
Nasceu em 1977 em Graz, vive e trabalha em
Viena.
Estudou em Graz na escola modelo AHS e depois
na Academia de Cinema de Viena com o Prof.
Walter Wippersberg, graduando-se com uma tese
sobre “dramaturgia da curta-metragem”.
Eles nunca esperavam que Kyra aparecesse novamente. Os dois irmãos e irmã,
reuniram-se quando o seu pai morreu e estão agora chocados com a aparição da
sua irmã. Kyra desaparecera de repente á mais de vinte anos, durante a dissolução
da comunidade hippie onde eles nasceram. Para eles, ela é agora como uma
estranha...
Mas quando ela descobre que a sua existência foi mantida em segredo, começam a
descobrir velhos mistérios. Logo, todos os irmãos e irmã encontram-se a desenterrar
as raízes das suas memórias de infância, que haviam suprimido por uma questão
de sobrevivência.
They never expected Kyra to turn up again. The two brothers and their sister, brought
together when their father dies, are stunned by the appearance of their sister.
Kyra suddenly vanished over twenty years ago during the breakup of the hippie
commune where they were all born. She is like a stranger to them now... but when
she discovers that her very existence has been kept secret, she starts to uncover old
mysteries. And soon all the brothers and sister find themselves unearthing the roots
of their childhood memories they had surpressed in order to survive.
Filmografia (Realização e Argumento)
2011 “O órfão” filme
2009 “Ingrid”, contos
2008 “punch noel” curta-metragem
2007 “serviço Natal” Documentário
2006 “caixa branca” longa-metragem
2005 “Pecados Mortais 7/inércia” Documentário
2002 “un peu beaucoup” longa-metragem
2000 “condutora Cappy” longa-metragem
Izlet
www.newwavesyria.com
29
Izlet 2011 Drama 85 Minutos Eslovenia
Realização Nejc Gazvoda
Com Nina Rakovec, Jure Henigman, Luka Cimpric
Argumento Nejc Gazvoda
Produção Perfo d.o.o. (Aleš Pavlin, Andrej Štritof)
Fotografia Marko Brdar Nejc Gazvoda
Ziva, Andrej e Gregor são os melhores amigos desde o colégio. Gregor é um soldado
que está prestes a embarcar numa missão para o Afeganistão e Ziva vai estudar
para o estrangeiro. Andrej é o amigo gay que odeia tudo, inclusive a si próprio. Eles
decidem fazer uma viagem para o litoral, como fizeram quando estavam no colégio.
Pelo percurso, atropelam um gato, encontram um carro abandonado e destroemno... Eles são destrutivos e controversos, mas gentis e carinhosos uns para com os
outros. Embebedam-se e uma troca de beijos traz alguma tensão ao relacionamento,
enquanto Andrej não sabe de nada. O conflito explode quando Ziva, num acesso de
raiva, destrói a sua tenda e conta um segredo que enfurece Andrej. Gregor comete
um erro e Andrej agride-o.
Ziva, Andrej and Gregor are best friends since high school. Gregor is a soldier who is
about to embark on a mission to Afghanistan and Ziva is going to study abroad. Andrej
is their gay friend who hates everything, himself included. They decide to go to a road
trip to the seaside like they did when they were in high school. While driving, they find
an abandoned car and destroy it; they run over a cat and bury it with dignity. They are
destructive and controversial, but gentle and caring towards each other. When they
arrive, they get drunk and Ziva and Gregor kiss each other, what brings tension to their
relationship, while Andrej doesn’t know anything and just makes fun of everything,
mostly of Gregor and his army ideals. The conflict erupts when Ziva, in a fit of rage,
destroys their tent and tells a secret that enrages Andrej. Gregor makes a mistake and
hits Andrej.
Nejc Gazvoda nasceu em 1985 em Novo Mesto,
Eslovénia.
Quando estava no colégio, escreveu uma curta
história de ficção chamada “Nada escapa aos
Esquilos”, que lhe valeu o prémio Fábula 2006
(para melhor livro de contos) e o Golden Bird
Award 2005 (para escritas inovadoras).
Autor de três romances e também uma peça de
teatro, todos nomeados para o “Kresnik”, (prémio
esloveno para o melhor romance do ano).
Na comunicação social eslovena, é muitas vezes
referido como o escritor principal da geração
histórica.
Enquanto estudante realizou “Red Burgundy”
(2007), filme histórico é chamado de pósgraduação e “Caretaker” (2008).
Realizou para Televisão “Uma onça da Sorte
(2008), o qual ganhou o “Preseren”.
Com “É fácil” ganhou o prémio 2009 de melhor
roteiro curto.
Co-escreveu o roteiro de do filme “Bagagem
pessoal” (2009) com um dos principais diretores
do cinema esloveno Janez Lapajne.
Apricot Island
www.marhulovyostrov.sk
31
Apricot Island 2011 Romance 101 Minutos Eslováquia
Realização Peter Bebjak
Com Attila Mokos, Peter Nádasdi, Szidi Tobias
Fotografia Martin Ziaran
Edição Ondrej Azor
Peter Bebjak
Peter Bebjak has graduated from Theatre Faculty
(main acting) in 1994 and Faculty of Film and
Television (main directing) in 1999 of Academy
of Music and Arts in Bratislava. As an actor,
he worked with several Slovak theatres and
television. He has acted in feature films, notably
“Hana and Her Brothers”, “Quartétto” and
“Unfaithful games”.
Quantos homens pode uma mulher verdadeiramente amar?
Cativante história de uma mulher testado vida cheia de paixão, desenfreada
crueldade do destino e do amor.
O filme desenrola-se no sul da Eslováquia, isolada e escondido em pomares de
damasco, chama a atenção para as paixões e o turbilhão de três homens para uma
mulher, seu amor fatal para eles e com todas as desgraças e alegrias que a vida
daí pode trazer.
O sol, o cheiro do amadurecimento dos damascos e encontrar a sua própria
felicidade, é a história de uma mulher forte, que ama e deseja ser amado... como
todos nós.
How many men can woman truly love?
Apricot Island is a film about a girl, who raises passion and subsequent rage between
two brothers. People in the neighborhood have no idea what is going on between
them. The only witness to their undistinguished, hidden and suddenly awakened love,
which drives them hopelessly to a tragic end, is the beautiful nature surrounding the
Danubian backwaters. Dawns and sunsets, hot summer, ripe apricots, the wide and
lazily flowing Danube and love in all of its tragic and comical situations, are joined
into a whole, which altogether makes a creatively and consentually suggestive film.
Mothers
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Mothers 2011 Drama 123 Minutos Macedonia
Realização Milcho Manchevski
Com Ana Stojanovska,
Vladimir Jacev, Dimitar Gjorgjievski, Ratka
Radmanovic, Salaetin Bilal, Emilija Stojkovska, Milijana Bogdanoska
Música Igor Vasilev Novogradska
Produção Christina Kallas
Milcho Manchevski
Duas meninas de nove anos de idade denunciam um exibicionista a um polícia,
mesmo sem nunca tê-lo visto. Três cineastas conhecem os dois moradores de uma
aldeia abandonada - um irmão mais velho e uma irmã que não se falam há 16
anos. Empregadas domésticas e reformadas, são encontradas estranguladas numa
pequena cidade. Um repórter que escreve sobre os assassinatos é preso.
A ficção lentamente transforma-se num documentário.
Através de “Mothers” - dedicado, negligente, amoroso, ausente, assassinado,
monstruoso - Manchevski torna as muitas faces da tragédia humana em alegria.
Empregando uma estrutura inovadora, “Mothers” destaca as relações delicadas da
verdade e da ficção, de drama e documentário, tornando-se, assim, uma meditação
sobre a natureza da verdade.
Two nine-year-old girls report a flasher to the police - even though they never saw
him. Three filmmakers meet the only residents of a deserted village – an elderly
brother and sister who have not spoken to each other in 16 years. Retired cleaning
women are found raped and strangled in a small town. A reporter who writes about
the murders is arrested.
The fiction slowly turns into a documentary.
Through mothers - dedicated, neglectful, loving, absent, murdered, monstrous Manchevski renders the many faces of human tragedy and joy.
Employing an innovative structure, MOTHERS highlights the delicate relationships
of truth and fiction, of drama and documentary, becoming thus a meditation on the
nature of truth.
Milcho Manchevski escreveu e dirigiu os filmes
“Before the Rain” (1994), “Dust” (2001), “Shadows”
(2007) e “Mothers” (2011).
“Before the Rain” ganhou uma nomeação ao Óscar
como Melhor Filme de Língua Estrangeira, além de
trinta prêmios, incluindo o Leão de Ouro de Melhor
Filme em Veneza, Independent Spirit, FIPRESCI,
UNESCO, melhor filme do ano na Argentina, Itália,
Suécia, Turquia e outros premios na Áustria,
Bélgica, Brasil, Polônia, Porto Rico, Rússia, etc.
O New York Times incluiu “Before the Rain”
na sua lista dos melhores 1.000 filmes jamais
realizados.
“Dust” foi o filme na noite de abertura do Festival
de Cinema de Veneza e “Mothers” foi projectado
na secção Panorama da Berlinale 2011.
Os filmes de Manchevski têm tido exibição
em mais de uma centena de festivais, e foram
distribuídos em cerca de 50 países.
Os seus filmes são parte do currículo em
várias universidades em todo o mundo, e têm
sido motivo de uma série de conferências.
Da Universidade de Leipzig (Alemanha) ao
Instituto Universitário Europeu de Florença
(Itália) organizaram-se conferências acadêmicas
dedicadas, respectivamente, para “Before the
Rain” e “Dust”.
Manchevski ganhou prêmios de melhor filme
experimental (para “1,73”) e melhor vídeo da MTV
(para “Tennessee”, que a Rolling Stone colocou
na lista das 100 melhores vídeos de sempre).
Leaving
www.havelsleaving.com
LEAVING is a bitter sweet comedy that follows a highly appointed Chancellor who set
to step down from his position after years of service to his country. With just two last
days left to enjoy his palatial villa before he is finally evicted, his situation gradually goes
from bad to worse.
35
Leaving 2011 Drama/Comédia 94 Minutos República Checa
Realização Václav Havel
Com Josef Abrhám, Alma, Jirí Bartoška, Jan Budar, Jaroslav Dušek
Argumento Václav Havel
Produção Jaroslav Boucek Václav Havel Leaving, é a história de um ponto de viragem na vida de uma pessoa.
Dr. Vilém Rieger foi um chanceler durante muitos anos. No entanto foi recentemente
afastado do seu escritório e embora se esforce por não o demonstrar, na sua essência
o seu mundo desmoronou-se. Ele deve sair da casa do governo, que ao longo dos
anos se tornou no “seu lar” e tem de passar por procedimentos indignos, separando
as coisas do Estado das suas coisas particulares. Simultaneamente o seu secretário
subserviente acaba por ser uma cobra, um burocrata desagradável e a única pessoa
que lhe é fiel, a sua filha mais velha, lentamente afasta-se da intenção original de ter
o seu pai viver consigo; a filha mais nova pelo contrário é a única que procura uma
saída realista. Rieger recebe uma oferta vinda de “cima” e que lhe permitiria ficar
na casa se apoiasse publicamente o seu cínico adversário. Esta oferta é apoiada
por chantagem e os seus inimigos, como se constata, adquiriram algumas cartas
incriminadoras e estão prontos para denuncia-las a um jornal tablóide.
