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Novembro 2009
Tejo Romântico
Entre Lendas e Castelos
Com a promessa de um ainda Dia de Verão, apesar de estarmos no
Outono, partimos pelas 7:30 horas de Sete Rios com destino à Vila
ribeirinha de Tancos, entre Vila Nova da Barquinha e Constância.
Chegados ao Cais D’El Rei, em Tancos, aguardámos o embarque rumo à
Ilha do Castelo de Almourol, sendo que, entretanto, desfrutámos da
beleza da paisagem da pitoresca aldeia de Arrepiado, edificada em
declive para a margem do Tejo.
A História de Portugal está repleta de lendas e aqui surge a Lenda do
Arrepiado. Conta-se que na época das invasões pelos mouros, habitava no
Castelo de Almourol um casal que tinha uma filha chamada Ari. Esta
apaixonou-se por um cristão, mas este namoro não foi aceite pelos seus
pais. A fim de impossibilitar a fuga de Ari, seus pais “pearamna” (prender uma corda à perna e a outro objecto). E assim com a
história de Ari “apeada” surgiu Arrepiada que, com o passar dos tempos,
resultou em Arrepiado.
Destaques
Tejo Romântico
Capa
Próximas Realizações
Capa
Viagem ao Peru:
a aventura continua
5
X Passeio Motard
10
10ª Mini e MeiaMaratona de Portugal
24
Final Nacional 2009 do
Campeonato Interno em
Pesca Desportiva
25
Teatro: Caveman
27
Futebol de 11 - Jogo de
Veteranos com SLB
35
Próximas Realizações
21 a 23 Dez 2009 - Colónia de Natal
na Universidade
28 e/ou 29 e/ou 30 Dez 2009 Colónia de Natal no ZOO
30 Dez 2009 a 02 Jan 2010 Fim de Ano na Madeira
até 11 Jan 2010 Campanha de Solidariedade
Fevereiro 2010 - Kidzania
Março/Abril e Out 2010 - Viagem ao
Japão e à Coreia do Sul
Abril 2010 - Cruzeiro aos EAU, Oman e
Bahrein
Maio 2010 - Campeonato Nacional da
2º Divisão em Pesca Desportiva
Junho 2010 - Viagem à Turquia
26 a 30 Junho 2010 Viagem a Paris e à Eurodisney
www.clubegalpenergia.com
Agosto 2010 Viagem a Paris, ao Benelux e a Colónia
Tejo Romântico
Entre Lendas e Castelos
Já embarcados, e feita uma rápida travessia, atracámos num pequeno ilhéu “plantado” no meio das
águas do Tejo, cujo cenário não deixa de ser romântico e idílico.
Neste ilhéu está edificada uma construção medieval, a cerca de 18 m de altura das rochas
escarpadas.
A sua edificação remonta ao século II a.C.. Terá sido erguida no local de um castro lusitano
conquistado pelos romanos. Posteriormente, foi ocupado por Alanos, Visigodos e Mouros e mais tarde
conquistado pelo 1º Rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Também encontramos neste local mais uma lenda: a Lenda de Almorolon.
Conta-se que, antes da chegada de D. Afonso Henriques, o castelo tinha
como senhor um emir árabe, chamado Almorolon. Este habitava o castelo
com a sua filha, uma formosa donzela. Certo dia, esta apaixonou-se por um
jovem cristão e cega de paixão, facilitou-lhe a entrada no castelo durante
a noite, para assim se encontrar com o seu cavaleiro. Numa dessas noites,
ele não foi sozinho e traiçoeiramente abriu as portas do castelo ao seu
exército. O castelo foi conquistado mas o amor de pai foi mais forte e
perdoou sua filha. Preferindo a morte ao cativeiro, o emir e sua filha
lançaram-se, abraçados, das muralhas do castelo ao rio.
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Tejo Romântico
Entre Lendas e Castelos
No Castelo realiza-se, no mês de Setembro, um invulgar espectáculo multimédia que envolve uma
equipa de actores, cantores, bailarinos e músicos (locais, nacionais e estrangeiros), onde se remonta
ao passado com recriações históricas de torneios.
Seguindo a nossa viagem, chegámos a Constância - Vila Poema, onde o Tejo se encontra com o Zêzere.
É uma bonita Vila de casario branco, sede de concelho e apelidada de “Vila Poema” por ter sido local
de residência de Luís de Camões, desterrado para cumprimento de pena provocada por ligações “não
oficiais” com uma dama da corte.
El-Rei D. Sebastião também aqui encontrou refúgio aquando de um surto de peste. Como
agradecimento pelo acolhimento que teve, fê-la vila e criou o concelho. Mais tarde D. Maria II
chamou-lhe a “Notável Vila de Constância”.
Aqui fizemos um relaxante passeio pelas margens da Vila onde admirámos a estátua a Luís de Camões,
da autoria do mestre Lagoa Henriques.
Deslumbrados pela paisagem que nos envolveu, iniciámos viagem até à Estalagem de Vila Velha de
Ródão, onde nos esperavam para almoço.
De tarde começámos a nossa visita a Vila Velha de Ródão, com paragem na ponte sobre o Rio Tejo,e
de onde se avistam as Portas de Ródão. Este impressionante local é um dos mais bonitos da região.
Na base da sua história geológica estão rochas que seriam areias e argilas de
um grande oceano que banhava a região. Ao longo da formação destas rochas
estão preservadas algumas marcas de seres vivos que aqui viveram - fósseis
que pudemos observar no Museu Arqueológico desta vila.
Neste local habitam 2 espécies de aves que aí nidificam: o Grifo e a CegonhaPreta.
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Tejo Romântico
Entre Lendas e Castelos
Após uma subida de 3 quilómetros por uma estrada sinuosa, chegámos ao Castelo do Rei Wamba,
situado no topo da porta Norte. É uma pequena atalaia que foi recentemente objecto de obras de
recuperação. Deste miradouro natural a vista é de cortar a respiração.
Também se conta mais uma lenda: Diz-se que aqui vivia o Rei Wamba que combatia os Mouros. Certo
dia, a sua mulher encantou-se pelo Rei mouro e este, para a raptar, tentou fazer um túnel que
passaria por baixo do Tejo. Errou os cálculos e o buraco saiu ao nível das águas. O Rei Wamba
descobriu o buraco e percebendo o encantamento da sua esposa, ofereceu-a a outro Rei como
presente, mas atada à mó de um moinho e rolando pelas encostas até ao Tejo. Pelo sítio onde passou a
mó com a mulher do Rei Wamba nunca mais nasceu qualquer vegetação.
Resta-me acrescentar que fomos acompanhados em todo o circuito pela guia Maria José Calado e
que em Vila Velha de Ródão juntou-se ao nosso grupo também a guia Ana, do turismo local, as quais
nos enriqueceram com os seus conhecimentos.
Rosa Maria Almeida
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Viagem ao Peru, 2ºgrupo: a aventura continua
(13 a 27 de Outubro)
Já tinha ouvido falar, já tinha uma ideia… E mais, ouvi o 1º grupo contar como foi fantástico, um
sonho realizado. Mas nada me prepararia para o que fui encontrar a 9.000 km de distância e -6h de
diferença de fuso horário. Como se resume numas linhas uma aventura noutro mundo, noutra
realidade tão diferente da nossa?
Por isso caro leitor, aperte o cinto… Vamos começar a rever uma viagem turbulenta, cheia de
emoções, com algumas dificuldades, mas com muitas, muitas belezas fantásticas!
Como já é habitual, a viagem começou no aeroporto de Lisboa, onde reencontrámos velhos
companheiros de viagem e conhecemos alguns novos.
Durante a longa viagem até Lima, capital do Peru (quase 24h desde que saímos de Lisboa até ao hotel
em Lima…), li um pouco sobre o nosso destino:
O Peru situa-se no oeste da América do Sul, nas margens do Oceano Pacífico
Sul, entre o Chile e o Equador. Também faz fronteira com a Colômbia, o Brasil
e a Bolívia. As planícies costeiras ocidentais (conhecidas como costa) estão
separadas pelas terras baixas orientais cobertas pela selva da bacia do
Amazonas (a selva) pelas altas e escarpadas montanhas dos Andes (a sierra).
Na fronteira com a Bolívia situa-se o lago Titicaca, o lago navegável a maior
altitude do mundo, a 3.821 m.
O território peruano abrigou a civilização de Caral, uma das mais antigas do mundo, bem como o
império Inca, considerado o maior Estado da América pré-colombiana. O seu território foi elevado a
vice-reinado pelo Império Espanhol, no século XVI. O Peru declarou a sua independência da Espanha
em 28 de Julho de 1821.
O Peru é um dos três países das Américas em que os povos indígenas constituem a maioria da
população (os outros dois são a Bolívia e a Guatemala), constituindo cerca de 45% dos 28 milhões de
indivíduos que constituem a população peruana. Os dois maiores grupos étnicos indígenas são os
quechua e, em número um pouco menor, os aymará. Para além destes, compõem também este quadro
multiétnico europeus, africanos e asiáticos.
O idioma oficial é o espanhol, ainda que um número significativo de peruanos fale quechua e outras
línguas nativas.
Lima
Finalmente chegámos a Lima, a este mundo diferente… Parece que
entrámos numa máquina do tempo, em que tudo parou, nuns casos há
umas décadas, noutros casos há centenas de anos. Tudo isto
convenientemente misturado com detalhes modernos e utilizando
mesmo as últimas maravilhas da tecnologia…
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Memórias de viagem - Peru
Depois de uma boa noite de repouso, visitámos Lima e os seus pontos principais.
O centro histórico, o Parque do Amor em Miraflores, o Museu Rafael Larco Herrera foram alguns dos
locais que preencheram o nosso dia.
O serão foi abrilhantado com a visita à Fazenda Mamacona, onde
jantámos. Tivemos oportunidade de ver nesta fazenda um pouco da arte
de criar cavalos para competição, exemplares lindíssimos e bem
treinados.
