COM BLOCOS DE CONCRETO ALVENARIA ESTRUTURAL Materiais e Componentes Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL O componente bloco Bloco “Broco” Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Controle de qualidade Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Estabelece os requisitos para o recebimento de blocos vazados de concreto simples, destinados à execução de alvenaria com ou sem função estrutural. Definições Bloco vazado: Componente de alvenaria cuja área líquida é igual ou inferior a 75% da área bruta. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Blocos tipo canaleta: Componentes de alvenaria vazados ou não, com conformação geométrica conforme abaixo, criados para racionalizar a execução de vergas, contravergas e cintas.a Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Blocos tipo canaleta Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Blocos tipo canaleta Blocos tipo “J” e compensador Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Blocos tipo canaleta Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Área bruta: Área da seção perpendicular aos eixos dos furos, sem desconto das áreas dos vazios. Área líquida: Área média da seção perpendicular aos eixos dos furos, descontadas as áreas médias dos vazios. ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Dimensões nominais: Dimensões comerciais dos blocos, indicadas pelos fabricantes, múltiplas do módulo M = 10 cm e seus submódulos M/2 e M/4. Dimensões reais: Aquelas obtidas ao medir cada bloco, equivalentes às dimensões nominais diminuídas em 1 cm, que correspondem à espessura média da junta de argamassa. Blocos modulares: Blocos com dimensões coordenadas, para a execução de alvenarias modulares, isto é, alvenarias com dimensões múltiplas do módulo M = 10 cm e seus submódulos M/2 e M/4. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL NBR 6136 - 2006 Blocos Vazados de Concreto simples para Alvenaria – Requisitos Definições Família de blocos: Conjunto de componentes de alvenaria que interagem modularmente entre si e com outros elementos construtivos. Os blocos que compõem a família, segundo suas dimensões, são designados como bloco inteiro (bloco predominante), blocos de amarração L e T (blocos para encontros de paredes), blocos compensadores A e B (blocos para ajustes de modulação) e blocos tipo canaleta. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Família de blocos Família 39 19 19 unidade modular em planta 20cm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Amarrações Amarração em “L” B34 B39 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Amarrações Amarração em “T” B54 B39 B34 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Família de blocos Família 29 19 19 unidade modular em planta 15cm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Amarrações Amarração em “L” B29 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Amarrações Amarração em “T” B44 B29 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Família de blocos Família 11,5 19 19 unidade modular em planta 12,5cm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Família de blocos Família 11,5 Amarração a 1/3 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Classificação •Classe A – Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima ou abaixo do nível do solo; •Classe B – Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo; •Classe C – Com função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo; •Classe D – Sem função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo. •NOTA – Recomenda-se o uso de blocos com função estrutural classe C designados M10 para edificações de no máximo um pavimento, os designados M12,5 para edificações de no máximo dois pavimentos e os designados de M15 e M20, para edificações maiores. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Fabricação Bloco antes da cura Correia transportadora de agregados Correia transportadora da mistura Vibro-prensa, Paletização, Bloco após a cura Estoque e Expedição Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Fabricação 4.3.1- Os blocos devem ser fabricados e curados por processos que assegurem a obtenção de um concreto suficientemente homogêneo e compacto, de modo a atender a todas as exigências desta Norma. Os lotes devem ser identificados pelo fabricante segundo sua procedência, transportados e manipulados com as devidas precauções, para não terem sua qualidade prejudicada. 