O filme trata, de modo geral o fenómeno da mudança em si. A cada segundo surge
algo e algo irremediavelmente desaparece. Nós não sabemos de onde tudo emerge
e sabemos ainda menos para onde tudo desaparece. Este é um tema clássico nos
dramas: o fim. O fim de um homem; uma era; uma comunidade. O fim do amor.
Leaving is the story of a turning point in a person’s life. Dr. Vilém Rieger was a
chancellor for many years; however, he recently was ousted from his office and he
evidently is unable to cope with this on the inside. The film is not just about the
leaving of one politician from his office, but more generally about the phenomenon
of change itself: every second something comes and something irretrievably goes.
We do not know from where everything emerges and know even less to where it
disappears. This is in fact a classic theme of dramas: the end. The end of a man. The
end of an era. The end of a community. The end of love.
Escritor, poeta e dramaturgo, um dos porta-vozes
para a primeira Carta 77, líder de mudanças
políticas em novembro de 1989, o último
Presidente da Checoslováquia e o primeiro da
República Checa (1989-2003).
Vaclav Havel é sem dúvida a pessoa checa mais
versátil e mais significativa da cena cultural e
política na segunda metade do século passado.
Além inúmeras de peças de teatro e argumentos,
o dramaturgo Václav Havel é também o autor
das peças seguintes: The Garden Party 1963,
The Memorandum 1965, The Increased Difficulty
of Concentration 1968, Conspirators 1971, The
Beggar’s Opera 1972, Audience 1975, Unveiling
1975, Mountain Hotel 1976, Protest 1978,
Mistake 1983, Largo desolato 1984, Temptation
1985, Redevelopment 1987 e Tomorrow 1988.
Ele escreveu a primeira versão de “Leaving”,
no verão de 1989, antes das mudanças que
ocorreram em Novembro e que o colocou no
mais alto cargo do estado checo, por um longo
tempo. A versão final desta peça surgiu em
2007. A peça, foi á cena nos EUA, Reino Unido,
Dinamarca, Suécia, Alemanha, Polónia e Croácia.
“Leaving”, realizado com esforço, é também o
seu primeiro filme como realizador de cinema.
Václav Havel recebeu muitos prémios nacionais,
internacionais e doutoramentos honoris causa
pelas suas obras literárias, pelas suas opiniões
e pela sua dedicação ao longo da vida, sobre a
observância dos direitos humanos.
http://www.plansfortomorrow.com
Planes para Mañana
37
Planes para Mañana 2010 Drama 96 Minutos Espanha
Realização Juana Macías
Com Carme Elias, Goya Toledo, Ana Labordeta, Aura Garrido
Argumento Alberto Bermejo, Juana Macías, Juan Moreno
Fotografia Guillermo Sempere Edição Juana Macías
Juana Macías
No curso de um dia, Inês, Antonia, Mariana e Mônica, mulheres com diferentes
idades e circunstâncias, devem tomar decisões importantes que podem mudar suas
vidas para sempre: Inês decide prosseguir com a gravidez contra tudo e contra
todos? Mariana irá entender que seu relacionamento com o marido acabou e agir
de acordo com isso? O que será de Antonia quando o verdadeiro amor da sua vida
vai ter uma segunda chance, agora é uma mulher feliz casada e com filhos? E
Mônica o que fará diante da impotência e desejo de vingança quando sua família
se desmorona?
In the course of a day, Agnes, Antonia, Mariana and Monica, women of different
ages and circumstances, must make important decisions that can change their
lives forever: Agnes decides to proceed with the pregnancy against everything and
everyone? Mariana understand that your relationship with her husband over and act
accordingly? What will become of Antonia when the true love of his life will have a
second chance, is now a happily married woman with children? Monica And what
will make the face of powerlessness and a desire for revenge when his family falls
apart?
“Planes para mañana” é a primeira longametragem de JUANA MACIAS, uma jovem
realizadora com uma carreira brilhante, experiente
e premiado.
Além de documentários, anúncios e clips de
vídeo, ela já dirigiu cinco curtas em 35mm e foi
premiada com um Goya de Melhor Curta “Siete
cafés Por Semana”, em 2000.
Para além deste importante reconhecimento
que recebeu mais de 40 prêmios nacionais e
internacionais e suas curtas-metragens foram
selecionadas na Seção Oficial de mais de 100
festivais internacionais em todo o Mundo: Cannes
(New Talents europeu), Londres, Veneza, Cidade
do México, Chile, Romênia , Bulgária, Turquia,
Roma, Toulouse e Locarno.
http://www.sena.is/mammagogo/
Mamma Gógó
INTERNATIONAL PRESS
Silversalt PR
Thessa Mooij
[email protected]
+1-416-827-8021
Jefferson Darrell
[email protected]
+1-416-357-0234
SCREENINGS IN TORONTO 2010
Sat Sep 11 11.30am Scotiabank Theatre 2 P& I
Sun Sep 12 08.00pm Scotiabank Theatre 3 International Premiere
Public
Mon Sep 13 09.00am Varsity 7
Wed Sep 15 08.45pm Scotiabank Theatre 11 P& I
Public
Sun Sep 19 12.30pm Jackman Hall – Ago
A FILM BY
ACADEMY AWARDS ® NOMINEE
BAVARIA FILM INTERNATIONAL
PRESENTS
‘MAMMA GÓGÓ’
Fridrik Thór Fridriksson
WRITTEN AND DIRECTED BY
FRIDRIK THÓR FRIDRIKSSON
MARGRÉT VILHJÁLMSDÓTTIR s INGA MARÍA VALDIMARSDÓTTIR s ÓLAFÍA HRÖNN JÓNSDÓTTIR
PRODUCTION DESIGN
ÁRNI PÁLL JÓHANNSSON
PRODUCTION MANAGERS
COSTUME DESIGN
HELGA I. STEFÁNSDÓTTIR
EDITING
KATRIN LOVISA INGVADÓTTIR s DAVÍD KRISTJÁN CHATHAM PITT
REINHARD BRUNDIG s ELFAR ADALSTEINS
&
GUNNAR CARLSSON
STARRING
KRISTBJÖRG KJELD s HILMIR SNÆR GUDNASON s GUNNAR EYJÓLFSSON
DIRECTOR OF PHOTOGRAPHY
ARI KRISTINSSON
ANDERS REFN s SIGVALDI J. KÁRASON s TOMAS POTOCNY
PRODUCERS
WITH THE SUPPORT OF
SOUND
MUSIC
HILMAR ÖRN HILMARSSON
MERETE MONGSTAD s SIGURDUR SIGURDSSON
FRIDRIK THÓR FRIDRIKSSON s GUDRÚN EDDA THÓRHANNESDÓTTIR
ICELANDIC FILM CENTRE s EURIMAGES s NORDIC FILM & TV FUND
AND
CO-PRODUCERS
EGIL ØDEGÅRD
NORWEGIAN FILM INSTITUTE
39
Mamma Gógó 2011 Drama 90 Minutos Islandia
Realização Friðrik Þór Friðriksson
Com Kristbjörg Kjeld, Hilmir Snaer Gudnason, Gunnar Eyjólfsson
Produtor Gudrun Edda Thorhanesdottir
Argumento Fridrik Thór Fridriksson
Música Hilmar Örn Hilmarsson
Fotografia Ari Kristinsson
Um cineasta ambicioso tem os olhos postos numa nomeação ao Oscar, apesar do
seu filme mais recente ser um flop absoluto, na sua Islândia natal. Ao mesmo tempo,
é diagnosticado Alzheimer à sua enérgica e perspicaz mãe. Com os seus próprios
problemas, estes de repente, parecem-lhe insignificantes e tenta mostrar o seu
amor e carinho ao acompanhá-la em sua jornada para a escuridão da noite. Mamma
Gogó contém os ingredientes essenciais dos filmes de Fridriksson: compaixão,
humor e um forte estilo visual.
An ambitious filmmaker has his eyes on an Oscar nomination despite the fact that
his latest film is an absolute flop in his native Iceland. At the same time, his energetic
and quick-witted mother is diagnosed with Alzheimer´s. With his own troubles
suddenly seeming petty, he tries to show her his love by accompanying her on her
journey into the night. Mamma Gógó contains Fridriksson’s essential ingredients:
humor, compassion and strong visual style.
Friðrik Þór Friðriksson Fridrik Thor Fridriksson iniciou a produção
cinematográfica com uma série de filmes
experimentais e documentários, no início de
1980. Em 1987, fundou a Corporação de Cinema
islandês, que foi a produtora mais importante da
Islândia durante mais de 20 anos, produzindo
filmes de Fridrikssons, bem como de outros
directores e produtores islandeses. Através de
reputação internacional, a empresa construiu
uma rede internacional de produtoras bem
estabelecidas em co-produção com Lars von Trier,
incluindo Zentropa e Zoetrope de Francis Ford
Coppola. Como realizador, Fridriksson ganhou
reconhecimento internacional e aclamação da
crítica com seu segundo filme “Children of Nature
(1991)”, que foi nomeado para o Oscar como
Melhor Filme Estrangeiro.
A identidade própria de Fridriksson como cineasta
é a de um contador de histórias dentro de uma
tradição que remonta aos escritores das sagas
islandesas, há mais de mil anos atrás.
A Vingança de uma Mulher
41
A Vingança de uma Mulher 2011 Drama 90 Minutos Portugal
Realização Rita Azevedo Gomes
Com Rita Durão, Fernando Rodrigues, Hugo Tourita, Duarte Martins, João
Pedro Bénard (narrador), Francisco Nascimento, Manuel Mozos, António
Azevedo Gomes, Isabel Ruth, Susana Moody (cantora)
Argumento Rita Azevedo Gomes, basedo no conto de Barbey d’Aurevilly
Fotografia Acácio de Almeida
Produtor Isabel Machado, Joana Ferreira, Christine Reeh
Rita Azevedo Gomes
Rita Azevedo Gomes trabalhou em Cinema,
Teatro e Projectos Artísticos por mais de 30
anos. Presentemente trabalha como realizadora
de cinema e argumentista e já fez várias curtas
e longas-metragens que foram aclamados
internacionalmente em festivais de cinema
importantes em todo o mundo. Seu filme “Frágil
Como o Mundo” teve a sua Priemere Mundial,
no Festival de Cinema de Veneza em 2001 e foi
lançado em Portugal e França.
Algures no passado, no meio da Europa, quando os nobres valores ainda estavam
vivos… Roberto é um homem rico, viajado e belo que acha que já nada o pode
espantar ou surpreender. Uma noite, uma mulher na rua chama-lhe a atenção.
Depois de uma noite de volúpia, ela declara ser a Duquesa de Sierra Leone.
Começa a revelar-lhe a sua vida dramática, uma história sobre casamento e ódio,
amor e desespero e sobre um destino escolhido de se tornar prostituta como
vingança… Este filme é inspirado no conto “La Vengeance d’une Femme” incluído
em “Les Diaboliques” de Jules Barbey d’Aurevilly publicado em 1874.
Somewhere in the past, in the middle of Europe, when nobel values were still
alive...
Roberto is a hansom rich well-traveled man. Nothing can surprise him anymore. But
one night a woman on the street calls his attention. After a night of sensual delight,
she declares to be the duchess of Sierra Leone. She begins to reveal her dramatic
life, a story about marriage and hatress, love and despair and a self-chosen destiny
to be a prostitute for revenge... This film is inspired by the short story “La Vengeance
d’une Femme” included in “Les Diaboliques” by Barbey d’Aurevilly published in
1874.
