NES – PES
12.º ano na Futurália
Educação para a Sexualidade
Pistas para
o futuro
Há tantas adolescências como adolescentes
Enf.ª Paula Cavalheiro – 9.º ano e Secundário
«««10º»»»
C
om o objetivo de consolidar conhecimentos
no âmbito da educação
para a sexualidade, os alunos do
10.º ano receberam a enfermeira Paula Cavalheiro, do Centro
de Saúde de Fátima. A ação que
decorreu na nossa turma no dia
8 de fevereiro, utilizando diapositivos em PowerPoint, começou
com a apresentação de alguns
temas que já nos são familiares,
tais como as mudanças físicas,
psicológicas e sociais na adolescência. Posteriormente, foi-nos
questionada a definição de sexualidade segundo a Organização
Mundial da Saúde (OMS), como
“uma energia que nos motiva a
procurar amor, ternura e intimidade; que se integra no modo
como nos sentimos, movemos,
tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e, ao mesmo tempo,
sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia a nossa saúde física e mental”.
«««11º»»»
fase da vida, o corpo desenvolve-se e os nossos pensamentos
e atitudes mudam, assim como
a nossa visão da relação com a
sociedade.
Durante as aulas de Formação
Cívica antes a realização da ação
de formação tinha-nos sido proposto que elaborássemos algumas questões sobre o tema: todas
as perguntas foram devidamente
esclarecidas pela senhora enfermeira, na parte final da sessão.
No decorrer da sessão verificou-se uma grande interatividade
entre os alunos e a enfermeira,
havendo também momentos de
riso que não diminuíram a seriedade, estabelecendo-se um bom
clima, dinâmico e agradável.
Apesar de a maioria dos temas
da apresentação já terem sido
abordados em diversas áreas
disciplinares, pudemos relembrar alguns conteúdos e aprender
outros.
Agradecemos ao Centro de Saúde de Fátima, em especial à Enf.ª
Paula, que contribuiu para a nossa formação enquanto cidadãos
responsáveis. A maioria de nós
achou o encontro agradável e
interessante.
De seguida falámos sobre as mudanças físicas, psicológicas e sociais nos rapazes e nas raparigas
durante a adolescência. Este período designa-se por puberdade
e corresponde às idades que vão
dos 9 aos 16 anos nas raparigas e
dos 12 aos 16 nos rapazes. Nesta
M
ais uma vez, o CEF
uniu-se com o Centro
de Saúde de Fátima
para desenvolver o projeto Educação para a Sexualidade, para
que os alunos tenham uma formação mais sólida em relação
ao tema da sexualidade. Esta
iniciativa do ministério da saúde
tem origem na avaliação dos resultados desta temática que mostraram que os jovens portugueses
estão a tornar-se irresponsáveis
em relação à sua sexualidade.
No 11.º B, a ação de formação
teve lugar no dia 7 de março, e a
Enfermeira Paula Cavalheiro fez
o fantástico trabalho de nos elucidar sobre alguns dos perigos e
problemas mais comuns e como
os evitar. Uma parte importante
da ação foi dedicada ao esclarecimento de dúvidas e respostas
às perguntas livremente colocadas pelos alunos. A avaliação da
turma após esta ação de formação foi positiva, pois achamos
que é uma mais-valia que nos
permite evoluir como pessoas.
Apesar de estas ações se realizarem todos os anos, aprendemos
coisas novas.
(11.º B)
Ana Nakov, Alexandre Silva e
Serenela Moreira, 10.º A
Apreciação global das ações
Os encontros correram muito
bem, apesar de se ter registado
uma participação menos atenta
nos horários pós-meridianos.
85
ção, em todos os parâmetros avaliados, são inexistentes ou – apenas
em três dos 11 itens considerados
– insignificantes. Ver gráfico.
eloquentes e, por conseguinte,
estão de parabéns a Enfermeira
Paula Cavalheiro e o NES.
O mesmo se pode dizer das apreA maioria absoluta das avaliações ciações qualitativas expressas peatribui valores muito altos à ativi- los alunos, que não só confirmam
dade em si – muito bom ou exce- os valores numéricos como acreslente –, do mesmo modo que em centam ainda mais valor à pertitodos os aspetos considerados. Os nência e importância das ações.
gráficos
a este
respeito
muito
2. Avaliação da atividade,
de são
acordo
com
os parâmetros
apresentados
A formadora desenvolveu cada
ação com grande tranquilidade
e competência, evidenciada nas
fichas individuais de avaliação
preencidas por todos alunos. Os
índices mais baixos de classifica-
80
GLOBAIS: TURMAS – C, D, E, F.