Houve ainda oportunidade para dar uma voltinha em alguns dos cavalos
peruanos de paso, com um ar tão bonito quanto manso.
Ica / Linhas de Nazca
Ainda mal tínhamos começado a absorver este ambiente, esta forma de estar, já estávamos na
famosa estrada Pan-Americana, a caminho de Ica. Objectivo principal: sobrevoar as linhas de Nazca.
Confesso que apesar de a nossa viagem conter alguns elementos de dificuldade misturados com as
belezas fantásticas que tínhamos para ver, de todos eles, este era o que me preocupava mais: a
viagem de avioneta até às linhas de Nazca.
Apesar de ter uma curiosidade imensa, e para mim não fazer
sentido ir ao Peru e não ir dar uma olhada sobre um mistério da
Antiguidade por decifrar, tinha grandes reticências sobre a
forma de lá chegar. Iria aguentar a viagem? E se aguentasse,
iria conseguir ver o que esperava? Já sabia que era uma viagem
dura, quem já a tinha feito no 1ºgrupo tinha avisado…
Posso dizer que me aguentei, mas não foi uma viagem fácil, sem
dúvida. E houve quem não tivesse tido a mesma sorte que eu e
tivesse sofrido um pouco para atingir este objectivo…
Depois da travessia algo atribulada até ao deserto de Nazca (40 minutos complicados até às figuras,
cerca de 20-25 minutos a sobrevoar as ditas e mais 40 minutos de regresso…), o que vimos foram
geóglifos (figuras feitas em morros ou regiões planas, de maneira a que sejam melhor visualizadas do
alto, de avião, helicóptero ou balão; algumas podem também ser vistas do solo, mas a maior parte não)
de enormes dimensões localizados no deserto de Nazca, no altiplano do Peru. Criados pelo povo de
Nazca entre os séculos III a.C. e VIII, estes geóglifos representam centenas de figuras, incluindo
imagens estilizadas de animais como macacos, beija-flores ou lagartos, traçados no solo plano do
deserto, em linhas que se constituem em extensas esteiras de pedras não muito grandes,
provenientes dos arredores.
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Memórias de viagem - Peru
Há alguma controvérsia a propósito da forma como foram
elaboradas estas figuras gigantescas (por exemplo, o colibri, a
figura mais conhecida das linhas de Nazca, mede cerca de 96m);
no entanto há inúmeras provas de que apesar de não ter sido
uma construção simples, não seria necessária uma tecnologia
muito sofisticada para criar estes enormes desenhos e formar
uma galeria de arte no deserto. A maioria dos cientistas
concorda que as linhas foram feitas com o uso de estacas e
cordas a partir de um modelo em escala menor, o que explica
sua perfeição.
Também não é algo especialmente misterioso o facto de as figuras terem permanecido intactas
durante centenas de anos, uma vez que são pedras (e não areia) que constituem a superfície do
deserto. Devido à humidade, a sua cor escura aumenta a absorção do calor. A camada de ar quente
resultante junto à superfície funciona como uma capa contra o vento; enquanto isso, os minerais do
solo ajudam a solidificar as pedras. Neste "pavimento" assim criado neste ambiente seco e sem
chuvas, a erosão é praticamente nula - permitindo assim a notável preservação dos desenhos.
Estas figuras foram objecto de vários e prolongados estudos, sendo uma das maiores estudiosas do
assunto Maria Reiche. Ela tentou explicar aquilo que para mim é o maior mistério de todos: porquê e
para quê foram criadas estas figuras? Infelizmente, não chegou a uma conclusão objectiva. Nem ela,
nem ninguém, pelo que as várias teorias sobre o motivo da existência de tais linhas e figuras variam
desde a criação por seres extraterrestres, a calendários, a pura demonstração de arte e sabedoria
(de um povo que tinha até complexos sistemas de aquedutos
e técnicas agrícolas) ou mesmo a uma manifestação de culto
aos deuses.
Quase sem termos tempo para respirar fundo, o dia ainda
nos reservava mais emoções: um passeio de buggy pelas
areias do deserto de Ica, gentilmente organizado como
“surpresa” do Clube para esta viagem.
Percorremos alguns kms
nas dunas, em subidas e
descidas tipo montanha russa, com paragens ocasionais para vermos
o “nada” do deserto…
Um tipo de encanto completamente diferente dos anteriores.
Depois de alguma “falta de ar” pela manhã, foi muito refrescante um
fim de tarde de vento no rosto, que incluiu descidas de sandboard e um pôr-do-sol espectacular!
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Ilhas Ballestas / Reserva Nacional de Paracas
Mais um dia, mais uma aventura…
Visita às Ilhas Ballestas, habitat de centenas de espécies animais,
incluindo leões-marinhos, pinguins, pelicanos e muitas outras aves. Dada
a alta concentração de aves, estas ilhas estão cheias de guano, fertilizante altamente eficaz e
exportado pelo Peru para vários países.
Quando ouvi falar em CENTENAS de espécies, acho que não consegui imaginar bem o significado
desta expressão…
Só vendo para acreditar, e ali tão perto, quase ao alcance da
nossa mão…
Para além da quantidade impressionante de animais, tivemos
ainda oportunidade de ver mais um geóglifo, o Candelabro dos
Andes. São 150 m a erguerem-se acima de nós… Impressionante!
Segundo nos disseram, estes desenhos gigantes estão
actualmente sob protecção para que ao fim de tantos séculos,
não sejam destruídos pela incúria de algum curioso menos
cuidadoso. No entanto, quando tirei esta foto, andava uma
motorizada a circular o Candelabro… Esperemos que fosse só
curioso, mas cuidadoso.
Mais uma paragem: com os olhos ainda cheios de toda aquela
Natureza, outro banho para a alma: o Parque Natural de
Paracas, com as suas praias de areia avermelhada e o seu mar
com um azul a perder de vista.
Cada lado para onde olhávamos, era digno de um quadro!
Ainda descemos até à praia, onde pisámos a areia com o gosto das crianças que vão junto ao mar pela
primeira vez. Algumas das “crianças” mais irreverentes até molharam os pés, e mais o que o mar
quis…
Arequipa / Chivay
Era altura de seguirmos novamente a caminho… Desta vez, a caminho de
Arequipa. Esta etapa iria iniciar-nos numa das dificuldades que nos aguardava:
a altitude.
Apesar de estarmos apenas a 2.300m, neste ponto começámos a ouvir falar
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Memórias de viagem - Peru
do “mal da altitude” e de algumas formas de o combater: o chá de coca e todas as outras formas de
consumo desta planta (rebuçados, licores ou mesmo mascar as folhinhas…).
Esta cidade, a segunda do Peru, tem um centro histórico bonito e rico de tradições e uns arredores
com muitas curiosidades e belezas, que visitámos durante umas horas. Destaque para o Mosteiro de
Sta. Catarina, que em tempos passados foi casa de filhas de
famílias abastadas, ainda hoje alberga freiras, algumas delas
vivendo em relativa clausura.
Mas realmente interessante estava algo em redor de Arequipa:
alguns dos muitos vulcões existentes no Peru (muitos deles ainda
activos…). A cerca de 8Kms a sul de Arequipa encontram-se o
Misti (5.821m), o Chachano (6.075m) e o Pichu Pichu (5.440m).
Uma vista no mínimo estranha, pois é difícil imaginar uma
“montanha” com um ar tão calmo e pacífico a entrar em fúria, mostrando toda a sua força. Ainda bem
que nesta altura estava tudo bem sereno!
Daqui para Chivay, mais uma “provação” da viagem: até
chegarmos ao destino, iríamos passar por uma altitude máxima
de 4.900Km, o que fez os seus efeitos em todos nós…
Mas para ajudar o esforço, na longa estrada que percorremos
durante o dia, também encontrámos as primeiras vicuñas,
alpacas, lamas e guanacos! Um deslumbramento, animais que
veríamos muito ao longo do resto da viagem, mas que nos
provocam sempre um sorriso, pelo ar simpático, calmo e
fotogénico que têm.
De Chivay, seguimos para Colca e o seu cañon. Este desfiladeiro,
se falasse, teria muito que contar com os seus 100Km de
comprimento e cerca de 7 milhões de anos de vida.
Ficámos num hotel, num dos muitos “vales” deste desfiladeiro,
num local que parecia saído de um filme: rodeado de montanhas,
com um riacho e termas naturais, de água quente a várias
temperaturas! Tudo isto enfeitado por terrenos cobertos de
árvores, plantas e flores, com um SPA senhor de uma vista soberba!
Pena que alguns de nós não estivessem nas melhores condições para apreciar a beleza local, pois os
efeitos que começaram a mais altitude, continuavam a fazer alguns pequenos estragos, que
quebravam um pouco a tranquilidade e satisfação que um local tão maravilhoso nos transmitia.
Felizmente, uma boa noite de sono e algum tratamento específico voltou a recolocar tudo sobre
trilhos para a aventura do dia seguinte… o voo do condor sobre o Cañon de Colca.
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Memórias de viagem - Peru
Neste local, os condores fazem os ninhos nas aberturas das
rochas.
Os turistas esperam atentamente a oportunidade de avistar os
condores, alinhados ao longo das rochas escarpadas do
desfiladeiro, no topo do qual há um miradouro e muitos
vendedores.
E não é preciso esperar muito, que os condores aparecem, saindo
em voos mais ou menos prolongados (nunca tanto quanto
gostaríamos, claro…). Ora aparecem uns mais escuros e de grande
envergadura, ora aparecem outros mais claros, envergando ainda
bastantes penas brancas, sinal que ainda são jovens.
Este é um espectáculo dentro de outro espectáculo, aquelas aves
fantásticas sobre as nossas cabeças, à espera de serem
fotografadas! Dizem-nos que o voo dos condores é tão rápido que
pode atingir mais de 180Km/h.