Filmografia
A colecção invisível, 2008
A conquista de faro, 2005
A 15ª pedra– manoel de oliveira e joão bénard da costa
em conversa filmada, 2005
Altar, 2002
Frágil como o mundo, 2000
25 De abril, 1999
Intromissões, 1998
King Arthur, 1996
O cinema vai ao teatro, 1996
O som da terra a tremer, 1989/90
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Por pessoa em duplo
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Cur
t
as
em C
ompetição
I Could Be Your Grandmother
2010 Comedia/Drama/Tragédia 19 Minutos França
Realização, Argumento e Produção Bernard Tanguy
Com Jean-Toussaint Bernard, Marie Donnio, Daniel-Jean Cassagne,
Jean-Paul de Medeiros, Benoit Szakow, Frédérique Bel
Um brilhante e bem sucedido advogado, descobre que uma mulher romena
de idade avançada e sem-abrigo, parece-se muito com a sua avó. Uma noite,
ele escreveu-lhe uma mensagem num cartão de papelão: “Eu poderia ser sua
avó”. Os transeuntes tornam-se muito mais generosos...
A brilliant business lawyer finds that an old Rumanian homeless woman looks
a lot like his grandmother. One night, he makes a cardboard sign for her “I
could be your grandmother”. Passers by become much more generous. Other
homeless people request signs from him. Their demands are soon too much
for him..
Bernard Tanguy
Desde 2005, Bernard Tanguy dirigiu curtas premiadas que tratavam sobre o mundo do trabalho (“Not another Job
interview” e “Master Plan”, Grande Prémio Unifrance em 2009). Seu último curta-metragem “Eu poderia ser sua avó” em
breve será transmitido em France3.
Ele é um membro fundador da Rezina Productions, uma empresa que já produziu mais de dez curtas-metragens e coproduziu duas longas-metragens, incluindo “Chicks” (“la Vie au ranch”) por Sophie Letourneur (“Prêmio do Público e
Grande Prémio do Filme Francês Film em Belfort Film Festival).
Adieu, N
2011 Drama 15 Minutos Croácia
Realização e Argumento Barbara Vekaric
Produtor Marija Ratkovic
Com Natasa Janjic, Silvio Vovk, Amar Bukvic
Passaram-se alguns anos e Maja ainda não ultrapassou a perda do seu exnamorado Nikola.
Tentando reviver as memórias do seu relacionamento passado, Maja traz o jovem
Koma para o seu apartamento e realiza um remake de uma das suas noites. Mas,
“remake” nunca é tão bom quanto original.
Years have passed, but Maja hasn’t gotten over her ex-boyfriend Nikola.
Trying to revive memories of their past relationship, Maja brings young Koma to
their old apartment and directs a remake of one of their nights. But, remake is
never as good as original.
Barbara Vekaric
(Dubrovnik, 31 de outubro de 1987) formou-se Faculdade de
Ciências Humanas e Sociais, formada em literatura comparada
(2009) e graduou-se na Academia de Artes Dramáticas, cinema e
tv departamento de realização.
Ela está actualmente matriculada no 1 º ano do MA realização de
cinema, a Academia de Artes Dramáticas, Zagreb.
É autora de curtas de ficção e alguns documentários.
É co-fundadora e actual presidente da organização do movimento
Motion, que produz curtas em ficção e documentários.
Ela participou no Berlinale Talent Campus 2011.
Filmografia
Adieu, N, short film, 2011.
Nina, please, short film, 2010.
Full Circle, short film, 2010.
DJ Grandpa, documentary, 2010.
Under the Skin
2011 Drama 15 Minutos Israel
Realizador e Argumento Assaf Snir
Com Nimrod Flashenberg, Polly Sharonov, Karen Elkalay Gut, Amir
Lev
Esta pequena história negra começa com um rapaz inocente internado num
antigo hospital. Uma visão mistério: o regresso de uma menina, vai assombrálo nas profundezas dos seus sonhos. Ela é uma menina leprosa e ele é um
homem jovem e saudável. Será que ele vai esquecê-la, ou irá seguir o seu
coração e condená-lo por isso?
An innocent lad in an old hospital, our dark little story begins.
A mysterious vision: the back of a girl, will haunt him deep into his dreams
She is a leper young girl, and he is a healthy young man.
Will he walk out and forget her, or follow his heart and be damned ?
Assaf Snir
Nasceu em Jerusalém de 1980. Cresceu no kibutz, A Comunitária Agrícola.
Iniciou seus estudos de cinema na Sam Spiegel Film School em 2006, e formouse este ano.
Under the Skin, é um filme independente, apoiado pelo Instituto Goethe.
Filmografia
2009 Caravan 12 min. Dv
2011 Under the skin 15 min. Hd
2011 The 10th man
DULCE
2011 Drama 13 Minutos Espanha
Realização e Argumento Ivan Ruiz Flores
Com Pedro Peña, Fely Manzano, Miriam Martín, Santiago Díaz,
Asunción Balaguer (voz off)
Dulce é uma fábula sobre o amor. Esta doença passageira que Veronica e
Diego estão sofrendo, crianças octogenárias; e Adrian e Andrea, avós que
atingem a idade de dez anos. Uma cena e um jogo reavivam as recordações
dos mais velhos
Sweet is a fable about falling in love. Eighty-year-old grandparents Lily and
William suffer from this temporary sickness, as do Adrian y Laura, who barely
are ten-year-old grandparents. The elderly’s memories and the youngsters’
imagination are revived during dinner and with a game. In Sweet, each Word
obtains imperious meaning and the greatest feelings are transformed into
little gestures.
Ivan Ruiz Flores
Iván Ruiz Flores é graduado em Jornalismo, na Universidade Complutense de Madrid (2002). Expandiu os seus estudos
com cursos de argumentista realização e produção de cinema, em várias escolas em Madrid.
Em 2008 ele cria a empresa Audiovisuales AniuR CREATIVOS (www.aniur.es) e teve como objectivo produzir os seus
próprios, independentes e de qualidade de obras audiovisuais com uma identidade tangível.
Sob estas premissas, ele escreveu e dirigiu o curta-metragens Sombras de Diferentes Arrugas (2007), Tu Frase (2008),
La culpa del Otro (2009) e Mie (2010), Obras de âmbito nacional e reconhecimento internacional.
Iván Ruiz Flores também ganhou o I Concurso de Escrita Cinematográfica “Un Enfoque compartido”, organizado pela MPDL
em junho de 2009 para a sua obra “Zapatos”. Em 2011, começar a divulgar “Dulce”, um curta-metragem escrita e dirigida
por ele próprio, patrocinado pela Região Madrid (Comunidad de Madrid), bem como Lección debida, sua primeira tentativa
para um longa-metragem. Actualmente, ele combina seu trabalho como docente de argumento, realização e produção na
Escola Internacional de Audiovisual Media (EIMA) com a análise de roteiro e realização de projectos pessoais.
45
Le Maillot de Cristiano
2011 Comédia 16 Minutos Bélgica
Realização Vincent Bruno
Com Jérôme D’orjo, Cléry Khedhir, Marcel Gonzalez, Fionn Perry,
Fabrizio Rongione, Toni D’antonio
Tom e Ptit Lu, duas crianças de 11 anos, sonham em comprar a mesma
camisola que usa Cristiano Ronaldo. Infelizmente os seus pais não podem
ajudar. Nesta crise económica, que eles realmente não entendem, os nossos
dois heróis vão tentar conseguir o que tanto desejam obter: a camisola de
Cristiano!
Tom and Ptit Lu, two 11-year old children, dream of buying the same shirt as
their idol, Cristiano Ronaldo. Unfortunately their parents are no help. In this
economical crisis that they don’t really understand, our two heroes will try to
get what they’re longing for: Cristiano’s shirt!
Vincent Bruno
Vincent de Bruno nasceu em Tournai, na Bélgica, em 1981.
Depois de se formar numa escola de cinema em 2002, trabalhou como projeccionista num pequeno cinema. Em
2005, ele cria uma sociedade de produção: “Demande à la poussière”. Produz e dirige vários clipes musicais, curtas e
documentários que obteriam premiações. Em 2008, ele faz “The Las Round”, o primeiro filme inteiramente produzido
pelos usuários belgas da internet. Actualmente, está finalizando um documentário sobre a exploração dos recursos
naturais e o impacto sobre as populações e ambiente.
Should the Wife Confess?
2011 Drama 8 Minutos Bélgica/Portugal
Realização e Argumento Bernardo Camisão
Produtor Sofia Caessa
Com Sofia Caessa, Hilbren Buys
Mulher e Marido poderiam ser o casal perfeito. Eles foram o casal perfeito, há muito
tempo atrás. Eles mostram, ao esconder, o problema da falta de comunicação. A
comida, ora adversária ora subserviente, torna-se o elemento axial da narrativa.
Mas será que a comida vai salvar esta relação?
Wife and Husband could be the perfect couple. They were the perfect couple, a long
time ago. They show, by not showing, the predicament of lack of communication.
Food, both opponent and subservient, becomes the axial element of the narrative.
But will it save this relationship?
Bernardo Camisão
Bernardo Camisão fez estudos superiores de Som e Imagem na
Universidade Católica, com especialização em Argumento. Estudou
um ano na escola Sint-Lukas, em Bruxelas, sob a supervisão do
realizador e argumentista belga Marc Didden. É membro da direcção
da Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos.
Trabalhou com as produtoras Madragoa Filmes, Hop!, Zed Filmes
e Utopia Filmes, em trabalhos de produção e argumento. Fundador
do projecto de exibição Cinemainvisível no Porto. Escreveu em coautoria com Rodrigo Areias o road movie Tebas. Colaborou com a
Hop! no projecto Triângulo Jota para a RTP. Foi director criativo da
Utopia Filmes de inícios de 2006 a final de 2007.
Realizou, em conjunto com Pedro Flores, a curtametragem Ferro Velho.
Actualmente reside em Bruxelas onde está
envolvido em projectos audiovisuais.
Filmografia
Ferro Velho 2007
Flunky 2009
Should the Wife Confess? 2011
North Atlantic
2011 Drama 15 Minutos Reino Unido/Portugal
Realizador e Argumento Bernardo Nascimento
Produção Monocle Studios e Caravana Filmes
Com Clive Russell, Francisco Tavares, Guilherme Mendonça, Grants
Masters (voz off)
Um controlador aéreo numa pequena ilha dos Açores entra em contacto com
um piloto solitário, perdido sobre o Atlântico. Esta será a primeira e última
conversa entre os dois.
An isolated air-traffic controller in an island of the Azores archipelago receives
a transatlantic emergency signal from a lost plane. As the engagement with
the lone pilot unfolds, it emerges that their new found friendship will not last
through the night.
Bernardo Nascimento
Nasceu em 1975 e cresceu entre Lisboa e a Madeira. Estudou Música e História Contemporânea, curso que o levou a Paris,
onde acabou por ficar 3 anos. O trabalho em cinema surge acidentalmente e acaba por se tornar Assistente de Realização.
Depois de em Portugal ter trabalhado em projectos tão distintos como o “V IMPERIO” de Manoel de Oliveira e “O CRIME
DO PADRE AMARO” rumou a Londres. A partir de 2005, sempre com base em Londres, trabalhou em projectos que vão
desde filmes “de autor” a blockbusters de estúdio, em Inglaterra, Espanha, Moçambique, Marrocos, Líbano, Índia, etc. North
Atlantic, é o seu primeiro filme e prepara agora uma longa para ser filmada na Escócia.