4.3.2- Os blocos devem ter arestas vivas e não devem apresentar trincas, fraturas ou outros defeitos que possam prejudicar o seu assentamento ou afetar a resistência e a durabilidade da construção, não sendo permitida qualquer reparo que oculte defeitos eventualmente existentes no bloco. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Vibração mecânica Prensagem manual Alta dispersão Dificilmente o produto estará conforme segundo as normas. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Vibração mecânica Prensagem manual Alta dispersão Dificilmente o produto estará conforme segundo as normas. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Equipamento Nacional Se equipara aos equipamento pesados importados. Alta produção Possibilidade total de automação. Piorotti Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Equipamento Nacional Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Equipamento Nacional Menegotti Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil CAE-M2 /9 ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Equipamento importado Besser Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Equipamento importado Schlosser Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação - Rendimento Curso ABCP – Produção de blocos – Idário Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação - Rendimento 1 : 6 = 7 partes em massa 14 kg/7 = 2,0 kg cimento/bloco 1000 blocos = 40 sacos de cimento. 1:12 = 13 partes em massa 14 kg/13 = 1,08 kg cimento/bloco 1000 blocos = 21,6 sacos Curso ABCP – Produção de blocos – Idário Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Economia 46% Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação – Bloco tipo “stone” Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Qualidade dos AGREGADOS Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Qualidade dos AGREGADOS Os agregados graúdos e miúdos devem estar de acordo com a ABNT NBR 7211. Escórias de alto forno, cinzas volantes, argila expandida ou outros agregados leves ou não, podem ser usados com a condição de que o produto final atenda aos requisitos fisico-mecânicos prescritos em 5.3. Recomenda-se que a dimensão máxima característica do agregado não ultrapasse a metade da menor espessura de parede do bloco. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tipos de Cimento Produzidos no Brasil Tipo de Cimento Cimento Portland Comum Adições Escória, pozolana ou fíler (até 5%) Escória (6-34%) Cimento Portland Composto Pozolana (6-14%) Fíler (6-10%) Cimento Portland de AltoForno Cimento Portland Pozolânico Cimento Portland de Alta Resistência Inicial Cimento Portland Resistente aos Sulfatos Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação Cimento Portland Branco Escória (35-70%) Pozonala (15-50%) Sigla CP I-S 32 CP I-S 40 CP II-E 32 CP II-E 40 CP II-Z 32 CP II-F 32 CP II-F 40 CP III 32 CP III 40 11578 CP IV 32 5736 Materiais CP V-ARI carbonáticos (até 5%) Estes cimentos são designados pela sigla RS. Ex.: CP III-40 RS, CP V-ARI RS Estes cimentos são designados pela sigla BC. Estrutural Não Estrutural Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Norma CPB-32 CPB 5732 5735 5733 5737 13116 12989 Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Aditivos químicos São produtos que, quando adicionados a uma mistura cimentícia para um mesmo conteúdo de água, influenciam positivamente sua trabalhabilidade. Os aditivos mais usados na produção de blocos de concreto são os plastificantes. Será permitido o uso de aditivos, de acordo com a ABNT NBR 11768, adições ou pigmentos desde que o produto final atenda aos requisitos fisico-mecânicos prescritos em 5.3. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Tecnologia de fabricação Pigmentos à base de óxido Vermelho óxido de ferro vermelho Amarelo óxido de ferro amarelo Preto óxido de ferro preto Marrom óxido de ferro marrom Verde óxido de cromo Azul óxido de cobalto Os pigmentos devem resistir à alcalinidade do cimento, exposição dos raios solares e intempéries. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL O Bloco de Concreto é um componente VIBRO-PRENSADO Suas características e desempenho dependem - Desempenho do Equipamento - Qualidade dos Materiais empregados - Proporção adequada dos Materiais Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Resistência Método de dosagem Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Mas a parede não é composta somente de blocos Principais componentes da alvenaria: Blocos Argamassa de assentamento Graute Aço Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos específicos dos blocos Dimensões As dimensões reais dos blocos vazados de concreto, modulares e sub-modulares devem corresponder às dimensões constantes na tabela 1. Os blocos cujas dimensões não estão contempladas na tabela 1 podem ser aceitos, desde que atendam às definições da seção 3 (se refere as definições). Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Requisitos específicos dos blocos Tabela 1 – Dimensões reais FAMÍLIAS DE BLOCOS Nominal 20 15 12,5 10 7,5 Módulo M - 20 M - 15 M - 12,5 M - 10 M - 7,5 Amarração 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/3 1/2 1/2 1/3 1/2 Linha 20 x 40 15 x 40 15 x 30 12,5 x 40 12,5 x 25 12,5 x 37,5 10 x 40 10 x 30 10 x 30 7,5 x 40 Largura (mm) 190 140 140 115 115 115 90 90 90 65 Altura (mm) 190 190 190 190 190 190 190 190 190 190 Inteiro 390 390 290 390 240 365 390 190 290 390 Meio 190 190 140 190 115 - 190 90 - 190 2/3 - - - - - 240 - - 190 - 1/3 - - - - - 115 - - 90 - Amarração L - 340 - - - - - - - - Amarração T - 540 440 - 365 365 - 290 290 - Compensador A 90 90 - 90 - - 90 - - 90 Compensador B 40 40 - 40 - - 40 - - 40 Designação Comprimento (mm) NOTA: As tolerâncias permitidas nas dimensões dos blocos indicados na tabela 1 são de 2,0 mm para a largura e . 3,0 mm para a altura e para o comprimento. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Dimensional ± 3 mm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Dimensional ± 2 mm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Dimensional - 1 mm Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Requisitos específicos dos blocos Tabela 2 – Designação por classe – largura dos blocos e espessura mínima das paredes Classe Designação Paredes longitudinais1) mm A B C D 1) M-15 M-20 M-15 M-20 M-10 M-12,5 M-15 M-20 M-7,5 M-10 M-12,5 M-15 M-20 25 32 25 32 18 18 18 18 15 15 15 15 15 Paredes transversais Paredes1) Espessura equivalente2) mm mm/m 25 25 25 25 18 18 18 18 15 15 15 15 15 188 188 188 188 135 135 135 135 113 113 113 113 113 Média das medidas das paredes tomadas no ponto mais estreito. 2) Soma das espessuras de todas as paredes transversais aos blocos (em milímetros), dividida pelo comprimento nominal do bloco (em metros). Márcio Santos Faria Engenheiro Civil Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos físico mecânicos Parede Resistência a compressão Prisma de dois blocos Blocos Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Resistência a compressão Relação entre a força axial necessária a ruptura do corpo de prova e a área da seção de aplicação da carga. Resistência característica a compressão – “fk” Valor resultante do tratamento estatísticos de um conjunto de valores de resistência a compressão de uma determinada amostra. O valor característico é escolhido de modo que 95% das resistências verificadas do respectivo lote seja superior a “fk”. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Resistência característica a compressão – “fk” Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Requisitos físico mecânicos Ensaio de resistência à compressão dos blocos Preparação da amostra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Ensaio de resistência à compressão dos blocos Preparação da amostra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Ensaio de resistência à compressão dos blocos Ruptura do corpo de prova Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Absorção total – “a” (%) Relação entre a massa total de água absorvida pelo bloco e sua massa seca. m1 – massa do corpo de prova seco m2 – massa do corpo de prova saturado a% m 2 m1 x100 m1 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Absorção total Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Absorção total Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Retração linear por secagem – “S” (%) Relação entre a médias das variações do comprimento e a média dos comprimentos das bases de medidas dos corpos de prova. S = L/G L= Variação média da dimensão do corpo-de-prova, entre a condição saturada e o ponto de constância de massa ou de comprimento. G= comprimento médio das bases de medida do corpo-de-prova Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Estabilidade