Mas aos nossos olhos, é mais lento, quase uma filmagem em câmara lenta de um planar suave e
certeiro ao longo do desfiladeiro, que aproveita as correntes de ar e que ocasionalmente os traz
perto de nós.
Continuámos a nossa viagem, ainda com os desfiladeiros e os condores nos olhos. Seguimos pelo
altiplano, tendo como destino Puno. Pelo caminho, fomos apreciando
as paisagens, com montes e vales de uma beleza tão perfeita e
colorida que parecia retirada de um filme.
Fomos fazendo paragens para apreciar melhor o local.
E em todo o lado que parássemos, lá estavam eles, os moradores
locais no seu melhor fato e com a alpaca mais amorosa ao colo,
quadro ainda devidamente adornado com o seu sorriso simpático e
acolhedor.
Um sole era sempre bem-vindo, claro. Mas constatei com agradável
surpresa, que ao contrário de outros locais que visitei, que o facto de não atingirem de imediato o
ambicionado sole não era motivo para não nos brindarem com a sua simpatia natural.
Aliás, pelo que pude observar, para além das inúmeras belezas naturais e mistérios que este país
encerra, outra das riquezas nacionais é a cordialidade, calma e simpatia.
Puno / Lago Titicaca
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Chegámos a Puno já de noite, pelo que vimos uma localidade
simpática e disseram-nos que em volta daquela coroa de luzes que se
viam à distância estava o Lago Titicaca.
Mas só de manhã (uma manhã lindíssima diga-se de passagem), é que
pudemos constatar o sítio fantástico onde nos encontrávamos:
exactamente à beira do lago de superfície brilhante, onde já se viam
barcos a sulcar as águas calmas.
O que eu não sabia ainda era que, umas horas depois, passaríamos
mesmo em frente ao nosso hotel, num daqueles barcos que eu via da
janela do meu quarto…
E antes de seguirmos para esta nova aventura, na saída do hotel,
encontrámos os “cortadores de
relva” mais originais que já vi:
várias alpacas a pastarem nos canteiros relvados da entrada do
hotel, calma e serenamente, e o grupo inteiro a desviar a sua
atenção do belo lago em fundo, a fotografar esta cena insólita,
pelo menos aos nossos olhos de turistas.
Partimos então em direcção ao porto, a uns minutos do hotel,
onde embarcámos e seguimos pelas águas serenas do lago. Estava
um dia verdadeiramente bonito, de sol brilhante e quente.
Fomos olhando para a paisagem enquanto ouvíamos as explicações detalhadas da nossa guia local, que
as ilustrava com um dossier de desenhos seus, para que soubéssemos exactamente do que estava a
falar.
Estávamos então a cerca de 3.800m de altitude, no lago
navegável mais alto do mundo (com uns impressionantes 194 km
de comprimento e 80 de largura) e a dois passos da Bolívia, que
partilha este lago com o Peru.
Algum tempo depois chegámos às famosas ilhas flutuantes
feitas de junco que compõem o quadro turístico desta zona. A
nossa visita não ficaria completa se não visitássemos uma das
muitas ilhas da zona, onde fomos recebidos pelos seus
habitantes, que nos mostraram como vivem e como é construída
a sua “casa”.
Foi uma sensação muito agradável, pisar aquela palha que nos afunda um pouco, mas… flutua! E tem
uma duração de vários anos, sendo renovada pelos seus habitantes após esse tempo.
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Memórias de viagem - Peru
E depois, não podia deixar de ser, com um dia tão bonito a
convidar: uma voltinha num dos barcos típicos do lago Titicaca,
que eu já tinha visto tantas vezes em fotografias. Desta vez, fui
eu a tirar as fotos… Quem não quis tentar a sua sorte nestas
embarcações, seguiu no outro barco… Juntámo-nos mais tarde,
mas não sabem o que perderam…
Ainda tivemos oportunidade de ver um condor “domesticado”:
numa das ilhas flutuantes, foi adoptado quando ficou sem a mãe.
Assim, é um animal mais manso do que costumam ser os
condores, mas não nos iludamos; continua a ser uma ave de rapina, de grande porte e com um ar
imponente.
Mais uma recordação fantástica para o “livro” de memórias…
O almoço foi numa ilha no lago, mas não flutuante…
subimos até quase ao topo, onde tínhamos uma mesa com
uma óptima vista sobre o lago: almoço com vista, um dois
-em-um. Ainda tivemos oportunidade de assistir a
danças locais e ouvir algumas explicações sobre sobre
tradições: as tecelagens tradicionais, como são feitas, o
significado que têm; o calendário inca, como funciona e
quais os meses e símbolos. Ficámos de barriga cheia: um
bom almoço acompanhado de alguns conhecimentos.
Quando demos por isso, já estávamos de volta… O dia passou num instante.
Mais um dia, mais uma viagem… Desta vez o destino era Pukara e depois Raqchi e as suas ruínas. Pelo
caminho, a estrada reservava-nos uma espécie de “écran de televisão”, cheio de montanhas e muitas
nuvens pintadas no céu azul.
Finalmente, chegámos ao destino do dia: a cidade de Cuzco.
Cuzco
A cidade de Cuzco situa-se a cerca de 3.400m de altitude e o seu nome em quechua significa o
“umbigo do Mundo”.
Em 1950, um terramoto sacudiu a cidade causando a destruição
de mais de um terço de todos seus edifícios. O esforço de
reconstrução levou a que a cidade tomasse como foco
importante o turismo, e efectivamente começou a receber um
maior número de turistas. Desde os anos 90 que a actividade
turística tomou definitivamente um papel especial na economia
da cidade, tornando-se a partir desta altura o principal destino
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turístico do Peru.
No dia seguinte fizemos a visita da cidade, incluindo a sua fantástica Praça de Armas, onde não
sabemos bem para onde dirigir o olhar: o que escolher? Todos
os edifícios e igrejas parecem pedir uma visita especial.
Mas realmente especial é a Catedral de Cuzco, talvez uma das
mais bonitas que já visitei até hoje! Enorme, espaçosa,
surpreendente em cada recanto sempre com mais decorações
lindíssimas em cada recanto. Nota negativa: não se pode tirar
fotos, o que é uma pena… E pior: não há muitas fotos por aí
desta catedral, que faz concorrência a muitas das mais bonitas
da Europa.
Visitámos ainda o Convento de Santo Domingo, que se tornou um
convento dominicano em 1538, pouco tempo depois da chegada
dos espanhóis ao vale de Huatanay, antiga capital do Império
Inca. Está construído sobre ruínas de templos antigos, que
Kilkie.
antes
dos
incas
pertenceram
ao
povo
Este convento era então chamado Inti Huasi - Casa del Sol.
Continuámos as nossas visitas da cidade e arredores, não sem
antes passarmos por um dos miradouros de Cuzco, que nos dá
uma visão abrangente sobre a beleza deste local. E para adornar
um pouco mais este panorama, nada como um traje tradicional,
uma alpaca e… um pouco da simpatia local.
Seguiram-se as zonas arqueológicas de Sacsayhuaman, Qenqo, e
Tambomachay. Nesta última, para além da bonita paisagem, de
referir a fonte da juventude: a lenda diz que quem lavar a cara
na sua água, ficará automaticamente muito mais novo! Resta
dizer que o nosso grupo quase que tomou banho na fonte…
Sacsayhuaman (do quechua Saksaq Waman, "falcão satisfeito") é uma fortaleza inca, hoje em ruínas,
localizada a norte de Cuzco.
Supõe-se que Sacsayhuaman foi construída originalmente com
propósitos militares para defender-se de tribos invasoras que
ameaçavam o Império Inca. A construção foi iniciada pelo Inca
Pachacuti, antes de 1438. Quem melhor descreve o monumento é o
cronista Garcilaso de la Vega, que afirmou que a sua construção durou
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Memórias de viagem - Peru
cerca de 50 anos até o período de Wayna Qhapaq; estava concluído na época da chegada dos
conquistadores.
Actualmente somente podemos ver cerca de 20% do que foi o conjunto arqueológico, já que na época
colonial os espanhóis destruíram os seus muros para construir casas e igrejas.
A construção é peculiar, já que algumas das pedras que ali se
encontram são gigantes e é difícil imaginar como foi possível
transportá-las.
Para além da dificuldade do transporte, há que referir a
precisão como que as pedras foram encaixadas: quase
milimétrica!
É muito difícil decifrar como os incas conseguiram cortar as
pedras com tal certeza que nem uma lâmina de uma faca cabe entre elas. Algumas das pedras
apresentam muitos lados, frequentemente 8 ou mais, e continuam a encaixar perfeitamente,
independentemente desta dificuldade adicional de forma. Uma nota para a amplitude do local e o ar
imponente das construções que restaram: transmitem uma estranha sensação de grandiosidade, onde
nos sentimos pequeninos a contemplar algo de grandioso.
Daqui seguimos para o Vale Sagrado dos Incas, mais uma paisagem
deslumbrante… Paragem obrigatória foi em Pisac, para fazer
compras e averiguar o que o outro grupo não viu. Ficou assim
resolvido o dilema: haveria mercado em Pisac? Sim, havia… e bem
grande! A Ana Cláudia, nossa guia (e do grupo anterior também),
desta vez não falhou… E fizemos mesmo muitas compras, por
pouco o tempo não chegava!
Depois de um excelente almoço numa quinta lindíssima e de difícil
acesso (uma nota de apreço aos nossos motoristas, que foram sempre fantásticos e de uma grande
precisão em estradas que pareciam impossíveis de passar!), seguimos para Ollantaytambo.
Não tivemos muita sorte com o tempo, choveu bastante, o que dificultou um pouco a visita. Apesar de
tudo, foi possível observar as curiosas construções em socalcos.