Quien és Florinda Bolkan?
2011 Drama 8 Minutos Espanha
Realização e Argumento Ruben Torrejon
Produção Rafa Tena
Fotografia Juan Carlos Rodrigues
Musica Christopher Slaski
Com Beatriz Arguello, Antonio Pagudo, Fabrizio Sala
De férias em Veneza, um jovem casal tenta em vão recuperar o espírito de
seu relacionamento
On holiday in Venice, a young couple try in vain to recapture the spirit of
their relationship.
Ruben Torrejon
Bacharel em Ciências da Informação e Director da TV, já dirigiu programas como “The Super” e “After School “(Telecinco),
bem como vários vídeo clips. Entre muitos outros programas fez “A máquina da verdade”, “TNT” e “Aquí hay tomate”.
“Quem é Florinda Bolkan?” é a sua primeira curta-metragem em 35mm.
Filmografia
“El Súper, Historias de todos los días” (180 episode 1996-1999)
“Televí que te ví” (Weekly Children Fiction, 1998)
“Al Salir de Clase” (more tan 100 episodes, 1997- 2002)
“Bandolera” (in emission at Antena 3, 2010-2011)
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49
Fa
r i a s e Fa
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li i a
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Retrospectiva
t
r
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b
o
R
O Assalto ao Trem Pagador 1962 Drama 108 Minutos Brasil
Realização Roberto Farias
Com Reginaldo Faria, Eliezer Gomes, Grande Otelo, Jorge Dória
Produção Herbert Richers/ Roberto Farias/ Arnaldo Zonari
Argumento Roberto Farias / Luiz Carlos Barreto/ Alinor Azevedo
Fotografia Amleto Daisé
Som Nelson Ribeiro
Música Remo Usai
Roberto Farias
Realizador de 13 longas-metragens.
Produtor de 43 longas-metragens.
Fundador da DIFILME, distribuidora independente,
com o grupo Cinema Novo.
Secretário, Diretor e Presidente do Sindicato
Nacional da Indústria Cinematográfica-SNIC
Diretor Geral da EMBRAFILME, nomeado pelo
Presidente da República, por indicação do
Ministro da Educação e Cultura.
Presidente da Academia Brasileira de Cinema,
desde 2006.
Às 08,25 hs., da manhã de um dia de junho de 1960, a Estrada de Ferro Central do Brasil, teve o seu TREM-PAGADOR, quando trafegava em
Japeri, assaltado por uma quatrilha de 6 assaltantes, comandada por Tião Medonho (Eliezer Gomes) e Grilo Perú (Reginaldo Faria). Do bando
também faziam parte, Tonho (Átila Iório), Edgar (Miguel Rosemberg), Lino (Kelé) e Cachaça (Grande Otelo). Armados de metralhadoras, também
fizeram explodir os trilhos, com dinamite e mataram um pobre homem que viajava como carona, no trem, era funcionário da Estrada de Ferro
Central do Brasil. EFCB.
A quadrilha de Tião, roubou 27 milhões de cruzeiros e foi repartir o produto do grande roubo, num esconderijo situado nas proximidades da
própria EFCB. Grilo Perú, organizador do assalto, dizia-se orientado por um certo “Engenheiro”, figura misteriosa, criada por ele mesmo. Tião
Medonho entregou a Grilo, a parte do “Engenheiro”, destinou também alguma coisa ao seu amigo Miguel Gordinho (Miguel Angelo), que não
participara do grande golpe por estar doente. Entre todos os componentes da quadrilha , uma coisa muito importante ficou, desde logo acertada:
ninguém gastaria mais de dez por cento do que lhe coube, durante determinado tempo. Mas, por diversos motivos, envolvendo sobretudo o
caráter de cada um dos assaltantes, não tardaram os conflitos e o esbanjamento do dinheiro, levando todos a enfrentar a polícia, comandada
por um delegado insistente, hábil e inteligente (Jorge Dória). Tião não roubou para enriquecer. Seu desejo era dar um pouco de conforto e boa
educação aos filhos que lhe deu Zulmira (Luiza Maranhão) e à menina que teve de sua amante, Judite (Ruth de Souza). Os demais membros
da quadrilha eram ambiciosos a exceção de Tonho, Edgar e Cachaça, que satisfizeram pequenos desejos e estariam felizes, se a polícia não
viesse malbaratar seus planos. Miguel Gordinho, traiu Tião, e denunciou Edgard, que foi preso e mais tarde matou-se na cadeia. Enquanto que
Grilo Perú teve que morrer porque não cumpriu o pacto, ao se juntar com uma grãnfina de Copacabana, Marta (Helena Ignês) e gastar além do
combinado. Nas últimas e desesperadas caçadas da polícia (ainda tonta, atribuindo o assalto a uma quadrilha internacional) Tião, ferido, é preso
na casa da amante e acaba morrendo no hospital. Sua mulher, desesperada, a casa invadida pela polícia que não desistiu de procurar o dinheiro
do assalto, resolveu entregar o restante do produto do roubo, voltando ao amor de seus três filhos e à miséria do morro ...
51
Prá Frente Brasil 1982 Drama 110 Minutos Brasil
Realização Roberto Farias
Com Reginaldo Faria, Antonio Fagundes, Natália do Vale, Elizabeth Savalla
Produção Riva Faria
Argumento Reginaldo Faria / Paulo Mendonça
Fotografia Dib Lutfi
Música Egberto Gismonte
Montagem Roberto Farias / Mauro Farias
Roberto Farias
Realizador de 13 longas-metragens.
Produtor de 43 longas-metragens.
Fundador da DIFILME, distribuidora independente,
com o grupo Cinema Novo.
Secretário, Diretor e Presidente do Sindicato
Nacional da Indústria Cinematográfica-SNIC
Diretor Geral da EMBRAFILME, nomeado pelo
Presidente da República, por indicação do
Ministro da Educação e Cultura.
Presidente da Academia Brasileira de Cinema,
desde 2006.
Junho de 1970. Primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo. Sob o signo do milagre,
os brasileiros vivem um momento de euforia. É tempo de slogans - “Ame ou Deixe-o”,
“Brasil Grande”, “Prá Frente Brasil” -, A partida contra a Checoslováquia é a largada
de uma corrida, cujo destino envolvia presumíveis 90 milhões de apaixonados.
Paralelamente a esse momento de heróis nacionais - Pelé, Jairzinho, Tostão,
Gerson, etc. - existe tensão e desconfiança no ar: assaltos a bancos, sequestro de
embaixadores e industriais, luta armada, prisão de estudantes, enfim, uma atividade
clandestina cujo combate está cercado de muita violência.
É nesse contexto que se encontram os heróis de “Prá Frente Brasil”. Jofre é um
sossegado e apolítico cidadão casado com Marta, dois filhos. Miguel, seu irmão, é
como ele. Pertencem a um meio social (classe média) em que as pessoas, se não
satisfeitas com situação, nada faziam para mudá-la. Ama Mariana, que tem ligações
com a luta armada e que se afasta dele sem revelar as razões.
Jofre desaparece . Miguel e Marta tentam todos os meios para encontrá-lo e nada
conseguem. O desaparecimento é automáticamente atribuido a hipotéticas ligações
políticas, mas Jofre não tem vinculação de espécie alguma. Miguel e sua cunhada
não convencem niguém e a polícia, que também procura Jofre, tampouco o encontra.
Vigiado de perto pela polícia (telefone censurado, intimações) Miguel recebe Mariana
em casa, ferida depois de um assalto a banco e do aparelho estourado.
A procura do irmão desaparecido o leva a descobrir
uma organização de repressão política, subvencionada
por empresários. Miguel é contra a violência como
forma de resolver problemas, mas os fatos o fazem
ter o comportamento passional. Suas investigações
desembocam na notícia da morte de Jofre. Sozinha, com
dois filhos, indignada contra o arbítrio, Marta só vê uma
solução: deixar o país. Também é essa a saída para Miguel,
Mariana e seus companheiros - todos escondidos em um
sítio, perto do Rio de Janeiro. A apreensão é grande,
quando são encontrados pelos perseguidores de Miguel.
Há um tiroteio onde morrem um colega de Mariana e o Dr.
Barreto, principal torturador de Jofre e responsável por
sua morte. A fuga implica na separação de todos. Marta
e os filhos fogem; em carros e convicções diferentes,
se aproximam na luta por objetivos semelhantes: uma
questão de liberdade. O estádio mexicano explode em
alegria e papéis picados. Num só coro, é tempo de
vitória. O Brasil conquista o Tri-Campeonato Mundial.
O Carteiro 2010 Comédia Romântica 103 Minutos Brasil
Realização Reginaldo Faria
Com Reginaldo Faria, Marcelo Faria, Anselmo Vasconcellos, Felipe de Paula,
Fernanda Carvalho Leite, Zé Victor Castiel, Ingra Liberato
Argumento Reginaldo Faria
Fotografia Roberto Henkin
Produção Beto Picasso
Reginaldo Faria
Reginaldo Faria (Nova Friburgo, 11 de junho de
1937) é um ator e diretor brasileiro.
Participou em vários filmes brasileiros, em
especial nos dirigidos por seu irmão Roberto
Farias, obtendo grande sucesso em Assalto ao
trem pagador (1962) e Pra Frente, Brasil (1982).
Dirigiu o premiado Barra Pesada (1977), policial
com Stepan Nercessian.
Começou a protagonizar telenovelas na Rede
Globo depois do êxito obtido com a interpretação
do bandido carioca Lúcio Flávio Vilar Lírio, no
filme de Hector Babenco de 1977, Lúcio Flávio, o
passageiro da agonia.
Criou polêmica ao protagonizar o filme A Menina
do Lado onde é um escritor que tem um
envolvimento com uma adolescente, interpretada
por Flávia Monteiro.
É pai do também ator Marcelo Faria, do ator
Carlos André Faria, e do diretor Régis Faria e
irmão do também diretor Roberto Farias.
“O Carteiro” conta a história de Victor, um rapaz que trabalha como carteiro numa
pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul. Ele tem como hábito violar a
correspondência que entrega aos vizinhos. Um dia, para sua surpresa, cai em sua
própria armadilha. Apaixona-se por Marli (Ana Carolina Machado), nova moradora
do local, e passa a controlar suas cartas com o namorado, interferindo diretamente
nesta relação.
53
Estação 2010 Drama 15 Minutos Brasil
Realização Marcia Faria
Com Caroline Abras, Denise Weinberg
Direcção de Fotografia Heloísa Passos
Marcia Faria
Inês tem 21 anos e o sonho de trabalhar como atriz. Para realizá-lo, vem de Brasília
para São Paulo, participar como figurante de uma novela do SBT. Mas, sem lugar
para ficar e com pouco dinheiro, acaba morando durante alguns dias no Terminal
Rodoviário do Tietê. Por ser enorme e sempre iluminado, com o movimento constante
das pessoas circulando, indo e voltando de viagem, Inês prefere o Terminal a um
hotel barato e sujo, onde ela teria de encarar completamente sozinha a situação em
que se encontra.