dimensional Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Estabilidade dimensional Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Estabilidade dimensional Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Principais Características Estabilidade dimensional Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Requisitos físico mecânicos - Resistência característica à compressão do bloco - Absorção total - Retração linear por secagem - Estabilidade dimensional Resistência Característica Classe fbk MPa 1) A 6,0 B 4,0 C 3,0 D 2,0 Absorção média em % Retração(1) Agregado normal 10,0% Agregado leve 13,0% (média) 16,0% (individua) % 0,065% Facultativo. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho PROPRIDADES DESEJÁVEIS DAS ARGAMASSAS - Trabalhabilidade - Capacidade de retenção de água - Capacidade de sustentar os blocos - Resistência inicial adequada - Capacidade (potencial) de aderência Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho PROPRIDADES DESEJÁVEIS DAS JUNTAS DE ARGAMASSA - Resistência mecânica adequada - Capacidade de absorver (ou acomodar) deformações - Durabilidade Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho CAPACIDADE DE ABSORVER (ACOMODAR) DEFORMAÇÕES Acomodar as deformações em micro-fissuras não prejudiciais COMO DEVE SER ESTA ARGAMASSA? Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES ARGAMASSA FORTE ARGAMASSA FRACA CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES REDISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. FISSURAS MICROFISSURA (não prejudiciais) Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho ADERÊNCIA BLOCO - ARGAMASSA RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA À TRAÇÃO DIRETA RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA AO CISALHAMENTO Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho POTENCIAL DE ADERÊNCIA CARACTERÍSTICAS DA ARGAMASSA – Trabalhabilidade – Teor De Ar Incorporado – Retenção De Água – Resistência Mecânica CARACTERÍSTICAS DOS BLOCOS – Sucção Inicial – Condições Superficiais – Retração Por Secagem Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho VERIFICAÇÃ DA ADERÊNCIA ATRAVÉS DO ENSAIO DE PRISMA SUBMETIDO A TRAÇÃO NA FLEXÃO Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho VERIFICAÇÃ DA ADERÊNCIA ATRAVÉS DO ENSAIO DE PRISMA SUBMETIDO A TRAÇÃO NA FLEXÃO Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho CONSISTÊNCIA DA ARGAMASSA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho FATORES QUE INFLUENCIAM A TRABALHABILIDADE - Formato dos grãos - Granulometria da areia - Proporção e natureza dos finos plastificantes - Natureza do plastificante - Composição mineralógica - Relação água/aglomerante Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA Capacidade da argamassa não perder água quando em contato com superfícies que apresentem sucção elevada COMO AUMENTAR A CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA ? Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho ARGAMASSAS normalizadas nos EUA traço em VOLUME tipo CIM CAL M 1 1/4 S 1 ¼ a 1/2 N 1 ½ a 1,25 O 1 1,25 a 2,5 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. AREIA 2,25 a 3 x (vol CIM + vol CAL) fa (média) MPa uso 17,2 contato com o solo 12,4 sob FLEXÃO 5,2 paredes EXTERNAS 2,4 paredes INTERNAS Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Argamassa tipo M: recomendada para alvenaria em contato com o solo, tais como fundações, muros de arrimo, etc. Possui alta resistência à compressão e excelente durabilidade. Argamassa tipo S: recomendada para alvenaria sujeita a esforços de flexão. É de boa resistência à compressão e produz uma boa resistência à tração na interface com a maioria dos tipos de unidades. Argamassa tipo N: recomendada para uso geral em alvenarias expostas, sem contato com o solo. É de média resistência à compressão e boa durabilidade. Argamassa tipo O: pode ser usada em alvenaria de unidades maciças onde a tensão de compressão não ultrapasse 0,70 MPa e não esteja exposta em meio agressivo. É de baixa resistência à compressão e conveniente para o uso em paredes interiores em geral. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho ARGAMASSAS norma inglesa Designação Resistência à Comp. aos 28 dias (MPa) Tipo de Argamassa (proporção por volume) cimento cal areia laboratório obra (i) 1 0 a 1/4 3 16,0 11 (ii) 1 1/2 4 a 4,5 6,5 4,5 (iii) 1 1 5a6 3,6 2,5 (iv) 1 2 8a9 1,5 1,0 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO - RECOMENDAÇÃO fak ≤ 70% fbk Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute -- Forma da aplicação da argamassa - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O graute é um concreto ou argamassa fluidos lançados nos vazios dos blocos, com a finalidade de solidarizar as ferragens à alvenaria, preenchendo as cavidades onde elas se encontram e aumentando a capacidade de resistência à compressão da parede. Características gerais Slump = 20 e 28 cm a/c = 0,8 e 1,1 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Proporções Recomendadas para a Dosagem do Graute sem agregado graúdo com agregado graúdo MATERIAIS CONSTITUINTES cimento areia brita 0 1 3a4 --1 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. 2a3 1a2 Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho A resistência à compressão do graute, combinada com as propriedades mecânicas dos blocos e da argamassa definirão a resistência à compressão da alvenaria. RECOMENDADO Fgk = 2 x fbk Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: -Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Qualidade e aplicação correta do Graute - Forma da aplicação da argamassa -- Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho APLICAÇÃO DA ARGAMASSA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho APLICAÇÃO DA ARGAMASSA Comparação entre as resistências à compressão de prismas e paredinhas com argamassa de assentamento somente nas paredes longitudinais e nas paredes longitudinais e transversais. Curso ABCP/UNICAMP Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho APLICAÇÃO DA ARGAMASSA Curso ABCP/UNICAMP - Ensaios realizados na UNICAMP Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho APLICAÇÃO DA ARGAMASSA As fissuras podem começar nas paredes transversais. Não podemos observá-las antes da ruptura! Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Argamassa nas paredes longitudinais resistência à compressão dos prismas Resistência à compressão dos prismas - argamassa lateral 15 9,92 10 5,13 5 4,24 0 14.74 (6.2) 7,26 6,69 23.22 (9.8) 8,65 33.36 (14.0) Reistência à compressão dos blocos referida a área líquida e (área bruta) Arg1 - 4.38 MPa Arg2 - 7.96 Mpa Romagna (2000) Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Argamassa em nas paredes laterais e transversais e septos Resistência à comlpressão dos prismas Resistência à compressão dos prismas - argamassa total 12,76 14 12 10 8 6 4 2 0 10,35 7,22 9,1 9,87 4,63 14.74 (6.2) 23.22 (9.8) 33.36 (14.0) Resistência à compressão dos blocos - referiada a área líquida e (área bruta) Arg1 - 4.38 MPa Arg2 - 7.96 Mpa Romagna(2000) Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Argamassa nas paredes laterais resistência à compressão dos prismas Resistências de prismas grauteados - argamassa lateral 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 33,1 26,2 16,6 15,8 12,9 7,1 14.74 (6.2) 12,9 33,3 23,5 6,6 12,8 8,3 23.22 (9.8) 33.36 (14.0) G1 - 7.2 MPa G2 - 13.9 MPa G3 - 26.2 MPa G4 - 35.4 MPa Resistência à compressão dos blocos referida à área líquida e (área bruta) Romagna(2000) Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Argamassa nas paredes laterais e transversais e septos Resistência á compressão dos prismas Resistência de prismas grauteados - argamassa total 50,0 40,0 40,1 G1 - 7.2 MPa 26,2 27,5 G2 - 13.9 MPa 14,6 14,7 7,3 7,1 36,6 30,0 17,0 14,2 12,0 20,0 10,0 7,4 G3 - 26.2 MPa G4 - 35.4 MPa 0,0 14.74 (6.2) 23.22 (9.8) 33.36 (14.0) Resistência á compressão dos blocos - referido á área líquida e (área bruta) Romagna(2000) Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho - - A alvenaria estrutural de bloco de concreto é a única que conta com um completo corpo normativo na ABNT NBR 6136 (1994) – Bloco vazado de concreto simples para alvenaria estrutural; NBR 7184 (1992) – Determinação da resistência à compressão; NBR 12117 (1992) – Retração por secagem; NBR 12118 (1992) – Determinação da absorção de água, do teor de umidade e da área líquida; NBR 10837 (1989) – Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; NBR 8798 (1985) – Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; e NBR 8215 (1983) – Prismas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – Preparo e ensaio à compressão. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Influência da execução na resistência da parede Juntas horizontais incompletas Vazios na argamassa da junta horizontal ocorrem por negligência ou simplesmente pressa ou de uma prática que resulta em um sulco, ou rebaixo feito com a colher, no meio da junta de argamassa. Testes mostram que juntas incompletas pode reduzir a resistência das alvenaria de tijolos em até 33%. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Influência da execução – mão de obra Juntas horizontais incompletas Vazios na argamassa da junta horizontal ocorrem por negligência ou simplesmente pressa ou de uma prática que resulta em um sulco, ou rebaixo feito com a colher, no meio da junta de argamassa. Testes mostram que juntas incompletas pode reduzir a resistência das alvenaria de tijolos em até 33%. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Influência da execução – mão de obra Juntas horizontais com espessuras acima de 10 mm Juntas horizontais com espessuras entre 16 e 19 mm resultaram em uma queda de 30% na resistência a compressão de paredes com tijolos, quando comparado com juntas de 10mm. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Influência da execução – mão de obra Desvio na verticalidade Paredes construídas fora do prumo, com empenamento ou desalinhadas em relação as paredes dos andares acima ou abaixo, darão origem a excentricidades no carregamento e consequente perda da capacidade resistente da alvenaria. Paredes de alvenaria de tijolos que apresentaram defeitos desse tipo de 12 a 20mm tiveram sua resistência a compressão reduzidas de 13 a 15%. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Influência da execução – mão de obra Desvio na verticalidade Paredes construídas fora do prumo, com empenamento ou desalinhadas em relação as paredes dos andares acima ou abaixo, darão origem a excentricidades no carregamento e consequente perda da capacidade resistente da alvenaria. Paredes de alvenaria de tijolos que apresentaram defeitos desse tipo de 12 a 20mm tiveram sua resistência a compressão reduzidas de 13 a 15%. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho O Desempenho da parede depende: - Qualidade do Bloco de Concreto - Qualidade da argamassa de assentamento - Forma da aplicação da argamassa - Qualidade e aplicação correta do Graute - Do projeto da alvenaria - Da capacidade profissional da mão de obra Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Avaliação da resistência à compressão das paredes Parede Argamassa Prisma de dois blocos Blocos Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho RESIST ÊNCIA À COMPRESSÃO (MPa) Avaliação da resistência à compressão de prismas 14 BLOCO A 12 BLOCO B BLOCO C 10 8 6 4 2 0 BLOCO PRISMA PAREDINHA T IPO DE CORPO DE PROVA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. PAREDE VITOR ALY Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Avaliação da resistência à compressão de prismas 60 Resist. bloco na área líquida (MPa) 50 Resist. argamassa (MPa) Resistência (MPa) Resist. Prisma na área líquida (MPa) 40 30 20 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Hegemeir (1978) Hegemeir (1978) Cheema e Klingner (1986) Lev y e Sabbatini (1994) Autores (Ano) Khalaf (1992) Khalaf (1992) Khalaf (1992) Lev y e Sabbatini (1994) Hamid e Drysdale (1979) Hamid e Drysdale (1979) Hamid e Drysdale (1979) 0 Lev y e Sabbatini (1994) 10 Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho 25 25 20 20 15 15 10 10 5 5 0 0 Traço 1:0.25:3 Traço 1:0.5:4.5 Resistência da argamassa Resistência do Prisma Avaliação da resistência à compressão de prismas Resistência do Prisma (MPa) Resistência das argamassas (MPa) Resistência do bloco (MPa) Traço 1:1:6 Traço 1:2:9 Traço de Argam assa Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Resistência à compressão relativa (%) INFLUÊNCIA DA RESISTÊNCIA À COMPRESÃO DOS BLOCOS E DAS ARGAMASSAS 120 100 80 60 40 20 0 1:0:3 1 : 1/2 : 3 Resistência da ARGAMASSA Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. 