Ollantaytambo encontra-se a 2.790m acima do nível do mar e segundo
se pensa, foi mandado construir pelo inca Wiracocha. Trata-se de um
dos complexos arquitectónicos mais monumentais do antigo Império
Inca. Vulgarmente chamado "Fortaleza" devido a seus descomunais
muros, foi na realidade uma cidade-alojamento, localizada
estrategicamente para dominar o Vale Sagrado dos Incas.
O tipo de construção e a qualidade de cada pedra, trabalhada
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Memórias de viagem - Peru
individualmente, fazem de Ollantaytambo uma das obras de arte
mais peculiares desta época, em especial o Templo do Sol e seus
gigantescos monólitos. Algumas das rochas utilizadas na
construção são somente encontradas a alguns Kms da cidade, o
que revela o domínio de técnicas avançadas de transporte de
rochas. As pedras eram trabalhadas antes de serem
transportadas e nesse trabalho eles deixavam sulcos para
facilitar o transporte, amarrando cordas.
S eguimos para um hotel fantástico, onde já chegámos tarde e
donde saímos bem cedo. Pena não termos tido tempo para explorar este espaço, que prometia boas
horas de entretenimento e óptimas fotos!
Mas não nos podíamos atrasar, pois esperava-nos a última grande aventura da viagem, e talvez a
maior…
Machu Picchu
Esperava-nos uma viagem de comboio pelos vales, com montanhas fantásticas em volta, até ao pueblo
de Machu Picchu, na base da montanha, 400m abaixo das grandes paisagens que iríamos ver.
O dia estava bonito, o que criava boas expectativas para a
visibilidade. Mas quem sabe como estará o tempo 400m mais
acima?...
A viagem de comboio passa num instante, não só pela bonita
paisagem como pela dinâmica criada a bordo pela “tripulação”,
que serve uma refeição ligeira e vende produtos locais, com a
particularidade de os testar e mostrar.
Quando dei por isso, já estávamos lá… Machu Picchu, outro dos pontos altos que já tinha imaginado
enquanto me preparava para a viagem.
O tempo continuava bom, e a viagem seguia: agora em minibus, dado que a estrada aos “esses” pela
montanha acima não permite transporte mais avantajado.
Machu Picchu, que em quechua significa "velha montanha", é também chamada "cidade perdida dos
Incas". É uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2.400
metros de altitude, no vale do rio Urubamba. Pensa-se que foi construída no século XV (embora
aparentemente hajam referências ao local anteriores a esta data), sob as ordens de Pachacuti.
O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização
e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da
cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. A construção original é formada por
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Memórias de viagem - Peru
pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as
rochas. Consta de duas grandes áreas: a agrícola, formada
principalmente por terraços e recintos de armazenagem de
alimentos; e a outra, urbana, na qual se destaca a zona sagrada
com templos, praças e mausoléus reais.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu - a mais
consensual afirma que foi um local construído com o objectivo
de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o
propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.
Chegámos ao topo, carimbámos o nosso passaporte (para no regresso termos mesmo a certeza que
estivemos numa das 7 Maravilhas do Mundo!) e entrámos.
Fizemos a subida dos primeiros degraus, que foram os que
custaram mais, seguimos mais uns metros no caminho, e de
repente… Deslumbramento! Lá estava aquela imagem que já tinha
visto tantas vezes em livros ou em documentários, mas ao vivo, a
cores e sob um sol maravilhoso! Nesta altura, acho que
parecíamos todos crianças: ora tirávamos fotos, trocávamos
comentários, mandávamos mensagens aos amigos (sim, porque
havia rede de telemóvel no topo da montanha, vejam lá as
maravilhas da tecnologia…).
Depois de acalmarmos um pouco, seguimos pelos infindáveis
trilhos de Machu Picchu, e cada curva que fazemos, cada
recanto dá-nos uma perspectiva nova, mais qualquer coisa que
ainda não tínhamos visto antes.
Dadas as boas condições atmosféricas, tivemos oportunidade de
fazer o caminho para a ponte inca, que contorna uma das
montanhas. Paisagem fantástica, mas não podemos olhar para
baixo… Assim que avançamos, a primeira sensação
desconfortável pelo facto de termos um precipício permanente de um dos
lados do caminho esbate-se: é tão bonito o que se vê, que não há espaço
para ter medo.
Confesso que deliciei os olhos com esta paisagem, e fiz o “gosto ao dedo” a
tirar fotos a cada passo que dava.
Por estranho que possa parecer, percorremos estes caminhos acidentados
durante várias horas e, apesar de estar cansada (muito menos do que
pensaria estar…), não conseguia resistir a continuar a explorar aquela vasta
maravilha. Aquele local tem qualquer coisa de mágico, sem dúvida!
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Memórias de viagem - Peru
Após mais umas horas (ainda bastantes…) e mais algumas aventuras,
finalmente fomos descansar, ainda maravilhados com a experiência que
passámos.
O dia seguinte dava-nos a sensação de uma festa que está a acabar, com
todo o bem-estar da alegria recente e a nostalgia antecipada do final à vista.
Ainda era tempo de fazer nova viagem de comboio, de volta ao ponto da
partida anterior: Cuzco.
Antes de partir, ainda sobrou um tempinho para mais fotos, o que
se impunha no caminho que ia do hotel para a estação. Mais um dia
aprazível, convidativo ao passeio e a observar a Natureza.
A volta foi tão (ou mais…) animada como a ida. Além de toda
animação anterior, teve passagem de modelos dos vários artigos à
venda durante a viagem. E mesmo quem não quis comprar, não
resistiu a observar com toda a atenção os produtos…
Mas uma coisa é certa: as vendas foram claramente melhoradas pelas demonstrações ao vivo…
Chegámos rapidamente a Cuzco, e daí seguimos para Lima. Em Lima ainda tínhamos umas horas antes
de seguir para o aeroporto.
E na altura que pensávamos que íamos ter tempo livre e que cada um tinha que se organizar, surge
mais uma surpresa do Clube Galp Energia: houve um almoço, num local com uma vista espectacular
sobre o mar (e comemorámos um aniversário em grande!) e de seguida visita ao Museu do Ouro, para
fecharmos com chave de… ouro! Somos sempre surpreendidos nestas viagens… pela positiva.
Rapidamente passou o tempo, e já não tardou a rumarmos ao aeroporto. A esta altura, apesar de ter
pena que estivesse a acabar, também já tinha algumas saudades de casa.
Além disso, tudo quanto é bom acaba um dia e depois, ficam-nos as boas recordações e todas as
coisas que aprendemos. E as boas companhias de viagem, o que seria de facto da viagem sem elas?
Além das outras companhias que compuseram este grupo 5 estrelas, as especiais: a Ana Claudia, que
nos conduziu pelos vários destinos e nos mostrou a beleza do Peru; e o Bruno, incansável em todas as
situações, sempre presente para nos facilitar a vida e nos apoiar ao longo do caminho.
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Memórias de viagem - Peru
Do Peru fica a memória de um povo afável, de um país bonito e misterioso.
Sem dúvida que as dificuldades fizeram alguns efeitos a todos, mas ficaram para trás.
Da viagem, ficam excelentes recordações dos companheiros de viagem e dos locais, além das 6.500
fotos que tirei sem pensar… Um exagero, mas que soube tão bem!
X Passeio Motard
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X Passeio Motard
Num belo sábado de Outubro, e com um tempo excelente, lá fomos a mais um Passeio Motard do
Clube Galp Energia - Núcleo Centro.
Dado coincidir com o fim-de-semana comprido do 5 de Outubro, o que terá porventura condicionado
uma maior adesão de potenciais participantes, mesmo assim ainda se reuniram 23 motos.
Pouco a pouco lá foram chegando os mais de vinte motards, quatro penduras e três pessoas para
fornecer o devido apoio, sendo que assim o total ascendeu a três dezenas de aderentes.
Dado o sinal de partida, e antes de nos pormos à estrada, fomos ao soberbo pequeno-almoço no
primeiro andar da Torre C, condição essencial para um bom passeio. Reconfortados, lá nos pusemos
ao caminho - destino Alcácer do Sal - sempre respeitando as regras, pela Ponte Vasco da Gama e
como não podia deixar de ser, reagrupar para abastecimento das motos no Posto da Galp Energia de
Alcochete.
Neste passeio e como habitualmente estiveram presentes vários colegas que se encontram na
situação de reforma. Foi também notória a opção de vários colegas por utilizar scooter’s, novidade
que em nada alterou o ritmo do passeio.
Abastecidos, voltámos à estrada na direcção Infantado, passando por Pegões, Marateca até Alcácer,
sempre a bom ritmo, mas sem excessos nem problemas.
Aí chegados e após uma breve paragem para fazer tempo e matar a sede, lá chegámos a mais um dos
destinos do dia – o Restaurante A Escola, na estrada Alcácer-Comporta, sensivelmente a meio
caminho da mesma e do seu lado direito.
Antiga Escola, entretanto desactivada mas recuperada, mantendo a traça e a generalidade dos
símbolos deste passado recente.
Almoço farto quer em quantidade quer em diversidade, quase uma festa, permitiu saborear muito do
que se faz pelas terras alentejanas, regado sempre com bebidas sem álcool, sendo de destacar a
existência de um vinho sem álcool (0,5º), situação nunca antes vista…
É de aconselhar vivamente uma ida à A Escola, para conhecer as suas especialidades e aprender o que
de bom se “ensina” por lá.
Iniciámos depois o último percurso do passeio, que nos levou até Tróia para apanhar o ferry com
destino a Setúbal, local a partir do qual cada um tomou o seu destino.
João Fialho e Pedro Loureiro
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Mais uma visita ao Tejo Romântico
O tempo que se fez sentir na semana que antecedeu o nosso passeio, levava a que o receio fosse
muito em relação à realização do mesmo.
O dia acordou tímido, mas depois acabou por ficar óptimo para passear. E foi isso que fomos fazer,
na sexta-feira dia 09 de Outubro, com o Clube Galp Energia – Núcleo Centro.