O curta-metragem retrata uma dessas noites na rodoviária, o dia-a-dia de Inês,
sua rotina: o modo como ela transforma esse lugar, a princípio tão inóspito, em sua
casa. Sustentando o sonho de um dia atuar, a garota alimenta fantasias, observa
as pessoas que correm apressadas arrastando malas, encontra cantos escondidos
do Terminal e tem de lidar com os próprios medos, no meio de tanta gente. Entre
tudo isso, tenta adaptar-se, na medida do possível, a esse lugar extremamente
público em que reside, para que possa cumprir com suas necessidades privadas:
usa lenços umedecidos para se lavar, sentada em cima de uma privada; dorme nos
bancos duros em que a maioria das pessoas se senta para esperar a hora do ônibus;
contornar a supervisão dos seguranças do Terminal; toma café-da-manhã numa
pequena lanchonete, economizando moedas.
A protagonista do filme contracena com esse outro personagem, a própria Rodoviária,
com todas as suas lojas, ônibus, pessoas, bugigangas e até fliperamas. Sozinha
dentre tantas multidões de gente e coisas, na condição única de moradora de
onde não se pode morar, Inês se sustenta em detalhes que encontra pelo caminho,
pequenas conversas e situações que dão sentido a tudo o que vive.
Marcia Faria nasceu no Rio de Janeiro, Brasil.
Foi assistente de direção e diretora assistente
por mais de 15 anos em filmes como “Carandiru”
de Hector Babenco, “Cidade Baixa” de Sérgio
Machado, “Diários de Motocicleta” e “Abril
Despedaçado” de Walter Salles, “Xingu” de Cao
Hamburguer. Estreou como diretora assinando
dois episódios na série “Alice”, para o canal
de tv HBO, com direção geral de Karim Ainoüz
e Sérgio Machado. Co – Dirigiu com Hector
Babenco dois episódios da série “Carandiru
– Outras Histórias” para a TV Globo. Em 2008
ganhou o Prêmio Estímulo da Secretaria de
Cultura do Estado de São Paulo e realizou seu
primeiro trabalho autoral, o curta-metragem
“Estação” que foi selecionado para a mostra
competitiva do festival de Cannes 2010, entre
outros festivais importantes (Rotterdam, Biarritz,
Festival do Rio, Kinoforum Festival Internacional
de Curtas de São Paulo, Amazonas Film Festival,
Goiânia Mostra Curtas, Mostra Cine BH e etc).
Atualmente trabalha no projeto da sua primeira
longa metragem “A Procura de Martina” que em
2009 ganhou o edital da Secretaria de Cultura do
RJ de desenvolvimento de roteiro.
Os Porralokinhas 2005 Ficção 84 Minutos Brasil
Realização Lui Farias
Com Heloísa Perissé, Lucio Mauro Filho, Denise Fraga, Márcia Cabrita,
Daniele Valente, Maria Mariana
Fotografia Jacob Solitrenick
Argumento Lui Farias/bernardo Guilherme/melanie Dimantas
Lui Farias
É um cineasta brasileiro conhecido pelos filmes
Com licença, eu vou à luta,”Lili a Estrela do Crime
e Os Porralokinhas. É filho do também cineasta
Roberto Farias. Desde 1987 é casado com Paula
Toller, a vocalista da banda Kid Abelha. Farias
dirigiu diversos videoclipes da banda e ao lado
de George Israel e Paula compôs as canções
“Combinação”, “La Nouveauté”, “Grand’ Hotel”,
“Todo Meu Ouro” e “No Seu Lugar”. Farias tem
um filho com Paula, Gabriel Farias, nascido em
dezembro de 89, dois anos após a união do
casal.
Numa cerimônia indígena, uma indiazinha é salva da morte pelos poderes de
um talismã em forma de sapo. Pretendendo dominar os segredos da floresta, o
bandido Pierre Caimão tenta roubar o objeto, mas é atingido por uma maldição que
o transformará em jacaré. Sua única saída é recuperar o talismã que agora está nas
mãos do Tio Maneco, na colônia de férias Coração da Mata. É lá que as crianças:
Bena, Manu, Lulu e Macarrão, além de Escarlete, uma muambeira que para fugir da
polícia se disfarça de monitora de acampamento, caem de páraquedas, depois da
fuga de Maneco provocada pela invasão dos bandidos. Com a floresta e suas vidas
em perigo, as crianças, Escarlete e o Tio Maneco vão fazer de tudo para impedir
Pierre de se apoderar do talismã.
55
Não Quero Falar Sobre Isso Agora 1990 Drama 97 Minutos Brasil
Realização Mauro Farias
Com Marisa Orth, Evandro Mesquita, Eliane Fonseca, Silvia Pfeiffer
Argumento Mauro Farias, Melanie Dimantas e Evandro Mesquita
Produção Produções Cinematográficas R.F.Farias Ltda
Música Original Celso Fonseca e Evandro Mesquita
Mauro Farias
Quando não tem mais onde cair morto, Daniel procura a casa de sua doce e gorda
amiga Meg, onde terá abrigo, afeto e tempo pra retomar a vida de escritor. Mas a
inspiração passa sempre longe de sua máquina de escrever. Vender suas histórias
para um produtor de TV seria uma possibilidade mas a tentativa resulta em mais
decepção. O tempo passa e, apesar do gesto da amiga, ele não contribui nas contas
e ainda se envolve com Bárbara, melhor amiga de Meg. Tenta um curso de inglês
onde poderia dar umas aulas mas sua fluência não ajuda, tampouco sua aparência.
A solução para seus problemas financeiros surge quando vem para suas mãos um
pacote contendo cocaína num episódio em que o traficante, dono da droga, é preso.
Daniel decide mudar de ramo e lucrar com a oportunidade que o destino lhe dá. Mas
as coisas não demoram a dar errado.
Bárbara, a namorada a quem não amava, revela uma nova paixão e resolve deixar
Daniel, que por sua vez a deixa a pé numa praia distante.
Numa ausência de Meg, transforma o apartamento num estúdio fotográfico e tenta
uma nova atividade profissional. Nessa altura passa a ser perseguido por policiais
corruptos e pelos parceiros do traficante preso. Sua saída é pelo mar, no barco de
um amigo. Parte para a América onde tentará prosperar em outros ramos.
Mauro Farias nasceu em 19 de junho de 1957 em
Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Graduou-se em Ciências Econômicas pela
Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro.
Em 1970, aos 13 anos, atuou no filme As
Aventuras Com Tio Maneco, seu primeiro trabalho
em cinema.
Não Quero Falar Sobre Isso Agora foi seu primeiro
filme como diretor - prêmio de Melhor Filme no
Festival de Gramado em 1991.
Na televisão realizou para a Rede Globo inúmeros
trabalhos, entre eles, a mini série Noivas de
Copacabana, e os seriados Sob Nova Direção,
Faça Sua História e Aline.
Seus trabalhos mais recentes para o cinema são
os filmes Duas Vezes Com Helena e O Enfermeiro.
Além de O Diário de Tati, ainda não lançado.
Rejane Medeiros – Travessias 2009 Documentário 29 Minutos Brasil
Realização Marise Farias
Assistente de direção Marina Freitas
Fotografia Alexandre Contador
Produção RF Cinema & Tv
O documentário Rejane Medeiros – Travessias (2009) (28’) narra a trajetória de
Rejane Medeiros, a partir do retorno da atriz e musa do Cinema Brasileiro nos
anos 1960 e 70, à sua cidade natal, Acari (RN). Depoimentos da própria Rejane,
de cineastas e jornalistas costuram a história da atriz desde sua estréia em Selva
Trágica (1964), de Roberto Farias até as dificuldades que enfrentou ao retornar
da Itália, onde trabalhou em minisséries para a RAI, seus problemas com drogas,
ausência de trabalho, o casamento com o músico Egberto Gismonti e a opção por
sair do show business para cuidar dos filhos. Rejane Medeiros atuou em diversos
filmes brasileiros entre eles Meu Nome é Lampião (1970), Pecado Mortal (1970),
Guru das Sete Cidades (1972), A Noite do Espantalho (1974) e Soledade (1976).
A biografada revela que, desde criança, sonhou em seguir a carreira artística: “Eu
colecionava fotografias das atrizes internacionais e as imitava. Mas achava que
pobre não poderia ser artista.” Entretanto o sonho começou a se tornar realidade
quando, aos 17 anos, foi morar no Rio de Janeiro e participou do teste para o
longa Selva Trágica (1964), de Roberto Farias. Sua beleza estonteante encantou o
cineasta, mesmo com a falta de experiência nos sets. “A escolha dela foi uma das
minhas mais importantes vitórias como diretor, porque não só acertei ao encontrar a
pessoa com a sensibilidade necessária para fazer o papel, como juntos construímos
uma atriz”, conta Farias.
A força dramática de Rejane lhe rendeu inúmeros personagens de destaque, como
em Meu Nome É Lampião (1970), Pecado Mortal (1970), Guru das Sete Cidades
(1972), A Noite do Espantalho (1974) e Soledade (1976).
Entre dezenas de concorrentes, Rejane foi escolhida pelo diretor italiano Franco
Rossi para viver Anita Garibaldi na minissérie da RAI O Jovem Garibaldi. Rejane fez
tanto sucesso na Itália que recebeu um convite de Vittorio De Sica para estrelar
seu filme La Vergine Orsola. Dividida entre o convite de De Sica e o de Luiz Carlos
Barreto para encarnar o papel de Dona Flor no filme de Bruno Barreto – personagem
que imortalizou Sônia Braga –, ela decidiu ir para Itália. Lá atuou em outra minissérie
para a RAI, As Origens da Máfia. No entanto, a experiência na Europa foi marcada
por altos e baixos, e a volta ao Brasil era inevitável. No programa, a atriz revela as
dificuldades que enfrentou ao retornar ao país, a ausência de trabalho, os problemas
com drogas, o casamento com o músico Egberto Gismonti e a opção por sair do
show business para cuidar dos filhos. Os depoimentos dos cineastas Paulo Thiago e
Roberto Farias, do produtor Luiz Carlos Barreto, da fotógrafa Marisa Alvarez Lima e
do jornalista Renato Fernandes costuram a homenagem.
Marise Farias
Marise Farias nasceu no Rio de Janeiro, graduouse pela PUC-RJ em 1994, no curso de Desenho
Industrial com especialização em Programação
Visual. Fez pós-graduação em Cinema pela
Universidade Estácio de Sá em 2001.
Quando criança freqüentou sets de filmagem de
filmes como “Roberto Carlos a 300km por Hora”,
“As Aventuras com Tio Maneco”, “Pra Frente
Brasil” entre outros produzidos pela produtora
de cinema de seu pai, o cineasta Roberto Farias.
Descobriu seu interesse por cinema realizando
filmes em Super-8, com especial interesse por
fotografia e montagem.
Trabalha com edição não-linear, desde 1995.
Entre 1996 e 1998, morou e trabalhou na
Inglaterra, onde editou documentários e curtametragens.
Desde de 2004, dirige e edita documentários da
série Retratos Brasileiros para o Canal Brasil da
GloboSat.
Dirigiu o curta-metragem “Como Dantes” (2001),
que retrata a busca de um ex-militante político,
José, por seu passado de envolvimento com
movimentos revolucionários durante a ditadura
no final dos anos 60 no Brasil. No elenco, Fábio
Junqueira e Nildo Parente.
Em 2009, dirigiu curta-metragem “Operação
Mamãe” com Marilu Bueno. Em 2011, a comédia
participou de seis festivais de cinema no Brasil,
e recebeu a Menção Especial do Júri no Festival
de Cinema na Floresta, Mato Grosso.