1:1:6 1:2:9 1 : 3 : 12 Resistencia da ALVENARIA Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Fator de eficiência – “FE” Como as resistências a compressão dos blocos não é a mesma do prisma, que também não é a mesma da parede, denominamos de fator de eficiência a relação entre tais resistências. fb Espessura Fa fp2 fp3 Fpar fp2/fb fp3/fb fpar/fb fpar/fp2 fpar/fp3 (cm) (MPa) (MPa) (MPa) (Mpa) (Mpa) % % % % % 9 4,4 5,5 4,9 5,0 4,3 89 90 78 88 86 12 4,4 4,6 3,9 3,9 3,5 85 85 76 90 90 fpar = resistência à compressão axial da parede fb = resistência à compressão axial do bloco fp2 = resistência à compressão axial do prisma de 2 blocos fp3 = resistência à compressão axial do prisma de 3 blocos fa = resistência à compressão da argamassa de assentamento Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho 1 3,6MPa Fator de eficiência 0,9 arg. 1:1:6 0,8 6,5MPa arg. 1:1/2:4 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 0 5 10 15 Resistência à compressão do bloco (MPa) Medeiros Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. 20 Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes Blocos para uso em elementos de alvenaria, conforme classes estabelecidas em 4.1, podendo apresentar faces lisas ou com texturas. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos específicos dos blocos Blocos aparentes Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho PERMEABILIDADE A permeabilidade máxima de cada bloco deve ser igual à estabelecida pela ACI 530.1, determinada de acordo com a ASTM E 514. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Critério para considerar uma parede estanque: Tempo para o aparecimento da primeira mancha na face posterior da parede deve ser superior a 3 horas; Área da mancha observada a 5 horas após o início do ensaio deve ser inferior a 5% da área exposta a água; Área da mancha observada a 7 horas após o início do ensaio deve ser inferior a 7% da área exposta a água. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Considerações sobre paredes com blocos aparentes Produzir uma parede que atenda aos requisitos de estanqueidade recomendados não depende apenas do componente bloco, mas também da argamassa de assentamento; O recomendável hoje, é tratar a alvenaria com a aplicação de produtos impermeabilizantes, colorindo-a ou não; A seguir é apresentado o resultado de ensaios de estanqueidade em blocos de concreto que mostram a complexidade do assunto. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Quanto ao proporcionamento dos materiais de fabricação dos blocos Foram produzidos blocos por dois fabricantes com equipamentos similares, diferindo-os com relação aos materiais, suas tecnologias de dosagem e fabricação; Ambos produziram blocos com traços normais e especiais, a saber: TN – traço normal – traço empregado no dia-a-dia da fábrica; TE – traço especial – proporção dos materiais objetivando máxima densidade; OBS.: o fabricante “A” produziu blocos com um terceiro traço, empregando pó de pedra, “TP”; Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Aplicação do hidrofugante Saturação dos blocos para a determinação da absorção e área líquida Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Determinação da sucção inicial – ASTM c 67 Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Ensaio de permeabilidade – adapitado da NBR 14 082 Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Requisitos específicos dos blocos UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Amostra Absorção Umidade (%) (%) Sucção inicial (193,55.M3/M6) (g/193,55 cm2/min) Normal Hidrofugante FA-TN - 82363 7,2 17,9 58,9 5 FA-TP - 82364 7,1 20,2 31,1 1,5 FA-TE - 82473 6,4 21,2 61,6 1,8 FB- TN - 83083 7,1 25,9 61,2 0,5 FB- TE - 83084 8,3 27,1 60,9 0 Tempo para absorção de 92 mm de coluna d'água (h:min:seg)* Normal Hidrofugante 00:01:59 00:01:17 00:10:20 00:04:12 00:0:33 00:03:17 00:05:49 >4 h 00:01:12 00:00:41 00:03:02 >4 h 00:00:40 00:00:09 00:06:31 00:03:11 00:00:42 00:00:38 00:10:36 >4 h *Estão apresentados apenas os maiores e os menores valores obtidos em cada amostra de bloco Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil ALVENARIA ESTRUTURAL Parede - desempenho Requisitos específicos dos blocos UM ESTUDO SOBRE PERMEABILIDADE Considerações sobre o estudo realizado Com relação a absorção as amostras dos blocos com traço comum e especial os valores estão muito próximos; Vale a consideração anterior com relação a absorção, exceto para o traço TP do fabricante “A”; Com relação ao tempo de absorção de 92 mm de coluna d’água os traços especiais e o “TP” do fabricante “A”, responderam a aplicação do hidrofugante, contudo observando-se os valores individuais pode-se perceber que os resultados variam muito em pontos diferentes numa mesma face dos blocos. Arq.EST Consultoria & Projetos Ltda. Márcio Santos Faria Engenheiro Civil