A maior parte do grupo começou a sua viagem em Sete Rios e, após passarmos pela Bobadela,
seguimos viagem, acompanhados por um represente do Clube Galp Energia e pela nossa guia a Maria
José Calado, até à primeira paragem para café na Área de Serviço de Aveiras. Estas paragens já
fazem parte do roteiro de qualquer actividade do Clube Galp Energia – Núcleo Centro.
Depois de termos reforçado o nosso estômago, reiniciámos a viagem até Tancos. Pelo caminho fomos
ouvindo algumas explicações dadas pela nossa guia - uma aficionada de História - sendo que algumas
das informações que foram dadas serviram para relembrar coisas das quais não andamos a falar
todos os dias e temos armazenado na nossa memória.
A nossa chegada foi um pouco desanimadora, pois estava um nevoeiro cerrado que não nos deixava
ver na outra margem o Arrepiado – a pequena Aldeia à beira Tejo, nem à nossa esquerda e ao fundo o
Castelo de Almourol.
Tivemos de esperar pelas dez horas para podermos começar a nossa viagem num pequeno barco
exclusivo para o nosso grupo. Não servia de nada ir mais cedo, porque pelas indicações que nos foram
dadas foram no sentido de serem os militares que vão abrir as portas do Castelo e só o fazem às 10
horas.
Mas a espera foi excelente, porque nesse entretanto o nevoeiro levantou e começámos a ver a Aldeia
do Arrepiado - que tínhamos tanta curiosidade de ver pelas histórias que a Maria José Calado nos foi
contando - e o Castelo de Almourol.
Desfrutámos de uma viagem, muito gira, que durou cerca de 15 minutos, onde podemos observar as
margens, a flora e a fauna existente nesta zona e podemos sonhar com as lendas que nos foram
contadas sobre o Castelo de Almourol enquanto encurtávamos o caminho até ele.
Depois de subirmos até ao Castelo, tivemos um pouco de tempo para o aproveitar. Os mais
destemidos como eu subiram à Torre (e até tivemos a visita de uns militares que saltaram de páraquedas mesmo nessa hora!).
Depois regressámos a Tancos, ao autocarro, mas antes tirámos uma foto de grupo e era hora de
seguir para Constância. Fizemos uma pequena paragem em Constância, a Vila Poema. Deu tempo para
dar um pequeno passeio pela margem do Zêzere e para tirarmos fotografias junto à estátua do
habitante mais famoso da história desta terra - Luís Vaz de Camões.
A hora de almoço ia-se aproximando mas os quilómetros que nos separavam de Vila Velha de Ródão
foram feitos num instante (dentro dos limites de velocidade, claro!).
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Mais uma visita ao Tejo Romântico
Na Estalagem da Vila esperavam pelo grupo umas entradinhas, uma sopa de legumes, um lombo de
porco recheado e uma tigelada (ou salada de fruta). Eu fui pelo doce e não me arrependi. Ainda da
Estalagem pudemos admirar a vista para a formação geológica das Portas de Ródão.
Já com a nossa guia local, a Ana, fomos conhecer o que Vila Velha de Ródão tem para nos oferecer.
Vimos as Portas de Ródão de cima da Ponte, antes de seguirmos até à Igreja de Nossa Senhora do
Castelo que fica mesmo junto ao velho Castelo de Wamba, com a sua Torre de menagem. Castelo esse
rodeado de lendas, que a Ana fez questão de nos contar na subida até ao Castelo e de uma dessas
lendas de amores e traições terá nascido uma maldição sobre os habitantes de Ródão.
Depois descemos até à Vila para visitarmos o Museu de Arqueologia, onde fomos despertos para a
quantidade de História que as águas do Tejo escondem.
O dia passou rápido e antes de irmos ao lanche na Estalagem, ainda observámos a Igreja e uma zona
de oliveiras milenares. No lanchinho tivemos uns sumos, água, chá, café e uns bolinhos para
acompanhar. No local também estava uma pequena venda de produtos regionais: azeite, queijo,
enchidos, doces e bolinhos da região.
Assim se passou o dia num instante e só nos faltava a viagem de regresso, que foi feita sem
sobressaltos até aos locais de embarque.
Esta foi mais uma bem sucedida iniciativa do Clube Clube Galp Energia – Núcleo Centro, que nos levou
a conhecer melhor mais uma zona de Portugal.
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Tejo Romântico - Entre Lendas e Castelos
Na manhã de 2 de Outubro de 2009, muito cedinho, já com todo o grupo, composto por quarenta e
oito participantes, reunido, demos início ao nosso passeio, animados de pensamentos positivos e
convictos em tirar dele o melhor partido, uma vez que o dia prometia ser soalheiro e com
temperaturas aceitáveis para passear.
Acompanharam o grupo, um Director do Clube Galp Energia – Núcleo Centro e uma guia licenciada em
História, revelando-se pessoas de fácil integração pela forma como transmitiram algumas
informações de âmbito logístico e como procuraram trazer à nossa lembrança alguns dos seus
conhecimentos enquadrados no espírito do nosso passeio.
Integrar um guia numa qualquer iniciativa de natureza cultural pressupõe a preocupação da sua
valorização, não só pela sua presença como animador do grupo, mas também como elemento de
elevação do conceito cultural, principal objectivo deste tipo de iniciativas
Com efeito, durante o percurso, e com toda a calma, a guia foi-nos falando de assuntos dos seus
conhecimentos referenciados em idades bastante remotas, segundo uma contextualização ligada à
arqueografia, destacando diversos monumentos em pedra, o seu conceito interpretativo nas
diferentes culturas, estilos de construção, povos, crenças e religiões.
Também ficámos a saber que o título deste nosso passeio - Tejo Romântico – Entre Lendas e Castelos
- foi assim escolhido, com bastante propósito, porque todo ele, para além de nos proporcionar a
admiração de paisagens de uma beleza sem igual, era ainda recheado de “LENDAS”.
Depois de uma pausa na sua dissertação, proporcionou-nos uns momentos de música, também ela
romântica a condizer com o espírito do passeio, a que se seguiu uma prévia explicação sobre a nossa
primeira visita - o Castelo de Almourol - a sua origem e a primeira LENDA a ele ligada, diga-se em
abono da verdade que nem todas têm um final feliz, os seus protagonistas ou evidenciam como
reagem as forças do bem quando perante corações apaixonados, ou como reagem as forças do mal
quando se sobrepõem as fraquezas de corações atraiçoados.
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Tejo Romântico - Entre Lendas e Castelos
A deslocação para o Castelo de Almourol foi feita de barco num breve percurso pelo Rio Tejo,
acostando a um cais improvisado. O Castelo, de origem muito antiga, presentemente é propriedade do
exército, e, porque está localizado numa pequena ilha, em pleno rio, não tem mais nada para ver senão
as sua muralhas, por sinal em bom estado de conservação, servidas por escadas de madeira que dão
acesso à torre mais alta, de onde se pode vislumbrar, em todo o seu redor, uma paisagem imensa e
muito bonita, bem como uma pequena vila “Arrepiado”, nome derivado de uma das lendas.
Depois do Castelo de Almourol, seguiu-se uma visita a Constância – Vila Poema, situada numa colina, na
confluência do Rio Zêzere com o Rio Tejo. A sua identificação como Vila Poema deve-se ao facto de
ter sido refúgio e fonte inspiradora de muitos poetas, entre eles Luís Vaz de Camões, referenciando
Constância na sua lírica e no “Os Lusíadas”.
A visita resumiu-se praticamente ao Jardim Horto de Camões, criação do Arquitecto paisagístico
Gonçalo Ribeiro Teles, em homenagem ao Poeta Camões, que viveu alguns anos nesta vila, para onde
terá sido desterrado, segundo a história, por se ter enamorado por uma dama da corte, D. Catarina
Ataíde. Finda a breve visita a Constância, retomámos o nosso caminho em direcção a Vila Velha de
Rodão.
Com um percurso ainda longo a percorrer, houve tempo para mais uma intervenção da nossa guia,
prosseguindo o relembrar de mais alguns acontecimentos históricos e ainda para mais uns momentos
musicais ao jeito do passeio romântico.
Chegados a Vila Velha do Ródão, dirigimo-nos à Estalagem das Portas do Ródão, onde estava marcado
o almoço. Com toda a gente sentada e saboreando as entradas já nas mesas, seguiram-se momentos
de confraternização, aproveitando a circunstância para retemperar forças, saciar os apetites com o
contributo do prato de carne e dos copitos de vinho, tudo servido com muita simpatia e na quantidade
qb.
Já com a presença de outra guia, esta local, visitámos Vila Velha de Ródão. Começámos pelo rio e as
tão badaladas “Portas do Ródão” e depois visitámos o Castelo do Rei Wamba, que é uma torre
amuralhada que remonta ao período da reconquista cristã, altura em que as terras de Ródão foram
entregues à Ordem do Templo.
Sem a ajuda da guia teríamos olhado para o rio e a forma como se enquadrava com a paisagem e com
um encolher de ombros se calhar diríamos “até é bonito”. Ainda bem que não foi assim, a guia, a seu
jeito, conseguiu captar a atenção de todos, e de acordo com os seus conhecimentos da região, levounos aos pontos mais importantes, ajudou a interpretar as diferentes paisagens, mostrou-nos a maior
colónia de Grifos da Europa, contou a Lenda do Rei Wamba e mostrou o Museu de Arqueologia de Vila
Velha do Ródão. Foi bom o trabalho desta guia local.
Para terminar, regressámos à Estalagem para um lanche, comprar uns queijinhos e uns enchidos,
concluindo assim este passeio bastante agradável, bem estruturado no tempo, sem ser cansativo,
tirando os acessos à Torre do Castelo de Almourol e no final era reconhecível a satisfação geral do
grupo.