57
Com Licença eu Vou à Luta 1985 Drama 84 Minutos Brasil
Realização e Argumento Lui Farias
Com Fernanda Torres, Marieta Severo, Reginaldo Faria, Carlos Augusto
Strazzer, Yolanda Cardoso, Paulo Porto, Tania Bôscoli
Produção Mauro Farias
Música Original Marina Lima
Lui Farias
Mãe, pai, avó, filho e filha fazem parte de uma família de classe média espremida em
um pequeno apartamento de Nilópolis, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, uma
dos locais mais violentos e miseráveis do Brasil.
O pai é um militar aposentado, disrítmico, deprimido pela doença e a falta de
perspectiva. O filho mais novo é mongolóide. A mãe é uma mulher neurótica e
estressada com sua triste vida.
Neste filme, Eliane é uma adolescente desgostosa com o lugar, com a família,
oprimida pela falta de horizontes e perspectivas de seu ambiente.
Seu estranho jeito de adolescente desperta a tirania da mãe e logo ela começa
a sentir o preconceito de sua família em relação à sua paixão por Otávio, exseminarista, trinta e três anos mais velho, divorciado, pai de dois filhos, adepto da
macrobiótica e de um modo de vida chocante para o moralismo local.
A mãe se torna uma truculenta adversária do affair. Eliane insiste em mantê-lo. A
mãe declara guerra e corta sua liberdade.
Todos estão agora envoltos em uma guerra: o pai, a avó, a tia, os vizinhos, o
comissário de menores e a polícia.
Eliane não se atemoriza e enfrenta a mãe e todos os outros para ficar com o
namorado. Ela vai ao juiz, mas sua condição de menor de idade a faz dependente
dos pais. O jeito é fugir com a ajuda de Otávio para outra cidade onde, sózinha e com
identidade falsa, ela vai tentar ser dona de sua própria vida.
O filme trata com humor, a neurótica relação de uma família envolta com a
possibilidade da perda da virgindade de sua única filha.
É um cineasta brasileiro conhecido pelos filmes
Com licença, eu vou à luta,”Lili a Estrela do Crime
e Os Porralokinhas. É filho do também cineasta
Roberto Farias. Desde 1987 é casado com Paula
Toller, a vocalista da banda Kid Abelha. Farias
dirigiu diversos videoclipes da banda e ao lado
de George Israel e Paula compôs as canções
“Combinação”, “La Nouveauté”, “Grand’ Hotel”,
“Todo Meu Ouro” e “No Seu Lugar”. Farias tem
um filho com Paula, Gabriel Farias, nascido em
dezembro de 89, dois anos após a união do
casal.
Verónica 2009 Crime/Drama 90 Minutos Brasil
Realização Mauricio Farias
Com Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus de Sá
Produção Fraiha Produções Artísticas / Boa Vida Produções Artísticas
Produtora Silvia Frahia
Mauricio Faria
Nascido na cidade de Nova Friburgo, em 25 de
outubro de 1960, filho do cineasta brasileiro
Roberto Farias com a madeirense Maria José
Chícharo de Farias, trabalhou pela primeira vez
no cinema aos 10 anos de idade como ator
no filme Aventuras com Tio Maneco, de Flavio
Migliaccio (1970). Na juventude trabalhou como
técnico de som, montador, assistente de direção,
produtor, até estrear na direção na Rede Globo
de Televisão com a minissérie A Máfia no Brasil
(1983).
Diretor dos filmes de longa-metragem O Coronel
e o Lobisomem (2005), A Grande Família (2007),
Verônica (2009) e Vai que dá certo (2011)* e
diretor contratado da Rede Globo desde de 1994,
realizou dezenas de especiais, séries, mini-séries
e novelas para a televisão, entre elas a série
A Grande Família, série de maior audiência da
Televisão Brasileira de 2001 à 2010, e a série
Tapas e Beijos, atual série de maior audiência da
Televisão Brasileira .
Verônica conta a história de uma professora da periferia do Estado do Rio de Janeiro,
de 40 anos, separada e sem filhos, que vê sua vida modificada quando decide cuidar
de um aluno. O garoto, de 8 anos, teve os pais assassinados por traficantes e guarda
com ele um pen-drive do pai cheio de informações sobre a banda podre da policia.
Verônica e seu aluno são caçados pelos policiais e pelos bandidos e, enquanto
tentam sobreviver, acabam se envolvendo, criando uma amizade que se transforma
em amor de mãe e filho.
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Carlos Oswald – O Poeta da luz 2007 Documentário 97 Minutos Brasil
Realização Régis Farias
Com Fernando Eiras, Augusto Madeira e Claudio Mendes
Fotografia Mário Carneiro
Produção Mário Jorge Monteiro
Música Original Henrique Oswald
Som Ben Hur Machado
Régis Farias
Novelas:
2009 “Promessas de amor”
2007/2008 “Amor e intrigas”
2007/2006 “Alta estação”
1997 “Direito de nascer”
1992 “Perigosas peruas”
1991 “Lua cheia de amor”
1989/1990 “O sexo dos anjos”
Minisséries:
2010/2011 “Sansão e Dalila”
2009/2010 “A história de Ester”
1997 “Velas de sangue”
1997 “Janela para o céu”
1995 “Decadência”
1994 “Memorial de maria moura”
1993 “Agosto”
1993 “Contos de verão”
1992 Você decide “sonho dourado”
1990 “Boca do lixo” rede globo
Carlos Oswald nasceu em Florença na Itália em 1882 e viveu em Petrópolis de
1930 a 1971, quando faleceu aos 89 anos. Sua residência na cidade Imperial, Rua
Carlos Gomes nº 42 que foi de seu pai, o compositor e pianista Henrique Oswald,
foi tombada pelo IPHAN. O filme é uma reflexão sobre o papel do cidadão em sua
relação com a cidade e as conseqüências da intervenção urbana de um artista.
O descaso e o desconhecimento dos brasileiros para com a arte e os artistas
nacionais são mostrados com bom humor, ao mesmo tempo em que se conta a
história do pintor Carlos Oswald, autor de obras de arte em Instituições Culturais,
Igrejas, Palácios e Monumentos. O filme ganha amplitude ao expor a indiferença ao
próximo, ao que nos cerca e ao trazer a tona exatamente o resumo desse sentimento
individualista latente no mundo contemporâneo. Esmiúça os sentimentos íntimos do
artista em seu processo de criação e seu olhar distinto do universo.
Cinema documentário:
2006 “Carlos Oswald o poeta da luz”
1996 “Leonardo Pareja” produção independente
atualmente no ar canal brasil (2010)
Barra Pesada 1997 Policial 110 Minutos Brasil
Realização Reginaldo Faria
Com Stepan Nercessian, Kátia Dangelo, Itala Nandi, Ivan Cândido, Cosme
dos Santos
Produção Produções Cinematográficas R.F.Farias Ltda
Fotografia Fernando Duarte/ José Medeiros
Argumento Plínio Marcos (Quebradas da vida)
Roteiro Reginaldo Faria
Queró, um pivete nascido num prostíbulo, cuja mãe prostituta, ateara fogo às
próprias vestes, busca, a qualquer preço a sua integração dentro do baixo mundo
a que pertence. Ao mesmo tempo precisa pagar uma dívida de jogo, se não pagar
será morto. Forçado pelas circunstâncias e pela fome, rouba a bolsa de uma mulher,
mas, cai nas garras de dois malandros, alcaguetes, que ficam com a grana do
roubo e passam a explorar Queró e Negritinho, seu melhor amigo , obrigando-os a
roubar para eles. Acompanhado de Negritinho, tenta sua independência através de
um revólver roubado de um traficante de tóxicos, pertencente à uma organizaçao
poderosa. É perseguido pelos traficantes . Para sobreviver Queró liquida os dois
alcaguetes. A polícia investe contra eles que já eram perseguidos pelos traficantes.
A repressão aumenta, Nergritinho é apanhado e, embora sofrendo, é obrigado a
entregar seu melhor amigo. Queró apela para a proteção de um pai-de-santo, mas
era tarde demais.
Reginaldo Faria
Reginaldo Faria (Nova Friburgo, 11 de junho de
1937) é um ator e diretor brasileiro.
Participou de vários filmes brasileiros, em
especial nos dirigidos por seu irmão Roberto
Farias, obtendo grande sucesso em Assalto ao
trem pagador (1962) e Pra Frente, Brasil (1982).
Dirigiu o premiado Barra Pesada (1977), policial
com Stepan Nercessian.
Começou a protagonizar telenovelas na Rede
Globo depois do êxito obtido com a interpretação
do bandido carioca Lúcio Flávio Vilar Lírio, no
filme de Hector Babenco de 1977, Lúcio Flávio, o
passageiro da agonia.
Criou polêmica ao protagonizar o filme A Menina
do Lado onde é um escritor que tem um
envolvimento com uma adolescente, interpretada
por Flávia Monteiro.
É pai do também ator Marcelo Faria, do ator
Carlos André Faria, e do diretor Régis Faria e
irmão do também diretor Roberto Farias.
61
Leonardo Pareja - Vida Bandida 1996 Documentário 97 Minutos Brasil
Realização Régis Farias
Com Maurício Branco, Otávio Müller, Bel Kutner, Ana Kutner, Milhem Cortaz
Produção Régis Farias
Régis Farias
Novelas:
2009 “Promessas de amor”
2007/2008 “Amor e intrigas”
2007/2006 “Alta estação”
1997 “Direito de nascer”
1992 “Perigosas peruas”
1991 “Lua cheia de amor”
1989/1990 “O sexo dos anjos”
O documentário sobre a vida de Leonardo Pareja (26 de maio de 1974 — 9 de
dezembro de 1996) foi um bandido brasileiro.
Leonardo Pareja começou sua trajetória de fama em setembro de 1995 quando,
após assaltar um hotel na cidade de Feira de Santana, Bahia, manteve como refém
por três dias uma garota de 16 anos, Fernanda Viana, sobrinha do então senador
Antônio Carlos Magalhães. Neste episódio começou a ganhar fama de audaz ao
negociar com a polícia coberto por lençóis de maneira a impossibilitar a atuação de
atiradores de elite.
Após libertar a garota, passou mais de um mês fugindo da polícia e enquanto
isto dava entrevistas às rádios e televisões, sempre debochando e desafiando a
polícia. As vezes chegava a anunciar a ida em determinado município, mas sempre
conseguia escapar.
Em abril de 1996, comandou uma rebelião de seis dias no Centro Penitenciário de
Goiás (CEPAIGO), na cidade de Aparecida de Goiânia, onde ele e mais 43 detentos
fugiram, após fazer várias autoridades como refém, inclusive o presidente do Tribunal
de Justiça de Goiás, Desembargador Homero Sabino.
Foi traído e morto na prisão em dezembro de 1996.
No mesmo ano, foi tema de um documentário realizado por Régis Faria.
Minisséries:
2010/2011 “Sansão e Dalila”
2009/2010 “A história de Ester”
1997 “Velas de sangue”
1997 “Janela para o céu”
1995 “Decadência”
1994 “Memorial de maria moura”
1993 “Agosto”
1993 “Contos de verão”
1992 Você decide “sonho dourado”
1990 “Boca do lixo” rede globo
Cinema documentário:
2006 “Carlos Oswald o poeta da luz”
1996 “Leonardo Pareja” produção independente
atualmente no ar canal brasil (2010)
63
Piratas 2011 Documentário 23 Minutos Espanha
Realização Juan Falque
Productor Juan Falque
Música Jean Paul Iragorri
Narrador Iñigo Ortega Martínez
Montagem Juan Falque
Juan Falque
A pirataria na Somália chama a atenção da comunicação social, mas a informação
chega-nos, na maioria dos casos, fragmentada, distorcida, manipulada.