Avaliação VALORES
da atividade
– 10.º ano
75
(TURMAS C, D, E, F)
70
65
62
Relação aluno-aluno
60
55
54
Relação aluno-dinamizador
51
50
45
Interesse para hábitos de saúde saudáveis
45
40
47
Interesse científico
35
A
os alunos do 12.º ano,
a enfermeira Paula Cavalheiro falou sobre “a
gravidez na adolescência”, um
tema também supostamente familiar e já suficientemente “conhecido”, sem novidades, mas
que acabou por ser recebido em
cada turma de modo diferente,
suscitando questões e debates
muito diversos.
Na sua abordagem simples,
despretensiosa e amigável, a
formadora apresentou a informação relevante relacionada
com o tema, esclarecendo dúvidas e propondo tópicos para
o diálogo que teve lugar após o
esclarecimentos dos conteúdos
condensados em duas dúzias de
diapositivos, apresentados em
PowerPoint.
A gravidez não é apanágio só da
mulher, pois também o parceiro
masculino de uma relação sexual que resulte na fecundação
entre um óvulo e um espermatozóide fica “grávido”... com as
consequências dessa relação –
positivamente, no caso de uma
gravidez desejada; negativamente, no caso contrário.
Este é apenas um exemplo da
abordagem e do convite à reflexão deixado pela enfermeira que
falou de muitos outros aspetos
da gravidez na adolescência,
alertando para o facto de estarem a aumentar os casos de
aborto.
Foram tantas as questões respondidas como as perguntas colocadas aos destinatários da ação, à
maneira de interpelação e apelo
à responsabilidade. Sublinhando que “há tantas adolescências
como adolescentes”, pois todos
são diferentes, Paula Cavalheiro
informou por fim que o Centro
de Saúde está à disposição de todos, também para prestar esclarecimentos e dar conselhos mais
personalizados nesta matéria a
quem precisar, com a máxima
consideração pela dignidade da
pessoa e respeitando o segredo
profissional.
A
A partida teve início perto das
nove horas, quando começámos
a pôr as mochilas no autocarro: muitas delas cheias. Chegámos ao “Parque das Nações” e
dirigimo-nos para o pavilhão
multiusos pelas 10.30 horas, e
entrámos no espaço grandioso
da “Futurália”, a maior feira de
educação, formação e orientação educativa que se realiza
em Portugal.
Ao entrar, vimos as inúmeras escolas e universidades que davam
a conhecer a sua oferta. No primeiro pavilhão predominava a informação do ensino superior: medicina, construção civil, química,
aviação, mecânica e até a possibilidade de estudar no estrangeiro,
não só em Espanha mas também
EUA. Achei o segundo pavilhão
muito apelativo, principalmente para os jovens do 9º ano, pois
além de informação, havia também projetos que os alunos ou
professores de determinadas escolas profissionais realizavam,
como por exemplo robótica, mecânica, música, rádio, mergulho,
vários desportos, energias renováveis, moda ecológica, etc…
Muitas delas eram interativas.
E, para relaxar, podíamos comer
snacks e jogar nas mais recentes
tecnologias de entretenimento.
Quando a fome apertou, fomos
almoçar – a nossa marmita, mais
económica, ou num restaurante
de fast food. Com as forças recuperadas, visitámos a área de
Lisboa onde nos encontrávamos,
perto do Tejo e da Ponte Vasco da
Gama, e voltámos aos pavilhões
para continuar a aprofundar o
nosso conhecimento sobre as
oportunidades que nos esperam.
À hora marcada, 2.30 horas da
tarde, estávamos todos à espera
do autocarro que nos iria levar de
volta a Fátima. Em breve mergulhámos no mundo da fantasia,
ouvindo música, jogando ou sonhando – a descansar ou contemplando a paisagem. Foram umas
óptimas quatro horas de reflexão
sobre o nosso futuro.
Celmar Fonseca Garcia, 12ºC
34
Reflexão na sala de aula
30
«««12º»»»
tão esperada visita de
estudo do 12º ano decorreu seguinte ao do
teste intermédio de Matemática – 14 de março. Foi bom para
poder quebrar a rotina e viajar
até a capital.
28
20
15
15
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Excelente
Inforcef – n. 65
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há tantas adolescências como adolescentes