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10ª Meia e Mini – Maratona de Portugal
Travessia da Ponte Vasco da Gama
No passado dia 4 de Outubro de 2009, Domingo, realizou-se mais uma edição do evento que é a
travessia da Ponte Vasco da Gama, e que contou, tal como tem acontecido em anos anteriores, com a
presença de milhares de pessoas entusiastas - alguns mais atletas que outros - mas sempre com o
espírito de diversão e desportivismo presente.
Também à semelhança de edições transactas, o Clube Galp Energia - Núcleo Centro, esteve
representado por algumas dezenas de atletas. Tratou-se da oportunidade de efectuar a travessia
desta ponte, por via pedonal, algo que só é possível fazer neste evento e assim poder apreciar a
bonita paisagem deste acesso a Lisboa.
Nos minutos antecedentes ao início da prova (10h30mn), o tabuleiro da ponte já acolhia boa
disposição mas apercebia-se que havia diferentes objectivos traçados para os próximos minutos ou
horas da prova: havia um tipo de adeptos que aproveitavam para dormir, jogar às cartas, contar
anedotas ou mesmo aviar um farnel de pão e… vinho!. O objectivo destes “desportistas” era
simplesmente chegar vivo ao fim da prova, e se possível a correr. Já na classe daqueles cujo
objectivo era bater recordes de tempo ou chegar à frente do amigo, o nervosismo dominava. Aqui, em
lugar da “batota”, assistia-se ao aquecimento frenético dos músculos e o vinho era substituído pelo
“powerade”… sem a certeza que o segundo faça melhor que o primeiro…
No final todos, ou quase todos, cruzaram a meta no Parque das Nações.
João Prelhaz e Nuno Nascimento
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Pesca Desportiva
Final Nacional do Campeonato Interno 2009
Foi no passado dia 10 de Outubro que se realizou, na sua versão dois mil e nove, a Final Nacional de
Pesca Desportiva do Clube Galp Energia. A Final Nacional surge todos os anos como corolário da
disputa, em cada núcleo, de campeonatos regionais que apuram os seus dez melhores classificados
para esta prova final, que decorre sob a responsabilidade de organização, num sistema rotativo, de
um dos três Núcleos do Clube Galp Energia.
Este ano coube ao Núcleo Centro essa responsabilidade organizativa, numa disputa que não poderia
ter corrido melhor a esse Núcleo, pois conquistou tudo o que havia para ganhar desde o título de
Campeão Individual Nacional, pelo José Cruz (que conseguiu capturar 6,040 kg de Pimpões e Barbos),
à inequívoca vitória por equipas. Até o galardão para o maior exemplar capturado foi conquistado pelo
Núcleo Centro, através da prestação de Daniel Bertelo com um Barbo de 2,580 kg.
A prova foi efectuada na bela pista de Pesca Desportiva de Santa Justa, em pleno Rio Sorraia Couço, que apresentou excelentes condições para a prática desta modalidade, e que tinha sido,
alguns dias antes, palco do Campeonato do Mundo de Sub-21 (Esperanças), Juniores e Juvenis,
competições onde Portugal se sagrou campeão mundial nestas categorias.
A recepção aos pescadores dos Núcleos Norte e Sul teve o seu momento alto no jantar de entrega
de prémios efectuado no restaurante “O Afonso”, em Mora, onde os participantes tiveram também a
oportunidade, durante uma excelente refeição, de trocar experiências vividas em mais esta jornada
desportiva.
A Direcção Nacional do Clube Galp Energia aproveita esta oportunidade para agradecer a forma
briosa e cordial com que decorreram as participações dos Núcleos Norte, Centro e Sul e assim
recordar o quanto é importante o convívio entre colegas do Universo Galp Energia, muitas vezes
separados geograficamente e que têm esta oportunidade para engrandecer e fortalecer uma
identidade comum.
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Pesca Desportiva
Final Nacional do Campeonato Interno 2009
As classificações finais foram as seguintes:
Classificação Individual
Nome
Centro José Cruz
Classificação por Equipas
Classif.
1º
Peso
6,040 Kg
Núcleo Centro - 1º Lugar
José Cruz
Daniel Bertelo
Hugo Sousa
Paulo Martins
Centro
Sul
Norte
Centro
Centro
Daniel Bertelo
Francisco Lopes
Napoleão Matos
Hugo Sousa
Paulo Martins
2º
3º
4º
5º
6º
4,980 Kg
4,160 Kg
3,860 Kg
3,460 Kg
3,120 Kg
Centro
Centro
Sul
Sul
Francisco Novo
Filipe Bertelo
Vitor Lopes
Henrique Faria
7º
8º
9º
10º
2,980 Kg
2,780 Kg
2,720 Kg
2,400 Kg
Centro
Norte
Norte
Centro
Sul
Rui Oliveira
Fernando Ricardo
Fernando Monteiro
José Couvinha
Fernando Fernandes
11º
12º
13º
14º
15º
2,240 Kg
2,200 Kg
2,060 Kg
2,040 Kg
1,840 Kg
Centro
Centro
Norte
Norte
Rui Reis
Francisco Mouro
Xavier de Barros
Joaquim Teixeira
16º
17º
18º
19º
1,400 Kg
1,320 Kg
1,300 Kg
1,280 Kg
Norte
Sul
Sul
Norte
José Matos
Carlos Tomás
Adelino Alves
Freitas Leite
20º
21º
22º
23º
1,260 Kg
1,140 Kg
1,060 Kg
0,000 Kg
Nome
Total
Pont.
Peso
1
2
5
6
14
6,040 Kg
4,980 Kg
3,460 Kg
3,120 Kg
17,600 Kg
Pont.
Peso
3
9
10
15
37
4,160 Kg
2,720 Kg
2,400 Kg
1,840 Kg
11,120 Kg
Pont.
Peso
Núcleo Sul - 2º Lugar
Nome
Francisco Lopes
Vitor Lopes
Henrique Faria
Fernando Fernandes
Total
Núcleo Norte - 3º Lugar
Nome
Napoleão Matos
Fernando Ricardo
Fernando Monteiro
Xavier de Barros
Total
4
12
13
18
47
3,860 Kg
2,200 Kg
2,060 Kg
1,300 Kg
9,420 Kg
55,640 Kg
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Caveman - Mim Caçar, Tu Colher!
No passado dia 16.10.2009 fui assistir à peça “Caveman”, no teatro Armando Cortez, com a minha
família. Aliás, a minha filha gostou tanto, que já era a 2ª vez que ia assistir à mesma peça.
A peça está muito bem concebida, e é apresentada com todo o profissionalismo a que o actor Jorge
Mourato já nos habituou. Por ser um monólogo, a peça ainda tem mais piada, porque o actor tem que
desempenhar vários papéis e encarnar várias personagens.
Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir à peça, a história baseia-se nas diferenças entre
os sexos e na forma como os homens e as mulheres se relacionam, mas contado de uma maneira muito
divertida e muito descontraída.
É extraordinário como em cada cena somos levados a reconhecer um pedaço de nós, do nosso
parceiro ou parceira, de algum familiar, de um amigo, ou mesmo daquele vizinho.
Assistimos em Caveman, que apesar de ser fiel à vida, com muito humor e algum amor tenta e
consegue explicar, de uma forma prática e objectiva, o que torna uma mulher numa mulher e o que
torna um homem num homem.
O humor começa quando nos apercebemos que poderá não se encontrar a chave para entender a
mente feminina ou a mente masculina, mas somos obrigados a concordar que alguns comportamentos
neolíticos ainda fazem parte do nosso quotidiano.
Foi engraçado que, no decorrer da peça, dei por mim a pensar que apesar da tecnologia actualmente
ser de ponta, na verdade o homem continua primitivo como sempre. É impressionante este
pensamento e ao mesmo tempo delirante.
O que é um facto é que cada vez mais negamos a nossa natureza animal, instintiva e pré-histórica.
Aproveito para referir que houve vários momentos de reais gargalhadas de toda a família e de toda a
plateia, mas houve um momento particular onde foi esmiuçada a questão de, hoje em dia, ainda
termos comportamentos sociais que remontam à Idade da Pedra, quando éramos caçadores e
recolectores, e que não devemos negá-los.
Neste contexto, é feita uma caricatura de que os homens funcionam mais por objectivos, concentram
-se numa coisa de cada vez, ao passo que as mulheres funcionam muito mais em grupo, retêm muito
mais a informação e usam-na melhor.
Mas atenção (meninas), ser homem das cavernas não é ser um bruto, nem um selvagem. É sim
compreender o porquê de nos portarmos da maneira que, em determinadas situações, nos
comportamos.
Achei muita piada também à forma como a peça aborda a maneira de como fazemos compras. Por
exemplo, as mulheres adoram compras, cores, formatos, conjugar modelos e adoram fazê-lo em
grupo. Já os homens, quando se estraga ou gasta alguma coisa, vão ao sítio mais próximo e compram
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Caveman
simplesmente uma igual ou parecida.
Enfim, foi um final de uma semana de trabalho e
um final de noite muito bem passada, a assistir a
uma excelente peça de teatro, na companhia da
minha família, desempenhada de uma forma
exemplar e que deu ainda para por o cérebro a
pensar, no âmbito das relações humanas, de uma
forma agradável.
Por último, e fruto do patrocínio dos CTT, achei
a ideia bem conseguida, no que diz respeito à
distribuição no intervalo, de uma caneta a cada
pessoa, para preenchimento de um postal dos
CTT, distribuído na entrada para o espectáculo,
no sentido de ser enviado gratuitamente para um
familiar ou amigo, com a descrição adequada à
peça.
Adeus abraço e até ao próximo espectáculo.
Noddy Live - A festa de anos
Ainda na rua, naquela manhã solarenga, o frenesim que antecipava o aniversário do Noddy era tal que
não deixava ninguém indiferente. É verdade, o Noddy fez 60 anos e está muito bem conservado.