Este documentário tenta organizar e completar a informação existente, oferecendo
uma aproximação a este conflito, desde a sua origem às suas motivações… e
sobretudo às suas consequências.
Piracy in Somalia monopolizes the mass media, but the information gets to us, in
most cases fragmented, distorted, manipulated.
This documentary tries to reorganize and complete the existing information, offering
an approximation to this conflict, to its origin, to its motivations... and especially to
its consequences.
“El Fotógrafo” foi o vencedor do “1º. Concurso
Internacional de Guiones de Miedometrajes
Infinito” em 2005, pela produtora Argentina
Flhener Films. Realizada por Ana Katz e
interpretado por Daniel Hendler (Urso de Plata en
Berlín, 2004 por “El abrazo partido”).
Realização e argumento das curta-metrajens
“Stand By” (2005), “Patio interior”, ganador de
las categorías “Best use of quote” y “Premio
especial del jurado” del 15/15 Film Festival
2006, “En cualquier momento” (2006), “Billete
para dos” (2007) para el 15/15 Film Festival
2007, “La dama olvidada” (2007).
Emitido para o canal de televisión regional
Barcelona TV; “Un lugar en el mundo”
(Producido en Senegal en 2008) presente em
mais de uma dúzia de festivais; ”Planet Master”
(2010).
Co-realizador da curta-metrajem ”Vivir cantando”
(2010)
Producción, dirección y edición da curta-metrajem
documental ”¡Piratas!” (2011, 23’), premiada em
vários festivais.
Prem
e
Ma d
r
ie
eira
Princess Ficção 2:07 Minutos Madeira 2011
Realização
Fábio Alexandre Gonçalves Carvalho
Uma princesa, linda e deslumbrante passeia-se suavemente
no interior da sua altíssima torre. Apresentando o seu vestido
deslumbrante, branco e rosa completamente cheio de folhos
de dois tons, parte de cima branca com faixa com toque de
Bordado Madeira.
Fábio Alexandre Gonçalves Carvalho, nascido no Funchal, a 18 de Março de
1988. Completou o ensino secundário em 2006 no Liceu Jaime Moniz, entrado
na Universidade da Madeira nesse mesmo ano, no antigo curso Design /
Projectação. Nesse mesmo ano participou em varias formações na inforStudio,
nas áreas Photoshop, animação 3D e vídeo.
Expôs por duas vezes na Galeria Mouraria, na sAcanner’s, fotografia digital
através de Scanner, e na room bit.
Em Julho 2009 lança-se como designer de moda na discoteca Vespas no
evento Recicla o teu olhar da Eccentris Events.
A partir dai são vários eventos sucessivos conjuntos e uns individuais. O
gosto por vídeo mais a sério advém da entrada na área de moda, algo que o
sincronismo e dinamismo em vídeo me fascinam aliado à moda. A partir dai
começou a investir mais na formação de vídeo, preparando já uma série de
projectos que engloba moda e vídeo.
Educar com Arte Documentário 25:00 Minutos Madeira 2011
Realização
Eduardo Costa
Filmografia seleccionada:
Documentário e Televisão: “Costumes e Tradições da Nossa Terra”, “Quatro
Ângulos de Visão”, “O Vinho da Roda”, “Naturalistas de Vulto”, “Um saber de
experiência Feito”, “A Flauta Mágica”, “A Revolta da Madeira”, “Aeroporto da
Madeira – A História de um Sonho”, “A Madeira nas Rotas do Oriente”, “A
Arte Flamenga”, “As Saudades da Terra” (28 Programas), “Caminhos para
o Futuro – A História dos Transportes Terrestres na Madeira”, “Educar com
Arte” comemorativo dos 30 anos do Gabinete Coordenador, “Raízes de um
Povo” (13 episódios em fase de produção) Ficção: Produção e co-realização da curta-metragem
“As Memórias que Nunca se Apagam” apresentado em Cannes no Short Filme Corner 2009, foi o
último filme do actor madeirense Virgílio Teixeira. Realização, produção e edição do DVD “Levadas
da Madeira”, “Grupos do G.C.E.A”, “Madeira Quatro Estações” (10 idiomas).
“Educar com Arte” é um documentário comemorativo do s 30 anos do Gabinete Coordenador de Educação Artística e está estruturado em duas
partes distintas. Numa primeira parte, apresentam-se as vantagens das artes na formação do indivíduo, sendo ilustrado com entrevistas e imagens
de momentos artísticos com crianças e jovens.
Numa segunda parte, apresenta-se o papel do Gabinete Coordenador de Educação Artística na difusão das artes na Madeira.
Marie Laveau Ficção 15:00 Minutos Madeira 2011
Realização
João Costa
Natural da Madeira, João Costa viajou para a cidade do Porto aos 18 anos, onde
acabou recentemente a licenciatura em Ciências da Comunicação. Estagiou
na Filmesdamente durante 3 meses, onde desenvolveu vários trabalhos de
produção e edição. Ingressou este ano no Mestrado de Realização – Cinema
e Televisão na Escola Superior Artística do Porto, depois de ter realizado e
produzido o seu último projecto cinematográfico na Ilha da Madeira, intitulado
“Marie Laveau”.
Preso na ténue linha que separa a realidade do sonho, Turbo encontra Sr. de Òculos, a voz da
razão que reside nas memórias de Marie. Ele leva-o numa viagem às profundezas do seu próprio
subconsciente, onde Turbo procura redenção
65
A Imagem B&W Sedúz-Nús Experimental 6:02 Min. Madeira 2011
Sem Título Making Of 8:22 Minutos Madeira 2011
Lumen Experimental 6:41 Minutos Madeira 2011
Tratasse de uma experiência de Animação/Vídeo, onde quis explorar alguns comportamentos de
luz, em diferentes contextos de intensidade da mesma. Diverti-me acima de tudo, com as possíveis
leituras que o vídeo poderia suscitar, permitindo-me mesclar as diferentes combinações de luz
natural, artificial, sombras consequentes e contrastes, que para mim alimentam a mensagem.
Virtualmente inicio este trabalho e complemento-o com diferentes sentimentos, cujos movimentos
naturais das jovens envolvidas, permitem-me obter matéria prima suficiente, para contruir esta
minha vontade em pós-produção.
Realização
Nelson Camacho
Nelson Mucci Camacho, 42 anos, Técnico de Informática, Técnico de
Multimédia, Produtor de eventos e Formador nas mesmas áreas, começou
há cerca de 20 anos o ensino pelas áreas da utilização e programação dos
sistemas de informação de então. Com uma vontade, em crescendo, evolui e
especializa-se pela multimédia, fazendo mesmo parte da primeira empresa
a desenvolver formação multimédia, na Região Autónoma da Madeira, (InforStúdio Multimédia). Do
ensino à prática e respondendo aos pedidos do pequeno mercado regional da época, foi um pequeno
salto. Quase sempre acompanhado pela produção de eventos, onde colocava um cunho pessoal, na
sua paixão pelos produtos interactivos ou só mesmo de animação. Hoje não dá um clique, em que a
velha paixão não faça parte da sua vida. Considera-se mesmo, um multimedia addicted.”
MAGIC ART Ficção 6:22 Minutos Madeira 2011
Realização
Vitor Hugo Gouveia Freitas
Vítor Freitas Nasceu na Ilha da Madeira em 1992, apesar se ter sido um apaixonado
pelo o mundo das artes, só recentemente decidiu encaminhar por essa área,
demonstrando apetências por esse mundo, principalmente para o audiovisual. Desde
cedo relacionou-se com outros criativos da Madeira, desenvolvendo a partir dai as
sua próprias ideias, sentindo um aumento crescente da sua capacidade criativa.
Frequentou vários cursos a nível de imagem e fotografia, na InforStúdio Multimédia.
Estuda também na Escola Francisco Franco. Esta é a sua primeira produção.
Esta curta metragem MAGIC ART, contém varias metáforas, que eu quis explorar, sendo a principal, o
uso da arte e da capacidade criatividade do ser humano, para obter a sua felicidade, em lugar do uso do
dinheiro, na obtenção desses mesmos bens essenciais. Todo este universo de fantasias, pode levar uma
jovem mendiga a também querer legitimamente encontrar o seu amor, mesmo que por vezes, seja apenas
um sonho.
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ATELIÊS DE CINEMA
para jovens
CINEMA
Fazer um Filme
Os participantes reescrevem um guião, desenvolvem
os personagens, preparam os figurinos e adereços e
organizam-se para produzir um filme. Cada um
participará ativamente como ator, realizador,
operador de câmara, técnico de som, etc. Juntando
esforços e muita criatividade, os participantes
chegam ao final desta produção com um fantástico
filme.
ESCRITA
Escrita Visual
Este ateliê consiste em jogos criativos, individuais e
em grupo, que promovem a criatividade e a
imaginação e estimulam a criança para a escrita
criativa. Tendo como inspiração imagens de filmes e
posters de filmes clássicos, os participantes
escrevem estórias, em projetos individuais e
coletivos.
O QUE É A LITTLE FILM ACADEMY?
A Little Film Academy foi fundada em Bruxelas,
Bélgica no ínicio de 2010. O projeto teve
bastante sucesso e atraiu a atenção dos
Media tanto na Bélgica como no Reino Unido,
tendo sido considerado uma iniciativa
inovadora. O objetivo da Little Film Academy é
oferecer uma variedade de atividades
extracurriculares para desenvolver habilidades
e estimular a criatividade e a imaginação dos
jovens.
MAIS INFORMAÇÕES:
www.littlefilmacademy.com
Coraline e a Porta Secreta 2009 Animação De Henry Selick
Coraline é uma menina que sonhava viver num mundo melhor, com mais diversão e emoção.
Ao mudar para uma nova casa, encontra uma porta trancada. Depois de muito tentar, consegue
abri-la. Descobre um mundo onde tudo é alegre e os seus pais são sempre divertidos. A princípio,
a única coisa estranha é que as pessoas têm botões no lugar dos olhos. Aos poucos, descobre
segredos, percebe que está em perigo e vê que o mundo real não era tão mau assim.
O Mágico 2010 Animação De Sylvain Chomet
Quando a arte do ilusionismo dava os últimos passos, um mágico “entertainer”, afastado dos
palcos da cidade, vê-se obrigado a apresentar o seu “show” num dos “pubs” da costa ocidental
escocesa, onde encontra Alice, uma jovem inocente, que mudará para sempre a sua vida… “O
Mágico” é uma comovente carta de amor de um pai para a sua filha.
Os Porralokinhas 2007 Ficção De Lui Farias
Em 1970, uma indiazinha é salva na floresta por Tio Maneco (Flávio Migliaccio), graças aos
poderes de um talismã em forma de sapo. Em 2006, esta aventura é retomada: Macarrão (Rafael
Ciani), Manu (Maitê Lima), Lulu (Maria Mariana Azevedo) e Bena (Miguel Rômulo) enfrentam a
natureza e alguns bandidos ao lado de Tio Maneco e de Escarlete (Heloísa Périssé), muambeira
de Copacabana. Juntos, eles fazem de tudo para impedir que o tal talismã caia nas mãos do
perigoso Pierre Caimão (Lucio Mauro Filho).
Como treinares o teu Dragão 2010 Animação Dean DeBlois
“Como Treinares o Teu Dragão” passa-se num mundo cheio de Vikings musculados e dragões
selvagens. Um adolescente esquelético e desajeitado, filho de Viking, decide matar um dragão
para se tornar um herói, provando o seu valor à tribo e ao pai. Mas quando ele se torna amigo
do dragão o seu mundo vira-se de cabeça para baixo.