Os seus amigos quiseram fazer-lhe uma surpresa mas, para variar, o Sonso e o Mafarrico tentaram
boicotar o bolo de aniversário e a própria festa. Desde colocarem ingredientes estranhos no bolo de
aniversário até pregarem umas mentirinhas, tudo valeu. Mas os amigos do Noddy resolveram a
situação e não se deixaram intimidar por estas duas personagens.
O delírio nas bancadas estava instalado com as indicações dadas pelo robot Sabe Muito.
O Noddy sem suspeitar de nada achava muito estranho os seus amigos não lhe darem os parabéns mas
no final tudo se revelou e todos fizeram uma grande festa cheia de balões e muita animação em que
até o Sonso e o Mafarrico participaram.
Os olhares inquietantes das crianças na plateia deliciavam os mais atentos e, à saída, perto das
bancas de vendas de produtos do Noddy ouviam-se uns e outros a choramingarem por um brinquedo
que certamente seria esquecido assim que chegassem a casa. Mas são assim os mais pequenos, e nós
os pais, mesmo achando errado, fazemos tudo para que eles se sintam felizes.
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Dia de Pesca de Mar 5 ***** em Setúbal
Saída das Torres Galp 5:15h, uma breve paragem para o café matinal, chegada ao local de encontro Marina junto aos Ferry’s. Pelas 6h da manhã embarcamos no Tina G e rumámos em direcção a um
pesqueiro de boa memória.
A pescaria foi espectacular, o peixe variado e de bom tamanho, basicamente Chopas, Sargos, Safias,
bom Carapau e Parguetes, não faltando os Pampos para dar luta.
O almoço logo apareceu, e foi tempo para nos deliciarmos com uma caldeirada e, por fim, com um
caldinho com massinha. Seguiu-se o café e a troca de bebidas finas. Tudo muito bom.
De seguida, hora de levantar ferro, pois os Besugos estavam à nossa espera e ainda foram
capturados alguns bons exemplares. Desta forma terminou uma boa Pescaria onde todos os
participantes ultrapassaram os 10 quilos de peixe capturado.
Sorteio Diciopédia 2010
A Direcção do Clube Galp Energia - Núcleo Centro vai proceder, entre os seus Associados, ao sorteio
de quatro exemplares da Diciopédia 2010.
Nesta obra os mais importantes conceitos de todas as áreas do conhecimento são explicados e
contextualizados de forma clara e intuitiva, recorrendo às mais avançadas técnicas de animação
gráfica multimédia. Dezenas de horas de áudio e vídeo, frisos e barras com milhares de eventos,
mapas de todos os países e de todos os concelhos de Portugal, organigramas ou imagens panorâmicas
360º são apenas alguns dos recursos presentes nesta edição.
Caso se pretenda inscrever neste sorteio, deve contactar, até ao final do dia 7 de Janeiro de 2010, a
Secretaria do Clube Galp Energia através do endereço de mail interno “Clube Galp Energia–
Secretaria” ou do telefone 21 724 05 32 (extensão interna 10 532).
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Apontamentos sobre o Tejo Romântico
visitado no dia 31 de Outubro de 2009
1. Recepção dos participantes em Sete Rios e na Bobadela.
Ambiente de excursionistas cinzentos face ao nevoeiro tristonho que, sorrateiro, envolvia o
autocarro. Deslizámos na auto-estrada, ameigados com música romântica e informações lendárias e
históricas sobre os locais a visitar. Abertas as pestanas na paragem na área de serviço de Aveiras e
continuação da mesma viagem ajeitada até Tancos. Aqui o sol já sorria e o arzinho arrepiado dos
convivas bateu em debandada - o romantismo instalou-se com as cores do Tejo e a luminosidade da
aldeia do Arrepiado situada em frente à sua gémea Tancos. Recebidos com a cortesia de uma
esquadra de patos navegantes, acedemos ao barco sem molhar os pés; alguns já registando contos e
referências sobre o castelo a visitar.
2. Almourol visto ao primeiro relance não parece ter sido construído; antes plantado no decurso da
formação da lenda. Quando, mais próximos, nos apercebemos do maciço rochoso de granito em que se
encontra empoleirado no meio do Tejo, então sentimos a presença de gente rija que ali o construiu e
a importância que deve ter tido nas conquistas e reconquistas que demarcaram o território de
Portugal. Na torre de menagem, ou cautelosos na sombra da entrada, a história levou-nos a tempos
idos de romanos e templários. Apressados para seguir viagem, mas sem pressa na descida, deixámos
rochedo e castelo na sua vetusta harmonia e, num breve seguimento do passeio, já estávamos em
Constância.
3. Verdadeiramente Constância não teve honra de visita efectiva, mas lembrámos Camões ali
degredado por amores desventurados e confirmámos que o Zêzere e o Tejo a privilegiam pela
confluência das suas águas. Surgindo ali, na volta da estrada, Constância tem sedução e poesia.
4. De novo na auto-estrada foi necessário distrair e descansar o espírito para que o apetite não se
sentasse à mesa, na Estalagem das Portas do Ródão, antes de chegarmos lá, a Vila-Velha de Ródão.
Não nos quedámos a saber da ementa, confiados na escolha da organização – foi bom.
5. Não foi demais nem aquém a pausa para o almoço; quais jovens em viagem de estudo aprontámo-nos
para entrar no autocarro e para a saída logo abaixo, junto à ponte sobre o Rio Tejo. Ali
interiorizámos a informação recebida de que estávamos no Geopark Naturtejo. As Portas de Ródão,
conformadas pelo estreitamento do rio, cavado pelas águas e ladeado pelas escarpas quartzíticas,
oferecem uma paisagem natural fantástica que nos aproxima do maravilhoso e do real, convidandonos a continuar montanha arriba para o castelo do lendário Rei Wamba. Fomos de autocarro, pois
então.
6. Está recuperado o edificado e o espaço envolvente deste local de atalaia. A lenda da rainha que
voluntariamente foi raptada para viver na outra margem, o encontro amoroso com o mouro cobiçoso e
que, apesar de muito esperta, foi rebocada para o seu castelo para sofrer o castigo então adequado:
rolar de mó ao pescoço pela escarpa abaixo – mais realça a beleza do bando de grifos, que bem alto
se peneiram em formatura de saudação a nós e ao fim de tarde que se aproxima. Para os sensíveis
aos cheiros da floresta lá estavam, a polvilhar o percurso: a esteva, a giesta, o rosmaninho, o zimbro,
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Apontamentos sobre o Tejo Romântico
visitado no dia 31 de Outubro de 2009
o medronheiro, a urze, o alecrim e as perenes oliveiras.
7. Já na vila foi hora de fotografia no pelourinho manuelino esculpido em granito, seguindo-se a visita
à sala museu para observar e tocar peças geológicas e geomorfológicas de outras eras, recolhidas e
identificadas por métodos e técnicas bem modernas – tocar, no picotado da rocha, desenhos de tão
inspirados antepassados foi comovente.
8. Para consolidação de um dia especial ainda fomos à Senhora da Alagada. A santinha, no lusco-fusco
da ermida, não nos permitiu ver se é bem apessoada, mas por ali em redor o milenar olival e,
especialmente a paz daquele entardecer, transpuseram o espírito da excursão para uma reunião de
amigos, que seguiram para a estalagem para lanchar, com opção de compra de produtos da região:
azeite, mel, queijo, pasta de azeitona, enchidos, bolos.
Chegar a Lisboa pelas 20:30 horas confirmou a boa organização e a disciplina do grupo.
9. Finalmente: o meu testemunho fascinado pela competência dos artistas rupestres ao distinguirem
tão bem os homens das mulheres e bem assim a minha triste constatação de não ter visto, em todo o
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Pesca Desportiva federada - Campeonato 2009
Nos dias de Hoje, a necessidade de desfrutar do ambiente natural e das suas características em
conjunto com a prática desportiva, são elementos preponderantes em convívios de diversa índole,
mesmo quando se trata de competição. É precisamente isto que acontece e se procura na prática da
Pesca Desportiva de Águas Interiores.
A Secção de Pesca Desportiva do Clube Galp Energia – Núcleo Centro vem exercendo a sua actividade
à cerca de três décadas, quer na representação do Clube em diversas provas e campeonatos, de
entre as quais destacamos o campeonato interno entre Associados e seus familiares directos e a
filiação na Associação Regional de Lisboa, vertente que nos permite, dentro de uma exigência mais
séria na modalidade, encararmos os desafios ao nível federado que se nos apresentam.
Foi neste contexto que, no passado dia 18 de Outubro, participámos na terceira prova do Campeonato
Regional da 1ª Divisão e, face a uma brilhante prestação dos nossos atletas, lográmos alcançar o 1º
lugar por equipas, fruto de três primeiros lugares, um segundo e um terceiro nas cinco zonas que
compunham a prova, disputada em Santa Justa, em pleno Rio Sorraia.
As classificações obtidas pelos nossos pescadores foram as seguintes:
Zona A:
Zona B:
Zona C:
Zona D:
Zona E:
Paulo Martins
José Cruz
Daniel Bertelo
Filipe Bertelo
Rui Batalha
4,360 Kg
3,640 Kg
5,060 Kg
2,520 Kg
11,460 Kg
2º lugar
1º lugar
1º lugar
3º lugar
1º lugar
A seguir apresentamos a Classificação Geral, após a terceira prova, de um campeonato composto por
quatro provas. A última prova está marcada para o próximo dia 1 de Novembro, no Rio Sorraia, em
Coruche. Sobem ao Campeonato Nacional da 2ª Divisão os primeiros dois classificados da 1ª divisão
do Campeonato Regional.
Classif.