Persépolis 2007 Animação De Vincent Paronnaud, Marjane Satrapi
Marjane Satrapi (Gabrielle Lopes) é uma criança iraniana de 8 anos, que sonha em se tornar uma
profetisa para poder salvar o mundo. Querida pelos pais e adorada pela avó, Marjane acompanha
os acontecimentos que levam à queda do xá em seu país, juntamente com seu regime brutal. Tem
início a nova República Islâmica, que controla como as pessoas devem se vestir e agir. Isto faz
com que Marjane seja obrigada a usar véu, o que a incentiva a se tornar uma revolucionária.
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Duelo de Castas 2010 Comédia/Drama 110 Minutos EUA
Realização Randall Miller
Com Chris Pine, Alan Rickman, Bill Pullman, Freddy Rodríguez, Dennis
Farina, Eliza Dushku
Música Mark Adler
Fotografia Mike Ozier
Edição Randall Miller, Dan O’Brien
Randall Miller
Nasceu nos Estados Unidos
Baseado em factos reais, o filme mostra como a história do vinho mudou para sempre
a partir do que se convencionou chamar de “Julgamento de Paris”. Em 1976, Jim
Barret, um pequeno vinicultor americano desafiou a tradicional supremacia francesa
e provocou uma tensão na indústria vinícola mundial ao colocar a Califórnia no mapa
dos bons vinhos. Para o connoisseur Steven Spurrier, não existia vinho mais fino que
o francês, apesar dos rumores sobre as novas vinhas da Califórnia. Seguro de que os
pequenos vinicultores de Napa Valley não estavam à altura dos vintages de França,
Spurrier desafiou os americanos para uma degustação às cegas...
2010 Duelo de Castas
2007 O Filho do Prémio Nobel
2005 Marilyn Hotchkiss’ Ballroom Dancing &
Charm School
2001 Till Dad Do Us Part (TV movie)
2001 FreakyLinks (TV series)
– Subject: Police Siren (2001) (as Randy Miller)
2001 Jack & Jill (TV series)
– Pressure Points (2001)
2001 Popular (TV series)
– Fire in the Hole (2001) (as Randy Miller)
2001 Dead Last (TV series)
2000 A Tale of Two Bunnies (TV movie)
1999 H-E Double Hockey Sticks (TV movie)
1997 The Sixth Man
1995 Convidado à Força
1993 CityKids (TV series) (as Randy Miller /
multiple episodes)
1993 Running the Halls (TV series)
1992 No Fim do Mundo (TV series)
– The Bad Seed (1992)
1992 Uma Dupla de Classe
1991 thirtysomething (TV series)
– Melissa and Men (1991)
1991 Salute Your Shorts (TV series)
1990 Marilyn Hotchkiss’ Ballroom Dancing and
Charm School (short)
A Vida de Brian 1979 Comédia 94 Minutos Reino Unido
Realização Terry Jones
Com Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones,
Michael Palin
Música Geoffrey Burgon
Fotografia Peter Biziou
A Vida de Brian, no original inglês Life of Brian, é um filme dos Monty Python
realizado em 1979 por Terry Jones, membro do grupo. O seu argumento baseia-se
numa sátira à época de Jesus Cristo e é considerado blasfemo, por uns, e genial,
por outros.
O filme é controverso devido a sua combinação de comédia e de temas religiosos.
Entretanto, foi também muito popular com a audiência: em 2000, os leitores da
revista Total Film votaram-na a melhor comédia de todos os tempos; em 2004,
a mesma revista nomeou-o o quinto (5º) melhor filme británico da História; em
2006 foi votado o melhor filme de comédia em duas votações separadas conduzidas
pelo Channel 4 e Channel 5 británicos das canaletas de tevê; e na Internet Movie
Database, o filme aparece continuamente entre os 100 melhores.
Terry Jones
Mais conhecido como membro dos Monty
Python, Terry Jones é um dos homens que
mudou para sempre o rumo da comédia
mundial. Os ”Pythons” formaram-se em
1969, escreveram e representaram Monty
Python’s Flying Circus até 1974. Terry Jones
foi co-realizador do filme Monty Python and
the Holy Grail, juntamente com Terry Gilliam
em 1975 e realizou Monty Python’s Life of
Brian em 1979 e Monty Python’s Meaning of
Life em 1981, com o qual ganhou o Prémio
Especial do Júri em Cannes.
Assinou a realização de Personal Services
(1987) e em 1989 escreveu e realizou Erik
The Viking. Em 1996, escreveu, realizou e
desempenhou o papel de Toad no filme The
Wind In The Willows.
Na televisão conta já com numerosos
documentários: The Crusades (BBC 1993)
Ancient Inventions (Discovery, 1997) Hidden
Histories (Discovery, 2002), Medieval Lives
(BBC 2004) e Barbarians (BBC 2006).
Presentemente encontra-se a trabalhar
numa ópera com Anne Dudley para a Royal
Opera House.
Jones nasceu em Colwyn Bay, no Norte do
País de Gales e é formado em Literatura
Inglesa pela Universidade de Oxford.
Sessão de Encerramento
BERNARDO SASSETTI TRIO | MOTION
Bernardo Sassetti (piano) | Carlos Barretto (contrabaixo) | Marcos Cavaleiro (bateria)
Dificilmente poderia qualquer outra proposta musical representar uma escolha mais adequada ao
encerramento de um festival de cinema do que a apresentação do projeto Motion pelo trio de Bernardo
Sassetti. O famoso pianista lidera há quase uma década e meia um trio que pode ser visto como uma das
mais importantes formações do jazz praticado em terras lusas e como uma das unidades deste género
musical mais reconhecidas além-fronteiras.
A representação e a imagem têm desde sempre constituido importantes fontes de inspiração para a obra
musical de Sassetti, ele próprio distinguido autor de bandas sonoras para inúmeros filmes – Um Amor de
Perdição, Alice, Second Life, A Costa dos Murmúrios, entre muitos outros – e algumas peças de teatro – A
Casa de Bernarda Alba, Frei Luís de Sousa, Dúvida –, além de contar com uma participação em The Talented
Mr. Ripley, sendo em Motion que nos é facultada a mais perfeita perceção da reciprocidade entre estas
formas de arte na mente e no sentir artístico de Sassetti.
Um trabalho de grande fôlego, com projeção de imagens em movimento da autoria do próprio pianista, e,
naturalmente, um concerto a não perder.
Paulo Barbosa
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Festa de Abertura
Café do Teatro
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Sessão de Abertura
Bem-vindo ao Sul
A Vida de Brian
Teatro Municipal
Madeira (1927-1975)
After Party
Programa sujeito a alterações.
Curtas em Competição
SHOULD THE WIFE CONFESS? Bernardo Camisão
QUIEN ES FLORINDA BOLKAN? Ruben Torrejon
LE MAILLOT DE CRISTIANO Vincent Bruno
NORTH ATLANTIC Bernardo Nascimento
UNDER THE SKIN Assaf Smir
ADIEU, N Barbara Vekaric
I COULD BE YOUR GRANDMOTHER Bernard Tanguy
DULCE Ivan Ruiz
Teatro Municipal
Teatro Municipal
After Party
Izlet
Apnea
Café do Teatro
Teatro Municipal
Teatro Municipal
16:30
degustação de Vinho da Madeira
Teatro Municipal
Teatro Municipal
After Party
Apricot Island
The Fatherless
Café do Teatro
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
La Vida de los Peces
Homenagem a Roberto Farias e
Retrospectiva à sua Familia
O ASSALTO AO TREM PAGADOR Roberto Farias
PRA FRENTE BRASIL Roberto Farias
COM LICENÇA, EU VOU À LUTA Lui Farias
NÃO QUERO FALAR SOBRE ISSO AGORA Mauro Farias
VERÓNICA Mauricio Farias
ESTAÇÃO Marcia Faria
OS PORRALOKINHAS Lui Farias
CARLOS OSWALD - O POETA DA LUZ Regis Faria
BARRA PESADA Reginaldo Faria
LEONARDO PAREJA - VIDA BANDIDA Regis Faria
RETRATOS - REJANE MEDEIROS Marise Faria
O CARTEIRO Reginaldo Faria
Teatro Municipal
Com Licença eu Vou à Luta
Duelo de Castas
Persépolis
Terça15
O Mágico
Teatro Municipal
Segunda14
Sessão de Abertura
Homenagem: Terry Jones
Bem-vindo ao Sul Luca Miniero
Café do Teatro
Teatro Municipal
A Vingança de uma Mulher
Premiere Madeira
Naval Video Sub
Domingo13
Secção Oficial Competitiva
APRICOT ISLAND Peter Bebjak
LA VIDA DE LOS PESCES Matias Bize
MOTHERS Milcho Manchevski
IZLET Nejc Gazvoda
APNEA Ari Bafalouka
THE FATHERLESS Marie Kreutzer
LEAVING Vaclav Havel
PLANES PARA MAÑANA Juana Macias
MAMMA GOGO Fridrik Fridriksson
A VINGANÇA DE UMA MULHER Rita Azevedo Gomes
23:00
21:30
18:00
16:00
14:30
10:30
Sábado12
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
After Party
Mamma Gogo
Leaving
Rejane Medeiros
Estação
Carlos Oswald
O Poeta da Luz
Sessão Vínica
Duelo de Castas Randall Miller
Naval Video Sub
8 Curtas-metragens num Mergulho na Madeira
Desconhecida Vários realizadores
PIRATAS Juan Falque
Madeira Antiga
Madeira 1927 - 1975 Coleção de Hugo Reis
Café do Teatro
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Como Treinares o teu Dragão
Quinta17
Premiere Madeira
Princess Fábio Carvalho
A Imagem B&W Sedúz-Nús Nelson Camacho
Sem Título Nelson Camacho
Lumen Nelson Camacho
MAGIC ART Vitor Hugo Gouveia Freitas
Marie Laveau João Costa
Educar com Arte Eduardo Costa
Café do Teatro
Concerto com JP Simões
Pra Frente Brasil
Teatro Municipal
Planes para Mañana
Barra Pesada
Coraline e a Porta Secreta
Quarta16
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Teatro Municipal
Café do Teatro
Teatro Municipal
Sessão de Encerramento
Welcome Drink
Entrega de Prémios aos Vencedores
Homenagem: Roberto Farias
Concerto Bernardo Sassetti Trio | Motion
Festa de Encerramento no Café do Teatro
Workshop Little Film Academy Sofia Caessa
Animação
Os Porralokinhas Lui Farias
O Mágico Sylvain Chomet
Coraline e a Porta Secreta Henry Selick
Persépolis Vincent Peronnaud, Marjane Satrapi
Como Treinares o teu Dragão Dean DeBlois
Café do Teatro
Festa de Encerramento
Teatro Municipal
Concerto Bernardo Sassetti Trio
Teatro Municipal
Sessão de Encerramento
O Carteiro
Teatro Municipal
Assalto ao Trem Pagador
Não Quero Falar Sobre Isso
Agora
Teatro Municipal
Sábado19
Homenagem Terry Jones
A Vida de Brian Terry Jones
After Party
Mothers
Teatro Municipal
Curtas em Competição
Leonardo Pareja
Vida Bandida
Verónica
Os Porralokinhas
Sexta18
a melhor sala
de cinema do mundo
bela como sempre
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