Clube
A
B
C
D
E
3ª prova
Pontos à
Santa Justa
2ª Prova
TOTAL
1º
Estrelas Serra Branca
3
3
3
2
6
17
40,5
57,5
2º
Clube Galp Energia - Núcleo Centro
2
1
1
3
1
8
51
59
3º
Grupo Desportivo Carris
7
6
2
1
2
18
42
60
4º
Caça e Pesca Carregadense
4
7
6
4
7
28
37,5
65,5
5º
CAP Vila Franca de Xira
5
5
4
5
5
24
50,5
74,5
6º
C. P. C. Pifertubos
6
4
8
7
8
33
42
75
7º
Grupo Desportivo Azambuja
1
8
5
6
4
24
55,5
79,5
8º
CAP Santa Iria
8
2
7
8
3
28
65
93
9º
CAP Pontinha
Eliminado
10º
Grupo Desportivo Pesca da Torrinha
Eliminado
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Pesca Desportiva
Campeonato Regional da 1ª Divisão
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Corrida do Tejo 2009
Realizou-se, no passado dia 25 de Outubro, mais uma edição da Corrida do Tejo, pela primeira vez
com a participação de uma representação do Clube Galp Energia composta por 9 elementos que, pelo
simples facto de terem participado, independentemente da classificação final, foram também
potenciais vencedores.
Trata-se, em minha opinião, de uma prova lindíssima, com uma organização exemplar, disputada ao
longo da marginal ligando Algés a Oeiras, e com a meta situada junto à Praia da Torre.
A prova iniciou-se às dez horas, com uma temperatura excelente num autêntico dia primaveril, o que
serviu para aumentar a vontade de repetir a experiência nas próximas edições, se possível com uma
participação mais alargada.
São sempre de louvar estas iniciativas do Clube Galp Energia, que procura motivar os seus Associados
para a prática do exercício físico regular, incentivando-os a uma vida menos sedentária e
consequentemente mais sadia.
E pronto, concluído que foi mais um dia de agradável convívio, resta-nos esperar pela próxima edição
da Corrida do Tejo.
José Palmeira Clemente
Sorteados O Símbolo Perdido
Os dez Associados que tiveram a oportunidade de, na sequência do sorteio efectuado pela Direcção
do Clube Galp Energia - Núcleo Centro e poucas horas após o seu lançamento em Portugal, ler o novo
livro de Dan Brown: O Símbolo Perdido, foram:
Zita Henriques
Elsa Brigas
Aníbal Gonçalves
Isabel Lima
Ravi Noronha
Ana Maria Brito
Maria Clementina Franco
Carlos Luís Vasconcelos
Vera Bernardo
Marco António
Sorteados Mariza
Os Associados do Clube Galp Energia - Núcleo Centro que tiveram oportunidade de assistir, na
sequência do sorteio lançado no Flash 147, ao concerto de Mariza, no passado dia 31 de Outubro no
Coliseu dos Recreios de Lisboa, foram os seguintes
Vanessa Paneiro
Paula Chambel
Diogo Pais dos Santos
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Ana Paula Fino
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Jogo de Veteranos, em Futebol de 11,
com o Sport Lisboa e Benfica
No âmbito da inauguração da Escola Geração Benfica da Bobadela, realizou-se no passado dia 5 de
Outubro, pelas 12 horas, um jogo de futebol entre velhas glórias do Sport Lisboa e Benfica e a
equipa de veteranos do Clube Galp Energia - Núcleo Centro.
O encontro teve início por volta das 12 horas, mas logo a meio da manhã já reinava a boa disposição
entre todos os atletas do Clube Galp Energia. Existia um clima festivo no recinto desportivo da
Bobadela e o cheiro agradável, de bifanas a assar, que se sentia no ar contribuía para aguçar ainda
mais o nosso “apetite” pelo jogo.
A equipa estava tranquila mas ao mesmo tempo revelava bastante ansiedade para que o jogo se
iniciasse o quanto antes.
Era para todos nós, independentemente da cor clubista, uma honra e um prazer redobrado defrontar
antigos atletas profissionais de um dos grandes clubes do nosso futebol nacional.
Estavam presentes por parte do Sport Lisboa e Benfica nomes como Veloso, Dimas, Bruno Caíres e
Hélder entre outros.
O jogo começou numa toada lenta, verificando-se que as equipas estavam-se a estudar mutuamente.
Houve um pequeno ascendente por parte da equipa do Benfica e o Clube Galp Energia acabou por
sofrer o primeiro golo à passagem dos 15 minutos, originado por uma falha defensiva fruto de algum
nervosismo natural.
A partir daqui, pensava-se que o pior ia acontecer. Mas não, a nossa equipa de veteranos equilibrou o
jogo, vestiu a camisola e mostrou grande garra e dinamismo. Foi para a frente sem receios, empatou
o jogo e podia mesmo ter feito o 2-1 antes do intervalo.
Na segunda parte, o jogo começou outra vez com um certo ascendente das velhas glórias, que
começaram a impor a sua experiência profissional (quem sabe, nunca esquece!). A nossa equipa ainda
resistiu largos minutos, mas acabou por sofrer mais cinco golos até ao cair do pano.
O resultado dilatado não espelha de forma nenhuma o excelente jogo que o Clube Galp Energia
efectuou. Mas isso é o que menos importa. No final todos estávamos satisfeitos e com a sensação do
dever cumprido.
Será um jogo que ficará na memória de muitos, pois não é todos os dias que temos a oportunidade de
ombrear com aqueles que fizeram do futebol a sua profissão.
Luís Cardoso
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Almoço de Excursões 2009
O convívio entre colegas excursionistas serviu de pretexto para a realização de um almoço, na
belíssima Quinta dos Rouxinóis, localizada na Malveira da Serra. O espaço, inserido numa zona amena,
rodeado por espaços verdes e jardins floridos, proporcionou aos seus visitantes a tranquilidade e o
ambiente descontraído a que o encontro se propunha.
O evento realizou-se no passado dia 24 de Outubro e foi promovido pelo Clube Galp Energia – Núcleo
Centro, tendo como pano de fundo, o convívio entre colegas e familiares que têm a paixão de viajar,
decorrente dos vários itinerários que o Clube tem promovido a diferentes destinos.
Foi marcante a exibição de fotografias, como registo a viagens efectuadas a fascinantes locais,
sendo patente nos presentes a alegria em recordar os momentos que cada lugar lhes proporcionou.
Regista-se com agrado a boa disposição dos convivas, assim como a troca de opiniões e a procura de
colegas com maior afinidade para os próximos pontos a visitar e que se encontram na agenda do Clube
Galp Energia.
Adelino Nabais
Jogo de Veteranos, em Futebol de 11,
com o Sport Lisboa e Benfica
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Pesca Desportiva
Rio Sorraia - Coruche
Decorreu no passado dia 24 de Outubro, a quarta e última prova do Campeonato Interno de Pesca
Desportiva de 2009, prova disputada no Rio Sorraia, na simpática Vila de Coruche.
O primeiro classificado foi José Cruz que capturou, durante as quatro horas de duração de prova,
3,660 kg de pescado (barbos). No segundo e no terceiro lugar ficaram, respectivamente, Paulo
Martins e Daniel Bertelo.
Nesta prova participaram treze pescadores, não se registaram grades, e a classificação completa foi
a seguinte:
(kgs)
1º José Cruz
3,660
2º Paulo Martins
3,620
3º Daniel Bertelo
2,220
4º Filipe Bertelo
1,960
5º José Couvinha
1,780
6º Francisco Mouro
1,520
7º Tobias Rasteiro
1,340
8º Luís Colaço
1,320
Fernando Moreira
1,320
10º Francisco Novo
1,280
11º Rui Reis
1,220
12º Jorge Cunha
0,940
13º José da Silva
0,920
O Campeonato Regional, para além da sua vertente local, tem como objectivo apurar os seus dez
primeiros classificados como representantes do Núcleo Centro na Final Nacional, em confronto com
os pescadores dos Núcleos Norte e Sul, a ocorrer, em 2010, nas imediações de Sines.
Sorteados O Quebra Nozes
Os Associados do Clube Galp Energia - Núcleo Centro contemplados com um bilhete duplo para o
espectáculo de bailado “O Quebra-Nozes”, interpretado pela companhia Moscow Classical Ballet, no
passado 21 de Novembro, no Coliseu dos Recreios de Lisboa, foram:
Maria Joaquina
Jorge Peyroteo
Dulce Vieira
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Cláudia Tavares
Nuno Carvalho
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Gi Gong
Gi Gong
O primeiro pensamento é, mais uma técnica oriental. Como será esta? A designação era-me
praticamente desconhecida. Tinha-me cruzado com ela pela divulgação feita para o workshop ao ar
livre mas ao qual, por ter lugar a um fim-de-semana, não aderi.
Entretanto veio a proposta de aulas regulares e aí não hesitei em experimentar. Já tinha tido a
experiência do ioga, gosto de exercício físico, a curiosidade foi grande e lá me inscrevi. De facto a
experiência é única e vale a pena experimentar. De início parece difícil. Coordenar movimentos, que se
pretendem lentos, com respiração tranquila e sem pressas não são coisas a que estejamos muito
habituados na correria dos nossos dias. Mas mesmo não conseguindo esta coordenação, que é natural
de quem é iniciada nestas artes, o resultado ultrapassou em muito a minha expectativa.
Até a designação do conjunto dos exercícios, Oito Peças do Brocado, nos transporta de imediato para
um espaço especial. Afinal o “Brocado” é um tecido de luxo de elevada qualidade.
Segue-se novo conjunto de exercícios, os Cinco Elementos. Os elementos que suportam a nossa vida e
que energizam os órgãos vitais do nosso corpo. Esta série de movimentos é de uma harmonia que
quase me atrevo a dizer que qualquer um de nós gostaria que a sua vida assim fosse. Uma “dança”
onde nos integramos perfeitamente com o que nos rodeia e donde saímos mais fortes, com mais
energia e saúde.
No final das aulas o bem estar reflectia aquilo que entretanto tinha lido sobre esta técnica milenar.
O fluxo energético era fantástico.
Penso que, para os mais cépticos nada melhor do que experimentar, de mente aberta.
Ao Clube um muito obrigada por esta experiência.
A DIRECÇÃO
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